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‘Fear the Walking Dead’: Segunda metade da 6ª temporada ganha trailer EXTREMAMENTE tenso

A AMC divulgou o TENSO trailer da segunda temporada da 6ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘.

A produção retornará com episódios inéditos no dia 11 de abril.

Assista:

Vale lembrar que três novos atores se juntarão ao elenco nos próximos episódios: John Glover (‘The Good Wife’), Nick Stahl (‘Sin City’) e Keith Carradine (‘Fargo’).

Fear the Walking Dead‘ já está renovada para a 7ª temporada.

Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

Telecine adquire ‘Benedetta’, polêmico de Paul Verhoeven sobre freira lésbica

Benedetta‘, do diretor holandês Paul Verhoeven, estará disponível no streaming e canais Telecine logo após a temporada de exibição nos cinemas nacionais. O longa narra a história real da freira Benedetta Carlini que foi julgada e condenada pela Igreja Católica por viver um caso de amor com outra freira em um convento, no século XVII. A produção concorreu à Palma de Ouro e ao Queer Palm, no Festival de Cannes 2021.

A atriz belga Virginie Efira interpreta Benedetta, freira italiana que vive desde a infância em um convento na Toscana e ficou conhecida por suas visões, e pelo envolvimento com a ajudante Bartolomea, interpretada por Daphné Patakia. A história é baseada no livro Atos Impuros: A Vida de uma Freira Lésbica na Itália da Renascença, da historiadora Judith C. Brown, um estudo sobre o julgamento da noviça pela Igreja Católica, que é considerado um dos primeiros relatos de relação entre duas mulheres na Europa Moderna.

Confira o trailer:

Ezra Miller é acusado de drogar, roubar e agredir fã e será PROCESSADO pela família

O ator Ezra Miller, 29, literalmente atacou novamente. Após ser preso duas vezes no Havaí e se envolver em diversas polêmicas, agora Miller está sendo acusado de manipular e assumir o controle sobre uma ativista adolescente, dando-lhe álcool, LSD e maconha, forçando-a a abandonar a escola e roubando seus itens pessoais.

A família de Tokata Iron Eyes revela que ela conheceu o astro de ‘Flash‘ quando ela tinha apenas 12 anos. Miller tinha 23 anos. Os dois criaram uma amizade improvável e Miller até a levou para Londres dois anos depois para visitar o estúdio de ‘Animais Fantásticos‘.

Os pais alegam em um processo que Miller forneceu drogas e álcool à filha menor de idade e fez ela desistir de estudar em sua escola particular de Massachusetts em dezembro, sob sua influência.

Quando eles voaram para a casa de Miller em janeiro para recuperar Tokata, eles supostamente encontraram hematomas em seu corpo e ela não tinha mais carteira de motorista, chaves do carro ou cartão de banco, informou o TMZ.

Quando a adolescente foi devolvida à casa de seus pais, ela fugiu novamente para Nova York para se reunir com Miller e desde então eles teriam viajado juntos para Vermont, Havaí e Los Angeles.

O pai de Tokata, Chase Iron Eyes, afirmou:

“Ezra usa violência, intimidação, ameaça de violência, medo, paranóia, delírios e drogas para dominar uma jovem adolescente. A minha Tokata.”

Os pais estão pedindo ao tribunal que intervenha e emita uma ordem de proteção contra Miller em nome de sua filha.

Tokata Iron Eyes

É apenas o mais recente caso legal envolvendo Miller, que foi preso no Havaí em abril por supostamente jogar uma cadeira na cabeça de uma mulher depois de se recusar a sair de casa, semanas após outra prisão por cuspir no rosto de alguém em um bar durante um jogo de dardos. .

Por conta das polêmicas, o site Screen Geek afirmou que a Warner estaria planejando substituir Miller em ‘The Flash‘.

O site alegou que o estúdio estava cotando Dylan O’Brien, de ‘Maze Runner, para regravar as cenas no lugar do Miller.

Por outro lado, os principais sites de notícias norte-americanos desmentiram o rumor.

“Me disseram que a Warner Bros. Pictures *não* está considerando substituir Ezra Miller em The Flash. O ator foi preso duas vezes no Havaí neste ano, uma por conduta desordeira e assédio, e outra por agressão de segundo grau”, diz o tweet:

Além disso, após a repercussão de sua atuação em ‘Animais Fantásticos: O Segredo de Dumbledore‘, sua participação nos futuros filmes da série não está descartada, como diziam alguns rumores.

Assim como qualquer planejamento de levar ‘The Flash‘ para a plataforma da HBO Max em detrimento a estreia nos cinemas. Até o momento, a Warner não está pensando em punições para o ator por suas atitudes, ainda que já tenha feito uma reunião sobre isso.

Lembrando que ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Se o cronograma correr como o planejado, ‘The Flash’ chega aos cinemas em 23 de junho de 2023.

POLÊMICA! Após criticar remake de ‘A Pequena Sereia’, ator de ‘Aladdin’ DESATIVA as redes sociais

A base de fãs leais de Halle Bailey não está deixando ninguém caluniá-la sobre a próxima reimaginação live-action de ‘A Pequena Sereia‘. O ator Mena Massoud aprendeu isso da maneira mais difícil quando parecia ter subestimado o sucesso de bilheteria projetado do filme em um tweet agora excluído.

Conhecido por seu papel como ‘Aladdin‘ na adaptação live-action da animação homônima da Disney, o ator se envolveu em uma polêmica ao criticar o vindouro remake de A Pequena Sereia‘.

Em seu perfil do Twitter, Massoud comentou sobre as projeções de bilheteria da adaptação estrelada por Halle Bailey, que deve faturar um pouco mais que ‘Aladdin‘ em sua abertura.

Na publicação, ele diz em tom de desdém que a Disney provavelmente fará uma sequência de ‘A Pequena Sereia mesmo que a adaptação não cruze a marca de US$ 1 bilhão, enquanto ‘Aladdin‘ permanece sem continuação.

Para quem não sabe, as projeções de ‘A Pequena Sereia‘ indicam que o filme deve fazer US$ 115 milhões no primeiro final de semana, enquanto ‘Aladdin’ fez 112 milhões.

“Nosso filme foi único no fato de que a audiência foi assistir múltiplas vezes. Essa abertura foi a única coisa que nos fez alcançar a marca de um bilhão de dólares. Meu palpite é que ‘A Pequena Sereia não cruzará a marca do bilhão, mas sem dúvida, ganhará uma sequência.”

Como os fãs já sabem, o astro já fez diversas reclamações sobre a falta de entusiasmo da Disney em fazer uma sequência de ‘Aladdin‘, mesmo o filme tendo acumulado mais de US$ 1 bilhão.

Após a declaração, Massoud recebeu uma série de críticas de seus seguidores, que o chamaram de ingrato, rancoroso, invejoso e fracassado.

Logo depois, ele acabou desativando seu perfil na rede social, mas os usuários do Twitter ainda fizeram questão de publicar mensagens mencionando seu nome e dizendo: “o que você publica na internet, permanece para sempre.” 

Lembrando que as primeiras reações de ‘A Pequena Sereia já despontaram nas redes sociais.

No Twitter, os jornalistas que já tiveram a oportunidade de assistir à produção rasgaram elogios para Bailey como Ariel, dizendo que ela é o ponto alto do filme. Todavia, alguns comentaram sobre cenas exageradas e até mesmo sobre Melissa McCarthy como Úrsula como pontos a serem melhorados.

Confira:

A Pequena Sereia foi uma surpresa agradável. A voz de Halle Bailey é surreal. Nunca conseguirei cantar “Part of Your World” no karaokê de novo. Pontos altos: Daveed Diggs (não é algo fácil quando você dubla um caranguejo ‘realista’) e Melissa McCarthy (uma escolha segura, mas ela arrasou)”.

A Pequena Sereia é a melhor adaptação live-action da Disney até hoje. Halle Bailey é Ariel. Aplausos para o time de efeitos sonoros. Boas mudanças, apesar da nova música ter muito autotune. Poderia assistir a essa versão de “Under the Sea” o dia todo, foi o ponto alto de tudo”.

A Pequena Sereia é um remake em live-action que retém o coração e a alma da história que amamos – e a eleva ainda mais com uma performance perfeita de Halle Bailey. Ela nasceu para estar nas telonas e ela é o motivo desse filme valer a pena”.

A Pequena Sereia chega perto de ser o melhor live-action da Disney, mas ainda tropeça no departamento da vilã. Halle Bailey é Ariel e eu tive arrepios com sua performance. Essa é a uma versão [da história] como você nunca viu”.

A Pequena Sereia apenas acresce à magia do original. Em algumas áreas é exagerado, em outras, decepciona, mas é inquestionavelmente um dos melhores live-actions que a Disney construiu”.

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de maio.

Diretora de ‘A Primeira Profecia’ revela momento SINISTRO nos bastidores do terror [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a diretora Arkasha Stevenson revelou que ela, o elenco e a equipe passaram por um momento sinistro nos bastidores do terror.

Ao ver que todos estavam se sentindo mal, ela adiantou o fim das filmagens do dia. Depois, ela descobriu que a praça em que eles estavam filmando tinha exatos 666 metros quadrados.

Assista a entrevista e confira nossas primeiras impressões:

Crítica | ‘A Primeira Profecia’ é o MELHOR filme da franquia de terror desde o original

 

A Primeira Profeciaestá em cartaz nos cinemas nacionais.

O terror recebeu aclamação positiva no Rotten Tomatoes, com uma aprovação de 85% pelos críticos.

A porcentagem foi baseada em 42 críticas.

Selecionamos os trechos das principais críticas:

“A ambientação italiana e um elenco excelente tornam tudo isso válido para os fãs que desejam ver como tudo começou, mesmo que o subgênero da freira em apuros esteja se tornando bastante previsível.” – Deadline

“No fim das contas, tudo parece muito familiar, e não apenas porque este é o segundo filme em poucos meses a girar em torno de freiras e o nascimento de um Anticristo.” – Hollywood Reporter

“A oferta consistentemente inquietante e alegremente sacrílega de Stevenson embala sua parcela de choques legítimos a caminho de uma “surpresa” flagrantemente óbvia.” – Variety

“O filme se deleita em mesclar gêneros familiares: o filme de monstro, o horror corporal e o thriller gótico da igreja. Mas ele injeta um suco revitalizante na franquia – inteligentemente editado e bem ritmado, com um bom olho cinematográfico.” – The New York Times

A Primeira Profecia contém os elementos assustadores dos clássicos e atualizações criativas, resultando em um sucesso para o gênero de terror e para a franquia Profecia.” – Screen Rant

“Uma performance fabulosamente intensa e sem restrições de Free mantém as coisas seguindo com estilo elevado.” – Total Film

“É muito mais artístico e marcante do que tem direito a ser, em grande parte graças à diretora de TV Arkasha Stevenson, cujo arrojo funciona incrivelmente bem até que realmente não funciona mais…” – The Guardian

Arkasha Stevenson não apenas comanda um prelúdio digno do clássico de Richard Donner, mas também se estabelece como uma nova e audaciosa voz no terror.” – Bloody Disgusting

Uma jovem americana é enviada a Roma para começar uma vida de serviço à Igreja. Lá, ela se depara com uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e acaba desvendando uma aterrorizante conspiração que deseja provocar o nascimento do mal encarnado.

Diretora de ‘A Primeira Profecia’ já tem planos para uma SEQUÊNCIA

Nell Tiger FreeSônia BragaBill NighyRalph InesonTawfeek Barhom e outros estrelam.

‘A Múmia’ vai ganhar novo filme com diretor de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’

A Múmia‘ vai ganhar um novo reboot.

Lee Cronin – diretor de ‘A Morte do Demônio – A Ascensão‘ – está escrevendo e dirigindo a nova versão do terror que gira em torno dos antigos mortos-vivos mumificados para a New Line, segundo o The Hollywood Reporter.

O projeto era conhecido anteriormente apenas como um filme de mistério de Cronin, que havia sido anunciado no início deste ano e agora está previsto para ser lançado em 17 de abril de 2026.

“Isso será diferente de qualquer filme da Múmia que você já viu antes”, ele disse em uma declaração ao THR . “Estou cavando fundo na terra para levantar algo muito antigo e muito assustador”.

A Atomic Monster e Blumhouse estão cofinanciando o filme. A produção é de James Wan, Jason Blum e John Keville.

O filme não deve ter ligação com os anteriores, mas o insider Daniel Richtman recentemente afirmou que a Universal Pictures também está desenvolvendo uma pré-sequência de ‘A Múmia‘ (1999) focada no vilão Imhotep.

A história se passará antes dele ter um embate com os protagonistas Rick O’Connell (Brendan Fraser) e Evie (Rachel Weisz).

Ele afirma que Wes Tooke (‘Midway – Batalha em Alto-Mar’) foi contratado para roteirizar o projeto.

Para reforçar ainda mais as especulações, o artista conceitual Jean-David Solon, que já trabalhou em filmes consagrados como ‘Doutor Estranho‘ e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, também compartilhou algumas artes conceituais de um projeto intitulado ‘Imhotep‘, em sua página oficial no site Artstation.

O material compartilhado ainda confirma que o possível filme teria uma estética do Egito Antigo.

Confira duas das artes e clique aqui para ver os demais materiais:

 

Franquia ‘Crepúsculo’ será relançada nos cinemas nacionais em março; Confira o cartaz!

A Paris Filmes acaba de anunciar que reexibirá “
Crepúsculo‘, filme baseado no best-seller homônimo de Stephenie Meyer, nos cinemas a partir de 19 de março de 2026.

Confira:

A popular surpreendeu ao arrecadar US$ 1,55 milhão, em seu primeiro dia de relançamento nos cinemas dos Estados Unidos.

O relançamento celebra o 20º aniversário do romance original de Stephenie Meyer. A série cinematográfica completa é uma das adaptações de literatura jovem adulto mais bem-sucedidas de todos os tempos, com uma bilheteria global que ultrapassa US$ 3,3 bilhões.

No dia do relançamento (quarta-feira), o primeiro filme da saga, Crepúsculo, garantiu o segundo lugar nas bilheterias, ficando logo atrás do anime ‘Chainsaw Man: Reze Arc’ (Sony/Crunchyroll), que arrecadou US$ 1,622 milhão.

‘Crepúsculo’: Diretora revela que recebeu presente inusitado como prêmio pelo sucesso do longa

Crepúsculo’ está disponível no Prime Video.

Kristen Stewart se tornou um nome conhecido por interpretar Bella Swan, a estudante que se apaixona pelo misterioso Edward Cullen (Robert Pattinson).

O elenco também contava com nomes como Taylor Lautner, Ashley Greene, Peter Facinelli e Michael Sheen.

Lançada em 2008, a franquia de cinco filmes foi um enorme sucesso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 3,3 bilhões no total.

Crítica | O Guardião Invisível – Disponível na Netflix

As dúvidas do nosso passado passam a limpo o nosso futuro. Baseado na obra homônima da escritora Dolores Redondo, O Guardião Invisível, disponível no ótimo catálogo da Netflix, é um drama com envolventes momentos de suspense mesmo tendo um roteiro que falha em alguns arcos. Trabalha a psicologia dos personagens de maneira instigante e conta com atuações inspiradas, principalmente de sua protagonista, a inspetora Amaia Salazar, vivido pela ótima atriz espanhola Marta Etura (dos excelentes Cela 211 e Enquanto Você Dorme). A fotografia, grande destaque do filme, é impecável, domínio de luz, uma estrutura de planos dinâmica e muito eficiente.

Na trama, conhecemos a Inspetora Amaia Salazar (Marta Etura), uma mulher na casa dos 40 anos que descobre estar grávida de seu marido, o pintor norte americano James (Benn Northover). Amaia é designada a chefiar uma investigação sobre um possível serial killer que cometeu seu último assassinato em uma região que morou quando criança e onde vive sua misteriosa família. Chegando até o lugar onde foi criada, percebe que as coisas mudaram pouco desde sua saída, e, assim, além de participar de uma implacável busca pelo assassino, precisará combater fantasmas do seu passado cheio de tensão e que poucos conhecem.

Ao longo dos quase 130 minutos de filme percebemos a tentativa de apresentar todos os detalhes sobre os personagens que aparecem ao longo da trama. A protagonista é a mais misteriosa, esconde por um tempo sua gravidez do marido, tem uma relação bastante azeda e distante com uma de suas irmãs além de ter um conflito sem solução com sua problemática mãe. Aos poucos, algumas peças desse tabuleiro misterioso vão se mostrando e o público precisa estar atento, pois, é muita informação a cada sequência. A direção do espanhol Fernando González Molina (cineasta do aclamado na Espanha, Palmeiras na Neve) é detalhista, trabalha o plano de maneira inteligente dando um sentido a toda carga de mistérios. O roteiro falha em alguns arcos, deixa algumas lacunas em aberto no desfecho e foca em uma melancolia contínua de sua protagonista.

Amaia Salazar é uma personagem intrigante. Racional na maioria das decisões que toma, entra em parafuso quando o fator emocional se aproxima dela, trazendo situações vividas em um passado distante mas que estão guardadas em suas memórias. Por meio de telefonemas com um grande amigo do FBI que está nos Estados Unidos, recebe uns ‘starts’ para se concentrar e buscar as melhores soluções não só para o Serial killer que procura mas também para se livrar de memórias tristes que a travam. Há uma construção e desconstrução dessa personalidade ao longo da trama.

O cinema espanhol vem evoluindo bastante no gênero suspense. Ótimos filmes ao longo dos últimos anos foram lançados. É uma das escolas europeias de cinema mais ricas em mostrar os detalhes em paralelo ao psicológico de cada personagem. Amaia Salazar é mais uma na lista de grandes personagens da terra de Almodovar.

 

10 filmes ARREBATADORES que você não pode perder!

Para você que sempre busca aquela preciosidade quando o assunto é cinema, veio ao lugar certo. Na lista de hoje, vamos sugerir alguns filmes arrebatadores, que prendem nossa atenção logo de cara ou se desenrolam a partir de um conflito marcante. Depois conta pra gente se gostou!

 

O Ônibus Perdido (Apple TV)

Inspirado em fatos reais, acompanhamos a história de um motorista de ônibus escolar que, em meio ao caos de um incêndio florestal, precisa salvar algumas crianças que estavam isoladas com a professora em um colégio.

 

Limpa (Netflix)

Estela (María Paz Grandjean) é uma jovem que deixa o interior do Chile para trabalhar como empregada doméstica na casa de um casal rico, na cidade de Santiago. Ela passa grande parte do tempo ao lado da filha deles, uma garotinha escanteada pelos pais que encontra em Estela uma grande amiga. Quando algumas situações acontecem, Estela começa a perceber que sua presença no lugar está chegando ao fim, culminando numa série de ações rumo às tragédias.

 

A Melhor Mãe do Mundo

Gal (Shirley Cruz) é uma batalhadora. Trabalha como recicladora de lixo. Certo dia, num ato desesperado para fugir dos absurdos cometidos pelo marido (Seu Jorge), foge de casa junto com seus dois filhos. Durante esse período, fortalece seus laços maternos transformando esse momento numa grande aventura para essas duas crianças.

 

Ataque dos Cães (Netflix)

Rico em detalhes, com excelentes interpretações, caminhamos até o ano de 1925, no velho oeste americano, onde conhecemos a história de dois ricos irmãos fazendeiros e as surpresas que acontecem em suas trajetórias quando outras pessoas passam a frequentar suas vidas mais de perto.

 

Quo Vadis, Aida? (Filmelier +)

Na trama, ambientada em meados da década de 1990, conhecemos Aida (Jasna Đuričić), uma ex-professora e agora tradutora/intérprete da ONU que precisa lidar com um caótico momento de seu país.

 

O Som do Silêncio (Prime Video)

Contando a vida de um baterista que descobre estar ficando surdo, seu mundo novo, descobertas, uma nova linguagem, somos testemunhas da importância dos inquietantes barulhos da alma.

 

Por Inteiro (Apple Tv)

Em um mundo onde a tecnologia avançou mais ainda ao ponto de encontrar, por meio de algoritmos, a sua alma gêmea, dois amigos de longa data – e inseparáveis -, Laura (Imogen Poots) e Simon (Brett Goldstein) passam por diversos conflitos em muitos recortes de um extenso período, até a descoberta do amor.

 

Vidas Passadas (Telecine)

A incontrolável contramão do destino. Debutando na carreira de diretora, a cineasta sul-coreana Celine Song não podia ter começado com um melhor pé direito. Seu filme transborda sentimentos conflitantes aos olhos de duas almas que parecem complementares mas que o momento certo de se encontrarem muda completamente os rumos de seus destinos. Vidas Passadas é uma poesia em forma de cinema, onde declamações marcantes são vistas, sentimentos borbulham, nos levando de forma avassaladora para o núcleo do sentimento mais profundo que existe.

 

As Ondas (Prime Video)

Tyler (Kelvin Harrison Jr.) é um jovem estudante que faz parte da equipe do colégio de lutas e vive uma bela vida ao lado de sua madrasta Catharine (Renée Elise Goldsberry), seu pai Ronald (Sterling K. Brown) e sua irmã Emily (Taylor Russell). Extremamente pressionado aos seus treinos e em ser o melhor, Tyler vive um grande conflito interno quando recebe a notícia de que sua namorada está grávida e vai ficar com o bebê. A partir dessa situação se desenrolam fatos que vão marcar para sempre a vida do jovem e também de sua irmã que precisará ter forças para lutar contra pensamentos do seu passado para seguir em frente e tentar encontrar a tão sonhada felicidade.

 

A Escolha (Looke)

O protagonista é um jovem de cerca de 30 anos, de origem e família na Estônia, que não sabe direito o que fazer da vida. Completamente confuso e sem saber o que fazer após a notícia de que é pai, embarca em uma jornada assumindo a paternidade e os cuidados da recém-nascida sozinho, já que a mãe não a quis assumir naquele momento. Erik (Reimo Sagor), aos poucos, vai se descobrindo como pai, navegando pelas responsabilidades e derrapando nas irresponsabilidades.

Os Clássicos Inesquecíveis do Cinema que Completam 45 Anos em 2021

O cinema é uma verdadeira máquina do tempo. É a melhor forma de viajarmos de volta para o passado. De revisitarmos uma época e o que a formou, ou seja, sua moda, suas canções, sua cultura, e tudo o que fez parte de sua construção, a definindo no tempo. Além de servir de grande estudo para a história de nossa sociedade em si, afinal é olhando para o passado que verdadeiramente aprendemos, podendo evoluir e melhorar, em termos de cinema é igualmente um grande exercício de aprendizado. No cinema existe ainda a resiliência, que é o que faz com que certas obras se tornem atemporais, ressoando ao longo das gerações, passadas para os mais novos, sem perder sua importância ou valor para os fãs.

Justamente pensando em tais produções que resistem ao teste do tempo, constantemente mencionadas como algumas das mais queridas da história para os cinéfilos de todas as gerações, que trazemos esta nova matéria nostálgica enfatizando alguns filmes que completam 45 anos em 2021, mas que se tornaram clássicos tão fortes, que continuam lembradas até hoje em todas rodinhas quando o tema é cinema de qualidade. Confira abaixo e não esqueça de comentar quais suas favoritas, quais conhece e já assistiu.

Rocky – Um Lutador

Ainda muito presente na cultura pop, o boxeador mais famoso do cinema completa 45 anos desde sua primeira aparição nas telonas com Rocky: Um Lutador. Muitos podem não lembrar, ou talvez não saber, mas o filme escrito e protagonizado pelo astro Sylvester Stallone foi o grande vencedor do Oscar na cerimônia daquele ano. Além de melhor filme, Rocky levou também os prêmios de direção (John G. Avildsen) e edição. Fora isso foi indicado para som, canção e quatro atores: Talia Shire (Adrian), Burgess Meredith (Mickey), Burt Young (Paulie) e o próprio Rocky Balboa, vulgo Sylvester Stallone – que igualmente foi nomeado para melhor roteiro.

Taxi Driver

Há 45 anos, voltando para 1976, a disputa pelos melhores filmes da época era muito acirrada. Verdadeiras lendas cinematográficas da sétima arte eram lançadas no período, fazendo a decisão dos votantes da Academia uma das mais difíceis de todos os tempos. Embora muitos ainda venerem Rocky como uma das melhores produções do cinema, tantos outros consideram uma injustiça o filme de Stallone ter levado para casa o grande prêmio daquela noite no Oscar. Isso porque defendem com unhas e dentes a superioridade deste Taxi Driver, de Martin Scorsese – considerado um dos maiores diretores de todos os tempos. Uma grande crítica a como a sociedade trata e cria instabilidades emocionais ao ponto de fazer surgir no “homem comum” a psicopatia, Taxi Driver é uma das grandes influências do recente Coringa, que premiou Joaquin Phoenix.

King Kong

Um dos filmes mais falados deste início de 2021 sem dúvida é o sucesso de bilheteria Godzilla vs Kong, que traz o primeiro embate em larga escala entre os dois mais famosos (e lucrativos) monstros do cinema: o lagarto radioativo Godzilla e o milagre da natureza King Kong. Nessa disputa, o segundo sai na frente em termos de longevidade, já que o King Kong original é um clássico em preto e branco que data dos primórdios do cinema, tendo sido lançado em 1933. Assim, 43 anos depois de seu lançamento, Hollywood modernizava o clássico para a década de 70 (trazendo ao invés do stop-motion, um dublê usando um traje do gorila). Quem protagoniza eram dois atores em início de carreira, mas que viriam a se tornar dois grandes nomes da indústria: Jeff Bridges e Jessica Lange (em seu primeiro trabalho nas telas).

Nasce uma Estrela

Por falar em clássicos reformulados aos novos tempos, o público vibrou e os fãs não pararam de cantar a música Shallow, da Lady Gaga, canção que a estrela performa na terceira adaptação de Nasce uma Estrela nos cinemas. Enquanto isso no Brasil ganhávamos a versão Juntos e Shallow Now, mas algumas coisas é melhor esquecer. O primeiro Nasce uma Estrela também data da década de 30 (1937) e fala sobre o mundo do cinema e Hollywood. Assim como sua refilmagem, de 1954, estrelada pela mesma Judy Garland de O Mágico de Oz (1939). Foi só aqui, nesta adaptação de 45 anos atrás, estrelada por Barbra Streisand, que o universo do cinema e atuações foi mudado para o mundo da música – cenário que foi repetido no filme de Gaga, estrelado e dirigido por Bradley Cooper.

Carrie – A Estranha

Por falar em filmes populares que seguem inseridos na cultura, Carrie marca a história da sétima arte por alguns elementos. A trama sobre uma menina tímida descobrindo dons extraordinários de telecinesia, ao mesmo tempo em que se torna uma mulher, marcou por ser a primeira adaptação de um livro do autor Stephen King para o cinema. Bem, depois disso sabemos muito bem o que aconteceu, com o escritor se tornando um dos mais cinematográficos da literatura. Fora isso, Carrie também foi o primeiro sucesso do lendário Brian De Palma (que comanda a obra), foi indicado para dois prêmios de atuação no Oscar (Sissy Spacek – que vive a protagonista e Piper Laurie – que interpreta sua mãe fanática) e gerou uma continuação e duas refilmagens.

A Profecia

Por falar em filmes de terror icônicos, aqui temos um que segue constantemente mencionado quando falamos nos melhores e mais assustadores de todos os tempos. Dirigido por Richard Donner, cujo filme seguinte mudaria para sempre os filmes de ação e aventura para um nicho no cinema – com Superman: O Filme (1978), A Profecia é de arrepiar todos os cabelos da nuca com suas reviravoltas. Na trama, a mulher de um político perde o filho no parto, assim, sem contar nada a ela, o sujeito resolve adotar um menino recém-nascido e tratar como filho do casal. No entanto, quando estranhos acontecimentos continuam a ocorrer ao redor do garoto, seu pai começa a investigar sua origem sombria. A Profecia foi indicado ao Oscar de melhor canção e levou o de melhor som. Fora isso, gerou três continuações e uma refilmagem lançada 30 anos depois.

Rede de Intrigas

Mostrando que há 45 anos a edição do Oscar foi uma das mais disputadas da história, com filmes que ainda são constantemente lembrados por sua qualidade até hoje, temos mais dois exemplos disto chegando na matéria. Quando falamos de filmes sobre jornalismo e investigação jornalística, as gerações mais novas podem pensar instantaneamente sobre Spotlight, vencedor do Oscar em 2016. Mas há 45 anos, não se falava em outros filmes além destes dois quando o assunto era este. O primeiro é Rede de Intrigas (Network), que descortina as maquinações perversas de uma grande rede de TV em busca somente de altos índices de audiência, custe o que custar. O filme 4 Oscar importantes (3 de atuação e roteiro) e mais 6 indicações, incluindo melhor filme.

Todos os Homens do Presidente

O segundo é este, baseado na história real de jornalismo investigativo que derrubou a presidência de Richard Nixon, no escândalo do caso Watergate (e Garganta Profunda), a dupla Robert Redford e Dustin Hoffman – dois dos grandes nomes do cinema – interpretam os repórteres Bob Woodward e Carl Bernstein num dos filmes mais queridos da sétima arte. Todos os Homens do Presidente levou 4 Oscar, dos 8 aos quais estava indicado, se tornando assim o segundo grande filme sobre jornalismo na edição daquele ano no Oscar.

Sem Medo da Morte

Clint Eastwood é um verdadeiro tesouro do cinema mundial. O veterano começou sua carreira ainda na década de 1950, e nos anos 60 ficaria famoso pelos faroestes espaguete que protagonizou. Na década seguinte, deu vida a um de seus mais marcantes personagens na sétima arte, Dirty Harry, o policial linha dura que serviu de inspiração para todos os heróis de ação dos anos 80, vide Stallone e Schwarzenegger. E há 45 anos, Dirty Harry chegava a seu terceiro filme com Sem Medo da Morte (The Enforcer). A ideia por trás deste Dirty Harry 3 era colocar o machão “sujo” para trabalhar ao lado de uma “mulherzinha”, a policial “doce” Kate Moore (vivida por Tyne Daly) – formando assim uma dupla inusitada que serviria de molde para os buddy cop movies e suas disfuncionais parcerias.

Robin e Marian

Por falar em veteranos eternizados no panteão do cinema, o saudoso Sean Connery nos deixou recentemente. O astro, que para sempre será lembrado pelo papel de 007 – James Bond, fez de tudo um pouco nas telas, e deu vida para alguns dos mais icônicos personagens da cultura popular. Entre eles, viveu um Robin Hood envelhecido há 45 anos, no filme Robin e Marian – mais focado no romance entre o herói e seu eterno amor, Lady Marian, do que na ação e aventura que geralmente são associadas ao personagem. Mas não apenas isso, já que o filme marcava o retorno às telas de uma verdadeira primeira-dama de Hollywood, Audrey Hepburn, após um hiato de quase 10 anos. Completando o trio principal, Robert Shaw viveu o vilão Xerife de Nottingham – reprisando assim o antagonismo com Connery de Moscou Contra 007 (1963).

O Inquilino

Dirigido pelo polêmico e prestigiado cineasta Roman Polanski, este é o terceiro filme em sua chamada trilogia do Apartamento – da qual fazem parte também as obras Repulsa ao Sexo (1965) e O Bebê de Rosemary (1968), este segundo ainda considerado por muitos uma das maiores obras-primas do terror. Sem uma ligação aparente entre si, a não ser o fato de protagonistas abalados psicologicamente e de tramas passadas dentro de apartamentos, cada um destes três filmes aborda uma temática e uma história distinta. Em O Inquilino é o próprio Polanski quem protagoniza, na pele de um tímido burocrata que aluga um apartamento em Paris onde a antiga moradora cometeu suicídio. Aos poucos ele começa a estranhar o comportamento de seus vizinhos, ao mesmo tempo em que questiona sua própria sanidade.

Assassinato por Morte

Tiração de sarro com clássicos do suspense, esse filme baseado num texto de Neil Simon brinca com os elementos mais conhecidos dos livros de sumidades no gênero como Agatha Christie, Dashiell Hammett e Earl Derr Biggers. Assim, numa noite escura e chuvosa, alguns convidados chegam para passar a noite numa mansão muito suspeita. Seu anfitrião é desconhecido de todos, porém, eles aceitam o desafio a fim de se provarem invencíveis na arte da dedução e investigação de grandes mistérios, já que todos são detetives profissionais. Os personagens, como forma de homenagem, são todos baseados em ícones da literatura policial, criados pelos autores citados. Desta forma, personagens como Sam Spade, Hercule Poirot, Miss Marple, Charlie Chan e o casal Nick e Nora Charles viram Sam Diamond (Peter Falk), Milo Perrier (James Coco), Miss Marbles (Elsa Lanchester), Sidney Wang (Peter Sellers), Dick Charleston (David Niven) e Dora Charleston (Maggie Smith). O elenco renomado conta ainda com Truman Capote e Alec Guinness (o eterno Obi Wan Kenobi).

‘A Caminho da Fé’: Drama religioso da Netflix ganha trailer legendado

O novo drama religioso da Netflix, estrelado por Chiwetel Ejiofor (‘12 Anos de Escravidão‘), acaba de ganhar o primeiro trailer legendado.

Confira:

O filme conta a história real do polêmico pastor Carlton Pearson, uma estrela evangélica em ascensão, que após uma crise de fé no começo do século passa a pregar que não existe inferno, apenas o criado pelo homem na Terra, e a defender a tolerância e a inclusão de todos no amor de Deus, independente da religião. A mensagem afastou os fiéis mais tradicionais, colocando-o em confronto com os líderes da Igreja até ser considerado um herege. Isto não o impediu de continuar pregando o chamado “Evangelho da Inclusão” e a tese da “reconciliação universal” em outra congregação, sob nova denominação evangélica.

Lakeith Stanfield, Jason Segel, Martin Sheen (‘Trash – A Esperança Vem do Lixo‘), Danny Glover (‘Máquina Mortífera‘) e Condola Rashad completam o elenco. O filme é dirigido por Joshua Marston, e roteirizado por Marcus Hinchey (‘Entre Segredos e Mentiras‘).

A Caminho da Fé‘ estreia 13 de abril.

‘A Bolha Assassina’: Artes conceituais do remake cancelado de Rob Zombie são divulgadas; Confira!

Em 2009, foi reportado que Rob Zombie iria dirigir o remake de ‘A Bolha Assassina‘. O projeto, no entanto, nunca saiu do papel.

Anos depois, Zombie falou sobre o motivo do engavetamento do projeto:

“O remake de ‘A Bolha Assassina’ ia acontecer. Eu já estava conversando com as pessoas sobre o filme, mas estava na dúvida sobre fazer qualquer coisa que pudesse ser considerada um remake novamente. Eu realmente não gostava dessa ideia, mas eu segui em frente com os produtores e os caras que tinham os direitos, e não me senti bem sobre o projeto e acabei me afastando. Meu instinto disse que não era uma boa posição para se estar.”

Hoje, o artista Alex Horley divulgou artes conceituais do projeto, que traria humanos sofrendo mutações pela bolha. Confira:

Zombie já havia declarado que tinha uma visão “muito diferente e sombria” para a refilmagem, e chegou a afirmar que a cor da bolha seria preta em sua versão.

Veja o trailer de ‘A Bolha Assassina’ original:

‘The Witcher’: Anya Chalotra fala sobre o tom da adaptação; Confira!

Em entrevista ao ComicBook, a atriz Anya Chalotra falou sobre o tom da série ‘The Witcher‘, estrelada por Henry Cavill.

“Acredito que essa série é sombria e cheia de coração, mas há alguns personagens engraçados nela. Jaskier é muito divertido. Minha personagem Yennefer tem alguns momentos sombrios, mas ela sempre tenta não se levar muito a sério.”

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

A série ainda não tem previsão de estreia.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’: Última temporada ganha data de estreia

A ABC finalmente divulgou quando a 7ª (e última) temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D‘ será lançada.

O último ano da série irá estrear no dia 27 de maio.

O chefe da Marvel, Jeph Loeb, explicou ao ComicBook o motivo do cancelamento e afirmou que foi sua decisão terminar as coisas para concluir a história em seus próprios termos.

“Então estávamos na metade da temporada e o canal nos ligou novamente e disse: ‘Você tem uma ótima ideia para a sétima temporada?’ E nós estávamos tipo… não. E neste momento nós nos reunimos e dissemos ‘Olhe se vamos fazer isso, vamos fazer desta última temporada com um estouro. Vamos sair por cima. Vamos terminar a história para que possamos fazer isso em nossos termos porque “O problema é que nunca é uma decisão do estúdio. É sempre a decisão do canal e, portanto, nós dissemos, vamos assumir o risco. Vamos voltar para eles e dizer que voltaremos apenas para encerrar a série”, afirmou.

Na trama, a S.H.I.E.L.D. reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

O elenco inclui Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward.

Jovem é atacada por psicopata mascarado no clipe do terror ‘GetAWAY’; Assista!

O terror ‘GetAWAY‘ ganhou o primeiro clipe.

Confira:

O longa é dirigido por Blayne Weaver.

A trama segue uma atriz, protagonista de um slasher, inconsciente de que esse pode ser o seu último papel. Um assassino está à solta, filmando sangrentos assassinatos para o seu próprio filme doentio.

O elenco conta com Emma Norville, Danielle Carrozza, Kyle Mangold, Franchesca Contreras, Joshua Cody e Jon Rust.

O terror será lançado em VOD no dia 22 de dezembro, pela Gravitas Venturas.

‘Academia de Vampiros’: Atriz de ‘Mortal Kombat’ estrelará a nova adaptação

De acordo com o Variety, Sisi Stringer (‘Mortal Kombat’) estrelará a nova adaptação de ‘Academia de Vampiros‘, série baseada nos livros de Richelle Mead, que está em desenvolvimento pelo serviço de streaming Peacock.

A atriz interpretará Rose Hathaway, um híbrido metade-vampiro conhecido como Dhampir. Esquentada e sincera, Rose é uma verdadeiro lutadora em espírito e na prática. Ela sempre entra em ação e, na maioria das vezes, isso resulta em deméritos. Ela pode ser a lutadora mais forte de sua classe, mas seu sucesso dependerá inteiramente de sua disposição de respeitar os limites quando for preciso.

O elenco ainda contará com Daniela Nieves (Lissa), Kieron Moore (Dimitri), André Dae Kim (Christian), J. August Richards (Victor), Anita-Joy Uwajeh (Tatiana), Mia McKenna-Bruce (Mia), Rhian Blundell (Meredith), Jonetta Kaiser (Sonya) e Andrew Liner (Mason).

Julie Plec (‘The Vampire Diaries’) será responsável pela nova versão.

Plec e Marguerite MacIntyre servirão como showrunners da série, cuja primeira temporada contará com dez episódios.

“Ambientada em um mundo de privilégios e glamour, a trama segue a amizade de duas jovens que transcendem suas classes surpreendentemente diferentes enquanto se preparam para completar sua educação e entrar na sociedade real de vampiros.”

Ao total, a saga original de ‘Academia de Vampiros‘ contém 6 livros.

Em 2014, uma adaptação do primeiro livro foi lançada nos cinemas, mas o longa foi um fracasso de crítica e público, conquistando apenas 16% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando míseros US$ 15.6 milhões mundialmente.

‘Darkman: Vingança sem Rosto’ pode ganhar sequência…

Em entrevista ao The Wrap, o diretor Sam Raimi (‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’) revelou que uma sequência para o clássico ‘Darkman: Vingança sem Rosto‘ está em desenvolvimento pela Universal Pictures.

“Sim! A Universal está desenvolvendo uma sequência para ‘Darkman’.”

Ele completa, “[O projeto] já conta com um produtor. Eu ainda não ouvi nada sobre a história, pois estive ocupado [com ‘Doutor Estranho 2’]. Porém, acho que será legal.”

Recentemente, o ator Liam Neeson (‘A Perseguição’) revelou que adoraria retornar para uma sequência.

“Eu estaria muito interessante em ler o roteiro [de uma sequência]. Muito interessado.”

Apesar de ter estrelado o filme original de 1990, dirigido por Sam Raimi, o ator não retornou para as sequências ‘Darkman 2: O Retorno de Durant‘ (1995) e ‘Darkman 3: Enfrentando a Morte‘ (1996), que foram lançadas direto em vídeo.

Arnold Vosloo assumiu o papel nas continuações.

Anteriormente, o cineasta Josh Ruben (‘Um Lobo entre Nós’) havia expressado seu desejo em dirigir um reboot de ‘Darkman‘.

No longa original, Peyton Westlake é um cientista que descobriu recentemente uma pele sintética. Peyton é atacado por uma quadrilha e dado como morto, mas ele sobrevive e, graças ao seu invento, pode se vingar, pois pode ter qualquer rosto. Mas há um problema: a pele sintética só dura 99 minutos quando é exposta à luz.

‘That ’90s Show’ é RENOVADA para a 2ª temporada pela Netflix

A Netflix renovou oficialmente a série ‘That ’90s Show‘, sequência da comédia clássica ‘That ’70s Show‘, para a 2ª temporada.

O serviço de streaming encomendou 16 episódios para o próximo ciclo.

Em comunicado oficial, o cocriador e showrunner Gregg Mettler declarou: “Todos nós que trabalhamos em ‘That ’90s Show’ estamos muito animados com a recepção entusiasmada do público com a primeira temporada. Mal podemos esperar para retornar à Point Place para mais um verão de risadas e surpresas. Olá, 1996!”

A nova série começa em 1995, com Leia Forman, filha do Eric e da Donna, visitando seus avós (novamente interpretados por Kurtwood Smith e Debra Jo Rupp) em Point Place, Wisconsin, onde ela amadurece com uma nova geração de adolescentes “sob o olhar atencioso da Kitty e do Red”. Sexo, drogas e rock ’n roll nunca morrem, mas suas roupagens mudam.

Topher Grace, Laura Prepon, Ashton Kutcher, Mila Kunis e Wilmer Valderrama fazem participações especiais na produção, reprisando seus papéis na série original.

O único membro do elenco principal que não retorna é Danny Masterson, que interpretou Hyde, enquanto se prepara para ser julgado por várias alegações de agressão sexual.

Bonnie Turner e Terry Turner, criadores da série original, são responsáveis pelo roteiro e também entram como produtores executivos.

Gregg Mettler é o showrunner da nova versão.

Chama a Bebel

 

Elenco:

Giulia Benite
Pedro Motta
Sofia Cordeiro

 

Direção: Paulo Nascimento

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 11 de Janeiro de 2024

Sinopse: 

A jornada de Bebel, uma brilhante garota que se muda do interior para a cidade grande. A personagem enfrenta as adversidades de um ambiente desconhecido, desafia estudantes populares do colégio e até um inimigo poderoso – um empresário da cidade que faz testes laboratoriais em animais – para defender suas causas. Mudar hábitos e comportamentos é sua meta e a sustentabilidade é seu princípio orientador.

Crítica: 

Crítica | Chama a Bebel – Giulia Benite vive Deficiente Física em Aventura Inclusiva e Didática para Crianças

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Paulo Nascimento também assina o roteiro do longa;

» Antônio Zeni, Gustavo Coelho, Flor Gil, José Rubens Chachá, Flavia Garrafa, Larissa Maciel, Evandro Soldatelli, Marcos Breda, Bele Rezzadori, Laura Souza, Luisa Sayuri e Rafa Muller completam o elenco;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Quentin Tarantino afirma que Alec Baldwin é “10% responsável” por TRAGÉDIA em ‘Rust’

Em entrevista ao podcast Club Random, o diretor Quentin Tarantino (‘Bastardos Inglórios’) não mediu palavras ao apontar que o ator Alec Baldwin também é responsável pela tragédia nos bastidores do filme ‘Rust‘.

Em 2021, o artista acidentalmente atirou e matou a cinematógrafa Halyna Hutchins durante a produção do filme, além de ferir o diretor Joel Souza, em um incidente com munições reais.

“É uma situação em que acho justo dizer que a pessoa que lida com as armas, a pessoa que entregou a arma [ao Alec Baldwin], é 90% responsável pelo o que aconteceu envolvendo aquela arma. Mas o ator é 10% responsável. É uma arma! Você compartilha dessa responsabilidade em algum grau.”

Ele completa, “Ele deveria ter verificado todos os procedimentos que deveria – como checar se o cano da arma está limpo. Eles costumam mostrar que o cano da arma está limpo, que não há nada lá. Eles realmente mostram. Então ele dizem algo como: ‘Aqui está as balas de festim e aqui está a arma’.”

Anteriormente, em uma reviravolta chocante, a juíza do Novo México responsável pelo caso arquivou as acusações contra o ator e também denunciou a promotoria por conduta imprópria, acusando-a de intencionalmente ocultar provas cruciais.

Segundo o The Hollywood Reporter, a juíza Mary Marlowe Sommer concluiu que a promotora Kari Morrissey, em vez de cumprir seu dever de divulgar todas as provas, ela  “intencionalmente e deliberadamente omitiu” evidências cruciais e forneceu depoimentos contraditórios, prejudicando gravemente o processo.

A promotora teria deliberadamente escondido balas que poderiam ter exonerado Baldwin, colocando-as em um caso não relacionado.

A ocultação das provas por parte da promotoria privou a defesa de Baldwin da oportunidade de realizar uma análise forense completa das balas, prejudicando significativamente sua estratégia e colocando em dúvida a imparcialidade do processo.

A série de erros e a conduta inadequada da promotoria, tanto de Morrissey quanto de sua antecessora, Andrea Reeb, revelam um padrão de negligência e desrespeito ao devido processo legal, minando a credibilidade das instituições envolvidas.

A decisão da juíza não apenas absolve Baldwin, mas também levanta sérias questões sobre a integridade do sistema judiciário e a importância de uma investigação imparcial.

Lembrando que conforme a Reuters, o julgamento do ator foi anulado na sexta-feira, 12 de julho de 2024, pela juíza do Novo México, Mary Marlowe Sommer, devido à ocultação de provas pela promotoria. A decisão ocorreu após três dias de julgamento.

A anulação do julgamento ocorreu após a defesa de Baldwin apresentar alegações de que os promotores ocultaram evidências cruciais do caso. Segundo os advogados do ator, o gabinete do xerife de Santa Fé apreendeu munições reais como parte das evidências. No entanto, a promotoria não listou no arquivo da investigação e não foram informadas aos advogados de defesa, o que poderia ter impactado significativamente o julgamento.

A juíza Sommer considerou as alegações da defesa como graves e prejudiciais ao direito de um julgamento justo para Baldwin. Em sua decisão, ela afirmou que “a omissão das provas pelo Estado foi intencional e deliberada” e que “o arquivamento com preconceito é justificado para garantir a integridade do sistema judicial e a administração eficiente da justiça”.

A promotoria do caso se manifestou, negando as acusações de má conduta e afirmando que não houve intenção de ocultar provas. “Eu não pretendia enganar o tribunal. Minha compreensão do que foi deixado no escritório do xerife está nesta tela de computador e parece absolutamente nada com os projéteis vivos do set de ‘Rust’.”

Quebrando em lágrimas, o ator abraçou sua esposa Hilaria Baldwin enquanto outros membros da família choravam na galeria pública.

Lembrando que a armeira do filme, Hannah Gutierrez Reed, já está cumprindo uma pena de 18 meses de prisão por homicídio culposo. Ela foi condenada em março por negligência e por permitir que munição real chegasse ao set.

Após a tragédia, Rust retomou as gravações em maio do ano passado. Agora, os produtores buscam acordo para a distribuição do filme.

Cinebiografia sobre Michael Jackson pode ser dividida em DUAS partes

De acordo com o Deadline, a Lionsgate comentou sobre a possibilidade da cinebiografia de Michael Jackson, intitulada ‘Michael‘, ser dividida em duas partes.

“No final das contas, quando você olha para seu catálogo musical, quando você olha para o que o Michael Jackson foi capaz de entregar em termos de música e contribuição à arte, nos fez questionar se teria como colocar tudo dentro de apenas um filme. Vamos poder responder mais perguntas nas próximas semanas,” declarou Adam Fogelson, chefe do estúdio.

O executivo não entrou em detalhes sobre o adiamento repentino da produção. Ele só citou a duração – que está alegadamente acima de três horas – como um dos fatores, mas não discorreu sobre o assunto.

O site destaca que a produção tem enfrentado problemas legais e contratuais em relação às acusações de abuso sexual contra o astro do pop pela família de Jordan Chandler, nos anos 90. Segundo fontes, os representantes de Chandler não querem ver nada sobre ele no filme – o que teria forçado o projeto a fazer algumas refilmagens.

Em 1994, o cantor assinou um acordo de US$ 20 milhões, sem admissão de culpa.

O elenco conta com Jaafar Jackson interpretando Michael Jackson na fase adulta, enquanto Juliano Krue Valdi assume o papel na fase infantil. Colman Domingo interpreta Joe Jackson, e Nia Long representa Katherine Jackson, os pais do Rei do Pop. Miles Teller desempenha o papel do advogado John Branca.

Para quem não sabe, Jaafar é filho de Jermaine Jackson, um dos integrantes da banda The Jackson 5, na qual Michael iniciou sua carreira artística.

A sinopse oficial do filme destaca que “Michael levará o público a uma representação envolvente e honesta do homem brilhante, mas complicado, que se tornou o Rei do Pop. O filme apresenta seus triunfos e tragédias em uma escala épica e cinematográfica – desde seu lado humano e lutas pessoais até seu inegável gênio criativo, exemplificado por suas performances mais icônicas. Como nunca antes, o público terá uma visão interna de um dos artistas mais influentes e inovadores que o mundo já conheceu.”

Filha desaparecida retorna dos MORTOS no trailer do terror ‘Maldição da Múmia’; Confira!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer de ‘Maldição da Múmia‘ (Lee Cronin’s The Mummy), novo terror dirigido por Lee Cronin (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de abril.

A trama acompanha uma jovem que reaparece de forma misteriosa para sua família após desaparecer no deserto há oito anos. No entanto, o reencontro rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo, revelando que algo profundamente errado voltou junto com ela.

O elenco conta com Jack ReynorLaia CostaVeronica FalcónMay Calamawy, May ElghetyNatalie Grace, Shylo MolinaBillie Roy.

James Wan, Jason Blum e John Keville são os produtores. Michael Clear, Judson Scott e Macdara Kelleher assinam como produtores executivos. Alayna Glasthal está supervisionando o projeto pela Atomic Monster.

Série ‘Doubt’, com Katherine Heigl e Laverne Cox, é cancelada depois de dois episódios

O canal de televisão CBS cancelou sua mais nova série dramática sobre o meio jurídico, intitulada ‘Doubt’, após apenas dois episódios. O anúncio veio do site The Hollywood Reporter.

O motivo seria sua baixíssima audiência, que conquistou apenas 0.8 pontos de audiência entre adultos de 18 a 49 anos em sua semana de estreia, ficando em último lugar. A situação piorou com o segundo episódio, que atingiu a pequena marca de 0.6.

Estrelada por Katherine Heigl e Laverne Cox, ‘Doubt’ chamou a atenção por ser a primeira série do horário nobre com uma protagonista transsexual. Com os 13 episódios todos já gravados, ainda não se sabe se os 11 restantes serão exibidos ou não. Ainda não há um calendário previsto, uma vez que o drama foi retirado da TV, sendo substituído pela reprise de outra produção da CBS, chamada ‘Bull’.

Doubt’ acompanha a advogada de defesa bem sucedida e inteligente Sadie (Katherine Heigl), que trabalha em uma firma conceituada e se envolve romanticamente com um de seus clientes, que pode ou não ser culpado de um crime brutal. A série marca retorno da atriz ao meio televisivo e contava também com Steve Pasquale e Dulé Hill.

 

 

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Edgar Wright apareceu no filme; Confira!

Star Wars: Os Últimos Jedi’ contou com algumas participações especiais e uma delas já foi revelada.

O diretor Edgar Wright, o responsável pelo sucesso ‘Em Ritmo de Fuga’, fez uma pontinha na sequência, como um soldado da Resistência.

A aparição foi revelada pelo próprio cineasta, que publicou em sua conta do Twitter uma foto trajando o uniforme de combatente.

Confira:

 

Em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, a saga Skywalker continua quando os heróis de ‘O Despertar da Força‘ se juntam com as lendas galácticas em uma aventura épica repleto de mistérios antigos da Força e revelações chocantes do passado.

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

‘Grey’s Anatomy’: 15ª temporada ganha nova imagem com destaque para Meredith Grey

‘Grey’s Anatomy’ retornou na noite desta quinta-feira (27) e a nova temporada ganhou uma nova imagem, com destaque para Meredith Grey.

Confira:

A série sempre foi marcada por despedidas de elenco, no entanto, a maior de todas pode acontecer muito em breve.

Tudo isso porque a atriz Ellen Pompeo revelou, em entrevista ao Entertainment Weekly, que pode deixar a série médica após a 16ª temporada. Porém, essa despedida só deve acontecer em 2020.

“Não estou preparada agora para fazer qualquer anúncio formal sobre o meu futuro no programa. Isso é algo que Shonda Rhimes e eu faremos juntas. Mas sinto que contamos a maioria das histórias que podemos contar. Estava animada por voltar a trabalhar com a produtora executiva Krista Vernon novamente, porque começamos a série juntas, então terminar o show juntas parece muito apropriado. Mas sim, estou sentindo que estamos chegando ao fim das histórias que contamos e que podemos dizer. Estou realmente empolgada em fazer algumas coisas novas”

Enquanto essa triste despedida não chega, a 15ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ ganhou cartaz com Meredith Grey em destaque.

Confira:

Em janeiro, Ellen Pompeo fez comentários bombásticos sobre sua personagem ter um novo relacionamento.

“A tinta ainda não estava nem seca na documentação [de saída do Patrick] quando eles se apressaram em introduzir um novo interesse amoroso. Eu estava de férias, relaxando, e eles me ligavam tipo ‘o que você acha desse cara? e deste?’, e me mandavam fotos. Eu fiquei tipo ‘Vocês estão de brincadeira comigo? Por que vocês acham que têm que substituir esta pessoa?’ Eu não pude acreditar quão rápido o estúdio e a emissora sentiram que eles deviam arrumar um novo pênis.”

Enquanto isso, a 15ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ estreia dia 29 de outubro no canal Sony.

‘O Irlandês’: Guillermo del Toro faz análise do filme de Scorsese em 13 tweets emocionantes

A superprodução de Martin Scorsese, ‘O Irlandês’, conquistou a crítica especializada, alcançando 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Mas o longa não cativou apenas a imprensa, conquistando também um dos mais recentes vencedores do Oscar. O cineasta Guillermo del Toro ficou encantado com a nova produção do aclamado diretor e decidiu expressar todas as suas percepções e sensações em uma thread de 13 tweets.

Fazendo uma profunda análise sobre o drama, ele reflete sobre a perspectiva do cineasta sobre a temática de gangster, convidando seus seguidores a conferirem a produção nos cinemas.

Confira sua análise:

“Primeiro – o filme se conecta com a natureza epitáfia de Barry Lyndon. Trata-se de vidas que vieram e se foram, com toda a sua agitação, todo o seu drama, violência, barulho e perda… e como invariavelmente desaparecem, como todos nós desaparecemos… Foi no reinado de George III que os personagens mencionados viveram e brigaram; bom ou ruim, bonito ou feio, rico ou pobre, todos são iguais agora. Todos nós seremos traídos e revelados pelo tempo, humilhados por nossos corpos, despidos de nosso orgulho.

O filme é um mausoléu de mitos: um monumento fúnebre que pode esmagar os ossos abaixo dele. O granito deve durar, mas ainda assim transformamos em pó dentro dele. É o anti “My Way” (exibido em todos os casamentos de gângsteres do mundo). Lamenta que tenham tido mais do que poucos. A estrada não pode ser desfeita e todos enfrentamos o equilíbrio no final. Até o recurso de voice over tem DeNiro parecendo um absurdo.

Lembro-me, em um documentário sobre Rick Rubin – ele explicou como Johnny Cash cantando “Hurt” (tendo vivido e perdido e ido para o inferno e voltando) deu a ele uma dimensão que não poderia existir na voz de um jovem Trent Reznor. (mesmo que ele tenha composto). Este filme é assim. Scorsese começou de mãos dadas com Schrader, quando jovens, procurando por Bresson. Este filme transformou todos os mitos dos gângsteres em arrependimento. Você vive esse filme. Isso nunca vale para a sensualidade da violência. Nunca para o espetáculo. E, no entanto, é espetacularmente cinematográfico.

O filme tem o inexorável sentimento de uma crucificação – do ponto de vista de Judas. Cada estação da cruz permeada pelo humor e por um senso de banalidade – futilidade – personagens são introduzidos com seus epitáfios pop-up sobrepostos na tela: “É assim que eles morrem’. Eu nunca pensei que veria um filme em que eu torceria muito por Jimmy Hoffa – mas sim – talvez porque, no final, ele, como os Kennedys, também representasse o fim de uma majestosa estatura do pós-guerra na América.

Pesci é extremamente minimalista. Magistral. Ele é como um buraco negro – alguém que atrai planetas – matéria escura. DeNiro sempre me fascinou quando interpreta personagens que estão superando seu peso real – ou inteligência – é por isso que eu o amo tanto quanto Jackie Brown. Uma transferência interessante entre esses personagens: Pesci, que interpretou o monstro maquiavélico, recupera uma inocência senil, um esquecimento benigno e o personagem de De Niro – que operou em um espaço moral – ganha consciência suficiente – para sentir a solidão amarga.

Acredito que muito se ganha se cruzarmos nossas transgressões com a forma como nos sentiremos nos últimos três minutos de nossa vida – quando tudo se torna claro: ou traições, nossas graças salvadoras e nossa insignificância final. Este filme me deu esse sentimento. Este filme precisa de tempo – no entanto – ele precisa ser processado como um verdadeiro luto. Ele surgirá em estágios… Eu acredito que a maior parte de seu poder afundará, com o tempo, e provocará uma verdadeira realização. Uma obra-prima. O corolário perfeito [para] ‘Os Bons Companheiros’ e ‘Cassino'”.

O filme de máfia terá 3 horas e 30 minutos de duração (210 min), se tornando o filme mais comprido do diretor.

Mirando nas grandes premiações de 2020, a produção será lançada no dia 01 de novembro nos cinemas. Na plataforma, a obra tem estreia marcada para o dia 27 de novembro (quase um mês depois).

Robert DeNiro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel, Ray Romano, Anna Paquin e Bobby Cannavale estrelam o drama.  

A trama apresenta um mafioso conhecido como o Irlandês (De Niro), lembrando do seu possível envolvimento com a morte do sindicalista Jimmy Hoffa (Al Pacino).

Mais de 10 títulos estrearam na Netflix HOJE; Confira a lista!

O mês de outubro já está entre nós e a Netflix inaugurou este período com uma sucessão de novas estreias, trazendo títulos originais, além de algumas das produções mais populares da atualidade.

E para você não perder nada de bom que acaba de chegar ao streaming, separamos a agenda completa de lançamentos do dia.

Confira, escolha seus títulos favoritos e que comecem as maratonas!

01/10

Bom Dia, Verônica
Verônica Torres (Tainá Müller) tem um trabalho burocrático na Delegacia de Homicídios de São Paulo. Mas, na mesma semana em que ela se depara com o caso de um bandido que busca suas vítimas na internet, ela recebe um telefonema anônimo de uma mulher desesperada, com a vida em perigo. Determinada, decide usar toda a sua habilidade investigativa para ajudar ambas as mulheres: a jovem enganada por um golpista na internet e Janete Cruz (Camila Morgado), esposa subjugada pelo marido Brandão (Eduardo Moscovis), um inteligente serial killer. Ao se aprofundar nas investigações, Verônica encara um mundo perverso, que põe em risco sua família e sua própria existência.

Como Defender um Assassino: Temporada 6
Culpa, engano, desaparecimentos e mortes não esclarecidas afligem Annalise e todos ao seu redor. Vem mais tragédia por aí.

Blade Runner 2049
O conteúdo de um túmulo escondido atrai o interesse de um magnata e leva um policial de Los Angeles a sair em busca de uma lenda desparecida. Com Ryan Gosling, Harrison Ford, Ana de Armas e Jared Leto.

O Agente da U.N.C.L.E.
Um agente da CIA e um da KGB deixam as diferenças de lado para combater uma organização criminosa global neste filme de ação baseado na série de TV dos anos 1960.

Batman: O Cavaleiro das Trevas
Batman, tenente Gordon e o promotor público continuam a desmantelar o submundo do crime de Gotham, mas um novo vilão ameaça destruir o trabalho deles.

Godzilla
Anos após terem a família destruída por um desastre nuclear, pai e filho se reencontram justamente quando Godzilla volta para enfrentar monstros que ameaçam a humanidade.

Carmen Sandiego: Temporada 3
Carmen e sua equipe aterrissam na Cidade do México, em New Orleans, em Veneza e outros lugares para tentar se manter um passo à frente da V.I.L.E.

Cemitério Maldito 1
A família do Dr. Louis Creed se muda para a casa de campo de seus sonhos e descobre um cemitério de animais amaldiçoado na parte de trás de sua propriedade.

Cemitério Maldito 2
Após se mudar com seu pai para uma nova cidade, Jeff se aproxima de um garoto sem amigos chamado Drew e os dois descobrem um estranho cemitério indígena.

O Albergue
Estudantes americanos visitam um albergue eslovaco e se tornam objetos de tortura e horror inimagináveis.

Scooby-Doo 2: Monstros à Solta
Fred, Daphne, Velma, Scooby e Salsicha precisam deter um patife que pretende transformar a cidade de Vila Legal em um lugar nada legal de se viver.

Tá Chovendo Hambúrguer 2
O inventor Flint Lockwood enfrenta monstros mutantes de comida criados por sua máquina famosa, incluindo camaranzés, tacodilos e sanduíches de água-viva.

 

 

 

‘We’re Here’: 2ª temporada da aclamada série ganha data de estreia e sinopse oficial

A série indicada ao Emmy Awards, ‘We’re Here‘, já tem data marcada de retorno. A 2ª temporada estreia na próxima segunda-feira, 11 de outubro.

O vindouro ciclo contará com oito episódios no total, que serão lançados semanalmente no canal HBO e no streaming HBO Max.

A nova temporada segue as renomadas drag queens Bob the Drag Queen, Eureka O’Hara e Sangela enquanto elas continuam suas jornadas espalhando amor e conexão pelas pequenas cidades dos Estados Unidos, por meio da arte de ser drag. Elas recrutam residentes locais de Spartanburg, Carolina do Sul; Temecula, Califórnia; Del Rio, Texas; Selma, Alabama; Evansville, Indiana; Watertown, Dakota do Sul; Kona, Havaí e Grand Junction, Colorado, para se apresentarem como drag queens por uma noite, inspirando suas “filhas drags” a se expressarem genuinamente na frente de suas famílias, amigos e comunidades.

Confira:

Em cada episódio, as ex-participantes do reality ‘RuPaul’s Drag Race’Bob the Drag QueenShangela Laquifa Wadley e Eureka O’Hara irão ajudar a preparar suas filhas drag ao ensiná-las como sair da zona de conforto.

‘Madrugada Muito Louca’: Comédia besteirol dos anos 2000 vai ganhar nova sequência

Prepare o isqueiro e o apetite: Harold e Kumar estão de volta. Segundo o The Hollywood Reporter, os criadores de ‘Cobra Kai‘, Jon Hurwitz, Hayden Schlossberg e Josh Heald, fecharam um acordo para escrever uma nova sequência da icônica comédia canábica dos anos 2000, ‘Madrugada Muito Louca‘. A produção será desenvolvida pela Mandate Pictures, do grupo Lionsgate.

Hurwitz e Schlossberg — que iniciaram a carreira em Hollywood escrevendo o primeiro filme da franquia (‘Madrugada Muito Louca‘, 2004) e dirigiram o segundo (‘Uma Viagem Muito Louca‘, 2008) — também estarão na direção deste novo capítulo. A dupla vai produzir o longa ao lado de Heald através da Counterbalance Entertainment, com Greg Shapiro (vencedor do Oscar por ‘Guerra ao Terror‘) também na produção.

John Cho e Kal Penn, os eternos Harold Lee e Kumar Patel, são esperados para retornar, embora ainda não tenham contratos fechados. A participação de Neil Patrick Harris, presença marcante nos três filmes anteriores, também segue indefinida.

“Estamos empolgados em trazer Harold e Kumar de volta em um retorno ao caos esfumaçado e sem pudores que começou tudo isso. Está na hora de eles passarem a tocha — e talvez algo mais — para uma nova geração. Só não contem para os filhos deles”, disseram Hurwitz e Schlossberg em comunicado conjunto.

O primeiro filme, lançado em 2004, acompanhava os amigos Harold e Kumar em uma jornada absurda até uma lanchonete White Castle, depois de uma noite de “larica”. Ao longo do caminho, enfrentam policiais racistas, uma onça-pintada chapada e até um alucinado Neil Patrick Harris interpretando a si mesmo.

A mistura de comédia canábica, crítica social e inversão de estereótipos raciais transformou ‘Madrugada Muito Louca‘ em cult instantâneo, com bom desempenho nas bilheterias e sucesso ainda maior no formato home video. A franquia ganhou duas continuações: ‘Uma Viagem Muito Louca‘ (2008) e ‘O Natal Maluco de Harold e Kumar’ (2011), ambas produzidas pela New Line Cinema.

Cho e Penn seguiram caminhos diversos e de sucesso desde então. O primeiro foi destaque em ‘Star Trek‘ e no thriller ‘Buscando…‘, enquanto o segundo passou pela série ‘House‘ e até ocupou um cargo na administração Obama.

Já Hurwitz, Schlossberg e Heald consolidaram sua reputação com o fenômeno global ‘Cobra Kai‘.

Sem título oficial ou data de estreia revelada, o novo Harold & Kumar promete reacender a chama (literal e figurativamente) da franquia — desta vez com uma pitada de nostalgia e, quem sabe, um toque de legado.

Ryan Reynolds faz piada com Deadpool sendo barrado na Disneylândia

O acordo entre a Disney e a Fox finalmente foi fechado e anunciado oficialmente e, claro, Ryan Reynolds, não poderia perder a oportunidade de fazer uma piada sobre o Deadpool sendo barrado na Disneylândia:

“Aparentemente, você não pode realmente explodir o Matterhorn”

Acordo entre Disney e Fox é OFICIALIZADO; X-Men e Deadpool vão para Os Vingadores

Deadpool 2’ chega aos cinemas nacionais dia 31 de Maio de 2018, um dia antes da estreia nos EUA.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Josh Brolin interpreta o Cable.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ é David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

‘Deadpool 2’ teve cena dirigida pelo diretor de ‘X-Men: Fênix Negra’; Saiba qual!

[CUIDADO COM SPOILERS]

Durante uma entrevista ao ComicBook, os roteiristas Paul Wernick e Rhett Reese revelaram que teve uma cena de Deadpool 2 que não foi dirigida por David Leitch, mas sim por Simon Kinberg, diretor do ainda inédito X-Men: Fênix Negra.

A cena em questão é a que mostra diversos heróis como Professor X, Tempestade, Fera, Mercúrio e Ciclope, reunidos em uma sala da Mansão X, quando o Mercenário Tagarela questiona Colossus sobre a falta de personagens importantes da franquia X-Men em seu filme.

“Nós fizemos tudo com tela verde. Simon dirigiu a cena e nos mandou. Nós filmamos em Vancouver, não tinha como juntar todo mundo em um set só, então foi dessa forma”

E aí, será que Deadpool pode aparecer em ‘Fênix Negra’ também?

Segundo o Deadline, Deadpool 2’ bateu o recorde de filme para maiores em sua estreia nos EUA.

O novo filme do Mercenário Tagarela arrecadou US$ 18,6 milhões nas sessões da noite de quinta, ultrapassando It: A Coisa (US$ 13,5 milhões), que possuía o atual recorde.

Projeções apontam que o filme deve arrecadar US$ 350 milhões em seu primeiro fim de semana no mundo.

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original

‘Deadpool 2’: Classificação indicativa baixa para 16 anos no Brasil!!!

Recentemente, a Fox divulgou o novo trailer de Deadpool 2’, que apresenta os heróis da X-Force em ação, em diversas cenas eletrizantes. O vídeo ainda traz uma série de hilárias referências de produtos da cultura POP, como Universo DCMCU e até mesmo ‘Os Goonies‘.

Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

A Marvel entrega demais os seus filmes nos trailers?

A Marvel divulgou nas últimas semanas várias sequências de Capitã Marvel, o próximo grande filme do estúdio. Uma delas é uma briga épica sobre um trem, que provavelmente deverá culminar naquele momento do trailer na qual ela agride uma idosa-Skrull. Bem, é uma estratégia para divulgar o projeto, isso é inegável, mas será que é o meio mais eficaz de fazê-lo?

 Esse é um caso recorrente na Casa das Ideias. Seu “marco zero” foi em 2015. Com o lançamento dos trailer Superexpositivos de Os Vingadores: A Era de Ultron, muita gente utilizou suas redes sociais para criticar a Marvel e proferir as famosas palavras: “Já mostrou o filme todo, pô”. Desde então, criou-se um grupo na internet de pessoas que evitam ao máximo ver trailers e featurettes lançados para divulgar seus filmes. É uma atitude estranha, mas que faz bastante sentido após o trauma de Ultron. Na época, Kevin Feige veio a público dizer que o trailer não mostrava nem 10% do que seria apresentado no longa. Bem, passados quatro anos, já podemos dizer que a trama inteira foi sim resumida ao que foi mostrado nos cerca de 25 minutos de conteúdo promocional.

No ano seguinte, o grande projeto da vez foi Capitão América: Guerra CivilHavia um nome muito especial envolvido na história e que despertava a curiosidade de qualquer ser humano fã de heróis no mundo. O incrível, o impressionante, o Espetacular Homem-Aranha. Era a primeira vez que o Cabeça de Teia iria integrar o Universo Cinematográfico Marvel e interagir com outros personagens de peso, como o Capitão América (Chris Evans) e o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.). A outra adição ao panteão de ação era o Pantera Negra (Chadwick Boseman), em sua primeira aparição ever na história do cinema. O visual deles era um grande mistério e, muito provavelmente, um dos maiores chamarizes que o filme tinha. Inclusive, na CCXP 2015, Joe Russo disse no painel de Guerra Civil que o visual do Aranha só seria revelado no filme.

 

Uma semana depois, veio o trailer que “quebrou a internet” em 2016. Nele, víamos o Pantera Negra em ação, e os heróis centrais discutindo de forma dura. No final… “HEY EVERYONE!”. Surgia o Homem-Aranha com seus olhos móveis e com o escudo do Caps na mão. Como se não fosse o bastante, ainda na semana de lançamento, a Marvel achou conveniente lançar vários featurettes focados no Teioso. Pudemos ver várias interações do herói no aeroporto. Ou seja, dos 10 minutos que ele tem em tela, cerca de 3 foram divulgados online com menos de 7 dias de cartaz. POR QUE, MARVEL? POR QUÊ?!

A reação não foi das melhores e Guerra Civil, apesar de ter batido a casa do bilhão, não foi tãããão maravilhosamente bem quanto o esperado. Os executivos se ligaram e decidiram trabalhar melhor nos elementos surpresa de seus filmes. Afinal, esse era o grande questionamento dos fãs. Se a Disney conseguia promover a franquia Star Wars com trailers discretos e não expositivos, por que não fazer o mesmo com os da Marvel?

Desde então, com alguns segredos guardados a sete chaves, a Casa das Ideias passou a explorar um outro tipo de publicidade. Com um 2018 perfeito, emplacando dois dos maiores sucessos de crítica e bilheteria do ano, a Marvel conseguiu um retorno muito positivo. Era de se esperar que eles fossem seguir com a tática do segredo para conseguir mais sucessos e emplacar mais reações de surpresa nos fãs. Pois bem, agora com Capitã Marvelo primeiro filme solo de uma heroína do “Lado Vermelho da Força”, eles parecem ter voltado ao comportamento antigo.

Quer dizer, para nós da imprensa, que trabalhamos com isso, é muito bom que divulguem bastante material promocional. Eles rendem textos, matérias e podemos interagir mais com nossos leitores. Mas falando como fã, se é que posso me dar ao luxo de tal ação, pra quê isso, Marvel? Vocês conquistaram o público há 11 anos, quando trouxeram um ator em baixa para interpretar um personagem em baixa e revolucionaram o gênero dos super-heróis nos cinemas. Sério, a galera comprou até mesmo uma árvore e um guaxinim falantes… Vocês têm motivos para temer um improvabilíssimo Flop daquela que promete ser a personagem mais forte e badass do seu universo? A sequência do trem seria muito legal de ser vista pela primeira vez nos cinemas. O encantamento de ser surpreendido é uma das maravilhas do cinema. Não estraguem isso por medo de fracasso nas vendas, as chances disso acontecer são mínimas. 

 

Capitã Marvel estreia em 7 de Março de 2019.

Qual o contexto histórico-social de ‘Coringa’?

Continuando nossa análise sobre o longa de Todd Phillips, hoje viemos fazer uma contextualização histórico-social de ‘Coringa’, para esclarecer os pontos nos quais a ficção se aproximou de nossa realidade – e que, por isso, acabou gerando incômodo em muitas pessoas.

É importante lembrar que tanto a história do Batman quanto a do Coringa é ficção. Mesmo assim, é uma história que se calca na realidade, no que acontece com as pessoas – especialmente aquelas que viviam e vivem em Nova York, que, sabemos, é onde Gotham City se espelha.

Lembremos, antes de tudo, que a primeira HQ do Batman surgiu em 1940, e que a primeira aparição do Coringa na trama do Homem-Morcego ocorreu já nesta edição inaugural.  Bom, o que estava acontecendo no mundo nessa época? A II Guerra Mundial tinha acabado de começar; a bolsa de Nova York tinha acabado de quebrar seriamente, deixando milhares de acionistas pobres da noite para o dia; também é a época do auge do Fordismo, que era o modelo de produção em massa baseado na reprodução precisa e no barateamento do custo de fabricação dos carros Ford, o que o tornou acessível à classe média; e é também o auge da modernidade no mundo ocidental, potencializando o modelo capitalista como sistema econômico em muitos países, especialmente nos Estados Unidos, o que consequentemente sufocou a população; o país ainda tentava se recuperar da Grande Depressão, e com uma população superior a 10 milhões de pessoas, sendo a grande maioria imigrantes irlandeses, italianos e judeus fugidos das guerras na Europa e buscando uma oportunidade de vida, que desembarcaram em Nova York sem nada nos bolsos.

Esse é o cenário de criação da história do Batman e do Coringa – que, como vocês podem ver, não mudou muito quase cem anos depois. E esse é o trunfo da história contada por Todd Phillips em seu filme: o ‘Coringa’ que ele apresenta é extremamente atual, ainda que ela se passe no final de 1979, início dos anos 80. Contextualizando, após o fim da II Guerra Mundial, em 1945, Nova York sofreu um enorme impacto econômico com sua crescente população, mas incapaz de manter o aumento salarial e de empregos; com a desaceleração econômica, a produção em massa da Ford quebrou, o que gerou ainda mais desemprego. Apesar do clima alegre da disco music, a taxa de criminalidade e o número de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza aumentou drasticamente.

Tudo isso está refletido na figura de Thomas Wayne apresentada no filme: um cara que não quer largar o osso, que já perdeu muito dinheiro nas últimas décadas, mas que continua poderoso e inabalável, acumulando fortuna para dar conforto à sua própria família, apesar do contexto social em que está inserido ser diametralmente oposto ao luxo em que está vivendo. É a isso que ele se refere, em sua primeira entrevista na tv, quando menciona que, se ele fosse como o povo, também estaria se sentindo como um palhaço e que, por isso, iria se candidatar ao governo. É também por isso que vemos uma Gotham tão suja, decadente, sombria, escura. Por isso encontramos Arthur infeliz em um subemprego, trabalhando para um patrão igualmente desanimado, contratado por uma loja falida para realizar um serviço mal pago, acompanhado por outros excluídos sociais que se vestem de palhaço não por gosto, mas por sobrevivência.

Um bom ponto que corrobora esse quadro é quando Arthur Fleck chega ao teatro/cinema para confrontar Thomas Wayne. O filme que o público está assistindo é ‘Tempos Modernos’, com Charlie Chaplin. Dentre todos os filmes que poderiam ser exibidos, por que este? O longa foi lançado em 1936, escrito, dirigido e estrelado pelo icônico Chaplin, que também é conhecido como a grande referência da comédia, do humor e do circo, principalmente entre os palhaços. De uma maneira engraçada porém extremamente visual, ‘Tempos Modernos’ faz uma evidente crítica ao sistema capitalista, ao Fordismo que mencionamos e à instauração dessa modernidade que, mais do que levar a sociedade a um futuro promissor, acentuou as desigualdades sociais, levando a maior parte da população à pobreza e relegando ainda mais a concentração da riqueza nas mãos de poucos. E, a propósito, a música ‘Smile‘, que toca nos créditos finais do longa e também no trailer, foi escrita pelo próprio Charlie Chaplin para este filme, ‘Tempos Modernos‘, cuja cena final é justamente (vejam só!) o Vagabundo, personagem de Chaplin, pedindo à personagem de Paulette Goddard que (tcharam!) sorria! 🙂

Outro ponto que sinaliza essa tensão entre concentração de poder de um lado e a população subalternizada por outro é a cena do metrô, quando Arthur Fleck tem o seu primeiro momento Coringa, quando ele perde o controle de si pela primeira vez e mata os três jovens rapazes promissores da também promissora Wayne Enterprise. Por que esses jovens e não qualquer outra pessoa? Porque esses três rapazes são uma alegoria de uma classe social enriquecida cujo futuro é certo e brilhante, enquanto o dele, Arthur, e de milhares de cidadãos de Gotham, é amargar um pão velho como refeição. O fato de Arthur insurgir contra esse três (ainda que de uma maneira não calculada e um pouco descontrolada) é, sim, uma insurgência contra o sistema, mas é mais que isso: é um chega pra lá em todo esse contexto histórico-social opressor que conduz o sujeito que não tem voz nem direitos a um futuro limitado, submisso e sem opções.

Por tudo isso, aquela cena final do longa de Todd Phillips, quando o personagem de Joaquin Phoenix é resgatado do acidente de carro e é aplaudido por uma população (que ao longo do filme vai vendo nele uma possibilidade de rachadura nessa Gotham engessada e de poder concentrado nas mãos políticas e corruptas) que assume essa identidade de palhaço para ter direito à voz não é só catártica, como dizem, embora plasticamente bela. Essa cena final é o momento em que essa população que nunca é ouvida ganha seu direito à voz, e se faz ouvir.

Agora, esse direito a fala é assunto para nossa próxima matéria.