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‘Resident Evil 2’: Diretor de ‘Bem-Vindo a Racoon City’ quer adaptar o 4º jogo da franquia na sequência

Resident Evil: Bem-Vindo a Racoon City’ ainda nem foi lançado, mas o diretor Johannes Roberts (‘Medo Profundo’) disse ao Games Radar que já tem planos para uma sequência.

Como o reboot filme é inspirado nos dois primeiros jogos da franquia, focados nos Redfield, Roberts disse que a sequência poderia ser focada em Leon Kennedy, protagonista do 4º jogo.

Para quem não sabe, o 4º título acompanha é ambientado seis anos após o 2, e acompanha a história de Leon enquanto viaja pela Espanha rural em busca da filha do presidente dos EUA, sequestrada por uma misteriosa seita.

“Estou obcecado pelo 4º jogo”, disse Roberts. “Eu imaginei essa se tornando a trama de um novo filme. Há muitas histórias interessantes e pequenos detalhes que trouxemos para este filme, mas seria incrível explorar mais da franquia, porque existem personagens que não usamos neste filme e que adoraríamos trazer no próximo.

Ele ainda disse que também planeja adaptações baseadas em ‘Resident Evil 7′ e Resident Evil Village’.

“No futuro, pretendo trazer um lado diferente da franquia, como aquele que vemos em ‘Resident Evil 7′ e ‘Village’, com tramas muito mais sombrias e grotescas.”

Roberts contou porque seu filme será diferente da franquia dos anos 2000 estrelada por Mila Jovovich.

“A coisa é que os tempos mudaram, eu acho. Quando a primeira franquia de filme foi lançada, adaptar um jogo de computador era muito visto como ‘as pessoas sabem o nome, então pegue a franquia, pegue o nome… e então faça o que você quiser quer “, explica Roberts. “Basta pegar o nome e fazer qualquer coisa, agregar algum valor. Nos últimos 20 anos, isso realmente mudou. Tornou-se um verdadeiro respeito pelo jogo. Acho que os jogos acabaram de se desenvolver e se tornaram muito sofisticados também. Foi essa ideia que se tornou fundamental na maneira como lançamos [o filme] e na maneira como avançamos, como, ‘Olha, vamos levar isso a sério.’ “

O diretor ainda prometeu que o filme será mais assustador:

“Vamos fazer um terror superassustador. Para ser o cara do terror chegando e tipo, vamos realmente fazer algo que seja assustador, sombrio, aterrorizante, se encaixa no tom. Foi apenas uma coisa realmente emocionante que simplesmente não tinha sido feita antes com a franquia anterior. Foi muito divertido. ” 

Na trama do vindouro reboot, os irmãos Chris (Robbie Amell) e Claire Redfield (Kaya Scodelario) tentam descobrir os planos por trás da farmacêutica Umbrella Corporation e acabam se deparando com um mundo prestes a ser tomado por zumbis, criados pela corporação.

Lembrando que ‘Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de dezembro.

A produção irá adaptar a história dos dois primeiros jogos e, assim como no original, acontecerá em 1998 e contará os eventos da cidade Raccoon City sendo cercada por zumbis. Tanto a Mansão Spencer quanto o Departamento de Polícia de Raccoon City aparecerão no filme.

O longa recebeu a alta classificação Rated-R (para maiores de 17 anos) por “forte violência sangrenta, e linguagem adulta”.

O elenco também conta com Kaya Scodelario como Claire Redfield, Tom Hopper como Albert Wesker, Avan Jogia como Leon e Lily Gao como Ada Wong, Neal McDonough como William Birkin), Chad Rock como Richard Aiken e Donal Logue como Brad Vickers.

Além de dirigir, Roberts assina o roteiro ao lado de Greg Russo (‘Mortal Kombat 2021’).

Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Eviljá arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na saga baseada em videogame mais lucrativa do mercado. 

David Harbour se junto ao elenco do filme de ‘Gran Turismo’ que terá diretor de ‘Distrito 9’

A Sony Pictures junto a PlayStation Productions confirmaram que o astro David Harbour (Stranger Things) se juntou ao elenco do filme de ‘Gran Turismo‘, que será dirigido por Neill Blomkamp (‘Distrito 9‘ e ‘Chappie‘).

Segundo o Hollywood Reporter, Harbor interpretará um piloto aposentado que vira mentor do protagonista.

O filme que estreia nos cinemas em 11 de agosto de 2023 acompanha a história de um jogador da franquia Gran Turismo que vence uma série de competições da Nissan, antes de se tornar um piloto profissional de corrida.

A história deve ser baseado em um caso real, pois alguns jogadores da franquia acabaram se tornando pilotos profissionais, como é o caso de Jann Mardenborough. Comandado por Blomkamp, o roteiro do filme é assinado por Jason Hall (‘Sniper Americano’).

Isso tudo está acontecendo devido a tentativa da Sony emplacar um novo sucesso após ‘Uncharted – Fora do Mapa‘. Lembrando que as séries de ‘The Last of Us‘ e ‘Twisted Metal‘ estão em produção no momento.

Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.

Ranking | Do Pior ao MELHOR da Franquia ‘PÂNICO’; Concorda com a ordem?

Quem acessa o CinePOP sabe que o site nasceu do amor pelos filmes de terror, em especial em relação a um dos melhores slashers já produzidos, Pânico (Scream) – responsável pela revitalização do terror adolescente, adicionando muitos elementos que vemos reproduzidos até hoje.

Com a estreia de ‘Pânico 6‘ no Paramount+, o CinePOP resolveu revisitar a franquia, para colocar todos os filmes em nossa ordem de preferência. Você concorda com a ordem?

Confira o ranking:

6. Pânico 3

Queremos deixar claro que gostamos de todos os filmes da franquia, e somos verdadeiros especialistas nestes filmes. Como fãs ardorosos, é seguro nos incluirmos com a maioria no pensamento de que o terceiro capítulo é, digamos, o menos apreciado da franquia. É claro que Pânico 3 tem muitos atrativos, em especial a forma como brinca com os bastidores de uma produção Hollywoodiana e seu universo de atores, diretores e executivos de estúdios. De fato, a graça deste terceiro episódio é justamente se comportar mais como uma paródia do que como um terror adolescente em si – termo que este terceiro exemplar deixa de lado. Existe até certa denúncia ácida nas entrelinhas sobre ambientes de trabalho tóxico, e o abuso sexual dentro de tais empresas cinematográficas. É triste perceber, no entanto, que essa é uma produção da Miramax, companhia fundada pelos irmãos Weinstein, e saber que tudo que se passa nas telas, de fato acontecia na vida real.

Pânico 3, no entanto, se viu repleto de obstáculos que o colocam em último no gosto popular. O primeiro e mais claro foi a demora para sair do papel, levando em conta que os dois anteriores haviam sido lançados em 1996 e 1997, e que o terceiro deveria ter aproveitado sua popularidade para se encaixar numa lacuna em algum lugar por volta de 1998. Porém, o filme seria lançado somente em 2000, e sem o envolvimento de um dos criadores, o roteirista Kevin Williamson, tão “pai” de Pânico quanto Wes Craven. Assim, o filme sofreu com desencontros de um roteiro meio capenga, que deixava buracos quanto a um segundo assassino, e a reviravolta mais estapafúrdia da franquia – além dos personagens menos marcantes também. Justamente por isso, levaria nada menos que 11 anos até um novo exemplar chegar aos cinemas.

Dos três primeiros filmes, Pânico 3 foi o mais caro para ser produzido (com um orçamento de US$40 milhões) e o menos lucrativo (com um retorno mundial mesmo assim impressionante de US$161 milhões). Como dito, é também o filme menos apreciado pelos fãs e o grande público em geral. Com os críticos o conceito do filme não é muito diferente, sendo definido com uma aceitação de meros 39%, Pânico 3 é o único da franquia a receber um tomate podre no Rotten Tomatoes.

 

4. Pânico (2022)

Pânico‘, de 2022, é recheado de ação, mortes chocantes, um humor peculiar e reviravoltas de cair o queixo. Fiquei um pouco decepcionado com a grande revelação final, que poderia ter sido melhor trabalhada e com um ritmo mais compreensível, mas isso não afeta o resultado da produção. É o filme que a franquia precisava para ressuscitar a franquia.

Logo na cena inicial percebemos que o tom da franquia será o mesmo da obra original, muito mais assustador e realista e com menos humor. A metalinguagem continua presente, de uma maneira mais séria e bem escrita que das sequências anteriores. ‘Pânico‘ continua reconhecendo seu legado, mas entende que o cinema mudou nos últimos anos – e sabe brincar com isso de maneira genial. As piadas envolvendo o chamado “terror pós-moderno” de filmes como ‘Babadook‘ e ‘Hereditário‘ são hilárias e certeiras.

As cenas de morte são muito mais brutais e gore, agora com um Ghostface ainda mais sanguinário que deixará um rastro de tripas e desespero pelo seu caminho, de uma maneira muito mais aterrorizante que os seus antecessores. Esse filme é uma carta de amor para a franquia, para Wes Craven e para os fãs dos longas e do gênero terror.

Tyler Gillett e Matt Bettinelli-Olpin trazem a sagacidade, o suspense e o humor de maneira mais rebuscado para nos lembrar como a saga ainda tem fôlego para nos assustar – e conseguiram convencer Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette a retornarem mais uma vez. Sidney está mais bad-ass do que nunca, Gale está contida em uma jornada para ser uma pessoa melhor e Dewey entrega uma das cenas MAIS DESTRUIDORAS de toda a franquia.

 

3. Pânico 6

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett retornam para a cadeira de direção e continuam a provar que são uma das duplas mais interessantes do cenário contemporâneo do terror. Afinal, eles emprestaram suas habilidades para projetos como ‘V/H/S/’ e ‘Casamento Sangrento’ – conquistando o público e a crítica com perspectivas originais e uma pincelada de humor ácido que é sempre bem-vindo. Ao adentrarem a saga imortalizada por Craven e Williamson, eles conseguiram honrar o legado dos criadores e garantir o retorno do público para a sequência. Aqui, os realizadores sabem como conduzir a narrativa de formas subversivas, nos jogando em caminhos diversos e levando-nos a tentar imaginar quem é o culpado sem fornecer muitas pistas e garantindo que tanto os fãs de longa data quanto os novatos possam se divertir. Como se não bastasse, o classicismo dos jump-scares é deixado de lado para um mistério de suspense muito prático e que nos deixa vidrados na tela do começo ao fim.

Há um gigantesco quebra-cabeças a ser resolvido e, talvez mais do que nunca, a audiência é parte ativa do desenrolar da trama. A principal ideia é fomentar uma mitologia atemporal que é querida por todos: o mote do “legado” é ímpar para os diretores e estende-se a níveis estratosféricos, como quando os protagonistas descobrem um santuário que engloba cada um dos homicidas que já vestiram a máscara do Ghostface. Não é surpresa, pois, que também tenhamos a presença ilustre de Courteney Cox como Gale Weathers (que, apesar de ter menos tempo de cena que os capítulos predecessores, ainda causa grande comoção por seu lendário status) e o retorno mais que merecido de Hayden Panettiere como Kirby Reed, que sobreviveu ao ataque de Jill Roberts (Emma Roberts) e Charlie Walker (Rory Culkin) e agora trabalha para o FBI como uma poderosa agente.

Os vários elementos aglutinam-se em um show de horrores do qual não conseguimos desviar o olhar. Afinal, é notável como a estrutura técnica e artística é tratada com esmero, solidificando Sam, Tara e os outros personagens como integrantes de uma maquinaria complexa que pode ser bastante explorada. As atuações são de outro mundo, com destaque a Ortega (emergindo cada vez mais como uma scream queen da atualidade) e a Barrera (que fornece a mais robusta emoção com um mero olhar). E é claro que não poderíamos deixar de mencionar a presença de Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown como Chad e Mindy em uma química aplaudível, além de Liana Liberato e Dermot Mulroney como adições impecáveis ao elenco.

Pânico VI’ é uma ótima adição a uma das maiores sagas de todos os tempos e consagra-se como um de seus melhores capítulos. É notável como, pouco a pouco, os requels se desprendem da necessidade dos personagens-legado e marcham em seu próprio ritmo – abrindo espaço para ofensivas inteligentes e que tem muito a nos contar. (por Thiago Nolla)

5. Pânico 2

Pânico (1996) foi um sucesso estrondoso, mas não era um filme que pedia necessariamente uma continuação. Aliás, não tinha nada em sua trama que apontasse para isso, muito pelo contrário. Mas ela deixou de vir? É claro que não, pois onde houver cheiro de dinheiro, haverá continuação. É assim que funciona Hollywood. Assim, em 1997, chegava aos cinemas exatamente um ano depois a continuação Pânico 2. Nós brasileiros é que tivemos que penar, porque por motivo de troca de distribuidora por aqui (da Playarte para a Paris Filmes), Pânico 2 sofreu um embargo de quase dois anos, vindo a estrear somente em 1999 em nossas terras tupiniquins. Haja coração. Ainda mais se considerarmos que nestes primórdios da internet, não havia sequer gostinho dos famosos downloads.

O cinema é um lugar mágico, onde a criatividade deve imperar. Por diversas vezes, continuações consideradas desnecessárias de filmes de sucesso se mostraram tão boas que inclusive superaram seus originais. E para grande parte dos fãs é justamente onde se encaixa esse Pânico 2 – que elevou o conceito em diversas maneiras. Novamente Craven e Williamson garantiam os bastidores, enquanto o quarteto de atores principais, sim na época era um quarteto com a inclusão de Jamie Kennedy como o especialista em terror Randy, comandava o show na frente das câmeras. Os realizadores já chegaram a revelar que se arrependem de ter eliminado o personagem citado da franquia – mesmo com sua participação no terceiro filme.

Foi aqui que Pânico passava de um filme de terror bem sucedido e elogiado para uma verdadeira febre da cultura pop – e a máscara do assassino Ghostface se tornava um verdadeiro ícone não apenas do gênero, mas do cinema. Desta forma, sim, as continuações podem expandir seus universos de forma sem precedente, ampliando ainda mais a popularidade de um filme. Com dez milhões a mais no orçamento em relação ao primeiro filme, Pânico 2 fez US$172 milhões, chegando muito perto da bilheteria do original. A verdadeira surpresa está na avaliação dos críticos, que o consideram o melhor exemplar da franquia, dono de espantosos 82%, garantindo assim um tomate mais que fresco no Rotten Tomatoes.

 

2. Pânico 4

Esse pode ser considerado o filho temporão da franquia, até o presente momento. O hype aparentemente já havia passado há muito tempo, e o mundo era um lugar diferente para o terror, em especial para os slashers. No entanto, Pânico 4 se beneficiou de uma nova tendência que estava surgindo em Hollywood, as sequências tardias de produções queridas. Era a onda dos revivals. Clássicos dos anos 1980 e 1990 em especial, queridos para toda uma geração, ganhavam novas roupagens no fim dos anos 2000 e início de 2010. Assim, Pânico também voltava. E não apenas isso, mas essa era uma reunião completa da “banda” original, com Craven na direção, Williamson no roteiro, e Campbell, Arquette e Cox à frente do elenco. Não poderia ficar melhor!

É seguro dizer que Pânico 4 é um filme subestimado, menos apreciado do que deveria verdadeiramente. Williamson se mostrava antenado aos novos tempos, brincando com a nova realidade, já alfinetando as mídias sociais, blogs e a prévia da geração Youtube, com lives e todo tipo de transmissão ao vivo. De fato, o mote dos vilões aqui era se tornarem “celebridades instantâneas” – as chamadas subcelebridades da internet. E isso numa era antes da explosão do Instagram. Ao contrário do filme anterior, Pânico 4 voltava às origens, acrescentando novos jovens carismáticos à trama – e promovendo o encontro da velha geração (na faixa dos quase 40 anos), com a nova geração – que espelhavam os personagens originais inseridos numa realidade moderna.

Sem contar que a revelação e motivação da assassina são brilhantes: “Eu não preciso de amigos, preciso de fãs”.

Fora isso, Williamson e Craven apresentavam-se novamente como dupla harmoniosa, brincando e enchendo o longa de referências – uma das melhores envolve a enxurrada de remakes de terror que àquela altura já havia inundado Hollywood. A cena de abertura é puro ouro, com um loop hilário, fazendo um verdadeiro inception do filme dentro do filme dentro do filme. Ah sim, não podemos esquecer do elenco de nomes pra lá de famosos/promissores que ajudaram a elevar o status do quarto filme. No entanto, com um orçamento igual ao do filme anterior (US$40 milhões), Pânico 4 viu retorno de “apenas” US$97 milhões mundiais – garantindo assim o posto de menos rentável (o que deixa certo receio para o quinto). Com o grande público, no entanto, fica pau a pau com o segundo, e na opinião dos críticos, garantiu o tomate fresco com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

1. Pânico

Apesar de Pânico 4 ser muito querido, é difícil bater o original. Tudo nascia aqui. Nós concordamos e também adoramos aquelas grandes produções de marcas de sucesso pré-estabelecidas, vindas de outras mídias. Mas o gostoso do cinema é mesmo criar verdadeiras lendas a partir do zero. É aquela incógnita de saber se determinada obra cairá na boca do povo e no gosto coletivo, ou será esquecida logo na semana seguinte. Não existem regras, esse é um jogo imprevisível. E justamente por isso muito saboroso. Com Pânico ocorreu justamente isso. Foi um filme que veio do nada para tomar as multidões. Surgia com uma ideia de Kevin Williamson para brincar e homenagear os clássicos slasher saídos das décadas de 1970 e 1980, e terminou revitalizando o subgênero, e demonstrando enorme influência que ecoa até hoje.

De quebra lançou uma franquia milionária e se tornou um dos maiores ícones do terror. Tudo isso para uma pequena e jocosa produção de US$14 milhões, com atores saídos de séries de TV, cujo maior nome no elenco era uma participação de poucos minutos no início do filme de Drew Barrymore. Isso que é marcar um golaço. Fora isso, o filme foi redescoberto por todo um novo e massivo público – até mesmo aqui no Brasil – devido às videolocadoras. Este que vos fala entrou no filme por acidente, e saiu maravilhado do cinema. Pânico arrecadou impressionantes US$173 milhões ao redor do mundo, e na opinião do grande público, claro, é o filme favorito da franquia. Já para os críticos, o tomate fresco é garantido com 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

 

Bônus: Pânico – A Série de TV

Se as franquias Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo tiveram suas séries de TV, porque Pânico não poderia ter? Assim, quatro anos após o resultado, digamos, infelizmente morno de Pânico 4, a MTV em parceria com a Dimension Television e a Netflix lançavam o primeiro derivado deste universo para a telinha. Pegando a mesma estrutura do “whodunit”, e inclusive tendo como vítima inicial um rosto conhecido, Pânico – A Série apresentava uma nova gama de personagens colegiais se deparando com um serial killer mascarado, que os eliminava um a um. As referências estavam lá, assim como o clima espertinho. No entanto, o programa funcionava mais como um reboot, sem qualquer ligação ou conhecimento da franquia original. A máscara do assassino também sofreu reformulação. Apesar das diferenças, um nome original ainda estava lá: o do cultuado Wes Craven, que serviu como produtor executivo do programa.

Com 10 episódios em sua primeira temporada, a série obteve sucesso suficiente para seguir logo no ano seguinte. Seja por esgotamento da trama, ou por baixos números de audiência, em 2016, Pânico apresentava sua segunda e última temporada então. Porém, uma reformulação era apresentada, com um novo elenco, máscara idêntica a dos filmes, e uma quantidade reduzida de somente seis episódios – assim ia ao ar três anos depois, em 2019, a terceira e última  temporada de Pânico. Um dos atrativos aqui eram as presenças de Mary J. Blidge, Keke Palmer (demonstrando mais diversidade racial no elenco) e Paris Jackson, a filha de Michael Jackson. No entanto, devido ao fim do acordo entre a MTV e a Netflix, a terceira temporada do programa não está disponível na plataforma.

Disney+ divulga line-up INCRÍVEL de séries com Bruna Marquezine, Xuxa, Juliana Paes e mais!

Em um evento glamuroso realizado no Hotel Copacabana Palace, o Disney+ anunciou seu novo e invejável line-up de produções nacionais que chegarão nos próximos meses em seu novo serviço de streaming.

A partir do dia 26 de junho, o Disney+ se transformará em uma combinação inigualável de conteúdos, entre filmes, séries, esportes, produções originais brasileiras. O elenco das próximas produções tem nomes como Xuxa, Bruna Marquezine, Sergio Malheiros, Juliana Paes, Rodrigo Simas, Raphael Logam, Rui Ricardo Díaz, Lorena Comparato, Carol Castro, José Loreto, Isis Valverde, Júlio Andrade, entre outros.

Separamos abaixo as principais produções que foram apresentadas no evento:

Amor da Minha Vida

Elenco principal: Bruna Marquezine, Sergio Malheiros, Danilo Mesquita, Malu Rodrigues, Sophia Abraão, Ana Hikari, João Villa, Rayssa Bratilieri, David Reis, Bryan Ruffo, Agda Couto, Pâmela Morais, Marcello Melo e Dja Martins. Participação de Fernanda Paes Leme e João Guilherme.

Direção: Rene Sampaio, Tatiana Fragoso e Matheus Souza.

Sinopse: Bia e Victor, melhores amigos e grandes confidentes um do outro. Enquanto ele vive um relacionamento antigo que caiu no tédio, ela coleciona namoros curtos, dos mais diferentes tipos, sem nunca acreditar no amor.

Tarã 

Elenco principal: Ywyzar Guajajara, Xuxa Meneghel,
Lana Guelero, Igor Pedroso, Bukassa Kabengele, Angélica,
Pedro Goifman, Bruno Garcia, Fafá de Belém, Gleici Damasceno, entre outros.

Direção: Marco Dutra e Juliana Rojas

Sinopse: Em “TARÔ, o Planeta Terra está passando por sérios desafios ambientais e apenas Gaia pode salvá-lo da extinção. Para isso, ela terá que, no momento certo, levar um amuleto para um lugar sagrado na Amazônia, onde na antiguidade se formou um Portal. Este lugar é atualmente guardado pelo povo das 9 Luas, uma comunidade tradicional da qual Gaia é descendente por parte de pai. Para atingir seu objetivo, ela deve se empoderar de sua história com ajuda de sua mãe Ylla (Xuxa Meneghel), sua avó Kirina que lidera este povo e de outras guerreiras, para preparar-se e enfrentar o ambicioso fazendeiro JM, que visa lucrar às custas da natureza. Por sua vez, Ylla, uma farmacêutica bem-sucedida do Rio de Janeiro, ao embarcar nesta viagem com sua filha, descobrirá vivências e revelações antigas que darão um novo sentido em sua vida.

Vidas Bandidas 

Elenco principal: Juliana Paes, Rodrigo Simas,
Thomás Aquino, Larissa Nunes, Maria, Tatsu Carvalho, Larissa Bocchino, Larissa Bracher e Murilo Sampaio.

Direção: Gustavo Bonafé

Sinopse: “Vidas Bandidas” narra a história de Serginho (Rodrigo Simas) e Raimundo (Thomás Aquino), parceiros no crime que trabalham para a quadrilha de Bruna (Juliana Paes) assaltando turistas no Rio de Janeiro. Um assalto ambicioso que dá muito errado é o ponto de partida de muitos planos de vingança para vidas que não seguem plano nenhum.

Americana

Talentos: Caco Ciocler, Larissa Nunes, David Júnior, Zezé Motta, Maria Luiza Mendonça, Bruno Gissoni e grande elenco.

Direção: Marilio Martins, Luciana Baptista e Carol Rodrigues.

Sinopse: Em 1876, o misterioso assassinato de uma menino na pequena Vila Americana, interior do Brasil, ganha atenção de Tobias, que enxerga a oportunidade como um reconhecimento profissional.

Capoeiras

Talentos: Raphael Logam, Sergio Malheiros, Juliana Alves, Fernanda Freitas, Bruno Gissoni, Dani Suzuki e grande elenco.

Direção: Tomás Portella e Igor Verde

Sinopse: 1971. Veneno e Noivo são jovens capoeiristas da Academia Capoeira Fiel no subúrbio do Rio de Janeiro. Veneno é ambicioso e impulsivo, sonha viajar o mundo com a capoeira. Noivo é do tipo responsável, nasceu com o dom das visões premonitórias, que o perseguem desde cedo. Uma noite, para defender a inocência do mestre Vendaval, os garotos se intrometem em uma batida policial, que escala em violência, e acaba na trágica morte do mestre e de um dos policiais. Sentindo-se culpados, eles resolvem guardar segredo sobre o crime. Noivo foge do Rio de Janeiro sem dar satisfações. Veneno se vê sozinho com a responsabilidade de ajudar na criação de Ventania, filha do mestre morto.

Jogo Cruzado

Talentos: José Loreto, Carol Castro, Leandro Ramos, Ravel Cabral, Danilo Moura, Aline Dias, Nando Cunha, Arthur Kohl, Roberto Birindelli, Gabriel Santana e Wesley Guimarães.

Direção: Pedro Amorim 

Sinopse: Matheus, a maior estrela do futebol nacional, que é obrigado a pendurar as chuteiras antes da hora por causa de um problema cardíaco. Elisa, uma jornalista veterana que há anos espera um lugar na bancada do programa Jogo Cruzado, do canal Antena Sport, é seu maior desafeto. Nas palavras dele, ela – e todos os jornalistas- vivem de “cornetar” os jogadores sem nunca terem chutado uma bola. Já nas palavras dela, ele é um irresponsável que apesar de ganhar milhões pra jogar bola, se acha no direito de furar a concentração e sair na véspera de jogo decisivo.  O que vai acontecer quando os dois são convocados para dividir a bancada do Jogo Cruzado?  É no #barracoesportivo que a herdeira do canal Suzana Hartman aposta para salvar a audiência, mesmo que isso custe a credibilidade de Elisa e todas as amizades de Matheus.

Além do embate individual entre jogador e jornalista com todos os ressentimentos vindo à tona diariamente, a série também acompanha as mudanças que o jornalismo enfrenta num mundo dominado cada vez mais pelo entretenimento e redes sociais.

Maria e o Cangaço

Talentos: Isis Valverde, Julio Andrade, Rômulo Braga, Mohana Uchoâ, Jorge Paz, Chandelly Braz e grande elenco.

Direção: Sergio Machado, Thalita Rubio e Adrian Tejido 

Sinopse: Maria de Déa, uma jovem de 28 anos, morreu em 1938 sem saber que um dia se tornaria uma das personagens femininas mais simbólicas da história do Brasil: Maria Bonita. Antes de ser morta a tiros e ter sua cabeça cortada por policiais, a mando do governo federal, Maria foi a companheira fiel de Lampião, líder do bando de cangaceiros mais famoso do país. Sem se limitar à figura de primeira-dama da caatinga, foi destemida e valente, protagonista de sua própria história, vista por suas companheiras de luta com muito respeito e admiração. Num tempo em que as mulheres não podiam votar ou pedir o divórcio, ela trocou uma vida tradicional pelos anos no Cangaço, onde experimentou uma liberdade maior do que a permitida para as mulheres de sua época. A série narra os anos finais da vida do casal Lampião e Maria em combate pelo nordeste, com destaque para a gravidez e angustiante dúvida sobre exercer a maternidade num ambiente tão hostil e perigoso.​

Refilmagens empurraram orçamento de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ para US$ 300 milhões, afirma insider

Parece que a Marvel Studios gastou muito mais dinheiro em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ do que nos fizeram acreditar.

Um relatório recente do THR mencionou que o orçamento de produção do filme foi de “cerca de US$ 180 milhões, menos do que muitos outros filmes da Marvel”.

Embora isso possa ter sido verdade quando as filmagens começaram, Jeff Sneider, do The Hot Mic, ouviu dizer que grandes refilmagens e custos de marketing podem ter empurrado o preço do filme para mais perto da marca de US$ 300 milhões.

É o mesmo valor que a Marvel gastou no grandioso ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Se for verdade, isso significaria que Admirável Mundo Novo precisaria arrecadar pelo menos US$ 600 milhões até o fim de sua bilheteria para ao menos ter lucro.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ conquistou apenas 47% de aprovação no RT, com base em 76 análises.

Os críticos, de maneira geral, consideraram o longa fraco, pouco criativo e com uma trama comum, que acaba sendo facilmente esquecível.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Infelizmente, Admirável Mundo Novo se revela uma entrada sem brilho no universo Marvel, que dá a sensação de que sua trama complexa foi cuidadosamente elaborada sem um pingo de inspiração”, disse Frank Scheck do The Hollywood Reporter.

“Embora Admirável Mundo Novo esteja longe de ser tão ruim quanto os diversos pontos baixos do MCU nos últimos anos, essa tentativa de reestabelecer o personagem icônico e reiniciar a trama ainda é algo fraco”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Com alguns efeitos visuais questionáveis e uma história relativamente fraca, Mackie se vê carregando um filme mais fraco ao seu redor”, disse Alan French do FandomWire.

“Esperamos que seja apenas o começo desse aspecto da história de Sam. Porque o legado de Admirável Mundo sempre pertencerá a Harrison Ford, disse Maureen Lee Lenker do Entertainment Weekly.

“Ágil e impactante, esta é uma promissora primeira aparição oficial do novo Capitão América, embora alguns momentos desconfortáveis e inconsistentes o impeçam de alcançar a grandeza”, disse Helen O’Hara do Empire Magazine.

“Admirável Mundo Novo é um grupo de personagens vagando em busca de significado, com a máquina da Marvel rangendo alto enquanto tenta criar um grande mito em torno dessas figuras de segunda linha”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“Admirável Mundo Novo está menos interessado em revigorar o cenário dos filmes de quadrinhos do que em realizar o que a Marvel costumava fazer com tanta facilidade”, disse James Preston Poole do But Why Tho? A Geek Community.

“Admirável Mundo Novo é tão visualmente sem vida quanto os thrillers mais sem graça do MCU, prejudicado por edições desnecessárias, fundos digitais frágeis e uma composição rígida; tematicamente, não diz nada com confiança e ainda menos de forma coerente”, disse Rory Doherty do Paste Magazine.

Lembrando que o longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Ignorado no Oscar, ‘Wicked: Parte 2’ já está disponível no streaming; Saiba aonde assistir!

A sequência ‘Wicked: Parte 2‘, estrelada por Cynthia Erivo e Ariana Grande, já está disponível no catálogo do Prime Video. O filme atualmente é o sexto mais visto do catálogo.

Apesar do enorme sucesso comercial e da aclamação do público, a sequência tornou-se a grande surpresa negativa no Oscar 2026. O longa, que encerrou a adaptação do fenômeno da Broadway, não recebeu nenhuma indicação, sendo ignorado em todas as categorias.

O filme conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 540 milhões nas bilheterias mundiais. O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$56.4M), Austrália (US$19M), Alemanha (US$9.7M), Coreia (US$6.5M) e México (US$6.3M).

Vale lembrar que ‘Wicked: Parte 2‘ abriu com US$ 226 milhões mundialmente – o que representa a maior estreia global da história para uma adaptação musical da Broadway.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.

Já nos EUA, a continuação estreou com sólidos US$ 150 milhões, superando o primeiro filme (US$125M) e se tornando o terceiro maior lançamento da história para um longa musical, atrás apenas do live-action de ‘O Rei Leão‘ (US$191.7M) e ‘A Bela e a Fera‘ (US$174.7M).

Com 67% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou o coração dos espectadores, recebendo uma nota A no CinemaScore. Para termos de comparação, essa é a mesma média alcançada pelo primeiro filme.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

Crítica | ‘Game Of Thrones’ – 6ª Temporada (6º Episódio)

A VOLTA DOS QUE FORAM E DOS QUE NÃO FORAM

 

Vi muita gente achando o episódio 6 de Game Of Thrones – GoT paradão. Pois, eu estou entre aqueles que curtiram o episódio, de roteiro mais trabalhado nas sutilezas. As visões de Bran (Isaac Hempstead Wright) trouxeram imagens sobre eventos históricos de Westeros que nunca tínhamos vistos, como a morte do Rei Louco. A cereja no bolo desse núcleo foi tio Benjen (Joseph Mawle), que salvou Bran e Meera Reed (Ellie Kendrick). Especula-se que tio Benjen seja o Mãos Frias, personagem dos livros que, até o momento, não apareceu na série.

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Eu fiquei muito satisfeito com a Arya (Maisie Williams). Desde que chegou em Braavos, é a primeira vez que ela volta a expor a potência e a fibra que marcaram a personagem. Aquela petulância de cuspir na cara da sociedade parece que vai voltar com tudo! Ao descumprir as ordens de Jaqen H’ghar (Tom Wlaschiha), ela reconhece a incapacidade de negar sua personalidade. Arya volta a ser Arya, agora muito mais forte e decidida, amadurecida e consciente do mundo de violência em que vive.

Temos visto, nos últimos episódios, o renascimento dos Starks. Porém, o caso de Arya é mais emblemático. Foi sua a iniciativa de romper com o passado. Quando, neste último episódio, volta a segurar a sua espada agulha, ela reconhece a força da família, da tradição da sua estirpe. Podemos ler isso como a demonstração do peso do núcleo familiar (pouco importa a modalidade) na formação da personalidade das pessoas.

Por falar em família, conhecemos a de Sam Tarly (John Bradley). Talvez, muitos tenham achado enfadonho. Pessoalmente, achei um muito bom momento sutil que a série produziu. Quando pensamos em GoT, estamos acostumados a lembrar dos instantes mais épicos. Contudo, a série é rica em pequenos instantes nos quais a psique dos personagens é aprofundada e dos quais retiramos muitas reflexões.

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Se Arya e sua espada agulha representou a força do sangue e das tradições familiares se sobrepondo ao mundo, no caso de Sam, vemos o quase oposto: a situação na qual o rompimento com a família é necessário se esta sufoca nossa individualidade e, principalmente, quando viola nossos espaços afetivos. Curiosamente, a série não coloca Sam como aquele estudante recém ingresso em um curso de humanas, que passa a achar que a família é a culpada de todos os males. Pelo contrário! Sam recusa um modelo familiar, mas não a ideia família nem a tradição. Primeiro, ele opta pela sua família, que formou junto com Gilly (Hannah Murray). Segundo, ao pegar a espada do pai, ele exige o que lhe é de direito por tradição.

E finalmente quem disse a que veio foi o Alto Pardal (Jonathan Pryce). Sempre fui crítico desse núcleo por achá-lo mal construído. A aliança dele com Tommen (Dean-Charles Chapman) – aliança aparentemente afiançada pelo tio – junto com a reação da população, de apoio ao religioso, dão uma razão de ser para o personagem. Isto não quer dizer que acho essa trama bem estruturada. Não acho que a influência do Alto Pardal junto à população tenha sido construída ao longo da série – era muito mais algo teorizado do que exposto. Já a aliança com Tommen teve justificativas apressadas. Poderiam ter, já na temporada passada, mostrado alguma interação entre os dois. Espero que, daqui pra frente, esse troço ganhe mais coerência.

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Bem, e o final ficou para a Khaleesi (Emilia Clarke). Seu discurso no lombo do dragão foi mais uma demonstração de força e um mimo aos seus fãs, porque adoramos quando ela faz textão!

E, aí, o que achou do episódio? Gostou da virada estilo Brasília dada pelo Alto Pardal? Também ficou instigado com as visões de Bran? Quer mais textão da Khaleesi ou prefere quando ela banca uma de Twitter? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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Crítica | ‘Nós derrotamos o Dream Team’ – Documentário na MAX revista uma peculiar história no mundo do basquete

No primeiro ano que os jogadores da NBA puderam disputar as olimpíadas, um verdadeiro time dos sonhos foi enviado até a Espanha para vencer com autoridade o evento no verão de 1992 em Barcelona. Durante os treinamentos, oito jovens astros do basquete universitário foram chamados para um jogo treino. Eles venceram o Dream Team.

Disponível na Max, o documentário Nós derrotamos o Dream Team nos mostra por meio de vídeos e depoimentos, olhares para um detalhe pouco mencionado em meio ao estrondoso impacto que teve a equipe norte-americana, liderados por Magic Johnson, Michael Jordan e Larry Bird, no mundo dos esportes.

Mas para entender por completo essa história, é importante um contexto que o documentário passa como uma flecha. Os Estados Unidos até 1988 enviavam times de jogadores universitários para os eventos mundiais, até que perderam pra união soviética numa semifinal e mais outras derrotas em sequência em eventos pelo mundo. Assim, entrando em acordo com a FIBA (Federação Internacional de Basquete), ficou permitido que os atletas da principal liga de basquete do mundo disputassem pelo seu país eventos internacionais.

Com algumas regras que se diferem da aplicada na NBA, o treinador Chuck Daly resolveu criar um cenário utilizando jogadores fantásticos mas ainda não profissionais que fizeram sucesso em suas faculdades. Assim, um jogo impressionante aconteceu a portas fechadas.

Narrado em grande parte por Grant Hill, ex-atleta de sucesso na NBA e que fez parte dos oito selecionados para treinar com o Dream Team, ao longo do documentário, que conta detalhes sobre a ótica dos envolvidos, percebemos uma mudança de foco na parte final quando nota-se um certo desabafo por conta de um depoimento de um dos assistentes de Daly anos após o ocorrido. Esse fato preenche ainda mais a riqueza dos fatos apresentados, mostrando a importância e pressão que até os maiores nomes do esportes podem sofrer.

Crítica | A Possessão de Mary – Filme B com o vencedor do Oscar Gary Oldman é pura bobagem

Mary, o Barco Assassino

Entendemos que os filmes de terror são um filão geralmente muito rentável. Baratos de produzir (para os padrões das demais obras), tais longas podem se tornar extremamente satisfatórios financeiramente. Até aí, tudo bem. O problema é quando algum executivo mequetrefe decide ganhar um dinheiro rápido e fácil entregando qualquer coisa mal ajambrada para o público. É exatamente este o caso com A Possessão de Mary – filme trash que, de tão ruim, parece uma destas sátiras do tipo Todo Mundo em Pânico.

Fica muito difícil levar a obra a sério. E não precisaríamos, caso ela também não se levasse. O que chama atenção aqui primeiramente é a participação do veterano Gary Oldman, vencedor do Oscar de melhor ator em 2018 por O Destino de uma Nação – no qual viveu de forma fervorosa o Primeiro Ministro britânico Winston Churchill. Pior do que a maldição do fantasma no barco, é pensar que Oldman pode ter sido pego na maldição do Oscar: que se refere a bombas consecutivas estreladas pelos ganhadores do prêmio máximo do cinema (veja o caso com Halle Berry).

Na trama, Oldman é um sujeito simples, de classe média baixa, lutando pelo sonho de dar uma vida melhor para sua família. Sua esposa (vivida por Emily Mortimer), por outro lado, acha a aposta do marido em comprar um velho barco para passeios turísticos, arriscada demais. O casal possui duas filhas, Lindsey e Mary, interpretadas respectivamente por Stefanie Scott e Chloe Perrin – ambas parecendo ter saído diretamente de uma peça escolar. Depois que a mulher cede, a família, ao lado dos agregados Mike (Manuel Garcia-Rulfo) – um amigo do protagonista – e Tommy (Owen Teague) – o namorado da filha mais velha – parte para um “teste drive” com a embarcação no mar.

É claro que esta história não irá acabar bem, afinal este é um filme de terror. De forma muito mal explicada, ficamos sabendo que o espírito antigo de uma mulher acusada de bruxaria, e morta, tomou o veleiro e fará de tudo para levá-lo ao ponto onde seu corpo foi afogado – como já havia feito algumas outras vezes com os donos anteriores do veículo. Agora, para qual propósito não me pergunte. Ou sequer como o fantasma da mulher foi parar dentro do barco.

O roteiro de Anthony Jaswinski (Águas Rasas e Satânico) usa Christine – O Carro Assassino, obra escrita por Stephen King, como ponto de partida. Inclusive na forma como um veículo maligno leva seus donos (e antigos donos) à loucura. A Possessão de Mary, no entanto, não possui um décimo do charme da história do Plymouth Fury 1958. Essa é uma trama bem rotineira, recheada de sustos fáceis (telegrafados à distância), que desperdiça por completo qualquer vislumbre de qualidade que a obra pudesse ter.

Quem dirige é Michael Goi, mais acostumado a comandar episódios de séries de TV como The Gifted, O Mundo Sombrio de Sabrina e o recente O Monstro do Pântano. A direção de Goi é básica, mas não consegue evitar os clichês do gênero: portas se batendo atrás de personagens no escuro, pessoas possuídas que piscam e revelam sua verdadeira identidade, insuportáveis e constantes momentos de pesadelos e alucinações (que só existem para tentar o susto), e no final, o cineasta inclusive orquestra uma pancadaria, onde Oldman e sua esposa saem no pau com a fantasminha – que por sua vez, faz uso de uma maquiagem ridícula, digna do mais improvisado “cospobre”.

Ao que parece, Oldman substituiu Nicolas Cage no projeto, o que faz um pouco mais de sentido. O vencedor do Oscar, no entanto, devia estar apenas em busca de acertar dívidas. Mais digno de pena do que o resultado em si, é a produção acreditar que daria certo ao ponto de prometer no desfecho uma continuação – sim, acredite! Repleto de risos involuntários (eu dei ao menos duas fortes gargalhadas – o que é mais do que posso dizer de muitas comédias), A Possessão de Mary é desde já um forte concorrente a pior filme de 2020. E estamos apenas em janeiro.

10 Filmes de Suspense que Completam 30 anos em 2025 – pouquíssimo falados hoje em dia

Quando falamos dos filmes que completam 30 anos de sua estreia em 2025, alguns clássicos modernos vem logo à mente, como ‘Coração Valente’, ‘Fogo Contra Fogo’, ‘Toy Story’, ‘Cassino’ e ’12 Macacos’. Quando o assunto é filme de suspense, sem titubear podemos mencionar logo os dois de maior prestígio: ‘Seven’ e ‘Os Suspeitos’. Poucos naquele ano se equivalem ao valor cult destes, que ecoa por três décadas já. Não por menos, ‘Seven’ ganhou inclusive um relançamento nas telonas.

Mas existem outros filmes de suspense bem interessantes que estão completando 30 anos de lançamento. Abaixo separamos dez dos mais interessantes para você, diga se conhece todos ou ouviu falar.

Copycat – A Vida Imita a Morte

Aqui temos um suspense de arrepiar a espinha protagonizado por duas grandes atrizes da época. Sigourney Weaver dispensa apresentações e havia estrelado a franquia ‘Os Caça-Fantasmas’ e ‘Alien’. Ela vive uma psiquiatra especializada em serial killers, que se torna vítima de um deles, e ao sobreviver ao ataque decide viver de uma forma reclusa. Holly Hunter havia acabado de ganhar um Oscar por ‘O Piano’, e aqui vive uma policial que precisa da ajuda da especialista com síndrome do pânico para decifrar um novo caso envolvendo mortes e um psicopata.

O Diabo Veste Azul

Quem chega agora é o lendário Denzel Washington para um filme pouco conhecido de sua carreira, porém, bastante eficiente e interessante. Nesse noir passado nos anos 1940, Denzel vive um sujeito conhecido no bairro, contratado para encontrar uma mulher desaparecida. Como de costume em filmes do tipo, ele termina se deparando com uma verdadeira conspiração, que envolve situações bem acima de sua alçada.

Justa Causa

O eterno James Bond é quem dá as caras agora na lista. O imortal Sean Connery é o protagonista deste suspense eletrizante. Ele vive Paul Armstrong, um professor de direito de uma universidade, que resolve se envolver em um caso de assassinato. Disposto a provar a inocência de um rapaz negro, acusado de matar uma menina e colocado no corredor da morte. O velho professor entrará numa trama de mistério, que o fará duvidar de todas as situações a cada guinada do enredo.

Tempo Esgotado

Johnny Depp surge em cena agora bem novinho. O ator já havia tido duas parcerias com Tim Burton aqui, em ‘Edward Mãos de Tesoura’ e ‘Ed Wood’. Depp vive um sujeito comum, pai de família, simplesmente aparecendo na hora errada e no local errado. Em um suspense tipicamente Hitchcockiano, do homem comum posto à prova, ele descobre que um passeio no shopping irá virar uma tarde infernal. Acontece que sua filhinha é sequestrada, e agora homens misteriosos querem que ele cometa o assassinato de uma política, que irá discursar num salão dentro do local. É o típico “o que você faria?”.

Jade

Um dos representantes menos conhecidos do subgênero dos thrillers eróticos dos anos 90, ‘Jade’ possui roteiro de Joe Eszterhas, o mesmo de ‘Instinto Selvagem’ (1992), e direção de William Friedkin (‘O Exorcista’). Com produção da Paramount Pictures, a estrela sedutora da vez é Linda Fiorentino, atriz que nunca chegou a pertencer ao time A de Hollywood, mas se tornou especialista em suspenses adultos do tipo. Aqui, ela vive uma mulher fatal, uma psicóloga que, assim como a personagem de Sharon Stone no filme citado acima, está no centro de uma investigação de assassinato e um caso tórrido.

Nunca Fale com Estranhos

Por falar em filmes de suspense eróticos, há 30 anos o cinema nos presenteava com mais um, que unia em tela uma dupla quentíssima na época. A loiraça Rebecca De Mornay havia acabado de sair do sucesso de outro suspense, ‘A Mão que Balança o Berço’ (1992) e o espanhol Antonio Banderas era o “latin lover” de Hollywood na época, lançando um filme atrás do outro: ‘Assassinos’, ‘A Balada do Pistoleiro’, ‘Grande Hotel’, ‘Casos e Casamentos’ e ‘Quero Dizer que te Amo’; tudo lançado no mesmo ano deste ‘Nunca Fale com Estranhos’, que traz De Mornay como uma mulher se envolvendo com um homem misterioso (Banderas).

Má Companhia

Produzido pela Disney, através da Touchstone Pictures, o longa é estrelado por Laurence Fishburne, o eterno Morfeu de ‘Matrix’. Aqui ele vive Nelson Crowe, um ex-agente expulso da agência para a qual trabalhava por excesso de violência e temperamento difícil. Ele começa a trabalhar como assassino de aluguel, e é contratado por uma mulher fatal, papel de Ellen Barkin. Porém, as coisas são mais complicadas do que parecem, e ainda envolvem um homem de negócios poderoso, vivido por Frank Langella.

A Rede

A estrela Sandra Bullock foi revelada ao mundo graças ao sucesso de ‘Velocidade Máxima’, um blockbuster de ação impecável. Logo no ano seguinte, a atriz resolveu mudar de ares e protagonizar um suspense moderno, que falava sobre um tópico cada vez mais em voga na época: a internet. O filme demonstrava há 30 anos que através do computador poderíamos fazer tudo, desde pedir comida em um restaurante e até mesmo trabalhar à distância, ou manter relações com pessoas que nem conhecemos pessoalmente. Hoje, é claro, é curioso notar o quanto caminhamos e normalizamos desde àquela época.

Eclipse Total

A atriz Kathy Bates venceu o Oscar como protagonista em 1991 pelo suspense ‘Louca Obsessão’, baseado num livro de Stephen King. Quatro anos depois, ela repetia a dose com este ‘Eclipse Total’, outro thriller baseado na obra do mestre do terror e suspense King. Aqui, no entanto, ela não é uma vilã de gelar a espinha. Bem, ou será? Ela interpreta uma mulher acusada de matar uma idosa de quem cuidava. Porém, esse recente caso traz à tona novamente o caso sem solução da morte de seu marido, do qual ela também era a principal suspeita.

Uma Babá – Objeto de Desejo

Não foi só Antonio Banderas que lançou “trocentos” filmes e se tornou um astro em Hollywood há 30 anos, a musa teen da época, Alicia Silverstone, igualmente se tornou um nome muito badalado na época, especificamente pelo sucesso que foi ‘As Patricinhas de Beverly Hills’. Mas a atriz também lançou ‘O Esconderijo’ e ‘Atraída pelo Crime’. Porém, aqui falaremos de ‘Uma Babá – Objeto de Desejo’, no qual viveu uma adolescente se tornando alvo da obsessão de dois jovens. Mas não apenas isso, pois o pai das crianças que ela toma conta, também não consegue esconder sua atração pela garota.

‘October Faction’: Tamara Taylor caçará monstros na nova série de terror da Netflix; Saiba mais!

De acordo com o Bloody Disgusting, Tamara Taylor (‘Altered Carbon‘) vai protagonizar a nova série de terror da Netflix, intitulada ‘October Faction‘. A atriz vai interpretar Deloris Allen.

O elenco ainda inclui J.C. Mackenzie, Aurora Burghart, Gabriel Darku, Wendy CrewsonMegan Follows e Stephen McHattie.

O projeto está sendo desenvolvido por Steve Niles, criador das HQs ‘30 Dias de Noite‘.

“A trama acompanha os caçadores de monstros Fred e Deloris Allen, que, após a morte do pai de Fred, retornam para sua cidade natal, no estado de Nova York, com seus filhos adolescentes, Geoff e Viv. Enquanto a família se ajusta, Fred e Deloris devem esconder suas identidades como membros de uma organização secreta, e nossos heróis rapidamente descobrem que o novo cenário de cidade pequena não é tão idílico quanto parece.”

Director X, Megan Follows, Mina ShumDavid Frazee e Damian Kindler serão responsáveis pela direção, sendo este último também servindo como o showrunner da série.

A primeira temporada terá 10 episódios, e deve estrear em 2019.

‘Rocketman’ ultrapassa a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar das polêmicas, ‘Rocketman‘ está tendo uma passagem impressionante pelos cinemas. Em apenas duas semanas, o longa já ultrapassou a marca dos US$ 100 milhões mundialmente.

Nos EUA, a produção acumula US$ 50.4 milhões. No mercado internacional, são US$ 51.3 milhões.

Ao total, a cinebiografia já arrecadou US$ 101.7 milhões mundialmente.

Dirigido por Dexter Fletcher, o longa conta a cinebiografia do cantor Elton John, que será interpretado por Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto‘).

A trama irá girar em torno da história de ascensão do cantor Elton John, de um aluno prodígio da Academia Royal de Música até uma lenda do rock nos anos 70.

O elenco ainda conta com Jamie Bell, Richard Madden, John Reid e Bryce Dallas Howard.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Transformers’: Série animada da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da série animada ‘Transformers: War for Cybertron‘.

Confira:

No meio da guerra em curso em Cybertron, forças do bem e do mal se chocam enquanto buscam a fonte de seu poder: o Allspark. Pode não ser a vida que eles imaginaram, mas é uma vida pela qual vale a pena lutar.

A produção ainda não possui previsão de estreia.

Diretor do remake de ‘Brinquedo Assassino’ comandará terror produzido por Sam Raimi

De acordo com o Deadline, Lars Klevberg (do remake de ‘Brinquedo Assassino‘) irá dirigir o terror ‘Be My Eyes‘, que será produzido por Sam Raimi.

A trama seguirá uma estudante de direito que se voluntaria a receber chamadas de vídeo anônimas de pessoas cegas através de um aplicativo para ajudá-los a “ver” e fazer tarefas simples. Uma noite, ela precisa correr contra o tempo após receber uma chamada assustadora de um mulher chega prestes a ser sequestrada.

O roteiro, escrito por Jud Cremata, será revisado por Jeff Buhler (do remake de ‘Cemitério Maldito‘).

A Paramount Pictures será responsável pela distribuição do longa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘O Homem nas Trevas 2’: Stephen Lang quer vingança em novo cartaz da sequência

A sequência ‘O Homem nas Trevas 2‘ ganhou o primeiro cartaz.

Confira:

O longa será lançado EXCLUSIVAMENTE nos cinemas do Brasil no dia 12 de agosto.

A sequência se passa anos após a invasão inicial e mortal de sua casa; quando Norman Nordstrom (Stephen Lang) vive em um refúgio de tranquilidade até que os pecados do seu passado cobram seu preço.

O longa é dirigido por Rodo Sayagues, que coescreveu o roteiro ao lado de Fede Alvarez.

Stephen Lang voltará a estrelar a sequência.

Sucesso nas bilheterias, ‘O Homem nas Trevas‘, lançado em 2016, custou apenas US$ 9,9 milhões, e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

‘Heartstopper’: Série LGBTQ da Netflix ganha teaser LEGENDADO; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da série ‘Heartstopper‘, a adaptação da graphic novel LGBTQ da autora Alice Oseman.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 22 de abril.

Kit Connor e Joe Locke estrelam como Nick e Charlie, respectivamente.

“Eu apresento Kit Connor e Joe Locke como o Nick e o Charlie da série. Estou muito animada em compartilhar essa foto deles nos bastidores. Kit e Joe são muito talentosos, fofos e divertidos. Tem sido muito divertido conhecê-los. Por favor, juntem-se a mim e compartilhem amor e apoio hoje.”

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Euros Lyn (‘Doctor Who‘ e ‘Sherlock‘) será responsável pela direção.

Oseman também será responsável pelo roteiro da série.

O meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

Melissa Barrera é ASSOMBRADA durante gravidez no trailer do terror ‘Bed Rest’; Confira!

O terror ‘Bed Rest‘, estrelado por Melissa Barrera (‘Pânico’), ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Lori Evans Taylor, que também assina o roteiro do vindouro novo capítulo da franquia ‘Premonição’.

“Após anos tentando começar uma família, Julie Rivers (Barrera) está grávida novamente e se mudando para uma nova casa com seu marido enquanto eles tentam abraçar um novo começo. Ao receber a ordem de repouso obrigatório na cama, Julie começa a ficar incomodada enquanto sofre com a monotonia e a ansiedade de suas novas restrições. Logo, terríveis experiências fantasmagóricas na casa começam a se aproximar de Julie, agitando seus demônios do passado e fazendo com que outros questionem sua estabilidade mental. Presa e forçada a enfrentar seu passado e o sobrenatural, Julie luta para proteger a si mesma e a seu filho ainda por nascer.”

O terror será lançado exclusivamente pelo Tubi no dia 7 de dezembro.

‘Duna 2’: Sequência terá BAIXA classificação etária por “violência forte”

A sequência ‘Duna: Parte 2‘, adaptação dirigida por Denis Villeneuve, recebeu uma baixa classificação (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, material sugestivo e linguagem”. A classificação não é uma surpresa, considerando que o primeiro filme também lançado como PG-13 no território norte-americano.

Baseada no livro de Frank Herbert, a sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

Confira o trailer:

Com estreia marcada para 15 de março de 2024, o longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

Confira o INTENSO teaser da 3ª temporada de ‘Industry’

A HBO divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada da aclamada série ‘Industry‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo, que introduzirá Kit Harrington (‘Game of Thrones’) como o CEO Henry Muck, da empresa sustentável Lumi, estreará oficialmente no dia 11 de agosto.

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Max!

A premiada dupla Mickey DownKonrad Kay, ambos vencedores do BAFTA, é responsável pelo roteiro.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

Sneaks: De Pisante Novo

(Sneaks)

 

Elenco:

Jottapê
Christian Malheiros
Rayssa Leal

 

Direção: Rob Edwards, Christopher Jenkins

Gênero: Animação

Duração: 92 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 17 de Abril de 2025

Sinopse: 

Em SNEAKS: DE PISANTE NOVO, Téo e Beca são um par de tênis de grife que vivem protegidos em sua caixa, até que Edson, um jovem humilde com o sonho de se tornar jogador de basquete, os ganha em um sorteio. Quando são roubados por um colecionador, o sonho de Edson é ameaçado e os tênis se separam. Determinado a reencontrar seu par, Téo se vê perdido nas ruas de Nova York, onde conhece Beto, um tênis de rua cheio de atitude. Juntos, embarcam em uma aventura repleta de surpresas, e Téo descobre que o mundo fora da caixa é muito maior e mais emocionante do que imaginava.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Rob Edwards também assina o roteiro ao lado de Erica Harrell, Dylan Hartman e Desiree Proctor;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira todos os RECORDES quebrados pela estreia de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’

A sequência ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘ arrecadou de US$ 345 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 88 milhões em seu primeiro final de semana. Para termos de comparação, o terceiro filme conseguiu superar a abertura do longa original no país, mas ficou muito abaixo da estreia de ‘O Caminho da Água‘ (US$134M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 257 milhões. O TOP 5 dos maiores mercados conta com a China (US$57.6M), França (US$21.4M), Alemanha (US$18M), Coreia (US$13.6M) e Reino Unido (US$11.9M).

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

O longa dominou as bilheterias ao redor do mundo e o Deadline fez um complicado com todos os recordes quebrados em sua estreia:

  • Segunda maior abertura global da carreira do James Cameron, atrás apenas de ‘Avatar: O Caminho da Água’ (US$441.7M).
  • Segunda maior abertura doméstica da carreira do James Cameron, atrás apenas de ‘Avatar: O Caminho da Água’ (US$134.1M)
  • Segunda maior abertura global do ano para um filme hollywoodiano, atrás apenas de ‘Zootopia 2’ (US$560.3M).
  • Terceira maior abertura global do ano, atrás apenas de ‘Zootopia 2’ (US$560.3M) e ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma’ (US$431.2M).
  • Segunda maior abertura internacional para um filme hollywoodiano desde ‘Avatar: O Caminho da Água’, atrás apenas de ‘Zootopia 2’.
  • Maior abertura do ano para um filme hollywoodiano na França (US$21.4M), Alemanha (US$18M), Espanha (US$7.1M) e Coreia (US$13.6M).
  • Maior abertura para um filme da franquia na China.
  • Maior abertura global do ano para o formato IMAX, e a quinta maior estreia da história para o formato.
  • Maior abertura da franquia na Turquia, Ucrânia, Vietnã e Indonésia.
  • Maior estreia do ano para um filme hollywoodiano em Singapura, Tailândia, Índia, Indonésia e Vietnã.
  • Com o sucesso do novo filme, a Disney conseguiu ultrapassar a marca de US$ 6 bilhões em arrecadação global em 2025; o que representa o maior retorno para qualquer estúdio hollyoodiano desde o começo da pandemia de COVID.
  • É o longa com a maior duração da franquia. Com um total de 3 horas e 17 minutos,  ‘Fogo e Cinzas’ supera o longa original (2 horas e 42 minutos) e a sequência ‘O Caminho da Água’ (3 horas e 12 minutos).

Com 68% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota A do público no CinemaScore. Esta é a mesma média de aprovação dos filmes anteriores, o que indica que, ao contrário dos críticos, os espectadores ainda não se cansaram do fantástico universo de Pandora.

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Avatar: Fogo e Cinzas’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

Saiba como o trailer de ‘Punho de Ferro’ se conecta a ‘Demolidor’

A Marvel Television e a Netflix lançaram hoje um novo trailer da série ‘Punho de Ferro’. O vídeo enfatiza que a nova produção marca a estreia do “Último Defensor” (uma astuta inversão do subtítulo de ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’), mas também revelou um elo com a primeira série dos Defensores, ‘Demolidor’.

Na primeira temporada de ‘Demolidor’, o vigilante combateu vários senhores do crime que operam em Nova York, incluindo o Rei do Crime e a Coruja. Além disso, ele enfrentou a outra senhora do crime, Madame Gao, uma mulher peculiar que vendia drogas embaladas por criados cegos.

Em um episódio de ‘Demolidor’, revelou-se que a droga de Gao era chamada de “Serpente de Aço”. Os pacotes do produto foram marcados com um distinto símbolo de serpente.

Tanto Madame Gao quanto a droga e o símbolo da Serpente de Aço podem ser vistos no trailer de ‘Punho de Ferro’. Gao é vista somente na sombra, mas a droga com o símbolo marcante está bem à vista.

O significado deste símbolo e seu respectivo nome é que ambos pertencem ao arqui inimigo do Punho de Ferro, Davos a Serpente de Aço, que tem o símbolo serpentina tatuado em seu peito, assim como o Punho de Ferro tem sua tatuagem de dragão. Davos é um nativo de K’un Lun, a cidade mística onde Danny Rand se perde quando menino.

Davos também é filho de Lei Kung, o Thunderer, mestre das artes marciais que treina Danny Rand. O próprio vilão tentou se tornar o Punho de Ferro, mas não conseguiu derrotar o dragão Shao-Lao, aquele que não morre. Quando Danny Rand conseguiu e assumiu o manto de Punho de Ferro, Davos ficou envergonhado, inquieto e ciumento. Ele tentou, mas não conseguiu matar Danny. Quando sua tramoia foi descoberta, Davos foi exilado de K’un Lun.

Depois que Danny voltou para Nova York, Davos o encontrou e desde então os dois têm lutado em muitas ocasiões, com Davos constantemente tentando roubar o poder do Punho de Ferro.

Com a droga e o símbolo da Serpente de Aço aparecendo no trailer, será que isso significa que Davos fará sua estreia no universo televisivo da Marvel? A pergunta permanece até a estreia da produção, que chega à Netflix em 17 de março de 2017.

Confira o trailer de ‘Punho de Ferro‘:

 Demolidor e Jessica Jones juntos nas novas fotos dos bastidores de ‘Os Defensores’

Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘) estreia apenas no segundo semestre de 2017.

Netflix divulga teaser-trailer incrível de ‘Os Defensores’

 

Coordenador de dublês de ‘Aquaman’ e ‘Thor – Ragnarok’ entra para ‘Shazam!’

A adaptação dos quadrinhos de ‘Shazam!‘ segue a todo vapor com novas revelações.

Segundo o portal Omega Underground, o coordenador de dublês de ‘Thor – Ragnarok‘ e ‘Aquaman‘ será o grande responsável por garantir as cenas de ação do filme.

Kyle Gardiner possui um grandes produções hollywoodianas em seu currículo e recentemente também coordenou as cenas de ação de ‘Kong: Ilha da Caveira‘, ‘Terremoto: A Falha de San Andreas‘ e ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar‘.

‘Shazam!’: Zachary Levi diz que o filme é um ‘Quero Ser Grande’ com super-poderes

Durante a première de ‘Liga da Justiça‘ ontem (13), os atores Asher Angel e Zachary Levi, que serão o Billy Batson e o Shazam! dos cinemas, respectivamente se encontraram pela primeira vez. Confira a foto:

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Shazam!’ chega aos cinemas em Abril de 2019.

‘Downton Abbey’: Filme baseado na aclamada série de TV inicia produção

O longa ‘Downton Abbey‘, que será uma extensão da aclamada série, iniciou – oficialmente – suas filmagens. A informação foi compartilhada pelo estúdio Focus Features.

Gareth Neame, o presidente da Carnival e produtor do filme, falou sobre o começo da produção:

“Estamos empolgados em começar o trabalho de fotografia deste aguardado filme e mais ainda por saber que estes amados personagens principais serão incrementados com a chegada de atores excepcionais, que interpretarão novos e únicos papéis na produção”.

O filme será produzido pela Carnival Films, com a Focus Features e a Universal Pictures cuidando da distribuição. Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também irá produzir.

Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, será responsável pela direção.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael e mais.

Sobre o projeto, o produtor Gareth Neame disse: “Quando a série chegou ao fim, nosso sonho era trazer aos milhões de fãs um filme e, agora, depois de todas as estrelas se alinharem, estamos prestes a entrar em produção. O roteiro de Julian é encantador, emocionante e entretém.”

‘Homem-Aranha 3′: Jon Watts não deve dirigir a sequência

O diretor Jon Watts não deve retornar para a produção de ‘HomemAranha 3’. A informação foi compartilhada pelo portal Deadline.

Segundo a publicação, o cineasta não teria fechado contrato para o próximo filme, tão pouco para a quarta sequência.

A matéria vai ainda mais além, afirmando que o potencial retorno de Watts estaria “aberto para discussão”. A incerteza quanto à possibilidade seria em virtude da alta popularidade que seu trabalho nos longas ‘Homem-Aranha’ lhe trouxe. O diretor estaria sendo sondado por vários estúdios que estariam interessados em contratá-lo para novos projetos.

Ainda que Watts não esteja confirmado nos dois próximos filmes do Teioso, o Deadline ainda salienta que Holland estaria sob contrato para estrelar ambos os capítulos e não apenas ‘Homem-Aranha 3’.

O fim da parceria entre a Marvel Studios e Sony Pictures surpreendeu os fãs nesta semana. E a fim de esclarecer a polêmica, a Sony publicou uma carta afirmando estar “desapontada” pelo fato de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, não estar mais envolvido na produção do próximo capítulo do ‘Homem-Aranha’.

Confira:

“Muitas das notícias de hoje sobre o Homem-Aranha descaracterizaram as recentes discussões sobre o envolvimento de Kevin Feige na franquia. Nós estamos desapontados, mas respeitamos a decisão da Disney de não querer que ele continue como o produtor líder do nosso próximo live-action do Homem-Aranha. Nós esperamos que isso mude no futuro, mas entendemos que muitas das responsabilidades que a Disney o deu – incluindo todas as novas propriedades adquiridas pela Marvel – não permitem que ele tenha tempo o bastante para trabalhar em um projeto que o estúdio não detém os direitos. Kevin é incrível e somos gratos por sua ajuda e orientação e apreciamos o caminho que ele nos ajudou a traçar, no qual continuaremos”.

De qualquer forma, resta torcer para que a Sony dê continuidade as aventuras do Cabeça de Teia agora que o personagem finalmente se encontrou nas telonas.

Assista nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

‘Enola Holmes’: Millie Bobby Brown em belíssimo retrato para o novo filme da Netflix

‘Enola Holmes’, adaptação da Netflixganhou um belíssimo retrato ilustrativo, que traz a atriz Millie Bobby Brown em destaque.

A peça foi desenvolvida pela aclamada artista Mercedes Debellard para a revista EW.

Confira:

Enola Holmes
CR: Illustration by Mercedes DeBellard for EW

A produção conquistou o coração da crítica e abriu com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as reviews:

“[O filme] se mostra bastante envolvente para uma audiência grande” – IndieWire.

‘Enola Holmes’ é um encanto total que fará você querer ver outras aventuras dessa jovem detetive” – Collider.

“Com a inteligência e o charme de Milly Bobby Brown no front‘Enola Holmes’ é um ótimo começo para uma nova franquia detetivesca” – Solzy at the Movies.

“Milly Bobby Brown está incrível como Enola Holmes” – Digital Spy.

‘Enola Holmes’ é uma aventura para toda a família que confirma o estrelado futuro de Millie Bobby Brown” – Daily Mirror (UK).

O longa será lançado na plataforma no dia 23 de setembro.

Assista ao trailer:

“Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Alan Poe, ‘Enola Holmes‘ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer… ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la. Conhecendo uma série de pessoas bem interessantes ao longo do seu caminho, Enola se vê envolvida em uma conspiração que pode alterar o curso da história política. Enola Holmes traz uma dinâmica reviravolta na brilhante família do maior detetive do mundo”.

Além de Brown, o longa terá  Henry Cavill como Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como a mãe de Enola. Sam Claflin (Jogos VorazesSimplesmente Acontece) completa o elenco.

Harry Bradbeer (Fleabag) comanda o projeto.

Lembrando que a produção foi supervisionada pela Lionsgate.

‘Brooklyn Nine-Nine’: 7ª temporada já está disponível na Netflix

Os fãs da série de comédia ‘Brooklyn Nine-Nine‘ podem comemorar, pois a 7ª e penúltima temporada da produção já está disponível na Netflix. O ciclo teve a sua estreia nesta segunda-feira (13).

Nessa leva de episódios, Jake e Amy repensam seus planos familiares, enquanto Holt se irrita com seu rebaixamento. Além disso, o pelotão vê o retorno de velhos amigos e inimigos em meio às maluquices de sempre.

As seis primeiras temporadas já estão disponíveis na Netflix.

Lembrando que a 8ª e última temporada já está em exibição nos Estados Unidos, com episódios semanais sendo lançados todas as quintas.

Assista ao trailer:

 

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

‘O Jogo do Diabo’: Final da 2ª temporada de reality show da Netflix levanta suspeitas de manipulação e revolta fãs

O que começou como uma inovadora fusão entre reality show e jogo psicológico está agora no centro de uma das maiores polêmicas da TV coreana recente. ‘O Jogo do Diabo‘, série da Netflix criada por Jeong Jong-yeon — também responsável pelos cultuados ‘The Great Escape’ e ‘The Genius‘ — encerrou sua segunda temporada de forma turbulenta, com acusações de intervenção da produção e revolta generalizada do público nas redes sociais.

Lançado originalmente em setembro de 2023, o programa reúne 16 participantes em um ambiente fechado durante sete dias, desafiando-os com jogos estratégicos, lógicos e sociais.

A cada dia, eles enfrentam duas competições: uma partida principal que pode gerar benefícios ou eliminações e um “jogo de dinheiro” que contribui para o prêmio final. Elementos como uma sala de “prisão” e a manipulação da convivência entre os jogadores fazem parte do espetáculo — mas talvez os bastidores tenham ido além do que o público esperava.

O vencedor da segunda temporada foi Jeong Hyun Gyu, que levou para casa 380 milhões de won (aproximadamente 277 mil dólares). Contudo, dias após o episódio final, vieram à tona declarações que colocaram sua vitória sob suspeita.

Em uma entrevista coreana, Jeong revelou que foi orientado pelos produtores sobre o melhor momento de anunciar o uso de um benefício crucial para garantir sua vitória. O próprio criador da série confirmou a informação: “Do ponto de vista da direção, achei que usar o benefício o mais tarde possível teria maior impacto dramático”, disse Jeong Jong-yeon.

Essa revelação foi suficiente para acender o debate entre fãs e participantes. Nas redes sociais, especialmente no Reddit, acusações de manipulação e “jogo sujo” tomaram conta dos fóruns dedicados à série. “Isso é tão armado… É injusto ele conseguir as 10 peças e ainda não ir para a prisão”, reclamou um usuário. Outro foi mais direto: “Concluímos que HQ não merecia vencer. JJY armou o jogo para ele”.

Embora tecnicamente Jeong não tenha quebrado nenhuma regra, seu estilo de jogo foi amplamente criticado. Desde o primeiro episódio, ele utilizou uma combinação de estratégia e influência social para enganar os colegas e se manter seguro, mas sua vitória final parece, para muitos, menos uma prova de habilidade e mais o resultado de uma aliança velada com a produção e com outros jogadores.

A controvérsia reacende uma questão antiga e espinhosa: até que ponto produções de reality shows — especialmente aquelas que envolvem competição e prêmios em dinheiro — são manipuladas para favorecer narrativas mais dramáticas ou participantes específicos? O caso de ‘O Jogo do Diabo‘ toca num ponto sensível da cultura televisiva: a credibilidade do entretenimento “não roteirizado”.

Produções como 90 Dias Para Casar já enfrentaram críticas semelhantes, com ex-participantes admitindo que foram encorajados a adotar certos comportamentos. Agora, mesmo game shows considerados “inteligentes” como ‘O Jogo do Diabo‘ parecem estar sob o mesmo tipo de suspeita.

Se haverá uma terceira temporada ainda não se sabe. Mas diante da pressão pública e do impacto na reputação da série, é possível que a Netflix e a equipe criativa de Jeong Jong-yeon precisem repensar radicalmente suas estratégias — ou arriscar ver seu ambicioso projeto ruir sob o peso da desconfiança.

‘Novos Titãs’: Veja a primeira imagem da aparência de Robin na série de TV

A série Novos Titãs ganhou sua primeira imagem, que mostra o ator Brenton Thwaites como o Robin. Confira:

A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

O programa, previsto para estrear em 2018, é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

Panorama do Cinema Suíço: Diretor de ‘Hafis & Mara’ participa de debate com o público

Entre os dias 09 e 21 de maio, acontece na cidade de São Paulo a 7ª edição do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, uma parceria entre o Centro Cultural Banco do Brasil SP, o Sesc SP e o Consulado da Suíça em São Paulo.

Entre os destaques na programação, está o documentário Hafis & Mara, do cineasta Mano Khalil, que está no Brasil para participar de dois debates realizados no CCBB, dia 10 de maio, às 18h30 e no CineSesc, dia 12 de maio, às 19h30.

Confira nossa crítica do filme e uma entrevista EXCLUSIVA com o diretor:

Crítica | Hafis & Mara – Com tom melancólico, documentário celebra o amor pela arte

Entrevistamos Mano Khalil, diretor de ‘Hafis & Mara’, destaque do Panorama de Cinema Suíço

Nesta edição, o público também terá acesso a mais de 15 longas-metragens, nos gêneros documentário e ficção.

Fiquem ligados no CinePOP para críticas e entrevistas EXCLUSIVAS do Festival!

Confira abaixo a programação completa do Panorama no CCBB e CineSesc:

CINESESC
09 de maio (quarta-feira)
20h30 – HAFIS & MARA | Filme de Abertura + Debate com o diretor Mano Khalil

10 de maio (quinta-feira)
16h10 – A FÚRIA DE VER (La Fureur de Voir)
18h00 – EU NÃO TENHO IDADE (PARA TE AMAR) (Non Ho l’Età)
19h30 – AMARRADOS (Encordés)
21h30 – PARZIVAL (Parzival) + DIÁRIO DA MINHA CABEÇA (Journal de Ma Tête)

11 de maio (sexta-feira)
16h10 – AO LARGO (Au Large) + TELEVISÕES (Televisionen)
18h00 – SOBRE OVELHAS E HOMENS (Des Moutons et des Hommes)
19h30 – DEPOIS DA GUERRA (Dopo la Guerra)
21h30 – ENCONTRO ÀS CEGAS (Einfach So) + GOLIAS (Goliath)

12 de maio (sábado)
16h10 – EU SOU A GENTRIFICAÇÃO. CONFISSÕES DE UM CANALHA (Die Gentrifizierung Bin Ich. Beichte Eines Finsterlings)
18h00 – A BATALHA DE SÃO ROMANO (La Bataille de San Romano) + COPIAR COLAR DELETAR (Copy Paste Delete)
19h30 – HAFIS & MARA (Hafis & Mara) + Debate com o diretor Mano Khalil
21h30 – O TRIBUNAL DO CONGO (Das Kongo Tribunal)

13 de maio (domingo)
16h10 – EU NÃO TENHO IDADE (PARA TE AMAR) (Non Ho l’Età)
18h00 – DIÁRIO DA MINHA CABEÇA (Journal de Ma Tête)
19h30 – O SOM DA VOZ (Der Klang der Stimme)
21h30 – ENTRE TERRAS (Between Lands) + BEM-VINDO À SUÍÇA (Willkommen in der Schweiz)

14 de maio (segunda-feira)
16h10 – CASA SON DUNO (Casa Son Duno) + A FÚRIA DE VER (La Fureur de Voir)
18h00 – AO LARGO (Au Large) + TELEVISÕES (Televisionen)
19h30 – NO RITMO (In Takt) + SOBRE OVELHAS E HOMENS (Des Moutons et des Hommes)
21h30 – COPIAR COLAR DELETAR (Copy Paste Delete)

15 de maio (terça-feira)
16h10 – AMARRADOS (Encordés)
18h00 – BEM-VINDO À SUÍÇA (Willkommen in der Schweiz)
19h30 – EU SOU A GENTRIFICAÇÃO. CONFISSÕES DE UM CANALHA (Die Gentrifizierung Bin Ich. Beichte Eines Finsterlings)
21h30 – DEPOIS DA GUERRA (Dopo la Guerra)

16 de maio (quarta-feira)
16h10 – NO RITMO (In Takt) + A BATALHA DE SÃO ROMANO (La Bataille de San Romano) + CASA SON DUNO (Casa Son Duno) + ENCONTRO ÀS CEGAS (Einfach So) + ENTRE TERRAS (Between Lands) + REBOBINAR O FUTURO (Rewind Forward)
18h00 – GOLIAS (Goliath)
19h30 – PARZIVAL (Parzival) + DIÁRIO DA MINHA CABEÇA (Journal de Ma Tête)
21h30 – O SOM DA VOZ (Der Klang der Stimme)

CCBB SP
09 de maio (quarta-feira)
17h00 – TELEVISÕES (Televisionen)
19h30 – A FÚRIA DE VER (La Fureur de Voir)

10 de maio (quinta-feira)
15h00 – PROGRAMA DE CURTAS I 
16h30 – EU NÃO TENHO IDADE (PARA TE AMAR) (Non Ho l’Età)
18h30 – HAFIS & MARA (Hafis & Mara) + Debate com o diretor Mano Khalil

11 de maio (sexta-feira)
15h00 – EU SOU A GENTRIFICAÇÃO. CONFISSÕES DE UM CANALHA (Die Gentrifizierung Bin Ich. Beichte Eines Finsterlings)
17h00 – ANIMAIS (Tiere)
19h30 – SOBRE OVELHAS E HOMENS (Des Moutons et des Hommes)

12 de maio (sábado)
15h00 – BEM-VINDO À SUÍÇA (Willkommen in der Schweiz)
17h00 – O SOM DA VOZ (Der Klang der Stimme)
19h00 – BE’ JAM BE ESSE CANTO NUNCA TERÁ FIM (BE’ JAM BE et Cela n’Aura pas de Fin)

13 de maio (domingo)
15h00 – PROGRAMA DE CURTAS II
16h30 – GOLIAS (Goliath)
18h30 – DEPOIS DA GUERRA (Dopo la Guerra)

14 de maio (segunda-feira)
17h00 – PROGRAMA DE CURTAS I *
19h00 – AMARRADOS (Encordés)

16 de maio (quarta-feira)
17h00 – EU SOU A GENTRIFICAÇÃO. CONFISSÕES DE UM CANALHA (Die Gentrifizierung Bin Ich. Beichte Eines Finsterlings)
19h30 – DIÁRIO DA MINHA CABEÇA (Journal de Ma Tête)

17 de maio (quinta-feira)
15h00 – TELEVISÕES (Televisionen)
17h00 – EU NÃO TENHO IDADE (PARA TE AMAR) (Non Ho l’Età)
19h30 – A FÚRIA DE VER (La Fureur de Voir)

18 de maio (sexta-feira)
15h00 – AMARRADOS (Encordés)
17h00 – HAFIS & MARA (Hafis & Mara)
19h30 – O SOM DA VOZ (Der Klang der Stimme)

19 de maio (sábado)
15h00 – PROGRAMA DE CURTAS II 
17h00 – ANIMAIS (Tiere)
19h00 – BEM-VINDO À SUÍÇA (Willkommen in der Schweiz)

20 de maio (domingo)
15h00 – BE’ JAM BE ESSE CANTO NUNCA TERÁ FIM (BE’ JAM BE et Cela n’Aura pas de Fin)
17h00 – GOLIAS (Goliath)
19h00 – DIÁRIO DA MINHA CABEÇA (Journal de Ma Tête)

21 de maio (segunda-feira)
17h00 – DEPOIS DA GUERRA (Dopo la Guerra)
19h30 – SOBRE OVELHAS E HOMENS (Des Moutons et des Hommes)

Para mais informações e ingressos, acesse este site.

‘Apóstolo’: Terror da Netflix sobre culto religioso ganha novas imagens

A Netflix divulgou novas imagens do terror ‘Apóstolo‘ (Apostle), dirigido por  Gareth Evans (‘Operação Invasão’). O original Netflix estreia em 12 de outubro.

Confira:

Crítica | Apóstolo – Terror da Netflix sobre culto religioso mistura ‘Mãe’ e ‘Silent Hill’

Fantastic Fest 2018: Terror da Netflix, ‘Apóstolo’, domina o 2º dia de Festival; Confira fotos!

Assista:

Michael Sheen e Dan Stevens estrelam o terror sobre uma seita religiosa. Dirigido por Gareth Evans, a produção também conta com Lucy BoyntonBill Millner e Kristine Froseth no elenco.

A trama acompanha Stevens como um homem que viaja para uma ilha remota com o objetivo de resgatar sua irmã, que foi sequestrada por uma seita religiosa. Mas quando o grupo exige um resgate pela mulher, ele se vê em uma situação desafiante. Os demais papéis interpretados pelo elenco ainda não foram divulgados.

Crítica | White Boy Rick – Matthew McConaughey e os Problemas da Gente Branca

Existe uma expressão que circula na Internet que chama de ‘white people’s problems’ (problemas de gente branca) eventos que de fato não são problemáticos, mas, aos olhos dos privilegiados, se tornam uma questão de suma importância. É mais ou menos por aí a história de ‘White Boy Rick‘, que é baseada em fatos reais.

O filme começa com Rick Jr. (Richie Merritt) acompanhando o pai, Richard Wershe (Matthew McConaughey), numa feira de exibição de armas. Nos Estados Unidos, o porte de armas é livre há décadas, e há feiras – como a gente tem aqui, de frutas e legumes – para compra e venda de armas de fogo de todos os tipos, desde para a caça de animais até uma AK. É claro que, dependendo da arma, você precisa comprovar alguma coisa, mas a família Wershe não. Golpistas profissionais, Rick Jr. se interessa por uma determinada arma num balcão. O vendedor negocia, o garoto rebate, até que chega o pai e diz que a arma é falsa. O vendedor se ofende e diz que vai chamar os seguranças, ao que Richard o ameaça, dizendo que se fizer isso ele irá denunciá-lo por vender armas a um garoto de 14 anos. É assim que eles acabam conseguindo comprar três armas pelo preço de uma.

Richard Pai vive disso: ir em feiras de armas nas cidades do interior para comprar equipamento a preço de banana e depois revender tudo na Detroit dos anos 1980. Conseguir um emprego normal para quê, né? Richard Pai, abandonado pela esposa anos antes, acha que é assim que deve sustentar seus dois filhos. Ao chegarem em casa, Richard Pai tem um surto de bom pai, e insiste que quer levar sua filha, maior de idade, para tomar um sorvete. Acontece que Dawn (Bel Powley) é super viciada em cocaína e outras substâncias, e, naquele instante, decide deixar sua família disfuncional para ir morar com o namorado, que é traficante – afinal, o pai é um perdedor, exemplo de nada, e naquela casa maldita ela não pode fazer o que quer.

Por conta dos negócios escusos de Richard Pai, o FBI acaba batendo na sua porta, e pede informações sobre a venda ilegal de armas na cidade (é preciso ter licença para vender armas), mas Richard é malandrão, e se esquiva dos questionamentos. Neste momento, desce Rick Jr., e o FBI enxerga nele o elo fraco da família, através do qual eles podem conseguir o que querem.

 

Mais tarde, os agentes do FBI encurralam Rick Jr. na rua e o chantageiam: eles têm provas para colocar Richard Pai na cadeia, mas o consideram peixe pequeno; se o garoto os ajudar a pegar os traficantes locais, servindo como informante infiltrado na gangue dos Curry, eles vão deixar o pai dele em paz. O jovem, então, passa a fazer um jogo duplo: por um lado, passa algumas informações à polícia; por outro, começa a traficar e ganhar muito dinheiro com isso.  Único branco na gangue, ele passa a ser conhecido como White Boy Rick.

Como a tentação é muito grande, o jovem menino branco acaba ganhando gosto pelo submundo das drogas, afinal, ganha mais com o tráfico, do que o pai com a venda de armas. Aos poucos ele vai conhecendo todos os chefões do crime e se torna o principal provedor de sua família –  tudo isso antes dos de dezoito anos. Ostentação, ganancia, cobiça e um elevado nível de estupidez movem esse adolescente de classe média baixa da sua casa para uma sequência de escolhas erradas.

Baseada numa história real, White Boy Rick acabou preso eventualmente, e ficou 30 anos enclausurado “injustamente” na penitenciária de Michigan. Foi solto em abril de 2017.

O filme, de certa forma, tenta fazer com que o espectador se compadeça dos eventos que conduzem a história de vida de Rick Jr, porém, essa empatia fica comprometida quando você entende que tudo o que aconteceu foi escolha das pessoas envolvidas. Sem conseguir o envolvimento do espectador, o filme de quase duas horas é um pouco entediante. Matthew McConaughey tenta repetir sua atuação de ‘Clube de Compras Dallas‘ (2013), mas seu personagem é tão vazio que o ator não consegue atingir o resultado. Destaque apenas para Bel Powley, que interpreta bem uma irmã mimada com dependência em drogas.

Com direção de Yann Demange, a trama gira em torno de Richard Wershe Jr., que nos anos 80, com apenas 14 anos, se tornou um chefão do tráfico de drogas local após alguns meses trabalhando como informante do FBI. O roteiro é de Steve Kloves, da franquiaHarry Potter, e Darren Aronofsky é um dos produtores.

‘Vingadores: Ultimato’ ganha trailer no estilo ‘Logan’; Assista!

Um fã dedicou seus esforços para remontar o trailer do muito aguardado ‘Vingadores: Ultimato‘ ao estilo dramático de ‘Logan‘.

Obviamente que, por conta disso, o vídeo figura a excelente canção de Johnny Cash, ‘Hurt’.

Confira:

Sendo um dos filmes mais aguardados de 2019, analistas preveem que ‘Vingadores: Ultimato‘ irá ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

Projeções indicam que o longa reinará absoluto por quatro semanas nas bilheterias, até outro blockbuster, ‘Godzilla 2‘, ser lançado. Para termos de comparação, o novo filme deve ter bilheteria semelhante a de ‘Guerra Infinita‘, que fechou com US$ 678 milhões nos EUA, e um total de US$ 2.04 bilhões mundialmente.

Lançado há uns dias, o primeiro vídeo de ‘Vingadores: Ultimato‘ quebrou recordes, tornando-se o trailer mais visto em 24 horas da história.

Com 289 milhões de visualizações, o filme conseguiu superar o trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, que anteriormente detinha o recorde – com 230 milhões de visualizações. O terceiro lugar também pertence à Disney, com o aguardado live-action de ‘O Rei Leão‘ (224 milhões de views).

A dupla Anthony Russo e Joe Russo retorna para a direção.

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.