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Brie Larson revela o nome de sua personagem em ‘Velozes e Furiosos 10’

Brie Larson revelou neste sábado (17) em suas redes sociais qual será o nome da sua personagem em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

O décimo capítulo da franquia começou suas produções em abril, e adicionou ao elenco nomes de peso, como a atriz de Capitã Marvel, Brie Larson. Através de um novo tweet da atriz, agora sabemos qual será o nome de sua personagem em ‘Velozes e Furiosos 10‘.

O nome da personagem de Larson em ‘Velozes e Furiosos 10‘ será Tess, como mostra ela em um tweet:

Com estreia marcada para maio de 2023, o longa conta com o retorno de Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Ludacris, Tyrese Gibson, Jordana Brewster, Sung Kang, Michael Rooker, Scott Eastwood e Charlize Theron.

A produção também irá introduzir Jason Momoa (‘Aquaman’), Brie Larson (‘Capitã Marvel’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’) e Alan Ritchson (‘Reacher’) e Rita Moreno (‘Amor, Sublime Amor’).

Já a direção fica a cargo de Louis Leterrier (‘O Incrível Hulk’), após a saída de Justin Lin.

Vale lembrar que Dwayne Johnson NÃO retornará após sua briga com o Vin Diesel, assim como diretor Justin Lin, que deixou a produção após conflitos com o ator.

O Voo

(Flight)

Elenco: Denzel Washington, Don Cheadle, Melissa Leo, John Goodman, Bruce Greenwood, Kelly Reilly.

Direção: Robert Zemeckis

Gênero: Drama

Duração: 138 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 8 de Fevereiro de 2013

Sinopse: O Voo‘ acompanha Whip Whitaker (Washington), um alcólatra que se torna um herói norte-americano quando consegue pousar uma aeronave comercial após uma pane no sistema. O problema é que ele estava sobre a influência de drogas e álcool no momento, e não aceita seu novo rótulo de salvador da pátria.

 

Curiosidades:
» O longa é dirigido por Robert Zemeckis, que volta a trabalhar em um filme live-action após comandar várias animações em CGI, como ‘O Expresso Polar‘, ‘A Lenda de Beowulf‘ e ‘Os Fantasmas de Scrooge‘.

» Primeiro filme live-action de Robert Zemeckis desde ‘Náufrago‘.

» John Gatins (‘Hardball – O Jogo da Vida’) roteiriza.

Geronimo

(Geronimo)

 

 Geronimo (2014) on IMDb

Elenco: Céline Sallette, Rachid Yous, David Murgia, Nailia Harzoune.

Direção: Tony Gatlif

Gênero: Comédia Dramática

Duração: 107 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Julho de 2015

Sinopse:

A educadora Geronimo, criada por ciganos, tenta apaziguar a crescente rivalidade entre ciganos e turcos no sul da França. A situação fica crítica quando uma jovem de origem turca recusa um casamento arranjado para ficar com um cigano.
Curiosidades:

» Seleção Oficial – Festival de Cannes 2014

» Diretor, produtor e roteirista, o cineasta, já realizou mais de 20 filmes. Conhecido por O Estrangeiro Louco (1997), Amarga Vingança (2000) e Exílios (2004).
Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

 

Charlize Theron belíssima em clipe legendado de ‘O Caçador e a Rainha do Gelo’

O Caçador e a Rainha do Gelo‘ (The Huntsman: Winter’s War) teve um novo vídeo divulgado.

Assista, com os vídeos anteriores:

o caçador e a rainha do gelo

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Sequência do sucesso ‘Branca de Neve e o Caçador‘, o longa se passa antes e depois do primeiro filme, quando a Rainha Ravenna (Charlize Theron) recruta o caçador para matar sua enteada, Branca de Neve. Focada no caçador (papel de Hemsworth).

Com distribuição da Universal Pictures, ‘O Caçador e a Rainha do Gelo‘ é um dos grandes lançamentos da distribuidora em 2016.

A Branca de Neve (Kristen Stewart) não retorna, mas seu amigo de infância William (Sam Clafin) sim, apenas para uma participação especial.

Rob Brydon, Alexandra Roach e Sheridan Smith viverão os novos anões da franquia ao lado de Nick Frost. A sequência terá apenas quatro anões ao invés dos tradicionais sete.

Cedric Nicolas-Troyan, diretor de segunda unidade e supervisor de efeitos visuais no longa original, assume a direção, substituindo Frank Darabont, que deixou o projeto por “diferenças criativas”.

A Universal agendou a estreia de ’O Caçador’ para 22 de abril de 2016.

 

Crítica | Demônio de Neon

Ana Carolina Reis, de Nova York

Se você acha que já viu de tudo que uma mulher é capaz de fazer para derrubar a outra no competitivo mundo da moda, baseado em seus conhecimentos de America’s Next Top Model, você não sabe de nada, inocente.

Em ‘Demônio de Neon‘ (The Neon Demon), o diretor dinamarquês Nicolas Winding Refn (que assina ‘Drive‘ e ‘Só Deus Perdoa‘, ambos estrelados por Ryan Gosling) traz um canibal universo da fogueira feminina das vaidades através de um roteiro superficial, mas tem imagens que, sem dúvida, impactam e boas atuações.

O thriller, que o próprio Refn defende como uma comédia de terror, conta a história da inocente e virginal Jesse (Elle Fanning), que chega à Los Angeles com o sonho de conquistar seu lugar ao sol no disputado mundo da moda. Lá, ela desperta amor e ódio em níveis obsessivos. O elenco é formado ainda por Jena Malone, assustadora no papel da maquiadora stalker Ruby; Keanu Reeves como o administrador do sinistro motel em que Jesse se hospeda; Desmond Harrington (da série ‘Dexter’) como o misógino fotógrafo Jack; e as pouco conhecidas Bella Heathcote e Abbey Lee, como modelos quase biônicas capazes de tudo em nome da inveja.

the neon demon

Christina Hendricks faz uma participação especial como a cínica agente de modelos Roberta Hoffmann e o ator do também polêmico ‘Love‘, Karl Glusman, é o aspirante a fotógrafo Dean, interesse amoroso em potencial de Jesse. Com personagens masculinos secundários, o ator Alessandro Nivola, que improvisou a maior parte de suas falas, se destaca em uma das melhores cenas do filme como um estilista também o quê? Misógino, claro!

As imagens e trilha sonora respeitam a marca Nicolas Winding Refn de qualidade de seus filmes anteriores, afinal de contas ele continua trabalhando com o mesmo time: Cliff Martinez na trilha sonora e Matthew Newman na edição. O que no final das contas deixa tudo meio parecido, mas tudo bem.

the neon demon

Assim como no filme anterior de Refn, ‘Só Deus Perdoa‘, os diálogos são arrastados e o ritmo em geral é lento, até que nos últimos vinte minutos vem uma sequência de cenas, que sim, causam fortes reações, independente da qualidade (ou falta de) do filme e não é para todo tipo de estômago, definitivamente. Apesar das intenções claras de “denunciar” um universo, literalmente, canibal e competitivo, falta conteúdo. E fazer um filme superficial sobre superficialidade é a grande ironia de ‘Demônio de Neon‘.

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‘O Bebê de Bridget Jones’ ganha divertido vídeo

O Bebê de Bridget Jones‘ (Bridget Jones’s Baby) ganhou um divertido vídeo legendado, apresentando a personagem de Renée Zellweger.

A vencedora do Oscar retorna a um de seus papéis favoritos para mostrar o amadurecimento de Bridget – em uma história recheada de humor.

Assista:

Mesmo depois de dez anos e várias mudanças na vida da jornalista britânica, algumas coisas continuam iguais.

“Esses personagens ainda se gostam apesar do tempo que se passou”, relembra Colin Firth – que volta como Mr. Darcy. Patrick Dempsay, que interpreta o sedutor americano Jack Qwant, explica que seu personagem traz uma nova dinâmica para o filme.

Renée Zellweger, Colin Firth e Patrick Dempsey estampam. Hugh Grant não retorna.

Com estreia marcada para 29 de setembro em circuito nacional, ‘O Bebê de Bridget Jones‘ (Bridget Jones’ Baby) apresenta uma nova fase da conturbada jornalista. Cercada de amigos e pronta para ser feliz para sempre, Bridget Jones segue confiante já que sua vida está dando sinais de melhora: agora ela é produtora do noticiário em que trabalhava e se orgulha por ter uma boa relação com seu ex-namorado, o advogado Mark Darcy (Colin Firth). Quando tudo parece estar as mil maravilhas, ela descobre que, aos 40 anos de idade, está esperando seu primeiro filho.

Mark Darcy supostamente trai Bridget em novas imagens dos bastidores de ‘O Bebê de Bridget Jones’

Patrick Dempsey no elenco de ‘Bridget Jones 3’

Nova foto confirma SPOILER sobre Carl em ‘The Walking Dead’

 

Mas calma que ainda não é o que você está pensando.

[SPOILER] 

 

No final dessa semana começou a circular na web que o episódio deste domingo em ‘The Walking Dead‘, Sing me a Song, traria Carl capturado pelos Salvadores.

E mais além, o episódio mostrará Carl sendo forçado por Negan a retirar o tapa olho para mostrar a cicatriz sofrida na temporada passada.

Pois bem, a nova imagem divulgada pelo perfil da série no Instagram confirma a novidade.

Vai ser TENSO!

Veja a imagem, com as prévias:

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Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

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Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

[SPOILER] 

O episódio 6, intitulado Swear, será focado em Tara e Heath, que terminaram a sexta temporada em busca de suprimentos. Neste momento, ‘The Walking Dead‘ fará um retorno a temporada passada, somente na perspectiva dessa dupla, para explicar o que aconteceu com os dois. Em meio as tentativas de fugir dos Walkers, a dupla chegará em Oceanside, uma outra comunidade que até agora não foi vista na série.

Em Blazing Hell, título do 7º episódio, tudo indica que Negan vai atacar Alexandria com granadas, o que fará com que várias casas do alojamento peguem fogo e que alguns Walkers, novamente, entrem na comunidade.

Por fim, o título do episódio 8 é completamente explicativo. Chamado de Êxodo, o plot indica que Rick vai completar a transição dos moradores de Alexandria para Hilltop. Vale lembrar também que é no 8º episódio que a série entra em hiato e só retorna entre fevereiro e março de 2017.

The Walking Dead‘ contará com 16 episódios.

 

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‘The Batman’ deverá ter produtor de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra’

Matt Reeves está começando a articular sua equipe para o filme solo do ‘The Batman‘.

O Deadline menciona que o diretor quer trazer Dylan Clark como um dos produtores da adaptação.

Ressaltando que Dylan já trabalhou como produtor em dois dos filmes dirigidor por Reeves, ‘Planeta dos Macacos – O Confronto‘ e ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, que será lançado no meio desse ano.

A ideia de Reeves é que com um produtor aliado, ele possa ter uma voz ainda maior na escolha do elenco.

No fim das contas, Matt Reeves tá deixando bem claro que ele só entrou na produção se tivesse certeza de que teria ao seu lado seus aliados, claro, a grandes profissionais.

The Batman‘ ainda não tem cronograma de filmagens, mas há rumores de que as câmeras só irã rolar em meados de 2018.

‘Invocação do Mal 2’: Trailer “de trás pra frente” é extremamente assustador

A Xuxa fez escola. ‘Invocação do Mal 2‘ teve um trailer “de trás pra frente” divulgado, que é ainda mais assustador que a versão “normal”.

Assista:

Invocação do Mal 2‘ ultrapassou a barreira dos US$300 milhões nas bilheterias do mundo todo, fazendo com que a franquia chegasse a ótimos US$882 milhões com três filmes (somando o primeiro ‘Invocação do Mal‘ e ‘Annabelle‘).

Sendo assim, a franquia se tornou a terceira de maior arrecadação no gênero terror, atrás de ‘Resident Evil‘ (US$915 milhões com cinco filmes) e ‘Atividade Paranormal‘ (US$889 milhões com seis filmes).

A franquia ultrapassou ‘Jogos Mortais’, que arrecadou US$ 874 milhões com sete filmes.

 

‘Thor – Ragnarok’ ganha comercial com mais cenas inéditas; Assista!

 

A Marvel liberou nessa madrugada o mais novo comercial de ‘Thor – Ragnarok‘.

Inclusive, com várias cenas inéditas.

Confira:

‘Thor – Ragnarok’ passa ‘Liga da Justiça’ como filme mais esperado nos EUA 

A Marvel divulgou o mais novo comercial de ‘Thor – Ragnarok‘.

Confira:

“O mundo de Thor está prestes a explodir em Thor – Ragnarok. Seu irmão desajeitado, Loki, assumiu Asgard, a poderosa Hela emergiu para roubar o trono para si e Thor é preso no outro lado do Universo. Para escapar do cativeiro e salvar sua morada da destruição iminente, Thor deve primeiro ganhar uma batalha mortal contra seu ex-aliado e antigo Vingador… O Incrível Hulk.”

Chris Hemsworth gostaria que ‘Thor – Ragnarok’ tivesse humor, como ‘Guardiões da Galáxia’

Cate Blanchett pode viver a primeira vilã da Marvel em ‘Thor: Ragnarok’

Diretor de ‘Thor: O Mundo Sombrio’ critica a Marvel Studios

Aonde assistir ao Oscar 2018? Que horas começa?

O Oscar 2018 está chegando e muitas pessoas estão perguntando que horas assistir e aonde? Então vamos lá!

A cerimônia acontece nesse domingo, dia 4 de Março, à partir das 22 horas (horário de Brasília). O tapete vermelho começa um pouco mais cedo, as 20h30.

Você pode assistir conosco no CinePOP! Nossos críticos participarão de um live à partir das 21h30 comentando os vencedores e os injustiçados, além das gafes e curiosidades sobre o evento. Você pode acompanhar o live pelo próprio site, e também nossa cobertura pelo Facebook, Twitter e Instagram.

Na Rede Globo, a exibição começará apenas após o paredão do Big Brother Brasil – com apresentação de Maria Beltrão, Artur Xexéo e Miguel Falabella.

Na televisão paga, a TNT transmite o Oscar 2018.

 

Os Indicados e Esnobados ao Oscar 2018

O Oscar segue imprevisível em suas indicações. O grosso é o mesmo na maioria delas, mas o Oscar sempre reserva indicações que não vinham aparecendo muito, ou não haviam aparecido até então. Lembrando que você pode ler nossas previsões de indicações nas categorias principais: Melhor e diretor, melhor atriz, melhor ator e melhores coadjuvantes, clicando nos links. E confira também a lista completa dos indicados ao Oscar 2018.

Vamos analisar os indicados por categorias.

MELHOR FILME:

Na categoria principal de melhor filme, algumas cartas muito marcadas se fizeram presentes, como não poderia deixar de ser. A Forma da Água foi o filme com mais indicações nesta edição – foram 13 no total. Outro grande arrasa-quarteirão, Dunkirk, de Christopher Nolan, descolou 8 indicações. Medalhões como Me Chame Pelo Seu Nome, antes tido como favorito, e The Post – A Guerra Secreta, nova superprodução adulta de Steven Spielberg, surpreenderam, mas pela esnobada que receberam da Academia, quase passando em branco. Me Chame Pelo Seu Nome levou 4 indicações e The Post apenas duas. Levando em conta que o filme anterior e inferior de Spielberg, Ponte dos Espiões (2015), levou 6 indicações, esta esnobada é ainda mais sentida.

Corra!, suspense/terror de Jordan Peele, que vinha aparecendo nas premiações anteriores, mas ainda era grande incógnita no Oscar, mostrou uma grande quebra de paradigma para a Academia, que acolhe de volta o cinema de gênero entre os indicados – mesmo que com muito conteúdo e influência social. O filme de Peele foi indicado para 4 Oscar. Lady Bird – A Hora de Voar, outra certeza entre os indicados, terminou nomeado para 5 Oscar. Já o favorito Três Anúncios para um Crime pode estar com os dias contados de seu favoritismo. Com sete indicações ao Oscar, o filme não teve seu comandante Martin McDonagh nomeado na categoria de diretor. O que isso quer dizer, bem, nada, mas também tudo. Já tem tempo que estas duas categorias não caminham juntas – um bom exemplo disso é Argo (2012). Por outro lado, numericamente na história deste prêmio, o Oscar foi para filmes que tinham seus diretores ao menos indicados.

Mas quando o assunto são as surpresas desta categoria, nenhuma outra foi tão grande quanto as indicações de O Destino de uma Nação e Trama Fantasma. Começando pelo primeiro, filme de Joe Wright só vinha promovendo seu protagonista Gary Oldman, mas não havia sido lembrado em nenhuma premiação nesta categoria. De fato, quase ninguém acreditava na possibilidade de uma indicação para o filme. Bem, quando digo quase ninguém, é porque este que vos fala não eliminou por completo esta possibilidade. E vocês podem conferir no texto sobre os meus palpites neste link. Outra possibilidade que não eliminei foi para o filme de Paul Thomas Anderson, Trama Fantasma, que contra ele tinha o fato de ser um filme que quase ninguém viu, e pouco falado. Mas aqui estão eles, com 6 indicações cada.

Entre os esnobados, uma certa tristeza se abate por ver Eu, Tonya, um favorito pessoal, de fora da disputa pelo prêmio principal. Assim como Doentes de Amor, drama independente elogiado.

MELHOR ATRIZ:

Bem, esta categoria era uma das mais certas. E não deu outra. Nas minhas previsões, garantiam as presenças de Frances McDormand (a futura vencedora), Saoirse Ronan e Sally Hawkins. Todas entraram. Margot Robbie chegaria correndo por fora em quarto. Foi o que ocorreu. E por fim, Meryl Streep era a principal concorrente para a quinta vaga – acompanhada de perto por Judi Dench e Jessica Chastain. Entrou Meryl. Não foi dessa vez de novo Chastain!=/

MELHOR ATOR:

Meu pensamento aqui era: só Gary Oldman e Timothée Chalamet estavam confirmados. Daniel Kaluuya, James Franco, Tom Hanks, Daniel Day-Lewis e Denzel Washington corriam por fora numa dança das cadeiras para três vagas restantes. Muitos tinham certeza da inclusão de Franco na categoria. Eu tinha minhas dúvidas, tanto de Franco quanto de Kaluuya – este último terminou com sua indicação. O mesmo ocorreu com Washington, o último desta lista para a maioria, que acumula mais uma indicação, levantando um pouco a moral do filme Roman J. Israel Esq..

ATRIZ COADJUVANTE:

Mais surpresas aqui. Nada de Holly Hunter, tida como uma das favoritas na categoria bem no início dessa corrida. Hong Chau, de Pequena Grande Vida, que vinham sendo lembrados em prêmios anteriores, tampouco. Estas foram as duas maiores esnobadas. No ano da representatividade, temos duas atrizes negras indicadas nesta categoria: Octavia Spencer e Mary J. Blidge. Mas a maior surpresa foi mesmo a indicação da desconhecida Lesley Manville por Trama Fantasma – que não apareceu em nenhuma premiação anteriormente. As favoritas aqui continuam sendo Laurie Metcalf, e principalmente Allison Janney.

ATOR COADJUVANTE:

Sam Rockwell e Willem Dafoe, os favoritos, eram certos de figurarem. Rockwell deve ser o vencedor, e só não leva se uma zebra muito grande acontecer. Em terceiro lugar, Richard Jenkins (A Forma da Água) vinha aparecendo em diversos prêmios anteriores igualmente. Havia esperança de que Michael Stuhlbarg pudesse aparecer nos 45 do segundo tempo, por seu desempenho em Me Chame pelo Seu Nome, mas como não figurou em nenhuma outra premiação, ficou de fora mesmo. Woody Harrelson apareceu atrasado na festa, mas saiu descolando indicações no segundo tempo, e no Oscar repetiu o feito. Pior para Armie Hammer, o grande esnobado da categoria, que chegou a aparecer em alguns prêmios anteriores, como o Globo de Ouro.

DIRETOR:

Guillermo del Toro e Christopher Nolan eram certeza. Jordan Peele e Greta Gerwig, fortes especulações que se concretizaram. Mas a surpresa mesmo foi ver a quinta vaga ir para Paul Thomas Anderson, diretor de Trama Fantasma. Em prêmios anteriores, o longa de Anderson só figurava na categoria ator para Daniel Day-Lewis. No Oscar surgiu de forma “fantasma” e sorrateira, abocanhando nomeações de filme, atriz coadjuvante e diretor, entre outras. Martin McDonagh, diretor de Três Anúncios para um Crime, favorito para esta quinta vaga, ficou a ver navios. Assim como o segundo preferido para ocupar o espaço, o consagrado Steven Spielberg.

OUTRAS SURPRESAS:

Como não falar da indicação para Logan! Sim, um dos filmes mais elogiados de 2017, e não somente pelos fãs de quadrinhos, conquistou a honraria de uma nomeação para melhor roteiro adaptado.

Blade Runner 2049 – o melhor blockbuster do ano, despertava certo falatório de indicações, inclusive para melhor filme. Depois, seu momento foi caindo aos poucos. Mas o Oscar mostrou mais uma vez que os prêmios anteriores para ele nada significam, e indicou a belíssima ficção de Denis Villeneuve para cinco estatuetas técnicas.

ESNOBADOS:

Mulher Maravilha – uma das ausências mais sentidas, no ano da mulher no cinema, a superprodução de Patty Jenkins, protagonizada por Gal Gadot, a qual se especulava inclusive abocanhar prêmios grandes, não descolou sequer uma indicaçãozinha técnica.

Eu, Tonya – um favorito pessoal, esta biografia protagonizada pela musa Margot Robbie foi ganhando tanto momento em premiações prévias, que muitos acreditavam em sua conquista para nomeações nas categorias de filme e roteiro. Terminou apenas com as de atriz principal e coadjuvante, e montagem.

Artista do Desastre – um dos filmes mais comentados e elogiados da temporada, o longa estrelado e dirigido por James Franco pode ter sofrido backlash dos casos de assédio do ator. Franco vinha figurando em diversos prêmios, e inclusive levou o Globo de Ouro pra casa. No Oscar, porém, entrou apenas na categoria de roteiro adaptado.

Doentes de Amor – aparentemente o filme feel good do ano, esta dramática história sobre relacionamento era um dos favoritos lá atrás no início da corrida. De fato, muitos acreditavam ainda em sua nomeação para melhor filme e atriz coadjuvante. O longa terminou apenas com uma indicação de roteiro original.

A Grande JogadaJessica Chastain aos poucos vem cimentando seu lugar como a nova Amy Adams. Brincadeiras à parte, o primeiro longa dirigido por Aaron Sorkin merecia mais, no entanto, terminou com apenas uma indicação, na categoria de roteiro adaptado – justamente para o diretor.

Em Pedaços – um dos melhores filmes do ano, o drama potente e incômodo de Faith Akin vinha concorrendo cabeça a cabeça com o favorito The Square – A Arte da Discórdia. No Globo de Ouro, o filme alemão inclusive desbancou o sueco. Um favorito pessoal, me dói o coração vê-lo fora da corrida pela estatueta dourada.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Comentamos o TRAILER cena por cena; Assista!

O primeiro trailer de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ foi lançado hoje (8) durante o painel da Sony na CCXP. Enquanto o vídeo não é divulgado na internet, o Renato Marafon e a Rafa Gomes trazem comentários de cena por cena apresentada no vídeo.

Assista:

O trailer começa com Peter e Tia May em um evento dentro de um ginásio. Ele está trajando o uniforme do herói. Em seguida eles encontram Happy, que flerta com May.

Peter está planejando uma viagem de férias com os amigos da escola, prepara sua mala e deixa o uniforme em casa, alegando que só quer passar um tempo com seus amigos.

Uma rápida cena traz Peter emitindo seu passaporte, pegando suas coisas e embarcando para a Europa. Em seguida o vemos em Veneza, em um passeio de gôndola, a câmera corta para Michelle. Pouco depois Peter fala que parece estar se conectando com a colega de escolae um clima surge entre os dois, com constrangidas trocas de elogios dentro de um teatro.

Peter e Ned estão no quarto de hotel, quando seu amigo é surpreendentemente atacado por um dardo. O projétil veio de uma arma disparada por Nick Fury, que estava sentado em uma poltrona, no escuro. Ele é convocado para uma missão.

Uma rápida cena traz o Aranha trajando o uniforme furtivo.

Em seguida uma sucessão de cenas traz explosões na emblemática ponte de Londres, pessoas em fuga e muita destruição.

Em seguida, o Homem-Hídrico emerge das águas, em Veneza, travando uma batalha épica com o Homem-Aranha. Pouco depois, o vilão Mystério surge inesperadamente, uniformizado, como uma espécie de herói, encerrando o trailer. 

História de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ se passará antes de ‘Guerra Infinita’?

A direção será mais uma vez de Jon Watts, e também terá o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa’ chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘The Walking Dead’: 10ª temporada ganha trailer intenso

A décima temporada de ‘The Walking Dead’ acaba de ganhar seu primeiro e intenso trailer durante a San Diego Comic-Con 2019.

Confira:

Angela Kang retorna como showrunner do próximo ciclo.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

‘The Walking Dead’ no dia 6 de outubro.

‘The Onania Club’: Novo terror do diretor de ‘Centopeia Humana’ ganha trailer PERTURBADOR

O terror ‘The Onania Club‘, dirigido por Tom Six (‘Centopeia Humana‘), ganhou um novo trailer.

Confira:

Na trama, Hanna se junta secretamente a um grupo chamado O Clube de Onania. Seus membros, mulheres fortes e independentes de Los Angeles, sentem prazer na miséria dos outros. Hanna encontra mais tragédias do que ela poderia esperar e, no processo, perde tudo o que tem valor para ela.

O elenco inclui Jessica Morris, Darcy DeMoss, Deborah Twiss, Karen Strassman e Flo Lawrence.

O polêmico filme ainda não possui data de estreia.

Netflix vai REMOVER todos os filmes da franquia ‘Harry Potter’ de seu catálogo

Os fãs passaram anos pedindo para que a Netflix adicione os filmes da franquia ‘Harry Potter‘ no catálogo, e quando conseguiram, o streaming anunciou que vai remover as produções de seu catálogo.

Os filmes serão excluídos no dia 31 de outubro. Estão disponíveis: ‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘, ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix‘, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 e Parte 2‘.

O próprio streaming anunciou o desfalque.

Confira:

Vai maratonar?

‘Friends – A Reunião’: Elenco se diverte em várias fotos inéditas do episódio especial

A estreia do aguardado reencontro de ‘Friends‘ está bem próxima e a HBO MAX acaba de divulgar novas imagens oficiais.

O especial – intitulado ‘Friends: A Reunião‘ -, vai ao ar nos EUA dia 27 de Maio. No Brasil, a exibição acontece em junho.

Confira:

Em uma matéria feita pela People, os atores Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer comentaram sobre o reencontro, refletindo também sobre o grandioso impacto da série, mesmo após mais de 25 anos.

Para Matt LeBlanc, intérprete do Joey:

“É engraçado. Quando nos reunimos, parece que o tempo simplesmente não passou. Nós retomamos exatamente da última vez que nos vimos”

Já a atriz Courtney Cox (Monica) ponderou sobre como os 10 anos ao lado do elenco lhe rendeu memórias inesquecíveis:

“Eu fui inundada com 10 anos de memórias inesquecíveis”.

O elenco foi ainda mais além e refletiu sobre quais seriam os rumos dos seus personagens, pós Friends. Para Matthew Perry, Chandler teria se tornado um ótimo roteirista de comédia:

“Chandler se tornou um ótimo pai e um maravilhoso roteirista de comédia”.

Já Joey teria tomado um baita prejuízo com sua lanchonete de sanduíches, um dos seus pratos favoritos, segundo LeBlanc:

“Ele teria aberto uma franquia de lanchonetes de sanduíches e teria comido todos eles”.

E para David Schwimmer, Ross teria também entrado como investidor da franquia, saindo em um prejuízo maior ainda:

“Além de ‘brincar com ossos’, ele teria investido na franquia de sanduíches do Joey e teria perdido toda a poupança feita para os seus filhos”.

 

Friends: The Reunion‘ trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

Confira as imagens oficiais:

 

Benedetta

(Benedetta)

 

Elenco:

Virginie Efira
Charlotte Rampling
Daphne Patakia
Lambert Wilson
Olivier Rabourdin
Sebastian Stan

Direção: 
Paul Verhoeven

Gênero: Drama, Romance

Duração: 131 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 13 de Janeiro de 2022

Sinopse: 

O longa narra a história real da freira Benedetta Carlini que foi julgada e condenada pela Igreja Católica por viver um caso de amor com outra freira em um convento, no século XVII. A produção concorreu à Palma de Ouro e ao Queer Palm, no Festival de Cannes 2021.

Crítica | Benedetta – Entre Nudez, Sangue e Oração, a Freira Lésbica de Paul Verhoeven (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

» A atriz belga Virginie Efira dá vida a Benedetta, freira italiana que vive desde a infância em um convento na Toscana e ficou conhecida por suas visões e pelo envolvimento com a ajudante Bartolomea, interpretada por Daphné Patakia.

» A história é baseada no livro Atos Impuros: A Vida de uma Freira Lésbica na Itália da Renascença, da historiadora Judith C. Brown, que funciona como um estudo sobre o julgamento da noviça pela Igreja Católica e que é considerado um dos primeiros relatos de relação entre duas mulheres na Europa Moderna.

Trailer:


Cartazes: 

Fotos: 

 

‘A Vida Sexual das Universitárias’ é RENOVADA para 3ª temporada pela HBO Max!

A HBO Max acaba de renovar a série ‘A Vida Sexual das Universitárias’ (‘The Sex Lives of College Girls’, no original) para uma terceira temporada.

A segunda temporada da Warner Bros. Television, com dez episódios, estreou em 17 de novembro e termina amanhã com os dois últimos episódios.

Criado pela roteirista e produtora indicada ao Emmy®, Mindy Kaling, e Justin Noble, a trama segue quatro colegas de faculdade no prestigioso Essex College, na Nova Inglaterra. A segunda temporada retoma a história enquanto os estudantes retornam das férias de outono, enfrentam os desafios que encararam no final da primeira temporada e um novo semestre cheio de novos rostos, festas e dificuldades.

“Mindy Kaling e Justin Noble continuam a capturar brilhantemente a experiência universitária da maneira mais divertida. Esta série é o equilíbrio perfeito entre comédia, sexo, curiosidade e caos, e mal podemos esperar para ver o que a próxima temporada traz”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de Comédia Original e Animação para Adultos

Confira o trailer:

O elenco é formado por Paulina ChalametAmrit KaurRenée RappAlyah Chanelle ScottMidori Francis, Gavin Leatherwood e outros.

Justin Noble também assina a criação da série, ao lado de Kaling.

‘BTS: Yet to Come’: Filme-concerto do grupo K-Pop estreia AMANHÃ na Amazon Prime

A Amazon Prime lançará o filme-concerto da banda K-Pop BTS em seu catálogo amanhã, dia 09 de novembro.

Intitulado ‘BTS: Yet to Come‘, a produção apresenta registros do grupo formado por RM, Jin, Suga, V, J-Hope, Jimin e JungKook durante o show realizado em outubro do ano passado, no Asiad Main Stadium, em Busan, na Coreia do Sul.

A apresentação foi uma das últimas do grupo de k-pop antes de confirmarem o hiato.

Lançado em fevereiro em algumas salas de cinema pelo mundo, incluindo no Brasil, o concerto acumulou US$ 29 milhões pelo mundo.

Confira o anúncio:

Vale lembrar que o grupo também conta com um documentário disponível na Netflix, intitulado ‘BTS – Bring the Soul’, acompanhando os músicos no dia seguinte ao show final de sua turnê pela Europa.

Após o último dia da turnê “Love Yourself”, os integrantes do boygroup BTS contam histórias pessoais, permitindo que os fãs conheçam o grupo em sua intimidade. Os sete cantores compartilham momentos icônicos da turnê com apresentações ao vivo e bastidores, revelando tudo o que está por trás de suas grandes produções.

Wagner Moura vai interpretar o filósofo e educador Paulo Freire nos cinemas

De acordo com a Folha de S. Paulo, Wagner Moura vai estrelar uma cinebiografia do filósofo e educador brasileiro Paulo Freire, considerado o Patrono da Educação Brasileira.

Intitulado ‘Angicos‘, o projeto será escrito e dirigido por Felipe Hirsch (‘Severina’).

A trama será inspirada no experimento pedagógico que Freire promoveu em 1963 no sertão do Rio Grande do Norte, quando alfabetizou cerca de 300 pessoas em apenas 40 horas.

O longa ainda vai contar com a consultoria da família do pedagogo e com o apoio do Instituto Paulo Freire.

Além de Hirsch, Juuar e Itamar Vieira Junior assinam o roteiro.

A produção é composta por Adriana Tavares, representando a Cenya Productions e a Reagent Media. 

Por enquanto, não há outros nomes confirmados ao elenco e nem previsão de estreia.

Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Nascido em Recife em 1921, Paulo Freire faleceu em São Paulo, no ano de 1991, mas deixou um importante legado para a Educação Brasileira, ressaltando a importância de compreender a realidade do aluno, a alfabetização de adultos, a formação de cidadãos críticos, combate às fake news, respeito às diferenças e o empoderamento dos mais pobres.

Barry Keoghan fala sobre possível retorno como o Coringa em ‘Batman 2’

Barry Keoghan comentou recentemente sobre ‘The Batman’, revelando se retornará ao papel do Coringa no longa protagonizado por Robert Pattinson.

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, Keoghan expressou sua esperança de voltar a interpretar o vilão.

“É um grande papel, mas vou dizer que, se a oportunidade surgir, sim, adoraria explorar isso. Se me derem a chance, gostaria de me aprofundar ainda mais no personagem”, afirmou o ator irlandês.

“Mas, até agora, não fui contatado, não ouvi nada”.

Barry Keoghan como o Coringa em Batman

Isolado de outros filmes do DCU, ‘Batman’ está expandindo seu próprio universo: a série ‘Pinguim’ fez bastante sucesso na Max e abriu caminho para outras produções derivadas.

Robert Pattinson revelou seu entusiasmo em retornar como Bruce Wayne na sequência de ‘The Batman’, filme de sucesso dirigido por Matt Reeves.

“Eu realmente espero que sim”, afirmou o ator conforme à Variety. “Comecei como o Batman jovem e vou ser o Batman velho até a sequência… Tenho 38 anos, estou velho”.

O ator disse que espera começar a filmar ‘The Batman 2’ até o final de 2025.

“E eu sei do que se trata, mas não posso contar para ninguém. Mas é muito legal. É muito empolgante”, acrescentou.

Peter Safran, co-presidente da DC Studios, informou que Matt Reeves ainda não entregou um roteiro completo para a sequência, mas que o material lido até o momento é “incrivelmente encorajador”.

Lembrando que o primeiro filme está disponível na Max.

Crítica | Anatomia de Uma Queda – Ou, a Anatomia das Verdades

Em um tribunal, uma decisão sem fundamentação é uma decisão arbitrária. Sem explicar as razões que levaram o julgador a decidir de determinada forma, não é possível saber o que levou aquela decisão a ser tomada, podendo, inclusive, ter sido tomada num jogo de cara e coroa.

Em Anatomia de uma Queda (Anatomie d’une chute), Justine Triet não nos oferece nenhum fundamento para as respostas que o filme nos dá. O tempo todo, o filme opõe versões, oferece perspectivas distintas ou nos dá apenas recortes da realidade – ou nem isso, recortes das impressões. O filme, mesmo com um final fechado, carrega-se de ambiguidades, não permitindo ao espectador ter certeza sobre a “verdadeira história dos personagens”.

Sim, meu cinéfilo, abandone qualquer tentativa de achar um porto seguro neste filme. Trata-se de uma obra adaptada aos tempos da pós-verdade, das versões das redes sociais, da época em que as Inteligências Artificiais tornam explicita a falta de veracidade da imagem – nunca uma imagem foi uma reprodução fiel da realidade. Se você, caro leitor, ainda acredita que uma imagem pode traduzir uma verdade, bom assista a este filme e também veja as imagens criadas pelas IAs. Sairás duvidando de qualquer imagem.

No filme, Sandra Voyter (Sandra Hüller) é acusada de ter assassinado seu marido Samuel Maleski (Samuel Theis), encontrado morto após uma queda da janela de casa. Este pesadelo também é vivido pelo filho Daniel (Milo Machado Graner), que perdeu quase toda a visão após um acidente mencionado várias vezes no filme.

Anatomia de uma Queda é um brilhante filme de tribunal, um excelente filme policial, um dilacerante drama familiar, uma autópsia do relacionamento de um casal. Só tomaria certo cuidado em falar de estudo de personagem, pois não conseguimos sair com um diagnóstico definitivo sobre a personagem Sandra.

O grande mérito do filme é dissolver a certeza de que estamos diante da verdade. Todos os elementos fílmicos contribuem para obscurecer nossa leitura sobre o que seria a realidade que Sandra vive. Falemos de dois desses elementos.

O roteiro é o mais evidente deles. O roteiro, escrito por Justine Triet e seu marido Arthur Harari, busca questionar as certezas ao opor 3 possibilidades de verões desse fato. A promotoria defende o homicídio. Sandra defende que foi um acidente. E o filho vai abraçar a tese do suicídio. É interessante notar que, em uma conversa entre Sandra e seu advogado, este deixa claro que a hipótese do suicídio não colaria com o Júri – agindo exatamente como um bom advogado faria.

O roteiro também tem o mérito de não incluir fórmulas clássicas de um filme de tribunal. O roteiro não cria momentos grandiloquentes para os advogados – há muitas falar dos advogados (como um bom filme francês, fala-se muito), porém, não veremos aqueles discursos típicos de filmes americanos de tribunal. Veremos grandes embates, mas nenhum discurso definitivo ou prova que esclareça tudo. Você não vai encontrar aquele momento que define a culpa ou inocência de Sandra, por mais que saibamos do veredito. E esse é o grande mérito do roteiro, que de forma geral, consegue prender a atenção do espectador, deixando o ritmo cair um em alguns trechos do segundo ato.

Outro elemento que essencial para impedir o público alcance qualquer certeza é a montagem. Ela vai minando nossas certezas sobre a veracidade das imagens que vemos ou esconde elementos essencial para compreender o todo. Logo na primeira sequência, quando o filho sai de casa para passear com o cachorro, acompanhamos o passeio. Não vemos nada que aconteceu entre o final da entrevista que Sandra estava concedendo e a saída do filho para passear. Ou seja, somos colocados na perspectiva da criança, obrigada a se posicionar entre a hipótese de um pai suicida e de uma mãe homicida.

Um dos usos mais interessantes da montagem está nos flashbacks. Há vários momentos que acompanhamos algum acontecimento do passado, sempre envolto em uma fotografia mais esfumaçada. Essas cenas são encaixadas entre uma fala de alguém mais velho descrevendo a cena e, na outra ponta do corte, o rosto do pequeno Daniel, dando a entender que são reconstruções feitas pelo filho do casal, e não um registro da realidade.
Para mim, o uso mais interessante está na cena da briga do casal. As personagens tomam contato com essa briga por uma gravação em áudio feita por Samuel e reproduzida durante o julgamento. Começamos a sequência escutando a fita do ponto de vista da plateia que acompanha o Julgamento. Logo em seguida, a montagem passa a mostrar a cena. Assistimos um flashback construído a partir de um áudio. Para, na parte em que eles partem para a agressão física, voltarmos para sala do tribunal.

A sequência da conversa que vemos é toda filmada com uma luz naturalista e enquadramento médios, e deixando bastante tempo para os atores agirem, sem muitos cortes. Tudo para passar a impressão de veracidade. Em um filme qualquer, uma sequência dessas seria um flashback relatando a verdade, o que realmente aconteceu. Mas, em Anatomia…, a cena é colocada como uma evidência em um processo. Uma interpretação da direto a cerca de um áudio feito por Samuel, sem conhecimento da esposa, e que compõe as provas de um processo extremamente ambíguo. A sequência da briga torna-se apenas uma possibilidade do que aconteceu. Importante: o tribunal acompanha o áudio, mas lê em francês a tradução, uma vez que a conversa é um inglês. Mais uma demonstração de como as linguagens podem afetar em como entendemos os fatos.

Você pode achar que aquelas imagens representam uma verdade, ou apenas estamos diante de uma momento fora do contexto na vida de um casal. A montagem permite você escolher qual interpretação tomar. E a prova de que nem a diretora encerra a discussão é a localização dessa cena. Ela está no meio do tribunal. Apenas mais uma prova, nada definitiva. Se a montagem quisesse que essa discussão fosse uma verdade no filme, teria colocado ela antes da queda, aí poderíamos purificar essa imagem, tratando-a como uma verdade.

Mantendo um bom ritmo geral, a direção de Triet é segura e claramente manipulativa. O filme todo é marcado para gerar dúvidas no espectador. É uma demonstração de pulso de Triet na direção – fazendo merecer sua indicação ao Oscar – mas pode soar um pouco artificial demais em certos trechos, tirando um pouco o espectador do filme.

Anatomia de uma Queda é um filme dos tempos da pós verdade. Não há certezas, apenas versões e narrativas. Sem um lugar para aportarmos nossas certezas, só resta seguir o conselho do escritor português Jose Saramago, de que a verdade é apenas metade, a outra metade chama-se credibilidade.

10 Comédias Românticas para se Apaixonar e Rir

Quando estamos tristes nada melhor que ligar a televisão e assistir a uma boa comédia romântica. Por meio de muitos caminhos que nos levam essas histórias, conseguimos fugir um pouco da realidade. Pensando nisso, e buscando sair um pouco do óbvio de alguns filmes sempre muito citados, separamos abaixo uma lista com 10 comédias românticas para se apaixonar e rir:

 

Divórcio

Na trama, acompanhamos Noeli e Júlio, um casal que viveu muito tempo na dificuldade mas sempre com muito amor, que acaba ficando rico quando o molho de tomate criado por ela se torna um sucesso nacional. Os anos se passam e a vida já não é a mesma e assim resolvem se divorciar, só que vários conflitos vão acontecer.

 

Sentimental

Na trama, conhecemos o casal Ana (Griselda Siciliani) e Julio (Javier Cámara) que moram faz anos no mesmo apartamento. A primeira é uma mulher cheia de desilusões no casamento que vive em uma rotina maçante sem grandes prazeres. O segundo é um introspectivo professor de música, frustrado por não conseguir seguir na carreira de músico. Certo dia, Ana resolve chamar os novos vizinhos para uma noite de confraternização, mesmo sabendo que Julio não queria vê-los muito por conta de problemas em outras noites onde os novos vizinhos faziam muitos barulhos. Assim, chega ao apartamento a psicóloga Laura (Belén Cuesta) e o bombeiro Salva (Alberto San Juan), e nessa reunião muitas coisas serão ditas e refletidas.

 

Palm Springs

Na trama, conhecemos Nyles (Andy Samberg) um convidado distante de uma festa de casamento em um lugar isolado que após entrar em uma caverna misteriosa, durante o casamento, acaba acordando no mesmo dia do casamento infinitamente. O filme começa já com ele desiludido e meio que desistindo de tentar algo pra mudar isso, mas tudo muda quando num desses cenários repetitivos ele acaba puxando Sarah (Cristin Milioti), a irmã da noiva, para o mesmo loop.

 

Loucura de Amor

Na trama, conhecemos Adri (Álvaro Cervantes), um jornalista que trabalha em uma revista badalada escreve sobre os mais diversos e muitas vezes polêmicos temas. Certa noite, saindo com dois inseparáveis amigos e acaba conhecendo Carla (Susana Abaitua) da maneira mais inusitada possível e ambos resolvem curtir aquela noite sem compromisso e depois não se verem mais. A questão é que a tal noite é intensa e inesquecível, deixando Adri desesperado nos dias seguintes atrás daquela mulher que acabara de mudar sua maneira de enxergar o mundo. Ele acaba a achando, e descobre que Carla é paciente em uma clínica psiquiátrica. Assim, o protagonista precisará bolar um plano bem fora do comum para tentar passar mais alguns dias perto do amor de sua vida.

 

Simplesmente Acontece

Na trama, conhecemos a jovem Rosie (Lily Collins), uma menina graciosa que possui uma forte amizade com seu vizinho Alex (Sam Claflin). Ao longo do tempo vamos vendo os personagens se desenvolvendo, passando pela adolescência e chegando na fase adulta mas sem nunca terem tido um relacionamento amoroso duradouro. Obviamente há uma atração nítida em cada cena entre os dois pombinhos mas o destino teima em não deixar que essa história de amor se realize por completo. Assim, lutando contra um destino nada promissor, ambos irão enfrentar muitos obstáculos esperando a grande chance de serem felizes.

 

A Garota mais Linda do Mundo

O playboy e herdeiro de um grande canal de televisão Reuben (Reza Rahadian) passa seus dias no conforto e comodidade de uma vida fácil. Quando seu pai morre de forma inesperada, para receber a herança, ele precisa casar com a ‘garota mais linda do mundo’. Assim resolve participar de um reality show de casamento que a emissora produz. Passando por um processo de maturidade durante esse tempo, aos poucos vai se aproximando de uma de suas funcionárias, Kiara (Sheila Dara Aisha).

 

Pagando Bem, Que Mal Tem?

Chegou no ano de 2008 nos cinemas essa hilária comédia, dirigida por Kevin Smith, que nos mostra os conflitos de dois amigos de longa data, Zack e Miri, quando, a partir do desespero de dívidas e mais dívidas, resolvem produzir um filme para adultos.

 

Mais que Amigos

Na trama, conhecemos o Bobby (Billy Eichner), um homem na faixa dos quarenta anos, antissocial, que apresenta um podcast de boa audiência e também faz parte da administração de um futuro museu nacional de história lgbtqia+. Ele enfrenta com muito sarcasmo sua solidão e a vida de solteiro que leva. Certo dia, em uma boate gay, acaba conhecendo Aaron (Luke Macfarlane) um advogado nascido no interior dos Estados Unidos, muito infeliz na sua profissão (ele cuida de testamentos). Os dois acabam se conhecendo melhor e ao longo do tempo, onde passam por diversos conflitos, precisarão decidir se vale a pena manter esse relacionamento ou não.

 

A Delicadeza do Amor

Na trama, conhecemos Nathalie uma mulher bonita no auge de sua vida que vive apaixonada por seu marido François. Um dia, após ir dar uma corrida na rua, François é ferido gravemente e um tempo depois falece, deixando Nathalie desesperada e sem rumo. Após 3 anos de luto, se dedicando fielmente ao novo emprego a protagonista é envolvida em um relacionamento com um sueco que trabalha na mesma empresa que ela. O amor em sua forma mais delicada e o sofrimento em sua forma mais profunda são elementos que se misturam nesse romance. Para embarcar e ser feliz nesse novo amor Markus precisará ter paciência e conhecer todo o sofrimento da bela jovem.

 

Sintonia de Amor

Na trama, conhecemos Sam (Tom Hanks), um arquiteto de luto que se muda para Seattle com o filho em busca de um novo recomeço após a morte da esposa. Um ano e meio depois e sem avançar muito no luto ainda intenso, numa noite de natal seu filho resolve enviar uma mensagem para um programa de uma rádio pedindo ajuda para o pai arranjar uma nova esposa. A mensagem toca os corações de muitos, inclusive da jornalista Anne (Meg Ryan) que embarca em uma viagem para conhecer essa família de dois.

 

 

10 Filmes Quarentões que Merecem Remake

Refilmagem é uma das palavras de ordem da Hollywood atual – na verdade, desde sempre, porém, cada vez mais constantes. Nós até gostamos da ideia, é claro, se for feita da maneira adequada, com os diretores certos, vide o que os irmãos Coen, Martin Scorsese, Steven Spielberg, David Fincher e tantos outros cineastas talentosos já fizeram com reedições de obras.

Relançar uma marca pré-existente é um forma de deixá-la na memória do público. Mas também pode funcionar para “consertar” o que não deu certo no passado, ou seja, fracassos financeiros/de crítica que tinham (ou ainda têm) potencial para o sucesso.

Assim, aqui no CinePOP pensamos numa nova matéria divertida: apresentar não apenas filmes obscuros ou que foram fracasso, e que mereciam refilmagem, mas também palpitar sobre quem deveria comandar tais remakes, assim como estrelá-los – sempre com bastante informação e curiosidade para você, nosso querido leitor. Vem conhecer.

Como Eliminar Seu Chefe

Comédia sobre três funcionárias planejando dar o troco e eliminar seu patrão machista, egocêntrico, mentiroso e hipócrita. Nos tempos de empoderamento feminino, o remake deste filme viria bem a calhar e poderia render um roteiro de boas sacadas atuais sobre vingança contra um chefe abusivo e tóxico. A trama poderia até mesmo ser movida para os bastidores de Hollywood, quem sabe.

No roteiro e direção, Rian Johnson, de Entre Facas e Segredos, seria uma ótima pedida, acrescentando camadas sociais e elevando a obra para além de uma comédia escapista. No elenco, as estrelas Emma Stone e Jennifer Lawrence já disseram que procuram um projeto juntas, então as vencedoras do Oscar seriam nossas escolhidas.

Completando o trio, a talentosa e promissora Zazie Beetz, que embora não pareça, ainda é mais jovem que a dupla de colegas, e já mostrou que sabe fazer comédia em Deadpool 2. O trio original foi vivido por Lily Tomlin, Jane Fonda e Dolly Parton. Fechando o elenco, na pele do chefe canalha, Keanu Reeves seria uma boa brincadeira, principalmente por subverter sua imagem de bom moço e crush da internet.

Flash Gordon

Verdade seja dita, em seu lançamento, Flash Gordon foi um fracasso retumbante – sendo redescoberto apenas anos depois como obra cult. Após o lançamento de Star Wars, todos queriam uma fatia deste sucesso, e ficções aventurescas espaciais eram a palavra de ordem em Hollywood. Assim foi revitalizada a criação de Alex Raymond para as tirinhas de jornais ainda na década de 1930, sobre um jovem atleta embarcando numa jornada pela galáxia.

A aventura é camp e não se leva muito a sério, portanto, para o remake o ator ideal como protagonista seria Ryan Reynolds – e pela idade do ator, Gordon desta vez estaria com o pé na aposentadoria. Com Reynolds no papel principal, o cineasta mais indicado seria David Leitch, que o comandou em Deadpool 2 e sabe misturar bem ação e humor (tendo no currículo ainda Atômica e o recente Hobbs & Shaw).

Para o vilão supremo Ming (imortalizado por Max von Sydow), a imponência do veterano Sylvester Stallone seria ideal. As beldades talentosas Margot Robbie e Gal Gadot seriam uma atração a mais no remake, nos papeis da namorada de Gordon que viaja com ele ao espaço e o da sedutora filha do antagonista, respectivamente.

E uma boa mudança de gênero de alguns personagens também seriam indicadas tornando a história mais harmoniosa – com o cientista que leva Gordon para outro mundo agora nas formas da veterana Sigourney Weaver. Os dois príncipes em conflito que precisam ser apaziguados, recebendo upgrades como rainhas, poderiam ser vividos pelas veteranas Viola Davis e Michelle Pfeiffer.

Popeye

Outra criação dos quadrinhos transformada em blockbuster que não atingiu todo seu potencial. O personagem de E.C. Segar é um verdadeiro clássico e tem sua origem datando da década de 1920. No cinema, seu primeiro e único filme em live-action está completando 40 anos, e trazia o saudoso Robin Williams em seu primeiro grande papel de destaque como o protagonista, e direção de Robert Altman – um nome equivocado para o comando, apesar de talentosíssimo.

Para um remake há muito esperado e necessário, o diretor certo seria Jake Kasdan, dos dois novos Jumanji – sucessos surpresa de crítica e público, donos de bilheterias astronômicas. Kasdan criou filmes cartunescos, quase saídos de quadrinhos, mas com muito coração. Com Kasdan no comando, o vilão Brutus não poderia ser outro senão Dwayne Johnson – claro, repaginado com barba e talvez cabelo e um traje no estilo Professor Aloprado (embora um Brutus musculoso para os novos tempos não seja de todo ruim).

No papel do protagonista, Ryan Gosling tem as feições ideais e o físico para se adaptar ao herói marinheiro que adora espinafre. E completando o elenco principal, no papel de sua amada Olívia Palito, a Lisbeth Salander em pessoa, Rooney Mara. Gosling e Mara inclusive já trabalharam juntos em De Canção em Canção, de Terrence Malick (2017), e estão com a química em dia.

Alligator

Um filme sobre um crocodilo gigante saído dos esgotos para aterrorizar uma cidade não dá para ser muito levado a sério. Mas atrás de seu grande fator trash, existe em algum lugar escondido uma crítica aos testes químicos em animais – que é o que transforma o réptil mutante. Com o sucesso do recente Predadores Assassinos, o tópico pode atrair o público. Embora aqui estejamos focando mais em algo do tipo Pânico no Lago (1999).

Assim, a junção destes elementos cairia como uma luva nas mãos de Taika Waititi, que já brincou com o terror em O Que Fazemos nas Sombras. O diretor também é conhecido por brincar e falar sério ao mesmo tempo em suas produções, vide A Incrível Aventura de Rick Baker (2016) e o recente Jojo Rabbit (2019).

E uma vez tendo Waititi no comando, nada mais certo do que indicar Chris Hemsworth para o papel do policial encarregado do caso, um homem caído em desgraça tentando se reerguer. Para o papel da zoóloga ajudando nas investigações, Scarlett Johansson, tão boa no citado Jojo Rabbit.

Rebeldes da Academia

Esta é uma produção obscura, mas bem curiosa. Nos anos 1980, diversas produções sobre jovens ingressando no serviço militar, e seu treinamento, era o tema de filmes cômicos. E esta foi justamente a opção da primeira obra para o cinema apresentada pela infame revista de humor MAD. A ideia era pegar carona no sucesso das produções de outra revista cômica, a National Lampoon, vide Clube dos Cafajestes (Animal House) e Férias Frustradas.

Outra curiosidade é que o filme foi dirigido por Robert Downey, mas não o filho (Homem de Ferro) e sim seu pai, Downey Sr., além de marcar o primeiro trabalho nas telonas do eterno Karatê Kid, Ralph Macchio. Assim, para o remake, poderíamos contar com a produção de Downey Jr., como forma de homenagear o pai, além de, quem sabe, participar também como ator em um papel coadjuvante ou participação especial.

Seria também uma boa forma de apresentar o que foi a revista MAD para novas gerações. Na direção do filme, pensamos num colega de Marvel, Jon Watts, tão eficiente em apresentar o universo adolescente nos filmes novos do Homem-Aranha. E para o quarteto principal, nossas escolhas seriam Julian Dennison (A Incrível Aventura de Rick Baker e Deadpool 2), Jaeden Martell (It e Entre Facas e Segredos) e a dupla com ótima química Asher Angel e Jack Dylan Grazer, de Shazam!

A Ilha

A história sobre um jornalista de Nova York (papel do grande Michael Caine), que parte para investigar uma matéria sobre piratas de uma ilha, e acaba correndo risco de vida ao lado do filho, seria um prato cheio para Steven Spielberg entregar sua versão de Capitão Phillips (2013) mais “aventura de matinê”. E a razão pela escolha do icônico cineasta é simples, A Ilha é baseado no livro de Peter Benchley, o mesmo de Tubarão (1975), então seria um círculo completo para o diretor.

Fora isso, aqui também mudaríamos o sexo do protagonista, transformando-o numa jornalista mulher, para assim criar uma trama de amor materno, e uma ligação forte entre mãe e filho. Brien Larson e Jacob Tremblay, recobrando a química perfeita de O Quarto de Jack (2015), seriam nossas escolhas. A dupla inclusive já mostrou que se sai bem com ação, Larson em Kong: Ilha da Caveira e Capitã Marvel, e Tremblay em Predador.

A Mansão do Inferno

Se o mundo fosse justo, Luca Guadagnino (Me Chame pelo Seu Nome) seguiria pelo remake do segundo filme da trilogia das mães de Dario Argento, após o “horror-épico” Suspiria. A Mansão do Inferno é a segunda parte desta história sobre covis de bruxas, sem muita ligação, e transfere a trama para Roma e Nova York, depois da Alemanha do primeiro filme.

Como o remake de Suspiria, apesar dos elogios da crítica, foi fracasso de público, dificilmente um remake desta segunda parte contaria com o cineasta, mas não custa sonhar. Com Guadagnino a bordo, nada mais natural do que trazer Armie Hammer para protagonizar na pele de Mark Elliot, estudante americano investigando estranhos acontecimentos em Roma.

No papel da irmã do protagonista, Rose, Elizabeth Olsen daria um bom contraponto, no papel da jovem atormentada em Nova York – ambos enfrentando a maldição do covil da Mãe Tenebrarum desta vez. É claro que Tilda Swinton e Dakota Johnson seriam encaixadas em algum papel no longa, tendo interpretado quatro personagens entre elas (três só para Swinton) em Suspiria e serem atrizes recorrentes do diretor.

A Maçã

Primeira grande produção da icônica e picareta Cannon Films, A Maçã foi também um verdadeiro fiasco. Um musical futurista que fala sobre um casal de amantes ingênuos, sendo transformados pelo cruel mundo da indústria musical ao serem alçados ao estrelato, caindo assim em tentações, como as drogas, em sua jornada.

Para dar uma visão mais feminina a esta história agridoce, que é praticamente toda jornada biográfica de um músico, selecionaríamos a talentosa Greta Gerwig para um novo desafio em sua carreira, em sua primeira superprodução musical. Seria interessante ver o que Gerwig orquestraria sobre o tema em seu roteiro.

Protagonizando no papel de Bibi, no entanto, nada de Saorise Ronan, usual colaboradora da cineasta. A escolhida aqui é a carismática Zendaya, que além de novo sabor à personagem, tem experiência com canto e dança – é só ver O Rei do Show. Fazendo par com a moça na pele de Alphie, o jovem indicado ao Oscar Lucas Hedges, que trabalhou com a diretora em Lady Bird. Finalizando, Catherine Mary Stuart, a Bibi original, faria um papel coadjuvante.

Mercenários das Galáxias

Outra aventura de ficção científica espacial nos moldes de Star Wars, esta obra cult tem direção não creditada de Roger Corman, e foi um dos primeiros trabalhos da carreira do mega diretor James Cameron (no filme atuando como técnico de efeitos especiais). Assim, é claro, Cameron retornaria a este remake para produzir a obra e quem sabe ajudar com o roteiro.

A trama fala sobre um jovem fazendeiro recrutando um grupo de mercenários para salvar seu planeta de um homem poderoso e sem escrúpulos. Esta ideia poderia facilmente ganhar contexto sócio político atual, numa era onde muitos blockbusters chegam com esta carga de luta de classes. E ninguém melhor para comandar um projeto que pode ter este peso do que o recente vencedor do Oscar, Bong Joon Ho, de Parasita, um especialista em ficções com conteúdo – vide O Hospedeiro e O Expresso do Amanhã.

No elenco, pensamos em Robert Pattinson para viver o protagonista fazendeiro. Na pele do Cowboy intergaláctico, o jeito descolado de Jason Momoa cairia bem. Michael B. Jordan seria a escolha ideal para o rico assassino Gelt. E fechando a equipe, Marion Cotillard traria prestígio ao projeto na pele da Valquíria St. Exmin, criando ainda um ar mais internacional para a produção. O vilão Sador ficaria interessante nas formas intensas do ator Sean Penn, astro vencedor do Oscar que quase nunca trabalha em projetos assim, mas com Joon Ho no comando, as coisas mudariam de figura.

A Fórmula

O tópico do nazismo segue forte pelo audiovisual, como o exemplo da recente série de sucesso da Amazon, Hunters, com Al Pacino. Assim, este filme de espionagem sobre uma fórmula de uma nova fonte de energia criada pelos nazistas, poderia ser recauchutada para os dias de hoje. Nossa escolha para o comando seria Todd Phillips, especialista em comédias redescoberto em dramas barra-pesada graças ao sucesso de Coringa.

O diretor traria uma atmosfera de constante tensão e suspense para o thriller. No papel protagonista do detetive investigando o caso, que originalmente foi interpretado pelo vencedor do Oscar George C. Scott, só poderíamos ter outro ator Oscarizado, e o escolhido é Matthew McConaughey, que tem a mistura exata de malandragem e seriedade para o papel.

Já na pele de um magnata do combustível, papel que foi do grande Marlon Brando, um verdadeiro discípulo e fã do astro, Robert De Niro, que inclusive trabalhou com Brando em A Cartada Final (2001). De Niro foi redescoberto ano passado em grandes produções, entregando atuações mais condizentes com sua magnitude, vide o próprio Coringa e O Irlandês. Fechando o elenco principal, na pele da filha de um dos sujeitos envolvidos na intriga, Kerry Washington ficaria bem fazendo par com McConaughey, além de ser uma atriz pra lá de talentosa.

Bônus:

Noivas em Perigo

Primeiro filme da carreira do astro Tom Hanks, este slasher fala sobre um psicopata perseguindo mulheres que estão prestes a se casar e assassinando todos à sua volta, ao mesmo tempo em que é perseguido por um policial obcecado, que teve sua noiva morta. É claro que iríamos querer Hanks produzindo o longa, que receberia um upgrade e passaria de um slasher adolescente, para um thriller mais adulto, voltado a investigação e a psique do matador. Algo que a série da Globo As Noivas de Copacabana fez.

Sendo assim, Hanks poderia inclusive participar num papel menor de coadjuvante. E para dirigir esta história tipicamente urbana, ninguém melhor do que os especialistas em noites sem fim pela cidade, e protagonistas atormentados, os irmãos Benny e Josh Safdie – de Bom Comportamento e Joias Brutas.

No elenco, a jovem Daisy Ridley receberia novo fôlego em sua carreira, após a recepção divisora de opiniões dos últimos Star Wars, num papel mais sério, dramático e intenso, no papel da noiva protagonista em uma produção menor e mais independente. A atriz teria a oportunidade perfeita de mostrar seu alcance performático. E no papel do detetive desiludido e obcecado, Bradley Cooper tiraria de letra, e poderíamos inclusive adicionar o alcoolismo a seu personagem.

Já imaginou um ‘Jurassic Park’ com GORILAS pré-históricos? Esse filme existe!

Em meados dos anos 1990, Hollywood estava sedenta por novos blockbusters que misturassem ciência, aventura e um toque de terror. E quando deu muito certo com os dinossauros em ‘Jurassic Park (1993), por que não tentar com gorilas assassinos? Essa foi a lógica por trás de ‘Congo, baseado no livro homônimo de Michael Crichton, o mesmo autor que havia inspirado o sucesso jurássico de Steven Spielberg. O filme está completando 30 anos de seu lançamento em 2025. Confira detalhes abaixo.

O romance, publicado em 1980, já circulava nos bastidores de Hollywood na mesma década, mas só ganhou fôlego quando os estúdios viram que transformar a ciência pop de Crichton em entretenimento lucrativo era uma aposta certeira.

Ainda que ‘Congo compartilhasse o DNA de ‘Jurassic Park — tecnologia futurista, expedições perigosas, cientistas em apuros e criaturas mortais —, a diferença aqui estava no tom. Onde Spielberg apostava no assombro e na maravilha, ‘Congo mergulhava de cabeça na aventura pulp, evocando filmes de safári e os seriados no cinema dos anos 40 e 50, com direito a vulcões em erupção, selvas traiçoeiras, civilizações perdidas e macacos hostis que pareciam saídos de um pesadelo. Combinava-se um enredo de ficção científica com uma estética que flertava com o exagero — algo que dividiu opiniões, para dizer no mínimo.

Produzido por Kathleen Kennedy e Frank Marshall — parceiros frequentes de Spielberg —, o projeto foi entregue justamente a Marshall na direção. Embora conhecido até então mais como produtor, Marshall já havia dirigido ‘Vivos (1993), e agora assumia as rédeas de uma superprodução com um orçamento de aproximadamente US$ 50 milhões.

O elenco reuniu nomes como Laura Linney, então em ascensão, Dylan Walsh, Ernie Hudson (de ‘Os Caça-Fantasmas), Tim Curry em modo histriônico como um explorador com sotaque duvidoso, além de Grant Heslov e Joe Don Baker. Ah, e é claro, uma gorila chamada Amy, interpretada por uma atriz fantasiada e animatrônicos de última geração, projetados por Stan Winston — o mesmo gênio por trás dos dinossauros de ‘Jurassic Park.

Para o papel protagonista do Dr. Peter Elliot, que ficou com Dylan Walsh – um ator sem muita expressividade na época (mas que com o filme ganhou vitrine) -, nada menos que um dos maiores astros de Hollywood foi considerado. Tom Cruise chegou a ser mencionado nos anos 80, quando o projeto ainda era considerado uma adaptação de prestígio, com a expectativa de ser dirigido pelo próprio Michael Crichton ou Spielberg. Na época, Cruise era associado a projetos mais sérios e sofisticados, como ‘Questão de Honra‘, ‘A Firma‘ e ‘Entrevista com o Vampiro‘. A contratação não foi adiante, mas na mesma época, Cruise diria sim para outra superprodução da Paramount: ‘Missão: Impossível‘.

Outros nomes que circulavam na época para o papel protagonista eram os de Jeff Bridges e Kevin Bacon. O primeiro, mais velho, traria mais experiência ao papel do cuidador da gorila Amy. Na época, Bridges saía do thriller subestimado ‘Contagem Regressiva‘ e ao não fechar acordo para ‘Congo‘, decidiu se aventurar no velho oeste, no western ‘Wild Bill – Uma Lenda do Oeste‘. Já Bacon, que havia contracenado com Tom Cruise em ‘Questão de Honra‘, significava juventude e energia ao personagem. Ele também havia acabado de sair de um thriller, com ‘O Rio Selvagem‘, ao lado de Meryl Streep. Ao invés de ‘Congo‘, no mesmo ano ele apostava no drama ‘Assassinato em Primeiro Grau‘, com Gary Oldman e Christian Slater; no blockbuster sobre o desastre real em ‘Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo‘, com Tom Hanks; e dublando o protagonista na animação ‘Balto‘.

O papel protagonista feminino da Dra. Karen Ross chamou atenção de algumas das maiores estrelas de Hollywood na época – ou pelo menos dos produtores do filme para que elas o estrelassem. Julia Roberts, então considerada a maior estrela de cinema, foi cogitada durante o “boom” pós-‘Uma Linda Mulher (1990). A Paramount, empolgada com a possibilidade de tornar ‘Congo um evento cinematográfico, considerou Roberts como o rosto ideal para atrair o público feminino e elevar o status do filme.

Demi Moore também foi sondada no início dos anos 90, logo após o sucesso de ‘Ghost (1990) e ‘Proposta Indecente’ (1993). Sua imagem mais agressiva e determinada agradava a alguns produtores, dado que Karen é uma ex-agente da CIA com perfil de ação. Até mesmo Gillian Anderson, ainda antes de sua fama em ‘Arquivo X, chegou a fazer testes para o papel, mas foi considerada “desconhecida demais” na época.

A trama de ‘Congo‘ acompanha uma expedição ao coração da África com múltiplos interesses: a busca por uma equipe desaparecida, a procura de diamantes raros e um experimento linguístico com uma gorila que “fala” por meio de um aparelho tradutor de linguagem de sinais. A empresa de telecomunicações que financia a viagem está atrás de diamantes para turbinar a comunicação global, mas o grupo logo descobre que o local é guardado por uma antiga civilização e uma espécie de gorilas violentos e altamente inteligentes — verdadeiros assassinos pré-históricos. Com a floresta e seus mistérios se fechando ao redor, os personagens enfrentam traições, fenômenos naturais e criaturas hostis, tudo isso enquanto tentam sobreviver a um território inóspito.

Em meio a raios laser, tiroteios, ruínas escondidas e gorilas homicidas, o filme avança em ritmo acelerado até seu clímax explosivo, com direito a um vulcão em erupção digno de filme-catástrofe. Em sua essência, ‘Congo é uma jornada de sobrevivência e ambição, temperada por um charme retrô e efeitos práticos que, hoje, soam deliciosamente datados — o que só contribui para seu status cult entre fãs de aventuras excêntricas dos anos 90.

Na época do lançamento, a recepção da crítica foi, digamos, morna. Muitos críticos acharam a trama absurda, os personagens caricatos e os efeitos especiais abaixo do esperado — especialmente após o alto padrão estabelecido por ‘Jurassic Park. Roger Ebert descreveu o filme como “tão ruim que beira a comédia involuntária”, enquanto outros viram nele um potencial trash que se levava a sério demais. Ainda assim, houve quem enxergasse um charme despretensioso na mistura de ação, mistério e ficção científica.

Apesar das críticas, ‘Congo foi um sucesso comercial considerável. Com um orçamento de US$50 milhões, recuperou metade do valor somente em seu fim de semana de estreia no dia 9 de junho de 1995. O filme foi capaz de tirar da primeira posição o antigo campeão, a aventura infantil ‘Gasparzinho‘, com Bill Pullman e Christina Ricci, produzido por Steven Spielberg – que estava a duas semanas no topo. No fim de sua estadia nos EUA, ‘Congo‘ arrecadou US$81 milhões e cerca de US$152 milhões mundialmente, mais que triplicando seu orçamento.

Nos anos seguintes, ‘Congo‘ virou figurinha carimbada em locadoras e tardes televisivas. O marketing do filme também foi marcante, com a gorila Amy estampando brinquedos, pôsteres e até copos de fast-food, como um mascote não oficial da temporada de verão de 1995.

Hoje, trinta anos depois, ‘Congo é lembrado como um dos mais curiosos produtos do “efeito Crichton” pós-Jurassic Park. Mesmo com suas falhas, conquistou um legado peculiar: virou símbolo de uma era em que os estúdios apostavam alto em adaptações de best-sellers de ficção científica, mesmo que o resultado beirasse o bizarro. É um filme que dividiu opiniões, mas uniu fãs de aventuras exageradas, gorilas falantes e vilões com sotaques indecifráveis. No fim das contas, ‘Congo é como sua protagonista Amy: estranho, carismático, e impossível de esquecer.

Keke Palmer interpreta uma cafetina no trailer do drama ‘Pimp’; Assista!

O drama ‘Pimp‘, estrelado por Keke Palmer (‘Scream Queens‘), ganhou trailer.

Confira:

O filme foi escrito e dirigido por Christine Crokos.

Na trama, Wednesday (Palmer) é uma cafetina nos dias atuais em Bronx, que apressa para encontrar o amor e o seu caminho fora de sua vizinhança.

O elenco ainda inclui Haley Ramm, Vanessa Morgan, Edi Gathegi, Aunjanue Ellis e Lyrica Okano.

‘Pose’ é renovada para a 3ª temporada

O FX renovou oficialmente a série ‘Pose‘ para a 3ª temporada.

“‘Pose’ elevou nossa cultura e o cenário da televisão como nunca antes, e estamos honrados em nossa parceria com Ryan Murphy, Brad Falchuk e Steven Canals na terceira temporada,” declarou John Landgraf, chefão da emissora. “Agradecemos a toda a equipe criativa, incluindo o elenco e equipe incríveis, por esta incrível, esclarecedora e inovadora série.”

Ryan Murphy revelou que o novo ano terá um salto temporal de 1989 para o finalzinho de 1990. A mudança será feita para alcançar o lançamento da famosa música Vogue, da cantora Madonna, e será baseada em como os personagens reagem à famosa canção, assim como seu impacto na cultura e no cenário popular da música na época.

POSE: 5 motivos que fazem dessa uma das mais importantes séries da história

Criada por Ryan Murphy, Steven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transgêneros da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A trama se passa no final dos anos 80 e observa a justaposição de vários segmentos da vida e da sociedade em Nova York: a ascensão do universo de luxo, a cena social e literária do centro e o mundo e cultura dos Bailes.

O elenco inclui Evan Peters, Mj Rodriguez, Dominique Jackson, Billy Porter, Indya Moore, Ryan Jamaal Swain, Hailie Sahar, Angelica Ross e Angel Bismark Curiel.

‘O Homem Invisível’: Diretor explica sua abordagem sobre a invisibilidade no reboot

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Leigh Whannell explicou o motivo da atualização tecnológica por trás da invisibilidade do personagem-título no terror ‘O Homem Invisível‘.

“Eu queria me manter longe de algo estranho ou bobo. Eu não queria nenhum soro, esse foi um dos meus primeiros pensamentos. Não parecia nada real. Eu queria algo que o público pudesse acreditar, algo que pudesse acontecer amanhã.”

Ele completa, “Eu senti que usar da tecnologia era a melhor maneira para atingir esse objetivo.”

Sucesso entre os críticos (90% de aprovação no Rotten Tomatoes), o reboot surpreendeu nas bilheterias dos EUA, estreando com ótimos US$ 29 milhões.

Para termos de comparação, o reboot de ‘A Múmia‘ estreou com US$ 31.6 milhões em 2017. No entanto, o longa estrelado pelo Tom Cruise tinha um orçamento gigantesco de US$ 125 milhões. Já ‘O Homem Invisível‘ custou apenas US$ 7 milhões, o que já coloca a produção em uma posição de sucesso desde sua estreia.

Internacionalmente, o terror arrecadou US$ 20.2 milhões através de 47 mercados, totalizando uma estreia global sólida de US$ 49.2 milhões.

Além disso, o público parece ter gostando da produção, dando-lhe uma nova B+, o que deve ajudar em sua estabilidade nas próximas semanas.

Vale lembrar que ‘O Homem Invisível‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Escrita e dirigida por Leigh Whannell (‘Upgrade‘), a nova versão teve baixo orçamento e é descrita como “assustadora”.

O que você não pode ver pode te machucar. A vencedora do Emmy Elisabeth Moss (‘Nós’‘The Handmaid’s Tale’) estrela em um conto moderno de obsessão inspirado pelos personagens clássicos do panteão da Universal Pictures.

Presa em uma violenta e controladora relação com um cientista brilhante, Cecilia Kass (Moss) escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã (Harriet Dyer) e seu amigo de infância (Aldis Hodge) e filha adolescente (Storm Reid). Mas quando seu ex abusivo (Oliver Jackson-Cohen) comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada. À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.

O Homem Invisível‘ já tinha virado filme em 1933, com roteiro assinado por H.G. Wells, – também o autor do livro no qual a trama é baseada –, e acompanhou a história do Dr. Jack Griffin, cientista devotado que encontra uma maneira de ficar invisível, mas no processo se torna um assassino insano.

‘Convenção das Bruxas’: Warner se desculpa após polêmica envolvendo pessoas com deficiência

Parece que não foram apenas os críticos que não gostaram do remake de ‘Convenção das Bruxas‘! A produção tem sido alvo de duras críticas por causa da caracterização de suas vilões.

No filme, a Grande Bruxa, interpretada pela Anne Hathaway, tem apenas três dedos nas mãos e muitas pessoas apontaram que ela parece ter Ectrodactilia, uma rara má formação do membro comumente conhecida como “mão partida”.

A polêmica destaca a perpetuação dos estereótipos em mostrar deficiência física como algo anormal ou assustador.

Em declaração oficial, a Warner Bros. se desculpou pela situação e afirmou estar “profundamente triste por descobrir que a aparência das personagens fictícias do filme poderia chatear pessoas com deficiências”.

“Ao adaptarmos a história original, nós trabalhamos com diversos artistas que criaram um novo conceito das garras meio felinas descritas no livro. Nunca foi nossa intenção fazer os espectadores sentirem que as criaturas fantásticas e não-humanas fossem uma representação delas. Esse filme é sobre o poder da gentileza e da amizade. Nós esperamos que as famílias e crianças possam aproveitar o longa e abraçar sua mensagem de amor.”

Lembrando que o aguardado remake já tem data de estreia nos cinemas brasileiros.

A assessoria da Warner Bros. revelou ao CinePOP que o filme estreia por aqui no dia 19 de Novembro.

Ao contrário do Brasil, o filme foi lançado nos EUA direto no streaming da HBOMax.

Compare as cenas do original de 1990 com a nova versão:

Convenção das Bruxas‘ conquistou 51% de aprovação no Rotten Tomatoes e dividiu opiniões, mas recebeu elogios pela eletrizante e enérgica atuação da atriz Anne Hathaway, que carrega a produção com uma abordagem mais performática da Bruxa Mãe.

Confira as principais avaliações já publicadas:

“O feitiço não foi lançado” – Peter Bradshaw, Guardian

“Precisamos mesmo de outra versão? Não, mas Anne Hathaway claramente apreciou a oportunidade”. – Clarisse Loughrey, Independent (UK)

“Ainda assim, a imagem permanente é a de Hathaway como Lilith … E é uma performance e tanto”. – Kevin Maher, Times (UK)

“Talvez este filme seja voltado para crianças mais jovens do que o original (e certamente o livro), mas Zemeckis, como co-roterista, suaviza demais a história”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic

“O filme, em sua melhor forma, é grosseiro, bobo, amigável e perturbador, o que pode ser tudo o que importa”. – Richard Lawson, Vanity Fair

“Os efeitos especiais são de primeira classe e as performances são muito exageradas, mas divertidas. Porém, Convenção das Bruxas é muito perturbador para crianças pequenas e não ousado o bastante para cativar os adultos”. – Richard Roeper, Chicago Sun-Times

 

Dirigido por Robert Zemeckis, o longa é baseado no livro homônimo lançado em 1983, escrito por Roald Dahl. O material já havia sido adaptado para as telonas em 1990, estrelado por Anjelica Huston.

A trama segue um menino órfão (Bruno) que, no final de 1967, vai morar com sua amada avó (Spencer) na cidade rural de Demopolis, no Alabama. O menino e sua avó se deparam com algumas bruxas enganosamente fascinantes, mas completamente diabólicas, de modo que a avó sabiamente leva nosso jovem herói para um resort à beira-mar opulento. Lamentavelmente, eles chegam exatamente no mesmo momento em que a Grã-bruxa do mundo (Hathaway) reuniu seus companheiros de todo o mundo – disfarçados – para realizar seus planos nefastos.

O elenco conta com Anne HathawayOctavia Spencer, Stanley Tucci, Jahzir Kadeem Bruno.

‘The Last of Us’: Ator que dublou o Tommy no jogo se junta ao elenco da série

De acordo com o Deadline, Jeffrey Pierce, que dublou o personagem Tommy no jogo original, entrou para o elenco da adaptação de ‘The Last of Us‘.

Ironicamente, o ator interpretará um personagem diferente na série. Ele dará vida ao Perry, um rebelde na zona de quarentena.

Pedro Pascal (‘The Mandalorian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) irão estrelar a produção como Joel e Ellie, respectivamente. O elenco ainda contará com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nico Parker, Murray Bartlett e Con O’Neil.

Kantemir Balagov será responsável pela direção do episódio piloto, com Jasmila Žbanić e Ali Abbasi também confirmados na direção de outros episódios.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.

Por enquanto, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

Paranoia e obsessão no trailer do terror ‘The Yellow Wallpaper’; Assista!

O terror ‘The Yellow Wallpaper‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Kevin Pontuti, o longa é baseado no conto clássico de Charlotte Perkins Gilman.

“Jane, uma escritora e jovem mãe, recebe recebe a recomendação de descansar por seu marido médico John, que a leva para uma propriedade rural remota durante o verão. Ela fica obcecada com o peculiar papel de parede amarelo no quarto que ele escolheu para ela. Em seu isolamento, ela escreve secretamente sobre uma mulher presa no papel de parede – que ela deve libertar.”

O elenco conta com Alexandra LorethJoe Mullins, Clara HartJeanne O’Connor.

O terror será lançado em VOD no dia 29 de março.

‘The Circle’: Solteiros prometem agitar o reality no trailer da 5ª temporada

A Netflix divulgou o divertido trailer da 5ª temporada do reality show ‘The Circle‘, que trará apenas participantes solteiros.

O novo ciclo contará com o retorno do Shubham Goel, que está em busca de redenção.

Confira:

O próximo ciclo será lançado na plataforma no dia 28 de dezembro.

Michelle Buteau retorna como apresentadora.

O conceito do reality é um grupo de pessoas interagindo on-line e ganhando popularidade entre os participantes, seja através de verdades… ou mentiras.

Protagonista de ‘A Queda da Casa de Usher’ quase foi interpretado por ator DIFERENTE; Entenda!

A série ‘A Queda da Casa de Usher‘, novo terror comandado por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’), acabou de estrear na Netflix e já está conquistando os espectadores.

A produção, no entanto, poderia ter ficado muito diferente, uma vez que um dos papéis principais teve que ser reescalado durante as gravações da série.

Originalmente, Frank Langella (‘O Último Portal’) havia sido contratado para interpretar o Roderick Usher, patriarca da família titular.

O ator, no entanto, foi demitido durante as gravações da série após alegações de assédio sexual. O artista foi investigado após as acusações de “conduta inapropriada” no set de filmagens e, uma vez completadas as investigações, foi determinado que seu comportamento nos bastidores da produção foi inaceitável.

Após o incidente, Bruce Greenwood foi reescalado no papel. O ator já havia trabalho com o Mike Flanagan no aclamado ‘Jogo Perigoso‘, adaptação do livro homônimo de Stephen King.

A produção, baseada na obra do mestre Edgar Allan Poe, conquistou impressionantes 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Confira as análises:

“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.

“Embora a minissérie de Mike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.

“‘A Queda da Casa de Usher’ é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.

‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.

“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.

Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis ​​que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.

Crítica | ‘A Queda da Casa de Usher’ é mais uma obra-prima do terror assinada por Mike Flanagan

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por ‘Missa da Meia-Noite’, pelos elogiados ‘A Maldição da Residência Hill’‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller ‘Jogo Perigoso’ e a cancelada ‘The Midnight Club’.