Site Página 981

‘Friends’: Dois personagens amados NÃO retornam para reencontro e fãs estão ARRASADOS

O elenco de ‘Friends‘ está pronto para se reunir novamente em ‘Friends: The Reunion‘, especial que estará disponível exclusivamente na HBO Max no dia 27 de maio, nos EUA.

Ontem, a lista completa de participações especiais foi divulgada e os fãs sentiram falta de três importantes nomes da série.

Paul Rudd, que interpretou Mike, e Cole e Dylan Sprouse – que viveram o Ben Geller, filho Ross – não tiveram seus retornos confirmados.

Nas redes sociais, os fãs expressaram tristeza e se revoltaram. Confira:

Friends: The Reunion‘ trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

As estrelas da série Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer voltam ao Stage 24, cenário original da icônica comédia nos estúdios Warner Bros., para uma celebração inesquecível.

Assista ao teaser:

Ben Winston dirigiu o especial junto com os produtores executivos de “FriendsKevin Bright, Marta Kauffman e David Crane.

Todos os episódios e temporadas completas de ‘FRIENDS‘ também estarão disponíveis na HBO Max no seu lançamento, no próximo mês.

‘The Northman’: Viking procura VINGANÇA no trailer do novo terror do diretor de ‘A Bruxa’ e ‘O Farol’

O terror ‘The Northman‘, novo filme do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa‘ e ‘O Farol‘), ganhou seu primeiro trailer.

O longa está programado para estrear no dia 22 de abril de 2022.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X, que envolverá uma jornada por vingança.

O elenco conta com Alexander SkarsgårdNicole KidmanAnya Taylor-JoyEthan Hawke, Claes Bang, Kate Dickie, BjorkWillem Dafoe.

Eggers também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

Em entrevista ao Screen Daily, o diretor de fotografia Jarin Blaschke deu detalhes sobre o terror:

“Esse filme será maior que os anteriores. Posso dizer que será uma trama de vingança Viking e nós iremos filmar na Europa. Será sombrio e violento.”

Ele continua, “Acho que o Eggers sente que precisa fazer uma trilogia. ‘A Bruxa’ e ‘O Farol’ exploram nosso ângulo sobre contos da Nova Inglaterra. Esses três filmes definitivamente se relacionam nesse nível.”

Johnny Depp vai voltar como Jack Sparrow em ‘Piratas do Caribe 6’, afirma site

Johnny Depp está voltando para a franquia ‘Piratas do Caribe‘, afirmou o jornal The Sun.

O ator, de 59 anos, teria assinado contrato para reprisar seu papel como o fanfarrão favorito Jack Sparrow cinco anos após seu último filme.

Depp foi despedido da franquia Disney em 2018, depois que os chefes disseram que queriam trazer uma “nova energia” para a franquia.

Agora, a Disney manifestou interesse para que Depp voltasse depois que ele venceu sua batalha legal contra sua ex-esposa Amber Heard, 36.

O tabloide afirma que Depp vai começar as filmagens no Reino Unido em fevereiro, e o título provisório do filme é ‘A Day At The Sea‘.

“Johnny está definido para retornar como Capitão Jack Sparrow e está programado para começar a filmar no início de fevereiro em um local secreto no Reino Unido. Está tudo em fase inicial e ainda não há nenhum diretor ligado ao projeto, que está sendo chamado de A Day At The Sea.”, afirmou o The Sun. 

Rumores afirmavam que a Disney pagaria US$ 301 milhões para que o ator voltasse.

Vale ressaltar que se trata de um rumor.

A informação vem alguns dias após o reboot que seria estrelado por Margot Robbie ser cancelado.

Apesar de as reações da crítica serem mistas em relação ao filme, a atuação de Johnny Depp era uma exceção, e em geral recebia respostas muito positivas, que inclusive renderam uma indicação ao Oscar para o ator, por ‘Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra.

Vale lembrar que, anteriormente, durante o extenso julgamento que enfrentou contra Heard, Depp comentara que “nada nesse mundo” o faria retornar à franquia da Disney.

“O fato é, Sr. Depp, se a Disney chegasse a você com US$ 300 milhões e um milhão de alpacas, nada neste mundo o faria voltar e trabalhar com eles em outro filme de Piratas do Caribe. Correto?”, questionou Ben Rottenborn, advogado da atriz à época. É verdade, Sr. Rottenborn”, respondeu Depp.

‘As Marvels’ tem uma das PIORES pré-vendas da história da Marvel

As Marvels‘ deverá ter um desempenho bem pior do que seu antecessor de 2019, conforme indicado por um relatório recente revelando que a pré-venda de ingressos está ruim.

De acordo com Luiz Fernando, especialista em bilheteria, a pré-venda está sendo mais fraca que qualquer filme MCU na era pós-Covid, sugerindo uma potencial falta de interesse do público em geral nesta nova edição.

Ou seja: as pré-vendas estão mais baixas do que qualquer filme MCU desde ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘, de 2019. Isso pode ser uma surpresa, já que ‘Eternos‘ de 2021 foi uma decepção de bilheteria para os padrões da Marvel, arrecadando apenas US$ 71,3 milhões no fim de semana de estreia.

O filme teve um desempenho 69% menor em relação a ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e 42% inferior a ‘Eternos‘ no mesmo período pré-estreia.

As Marvels‘ deve estrear com menos da metade da bilheteria do primeiro filme da heroína, que arrecadou US$ 160 milhões em sua estreia nos EUA.

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com um valor entre US$ 75 a 80 milhões no país.

Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.

Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.

As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).

Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.

‘Mufasa: O Rei Leão’ ganha teaser com cenas ESPETACULARES; Assista!

Mufasa: O Rei Leão‘ teve um novo teaser divulgado, antecipando o trailer que será lançado amanhã na Disney D23.

Confira:

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

“‘Mufasa: O Rei Leão convoca Rafiki para transmitir a lenda de Mufasa ao jovem filhote de leão Kiara, filha de Simba e Nala, com Timão e Pumba emprestando sua assinatura. Contada em flashbacks, a história apresenta Mufasa como um filhote órfão, perdido e sozinho até conhecer um simpático leão chamado Taka – o herdeiro de uma linhagem real. seu destino – seus laços serão testados enquanto eles trabalham juntos para escapar de um inimigo ameaçador e mortal.”

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Confira a lista completa de dubladores:

Além de trazer novamente Beyoncé interpretando Nala, o filme contará com a voz de sua filha Blue Ivy Carter como a voz de Kiara, a filha de Simba.

Confira a lista de dubladores, a sinopse e as reações dos fãs no Twitter:

Aaron Pierre: Mufasa

Kelvin Harrison Jr.: Taka

Donald Glover: Simba

Beyoncé: Nala

Tiffany Boone: Sarabi

Mads Mikkelsen: Kiros

Thandiwe Newton: Eshe, mãe do Taka

Lennie James: Obasi, pai do Taka

Anika Noni Rose: Afia, mãe do Mufasa

Keith David: Masego, pai do Mufasa

Kasigo Lediga: Jovem Rafiki

Preston Nyman: Zazu

Billy Eichner: Timão

Seth Rogen: Pumbaa

Blue Ivy Carter: Kiara

https://youtu.be/6rukt5d9Hf4?si=OYTgIx3o9DhZYIGt

Após falar que “não consome Marvel”, Elizabeth Olsen diz que estúdio é IMPORTANTE para indústria cinematográfica

Elizabeth Olsen, conhecida mundialmente por seu papel como Wanda Maximoff — a poderosa Feiticeira Escarlate — no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM), falou recentemente de forma bastante sincera sobre sua relação com os filmes do estúdio e sobre suas preferências pessoais em relação ao tipo de arte que consome.

Embora tenha ganhado enorme reconhecimento ao integrar uma das franquias mais populares e lucrativas da história do cinema, Olsen revelou que os blockbusters de super-heróis, como os da Marvel, não fazem exatamente parte do tipo de produção que ela prefere assistir em seu tempo livre.

Segundo a atriz, ela tende a se interessar mais por projetos independentes, filmes com temáticas mais intimistas e autorais — obras que, para ela, proporcionam uma experiência artística diferente.

Ainda assim, a atriz fez questão de esclarecer que sua decisão de participar dos filmes da Marvel não foi motivada unicamente por interesses estratégicos ou financeiros.

Em entrevista recente, Olsen afirmou que nunca adotou a lógica comum entre muitos atores de Hollywood de “fazer um filme comercial para, depois, conseguir fazer um filme mais artístico”.

“Eu nunca tive realmente a mentalidade de ‘um para eles, um para mim'”, disse Olsen. “A Marvel tem sido uma constante na qual posso voltar e que criou — qual é a palavra? — uma sensação de segurança na minha vida, que me deu liberdade para escolher outros trabalhos. Então, nunca senti que era algo como: ‘Vou fazer isso para poder fazer aquilo'”, declarou Olsen.

Além disso, a atriz demonstrou um olhar generoso sobre o impacto da Marvel na indústria cinematográfica como um todo. Ela destacou que, apesar de não serem suas produções favoritas como espectadora, os filmes do estúdio têm um papel fundamental para manter a engrenagem do cinema funcionando, especialmente no cenário atual. Para Olsen, os lançamentos da Marvel são, muitas vezes, responsáveis por garantir a viabilidade econômica das salas de cinema, possibilitando que filmes de menor orçamento e com menor apelo comercial também tenham espaço para serem exibidos.

“Esses filmes ajudam a pagar o aluguel dos cinemas”, pontuou ela, reconhecendo o equilíbrio delicado entre o cinema comercial e o artístico.

A fala de Olsen evidencia não apenas sua maturidade profissional, mas também sua sensibilidade em compreender os diferentes papéis que cada tipo de produção exerce no ecossistema cultural contemporâneo. Ao mesmo tempo em que construiu uma carreira sólida dentro de uma franquia bilionária, ela mantém um olhar crítico e pessoal sobre o que considera arte e sobre o espaço que deseja ocupar como atriz.

7 décadas do INESQUECÍVEL ‘Cantando na Chuva’

Os holofotes aos anos 20, do mudo ao falado, na raiz da essência de uma Hollywood pulsante. Quando pensamos em musicais é impossível não lembrarmos, ou pelo menos não ter ouvido falar, em uma das grandes obras de uma das mais clássicas eras de Hollywood. Cantando na Chuva se veste como uma história de amor para entrar em uma contextualização glamourosa sobre uma transição complicada para artistas na iminência da extinção do cinema mudo e os novos tempos com o cinema falado. Dirigido por Stanley Donen e o próprio Gene Kelly, protagonista do filme, esse é um daqueles clássicos do cinema que você precisa conferir pelo menos uma vez na vida.

Na trama, conhecemos a trajetória do simpático Don (Gene Kelly), já no final da década de 20, antes num início meteórico como dublê, depois ao lado de Lina (Jean Hagen) formam o casal mais badalado no universo das artes, em uma Hollywood repleta de glamour. Certo dia, Don conhece a atriz Kathy (Debbie Reynolds), e logo se apaixona perdidamente, ao mesmo tempo em que o mundo do cinema passa por uma enorme transformação: os filmes mudos parariam de existir e o cinema falado ocuparia todo o espaço. Nessa transição difícil para os artistas da época, acompanhamos Don ao lado de Debbie e do amigo de longa data Cosmo (Donald O’Connor) em busca de se manterem na cena artista norte-americana.

Abrindo as cortinas dos bastidores, na visão dos artistas, de uma Hollywood na transição do cinema mudo para o falado, Cantando na Chuva e seus números musicais contagiantes, pulsantes, estrutura sua narrativa com muita simpatia e carisma através de um romance e a busca pelo estrelato para ir a fundo em uma contextualização que ficou marcada os anos 20 com a chegada do emblemático filme O Cantor de Jazz, onde os espectadores puderam pela primeira vez ouvir as vozes e logo foi percebida a importância e contribuição do som para uma obra cinematográfica. A guerra de egos nos bastidores também é mencionada, com a mídia sensacionalista sempre por perto, além das dúvidas que os mandas-chuvas dos estúdios tinham em relação à já falada transição.

Sem deixar de conseguir se conectar a essência da magia do cinema, que está em todo lugar ao longo dos prazerosos 103 minutos de projeção, e muito mais do que um inesquecível musical, Cantando na Chuva é uma declaração harmoniosa e histórica de uma mudança de paradigmas na mais impactante indústria cinematográfica no mundo.

Pra quem se interessar em assistir pela primeira vez, ou mesmo rever, o filme está disponível no catálogo da HBO Max.

Crítica | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar – Insanidade em Doses Controladas

Jack Sparrow no automático

O Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) se vê no meio de um evento de proporções cataclísmicas, que envolve a busca de algum artefato místico, com o propósito de derrotar um vilão apresentado como ameaça sobrenatural, no interim sendo o cupido para um jovem casal, e disparando frases de efeito e gags em seu repertório. Bem, esta poderia ser facilmente a sinopse de qualquer filme da franquia Piratas do Caribe, série que funciona dentro de sua fórmula pré-estabelecida e repetitiva como nenhuma outra no cinema comercial hoje (talvez somente Transformers).

O motivo apenas martela um fato muito sabido, o público gosta de ver sempre a mesma coisa. Dê-lhe algo novo e será rejeitado. Bom, nem sempre. Muitos afirmam que existe uma fórmula dos filmes da Marvel, ou ainda que qualquer série cinematográfica, dentro de seus episódios, é repetitiva, mas isso não é necessariamente verdade.

Veja, por exemplo, as mudanças de tom, teor e estética trazidas por diferentes cineastas para os filmes Missão: Impossível e a franquia Alien (digam o que quiserem os detratores, os filmes são totalmente opostos um do outro). Se quisermos ir mais longe e pegar como exemplo a “fórmula Marvel”, não encontraremos tantas semelhanças assim em filmes como O Primeiro Vingador (2011) e Soldado Invernal (2014), ou Homem de Ferro (2008) e Homem de Ferro 3 (2013), e ainda Os Vingadores (2012) e a Era de Ultron (2015).

Piratas do Caribe é a mesma piada contada pela quinta vez. Mas admito, ainda é relativamente engraçada. O primeiro filme, datado de 2003, foi inovador pela forma como Depp criou seu herói, um pirata afeminado e cambaleante, um bêbado sem princípios, ao qual o ator espelhou o roqueiro Keith Richards, dos Rolling Stones (não por acaso o músico deu as caras na franquia como o pai de Jack). A novidade de se afastar do típico homem de ação forte, íntegro e duro poderia ter se tornado um desastre, mas ao invés rendeu a Depp uma indicação ao Oscar.

Os anos se passaram e as continuações ficaram cada vez mais incoerentes e incompreensíveis. As regras eram subvertidas a cada momento, dentro de sua própria lógica de universo. Uma hora Jack está morto, depois vivo. Para o vilão ser derrotado é preciso isso, não, não era bem isso, é aquilo outro. O roteiro parece aquela criança que muda as regras do jogo conforme lhe convém de cinco em cinco minutos. Não por acaso, o público alvo para o qual esta franquia é mirada são justamente elas, as crianças bem pequenas. E com isso não estou dizendo que os mais velhos não possam aproveitá-la, como eu fiz no mais recente exemplar da franquia.

Para tentarmos retirar o máximo de proveito do novo Piratas do Caribe é necessária certa meditação. Entrar de mente limpa. É necessário abstrair e entender que o que ganharemos será exatamente o que já tivemos antes, sem qualquer mudança mínima. Para quem já gosta talvez seja um deleite. Para os que criam barreira, o ponto positivo é se tratar do longa de menor duração na franquia. Quem espera alguma reinvenção da roda com a entrada dos novos diretores Joachim Ronning e Espen Sandberg, do ótimo Expedição Kon Tiki (2012), pare! Você está fazendo isso errado.

Na trama, o jovem Henry (Brenton Thwaites), filho de Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley), deseja quebrar a maldição do pai, aprisionado no navio de Davy Jones (Bill Nighy). Para isso, o galante jovem herói, que faz as vias do pai na primeira trilogia e do sacerdote vivido por Sam Claflin no quarto filme, precisa encontrar o tridente de Poseidon – o MacGuffin da vez. E como nenhum galã funciona sozinho, A Vingança de Salazar trata de incluir a astrônoma Carina Smyth (a filha de brasileira Kaya Scodelario), tida como bruxa por seus conhecimentos celestiais, para completar com ele o formatinho do coração. A moça guarda alguns segredos próprios, que incluem elos de sangue com personagens da franquia.

No meio do caminho está o Jack Sparrow de Johnny Depp, que em vias de completar 54 anos, e diversos problemas na vida pessoal (inclusive de saúde com álcool e drogas, e uma queda abismal de popularidade após os escândalos com a ex-mulher, a atriz Amber Heard), aparenta nas telas o cansaço e a falta de inspiração para dar vida ao personagem pela quinta vez. É o que alguns especialistas chamavam de alegria na atuação, ou seja, perceber quando um ator entra de cabeça num projeto ou apenas bate ponto para descontar o cheque no fim do dia. Depp, apesar de algumas boas tiradas, escorrega mais para o segundo quesito.

Em contrapartida, temos a alma e alegria do filme com o vilão mais carismático que Piratas do Caribe já viu. O espanhol Javier Bardem está calejado em criar antagonistas icônicos e ameaçadores nas telonas. Após seu Oscar por Onde os Fracos Não Têm Vez (2007), no qual viveu o perturbador Anton Chigurh, o ator marcou a série 007 na era Daniel Craig como Raul Silva – o vilão mais memorável da nova leva. Bardem repete o feito na pele do Capitão Armando Salazar, apelidado de “o matador”, o sujeito é um oficial condecorado da Marinha Espanhola, especialista em caçar e exterminar piratas, de forma maníaca. Isto é, até conhecer e ser trapaceado por um jovem Jack Sparrow.

A ligação de passado e futuro na série com este novo episódio se mostra um interessante elemento e um diferencial. Se por um lado temos esta conexão bem pessoal de Jack com o vilão Salazar, saído diretamente de seu passado, por outro, esta incursão da série bem que poderia se chamar Piratas do Caribe: A Nova Geração, com a presença de Henry Turner e de Carina Smyth, herdeiros das aventuras de capa e espada – resta saber se serão mantidos para uma eventual e certeira continuação. Fora isso, A Vingança de Salazar reserva algumas grandes cenas de ação, os chamarizes deste tipo de filme, que se traduzem como os melhores números musicais dentro de um espetáculo do gênero. Aqui, temos a cena que abre o longa, com o roubo ao banco de Jack e seus piratas – simplesmente impagável; e a cena da guilhotina, quando Sparrow é condenado à morte pelo novo método – garantido de arrancar muitas risadas.

Quando em minha crítica de Alien: Covenant eu afirmei ser mais do mesmo, estava equivocado. A definição ideal talvez fosse ‘menos do mesmo’. Piratas do Caribe sim,é mais do mesmo. No entanto, é também a continuação mais satisfatória da franquia e o melhor filme depois do original. Ah, e como sempre nos filmes da Disney, fiquem após os créditos, vem mais coisa por aí.

‘Alita: Anjo de Combate’: Assista agora ao trailer do novo filme de Robert Rodriguez e James Cameron

Alita: Anjo de Combate, nova superprodução de ficção científica da FOX baseada num manga, e dirigida por Robert Rodriguez acaba de divulgar seu primeiro trailer. Assista abaixo.

O filme tem roteiro e produção de James Cameron. No elenco, Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez, Jackie Earle Haley e Rosa Salazar como Alita. A estreia ocorre no dia 20 de julho de 2018 nos EUA.

Baseado no mangá Battle Angel Alita, conta a história da personagem-título, que vivem em um mundo cyberpunk ambientada no século 26. Na trama, o caçador de recompensas Daisuke Ido encontra uma ciborgue avariada e resolve tratá-la como filha, dando-lhe o nome de Alita. Inspirada no pai adotivo, a menina eletrônica decide, então, seguir seus passos e tornar-se também uma caçadora.

10 Atrizes e Atores que Faziam muito Sucesso nos anos 90 – mas Foram ESQUECIDOS…

Todas as carreiras possuem seus altos e baixos. E a carreira artística é uma das mais imprevisíveis. Uma hora se está por cima, mas no ano seguinte seu nome pode vir a ser esquecido. Em Hollywood, uma série de fatores são levados em conta para isso. O principal deles é que o público precisa gostar de determinado ator. Enquanto ele for popular, sua fama está garantida – e com as redes sociais isso foi elevado a um novo nível. Segundo, precisa escolher projetos que façam sucesso, e isso é ainda mais difícil, pois não pode ser previsto. Mesmo que um determinado ator seja querido, fracassos consecutivos de bilheteria ou crítica podem ser determinantes para o fim de seu estrelato.

O terceiro fato, e mais cruel, é a idade, em especial para as mulheres. Quando determinada atriz (ou ator) sai da faixa etária padrão que se comunica diretamente com o público jovem (antes eram os 40 anos, hoje isso foi até aumentado para os 50, mais ou menos), começa a parar de receber ofertas de papeis interessantes, recaindo para personagens coadjuvantes.

Aqui, voltamos no tempo para 30 anos no passado, e lembraremos de atores muito populares na época, que estrelaram grandes filmes dos maiores estúdios de Hollywood, mas que hoje, três décadas depois, a geração atual mal sabe seus nomes. Confira abaixo e venham conosco nessa viagem nostálgica.

Rebecca De Mornay

A loiraça Rebecca De Mornay continua na ativa até hoje, mas em participações especiais ou pontas. Aos 63 anos, é inegável que o auge da carreira da atriz foi no início dos anos 90, apesar de estar em cena desde a década de 80 com filmes como ‘Negócio Arriscado’, ‘Expresso para o Inferno’ e ‘Deu a Louca nas Federais’. O filme que todos mais associam à atriz é o thriller de gelar a espinha ‘A Mão que Balança o Berço’ (1992). E no ano seguinte, há 30 anos, De Mornay fazia uso do hype em torno da sua imagem para estrelar grandes produções, como ‘Os Três Mosqueteiros’, da Disney, e outro suspense chamado ‘Culpado como o Pecado’, de Sydney Lumet. Fora isso, ainda estrelou ‘Chantagem Fatal’, outro thriller, para a HBO, com Rutger Hauer.

Bridget Fonda

Filha de Peter Fonda, sobrinha de Jane Fonda e neta de Henry Fonda, Hollywood está no sangue da graciosa Bridget Fonda. Hoje, aos 59 anos de idade, Fonda está aposentada da carreira de atriz desde 2002, quando participou da minissérie ‘Rainha das Estações’. No ano anterior havia estrelado ‘O Beijo do Dragão’, com Jet Li, e ‘Monkeybone’, com Brendan Fraser. A atriz também trabalhou com Quentin Tarantino em ‘Jackie Brown’ (1997) e enfrentou um crocodilo em ‘Pânico no Lago’ (1999), mas o auge de sua fama ocorreria no início dos anos 90. Seu primeiro papel protagonista foi no suspense ‘Mulher Solteira Procura’ (1992) e no ano seguinte ela já era uma estrela. Foi o que levou ela, há 30 anos, a ser escalada como ‘A Assassina’, remake americano de ‘Nikita’. Fora isso, ainda estrelou o drama de Bernardo BertolucciO Pequeno Buda’ e o drama romântico ‘Corpos em Movimento’ no mesmo ano.

William Baldwin

Irmão mais novo de Alec Baldwin, hoje aos 60 anos de idade, William é outro ator que estava com tudo há 30 anos. Ele havia acabado de sair de sucessos como ‘Linha Mortal’, com Julia Roberts, e ‘Cortina de Fogo’, o blockbuster de bombeiros com Kurt Russell e grande elenco. Assim, foi escalado para a superprodução da Paramount, o thriller ‘Invasão de Privacidade’, com Sharon Stone, um dos filmes mais caros daquele ano. Além do thriller, no mesmo ano Baldwin estrelaria também o romance ‘As Amantes’, da New Line, que fala sobre um triângulo amoroso, com Kelly Lynch e Sherilyn Fenn.

Tom Berenger

Veterano na indústria, hoje com 74 anos de idade, Tom Berenger foi indicado ao Oscar ainda em 1987, pelo drama de guerra ‘Platoon’. Na década de 90, o nome do ator voltaria com força aos holofotes e há 30 anos ele estrelava três projetos de bastante renome em sua carreira. Berenger também esteve em ‘Invasão de Privacidade’, uma das maiores produções da Paramount naquele ano – ao lado de William Baldwin e Sharon Stone como o trio protagonista. No mesmo ano, o ator protagonizaria o cult de ação ‘Sniper – O Atirador’, para a Columbia / TriStar (Sony) e o épico sobre a batalha de Gettysburg durante a Guerra Civil Americana em ‘Anjos Assassinos’, superprodução da New Line.

Sherilyn Fenn

Por falar em ‘As Amantes’, agora falaremos da atriz Sherilyn Fenn, parte daquele elenco. A morena, é claro, ficará para sempre eternizada como Audrey Horne do seriado ‘Twin Peaks’ de David Lynch, um dos mais cult da história do audiovisual, que fez muito sucesso aqui no Brasil também nas exibições da Globo nos anos 90. Hoje, aos 58 anos de idade, Fenn continua na ativa e participa de séries. Ela também retornou no revival de ‘Twin Peaks’ em 2017. Nos anos 90, além da série, há 30 anos, Fenn estava no auge de sua popularidade e estrelou o citado romance ‘As Amantes’. Porém, esse foi seu filme menos conhecido da época, já que todos os holofotes estavam no polêmico ‘Encaixotando Helena’ (leia mais sobre ele no link abaixo). Fora isso, ainda estrelou a paródia policial ‘Distração Fatal’, que tira sarro de ‘Instinto Selvagem’, ‘Atração Fatal’ e outros do tipo, e marcou época.

Leia também: ‘Encaixotando Helena’ | 30 Anos de um dos Filmes Mais Polêmicos de Hollywood – Você Lembrava?

Erika Eleniak

Agora pulamos de uma morena para uma loira, que também ficou marcada graças ao sucesso de uma emblemática série que estrelou. Eleniak, hoje aos 53 anos de idade, viveu a salva-vidas Shauni de ‘SOS Malibu’ (Baywatch) por três temporadas, da estreia da série em 1989 a 1992 – quando sua carreira nas telonas explodia. Na época, Erika também foi coelhinha na revista Playboy. Nessa fase, ela estrelou ‘A Força em Alerta’ (1992), maior sucesso da carreira de Steven Seagal. No ano seguinte, ela foi escalada para a superprodução da Fox, que levava uma série clássica dos anos 60 às telonas em grande estilo, com ‘A Família Buscapé’, onde vive a caipira durona Elly May Clampett. Depois disso ela ainda estrelaria ‘Uma Loira em Apuros’ para a Warner.

Pauly Shore

Com um humor típico da era MTV dos anos 90, Pauly Shore foi um dos humoristas mais badalados do cinema naquela década. Hoje, totalmente sumido aos 54 anos (e vizinho de Nicolas Cage). Shore chegou inclusive a brincar sobre seu “desaparecimento” das telas com uma comédia escrita e dirigida por ele em 2003, intitulada ‘Pauly Shore Está Morto’. E lá se vão mais vinte anos. O estilo excêntrico do jovem comediante andrógeno combinou como uma luva em ‘O Homem da Califórnia’ (1992), roubando muitos dos holofotes. Num período de quatro anos, Pauly foi um dos astros mais quentes de Hollywood, estrelando produções da Disney (através da Hollywood Pictures), Columbia e MGM. Assim vieram comédias como ‘Um Maluco no Exército’ (1994), ‘Um Jurado Muito Louco’ (1995) e ‘Malucos por Natureza’ (1996). Mas há 30 anos, seguindo o sucesso de ‘O Homem da Califórnia’, surgia ‘O Genro dos Meus Sonhos’, em que o ator “toca o terror” na família da noiva, uma família de fazendeiros, com seu jeito de rapaz da cidade.

Gabrielle Anwar

Essa atriz tenho certeza que grande parte do público não conhece e nunca ouviu seu nome. Mas há 30 anos, Anwar esteva por todo lado no cinema. A bela e graciosa morena, hoje aos 53 anos, ganhou destaque ao participar de uma única cena em ‘Perfume de Mulher’ (1992), que deu o Oscar para Al Pacino. Mas foi a cena mais marcante, da dança do tango. Foi o que bastou para no ano seguinte estrelar grandes produções da Warner, da Universal e da Disney. Primeiro veio a ficção científica / terror ‘Os Invasores de Corpos – A Invasão Continua’, terceira adaptação para as telonas do livro clássico de Jack Finney, no qual protagonizou. Depois seguiu para a comédia romântica ‘Por Amor ou Por Dinheiro’, com Michael J. Fox, do mesmo diretor de ‘A Família Addams’. Por último foi a vez do blockbuster ‘Os Três Mosqueteiros’, da Disney.

Nancy Travis

Outra atriz veterana desconhecida da geração atual, Nancy Travis segue na ativa e está prestes a lançar o drama ‘Ordinary Angels’ ao lado de Hilary Swank. Hoje aos 61 anos de idade, Travis foi um nome marcante em Hollywood, e ainda nos anos 80 estrelou o sucesso ‘Três Solteirões e um Bebê’ (1987) – com Sylvia, a mãe da criança abandonada. Nos anos 90, vieram ‘Justiça Cega’, ‘Um Tiro que Não Deu Certo’, ‘Air America’, ‘Três Solteirões e uma Pequena Dama’ e ‘Chaplin’, todas produções badaladas com elencos renomados e de grandes estúdios. Há 30 anos, Travis foi outra que trabalhou bastante, estrelando filmes como o suspense ‘O Silêncio do Lago’, remake americano de uma produção holandesa homônima, com Jeff Bridges, Kiefer Sutherland e Sandra Bullock. E também a comédia cult ‘Uma Noiva e Tanto’, em que faz a noiva homicida de Mike Myers.

Wesley Snipes

Esse aqui todos conhecem muito bem, mesmo as gerações mais jovens. Ou ao menos deveriam conhecer. Bem, a onda do momento são os filmes de super-heróis e tenho certeza que todo fã conhece ‘Blade – O Caçador de Vampiros’, estrelado pelo ator. Snipes foi um grande nome nos anos 90, mas terminou condenado por sonegação de imposto de renda na década seguinte, em 2008, cumprindo pena de três anos na prisão, de 2010 a 2013. Depois disso, ensaiou retorno em filmes como ‘Os Mercenários 3’, ‘Meu Nome é Dolemite’ e ‘Um Príncipe em Nova York 2’, além da minissérie ‘A Mais Pura Verdade’, da Netflix, hoje em vias de completar 61 anos de idade.

No início dos anos 90 participou de sucessos como ‘Febre da Selva’, ‘New Jack City’, ‘Homens Brancos Não Sabem Enterrar’ e ‘Passageiro 57’. Há 30 anos, Wesley Snipes protagonizava nada menos do que quatro grandes produções para a Warner e a Fox, duas para cada estúdio, sendo um filme mais badalado e outro menos. Na Warner, o mais badalado, é claro, foi ‘O Demolidor’, cult máximo no qual viveu Simon Phoenix e duelou com o colega Sylvester Stallone no futuro. O menos badalado foi o thriller policial ‘Em Ponto de Bala’ em que viveu um detetive atrás de um criminoso, vivido por Dennis Hopper (e quem mais?). Já na Fox, o mais badalado foi ‘Sol Nascente’, suspense baseado no livro do mesmo autor de ‘Jurassic Park’ no qual atuou ao lado de Sean Connery. E o menos badalado foi ‘Inferno Branco’, no qual fo um poderoso chefão das drogas no gueto.

‘Christopher Robin’: Live-action do Ursinho Pooh ganha novos cartazes individuais

O live-action ambientado no universo do Ursinho Pooh, intituladoChristopher RobinUm Reencontro Inesquecível, ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

“Nessa acolhedora aventura live-action Christopher Robin, da Disney, o jovem garoto que sempre amou embarcar em aventuras no bosque dos cem acres com amáveis criaturas de pelúcia, cresceu e perdeu seu caminho. Agora, depende de seus amigos de infância se aventurarem no mundo real e ajudarem Christopher a se lembrar do garoto amoroso e brincalhão que ele ainda é por dentro”

Ewan McGregor viverá Christopher Robin, o icônico garotinho da animação, e Hayley Atwell, a ‘Agent Carter‘ da Marvel, viverá sua esposa.

O projeto é dirigido por Marc Forster, que já esteve à frente de ‘Guerra Mundial Z’ e ‘007 – Quantum of Solace’.

Christopher RobinUm Reencontro Inesquecível’ será lançado em 2 de agosto de 2018.

‘John Wick 3: Parabellum’ ganha novos cartazes individuais; Confira!

O aguardado ‘John Wick 3: Parabellum‘ ganhou novos cartazes individuais.

Confira:

Chad Stahelski, que comandou os dois filmes anteriores, retorna na direção.

Na trama, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.

Keanu Reeves retornará como o protagonista. Halle Berry, John Leguizamo, Laurence Fishburne, Ian McShane, Mark Dacascos e Hiroyuki Sanada completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

Vídeo reúne todas as mortes de ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’

Maligno

(Malignant)

 

Elenco:

Annabelle Wallis

Maddie Hasson

Jake Abel

 

Direção: James Wan

Gênero: Terror

Duração: 111 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 9 de Setembro de 2021

Sinopse: 

A história acompanha Madison, que fica paralisada por visões chocantes de assassinatos horríveis. Tudo piora quando ela descobre que os sonhos são reais!

O terror irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e assassinatos, aos moldes do subgênero Giallo Film. Para quem não sabe, os Giallo Films surgiram na Itália antes do terror slasher americano, e se baseiam em crimes de serial killers. Eles inspiraram clássicos como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

Crítica | Maligno – O filme de terror mais surpreendente do ano (Nota: 8.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Conheça as entidades mais ATERRORIZANTES criadas por James Wan

» ENTREVISTA: James Wan ressuscita subgênero popular dos anos 80 e 90 com ‘Maligno’; Entenda!

» Esquenta para Maligno, de James Wan – Conheça os Filmes Giallo

» Além de dirigir, James Wan coescreve o roteiro ao lado de Ingrid Bisu;

» Wan revelou que a produção terá “muitos efeitos práticos – sem fundo verde falso”;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘The Boys’: Os Sete são destaque em novo clipe da 2ª temporada; Assista!

A Amazon divulgou um novo clipe da 2ª temporada de ‘The Boys‘.

Confira, com o trailer completo:

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto a 2ª estreia em 04 de setembro.

Nos novos episódios, os protagonistas serão fugitivos enquanto procuram Billy Bruto (Karl Urban), desaparecido após a trágica revelação sobre sua mulher.

Enquanto isso, Os Sete continuam lucrando com lucrando com o pânico causado por um Supervilão e recrutam uma nova heroína, Stormfront (Aya Cash), que ameaça ocupar o posto e a popularidade do Capitão Pátria, desafiando-o a todo momento.

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos episódios.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Heartstopper’: Série LGBTQ da Netflix contrata seus protagonistas

Através do seu Twitter, a autora Alice Oseman anunciou os atores que irão estrelar a adaptação da Netflix de sua graphic novel LGBTQ, ‘Heartstopper‘.

Kit Connor e Joe Locke irão interpretar Nick e Charlie, respectivamente.

“Eu apresento Kit Connor e Joe Locke como o Nick e o Charlie da série. Estou muito animada em compartilhar essa foto deles nos bastidores. Kit e Joe são muito talentosos, fofos e divertidos. Tem sido muito divertido conhecê-los. Por favor, juntem-se a mim e compartilhem amor e apoio hoje.”

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Euros Lyn (‘Doctor Who‘ e ‘Sherlock‘) será responsável pela direção.

Oseman também será responsável pelo roteiro da série.

A trama segue Nick e Charlie, dois adolescentes britânicos que estudam em uma escola primária só para meninos. Charlie, um pensador muito sensível e abertamente gay, e Nick, um jogador de rúgbi alegre e de coração mole. Eles rapidamente se tornam amigos, mas não demora muito para o Charlie se apaixonar pelo Nick, embora ele não ache que tenha uma chance. Mas o amor funciona de maneiras surpreendentes, e Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imaginava.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Uncharted – Fora do Mapa’: Tom Holland e Mark Wahlberg caçam tesouro no novo trailer da adaptação; Confira!

A Sony Pictures divulgou o novo trailer da adaptação ‘Uncharted – Fora do Mapa‘, estrelada por Tom Holland e Mark Wahlberg.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de fevereiro.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio BanderasTati Gabrielle também fazem parte do elenco.

Rob Delaney, de ‘Deadpool 2’, se junta ao elenco da 6ª temporada de ‘Black Mirror’

De acordo com o Deadline, Rob Delaney (‘Deadpool 2’) se juntou ao elenco da 6ª temporada da série antológica ‘Black Mirror‘.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

O elenco do próximo ciclo ainda contará com Zazie Beetz, Paapa Essiedu, Josh Hartnett, Aaron Paul, Kate Mara, Danny Ramirez, Rory Culkin, Myha’la Herrold, Clara Rugaard, Auden Thornton e Anjana Vasan.

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano deve ter mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Até o momento, não há detalhes sobre quais histórias, cineastas e artistas estarão por trás da nova temporada, mas a confirmação já é uma baita surpresa para os fãs.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Foi dito que Brooker e Jones finalmente conseguiram transferir os direitos da franquia em uma parceria sem precedentes com a Netflix, dando à plataforma de streaming a oportunidade de criar novas histórias para o programa.

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

‘The Walking Dead: Dead City’: Atores comentam sobre possível ROMANCE entre Maggie e Negan

Em entrevista ao TVLine, a atriz Lauren Cohan (‘Boneco do Mal’) comentou sobre a possibilidade de um romance entre a Maggie e o Negan na série derivada ‘The Walking Dead: Dead City‘.

“[A ideia de um romance entre eles] é engraçada e não poderia estar mais longe da realidade. É muito interessante que isso sempre acontece com os protagonistas em seriados. As pessoas sempre veem química em personagens platônicos, como em séries de televisão e dramas legais. Alguns fãs querem ver [um romance], mas seria uma direção muito redutiva para eles. De muitas formas, a parte mais profunda de um relacionamento não significa necessariamente explorar este aspecto.”

Ela completa, “Quando as pessoas perguntam sobre como será o relacionamento entre eles, sinto que nem mesmo os personagem sabem. É o destino que uniu esses dois, com todos os seus problemas e incertezas – e todas essas perguntas que só podem ser respondidas através desta conexão. É realmente dinâmico.”

O ator Jeffrey Dean Morgan, por outro lado, brincou com a possibilidade: “Há muita química entre eles. Definitivamente. Acho que eles podem acabar juntos.”

“Anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, eles agora devem formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes. Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.”

O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de coprodutor executivo e showrunner.

Essa será a quinta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Tales of The Walking Dead‘, ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e outro no Rick & Michonne também estão em desenvolvimento.

Tuesday – O Último Abraço

(Tuesday)

 

Elenco:

Julia Louis-Dreyfus
Arinzé Kene
Lola Petticrew

 

Direção: Daina Oniunas-Pusic

Gênero: Fantasia

Duração: 111 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 11 de Julho de 2024

Sinopse: 

Em TUESDAY – O ÚLTIMO ABRAÇO, uma mãe e sua filha adolescente precisam enfrentar a morte quando ela chega na forma de um surpreendente pássaro falante.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Daina Oniunas-Pusic também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Wicked’ ultrapassa ‘Mamma Mia’ e se torna a MAIOR adaptação musical da história

Sucesso! De acordo com o Deadline, ‘Wicked‘ conseguiu ultrapassar a arrecadação total de ‘Mamma Mia‘ (US$611.4M), tornando-se a maior adaptação de uma peça musical da história do cinema.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 424.2 milhões. No mercado internacional, foram US$ 210.2 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 634.4 milhões.

A produção subiu para o TOP 6 das maiores bilheterias do ano, tendo superado ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$571.7M), ‘Kung Fu Panda‘ (US$547.6) e ‘Venom: A Última Rodada‘ (US$476.3M).

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$67M), Austrália (US$24.8M), Coreia (US$14.2M), Alemanha (US$11.8M) e México (US$9.9M).

Vale lembrar que ‘Wicked‘ abriu no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 114 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana – representando mais do que o dobro do desempenho de ‘Gladiador 2‘ (US$55.5M)

Com uma estreia global de US$ 164.2 milhões, a adaptação também se tornou a maior abertura para um filme baseado em um musical da Broadway – superando ‘Os Miseráveis‘ (US$103M).

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Stephen King ACLAMA a sequência ‘O Telefone Preto 2: “Melhor do que o primeiro filme”

Através do seu Twitter/X, o mestre Stephen King não poupou elogios à sequência ‘O Telefone Preto 2‘.

Vale lembrar que a história é muito pessoal para ele, considerando ser baseada no curta homônimo escrito por seu filho, Joe Hill.

“Não é tão bom quanto o primeiro filme. É MELHOR,” declarou o autor.

E parece que o King não foi o único que gostou da continuação… Após sua exibição no Fantastic Fest, a sequência teve suas primeiras impressões divulgadas – e as reações são extremamente positivas.

Os críticos não pouparam elogios à continuação, considerando-a uma das melhores sequências de terror dos últimos anos.

Confira as reações dos críticos:

“‘O Telefone Preto 2’ é uma das melhores sequências de terror que já vi nos últimos anos. Scott Derrickson te leva em uma jornada emocionalmente magistral, arrepiante e poderosa. Ethan Hawke retorna como o Grabber, e está ainda mais diabólico e hediondo do que no primeiro.”

“‘O Telefone Preto 2’ é, sem dúvida, um dos melhores filmes de terror do ano, e isso não é fácil, considerando que já tivemos filmes como ‘A Hora do Mal’ e ‘Pecadores’. É EXATAMENTE assim que uma sequência deveria ser. Maior, mais sinistra e mais brutal. Mason Thames está uma excelente, mas a incrível Madeleine McGraw foio verdadeiro destaque do filme. Vocês não estão preparados para o quão insano o Grabber está neste filme.”

“‘O Telefone Preto 2’ é exatamente o que eu queria que fosse e muito mais. Uma sequência incrível que não só me deixou apavorado, como também me fez chorar várias vezes. Apesar do Mason Thames ter brilhado no primeiro filme, Madeline McGraw rouba a cena nesta sequência. Estou realmente impressionada.”

“‘O Telefone Preto 2’ é, sem dúvida, o melhor filme de terror do ano! Um dos filmes mais perversos que já vi. Mason Thames e Madeline McGraw estão incríveis. Uma sequência necessária!”

“Maddy McGraw roubou completamente o filme como Gwen. Ela é poderosa e me resgatou uma sensação de ‘A Hora do Pesadelo’. Me deu arrepios, me deixou na ponta da cadeira e até me fez chorar um pouco. É TUDO o que eu queria: TERROR PERFEITO.”

“O primeiro é bom, mas está sequência é incrível. Ela pega tudo o que funcionou no primeiro filme e realmente aprofunda esses elementos. A irmã tem mais destaque. Há mais sangue. É como uma mistura entre ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Stranger Things’, com coração e humor.”

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de outubro.

 

Scott Derrickson (‘A Entidade’) retorna à direção.

Há quatro anos, Finn matou seu sequestrador e escapou, tornando-se o único sobrevivente de O Pegador. Mas o verdadeiro mal transcende a morte… e o telefone voltou a tocar. Enquanto Finn, agora com 17 anos, tenta lidar com a vida após o cativeiro, sua irmã Gwen começa a receber ligações em seus sonhos através do telefone preto — e a ter visões perturbadoras de três garotos sendo perseguidos em um acampamento de inverno. Decidida a resolver o mistério e acabar com o tormento que aflige a ela e seu irmão, Gwen convence Finn a visitar o acampamento durante uma tempestade de inverno. Lá, ela descobre uma ligação devastadora entre O Pegador e a própria história de sua família. Juntos, Gwen e Finn terão que enfrentar um assassino que se tornou ainda mais poderoso após a morte — e mais ligado a eles do que jamais poderiam imaginar.

O elenco conta com o retorno de Ethan Hawke, Mason Thames, Madeleine McGraw, Jeremy Davies e Miguel Mora, além de introduzir Demián BichirArianna Rivas e Anna Lore.

Diretor confirma SEQUÊNCIA de ‘O Que Fazemos nas Sombras’

Em entrevista ao Nexus Point News, o codiretor Jemaine Clement confirmou que está desenvolvendo uma sequência para o aclamado terror cômico ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows).

“Estamos escrevendo o roteiro de um novo filme da franquia ‘O que Fazemos nas Sombras’, uma sequência.”

Quando questionado sobre a possibilidade de um revival da série baseada no longa original, ele declarou: “Eu conversei sobre isso com o canal. Eles queriam fazer uma série animada de ‘O Que Fazemos nas Sombras’, mas sinto que meu trabalho com a FX era apenas aquela série e, agora, nossa relação acabou. Acho que preciso seguir em frente.”

Vale lembrar que a série está disponível no serviço de streaming do Disney+.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo, Nadja e Nandor. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson, que é um “vampiro de energia”.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ : James Gunn compartilha arte conceitual do alien Krugarr; Confira!

Novamente o cineasta James Gunn usou suas redes sociais para compartilhar novos materiais de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’.

Desta vez, ele publicou em sua conta do Facebook uma arte do alien Krugarr. Para os que não se lembram, ele surge na segunda cena pós-créditos.

Confira:

“A arte conceitual final de Ian Joyner. Nós fizemos algumas alterações depois disso, com a empresa de efeitos visuais, Trixter, logo quando começamos a criar Krugarr como um objeto que se locomove. Mas este foi o mais próximo que chegamos neste estágio (na verdade nós normalmente fazemos mais mudanças após essa fase!)”.

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

‘Pantera Negra’: Cena deletada traz momento simbólico entre T’Challa e Zuri; Assista!

O DVD e Blu-ray de Pantera Negra será lançado dia 15 de maio e uma nova cena deletada da produção foi divulgada pela revista EW.

No material, T’Challa e Zuri compartilham um belo e simbólico momento logo após a consagração do herói como o rei de Wakanda.

Confira:

Recentemente, Kevin Feige e Ryan Coogler oficializaram uma sequência.

‘Jane the Novela’: Atriz de ‘Desperate Hosewives’ entra para o spin-off de ‘Jane the Virgin’

A série ‘Jane The Virgin‘ ainda não acabou, mas seu spin-off, ‘Jane The Novela‘, já está caminhando em ritmo célere. Com o episódio piloto aprovado pela CW, o elenco da produção começa a ser escalado.

E a mais recente adição foi Marcia Cross, mais conhecida por ter interpretado Bree na aclamada série ‘Desperate Housewives‘.

A atriz será uma das protagonistas, dando vida à Renata, a glamourosa e manipuladora mãe de Felix, que vai fazer de tudo para garantir o legado de seu filho, ainda que para isso ela tenha que acabar com sua felicidade.

A nova série terá um formato de telenovela antológica, com cada temporada sendo baseada em um romance ficcional escrito pela personagem Jane Villanueva (Gina Rodriguez). A então protagonista de ‘Jane The Virgin‘ será a narradora do novo projeto.

O primeiro ciclo se passa em um vinhedo em Napa Valley, onde os segredos de uma família não ficam enterrados por muito tempo. Além de Cross, a trama conta com a novata Jacqueline Grace Lopez, que viverá Estela, uma curadora de arte que descobre algo que vai mudar totalmente a sua vida.

 

A quinta e última temporada de ‘Jane The Virgin’ estreia em 27 de março.

Assista ao mais recente trailer:

Gina Rodriguez, Andrea Naved, Justin Baldon, Yael Grobg, Ivonne Co, Jaime Cami, Anthony Mende e Brett Dier estrelam.

As três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

‘Venom 2’: Homem-Aranha encara Eddie Brock em belo cartaz feito por fã; Confira!

A pandemia do coronavírus tem afetado drasticamente a produção cinematográfica, comprometendo ainda as estreias de muitos longas programados para 2020 e até mesmo 2021.

E um dos filmes afetados foi ‘Venom 2‘, que tinha sua estreia prevista para 8 de outubro de 2021, e agora segue sem uma nova data determinada.

E o longa ganhou um belo cartaz feito por um fã, que traz o herói Homem-Aranha frente a frente com Eddie Brock. O material tenta criar um dos confrontos mais desejados pelos fãs dos quadrinhos.

Confira:

 Venom 2’ trará de volta HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris está em negociações para viver a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

Andy Serkis dirige a sequência. 

Crítica Netflix | Cabras da Peste é uma divertida comédia policial cheia de “fuleiragem”

Provocando o riso frouxo e trazendo fragmentos do subgênero screwball, as comédias policiais sempre renderam bem em Hollywood, seja no cinema ou nas telinhas. Popularizado por longas como Máquina Mortífera, Um Tira da Pesada, Hora do Rush, Bad Boys e As Branquelas, o formato buddy-cop nunca sai de moda e muitas vezes é a pedida ideal para tempos tumultuados. E Cabras da Peste chega à Netflix exatamente em um momento clínico. Com o cinema nacional sofrendo diante de um incerto cenário, a produção traz esse grandioso passado de referências, regado por uma identidade toda tupiniquim, que reforçam o valor da arte produzida por aqui.

Dirigido por Vitor Brandt, o longa acompanha um destemido policial chamado Bruceuilis (Edmilson Filho), que decide viajar para São Paulo, a fim de reencontrar a cabra Celestina – patrimônio de sua pequena cidade no interior do Ceará. Sua jornada ganhará rumos completamente distintos e inusitados, ao conhecer Trindade (Matheus Nachtergaele), um desajeitado e “frouxo” policial, que faz de tudo para fugir de um confronto. Juntos, eles tentarão desmantelar um grupo de mafiosos, à medida que se envolvem em trapalhadas escabrosas, que beiram o absurdo e até mesmo a comédia pastelão – com ares de Os Trapalhões.

Imperfeito em alguns momentos, mas delicioso na maior parte do tempo, Cabras da Peste é o tipo de comédia que valoriza a nossa brasilidade, enquanto extrai algumas referências e homenagens do cinema hollywoodiano. Trazendo lembranças de algumas das produções mais amadas do gênero – como até mesmo a série Brooklyn Nine-Nine, o longa estrelado por Nachtergaele e Edmilson Filho é sólido em seu humor, ainda que ele não funcione todas as vezes. Brincando com os maneirismos do povo nordestino, o filme faz um contraste cultural leve e despretensioso e sabe nos fazer rir com vontade em seus principais momentos.

Aqui, Matheus Nachtergaele e Edmilson Filho formam aquela clássica dupla improvável que se completa em suas diferenças e o carisma de ambos os atores é notável, se destacando até mesmo nas cenas regadas por clichês batidos comuns ao gênero. Com protagonistas bem entrosados em tela, a produção passa diante dos nossos olhos com rapidez e nos convence até mesmo de seus absurdos e daqueles instantes em que algumas das cenas de ação pecam em sua qualidade técnica.

Aproveitando bem o seu tempo de tela sem cansar o público, Brandt sabe usufruir do amor de Edmilson Filho pelas artes marciais e o permite brincar em cena, esbanjando aqueles movimentos exagerados e hilários que tanto amamos na comédia Cine Holliúdy. Com a cabra Celestina se destacando e até mesmo protagonizando alguns dos melhores momentos do filme, Cabras da Peste é uma comédia que não quer ser levada a sério. Entre erros e acertos, sabe fazer rir e nos lembra do quão necessário é proteger o nosso cinema nacional.

[EXCLUSIVO] ‘Urso do Pó Branco’: Filme sobre overdose de urso é inspirado em Quentin Tarantino e Sam Raimi, diz Elizabeth Banks

O suspense cômico ‘Urso do Pó Branco‘ ainda está distante de sua estreia mas desde o recente lançamento de seu primeiro e bombástico trailer, é inegável dizer que o filme já se tornou uma das apostas mais inusitadas para o 1º semestre de 2023.

Inspirado em fatos reais, o novo longa dirigido pela atriz e diretora Elizabeth Banks promete subverter o gênero com a insana história de um urso que sofre uma overdose de cocaína, ao consumir um generoso carregamento que cai de um avião.

E embora a premissa de ‘Urso do Pó Branco‘ pareça remeter a diversos sucessos do cinema B, Banks revelou em entrevista ao CinePOP que suas grandes referências criativas para o longa foram alguns dos cineastas mais aclamados da indústria, como Quentin Tarantino e Sam Raimi.

“Minha principal inspiração para esse filme foram os Irmãos Coen, Quentin Tarantino, John Carpenter e Sam Raimi. Essas eram nossas referências enquanto fazíamos o filme”.

Indo mais além, a diretora ainda ponderou sobre a inusitada combinação entre comédia, suspense e um pequeno toque dramático que Urso do Pó Branco possui, revelando que sua maior inspiração – em se tratando de filme – foi o amado clássico da Sessão da Tarde, Conta Comigo.

“Um dos filmes de maior referência para mim nessa produção foi o clássico oitentista Conta Comigo, que também é sobre uma jornada na floresta, onde essas crianças viverão uma experiência maluca – onde eles encontram um corpo. No nosso caso, temos dois personagens bem jovens que se perdem na floresta e sua mãe, vivida pela Keri Russell, está à procura deles. Esse filme de 86 realmente abriu meus olhos para o que queríamos fazer. Além disso, temos muito humor e sensibilidade na trama, assim como nesse longa”. 

Mas muito mais do que urso sob o efeito de quilos de cocaína, o novo suspense roteirizado por Jimmy Warden promete surpreender a audiência com personagens substancias e diversos, conforme reiterou Elizabeth Banks.

“Eu sei que o trailer chama muita atenção para o urso em si, mas o que me atraiu no filme é o fato de ele ter uma ótima construção de personagem. Todos eles possuem arcos muito divertidos e eu amei a ideia de termos vários pontos de vistas e múltiplos protagonistas trazendo suas visões em um único lugar, onde poderemos ver como todos eles lidam com esse urso sob o efeito da cocaína”, comentou.

E para os que estão à procura de uma aventura fora dos padrões, Banks já deixa claro que ‘Urso do Pó Branco‘ será um inusitado filme sobre a vingança:

“O filme é inspirado em fatos reais, você encontra a história verdadeira na internet. Na história real, o urso foi encontrado alguns meses depois e foi constatado que ele havia consumido em torno de 31 quilos de cocaína! Quando li a história, eu realmente me compadeci com o urso e fiquei pensando ‘nossa, me sinto mal por essa criatura. Ele é apenas um efeito colateral de um mundo destruído pelas drogas’. E acho que esse filme pode ser a história de vingança desse urso. Essa era uma das ideias que me deixou tão empolgada pra trabalhar com esse roteiro”.

Assista ao trailer:

O longa, da Universal Pictures, será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de fevereiro de 2023. No Brasil, ainda não há data de estreia.

Elizabeth Banks (‘As Panteras’) assina a direção, a partir de um roteiro escrito por Jimmy Warden.

Ray Liotta, Keri Russell, Alden Ehrenreich, O’Shea Jackson e Jesse Tyler Ferguson estrelam. Margo Martindale (‘Mrs. America’), Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’), Christian Convery (‘Sweet Tooth’), Brooklynn Prince (‘Home Before Dark’), Kahyun Kim (‘American Gods’) e o comediante Scott Seiss completam o elenco.

O urso em questão foi batizado de “Pablo EskoBear”, e se tornou uma das mais bizarras atrações turísticas do Kentucky. O caso aconteceu nos anos 80, quando o ex-policial Andrew Thornton se tornou um traficante internacional e iniciou a operação de uma rota de drogas da Colômbia para os EUA.

Durante um dos voos do tráfico, Thornton tinha que pular do avião em pleno voo enquanto sobrevoava a Floresta Nacional de Chattahoochee, com 40 recipientes de plástico cheios de cocaína em seu corpo.

O traficante morreu, pois o peso extra da cocaína fez com que o paraquedas não suportasse a queda. E então os US$ 15 milhões dos 40 quilos de cocaína desapareceram. O urso comeu.

A história do filme mostrará o urso preto de 80 quilos que foi encontrado morto por overdose depois de ingerir grandes quantidades de cocaína jogada na floresta pelo traficante.

Phil Lord e Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’) serão os produtores do longa.

Berlim 2023 | Crítica | Manodrome – Suspense com Jesse Eisenberg enquadra Misoginia e Masculinidade Frágil

Frankie (Jesse Eisenberg) é um motorista de Uber e sua namorada Sal (Odessa Young) trabalha em uma loja de conveniência. Em breve, os dois terão um bebé, mas o dinheiro mal dá para eles. Logo na primeira cena, Manodrome já diz que algo está fora de sintonia na vida de Frankie. 

Segundo longa-metragem do sul-africano John Trengove, Manodrome nos coloca sob o ponto de vista de um jovem branco norte-americano com dificuldades sociais, familiares e financeiras. Como no piloto automático, Frankie dirige seu carro, olha feio para casais homossexuais e objetifica as mulheres. Sua energia e revolta é sublimada no levantamento de peso na academia. 

Dessa maneira, Jesse Eisenberg compõe um personagem — como ele sabe muito bem — deslocado socialmente e prestes a resolver suas miseráveis indignações com os punhos. Longe de tornar-se um magnata da internet, como em A Rede Social (2010), o ator nos persuade a preparar-se com ele para um combate iminente. Neste caso, no entanto, a sua luta é tornar-se pai. 

Com comportamentos tóxicos salpicados aqui e ali, Manodrome não é direto ao ponto em sua crítica. Na verdade, ele é mais reflexivo sob a ótica de como um cidadão desmotivado e confuso pode ser facilmente interceptado por um grupo, ou melhor, seita. Se a comunidade religiosa sempre realizou este trabalho, John Trengove nos mostra que homens em busca de uma supremacia da masculinidade podem ser tão convincentes quanto a crença de uma vida melhor após a morte. 

De forma sutil, um amigo de Frankie o convida para reunião com seus camaradas. No restaurante, ele é apresentado a vários homens, entre eles Dad Dan (Adrien Brody). Este é uma espécie de líder, os outros são seus filhos, uma vez que eles são chamados de Son Brad, Son Aaron… A partir de então, eles realizam rodas de escuta, expurgação, e terror psicológico. O maior fardo que Frankie carrega, entretanto, é o abandono parental e a incapacidade de ver-se neste papel. 

Paulatinamente, a fachada de grupo de acolhimento é descortinada por meio de cânticos de dominação, armamento e afastamento social fora da bolha, principalmente com mulheres (tidas como controladoras e manipuladoras). Assim, Frankie transforma-se em algo diferente , entretanto, muito pior que o indivíduo apenas angustiado e confuso do início. 

O terceiro e último ato de Manodrome é um thriller de ação em formato de expurgo de uma masculinidade frágil e tóxica. Lá, o diálogo não cabe porque o poder do homem está no seu corpo, mais forte que de uma mulher, e no grito mais robusto que dos outros. Diferente de Clube da Luta  (1999), de David Fincher, o niilismo de John Trengove tem alvo em tudo que representa feminilidade, inclusive a homossexualidade.

Desse modo, Manodrome mostra a intolerância — retratada por grupos como incels — ganhar uma dimensão incontrolável e ser catapultada pela atuação visceral de Jesse Eisenberg. A solução de Frankie seria muita terapia para lidar com seus traumas, mas a sua “comunidade” lhe oferece uma Glock 22 carregada. 

Novo vídeo de ‘Com Amor, Simon’ celebra TODAS as formas de amor

A Fox Film vai quebrar alguns paradigmas no início de 2018, com sua primeira comédia romântica adolescente gay, intitulada ‘Com Amor, Simon. O longa ganhou um vídeo especial celebrando todas as formas de amor e incentivando que os fãs façam pequenos vídeos de 60 segundos no Instagram com a hashtag #FistLoveStoryContest:

O longa ganhou também um novo trailer dublado. Assista:

 

Baseado no romance de Becky Albertalli, ‘Simon vs. A Agenda Homo Sapiens’ (2015), o romance será dirigido por Greg Berlanti e conta a história de Simon (Nick Robinson de ‘Jurassic World’), um adolescente que se apaixona por outro colega de sala através da troca de e-mails e precisa lidar com o medo de relevar para o mundo como realmente se sente.

Love, Simon’ chega aos cinemas em março de 2018 e conta também com Jennifer Garner, Josh Duhamel, Jorge Lendeborg Jr., Alexandra Shipp e Katherine Langford (de 13 Reasons Why).

‘Venom’: Trailer final ganha data de lançamento; Confira!

O site Trailer-Track, especializado em classificação de trailers, confirmou que o trailer final de Venom já foi oficialmente classificado.

Agora, segundo o ComicBook, o trailer será lançado amanhã (dia 31 julho) nas redes sociais do filme, por volta do meio dia, com duração de 2 minutos e 31 segundos.

Em uma nova entrevista ao Entertainment Weekly, Ruben Fleischer comentou que não existem heróis em Venom. Segundo ele, a ideia sempre foi apresentar algo novo no gênero de super-heróis, e ao mesmo tempo, plantar sementes para que esse “universo de vilões” possa crescer nos cinemas.

“Estava muito empolgado em trazer algo novo ao gênero. O tom do filme é muito original e distinto do que vem sendo feito nos cinemas atualmente. É algo totalmente apropriado para Venom, pois ele é um personagem mais sombrio, violento, e intimidador. Não existem heróis nesse filme”

‘Ele quer colonizar outros planetas’, revela Riz Ahmed sobre o vilão de ‘Venom’

Enquanto isso, a revista também lançou mais duas imagens, a mais notável delas mostra o simbionte e seu icônico sorriso perverso. Confira:

Assista também o novo trailer internacional:

Vale lembrar que o primeiro trailer teve mais visualizações que qualquer outro filme protagonizado pelo Homem-Aranha. O vídeo acumulou mais de 64 milhões de views.

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom HardyMichelle Williams e Jenny Slate estrelam a adaptação.

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel(’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi AradMatt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer(‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

Crítica 2 | ‘Beau Tem Medo’ leva o BIZARRO a outro nível nas telonas

Enfim chega aos cinemas um dos filmes mais misteriosos dos últimos anos: Beau Tem Medo. Anunciado por um bom tempo como Disappointment Blvd., o novo projeto do promissor Ari Aster foi inicialmente descrito como uma comédia de terror sobre um dos maiores empresários da história, com nome não revelado. Isso já seria uma grande surpresa, já que o diretor se popularizou por histórias de terror sobre relacionamentos, não pessoas públicas. No entanto, com a mudança do título para o atual, esse papo de ser uma biografia de um empresário foi ficando meio de lado e começou a ficar mais próximo do Ari Aster que conhecemos. Até porque um de seus primeiros trabalhos foi o curta “Beau”, que conta a história de um homem de meia idade paranoico que pretende visitar a mãe, mas começa a sofrer com uma série de eventos incomuns.

Conheça ‘Beau’, o curta de Ari Aster que influenciou ‘Beau Tem Medo’

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Depois de muitas especulações e uma campanha publicitária que explorou ao máximo a aparência peculiar do jovem Armen Nahapetian, que muitos afirmaram categoricamente ser uma criança de CGI, o filme estreia e justifica toda a estranheza prometida nos materiais promocionais com uma condução narrativa que beira o abstrato, criando uma obra que propõe ao espectador não apenas refletir sobre o filme durante seu próprio desenrolar, mas também participar da trama como um grande componente do roteiro.

Em outras palavras, o roteiro e a direção te convidam a sentir na pele a desgraça que é ser o Beau e viver as situações mais constrangedoras e humilhantes possíveis, ao mesmo tempo que você também participa como promotor dessa humilhação. É um longa que te põe na pele de vítima e agressor em uma trama que exige completo desapego à realidade. As reações ao fim da sessão para qual fui convidado foram sensacionais. Enquanto alguns se questionavam sobre o que acabaram de assistir, outros afirmavam categoricamente não terem entendido nada. É um daqueles casos de “Não entendi, nota 9”. Isso porque é um longa que causa sensações, não necessariamente boas sensações, e propõe que você aceite a história sem se apegar a pontos racionais para “justificar” alguma cena ou algum acontecimento, assim como o próprio Beau ao longo das 2h59 de filme.

E por se tratar de um filme do Ari Aster, tudo gira em torno da mente supostamente problemática do medroso Beau, que só perde em nível de problemas para sua relação misteriosa com a própria mãe, uma personagem cuja aura transita entre a imaculada e a controversa conforme os flashbacks e as situações são apresentadas.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

O filme tem cinco atos bem segmentados, cada um mais perturbador que o outro, crescendo a escala do absurdo com uma falta de naturalidade propositalmente incômoda. Afinal, foi construindo muito bem climas desconfortáveis e situações desagradáveis que o diretor fez seu nome no meio do terror atual. Só que neste filme, o protagonista carrega uma inocência praticamente infantil, o que deixa tudo que acontece com ele ainda mais incômodo. É como se Ari Aster construísse as desventuras de seu próprio Forrest Gump, com a diferença que absolutamente tudo dá errado para ele.

O primeiro ato consegue ser o mais “normal” deles, mesmo mostrando desde o nascimento até o presente do protagonista, já levantando algumas questões. Ele praticamente pega o curta original de 2011 e o expande com mais orçamento e tempo de tela. É nele que conhecemos a faceta “social” de Beau e como ele vive em um ambiente hostil, representado pelas mazelas sociais comuns a todo o planeta, como a pobreza, a luxúria, a violência descontrolada, o vício nas redes sociais e a total falta de apreço pela vida humana que o modelo social vigente proporciona diariamente. O conflito inicial de Beau é com seus vizinhos, que o acusam de estar escutando música alta durante a noite, criando a primeira divergência do público e o primeiro sinal de que o desprendimento da realidade será essencial para embarcar na proposta do filme. Isso porque apesar dos vizinhos e passantes da rua trazerem conflitos, acusando Beau de consumar os atos, em momento algum nos é mostrado ele realizando as ações.

É também o ato mais sutil acerca da personalidade do protagonista. Ele ainda parece ser um homem teoricamente normal, apenas vítima do contexto miserável em que está inserido. Ainda assim, ele se mostra um homem cordial e muito, mas muito submisso, mantendo contato apenas com sua amada mãe, para quem prometeu uma visita.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

O segundo ato é ambientado em uma casa familiar, onde Ari Aster mostra que tortura pode ser entretenimento se for conduzida por um diretor que sabe o que está fazendo e um elenco completamente compromissado. Nessa sequência, Beau é tratado como um visitante no lar de uma família tradicional, em que apenas a filha parece se incomodar com sua presença. É outro momento bastante comum a crianças em fase de crescimento e amadurecimento, que é passar a noite fora. Não surpreendentemente, a direção dá um jeito de colocá-lo em situações nas quais ele pede pela mãe, exatamente como uma criança que dormiu fora de casa pela primeira vez.

E sem dar muitos detalhes, esse ato é um dos mais grotescos de todo o filme. Ele promove um contraste de imagem com os personagens apresentados que vão se somando à trama, que novamente é incômodo e traz novos conflitos e mistérios. É também um momento carregado de críticas, principalmente porque esses personagens tão idealizados e que representam a típica família americana são responsáveis por ações muito questionáveis e injustificáveis, enquanto ostentam uma roupagem muito próxima do cotidiano de muitos.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Eis que o filme transita de forma ofegante para o terceiro ato, aquele que provavelmente vai marcar o imaginário das pessoas quando lembrarem desse filme. Marcado pelas cores fortes e pela metalinguagem, ele leva Beau para uma sessão de teatro em meio à floresta, onde surgem personagens que criam algum tipo de vínculo positivo com o protagonista, e é quando o filme abraça uma estética colorida de encher os olhos. É o momento em que a ficção e a ‘realidade’ se misturam e Beau se permite sonhar acordado, levando o espectador a viajar por meio de seus medos e traumas de forma quase didática. Essa sequência é tão fascinante e surtada quanto triste. Suas aspirações são simples, dignas de quem apenas quer uma vida comum e não consegue por conta de seus traumas e paranoias.

É uma outra clara situação de contraste, mas que é feita de forma tão envolvente e surrealista que mesmo em meio a situações pesadas e tristes, consegue criar uma catarse misturando passado, presente e futuro. Fazendo o paralelo com as situações infantis às quais o protagonista é submetido, é como a primeira vez que uma criança vai a uma feira ou ao cinema em si, criando amigos, encontrando desconhecidos e se envolvendo pelos próprios sonhos e desejos projetados na arte. É um breve momento de acolhimento real em meio a tantas provações.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Os atos finais são quando tudo descamba e conseguem se tornar ainda mais bizarro. É principalmente no quarto ato que a proposta de ser um pesadelo em carne e osso se materializa e os níveis da bizarrice se tornam ilimitados. Absolutamente tudo neste ato é cruel, traumático e surpreendente. Por isso, vamos falar o mínimo possível dele e do quinto no texto, apenas dizer que são construídos de forma que o abstrato se torna palpável e os conflitos desenvolvidos e sugeridos ao longo da história se encontram em uma situação pra lá de inusitada, reunindo os maiores pesadelos da existência de Beau em uma sequência complexa envolvendo a busca por respostas e os horrores da psique humana.

Entre os atos, a direção traz flashbacks da infância de Beau, mostrando um pouco mais de seu comportamento nas diferentes faixas etárias. As cenas de sua infância são retratadas em um cruzeiro, sempre ao fim do dia ou no início da noite, com cores quentes que destoam das demais. É uma representação de tempos mais vívidos em que Beau conseguiu criar vínculos com pessoas de fora da família. O mais curioso é ver como ele se tornou esse adulto tomado pelo medo, enquanto ele tenta sobreviver às provações da desventura da vida.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Outro ponto que se destaca e pode passar despercebido é o uso da trilha musical para ajudar a construir no subconsciente a ideia de que Beau é visto como uma criança. Além de praticamente todos os personagens o tratarem sob um tom professoral, se colocando acima dele em vários sentidos, todas as canções do longa contam histórias de alguém sendo guiado ou influenciado por uma mãe ou uma pessoa não revelada, o que casa perfeitamente com a proposta do filme. Mas não indicamos que vocês procurem a trilha antes de ver o longa, porque os nomes das trilhas originais são bastante reveladores e podem tirar um pouco da abstração.

Falando em passar despercebido, esse filme conta com uma infinidade de detalhes e autorreferências que enriquecem muito a história. Só que são tantas que chega a ser quase impossível. Por isso, se você embarcar na proposta, é bem provável que termine sua análise pós-sessão com vontade de assisti-lo novamente só para prestar atenção nesses pequenos detalhes, mesmo que isso signifique encarar mais uma vez 2h59 de filme. E grande parte desse tempo é conduzida pela atuação brilhante de Joaquin Phoenix, que interpreta o Beau adulto e idoso.

No entanto, não acredito que ele seja indicado nas grandes premiações. É que, apesar da mudança física expressiva dele para o papel, o Beau é um personagem de meia idade com personalidade passiva, vítima de uma sociedade, tem um relacionamento misterioso e complexo com a mãe, vive com psicológico abalado e passa o tempo inteiro fugindo. Ou seja, cai exatamente no mesmo arquétipo do Arthur Fleck, personagem que rendeu ao ator um Oscar em Coringa (2019). Mesmo assim, ele está fantástico como Beau.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Beau Tem Medo é um daqueles filmes que despertará as mais diferentes reações nos espectadores. Inclusive, se uma pessoa assisti-lo a mais de uma vez, a probabilidade de mudar sua visão sobre a trama, os personagens e afins, terminando a sessão com uma nova interpretação, é altíssima. Entretanto, muitos podem não comprar a proposta e aí a experiência das quase 3h não será das mais positivas. A boa notícia é que os fãs do Ari Aster vão se deleitar com o diretor praticamente estabelecendo seu parque de diversões, elevando ao máximo seu estilo e estética de direção. E quem não gosta do trabalho do diretor, muito provavelmente não vai mudar de ideia com esse aqui. Até porque a mescla de comédia com drama e terror não é das mais palatáveis, por mais que funcione muito bem em tela.

No final das contas, Beau Tem Medo me remeteu a escutar a música Bohemian Rhapsody, do Queen. É uma grande mistura de estilos que não tem medo de propor coisas novas e não quer que o público ache um sentido na obra, mas que sinta sua proposta e se deixe envolver por seus extremos. Mesmo que você não entenda nada, essas obras são capazes de causar sensações e gerar interpretações. E o melhor de tudo é que não tem um “caminho certo” a se seguir. Todas as rotas e viagens compõe a totalidade dessas produções e é justamente isso que faz delas trabalhos únicos. No caso de Beau, é um filme que definitivamente merece ser visto no cinema, porque como é longo e requer que você viaje junto com o protagonista, a experiência de assisti-lo em uma sala climatizada escura, onde não haverá pausas e estímulos externos, como telefones e outras telas, é a melhor para vivenciar a produção com a intensidade que ela pede.

Foto: Divulgação/ Diamond Films

Beau Tem Medoestá em cartaz nos cinemas do Brasil.

Crítica | Nas Ondas da Fé – Marcelo Adnet Mostra Todo o Seu Talento em HILÁRIA Comédia Nacional

Existe um ditado que fala que “com política e religião não se discute”. Como vimos nos últimos anos, a política veio sendo, sim, abertamente discutida pela população, porém, a religião continua sendo um assunto bastante delicado, deixando muita gente aborrecida quando os temas ou histórias são retratadas de maneira menos apreciativa (tá aí o Porta dos Fundos sendo anualmente crucificado com seus especiais de Natal). Mas, se a comédia não volta à sua função de origem, de promover a consciência sobre eventos e pessoas, então, como a crítica social poderá atingir aos espectadores do cinema? Partindo dessa inquietação, estreia no próximo dia 12 nas salas a hilária comédia brasileiraNas Ondas da Fé’.

Hickson (Marcelo Adnet) sempre foi um cara excluído, sem nenhum atrativo, embora tenha conseguido se casar com o amor de sua vida, Jéssica (Letícia Lima). Dividindo seu tempo entre um carro de mensagem sonora e bicos consertando computadores de senhorinhas, certo dia ele vai a um templo com a esposa e conhece o pastor Adriano (Thelmo Fernandes), um homem que, apesar de não ter muito ibope em seus cultos, simplesmente conhece todo mundo e tem boas conexões, principalmente na rádio evangélica Ondas da Fé. Com a indicação deste, Hickson consegue um emprego na rádio, mas, quando sem querer acaba transmitindo um teste que fazia no microfone, Hickson ganha destaque na rádio, conquistando milhares de fiéis com seu jeitinho mais descontraído de transmitir a palavra.

Em uma hora e meia de duração, ‘Nas Ondas da Fé’ parte das emoções da fé para demonstrar o quanto a ganância e a corrupção dos homens está desvirtuando os ensinamentos de Deus. Com argumento e colaboração de roteiro do próprio Adnet (e escrito por Lusa Silvestre), o longa faz uso da comédia para criticar a corrupção das instituições da fé, a manipulação da crença das pessoas em prol do benefício individual, a espetacularização dos ensinamentos com o intuito de justificar gastos e hipnotizar o público, etc. Tais críticas poderiam ser dirigidas a qualquer religião, mas em ‘Nas Ondas da Fé’ se encaixa perfeitamente com a construção do argumento na crença evangélica, que cresceu consideravelmente no mundo todo nas últimas décadas e que enriqueceu pastores como Silas Malafaia e Bispo Macedo.

Um grande atrativo do longa foi reunir uma turma de peso para abrilhantar o elenco, todos da comédia. Em ‘Nas Ondas da Fé’ a gente ri com Otávio Muller, Tonico Pereira, Gregório Duvivier, Michel Melamed, Fernando Caruso, Roberta Rodrigues, Débora Lamm, Elisa Lucinda, Saulo Arcoverde e por aí vai. Ainda que com umas cenas estranhamente clipadas, o filme de Felipe Joffily consegue fazer rir ao mesmo tempo em que propõe a reflexão crítica aos espectadores.

Marcelo Adnet está simplesmente hilário, mostrando toda sua versatilidade em imitar a voz de diversas personalidades. ‘Nas Ondas da Fé’ é ele todinho, que, com seu talento, carrega o filme com leveza e profundidade de maneira respeitosa aos evangélicos, terminando com sua mensagem final, que é também a do filme: Deus é você.