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Joe Cornish revela porquê dispensou a direção de ‘Star Trek – Sem Fronteiras’

Em entrevista para a Entertainment Weekly, o diretor Joe Cornish revelou os motivos que o levaram a declinar a direção de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘, lançado em 2016.

“Eu falei com o J.J. [Abrams] sobre [Star Trek 3] bem no começo, mas depois decidi que eu não estava pronto para isso. Porque é uma grande e antiga franquia, e eu tive amigos que foram direto de filmes indie para grandes blockbusters, e saíram do outro lado um pouco machucados, e não necessariamente sentindo que é o filme deles. Eu adorei a ideia, mas depois pensei que, se tivesse a oportunidade de fazer algo de escala, seria mais legal fazer as minhas próprias coisas.”

Após sua decisão, Justin Lin assumiu o comando da produção.

‘Star Trek 4’ é colocado na geladeira por tempo indeterminado

Para ler a crítica completa em TEXTO, clique aqui! 

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‘The Batman’: Após pedir cachê de US$ 10 milhões, Jonah Hill não está mais cotado para o filme

Jonah Hill não está mais em negociações com a Warner Bros. para viver um dos vilões de The Batman.

As negociações se dificultaram após o ator pedir um cachê de 10 milhões de dólares para viver um misterioso personagem.

A quantia representa o dobro do oferecido para Robert Pattinson, que viverá o personagem-titular por 5 milhões.

Segundo o jornalista Borys Kit, do Hollywood Reporter, as negociações foram interrompidas.

“É Verdade: Jonah Hill não está mais negociando para ‘The Batman’. Warner e o ator ficaram muito distantes de um acordo.”

As filmagens começam em novembro deste ano, no Reino Unido.  A fotografia principal será feita por Greig Fraser (A Hora Mais Escura), que já trabalhou ao lado do diretor Matt Reeves no drama de terror Deixe-me Entrar, em 2010.

The Batmantem previsão de estreia para 25 de junho de 2021.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Robert Pattinson foi escalado como Bruce Wayne, e Zoe Kravitz (‘Big Little Lies’) viverá Selina Kyle, também conhecida como a Mulher-Gato.

‘Patrulha do Destino’: 2ª temporada ganha trailer hilário

A 2ª temporada da série original do DC Universe, intitulada Patrulha do Destino, ganhou seu divertido trailer.

Assista e confira imagens:

Doom Patrol– Ep.201 — “Fun Size Patrol” — Photo Credit: Mark Hill/ 2020 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
Doom Patrol — EP 201B — “Fun Size Patrol” — Photo Credit: Bob Mahoney / 2020 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 25 de junho na plataforma de streaming.

A trama mostrará o futuro da equipe após a derrota do Sr. Ninguém (Alan Tudyk), mais especificamente em Dorothy, filha recém-reavida do Niles Caulder (Timothy Dalton).

Para aqueles que não se recordam, o season finale mostrou a Patrulha resgatando ambos os personagens, mesmo depois de descobrirem que Niles foi o principal responsável por suas tragédias pessoais do passado. Essa será a principal linha narrativa do próximo ciclo.

“[Os personagens] ainda não se resolveram com isso”, Carver declarou. “Eles irão lidar com novos sentimentos na segunda temporada”.

“Agora há uma criança morando com eles, que demanda muita atenção devido aos poderes incontroláveis que ela tem”, ele acrescentou. “[Ela] é tão amável quanto perigosa. Eles e Niles deverão descobrir um jeito de manter o mundo a salvo de Dorothy”.

Assista à abertura da série:

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘Esquadrão Suicida’: Jared Leto espera que o mundo possa assistir ao corte de David Ayer

Desde o anúncio oficial de que ‘Liga da Justiça‘ ganharia o Snyder Cut, o cineasta David Ayer, responsável por Esquadrão Suicida’, tem verbalizado o seu descontentamento com a versão do seu filme lançada nos cinemas, afirmando que o projeto final não corresponderia à sua ideia original.

Agora, o astro Jared Leto revelou em entrevista ao podcast da Variety Awards Circuit que ele deseja que a versão de Ayer seja lançada.

“Eu adoraria que ele pudesse reeditar o material e fazer o filme dos seus sonhos. É sempre difícil quando você faz esses filmes porque é uma panela de pressão. Existem tantas decisões que precisam ser feitas em um curto espaço de tempo. Tiro o chapéu para os diretores, produtores e estúdios. Não é fácil. Você nunca começa com algo que é perfeito. É uma corrida para tentar torná-lo o melhor possível em um curto espaço de tempo. E tendo outra chance nas coisas? Tenho certeza que todos nós podemos usar isso.”, afirmou.

No último ano, Ayer voltou a comentar a respeito da polêmica caracterização do astro Jared Leto como o popular vilão Coringa, afirmando que em seu corte original, o personagem estava “muito melhor”.

O comentário veio em resposta a uma observação feita por um fã no Twitter. Respondendo a publicação do internauta, Ayer fortaleceu o seu argumento:

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

Oscar de Jared Leto SUMIU

Conquistar uma estatueta do Oscar é uma honraria dada às estrelas mais seletas de Hollywood e o cantor e ator Jared Leto é um dos aclamados astros de cinemas que conseguiu esse feito, por sua aclamada performance na cinebiografia ‘Clube de Compras de Dallas‘, em 2014.

Mas Leto descobriu que sua estatueta está perdida há três anos e não faz ideia do que pode ter acontecido a ela. Durante uma entrevista ao talk show The Late Late Show with James Corden, comentou a complicada situação.

“Eu descobri que ela está desaparecida há três anos e eu não sabia disso. Eu acho que ninguém quis me contar”.

Segundo Leto, ele havia mudado de residência algumas vezes em Los Angeles, quando a estatueta “magicamente desapareceu de algum jeito“. O astro, de 49 anos, ainda levou a situação com bom humor, refletindo sobre o misterioso sumiço:

“Ela poderia estar em algum lugar, mas todo mundo revirou de cima a baixo. Eu espero que esteja em boas mãos, onde quer que esteja. Nós não a vemos há bastante tempo”.

Quando o apresentador o questiona a respeito de alguém tê-la roubado, Leto pondera sobre a possibilidade: “Eu acho que é uma boa possibilidade, não é o tipo de coisa que alguém acidentalmente joga no lixo”.

Ao longo do bate papo, o ator e cantor ainda refletiu sobre a noite em que conquistou a estatueta:

“Eu me lembro da noite em que a ganhei. Eu passei ela para tanta gente. Ela caiu, ficou arranhada, mas as pessoas se divertiram fazendo fotos com ela. É legal poder compartilhar isso, então espero que alguém esteja cuidando bem dela”.

Assista a entrevista:

 

Conheça a comédia sci-fi que virou SENSAÇÃO nos EUA e conquistou 97% de aprovação dos críticos

Além de já ter faturado mais de US$ 1,8 milhão nos cinemas após estrear em apenas 10 salas nos EUA, a comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘ (‘Everything Everywhere All at Once’) está surpreendendo os críticos e público.

O filme se tornou o MAIS BEM AVALIADO de todos os tempos da plataforma Letterboxd, rede social na qual os usuários compartilham suas opiniões sobre filmes e séries.

Com nota 4.6 a partir de 8.268 votos, o filme ultrapassou os até mesmo os aclamados ‘O Poderoso Chefão’ (4.5), ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (4.4) e ‘Batman: O Cavaleiros das Trevas’ (4.4).

Além disso, o longa abriu com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, tanto dos críticos quanto do público.

Das 118 críticas publicadas, apenas quatro delas foram negativas.

Entre os principais comentários, os críticos foram unânimes ao elogiar a imprevisibilidade do roteiro, que passa de um entediante drama sobre uma imigrante chinesa endividada para uma inesperada batalha multiversal.

E, como não poderia ser diferente, os elogios também destacam as performances de Yeoh, que interpreta diversas versões de si mesma com características completamente diferentes.

Tudo isso muito bem conduzido pela genialidade e excentricidade dos roteiristas e diretores Daniel Kwan e Daniel Scheinert.

Confira as análises:

“Uma aventura deslumbrantemente caleidoscópica que é genuinamente emocionante e muitas vezes hilária, com lutas de artes marciais sensacionais em uma variedade sempre surpreendente de cenários, com uma montanha-russa de reviravoltas surpreendentes que se sustentam em visualizações repetidas.” – Movie Mom.

Michelle Yeoh entrega o desempenho de uma vida neste filme. Toda a trama parece uma homenagem a ela e uma celebração de sua carreira.” – Paul’s Trip to the Movies.

“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘ se propõe a desconstruir seu cérebro e encontra uma variedade de maneiras de desconstruir seu coração… E, mesmo assim, consegue uniros dois com tanta habilidade numa narrativa artesanal que quase parece um milagre. – Mark Reviews Movies.

“‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo’ é um filme de ação delirantemente exagerado num multiverso que é levado ao limite de forma implacável.” – The Ringer.

“O filme é ambientado em um mundo selvagem, mas Yeoh atua como seu núcleo, uma força gravitacional que mantém até mesmo a batalha anal ancorada na realidade dessa jornada. Que filme.” – Fox 10 Phoenix.

“É difícil saber o que fazer com ‘Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo‘. É um tour de força – mas de quê? É exaustivo, e confuso, mas essa é a graça.” – Washington Post.

Já em exibição em um total de 50 salas de cinemas norte-americanos, o longa terá expansão doméstica no dia 8 de abril.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outos universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

Michele Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) estrela. O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

‘Belo Desastre’: Romance com Dylan Sprouse e Virginia Gardner ganha nova data de estreia

O filme ‘Belo Desastre‘ (Beautiful Disaster), baseado no livro homônimo de Jamie McGuire, ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.

Com distribuição da Diamond Films, o longa dirigido por Roger Kumble (‘Segundas Intenções’, ‘After – Depois da Verdade’) chegará aos cinemas de todo o Brasil em 13 de abril de 2023 e conta a história de uma garota que quer se livrar de um passado conturbado, mas coloca tudo em risco por uma aventura com um cara marrento.

Dylan Sprouse e Virginia Gardner estrelam.

Confira, com o cartaz:

 

Dirigido por Roger Kumble, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Jamie McGuire.

Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.

O elenco ainda conta com Samuel Larsen, Libe Barer, Brian Austin Green, Austin North, Rob Estes e Trevor Van Uden.

‘Argylle 2’: Diretor já tem planos para uma trilogia com Henry Cavill e Dua Lipa… se o 1º não FRACASSAR!

O longa de ação com Henry Cavill, ‘Argylle – O Superespião’, estreou nos cinemas nesta quinta-feira e pode se tornar um dos maiores fracassos do ano.

A comédia de espionagem mundial deve arrecadar entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA, um valor extremamente baixo para uma superprodução que custou altos US$ 200 milhões.

No entanto, os produtores estão confiantes no sucesso do filme e em possíveis sequências.

Em uma entrevista à Total Film, o diretor Matthew Vaughn compartilhou suas expectativas para uma continuação do filme.

“O primeiro livro trata de como Argylle se tornou um espião. Essa seria a trama do próximo filme. E então, Argylle 2 é… eu não quero entregar muito, mas envolve este jovem Argylle que se torna o Henry, já que Henry adora a ideia de fazer um filme próprio sobre Argylle também”.

Cavill também comentou sobre a possibilidade de sequências:

“Eu acho que é um personagem divertido”, disse ele. “Quero dizer, depende de para onde você leva isso, como tudo na vida. Eu tenho um ótimo relacionamento com Matthew, então a parte difícil já está superada. A próxima etapa é construir uma história. Contanto que a história seja boa e o personagem tenha um caminho e se encaixe no que estou tentando construir e realizar, então é ótimo”.

A atriz Bryce Dallas Howard também expressou seu desejo de retornar: “Absolutamente”, disse ela, mas evitou dar mais detalhes por medo de revelar spoilers da trama.

Crítica | ‘Argylle – O Superespião’ peca em alguns exageros, mas é mais um ACERTO de Matthew Vaughn

O elenco conta com Bryce Dallas Howard, Sam Rockwell, Henry Cavills, Dua Lipa, Bryan Cranston, Catherine O’Hara, John Cena e Samuel L. Jackson.

A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.

Argylle‘ é baseado no romance literário de Ellie Conway, cujo roteiro foi adaptado por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘).

‘Som da Esperança’ NÃO consegue repetir o sucesso de ‘Som da Liberdade’ e ‘A Forja’ nas bilheterias brasileiras

O drama ‘Som da Esperança – A História de Possum Trot‘ (Sound of Hope: The Story of Possum Trot), a nova aposta da Paris Filmes em parceria com a 360 Way Up para lançar filmes cristões no Brasil, não conseguiu repetir o sucesso de ‘Som da Liberdade‘ e ‘A Forja‘ nas bilheterias nacionais.

O filme abriu em 8º lugar entre os mais vistos nesta quinta-feira, bem longe do sucesso de ‘A Forja‘ – que liderou por quatro semanas e levou 2 milhões de brasileiros aos cinemas.

Confira o TOP 10:

 

Dirigido por Joshua Weigel, que também assina o roteiro com Rebekah Weigel, o drama acompanha Donna e o Reverendo Martin, que convencem os membros de sua igreja a adotar 77 crianças que estão no sistema de adoção e que ninguém mais receberia. O filme é inspirado em uma poderosa história real.

O filme fez uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação da crítica especializada, com base em 42 análises, e impressionantes 98% de aprovação do público.

som da esperança

Os críticos elogiaram amplamente as atuações e o roteiro tocante, embora tenham apontado que a história é, em alguns momentos, simples demais e apresenta algumas falhas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“É a típica história acolhedora e sentimental de amor cristão que agrada ao público da igreja de maneiras que são praticamente inofensivas, mesmo que toque essas notas de forma direta e sem muita finesse”, disse Clint Worthington do RogerEbert.

Som da Esperança: A História de Possum Trot provavelmente ressoará profundamente com o público que busca uma narrativa inspiradora e fundamentada na fé. Sua representação edificante de comunidade, compaixão e o poder do amor proporciona uma experiência emocionante”, disse Linda Marric do HeyUGuys.

“O roteiro pode ser excessivamente simplista, mas este é um biográfico bem feito, cujo coração está claramente no lugar certo. Se você está procurando um drama leve que possa fazer você derramar uma lágrima ou duas, este filme atende a sua expectativa”, disse Matthew Turner do Action Reloaded.

“As atuações são excepcionais. A história é formulaica, mas muito inspiradora. É revigorante ver um filme que celebra os aspectos positivos e curativos da fé, em vez de usar a fé como arma para o poder político e a divisão”, disse Robert Roten do Laramie Movie Scope.

“Realmente é algo de proporções cinematográficas, mesmo com a abordagem voltada para o público evangélico- embora talvez outros também gostem”, Bill Arceneaux do Moviegoing with Bill.

“É uma história verdadeira com um coração tão grande quanto o Texas. O filme não suaviza o processo de adoção e apresenta boas atuações”, disse Joe Friar do Fort Worth Report.

“O longa adota uma abordagem positiva em uma comovente história de interesse humano, sem explorar seus personagens nem pregar para o público”, disse Daniel Eagan do Film Legacy.

“Um drama intenso baseado na fé, repleto de atuações impressionantes”, disse Christian Toto do HollywoodInToto.

Som da Esperança: A História de Possum Trot’ já está em cartaz nos cinemas.

Nina King, Demetrius Grosse e Elizabeth Mitchell estrelam a produção.

O filme foi desenvolvido pela Angel Studios, produtora do polêmico ‘Som da Liberdade‘.

sound of hope

Opinião | ‘Pânico 7’ poderia INOVAR ao manter um Ghostface em segredo, como Kevin Williamson planejava em ‘Pânico 4’

Com o retorno da franquia Pânico aos holofotes, muitos fãs têm debatido sobre os caminhos criativos que a saga poderia seguir. Um dos conceitos mais intrigantes seria um final de Pânico 7 que não revelasse todos os Ghostfaces — uma jogada ousada que manteria o mistério vivo e prepararia terreno para o próximo capítulo. Curiosamente, essa ideia não é nova: o roteirista Kevin Williamson já havia pensado em algo semelhante para o final original de Pânico 4.

O final alternativo de Pânico 4 que nunca vimos

Dylan Minnette (“Wes”), Jack Quaid (“Richie”), Melissa Barrera (“Sam”) and David Arquette (“Dewey Riley”) star in Paramount Pictures and Spyglass Media Group’s “Scream.”

No roteiro inicial de Williamson, Pânico 4 terminaria de maneira muito diferente do que foi exibido nos cinemas. Jill Roberts (Emma Roberts) conseguiria se safar dos assassinatos e sair como a única sobrevivente do massacre, aclamada como heroína — sem que ninguém soubesse que ela era, na verdade, a assassina por trás da máscara.

O plano do roteirista era continuar a história em Pânico 5 com Jill vivendo normalmente, enquanto Sidney Prescott, que teria sobrevivido mas perdido parte da memória, assumiria uma nova vida como professora universitária. Aos poucos, flashes e traumas fariam Sidney lembrar da verdade — e assim começaria uma nova trilogia.

Infelizmente, após divergências criativas e a saída de Williamson da produção, esse arco foi descartado. O estúdio optou por um final mais tradicional, em que Jill é desmascarada e morta, encerrando seu possível retorno.

E se Pânico 7 fizesse o mesmo?

Pânico 7 poderia resgatar essa abordagem, subvertendo as expectativas e encerrando o filme com um mistério em aberto — sem revelar um dos Ghostfaces. Seria uma reviravolta rara em uma franquia marcada por finais que sempre expõem os assassinos em monólogos sangrentos.

Manter um Ghostface desconhecido até o próximo filme criaria uma tensão inédita: o público e os personagens ficariam constantemente desconfiados de todos, e o suspense se estenderia para além de um único longa.

Imagina ainda se esse Ghostface fosse alguém do passado, como diz no trailer: “Você escolheu uma cidade para viver parecida com a que crescemos juntos”. Mais um irmão depois do Roman seria um exagero, mas quem sabe o Stu Macher realmente está vivo? Ou então finalmente descobrirmos os laços de Sidney com a mãe das irmãs Carpenter, afinal elas dividiram o mesmo namorado psicopata. Não seria genial?

Além disso, essa estratégia permitiria um desenvolvimento mais profundo dos personagens e um tom mais sombrio e psicológico. Seria uma forma de homenagear as ideias originais de Williamson, enquanto renovaria a estrutura narrativa da franquia — algo que Pânico 7 precisa para continuar relevante.

Deem o foco para a Gale

Em sua nova trilogia, Kevin Williamson sempre teve apreço pelo casal formado por Gale e Dewey, e imaginava que ‘Pânico 6‘ seria um filme que explorasse o relacionamento dos dois fora do contexto tradicional da saga — algo mais intimista, mas ainda dentro do gênero do terror e da metalinguagem que caracterizam Pânico. Está na hora de Gale também ter seu holofote, afinal, ela quem iniciou toda a franquia ao publicar seus livros.

Um legado de reinvenção

Desde 1996, Pânico é conhecido por brincar com as regras do terror. Talvez o próximo passo natural seja justamente quebrar uma das maiores: a necessidade de sempre revelar quem está por trás da máscara. Se Kevin Williamson quase conseguiu fazer isso em Pânico 4, talvez seja hora de a franquia finalmente ter coragem de seguir por esse caminho — e deixar o público em suspense por mais um filme.

3 Anos de ‘Pânico 5’! Por que o original e seu “requel” são tão aclamados?

O sétimo filme chega dia 26 de Fevereiro de 2026 nos cinemas.

10 EXCELENTES Filmes vistos nos streamings em 2022

Todo final de ano sempre pensamos nos centenas de filmes que conferimos ao longo dos 365 dias que se passaram. Alguns, ficam na nossa memória por um bom tempo, seja por um ótimo roteiro, excelentes atuações, algum recorte que impactou nosso olhar, etc. Como amamos listas, essa não podia faltar, segue abaixo 10 excelentes filmes vistos nos streamings em 2022:

 

Pinóquio de Guillermo Del Toro (Netflix)

Espere o melhor, seja o que for! Baseada em partes na famosa história criada pelo jornalista e escritor italiano Carlo Collodi, publicada pela primeira vez no ano de 1883 com o título de As Aventuras de Pinóquio, Pinóquio de Guillermo Del Toro navega em uma profunda melancolia sobre a perda em seus atos iniciais, uma espécie de prólogo para uma aventura contagiante que mistura críticas sociais a um mundo de fantasia e muita aprendizagem sobre a vida. O projeto, que demorou mais de uma década para sair do papel é uma releitura mais sombria de um clássico da literatura infantil, uma fantasia detalhista que aqui esbarra no passado de um mundo repleto de incertezas além de conceitos filosóficos que esbarram na existência e na brevidade. Um trabalho primoroso do genial Del Toro e também de Mark Gustafson, o outro diretor do longa-metragem que está disponível na Netflix.

 

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (Netflix)

Ação, drama e aventura em um enorme aulão sobre a imposição de autoridade de uma cultura sobre outra. Uma das maiores surpresas do mundo do cinema nesse ano de 2022, o longa-metragem indiano RRR: Revolta, Rebelião, Revolução indicado à duas categorias no Globo de Ouro 2023, tem uma narrativa dinâmica, pulsante, que apresenta ao público dois heróis que lutam quase na contramão contra um mesmo inimigo em uma Índia dominada pelos ingleses nos anos 20. Tem drama, tem surpresas, tem musical, tem cenas de ação de tirar o fôlego, numa história empolgante que gira em torno da amizade de dois lutadores pela liberdade da Índia nunca se conheceram na vida real.

 

Passagem (Apple Tv Plus)

Na trama, conhecemos Linsey (Jennifer Lawrence) uma militar do corpo de engenharia do exército, especialista em sistemas de águas, que sofre uma complicada lesão cerebral no Afeganistão quando o veículo onde estava é atacado. Ela perde alguns movimentos do corpo e na volta para os Estados Unidos acaba indo num primeiro instante para a reabilitação na casa de uma cuidadora depois ruma para casa, onde tem a chance de resolver (ou pelo menos tentar) problemas adormecidos na relação com a mãe Gloria (Linda Emond) e nesse meio tempo, consegue emprego como piscineira e acaba conhecendo o mecânico James (Brian Tyree Henry) um homem muito bondoso que perdeu a perna em um grave acidente que mudou para sempre o destino de sua família. Assim, essas duas almas iniciam uma amizade com ganhos mútuos numa estrada dolorosa para saírem da solidão.

 

The Tender Bar (Prime Video)

Na trama, conhecemos Jr (Tye Sheridan) um jovem repleto de sonhos que cresceu nas dificuldades que sua mãe (Lily Rabe) enfrentou em sua jornada de mãe solteira, tendo que recomeçar a vida e voltando para a casa do seu avô (Christopher Lloyd), onde mora também seu tio Charlie (Ben Affleck) que acaba virando sua grande referência na vida. Charlie tem um bar, com enormes referências à literatura, e onde Jr passa muitos de seus dias aprendendo nas leituras de clássicos mas também com as histórias de vida dos frequentadores.

 

O Desconhecido (Netflix)

Os caminhos investigativos de uma confissão. Exibido na Mostra Um Certo Olhar em Cannes nesse ano, o longa-metragem australiano O Desconhecido navega por uma investigação repleta de variáveis onde temos o foco em um policial disfarçado que busca provas contra um homem por um crime do passado. Baseado no livro The Sting da jornalista e escritora Kate Kyriacou, o projeto, que possui uma narrativa detalhista que apresenta suas peças aos poucos, caminha por detalhes do que ficou conhecida como uma das maiores operações policiais da história da Austrália. Joel Edgerton e Sean Harris estão brilhantes no seus respectivos papéis.

 

Noites Brutais (Star Plus)

Na trama, conhecemos uma jovem chamada Tess (Georgina Campbell) que chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Só que quando chega ao local, uma região bem complicada longe do centro da cidade, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård) que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem AJ (Justin Long) que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.

 

The Humans (MUBI)

As reflexões sobre a vida por meio das frustrações das relações. Buscando trazer à luz um engenhoso e instigante abrigo para conflitos familiares, o cineasta e dramaturgo Stephen Karam nos apresenta uma família beirando ao disfuncional em uma reunião repleta de momentos chave. O filme pode ser definido como um recorte intimista, duro, intenso, marcante sobre as relações interpessoais de uma família que chegam em um ponto de erupção de suas emoções cada qual nos seus dramas individuais que de alguma forma afetam como um todo. Disponível no ótimo catálogo da MUBI, o projeto é baseado numa famosa peça da Broadway, onde inclusive a atriz Jayne Houdyshell ganhou um Tony (o Oscar do teatro norte-americano) por sua atuação.

 

Granizo (Netflix)

Na trama, conhecemos Miguel (Guillermo Francella), um meteorologista que trabalha na televisão faz tempo e agora acaba de ganhar um programa somente seu para falar sobre o tempo. Conhecido como infalível, por nunca ter errado uma previsão do tempo, durante uma dia onde ele fez uma previsão de noite tranquila uma tempestade nunca antes vista na argentina atinge em cheio Buenos Aires. Nos dias seguintes, fugindo da fúria de seus fãs ele resolve voltar para sua cidade natal, córdoba, onde reencontra a única filha, a pediatra Carla (Romina Fernandes).

 

Fresh (Star Plus)

Os conflitos contra um mundo secreto, quase inimaginável. Chegou ao catálogo da Star+ no mês de março um filme que esconde muito bem suas camadas de conflitos com personagens instigantes e que colocam em xeque, de alguma forma, questões sobre relacionamentos. Ao longo de quase duas horas de projeção, e com cerca de meio hora de distância entre a primeira cena e os créditos iniciais, vamos acompanhando a saga de uma jovem, com dedo podre para relacionamentos, em confronto contra uma inusitada situação. As surpresas do roteiro realmente deixam o longa-metragem com um nível de tensão lá no alto. Dirigido pela cineasta Mimi Cave e com roteiro de Lauryn Kahn.

 

A Tragédia de Macbeth (Apple Tv Plus)

Na trama, conhecemos Macbeth (Denzel Washington), um grande soldado e lorde escocês que após ter um inusitado encontro com bruxas, acaba entrando na paranoia de executar o que lhe foi falado que seria seu destino. Assim, ele e sua esposa, Lady Macbeth (Frances McDormand), resolvem criar um plano maquiavélico que envolve a morte do atual rei Duncan (Brendan Gleeson).

 

Somos o que Somos (2)

Somos o que Comemos

Baseada na obra mexicana Somos lo que hay (2010), exibida no Festival de Cannes, Somos o que Somos é um thriller minimalista em sua essência. Essa versão americana, que chega três anos depois do original, modifica alguns elementos cruciais em relação ao filme mexicano, elevando assim o material. O primeiro deles é a troca do ambiente urbano – uma cidade grande na produção mexicana, pelo cenário rural de uma pequena cidadezinha, no americano.

A estrutura familiar também é modificada. No mexicano tínhamos a mãe como figura dominante da família, e filhos homens e adultos como seus feitore. Na nova versão temos a figura paterna, muito mais autoritária sobre duas jovens mulheres. A trama apresenta a família Parker, aparentemente normal, muito religiosa e devota a Deus, e reclusa. Mas essa família campestre esconde um terrível segredo.

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Somos o que Somos, a nova versão, foi igualmente exibido no Festival de Cannes, desse ano, e também no de Sundance. A direção do remake é de Jim Mickle, que também assina o roteiro, e chamou a atenção dos fãs de terror com seu trabalho anterior, o filme de vampiro hardcore Stake Land – Anoitecer Violento (2011), ótimo. Mickle vem se mostrando um especialista no gênero, e já filma um próximo trabalho, Cold in July, para ser lançado em 2014.

O cineasta mostra como deve ser feita uma refilmagem, melhorando uma história ao centrar no relacionamento dos personagens, seu desenvolvimento, e apostando muito mais em atuações e interações, do que em efeitos, sonos ou gratuidade. O suspense aqui é tão grande que até quase a metade do filme não sabemos verdadeiramente do que trata. Tudo é minuciosamente preparado pelo diretor, que consegue criar um grande clima, e eleva a tensão.

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O elenco é incrivelmente satisfatório. Recheado em sua maioria de desconhecidos, todos dão conta do recado. Em especial as duas meninas protagonistas, as loirinhas angelicais e trágicas, Iris e Rose, vividas respectivamente por Ambyr Childers (Dose Dupla) e Julia Garner (As Vantagens de Ser Invisível). As duas exploram de maneira sensível a prisão física e mental em que vivem. Na parte dos rostos mais conhecidos temos a veterana dos anos 1980, Kelly McGillis (Top Gun – Ases Indomáveis), que já havia trabalhado com o diretor em seu filme anterior, e Michael Parks (Django Livre).

Bill Sage (Preciosa) se sai bem como o barbudo patriarca Frank Parker, imprimindo ao personagem autoridade e uma qualidade extremamente assustadora. Um sujeito fanático que vive por sua própria lei. Das duas filhas, Garner, que interpreta a mais jovem, é a presença mais interessante nas telas. A menina de 19 anos esteve no Cult A Fita Azul (Electrick Children), que será lançado em breve no Brasil, e ano que vem será uma das adições do elenco de Sin City: A Dama Fatal.

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Uma refilmagem precisa ser feita assim. Pegando o conceito do original para criar uma coisa totalmente nova. Não foi por falta de tentativa que tivemos Planeta dos Macacos (2001), de Tim Burton, e O Vingador do Futuro (2012), de Len Wiseman, dois filmes que ao menos tentaram ser originais, e não cópias carbono de seus predecessores. Veja o nível da coisa quando ela funciona, como em O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou A Mosca (1986), de David Cronenberg.

Junto com a estreia de Somos o que Somos teremos a de outro remake, o de Carrie – A Estranha. E se olharmos bem de perto para o que foi tentado nesses dois filmes, veremos que o esforço menor em Carrie, que apenas tenta reciclar uma velha história para um novo público. É claro que com mais barulho e efeitos especiais. Já Somos o que Somos capricha no clima, e no desenvolvimento de seus personagens. Não se enganem, essa continua sendo uma história pesada, gráfica (somente quando precisa), e não recomendada para os de estômagos mais fracos. Alguém aí está com fome?

‘Samaritano’ e os Filmes de Super-Heróis da carreira do astro Sylvester Stallone

Com uma carreira que já dura mais de cinco décadas e 96 créditos como ator, além de igualmente ser conhecido como roteirista, produtor e diretor, Sylvester Stallone é definitivamente uma das maiores e mais importantes personalidades do mundo do cinema de nossos tempos. Seus blockbusters fizeram dele o herói de ação definitivo dos anos 80 e 90; e com personagens do nível de Rocky Balboa e John Rambo, Stallone bem que poderia ser considerado um dos primeiros super-heróis do cinema.

Apesar das tretas recentes com a família do produtor Irwin Winkler pelo controle criativo da franquia Rocky (que, acreditem, não pertence a Stallone), não iremos abordar este fato aqui, e sim concentrar no mais recente lançamento da carreira do ator: o blockbuster da Amazon Prime Video, Samaritano. Na trama, Sylvester Stallone interpreta o super-herói Samaritano, que fez muito sucesso lutando contra criminosos, mas desapareceu há vinte anos sem mais nem menos. Todos acreditam que ele está morto, mas um menino de 13 anos está prestes a descobrir a verdade. O garoto Sam desconfia que seu vizinho, o idoso Sr. Smith (Stallone) seja na verdade a identidade secreta do vigilante Samaritano – uma mistura de Batman e Superman. Agora, o menino irá até o fundo desta história, investigando para descobrir a verdade, e saber por que o super-herói decidiu aposentar sua capa.

E com o filme Samaritano, o que muitos jornalistas têm frisado é a primeira investida do astro Sylvester Stallone no gênero dos filmes de super-heróis. Segundo as manchetes, o ator estaria pegando carona na onda do momento e no caminho pavimentado pela Marvel e DC para criar seu próprio personagem original. Sim, Stallone está surfando nesta onda, mas isso não é novidade para o ator em sua carreira. Basta olhar um pouco mais detalhadamente para a filmografia do velho garanhão italiano de guerra para perceber que Stallone já havia feito alguns trabalhos no gênero. E são justamente estes filmes que iremos adereçar aqui nesta nova matéria. Confira os outros papeis dentro do gênero super-heróis de quadrinhos (ou não) que Sylvester Stallone já havia feito. Confira.

O Juiz (1995)

É difícil de acreditar, mas teve uma época em que era mais fácil os estúdios apostarem em adaptações de quadrinhos não muito conhecidas e independentes, do que em grandes personagens do acervo da Marvel e da DC. E essa época era os anos 90. Nesse período, o único grande trunfo e personagem confiável da DC era o Batman. E na Marvel as coisas iam piores ainda, com sequer unzinho deles capaz de emplacar nas telas, deixando seu desenvolvimento infernal para trás. Foi nesse cenário que um dos maiores astros de Hollywood da época, Sylvester Stallone, aceitaria viver o protagonista de uma HQ britânica criada por Carlos Ezquerra e John Wagner. Criado em 1977 para os quadrinhos 2000 AD, o personagem ficaria tão popular que ganharia em pouco tempo sua própria revista. Passada num futuro distópico onde a criminalidade tomou conta, e o governo tenta adotar medidas desesperadas de combate. Em Mega City One, os governantes deram total poder aos chamados juízes, oficiais da lei que agem como policiais, juízes e executores – possuindo carta branca para eliminar qualquer contraventor que acharem adequado.

Com produção da Disney, através da Hollywood Pictures, o estúdio topou a empreitada de adaptar o controverso quadrinho, mas terminou esbarrando em algumas armadilhas que fizeram o resultado ficar abaixo do esperado. Embora a direção de arte, efeitos, criações animatrônicas, figurinos, maquiagem e o elenco sejam alguns dos melhores elementos do longa, e que chamam mais atenção, um dos grandes problemas de O Juiz na opinião dos fãs foi ser um filme de censura baixa, quase uma aventura de matinê, que apostava muito no humor (com direito a presença de Rob Schneider como alívio cômico incessante). Fora isso, ao contratarem Stallone, esbarraram em outro percalço. O astro não queria ficar escondido atrás do capacete do herói – já que o público e o estúdio haviam pago pela sua presença. Assim, diferente dos quadrinhos onde o protagonista nunca tira seu capacete, o Dredd do filme passava a maior parte da exibição seu sem famoso visual – fazendo deste qualquer filme de ação de Stallone menos o Juiz Dredd.

Guardiões da Galáxia – Vol. 2 (2017)

Esse aqui os fãs da Marvel devem lembrar bem. Embora Judge Dredd seja um quadrinho britânico cult e não muito conhecido da maioria, os personagens Guardiões da Galáxia da Marvel não ficam muito longe disto. Isto é, antes de se tornarem astros de seu próprio filme milionário. Sejamos sinceros, antes de ter se tornado febre em 2014 graças ao primeiro longa-metragem, quem de fato conhecia ou sequer havia ouvido falar em Guardiões da Galáxia. Até o estúdio reconheceu que eram personagens do time B (ou C), e que justamente por isso precisavam de um voto de confiança do público. Os fãs compararam a ideia e fizeram destes personagens secundários um dos maiores sucessos da casa de ideias.

É claro que tamanho fenômeno geraria uma continuação, e três anos depois estreava o segundo filme. Assim como a grande maioria das superequipes dos quadrinhos Marvel, os Guardiões também tiveram diversas formações, e a que vemos em cena é uma das mais recentes. Porém, a Marvel e o diretor James Gunn arranjaram um jeito de homenagear as formações antigas. E para isso, o cineasta escalou o astro Sylvester Stallone para o papel de Stakar Ogord, encabeçando os clássicos personagens. Na trama, o personagem de Stallone é o líder de sua própria equipe de renegados, que não quer mais saber de seu ex-membro Yondu (Michael Rooker). A participação de Sly foi tão boa que gerou boatos de um derivado. Enquanto ele não sai do papel, o ator retornará ao personagem no terceiro Guardiões da Galáxia a ser lançado no início de maio de 2023, quem sabe para uma participação maior.

O Esquadrão Suicida (2021)

Pelo visto Sylvester Stallone e James Gunn se deram bem nos bastidores de Guardiões Vol. 2. O cineasta é um grande fã do cinema de gênero, incluindo a ação. Sendo assim deve ser também um grande admirador de Sylvester Stallone. O diretor não perdeu tempo quando precisou escalar um ator para dar vida do grandalhão King Shark (Tubarão Rei), no segundo Esquadrão Suicida da DC. Quando foi demitido da Marvel, Gunn tratou de se bandear para o lado da DC – sendo depois recontratado pela rival. Nesse meio tempo pôde desenvolver o projeto da equipe de vilões do jeito que queria, fazendo do novo filme um sucesso de crítica, diferente do original. Uma nova pá de personagens do time C da casa foi colhido por Gunn na hora de construir seu time. E assim como havia feito com a árvore humanoide Groot (que possui a voz de outro grandalhão – Vin Diesel), James Gunn estava disposto a fazer do Tubarão Rei um personagem caricato, divertido, engraçado e muito fofo/querido. Deu certo. E grande parte de seu êxito veio da dublagem de Stallone. Os fãs mal podem esperar para ver o personagem dando as caras, ou as presas, de novo.

Pequenos Espiões 3D (2003)

Seguindo uma linha meio O Esquadrão Suicida, onde temos muitos personagens coloridos, e alguns bem graciosos, este filme (embora nem de perto tão violento e sangrento) tem todo o jeitão de uma adaptação de quadrinhos. Criado por Robert Rodriguez, Pequenos Espiões é uma franquia muito bem-sucedida, que já gerou nada menos que 4 filmes desde 2001. A ideia surgiu de Rodriguez querer fazer um filme que seus filhos pudessem assistir, assim ele se enveredou pelo seu primeiro longa infantil, mirado à toda família. Uma das propostas aqui era para desenvolver o próprio estúdio de efeitos especiais do diretor, que criou sua empresa de CGI e a aprimorou para implementar os efeitos neste filme. Assim, fazendo do primeiro Pequenos Espiões quase um filme experimental. E deu muito certo, gerando duas continuações diretas, de 2002 e 2003. Assim como o recente Samaritano, a ideia não partiu de uma HQ, mas possui todo o clima e poderia muito bem se passar por uma. Na história, dois superespiões aposentados constroem uma família. Mas quando desaparecem misteriosamente, seu casal de filhos descobre que os progenitores eram na verdade os próprios James Bond elevados à décima potência. Com acesso aos seus gadgets da mais alta tecnologia, as crianças partem para salvar os pais. No terceiro filme, criado com o 3D que era moda na época, Stallone vive o vilão Toymaker – e o clima que impera é o cartunesco.

O Demolidor (1993)

Finalizando a matéria temos mais um filme protagonizado por Sylvester Stallone que, embora não seja realmente baseado numa HQ, poderia muito bem ser, e possui todo o clima. O Demolidor infelizmente foi outro dos projetos do astro que não atingiu todo o seu potencial na época de lançamento, mas definitivamente fez a alegria e virou a cabeça de todos que eram crianças e adolescentes fãs do ator na época. Seu valor cult só foi crescendo com o passar dos anos e o próprio Stallone já mencionou algumas vezes o desejo por uma possível continuação. É o que muitos fãs pedem e sonham desde sempre. Essa é outra ficção científica misturada com ação e que se passa no futuro. Ao contrário de O Juiz, o humor aqui funciona, é consciente e intencional. Além disso, as críticas sociais são certeiras, e o filme adivinhou muito de para onde iríamos como sociedade já nos anos 90. Essa é uma obra abraçada por grande parte do público na época de seu lançamento e sua legião de seguidores só aumentou, com O Demolidor sendo considerado um filme visionário e à frente de seu tempo.

Na trama, Stallone vive o super policial John Spartan. Seu principal inimigo é o psicopata sádico Simon Phoenix, papel de Wesley Snipes – igualmente no auge de sua carreira. Eles são versões do Batman e do Coringa, podemos comparar. Após uma missão sair terrivelmente errado, o próprio herói é condenado por um crime ao lado do vilão, e como punição são congelados num procedimento experimental. No futuro onde não existe mais a violência, Phoenix é misteriosamente descongelado e escapa. A única solução é combater fogo contra fogo, e para isso é descongelado igualmente Spartan. O futuro será pequeno para esses dois titãs.

‘MegaTubarão’ ganha novo comercial com cenas inéditas; Assista!

MegaTubarão‘ ganhou um novo spot com várias cenas inédias.

Confira:

MegaTubarão‘ ainda nem estreou nos cinemas, mas a possibilidade da produção ganhar uma sequência é genuína. No entanto, tudo depende do feeedback do público. A observação foi feita pelo astro Jason Statham, em uma entrevista a EW.

Na ocasião, ele foi bem direto, ao afirmar que qualquer estúdio quer fazer mais dinheiro e que o retorno da audiência nos cinemas é o que ditará a existência ou não de uma continuação.

Disse:

“Nos dias de hoje, isso funciona como em todas as demais áreas. Se faz dinheiro, existe obviamente um apetite para fazer ainda mais dinheiro. E se a produção não for bem, eles rapidamente varrem ela para debaixo do tapete. É assim que Hollywood funciona. Todo mundo tenta fazer um filme bom, mas no final das contas, está nas mãos da audiência. O público é quem realmente decide; Cabe a eles decidir se algo terá uma sequência ou não”.

A produção estreia no Brasil dia 9 de Agosto de 2018, um dia antes da estreia norte-americana.

O elenco conta com Jason StathamRuby RoseLi BingbingCliff Curtis e Page Kennedy.

Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.

filme é dirigido por Jon Turteltaub e roteirizado James Vanderbilt (‘O Espetacular Homem-Aranha‘).

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‘Nosso Planeta’: Novo documentário da Netflix ganha belíssimo trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer de sua nova série documental, ‘Nosso Planeta‘ (Our Planet).

Confira:

O famoso naturalista David Attenborough narrará a produção.

Todos os episódios serão lançados na plataforma no dia 5 de abril de 2019.

‘As Golpistas’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O longa ‘As Golpistas‘ (Hustlers) continua forte nas bilheterias e acabou de ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões mundialmente – vale destacar que mais de 80% dessa arrecadação vem apenas das bilheterias norte-americanas.

Nos EUA, o longa acumula US$ 91.3 milhões. No mercado internacional, são US$ 18.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 110 milhões mundialmente.

Vale lembrar que ‘As Golpistas‘ teve a melhor estreia da carreira da Jennifer Lopez, superando a abertura da comédia ‘A Sogra‘ (US$ 23.1m), em 2005. Além disso, o longa também quebrou recorde de estreia da distribuidora STXfilms, superando ‘Perfeita é a Mãe!‘ (US$ 23.8m).

Escrito e dirigido por Lorene Scafaria (‘Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo‘), o longa é inspirado em um artigo feita pela jornalista Jessica Pressler para a New York Magazine, intitulado The Hustlers at Scores.

Na trama, um grupo de ex-strippers se une para roubar seus clientes milionários, mas o plano acaba indo além do esperado. O longa se passará em Nova York e terá como pano de fundo a crise financeira norte-americana, abordando “o dano que isso gerou na subsistência das dançarinas, que dependiam de sua clientela de Wall Street”, em contraste com uma temática com o foco em “identidade, lealdade, sobrevivência e controle”.

O elenco conta com Jennifer Lopez, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lili Reinhart, Lizzo e Cardi B.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de dezembro.

Gangue de mulheres quer vingança no trailer do suspense ‘Revenge Ride’; Assista!

O suspense ‘Revenge Ride‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Melanie Aitkenhead.

“Quando uma estudante é drogada por um jogador da faculdade, ela se junta a uma gangue de mulheres motoqueiras para se vingar deles, resultando em uma batalha sangrenta em ambos os lados.”

Serinda Swan, Diego Boneta e Pollyanna McIntosh estrelam a produção.

‘WandaVision’: Último episódio tem a PIOR avaliação da série no Rotten Tomatoes

A série ‘WandaVision‘ foi extremamente elogiada pelos espectadores e pela crítica, mas o episódio final parece ter deixado a desejar.

Muitas pessoas ficaram decepcionadas com o último capítulo da produção ao verem suas teorias sobre a trama não se tornando realidade. O próprio ator Paul Bettany ajudou a elevar o hype do desfecho ao indicar uma participação especial secreta, que [SPOILER A SEGUIR:] acabou sendo ele mesmo com a introdução do Visão Branco.

O último episódio de ‘WandaVision‘ conquistou 82% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar de ser uma média sólida, ainda é a pior registrada pela produção. O consenso geral é que “o episódio escolhe priorizar algo pessoal ao invés de confrontos grandiosos e, apesar de não ter sido o desfecho que alguns fãs queriam, oferece migalhas suficientes para manter todos se perguntando sobre o futuro do multiverso”.

Anteriormente, o episódio com a menor avaliação era o sétimo da série, intitulado Breaking the Fourth Wall, com 84% de aprovação.

Recentemente, o diretor Matt Shakman revelou que ele não terminou a série conforme originalmente planejado por causa da pandemia.

Para começar, a produção teria estreado os três primeiros episódios ao mesmo tempo (o que pode ter ajudado algumas audiências a embarcar mais facilmente), mas a Disney+ teria que atrasar o final se seguisse esse plano.

A equipe só terminou o último episódio duas semanas antes do lançamento oficial, e é por isso que parte do CGI não parecia finalizado.

Uma sub-trama foi filmada envolvendo os gêmeos, Monica, Darcy e Ralph Bohner enquanto tentavam roubar o Darkhold do porão de Agatha Harkness.

O diretor confirmou que o coelho de Agatha, Scratchy, teria sido revelado como um demônio… provavelmente Mephisto?

Shakman também confirmou que a cena sobre o engenheiro aeroespacial foi propositalmente incluída – mas uma cena retratando a referência foi aparentemente retirada quando o público começou a especular sobre a chegada de Reed Richards na série.

Apesar de ‘WandaVision‘ ter chegado ao fim, o universo da Marvel continuará a ser explorado na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘A Família Addams 2’: Sequência já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente

Apesar de ter sido lançada simultaneamente em VOD, a sequência ‘A Família Addams 2 – Pé na Estrada‘ está surpreendendo nos cinemas, onde já arrecadou quase US$ 100 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 54.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 39.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 94.6 milhões mundialmente.

Vale lembrar que a animação já está em exibição nos cinemas nacionais!

Greg Tiernan retorna à direção.

Na trama, Morticia e Gomez estão perturbados porque seus filhos estão crescendo, pulando jantares de família e totalmente consumidos pela “hora dos gritos”. Para recuperar o vínculo, eles decidem enfiar Wandinha, Feioso, Tio Fester e os outros em seu acampamento mal-assombrado e pegar a estrada para férias familiares miseráveis. Sua aventura pela América os leva para fora de seu elemento e em confrontos hilariantes com seu primo icônico, It, bem como muitos novos personagens excêntricos. O que poderia dar errado?

O novo filme contará com o retorno de Charlize Theron (Morticia), Oscar Isaac (Gomez), Chloë Grace Moretz (Wandinha), Nick Kroll (Tio Fester), Bette Midler (Vovó ) e Snoop Dogg (Primo It).

Finn Wolfhard, que deu voz ao Feioso do primeiro filme, não retorna, sendo substituído por Javon ‘Wanna’ Walton. Por fim, Bill Hader completa o elenco e dará voz a Cyrus, um personagem criado exclusivamente para a sequência.

‘The Bear’: Comédia com astro de ‘Shameless’ é renovada para a 2ª temporada

FX renovou oficialmente a série ‘The Bear‘, comédia estrelada por Jeremy Allen White (‘Shameless’), para a 2ª temporada.

“‘The Bear’ ultrapassou nossas expectativas criativas, críticas e comerciais,” declarou Eric Schrier, presidente da FX, em comunicado oficial. “Nós agradecemos o trabalho brilhante liderado pelo criador Christopher Storer e a coshowrunner Joanna Calo. A performance de Jeremy Allen White também é espetacular, assim como os seus colegas de elenco Ebon Moss-Bachrach, Ayo Edebiri, Abby Elliott, Lionel Boyce e Liza Colón-Zayas. Mal podemos esperar para começar a desenvolver a segunda temporada.”

O próximo ciclo deve estrear apenas em 2023.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco ainda conta com Ebon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Victoria Alonso fecha acordo com a Marvel após DEMISSÃO controversa

De acordo com o Deadline, Victoria Alonso fechou um acordo com a Marvel, onde atuava como produtora executiva e chefe de VFX, após sua controversa demissão.

O site afirma que o acordo, apesar de confidencial, garantiu uma compensação financeira multimilionária para Alonso.

A executiva havia sido demitida abruptamente em março, após trabalhar por 17 anos para a Marvel Studios. Seu afastamento se deu logo após ela ter sido indicada ao Oscar de Melhor Filme Internacional pela produção de ‘Argentina, 1985‘.

Na época de sua demissão, foi reportado que ela havia sido removida do seu cargo porque seu contrato indicava que ela não podia se envolver com produções sem o envolvimento da Disney.

Desde então, ambas partes começaram a se atacar publicamente através de declarações polêmicas – um “barraco” que chegou a ofuscar os lançamentos recentes do próprio estúdio.

Anteriormente, a advogada da produtora havia declarado: “A ideia de que Victoria foi demitida por causa de um punhado de entrevistas à imprensa relacionadas a um projeto de paixão pessoal sobre direitos humanos e democracia que foi indicado ao Oscar e no qual ela recebeu a bênção da Disney para trabalhar é absolutamente ridícula. Victoria, uma latina gay que teve coragem de criticar a Disney, foi silenciada. Então ela foi demitida quando se recusou a fazer algo que acreditava ser repreensível. A Disney e a Marvel tomaram uma decisão muito ruim que terá sérias consequências. Há muito mais nessa história e Victoria a contará em breve – em um fórum ou outro.”, afirmou o comunicado.

Alonso alegadamente teria confrontado a Disney por se recusar a aceitar censuras às referências LGBTQIA+ no filme ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, para a exibição no mercado do Kuwait. A censura em questão seria um borrão em uma vitrine com a bandeira do orgulho LGBTQIA+, em que o personagem de Paul Rudd passa em frente, logo no início do filme.

Uma fonte do site disse anteriormente que, após os comentários de Alonso na premiação GLAAD de 2022, nos quais ela citou o então CEO da DisneyBob Chapek, por sua reação ao projeto de lei “Don’t Say Gay” da Flórida, a produtora tinha sido afastada da divulgação de projetos da Marvel na imprensa.

Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.

Seus créditos mais recentes incluem vários filmes e séries incluindo mais recentemente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Thor: Amor e Trovão‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, além de séries como ‘Loki‘ e ‘Ms. Marvel‘.

Entre Dois Mundos

(Ouistreham)

 

Elenco:

Juliette Binoche
Hélène Lambert
Louise Pociecka

 

Direção: Emmanuel Carrère

Gênero: Drama

Duração: 106 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 16 de Maio de 2024

Sinopse: 

Em ENTRE DOIS MUNDOS, Marianne Winckler, uma renomada autora francesa, decide escrever um livro sobre a insegurança no trabalho vivenciando essa realidade em primeira mão. Ela consegue trabalho como faxineira e descobre uma vida onde cada centavo faz falta. No entanto, ao viver essa provação, ela forja laços genuínos e calorosos com alguns de seus companheiros de infortúnio. A ajuda mútua leva à amizade; a amizade leva à confiança. Mas o que acontecerá com essa confiança quando a verdade for revelada?

Curiosidades: 

» O longa é baseado na obra Le Quai de Ouistreham, de Florence Aubenas;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Após ‘Wicked’, Ariana Grande planeja se “reconectar” com teatro musical

Em entrevista ao podcast Las Culturistas, Ariana Grande (‘Scream Queens’) revelou que planeja se reconectar com o teatro musical após estrelar a adaptação de ‘Wicked‘.

A atriz afirma que redescobriu sua paixão pela atuação. Apesar de não ter intenção em se aposentar do mundo da música, a artista confessa que pretende frear o ritmo de sua carreira como cantora pop.

“Eu vou dizer algo assustador. É algo que vai assustar meus fãs, mas eu amo todos eles e eles terão que lidar com isso. Eu sempre amei fazer música. Eu sempre amei estar no palco, e eu sempre vou fazer conteúdo pop. Mas não quero seguir fazendo isso no mesmo ritmo que eu tenho feito nos últimos 10 anos.”

Ela completa, “Acho que eu amo atuar. Eu amo teatro musical. Eu me sinto curada ao me reconectar com essa parte de mim mesma que começou teatro musical e ama comédia. Gosto de encontrar papéis para usar novas partes de mim mesma, e encontrar novos lares e personagens para elas.”

Vale lembrar que a artista fez sua estreia na Broadway em 2008, quando tinha apenas 15 anos. Após participar do musical 13, ela passou a estrelar a popular série ‘Victorious‘ e o spin-off ‘Sam & Cat‘, antes de lançar seu primeiro álbum de estúdio, Yours Truly, em 2013.

Wicked‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de novembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Wicked segue a história de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste (interpretada por Cynthia Erivo), uma jovem que se inscreve na Universidade Shiz para aprender a dominar seus poderes. É lá que ela conhece Glinda, a Bruxa Boa do Sul (interpretada por Ariana Grande), uma estudante popular que promete ajudar a introvertida Elphaba com seu comportamento em público. O filme se desenrola antes, durante e depois dos eventos clássicos de O Mágico de Oz.

Lembrando que o filme é dirigido por Jon M. Chu (‘Em um Bairro de Nova York’).

A produção cinematográfica será dividida em duas partes e apresentará novas músicas escritas pelo compositor original do espetáculo, Stephen Schwartz.

O elenco ainda conta com nomes como Michelle Yeoh, Jeff GoldblumEthan Slater.

Com roteiro de Winnie Holzman, a composição musical é de autoria de Stephen Schwartz, enquanto Marc Platt (‘La La Land: Cantado Estações’) produz.

Animação ‘Elio’ não é mais o maior FRACASSO de bilheteria da Pixar

Apesar de sua passagem decepcionante pelas telonas, a animação ‘Elio‘ conseguiu arrecadar US$ 144.2 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor supera a arrecadação total de ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica‘ (US$141.8M), que passa a se tornar o maior fracasso de bilheteria da história da Pixar.

Vale destacar, no entanto, que ‘Dois Irmãos‘ foi fortemente afetado por causa da pandemia de COVID. A produção chegou a ser lançada no serviço de streaming do Disney+ enquanto ainda estava sendo exibida nos cinemas.

Nos EUA, ‘Elio‘ arrecadou US$ 72.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 71.6 milhões através de 48 mercados.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com a França (US$8.6M), Reino Unido (US$6.4M), Coreia (US$4M), China (US$3.9M) e Alemanha (US$3.8M).

A animação abriu com decepcionantes US$ 21 milhões em seu primeiro final de semana no território norte-americano. Além de ter ficado abaixo das projeções – que indicavam uma estreia em torno de US$ 25-30 milhões –, o valor representa o menor lançamento da história da Pixar.

Crítica | ‘Elio’ resgata as glórias da Pixar em uma tocante e honesta narrativa sci-fi

Dave Franco e Sophie Wilde estrelarão novo terror de invasão ALIENÍGENA

De acordo com o Deadline, Dave Franco (‘Juntos’) e Sophie Wilde (‘Fale Comigo’) serão os protagonistas de ‘Soon You Will Be Gone And Possibly Eaten‘ (Em Breve Você vai Desaparecer e Possivelmente ser Devorado, em tradução livre), novo terror sci-fi de invasão alienígena.

Na trama…

“Rob e Sabile, um jovem casal de noivos, viajam para um resort isolado nas montanhas para trocar votos e iniciar um novo capítulo em suas vidas. O que havia sido planejado como um casamento alegre, com a presença apenas de familiares, toma um rumo inesperado quando convidados inesperados invadem a cerimônia.”

Egor Abramenko (‘Estranho Passageiro: Sputnik’) será responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Luke Piotrowski e Ben Collins, do reboot de ‘Hellraiser‘ e do aclamado ‘A Casa Sombria‘.

A trama é baseada em um conto escrito por Nick Antosca, criador e showrunner do vindouro remake de ‘Cabo do Medo‘.

Ele também servirá como produtor ao lado de Alex Hedlund, Sébastien Raybaud, Greg Gilreath, Adam Hendricks, Nick Shumaker e Dawn Olmstead.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Tom Holland quer adaptar a controversa Saga do Clone em ‘Homem-Aranha 2’

O novo reboot de ‘Homem-Aranha’ ainda nem estreou, mas o ator Tom Holland já quer encarar novos desafios como o amigo da vizinhança.

Em uma entrevista recente ao site Cinema Blend, o jovem intérprete do herói revelou que adoraria adaptar uma das fases mais controversas do personagem, a Saga do Clone.

Diz ele:

“Isso seria demais, eu teria a oportunidade de interpretar sete personagens! Além disso, acho ótima a ideia de ver o Homem-Aranha frente a frente com alguém que possui os mesmos poderes que ele tem. E para mim, faria sentido, pois a clonagem já é algo que pouco a pouco está fazendo parte da nossa realidade, é um assunto que está em voga. Eu consigo imaginar um vilão querendo montar um exército de clones com super poderes para lutar por ele”.

A conturbada narrativa teve seus primeiros vestígios em uma HQ do herói, lançada em 1974, mas sua aparição definitiva foi nos anos 90. O clone, Ben Reilly, assume a identidade de Scarlet Spider e durante o período de circulação da saga, foi especulado que de fato ele seria o verdadeiro Homem-Aranha, fazendo de Peter Parker, o herói que os fãs já estavam acompanhando pelos últimos 20 anos, o clone.

A controvérsia gerou polêmica e revelou algumas falhas latentes que os quadrinhos de heróis publicados em meados da década de 90 possuíam. Eventualmente, a trama se tornou um desdobramento alternativo, que não constitui a narrativa principal.

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 6 de Julho de 2017.

 

Kevin Feige considera produzir filmes de terror no Marvel Cinematic Universe

As produções do Marvel Cinematic Universe são sempre conduzidas para abranger o maior número de espectadores e a classificação indicativa é um fator determinante nesse sentido.

No entanto, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, está realmente considerando cruzar novas fronteiras e a possibilidade de produzir filmes de terror no MCU é real.

Em uma entrevista ao site Comicbook.com ele falou sobre a alternativa, pontuando que quer brincar com mais gêneros nesse universo compartilhado.

Disse:

“Sabe, terror significa uma série de coisas. Quando você fala em terror, você quer dizer filmes como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ ou ‘O Albergue‘? Ou ‘Sexta Feira 13‘ e ‘Poltergeist‘? Este último é mais a minha praia, é mais o meu viés. É um ótimo filme e me assustou pra caramba, além de ser bem divertido. Eu não sei, mas com certeza eu gostaria de brincar com o maior número de gêneros possível”.

 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

 

 

‘American Gods’: 2ª temporada apresenta os velhos deuses em novo trailer; Assista!

A 2ª temporada da aclamada série ‘American Gods’ ganhou um novo e intenso trailer, que apresenta os velhos deuses aos fãs.

Confira:

O canal Starz confirmou que o novo ano estreia dia 10 de março de 2019 nos EUA.

No Brasil, a série chega um dia depois, pela Amazon Prime.

O segundo ano enfrentou muitos problemas nos bastidores, com o afastamento dos showrunners originais, Michael Green e Bryan Fuller, e a demissão de seu substituto, Jesse Alexander. Um novo showrunner ainda não foi anunciado.

Gillian Anderson e Kristin Chenoweth já anunciaram que não retornarão para a 2ª temporada.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

American Gods‘ já está renovada para o terceiro ano.

‘Venom 2’: Cartazes feitos por fã destacam o vilão homônimo e o Carnificina; Confira!

A sequência ‘Venom 2‘ está distante de sua estreia, mas a produção ganhou dois cartazes feito por um habilidoso fã, que trazem o personagem homônimo e o vilão Carnificina em destaque.

O material mostra ambos os protagonistas sendo dominamos pelo simbionte.

Confira:

 

Previsto para 2021, Venom 2’ trará de volta HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris está em negociações para viver a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

Andy Serkis irá dirigir a sequência.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

‘Space Jam: Um Novo Legado’: LeBron James e Don Cheadle tentam explicar o filme em 24 segundos

E para explicar a sequência aos fãs de maneira direta, os astros LeBron James, Don Cheadle e Cedric Joe se reuniram em um novo e divertido vídeo, em que eles tentam explicar o enredo da produção, em apenas 24 segundos.
Confira:

Lembrando que o filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta com LeBron James, Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’) e Don Cheadle.

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

Crítica | Blood: Drama inspirado na história de Michelle Williams e Heath Ledger é poético, mas falta personalidade

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

Chloe é uma mulher e reconstrução, que começa a redescobrir o amor em uma nova terra, distante das constantes lembranças de seu falecido esposo. Cercada pela cultura oriental e diante de um idioma que pouco domina, ela é uma metáfora que até então não conhecíamos da atriz Michelle Williams e de seu doloroso e lento processo de cura pós-morte do seu ex-esposo e pai de sua filha, o astro Heath Ledger.

Williams pouco fala sobre sua história com Ledger, que se consagrou ainda mais ao dar vida ao Coringa na trilogia O Cavaleiro das Trevas. Mas seu amigo e cineasta Bradley Rust Gray canalizou suas angústias e feridas em Blood, um drama romântico sobre recomeços que consegue ser profundamente poético, mas infelizmente pouco eficaz.

Acompanhar a jornada de Chloe (Carla Juri) em sua delicada amizade com Toshi (Takashi Ueno) nos convida a uma reflexão sensível a respeito de como Williams teria lidado com sua própria perda e com a redescoberta do amor. Mas ainda que a inspiração em sua própria jornada e processo estejam nos átrios de Blood, é inegável notar que o longa perece pela falta de personalidade. Exageradamente intimista, o drama é de ritmo lento e deixa o público à espera de um clímax dramático ou de um momento de despertar que nunca chega.

Contemplativo, na expectativa de se tornar sinestésico para a audiência, o drama se torna uma jornada incompleta para sua protagonista, que caminha em círculos durante boa parte da trama. Com um roteiro construído a partir de recortes de momentos e fragmentos do passado de Chloe, Blood é um tanto apático e cansativo. Sua narrativa principal, sempre escondida nas entrelinhas, até funciona, mas não por duas horas de filme – se tornando maçante e repetitivo, como se a história funcionasse como uma extensão das memórias e da rotina da personagem. Talvez se tivesse sido construído como um curta-metragem, a obra de Gray teria funcionado melhor.

E embora o filme tenha uma premissa importante, que reflete sobre a vida em meio ao luto, ele fica mais como um sonho que não se concretizou. Com uma direção poética que explora a estética oriental e o cenário bucólico do interior do Japão, Blood é uma catarse simbólica feita mais para Michelle Williams do que para o público. Não funciona para nós, mas talvez seja exatamente a expressão máxima de como a atriz lidou com sua dor ao longo dos últimos anos. O que já torna o drama algo especial, independente de seus erros.

Crítica | Mãe! – Terror Provocador com Jennifer Lawrence estreia na Netflix

Disponível na Netflix

Sabe quando você está tendo um pesadelo e não consegue acordar? O terror e o desespero começam a tomar conta do seu corpo e você não sabe como reagir, ou seja, se chora ou se grita ou não se move. Este é o angustiante cenário montado por Darren Aronofsky (Noé) para nos envolver na alegoria religiosa de Mãe!, em que cada personagem sem nome próprio representa simbolicamente o nascimento do cristianismo.

Diferente de Noé (2014), última obra do cineasta, este não é um filme bíblico, mas cheio de referências do livro sagrado. No início, um casal, formado por Jennifer Lawrence e Javier Bardem, vive isolado em uma enorme casa. Enquanto ela é responsável por restaurar toda a estrutura do palácio, ele passa os dias buscando inspiração para escrever mais uma história. Até que uma noite, um estranho (Ed Harris) bate à porta, se apresenta como médico e diz que confundiu a grande casa com uma pousada.

Confusa e contrariada com a situação de ter um desconhecido sob o seu teto, Jennifer Lawrence mantém o tom educado ao lidar com o seu desconforto até mesmo quando a esposa do forasteiro (Michelle Pfeiffer) surge e se impõe como dona do espaço.

Paulatinamente, vamos sentindo o desconforto de Jennifer Lawrence com a presença dos indesejados hóspedes. A atriz desempenha uma brilhante performance com tons comedidos da personagem recatada a entregas dramáticas quando tudo começa desmoronar. A câmera passeia bem de perto pelo seu rosto e corpo, conduzindo-nos durante toda projeção. Assim, pouco a pouco, a casa se torna uma espaço de agonia.

Diferente dos delírios de Réquiem para um Sonho (2000) e Cisne Negro (2010), Mother! se apega ao sentido literal, mas na linha do surrealismo. Isso porque os acontecimentos são totalmente inesperados e fora de dimensão aceita como social. Mesmo convivendo com o crescente caos, Jennifer Lawrence tenta manter o seu lar intacto, enquanto o marido está mergulhado na vaidade e busca receber o amor de desconhecidos. A ideia de ser adorado pelo casal estrangeiro o fortalece, tal como um alimento para o corpo.

Lawrence entrega todo o seu talento que já lhe rendeu três indicações ao Oscar e, talvez, mais uma para o próximo ano.

Javier Bardem desempenha brilhantemente o seu papel de sedutor e dominador. Ele é o poder sobre todas as coisas e, principalmente, sua esposa. A benevolência de suas ações durante o filme nos causa mais aflição, sua maior necessidade é ser amado acima de todas as coisas. Vocês já ouviram isso antes, não? Sua presença, no entanto, não é tão marcante quanto a de Michelle Pfeiffer, mesmo em papel secundário.

Mãe! não é um filme de horror, não há cenas de sustos, entretanto, é aterrorizante como a câmera segue Jennifer Lawrence por todos os lados, detalhando cada processo de travessia da personagem da confusão, apaixonamento, horror, aflição, medo até a redenção.

É uma obra questionadora em todos os momentos, todos os detalhes significam e é bom prestar atenção ao que se passa, principalmente na casa, um dos maiores elementos dessa fábula macabra. Por mais confuso e difícil de comprar a ideia principal, já que o filme nos envolve em uma proporção de absurdos, Aronofsky presenteia o público com uma singela explicação, o que transforma este longa em uma obra fantástica. Mãe! é um filme artístico, figurativo e provocador, portanto, é para ser digerido lentamente e como muita interpretação. Se você gosta de desafios, divirta-se!

Eita! Zack Snyder “curte” publicação sobre a saída de Joss Whedon de ‘Batgirl’

O clima esquentou! A rivalidade entre Zack Snyder  e Joss Whedon parece existir desde Liga da Justiça’. Após muitos boatos e alegações, ainda não sabemos ao certo o que se passou nos bastidores do filme dos heróis da DC.

Agora, Snyder acabou “curtindo” um publicação na rede social Vero, que informava sobre a saída de Whedon de Batgirl e, para piorar, a notícia dizia:

“A única notícia ruim é que a imprensa continua achando que a saída de Whedon é uma coisa ruim para o DCEU. Eles realmente deviam aumentar o nível”

Além de Snyder, o fotógrafo Clay Enos, que trabalhou em filmes da DC, também “curtiu” a publicação:

‘Batgirl’: Warner quer uma diretora no lugar de Joss Whedon

Batgirl ainda não tem data para chegar aos cinemas.