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‘Malévola: Dona do Mal’ ganha mais um teaser oficial com cenas inéditas; Assista!

‘Malévola: Dona do Mal’ ganhou mais um teaser oficial com cenas inéditas!

Confira:

Leia as primeiras críticas à sequência:

“Malévola 2 é um conto de fadas feroz, que abraça a alegria de ser unicamente individual, pelos talentos de Angelina Jolie, Elle Fanning e Michelle Pfeiffer. Essas mulheres duronas estão com tudo, provando que o amor vem em diversas formas, tamanhos e espécies”.

 

“Malévola: Dona do Mal é uma sequência visualmente espetacular, que prova mais uma vez que a Angelina Jolie nasceu para interpretar o papel homônimo. Um conto de fadas moderno, onde mulheres duronas tomam o centro do palco. As sequências de batalha são épicas e os figurinos são fascinantes”.

 

“Malévola: Dona do Mal é tipo Piratas do Caribe: Tem muita enrolação e invenção, mas tem estrelas poderosas. Angelina Jolie, Michelle Pfeiffer e Elle Fanning são uma santíssima trindade com turbulentos arcos. Um figurino intrinsecamente detalhado e designer capilar que hipnotiza e surpreende”.

 

“Malévola: Dona do Mal eleva os aspectos mais interessantes da nova mitologia do primeiro filme, em uma fantasia de aventura visualmente hipnotizante, que poderia abrir o universo dos contos de fadas de maneiras fantásticas. Cada quadro de Jolie e Pfeiffer tretando entrega tudo. Instantaneamente icônico”.

 

“Não estava esperando que Malévola 2 iria com loucura total na fantasia de ação, com cenas de ação cheias de pancadaria, que se assemelha a um cruzamento entre Avatar e Os Gárgulas. Quando está no ritmo, ele detona. É facilmente o melhor conto de fadas live-action da Disney desde de Meu Amigo o Dragão”.

 

“Bem, bem.. quem diria que Malévola: Dona do Mal seria uma viagem tão maluca? Eu, inicialmente, tinha minhas dúvidas, mas agora eu argumentaria que está na lista das melhores sequências em live-action da Disney”.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

A sequência traz o retorno de Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning reprisam seus papéis. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de outubro.

‘Adoráveis Mulheres’: Fãs descobrem garrafa d’água MODERNA em cena – e as reações são HILÁRIAS!

Na semana passadas, vários fãs descobriram uma cena um tanto irregular no aclamado drama de época ‘Adoráveis Mulheres’, dirigido por Greta Gerwig: em uma das sequências, é possível ver duas garrafas de águas escondidas no fundo – do mesmo jeito que ‘Game of Thrones’ fez com o copo de Starbucks no set.

Confira:

E é claro que não demoraria muito até que os usuários pirassem nas redes sociais com o “achado”.

Confira algumas das reações:

“Minha terapeuta: a garrafa de água no fundo de ‘Adoráveis Mulheres’ não é real, não pode te machucar.

A garrafa:”.

“Laurie, interpretado por Timothée Chalamet, estava à frente de seu tempo em ‘Adoráveis Mulheres’. Durante os anos 1860, ele já tinha uma garrafa de água”.

“Os fãs de ‘Adoráveis Mulheres’ surtando por uma garrafa de água não conhecem o medo existencial de assistir a ‘Tartarugas Ninja’ quando criança e ver uma boca humana dentro da boca de uma tartaruga gigante que fala”.

“A garrafa de água em ‘Adoráveis Mulheres’ tem a mesma energia que o copo de Starbucks em ‘Game of Thrones’“.

‘Adoráveis Mulheres’ estreou em dezembro [do ano passado] e ninguém notou a garrafa de água até agora?”.

A produção, que foi aclamada pelos críticos e indicada a diversos prêmios, arrecadou mais de US$ 206 milhões mundialmente.

Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.

A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.

O elenco conta com Meryl Streep, Emma Watson, Saoirse Ronan, Timothée Chalamet, Laura Dern, Bob Odenkirk, Chris Cooper, Florence Pugh e Eliza Scanlen.

Artigo | As raízes históricas de ‘Lovecraft Country’, a nova sensação da HBO

‘Lovecraft Country’ estreou ontem (16) na HBO e, sem sombra de dúvidas, foi um dos maiores lançamentos do ano ao capturar a essência não apenas de seu romance original, mas também do icônico escritor que o inspirou: H.P. Lovecraft. Criando uma atmosfera competente e envolvente do começo ao fim, a série mal chegou ao canal pago e já se tornou uma das favoritas dos fãs de gênero – ainda mais pela investida equilibrada entre a nostalgia e a contemporaneidade, recheando seu escopo sobrenatural com pungentes críticas sociais.

Entretanto, diferente de outras produções que mascaram suas verdadeiras análises sociológicas com metáforas e alegorias bem produzidas, a produção televisiva e o livro, no caso, valem-se de um escopo bastante verdadeiro que instaurou-se em meados do século passado nos Estados Unidos: a Era Jim Crow.

Para aqueles que não estão familiarizados com essa época da história, pense como uma construção análoga ao período da escravidão – travestida com um assertivo discurso que era aceito pelos supremacistas brancos norte-americanos e por grande parte do mundo que insistia em reproduzir discursos segregacionistas e neoimperialistas. Esse período foi marcado por leis racistas instauradas entre o final do século XIX e o início do século XX pelas legislaturas estaduais dominadas pelos Democratas e trazendo reminiscências dos Estados Confederados da América (uma união política do sul estadunidense que promovia a oligarquia agrária e a escravidão, como resposta às incursões abolicionistas de Abraham Lincoln e sua consequente vitória presidencial).

O princípio legal dessas práticas supracitadas pode ser resumido na premissa “separados, mas iguais”. A explicação era simples e condenatória: instalações e transportes públicos eram divididas entre as destinadas para os brancos e as destinadas para os negros – às vezes, nem mesmo existindo para as pessoas de cor. A ideia era ter um maior controle daqueles que não seguiam o padrão eurocêntrico imposto pelas doutrinas de expansão e invasão séculos atrás, institucionalizando desvantagens econômicas, sociais, educacionais e políticas principalmente para os afrodescendentes – que não tinham o direito de dividir o mesmo banheiro ou as mesmas salas de aula com as pessoas brancas.

Essas leis foram declaradas inconstitucionais apenas em 1954, pela Suprema Corte e pelo juiz Earl Warren. Porém, a promulgação de uma nova lei “igualitária” não foi adotada por vários estados durante muito tempo – como é mostrado na série. Logo no primeiro capítulo, o protagonista Atticus (Jonathan Majors) expressa sua satisfação de deixar para trás uma sociedade ainda compenetrada na validação das emendas de Jim Crow e retornar para sua casa, uma espécie de “antro paradisíaco” e seguro para os negros. Conforme o episódio se desenrola, percebe que o racismo e a condenação da comunidade afrodescendente permaneceu viva, colocando os nossos heróis como alvos de atitudes rechaçáveis e ameaças concretas de morte apenas pela cor de sua pele.

A verdade é que as leis supracitadas “saíram de circulação” com a instauração da Lei dos Direitos Civis em 1964 e a Lei dos Direitos de Voto, em 1965 – não que isso tenha implicado uma mudança considerável para o tratamento dos negros pelos brancos. Na verdade, as raízes históricas que solidificam a estrutura de ‘Lovecraft Country’ apresentam um cenário que continua, na segunda década do século XXI, discriminatório por razões supremacistas – como o genocídio da população negra em território nacional, mais especificamente, pelo assassinato de George Floyd, Breonna Taylor e Ahmaud Arbery nos Estados Unidos em 2020. A sutil comparação entre a produção e a realidade contemporânea tem a intenção de nos fazer refletir sobre questões como abismo sociocultural e privilégios raciais – transportando-nos para uma época marcada por mazelas e marginalizações.

Mas o respaldo realista não se limita apenas às inflexões sociais, alastrando-se para as artísticas com força descomunal. Misha Green, responsável pela adaptação televisiva, prova seu conhecimento acerca dos conceitos de contracultura e de apropriação cultural inúmeras vezes, inclusive quando traz clássicos nomes do cenário musical para pincelar a backstory e a personalidade dos personagens: temos, por exemplo, a adoração de Letitia (Jurnee Smollett) pelo lendário guitarrista B.B. King, um dos principais nomes do R&B e do rock’n’roll; temos a presença ilustre de Big Maybelle na homenagem de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, um dos clássicos do blues cinquentista. E, em um aspecto mais categórico, o poderoso recorte do discurso do escritor, ensaísta e ativista James Baldwin (“o sonho [americano] existe às curtas do negro americano”).

‘Lovecraft Country’ usa as incursões sobrenaturais como impulso para as revelações e as explorações da monstruosidade das práticas racistas e, sem cair nas ruínas do panfletarismo político (algo que deveria fazer, de qualquer forma), nos apresenta a práticas que não julgávamos possíveis de existir. Há, por exemplo, uma sequência em que o trio principal se vê no centro de uma sundown town (cidade do pôr do sol), condados ou cidades que praticavam deliberadamente a segregação racial até mesmo depois do fim da Era Jim Crow, exigindo a saída da população negra quando o sol se posse no horizonte – caso contrário, eles cometeriam atrocidades inimagináveis (incluindo tortura e assassinato) para manter seu território branco por completo. Em outra sequência, temos a estereotipada e submissa imagem da mulher negra estampando um painel da marca Aunt Jemima – que a coloca na situação de serviçal e de responsável pelas refeições dos brancos.

Emblemática é a cena em que uma fila de negros espera sob o sol escaldante do meio-oeste estadunidense um “ônibus de cor”, abaixo de uma propaganda do supracitado sonho americano – e essa é apenas a cereja do bolo de uma releitura necessária dos problemáticos textos de Lovecraft, denunciando o que precisa ser denunciado e fazendo algo que, hoje, é mais necessário que nunca.

‘O Preço da Perfeição’: Elenco revela segredos de bastidores em novo vídeo; Confira!

A mais recente série de drama e suspense da Netflix no estilo de ‘Cisne Negro‘, intitulada ‘O Preço da Perfeição‘, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o elenco principal fala sobre suas cenas favoritas e revelam alguns segredos interessantes.

Confira:

Na trama, uma bailarina é convidada para substituir uma aluna modelo em uma renomada escola de balé em Chicago e acaba entrando em um mundo de traições, competições doentias e muita mentira.

A série já está disponível na plataforma de streaming.

A produção é baseada no livro ‘Tiny Pretty Things‘ de Sona Charaipotra e Dhonielle Clayton.

O elenco é composto por Lauren Holly, Kylie Jefferson e Casimere Jollette.

‘The Ice Road’: Liam Neeson parte em uma missão de resgate no trailer instigante da ação; Confira!

VVS Films divulgou recentemente o trailer oficial de ‘The Ice Road’, ação estrelada por ninguém menos que Liam Neeson.

Confira:

O filme é escrito e dirigido por Jonathan Hensleigh.

Depois do colapso de uma remota mina de diamantes no norte do Canadá, um motorista de estradas de gelo (Neeson) deve liderar uma missão de resgate impossível através de um oceano congelado para salvar os trabalhadores presos. Lidando com águas traiçoeiras e uma tempestade massiva, eles descobrem o que ninguém estava vendo: a verdadeira ameaça.

Laurence FishburneBenjamin WalkerAmber MidthunderHolt McCallany e Marcus Thomas completam o elenco.

‘The Ice Road’ estreia na Netflix em 25 de junho.

‘Round 6’ se torna a série mais assistida da HISTÓRIA da Netflix!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game), que traz uma mistura entre ‘Jogos Vorazes‘ e ‘Batalha Real‘, já estreou na Netflix e se tornou um sucesso mundial.

Hoje (12), a gigante do streaming confirmou que a produção quebrou um recorde gigantesco e se tornou o título mais assistido de sua história – alcançando a impressionante marca de 111 milhões de lares.

Na trama, 456 pessoas participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões wons. Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as 6 fases do jogo, mas a consequência de perder é a morte.

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Artigo | A poética do bizarro em ‘Edward Mãos de Tesoura’, um dos melhores filmes de Tim Burton

Se existe alguém com grande afeição e afinidade com o macabro e o distorcido, esse alguém definitivamente é Tim Burton. O diretor é responsável por trazer à vida alguns dos personagens mais icônicos do cinema contemporâneo – e, dentro de sua filmografia, podemos dizer sem sombra de dúvida que os personagens em foco fogem do padrão considerado normal dentro de uma sociedade blasé e que preza pela padronização. E apesar de suas obras mais recentes serem memoráveis, como A Noiva Cadáver’ e Frankenweenie’, foi Edward Mãos de Tesoura’ que o colocou na visão da indústria do entretenimento até mesmo mais que seus projetos anteriores.

Mais uma vez, Burton retoma seu trabalho com o compositor Danny Elfman como forma de criar uma atmosfera inebriante, encantadora e misteriosa, através da harmonização de diversos instrumentos como o piano e o violoncelo aliados aos efeitos sonoros mecanizados e enferrujados que volta e meia aparecem em diversas sequências, incluindo durante os créditos iniciais. Ainda que tome um tempo mais que o necessário, essa introdução já consegue fornecer uma identidade para a narrativa que se seguirá, principalmente por ser pautada nas mesmas configurações do cinema clássicos dos anos 1910 e 1920, com lentas transições em fusão que conferem uma estética mais vintage e saborosa para os espectadores.

A trilha sonora acompanha a história inteira, e começa de forma mais branda com o aparecimento de nossa narradora-personagem, uma versão mais velha da protagonista Kim (Winona Ryder), a qual conta uma mágica história romântica e quase impossível de acontecer para sua pequena neta durante uma noite perscrutada por fortes nevascas. Ela então retorna para sua adolescência em uma pequena e pacata comunidade interiorana que também era conhecida por ser lar de uma criatura não exatamente humana, mas que carregava traços de uma invenção inesperada. Esse ser sobrenatural e aparentemente inofensivo é o personagem-título, que mora sozinho num imenso casarão até ser resgatado pela mãe de Kim, Peg (Dianne Wiest), uma revendedora de cosméticos completamente desprovida de preconceitos e que age de forma empática perante o estranho e assustado jovem.

Johnny Depp marca sua primeira parceria com Burton ao encarnar Edward, um personagem que carrega feições humanas exceto pelas mãos, as quais na verdade foram substituídas por um maquinário que simula as mesmas funções, porém com afiadas tesouras que o transformam, dentro de uma perspectiva conservadora e moldada por um “padrão estético”, em um forasteiro que é introduzido dentro daquele grupo de pessoas. Entretanto, diferente de outras narrativas do gênero, seu retorno para a vida em conjunto é marcada por uma fascinação exacerbada em detrimento de repulsa e medo. Cada um dos vizinhos se encanta com sua caracterização especial e como ele também parece não se importar muito com isso, visto que permaneceu quase toda a vida sob os cuidados de seu criador e não teve contato com ninguém de fora.

Em última instância, o filme funciona como forma de poetizar aquilo que é considerado “fora do normal”. A beleza do personagem principal está justamente em sua excentricidade, em sua construção nem um pouco dentro das saídas convencionais e como sua personalidade altruísta e ingênua é capaz de cativar todos à sua volta – não é surpresa que a jovem Kim acabe se apaixonando por sua transcendência, visto que não é como nenhum dos outros garotos que passaram por sua vida. Uma aventura romântica que segue uma linha tragicômica é a frase que mais define essa linda obra de Burton, mas não se pode deixar de dizer que ela falha quando não se aprofunda em algumas outras questões, principalmente a não aceitação que, eventualmente, permanece em um escopo mais superficial.

Entretanto, as forças antagônicas existem sim. Anthony Michael Hall encarna o egocêntrico e valentão Jim, ex-namorado de Kim que enxerga Edward como uma aberração, porém utiliza sua condição para benefício próprio, principalmente durante uma das sequência que envolve uma má planejada tentativa de assalto. Tais acontecimentos também servem como base para uma superficial análise sobre as questões do bem e do mal e sobre como o fato do protagonista ter vivido longe de outras pessoas por tanto tempo impedem que ele tenha um julgamento racional sobre o que é certo e errado. Mais uma vez, essas perspectivas intimistas não encontram muito espaço dentro do escopo arquitetado por Burton, visto que o cineasta prefere uma história redonda e fechada a investidas mais ousadas em temas significativamente pesados – e isso de forma alguma retira a complexidade do produto final.

O diretor também faz bom uso de suas habilidades artísticas aqui, até mais que em sua bizarra obra Os Fantasmas se Divertem’. Ao invés de optar por saídas premeditáveis, ele busca inspiração no expressionismo alemão, marcado pelos cenários tortuosos e imensos, e até mesmo inclina-se um pouco mais para a arquitetura gótica quando pensamos no lar de Edward: a mansão segue um padrão românico-medieval, com torres pontiagudas, janelas ogivais e pouca entrada de luz, além de paredes suntuosas que mais se assemelham a corredores de calabouços. Tudo isso, aliado a uma fotografia escura e que preza pelo jogo com a fluidez das sombras, contrasta com a saturação do vilarejo, marcado pela existência profusa de várias cores e por uma iluminação mais difusa. Tais características dissonantes encontram um jeito de se unir à medida em que o personagem é adotado pela comunidade, dando seu toque a uma linearidade extenuante com designs de cerca-viva e lindos cortes de cabelo.

Com a chegada do terceiro ato, a jovem criatura percebe que não pertence e nunca pertencerá ao mundo ao qual foi arrastado sem precedentes. Nem mesmo sua nova família se parece com ele, o que reafirma sua condição como forasteiro e o faz voltar para sua casa, sendo perseguido tanto pelos policiais quanto por aqueles que desejam o seu mal – como Jim. Logo, ele e Kim consegue forjar sua morte para que tudo volte ao normal, ao menos externamente, e um final feliz consiga o seu lugar em meio a um constante confronto de ideologias. E devo dizer que esses momentos são os mais bem estruturados quando pensamos em técnicas, e talvez Burton pudesse ter apenas seguido em uma linha mais equilibrada entre o drama e a comédia, visto que não possui um tato tão apurado para dirigir cenas de ação.

‘Edward Mãos de Tesoura’ é uma ode ao estranho. De forma bem simbólica e metafórica, este tornou-se um dos trabalhos mais memoráveis do excêntrico cineasta, principalmente por trazer com tanto carinho e sutileza uma visão mais humanizada das “aberrações da natureza” em uma aventura satisfatória e interessante.

‘Riverdale’: Cidade enfrenta ameaça mortal no trailer do ÚLTIMO episódio da 6ª temporada; Confira!

A The CW divulgou a promo oficial de “Night of the Comet”, 22º e último episódio da 6ª temporada de ‘Riverdale’.

Na trama, “Archie e a turma unem forças para salvar Riverdale da maior ameaça que a cidade já enfrentou”.

O capítulo vai ao ar no dia 31 de julho.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Star Wars: The Bad Batch’: 2ª temporada da animação estreia no Disney+!

A 2ª temporada da animação ‘Star Wars: The Bad Batch‘ finalmente chegou ao catálogo do Disney+.

Os novos episódios estrearam hoje, 04 de janeiro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer, dublado e legendado:

Criada por Dave Filoni (‘O Mandaloriano’), os capítulos são dirigidos por Bras Rau, com roteiro supervisionado por Jennifer Corbett.

‘Star Wars: The Bad Batch’ gira em torno de clones de elite experimentais do “Lote Ruim” (introduzidos originalmente em ‘A Guerra dos Clones’), à medida que encontram um meio de mudar a galáxia imediatamente após os eventos anteriores. Os membros do grupo – um esquadrão único que varia geneticamente de seus irmãos do Exército dos Clones – possui uma habilidade excepcional que os transforma em soldados práticos, extraordinários e formidáveis.

Dee Bradley BakerMing-Na Wen fazem parte do elenco.

Jharrel Jerome vive um GIGANTE no trailer da comédia ‘I’m a Virgo’; Confira!

Prime Video divulgou o trailer oficial de ‘I’m a Virgo’, comédia non-sense estrelada pelo vencedor do Emmy Jharrel Jerome (‘Olhos que Condenam’).

A temporada completa será lançada na plataforma de streaming no dia 23 de junho.

Confira:

A série foi criada por Boots Riley (‘Sorry To Bother You’).

Cootie é um rapaz de 19 anos de quatro metros de altura, criado por sua tia Lafrancine e seu tio Martisse em Oakland, Califórnia. Ele é protegido do mundo exterior até ser acidentalmente descoberto por um grupo de ativistas políticos adolescentes.

Mike EppsCarmen EjogoWalton GogginsBrett GrayKara YoungAllius BarnesOlivia Washington completam o elenco.

Grammy Awards 2024 | Quem será indicado à próxima edição da premiação?

Os Grammy Awards se configuram, até hoje, como a maior premiação da música – e, apesar das várias controvérsias ao longo dos anos, o gramofone dourado ainda é cobiçado por qualquer artista que se lance no cenário fonográfico.

No dia de hoje, 10 de novembro, serão revelados os indicados à 66ª edição do evento – e inúmeros artistas mainstream e que começaram a dominar o mundo nos últimos meses têm grandes chances de aparecer na lista de indicados, incluindo a titânica Taylor Swift com seu aclamado álbum ‘Midnights’, e a impecável SZA, que fez um barulho gigantesco com o lançamento de ‘SOS’.

Pensando nisso, o CinePOP separou uma lista prevendo quem será nomeado nas principais categorias do Grammy: Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do AnoArtista Revelação.

Confira:

ÁLBUM DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Midnights, Taylor Swift
SOS, SZA
GUTS, Olivia Rodrigo
World Music Radio, Jon Batiste
Only the Strong Survive, Bruce Springsteen
One Thing at a Time, Morgan Wallen
But Here We Are, Foo Fighters
-, Ed Sheeran

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Endless Summer Vacation, Miley Cyrus
Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd., Lana Del Rey
Barbie: The Album, Vários Artistas

Que Taylor Swift é uma das maiores artistas de todos os tempos, isso não é nenhuma dúvida – e, dentro da cerimônia do Grammy Awards, ela já levou doze estatuetas, incluindo três de Álbum do Ano por ‘Fearless’‘1989’‘Folklore’. Agora, ela tem grandes chances não apenas de ser indicada mais uma vez pelo aclamado e bem-sucedido ‘Midnights’, como levar o quarto gramofone dourado para casa pelo compilado de originais.

Todavia, é notável que Swift encontrará uma forte competição que comportam outros titãs da música atual, como Olivia Rodrigo, que lançou o impecável ‘GUTS’ como seu segundo álbum de estúdio, e SZA, que se tornou a favorita da crítica e do público com ‘SOS’ e pode fazer bonito ao conquistar várias indicações. Outros prováveis nomes a aparecerem na categoria incluem Jon BatisteFoo Fighters, ambos conquistando os ouvintes com produções de tirar o fôlego.

Resta saber se Miley Cyrus, que parou o mundo com o lançamento de ‘Endless Summer Vacation’, será esnobada novamente pela Academia ou se será relembrada nas principais categorias; bem como Lana Del Rey, que foi indicada a Álbum do Ano pela última vez com ‘Norman Fucking Rockwell!’ e que voltou com tudo esse ano com o profundo e antêmico ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’.

MÚSICA DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Flowers, Miley Cyrus
Vampire, Olivia Rodrigo
Anti-Hero, Taylor Swift
What Was I Made For?, Billie Eilish
Dance the Night, Dua Lipa
Dear Insecurity, Brandy Clark feat. Brandi Carlile
I Remember Everything, Zach Bryan feat. Kacey Musgraves
A&W, Lana Del Rey

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Boy’s a Liar Pt. 2, PinkPantheress & Ice Spice
Worship, Jon Batiste
Lift Me Up, Rihanna

Novamente, é provável que os artistas indicados a Álbum do Ano faturem indicações nas outras categorias principais – e, dentre os mencionados no item acima, Taylor Swift com “Anti-Hero”Miley Cyrus com “Flowers”Olivia Rodrigo com “Vampire”SZA com “Kill Bill” são apostas certeiras de que conquistarão nomeações à Música do Ano e que transformarão essa seção em uma das mais disputadas da próxima edição.

Todavia, não podemos tirar o mérito de outras queridinhas da categoria que, volta e meia, dão as caras e nos surpreendem com merecidas honrarias. É o caso, por exemplo, da icônica Brandi Carlile, que fez bonito no evento anterior e, agora, tem mais uma chance de ser indicada à Música do Ano com Brandy Clark por “Dear Insecurity”; ou de Billie Eilish, que lançou a arrepiante balada “What Was I Made For?” para o live-action de ‘Barbie’.

GRAVAÇÃO DO ANO

FORTES CONCORRENTES
Paint the Town Red, Doja Cat
What Was I Made For?, Billie Eilish
Rescued, Foo Fighters
Vampire, Olivia Rodrigo
Anti-Hero, Taylor Swift
Flowers, Miley Cyrus
A&W, Lana Del Rey
Rush, Troye Sivan

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Dance the Night, Dua Lipa
Lift Me Up, Rihanna
Last Night, Morgan Wallen

Enquanto Música do Ano condecora as melhores composições, Gravação do Ano engloba o artista em si e a produção de determinada faixa. Dentre as belíssimas canções que dominaram as playlists e as paradas ao redor do mundo, algumas parecem ter sido feitas para englobar essa próxima categoria – como é o caso do pop-punk-rock de “Vampire”, de Olivia Rodrigo, ou da sinestésica e melancólica atmosfera de “Anti-Hero”, de Taylor Swift.

É notável como outras canções também têm grandes chances de aparecer nessa categoria, como Doja Cat com “Paint the Town Red”, que recebeu inúmeros elogios da crítica e do público; “A&W”, considerada por este que vos escreve como a melhor música do ano até agora – e que provavelmente não perderá o posto até o fim de dezembro; e a ótima “Rush”, de Troye Sivan, que viria como uma boa surpresa caso fosse relembrada.

ARTISTA REVELAÇÃO

FORTES CONCORRENTES
Peso Pluma
Ice Spice
Renée Rapp
Sabrina Carpenter
Noah Kahan
PinkPantheress
Gracie Abrams
RAYE

POSSÍVEIS APARIÇÕES
Rema
Jelly Roll
Laufey

A categoria de Artista Revelação sempre é uma das mais complicadas de se prever – afinal, novos talentos surgem a todo momento no cenário da música e podem fazer um sucesso crítico e comercial inesperado. Uma das mais cotadas para aparecer na categoria da próxima edição é a rapper Ice Spice, cuja ascensão meteórica lhe rendeu participações no live-action de ‘Barbie’ e no álbum ‘Midnights’, de Taylor Swift.

Todavia, é notável como a veterana Sabrina Carpenter, que já lançou inúmeros álbuns de estúdios, pode aparecer após dominar o planeta com o aclamado ‘e-mails i don’t send’RAYE, que fez sua aguardada estreia com ‘My 21st Century Blues’, é uma das cogitadas para despontar na categoria – com grandes chances de levar a estatueta para casa; e Gracie AbramsRenée Rapp, que ganharam sólida popularidade nos últimos meses, também serão adições bem-vindas à seção após terem encabeçado discos que viralizaram nas redes sociais e ofereceram uma originalidade apaixonante ao cenário mainstream.

Quem você acha que será indicado ao Grammy 2024?

Crítica | Isabela Merced DOMINA as telas na sólida adaptação de ‘Tartarugas Até Lá Embaixo’

John Green é um dos autores mais conhecidos da atualidade e deu origem a histórias que se tornaram best-sellers ao redor do planeta e, em pouco tempo, foram levadas em adoradas adaptações para os cinemas – ainda que não tenham totalmente conquistado a crítica internacional. Podemos pensar, por exemplo, na interessante e bem-vinda releitura cinematográfica de ‘A Culpa é das Estrelas’, na decepcionante ‘Cidades de Papel’, ou até mesmo na divertida e tocante ‘Deixe a Neve Cair’ (que em pouco tempo consagrou-se como um dos melhores longas natalinos dos últimos anos). Agora, Green nos convida a conhecer mais uma adaptação na forma de ‘Tartarugas Até Lá Embaixo’.

Baseado no romance homônimo lançado em 2017, a história acompanha Aza Holmes (Isabela Merced), uma jovem de dezesseis anos que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo através de uma preocupação hipocondríaca de que irá se infectar a qualquer momento com bactérias que podem matá-la. As coisas sofrem uma drástica mudança quando ela se reconecta com uma paixonite de infância, Davis Pickett (Felix Mallard), e percebe que precisará enfrentar a si mesma para o prospecto de um relacionamento com o garoto de quem gosta – e isso não é tudo: ela está prestes a dar um passo enorme após se formar no colégio, colocando na balança como ela irá contar os medos de sua mente para fazer o que sempre quis.

Ao longo do caminho, Aza é acompanhada da melhor amiga, Daisy (Cree Cicchino), uma extrovertida e criativa aspirante à escritora que passa seus dias como braço-direito da protagonista para salvá-la das constantes espirais em que cai. De outro lado, sua mãe, Gina (Judy Reyes), age como um escudo superprotetor que inclusive deseja que a filha participe da faculdade local para que ela possa estar ao lado dela nos momentos de crise, enquanto a Dra. Singh (Poorna Jagannathan) tenta auxiliar Aza a entender que seus pensamentos intrusivos não a definem e que ela não apenas tem a capacidade de explorar coisas fora de sua estrita zona de conforto, como também é muito maior do que alguém que vive presa dentro dos próprios temores.

Em se tratando de um drama romântico adolescente, o projeto é carregado de alguns convencionalismos que são naturais do gênero e que já imaginávamos aparecer por aqui. Por exemplo, há um certo anacronismo pincelando os diálogos entre os personagens principais e coadjuvantes, com alguns sendo muito maduros para idade que possuem – o que é justificável dentro do amadurecimento compulsório pelo qual Aza passa, mas parece fora de lugar em relação às outras personas. Além disso, há a questão da delineação narrativa que aposta em altos e baixos colocados dentro de uma estrutura familiar e que apenas consegue se desvencilhar do purismo de clichês pelas temáticas importantes que traz à tona e pelo fato de Green, vivendo com TOC, saber transparecer as problemáticas de tal distúrbio sem cair em estereótipos sem sentido e pejorativos.

Hannah Marks, que faz uma breve aparição no longa-metragem, é responsável pela direção. Anteriormente, ela trabalhou em produções dramáticas ao apostar fichas em construções almejando à originalidade narrativa e, nessa nova empreitada, faz o máximo que pode para se desvencilhar das fórmulas até perceber que essa é uma tarefa quase impossível. Conforme abraça os paradigmas, Marks nota que há outras esferas a serem destrinchadas, como a frenética montagem de Andrea Bottigliero, a sólida fotografia de Brian Burgoyne e a certeira, apesar de “quadradinha”, trilha sonora assinada por Ian Hultquist. No final das contas, essa combinação de elementos funciona numa praticidade bem-vinda e que se esquiva do pedantismo criativo, mesmo não oferecendo nenhuma concretude de ineditismo.

O ponto alto da obra é, de fato, o elenco. Reyes e Jagannathan insurgem como um contraste interessante e intergeracional em relação à Gen-Z, esta tentando compreender as angústias de uma jovem que parece ter desistido de encontrar a “normalidade” – sendo que o distúrbio que apresenta não a faz menos normal que ninguém -, e aquela navegando em uma tentativa de entender a filha, mas sem muitos resultados sólidos por constantemente lembrá-la de seu “problema”. Cicchino e Mallard têm uma performance sólida que ajudam nos contrapontos feitos à Aza, mas é Merced quem rouba nossa atenção, não só por ser a protagonista, mas por apresentar um lado novo de suas incursões performáticas que ainda não tínhamos visto – afastando-se por completo de obras como ‘Madame Teia’ e ‘Dora e a Cidade Perdida’ e rendendo-se a um tour-de-force apaixonante e dilacerante.

‘Tartarugas Até Lá Embaixo’ é uma grata e surpreendente adaptação do romance homônimo de John Green e nos envolve por atuações aplaudíveis e um comprometimento temático que, mais recorrente do que deveria, é audaz e singelo. Mesmo com os claros obstáculos, o resultado é aprazível o suficiente e é um presente tanto para os fãs do gênero em questão quanto para os assíduos fãs do romancista que esperavam ansiosamente por um projeto cujo desenvolvimento soava como uma lenda urbana.

‘Canário Negro’, novo thriller de espionagem com Kate Beckinsale, chega ESTE MÊS ao streaming!

Canário Negro‘ (Canary Black), novo thriller de espionagem estrelado por Kate Beckinsale (‘Anjos da Noite’), chega este mês ao catálogo do Prime Video.

A produção será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 24 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Pierre Morel é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Matthew Kennedy.

Uma agente de alto escalão da CIA, Avery Graves, é chantageada por terroristas para trair seu próprio país para salvar seu marido sequestrado. Separada de sua equipe, ela recorre a seus contatos do submundo para sobreviver e ajudar a localizar a cobiçada inteligência que os sequestradores querem. Traída a cada passo, ela deve confiar em seu treinamento de ponta e habilidades primitivas de luta em uma corrida mortal para realizar um resgate que pode desencadear uma crise global.

O elenco ainda conta com Rupert Friend, Ray Stevenson, Saffron Burrows, Ben Miles, Goran Kostić e Michael Brandon.

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Astro de ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’ esclarece comentários POLÊMICOS sobre a série; Confira!

Hudson Thames, que dá voz a Peter Parker na animação ‘Seu Amigão da Vizinhança Homem-Aranha’, falou sobre a reação negativa que recebeu por comentários que fez durante uma entrevista à época da estreia da série no Disney+.

Durante uma entrevista com o Collider em janeiro, quando questionado como Thames se sentiu com a representatividade da produção, ele afirmou:

“Achei incrível. Quer dizer, meu maior medo era que fosse irritante e ‘lacrador’, e não foi, e eu fiquei tipo: ‘sim, isso é ótimo, é tão bem escrito’, como se parecesse real. Sou o mais velho de cinco meninos, então sinto que meio que sei o que está acontecendo na vida deles e no ensino médio, e parecia que estava fazendo justiça a isso.”

Como poderíamos imaginar, os comentários culminaram em uma recepção negativa para Thames – e, agora, o astro está tentando esclarecer seus comentários.

“Então, obviamente, algo que eu disse foi escolhido a dedo e usado essencialmente sem contexto apenas para meio que agitar um pouco de drama”, ele conta ao Straw Hat Goofy. “Estávamos falando sobre aquele pequeno período de tempo antes do show estrear, e eu notava muitos comentários online que recebia, que eram pessoas nervosas ou expressando preocupação de que o show estava usando tópicos de diversidade e igualdade de uma forma inautêntica ou hipócrita.”

Thames continua: “isso me deixou na defensiva, como se eu quisesse defender um pouco o nosso show. Foi uma escolha de palavras tão ruim. Meu ponto era que nosso show não precisa fazer isso, não precisa fazer truques. [O showrunner] Jeff [Trammell] fez um trabalho tão brilhante, na minha opinião, de escrever o que ele sabia. Igualdade e diversidade já estavam embutidas na história que ele escreveu, e nada parecia forçado, eu suponho, então eu estava realmente apenas tentando elogiar a graça com que tudo isso se desenrola no show, e ironicamente, foi o que me atraiu tanto para o show em primeiro lugar.”

Lembrando que a primeira temporada completa já está disponível no Disney+.

VMA 2025 | Billie Eilish conquista SEIS indicações à premiação, incluindo Vídeo do Ano

A icônica cantora e compositora Billie Eilish foi uma das principais relembradas da próxima edição do Video Music Awards – e faturou seis indicações.

Eilish concorre em categorias como Vídeo do AnoMúsica do Ano por “Birds of a Feather”single do aclamado álbum ‘HIT ME HARD AND SOFT’, além de disputar a estatueta de Artista do Ano.

Os vencedores serão revelados no dia 7 de setembro.

Crítica | Billie Eilish acerta novamente com o espetacular e impecável álbum ‘Hit Me Hard and Soft’

Relembre a tracklist:

1. Skinny
2. Lunch
3. Chihiro
4. Birds of a Feather
5. Wildflower
6. The Greatest
7. L’amour de ma Vie
8. The Diner
9. Bittersuite
10. Blue

Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.

Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

‘O Agente Secreto’ se torna o TERCEIRO filme brasileiro a vencer o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Não Inglesa

‘O Agente Secreto’, aclamado longa de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura, vem marcando presença nas premiações regionais ao redor do mundo – e fez história ao conquistar o Globo de Ouro na categoria de Melhor Filme em Língua Não Inglesa.

A conquista marcou a terceira vez em que o Brasil venceu na categoria. A primeira delas ocorreu na cerimônia de 1960, om ‘Orfeu Negro’; a segunda ocorreu há 27 anos, quando ‘Central do Brasil’ levou para casa o troféu.

Vale lembrar que Wagner Moura disputa pelo prêmio na categoria de Melhor Ator em Filme de Drama.

Em 1977, Marcelo trabalha como professor especializado em tecnologia. Ele decide fugir de seu passado violento e misterioso se mudando de São Paulo para Recife com a intenção de recomeçar sua vida. Marcelo chega na capital pernambucana em plena semana de Carnaval e percebe que atraiu para si todo o caos do qual ele sempre quis fugir. Para piorar a situação, ele começa a ser espionado pelos vizinhos. Inesperadamente, a cidade que ele acreditou que o acolheria ficou longe de ser o seu refúgio.

Crítica | ‘Toy Story 5’ cede espaço a Jessie em uma TOCANTE e nostálgica aventura cinematográfica

Crítica livre de spoilers.

A Pixar permanece como um dos maiores estúdios de animação de todos os tempos – e, antes de dar vida a clássicos instantâneos do gênero como ‘Monstros S.A.’, ‘Ratatouille’, ‘WALL-E’ e tantos outros, iniciou seu glorioso império com a franquia ‘Toy Story’. O primeiro longa-metragem, lançado em 1995, influenciou praticamente todas as produções que o sucederam em virtude não apenas da história original, que trouxe brinquedos à vida, mas aos adventos tecnológicos que promoveu na sétima arte. Não é surpresa que o sucesso incomparável do filme o tenha transformado em uma saga multimidiática e multibilionária que tem um lugar especial no coração dos fãs.

Sete anos depois da chegada do quarto filme às telonas, que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Animação pela segunda vez seguida, o veterano Andrew Stanton nos convida para retornar a esse vibrante e apaixonante universo com o antecipado ‘Toy Story 5’, que estreia oficialmente no próximo dia 18 de junho nos cinemas nacionais (contando com sessões antecipadas a partir de amanhã, 17 de junho). E, ao investir esforços consideráveis para reiterar o inegável status de zeitgeist cultural de uma das franquias mais populares e ovacionadas da história, o cineasta e corroteirista acerta em cheio em uma jornada aventuresca e recheada de comédia, drama e uma contundente crítica à tecnologia predatória e até mesmo à perda da infância como a conhecemos.

Jessie from Toy Story leans toward a green frog-shaped tablet showing a Friends list with add icons next to names.

Para aqueles que não se recordam, o capítulo anterior encerrou o arco de Woody (Tom Hanks), que passou o distintivo de xerife para a vaqueira Jessie (Joan Cusack) e transformou o patrulheiro espacial Buzz (Tim Allen) em seu delegado. Agora assumindo o posto de líder do quarto da jovem Bonnie (Scarlett Spears), Jessie percebe que as coisas estão mudando muito rápido quando a garota sofre para fazer amizades, visto que ela é a única que ainda brinca com brinquedos. Afinal, todas as outras crianças foram hipnotizadas pelas brilhantes telas dos aparelhos tecnológicos, esquecendo-se daqueles que sempre estiveram ao seu lado e colocando um ponto de interrogação no que isso significa para os brinquedos.

Acreditando estarem a salvo, as coisas viram de cabeça para baixo quando Bonnie ganha um tablet de presente dos pais: Lilypad (Greta Lee). Causando comoção significativa entre Jessie, Buzz e os outros, todos acreditam que serão doados ou abandonados pela garota – e a própria Lilypad se mostra disposta a garantir que ela faça amizades de uma maneira muito mais rápida do que eles conseguirão. Sentindo-se desafiada, Jessie decide provar que conhece Bonnie melhor do que ninguém e, unindo-se a seu fiel escudeiro, o cavalo de pelúcia Bala no Alvo, ela enfrenta traumas de um passado distante que vêm à tona à medida que ela transforma sua missão em um tour-de-force para se libertar de todos os medos que têm.

Enquanto vários fãs da franquia comentaram sobre o caráter dispendioso de ‘Toy Story 4’, Stanton fez questão de reconhecer a necessidade do filme para mudar o foco da nossa atenção para uma das personagens mais queridas da franquia. Apresentada em ‘Toy Story 2’, Jessie cruzou caminho com Woody em um momento sombrio, lidando com o fato de sua primeira dona, Emily, tê-la abandonado e encontrando outra família primeiro com Andy e, agora, com Bonnie. Determinada a mantê-los todos unidos, a vaqueira volta a enfrentar fantasmas que insistem em assombrá-la em uma tentativa desesperada de não passar por tudo aquilo de novo.

O diretor, que, como já mencionado, também fica responsável pelo roteiro ao lado de Kenna Harris, explora temas como abandona e trauma de maneira a singrar entre o universal e o particular, utilizando a complexa personalidade de Jessie como receptáculo para algo que é comum a todos, mesmo em camadas distintas. Não é surpresa que Stanton consiga navegar com tamanha destreza pelo drama e pela comédia em um encontro emocionante e pungente que nos faz refletir sobre o que significa ser amado e como estamos condicionados a uma efemeridade incontrolável e destrutiva.

É interessante ver como o pano de fundo da tecnologia serve como uma base, ainda que sólida, para algo mais profundo que se desenrola em breves 102 minutos de duração. À medida que somos introduzidos a personagens muito bem delineados, incluindo o Amigo Troninho (Conan O’Brien), Atlas (Craig Robinson) e Snappy (Shelby Rabara), as múltiplas tramas convergem para um ponto crítico na história de Jessie e de que forma ela enfrenta sentimentos que ressurgem como um turbilhão irrefreável, levando-a até mesmo a questionar sobre se o problema, de fato, é ela própria. Mas é claro que, considerando que o filme é destinado primeiramente para um público mais infantil, o “final feliz” seria certeiro em todos os aspectos.

‘Toy Story 5’ é um fabuloso retorno à forma e uma carta de amor a uma das sagas do cinema de maior respeito e impacto de todos os tempos, sabendo dosar as camadas mais intrincadas de seus personagens de maneira sagaz, respeitosa e finalmente dando o espaço que Jessie sempre mereceu em uma aventura que nos tira risadas, lágrimas e nos faz sair da sala do cinema querendo mais.

‘The Witcher’ pode ter até SETE temporadas, segundo showrunner

A primeira temporada de ‘The Witcher‘ ainda nem estreou na Netflix, mas a showrunner Lauren S. Hissrich revelou que já tem sete temporadas planejadas para a série.

Em entrevista para o Comic Book, Hissrich disse:

“Planejei uma história que se completa em sete temporadas. No momento, meu objetivo é contar com narrativas que prendam o público durante anos. A pior coisa que poderíamos fazer seria colocar todas as nossas energias apenas na 1ª temporada e não pensar onde esses personagens poderiam ir.”

Apesar do programa ainda não ter sido renovado para a 2ª temporada, a recepção do público após o lançamento do trailer é um forte indicador de que a adaptação fará sucesso.

Sendo assim, é de se esperar que a Netflix possa renovar o programa em breve.

Lembrando que ‘The Witcher’ chega à Netflix em 20 de dezembro.

Assista ao trailer:

A trama acompanha Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, que luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

Além de Cavill, o elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Durante uma entrevista ao site Entertainment Weekly, a showrunner Lauren Hissrich se abriu para revelar alguns detalhes.

Quando questionada sobre a classificação indicativa da produção, ela comentou que “tenho revisto diariamente [os episódios] e minhas crianças não têm permissão para olhar para a tela e ver algo que não deveriam e ficar assustadas”.

“É uma série muito adulta”, Hissrich acrescentou. “Vou dizer que era importante que cada cena de sexo ou de violência tivesse importância para a história e não simplesmente estivesse ali para chocar o público. Acho que os telespectadores são bem espertos no tocante a saber o que está ali apenas para chocar e o que realmente move a história”.

Programa de Ellen DeGeneres é investigado por racismo nos bastidores

De acordo com a revista Vanity Fair, o programa da apresentadora Ellen DeGeneres está sendo investigado pela Warner Media depois que o BuzzFeed publicou um artigo expondo comportamentos racistas nos bastidores.

O texto alega que funcionários do programa denunciaram os executivos da atração por promoverem piadas de mal gosto e tratamentos extremamente tóxicos por trás das câmeras.

O nome da apresentadora não foi mencionado diretamente, mas as denúncias sugerem que ela ‘finge que não vê ou não escuta’ os maus-tratos.

Além disso, os empregados que passaram a trabalhar em home office por conta da pandemia do Coronavírus tiveram seus salários reduzidos, mesmo cumprindo a carga horária habitual.

Ao todo, 10 ex-funcionários e um atual reclamaram da forma como foram tratados, e um deles declarou que:

“Na frente das câmeras há todo essa conversa de ‘sejam gentis’, ‘promovam respeito’, mas é tudo besteira… Isso só acontece quando as câmeras estão ligadas.”

Procurados pelos assessores da revista, os produtores Ed Glavin, Mary Connelly e Andy Lassner não quiseram se manifestar sobre as acusações.

Depois disso, a Warner Media emitiu um comunicado convocando todos os funcionários do programa enquanto uma empresa de auditoria fará uma investigação para avaliar a relação entre os envolvidos.

Até o momento, DeGeneres também não se pronunciou sobre a polêmica.

Para quem não conhece, o The Ellen DeGeneres é um talk-show diurno exibido há 17 anos, reunindo diversas entrevistas e curiosidades sobre as celebridades mais populares de Hollywood.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Sam Wilson estampa novo cartaz como o legítimo Capitão América; Confira!

O último episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreou na última sexta-feira (23) e mostrou Sam Wilson (Anthony Mackie) se tornando oficialmente o novo Capitão América.

Para comemorar a aguardada transformação do herói, a Marvel Studios divulgou um novo pôster da série, mostrando Wilson como o legítimo portador do escudo que pertenceu a Steve Rogers (Chris Evans) no MCU. 

Lembrando que o astro vai reprisar o papel em ‘Capitão América 4‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigido por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.  

Confira o pôster:

 
 
 
 
 
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Nas redes sociais, os fãs da Marvel rapidamente reagiram ao novo uniforme do herói, construído pelo povo de Wakanda.

Como não poderia ser diferente, diversos usuários compartilharam seu entusiasmo com a grandiosa transformação do personagem:

Confira as reações:

“O traje do Capitão América é um dos mais preciso em relação aos quadrinhos”. 

“Eu não vou parar de fala do Sam Wilson no traje do Capitão América. Eu quero um prato cheio disso, meu Deus, ele está tão bem”. 

“Eu vendo o traje do Capitão América pela primeira vez”. 

“Espere, essa era a primeira vez que o Bucky vê o Sam no traje, eu vou chorar”. 

“Capitão América (Sam Wilson) em seu novo traje, pensado e construído pelo povo de Wakanda”. 

“O jeito que eu gritei quando vi o novo traje do Sam Wilson, aaaah”. 

“Então, Bucky pediu ao povo de Wakanda para fazer um traje para o Sam, certo? Bucky Barnes colocou uma armadura ao redor do seu mundo”. 

“O design preciso do traje aos moldes dos quadrinhos traz muito mais satisfação à Falcão e o Soldado Invernal”. 

Wanda e Sam arrasando em seus novos trajes”. 

“Entrada de super-herói top de linha e a revelação do traje, estou tão feliz pelo Anthony Mackie”. 

Lembrando que o astro vai reprisar o papel em ‘Capitão América 4‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigido por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.  

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘O Livro de Boba Fett’: 2º episódio introduz os gêmeos Hutt como vilões

O 2º episódio de ‘O Livro de Boba Fett‘ estreou ontem na Disney+ e apresentou diversos elementos marcantes ao cânone de ‘Star Wars‘.

Um deles foi a introdução dos gêmeos Hutt como opositores ao reinado de Fett (Temuera Morrison) como o novo senhor do crime em Tatooine, título que ele assumiu após a morte de Jabba em ‘O Retorno de Jedi’.

Acontece que os gêmeos, e primos de Jabba, decidem reivindicar as antigas propriedades do falecido governante e ameaçam Fett apresentando Krrsantan, o gladiador Wookie que virou caçador de recompensas enquanto trabalhava para Jabba.

Quem acompanha a saga sabe que Jabba teve bastante influência em Tatooine e foi um grande vilão em ‘Star Wars: O Retorno de Jedi‘.

No entanto, os clã dos Hutt foi pouco explorado no cinema, o que pode ser uma ótima oportunidade para a trama de ‘O Livro de Boba Fett‘.

Como os Hutt controlam muitos negócios ilegais em vários planetas, está claro que eles não vão ceder seu território a Boba Fett sem lutar.

Lembrando que o próximo episódio da série estreia em 12 de janeiro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A primeira temporada terá oito episódios:

Episódio 1: The Champion
Episódio 2: The Assassin
Episódio 3: The Syndicate
Episódio 4: The Battleground
Episódio 5: The Homeworld
Episódio 6: The Warlord
Episódio 7: The Showdown
Episódio 8: The Hunter

Alguns títulos dão pistas sobre a trama, como ‘The Syndicate‘, que deve acompanhar Fett como o novo rei do submundo do crime em Tatooine.

Rumores também apontaram que a trama poderia dar mais foco a Mandalore, como sugere o episódio cinco: ‘The Homeworld‘.

Outro detalhe interessante é que o primeiro episódio será contado como capítulo 17, ou seja, será uma continuação direta da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, servindo como uma espécie de temporada 2.5 da série estrelada por Pedro Pascal.

A série também vai explorar o domínio de Fett no submundo do crime depois de assassinar Bib Fortuna (Matthew Wood) e assumir o comando de Tatooine.

Fortuna era o leal servo de Jabba, o Hutt, e tomou o posto após a morte do chefe em ‘O Retorno de Jedi‘.

“‘The Book of Boba Fett‘, uma nova série original, estrelada por Temuera Morrison e Ming-Na Wen, com produção executiva de Jon Favreau, Dave Filoni e Robert Rodriguez, ambientada na mesma linha do tempo de ‘O Mandaloriano‘. A estreia acontece na Disney+ em 2021.” 

‘Avatar 2’: James Cameron revela que a sequência atrasou por que ele não estava feliz com o roteiro

‘Avatar 2: O Caminho da Água’ finalmente chega aos cinemas em 16 dezembro deste ano, 13 anos após o lançamento do original.

Mas por que a sequência demorou tanto tempo para ficar pronta?

Em entrevista para o The Times UK, o roteirista e diretor James Cameron revelou que a longa espera foi porque ele não estava satisfeito com o roteiro.

“Quando me sentei com meus time de roteiristas para começar ‘Avatar 2‘, eu disse que não podíamos fazer o próximo até entendermos porque o primeiro se saiu tão bem. Devemos decifrar o código do que diabos aconteceu”, disse Cameron, observando que “todos os filmes funcionam em diferentes níveis.”

Ele continuou:

“O primeiro nível é a superfície, que são personagens, problemas e resoluções. O segundo é temática. O que o filme está tentando dizer? Mas ‘Avatar‘ também funciona em um terceiro nível, o subconsciente. Eu escrevi um roteiro inteiro para a sequência, mas quando li, percebi que não chegou ao nível três. Foi então que percebi que precisávamos começar de novo. E Isso levou um ano.”

Em uma entrevista anterior ao The Marianne Williamson Podcast, Cameron disse acreditar que foi esse terceiro nível – o desejo do público de ser transportado para o mundo de Pandora – que impulsionou ‘Avatar‘ a se tornar o filme de maior sucesso da história.

“Esse nível terciário traz uma sensação onírica e um desejo de estar lá, estar naquele espaço, estar em um lugar seguro e fantasioso ao mesmo tempo. Onde você pode voar, experimentar aquela sensação de liberdade e alegria, ou estar na floresta onde você pode sentir o cheiro da terra. Era uma coisa sensorial que se comunicava em um nível subconsciente tão profundo… Essa era a espiritualidade do primeiro filme.”

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

Dirigido por James Cameron, o filme estrela Zoe Saldana, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

James Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

Avatar: O Caminho da Água‘ está agendado para estrear no dia 16 de dezembro de 2022 nos cinemas, com ‘Avatar 3‘ programado para estrear dois anos depois, em 20 de dezembro de 2024. Nos resta então apenas aguardar!

‘Homem de Ferro 4’: Robert Downey Jr. faz mistério sobre possível sequência

Intérprete de Tony Stark entre 2008 e 2019, Robert Downey Jr. foi o rosto do Universo Cinematográfico da Marvel por quase 12 anos, desde ‘Homem de Ferro’ até o lançamento de ‘Vingadores: Ultimato’.

E, apesar do personagem ter se sacrificado para salvar o universo, os fãs ainda esperam revê-lo em algum momento.

Como o MCU abriu espaço para o Multiverso, será que a Marvel poderia apostar em um ‘Homem de Ferro 4’?

Enquanto promovia sua nova série, ‘Downey’s Dream Cars’, o astro foi informado pelo ExtraTV que Tom Cruise estaria interessado em uma sequência de ‘Trovão Tropical’

Aproveitando a brecha, o entrevistador perguntou a Downey se ele estaria interessado em fazer um novo filme do Homem de Ferro.

No entanto, Downey se esquivou da pergunta, dando foco ao interesse de Cruise.

“Ele quer fazer isso? Uma sequência de ‘Trovão Tropical‘. Ahh, Tom! Não faça isso!”, brincou ele.

E aí, você acha que um dia voltaremos a vê-lo com a armadura do Homem de Ferro no MCU?

Até lá, vale lembrar que Downey está mais interessado em encerrar a trilogia ‘Sherlock Holmes’

Recentemente, a produtora Susan Downey, esposa de Robert, deu alguns detalhes sobre a produção.

Ao participar do UnWrapped podcast, Susan foi questionada sobre as atualizações da sequência e garantiu aos fãs que o longa ainda é uma prioridade para ela e seu marido.

“Bem, aqui está o que posso te dizer… E Amanda Burell [a co-produtora] pode confirmar. Antes disso, nós almoçamos com o Robert, nós três. E esse era um tópico muito específico da conversa. Então sim, o filme está se movendo. Vamos fazer quando for o momento certo, com as pessoas certas, mas é uma prioridade para a empresa e para Robert [Downey Jr.].”

No fim de março, o ator Eddie Marsan, que interpretou o Inspetor Lestrade em ‘Sherlock Holmes‘ (2009) e ‘Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras‘ (2011), revelou que adoraria retornar para o terceiro filme da franquia.

“Eu não sei nada [sobre o terceiro filme]. Continuo ouvindo algumas coisas sobre o projeto, e eu acabei de gravar um filme com o Jude [Law], mas ninguém nos abordou ainda. Não sei se vai acontecer. Eles continuam discutindo sobre um novo filme, mas já faz mais de 10 anos. Espero que aconteça. Acho que o Jude estava fantástico naquele papel. Eu adoraria retornar para o terceiro filme. Veremos.”

Anteriormente, o diretor Guy Ritchie, que comandou os dois primeiros longas, declarou que realização do terceiro filme dependeria da participação do astro Robert Downey Jr.“Bem, honestamente, deixei isso para Robert [Downey Jr.]. Ele queria ser responsável por isso. Então ele está no comando do roteiro e de todo o resto. Eu não vou me envolver nisso até que haja um momento para eu me envolver.”

Faz anos que a Warner está tentando tirar o terceiro filme da franquia ‘Sherlock Holmes‘ do papel.

Daisy Ridley (‘Star Wars’, ‘Assassinato no Expresso do Oriente’) estava sendo cotada para viver Sidney, a protagonista feminina do longa-metragem. Ela é descrita como uma repórter investigativa do San Francisco Herald, mas, na verdade, é uma agente estadunidense disfarçada.

Além disso, recentes boatos indicam que o principal vilão do longa será um senador chamado Cornelius Guest, descrito como um ambicioso empresário que tenta orquestrar um plano para roubar o ouro da nação americana para investir em seus negócios.

Maiores detalhes sobre a trama não foram mencionados e, com a saída do diretor Guy Ritchie do comando, é possível que a sequência tenha um tom mais surpreendente sob a direção de Dexter Fletcher… se o filme realmente for feito. 

‘Harry Potter’: Daniel Radcliffe tinha PAVOR de Alan Rickman nos primeiros filmes da saga; “Pensei que ele me odiava”

Daniel Radcliffe e Alan Rickman contracenaram ao longo de 10 anos na saga ‘Harry Potter‘, com Daniel interpretando o personagem titular e Rickman dando vida a Severo Snape, professor de Estudos Avançados no Preparo de Poções em Hogwarts.

Quem acompanhou os filmes, sabe muito bem que a relação da dupla não era das melhores, já que Severo sempre fazia questão de maltratar Harry, que, por sua vez, acreditava que o professor era um aliado de Voldemort.

Acontece que a performance de Rickman era tão convincente que Radcliffe acreditava que o astro realmente o odiava nos primeiros filmes.

Em entrevista para o podcast Happy Sad Confused, Radcliffe confessou que tinha pavor do colega de elenco, mas todo esse medo se transformou em admiração depois que foi crescendo.

“Fiquei tão intimidado por Alan Rickman no início. Como você pode não tremer ao ouvir aquela voz? A voz ele era tão baixa, mas tão grave, que ecoava através de você. Eu ficava apavorado toda vez que o via durante os três primeiros filmes que cheguei a pensar: ‘Esse cara me odeia’.”

Ele continuou, lembrando que Rickman se tornou um de seus maiores influenciadores, chegando a encerrar suas férias pessoais mais cedo para poder assisti-lo na Broadway.

“Ele me apoiava muito. Ele encurtou as férias no Canadá para vir me ver em na peça ‘Equus‘. Ele viu todos os trabalhos de palco que fiz quando estava vivo. Ele me levava para sair depois e conversávamos sobre isso, ele era uma ótimo conselheiro. Ele foi uma das primeiras pessoas a dizer: ‘Você deveria dar uma olhada no trabalho de voz e explorar expressões corporais e todas essas coisas’. Eu sou muito sortudo por ter conhecido ele.”

Lembrando que a tão aguardada série de ‘Harry Potter‘ está prestes a ganhar roteiristas.

Segundo o Deadline, Francesca Gardiner (‘Succession’), Tom Moran (‘A Hora do Diabo’) e Kathleen Jordan (‘Caçadoras de Recompensas’) estão na disputa para roteirizar a nova adaptação da franquia criada por J.K. Rowling.

De acordo com a Variety, a informação foi divulgada pelo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre da empresa na sexta-feira. A série está planejada para abranger sete temporadas, adaptando cada livro da famosa série de fantasia de Rowling.

Zaslav também revelou que esteve recentemente em Londres para se encontrar com J.K. Rowling e discutir sobre o programa.

“Tivemos um tempo real com J.K. e sua equipe”, disse Zaslav durante a ligação. “Ambos os lados estão empolgados por reviver esta franquia. Nossas conversas foram ótimas e estamos muito animados com o que está por vir. Mal podemos esperar para compartilhar uma década de novas histórias com fãs ao redor do mundo no Max.”

Lembrando que a série terá 7 temporadas, com cada ano adaptando um livro da saga.

Até o momento, oficialmente, não há ninguém confirmado no elenco, pois a atração encontra-se em pré-produção.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

“O compromisso da Max em preservar a integridade dos meus livros é importante para mim, e estou ansiosa para fazer parte desta nova adaptação que permitirá um grau de profundidade e detalhe que só é permitido por uma série de televisão de longa duração”, disse Rowling.

Confira o anúncio da série e as reações pela internet:

‘Deadpool 3’: Ryan Reynolds conta que Wolverine será “DIFERENTE” no novo filme

Ryan Reynolds, o intérprete de Deadpool, explicou em entrevista à ET Canadá o envolvimento de Hugh Jackman como Wolverine em ‘Deadpool 3‘.

Reynolds indicou que o personagem terá uma nova abordagem, algo totalmente diferente do que Jackman está acostumado.

“Por décadas, queríamos que acontecesse. Estranhamente, agora parece o momento perfeito. Eu nunca parei de tentar convencê-lo a retornar como Wolverine. Nos últimos anos, eu o incomodei como um mosquito. Eu acredito no tempo, no trabalho duro e na sorte também. Acho que o tempo é o maior problema. Mas ele estava pronto. Acho que ele está muito animado”, disse Reynolds.

Ele também explicou que apresentou a Jackman uma divergência em relação ao personagem que ele conhecia, que ele deixou para trás, o que lhe dá algo totalmente novo para interpretar.

“Acho que ele está muito animado para fazer isso”, afirmou Reynolds.

Nas últimas semanas, o Deadline revelou que a atriz Morena Baccarin estará de volta em ‘Deadpool 3′. Ela interpreta Vanessa, o par romântico do mercenário tagarela.

Além disso, a revista também aponta que o ator Stefan Kapicic, o intérprete do Colossus nos dois primeiros filmes, também retornará para a sequência.

Karan Soni e Leslie Uggams também foram confirmados no terceiro capítulo da franquia. Soni interpreta o carismático taxista Dopinder, enquanto Uggams é a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para Deadpool.

Os atores se juntam aos novatos na franquia Emma Corrin e Matthew Macfadyen, que completam o elenco.

Zeb Wells foi escalado para escrever o roteiro final. Ele é conhecido por seu trabalho em ‘O Espetacular Homem-Aranha’‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis’.

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’).

‘Deadpool 3’: Ryan Reynolds sugere retorno de [SPOILER]

De acordo com Comicbook,os entusiastas de super-heróis estão ansiosos pelo lançamento de ‘Deadpool 3‘, o próximo filme da franquia, que será agora lançado pela Disney e integrará o Universo Cinematográfico da Marvel.

Nesta nova produção, teremos a participação de Hugh Jackman reprisando seu icônico papel como Wolverine e Jennifer Garner interpretando Elektra, prometendo uma trama verdadeiramente multiversal. No entanto, há também a possibilidade empolgante de outro personagem icônico fazer seu retorno.

Estamos falando de Francis/Ajax, interpretado por Ed Skrein, o vilão que desempenhou um papel antagônico no primeiro filme de ‘Deadpool’. Apesar de ter morrido na batalha final do filme, onde Deadpool o mata, as especulações sobre seu retorno surgiram quando Ryan Reynolds compartilhou um gif do mercenário tagarela pulando ao longo da estrada. O gif inclui a frase “Francis”.

Apesar de Francis/Ajax, interpretado por Skrein, estar tecnicamente morto, a exploração do multiverso em ‘Deadpool 3’ sugere a possibilidade de seu retorno como uma variante. Rumores indicam a inclusão de várias variantes de mutantes, o que adiciona uma camada extra de intrigas e expectativas ao filme.

O filme tem estreia marcada para 26 de Julho de 2024.

Anna Faris TOPARIA voltar em ‘Todo Mundo em Pânico 6’, com DUAS condições…

Anna Faris, a estrela da franquia ‘Todo Mundo em Pânico’, deixou claro que está disposta a voltar para mais sustos e risadas, mas com uma condição: Regina Hall precisa estar ao seu lado.

Em entrevista à PEOPLE, Faris revelou que só voltaria à franquia se sua colega de elenco, que interpretou Brenda Meeks, sua melhor amiga nos filmes, também retornasse.

“Eu simplesmente a amo muito. Regina e eu, nós nos fazíamos rir o dia todo”. Faris disse sobre sua colega de elenco. “Regina Hall seria minha resposta. E dinheiro. Mas principalmente Regina”.

Lembrando que a Paramount Pictures finalmente anunciou quando o próximo filme da franquia ‘Todo Mundo em Pânico‘ será lançado no Brasil.

O longa estreará nos cinemas nacionais no dia 18 de setembro de 2025.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

As filmagens devem acontecer ainda este ano.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Ao longo das sequências, a trama parodiava cenas de diversos filmes de suspense e terror, como ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘O Grito’, ‘Brinquedo Assassino‘ e vários outros.

‘Outro Pequeno Favor’: Sharon Stone revela ter sido REMOVIDA da sequência; “Adoro”

‘Outro Pequeno Favor’, a sequência tão esperada de ‘Um Pequeno Favor’, está prestes a chegar ao Prime Video. No entanto, uma reviravolta inesperada agitou os bastidores da produção: a renomada atriz Sharon Stone (‘Instinto Selvagem’) revelou ter sido “removida inesperadamente” do elenco.

Segundo informações do Deadline, Stone expressou sua frustração nas redes sociais, declarando: “ADOREI ter sido escalada e removida do meu papel inesperadamente, sem motivo algum. ADORO”.

Vale ressaltar que a participação de Stone não havia sido divulgada anteriormente, o que torna o papel que ela interpretaria um mistério. Apesar da surpresa, cortes de última hora são comuns na produção cinematográfica.

Lembrando que a sequência estreia no dia 1º de maio na grade de programação da Prime Video.

Em entrevista prévia ao ComicBook.com, o diretor Paul Feig revelou quais foram as inspirações para a continuação.

Feig contou que foi o casamento entre seu amor pelas personagens e uma ideia para outro filme que deu origem à continuação.

“Eu os evitei como uma praga, mas neste, eu simplesmente amo esses personagens e lembro-me de ter pensado: ‘acho que há algo mais a ver com eles’. E tive uma ideia para um filme diferente que aconteceu na Itália, e eu pensei: ‘espere, e se eu casar essas duas ideias?’. E foi isso que fizemos. E é muito divertido. Acabamos de fazer nossa primeira exibição-teste de um corte inicial que fiz esta semana e teve um resultado muito positivo”.

O novo filme também contará com o retorno de Henry Golding (Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).

Allison Janney, Elena Sofia Ricci, Michele Morrone, Elizabeth Perkins, Alex Newell, Taylor Ortega e Lorenzo de Moor completam o elenco.

Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.

O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.

Andy Serkis confirma início da produção de ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’

O ator e diretor Andy Serkis, conhecido por dar vida a Gollum na franquia ‘O Senhor dos Anéis’, falou recentemente sobre reprisar seu papel e dirigir o próximo longa da saga, ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’.

“Estou muito empolgado para voltar. Eu viajo para a Nova Zelândia neste sábado, 6 de setembro”, disse Serkis, conforme a Variety. “Estamos indo para começar a preparação, porque eu estarei dirigindo. Estou muito feliz por retornar à família com a qual trabalhei por tantos anos, e a um personagem do qual simplesmente não consigo me afastar”, completou.

Além de dirigir o projeto, Serkis voltará a interpretar Gollum, papel que desempenha por meio de captura de movimento desde ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres’ (2002).

O novo filme contará com a produção de Peter Jackson, diretor das trilogias ‘O Senhor dos Anéis’ e ‘O Hobbit’, e de suas colaboradoras de longa data, Fran Walsh e Philippa Boyens. A Warner reforçou que o trio estará envolvido em todas as etapas da produção.

Em entrevista à revista Empire, Philippa Boyens revelou que o filme trará “uma história bastante intensa”, que se passa no período entre a festa de aniversário de Bilbo e a entrada nas Minas de Moria.

Ela descreveu o enredo como “um trecho específico de uma incrível história não contada, narrada pela perspectiva dessa criatura extraordinária”.

A Warner Bros. Pictures e a New Line Cinema anunciaram oficialmente que ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ será lançado nos cinemas em 17 de dezembro de 2027.

Senhor dos anéis

Zack Snyder revela por que o Batman de Christian Bale nunca enfrentou o Superman de Henry Cavill

O cineasta Zack Snyder, arquiteto do antigo universo da DC nos cinemas, esclareceu recentemente que nunca houve planos concretos para colocar o Superman de Henry Cavill contra as versões do Batman interpretadas por Christian Bale ou Joseph Gordon-Levitt após o desfecho de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge’.

Em entrevista ao portal ComicBookMovie, Snyder comentou sobre a possibilidade de dar continuidade ao legado de Christopher Nolan:

“Joseph é um ator incrível, mas não acho que cabia a mim desenvolver aquela linha narrativa”, afirmou o diretor.

Snyder explicou que a barreira para um crossover entre as franquias era, principalmente, o final dado ao personagem de Bale.

“Acho que, se a trilogia tivesse terminado com Christian Bale em pé sobre um prédio, observando Gotham e silhuetado pelas luzes da cidade, haveria uma conversa séria a ser feita. Mas ele estava na Itália, aposentado e relaxando. Se ele ainda fosse um combatente do crime ativo, esses universos poderiam ter se misturado”, destacou o cineasta.

Apesar de Christopher Nolan ter sido produtor executivo de ‘O Homem de Aço’ e ‘Batman vs Superman’, Snyder revelou que o assunto nunca foi uma pauta oficial entre os dois:

“Nunca chegamos realmente a conversar sobre isso”, concluiu.

No fim, Snyder escalou Ben Affleck para viver uma versão mais implacável e experiente do Homem-Morcego. Affleck fez sua estreia no papel em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’.

‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’ está disponível no HBO Max.

“O confronto entre Superman e Zod em Metrópolis fez a população mundial se dividir sobre a presença de extraterrestres na Terra. Enquanto muitos consideram Superman um novo deus, há aqueles que entendem ser extremamente perigosa a existência de um ser tão poderoso sem qualquer tipo de controle. Bruce Wayne é um dos que acreditam nesta segunda hipótese. Sob o manto de um Batman violento e obcecado, ele enfrenta Superman enquanto o mundo se pergunta que tipo de herói precisa”, diz a sinopse.

Diretor diz que ‘Cavaleiro da Lua’ PODE ganhar filme no MCU

Mohamed Diab, diretor de quatro episódios de ‘Cavaleiro da Lua’, trouxe uma atualização sobre o futuro do personagem no Universo Cinematográfico da Marvel.

Conversando com o Deadline, Diab compartilhou o que sabe sobre o personagem, afirmando que, no momento, não há nada em discussão. No entanto, o diretor não descartou a possibilidade de algum projeto surgir no UCM.

“Você nunca sabe. Com a Marvel, nada é considerado finalizado. Pode haver um filme, ou ele pode entrar em outro universo. Neste momento, nada está em discussão, mas definitivamente eu adoraria estar envolvido com o Cavaleiro da Lua, e isso pode acontecer com certeza. Eu tenho um ótimo relacionamento com eles,” declarou Mohamed Diab.

O diretor também destacou que ficou feliz em trabalhar na produção do Disney+, além de afirmar que prefere ficar afastado de projetos por algum tempo, enquanto segue com a intenção de entregar sempre um resultado melhor.

“Trabalhar em ‘Cavaleiro da Lua’ foi incrível, mas Hollywood pode ser dura. Recebemos ofertas todos os dias, mas você precisa fazer algo melhor. Eu não me importo em ter uma folha em branco. Não me importo se eu trabalhar apenas a cada cinco anos, desde que eu esteja fazendo algo melhor na próxima etapa.”

Vale lembrar que neste ano, após sua participação na série ‘Cavaleiro da Lua’, onde interpretou o herói principal, Oscar Isaac demonstrou interesse em retomar o papel em uma eventual adaptação dos ‘Filhos da Meia-Noite’, grupo da Marvel formado por heróis associados às artes místicas.

Durante uma entrevista ao The Geek House Show, Isaac declarou: “Acredito que há uma oportunidade interessante com os Filhos da Meia-Noite. Há muitos personagens cativantes ali, e agora que estabelecemos quem são Marc, Steven e Jake, seria fascinante vê-los como parte de uma equipe e explorar suas dinâmicas. Seria uma oportunidade empolgante. Pessoalmente, espero que haja espaço para explorarmos essa possibilidade.”

Vale ressaltar que o Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) conta atualmente com diversos heróis que já fizeram parte do grupo, além do Cavaleiro da Lua, como o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch), o Blade (Mahershala Ali) e o Justiceiro (Jon Bernthal).

Lembrando que todos os episódios de ‘Cavaleiro da Lua’ estão disponíveis no catálogo da Disney+.

A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.

Relembre o trailer:

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Dragon Ball Z Kai’ chega na HBO Max em julho

Foi divulgado um cartaz promocional da HBO Max confirmando a estreia de ‘Dragon Ball Z Kai‘ em julho na plataforma, conforme já havia sido adiantado pelo gerente-geral Luis Duran.

Veja o pôster:

A série passou pelo Warner Channel recentemente, então sabemos que o grupo Warner possui direitos da série. E também exibida na Band e no Cartoon Network.

Lembrando que ‘Dragon Ball Z Kai‘ é uma versão remasterizada e encurtada de ‘Dragon Ball Z‘, tendo exibição no Japão de 2009 a 2013.

Outro detalhe é que um filme de ‘Dragon Ball Super‘ está planejado para 2022. A Globo chegou a prometer alguma série da franquia no Globoplay, mas isso nunca aconteceu.

Ilha do Medo

Paramount lança DVD e Blu-ray do suspense “Ilha do Medo”

Estrelado por Leonardo DiCaprio (A Origem), um dos filmes mais comentados do primeiro semestre de 2010 acaba de chegar ao mercado de home vídeo, no Brasil. Lançado pela Paramount Home Entertainment, o DVD do suspense “Ilha Do Medo” (Shutter Island), dirigido pelo premiado diretor Martin Scorsese, já se encontra para locação em todo o Brasil e chega para venda no próximo dia 28 de outubro de 2010.

Scorsese, ganhador do Oscar®, mais uma vez junta-se ao ator Leonardo Dicaprio, para adaptar aos cinemas este grande suspense baseado no best-seller “Paciente 67”, do escritor Dennis Lehane (o mesmo de “Sobre Meninos e Lobos”).

No filme, DiCaprio é o inspetor Teddy Daniels, que chega ao asilo psiquiátrico de criminosos, na Ilha Shutter, para investigar a fuga de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffe. À medida que a investigação se desenvolve, Teddy descobre mais fatos terríveis e chocantes sobre a ilha e descobre também que há lugares dos quais não se consegue sair.

Além de uma ótima história repleta de suspense e inesperadas reviravoltas, o filme conta com um notável elenco, incluindo Mark Ruffalo (Zodíaco), Sir Ben Kingsley (Gandhi), Max Von Sydow (Minority Report: A Nova Lei), Michelle Williams (O Segredo de Brokeback Mountain) e Emily Mortimer (Ponto Final).

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O DVD de “Ilha Do Medo” (Shutter Island) chegou para locação sem extras, com formato de tela Widescreen Anamórfico 2.35-1 e áudio Dolby Digital 5.1, nos idiomas inglês e português, os mesmos da legenda. Já disponível para venda, desde o dia 27 de julho de 2010, o Blu-ray apresenta formato de tela Widescreen Anamórfico 2.35-1, áudio inglês (5.1 DTS HD – MA), português, espanhol e francês (Dolby Digital 5.1) e legendas em português, espanhol, francês e inglês.

Diferente do DVD, o Blu-ray de “Ilha Do Medo” (Shutter Island) apresenta dois extras, um documentário sobre os bastidores da produção e com depoimentos do elenco e da equipe, e outro extra chamado “No Farol”, na qual podemos ver uma discussão sobre o histórico cenário das terapias psiquiátricas durante a década de 1950, através de entrevistas com o elenco e a equipe. O preço sugerido do Blu-ray é de R$ 89,90 e o DVD chegará as lojas por R$39,90.

Por: Léo Francisco