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‘Desenhos’ ganham vida no trailer LEGENDADO da nova fantasia familiar; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do filme de fantasia ‘Desenhos‘.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de agosto.

Quando o caderno de desenhos de uma jovem garota cai em um lago estranho, suas criações, imprevisíveis, caóticas e perigosamente reais, ganham vida. À medida que a cidade se torna um caos, ela e o irmão precisam rastrear as criaturas antes que elas deixem danos permanentes.

Seth Worley é responsável pela direção.

O elenco conta com Tony Hale (‘Arrested Development’), D’Arcy Carden (‘The Good Place’), Bianca Belle (‘A Mulher no Lago’) e Kue Lawrence.

‘Helluva Boss’: 3ª temporada do derivado de ‘Hazbin Hotel’ ganha teaser e previsão de lançamento

O Prime Video divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de ‘Helluva Boss‘, série derivada do universo de ‘Hotel Hazbin‘.

O próximo ciclo será dividido em duas partes: a primeira será lançado durante o outono norte-americano deste ano (período entre os meses de setembro e novembro), enquanto a segunda chegará apenas em 2027.

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Ambientada no Inferno, a série acompanha Blitzo, líder excêntrico da P.A.I. (Profissionais de Assassinato Imediato), uma pequena e caótica empresa de assassinatos que funciona graças a um grimório mágico e a um complicado relacionamento com o príncipe demônio Stolas. Ao lado de sua equipe igualmente caótica – Moxxie, um atirador de elite; Millie, uma assassina ardente e habilidosa; e Loona, sua recepcionista sarcástica e infernal – Blitzo aceita contratos para matar alvos no mundo humano. Ao equilibrar o trabalho com a vida pessoal, a equipe se vê constantemente em situações absurdas, violentas e de humor ácido. Vivienne Medrano criou a série e atua como produtora executiva. Tom Murray também atua como produtor executivo.

A produção é estrelada por Brandon Rogers, Richard Horvitz, Vivian Williams, Erica Lindbeck e Bryce Pinkham. A série também conta com Alex Brightman, James Monroe Iglehart, Cristina Vee, Georgie Leahy, Rochelle Diamante e Morgana Ignis.

Lembrando que ‘Hotel Hazbin’ já foi oficialmente renovada até a quarta temporada.

‘Transformers’: Isabela Moner revela teste de elenco inusitado para o filme

A jovem atriz Isabela Moner teve um teste de elenco bem incomum para participar de ‘Transformers – O Último Cavaleiro’.

Durante uma entrevista exclusiva ao site Cinema Blend ela revelou que em seu primeiro encontro com Michael Bay, ela teve que fazer algo inusitado, atuando frente a frente a um prédio, como se ele fosse um Transformer.

Diz ela:

“Michael Bay me fez ir até o estacionamento do estúdio, encarar um prédio e começar a gritar em direção a ele como se eu estivesse falando com um Transformer. E ele gravou tudo, como se fosse uma espécie de curta-metragem, foi assim que eu consegui o papel! Foi assim também que eu o conheci. Nosso primeiro dia e eu já estava fazendo coisas malucas, sem sentido. E sim, foi ótimo e acabou ditando o ritmo do resto dessa aventura”.

 

 

A estreia de ‘Transformers – O Último Cavaleiro‘ acontece em 20 de Julho no Brasil.  

Shia LaBeouf dorme durante exibição de ‘Transformers 3′

Transformers 5‘ mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora Planetas. Em paralelo, o personagem de Mark Wahlberg se une aos Dinobots e aos Autobots para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.

Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Moner viverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.

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‘Perdidos no Espaço’ estreia na Netflix; Confira o que achamos da série!

Desafiar as fronteiras espaciais foi a marca dos anos 60. Com a então União Soviética avançando em ritmo acelerado, os Estados Unidos se viu incentivado a superar o país nos desbravamentos do desconhecido. O investimento na NASA e em todo o seu trabalho levou ao primeiro passo na lua, na dobra final da década, lá em 1969. E como parte desse contexto histórico, a televisão refletia os esforços em uma leva de séries sci-fi com temática extraterrestre. Aterrissar em outros planetas, descobrir vida além da Terra e a dinâmica entre raças distintas foram as temáticas de Terra de Gigantes, Viagem ao Fundo do Mar, Star Trek e Perdidos no Espaço. Esta última ganha novo fôlego, em uma era onde a Terra volta a ser o grande foco das principais discussões mundiais. Em um planeta que parece anunciar a sua futura extinção, o remake do clássico de Irwin Allen nunca foi tão pontual e preciso.

O investimento da Netflix na produção de séries de TV é inerente. A cada nova produção, novas barreiras são rompidas. E em se tratando de espaço, não há espaço algum para amadorismo. Em um universo criativo onde galáxias se aproximam do realismo palpável e a gravidade é desafiada em obras surpreendentes como Interestelar e, por que não, Gravidade, brincar de desbravar outras atmosferas exige um certo profissionalismo. A plataforma de streaming entende que compactar essa infinidade espacial exige cuidado e faz em seu remake de Perdidos no Espaço um primor aos olhos. Esteticamente fascinante, a releitura do clássico de 65 ganha novas cores, formas e ainda mais corpo, com o auxílio da tecnologia ultra avançada no tratamento dos efeitos especiais e visuais.

A narrativa se espelha em sua origem, mas com uma nova motivação – tão plausível como a inicial. Com o nosso planeta em decadência, mergulhado nos efeitos permanentes e mortais do aquecimento global, não há mais solução para a Terra. A resposta se encontra em Alpha Centauri, a versão ideal para a perpetuidade da vida humana. Chegar a essa terra prometida é um desafio, condecorado apenas aos mais ilustres terráqueos. E neste contexto social onde o mundo é distinguido pela expertise, caráter e personalidade alheia, os Robinson renascem com todos os seus pares e um elemento cativante, impresso na diversidade. Ao contrário da trama nativa, alguns papéis são adaptados para compreender os personagens mais particulares, com raízes negras e latinas.

As mulheres se destacam, não apenas por reconfigurar alguns dos papéis, mas por sua perspicácia no contexto narrativo. Com Molly Parker como a matriarca, reprisamos o mesmo viés emponderado da personagem Jackie Sharp, de House of Cards. Destemida e decidida, ela dá vida a uma inteligente cientista, que transborda o mesmo grau de sabedoria em sua filhas. Esta, mesma didática, se repete na formação de todos os protagonistas, que são construídos em camadas. Nos primeiros cinco episódios, já é possível perceber o grau de profundidade que cada um deles possui. Arranhando apenas a superfície de figuras tão distintas, este início de Perdidos no Espaço é um prelúdio para uma série de desdobramentos que cada arco trará. Muito mais que núcleos narrativos, a produção se apresenta como aquela que vai transpor algumas barreiras não rompidas pela original.

A complexidade na conceitualização e consolidação de seus protagonistas é um dos elementos chave que encorpa a trama. A partir do potencial, caráter e habilidade de cada um, a trama se desabrocha ainda mais. Partindo das motivações pessoais, o enredo se entrega aos olhos do espectador, em uma sucessão eletrizante de eventos. Com um episódio de abertura de impacto, temos pouco mais de uma hora em uma extasiante jornada, que acelera os batimentos cardíacos e anuncia a chegada de uma nova produção que não apenas pretende reinventar sua predecessora, como hipnotizar o público familiar. Bem desenvolvida por Matt Sazama e Burk Sharpless, ela propositalmente abrange um leque de audiência extensivo, que alcança todos os apaixonados pela ficção científica, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos.

Ainda pode ser um pouco cedo para consagrar Perdidos no Espaço como uma das grandes séries do catálogo original da Netflix, mas seu potencial é evidente. Transformando o teor cômico do clássico sessentista em um drama permeado por temáticas bem sérias, a releitura mantém algumas referências nostálgicas, para aqueles que cresceram ao som da música tema da série de Irwin Allen. Ao mesmo tempo, ela atrai esta nova audiência, que delira com efeitos especiais mirabolantes nas telonas do cinema. E com John Williams dando um novo toque na canção de abertura, a produção caminha rumo a uma longa jornada, sem medo de sair da sua zona de conforto, com assuntos mais densos. A experiência sinestésica é real. Se ela continua até o fim da temporada? É aguardar para ver.

‘A Barraca do Beijo 2’: Netflix confirma sequência em novo vídeo, Assista!

Desde o lançamento da comédia romântica ‘A Barraca do Beijo‘, os fãs têm feito um constante apelo para a produção de uma sequência.

A Netflix ouviu o clamor e confirmou a produção da continuação, por meio de um vídeo com a dupla de protagonistas.

Assista:

 

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YUP!!! WE ARE GETTING A SEQUEL!!! #💋✌️ @thekissingboothnetflix

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A Netflix Brasil também compartilhou as novidades, com uma nova imagem:

 

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Lee e Elle passando pela sua timeline para avisar que vai ter continuação de #BarracaDoBeijo SIM! ✌️💋

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Crítica Netflix | A Barraca do Beijo – É mesmo um prazer culposo e tá tudo bem

Assista a nossa crítica:

Além de King,A Barraca do Beijoconta com Joel Courtney e Jacob Elordi no elenco e já está disponível na Netflix.

Séries do Arrowverse devem encerrar suas temporadas mais cedo

As principais séries do Arrowverse devem encerrar suas respectivas temporadas mais cedo, em virtude da pandemia do coronavírus.

Com a Warner Bros. interrompendo as filmagens das produções, a fim de preservar a saúde de suas equipes, as gravações dos episódios finais de algumas séries ficaram comprometidas.

Segundo o portal TVLine, a 1ª temporada de Batwoman’, 6ª temporada de Flash e a 5ª temporada de Supergirl correm o risco de serem finalizadas sem seus tradicionais season finales.

De acordo com a publicação, enquanto ‘Supergirl‘ já gravou 21 de seus 22 capítulos, ‘Flash‘ ficou com dois episódios em a ver, que ainda precisavam ser gravados. Isso deve implicar diretamente na narrativa, que eventualmente ficaria incompleta, caso o quadro global atual se estenda.

O caso mais crônico é da temporada inaugural de ‘Batwoman‘. De seus 22 episódios, 19 já foram gravados, o que deve comprometer ainda mais no andamento da trama.

Já a série ‘Legends of Tomorrow‘ não enfrentará problemas, pois todos os episódios de sua atual temporada já haviam sido filmados.

 

‘Um Príncipe em Nova York 2’: Filha do Eddie Murphy revela como foi lutar contra o Wesley Snipes na sequência

Um das estreias mais aguardadas do primeiro semestre de 2021, ‘Um Príncipe em Nova York 2‘ promete surpreender os fãs do clássico, com novas e fortes personagens femininas, que trarão um novo vigor para a trama.

E uma delas é interpretada por Bella Murphy, que entra em um confronto direto contra o personagem do veterano Wesley Snipes – rendendo ate mesmo em pancadaria. A atriz e filha do comediante Eddie Murphy revelou como foi a oportunidade de poder bater no intérprete do herói Blade em cena.

Durante a coletiva de imprensa que teve a presença do CinePOP, Murphy ainda comentou como foi desempenhar toda a cena de luta fisicamente:

“Isso foi incrível. Lembro que quando estávamos fazendo aquela cena, eu realmente pude desempenhar todos os movimentos de luta. E eu estava nervosa, porque não queria bater na cabeça do Wesley Snipes, não seria uma boa impressão. Então eu estava muito nervosa, mas no final acabou dando tudo certo! E foi muito legal interpretar uma personagem como ela, pois eu me senti muito empoderada”.

Bella Murphy foi ainda mais além e ponderou sobre como a sequência se comunica bem com o contexto atual, sendo de fato um longa que destaca as protagonistas femininas:

“Sinto que a história mostra como as mulheres podem fazer tudo que os homens fazem e até mesmo ainda melhor. Então isso foi muito legal”.

Para a atriz Vanessa Bell Calloway, intérprete da personagem Imani Izzi, o público perceberá nitidamente uma mudança positiva na narrativa, com as mulheres recebendo o devido destaque em tela.

Ao longo da coletiva, ela ponderou sobre isso, à medida em que também revelou alguns detalhes relacionados ao arco de sua personagem, compartilhando como ela se encontra na nova trama, mais de 30 anos depois:

“Bem, direi apenas que este é um filme em que vocês verão o empoderamento das mulheres e principalmente das mais jovens. Quando à minha personagem, acho que ela ainda teve alguns problemas ao longo dos anos e seu irmão, que é vivido pelo Wesley Snipes, veio em sua defesa aqui na sequência. Ela ainda tem algumas dificuldades, mas no final do longa você vê que ela provavelmente as superou. Mas seu crescimento e desenvolvimento foram um pouco estagnados em comparação a alguns dos outros personagens, porque ela foi pega em um túnel do tempo, pois ainda se sentia injustiçada. E em certo ponto isso é verdade”.

Confira os cartazes individuais:

O filme será lançado no dia 05 de março de 2021 na plataforma de streaming.

Na nova história, Akeem descobre que tem um filho perdido nos Estados Unidos e retorna para encontrar o novo herdeiro do trono do fictício reino de Zamunda.

O longa é dirigido por Craig Brewer.

“Depois de longos anos de espera, estou empolgado com o fato de ‘Um Príncipe em Nova York 2′ estar avançando oficialmente”, disse Murphy em um comunicado. “Nós montamos uma grande equipe, que será dirigida por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em ‘Meu nome é Dolemite‘, e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para o cinema.”

O elenco também conta com Arsenio Hall volta como Semmi e Shari Headley retorna como Lisa McDowell, além de Tracey Morgan (Tiras em Apuros), Leslie Jones (Saturday Night LiveCaça-Fantasmas), Kiki Layne (Se a Rua Beale Falasse), Wesley Snipes, John AmosJames Earl Jones

Arsenio Hall and Tracy Morgan star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
Eddie Murphy and Jermaine Fowler COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios
KiKi Layne and Eddie Murphy star in COMING 2 AMERICA
Photo Courtesy of Amazon Studios

Crítica | A Pior Pessoa do Mundo: Comédia romântica indicada ao Oscar subverte o gênero de forma impressionante

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Entre o fim da juventude e o início da vida adulta existe um limbo onde dúvidas, inconstâncias, questionamentos e incoerências superabundam. E entre a energia frenética dos 20 poucos anos e a melancolia natural que acompanha a chegada dos 30, existe A Pior Pessoa do Mundo, a surpreendente e inesperada comédia romântica norueguesa de Joachim Trier – que subverte o gênero com um toque dramático cirúrgico sobre as crises existenciais da vida, que nós já deveríamos ter resolvido há muitos anos atrás.

Julie (Renata Reinsve) não é a heroína que você espera no gênero. Inconstante e sempre confusa, ela navega por seus relacionamentos como alguém que não sabe o que esperar de seus parceiros, muito menos de si mesma. Quase coadjuvante de sua história, ela é a culminação de suas próprias decisões ruins. E ao longo de quatro anos, Trier e o roteirista Eskil Vogt nos levam pelas turbulentas águas de sua vida. Navegando sem propósito e fruto de decisões tomadas sempre ao acaso, a protagonista é aqui uma antagonista em sua própria trajetória.

E suas escolhas a tornam difícil de digerir para a audiência, o que de antemão parece problemático. Como telespectadores que possuem a visão macro, observamos A Pior Pessoa do Mundo como sendo a definição completa do seu título homônimo. E como alguém que tenta nos convencer a todo tempo a seguir adiante com a trama, Trier entrega essa comédia romântica inicialmente desconfortável, que gradativamente conquista os nossos corações, nos fazendo enxergar em Julie um pouco de nós.

Aqui, ela enfrenta a crise dos 30 sem precisar assim denominá-la. E conforme Renata Reinsve se desabrocha em tela como essa desagradável, mas compreensível protagonista, percebemos também que a pressão constante de sermos os heróis e heroínas é sim um tanto pesada. Infelizmente, não é sempre que temos tudo resolvido e é tal indecisão constante que faz de Julie alguém com quem – gradativamente – conseguimos nos afeiçoar. E ao lado dela, Aksel (Anders Danielsen Lie) e Eivind (Herbert Nordrum) são o outro lado da moeda, como dois homens que por amarem Julie se tornam também efeitos colaterais de suas atitudes.

Lindamente dirigido e com uma das cenas mais memoráveis da história recente do cinema, A Pior Pessoa do Mundo consegue recriar algumas sensações íntimas que todos nós um dia sentimos ao se apaixonar por alguém. Muito mais do que aparenta ser, a comédia dramática é uma melancólica jornada de autodescoberta, que explora as incertezas da vida, à medida que nos surpreende com suas doces reflexões sobre a preciosidade do tempo. Existencial e divertido, A Pior Pessoa do Mundo encerra a Trilogia Oslo de Joachim Trier como uma carta sobre amor, perda e sobre o quão difícil é aceitar a pior pessoa que talvez você venha a conhecer: você mesmo.

[Exclusivo] Entrevista com Esmir Filho: ‘Boca a Boca’ é recomendada para quem curtiu ‘Sex Education’ e ‘Dark’

Com uma sinopse sobre um vírus transmitido por meio do beijo a assolar os jovens de uma cidade do interior do Brasil, a série Boca a Boca chegou nesta sexta-feira, dia 17 de julho, à Netflix e já chama atenção do público pelo seu ponto de conexão – antes distópico – com o panorama mundial sob o receio de uma doença sem cura a se espalhar pelos cinco continentes. 

Para saber um pouco mais sobre este universo metafórico, o criador e diretor geral da série Emir Filho concedeu uma entrevista exclusiva para o CinePOP horas depois da estreia da obra na plataforma de streaming. Neste agradável bate-papo, o cineasta nos conta sobre suas provocações criativas, seus projetos para o futuro e, principalmente, suas expectativas sobre a recepção do público nesta narrativa de descobertas sexuais e amadurecimento, temas dos quais ele é apaixonado por discutir em suas obras. 

Com 14 anos de carreira no audiovisual, Esmir Filho tornou-se conhecido pela repercussão na internet dos seus premiados curtas Tapa na Pantera (2006), Alguma Coisa Assim (2006) e Saliva (2007). Em 2010, lançou seu primeiro longa Os Famosos e os Duendes da Morte, já o segundo Alguma Coisa Assim (2018) foi uma adaptação do curta homônimo, e o terceiro Verlust chegará em breve aos cinemas, com Marina Lima e Andréa Beltrão. 

Confira abaixo uma parte do nosso bate-papo com Esmir Filho e veja a entrevista completa e original no nosso canal no YouTube

Esmir Filho e Juliana Rojas no set de filmagem de Boca a Boca

CinePOP: A pergunta mais óbvia neste momento é sobre a comparação da epidemia de Boca a Boca com a pandemia da Covid-19 no mundo real. Como está sendo a relação desses temas na divulgação da série?

Esmir Filho: A gente começou a construir a série há dois anos. A nossa vontade era falar de descobertas, desejos, experimentações, sobre o mundo jovem de hoje que é povoado por telas. (..) Quando a gente criou este surto epidêmico que passa pelo beijo era uma síndrome fantasiosa, mas ela funcionava como um antagonista na jornada dos jovens. Então, essa doença é um símbolo de luta. A epidemia é apenas um ponto de partida, a série lança um olhar sobre como as relações pessoais ficam depois dessa crise.

Como a Covid-19 é algo que estamos vivendo agora, ela está muito latente, mas o comportamento social é muito parecido [com as epidemias anteriores]. Existe um quadro de pânico, um quadro de desconfiança, discriminação, preconceito, alguns corpos que são privilegiados frente a outros por conta do embate de classes. Então, a gente discute tudo isso na série porque isso é um quadro sintomático da sociedade, da comunidade. Não é à toa que, agora, vamos fazer relações diretas, porque estamos vivendo isso hoje, só que a gente escreveu antes com base no nosso comportamento social. A gente lança luz [na questão] de até quando vamos nos comportar desta maneira?

CinePOP: Queria saber a sua opinião sobre outro discurso que está na série e também em voga no Brasil.  Dizem que somos um país do liberalismo econômico, mas do conservadorismo de hábitos.

Esmir Filho: Eu sou a favor do corpo. De a gente respeitar o nosso desejo interno e o desejo do outro. Eu sou favor do diálogo. Todo mundo precisa se escutar e ir junto. (…) A série é uma ode ao corpo, no sentido de um grito de liberdade frente um conservadorismo que quer calar os nossos corpos. O nosso corpo é o que a gente tem, gente. (…) Não temos que calar isso, temos que aprender a conviver. A série é uma mensagem contra a intolerância. Neste sentido, sou a favor do corpo e do respeito mútuo. 

CinePOP: Após terminar Boca a Boca, ficou muito forte na minha cabeça a imagem do rosa e do azul e a junção dessas cores. Queria saber de onde veio essa referência e essa percepção estética.

Esmir Filho: Eu já tinha estudado isso no Saliva, que era um mundo cor-de-rosa e a utilização do papel celofane tal como as máscaras. Já a coisa do rosa e azul também ficou muito forte esse lugar de meninas [vestem] rosa e meninos [vestem] azul, mas isso não tem nada a ver. A gente “bebeu” um pouco no pensamento [de] ‘vamos misturar essas cores, o azul e o rosa, [porque] são lindas’ e elas se mistura o tempo todo. Não existe uma dualidade rosa e azul e sim uma fusão entre elas, que se transforma em roxo. Esse encontro é sobre isso. Tudo é narrativa. Eu consigo contar uma história não apenas através do roteiro, mas através das cores, da luz, da fotografia, da arte, claro, dos atores, da montagem. (…) O meu trabalho é fazer uma mixagem das cabeças [de toda uma equipe] para gente poder contar essa história. 

Não existe uma dualidade rosa e azul e sim uma fusão entre elas, que se transforma em roxo.

CinePOP: Eu conseguir ver um pouco de cada um dos seus filmes anteriores na série Boca a Boca. Esta foi uma intenção do seu projeto? 

Esmir Filho: Você acabou de ver [a série] e é uma das primeiras pessoas que já tinha visto todas as minhas obras para fazer essa relação. Isso é muito especial, porque dentro do cinema eu tenho experimentado muitas coisas. Acho que os meus temas centrais são: juventude, sexualidade, internet, descoberta, relacionamento humano íntimo, os quais em vim desenvolvendo em cada um. 

Os Famosos e os Duendes da Morte é um filme sobre a internet como uma janela para o mundo, quando estávamos descobrindo isso, antes das redes sociais, não existia Facebook [no Brasil] ainda. Era um internet retrô, de MSN, Flickr e Fotolog. Ele foi lançado em 2010 e foi muito bonito trabalhar esta visão poética da internet. A gente usou aquela frase: “Estar perto não é físico” e agora faz todo o sentido. 

Voltando pouquinho tem o curta Saliva, que fala dessa excitação e temor do primeiro beijo. O que é o primeiro beijo?  É a primeira vez que eu troco fluídos com alguém? O que são fluídos? Eu tenho que beber o outro? Beber a saliva do outro? O que é isso? E isso acontece quando a gente é muito jovem, entre oito e nove anos. 

Por último, Alguma Coisa Assim é uma amizade, que não é bem uma amizade, entre um menino e uma menina, ou é uma amizade colorida ou um amor encontrado, só que não tem nome. São as dores e as delícias de viver um relacionamento sem nome. É tão livre que desperta questões, pois não tem espelho social, então [surge a pergunta] “o que eu faço com isso? Como funciona esta relação?”. Tudo isso vem sendo retratado [nas minhas obras] e desemboca nesta série. 

CinePOP: O Brasil ainda não tem o hábito de fazer filmes voltados para os adolescentes sobre amadurecimento como os norte-americanos, o gênero chamados coming-of-age. Você se enxerga como precursor deste movimento no país?

Esmir Filho: É difícil falar de uma representação de mim mesmo, mas o que eu lembro é quando saiu o curta Alguma Coisa Assim (2006), porque o curta virou um longa 10 anos depois. Quando eu vi isso lá atrás, não existia muito curtas adolescente, sabe? O cinema não falava muito sobre adolescência. [Na época], eu recebi mensagens muito positivas e isso me instigou, porque eu gosto muito dessa fase. 

A adolescência vem quando você chora pela primeira vez sozinho no seu quarto, ou seja, você não chora para outro, você chora para você mesmo e você vira um adolescente. Eu adoro trabalhar com as descobertas de sentimentos. Por exemplo, a primeira vez é tão mágica, intensa, dolorida, em todos os aspectos. Eu sou muito motivado por este tema e vou continuar falando sobre ele. 

A adolescência vem quando você chora pela primeira vez sozinho no seu quarto.

CinePOP: Como é o lançamento na Netflix de chegar em centenas de países de uma só vez, mesmo já tendo um reconhecido mundo afora em festivais. Qual é o impacto desta diferença de ter uma obra que pode torna-se mais conhecida do que o Tapa Na Pantera, com mais 8 milhões de views somente no YouTube?

Esmir Filho: São 190 países, chegou hoje, agora, lançado esta manhã, então, estou ainda entendo o que é isso. (…) Para te dar uma ideia do agora, eu já acordei hoje bombardeado de mensagens e a maioria são de pessoas que eu não conheço, inclusive, que já maratonaram a série. Como assim as pessoas acordam oito horas da manhã, toma café e maratona uma série? Eu fiquei chocado de como é diferente este lugar. O “estreia amanhã” do cinema, você espera, existe um boca a boca – para fazer um trocadilho – até chegar a todo mundo. Este boca a boca do Boca a Boca foi instantâneo. Eu estou recebendo mensagens muito bacanas de pessoas que estão sacando a reflexão e refletindo junto.

CinePOP: Vi sites falando já sobre o que pode acontecer numa possível segunda temporada. Como estão os planos?

Esmir Filho: Eu vou ler esses textos e reunir ideias (risos). Existem vários elementos com os quais é possível fazer muitas relações [para o futuro]. Algumas coisas já ganharam nome, por exemplo, “assintomático”, a gente não usou a palavra “assintomático”, mas existe ali. O que eu quero dizer é que faço relações com o que estamos vivendo agora e entendo [a percepção das pessoas]. Pelo o que eu sei, o que o funciona na Netflix, é quanto mais gente ver, mais chance de ter uma segunda temporada, porque vontade pra gente não falta. A primeira temporada, ela é cheia de mistérios que levam para um possível desenvolvimento de outras temporadas, então quem quiser ir anotando… um deles é quem é o povo da floresta?

CinePOP: Para finalizar nosso bate-papo, quais dos seriados disponíveis na Netflix, você acredita que mostraria o Boca a Boca como recomendação? Ou seja, quais teriam uma relação direta com a série?

Esmir Filho: Quem viu Sex Education vai gostar da série. Só que Sex Education vai mais para o lado do humor, já o Boca a Boca é mais um suspense com fortes emoções. Elas têm coisas muito relacionadas a sexualidade, descoberta, adolescência. Eu gosto muito de Sex Education, principalmente a segunda temporada. E Dark também. Eu acredito que as duas têm atmosferas de tensão entre os adolescente. Dark lança uma discussão sobre a metáfora do tempo, do mundo, e a gente também lança uma metáfora sobre o crescer e o adolescer por meio de uma alegoria. Eu acredito, portanto, que essas duas séries são bons exemplos.

‘Deadpool 2’: Nova arte promocional mostra o mercenário montado em um unicórnio

Uma nova arte promocional de ‘Deadpool 2‘, fotografada em um cinema, mostra o mercenário montado em um conhecido unicórnio. Confira:

Enquanto isso, conheça a história do vilão Cable (Josh Brolin) com o novo trailer do filme:

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.

Assista aos teaser trailers:

‘Coringa’: Robert De Niro será apresentador de TV no filme, afirma site

Após diversos rumores, um novo relatório do The Hashtag Show confirma que Robert De Niro está mesmo no longa-metragem de origem do Coringa. Ele interpretará um apresentador de TV chamado Murray Franklin, que não existe nas histórias em quadrinhos.

O filme de origem do vilão estrelando Joaquin Phoenix, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.

THR revelou que a atriz Zazie Beetz, de ‘Deadpool 2’, está em negociações para entrar para o elenco. Ela deverá viver uma mãe solteira que acaba se interessando pelo homem que virá a se tornar o Palhaço do Crime.

O longa terá novidades divulgadas durante o painel da Warner Bros na San Diego Comic-Con, porém, antes mesmo disso, de acordo com uma listagem da Production Weekly, o filme será chamado simplesmente de ‘Joker’ (Coringa), como na HQ de Brian Azzarello e Lee Bermejo.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além disso, a equipe pode contar com o diretor de fotografia Lawrence Sher (‘Godzilla’, 2014), que já trabalhou anteriormente com o diretor Todd Phillips nos filmes de ‘Se Beber, Não Case!’ e Cães de Guerra.

Também foi confirmado que a produção terá o designer de produção Mark Friedberg (‘Noé’) e o premiado figurinista Mark Bridges (‘Trama Fantasma’).

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento dos cineastas Todd Phillips e Martin Scorsese. O primeiro assumirá a cadeira de diretor, enquanto o segundo será o produtor.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

Dica do fim de semana | Filmes para assistir com a chegada da primavera

Apesar de já estarmos oficialmente na primavera desde a quinta-feira (22), o clima pelo Brasil ainda está meio diferente do que se espera da temporada de renascimento das flores. Enquanto algumas regiões estão explodindo de calor, outras seguem naquela friaca incômoda do inverno, bem diferente do clima ameno que marca a atual estação. Mas, enquanto o bom tempo não vem, que tal assistir um filme que se passa ou tenha a mesma sensação boa da primavera? Confira!

Bee Movie: A História de Uma Abelha

Apostando no humor sem noção das sitcoms americanas, Bee Movie não fez lá muito sucesso em seu lançamento, mas a história da jovem abelha cansada da vida monótona na colmeia, que escapa de lá e acaba se apaixonando por uma mulher humana, apenas para descobrir que as pessoas consomem o mel que eles tanto batalham para produzir, abrindo um processo inédito de abelhas contra a humanidade, logo caiu nas graças da internet, que transformou o longa animado em um grande meme.

Onde assistir: Netflix

O Jardim Secreto

 

No início do século XX, uma jovem morava com seus pais na Índia, mas precisava implorar para conseguir um tiquinho de atenção. Porém, quando seus pais são assassinados por uma manada de elefantes, a menina é mandada para viver com seu tio rico na Inglaterra. Tentando se adaptar à nova casa, a garota logo percebe que seguirá sem conseguir a atenção que tanto quis desde sempre. Então, ao descobrir um jardim secreto abandonado, ela decide restaurá-lo junto ao primo doente e o filho de uma funcionária da mansão, criando assim uma amizade cheia de flores, diversão e descobrimentos.

Onde assistir: Aluguel do Amazon Prime Video

Vida de Inseto

Na simpática Ilha da Formiga, o formigueiro aproveita o bom tempo para juntar comida não só para o grupo, mas também para pagar a taxa dos gafanhotos, que atuam como um bando de miliciano na região. Porém, após causar uma confusão no depósito, o jovem e inventivo Flik, tenta se desculpar viajando para fora da ilha, onde vai buscar insetos guerreiros para descerem a porrada nos gafanhotos e acabar com a cobrança das taxas. O problema é que ele nunca viu guerreiros na vida e leva uma trupe de circo como a última esperança das formiguinhas.

Onde assistir: Disney+

 

Spring Breakers: Garotas Perigosas

 

 

 

 

 

 

Lançado sob forte polêmica há quase dez anos, Spring Breakers construiu sua publicidade acerca das duas atrizes ex-Disney protagonizando um filme teoricamente sobre sacanagem jovem na primavera. No entanto, a trama caminha para um rumo bem mais complexo do que apenas isso ao abordar a situação de uma juventude transviada por meio de muita personalidade da direção e da vontade de desenvolver suas personagens, não apenas mostrá-las seminuas em tela como algum tipo de fetiche. A trama acompanha quatro amigas que querem curtir o Spring Break, as famosas férias da primavera que levam os adolescentes para as praias, onde vão beber, se bronzear e curtir a vida. Só que as amigas não têm um centavo furado no bolso, então decidem cometer um roubo para bancar a viagem. O problema é que cada uma tem uma limitação de até onde acha “ok” de ir, colocando o grupo em uma trama de muito risco e falta de noção.

Onde assistir: Netflix

 

Peixe Grande e suas Histórias Maravilhosas

 

 

 

 

 

 

 

 

Perto do leito de morte, Ed Bloom ganha de presente a visita do filho, que carrega consigo uma grande frustração de achar que o próprio pai é um grande mentiroso. Por isso, ele se afasta. E como Ed é famoso por ser um grande contador de histórias de causos que ele supostamente viveu durante a juventude, essas “mentiras” são importantes para quem ele é. Porém, diante da possibilidade de perder o pai, o filho volta atrás de sua decisão de viver afastado e tenta se reaproximar dele em seus últimos dias. Assim, o filho mergulha em uma jornada pela vida do pai por meio de suas histórias e revive alguns de seus contos favoritos, sejam eles verdade ou não.

Onde assistir: HBO Max

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Os Filmes de Michael Bay | Do Pior ao Melhor – incluindo ‘Esquadrão 6’

Michael Bay é um caso curioso em Hollywood. Ele é um dos diretores mais detestados pela crítica, que considera que faz sempre o mesmo tipo de filme de explosão sem conteúdo. No entanto, ele é um dos produtores mais bem sucedidos no mercado e seus longas já faturaram mais de US$ 6 bilhões nos cinemas mundiais.

Aproveitando o lançamento de Esquadrão 6 na Netflix– seu primeiro trabalho no mundo do streaming -, o CinePOP resolveu relembrar toda a trajetória de Bay como diretor e ranquear suas obras da pior à melhor.

Da estreia com Os Bad Boys (1995) até Esquadrão 6 (2019) foram 24 anos por trás das câmeras e muitos filmes marcados na cabeça dos cinéfilos, embora alguns negativamente como veremos a seguir. Não deixe de fazer a sua própria lista nos nossos comentários! Também está liberado discordar da nossa!

 

14) Transformers: O Último Cavaleiro (2017)

O filme que praticamente jogou uma pá de cal na franquia Transformers. A saga nunca foi sucesso de crítica, mas a verdade é que O Último Cavaleiro é uma bagunça difícil de encontrar qualidade. Mark Wahlberg e Anthony Hopkins se veem em meio a uma história bizarra que liga os robôs alienígenas à lenda do Rei Arthur, e ainda investe em artefatos perdidos e coisas do tipo. É o filme de pior avaliação de Michael Bay no site Rotten Tomatoes, contando com apenas 15% de aprovação por parte dos críticos. Nas bilheterias, a produção faturou US$ 605 milhões mundialmente.

 

13) Transformers: A Vingança dos Derrotados (2009)

Muitos diriam que Michael Bay não liga muito para o roteiro em suas obras. E Transformers: A Vingança dos Derrotados é a prova disso. O longa foi uma das poucas produções realizadas durante a greve do sindicato dos roteiristas de Hollywood, entre 2008 e 2009. Os roteiristas trabalharam por poucos meses no texto e Bay preferiu rodar algo não totalmente acabado do que interromper sua produção. O próprio diretor admitiu que não se trata de um de seus melhores trabalhos. Ainda assim, faturou US$ 836 milhões nos cinemas de todo mundo. 

 

12) Transformers: A Era da Extinção (2014)

Duas horas e 45 minutos. Essa é a insana duração do quarto filme da saga Transformers, que, na verdade, é praticamente um reboot. Após a trilogia estrelada por Shia LaBeouf, Mark Wahlberg assume o papel de protagonista. O ator vive um mecânico recluso que acaba se deparando por acaso com Optimus Prime e se vê em meio a uma disputa envolvendo o governo. Financiado na China, o filme sacrifica parte de sua trama para agradar ao público chinês. O resultado deu certo, afinal faturou US$ 1,1 bilhão nas bilheterias. 

 

11) Pearl Harbor (2001)

Uma novela em formato de cinema. Pearl Harbor é um filme de guerra com pano de fundo romântico. Mas que não funciona nem como ação, nem como romance. O que temos é uma trama aborrecida e atuações lamentáveis de Ben Affleck, Kate Beckinsale e Josh Hartnett. Michael Bay tenta repetir um pouco da fórmula que deu certo em Armageddon, mas de forma bem menos interessante. O longa conquistou o Oscar de Melhor Edição de Som e faturou US$ 449 milhões nos cinemas mundiais.

 

10) Transformers: O Lado Oculto da Lua (2011)

Após a tragédia que foi Transformers 2, o terceiro longa da saga até deu uma melhoradinha. Já sem a presença de Megan Fox, Michael Bay convoca a modelo e atriz Rosie Huntington-Whiteley para viver o novo interesse amoroso de Sam (Shia LaBeouf). Dentre os pontos positivos, temos um trabalho de voz marcante do saudoso Leonard Nimoy e uma bela sequência de abertura na lua. Ainda assim, os 154 minutos de duração são pra lá de exagerados. Faturou US$ 1,1 bilhão nas bilheterias mundiais.

 

9) 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi (2016)

Michael Bay quase sempre foi sinônimo de sucesso de bilheteria, mas também teve seus fracassos. 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi teve o pior desempenho comercial de sua carreira, faturando apenas US$ 69 milhões em todo mundo. Talvez também seja o filme mais político do cineasta. Trata-se de quase uma ode ao partido republicano. A trama envolve um grupo de seguranças particulares que defendem o consulado americano de um ataque em Bengazi, na Líbia. O caso envolveu e constrangeu publicamente a democrata Hillary Clinton. Além de culpar o governo americano pelo ocorrido, Bay reforça a figura do segurança contratado, o mercenário, que é alçado a herói.

 

8) Esquadrão 6

Após o fracasso com 13 Horas, Michael Bay teve dificuldades para financiar seu novo projeto com um grande estúdio. Foi assim que parou na Netflix. A companhia de streaming deu todo dinheiro e liberdade do mundo para o cineasta fazer o que quisesse. O resultado foi Esquadrão 6, um filme com as explosões de sempre, mas que também trazia um pano de fundo político. Superficial, Bay culpa o Estado pelos problemas do mundo e coloca sob a segurança e o futuro do planeta responsabilidade dos homens comum. Apesar dos inúmeros problemas, o longa conta com um elenco carismático, especialmente Ryan Reynolds.

 

7) Transformers (2007)

Lançado em 2007, o primeiro Transformers é de longe o melhor da franquia (sem contar o spin-off Bumblebee). Temos os furos no roteiro e a montagem caótica de sempre, mas também temos um time que funciona bem junto, Shia LaBeouf, Megan Fox, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, John Turturro, Jon Voight e companhia. Cumpre bem a função de entreter. Nas bilheterias mundiais, faturou US$ 709 milhões e mostrou que a saga tinha um público disposto a ir ao cinema.

 

6) A Ilha (2005)

Estrelado por Ewan McGregor e Scarlett Johannson, A Ilha parece apenas mais um filme explosivo de Michael Bay em alguns momentos, mas trata-se de uma obra bem mais ambiciosa que a média do diretor. Há um pano de fundo político e social bem interessante que trata da exploração de grandes empresas e do privilégio das classes mais ricas da sociedade. A premissa não só é relevante como interessante. Por vezes, o diretor se perde em meio a cenas de explosão e perseguição, mas há algum conteúdo ali. O longa faturou US$ 162 milhões nos cinemas de todo mundo.

 

5) Os Bad Boys II (2003)

Oito anos após a estreia como diretor com Os Bad Boys, Michael Bay retornou para a continuação, contando mais uma vez com as presenças de Will Smith e Martin Lawrence. Mais ambicioso e com cenas de ação mais impactantes, o filme consegue divertir o espectador em alguns momentos. Ainda assim, é inferior ao original. Os Bad Boys II fez US$ 273 milhões nas bilheterias mundiais. O longa, no entanto, não agradou a crítica, contando apenas com 23% de aprovação no site Rotten Tomatoes. 

 

4) Armageddon (1998)

“I could stay awake just to hear you breathing…” Impossível pensar em Armageddon e não lembrar dos versos de “I Don’t Wanna Miss a Thing”, música do Aerosmith que embalou a trilha sonora do filme. A trama é clichê e absurda, mas o longa foi um verdadeiro fenômeno da cultura pop no final dos anos 90. É brega? Sem dúvida, mas divertidíssimo. Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck e Liv Tyler foram o elenco principal da produção. Nenhum deles em atuações propriamente boas, mas ainda hoje é inimaginável pensar em outros nomes para os papéis.

 

3) Os Bad Boys (1995)

Estreia de Michael Bay na direção, Os Bad Boys é aquele tradicional blockbuster dos anos 90. E o diretor fez certinho na condução do projeto. Tem boas cenas de ação e uma dupla em total sintonia: Will Smith e Martin Lawrence. Orçado em apenas US$ 19 milhões, o filme faturou impressionantes US$ 141 milhões, colocando o nome de Bay no mapa de Hollywood. É um entretenimento de primeiro. E que rende frutos até hoje, uma vez que Bad Boys Para Sempre está chegando aos cinemas em 2020.

 

2) Sem Dor, Sem Glória (2013)

Sem Dor, Sem Ganho talvez seja o filme menos Michael Bay do Michael Bay. Estrelado por Mark Wahlberg e Dwayne Johnson, o longa foi relativamente barato para os padrões recentes do cineasta (US$ 26 milhões) e se preocupou mais em contar uma história do que produzir uma montagem frenética repleta de explosões. Temos algumas cenas de ação, mas também temos críticas ao chamado “sonho americano” e um elenco em perfeita sintonia, mesmo que interpretando personagens detestáveis.

 

1) A Rocha (1996)

Segundo filme dirigido por Michael Bay, A Rocha é um verdadeiro clássico dos anos 90. Nicolas Cage vive um especialista em armas químicas do FBI que busca a ajuda do único homem (Sean Connery) a escapar da prisão de Alcatraz para tentar invadir a ilha, que foi tomada por um militar terrorista (Ed Harris). A trama parece boba. E é mesmo. Mas é divertidíssima, com três atores entregando o que tem de melhor. Não por acaso, é o filme de Bay mais bem avaliado no Rotten Tomatoes, com 66% de aprovação. Faturou US$ 335 milhões nos cinemas mundiais.

Amber Heard alega que Johnny Depp está se recusando a divulgar documentos sobre seu vício em álcool e drogas

A batalha legal entre Johnny DeppAmber Heard ainda está longe de acabar e, há alguns anos, vem movimentando a internet de forma assustadora.

Depois de Depp acusar a ex-mulher de tê-lo difamado, processando a atriz por 50 milhões de dólares, agora foi a vez de Heard preencher um boletim para impedir que a alegação supracitada seja considerada pela corte.

De acordo com o site Deadline, Heard, que deu vida a Mera no sucesso Aquaman, declarou que Depp está se recusando a divulgar documentos que provem seu “abuso de álcool e de drogas” e aqueles que envolvem “violência doméstica e abuso”. A atriz está buscando os seguintes papéis:

“Todos os DOCUMENTOS e CONVERSAS entre VOCÊ e qualquer outra pessoa empregada por VOCÊ ou trabalhando em seu nome que dialogam com o uso de narcóticos por VOCÊ ou pela SRTA. HEARD de 2013 até o presente dia”, “Todos os DOCUMENTOS e CONVERSAS pertencentes a tratamentos devido a abuso de álcool e drogas por VOCÊ ou pela SRTA. HEARD de 2013 até o presente dia”.

O casamento entre Heard e Depp terminou em 2017, resultante de uma ordem de restrição pedida pela atriz para o ex-marido em 2016. Ambos os lados se dizem inocentes e endossam que a outra parte foi responsável pelo abuso.

Neste momento, é difícil dizer quem irá vencer o caso.

‘Dois Irmãos’: Animação da Pixar ganha adoráveis cartazes em 2D; Confira!

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica’, animação da Pixar, ganhou mais dois cartazes oficiais e adoráveis em 2D.

Confira:

O filme abriu com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7.4/10 baseada em 50 reviews (até agora). Segundo o consenso geral, a produção “pode até sofrer em comparação a outros clássicos [do estúdio], mas faz um uso prático de suas fórmulas – e tem mérito próprio como uma aventura divertida, reconfortante e estonteante”.

Confira as principais críticas:

Dois Irmãos nunca realmente alça voo, mesmo quando seus personagens estão aprendendo a fazer isso” – AV Club.

“Um filme gentil que não tenta apenas surpreender o público com visuais fantásticos” – The Atlantic.

“[O filme] é transcendental, catártico, estruturalmente inteligente e entrega uma reviravolta narrativa cheia de vida. É doloroso, mas do melhor jeito” – Times (UK).

Dois Irmãos parece um projeto intensamente pessoal que foi diluído em uma obsequiosidade corporativa” – Vulture.

“O trabalho vocal de Pratt, Hollad e Louis-Dreyfus é fantástico. Octavia Spencer rouba cada cena da qual participa” – AwardsWatch.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ será lançado nos cinemas nacionais em 05 de março.

‘Violet’: Álbum de poesias de Lana Del Rey finalmente é lançado

Depois de ser atrasado em vários meses, o audiobook ‘Violet Bent Backwards Over the Grass’, livro de poesias da cantora e compositora Lana Del Rey, finalmente foi lançado.

A produção traz 14 poemas lidos por Del Rey, com a trilha sonora performada por seu frequente colaborador, o icônico produtor Jack Antonoff (Norman Fucking Rockwell‘Folklore’).

‘Violet’ havia sido anunciado em dezembro do ano passado, com estreia prevista para janeiro. Entretanto, depois que a família de Lana foi vítima de um assalto e depois que a pandemia do novo coronavírus estourou, a performer resolveu adiar o álbum.

A edição com capa dura e o ebook trarão outros trinta poemas originais de Del Rey e tem divulgação marcada para 29 de setembro, com CDs, vinis e outras versões com lançamento previsto para 02 de outubro.

Vale lembrar que o próximo álbum de estúdio da cantora, intitulado White Hot Forever, será lançado em 05 de setembro.

Confira o anúncio:

 

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Del Rey parte para sua próxima era depois do sucesso Norman Fucking Rockwell!’, obra lançada no ano passado que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano – e entrou para diversas listas como a melhor produção e 2019.

Crítica | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

A artista vem trabalhando no projeto por vários meses, tendo confirmado em agosto que já havia “escrito algumas partes” do álbum e que seria um “lançamento surpresa nos próximos 12 ou 13 meses.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

Universal Orlando revela trailer promocional da primeira montanha-russa da franquia ‘Jurassic World’; Confira!

Universal Orlando Resort vem construindo uma nova montanha-russa temática, baseada na icônica franquia ‘Jurassic World’ – e, agora, a atração ganhou seu primeiro trailer promocionaol completo.

A montanha-russa será lançada no verão estadunidense de 2021.

Confira:

Intitulada Jurassic World VelociCoaster, a atração é a primeira montanha-russa baseada na saga cinematográfica e trára uma série de manobras arrepiantes que irá catapultar os convidados a quase 50 metros no ar – e a impressionantes 112 km/h.

Enquanto isso, o universo cinematográfico em questão continua em expansão com ‘Jurassic World: Dominação’, que traz o diretor Colin Trevorrow de volta à cadeira de direção e que está previsto para estrear apenas no ano que vem.

Confira quem retorna para o próximo capítulo:

Dr. Alan Grant

Interpretado por Sam Neill, o Dr. Alan Grant foi o grande protagonista de Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001). Um dos maiores paleontólogos do mundo, Grant se especializou no estudo de velociraptors, tendo trabalhado nas teorias de reprodução, socialização e vocalização desses animais.

Dra. Ellie Sattler

Agora dona de um Oscar, Laura Dern retornará para o papel da Paleobotânica favorita de todos. Ela interpretou a Dra. Sattler em Jurassic Park (1993) e Jurassic Park III (2001).

Dr. Ian Malcolm

O personagem mais irritante (e sempre certo) da franquia já tinha aparecido em uma participação especial em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018). No filme, ele aparece dando um depoimento na Suprema Côrte se mostrando contrário ao salvamento dos dinossauros e afirmando que o mundo agora viveria uma nova era. A volta de Malcolm (Jeff Goldblum) deve trazer muito sarcasmo e teoria do caos.

Tim Murphy

Joe Mazzello foi um astro mirim dos anos 1990, que aceitou papéis menores nos últimos anos, e agora tem a chance de retomar os holofotes com sua volta como o jovem Tim Murphy, um dos netos de John Hammond, que sobreviveu aos incidentes do Jurassic Park.

Dr. Henry Wu

Introduzido como um personagem secundário no Jurassic Park, nos livros, sabemos da importância real de Wu. Com a nova franquia, o personagem de BD Wong ganhou mais relevância, se tornando o grande vilão da nova franquia. Esse retorno pode ser sua última aparição na franquia ou ele pode seguir vivo e solto por aí para continuar criando dinossauros a torto e a direito.

Lewis Dodgson

Tendo uma pequena participação no primeiro filme, Dodgson é o engenheiro chefe da BioSyn, empresa rival da InGen, que queria roubar os embriões do Jurassic Park para que sua empresa pudesse recriar dinossauros também. Como os animais estão soltos pelo mundo, ele, que agora será interpretado por Campbell Scott, deve ter papel fundamental na trama.

Owen Grady

O cientista treinador de velociraptors vivido por Chris Pratt é um dos grandes chamarizes da franquia nova. Seu retorno era certo desde o primeiro filme e deve trazê-lo agora com um papel mais “paternal”, visto os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado.

Claire Dearing

Bryce Dallas Howard passou de cientista/ gerente do Jurassic World para uma ativista pelos direitos dos dinossauros em questão de um filme. A evolução da personagem é evidente e podemos esperar que ela cresça ainda mais para o filme três.

Maisie Lockwood

Os eventos de Jurassic World: Reino Ameaçado levaram a pequena Maisie para debaixo das asas de Owen e Claire. Ela tem toda a questão da clonagem e da manipulação genética ligada a sua história e isso pode ser um ponto importante na trama também.

Barry Sembène

Interpretado pelo monstruoso Omar Sy, Barry é um dos responsáveis por cuidar dos Velociraptors em Jurassic World. Ele tem poucas cenas no filme, mas seu retorno indica que os raptores serão parte importante do longa.

Lowery Cruthers

Jake Johnson viveu Lowery no primeiro Jurassic World. O personagem era o cara do TI, que servia como alívio cômico. Fã do parque original, Lowery voltará de forma misteriosa. Só o que se sabe é que ele sobreviveu aos incidentes do parque em 2015.

Franklin Webb

Outro carinha do TI utilizado como alívio cômico, Franklin (Justice Smith) foi à Ilha Nublar como membro da ONG de Claire pela vida pré-histórica e acabou mais atrapalhando que ajudando. Cheio de medo, ele é assustado, mas muito bom com computadores.

Zia Rodriguez

A paleoveterinária de Daniella Pineda foi fundamental para manter a Velociraptor Blue viva. Seu retorno pode ter a ver com um novo cargo, talvez até algo no governo.

Roberta

A T-Rex do Jurassic Park, que, segundo Colin Trevorrow, é a mesma do Jurassic World se chama Roberta. E ela tá mais que confirmada no filme três.

Ainda desconhecidos

A atriz DeWanda Wise terá um papel no novo Jurassic World.

Os atores Dichen Lachman, DeWanda Wise, Mamoudou Athie, Scott Haze e John Flanagan também foram confirmados no filme, mas em papéis ainda não definidos.

‘Jurassic World: Dominação’ estreia em 10 de junho de 2022.

‘Legends of Tomorrow’: Lendas enfrentam um novo problema nas imagens oficiais do episódio 06×02; Confira!

A CW divulgou as imagens oficiais de “Meat: The Legends”, segundo episódio da 6ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “com Spooner a bordo, Ava tem esperanças de que suas habilidades especiais irão ajudá-los a localizar os alienígenas espalhados pela linha do tempo – o que também pode levá-los a Sara. As Lendas logo se veem no encalço de um extraterrestre nos anos 1950, em San Bernardino, tentando descobrir o que está levando os habitantes a ter um frenesi alimentar. Zari faz com que Behrad saiba que está pronta para usar o Totem, mas Behrad não está pronto para compartilhá-lo, causando tensão entre os dois. Enquanto isso, depois de uma aterrissagem turbulenta, Sara arquiteta um plano e pede ajuda de ninguém menos que Amelia Earhart, a única que pode levá-la para casa”.

O capítulo vai ao ar no dia 09 de maio.

Confira:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Nick Zano, Dominic Purcell, Matt Ryan, Shayan Sobhian, Adam Tsekhman e Lisseth Chavez.

20 Anos de ‘O Diário de Bridget Jones’ | Confira DEZ curiosidades sobre o clássico com Renée Zellweger

2021 é um ano de celebração para o cinema, principalmente com tantas obras aniversariantes. E uma das mais adoradas, que completa duas décadas em breve, é a comédia romântica O Diário de Bridget Jones.

Estrelada por Renée Zellweger, antes de ganhar o mundo com Chicago e com Judy, a história é centrada na personagem titular, uma mulher britânica de 32 anos que escreve um diário sobre coisas que deseja que aconteçam em sua vida – até que as coisas mudam drasticamente quando dois charmosos homens, Colin FirthHugh Grant, lutam por sua afeição.

Fazendo um estrondo crítico e comercial, arrecadando mais de dez vezes seu orçamento de US$25 milhões, o longa foi elogiado pela direção, pelo roteiro, pelo singelo e verdadeiro tom da obra e pela performance de Zellweger – que inclusive ganhou uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

O sucesso do filme rendeu duas sequências, Bridget Jones: No Limite da RazãoO Bebê de Bridget Jones, além de ter alavando uma legião de fãs e um patamar cult, entrando para a cultura popular da Inglaterra. E, para celebrá-lo, separamos uma breve lista com dez curiosidades sobre o longa-metragem.

Confira:

MÉTODO PERFORMATIVO

Zellweger engordou doze quilos e então trabalhou em uma agência de publicidade real por um mês para se preparar para o papel. Ela adotou um pseudônimo e um sotaque mais “elegante”, e impediu a si mesma de ser reconhecida. Em sua mesa, mantinha uma foto do então namorado Jim Carrey – o que atraía olhares estranhos de seus colegas.

MUDANDO DE VOZ

Para deixar seu sotaque inglês mais natural, Zellweger mantinha-se na personagem até mesmo fora das gravações. Aliás, Grant uma vez percebeu que não ouviu a verdadeira voz da colega até a festa de encerramento das filmagens.

HOMENAGEM ATEMPORAL

Quando Helen Fielding escreveu o romance original centrado em Bridget Jones, baseou o personagem de Mark Darcy na interpretação de Colin Firth em ‘Orgulho e Preconceito’ (1995) – o que é engraçado, considerando que o ator viria a interpretá-lo no filme. Como se não bastasse, a história tem dezenas de outras alusões ao clássico de Jane Austen.

SAGA PIONEIRA

Visto que o filme ganhou duas sequências, a saga ‘Bridget Jones’ tornou-se a primeira trilogia romântica do novo milênio, em que todos os filmes tiveram lançamento nos cinemas e trouxeram a mesma atriz no papel principal.

ESCOLHA (IN)CERTA

Zellweger foi aclamada em seu papel como a personagem-titular, ganhando sua primeira indicação ao Oscar, além de nomeações ao BAFTA e ao Globo de Ouro. E, enquanto a atriz eternizou Bridget Jones na cultura pop, ela não foi a primeira escolha do estúdio: Helena Bonham CarterCate BlanchettEmily WatsonRachel Weisz (que foi considerada muito bonita para o papel) foram cotadas para estrelar o filme.

CRIANDO AMOR EM MEIO A CRÍTICAS

Sally Phillips, que viveu Sharon na produção, foi criticada por oficiais da igreja da qual frequentava por ter interpretado uma personagem que fala muitos palavrões e que tem atitudes questionáveis. Ela defendeu sua participação no filme dizendo que seu trabalho é criar amor para personagens imperfeitos.

ELENCO VERSÁTIL

Jim BroadbentGemma Jones, que interpretaram os pais de Bridget no longa-metragem, e Shirley Henderson, que deu vida a Jude, compartilhariam de uma outra franquia de enorme sucesso: ‘Harry Potter’. O trio encarnaria os icônicos personagens Horácio Slughorn, Papoula Pomfrey e Murta-que-Geme, respectivamente.

CONTROVÉRSIA PATRIÓTICA

A contratação de Zellweger como Bridget Jones causou uma controvérsia inicial, com vários fãs dos livros furiosos pelo fato de uma atriz estadunidense interpretar uma personagem britânica. Entretanto, as discussões morreram assim que o filme estreou, com a crítica e os espectadores aplaudindo a performance da atriz.

“NÃO NO MEU BAR”

Em 2008, a personagem de Bridget Jones foi acusada pelo declínio das vendas de chardonnay na Europa. Oz Clarke, um dos escritores de vinho mais famosos e bem-sucedidos da Inglaterra, disse que a associação da personagem com a bebida havia machucado sua reputação: “até Bridget Jones, chardonnay era muito sexo; depois, as pessoas diziam: ‘Deus, não no meu bar'”.

IMPROVISO À FLOR DA PELE

A cena de luta entre Firth e Grant em O Diário de Bridget Jones é uma das mais icônicas do começo dos anos 2000. Entretanto, a sequência não foi coreografada, e sim improvisada entre os dois atores.

‘Morte no Nilo’: Gal Gadot é destaque no novo clipe oficial do filme; Confira!

20th Century Studios divulgou um novo clipe oficial de ‘Morte no Nilo‘, adaptação do romance de Agatha Christie que dará sequência aos eventos de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’.

O vídeo dá destaque a Linnet Ridgeway Doyle, personagem interpretada por Gal Gadot.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

No Rotten Tomatoes, a produção dividiu os críticos e recebeu apenas 68% de aprovação, a partir de 66 avaliações.

Entre os principais comentários, os críticos disseram que o diretor Kenneth Branagh traz uma apaixonada homenagem ao material original. No entanto, ele também se perde em meio à narrativa e não consegue entregar o merecido suspense que o público espera de uma adaptação baseada nas obras de Christie.

Mesmo assim, a trama ainda contém boas doses de humor, tensão, brilho e reviravoltas.

Confira as principais análises:

Morte no Nilo‘ traz humor, tensão, e reviravoltas enquanto o público espera que Hercule Poirot (Kenneth Branagh) resolva os assassinatos.” – Solzy at the Movies.

“Se um espectador não soubesse nada do filme, ele poderia supor que estaria assistindo a quarta ou quinta sequência de uma franquia desgastada, não a continuação direta de um sucesso de bilheteria.” – AV Club.

“O filme é satisfatório o suficiente, embora seja mais como um entretenimento brilhante da velha guarda do que um mistério diabolicamente inteligente.” – The Hollywood Reporter.

“Seja como for, este filme traz o detetive belga Poirot como nunca o vimos antes. E, francamente, como não desejo vê-lo nunca mais.” – London Evening Standard.

“A flexibilidade de Branagh [como protagonista e diretor] podem irritar, mas você também sente o quanto ele ama e se entrega a tudo isso, o que ajuda no resultado.” – The Wrap.

“À medida que as engrenagens narrativas avançam como o barco a remo lento e constante, há uma sensação de que Branagh perdeu o ritmo e esqueceu de adicionar o humor característico das obras de Agatha Christie enquanto dirigia o filme.” – Screen International.

“Para os fãs de Christie, e da versão de Branagh de seus clássicos, Morte no Nilo‘ é algo bastante irresistível, especialmente quando filmado em 70MM e com riqueza de detalhes visuais.” – Deadline.

O filme estreia no dia 10 de fevereiro.

O longa dará sequência a ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘, que surpreendeu ao arrecadar US$ 350 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 55 milhões.

Além do retorno de Branagh como o detetive Poirot, Tom Bateman volta como Bouc.

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Gal GadotArmie Hammer, Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

7 canções para conhecer a carreira musical de Ashley Tisdale

Se você, assim como este que vos escreve, cresceu assistindo aos filmes originais do Disney Channel, provavelmente já ouviu falar de Ashley Tisdale.

Depois de ter protagonizado a série ‘Zack e Cody: Gêmeos em Ação’, a atriz estrelou a trilogia ‘High School Musical’ como a icônica Sharpay Evans, e até mesmo ganhou seu próprio spin-off intitulado ‘A Fabulosa Aventura de Sharpay’, narrando sua vida após o Ensino Médio na vibrante cidade de Nova York.

Entretanto, poucos se recordam de que Tisdale também tem uma carreira musical que vai além de suas participações na Casa Mouse – contando com três álbuns de estúdio que demonstraram tanto seu lado mais pop quanto seu lado mais emocional e íntimo.

Para celebrar seu 37º aniversário, montamos uma brevíssima lista elencando cinco canções essenciais para conhecermos seu mergulho na indústria fonográfica.

Confira:

“BE GOOD TO ME”

Álbum: Headstrong

Em seu álbum de estreia, intitulado ‘Headstrong’, Tisdale apostou todas as suas fichas na mistura entre R&Bpop que dominava as paradas na segunda metade dos anos 2000. O lead single“Be Good To Me”, é uma das canções mais relembradas de sua carreira e consagrou a imagem de Ashley para além do Disney Channel, trazendo elementos de grupos como Destiny’s ChildMis-teeq para uma interpretação própria de uma história de amor e de reciprocidade movida a batidas explosivas.

“NOT LIKE THAT”

Álbum: Headstrong

Apesar de não ter tido todo material promocional dos singles anteriores, “Not Like That” caiu no gosto popular e crítico pela produção uptempo e pelos divertidos versos. Aqui, Tisdale volta a se desvencilhar de seu vínculo com a Casa Mouse ao arquitetar uma de suas primeiras músicas que analisam o preço da fama (“eu só queria que elas vissem como eu sou na vida real”), tudo pincelado com o melhor do electro-pop e de um flerte com o arabic-pop que se esconde por trás dos sintetizadores.

“IT’S ALRIGHT, IT’S OKAY”

Álbum: Guilty Pleasure

A primeira grande mudança na carreira de Ashley veio em 2009, com o lançamento do single “It’s Alright, It’s OK”, do álbum ‘Guilty Pleasure’. Apesar da recepção mista do disco por parte da crítica, os fãs da cantora e atriz se apaixonaram pela identidade mais rebelde e voltada para o pop-rock da performer – e que canção que melhor representa essa mudança bem-vinda que esta? A potente rendição de Tisdale é apenas a cereja do bolo em meio a uma produção bombástica e uma história de decepção amorosa marcada pela bateria e pela guitarra.

“CRANK IT UP”

Álbum: Guilty Pleasure

Dentro de ‘Guilty Pleasure’, Ashley promove uma revolução de sua própria imagem ao apostar em elementos diferentes, música a música. Além de “It’s Alright, It’s OK”, a artista também se jogou de cabeça na sensual rendição de “Crank It Up”, que a afastou da imagem pintada anos atrás e a transformou em uma diva em potencial, cuja força principal vinha das pistas de dança e da liberdade de fazer o que bem entendesse. Não é surpresa que, aqui, ela tenha deixado o electropop tomar conta – e até os vocais de David Jassy a ajudam nessa jornada.

“VOICES IN MY HEAD”

Álbum: Symptoms

Dez anos depois de sua última incursão no cenário fonográfico, Tisdale retornou com uma imagem totalmente repaginada, adotando temáticas intimistas e bastante pessoais que apresentariam um novo capítulo de sua carreira. Com ‘Symptoms’, seu terceiro álbum de estúdio, a performer discorre sobre obstáculos que enfrentou em sua vida – e “Voice In My Head” se afasta dos convencionalismos de gênero para falar sobre as inseguranças do próprio eu lírico (“todas as vozes na minha cabeça sempre tentando me quebrar”).

“LOVE ME & LET ME GO”

Álbum: Symptoms

Em Love Me & Let Me Go”, segundo e último single de ‘Symptoms’, a guitarra contemporânea de abertura, quase imperceptível, se moderniza e se reinventa até alcançar um refrão ecoante movido por batidas eletrônicas propositalmente obscuras. Nesse ponto, as frustrações de Tisdale já começam a se materializar de modo mais complicado, tratando de um tóxico relacionamento que acaba e a liberta.

“LEMONS”

Single solto

Já faz mais de um ano desde que Ashley não nos agracia com suas importantes músicas – mas, depois de trabalhar em ‘Symptoms’, nos entregou a upbeat “Lemons”, que esperávamos fazer parte de seu próximo álbum. Apesar de não ter lançado nada desde então, a música funciona como o término de um ciclo complicado na vida da atriz e cantora: construída com uma beleza impecável e com uma sutil produção, a iteração arranca seus melhores vocais e versos que mostram que, se a vida te dá limões, faça uma limonada e enfrente seus problemas de cabeça erguida.

‘Shrinking’: Comédia com Jason Segel e Harrison Ford ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer oficial de Shrinking, nova série de comédia estrelada por Jason SegelHarrison Ford.

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.

Confira:

James Ponsoldt entra como produtor executivo e diretor.

A produção acompanha Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… incluindo a sua própria.

A série foi criada por Bill Lawrence e Brett Goldstein, dupla de ‘Ted Lasso‘.

Christa Miller e Jessica Williams também fazem parte do elenco.

A primeira temporada contará com 10 episódios.

‘Succession’: Família Roy une forças na prévia oficial do episódio 04×08; Confira!

A 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Succession‘ está a todo vapor na HBO Max e, agora, a plataforma de streaming divulgou uma prévia inédita e legendada do oitavo episódio do ciclo de encerramento.

Intitulado “America Decides”, o capítulo vai ao ar no dia 14 de maio.

Confira:

A venda do conglomerado de mídia Waystar Royco ao visionário da tecnologia Lukas Matsson (Alexander Skarsgård) está cada vez mais próxima. A perspectiva dessa venda sísmica provoca angústia existencial e divisão familiar entre os Roys, pois eles antecipam o que seus as vidas serão assim que o acordo for concluído. Uma luta pelo poder ocorre quando a família avalia um futuro em que seu peso cultural e político é severamente reduzido. 

A série foi criada por Jesse Armstrong, e o elenco também conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Invencível’: 2ª temporada da animação ganha trailer INCRÍVEL; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de Invencível, aclamada animação adulta criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’).

O novo ciclo estreia em 03 de novembro.

Confira:

Em entrevista ao EW, Kirman revelou o que podemos esperar dos novos episódios.

“Acredito que a primeira temporada de ‘Invencível’ é uma ótima representação do que os espectadores podem esperar desta série. No entanto, a segunda temporada será ainda maior.”

Ele completa: “a narrativa geral da série, que continuará em cada temporada, é sobre o crescimento e mudança do Mark enquanto ele passa de adolescente a adulto… e, possivelmente, até mais velho. No segundo ciclo, veremos o personagem amadurecendo e crescendo um pouco.”

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

Família enfrenta LOBISOMENS em uma vila medieval no teaser trailer de ‘Family Pack’; Confira!

Netflix divulgou recentemente o teaser trailer oficial de Family Pack (Loups-Garous, no original), nova comédia fantástica francesa dirigida por François Uzan.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming em outubro de 2024, ainda sem dia confirmado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é baseado no jogo de cartas criado por Hervé MarlyPhilippe des Pallières.

Depois de descobrir um misterioso jogo de cartas, uma família é enviada de volta no tempo para uma vila medieval onde eles devem se defender de perigosos lobisomens todas as noites.

Franck DuboscSuzanne ClémentJean RenoJonathan LambertGrégory FitoussiBruno Gouery e outros estrelam.

VMAs 2024 | Chappell Roan leva para casa o prêmio de Artista Revelação

A cerimônia de vencedores do Video Music Awards 2024 continua a todo vapor – e Chappell Roan não sairia de mãos abanando da premiação.

A cantora e compositora, que se tornou um dos maiores sucessos do ano, levou para casa a estatueta de Artista Revelação para casa.

Roan alcançou fama mundial com os hits “Good Luck, Babe”“Hot To Go”, que viralizaram nas redes sociais e entraram para as paradas mundiais.

Vale lembrar que Roan é uma das favoritas para levar o Grammy de Artista Revelação para casa.

A artista começou suas investidas no cenário fonográfico em 2014, mas não foi até 2024 que seu álbum The Rise and Fall of a Midwest Princess (lançado um ano antes) se tornou um sucesso crítico e comercial, angariando fãs ao redor do mundo e a colocando no centro dos holofotes.

 

BAFTA 2025 | ‘Emilia Pérez’ leva o prêmio de Melhor Filme Internacional

O filme ‘Emilia Pérez’, estrelado por Selena Gomez, Zoe Saldaña, Karla Sofía Gascón e Adriana Paz, se tornou um dos mais comentados do último – e não ficaria de fora da temporada de premiações.

Durante o anúncio de vencedores do BAFTA 2025, o longa conquistou o prêmio de Melhor Filme Internacional. Além disso, Zoe Saldaña levou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por trabalho.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido porO Profeta, com roteiro também de Jacques Audiard (Paris, 13º Distrito).

‘O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball’: Revival da aclamada animação ganha trailer INCRÍVEL!

O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball, sétima temporada da aclamada animação O Incrível Mundo de Gumball e que funciona como revival da série, ganhou um vibrante trailer oficial.

A produção chega ao Hulu em 28 de julho, e deve chegar ao catálogo da Max em uma data posterior.

Confira:

gumball 2
gumball 2

A série foi criada por Ben Bocquelet.

A trama acompanha o gato azul Gumball Watterson, de doze anos, e sua família em suas aventuras e confusões na cidade de Elmore. Sempre acompanhado de seu irmão Darwin, eles navegam as brincadeiras e dilemas da pré-adolescência em uma cidade repleta de criaturas peculiares.

O elenco da nova temporada conta com Alkaio Thiele (Gumball), Hero Hunter (Darwin), Kinza Syed Khan (Anais), Teresa Gallagher (Nicole) e Dan Russell (Richard).

Lembrando que as seis primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

Assassino MASCARADO ataca no trailer do slasher ‘New Fear’s Eve’; Confira!

Foi revelado o trailer para maiores de ‘New Fear’s Eve’, novo slasher ambientado na véspera de Ano Novo.

O longa chega à plataforma do Screambox no dia 16 de dezembro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O filme é dirigido por Eric HuskissonP.J. Starks.

Sem saber, a obrigação corporativa de um trio de amigos logo se transforma em uma luta pela sobrevivência. Quando o Doutor os escolhe como alvo, a comemoração se transforma em um pesadelo sangrento. Presos no imponente prédio da Hooper Industries, Leslie, Brian, Moses e seus colegas desavisados ​​precisam enfrentar um assassino insano determinado a tornar aquela noite inesquecível — pelos piores motivos.

Dave Sheridan, Felissa Rose, Hannah Fierman e outros estrelam.

ÓTIMOS deep-cuts de grandes divas pop que foram lançados há dez anos

O mundo da música é lar de nomes que marcaram e continuam a marcar época com hits que se tornam atemporais e que servem de inspiração para outros artistas – e, quando pensamos no cenário pop, é inegável o impacto que as mulheres possuem.

Todavia, mesmo nomes como Lady Gaga, Ariana Grande, Beyoncé e Rihanna contam com deep cuts que, apesar de serem conhecidas pelos fãs, não tiveram tanto sucesso comercial geral quanto imaginávamos.

Pensando nisso, resolvemos voltar um pouco no tempo e revisitar a discografia de várias artistas populares para encontrar essas gemas perdidas e por que deveríamos colocá-las nas nossas playlists.

Confira:

GREEDY, Ariana Grande

Álbum: Dangerous Woman

Uma das eras mais memoráveis da discografia de Ariana é, sem sombra de dúvida, ‘Dangerous Woman’. O álbum, lançado em 2016, contou com uma variedade de singles – e o mais interessante é que o teor mercadológico da produção poderia ter transformado todas as faixas em canções promocionais. Esse é o caso de “Greedy”, uma das melhores entradas do compilado de originais que traz uma produção exímia de Max MartinIlya Salmanzadeh, vibrando em uma mistura impecável de disco-popsynth-funk e acompanhada de vocais de tirar o fôlego.

DADDY LESSONS, Beyoncé

Álbum: Lemonade

“Daddy Lessons” é um dos vários ápices de ‘Lemonade’ e uma das canções que merecia mais reconhecimento que tem. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como premedita o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

SLUMBER PARTY, Britney Spears feat. Tinashe

Álbum: Glory

Há uma quantidade sólida de faixas muito boas dentro do espectro comedido de ‘Glory’, o nono álbum de estúdio da princesa do pop Britney Spears (e o último de sua carreira, ao menos até o momento). E, dentro das várias músicas que nos chamam a atenção no compilado, o single “Slumber Party” rouba os holofotes: produzida pela dupla sueca Mattman & Robin, a track se afasta dos elementos explorados no decorrer do disco e permite que uma espécie diferente de reggae-pop venha à superfície, pincelado com a química estonteante entre Britney e Tinashe e com a presença inesperada de marimbas e trompetes.

VROOM VROOM, Charli XCX

Álbum: Vroom Vroom

Se há uma música que define o estilo de Charli XCX, esta é a clássica “Vroom Vroom”. Lançada em 2016, a faixa é uma das principais representantes do movimento do PC music e do hyperpop, empregando novas camadas de sonoridade às fórmulas utilizadas ad nauseam pelos artistas mais conhecidos. Contando com a produção da saudosa SOPHIE, que também utilizou a canção para imprimir sua marca na indústria musical, a track mergulha em um pop industrial movido a batidas ressoantes e a sintetizadores propositalmente dissonantes para nos convidar a uma jornada sinestésica e bastante vanguardista.

HOTTER THAN HELL, Dua Lipa

Álbum: Dua Lipa

Assim como as outras canções promocionais do álbum de estreia homônimo de Dua Lipa, “Hotten Than Hell” mostrou-se como uma mixórdia instrumental que variou desde o dance-pop e o disco até o tropical house e o R&B (estética que voltaria a se mostrar com força em ‘Future Nostalgia’). Com aclamação generalizada por parte da crítica, a track rendeu a primeira entrada da cantora nos charts do Reino Unido, debutando em #15.

A-YO, Lady Gaga

Álbum: Joanne

country-pop “A-YO”, uma das faixas que compõe o subestimado álbum ‘Joanne’, é uma resposta sutil e cheia de metáforas para os haters que tentaram, em vão, atacar o que Lady Gaga representa para o cenário artístico. Novamente, a música não foi bem aproveitada, apesar de ter sido performada inúmeras vezes ao vivo, mas colocou em voga vocais incríveis que, quando comparados a 2008, haviam envelhecido de modo excepcional.

SAME OL’ MISTAKES, Rihanna

Álbum: ANTI

“Same Ol’ Mistakes” é uma canção que, de fato, merecia ter sido lançada como single promocional do álbum ‘ANTI’, de Rihanna, principalmente por seu caráter saudosista e bastante sensual. A presença de sintetizadores logo no começo da faixa nos lembra das incursões noventistas de Madonna (principalmente da era ‘Erotica’) e volta a falar de temas românticos em que Rihanna não consegue conciliar-se a si própria por estar apaixonada e envolvida em um relacionamento que tem tudo para dar errado, mas que ainda assim é apelativo.

THUMBS, Sabrina Carpenter

Álbum: EVOLution

Um ano depois de ter feito sua estreia com o adorado ‘Eyes Wide Open’, Sabrina resolveu se afastar das incursões mais folk-pop para mergulhar de cabeça no electropop que dominava o cenário mainstream da época. E um dos singles de ‘EVOLution’, seu segundo álbum de estúdio, é o impecável “Thumbs”: a construção da faixa se inicia com um conjunto de cordas de tirar o fôlego, dando as bases para uma narrativa que critica o capitalismo predatório e o ciclo sem fim de apatia numa sociedade movida pela ganância e pelo dinheiro – facilmente um dos pontos mais altos da carreira da cantora.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Elenco reunido na primeira imagem dos bastidores

O início das filmagens de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ está marcado para outubro e o elenco da série já está se preparando para dar vida aos seus personagens.

Em seu perfil no Twitter, Anthony Mackie compartilhou uma foto ao lado de Sebastian Stan, Emily VanCamp e Wyatt Russell.

Confira:

“Nos reunimos para dar as boas-vindas a Wyatt Russell, depois tudo ficou estranho… Por que não conseguimos ser tão bonitos quanto a Emily VanCamp?”, escreveu o astro.

Para quem ainda não sabe, Russell foi confirmado como John Walker/Agente Americano na série.

Walker é uma versão corrompida do Capitão América e é controlado pelo governo americano. Ele já foi treinado pelo Taskmaster e possui as mesmas habilidades de Steve Rogers.

Maiores detalhes não foram revelados, então não se sabe se o personagem será introduzido como vilão ou se passará por uma transformação ao longo das temporadas.

Segundo o Production Weekly, as filmagens da série começam no dia 22 de outubro e serão feitas em Atlanta, Geórgia, nos estúdios Pinewood, sob o título de produção ‘Tag Team’.

A série será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho).

Confira o logo:

Segundo o site The Wrap, o criador da franquia ‘John Wick‘, Derek Kolstad, será um dos responsáveis pelo roteiro da produção. Ele se junta a Malcom Spellman, que já havia sido anunciado no passado como um dos roteiristas.

Ainda não se sabe se ambos assumirão episódios distintos ou se trabalharão em parceria nos mesmos capítulos. A Disney também não revelou se novos escritores serão convidados ou se eles serão os únicos envolvidos com a trama.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

A produção será protagonizada por Anthony MackieSebastian Stan, respectivamente, reprisando seus papéis do Universo Cinemático Marvel.

Skogland é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

‘Dynasty’ é oficialmente renovada para a 4ª temporada

Há algumas semanas, o Comic Book revelou que a CW já renovou sua programação para a temporada 2021, incluindo a série Dynasty.

A atração irá retornar para sua 4ª temporada em meados de maio, junto com ‘Legends of Tomorrow’, ‘Supergirl’, ‘In the Dark’, e ‘Roswell, New México’.

No entanto, ainda não foram reveladas as datas oficias do calendário e nem as sinopses dos próximos episódios de cada produção.

Em janeiro, a emissora irá disponibilizar ‘Batwoman’, ‘The Flash’, ‘Charmed’, ‘Raio Negro’, ‘All American’, ‘Walker, Texas Ranger’, ‘Superman & Lois’, ‘Riverdale’, ‘Nancy Drew’, ‘Legacies’, ‘Whose Line Is It Anyway?’, e ‘Penn and Teller: Fool Us’.

As séries que não tiveram conclusão nas atuais temporadas devido ao Coronavírus, terão episódios adicionais que serão incorporados aos episódios que serão exibidos no ano que vem.

Lembrando que a 3ª temporada de ‘Dynasty‘ já chegou ao fim, mas continua em exibição na emissora.

Assista ao teaser:

Criada por Stephanie SavageJosh SchwartzSallie Patrick, a produção é um reboot da homônima série clássica lançada em 1981.

A trama acompanha duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, enquanto elas brigam pelo controle de suas fortunas e seus filhos. A história gira em torno de duas mulheres em desacordo: Fallon Carrington, filha do bilionário Blake Carrington, e sua futura madrasta, Cristal, uma mulher hispânica que pretende entrar na família e na classe dos mais poderosos da América.

O elenco conta com Elizabeth Gillies, Rafael de la Fuente, Sam Adegoke, Alan Dale, Daniella Alonso, Grant Show e Robert Christopher Riley.