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“É TRAUMATIZANTE!”: Assinantes da Netflix estão espantados com filme de terror adicionado no catálogo…

O aclamado terror Hereditário, considerado por alguns críticos como “o novo ‘O Exorcista‘”, finalmente estreou no catálogo da Netflix.

Aterrorizante, o filme foi ovacionado pelos críticos e conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Nas redes sociais, os assinantes do streamings estão traumatizados com a história assustadora.

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

O terror foi elogiado pelos críticos especializados pela tensão emocional ao longo de toda a produção, aliado à impressionante atuação de Toni Collette.

Confira:

“O desempenho de Collette é impressionante. Ela interpreta Annie como uma mulher que começa a usar sua raiva e culpa enterradas de maneira externa”. – Owen Gleiberman, Variety

“Esta memorável estreia na direção de Ari Aster se constrói em clássicos tropos do terror – o oculto, a possessão, a doença mental – para desenvolver sua própria visão única do terror”. – Sara Stewart, New York Post

“Um filme profundamente perturbador, o tipo de filme de terror que puxa de emoções humanas relacionáveis ​​como o pesar e o ressentimento para finalmente se tornar um pesadelo absoluto”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com

“‘Hereditário‘ toma o núcleo do elemento assombrado de um espírito com uma agenda malévola e corre com ele em uma série aparentemente interminável de direções inesperadas ao longo de duas horas sem fôlego, de um terror crescente que nunca diminui por um minuto sequer”.

“É puro terrorismo emocional, agarrando você com verdadeiro horror, o tipo indescritível, e então impregnando as coisas sobrenaturais com esses sentimentos. Não me atingiu como um violino. Ele bateu no meu interior como um piano de cauda” – A.A. Dowd, AV Club

“Uma história angustiante de tragédia familiar impensável, que entra no reino do sobrenatural, ‘Hereditário‘ toma o seu lugar como ‘O Exorcista‘ da nova geração – para alguns, ele vai virar a cabeça de maneira ainda mais selvagem” – Joshua Rothkopf, Time Out

Confira o trailer:

Dirigido por Ari Aster, a produção é conduzida pela A24 e seu elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

‘Brazil’ foi a inspiração para Zack Snyder criar versão do diretor de ‘Rebel Moon’; Assista ao trailer!

Em uma recente sessão de Q&A para promover o sci-fi Rebel Moon, cujo primeiro capítulo chega à Netflix em 22 de dezembroZack Snyder disse que o longa ‘Brazil – O Filme’, clássico de Terry Gillam, o inspirou a criar a versão do diretor de seu mais novo projeto.

Durante o evento, o cineasta confirmou que uma versão do diretor de Rebel Moon sempre foi parte do plano com a Netflix. Pouco depois, ele citou o filme de Gillam como parte da razão pela qual fica intrigado por essas versões, em geral (via Slash Film).

“Essa é uma das coisas que creio que sempre me inspiraram, como o filme ‘Brazil’ ou apenas uma ótima história da versão do diretor. Quando eu estava na faculdade de cinema, eu sempre achava isso legal, que havia outro filme que você poderia descobrir”, ele disse.

Snyder continuou: “então, para mim, quando você faz o filme, tem várias vozes em sua mente criativa dizendo qual seria a solução narrativamente mais forte. E, então, você tem essa outra voz em você – eu tenho, pelo menos – que fica: ‘bom, e se houvesse várias tocas de coelho que seriam incríveis de explorar e através das quais aprenderíamos coisas diferentes sobre os personagens?”.

A Netflix divulgou o novo trailer LEGENDADO de ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘, sci-fi do diretor Zack Snyder (‘Liga da Justiça’), que estreia em 22 de dezembro.

Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos.

Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança.

Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis.

Assista:

A segunda parte, intitulada Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes, estreia em 19 de abril de 2024.

Astro de ‘Wish’ defende a representatividade: “Seria fantástico ver uma princesa queer”

O ator e dublador Harvey Guillén, estrela deWish: O Poder dos Desejos’, compartilhou recentemente sua experiência ao trabalhar na animação que celebra o centenário do estúdio, e enfatizou seu desejo por mais representatividade, incluindo a presença de uma princesa queer.

Durante uma entrevista ao ComicBook, Guillén afirmou:

“Acho que eles estão avançando na direção certa, reconstruir algo que já está em movimento há tanto tempo é desafiador, especialmente considerando o momento em que vivemos, mas acredito que a Disney está se esforçando ao máximo. Às vezes, essas mudanças levam tempo, mas sou otimista. Como você disse, seria fantástico ver uma princesa queer.”

“Penso que estamos em um momento em que isso pode se tornar realidade. É apenas uma questão de tempo. A representação no cinema tem evoluído lentamente ao longo dos anos, em todos os estúdios e empresas. Chegamos até aqui, mas ainda há muito a percorrer.”

Ele também destacou como a Disney se diferencia dos outros estúdios:

“Cada projeto é único. Quando visitei o estúdio de animação da Disney, fiquei impressionado com a história que permeia seus corredores. Você vê fotos de todos os filmes já feitos, desde os primeiros até os mais recentes. É como entrar em um museu. Pode ser um pouco intimidador, mas a equipe foi incrível e me permitiu dar vida ao personagem Gabo, explorando sua essência e voz de maneira autêntica”, explicou.

Crítica | Wish: O Poder dos Desejos é a BELÍSSIMA redenção da Disney após um ano difícil

Ariana DeBose, Alan Tudyk e Chris Pine são as vozes no idioma original.

A trama acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis ​​do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.

Chris Buck (‘Frozen’) e Fawn Veerasunthorn (‘Moana’) entram como diretores.

Após polêmicas, Ezra Miller voltará para Hollywood em filme de vampiros da diretora de ‘Precisamos Falar Sobre Kevin’

Em uma recente entrevista concedida ao jornal Los Angeles Times, a aclamada cineasta escocesa Lynne Ramsay compartilhou uma novidade que vem deixando os fãs de cinema bastante curiosos: ela está atualmente envolvida no desenvolvimento de um novo projeto cinematográfico, desta vez voltado para o gênero do terror. Conhecida por sua abordagem autoral e intensa, Ramsay parece estar pronta para explorar os territórios sombrios e inquietantes das histórias de horror.

Seu trabalho mais recente, ‘Die My Love‘, estrelado por Jennifer Lawrence, foi muito bem recebido durante o Festival de Cannes, reafirmando sua reputação como uma das diretoras mais talentosas e visionárias da atualidade. No entanto, o que mais tem chamado a atenção do público e da crítica é o fato de que seu novo projeto será centrado em uma temática bastante específica e fascinante: vampiros.

Ela revelou que o ator Ezra Miller será o protagonista do filme. Essa escolha marca a retomada de uma colaboração significativa entre os dois artistas, que já haviam trabalhado juntos anteriormente no impactante ‘Precisamos Falar Sobre Kevin‘ (2011). Na época, a atuação intensa de Miller no papel de Kevin foi amplamente elogiada, projetando-o ao estrelato em Hollywood.

A volta dessa parceria ganha ainda mais peso considerando o momento conturbado da carreira de Miller.

Nos últimos anos, o ator esteve no centro de várias polêmicas e enfrentou dificuldades pessoais que afetaram sua imagem pública e seus compromissos profissionais.

Assim, esse novo papel sob a direção de Ramsay pode representar não apenas uma nova fase criativa para ambos, mas também uma possível chance de redenção para Miller dentro da indústria cinematográfica.

5 filmes que mostram que Nicolas Cage deve se aposentar e 5 filmes que mostram não

Recentemente em uma entrevista, o rei dos memes e carismático ator Nicolas Kim Coppola (ou Nicolas Cage se preferirem) disse que nunca vai se aposentar. Declaração que deixou o universo cinéfilo em eternos debates sobre a filmografia cheia de altos e baixos da carreira do ganhador do Oscar por Despedida em Las Vegas e sobrinho do Francis Ford Coppola.

Pensando nisso, resolvemos criar duas listas, uma com cinco grandes filmes e atuações do astro hollywoodiano e outra com cinco filmes terríveis que não indicaríamos nem para nossa sogra (caso ela seja uma bruxa!).

 

 

5 filmes que mostram que Nicolas Cage não deve se aposentar:

 

A Outra Face

Talvez um dos mais emblemáticos e inesquecíveis filmes de ação da década de 90, dirigido pelo genial cineasta chinês John Woo, A Outra Face possui uma história mirabolante, cheia de atalhos, muita ação e duas atuações históricas de dois atores frequentemente criticados: Nicolas Cage e John Travolta. Na trama, um policial está em uma perseguição de muitos anos a um terrorista altamente perigoso depois de uma tragédia acontecer a sua família. Quando chega próximo de conseguir, um acidente acontece fazendo o policial tomar uma drástica medida, em uma técnica médica/estética pouco utilizada, trocando seu rosto pelo do terrorista. Só que o terrorista acorda de um coma e faz a mesma coisa. Filme genial, onde não desgrudamos os olhos da frente da tela!

 

Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis.

 

Arizona Nunca Mais

Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Mais faz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter e Frances McDormand.

 

Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é a melhor interpretação da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Peggy Sue – Seu Passado a Espera

Sabe quando você julga saber tudo sobre uma pessoa? Você acaba não sabendo nunca tudo sobre uma pessoa. Brincando de maneira muito inteligente dentro da tese de que a teoria do impossível possa ser possível, no ano de 1986 (ano inclusive que quem vos escreve nasceu) estreava nos cinemas a comédia repleta de fantasia Peggy Sue – Seu passado a espera. Dirigido por Francis Ford Coppola e com elenco de astros da época e futuros, como Kathleen Turner, Nicolas Cage, Jim Carrey, Joan Allen e Helen Hunt, o longa-metragem, inspirado em partes por uma canção do músico e um dos pioneiros do rock and roll Buddy Holly, nos faz uma mesma pergunta a todo instante: Que escolhas tomaríamos se tivéssemos o dobro da idade em uma época passada e já vivida? Qual recheio você colocaria se pudesse voltar no tempo?

 

5 filmes que mostram que Nicolas Cage deve se aposentar:

 

O Imperador

Em seu primeiro projeto como diretor, Nick Powell não poderia ter começado com mais força e de pé esquerdo. O Imperador, é uma sucessão de erros. Diálogos deprimentes, cenas de ação feitas de forma desleixadas, nenhum tipo de entrosamento entre os atores em cena, planos bisonhos, atuações que beiram ao amadorismo. Nicolas Cage aparece bem pouco mas o suficiente para ajudar a derrubar o filme.

 

O Resgate

Com uma abertura eletrizante lembrando os velhos filmes de James Bond e a do primeiro filme da franquia Missão Impossível, o esse trabalho de Nicolas Cage começava gerando boas expectativas. Pena que só a abertura é digna de atenção.  Dirigido pelo cineasta inglês Simon West, que já trabalhara com o sobrinho de Copolla em Con Air – A Rota da Fuga, o longa é uma confusão de carros na contramão, perseguições em alta velocidade, onde Cage com certeza se lembrou dos tempos à bordo de seu Eleonora em 60 Segundos.

 

O Pacto

Em um filme confuso, que tenta surpreender (naufragando nesse quesito), o diretor australiano Roger Donaldson (de ótimos longas, como: Efeito Dominó e Treze Dias Que Abalaram o Mundo) reúne um elenco conhecido para contar esse Thriller que não deve agradar a maioria do público cinéfilo. Na trama, um professor do ensino médio vive uma vida feliz e apaixonada com uma musicista. Até que um dia a paz e a felicidade deles é abalada. Quando está indo para casa após um ensaio, a mulher é atacada. Confuso e desnorteado, o marido aceita receber ajuda de um homem misterioso (para uma espécie de vingança encomendada) sem saber direito onde estava se metendo.

 

O Motoqueiro Fantasma 2 – Espírito de Vingança

Eu gostaria de vir aqui e escrever milhões de elogios à atuação de Nicolas Kim Coppola. Porém, como já esperávamos e que diz no ditado popular: ‘Hoje é o amanhã que tanto nos preocupava ontem’. Cage consegue realizar em cerca de uma hora e meia de fita um de seus piores filmes da carreira. Sim cinéfilos, ele conseguiu essa proeza. O longa dirigido por Mark Neveldine e Brian Taylor (bem dirigido por sinal, a melhor coisa da fita talvez seja a direção) é uma sucessão de erros.

 

O Sacrifício

O pior filme de Cage. Nesse longa amigos e amigas, o sobrinho de Copolla consegue se superar (para pior). O filme dirigido por Neil LaBute é uma refilmagem do cult inglês O Homem Espantalho e gastou milhões e milhões de doláres que não serviram para melhorar nem um minutinho desse longa estrelado por Cage. Na trama, um policial (ele mesmo) presencia um acidente e isso mexe com sua vida. Após esse incidente, recebe uma carta de uma ex-noiva pedindo para encontrar sua filha que desapareceu em uma ilha. Lá meus amigos, acontecem coisas muito esquisitas que deixam o cinéfilo enfurecido por tamanha confusão em cena. É um sacrifício ir até o fim desse filme.

Crítica | ‘Mother’s Baby’ – A maternidade sob a perspectiva imersiva da depressão pós-parto

A euforia diante de uma possibilidade até o silêncio das incertezas e imprevisibilidades são traços marcantes de um longa-metragem perturbador que nos leva até a mente de uma mãe de primeira viagem. Em Mother’s Baby, caminhamos na linha tênue entre o drama e o suspense, presenciando de forma intensa e profunda a maternidade sob uma perspectiva imersiva da depressão pós-parto.

Dirigido pela cineasta austríaca Johanna Moder, a obra encontra caminhos para se expandir por meio de uma narrativa com recheios de ambiguidades, que usa o silêncio como aliado para impulsionar sensações da intimidade emocional de uma protagonista em conflito. Um trabalho de direção impressionante, com ritmo dosado, causando reflexões a todo instante.

Cena do filme 'Mothers's Baby'
Cena do filme ‘Mothers’s Baby’

Julia (Marie Leuenberger) é uma maestrina bem-sucedida, que vive em uma linda cobertura e está em um relacionamento saudável ao lado do companheiro, Georg (Hans Löw). Eles resolvem tentar ter um filho e começam um tratamento em uma clínica de fertilidade e, algum tempo depois, ela engravida. Após o nascimento – que passou por um parto com algumas questões -, Julia se vê perdida e entregue às incertezas que a cercam.

Na maneira de contar essa história, percebemos também um ganho narrativo importante com elementos de luzes contrastando-se em alguns ambientes, reforçando emoções e elevando a tensão. São adições a um jogo de contrastes que propõe dualidades de maneira equilibrada, culminando num desfecho com seus simbolismos e interpretações.

Cena do filme 'Mothers's Baby'
Cena do filme ‘Mothers’s Baby’

O medo e a culpa aproximam o público, a todo instante, da personagem, completamente fragilizada e indefesa sobre os próprios pensamentos. Sufocando dentro da própria mente, causa reflexos no seu relacionamento com amigos e o marido. O inesperado é um elemento que se acopla, tendendo aqui ao suspense psicológico muito mais do que ao drama e, de alguma forma, também humanizando uma experiência que pode-se chegar em muitos paralelos com realidades do lado de cá da tela.

Cena do filme 'Mothers's Baby'
Cena do filme ‘Mothers’s Baby’

Nesse impactante projeto, não há espaço para o sobrenatural: é um filme sobre a realidade, sobre as peças que a mente nos prega. Entre o planejamento e o que se espera, entre a expectativa e o que se apresenta, há uma longa estrada – e isso é um dos combustíveis dessa trama, que parte com intensidade rumo aos abalos psicológicos que transitam entre a necessidade do concreto e a iminência do descontrole.

Comboio do Terror | 35 anos do Primeiro e ÚNICO filme dirigido pelo autor Stephen King

Sabe aquela história do “se quiser algo bem feito, faça você mesmo”? Pois bem, esta era a intenção do renomado escritor Stephen King ao decidir colocar a mão na massa e comandar ele mesmo a adaptação para o cinema de seu conto ‘Trucks’, publicado originalmente em 1973 para a edição da revista Cavalier, e depois relançado como parte do livro Night Shift, de 1978. Maximum Overdrive, o título que a produção ganharia nas telonas (aqui no Brasil se chamando Comboio do Terror) foi lançado nos EUA e Brasil no dia 25 de julho de 1986 nos cinemas e em 2021 completou 35 anos de seu lançamento. Como forma de comemorar esta verdadeira pérola do prazer culposo, iremos relembrar este filme de terror com vocês. Confira abaixo.

Na segunda metade da década de 1970, o autor Stephen King era apresentado para o mundo. Seus livros de terror faziam sucesso no círculo dos jovens descolados da contracultura dos hippies – como foi mostrado no sucesso da Netflix, Rua do Medo: Parte 2 – 1978. O escritor dava o passo além e abrangia todo um novo público ao ter seu primeiro livro, Carrie – A Estranha, adaptado ao cinema por Brian De Palma em 1976. A próxima adaptação para as telonas, por mais icônica que tenha se tornado, revelou-se uma das experiências mais traumáticas logo de início para King. O Iluminado (1980), de Stanley Kubrick, é constantemente estudado, analisado pelos fãs e citado como uma das melhores produções do gênero de todos os tempos. Porém, o filme falhou em agradar uma pessoa, e talvez a que mais precisasse; o dono da história: Stephen King.

Kubrick, como gênio excêntrico que era, pegou o livro de King e virou da cabeça aos pés – ou quase. A essência e personagens eram os mesmos, porém, Kubrick mudou diversos fatos, alguns perfis de personagens e inclusive o desfecho. Por exemplo, Wendy, a esposa sofrida, é descrita por King no livro como uma beldade loira, uma “esposa troféu” que nunca enfrentou dificuldades na vida. No filme de Kubrick, ela recebeu a aparência mais mundana de Shelley Duvall. No livro, Jack se sacrifica e explode o hotel com a caldeira. No filme, ele nunca se redime e tenta matar o pequeno filho no labirinto de plantas em meia a uma nevasca – situação que não existe no livro. Com tudo isso, o criador King não reconheceu em tela sua história, mesmo tendo oferecido adaptar ele mesmo o roteiro e sido recusado pelo cineasta. Apesar disso, King parece estar sozinho nesta, já que grande parte dos fãs e cinéfilos afirmam que Kubrick conseguiu melhorar a história do autor, deixando-a mais assustadora e intensa – e menos surreal.

Stephen King deserdou a adaptação de O Iluminado, que durante anos deixou um gosto para lá de amargo em sua boca. Em 1997, King finalmente teria seu desejo atendido pela Warner, estúdio responsável pela adaptação original, e realizaria uma versão mais fiel de seu conto produzida para a TV como uma minissérie em dois episódios. King ficou felicíssimo com o resultado. Mas parece que só ele, pois esta versão foi solenemente ignorada por todos, e os que assistiram se arrependem, a classificando como uma aberração monótona. Ossos do ofício.

Cansado de ter suas obras “trituradas” nas telas, Stephen King promete fazer certo em Comboio do Terror. O Resultado…

A primeira ligação mais aprofundada de King com o cinema ocorreu em 1982, quando ao lado do colega George A. Romero – outro mestre do terror, sendo o pai dos zumbis na cultura pop, graças à Noite dos Mortos-Vivos (1968) -, formularam Creepshow – Arrepio do Medo, longa que é uma coletânea com cinco contos de horror, todos escritos por King e dirigidos por Romero. Depois disso, em 1985, King voltaria aos cinemas atrás das câmeras ao adaptar Olhos de Gato, outro roteiro seu que se tornaria filme. Esse, no entanto, uma adaptação de contos seus anteriormente publicados – ao contrário do material original de Creepshow.

Com essa experiência inicial no mundo do cinema, o autor estava disposto a arriscar um cargo mais ambicioso. Não apenas iria escrever o roteiro, como também estrear na direção de um longa-metragem para o cinema. Com a frase de efeito “Eu só queria que alguém fizesse Stephen King da maneira certa”, proferida pelo autor e contida nas prévias, como trailers, comerciais e cartazes, Comboio do Terror não teve uma produção tranquila, e enfrentaria alguns problemas de bastidores – a maioria envolvendo uma crise pessoal do diretor King.

Emilio Estevez protagoniza, num papel que King havia pensado para Bruce Springsteen.

Depois de Christine, que foi levado aos cinemas em 1983 por John Carpenter com o subtítulo O Carro Assassino por aqui, essa era outra história de Stephen King que falava sobre automóveis possuídos, ganhando vida própria e tendências bastante homicidas. Ao contrário do Plymouth vermelho da década de 1950, no entanto, tomado pelo espírito maligno de seu antigo dono, os veículos de Comboio do Terror possuem uma explicação mais incrível e insana para ganharem vida – mais no clima surreal do autor. A explicação aqui é a passagem de um cometa pela Terra e seu rastro que fez todos os maquinários de nosso planeta se tornarem conscientes. Era a febre do cometa Halley que perdurava pelos anos 80. Fora isso, existe também uma explicação alienígena por trás de tudo.

Nas telas, quem protagoniza é astro adolescente Emilio Estevez, parte do chamado “brat pack, então aos 24 anos, no papel de Bill Robinson, ex-presidiário que recebe nova chance ao arrumar emprego num posto de gasolina. Seu patrão, no entanto, vivido por Pat Hingle (o comissário Gordon dos filmes Batman de Tim Burton), é um sádico explorador. A dinâmica muda radicalmente quando o local é forçado a abrigar os sobreviventes dos ataques de toda espécie de máquina que acabaram de ganhar vida. O papel principal quase teve as formas de Gary Busey, que demonstrou interesse pelo filme; fato que iria deixar tudo ainda mais alucinado. Por outro lado, King desejava ter o cantor Bruce Springsteen no papel principal, realizando seu debute como ator.

Os principais antagonistas aqui são enormes caminhões que se juntam em volta do posto, cercando a área para dar cabo desta resistência humana. Curiosamente, o líder destas máquinas e grande vilão do longa é um caminhão que transporta brinquedos e possui na frente de sua carroceria a cabeça do personagem Duende Verde, inimigo da galeria do herói Homem-Aranha, da Marvel.

Sendo fã da banda de rock AC/DC, Stephen King não perdeu a chance de convidá-los para criar a trilha sonora de seu filme, assim que os conheceu pessoalmente. O diretor foi ainda mais longe e os ofereceu uma participação como atores no longa. Esta segunda oferta foi negada pelos músicos, alegando que não eram atores. Mas a trilha sonora do grupo pode ser conferida no longa. Outra boa ação de King foi em relação à franquia Evil Dead. Fã declarado do original de 1981 (que completa 40 anos em 2021), King soube que Sam Raimi estava encontrando problemas para tirar a continuação do papel. Assim, King entrou em contado com seu produtor neste filme, o italiano Dino De Laurentiis – que inaugurava sua produtora Embassy Pictures aqui –, para que ajudasse Raimi com a continuação Uma Noite Alucinante (1987). Ou seja, esta franquia existe graças a King também.

Não falta sangue neste duelo entre homens e máquinas, arquitetado por Stephen King.

Por outro lado, nem tudo são flores. E como citado, King passava por problemas pessoais seríssimos em sua estreia como diretor. Sendo viciado em cocaína na época, o escritor admitiu que abusava da substância durante as filmagens, sem conseguir lembrar de grande parte de sua experiência na função. É inclusive dito na surdina que George Romero, colega do autor, teria dirigido grande parte do filme para King. Embora o próprio não admita tanto, a presença de Romero nos bastidores foi constantemente reportada na época. Segundo os mesmos boatos, durante as gravações, King buscava tratamento para seu vício, e precisou diversas vezes abandonar os dias de gravações.

Marvel, é você? Stephen King decide usar o Duende Verde como vilão de seu filme. Ou ao menos um caminhão com a cara do personagem.

Tamanha bagunça resultou num verdadeiro fiasco. Não era para menos. Com um orçamento de US$10 milhões, Comboio do Terror sequer se pagou, arrecadando um total de US$7 milhões em sua estadia nas telonas. A crítica da época massacrou o filme, e atualmente ele soma irrisórios 15% de aprovação no Rotten Tomatoes. Até mesmo o diretor Stephen King renega a obra, a definindo como “um filme idiota”. No fim das contas, Comboio do Terror se resume a 1 hora e 40 minutos de máquinas perseguindo e matando humanos. Nem precisa ser dito que 35 anos depois, o longa ressurgiu como cult e foi redescoberto ainda na época das vídeo locadoras. Atestar a favor de sua qualidade são outros quinhentos.

Stephen King já deu duas declarações contraditórias em relação à sua estreia como diretor. Quando perguntado porque nunca havia dirigido outro filme, King respondeu: “você já viu Comboio do Terror?”, garantindo assim a resposta do entrevistador. Por outro lado, afirmou anos depois ter vontade de quem sabe um dia experimentar a direção de um outro filme, desta vez limpo e sóbrio – como se encontra há anos desde então. Numa época de reaproveitamento de marcas pré-estabelecidas, está mais do que na hora de, não apenas King se aventurar novamente no comando de um filme, como também Comboio do Terror receber uma releitura na cultura pop, seja na forma de uma série, remake ou reboot. Bem, ao menos uma nova Christine vem aí, nas mãos da Blumhouse…

SUCESSO! ‘Jogador Nº 1’ ultrapassa US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso absoluto! O novo filme de Steven Spielberg, ‘Jogador Nº 1‘, ultrapassou a marca de US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais.

Um dos principais mercados que contribuíram com o sucesso do filme foi a China, onde ‘Jogador Nº 1‘ arrecadou mais de US$ 200 milhões, tornando-se a décima maior bilheteria de todos os tempos no país.

Com o sucesso do filme, Steven Spielberg se tornou o primeiro diretor a ultrapassar a marca de US$ 10 bilhões de dólares nas bilheterias. Spielberg está à frente de nomes como Peter JacksonMichael Bay e James Cameron, todos com US$ 6 bilhões.

‘O Predador’: Ellen Ripley aparece no final alternativo do reboot; Saiba mais!

Em geral, ‘O Predador‘ foi uma grande decepção para os fãs da franquia, e muita coisa em torno do projeto não chegou às telas. Dessa vez, foi revelado que um final alternativo com a participação de Ellen Ripley foi gravado, mas não entrou no corte final.

Quem revelou a informação foi o artista Yuri Everson, que fez o design da máscara que a personagem usaria no final do filme.

“Nós filmamos três finais diferentes para ‘O Predador’, todos com variações do traje ‘Assassino de Predador’. Um dos finais trazia a Ripley usando o traje com uma máscara que nós criamos para o filme. Quem interpretou a personagem foi a dublê Breanna Watkins por debaixo do traje.”

Confira a imagem do design descartado:

 

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We shot 3 different endings for #thepredator, all variations of a “Predator Killer”. This unused ending was Predator Killer Ripley wearing the breather mask we created for the film. You can see her name tag there on her costume. Breanna Watkins played Ripley under the mask instead of Sigourney Weaver. The moving “fingers” and “tail” were deemed too facehugger-like on the day and were cut and removed by someone… ✂️ Sorry @jon_k_miller who headed up making the breather mask for us @thestudioadi with @saratheterra @ape5150 Zac Teller and Lord Garth but they made me do it! Michael Diner and his amazing Vancouver crew made the pod. All in no time flat. More #bts to follow…🎬🎥 #flashbackfriday #avpgalaxy

Uma publicação compartilhada por Yuri Everson (@h2originals) em

Infelizmente, os finais alternativos não estão disponíveis no DVD/Blu-ray do filme.

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Dirigido por Shane Black, de ‘Homem de Ferro 3’.

O filme é, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

O elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

‘Ballers’: Dwayne Johnson arrisca tudo na prévia da ÚLTIMA temporada

A HBO divulgou uma prévia dos próximos episódios da 5ª (e última) temporada de ‘Ballers‘, drama esportivo estrelado por Dwayne Johnson.

Confira:

A série foi criada por Stephen Levinson, e tem Mark Wahlberg como produtor executivo.

A narrativa acompanha Spencer Strasmore (Johnson), um atleta aposentado, além das vidas de um grupo de jogadores e ex-jogadores de futebol americano.

O elenco ainda conta com John David Washington, Omar Benson Miller, Donovan W. Carter, Troy Garity, Rob Corddry e London Brown.

Rumores apontam que ‘Resident Evil 8’ será o jogo ‘mais sombrio e violento’ da franquia

De acordo com o Dusk Golem, um insider conhecido por vazar informações precisas sobre jogos, o aguardado ‘Resident Evil 8‘ será o mais “sombrio e violento” da franquia.

“Estou animado por ‘Resident Evil 8’, pois será, de longe, o mais sombrio e violento da franquia. Preparem-se para os vilões mais perturbadores de todos os jogos da saga,” REVELOU NO TWITTER.

Os rumores também apontam que o jogo será intitulado ‘Resident Evil: Village‘ e se passará na Europa. Além disso, a trama contará com o retorno de Ethan Winters, protagonista do sétimo jogo.

As informações ainda constam que Chris Redfield também retornará e terá grande importância na história. E, por fim, o jogo deve trazer uma vilã conhecida como A Bruxa, que deve operar de um jeito parecido com o vilão de ‘Resident Evil 7‘, mas sua “habilidade” envolverá insetos.

O lançamento oficial deve acontecer no primeiro semestre de 2021.

Vale lembrar que o remake de ‘Resident Evil 3‘, estrelado pela Jill Valentine, foi lançado recentemente.

Confira o trailer:

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

‘Resgate 2’: Diretor fala sobre a sequência e o futuro da franquia

Em entrevista ao Collider, o diretor Sam Hargrave falou sobre a aguardada sequência ‘Resgate 2‘, além de revelar o que ele espera para o futuro da franquia.

“Acredito que o Joe [Russo] e o Anthony [Russo] são brilhantes em construírem um universo como da Marvel, onde vários desses filmes são conectados com seus personagens e jornadas. Eles estão trazendo esse formato na franquia ‘Resgate’ e há muitas oportunidades para acompanharmos esses personagens que os espectadores passaram a amar. Parece que eles querem ver mais deles.”

Ele completa, “Eu quero estar o mais envolvido possível, mas não quero ser ganancioso. Há diversos outros cineastas com visões únicas que trariam algo novo para a franquia. Espero conseguir fazer o segundo filme com a mesma equipe e realmente estabelecer a franquia. Mas eu também adoraria de ver outros jovens diretores que possam levar essa saga a um outro nível.”

Anteriormente, Hargrave havia confirmado que as filmagens da sequência devem começar durante o outono norte-americano (entre setembro e dezembro).

Além disso, o cineasta adiantou que Joe Russo (co-diretor de ‘Vingadores: Ultimato‘) já está finalizando o roteiro.

“Ainda estamos tendo cautela por conta da pandemia, o cenário atual é esse. Mas já estamos bem avançados, Joe Russo já está finalizando o roteiro e pretendemos gravar no outono.”

Hargrave, que também foi o dublê de Chris Evans nos filmes do ‘Capitão América‘, revelou que há diferentes versões do roteiro e ainda estão decidindo qual será a definitiva.

“Já li diferentes versões do roteiro e estamos decidindo os detalhes mais adequados para a sequência. Estou muito ansioso para saber qual será a ideia definitiva idealizada por Joe, mas posso garantir que a nova aventura vai expandir o universo que criamos com muito mais ação.”

Por enquanto, ainda não há detalhes oficiais sobre a trama da sequência.

Considerando o final do filme original, tudo indica que o personagem de Hemsworth pode ter sobrevivido à dura jornada para retornar em uma nova missão… Ou talvez o enredo seja uma pré-sequência.

O que você acha?

Confira nossa crítica de ‘Resgate’:

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

‘On My Block’: Série da Netflix ganhará spin-off com novos protagonistas

De acordo com o TVLine, a Netflix está desenvolvendo um spin-off da série ‘On My Block‘, intitulado ‘Freeridge‘.

A série derivada irá apresentar o “outro lado” da cidade fictícia de Freeridge. A trama focará em um novo grupo de amigos que pode ou não ter libertado uma maldição mortal, o que desencadeia uma aventura inesquecível.

Jamie Uyeshiro e os criadores da série original, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft, servirão como showrunners do spin-off, além de serem produtores executivos ao lado de Lauren Iungerich e Jamie Dooner.

Vale lembrar que a 4ª (e última) temporada de ‘On My Block‘ irá estrear no dia 4 de outubro.

Confira o trailer:

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.

A trama é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.

O elenco conta com Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

‘Pânico 6’: Ator de ‘Sobrenatural: A Origem’ entra para o elenco da sequência

De acordo com o THR, Dermot Mulroney (‘Sobrenatural: A Origem’) entrou para o elenco da sequência ‘Pânico 6‘.

Sem muitos detalhes sobre seu personagem, o ator interpretará um policial.

Dermot Mulroney

O novo filme contará com o retorno de Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby) e Courteney Cox (Gale).

Lembrando que os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.

As filmagens começam em junho deste ano, no Canadá.

Confira a sinopse:

“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”

Assista à nossa crítica do último longa:

 

Urso drogado ataca no novo trailer DUBLADO de ‘O Urso do Pó Branco’; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer dublado do suspense cômico ‘O Urso do Pó Branco‘, que narra a história real de um urso que morreu de overdose de cocaína.

Anteriormente previsto para estrear esta semana, o longa foi adiado para o dia 30 de março nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Ray Liotta, Keri Russell, Alden Ehrenreich, O’Shea Jackson e Jesse Tyler Ferguson estrelam. Margo Martindale (‘Mrs. America’), Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’), Christian Convery (‘Sweet Tooth’), Brooklynn Prince (‘Home Before Dark’), Kahyun Kim (‘American Gods’) e o comediante Scott Seiss fazem parte do elenco.

O urso em questão foi batizado de “Pablo EskoBear”, e se tornou uma das mais bizarras atrações turísticas do Kentucky. O caso aconteceu nos anos 80, quando o ex-policial Andrew Thornton se tornou um traficante internacional e iniciou a operação de uma rota de drogas da Colômbia para os EUA.

Durante um dos voos do tráfico, Thornton tinha que pular do avião em pleno voo enquanto sobrevoava a Floresta Nacional de Chattahoochee, com 40 recipientes de plástico cheios de cocaína em seu corpo.

O traficante morreu, pois o peso extra da cocaína fez com que o paraquedas não suportasse a queda. E então os US$ 15 milhões dos 40 quilos de cocaína desapareceram. O urso comeu.

David Ayer desiste de lançar seu corte de ‘Esquadrão Suicida’: “Não quero mais saber da DC”

Através do seu Twitter, o diretor David Ayer (‘Beekeeper – Rede de Vingança’) quebrou o silêncio sobre o lançamento do seu corte original de ‘Esquadrão Suicida‘.

O cineasta desistiu da possibilidade de lançar o #AyerCut do filme, revelando que o estúdio não tem interesse e que está cansado de ficar remoendo o passado.

“Não quero mais saber da DC. Não. Acabou. É muito triste. Fiquei melhor depois de derramar algumas lágrimas. Eu me sinto mais saudável. É uma ferida que precisa ser curada.”

Ele completa, “Nada a respeito desta situação parece boa. O estúdio não tem interesse em lançar [o #AyerCut de ‘Esquadrão Suicida’]. É hora de seguir em frente e não olhar para trás. Não preciso ficar implorando por isso. Eu vou proteger o meu coração e seguir em frente.”

Anteriormente, o diretor havia revelado que o Coringa, interpretado por Jared Leto, seria muito diferente na versão original do filme: “O Coringa é formidável, intenso e uma força da natureza no meu corte. Não é desconexo e bobo. No meu corte, ele tem um arco de história que paira poderosamente sobre o filme inteiro. No corte do estúdio, ele é um adereço, não um personagem.”

Em 2016, Margot Robbie, que interpreta a Arlequina no filme, mencionou que várias cenas que ela filmou com Jared Leto foram cortadas.

“Filmamos muita da história deles [Harley e Joker],” disse Robbie à Tipsy Talk em 2016. “Provavelmente perceberam que o fio emocional da história tinha que ser a missão em que estávamos, e explicar a posição da Encantadora e todas essas coisas.”

Robbie explicou: “Algumas das coisas que filmamos são insanas. São flashbacks, destinados a serem fragmentos. Mas acho que, quando estávamos filmando, talvez nos envolvemos demais nos flashbacks. Especialmente quando você tem Jared, ele está indo tão fundo com aquele personagem e todos nós estamos indo realmente fundo, e David vai realmente fundo com os personagens. Então, há muito, mas não fazia sentido confundir a linha do tempo presente para incorporar tudo isso.”

Um time dos mais perigosos e encarcerados supervilões são contratados por uma agência secreta do governo, para combater uma poderosa entidade. No entanto, quando eles percebem que não foram escolhidos apenas para ter sucesso, mas também por sua óbvia culpa quando inevitavelmente falharem, terão que decidir se vale a pena ou não continuar correndo risco de morte.

O filme é estrelado por Will Smith, Margot Robbie, Joel Kinnaman, Viola Davis, Jai Courtney, Jay Hernandez, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Ike Barinholtz, Scott Eastwood, Cara Delevingne, Adam Beach e Karen Fukuhara.

Confira o divertido trailer do novo especial de Halloween de ‘Solar Opposites’

O Hulu divulgou o trailer do novo especial de Halloween da série de animação adulta ‘Solar Opposites‘, do mesmo criador de ‘Rick e Morty‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O especial será lançado no serviço de streaming no dia 7 de outubro.

Justin Roiland (‘Rick and Morty’) e Mike McMahan são os criadores da atração.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Dan Stevens, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

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Jensen Ackles é recrutado em cena inédita de ‘Contagem Regressiva’, série de SUSPENSE do Prime Video

Prime Video divulgou um clipe inédito de ‘Contagem Regressiva‘ (Countdown), série de suspense estrelada por Jensen Ackles (‘Supernatural’) e Eric Dane (‘Grey’s Anatomy’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 25 de junho.

 

Um assassinato suspeito em plena luz do dia leva o oficial do LAPD Mark Meachum (Ackles) a ser recrutado para se juntar a uma força-tarefa secreta de agentes disfarçados de todos os ramos da aplicação da lei para investigar. Mas, à medida que a verdade de uma trama mais sinistra entra em foco, a equipe deve superar suas agendas pessoais conflitantes para se unir e salvar uma cidade de milhões de pessoas.

A série foi criada por Derek Haas, da franquia ‘Chicago Fire‘.

Este é o primeiro projeto após o acordo de exclusividade entre o realizador e a Amazon MGM Studios após sua saída da Wolf Entertainment.

“Estamos incrivelmente animados em nossa parceria com o Derek Haas,” declarou a Amazon MGM Studios em um comunicado oficial. “Ele tem uma habilidade inegável de despertar o interesse do público através de suas narrativas emocionantes. Mal podemos esperar para que nossos espectadores possam conferir essa série dinâmica, liderada pelo talentoso Jensen Ackles.”

Jessica CamachoViolett Beane, Uli LatukefuElliot Knight completam o elenco.

Treze episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Kirsten Dunst se junta ao elenco da sequência ‘Minecraft 2’

De acordo com o Deadline, Kirsten Dunst (‘Guerra Civil’) foi confirmada no elenco da sequência Minecraft 2‘, que está sendo desenvolvida pela Warner Bros.

A atriz interpretará Alex, um dos principais avatares disponíveis nos jogos.

Vale lembrar que, após o sucesso do primeiro filme, a artista brincou que adoraria participar da franquia porque seus filhos amaram o live-action e ela queria ganhar bastante dinheiro: “Talvez eu possa apenas fazer um filme em que eu não perca dinheiro?,” declarou.

Ela se junta aos atores Jason Momoa, Jack Black, Danielle Brooks, Matt Berry e Jennifer Coolidge, que reprisarão seus papéis na continuação.

Minecraft 2‘ está programado para estrear no dia 23 de julho de 2027, com as filmagens previstas para 1º de maio, na Nova Zelância.

Jared Hess (‘Gênios do Crime’) retornará à direção.

Ele também assinará o roteiro ao lado de Chris Galletta, mas detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Confira a lista com todos os recordes domésticos, internacionais e globais quebrados na estreia de ‘Um Filme Minecraft’

Na trama do primeiro filme, um portal misterioso atrai quatro desajustados para o Overworld, uma terra das maravilhas bizarras e cúbicas que prospera com a imaginação. Para voltar para casa, eles têm que dominar o terreno enquanto embarcam em uma missão mágica com um construtor inesperado chamado Steve.

Sucesso nos cinemas, o live-action conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 950 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa a terceira maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2: O Renascer da Alma‘ (US$1.9B) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B).

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Zoe Saldana revela qual foi sua maior inspiração para interpretar Gamora em ‘Guardiões da Galáxia’

Embora ‘Guardiões da Galáxia’ possua um viés mais humorístico, a inspiração de Zoe Saldana para interpretar a durona personagem Gamora no filme não veio de uma fonte semelhante.

Segundo a atriz, uma trágica história real a ajudou a estruturar o passado de sua heroína:

“Quando estávamos montando Gamora no primeiro filme, eu me lembro que tive uma conversa com James [Gunn] e eu disse: ‘Eu não sei porque, mas ‘Lost Boys of Sudan’ veem à minha mente em termo de crianças que foram retiradas de suas vilas e de seu povo – como Gamora foi retirada de seu planeta – e forçadas a uma vida de violência, corrupção e abusos. E o que aquilo faria ao coração de alguém, a mente de alguém’. E então, ele me deu a permissão de me aprofundar o máximo que poderia e eu fiz isso”.

Lost Boys of Sudan’ é um documentário de 2003, que relata o trágico período da Segunda Guerra Civil Sudanesa. Entre os anos de 1983 e 2005, mais de 20 mil jovens garotos foram desalojados ou se tornaram órfãos e muitos ainda foram recrutados como soldados mirins por lados opositores.

[SPOILERS]

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

‘Extremely Wicked’: Filme sobre serial killer com Zac Efron encerra suas filmagens

O cineasta Joe Berling encerrou as filmagens no thriller ‘Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile’ e para comemorar, ele publicou duas novas imagens,  uma delas ao lado do astro Zac Efron.

Confira:

A atriz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) viverá Carole Ann Boone, ex-esposa de Ted Bundy. Zac Efron será Bundy, Lily Collins viverá Elizabeth Kloepfer, Jim Parsons interpreta o promotor de justiça, Larry Simpson, e John Malkovich dará vida ao juiz Edward Cowart.

O projeto é dirigido por Joe Berlinger e o roteiro ficou a cargo de Michael Werde. Além de Efron, Lily Collins estrela a produção.

A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer. Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.

 

‘True Detective’: Primeiros episódios da 3ª temporada ganham títulos e sinopses; Confira!

A aguardada 3ª temporada de ‘True Detective‘, protagonizada por Mahershala Ali, chega logo mais em janeiro de 2019 e  os seus quatro primeiro episódios ganharam títulos e sinopses oficiais.

Confira:

Episódio 1 “The Great War and Modern Memory”:

O desaparecimento de um jovem garoto do Arkansas (Phoenix Elkin) e de sua irmã (Lena McCarthy) em 1980 desencadeia lembranças vivas e perguntas duradouras para o detetive aposentado Wayne Hays (Mahershala Ali), que trabalhou n caso 35 anos antes, com o parceiro Roland West (Stephen Dorff ). O que começou como um caso rotineiro se torna uma longa jornada para dissecar e dar sentido ao crime.

Episódio 2 “Kiss Tomorrow Goodbye”:

Hays (Mahershala Ali) faz um retrospecto do rescaldo do caso Purcell de 1980 em West Finger, Arkansas, incluindo possíveis evidências deixadas no Devil’s Den, um ponto de encontro ao ar livre para as crianças locais. Como a atenção se concentra em dois suspeitos conspícuos – Brett Woodard (Michael Greyeyes), um veterinário solitário e coletor de lixo, e Ted LaGrange (Shawn-Caulin Young), um ex-presidiário com uma queda por crianças – os pais dos filhos desaparecidos, Tom (Scoot McNairy) e Lucy Purcell (Mamie Gummer), recebem um bilhete criptografado de uma fonte anônima.

Episódio 3 “The Big Never”:

Hays (Mahershala Ali) relembra seu romance precoce com Amelia (Carmen Ejogo), bem como as rachaduras em seu relacionamento que surgiram depois que eles se casaram e tiveram filhos. Dez anos após os crimes de Purcell, novas evidências surgem, dando-lhe uma segunda chance para vindicar a si mesmo e voltar à investigação.

Episódio 4 “The Hour and the Day”:

Hays (Mahershala Ali) e West (Stephen Dorff) veem uma possível conexão entre a igreja local e os crimes de Purcell. Enquanto os detetives procuram por um suspeito e reúnem outro para interrogatório, Woodard (Michael Greyeyes) é alvo de um grupo de vigilantes.

 

Assista ao trailer:

O diretor de ‘Sala Verde‘, Jeremy Saulnier, irá dirigir a temporada ao lado do criador da série, Nic Pizzolatto.

A terceira temporada apresenta a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos.

Deborah AyorindeRay Fisher Stephen Dorff completam o elenco.

A 3ª temporada de ‘True Detective‘ estreia em 13 de Janeiro de 2019.

Crítica Sundance | Run Sweetheart Run: Terror da Blumhouse mistura temática racial e feminista

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Resgatando o terror com uma certa irreverência e escolhas até mesmo peculiares, a Blumhouse tem se tornado a grande responsável por resgatar o gênero aos seus tempos de glória que – até então – residiam entre os anos 70 a 2000. E se apropriando de alguns dos contextos sócio culturais contemporâneos que têm regido o mundo, a produtora de Jason Blum cruzou novos limites ainda mais inusitados para o gênero, fazendo de Run Sweetheart Run uma produção gore peculiar que foge à regra em todos os sentimentos. Com elementos fantásticos que garantem o fator surreal à trama, o longa de Shana Feste é ainda uma crítica social sobre abuso sexual e racismo, em meio ao latente empoderamento feminino.

À primeira instância, Run Sweetheart Run aparenta ser mais um filme de terror da lista de infindáveis produções da Blumhouse, que poderiam muito bem ter uma passagem sólida nas telonas, porém efêmera. Mas de maneira inadvertida, o que poderia ser apenas um longa repleto de jumpscares e cenas intensas, se metamorfoseia em uma experiência surpreendentemente reflexiva, a respeito de como é sentir – literalmente na carne – o horror de ser uma mulher violada por outra pessoa em posição de poder. E aqui, Ella Balinska é uma jovem com cicatrizes de um relacionamento abusivo e que aceita um encontro às escuras com um homem rico e poderoso, amigo de seu chefe, vivido por Johan Philip Asbæk (Game of Thrones). No entanto, o que poderia ser uma noite apaixonante, se transforma em uma insana caçada, onde ela terá que ir até às últimas consequências para manter-se viva.

Na trama, pouco importa as origens de seu agressor. Inicialmente apresentado apenas como um charmoso homem de feições hipnotizantes, ele rapidamente se transforma em uma espécie de monstro (literalmente) quase imortal, que fareja o sangue das mulheres e se alimenta a partir dos abusos sexuais que comete, tendo apenas um critério para a escolha de suas vítimas: jovens e negras. E como alguém que transita com autoridade pelas ruas de Los Angeles, sem ser impedido de seus crimes, Asbæk é uma espécie de representação do patriarcado, viola os direitos e integridade das suas vítimas e escolhe suas presas de forma estratégica por uma razão genuinamente realista: Mulheres negras são tratadas com menor importância pelas autoridades norte-americanas. Errado ele não está.

E conforme o padrão do agressor é desenhado diante dos nossos olhos, o terror de Feste se desabrocha para a audiência, mostrando-se como de fato uma espetacular oportunidade de usar um gênero tão atípico para tratar sua temática social, fazendo da sua abordagem a cartada certeira para transformar sua trama em uma experiência visual e perceptiva realmente impactante. E embora você seja atraído a Run Sweetheart Run por ser um original Blumhouse, o que te faz permanecer diante das telas não são os sustos e a tensão bem equilibrada e escalonada, mas sim o recado da diretora para homens e mulheres.

Explorando com voracidade os perigos da perpetuidade do abuso de poder sobre mulheres e – principalmente – negras, o terror consegue aliar o fator entretenimento à um roteiro com premissa madura, brincando com o gênero como quem tem a pretensão de abrir um diálogo sério sobre como a mulher é vista quando abusada sexualmente – a ponto de ser ignorada e rejeitada por muitos que a cercam. Bem dirigido, com uma edição certeira que sabe desenvolver uma atmosfera macabra em torno da trama, Run Sweetheart Run dá o seu recado com agilidade e dinamismo sem ser óbvio demais e sem fugir da premissa básica da Blumhouse de produzir um bom horror que envolva suas audiências. Misturando temas tão diversos e conectando-os com destreza, a produção é uma bela surpresa regada por boas atuações e por aqueles fatídicos sustos que vão te tirar do lugar.

‘Better Call Saul’: Criador da série confirma data de início das filmagens da 6ª e última temporada

Após as filmagens da 6ª e última temporada de ‘Better Call Saul‘ terem sido adiadas, em virtude da pandemia do coronavírus, a produção parece estar finalmente retomando o seu ritmo, com o período de início das filmagens sendo confirmado pelo co-criador Peter Gould.

Em uma entrevista ao portal Deadline, o também produtor ainda deu detalhes da produção do ciclo de encerramento, compartilhando que os roteiros já estão quase finalizados:

“Nosso desejo fervoroso é filmar no início do ano que vem. Agora quando vocês verão a série vai depender do destino, da AMC e da Sony. Estamos em reunião pelo Zoom todos os dias desde então. É como tentar dançar na areia movediça. É uma desvantagem para mim estar trabalhando remotamente, mas eu adoro o que vamos fazer, só vai demorar um pouco mais. Agora estamos bem avançados na temporada, então devo dizer que estou muito empolgado com o caminho para o qual estamos seguindo”.

Embora ainda não haja uma data oficial de lançamento, a expectativa é de que a 6ª e última temporada de Better Call Saulseja lançada no segundo semestre de 2021, ao longo do outono norte-americano (entre setembro e dezembro).

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

‘Apresentando os Ricardos’: Cinebiografia com Nicole Kidman e Javier Bardem estreia na Amazon Prime Video

A cinebiografia ‘Apresentando os Ricardos‘ (Being The Ricardos), estrelada por Nicole KidmanJavier Bardemjá está disponível na plataforma Amazon Prime Video.

A trama acompanha Lucille Ball e Desi Arnaz, que casaram em 1940 e viram sua fama decolar após estrearem uma das mais memoráveis sitcoms americanas chamada “I Love Lucy”. Entretanto, quando tudo parecia estar indo bem, os dois são envolvidos em uma trama de acusações chocantes que ameaçam sua vida pessoal e profissional. Ao longo da semana mais tensa de gravações, o relacionamento complexo dos dois será posto à prova, enquanto algumas verdades vêm à tona.

O filme é dirigido pelo vencedor do Oscar Aaron Sorkin (‘A Rede Social’, ‘Os 7 de Chicago’).

O elenco também conta com J.K. Simmons (William Frawley), Nina Arianda (Vivian Vance), Tony Hale (Jess Oppenheimer), Alia Shawkat (Madelyn Pugh) e Jake Lacy (Bob Carroll Jr.).

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 72% de aprovação, com nota 6.70/10 baseada em 163 reviews. Segundo o consenso geral, “o filme não consegue verdadeiramente capturar o poder de seus sujeitos, mas Kidman se diverte com os diálogos irascíveis de Aaron Sorkin“.

Assista ao trailer:

Crítica | Nicole Kidman é a verdadeira estrela do drama biográfico ‘Being the Ricardos’

Isabelle Huppert celebra estreia no Rio e destaca Kleber Mendonça, Walter Salles e Karim Aïnouz

Uma das atrizes mais influentes do mundo, Isabelle Huppert consolidou sua identidade artística no cinema francês através de uma filmografia versátil, marcada por dramas poderosos como Elle, experiências sinestésicas mais maduras como A Professora de Piano e até mesmo comédias inusitadas como A Dona do Barato. Admirada por sua plurivalência nas telonas e por seu senso de humor bem particular, a veterana é conhecida por ousar em suas escolhas de papéis, sempre lembrando o público de seu caráter camaleônico de transitar entre gêneros com autenticidade e maestria.

E não seria diferente em seu novo filme e em sua vinda ao Rio de Janeiro para celebrar a estreia de A Mulher Mais Rica do Mundo. Mais uma vez se aventurando pela comédia, dessa vez sob as nuances do drama, Huppert abriu o Festival de Cinema Francês à sua maneira. Com trajes simples e estampando uma jaqueta jeans, absolutamente alheia ao peso que sua presença exerce nos ambientes que percorre, ela conduziu uma coletiva de imprensa fechada em que compartilhou sua nova fase profissional, aos 72 anos.

Luz – Sundance Film Festival 2025

Após lançar o drama fantástico Luz, no Festival de Sundance 2025, Huppert se despe da mitologia fabulosa do longa sino-hong-kongues para não se levar tão a sério no filme de Thierry Klifa. E à medida em que refletia sobre o que esse novo projeto representa no escopo de toda sua obra, a veterana ponderou sobre o cinema brasileiro, celebrando os nomes mais marcantes que têm conquistado as audiências nas edições recentes do Festival de Cannes.

Na ocasião, Isabelle destacou a filmografia de Kleber Mendonça, Walter Salles e Karim Aïnouz. Admitindo que não conhece todos os longas do trio de cineastas, ela foi categórica ao salientar a força das narrativas desenvolvidas por eles, evidenciando a popularidade de seus filmes na cena europeia – mais precisamente francesa.

“O Brasil tem dois grandes diretores, e na minha opinião isso já bastaria, de tão imensos que eles são”, afirmou, se referindo a Walter Salles e Kleber Mendonça Filho. Em relação ao último, a atriz foi ainda mais além e revelou que ele é “um diretor muito importante para França, cujos filmes sempre esperamos com curiosidade”.

Huppert também mencionou Karim Aïnouz, cuja obra A Vida Invisível foi, para o público francês, “uma descoberta muito alegre”, ressaltando que o filme “caiu como uma luva” na França, mesmo antes de ela conhecer o diretor pessoalmente. Suas observações, feitas com naturalidade, ecoaram como um reconhecimento espontâneo da força criativa do cinema brasileiro.

E durante a coletiva, ela também fez questão de reiterar como se sente diante dos papéis tão diversos que habimente encara nas telonas. Se distanciando deles de maneira clara, a francesa salientou como não se parece com suas personagens, à medida em que também se identifica com elas em certos aspectos. O comentário, que gerou risos entre os presentes na coletiva, refletiu tanto seu rigor artístico quanto sua consciência da distinção que é necessário fazer entre a arte, o material que se interpreta e sua própria identidade.

“Eu não tenho nada em comum com meus personagens em geral. Ao mesmo tempo eu tenho tudo e nada. Tudo porque eu encarno essas figuras. Eu ainda não sou um produto de uma inteligência artificial. E nada, porque eu não tenho nada a ver com essa pessoa, nem com nenhuma das outras pessoas que eu escolho representar na tela”. 

Huppert enfatizou ainda a importância de Marianne Farrère, protagonista de A Mulher Mais Rica do Mundo ter um nome próprio dentro da ficção — algo que, segundo ela, não deve ser interpretado como referência direta à pessoa real que inspirou a narrativa. Para a atriz, atribuir nomes distintos não só protege a ficção, como também oferece aos intérpretes maior liberdade para construir seus papéis sem a sombra da identificação automática com figuras conhecidas.

Eu gosto muito de dizer que nesse filme eu interpreto uma pessoa que se chama Marianne Farrère, é o meu nome no filme. Mas é importante dizer isso, porque Thierry Klifa não fez um filme em que ele chama os personagens pelo seu nome verdadeiro”, explicou.

Ao detalhar sua leitura da personagem, Huppert descreveu Marianne como alguém que atravessa uma transformação emocional — movimento que ela resume como a passagem “do bem-estar para a alegria”. Essa mudança, contou, surge com a chegada de um fotógrafo excêntrico e imprevisível que entra na vida da protagonista. Para ela, trata-se de “um personagem completamente fora do comum. Muito brilhante, engraçado, inteligente, iconoclástico. Assolante, vulgar.”

É justamente essa combinação, tão destoante do universo de Marianne, que desencadeia seu despertar. “Isso a faz rir. Isso a faz rir, porque ela tem muito humor, obviamente”, disse a atriz – acrescentando que a personagem redescobre sua leveza ao mesmo tempo em que se distancia da própria família.

Já a relação com a filha é, segundo Huppert, uma peça essencial da dramaturgia. A atriz a descreveu como uma figura “austere, bastante orgulhosa”, diametralmente oposta à protagonista, e ressaltou que essa oposição evidencia o processo de afirmação de Marianne. À medida que encontra uma nova forma de existir, ela também explicita suas diferenças — e suas rupturas — com aqueles ao seu redor. “Então, é isso… isso conta uma história”, concluiu, encerrando com discrição o que talvez tenha sido a definição mais sintética — e mais precisa — do filme inteiro.

Confira a programação do Festival:

13 DIAS, 13 NOITES – 13 jours, 13 nuits

2025 / 1h52 / Drama, Thriller

De Martin Bourboulon – Com Roschdy Zem, Lyna Khoudri, Sidse Babett Knudsen

Distribuído por CALIFORNIA FILMES

Exibido no Festival de Cannes 2025

Sinopse: Cabul, 15 de agosto de 2021. Enquanto as tropas americanas se retiram, os Talibãs tomam a capital. Milhares de afegãos buscam refúgio na Embaixada da França, protegida pelo comandante Mohamed Bida e seus homens. Cercado, ele negocia com os Talibãs para organizar um comboio da última chance em direção ao aeroporto.

A MULHER MAIS RICA DO MUNDO (La Femme la plus riche du monde)

2025 / 2h03 / Comédia dramática

De Thierry Klifa – Com Isabelle Huppert, Marina Foïs, Laurent Lafitte

Distribuído por SYNAPSE

Exibido no Festival de Cannes 2025

Sinopse: A mulher mais rica do mundo: sua beleza, sua inteligência, seu poder. Um escritor fotógrafo: sua ambição, sua insolência, sua loucura. O amor à primeira vista que os arrebata. Uma herdeira desconfiada que luta para ser amada. Um mordomo vigilante que sabe mais do que revela. Segredos de família. Doações astronômicas. Uma guerra onde todos os golpes são permitidos.

ERA UMA VEZ MINHA MÃE – Ma mère, Dieu et Sylvie Vartan

2025 / 1h42 / Comédia dramática

De Ken Scott – Com Leila Behkti, Jonathan Cohen, Sylvie Vartan

Distribuído por CALIFORNIA FILMES

Adaptado do romance autobiográfico de Roland Perez, advogado de Sylvie Vartan.

Sinopse: Em 1963, Esther dá à luz Roland, que nasce com pé torto e não consegue andar. Contra a opinião de todos, ela lhe promete uma vida normal e maravilhosa, e luta a vida inteira para cumprir essa promessa. Uma história real sobre um destino incrível e o amor incondicional de uma mãe por seu filho.

EU, QUE TE AMEI – Moi qui t’aimais

2025 / 1h58 / Cinebiographia

De Diane Kurys – Com Marine Foïs, Roschdy Zem

Distribuído por AUTORAL FILMES

Exibido no Festival de Cannes 2025

Sinopse: Ela o amava mais do que tudo, ele a amava mais do que todas as outras. Simone Signoret e Yves Montand foram o casal mais famoso de seu tempo. Assombrada pelo caso de seu marido com Marilyn Monroe e ferida por todos os que vieram depois, Signoret sempre recusou o papel de vítima.

FANON – Fanon

2025 / 2h13/ Cinebiografia

De Jean-Claude Barny – Com Alexandre Bouyer, Déborah François, Stanislas Merhar

Distribuído por FENIX

Sinopse : Frantz Fanon, um psiquiatra francês originário da Martinica, acaba de ser nomeado chefe de serviço no hospital psiquiátrico de Blida, na Argélia. Seus métodos contrastam com os dos outros médicos em um contexto de colonização.

FORA DE CONTROLE – Dis-moi juste que tu m’aimes

2025 / 1h51 / Drama

De Anne Le Ny – Com Omar Sy, Élodie Bouchez, Vanessa Paradis, José Garcia

Distribuído por CALIFORNIA FILMES

Sinopse: Após quinze anos de casamento, uma crise coloca à prova a união de Julien e Marie. Quando Anaëlle, o grande amor de juventude de Julien, reaparece, Marie entra em pânico. Perdida em uma espiral infernal de ciúmes e autodepreciação, Marie se deixa levar para uma aventura com Thomas, que se revelará tão manipulador quanto perigoso.

UMA JORNADA DE BICICLETA – À bicyclette!

2025 / 1h29 / Comédia dramática

De Mathias Mlekuz – Com Mathias Mlekuz, Philippe Rebbot, Josef Mlekuz

Distribuído por BONFILM

Prêmio Valois de Música de Filme no Festival do Cinema Francófono de Angoulême

Indicado ao Festival Internacional de Cinema de Comédia de Alpe d’Huez

Sinopse: Do Atlântico ao mar Negro, Mathias leva seu melhor amigo Philippe em uma viagem de bicicleta. Juntos, eles refazem o percurso que Youri, seu filho, havia iniciado antes de desaparecer tragicamente.

JOVENS MÃES – Jeunes Mères

2025 / 1h45 / Drama

De Jean-Pierre et Luc Dardenne – Com Babette Verbeek, Elsa Houben, Janaïna Halloy Fokan Distribuído por VITRINE FILMES

Prêmios de Melhor Roteiro e Ecumênico do Festival de Cannes 2025

Sinopse: Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma estão hospedadas em uma casa materna que as ajuda em sua vida de jovens mães. Cinco adolescentes que têm a esperança de conquistar uma vida melhor para si mesmas e para seus filhos.

LA PAMPA – La Pampa

2024 / 1h34 / Drama, Thriller

De Antoine Chevrolier – Com Sayyid El Alami, Amaury Foucher, Damien Bonnard

Distribuído por ENCRIPTA

Sinopse: Willy e Jojo, dois adolescentes inseparáveis, passam o tempo caçando o tédio em uma pequena aldeia no coração da França. Mas Jojo esconde um segredo. E quando toda a vila o descobre, os sonhos e as famílias dos dois amigos se despedaçam.

MÃOS À OBRA – A pied d’œuvre

2026 / 1h32 / Comédia dramática

De Valérie Donzelli – Com Bastien Bouillon, Virginie Ledoyen, Marie Rivière

Distribuído por BONFILM

Adaptado do filme homônimo de Frank Courtès

Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2025

Sinopse: Um fotógrafo de sucesso abandona tudo para se dedicar à escrita e descobre a pobreza.

MAYA, DÊ ME UM TÍTULO – Maya, donne-moi un titre

2025 / 1h01 / Animação, Aventura, Comédia, Família

Versão dublada / A partir de 6 anos

De Michel Gondry

Sinopse: Maya e seu pai vivem em dois países diferentes. Para manter o vínculo com a filha e continuar contando histórias para ela, seu pai lhe pede todas as noites: “Maya,

me dá um título”. A partir desse título, ele cria um desenho animado no qual ela é a heroína.

MERCATO – OS DONOS DA BOLA – Mercato

2025 / 1h59 / Comédia dramática, Thriller

De Tristan Séguéla – Com Jamel Debbouze, Monia Chokri, Hakim Jemili

Distribuído por BONFILM

Sinopse: Mercato mergulha nos bastidores do futebol de hoje, uma indústria global onde os interesses se contam em bilhões. Driss, empresário de jogadores, tem sete dias para salvar a própria pele antes do fim da janela de transferências

O APEGO – L’Attachement

2025 / 1h45 / Drama

De Carine Tardieu – Com Valeria Bruni Tedeschi, Pio Marmaï, Vimala Pons

Distribuído por BONFILM

Sinopse: Sandra, uma mulher ferozmente independente, compartilha repentinamente e sem querer, a intimidade de seu vizinho de andar e de seus dois filhos. Contra todas as expectativas, ela aos poucos se apega a essa família adotiva.

O ESTRANGEIRO – L’Étranger

2025 / 2h00/ Drama

De François Ozon – Com Benjamin Voisin, Rebecca Marder, Pierre Lottin

Distribuído por CALIFORNIA FILMES

Exibido no Festival de Veneza 2025

Adaptado do romance L’Etranger, de Albert Camus

Sinopse : Na Argélia dos anos 1930, o francês apático Meursault mostra total indiferença à vida. Seu distanciamento emocional o leva a um assassinato.

O SEGREDO DA CHEF – Partir un jour

2025 / 1h38 / Comédia dramática

De Amélie Bonnin – Com Bastien Bouillon, Juliette Armanet

Distribuído por SYNAPSE

Filme de abertura do Festival de Cannes 2025

Sinopse: Quando Cécile está prestes a realizar seu sonho, abrir seu próprio restaurante gastronômico, ela precisa voltar na aldeia onde cresceu após o infarto de seu pai. Longe da agitação parisiense, ela reencontra seu amor de juventude.

OPERAÇÃO MALDOROR – Le Dossier Maldoror

2025 / 2h35 / Drama, Thriller

De Fabrice du Welz – Com Antony Bajon, Sergi Lopez

Distribuído por CALIFORNIA FILMES

Sinopse: Bélgica, 1995. O desaparecimento preocupante de duas jovens abala a população e desencadeia um frenesi midiático sem precedentes. Paul Chartier, um jovem policial idealista, junta-se à operação secreta “Maldoror”. Confrontado com as falhas do sistema policial, ele parte sozinho em uma caçada humana que o levará a mergulhar na obsessão.

OS BASTIDORES DO AMOR – Le Beau Rôle

2025 / 1h24 / Comédia, Romance

De Victor Rodenbach – Com William Lebghil, Vimala Pons

Distribuído por BONFILM

Sinopse: Há anos, Henri e Nora compartilham tudo: eles se amam e ela dirige as peças em que ele atua. Quando Henri consegue, pela primeira vez, um papel no cinema, a criação de seu novo espetáculo desmorona e o casal se despedaça.

SONHO, LOGO EXISTO – L’homme qui a vu l’ours qui a vu l’homme

2025 / 1h28 / Comédia
De Pierre Richard – Com Pierre Richard, Timi-Joy Marbot, Gustave Kervern

Distribuído por BONFILM

Sinopse: Grégoire e Michel não são da mesma geração, mas são unidos pela amizade, pelo amor à natureza e por um grande afeto por um urso que escapou de um circo

VIZINHOS BÁRBAROS – Les Barbares

2025 / 1h41 / Comédia

De Julie Delpy – Com Julie Delpy, Sandrine Kiberlain, Laurent Lafitte

Distribuído por SYNAPSE

Sinopse : Em Paimpont, a vida tranquila dos moradores é subitamente abalada. Num gesto de solidariedade, eles votam com entusiasmo para acolher refugiados ucranianos. Mas, ao chegarem, descobrem que  eles não são ucranianos… são sírios! Alguns moradores têm dificuldade em aceitar esses novos vizinhos.

VOZ DE ALUGUEL – (Le Répondeur)

2025 / 1h42 / Comédia

De Fabienne Godet – Com Salif Cissé, Denis Podalydès, Aure Atika

Distribuído por BONFILM

Prêmio do público do Festival Internacional do Filme de Comédia de l’Alpe d’Huez 2025

Adaptação do romance homônimo de Luc Blanvillain.

Sinopse: Baptiste, um talentoso imitador, não consegue viver da sua arte. Um dia, ele é abordado por um romancista, constantemente perturbado pelas ligações incessantes de seu círculo. Precisando de silêncio para escrever, o romancista propõe a Baptiste que se torne seu “atendedor de chamadas”.

O CLÁSSICO

A CABRA -La Chèvre

1981 / 1h35 / Aventura, Comédia, Policial

De Francis Veber – Com Pierre Richard, Gérard Depardieu, Pedro Armendariz Jr.

Distribuído por BONFILM

Sinopse: A filha do grande CEO Bens acaba sendo sequestrada enquanto está de férias no México. Para encontrá-la, seu pai contrata o detetive particular Campana e o associa a um trapalhão incorrigível na esperança de que isso o aproxime de sua filha.

HOMENAGEM PIERRE RICHARD

O BRINQUEDO – Le Jouet

1976 / 1h35 / Comédia

De Francis Veber – Com Pierre Richard, Michel Bouquet, Fabrice Greco

Sinopse: O jovem filho de um bilionário passeia em uma grande loja para escolher um presente. A escolha da criança recai sobre um jornalista, que será colocado à sua disposição e se tornará seu brinquedo.

OS FUGITIVOS – Les Fugitifs

1986 / 1h29 / Comédia

De Francis Veber Com Pierre Richard, Gérard Depardieu, Jean Carmet

Sinopse: Os tempos estão difíceis para François Pignon, que precisa cuidar de sua filha. Ele chega até a se resignar a assaltar um banco. Vai ao ponto de fazer refém Jean Lucas, um ex-presidiário recém-saído da prisão, mas decidido a se tornar honesto.

LOIRO, ALTO E DE SAPATO PRETO – Le grand blond avec une chaussure noire

1972 / 1h30 / Comédia

De Yves Robert – Com Pierre Richard, Jean Rochefort, Bernard Blier

Sinopse: François Perrin chega a Orly calçando um sapato amarelo e outro preto. Uma sorte para Perrache, assistente do coronel Toulouse, chefe de um serviço secreto, que vê nesse jovem violinista excêntrico a oportunidade perfeita. Ele o escolhe para, às suas custas, desempenhar o papel de um temível espião internacional.

UM SOPRO ENTRE OS DENTES – Un nuage entre les dents

1974 / 1h35 / Comédia

De Marco Pico – Com Pierre Richard, Philippe Noiret, Claude Piéplu

Sinopse: Malisard e Prévot, jornalistas da imprensa sensacionalista, percorrem Paris em busca de um furo. Nesse dia, os dois comparsas precisam buscar os filhos de Prévot na escola, mas durante um momento de desatenção do pai, os garotos escapam.

AS CIDADES:

Até dia 10.11, estavam confirmadas as seguintes cidades participantes: As cidades são: Aracaju (SE), Araguaína (TO), Araraquara (SP), Balneário Camboriú (SC), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Botucatu (SP), Búzios (RJ), Brasília (DF), Campinas (SP), Campo Grande (MS), Caxias do Sul (RS), Cotia (SP), Corumbá (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Garanhuns (PE),Gurupi (TO), Indaiatuba (SP) Itajubá (MG), Jaguari (RS), João Pessoa(PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Londrina (PR), Lorena (SP), Macaé (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Monte Claros (MG), Natal (RN), Niterói (RJ), Palmas (TO), Pelotas (RS), Petrópolis (RJ), Poços de Caldas (MG), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Resende (RJ), Ribeirão Preto (SP), Rio Grande (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP), São Carlos (SP), São Jo´se dos Campos (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP),Uruguaiana (RS), Vitória (ES) e Volta Redonda (RJ).

A lista de cidades e de cinemas participantes serão continuamente atualizadas no site do festival. O valor do ingresso é o já cobrado por cada exibidor.

‘The Handmaid’s Tale’: Cherry Jones terá papel importante na 2ª temporada

A atriz Cherry Jones fará uma participação especial na 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’. De acordo com o THR, a atriz será a mãe de Offred (Elisabeth Moss), uma feminista dura, porém amorosa.

Também foi divulgado a primeira foto da atriz na série. Confira:

The Handmaid’s Tale‘ ganhou o primeiro trailer da 2ª temporada mostrando os novos cenários e dilemas. Veja:

Veja também três novas e belas imagens da 2ª temporada divulgadas pela EW. Confira:

The Handmaid’s Tale‘ finalmente será lançada no Brasil, quase um ano após sua exibição nos EUA.

A série será exibida no Brasil pelo Paramount Channel, que agendou a estreia para o mês de março – ainda sem dia definido.

The Handmaid’s Tale‘  levou dois Globos de Ouro e foi a grande vencedora do Emmy 2017 nas categorias melhor série, melhor atriz (Elisabeth Moss), melhor atriz coadjuvante (Ann Dowd), melhor direção e melhor roteiro – tudo nas categorias de drama.

A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).

A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).

Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.

Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, vive Ofglen, amiga da protagonista Offred.

O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.

‘Novos Titãs’: Robin aparece em nova foto da série de TV live-action

A nova série de TV ‘Novos Titãs’ segue com sua produção em Toronto e uma nova foto divulgada que mostra o visual de Robin:

First look at Brandon Thwaites as ROBIN in DC’s TITANS!!!

Uma publicação compartilhada por Umberto Gonzalez (@umbertogonzalez) em

A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

O programa, previsto para estrear em 2018, é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto. Confira algumas imagens oficiais:

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

Crítica ‘Loki’ | Terceiro episódio desenvolve personagens e confirma teoria

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao terceiro episódio de Loki, não leia esta matéria para não receber spoilers.

Se o segundo episódio tinha foco na ação e no mistério, adotando bem aquele estilo de série policial, o terceiro capítulo da aventura solo do Loki adotou um tom mais intimista para desenvolver seu protagonista e sua nova amiga, a Sylvie (Sophia Di Martino). Isso afeta um pouco o ritmo da série, mas permite que a direção brinque com o senso de urgência. É interessante porque mesmo com a TVA sendo praticamente esquecida no rolé, eles encontram uma nova ameaça para juntar as duas variantes em uma missão em comum: sobreviver.

Falando na Sylvie, que é a alma desse terceiro episódio, ela surge como uma grande explicadora de tudo que aconteceu até aqui. Todas as suas participações nesse episódio envolvem ela explicando algum ponto da trama para o Loki (Tom Hiddleston) e o público. Logo no início do episódio, que tem uma abertura ao melhor estilo San Junipero, vemos ela num bar com uma versão casual da Caçadora que ela manipulou no segundo episódio. É uma representação visual de como seu poderes de domínio mental funcionam. Ela pega uma memória do “hospedeiro”, altera ela e se insere na trama, fazendo com a pessoa meio que aceite a presença dela nesse espaço, como se fosse uma antiga conhecida. Mais tarde, isso confirma uma teoria que propusemos na semana passada. Quando Mobius (Owen Wilson) demonstra um grande apreço pelos anos 1990 e os jet-skis, deu para perceber que tinha algo a mais ali. Então, Sylvie explica que todos os agentes da TVA são variantes cujas memórias foram reprogramadas, contrariando a versão dos Guardiões do Tempo, que diziam ter criado todos os funcionários da agência.

Mobius: “wow”.

Além desse, que é o ponto alto da trama, a série introduz a lua Lamentius-1, que aparece nos quadrinhos como uma lua de uma realidade alternativa que é destruída pelos fragmentos de seu planeta, Lamentius, um dos membros do Império Kree. Esse visual voltado pro roxo, que domina o terceiro capítulo, costuma ser associado aos Skrull nos quadrinhos, quando representam a Guerra Kree x Skrull, então pode ser que voltemos a ver algo sobre esse embate mais pra frente. De qualquer forma, é na lua de Lamentius-1 que a maior parte do episódio acontece. Loki transporta Sylvie para lá e, juntos, eles precisam encontram uma forma de recarregar seu teletransportador para voltarem para uma linha do tempo que não esteja destinada a um fim próximo.

Nesse processo de precisar se entender para escapar, Loki começa a falar mais de si para quem ele acredita ser uma variante dele mesmo. No entanto, aquela que acreditávamos ser a Lady Loki se revela Sylvie e segue usando bastante a palavra “Encanto”. Em outras palavras, há 99% de chance dela ser a Encantor, mas como ainda existe esse 1% não confirmado, não dá para cravar que seja. Mesmo com essa tentativa de desenvolver a personagem, o episódio acaba desenvolvendo mais o próprio Loki do que ela. É confirmado que o Deus da Trapaça, assim como nos quadrinhos e na mitologia nórdica, é pansexual e hedonista. Inclusive, a sequência dele cantando bêbado no trem é Top-3 momentos do personagem no MCU. Também fica subentendido que ele pretende contar aos funcionários da TVA que suas divindades, os Guardiões do Tempo, são genocidas, mentirosos e sequestradores.

Porém, o capítulo termina com uma cena de luta de tirar o fôlego sendo encerrada com um vislumbre do apocalipse da lua em que a dupla estava. E sem ter como voltar, tudo dá a entender que eles vão morrer ali. Só que, convenhamos, a série chegou hoje a 50% de sua duração. Todo mundo sabe que eles vão sobreviver e que é muito provável que a TVA enfim apareça ali para prendê-los, salvando-os da morte certa. Caso isso aconteça, será que vão prender o Loki também ou ele vai conseguir convencer Mobius de que ele estava enrolando a prisioneira? Independentemente de como resolvam isso, será interessante ver as duas variantes interagindo novamente. E caso entrem na TVA, os dois provavelmente vão tentar convencer os funcionários de suas reais condições de existência. Fato é que a trama já está desenhada e os grandes adversários são os Guardiões do Tempo. Pode haver ainda uma reviravolta envolvendo a Sylvie, dada a natureza traiçoeira de sua suposta personagem nos quadrinhos, mas é um “início do fim” da série promissor.

Os novos episódios de Loki estreiam no Disney+ toda quarta-feira.

 

Crítica | Control Z – Segunda temporada repete estilo ‘Criminal Minds’, mas dá uma cansada

Depois que o público passou a ver com bons olhos as tramas envolvendo jovens e adolescentes descontrolados em ambiente escolar/universitário que se metem em confusões criminais, produtoras do mundo inteiro mexeram nas suas caixinhas do correio para ver se havia algum argumento desse tipo que pudesse ser engatilhado. Assim, as plataformas de streaming foram invadidas por filmes e séries nesse formato, e até aí tudo bem, desde que haja alguma coisa de diferente para oferecer. ‘Control Z’ tinha esse diferencial, mas, nessa segunda temporada, que chega essa semana à Netflix, pouco inovou.

Ninguém na Escola Nacional conseguiu superar a morte de Luis (Luis Curiel), tampouco conseguiu perdoar Gerry (Patricio Gallardo) por tê-lo matado. Apesar disso, mesmo que Raúl (Yankel Stevan) tenha se mostrado como o hacker, um novo vingador surge na escola para inquietar os alunos e divulgar o segredo de todos, caso ninguém revele onde se esconde Gerry. Temendo que uma nova tragédia ocorra, Sofía (Ana Valeria Becerril) e Javi (Michael Ronda) estreitam a amizade para, juntos, investigar quem estaria atormentando a comunidade escolar. Porém, em nome do amor que muitos erros são cometidos, e é justamente esse ponto fraco que o vingador quer atingir em cada um que se meteu em seu caminho.

A ver pela sinopse dessa segunda temporada, dá para reparar que ela repete a mesma fórmula da primeira, trocando apenas algumas peças de lugar. Isso demonstra a pouca inclinação dos criadores Miguel García Moreno, Adriana Pelusi e Carlos Quintanilla em mexer no time que está ganhando. Portanto, ao vermos a mesma sequência se desenrolar de novo, sem trazer absolutamente nada de novo, sentimos um cansaço.

O roteiro volta a centrar a investigação de todos os crimes na protagonista Sofía e seu estilo ‘Criminal Minds’ de adivinhar o que vai acontecer – algo que foi interessante de ver na primeira temporada, mas que dessa vez dá uma abusada, pois a garota literalmente vê um par de botas no chão e consegue resolver algo que nem a polícia foi capaz. Aliás, adulto e polícia são dois universos que permanecem ausentes na série, e dessa vez causa estranhamento, afinal, nem mesmo com a molecada se metendo em tanta encrenca, nem assim os adultos os coloca de castigo, restringe suas liberdades ou dá qualquer outro tipo de punição por suas ações. Na real, os jovens dominam os poucos adultos do enredo, literalmente.

Ainda assim, há qualquer coisa de viciante nessa série – provavelmente por não só trazer os crimes, mas por aproximar o mundo investigativo e colocar os jovens no centro da resolução de temas tão duros, enquanto lidam com o cotidiano trivial adolescente. Talvez a principal falha aparente de ‘Control Z’ seja justamente o alerta que a série tenta mostrar: o quanto os jovens de hoje estão inconsequentes e buscam resolver tudo por conta própria, em vez de procurar ajuda especializada, e, por isso, acabam se afundando mais e mais em situações que seriam reversíveis, não fosse a teimosia juvenil inerente nessa faixa etária.

Quem curtiu a primeira temporada de ‘Control Z’ provavelmente irá até o fim nesta segunda parte, pois vai encontrar a mesma receita de bolo. A ver pelas pontas soltas deixadas no último episódio, o gancho para a terceira temporada está lançado, aguardando a Netflix bater o martelo.

‘Godzilla 2’: Filme quase foi feito na década de 1980; Entenda!

Godzilla: O Rei dos Monstros’ está chegando aos cinemas agora em 2019, porém ele poderia ter sido lançado há bastante tempo atrás. Uma versão foi idealizada na década de 1980 e seria dirigida por Steve Miner.

Em entrevista ao MovieWeb, o roteirista do projeto, Fred Dekker, contou como a história funcionaria:

“Eu basicamente tentei inventar uma história que seria interessante mesmo se o Godzilla não aparecesse. Essa era minha ideia. A trama principal… Era uma ideia que eu acabei percebendo que era cópia do filme Gorgo. Nós seguimos a escola de Tubarão… Seguimos isso em uma escala gigantesca para o primeiro ato do filme. Sugerimos Godzilla ali, mas não o mostramos. E então no fim do primeiro ato, nosso espião é chamado pelo departamento de estado e vai para o México… Há um reptiliano gigantesco morto na praia. Mas descobrimos que é o filho de Godzilla. E o cara real é muito, muito maior. Godzilla sai para procurar o bebê Godzilla.”

O que acharam da proposta?

Confira os trailers do filme:

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio de 2019.

Em entrevista ao USA Today, o diretor de ‘Godzilla: O Rei dos Monstros‘, Michael Dougherty, contou mais sobre a personalidade das criaturas do filme:

“Eles não apenas animais grandes e burros. Eles foram reverenciados no passado. As criaturas gigantescas uma vez co-existiram com humanos, mas quando elas e Godzilla aparecem novamente, eles precisam descobrir quem é o Rei. Há um elemento fantástico que aparece aí, não é só puramente ficção científica.”

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

 

‘Vingadores: Ultimato’: Diretores e roteiristas explicam furos de roteiro do filme…

‘Vingadores: Ultimato’ tornou-se o filme mais lucrativo da história do cinema e alcançou o patamar de um dos melhores longas-metragens de super-heróis de todos os tempos.

Agora, os diretores JoeAnthony Russo e os roteiristas Christopher MarkusStephen McFeely convidam você a reassistir a obra ao revelarem vinte novos detalhes discriminados pelo site ComicBookMovie.

Entre os detalhes, estão alguns furos de roteiro e informações que não ficaram claras no filme, e precisam de maiores explicações para os fãs entenderem…

Vamos lá:

1. Como a Capitã Marvel encontrou a nave dos Guardiões da Galáxia

Capitã Marvel encontrou os heróis mais podersos da Terra ao final de seu filme-solo, mas não sabemos o que aconteceu entre o encontro e o momento em que foi ao espaço resgatar Tony Stark.

De acordo com os diretores, ela utilizou uma espécie de baliza caseira para encontrar a nave na qual o Homem de Ferro estava preso, fechando o suposto furo de roteiro do qual os fãs reclamavam desde abril deste ano.

2. O easter-egg favorito dos Irmãos Russo

Agora que ‘Ultimato’ está disponível em DVD, é costumeiro procurarmos por easter eggs que perdemos quando fomos ao cinema – e os Irmãos Russo recentemente revelaram um deles que é o favorito do time.

A referência pode ser visto quando a equipe está sentada ao redor de uma mesa e Hulk está comendo o sorvete Hunka Hulka Burnin’ Fudge, da marca Ben & Jerry. O nome faz uma clara e cômica alusão ao herói.

3. O que aconteceu com Caveira Vermelha

Nem os diretores, nem os roteiristas conseguiram concordar sobre o que aconteceu a Caveira Vermelha depois que a Joia da Alma foi retirada de Vormir.

Confirmando que Capitão América cruzou caminhos com seu antigo inimigo, os cineastas discutiram sobre o antagonista ter sido libertado de suas amarras ou se a Joia o sugou de volta da realidade.

4. Os uniformes dos heróis são feitos inteiramente com CGI

Durante a cena em que Gavião Arqueiro viaja de volta no tempo para ver se os uniformes de alta tecnologia funcionam, não podemos deixar de notar que os trajes são incríveis.

Joe Russo, entretanto, confirmou que “nada dos uniformes realmente existe”, além de dizer que eles foram feitos apenas com efeitos visuais.

5. Como Thanos viajou através do tempo

Se você ficou imaginando como Thanos conseguiu viajar no tempo para enfrentar mais uma vez os super-heróis, não tema!

Segundo os diretores, o Titã Louco conseguiu reverter as polaridades das Partículas de Pym do uniforme de Nebula para encolher a nave e voltar ao tempo presente.

6. Nebula não sabe como Gamora morreu

Apesar de Nebula ter descoberto que Thanos matou sua irmã Gamora, McFeely explicou que ela não teria como saber exatamente o que aconteceu.

“Ninguém sabe, a não ser quem estava lá”, ele disse. Nebula “apenas sabe que sua irmã não voltou e que ele a deixou dentrod a pedra”. Infelizmente, é provável que seu corpo permaneça lá.

7. O último papel de Robert Redford

Robert Redford anunciou algum tempo atrás que iria se aposentar da atuação, o que causou surpresa quando os fãs do ator o viram em ‘Ultimato’.

Segundo Markus, o próprio Redford declarou que esta seria sua última aparição nos cinemas, o que deixa o longa-metragem ainda mais histórico do que já é.

8. A piada controversa

Os estúdios Marvel sempre permaneceram na classificação indicativa PG-13, motivo pelo qual nunca ouvimos um palavra de baixo calão “forte” nos filmes.

Entretanto, de acordo com Joe, a piada mais controversa do filme ocorre quanto o Homem-Formiga fala bem do Capitão América por ter “a bunda americana”.

9. A estreia de Smart Hulk

Quando ‘Vingadores: Guerra Infinita’ chegou aos cinemas, o público também se encantou com brinquedos colecionáveis de Hulk saindo da armadura conhecida como Hulkbuster. Entretanto, esse momento nunca ocorre no filme, e McFeely confirmou que a cena, na verdade, apareceria no filme de 2018 antes de ser cortada da edição final.

“Ele estava lutando em Wakanda”, McFeely explicou. “O arco da história era Banner e Hulk não se entendendo. Hulk não sairia para ajudá-lo. E então no momento certo, ele sairia da armadura”.

10. Tony Stark magricela

Para fazer com que Tony Stark parecesse tão magro no começo do filme, a equipe de efeitos visuais precisou mudar a aparência do ator Robert Downey Jr.

“Nosso time de VFX fez um trabalho excepcional ao tirar peso do personagem e deixá-lo com uma aparência decrépita”, disse Joe. “E a intenção era fazer o público acreditar que poderíamos matá-lo no começo do filme.

11. Por que Gavião Arqueiro não apareceu em ‘Guerra Infinita’

Ouvimos isso num passado não muito distante, mas os diretores confirmaram: a cena de Gavião Arqueiro com sua filha originalmente estaria em ‘Guerra Infinita’.

Entretanto, os Irmãos Russo consideraram a sequência “muito desorientadora” caso seguisse de imediato o Estalo de Thanos. Segundo eles, uma cena qualquer poderia ser demais para o público.

12. Quando o confronto entre Tony Stark e Thanos foi filmado

Sabemos que a cena entre Tony e Thanos foi a última a ser rodada – mas não apenas isso: a sequência foi feita durante as refilmagens em Janeiro nos estúdios Raleigh, em Hollywood.

13. Uma introdução diferente para Capitã Marvel

A introdução da icônica Capitã Marvel seria bastante diferente no filme, segundo Joe e Markus.

Originalmente, a heroína seria introduzida quando retornasse para a Terra com a nave, em vez do espaço sideral. “Sentimos que não seria uma revelação tão surpreendente. Não gostamos da transição”, Joe explicou.

14. Thor e Korg: a série

Um dos momentos mais engraçados do longa é quando descobrimos o paradeiro de Thor e que ele tem vivido na Nova Asgard com Korg e Miek.

Joe compara o momento a uma “sublime comédia da BBC” e aproveita o momento para brincar que adoraria ver sete temporadas desse show.

15. Como Tony Stark tirou as joias da Manopla do Infinito

Uma das maiores discussões sobre o filme foi como o Homem de Ferro conseguiu remover as Joias da Manopla do Infinito utilizada por Thanos – visto que pareceu um tanto quanto conveniente que o herói tenha criado a tecnologia.

Segundo os diretores, Tony utilizou a nanotecnologia impregnada tanto na Manopla quanto em seu traje, para que ambas as criações pudessem se comunicar.

16. Um rato salvou o universo

Nos filmes, os momentos de grande catarse costumam acontecer por pura coincidência – e foi assim que Scott Lang foi trazido de volta do Reino Quântico para o presente: quando um rato acidentalmente pisou no painel de controle de sua van.

“Temos uma regra na escrita que, você sabe, podemos utilizar coincidências”, McFeely explicou. “Você tem essa prerrogativa no primeiro ato. Uma coincidência no final é sinal de preguiça. Então estou feliz que um rato salvou o universo”.

17. Peggy Carter quase foi tirada do corte final

Durante as cenas ambientadas em 1970, Steve Rogers se reencontra com Peggy Carter e a observa de longe. Entretanto, a cena não estava incluída nas primeiras versões do filme.

“Nosso primeiro rascunho não tinha [essa cena]”, McFeely revelou. “O que teria sido triste. Ela é adorável. Apenas a estrutura da cena. A produção, o escritório foi montado de uma forma em que ele está nas sombras e ela, na luz”.

18. Como Thanos destruiu o escudo do Capitão América

Nos quadrinhos, Thanos consegue destruir o escudo de Capitão América com suas próprias mãos. Sua versão cinematográfica foi igualmente poderosa, mas o vilão utilizou sua espada para tal feito.

Aparentemente, apesar do Vibranium ser o metal mais poderosos da Terra, o material da arma do Titã é muito mais forte (seja lá qual for).

19. O ponto-chave do final do filme

Aqui está algo que você provavelmente não percebeu: quando Capitão América e Peggy Carter finalmente dançam no final do longa, a porta de sua casa está aberta. Isso porque a cena é ambientada minutos depois dele entrar, que obviamente sugere que ele não perdeu tempo algum após se reunir com sua amada.

20. A cabeça cortada do Capitão América

Uma sequência envolvendo a cabeça cortada de Capitão América também caiu na discussão popular e foi elaborada pelos diretores e pelos roteiristas.

“Houve outra versão na qual Thanos abria um grande portal durante a batalha e tornava evidente que tinha vindo para a Terra dentro de sua linha temporal”, Markus explicou.

“E então ele anda até os Vingadores e bate a cabeça do Capitão América de 2012 no chão. E para um filme que acabou com o crânio de Thanos no chão, tivemos uma mudança chocante”, ele completou.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Snake Eyes’: Derivado de ‘G.I. Joe’ ganha primeira imagem oficial; Confira!

‘Snake Eyes’, derivado de ‘G.I. Joe’, ganhou sua primeira imagem oficial.

Confira:

 

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Because its my birthday today and I’m playing Snake Eyes… Here’s your first look 🐍

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Henry Golding estrelará. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Previsto para 2020, ‘Snake Eyes‘ será dirigido por Robert Schwentke, diretor dos dois últimos filmes da série ‘Divergente‘, com um roteiro de Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia.

Anteriormente, Jeff Sneider havia sido confirmado como diretor do spin-off e até agora não foi revelado o motivo de sua saída do projeto.