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Ti West, da trilogia ‘X: A Marca da Morte’, comandará nova série do Prime Video

De acordo com o Variety, Ti West (‘X: A Marca da Morte’) será responsável pela direção da série de comédia sombria ‘Bloodlust‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

O roteiro será assinado pela cantora Halsey, que já colaborou com o cineasta em ‘MaXXXine‘.

Ela também servirá como criadora e produtora executiva do projeto.

Ti West também atuará como produtora executivo ao lado de Mark Friedman (‘Severance’) – que também será o showrunner do seriado.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Novas informações devem ser reveladas em breve.

Recentemente, West comandou a bem-sucedida trilogia X, composta por ‘X: A Marca da Morte‘, ‘Pearl‘ e ‘MaXXXine‘. Aclamados pelos críticos, a saga registrou um retorno de quase US$ 50 milhões nas bilheterias mundiais.

Nova comédia do criador de ‘The Big Bang Theory’ é RENOVADA para a 2ª temporada pela Netflix

Netflix renovou oficialmente a série ‘Leanne‘, nova comédia cocriada por Chuck Lorre (‘The Big Bang Theory’), para a 2ª temporada.

“Agradeço muito pela Netflix por esta oportunidade incrível. Parabéns para ‘Leanne’ e toda a equipe e elenco. Essa tem sido uma jornada incrível que começou com uma visita para Knoxville, Tennessee. Leanne Morgan é o pacote completo. Uma comediante genial, um ser humano excepcional e um prazer de se trabalhar junto,” declarou Lorre.

A protagonista, Leanne Morgan, acrescentou: “Estamos voltando para uma segunda temporada! Sou muito grata a todos os roteiristas, produtores, Netflix, WB, ao nosso incrível elenco e especialmente a todos os fãs da série. Vocês tornaram isso possível e mal podemos esperar para retornar.”

Aclamada pelos críticos, a produção conquistou 71% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A trama acompanha Leanne (Morgan), cuja vida vira de cabeça para baixo quando seu marido, com quem está casada há 33 anos, a deixa por outra mulher. Recomeçar sendo avó e estando na menopausa não é exatamente o que ela tinha em mente, mas com a ajuda da família, ela navegará por esse novo capítulo com graça, dignidade e muita gelatina.

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‘Super Mario Galaxy’ se torna o 1º filme de 2026 a superar US$ 1 BILHÃO mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Super Mario Galaxy‘ conseguiu ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, tornando-se o primeiro filme lançado em 2026 a superar a marca histórica.

O excelente desempenho da produção ajudou a impulsionar a arrecadação da franquia. Juntos, os dois filmes animados ultrapassaram a marca dos US$ 2.3 bilhões nas bilheterias mundiais.

A produção ainda superou ‘Um Filme Minecraft‘ (US$960.3M), tornando-se a segunda maior arrecadação de todos os tempos para um filme baseado em um jogo – atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B), além de subir para o TOP 4 das maiores bilheterias da história da Illumination.

Nos EUA, a animação soma US$ 428 milhões. Internacionalmente, foram US$ 567 milhões através de 82 mercados.

Vale lembrar que o filme abriu com impressionantes US$ 372.5 milhões mundialmente, tornando-se a maior estreia global para um filme hollywoodiano desde ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 190 milhões no final de semana estendido de 5 dias, o que representa a quarta maior estreia doméstica da história para este período, atrás apenas de ‘Moana 2‘ (US$225.4M), ‘Super Mario Bros‘ (US$204.6M) e ‘Transformers: A Vingança dos Derrotados‘ (US$200M).

Crítica | Super Mario Galaxy: O Filme – Nova Aventura tem Bastante Jogabilidade, Mas História Morna

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 41% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência recebeu uma ótima nota A- do público no CinemaScore.

‘Michael’, ‘Super Mario’, ‘O Drama’ e os Filmes Mais Esperados de Abril 2026 nos CINEMAS!

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Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

‘Wet Hot American Summer’: Amy Poehler e Adam Scott em promo da 2ª temporada

A Netflix liberou uma nova promo da segunda temporada da série ‘Wet Hot American Summer: Ten Years Later‘, produção que dá sequência no filme ‘Mais Um Verão Americano’ (2001).

Confira:

O longa acompanhou a história de diversos funcionários e frequentadores de um acampamento de férias que tentam tirar proveito dos últimos dias de verão. A trama do seriado mostrará os eventos do primeiro dia do acampamento, em 1981.

O elenco conta com Elizabeth Banks, Michael Ian Black, Bradley Cooper, Judah Friedlander, Janeane Garofalo, Joe Lo Truglio, Ken Marino, Christopher Meloni, Marguerite Moreau, Zak Orth, Amy Poehler, David Hyde Pierce, Paul Rudd, Molly Shannon, Michael Showalter e muito humor.

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×07: ‘After’ – Entre cacos, eis que surge a fênix

Existe sempre um simbolismo em absolutamente tudo que nos cerca. Cada pedacinho desse mundo diz algo em silêncio. As cores falam por si só, os ambientes se revelam em sua composição. Há sempre um retrato inexprimível do que muitas vezes as palavras não são capazes de suprir. Em se tratando de The Handmaid’s Tale, sons, cores (ou a ausência delas), arquiteturas e emblemas dizem um universo de conceitos, paradigmas, pragmatismos, além de carregarem uma imersão profunda de significados. E ainda que Gilead seja a matriz de todos estes símbolos, é nas aias que o poder da expressividade impera. E elas se erguem, uma vez mais, para o deleite de seus apoiadores.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) da 2ª Temporada , 3 (Baggage), 4 (Other Women)  e 5 (Seeds)

Para quem acompanha THT, alguns dias são de lutas, outros de trevas, mas todos permeados por algum fragmento que – assim como acontece com nossas guerreiras – nos ajudam a permanecer de pé apanhando, aos moldes do fascinante discurso de Rocky em Rocky Balboa (2006). Sabemos que não se trata do quão forte se bate, mas sim do quanto se aguenta de pé. E essa resiliência, que é exatamente uma extensão desses dias maus vividos por heroínas com nomes adversos, é uma prova de que há sempre um novo amanhecer, ainda que ele seja um tanto nublado. Em ‘After’, catamos os cacos do bombástico episódio anterior, tentando dimensionar para onde a segunda temporada nos levará.

É importante frisar que, ainda que a nova América seja um pequeno universo cíclico de abusos e derrapadas profundas em questões gerais dolorosas, é vital caminhar adiante. E à medida que descobrimos novas facetas deste regime – que guarda em si raízes arraigadas na opressão e fibras que se expandem a cada nova descoberta, The Handmaid’s Tale sabe que não pode apenas residir no caos que impera. Com mulheres tão particulares que, à sua maneira, tentam sobreviver e mirabolar mecanismos de fuga, a produção de Bruce Miller vai desbravando essas “rotas alternativas” levantando o grupo Mayday com naturalidade e um grandioso simbolismo.

The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

Em um episódio que soa como uma incógnita, nutrimos a sensação de que um grande passo para frente também reverberou como um retrocesso, alavancando o grau de violência de um sistema político-administrativo que a gente julgava ser incapaz de piorar. Mas dentro dessa dinâmica caótica, onde o desespero afeta tanto aqueles que estão no poder, bem como os que são reflexos dele, uma atitude tão simples anuncia uma mudança tremenda na narrativa. Ainda é cedo para dizer, mas eis que nossas aias começam a se erguer, com suas cabeças levantadas e seus nomes, que emanam histórias, vínculos, vitórias…uma vida inteira.

Usando aquela metáfora de que quem tem o poder da caneta, tem também o poder de decisão, The Handmaid’s Tale dá um passo inusitado e inesperado, tecendo uma trama complexa que pode e deve gerar uma série de sentimentos dúbios. Com profundas reviravoltas que, isoladamente, passariam despercebidas, ‘After’ é o fim de muita coisa, mas é também o início de algo que ainda não é possível definir. Transformação? Desilusão? É melhor deixar a June terminar essa história.

 

‘Chaos Walking’: Começam as refilmagens do longa com Tom Holland e Daisy Ridley

Após um ano desde o anúncio de que ‘Chaos Walking‘ precisaria passar por refilmagens, as gravações finalmente começaram.

A informação foi compartilhada pelo próprio astro Tom Holland. Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele publicou uma foto do cineasta Doug Liman no set de filmagens.

Confira:

 

As filmagens extras devem durar cerca de duas a três semanas. A demora para o retorno da produção se deu em virtude das tumultuadas agendas de Tom Holland e Daisy Ridley.

A direção é de Doug Liman (‘No Limite do Amanhã’).

‘Chaos Walking’ ainda não possui data de estreia.

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada ganha belo cartaz feito por fã; Confira!

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ ainda não possui data de estreia, mas um habilidoso fã desenvolveu um belo cartaz para o vindouro ciclo, que traz o caçador de recompensas caminhando na neve, ao lado do Baby Yoda.

O material foi desenvolvido por um usuário do Reddit.

Confira:

My take on what a Mandalorian season 2 poster could look like?? How do you feel they’ll merge both Ashoka arcs and Mando Arcs??? from r/StarWarsEU

Lembrando que a série já foi renovada para sua 3ª temporada.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Stargirl’: Elenco revela quais são seus super-heróis favoritos em novo vídeo; Assista!

O elenco da popular série ‘Stargirl‘ compartilhou quais são seus super-heróis favoritos da DC, em um novo vídeo dos bastidores.

O material promocional faz parte das celebrações do Dia do Super-Herói, comemorado em 28 de abril.

No vídeo, Brec Bassinger, intérprete da heroína homônima, revela que Pantera é o seu personagem favorito.

Assista:

Lembrando que os novos episódios chegarão à The CW no próximo verão estadunidense, que acontece entre junho e setembro.

Infelizmente, não foi divulgada uma data específica, mas a previsão de estreia já é uma ótima notícia para os fãs.

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

“Sua Culpa” terá cenas ainda mais picantes, revela elenco; Assista a entrevista!

‘Sua Culpa’, a aguardada sequência de ‘Minha Culpa’, já está disponível na plataforma da Prime Video e o novo longa acompanha o tumultuado relacionamento amoroso entre Nick e Noah, que vão tentar manter a chama de seu amor acesa, à medida em que suas vidas tomam rumos completamente distintos.

E durante uma entrevista ao CinePOP, o elenco de protagonistas revelou detalhes da nova produção e já alertou o fandom a respeito do que esperar do mais recente capítulo. Para os fãs das cenas mais picantes, “Sua Culpa” promete ser um banquete de momentos de pura intimidade.

Assista a entrevista:

Relembre o trailer da sequência e se inscreva no canal do CinePOP no Youtube:

O amor entre Noah e Nick parece inquebrável, apesar das manobras de seus pais para separá-los. Mas o emprego dele e a entrada dela na faculdade abrem suas vidas para novos relacionamentos. O aparecimento de uma ex-namorada em busca de vingança e da mãe de Nick com intenções pouco claras abalará os alicerces não apenas do relacionamento deles, mas da própria família Leister. Quando tantas pessoas querem destruir uma história de amor, será que ela realmente pode terminar bem?

Além de Gabriel Guevara e Nicole Wallace, o elenco conta com Marta Hazas, Iván Sánchez, Victor Varona e Eva Ruiz reprisando seus papéis. Novos nomes, como Goya Toledo, Gabriela Andrada, Álex Béjar, Javier Morgade, Felipe Londoño e Fran Morcillo, também integram o elenco.

Baseado na trilogia da autora argentina Mercedes Ron, o novo filme é dirigido por Domingo González, responsável também pelo primeiro filme da franquia.

Pôster do filme 'Sua Culpa' na Amazon Prime.

Crítica | Daaaaaalí ! – Um mergulho cômico no caos genial de Quentin Dupieux

Depois do sucesso de Yannick (2023), lançado no Brasil pela MUBI, o prolífico cineasta francês Quentin Dupieux volta às telonas brasileiras com Daaaaaalí !, uma obra irreverente, cômica e ousada. Distribuído pela Bonfilm/O2 Play, o lançamento por aqui ocorre há quase dois anos da estreia no Festival de Veneza de 2023. A espera vale a pena: este é um dos melhores filmes recentes do cineasta francês, mestre em brincar com a lógica, a linguagem cinematográfica e o surrealismo.

Aqui, Dupieux faz o que sabe de melhor: desconstruir expectativas e, ao mesmo tempo, divertir-se. Daaaaaalí ! não é uma cinebiografia tradicional — nem pretende ser. Pelo contrário, o próprio ponto de partida do longa já escancara a farsa: uma jovem jornalista, Judith Rochant (Anaïs Demoustier), tenta sem cessar entrevistar Salvador Dalí, mas o encontro é constantemente adiado pelos caprichos e delírios do artista. A partir daí, o filme mergulha em um ciclo narrativo insano, um labirinto onde passado, presente e imaginação se confundem, ou melhor, colapsam.

Salvador Dalí, ícone do surrealismo, é interpretado por cinco atores ao longo do filme — todos excelentes, cada um à sua maneira: Edouard Baer (A Boa Esposa), Gilles Lellouche (BAC Nord: Sob Pressão), Pio Marmaï (O Acontecimento), Didier Flamand (Rios Vermelhos) e, especialmente, o humorista Jonathan Cohen (da série Flagrantes de Família). Com seu talento cômico natural, Cohen injeta um “decibel” a mais em cada cena,  entregando uma performance marcada por divertidos exageros e um carisma histriônico que o torna um dos destaques do longa. 

Assim como em Não Estou Lá (2007), de Todd Haynes, cuja encarnação de Bob Dylan é feita por vários atores para explorar suas múltiplas facetas, Daaaaaalí ! repete o efeito com o pintor espanhol, porém sem jamais tentar compreendê-lo, apenas insinuando suas máscaras, sua persona construída e seus delírios artísticos. A genialidade do filme reside nesses detalhes, pois Quentin Dupieux não está interessado em contar quem foi Dalí, mas sim em projetar um quadro próprio sobre quem poderia ter sido essa persona — e, sobretudo, sobre quem ele queria que acreditássemos que fosse.

A estrutura do filme é um espetáculo à parte. Em vez de seguir uma linha narrativa convencional, Daaaaaalí ! abraça o caos. Sua montagem brinca com o tempo e com o espaço de forma descarada: histórias dentro de histórias dentro de histórias, que se embaralham, se sobrepõem, se repetem e se contradizem. É como se estivéssemos dentro de um quadro em movimento, onde qualquer tentativa de lógica linear é sabotada pela própria lógica do absurdo. O resultado é uma esquizofrenia cinematográfica, isto é, um jogo surrealista onde a cada corte, a cada cena, tudo pode mudar.

Quentin Dupieux, como de costume, é econômico; sua narrativa de 77 minutos não possui rebarbas ou floreios desnecessários. Tudo é engenhosamente polido, como uma vinheta onírica. Mesmo o fim de maneira abrupta — algo já comum em sua filmografia —  é parte do jogo. A frustração de um desfecho inconclusivo vira piada. Afinal, um filme como esse não tem como acabar em velório; ele apenas para.

O mais impressionante é a maneira como o diretor e o elenco capturam a essência de Salvador Dalí sem jamais se prender a fatos. Não há referências diretas ao franquismo ou a aspectos controversos da figura histórica. Em vez disso, o foco está na caricatura, na mitologia construída por ele próprio. Os elementos recorrentes estão todos ali: o bigode icônico, o sotaque carregado, o narcisismo performático, e claro, as referências às suas obras mais célebres como A Persistência da Memória (1931) e O Grande Masturbador (1929).

A câmera de Dupieux brinca como uma criança solta no ateliê de Salvador Dalí, cruzando espaços e tempos com uma liberdade rara no cinema atual. Esta obra não é para quem busca uma biografia fiel ou um estudo histórico. Lançado próximo deste, o longa Dalíland (2022), de Mary Harron, com Ben Kingsley no papel do artista consagrado, tinha essa proposta e naufragou no marasmo. 

Este é um filme para quem quer se perder e mergulhar em uma viagem sem bússola pelo inconsciente de um artista. Conhecido pelos fantásticos Rubber, o Pneu Assassino (2010) e Deerskin: Estilo Matador (2017), Quentin Dupieux enaltece o grande pintor dentro do seu humor pautado no absurdo e a sua estética minimalista de sempre produzir com baixíssimos orçamentos. Daaaaaalí ! não é apenas um filme, mas uma experiência. E, como o próprio Dalí provavelmente diria: a realidade é superestimada.

‘Novos Deuses’: Ava DuVernay vai dirigir longa do supergrupo para a DC

A diretora do inédito ‘Uma Dobra no Tempo’Ava DuVernay foi anunciada como a diretora do projeto ‘Novos Deuses’, mais um longa em produção do universo estendido da DC. A informação é da Variety.

Nos quadrinhos, os Novos Deuses são os heróis habitantes do planeta Nova Gênese. Liderados pelo Pai Celestial, eles lutam contra os vilões do planeta-gêmeo Apokolips, cujo comandante é o temido Darkseid.

Apesar disso, ainda não há maiores informações e nem possível data de lançamento. Novidades devem sair em breve.

O próximo filme da DC será ‘Aquaman’, que estreia em 21 de dezembro de 2018.

‘A Assombração da Casa da Colina’: Série de terror da Netflix ganha data de estreia

Os fãs de terror já podem comemorar. O clássico livro ‘A Assombração da Casa da Colina’, escrito por Shirley Jackson, está sendo adaptado para uma série produzida pela Netflix. 

Agora, a empresa de streaming confirmou que o projeto chega dia 31 de Outubro desse ano. Com Lulu Wilson (de ‘Ouija: A Origem do Mal‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), Violet McGraw e Mckenna Grace no elenco.

Confira o cartaz:

Carla Gugino, de ‘Watchmen‘e ‘Sin City‘, vai protagonizar a série.

O projeto é descrito como uma ‘reimaginação’ da obra de Shirley Jackson, publicada em 1959 e sua primeira temporada terá 10 episódios.

A trama acompanha quatro pessoas vivendo em uma antiga mansão mal-assombrada, existente há 80 anos.

O roteirista familiarizado com produções terror, Mike Flanagan, vai escrever e dirigir a série, além de também assumir o papel como produtor executivo. A produtora Amblin TV estará a frente da produção ao lado da Paramount Television.

O livro já deu origem a filmes como ‘A Casa Maldita’, de 1963; e ‘A Casa Amaldiçoada’, de 1999.

DCEU | Os piores filmes do extinto Universo Estendido DC

O Universo Estendido DC chegou ao fim com Aquaman 2: O Reino Perdido, lançado no finalzinho de 2023. Após um início promissor no auge da ‘Era dos Super-Heróis’ nos cinemas, esse universo compartilhado começou a se perder diante da falta de liderança do estúdio e da ausência de convicção no projeto.

Nesta matéria, elencamos os piores dentre os piores filmes lançados nesses dez anos de DCEU. Para criar um suspense, vamos começar do menos pior e vamos encerrar com o mais horroroso longa desse universo. Confira!

5.   Shazam! Fúria dos Deuses

A sequência do filme de David F. Sandberg sofreu com a já tão falada ‘fadiga dos filmes de super-heróis’, mas também não dá para jogar a culpa pelo fracasso exclusivamente nela. Depois do lançamento do primeiro filme sofrer com a data de estreia, entre duas das maiores bilheterias da história da concorrência, esse segundo capítulo teve um mês para reinar praticamente sozinho, já que seu maior adversário era John Wick 4, um filme para maiores de idade. Porém, o público não comprou as piadocas bobinhas do herói principal e nem se conectou com as tramas paralelas dos coadjuvantes.

Para piorar a situação, Zachary Levi e Asher Angel não mantiveram a coesão em suas interpretações de Billy Batson. Enquanto o garoto trabalhou uma atuação mais dramática, mostrando as fragilidades de Billy, Zach virou um palhaço de rodeio, zoando e ignorando todo o arco dramático do jovem Batson. E como teoricamente interpretavam o mesmo personagem, ficou difícil de comprar a ideia. Ainda assim, Shazam! Fúria dos Deuses tem seus momentos, dialoga com o falecido DCEU e diverte em alguns momentos.

4. Liga da Justiça (2017)

Liga da Justiça tinha uma missão relativamente simples: reunir os heróis mais populares do mundo em uma época na qual o grande público estava extremamente receptivo a eles. Ainda assim, o estúdio conseguiu colocar tudo a perder. Depois da decepção que foram as recepções dos filmes iniciais desse universo, eles decidiram demitir Zack Snyder no meio das filmagens e contratar Joss Whedon, que já havia arrecadado quase US$ 3 bilhões com os filmes dos Vingadores, para tentar finalizar esse projeto com uma vibe mais divertida e cartunesca. O problema é que Joss não pôde partir do zero no longa.

Ou seja, ele precisou pegar as ideias mais densas de Snyder e finalizar a história com seu jeitão. O resultado foi uma quimera em que as partes não dialogam entre si e a trama fica cansativa. Para piorar as coisas, Whedon se envolveu em uma série de polêmicas nos bastidores, que terminaram em diversas acusações e denúncias contra o diretor, que nunca mais tocou em uma adaptação de histórias em quadrinhos nos cinemas novamente. De qualquer forma, para não dizer que o filme é uma completa tragédia, a visão de Joss para o Superman (Henry Cavill) foi a melhor de todo o DCEU. Uma pena que tenha sido sua última aparição com mais de cinco segundos nesse universo compartilhado.

3.   The Flash (2023)

Terrível. Não existe outra palavra para definir essa bomba do que ‘Terrível’. Um dos filmes mais problemáticos da história das adaptações de histórias em quadrinhos para os cinemas, The Flash teve mais atrasos que obra pública e acabou chegando aos cinemas já no auge da estafa das adaptações de HQs. Para piorar as coisas, em meio aos atrasos, o protagonista Ezra Miller deixou de ser o ‘ator promissor descolado e queridão’ para fazer uma World Tour de agressões contra fãs e bizarrices, que incluem acusações de sequestro. Mas dizer que essa ‘aventura’ foi um fracasso por conta desses dois pontos beira a desonestidade. Afinal, há filmes com protagonistas fichados na vida real que fazem sucesso, assim como houve longas de heróis que arrebentaram nas bilheterias. A verdade é que esse filme é muito, muito ruim.

Levemente inspirado na saga Ponto de Ignição, o longa virou uma quimera entre contar a história do protagonista e supostamente resetar o DCEU. No entanto, o arco de Barry não teve um desenvolvimento legal, a abordagem da volta do lendário Batman de Michael Keaton foi tenebrosa – tanto que o público sentiu mais a quase morte de um guaxinim de CGI no filme da concorrência do que a do Homem-Morcego mais icônico dos cinemas, e o pior de tudo, aquele ponto que acabou com qualquer chance de sucesso de The Flash: o CGI mais porco já visto na última década em um filme desse subgênero. Beira o surreal saber que alguém viu o orçamento desse longa e achou minimamente aceitável aprovar a computação mostrada no corte final. É ridículo.

2.  Mulher-Maravilha 1984 (2020)

Por mais assustador que pareça, por pior que seja The Flash, o DCEU conseguiu produzir coisa de qualidade ainda mais baixa. O que, infelizmente, é o caso de Mulher Maravilha 1984. Esse aqui consegue ser ainda mais triste porque veio numa época boa para os filmes com super-heróis e havia uma grande expectativa, já que o primeiro capítulo dessa saga foi um fenômeno de críticas e bilheteria. E tudo parecia ‘nos trilhos’ para um novo sucesso, já que teria a volta de uma super-heroína amada, traria mais vilões icônicos e seria ambientado na década de 1980, a grande queridinha da Cultura Pop norte-americana.

Porém, a estética oitentista ficou só nos trailers, com toda a ambientação ficando extremamente genérica. O mistério da volta de Steve Trevor (Chris Pine) foi uma das coisas mais decepcionantes desse universo e ainda rendeu uma cena completamente desconfortável em que a Mulher-Maravilha abusa sexualmente de um homem. E isso é mostrado de forma romantizada. É bizarro. Sem contar que a Gal Gadot não conseguiu repetir sua atuação carismática do primeiro e rendeu momentos de muita vergonha alheia. Mas o grande problema é a duração. O filme é enorme, cansativo e não consegue manter o ritmo. Se cortassem uns 40 minutos, talvez ficasse ‘assistível’. E nada contra os filmes de longa-duração, contanto que eles tenham assunto para trabalhar e render nesse tempo, o que não é o caso aqui. Ah, vale uma menção para o péssimo vilão da história, um grande desperdício de Pedro Pascal.

1. Esquadrão Suicida (2016)

Acho que o primeiro lugar da lista dos ‘piores dentre os piores’ não podia ser outro. Mesmo tendo ganho um inexplicável Oscar de Melhor Maquiagem, Esquadrão Suicida só não sofreu mais interferência do estúdio do que Liga da Justiça. Sua pós-produção aconteceu na época em que BVS estava ‘decepcionando’ nas bilheterias e nas críticas, enquanto os filmes da concorrência arrecadavam bilhões e eram elogiadíssimos. Então, os investidores deram a ordem para tentar deixar Esquadrão Suicida mais ao estilo da rival.

O sinal de que as coisas não estavam indo bem começaram a ficar nítidos nos trailers. Após um preview espetacular, os trailer seguintes vieram em tons completamente diferentes. O que parecia uma história densa de assalto acabou resultando em uma bagunça com roteiro remendado e personagens importantes para a trama sendo descartados sem qualquer impacto. Sem contar que as histórias de bastidores de que Jared Leto estava louco por ter interpretado o Coringa, desrespeitosamente tentando ‘surfar’ na morte de Heath Ledger, que muitos dizem ter sido envolvido pelo personagem, cansaram o público antes mesmo do filme estrear. E no final das contas, antes fosse o Coringa o maior problema desse longa – mas é um deles, sem dúvidas. Enfim, com estética de programa da MTV, Esquadrão Suicida é uma bomba traumática para os fãs e um desperdício de personagens imperdoável.

Os filmes citados na matéria estão disponíveis no HBO Max.

Crítica | Não Tem Volta – Rafael Infante e Manu Gavassi em Comédia Dramática Cheia de Reviravoltas

Um coração partido já foi tema para inúmeros filmes, músicas, séries, livros. Um coração partido também impulsionou guerras, brigas, desavenças, dissolução de empresas e casamentos. O amor, e seu eventual fim, permeia o imaginário do ser humano desde os primeiros momentos de vida, e, ao crescermos, é natural buscarmos aquela outra pessoa que nos completa, com quem gostamos de estar junto e desejamos estar para sempre… só que nem sempre a outra pessoa quer o mesmo. Mas, todo fim também é o começo de algo, e sobre esse exato momento vem o longa ‘Não Tem Volta’, nova comédia nacional que chega ao nas salas de cinema a partir de hoje em todo o Brasil.

Desde que conheceu Gabriela (Manu Gavassi) casualmente um dia, Henrique (Rafael Infante) se sente completamente apaixonado por ela. Tanto, que seu amor não cabe mais no peito e acaba extrapolando – nos ciúmes, no controle, na desconfiança, e Gabriela decide terminar tudo, deixando-o para trás. Um ano se passou, mas Henrique não conseguiu superar a perda do grande amor de sua vida. Desgostoso de tudo, ele decide que não quer mais viver nesse mudo, mas, também, não tem coragem de tirar a própria vida. É aí que entra a brilhante solução: Henrique decide contratar os serviços de uma empresa de matadores de aluguel, chamada ‘Não Tem Volta’, justamente porque uma vez feito o trato, não dá para mudar de ideia depois. Henrique entrega todo o seu dinheiro para o dono da empresa (Roberto Bomtempo), mas, para sua surpresa – boa e ruim – no dia seguinte reencontra Gabriela, que pede para reatar o namoro. E agora?

Construído no tempo padrão de uma hora e trinta de duração, ‘Não Tem Volta’ é uma história que passeia por diversos gêneros, começando pelo drama, indo para a comédia, enveredando para a ação (com comédia) e voltando ao drama no fim. Transmitindo um mote com o qual qualquer espectador pode se relacionar (afinal, quem nunca pensou naquele amor que se deixou escapar?), os gêneros múltiplos com os quais o enredo dialoga fazem com que, ao mesmo tempo, o espectador questione suas próprias reações: diante do drama vivido pelo protagonista dentro de uma situação absurda, era para estarmos rindo de determinado acontecimento?

O roteiro de Fernando Ceylão elabora diversas situações impossíveis para potencializar as enrascadas em que o protagonista se mete, de modo que a suspensão da descrença pode ter que ficar um pouco de lado em alguns momentos. Chama a atenção as escolhas do diretor César Rodrigues (responsável pela série de suspense cômico ‘Nada Suspeitos’, da Netflix) pelas locações para gravação, indo desde os bairros da Glória e da Lapa, passando por algum lugar semelhante ao Riachuelo, São Conrado e, de repente, estamos em Salvador; tal escolha ajuda a elaborar o dinamismo do gênero da ação deslocando sempre seus personagens, que transitam com um leve suspense no ar fugindo, no fim das contas, de suas próprias escolhas.

Isoladamente, tanto Rafael quanto Manu estão bem em ‘Não Tem Volta’, que pode ser resumido como uma comédia muito louca com vários cacos típicos do Porta dos Fundos e a suavidade das canções de Gavassi. Com um bocado de reviravoltas e participações especiais de Diogo Vilela e Betty Gofman, o filme arranca riso inesperado da gente e traz uma cena pós-crédito hilária. Bom entretenimento.

‘Star Wars: Episódio IX’: Filme está sendo atacado por trolls no site Rotten Tomatoes

‘Star Wars: Episódio IX’ não chega aos cinemas até dezembro deste ano, mas o filme já está sendo alvo de trolls no site Rotten Tomatoes.

As gravações do último capítulo da saga Skywalker terminaram no começo de fevereiro e estão em fase de pós-produção para garantir a estreia no final de 2019. Ainda sem título oficial, os detalhes do plot estão mantidos sob segredo, com o trailer chegando para animar os fãs apenas em abril, na época da Celebração Star Wars.

Entretanto, o longa-metragem está sendo bombardedo com críticas negativas do público, algo bastante semelhante com filmes como ‘Marighella’‘Capitã Marvel’, cuja nota nos agregadores de críticas caiu consideravelmente nas últimas semanas.


Segundo fontes, a nota do ‘Episódio IX’ no site caiu 5% na seção de “Desejo Assistir”, resultado de fake news que viralizaram sobre a produção. Grande parte das pífias críticas parece atacar os diretores J.J. Abrams e Rian Johnson por suas decisões criativas em ‘O Despertar da Força’‘Os Últimos Jedi’

Dirigido por J.J. Abrams, Star Wars: Episódio IX’ deve acabar com a saga Skywalker e traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

Ainda sem subtítulo oficial, o filme chega aos cinemas no dia 19 de dezembro.

‘Jungle Cruise’: Novo filme da Disney ganha primeiro pôster oficial; Confira!

A Disney divulgou o primeiro pôster oficial de sua nova aventura, intitulada ‘Jungle Cruise’.

Confira:

Na trama, Dwayne Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Emily Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos.

Assista ao trailer:

Com estreia marcada para 23 de julho, o filme é dirigido por Jaume Collet-Serra (‘A Órfã‘) e roteirizado por John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’).

 

’50 States of Fright’: Série de terror de Sam Raimi ganha trailer arrepiante; Confira!

Quibi divulgou o trailer oficial de ’50 States of Fright’, nova série de terror criada por Sam Raimi.

A produção estreia no dia 13 de abril

Confira:

A primeira temporada explora as histórias inspirada por lendas urbanas norte-americanas, “levando os espectadores para os horrores que espreitam a superfície”.

O elenco inclui Rachel Brosnahan, Travis Fimmel, Christina Ricci, Jacob Batalon, Ming-Na Wen, Taissa Farmiga, Asa Butterfield, John Marshall Jones, Ron Livingston, Victoria Justice, Karen Allen, Colin Ford, Alex Fitzalan, James Ransone, Emily Hampshire, Elizabeth Reaser, Rory Culkin, Warren Christie, Danay Garcia e William B. Davis.

Scott BeckIsa MazeiDaniel GoldhaberLee Cronin dirigem os episódios.

’50 States of Fright’ estreia em abril de 2020.

Internautas se manifestam CONTRA a reabertura dos cinemas no Brasil; Veja as reações!

Os cinemas do Brasil ganharam data de reabertura com um projeto chamado #JuntosPeloCinema – colocado em prática por mais de 200 profissionais do setor no Brasil.

Entretanto, a ideia parece não ter agradado grande parte do público brasileiro, que logo se manifestou contra essa articulação nas redes sociais, destacando o fato do país ser um dos epicentros da pandemia do COVID-19, com quase 110 mil óbitos e mais de 3,3 milhões de infectados.

Veja as reações:

Segundo as informações, mais de 1200 salas pelo Brasil vão reabrir as portas no dia 3 de setembro para receber o Festival ‘De Volta Para o Cinema‘, que terá a reexibição de 26 filmes clássicos.

Os preços são fixos, sendo R$ 10,00 para salas convencionais e R$ 20,00 para salas VIP, além da meia-entrada.

O Rio de Janeiro terá a reabertura dos cinemas da capital antes, a partir da semana que vem, no dia 27 de agosto.

A maioria dos cinemas do estado estão fechados desde março, e esta é a segunda vez que uma reabertura está sendo planejada oficialmente, já que a primeira foi rejeitada em meados de junho, segundo a CBN.

Desta vez, a proposta foi analisada pela Secretaria de Cultura depois que representantes da indústria cinematográfica se reuniram com o prefeito Marcelo Crivella e apresentaram um plano de segurança para evitar a propagação do Coronavírus nos espaços.

A reabertura dos cinemas faz parte da fase 06 da recuperação da economia, que vai permitir o retorno das atividades em locais fechados, desde que proprietários e clientes cumpram as normas de segurança estabelecidas pelas autoridades.

E aí, o que você da ideia?

Nos EUA, uma uma pesquisa publicada pelo The Hollywood Reporter revelou que a maioria do público não está preparado para retornar aos espaços em 2020.

Realizada pelo Morning Consult, a pesquisa entrevistou 2200 pessoas no território americano.

Questionados se pretendiam retornar aos cinemas assim que as salas fossem reabertas, apenas 7% dos entrevistados disseram que se sentem à vontade sobre isso, enquanto 65% afirmaram que “é muito improvável.”

Os pesquisadores foram mais além e perguntaram se alguém pretendia retornar ao longo de 2020. Somente 12% do público disse que sim, e 37% que não.

Por outro lado, 34% responderam que se sentiriam mais seguros a retornar se as redes obrigassem o público a usar máscaras durante as sessões.

Confira:

‘Zona de Combate’: Sci-fi com Anthony Mackie ganha novo trailer EXPLOSIVO; Confira!

A Netflix divulgou o novo trailer oficial de ‘Zona de Combate‘ (‘Outside the Wire’), thriller sci-fi que traz Anthony Mackie como um androide militar encarregado de evitar o apocalipse.

Dirigido por Mikael Håfström, o longa tem estreia marcada para 15 de janeiro de 2021.

Confira:

Escrito por Rob Yescombe e Rowan Athale, o longa é ambientado no futuro e acompanha um piloto de drone (Damson Idris) que é enviado para uma zona militarizada mortal, onde se encontra trabalhando para um oficial androide (Mackie) encarregado de localizar um dispositivo do Juízo Final antes que insurgentes anarquistas o encontrem.

O elenco também conta com Enzo Cilenti (‘Guardiões da Galáxia’), Emily Beecham (‘Into the Badlands’), Michael Kelly (‘House of Cards’) e Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’).

‘Raised by Wolves’: 2ª temporada contrata seis novos nomes ao elenco

Segundo o Deadline, a HBO Max contratou seis novos nomes à 2ª temporada de ‘Raised by Wolves’, série de ficção científica criada por Ridley Scott.

Os próximos episódios trarão nomes como Peter ChristoffersenSelina JonesMorgan SantoJames HarknessKim EngelbrechtJennifer Saayeng.

Confira a descrição oficial dos personagens abaixo:

  • Christoffersen como Clever: um devoto soldado ateu, veterano na guerra na Terra, cujo único amigo é um supercomputador que jurou proteger.
  • Jones como Avó: uma androide divina, construída milhares de anos atrás por membros da civilização perdida que existir em Kepler 22b.
  • Santo como Vrille: um traje humanoide e androide construído para se parecer e se comportar como a verdadeira Vrielle Pell, que morreu depois de cometer suicídio. Ela é rebelde, impulsiva e obscura – e tem uma afeição por coelhos e outros animais pequenos.
  • Harkness como Tamerlane: um soldado carrancudo ateu com personalidade desafiadora. Seu passado foi um horror – até encontrar o chamado como membro do exército ateu e lutar contra os Mithraic na Terra.
  • Engelbrecht como Decima: altamente educada, Decima foi uma proeminente cientista/desenvolvedora de armas que fez coisas bastante imorais para conseguir sucesso. Ela é notoriamente impiedosa, mas ainda carrega culpa (apesar de ter apagado boa parte dela em terapias futurísticas)
  • Saayeng como Nerva: uma forte mulher ateia que controla uma rede subterrânea de bens e serviços. Nerva é uma civil que foi levada à colônia através de uma arca sequestrada. No processo, perdeu uma criança – e secretamente deseja por outra.

Lembrando que as gravações do próximo ciclo já começaram.

Confira as primeiras imagens oficiais abaixo:

Criada por Ridley Scott (‘Blade Runner’; ‘Alien‘), a série futurista acompanha dois androides que têm como tarefa criar crianças humanas em um planeta misterioso. Enquanto a colônia de humanos se divide por causa de diferenças religiosas, os androides descobrem que controlar a crença dos humanos é um trabalho complicado.

O elenco da produção inclui Travis FimmelAmanda Collin, Abubakar Salim, Winta McGrath, Niamh Algar, Felix Jamieson, Ethan Hazzard, Jordan Loughran, Aasiya Shah e Ivy Wong.

Além de ser produtor executivo do projeto, Scott também será responsável pela direção.

“Eu sempre procurei por novas fronteiras no gênero da ficção científica, e eu encontrei algo realmente original em ‘Raised by Wolves’ – um mundo completamente imaginativo e distinto, cheio de personagens lutando com questões existenciais: O que nos torna humanos? O que constitui uma família? E se começássemos de novo e apagássemos a bagunça que fizemos em nosso planeta? Nós sobreviveríamos? Seria melhor?”, refletiu Scott.

‘Oi, Alberto’: Curta-metragem inspirado em ‘Luca’ ganha data de estreia no Disney+

Disney+ anunciou recentemente que a elogiada e adorável animação ‘Luca’, da Pixar, vai ganhar um curta-metragem intitulado ‘Oi, Alberto’.

A produção deve focar no personagem homônimo vivido por Jack Dylan Grazer no filme original e tem lançamento agendado para 12 de novembro.

Confira:

Lembrando que ‘Luca’ já está disponível na plataforma de streaming.

O filme marca a estreia diretorial de Enrico Casarosa.

No trama, dois amigos saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades. Afinal, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firme.

Jacob Tremblay dá voz ao protagonista. Emma Berman (‘Dear Mom’) também faz parte do elenco.

Grazer interpreta Alberto, melhor amigo de Luca, enquanto Berman vive Giulia, uma menina que se torna a guia turística e mais nova amiga dos dois estranhos visitantes.

‘Our Flag Means Death’: Taika Waititi e Rhys Darby revelam segredos sobre a série em novo vídeo; Confira!

Our Flag Means Death‘, série produzida e estrelada por Taika Waititi e que gira em torno de piratas, chegou recentemente ao catálogo da HBO Max.

Para promovê-la, Waititi se reuniu com o ator Rhys Darby e o showrunner David Jenkins para revelar alguns detalhes sobre a produção e como resolveram trazê-la à vida.

Confira:

A obra é livremente baseada nas aventuras reais de Stede Bonnet, um aristocrata mimado que abandona sua vida cheia de privilégios para se tornar um pirata.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Jenkins é o criador da série e também entra como showrunner. Waititi fica responsável pelo episódio piloto.

Darby interpreta Bonnet.

Waititi co-estrela a produção como o icônico corsário Barba Negra, cujo nome verdadeiro era Edward Teach.

Alegadamente, Teach não usava violência, preferindo assustar as pessoas e fazê-las se submeter às próprias vontades, construindo uma imagem arrepiante que viajaria o mundo e os sete mares. Depois de alguns anos vivendo com pirata, ele foi assassinado por soldados e marinheiros contratados por Alexanders Spotswood, governador do estado da Virgínia.

Kristian NairnNathan FoadSamson KayoRory KinnearCon O’NeillVico OrtizEwen BremnerDavid FaneJoel FryGuz Kahn e Matthew Maher também fazem parte do elenco. Leslie JonesNat FaxonFred ArmisenSamba Schutte aparecerão como personagens recorrentes.

‘Santa Evita’: Série sobre a ex-primeira-dama argentina Eva Perón estreia no Star+!

Santa Evita‘, série sobre a ex-primeira-dama argentina Eva Perón, finalmente chegou ao Star+.

Todos os episódios foram lançados hoje, 26 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Criada por Tomás Eloy Martínez, a série é baseada em seu romance homônimo de 1995.

A produção segue a intrigante história da primeira-dama argentina Eva Perón após sua morte de câncer cervical aos 33 anos em 1952. E como seus restos embalsamados, após serem velados diante de milhões de pessoas, foram sequestrados pela ditadura militar em 1955.

Natalia OreiroErnesto AlterioDario GrandinettiDiego VelázquezDiego CremonesiFrancesc Orella estrelam.

Rodrigo García BarchaAlejandro Maci são responsáveis pela direção dos episódios.

‘RuPaul’s Drag Race’: Assista aos primeiros cinco minutos da 15ª temporada!

A WoW e a MTV divulgaram um novo vídeo promocional da 15ª temporada do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’, apresentando ao público os primeiros cinco minutos do primeiro episódio.

Confira:

A vencedora do Grammy Ariana Grande será uma das juradas convidadas do próximo ciclo, bem como Janelle MonáeHayley KiyokoAmandla StenbergAli WongHarvey GuillénJulia GarnerMaren MorrisMegan StalterOrville Peck também irão aparecer nos episódios.

Lembrando que a produção tem estreia marcada para o dia 06 de janeiro de 2023.

As novas participantes são: Robin FierceMistress Isabelle BrooksSalina EsTittiesMarcia Marcia MarciaSasha ColbyPrincess PoppySpiceSugarLoosey LaDucaLuxx Noir LondonAnetraAura MayariJaxAmethystIrene Dubois e Malaysia Babydoll Foxx.

Confira os cartazes individuais:

RuPaul retorna como apresentadora do programa.

Além disso, foi divulgado um vídeo apresentando as novas queens.

Assista:

Grandes colaborações musicais femininas que DEFINIRAM o século!

Está na hora de celebrar o girl power!

As mulheres não apenas dominam o mundo da música (assim como todos os outros), como também frequentemente se unem para se renderem a canções memoráveis, dançantes, envolventes e emocionantes. Desde a chocante entrega de Madonna e Britney Spears até a revolucionária performance de Lady Gaga e Beyoncé, são várias as produções colaborativas que nos tiraram o fôlego e que, até hoje, permanecem no imaginário popular.

Em celebração a essas sinérgicas músicas, separamos uma lista com grandes colaborações femininas que definiram o século (até agora, obviamente).

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:

“LADY MARMALADE”, 2001

Artistas: Christina Aguilera, Mýa, Pink, Lil’ Kim

Sensual, impecável e sexualmente sugestivo, a regravação de “Lady Marmalade” para o filme ‘Moulin Rouge’ trouxe as poderosas vozes de Christina Aguilera, Mýa, Lil’ Kim e Pink em uma performance de tirar o fôlego. Como se não bastasse, o grupo foi guiado pela produção sempre irretocável da lendária Missy Elliott e alcançou o topo da Billboard por cinco semanas seguidas – além de ter ganhado um prêmio do Grammy e dois do VMA.

“ME AGAINST THE MUSIC”, 2003

Artistas: Britney Spears, Madonna

O que acontece quando a rainha e a princesa do pop se unem? Mágica. Em 2003, Britney Spears e Madonna uniram forças para dar vida ao dance-club “Me Against the Music”, single principal do álbum ‘In the Zone’. Apesar de não ter feito um estrondo comercial e crítico, é inegável dizer que as duas artistas demonstravam o auge de seu poder com a música – e com um videoclipe recheado de coreografias aplaudíveis.

“RICH GIRL”, 2004

Artistas: Gwen Stefani, Eve

Gwen Stefani e Eve também investiram em uma regravação com “Rich Girl”, faixa do álbum ‘Love. Angel. Music. Baby.’ que misturou estilos como reggae, R&B e pop. Falando sobre sonhos e ambições, o sucesso comercial da canção a colocou no Top 10 de diversas paradas mundiais, além de ter lhe conferido uma indicação de Melhor Colaboração Rap no Grammy.

“BEAUTIFUL LIAR”, 2007

Artistas: Beyoncé, Shakira

Beyoncé e Shakira imprimiram cada qual seus estilos próprios em uma exuberante e sensual canção que ficou conhecida como “Beautiful Liar”. Indicada ao Grammy na categoria de Melhor Colaboração e ao Grammy Latino de Música do Ano, a track fez parte do álbum ‘B’Day’ e foi um sucesso tanto de vendas quanto de crítica.

“TELEPHONE”, 2010

Artistas: Lady Gaga, Beyoncé

Os titãs da música Lady Gaga e Beyoncé pararam o mundo em 2010 quando lançaram a colaboração “Telephone”, uma das canções mais conhecidas e premiadas de todos os tempos que integrou o EP ‘The Fame Monster’. Com uma dançante construção sonora e um videoclipe recheado de referências, a canção foi nomeada ao Grammy e a três categorias do VMA (ganhando a estatueta de Melhor Colaboração).

“FANCY”, 2014

Artistas: Iggy Azalea, Charli XCX

Em 2014, a rapper australiana Iggy Azalea e o proeminente rosto da PC music Charli XCX não eram tão conhecidas mundialmente – mas, assim que se juntaram para a borbulhante e minimalista “Fancy”, logo ascenderam à fama de modo espetacular, faturando até mesmo uma indicação ao Grammy. Misturando as incursões mais viciantes do pop e do rap, a dupla protagonizou um videoclipe incrível que fez homenagem ao clássico ‘As Patricinhas de Beverly Hills’.

“BANG BANG”, 2014

Artistas: Jessie J, Ariana Grande, Nicki Minaj

Integrada a nada menos que dois álbuns (‘Sweet Talker’ e ‘My Everything’), é muito difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido ou dançado “Bang Bang” em alguma balada. A parceria entre Jessie J, Ariana Grande e Nicki Minaj foi um dos destaques de 2014, alcançado o terceiro lugar da Billboard e sendo indicada ao Grammy de Melhor Colaboração.

“CAN’T REMEMBER TO FORGET YOU”, 2014

Artistas: Shakira, Rihanna

Shakira e Rihanna mergulharam de cabeça no new wave e no pop­-rock com o massivo sucesso “Can’t Remember to Forget You”. A música, acompanhada de um videoclipe marcado por visuais estonteantes e coreografias incríveis, fala sobre a necessidade de esquecer alguém que lhe fez mal, apesar de amá-lo. Apesar das críticas mistas, o dueto fez um barulho comercial considerável.

“GIRLS”, 2018

Artistas: Rita Ora, Cardi B, Bebe Rexha, Charli XCX

Este grupo, de fato, uniu-se em uma colaboração completamente fora da ortodoxia musical – ainda bem. Trazendo as tendências contemporâneas de quatro grandes artistas, “Girls” foi uma rendição pop com influências do hip hop que explorou temas da atração pelo mesmo sexo e causou certas controvérsias por membros da comunidade LGBTQ+. Rita Ora, eventualmente, falou que a canção fazia parte de sua própria experiência de vida e que representava sua vivência.

“RAIN ON ME”, 2020

Artistas: Lady Gaga, Ariana Grande

Uma das colaborações femininas mais icônicas do século veio em 2020: Lady Gaga e Ariana Grande fizeram história e quebraram vários recordes ao firmarem parceria para o house-pop de “Rain On Me”. Abrindo-se sobre traumas passados em uma lírica dançante e envolvente, a canção entrou para a lista das melhores do ano e levou para casa o Grammy de Melhor Performance Pop Duo/Grupo, tornando-se a primeira parceria feminina a conquistar o feito. Como se não bastasse, ela também foi a primeira colaboração entre mulheres a debutar em primeiro lugar na Billboard.

“WAP”

Artistas: Cardi B, Megan Thee Stallion

Cardi B e Megan Thee Stallion trouxeram toda a química e a sensualidade possíveis para a amálgama perfeita entre o dirty rap e o hip hop de “WAP”, uma das maiores colaborações do ano. Através de versos pungentes e bastante explícitos, a canção ganha os nossos corações (e as nossas playlists) principalmente por suas mensagens em acordo com o movimento sexo-positivo e a exaltação do corpo feminino.

“KISS ME MORE”

Artistas: Doja Cat, SZA

Doja Cat provou ser uma powerhouse completa com sua estreia no mundo da música, bem como sua participação na trilha sonora de ‘Aves de Rapina’ – e, com o lançamento do disco ‘Planet Her’, mostrou que não tem medo de se arriscar. O lead single “Kiss Me More” resume toda a estética promovida pela artista e, performando ao lado de SZA, gerou uma canção nostálgica, original e guiada pelos melhores elementos do R&B, do pop e do dance-pop (além de prestar homenagem à lendária Olivia Newton-John).

Acordo do SAG-AFTRA inclui BÔNUS de streaming de US$40 milhões e proteções contra o uso de IA

Após o fim da grave de atores de Hollywood, o SAG-AFTRA divulgou mais informações sobre o acordo entre os artistas e os grandes estúdios – que foi fechado nesta última quarta-feira, 08 de novembro (via Engadget).

Sob o acordo, os atores receberiam três aumentos salariais entre o momento da ratificação e julho de 2025: um aumento imediato de 7%, seguido por um aumento de 4% em julho de 2024 e 3,5% em julho de 2025. Para os atores secundários, haverá um aumento salarial de 11% em 12 de novembro, seguido por aumentos de 4% e 3,5% em julho de 2024 e julho de 2025, respectivamente.

O acordo também garante um bônus para membros cujo trabalho chegou às plataformas de streaming, embora muito menor do que as demandas sindicais inicialmente exigidas. De acordo com a Variety, haverá um fundo de bônus no valor de US$ 40 milhões por ano, durante o prazo de três anos do acordo, a ser pago aos atores além de seus resíduos normais de streaming.

Mas, para ser elegível, o programa ou filme em questão deve atender a certos critérios de “sucesso”, o que resultará apenas em “um ínfimo de programas nessas plataformas”, como disse a presidente do SAG-AFTRA, Fran Drescher, em uma coletiva de imprensa nesta última sexta-feira.

Em relação ao uso de inteligência artificial pelos estúdios, o acordo exigiria “consentimento informado e compensação pela criação e uso de réplicas digitais de nossos membros, vivos e falecidos, sejam elas criadas no set ou licenciadas para uso”.

Também estabelece contribuições mais elevadas para os benefícios de saúde e aposentadoria dos trabalhadores do SAG-AFTRA, e visa pôr fim às práticas de longa data no tocante a cabelo e maquiagem considerados racistas por atores negros, como “perucas e pinturas inadequadas”. O acordo também exigiria o uso de coordenadores de intimidade para cenas de sexo e que envolvam nudez, ou caso seja solicitado por um ator.

O SAG-AFTRA aprovou o acordo com 86% de votos a favor e, agora, os membros terão a chance de mostrar suas opiniões. O período de votação para ratificação abrirá em 14 de novembro e continuará até o dia 05 de dezembro.

De acordo com o Deadline, a greve foi finalizada oficialmente no dia 9 de novembro, às 12h. Todos os 17 membros negociantes do SAG-AFTRA concordaram os novos termos do acordo.

O site ainda afirma que Ted Sarandos (Netflix), Bob Iger (Disney), Donna Langley (NBCUniversal) e David Zaslav (Warner Bros Discovery) participaram diretamente nas negociações.

Vale destacar que a greve dos atores chegou ao fim menos de um mês após a greve dos roteiristas que alcançado seu próprio consenso com os estúdios.

‘Bridgerton’: Vídeo nos leva aos BASTIDORES da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada de ‘Bridgerton‘ chega este mês ao catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores da próxima iteração.

Lembrando que a primeira parte da nova leva de episódios estreia no próximo dia 16 de maio na plataforma de streaming. A segunda parte, por sua vez, tem lançamento agendado para o dia 13 de junho.

Confira, junto à sinopse e ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

“Na trama, Penelope Featherington entra na 3ª temporada finalmente pronta para desistir de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton. No entanto, isso não significa que ela acabou com o amor. Em vez disso, Penelope decidiu que é hora de ter um marido – e de preferência um que lhe dê a liberdade para continue sua vida dupla como Lady Whistledown, longe dos olhares indiscretos de sua mãe e irmãs. Sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

1. A Flor Despertou
2. Sob a Luz do Luar
3. Forças da Natureza
4. Velhos Amigos
5. Corrida Contra o Tempo
6. Os Segredos de Colin Bridgerton
7. De Mãos Dadas
8. Revelações

‘Bridgerton’ está de volta para sua terceira temporada e mostra Penelope Featherington (Nicola Coughlan) finalmente tendo desistido de sua paixão de longa data por Colin Bridgerton (Luke Newton) depois de ouvir suas palavras depreciativas sobre sua última temporada. Ela, no entanto, decidiu que é hora de arranjar um marido, de preferência um que lhe proporcione independência suficiente para continuar sua vida dupla como Lady Whistledown, longe de mãe e das irmãs. Mas, sem confiança, as tentativas de Penelope no mercado matrimonial falham espetacularmente.

Enquanto isso, Colin voltou de suas viagens de verão com um novo visual e um senso sério de arrogância. Mas ele está desanimado ao perceber que Penelope, a única pessoa que sempre o apreciou como ele era, o trata com indiferença. Ansioso para reconquistar sua amizade, Colin se oferece para orientar Penelope nos caminhos da confiança para ajudá-la a encontrar um marido. Mas, quando suas aulas começam a funcionar um pouco bem demais, Colin deve questionar se seus sentimentos por Penelope são realmente apenas amigáveis, enquanto a crescente presença de Penelope na sociedade torna ainda mais difícil manter seu alter ego Lady Whistledown em segredo.

Vale lembrar que, em entrevista à VarietyPhoebe Dynevor, intérprete de Daphne Bridgerton, revelou que não irá aparecer no próximo ciclo.

“Bom, eu fiz as minhas duas temporadas”, ela conta. “Fiz o que eu queria com a personagem e ela teve um ótimo arco. Se eles me chamarem no futuro, quem sabe?”.

Dynevor continua , dizendo sobre a possibilidade de aparecer nos novos episódios: “infelizmente, não na 3ª temporada. Potencialmente no futuro. Mas a 3ª temporada estou animada para ver apenas como espectadora”.

Criada por Chris Van Dusen, a série é baseada nos romances de Julia Quinn.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Hannah New (‘Black Sails’) também fará parte do novo ciclo.

A atriz interpretará a jovem viúva Lady Tilley Arnold, que “aproveita do privilégio e poder de comandar a fortuna do seu falecido marido, vivendo em seus próprios termos com independência financeira e liberdade sexual”.

Nicole Kidman irá produzir série de SUSPENSE baseado no novo romance da autora de ‘Big Little Lies’

Segundo o DeadlineNicole Kidman (‘O Casal Perfeito’) irá se reunir com a Blossom Films e com a Made Up Stories para uma adaptação seriada do romance ‘Here One Moment’.

Assinado por Liane Moriarty, o suspense de mistério foi publicado no mês passado e acompanha um grupo de passageiros de um avião que sucumbem às predições agourentar de uma mulher conhecida como A Dama da Morte.

Confira a sinopse oficial abaixo:

“Além do atraso, não haverá problemas. O voo será tranquilo e pousará com segurança. Todos que entrarem no avião descerão. Mas quase todos eles mudarão para sempre. Porque neste voo doméstico curto e comum, algo extraordinário acontece. As pessoas aprendem como e quando vão morrer com A Dama da Morte. Nem um único passageiro ou membro da tripulação se lembrará mais tarde de tê-la notado a bordo do avião. Alguns meses depois, um passageiro morre exatamente como ela previu. Depois, mais dois passageiros morrem novamente, como ela disse que aconteceriam. Se lhe dissessem que você só tem um certo tempo de vida, você faria as coisas de maneira diferente? Você tentaria se esquivar do seu destino?”.

O projeto reúne Kidman, Bruna Papandrea e Moriarty após terem colaborado na aclamada série ‘Big Little Lies’, da HBO; ‘Nine Perfect Strangers’, do Hulu/Disney+; e a vindoura atração australiana ‘The Last Anniversary’.

Mais informações não foram reveladas.

‘The Last of Us’: Joel e Ellie são destaque no cartaz INÉDITO da 2ª temporada; Confira!

A HBO divulgou um novo cartaz oficial da 2ª temporada de ‘The Last of Us‘, que estreará oficialmente no dia 13 de abril.

O pôster dá destaque aos protagonistas da atração: Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey).

Confira, junto ao trailer:

Lembrando que, recentemente, seis atores foram adicionados ao elenco oficial: Joe Pantoliano (‘Bad Boys para Sempre’, ‘Matrix’), Alanna Ubach (‘Euphoria’), Ben Ahlers (‘A Idade Dourada’), Hettienne Park (‘Hannibal’), Robert John Burke (‘Law & Order: SVU’) e Noah Lamanna (‘Star Trek: Strange New Worlds’).

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

O Terminal | Relembrando a SUBESTIMADA parceria de Steven Spielberg e Tom Hanks

Steven Spielberg e Tom Hanks já colaboraram inúmeras vezes na sétima arte e, considerando o talento de ambos os nomes, é inegável dizer que suas parcerias são mágicas. Ao longo dos anos, a dupla encabeçou projetos como o clássico ‘O Resgate do Soldado Ryan’, o incrível drama de espionagem ‘Ponte de Espiões’ e o thriller político ‘The Post: Guerra Secreta’. Mas foi em 2004 que Spielberg e Hanks uniram forças para uma subestimada e honesta dramédia intitulada ‘O Terminal’ – que, recentemente, foi disponibilizado no catálogo da Netflix.

A trama é centrada em Viktor Navorski (Hanks), um viajante do fictício país da Krakozhia que aterrissa no Aeroporto JFK, na cidade de Nova York, mas não consegue entrar em solo estadunidense. O motivo? Enquanto Viktor estava em voo, sua terra natal sofreu um golpe de Estado e o governo usurpador não foi reconhecido pelos Estados Unidos. Dessa maneira, o protagonista se vê em uma situação inédita por não pertencer a nenhuma nação e não poder deixar os limites do aeroporto, com risco de prisão e deportação, além de ter sido destituído de seus documentos. Sem saber o que fazer, ele permanece apenas com sua bagagem e uma estranha lata de amendoins e passa a viver em um dos portões desativados do local.

A estranha história é parcialmente inspirada na vida de Mehran Karimi Nasseri, um refugiado iraniano que ganhou as manchetes ao redor do mundo ao fazer de sua nova casa o Terminal 1 do Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, entre os anos de 1988 e 2006. E, dosando com exímias sagacidade e minúcia, Spielberg transforma esse enredo em uma de suas produções mais honestas e que, infelizmente, não teve a atenção merecida à época de seu lançamento – mas que, com o passar dos anos, alcançou o status cult de forma merecida. Afinal, sabemos que o diretor, conhecido por sua aplaudível e invejável versatilidade identitária, tem habilidosas mãos para transformar o comum em extraordinário e o impossível em possível, traduzindo a essência do ser humano em cada uma de suas produções. E é claro que esta não seria diferente.

A princípio causando estranhamento tanto nos funcionários do aeroporto quanto nos espectadores, Viktor é uma figura complexa, com o coração no lugar certo. Munido de apenas algumas frases em inglês, o nosso improvável herói não sabe o que está acontecendo, porém, tem plena ciência de que precisa esperar tudo se resolver. Sua inesperada presença no JFK começa a conquistar os empregados que se escondem em meio aos corredores e as salas de espera que se expandem pelo lugar, além de causar uma inexplicável irritação em Frank Dixon (Stanley Tucci), Comissário Interino da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA e que deseja que Viktor quebre a lei ao sair do aeroporto e se tornar problema federal – impedindo-o de manchar sua irretocável reputação e de desperdiçar a oportunidade de uma aguardada promoção.

Todavia, Frank subestima a inteligência e a honestidade do protagonista, que pouco a pouco se instala, tornando-se membro de uma família que, dia após dia, se une em virtude do excêntrico homem. Provando ser engenhoso e valendo-se das pequenas brechas do aeroporto, Viktor é tecido com uma apaixonante complexidade que vem à tona através de sutilezas performáticas – cortesia do magnetismo inescapável de Hanks, um dos maiores atores de todos os tempos – e de ápices criativos que despontam nos ótimos diálogos assinados por Sacha Gervasi e Jeff Nathanson.

Spielberg é alcunhado como o “diretor do espetáculo”, um epítome que é reiterado por produções como ‘Jurassic Park’, ‘Tubarão’, ‘Indiana Jones’, ‘Império do Sol’ e tantos outros. Seja no drama, na aventura ou na ação, o diretor se remodela à medida que o escopo de determinado projeto lhe é apresentado – e em ‘O Terminal’ isso não seria diferente: o realizador promove uma quase antologia de esquetes cômicas que servem como respaldo para reflexões sobre guerras, imigração, adaptação cultural e, mais importante, a possibilidade de encontrar gentileza nos lugares mais inesperados. Apoiando-se em breves críticas ao “sonho americano”, Spielberg garante que a multiplicidade de personagens esteja em sintonia com a libertação que Viktor inconscientemente promove.

Se o diretor alcança sucesso ao esquadrinhar os inúmeros temas com a destreza que imaginávamos, ele também faz questão de arquitetar um coming-of-age para cada um dos coadjuvantes – seja na frustrada comissária Amelia Warren (Catherine Zeta-Jones), que vive em busca de um amor verdadeiro à medida que não confia em seus próprios impulsos; no irritadiço e protetor zelador Gupta Rajan (Kumar Pallana); no entregador de comidas do aeroporto Enrique Cruz (Diego Luna), que é secretamente apaixonado pela oficial Dolores Torres (Zoe Saldaña); e no sisudo e amedrontador oficial Judge Thurman (Barry Shabaka Henley).

Há mais de duas décadas, ‘O Terminal’ chegava aos cinemas e, ainda que tenha se sagrado um sucesso comercial, teve uma modesta recepção por parte dos críticos internacionais – que, talvez, não tenham se sentido satisfeitos com um escopo que, para o calibre de Steven Spielberg, era bem mais íntimo e reduzido. Entretanto, essa é a beleza da dramédia comandada pelo diretor: uma história que, por mais impalpável que seja, transforma o particular em universal em um diálogo tocante e inspirador do começo ao fim.

Sky dá sinal verde para nova adaptação da saga ‘Millenium’, de Stieg Larsson

Sky deu sinal verde para a longeva adaptação seriada de ‘Millenium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, saga assinada pelo aclamado e saudoso romancista sueco Stieg Larsson (via Deadline).

Steve LightfootAngela LaManna, dupla por trás de ‘Behind Her Eyes’, entram como criadores, com a companhia Left Bank supervisionando o projeto.

A adaptação de altíssimo orçamento chega quinze anos depois do filme estrelado por Daniel Craig e Rooney Mara, que, assim como a nova série de TV, foi produzido pela Sony Pictures Entertainment.

Vale lembrar que três filmes foram feitos a partir da trilogia de Larsson, finalizada em 2018. Uma versão sueca também foi produzida nos anos 2000 com Michael Nyqvist e Noomi Rapace.

O elenco ainda não foi definido pelos executivos, mas sabe-se que a série será uma “reimaginação contemporânea e ousada” dos escritos originais e está sendo atualmente para aquisição no mercado norte-americano.

O livro neo-noir é centrado em Mikael Blomkvist, um detetive que parte em uma perigosa investigação para descobrir o que aconteceu com uma garota de família rica que desapareceu quarenta anos antes. Para isso, ele recruta a ajuda de Lisbeth Salander, uma hacker de computadores.

Mais detalhes não foram revelados.

‘Rick e Morty’: Space Beth está de VOLTA no teaser do próximo episódio da 9ª temporada!

Foi divulgada uma prévia inédita da 9ª temporada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’, do Adult Swim.

O material apresenta a cena de abertura do quarto episódio do ciclo atual, intitulado “Jer Bud” e que vai ao ar no próximo domingo, 21 de junho.

Confira:

Confira os títulos dos novos episódios:

  1. “There’s Something About Morty”
  2. “Ricks Days, Seven Nights”
  3. “Rick Fu Hustle”
  4. “A Ricker Runs Through It”
  5. “Jer Bud”
  6. “Erickerhead”
  7. “MortGully: The Last Rickforest”
  8. “Rickuiem Mort a Dream”
  9. “Salute Your Morts”
  10. “Field of Dreams”

Lembrando que as oito primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma.

Crítica | 8ª temporada de ‘Rick e Morty’ é uma carta de amor aos fãs e à própria animação

A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Ian Cardoni, Harry Belden, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘King of The Jungle’: Zac Efron vai estrelar cinebiografia sobre excêntrico criador de antivírus

De acordo com o The Wrap, Zac Efron irá estrelar ‘King of the Jungle‘, comédia que contará a vida do magnata John McAfee, criador do software McAfee Antivírus.

O longa será baseado em um artigo publicado na revista Wired, que narra a história de como o programador enriqueceu da noite para o dia e abandonou a vida cotidiana para se aventurar em uma selva em Belize, na América Central.

Na trama,o jornalista Ari Furman (Efron) é enviado a Belize achando que fará mais uma matéria rotineira, até que se envolve nas paranoias de McAfee e precisa enfrentar os perigos da selva para sobreviver.

Anteriormente, Seth Rogen e Michael Keaton estavam ligados ao projeto como Furman e McAfee, respectivamente. No entanto, não foram divulgados detalhes sobre a saída da dupla.

O longa será dirigido por Glenn Ficarra e John Requa (‘Amor a Toda Prova’), a partir do roteiro de Scott Alexander e Larry Karaszewski.

O início das filmagens está previsto para o início de 2020, e ainda não há previsão de estreia.