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‘Elden Ring’: Adaptação do ACLAMADO game ganha data de estreia nos cinemas!

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A24 e a Bandai Namco Entertainment irão lançar uma ambiciosa adaptação do aclamado e premiado jogo de videogame Elden Ring – e, agora, foi revelada a data de estreia da produção nos cinemas (via Deadline).

O longa-metragem chega às telonas no dia 3 de março de 2028, com Alex Garland (‘Guerra Civil’) dirigindo e escrevendo o projeto. Kit ConnorBen Wishaw estrelam.

O elenco também ganhou novidades, com a confirmação de Cailee SpaenyTom Burke, Havana Rose Liu, Sonoya Mizuno, Jonathan Pryce, Ruby Cruz, Nick Offerman, John Hodgkinson, Jefferson Hall, Emma Laird e Peter Serafinowicz na produção.

Criado por Hidetaka Miyazaki através da FromSoftware, o jogo foi baseado em uma história de George R. R. Martin – autor de ‘Game of Thrones‘.

Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.

Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.

Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.

Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.

Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.

‘O Drama’: Filme com Zendaya e Robert Pattinson já arrecadou quase o TRIPLO do seu orçamento

Sucesso! ‘O Drama‘, romance estrelado por Zendaya e Robert Pattinson, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 80 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa quase o triplo do orçamento do longa – que girou em torno de US$ 28 milhões.

Atualmente, o filme se encontra no TOP 6 das maiores arrecadações globais da história da A24, atrás apenas de ‘Marty Supreme‘ (US$180.4M), ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$147.9M), ‘Guerra Civil‘ (US$127.2M), ‘Amores Materialistas‘ (US$107.9M), ‘Fale Comigo‘ (US$92.2M) e ‘Hereditário‘ (US$90.3M).

Nos EUA, o longa soma US$ 39.6 milhões. No mercado internacional, foram US$ 42.1 milhões.

Crítica | O Drama – Zendaya e Robert Pattinson Estrelam Filme Pesadíssimo Que Vai Fazer Você Refletir…

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 14.4 milhões no território norte-americano. Apesar da competição acirrada com ‘Super Mario Galaxy‘ e ‘Devoradores de Estrelas‘, a produção conseguiu superar a estreia de ‘Amores Materialistas‘ (US$11.3M) e se manteve na média do filme mais recente da Zendaya, ‘Rivais‘ (US$15M).

Com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma nota B do público no CinemaScore.

Crítica com Spoilers | ‘O Drama’ traz Robert Pattinson e Zendaya navegando pelas complexidades da moral

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, apaixonados e em meio aos preparativos finais para o casamento, o casal entra em conflito ao descobrir segredos inesperados. A situação coloca em risco a confiança e o amor entre os dois, trazendo uma nova perspectiva sobre o romantismo. Diante disso, eles passam a questionar se realmente se conhecem e refletem sobre o futuro da relação.

‘Euphoria’: Casamento da Cassie e do Nate é destaque na prévia do próximo episódio da 3ª temporada

A HBO divulgou o trailer do próximo episódio da 3ª temporada de ‘Euphoria‘.

O vídeo destaca o antecipado casamento da Cassie (Sydney Sweeney) e do Nate (Jacob Elordi), que promete ser marcado por reencontros inesperados.

Intitulado The Ballad of Paladin, o episódio será lançado no dia 26 de abril.

‘Euphoria’: 3ª temporada divide a opinião dos críticos com 56% de aprovação no RT; Confira as reações!

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Compositor explica saída de ‘Euphoria’: “Não deixo que me tratem como lixo”

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

“A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa”, diz a sinopse.

O Diabo Veste Prada | Revisitando um dos filmes mais ADORADOS do século

Em 2003, Lauren Weisberger lançava um dos romances mais populares da década e que imediatamente figurou na lista de best-sellers da New York Times: O Diabo Veste Prada. Funcionando como um roman à clef, ou seja, um romance ficcional com elementos reais, Weisberger narrou seu breve tempo como assistente de Anna Wintour na prestigiada revista de moda Vogue – construindo um universo próprio que não apenas se beneficiou de uma recontagem espirituosa sobre uma das mulheres mais poderosas da indústria do entretenimento e a politicagem de uma das engrenagens mais competitivas da sociedade.

Encontrando sucesso crítico e comercial, o romance de Weisberger caiu no gosto dos leitores por fornecer um vislumbre da indústria da moda a partir de uma experiência pessoal. Não é surpresa que, pouco tempo depois, a agora extinta 20th Century Fox adquiriu os direitos de adaptação do livro e escalou a produtora Wendy Fineman, o diretor David Frankel e a roteirista Aline Brosh-McKenna para transcreverem as páginas da autora para as telonas. Em 2006, o projeto ganhou vida e, em pouco tempo, fez um barulho considerável que lhe garantiu um legado contínuo e que, nesse momento, está em vias de se expandir com uma ambiciosa sequência.

É difícil encontrar alguém que nunca tenha assistido ao filme, ainda mais por, em vários momentos, ter superado a qualidade dos escritos de Weisberger. A trama é centrada em Andy Sachs (Anne Hathaway), um jovem recém-formada em jornalismo que consegue um emprego na renomada e venerada revista de moda Runway, um arauto artístico que reúne e influencia diversos artistas, redatores e nomes da área. Andy trabalhará para a editora-chefe Miranda Priestly (Meryl Streep) como uma de suas assistentes pessoais, dividindo o cargo com a elegante e esnobe Emily Charlton (Emily Blunt), que logo de cara já a introduz nesse mundo frenético e exaustivo.

Não demora muito até que a protagonista perceba que Miranda comanda a Runway a mãos de ferro e, da mesma maneira que é respeitada, é temida. Postando-se como uma destemida e calculista empresária e amante da moda, ela pede tanto a Andy quanto a Emily as tarefas mais absurdas possíveis, como se estivesse testando sua lealdade de maneiras quase cruéis. A jovem, então, percebe que as coisas são muito mais complicadas do que parecem e, pouco a pouco, desponta como uma espécie de extensão de Miranda em seus próprios moldes – movida pela necessidade de se provar em um escopo comandado por homens e navegando entre os dilemas do âmbito profissional e do pessoal.

Contando ainda com Stanley Tucci como o icônico Nigel, braço-direito de Miranda que logo se torna um grande amigo de Andy, e Adrian Grenier como Nate, namorado de Andy, o longa fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar US$326,7 milhões ao redor do mundo, além de conquistar duas indicações ao Oscar – incluindo Melhor Atriz para Streep, que eternizou Miranda como uma das melhores e mais “amadas” antagonistas da cultura pop. O que ninguém imaginava, porém, é que a forte recepção lhe garantia um apreço crescente e beirando uma relação parassocial, em que as explorações políticas são suavizadas com o convidativo e ambíguo ambiente empresarial – nesse caso, regado a Chanel, Jimmy Choo e Valentino.

Tanto o filme quanto o livro ajudaram a popularizar um movimento de denúncia e de discussão sobre a toxicidade no ambiente do trabalho, mas utilizando a personalidade firme e indelével de Miranda como um complexo objeto de estudo. Sim, a poderosa editora-chefe praticamente tortura suas assistentes ao encurralá-las em um labirinto de ansiedade e aflição; por outro lado, o aparente desprezo que sente pelos outros serviu de combustível para que ela escalasse a desigual pirâmide social da indústria, em meio a inescrupulosas e sensacionalistas manchetes que insistiam em analisar sua vida microscopicamente – incluindo o fato de que, enquanto seu império crescia, suas relações pessoais se desmantelavam.

Miranda é uma personagem intrincada e cheia de sutilezas que vão aparecendo à medida que Andy se torna uma improvável aliada da Runway – e tanto a protagonista quanto Emily são ramificações da editora-chefe. Emily deseja mais que tudo beber da fonte de inspiração que Miranda é, endeusando-a o tempo todo e recusando-se a falhar em seu trabalho, mas vendo-se sem chão quando o sonho de acompanhá-la na Fashion Week de Paris vai pelos ares. Andy, querendo apenas reiterar sua ética profissional e fazer o que gosta (escrever), se aproxima cada vez mais da personalidade de Miranda, compreendendo as minúcias da área cinzenta da moral e dos valores que sempre defendeu quando lida com uma realidade totalmente diferente.

O Diabo Veste Prada também ajudou a reestruturar a visão do público geral sobre a indústria da moda – e fez questão de alcançar esse objetivo de maneira clara e contundente, seja nas cenas em que Nigel explica a Andy que a Runway não é apenas uma revista, e sim um estilo de vida que materializa as abstrações oníricas dos leitores; ou quando Miranda, reclamando o trono do império que construiu do zero ao se ver na iminência de ser substituída.

o diabo veste prada 2

O segundo capítulo dessa mini-franquia cinematográfica, dessa maneira, é um lembrete do inescapável legado deixado não só pelo romance de Weisberger, mas de como o filme alcançou um status inegável como uma das grandes comédias dramáticas do século, angariando uma legião de fãs que mal podem esperar para retornar aos movimentados corredores da Runway.

Lembrando que ‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas nacionais em 30 de abril.

‘Divergente’ ganhará dois novos livros ambientados em realidade ALTERNATIVA; Saiba mais!

divergente cinepop
divergente cinepop

Quinze anos depois de ter dado vida à saga literária Divergente, a autora Veronica Roth está retornando ao universo distópico com dois novos romances.

Neste último sábado (18), Roth anunciou durante a BookCon em Nova York que escreveu uma duologia ambientada em um “universo alternato”, em que a protagonista Tris não escolheu a facção Audácia.

“Não é uma prequela, nem uma sequência, nem um spin-off, nem um ponto de vista diferente, mas sim um universo alternativo de Divergente onde Tris escolhe uma facção diferente”, explicou Roth ao USA Today. “Acho que a questão de ‘quem é Tris sem a Audácia’ é interessante”.

Embora A Sexta Facção’ (‘The Sixth Faction’, no original), com lançamento agendado para 6 de outubro nos mercados internacionais, possa ser lido como um livro independente, Roth está particularmente ansiosa para ver a reação dos fãs da franquia a essa nova perspectiva da personagem.

Enquanto na trilogia original Tris escolheu a Audácia, a facção da bravura, em A Sexta Facção’, uma tragédia acontece durante sua Cerimônia de Escolha, onde sua decisão a lança em uma rebelião clandestina. Lá, ela conhece um garoto misterioso chamado Tobias “Quatro” Eaton, o interesse amoroso de Tris nos livros originais.

“Para os fãs de longa data, estou animada para que vejam como o antigo e o novo se entrelaçam”, provocou Roth. “Você pode pensar que certas coisas não aconteceriam porque ela escolheu uma facção diferente, mas ela acaba encontrando as mesmas pessoas. Ver como isso acontece é uma parte muito divertida”.

Nos livros originais, Divergente(2011), Insurgente (2012) e Convergente (2013), Tris Prior é uma adolescente que vive em uma Chicago pós-apocalíptica, onde a sociedade está dividida em cinco facções. Ao descobrir que é uma Divergente, o que significa que não pertence a apenas uma delas, Tris precisa esconder sua condição enquanto uma guerra se aproxima.

Shailene Woodley interpretou a protagonista nas adaptações cinematográficas da Lionsgate, Divergente (2014), ‘A Série Divergente: Insurgente (2015) e A Série Divergente: Convergente (2016), com um último filme, Ascendente’, planejado mas eventualmente engavetado.

Juntos, os três filmes da franquia arrecadaram mais de US$ 743 milhões mundialmente.

Crítica | ‘Agora’ nos apresenta a uma iminente distopia social como uma das melhores peças do ano

Fazer arte nunca foi algo fácil, principalmente quando pensamos na falta de apoio e de incentivos às expressões artísticas no Brasil. Seja no cinema, na literatura ou no teatro, são vários os nomes que passam longe do radar mainstream, permanecendo na obscuridade por um tempo criminosamente longo antes de, com sorte, serem descobertos por obra do destino. E, em meio a inúmeras produções que despontam nos quatro cantos do nosso país, algumas delas são dotadas de uma profundidade marcante e que, através de uma irrequieta quietude, nos convidam a refletir sobre a falsa sensação de solidez que mascara uma sociedade marcada por rachaduras e fragilidade.

Esse é o caso da peça Agora. Em cartaz no Centro Cultural São Paulo (CCSP) até o dia 26 de abril, a produção autoral nos apresenta a uma distopia em que o tempo foi abolido e, em meio ao colapso iminente de tudo o que se conhece, uma pequena e peculiar loja de relógios tenta sobreviver, espremida entre uma epidemia de farmácias que domina a cidade e que oferece conforto e uma pseudo-solução aos destituídos do tempo. Sarah Lessa e Vitor Albuquerque encarnam os protagonistas dessa idiossincrática história e nos convidam para uma cíclica metalinguagem que nunca perde seu momento e sua contundência nos breve sessenta minutos de espetáculo.

Lessa e Albuquerque desenvolvem a peça dentro de uma peça, singrando pelas personalidades narradoras com que se apresentam ao público e pelas nostálgicas contrapartes que pertencem à loja de relógios e à efêmera ideia de permanência que ela representa. Borrando a linha divisória entre o passado e o presente e reafirmando a abolição da cronologia como a conhecemos da sociedade – e cuja mera menção já é motivo de repreensão -, o enredo assinado por Cecilia Ripoll não apenas abraça o conceito dessa ruptura com convenções abstratas, mas faz questão de uma metadiegese que explode em reflexões existencialistas, um humor ácido e pungente, e uma preocupação cênica que beira o espetáculo cinemático.

O projeto é de complexa digestão, mas não por ser prolixo ou rocambolesco, e sim por ressoar de diferentes maneiras com cada espectador, abrindo um leque considerável de possibilidades de compreensão que singra entre o individual e o universal. E, à medida que se expande como um reflexo intrincado da humanidade, a direção de Chia Rodriguez mergulha em um estudo de personagens que transforma a dupla de protagonistas em emblemáticas materializações da ruína social. O mais interessante é a maneira como ela se apropria de uma sombria fábula contemporânea que amalgama, sob um mesmo espectro, as pulsões do surrealismo e da performance.

O colapso do tempo se reflete na multiplicidade estética que se desenrola no palco: logo de início, Lessa e Albuquerque dançam pelo espaço em uma breve exploração da jocosidade circense que, de forma derradeira, prenuncia a agourenta atmosfera da qual a narrativa é tomada. A fragilidade humana é explorada, destarte, através do encontro entre comédia e drama, entre melancolia e suspense, em que os personagens se tornam reféns de um conceito que foi criada pelos próprios indivíduos e que, quando deixa de existir, leva consigo vestígios de uma civilização que transmuta numa velocidade inconsequente e incontrolável. A partir daí, constrói-se uma abertura para tratar sobre a contínua batalha contra o envelhecimento, em que o agora é vendido como método de contentamento compulsório e de controle.

A peça não tem medo de ser incisiva quando precisa, e faz isso de maneira exemplar com a química explosiva dos protagonistas: Albuquerque acompanha o ritmo do projeto em um crescendo interminável e que encontra o equilíbrio entre a soturnidade e o exagero até os segundos finais; Lessa, por sua vez, nos encanta com um magnetismo excepcional e uma habilidade camaleônica inexplicável que a faz tomar as rédeas do próprio enredo – do qual, inclusive, ficou responsável pela idealização e pela realização. Caminhando pela complacência de um passado que não existe e de um presente que escorre pelas mãos como grãos de areia, a dupla nos guia por uma desvanecida memorabília que os enclausura cada vez mais em um beco sem saída.

A vibrante e onírica imagética entra em exuberante conflito com a densa temática da história: Victor Paula, responsável pela direção de arte e pelo design gráfico, aposta em cores quentes e vibrantes que criam atrito com a complacência mandatória da cruel realidade em que os personagens se encontram; o desenho de luz assinado por Dimitri Luppi navega pela falsa sensação de estabilidade que dá espaço, pouco a pouco, para o torpor labiríntico do violeta e do dourado – tudo convergindo para a esplêndida trilha sonora de André Papi e para um primoroso e genial grand finale.

Mesmo com breves deslizes estruturais (como certos momentos longos de pausa e algumas deixar perdidas), Agora respira arte e mostra que o teatro brasileiro precisa de mais atenção, tanto nacional quanto internacional – não devendo nada a produções mainstream ao passo que deixa sua marca no cenário independente com um comprometimento inestimável.

Foto: André Nicolau

‘Homem do Amanhã’: Astro de ‘The Wire’ se junta ao elenco da sequência de ‘Superman’

Em celebração ao Dia do Superman, o realizador James Gunn recorreu às redes sociais para compartilhar uma foto ao lado de seus “super amigos” – e aproveitou para revelar que ‘Homem do Amanhã’ ganhou mais um membro em seu elenco.

Como visto na postagem, Andre Royo, conhecido por seu trabalho no aclamado drama criminal ‘The Wire’ e já tendo colaborado com Gunn no filme ‘Super’, fará parte da aguardada sequência de Superman.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

A escalação de Royo vem poucos dias depois Adria Arjona (‘Pisque Duas Vezes’) também ter sido confirmada no elenco como Maxima, uma rainha guerreira do planeta Almerac.

Apresentada pela primeira vez em Action Comics #645 em 1990, a personagem chega à Terra em busca de um parceiro adequado e logo coloca seus olhos no Superman. Criada pelo escritor Roger Stern e pelo artista George Pérez, ela é retratada em diferentes momentos nos quadrinhos da DC como antagonista, aliada e possível interesse amoroso do Homem de Aço.

O elenco ainda contará com David Corenswet no papel titular; Rachel Brosnahan como Lois Lane; Nicholas Hoult como Lex Luthor; Lars Eidinger como Brainiac; Skyler Gisondo como Jimmy Olsen; Sara Sampaio como Eve Teschmacher; Isabela Merced como Mulher-Gavião; Nathon Fillion como Guy Gardner; Edi Gathegi como Senhor Incrível; e Aaron Pierre como John Stewart/Lanterna Verde.

James Gunn (‘O Esquadrão Suicida’) retorna à direção.

A trama do novo filme promete elevar as apostas do DCU ao apresentar uma aliança improvável: o Homem de Aço precisará unir forças com o Lex Luthor para deter a ameaça tecnológica de Brainiac, que visa a coleção de mundos.

As filmagens oficiais estão agendadas para começar no próximo dia 17 de abril de 2026, dividindo-se entre os estúdios de Atlanta e locações em Londres. O longa tem estreia mundial marcada para 9 de julho de 2027, consolidando a nova era da DC nos cinemas sob o comando de Gunn e Peter Safran.

Conheça o elogiado TERROR da A24 produzido por Emma Stone que está disponível na HBO Max

Jane Schoenbrun fez sua estreia diretorial com o aclamado ‘Vamos Todos à Exposição Mundial’, que encontrou sucesso imediato de crítica e de público e apostou em uma profunda e inesperada análise social sobre temas como autorrealização, disforia e mediação identitária, valendo-se de uma estética onírica que mancha as linhas divisórias entre fantasia e realidade através de uma habilidade invejável. Dois anos depois de ter feito um glorioso debute, Schoenbrun retornou com o ambicioso terror psicológico ‘Eu Vi o Brilho da TV’, disponível no catálogo da HBO Max e que ampliou esse universo quase surrealista e intangível em um dos melhores do gênero da década através de uma insana e intrincada narrativa sobre nostalgia e compreensão.

A trama é centrada em Owen, interpretado por Ian Foreman em sua versão mais jovem e por Justice Smith em sua mais velha. Owen é um garoto tímido que, navegando pela turbulenta passagem da infância para a adolescência – e, enfim, para a vida adulta -, nunca se sentiu pertencente a qualquer lugar. Em um determinado dia, ele cruza caminho com Maddy (Jack Haven), uma garota isolada e apaixonada por uma série de televisão de fantasia jovem-adulta chamada The Pink Opaque. A produção acompanha duas adolescentes que utilizam seus poderes psíquicos para combater o supervilão Sr. Melancolia e seus asseclas – e imediatamente chama a atenção de Owen.

Interessado em assistir, ele inventa uma mentira para os pais para dormir na casa de Maddy e, de imediato, se vê engolfado em um universo que beira o nonsense e que, de alguma maneira, parecem ecoar na tristonha e desconexa realidade em que está – funcionando como algo maior do que um escape, e sim como uma peça de um complexo quebra-cabeça que ele ainda estava tentando entender. E o mesmo acontece com Maddy: sentindo-se desprendida do cruel mundo em que está, ela acredita que o mundo de The Pink Opaque é uma verdade imutável e que ela está presa em um ciclo de decepções e solidão como uma punição sádica. Não é surpresa que, em um ímpeto psicótico, ela resolve fugir de casa e desaparecer por anos.

Schoebrun promove uma análise existencialista que transforma os tropos do gênero em uma extensão da intrincada psique humana, esquadrinhando temas que se destrincham em metáforas originais e que atingem seu objetivo de nos arrepiar e nos angustiar por obrigar os personagens a confrontarem seus medos. Não é surpresa que a estrutura do filme opere em um âmbito simbólico e coloque ambos os personagens em respectivos arcos de amadurecimento, mas pincelados com um sombrio agouro que não pensa duas vezes para navegar por territórios ambíguos. “Você tem medo do que tem aí dentro”, Maddy diz a Owen em uma das cenas-chave do filme.

Ainda morando com os pais depois de se graduar no colégio, Owen permanece em um crescendo depressivo que se agrava após a morte da mãe e ao compreender que está preso à única cidade que conhece. Maddy, então, faz um inesperado regresso e diz que, em suas andanças tentando se afastar de uma vida desprezível, ela percebeu que, na verdade, ambos fazem parte de The Pink Opaque, tendo sido envenenados pelo Sr. Melancolia e presas em uma realidade obscura e da qual precisam escapar (para que uma nova temporada comece).

Como podemos ver, Schoenbrun, também responsável pelo roteiro, tem um apreço significativo pelas pulsões psicodramáticas e, dessa maneira, apoia-se em bases bem conhecidas e sólidas para promover um profundo estudo de personagens que nos deixa arrebatados. As vibrantes e coloridas cenas, colocadas em justaposição com uma sobriedade impulsiva e inescapável, permitem que o palpável e o imaginário sejam apenas extensão um do outro – e garantem que o recurso visual e estilístico transmute-se em palco para discussões sobre transsexualidade, saudosismo compulsório e libertação identitária.

Singrando em meio a tantas peculiaridades inebriantes, está o trabalho memorável dos dois atores principais. Lados de uma mesma moeda e supostas vítimas de uma artimanha sobrenatural, Smith e Haven se complementam pela forte oposição de personalidades – esta encontrando a verdade por sua determinação autodestrutiva, aquele complacente em uma autodestruição similar, e ambos caminhando lado a lado numa tentativa de encontrarem quem realmente são. Tendo seus respectivos arcos, Smith se entrega de corpo e alma a uma personalidade que parece não existir por conta própria e em detrimento de uma ambígua libertação que Haven, em uma gloriosa performance, encontra com Maddy.

‘Eu Vi o Brilho da TV’ com certeza não é o tipo de projeto que agradará a todos e, eventualmente, posa como um título nichado que une horror e drama psicológico em um mesmo lugar, oferecendo uma perspectiva diferenciada da que estamos acostumados para tratar de temas extremamente atuais. Com uma distinta estética e valendo-se do talento de seus atores principais, Schoenbrun promove uma exploração experimental da complexidade da vida e da nostalgia de maneira instigante e diabolicamente sedutora.

Ethan Embry é escalado para a 3ª temporada do SUSPENSE ‘Detetive Alex Cross’, do Prime Video

Segundo o DeadlineEthan Embry (‘Pânico 7’, ‘Grace e Frankie’) foi escalado para o elenco da 3ª temporada de ‘Detetive Alex Cross, popular série de suspense do Prime Video baseada na icônica saga de James Patterson.

Embry dará vida a Frederick, um carismático mentor de sobriedade conhecido por sua liderança com “amor bruto”. Forte, resiliente e generoso com o próprio tempo, ele é amplamente admirado pela capacidade de fazer os outros serem vistos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

Melancólica e reflexiva, Kacey Musgraves lança a inédita “Middle of Nowhere”; Ouça!

A aclamada cantora, compositora e produtora Kacey Musgraves lançou recentemente o segundo single oficial de seu vindouro sétimo álbum de estúdio, intitulado ‘Middle of Nowhere’.

A faixa que empresta seu título ao compilado já está disponíveis nas plataformas, precedido pela elogiada “Dry Spell”. O disco, por sua vez, tem lançamento agendado para o dia 1º de maio.

Ouça:

Consagrando-se como uma das principais vozes do country contemporâneo, Musgraves fez sua estreia oficial no cenário fonográfico com ‘Same Trailer Differente Park’, em 2013, que lhe rendeu o Grammy de Melhor Álbum Country.

Em 2018, a artista lançaria a obra-prima de sua carreira, Golden Hour, que lhe rendeu a estatueta de Álbum do Ano e entrou para a nossa lista dos Melhores Álbuns Internacionais do Século XXI, contando com faixas como “Space Cowboy”“Butterflies”.

Suas últimas incursões foram Star-Crossed, em 2021, que apareceu na nossa lista de Melhores Álbuns do Ano; e o elogiado Deeper Well, em 2024.

Crítica | ‘A Colega Perfeita’ – Um puro suco de entretenimento pouco envolvente

Sufocando a ironia e se apropriando de situações cotidianas sob um ponto de vista norte-americanizado de uma garotada que enxerga a vida adolescente de muitas formas, o longa-metragem A Colega Perfeita, novo lançamento da Netflix, busca ser uma comédia engraçada, com pitadas de reflexões. No entanto, a obra cai no lugar-comum na maior parte do tempo, sem apresentar nada de novo, numa mescla de baboseira e lições existenciais rasteiras.

Dirigido pela cineasta canadense Chandler Levack, com roteiro assinado por Jimmy Fowlie e Ceara O’Sullivan, o filme apresenta uma narrativa feita para agradar a juventude que busca um passatempo ligeiro, sem muitas pretensões de fazer pensar sobre os temas que aparecem, encontrando nas situações conflituosas – e nos exageros – o riso fácil. Por meio dos mais diversos clichês e da falta de inventividade, recorrendo aos esteriótipos por todos os lados, embarcamos na comodidade de um roteiro que se esconde de qualquer profundidade.

Uma orientadora resolve ajudar duas amigas que dividem o quarto e estão em conflito, contando uma história. Assim, conhecemos a trajetória da jovem e estudiosa Devon (Sadie Sandler), que está em um momento divisor de águas, marcada pela ansiedade diante da entrada na universidade, onde vai estudar arquitetura. Sem muitas amizades, acaba conhecendo Celeste (Chloe East), uma jovem mais velha que também vai entrar na faculdade. Elas decidem dividir o mesmo quarto, e os conflitos começam a aparecer.

Contornando a cultura pop para entregar uma série de referências de rápida assimilação, essa comédia escrachada caminha por questões que cercam os quase jovens adultos, como a sexualidade, a chegada das responsabilidades da vida adulta e os deslizes que a imaturidade pode provocar. Entre razões e emoções, o filme se lança em um caminho que tenta se encontrar com lições sobre a inconsequência, a sociabilidade e a necessidade de uma zona de conforto, preenchendo os quase 110 minutos de projeção com um puro suco de entretenimento pouco envolvente.

A Colega Perfeita ainda possui um discurso pouco convincente, que encosta em conveniências, e deixa muito a desejar quando pensamos em desenvolvimento de personagens. O que domina a tela é o absurdo de situações mirabolantes, usadas – talvez – para ensaiar reflexões que não se mostram eficientes e, muitas vezes, nem geram o tão sonhado riso.

Crítica | Madonna nos convida de volta às pistas de dança com o ótimo single “I Feel So Free”

Madonna não é a rainha do pop por qualquer motivo e, através de uma expressiva e impactante carreira que se estende por mais de quatro décadas e conta com inúmeros hits mundiais que comportam uma gama inacreditável de gêneros – do disco ao kabbala, do dance ao fado. E, em meio a tantos álbuns que marcaram época e construíram um inegável inescapável que perdura até os dias de hoje, um dos mais relembrados de sua discografia é o aclamado vencedor do Grammy Confessions on a Dance Floor.

Lançado em 2005, o compilado de originais é um divisor de águas que serviu como lembrete da longevidade da titânica musicista, principalmente após a recepção divisiva de ‘American Life’, que também representou um significativo fracasso comercial quando comparado aos outros discos da performer. Apoiando-se no trabalho de nomes como Donna Summer, Giorgio Moroder e Bee Gees, a cantora e compositora construiu um arauto celebratório da vida e do prazer que deu origem a atemporais faixas como “Hung Up” e “Sorry”, misturando dance, electro, synth-pop e pós-disco em um único lugar.

Mais de vinte anos depois, Madonna está de volta com um aguardado segundo capítulo dessa irretocável odisseia com ‘Confessions II’, com lançamento agendado para o dia 3 de julho em todas as plataformas de streaming. O projeto marca o décimo quinto álbum de estúdio da rainha do pop e inclusive a faz retomar parceria com a Warner Bros. em um acordo histórico e muito ambicioso. Pouco depois de confirmar o disco, a artista nos presenteou com o lead single dessa vindoura e antecipada epopeia: o lead single “I Feel So Free”, que nos convida a retornar para as pistas de dança de maneira quase mandatória, em uma nostálgica aventura sob os holofotes e o globo de espelhos que traz o melhor de Madonna à tona.

Ao longo de surpreendentes e gratos cinco minutos de duração, a cantora nos reintroduz ao universo anacrônico que criou duas décadas atrás em uma notória solenidade e respeito, escancarando as portas para uma viagem pelo tempo que nos tira dos convencionalismos do tempo. Em um solilóquio robótico que é acompanhado pela pulsão dos sintetizadores e pelos conhecidos arranjos eletrônicos do dance e do EDM, ela agradece aos fãs por comparecerem a esse “evento”, narrando como às vezes se esconde nas sombras e cria uma nova personalidade para seguir em frente, desejando ser mais autoconfiante como os outros – mas como, “aqui fora, na pista de dança, eu me sinto muito livre”.

Aliando-se mais uma vez a Stuart Price, um dos principais colaboradores do álbum original, Madonna volta a demonstrar um apreço significativo pelo prazer e pelo escapismo artísticos, apoiando-se na estética firmada nos anos 1970 e 1980 do disco e do dance para exaltá-los como pode. Dessa maneira, à medida que nos instiga com as crescentes notas dos instrumentos eletrônicos e borra os limites entre passado e presente, ela promove homenagens contundentes e bem claras para Moroder, Donna Summer e até mesmo a si própria ao se inspirar em “Future Lovers” – além de incrementar a estrutura com os deliciosos e inebriantes estilos do deep house e do acid house.

“I Feel So Free” é um ótimo início para uma das eras mais aguardadas da maior artista feminina de todos os tempos – e que serve para cimentar uma carreira marcada por revoluções estéticas e musicais que são emuladas até hoje. Movendo-se em seu próprio ritmo e em uma indesculpável defesa da libertação e do empoderamento, o lead single nos prepara para o que pode ser um dos melhores álbuns de Madonna.

Madonna lança “I Feel So Free”, lead single de seu NOVO álbum de estúdio; Ouça!

A rainha do pop Madonna está pronta para voltar às suas raízes no mundo da música e, após assinar um novo contrato com a Warner Records, finalmente anunciou o lançamento do aguardado Confessions on a Dance Floor: Part II’.

O compilado de originais funciona como sequência do aclamado e premiado Confessions on a Dance Floor, lançado em 2005. O projeto trará a cantora e compositora ao lado de Stuart Price, que produziu o disco original.

O álbum tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão16 faixas na versão deluxe – e, para celebrar as boas novas, a icônica performer divulgou a primeira canção e o carro-chefe do disco: “I Feel So Free”.

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O álbum marca o primeiro de originais de Madonna desde ‘Madame X’, lançado em 2019 e que contou com os singles “Medellín”“Dark Ballet”“God Control”.

Confessions on a Dance Floor foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”“Sorry”“Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como BeyoncéLady GagaBritney Spears.

Ponto Sem Retorno

(The Dog Stars)

 

Elenco:

Jacob Elordi
Josh Brolin
Margaret Qualley

 

Direção: Ridley Scott

Gênero: Ficção Científica

Duração: — min.

Distribuidora: 20th Century Studios

Estreia: 27 de Agosto de 2026

Sinopse: 

A trama de PONTO SEM RETORNO é situada em um mundo pós-apocalíptico no qual um vírus destruiu a maior parte da humanidade, com sobreviventes sendo aterrorizados por catadores errantes chamados “Ceifeiros”. O protagonista é Hig, um piloto que sobreviveu à gripe que matou todos que ele conhecia, inclusive sua esposa. Ele mora no hangar de um pequeno aeroporto abandonado com seu cachorro, seu único vizinho, um ex-fuzileiro naval armado. Quando uma transmissão aleatória de alguma forma passa por seu rádio, a voz acende dentro dele a esperança de que uma vida melhor possa existir se ele voar um pouco mais longe. Logo, ele arrisca tudo para perseguir um possível refúgio.

Curiosidades: 

» ‘The Dog Stars’: Novo filme de Ridley Scott é DETONADO em primeira exibição-teste

» Com roteiro assinado por Mark L. Smith (‘O Regresso’) e Christopher Wilkinson (‘O Dono do Jogo’), o longa é baseado no romance homônimo de Peter Heller;

» Benedict Wong se junta ao elenco de ‘The Dog Stars’, novo filme de Ridley Scott

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

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O CinePOP esteve presente na CinemaCon 2026, em Las Vegas, e traz um vídeo contando tudo o que rolou no painel da Paramount Pictures. Tivemos as primeiras cenas de ‘Sonic 4‘ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal‘, ‘Todo Mundo em Pânico 6‘, ‘Jackass 5‘ e mais…

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O novo capítulo de ‘Sonic‘ está programado para estrear no dia 19 de março de 2027.

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O novo longa, fruto da colaboração entre SEGA, Sonic Team e Paramount Pictures, deve acompanhar Sonic e seus amigos supervelozes em um confronto com um novo e misterioso vilão: Metal Sonic, que foi introduzido na cena pós-créditos do filme anterior.

Felizmente, a equipe contará com a ajuda de uma nova e importante aliada, a ouriça de pelos cor-de-rosa Amy Rose – que será dublada pela Kristen Bell (‘The Good Place’).

O elenco de vozes contará novamente com Ben Schwartz como Sonic, Idris Elba como Knuckles, o equidna, e Colleen O’Shaughnessey como Tails “Miles” Prower.

Há também a possibilidade de Keanu Reeves retornar para dar voz a Shadow, após sua estreia no terceiro filme.

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Crítica | Remasterizado em 4K, ‘Suspiria’ continua como uma das obras-primas do terror cinematográfico

Dario Argento se transformou em um dos pilares do terror e do giallo no cenário cinematográfico e, por seu expressivo trabalho principalmente nas décadas de 1970 e 1980, é alcunhado como o Mestre do Horror. Ao utilizar os conhecidos tropos do gênero para explorar a loucura humana, Argento eternizou vários títulos de grande apreço pelos cinéfilos – incluindo sua popular trilogia conhecida como ‘As Três Mães’. A saga fílmica nos apresentou a três poderosas bruxas destinadas a governar e a subjugar o planeta, tendo início com o que podemos considerar um dos longas-metragens mais influentes da sétima arte: Suspiria, que ganhará um merecido relançamento em 4K nos cinemas brasileiros a partir de 23 de abril.

A trama é centrada em Suzy Bannion (Jessica Harper), uma jovem bailarina que veio dos Estados Unidos para a cidade de Freiburg, na Alemanha, a fim de estudar na prestigiada escola de ballet conhecida como Tanz Akademie. Ao chegar lá, ela se depara com uma das estudantes, Pat Hingle (Eva Axén) fugindo da instituição ao ser tomada pelo mais puro medo, em disparada para a sombria floresta que circunda o local. Suzy é forçada a dormir na cidade ao ser impedida de entrar nas facilidades da Akademia, retornando no dia seguinte para descobrir que algo muito sinistro se esconde nos corredores da escola e que, como ela pouco a pouco percebe, coloca a vida de cada uma das estudantes em perigo iminente.

Suzy se torna centro de uma espécie de conspiração que cresce cena a cena e que conta com uma série de eventos misteriosos que tornam toda essa arrepiante jornada ainda mais suculenta e instigante. A protagonista, por exemplo, descobre através de Sara Simms (Stefania Casini), outra bailarina da academia, que Pat agia de maneira muito estranha antes de fugir da instituição e, eventualmente, foi assassinada; Sara também lhe conta sobre a taciturna e enigmática figura da diretora da escola, conhecida como Helena Markos, cujas feições nunca nos são reveladas, mas que marca presença através de uma aura quase intangível, acompanhada de uma atmosfera agourenta e angustiante.

Não demora muito até que Suzy perceba o que, de fato, a Akademie é: à medida que várias estudantes começam a desaparecer, incluindo Sara, a personagem principal descobre que a diretora, na verdade, é uma poderosa líder de um clã de bruxas (que descobrimos ser conhecida pelo nome de Mater Suspiriorum na sequência ‘Inferno’, de 1980), cuja força vital provém de sacrifícios humanos. Sem a líder, o clã não pode sobreviver – e é a partir daí que Suzy descobre um jeito de impedir que o reino de caos e de morte tenha continuidade, culminando em uma epopeica resolução regada a chamas e a ruínas que serviria de base para diversas produções do gênero.

A produção é baseada na coleção de ensaios Suspiria de Profundis’, assinada pelo romancista britânico Thomas De Quincey, cuja tradução do latim é “suspiros das profundezas”. Quincey explora o processo da memória quando influenciada pelo uso de drogas alucinógenas, em especial o ópio (uma das substâncias mais conhecidas e perigosas que causou uma crescente epidemia no século XIX). Com o objetivo de explorar os cantos mais obscuros da mente humana, o autor foi relido através de um estilizado arauto audiovisual que permitiu a Argento explorar essas delineações através de pulsões psíquicas de tirar o fôlego e, ao mesmo tempo, imortalizar um dos maiores filmes de bruxas de todos os tempos.

Enquanto Argento se tornou muito conhecido por suas incursões giallo, Suspiria se apropria de conhecidos tropos do subgênero para construir uma fábula sobrenatural e sua magnum opus. Temos o uso marcante de cores quentes, em especial o vermelho-sangue e o escarlate, um indicativo constante de um perigo inescapável – e cujo proposital excesso é acompanhado de longas sequências cênicas e uma explosiva e dissonante trilha sonora imbuída em rock progressivo e assinada pela prestigiada banda Goblin, ao lado do realizador.

O diretor e roteirista, adaptando os escritos de Quincey ao lado de Daria Nicolodi, tem uma ideia muito clara do que quer fazer e atinge um ápice criativo que imediatamente nos arrebata – e que funciona muito bem dentro dos breves cem minutos de tela. A fotografia encabeçada por Luciano Tovoli reitera o magnânimo escopo da escola e dos cenários secundários – tanto com o prédio residencial em que Pat se refugia após abandonar a escola, quanto com o aeroporto em que Suzy desembarca antes de ir para a instituição –, alcançando o que deseja com o uso de lentes anamórficas que conferem um caráter visual elevado ao terror.

Tovoli e Argento unem forças para uma parceria irretocável que se apoia em ângulos exagerados e uma visão panorâmica ampliada que não apenas nos engolfa ainda mais nesse vibrante e assustador universo, mas reafirma a ideia da própria trilogia que tomaria forma nas décadas seguintes – de que a presença das Três Mães funciona como prenúncio para a destruição do planeta como o conhecemos. A dupla, inclusive, nutre de uma simbiótica relação artística que demonstra um apreço e uma habilidade invejáveis para perspectiva e ponto de fuga, optando por ousadias cinematográficas que nos convidam a um espetáculo sinestésico e catártico.

É muito interessante ver como a estética adotada por Argento nos remete ao clássico musical francês ‘Os Guarda-Chuvas do Amor’, em especial pela paleta de cores primárias e pelo design de produção que beira um onirismo inebriante, como visto nos papéis de parede que enfeitam os cenários, ou até mesmo no conflito entre o verde, o vermelho e o azul que auxilia na estrutura torturante que engolfa a protagonista, impactando, assim, na irretocável performance de Harper e sagrando-a um dos emblemas do gênero.

Quase cinquenta anos depois de ser lançado nos cinemas, Suspiria continua como um marco não só do cinema italiano, mas da sétima arte como um todo, firmando um legado exemplar que é revisitado constantemente – inclusive por Luca Guadagnino, que comandou um remake em 2018 estrelado por Dakota Johnson e Tilda Swinton.

Suspiria’ retorna aos cinemas nacionais no dia 23 de abril.

‘Vingadores: Ultimato’ será RELANÇADO nos cinemas com cenas inéditas que terão ligação com ‘Vingadores: Doutor Destino’

Durante a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP participa in loco, o presidente da Marvel Studios Kevin Feige e os diretores Joe Russo e Anthony Russo subiram ao palco e revelaram que o aclamado ‘Vingadores: Ultimato’ retornará aos cinemas em novembro deste ano.

Eles revelaram que o lançamento está marcado para 25 de setembro e contará com cenas inéditas — algo que chama ainda mais atenção considerando que o longa já possui uma duração robusta de aproximadamente três horas.

“É uma oportunidade de criar uma ponte de Ultimato para Doutor Destino de uma maneira muito única”, revelou Joe Russo.

Essas novas cenas devem fazer uma ponte entre os dois filmes.

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Mas as novidades não param por aí. Tanto ‘Vingadores: Ultimato’ quanto ‘Vingadores: Doutor Destino‘ serão exibidos em um novo formato batizado de “Infinity Vision”. Trata-se de uma certificação inédita voltada para salas premium de grande formato, prometendo oferecer aos espectadores experiências cinematográficas ainda mais impactantes, com imagens maiores, mais brilhantes e um nível de imersão superior ao padrão tradicional.

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O nome “Infinity Vision”, claro, levanta curiosidade imediata. Seria uma referência proposital às lendárias Joias do Infinito do universo da Marvel Studios ou até mesmo ao herói sintético Visão? Oficialmente, ninguém confirma — mas a associação parece difícil de ignorar, especialmente para os fãs mais atentos.

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Independentemente da origem do nome, o selo funciona como uma espécie de garantia de qualidade. Atualmente, existem mais de 75 salas premium nos Estados Unidos e cerca de 300 ao redor do mundo que já atendem aos critérios exigidos. Esses cinemas seguem padrões técnicos específicos, garantindo projeção de altíssimo nível, sistemas de som avançados e uma experiência audiovisual pensada para elevar o impacto dos grandes blockbusters.

Assistimos ao trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’ e contamos TODAS as cenas em VÍDEO; Assista!

Com essas adições, fica claro que o objetivo não é apenas relançar ou exibir os filmes, mas transformá-los em verdadeiros eventos cinematográficos — reforçando a aposta da indústria em formatos cada vez mais grandiosos para atrair o público de volta às salas de cinema.

Assista a nossa descrição do trailer:

Em ‘Vingadores: Doutor Destino‘, os nossos queridos heróis de três universos diferentes serão colocados em rota de colisão mortal e enfrentarão uma ameaça existencial como nunca antes vista na história.

Vale lembrar que o filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Já a sequência, Vingadores: Guerras Secretas, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco de ‘Vingadores: Doutor Destino‘ contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

‘Maldição da Múmia’ se passa no mesmo universo de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’, revela diretor

Young girl smiling with blood on her lips and chin in a dimly lit room, suggesting a horror or Halloween scene.

O terror ‘Maldição da Múmia‘ acaba de ganhar um detalhe importante que deve empolgar os fãs do horror: o longa se passa no mesmo universo do último filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘. A revelação foi feita pelo diretor Lee Cronin, responsável por ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘.

Durante entrevista ao Collider, o cineasta confirmou que existe uma conexão direta entre os dois projetos — e não apenas uma referência superficial. Segundo Cronin, um dos personagens centrais de ‘Maldição da Múmia‘, um professor de arqueologia, possui laços familiares com figuras já conhecidas dentro da cronologia estabelecida em ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘, criando uma ponte narrativa concreta entre as histórias.

Essa ligação reforça a ideia de um “terror compartilhado”, algo cada vez mais comum em Hollywood. Com isso, ‘Maldição da Múmia‘ deixa de ser apenas uma releitura isolada de mitologia clássica e passa a fazer parte de um mosaico maior de histórias interligadas.

Atualmente, a linha do tempo oficial da franquia inclui a trilogia original iniciada nos anos 1980, a série ‘Ash vs. Evil Dead‘, a reimaginação lançada em 2013 e os novos projetos em desenvolvimento, como ‘Evil Dead Burn‘ e ‘Evil Dead Wrath‘. A adição de ‘Maldição da Múmia‘ a esse cânone não só expande o universo, como também abre espaço para futuros crossovers e conexões ainda mais ambiciosas.

Com essa confirmação, Cronin demonstra que está interessado em aprofundar a mitologia da franquia e explorar novas formas de conectar narrativas dentro do gênero de terror, algo que pode redefinir os rumos da saga nos próximos anos.

“Eu inventei tudo sozinho!”, Lee Cronin revela como ele teve a ideia para fazer ‘Maldição da Múmia’ [SET VISIT]

De acordo com o Deadline, o terror ‘Maldição da Múmia‘ arrecadou US$ 34 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

EXCLUSIVO! Visitamos o set de ‘Maldição da Múmia’ na Irlanda e trazemos uma entrevista com o diretor Lee Cronin

Nos EUA, o longa dirigido por Lee Cronin (‘Maldição da Múmia’) abriu com US$ 13.5 milhões.

Para termos de comparação, o valor supera o lançamento de ‘Lobisomem‘ (US$10.8M) e de outros títulos recentes do gênero, como ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ (US$12.5M), ‘Primata‘ (US$11.1M), ‘Casamento Sangrento 2‘ (US$9M), ‘A Noiva!‘ (US$7M) e ‘Eles Vão te Matar‘ (US$4.9M).

Crítica | Lee Cronin joga no seguro com o mediano terror ‘Maldição da Múmia’

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 20.5 milhões através de 77 mercados.

É um desempenho sólido para um filme orçado em apenas US$ 22 milhões.

Com 46% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota C+ do público no CinemaScore. A média de aprovação supera a de ‘Lobisomem‘ (C-), mas fica abaixo de ‘O Homem Invisível‘ (B+).

Vale lembrar que ‘Maldição da Múmia‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

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Na história, a jovem filha de um jornalista desaparece misteriosamente no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a família, ainda devastada, é surpreendida com seu retorno. O que deveria ser um reencontro emocionante, no entanto, rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo.

Especial Michael Jackson | Relembrando ‘Thriller’, o lendário sexto álbum de estúdio do rei do pop

Michael Jackson não é um fenômeno por qualquer motivo: desde sua estreia no cenário fonográfico como integrante do aclamado grupo Jackson 5 até sua estreia solo em 1972, o artista conquistou milhões de fãs ao redor do mundo por seu estilo único de transformar a música em uma experiência inesquecível de passado, presente e futuro, além de revolucionar tal arte com uma invejável habilidade camaleônica. Seu ápice criativo veio com o irretocável Off The Wall, lançado em 1979, e que consagrou o artista como a maior celebridade do planeta. Mas seu imensurável impacto não pararia por aí – e, três anos mais tarde, ele voltaria a fazer história com Thriller.

Com praticamente todas as músicas se tornando singles promocionais, a obra quebrou inúmeros recordes comerciais, tornando-se a produção fonográfica mais vendida de todos os tempos com mais de 70 milhões de cópias comercializadas. Além disso, levou diversos prêmios para casa, incluindo o Grammy Award de Álbum do Ano, e influenciou gerações e mais gerações de artistas que constantemente revisitam essa magnum opus da indústria cinematográfica, bebendo de uma gama infinita de genialidade, desde a mistura explosiva de estilos contrastantes e o uso de videoclipes como parte intrínseca da estrutura do álbum – e, dando continuidade ao nosso especial, resolvemos explorar cada uma de suas tracks.

Pegando elementos de seu álbum anterior, Michael construiu uma ode que unisse o melhor dos dois mundos em um complexo arranjo afro-disco e funk que abre o projeto sob o título de “Wanna Be Startin’ Somethin'”. A faixa funciona, ao mesmo tempo, como encerramento de um capítulo e início de outro, em que a incorporação do som que explorava no passado vem carregado de incursões novas e originais. O aspecto mais interessante da canção é, sem sombra de dúvida, o narcótico e retumbante arranjo de bateria, trompetes e cordas.

Pouco depois, seguimos para “Baby Be Mine”, de longe a faixa mais subestimada de Thriller e merecia muito mais atenção do que tem – ora, até mesmo Michael desperdiçou seu potencial como single promocional. A deliciosa mistura entre funk, pós-disco e dance é perfeita para uma ambientação de fim de festa, um adeus inesperado à discoteca em que dois amantes flertam um com o outro antes de irem embora (Jackson inclusive pergunta para seu par romântico: “você não vai ficar comigo até o sol raiar?”).

Não é sempre que vemos duas lendas da música unindo forças e, quando somos agraciados com tal presente, é sempre bom prestarmos atenção. E foi aí que “The Girl is Mine” surgiu: a terceira faixa de Thrillerune as forças de Jackson com ninguém menos que Paul McCartney. A balada romântica reflete a química entre ambos os artistas, mas fica ofuscada por outras faixas muito melhor produzidas e mais memoráveis. O principal erro da faixa, entretanto, não são os deslizes estruturais, mas o fato de Michael tê-la escolhido como primeiro single do álbum.

Enfim, chegamos a uma das canções mais conhecidas de todos os tempos: a faixa que empresta seu nome ao título do compilado de originais é um espetáculo sonoro e uma amálgama entre passado e presente que não decepciona em nenhum momento – seja nos versos arrepiantes, nos uivos de lobisomens que permeiam a estrutura instrumental, seja na mistura entre pop e funk que grita a cada segundo. Uma ótima escolha para o Dia das Bruxas, Thrilleré o suprassumo do cenário mainstream e uma atemporal rendição conhecida por praticamente todo mundo que já tenha ouvido falar de Michael.

Dando início ao B-side do álbum e funcionando como terceiro single promocional, progredimos com “Beat It”, que rendeu ao performer duas estatuetas do Grammy Awards, incluindo Gravação do Ano. A fusão impecável entre hard-rock e dance-rock apagava as linhas que separavam os dois gêneros, além de contar com uma performance aplaudível de um dos maiores artistas de todos os tempos e um icônico solo de guitarra de ninguém menos que Eddie Van Halen. Como se não bastasse, a canção é guiada por uma antêmica narrativa que discorre sobre superar os problemas e fazer o que você consegue para se sobressair – mas entendendo que, às vezes, cair é fundamental.

Thriller funciona como uma declamação testamentária de tudo que Michael já havia entregado para os fãs desde quando participava do grupo Jackson 5. Logo, não é nenhuma surpresa que boa parte das músicas seja uma explosão de estilos diferentes – e a melhor representante dessa vibrante mixórdia é a sexta track do disco, “Billie Jean”, que traz o funk, o pós-disco, o R&B e o dance-pop unidos em uma ótima faixa. A história é inspirada nas groupies que assediavam seu irmão mais velho e fala sobre uma jovem que alega que seu filho é o de Michael também.

Soft-rock e R&B são os gêneros que regem “Human Nature”, single que ocupa a sétima posição do álbum. A semi-balada traz a assinatura de Quincy Jones na produção, motivo pelo qual encontramos um coeso fio performático do começo ao fim. As sutilezas e as interpolações de instrumentos servem como uma reflexão mais palpável da natureza humana, como aponta o título, e nossa necessidade intrínseca de explorar o inexplorável e sempre deixar que a ambição nos guie a alcançar nossos sonhos, por mais que as atitudes não façam muito sentido.

A penúltima canção é “P.Y.T.”, uma das músicas mais divertidas do projeto e que funciona também como o penúltimo single do álbum. A faixa, composta por James Ingram e Jones, se estrutura no embate entre uma multiplicidade vocal que acompanha Jackson e uma celebração disco e funk de uma narrativa sobre paixão. Essa, inclusive, é uma das faixas mais aceleradas da produção e caiu no gosto popular por seu inocente caráter – apesar de nunca ter sido performada ao vivo pelo cantor.

Thriller encerra-se com mais uma incursão sentimental e bastante sensual, “The Lady In My Life”, em que Jackson declara seu amor por uma mulher pela qual é perdidamente apaixonante e por quem faria qualquer coisa. Aqui, a interlocutora é endeusada em uma investida R&B assinada por Rod Temperton e que serve como um encerramento prático e funcional para o álbum, diminuindo o ritmo frenético das faixas anteriores com uma performance aplaudível e que nos leva em uma jornada muito envolvente.

‘Devoradores de Estrelas’ ultrapassa US$ 570 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O aclamado filme de ficção científica ‘Devoradores de Estrelas‘ (Project Hail Mary) conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 570 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa a terceira maior arrecadação global do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$747.4M) e o fenômeno chinês ‘Pegasus 3‘ (US$647.8M).

Além disso, o filme também se tornou a maior arrecadação da história da Amazon MGM Studios – superando ‘Creed III‘ (US$276M).

Nos EUA, o longa soma US$ 285 milhões. Internacionalmente, foram US$ 288.1 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com Reino Unido (US$40.3M), China (US$36.7M), Austrália (US$22.5M), Alemanha (US$18M) e Coreia do Sul (US$17.2M).

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Vale lembrar que o filme abriu com impressionantes US$ 80.6 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia doméstica do ano e a maior abertura da história da Amazon MGM Studios.

De acordo com o Deadline, esta é a segunda maior abertura da história para um filme não vinculado a uma franquia – atrás apenas de ‘Oppenheimer‘ (US$82.4M) –, e a maior estreia doméstica para o mês de março nestas mesmas condições – superando ‘Nós‘ (US$71M).

Além disso, o longa ainda se tornou o maior lançamento da carreira dos diretores Phil Lord e Christopher Miller, e o segundo maior lançamento da carreira do astro Ryan Gosling – atrás apenas de ‘Barbie‘ (US$162M).

Com 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore.

Devoradores de Estrelas‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (‘Uma Aventura LEGO’), o filme é baseado no romance homônimo de Andy Weir.

Ambientada em um futuro próximo, a trama acompanha Ryland Grace, um professor do ensino fundamental que se tornou astronauta e acorda de um coma sofrendo de amnésia. Aos poucos, ele se lembra de que foi enviado para o sistema solar Tau Ceti, a 12 anos-luz da Terra, para encontrar uma forma de reverter um evento de escurecimento solar que poderia causar a extinção da humanidade.

Devoradores de Estrelas é produzido por Amy Pascal, responsável pelos filmes do universo do ‘Homem-Aranha’, como ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

Aditya Sood também assina a produção ao lado de Pascal.