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Após estreia nos EUA, ‘Paddington 3’ ultrapassa US$ 130 milhões mundialmente

A sequência ‘Paddington 3: Uma Aventura na Floresta‘ finalmente estreou no território norte-americano, onde abriu no TOP 2 – atrás apenas do blockbuster ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$100M).

O terceiro longa do ursinho carismático arrecadou US$ 16 milhões no final de semana estendido do Dia do Presidente (e US$ 13 milhões no final de semana regular).

Estes números, no entanto, representam apenas 12% da arrecadação total do longa.

Internacionalmente, a produção soma US$ 115.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 131.8 milhões.

Vale lembrar que, apesar de estar expandindo recentemente para novos territórios, o filme estreou originalmente no Reino Unido em novembro de 2024.

Aclamado pelos críticos, ‘Paddington 3: Uma Aventura na Floresta‘ alcançou impressionantes 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso, “o filme leva o urso mais educado do cinema para um novo cenário sob nova administração criativa, proporcionando uma aventura muito agradável para toda a família.”

Crítica | Paddington: Uma Aventura na Floresta – Ursinho Volta ao Peru em Busca de Ancestralidade

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No novo filme, Paddington (Ben Whishaw) deixa Londres e viaja à sua terra natal na América do Sul para visitar sua amada tia Lucy (Imelda Staunton), que agora reside no Lar para Ursos Aposentados. No entanto, o que seria uma pacata temporada de férias se transforma em uma aventura emocionante acontece quando um mistério os mergulha em uma jornada inesperada pela floresta amazônica e até os picos das montanhas do Peru.

O longa-metragem marca a estreia diretorial de Dougal Wilson e terá a produção de Paul King, Simon Farnaby e Mark Burton.

Além de Wishaw (‘007 – Sem Tempo para Morrer’), Colman (‘The Crown’) e Staunton (‘Harry Potter’), o elenco conta com Antonio Banderas (‘Zorro’), Carla Tous (‘Através da Minha Janela 3’), Emily Mortimer (‘Ilha do Medo’), Hugh Bonneville, Madeleine Harris, Samuel Joslin, Julie Walters e Jim Broadbent.

Lembrando que ‘Paddington‘ (2014) e ‘Paddington 2‘ (2017) arrecadaram quase US$ 500 milhões mundialmente.

‘O Professor’: Aclamada série de comédia do Disney+ é CANCELADA após 2 temporadas

O canal FX cancelou oficialmente a série de comédia ‘O Professor‘ (English Teacher) depois de apenas duas temporadas.

Estrelada por Brian Jordan Alvarez (‘Jane the Virgin’), a produção alcançou 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes em sua segunda temporada.

Na trama, Evan Marquez é um professor do ensino médio em Austin, Texas, que muitas vezes se encontra na interseção dos aspectos pessoais, profissionais e políticos do trabalho em uma escola secundária. Evan quer ser uma pessoa de princípios, mas muitas vezes enfrenta problemas por causa disso.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming do Disney+.

 

Stephanie KoenigEnrico ColantoniSean PattonCarmen ChristopherJordan FirstmanLangston Kerman e outros completam o elenco.

Alvarez também entra como produtor executivo ao lado de Paul SimmsJonathan KriselDave King.

Vincent D’Onofrio gostaria de uma série solo do ‘Rei do Crime’

Em recentes declarações aos seus fãs via Twitter, Vincent D’Onofrio tem falado bastante sobre sua participação no Universo Marvel (tanto no cinema como na TV) interpretando o Rei do Crime.

Os fãs perguntaram a ele sobre possíveis participação em algum filme do Homem-Aranha‘ – já que o Rei do Crime surgiu como vilão do Amigão da Vizinhança -, mas D’Onofrio afirma que isso é impossível. Ele também confirma que não há chances de participar de ‘Os Defensores‘ (‘Marvel’s The Defenders‘).

Sigourney Weaver aparece em fotos no set de ‘Os Defensores’

Sobre uma série solo do vilão na Netflix, o ator declarou:

“Diga isso para a Marvel. Eu aceito.”

As chances disso acontecer são praticamente nulas, o provável é que o personagem retorne em um novo arco durante a 3ª temporada de ‘Demolidor‘ (Marvel’s Daredevil‘) ou na série solo do ‘Justiceiro‘.

E você, gostaria de uma série solo do Rei do Crime?

‘Confederate’: HBO concorda que falhou com a nova série dos criadores de GOT

A nova série produzida pelos mesmos criadores de ‘Game of Thrones’, ‘Confederate’, foi alvo de diversas críticas e chegou a ser considerada racista por usuários das redes sociais.

A polêmica já passou, mas o presidente da HBO, Richard Plepler, voltou a falar sobre o assunto durante um evento da revista Vanity Fair. Em uma entrevista à Variety, ele pontuou onde a emissora falhou ao anunciar uma produção que reescreve a história norte-americana, tornando a escravidão legal no país.

Segundo Plepler:

“A gente pisou na bola em um aspecto bem importante. Nós falhamos ao tentar anunciar um assunto complicado em um release de imprensa com apenas três parágrafos. O que nós deveríamos ter feito, na verdade, era unir a equipe criativa por trás da série em uma sala com vários jornalistas atenciosos, para realizarmos uma espécie de perguntas e respostas sobre a produção. E quando nós encerrarmos ‘Thrones’ e os criadores começarem a roteirizar ‘Confederate’ e a série ganhar vida, nós faremos justamente isso. Eu diria que uma mentira viaja mais rápido que a verdade e foi isso o que aconteceu conosco”.

 

A produção, que ganhou sinal verde da HBO, trará uma linha do tempo alternativa, onde os estados sulistas se dividiram da União, dando vazão ao surgimento de uma nação completamente distinta, onde a escravidão ainda é considerada legal ao ponto de se condensar em uma espécie de instituição.

Para os internautas, a temática dá vazão ao racismo, mostrando uma realidade diferente e dolorosa, caso a Terceira Guerra Civil Americana tivesse tomado rumos distintos.

Benioff e Weiss assumiram o papel de chefes da série, que contará com a produção executiva de Nichelle Spellman (‘Justified’), Malcolm Spellman (‘Empire’) e a dupla Carolyn Strauss e Bernadette Caulfield, ambos de ‘Game of Thrones’.

 

 

 

‘From a Buick 8’: Livro de Stephen King vai ganhar filme

Mais uma obra de Stephen King está em desenvolvimento nos cinemas. Desta vez, ‘From a Buick 8‘ será adaptado para as telonas.

Segundo o Deadline, a produção será conduzida pela Hyde Park Entertainment. William Brent Bell assinará o roteiro, além de estar à frente da direção.

O cineasta possui experiência com o gênero do terror, com os longas ‘A Filha do Mal‘ e ‘Boneco do Mal‘ no currículo.

Ashok Amritraj produzirá o filme, com Addison Mehr e Priya Amritraj como produtores executivos.

 

Warner Bros. terá primeira CEO mulher em 100 anos de história

O estúdio da Warner Bros. deu um passo ousado e inédito, mudando de maneira revolucionária sua gestão. A empresa agora passará a ser comandada por uma mulher.

Ann Sarnoff passa a assumir a cadeira de CEO do estúdio, ocupando o espaço que anteriormente pertencia a Kevin Tsujihara. Essa conquista faz dela a primeira mulher presidente da Warner desde sua centenária fundação.

Sarnoff já foi presidente da BBC Studios Americas e antes de responder pela empresa em questão, em 2010, já havia ocupado outros cargos de liderança executiva na Viacom, Nichelodeon e na WNBA.

Como CEO da Warner Bros., Ann Sarnoff será a autoridade máxima de um estúdio com franquias milionárias, como a DC Universe, o Universo Invocação, entre outras.

 

 

 

 

 

 

 

‘Coringa ’: Joaquin Phoenix em nova imagem dos bastidores de sua icônica cena de dança

O cineasta Todd Phillips, responsável pelo aclamado vencedor do Oscar Coringa’, compartilhou uma nova imagem dos bastidores da produção.

O material traz a icônica cena em Joaquin Phoenix se transforma no vilão homônimo e dança nas escadas.

Confira:

 

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Weekend. Although at this point, what’s the difference? Stay safe.

Uma publicação compartilhada por Todd Phillips (@toddphillips1) em


Recentemente, Phillips revelou que toparia fazer uma sequência da produção:

“Eu faria qualquer coisa com Joaquin, em qualquer dia da semana. Não há ninguém como ele. Se ele estivesse disposto a fazê-lo, se as pessoas quisessem assistir, e se a Warner viesse até nós dizendo: ‘Sabe de uma coisa? Se vocês pudessem pensar em algo…’ Bem, tenho a sensação de que ele e eu poderíamos pensar em algo muito legal.”

Até o momento, a Warner Bros. não se manifestou sobre possíveis sequências, mas é bom saber que Phillips está pronto para retornar à direção caso a ideia saia do papel.

Se isso acontecer, Phoenix seria o primeiro ator a interpretar o Coringa mais de uma vez no cinema, caso Jared Leto não retorne ao papel.

Confira o trailer:

 

Kevin Feige estava “em choque” por ter que demitir o cineasta James Gunn

Os fãs dos quadrinhos foram surpreendidos, ainda em 2018, com a tumultuada demissão do cineasta James Gunn, por parte da Marvel.

O diretor, que se tornou um nome forte no gênero de adaptações dos quadrinhos, se consolidou mundialmente por seu exímio trabalho à frente da franquia de ‘Os Guardiões da Galáxia‘.

No entanto, antigos tweets que traziam piadas com conotações sexuais voltadas para crianças ressurgiram diante da opinião pública. As publicações foram resgatadas por outros usuários do Twitter, que chegaram a replicar os materiais, exigindo um posicionamento da Disney.

E três anos desde a grandiosa polêmica, Gunn se sente mais confortável para tocar no assunto. Olhando para o retrovisor, ele ponderou sobre aquele aterrorizante hiato, que quase lhe rendeu o fim da sua carreira profissional em Hollywood.

Em uma entrevista ao The New York Times, ele ainda contou que Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, estava em choque no instante em que o ligou para anunciar sua demissão.

“Liguei para Kevin na manhã em que tudo estava acontecendo e lhe perguntei: ‘Isso é importante?’. E ele disse: ‘Não sei’. Então houve uma pausa. Eu fiquei tipo, ‘Você não sabe?’, fiquei surpreso. Mais tarde ele me ligou – e ele próprio estava em choque – e me disse o que os poderes constituídos haviam tomado aquela decisão”. 

Gunn ainda compartilhou o sentimento de desespero e o medo de perder tudo que havia conquistado ao longo dos anos:

“Foi inacreditável. E por um dia, parecia que tudo havia acabado. Tudo se foi. Eu ia ter que vender minha casa. Eu nunca mais seria capaz de trabalhar. É assim que parecia”.

Vale lembrar que após a sua demissão da Disney, a Warner Bros. contatou Gunn, lhe convidando para assumir a direção de qualquer projeto de sua vontade. Após meses de negociações, fora anunciado que ele seria o diretor da sequência ‘O Esquadrão Suicida‘.

Um ano após a polêmica e em meio a um apelo grandioso por parte dos fãs e até mesmo uma carta aberta assinada por todo o elenco principal de ‘Guardiões da Galáxia‘, a Disney voltou atrás em sua decisão, recontratando-no para dirigir a terceira continuação da franquia.

Seu próximo lançamento é ‘O Esquadrão Suicida‘, que chega aos cinemas nacionais em 05 de agosto.

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn e Mayling Ng.

‘Resident Playbook’: Dilemas pessoais e problemas de relacionamento no clipe LEGENDADO de dorama médico da Netflix

Resident Playbook, série derivada do k-drama ‘Hospital Playlist’, já está disponível no catálogo da Netflix e para celebrar a estreia da produção, a gigante do streaming divulgou um novo clipe oficial.

No material de divulgação, somos apresentados aos novos residentes e seus desafios de ter que lidar com seus dilemas pessoais, à medida em que tentam sobreviver à loucura de um hospital de alta demanda.

Confira:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

spin-off foi criado por Shin Won-hoLee Woo-jung.

Ambientada na filial de Jongno do Centro Médico Yulje, a série acompanha a vida hospitalar e as amizades turbulentas de jovens residentes de obstetrícia e ginecologia que ingressam orgulhosamente no departamento impopular em uma época de baixas taxas de natalidade.

Go Youn-jungShin Si-ahHan Ye-jiKang You-seokJung Joon-won e outros estrelam.

Kim Song-hee assina o roteiro, enquanto Lee Min-soo fica responsável pela direção.

Lucasfilm anuncia nova trilogia ‘Star Wars’ sem relação à saga Skywalker; SAIBA MAIS!

A Lucasfilm e a Disney acabam de anunciar uma nova trilogia da saga Star Wars. A nova fase fica à cargo do diretor Rian Johnson, que também dirigeStar Wars: Os Últimos Jedi’. Ele deve escrever e dirigir o primeiro filme.

A nova trilogia não vai ter relação com a saga da família Skywalker e Johnson vai introduzir novos personagens e uma parte nova da galáxia, que nunca foi explorada antes.

A presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy disse que sua expectativa para a nova trilogia está alta.

“Rian é uma força criativa e ver ele construir ‘Os Últimos Jedi’ desde o começo até o final foi uma das melhores experiências da minha carreira. Ele fará coisas incríveis com essa “tela branca” para uma nova trilogia.”

Ainda não há previsão de lançamento dessa nova trilogia, porém só deve acontecer após 2020. Novas informações devem sair em breve.

‘Velozes e Furiosos’: Spin-off com Dwayne Johnson terá diretor de ‘Deadpool 2’

O diretor David Leitch, o responsável por ‘Deadpool 2’ e ‘Atômica’, foi confirmado pela Universal Studios para comandar o spin-off de ‘Velozes e Furiosos‘, estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham, que começa a ser filmado em 4 de setembro desse ano, de acordo com a Entertainment Weekly.

Segundo rumores, o cineasta já estaria em negociações para assumir a missão.

Segundo a publicação, a trama vai acompanhar Luke Hobbs e Deckard Shaw, que unem forças para uma missão secreta. De acordo com fontes não reveladas, inicialmente o roteiro traria a dupla atrás da personagem Cypher, interpretada por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘. No entanto, a participação da atriz não era dita como certa.

O roteiro é de Chris Morgan, responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A Universal agendou o lançamento do projeto para 26 de julho de 2019, seguido de ‘Velozes e Furiosos 9′ em 10 de abril de 2020.

Sucesso! ‘A Freira’ se torna MAIOR abertura de um filme de terror da história do Brasil

A Freira‘ superou todas as expectativas e entregou uma estreia sólida muito acima das projeções.

O terror arrecadou R$ 27,6 milhões nas bilheterias brasileiras em seu final de semana de estreia, incluindo impressionantes números na quarta-feira (5), com sessões antecipadas por todo o país: 107 mil pessoas, somando R$1,6 milhão em apenas um dia.

Além disso, o filme solo da Valak levou 1,7 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros, tornando A Freira a maior abertura de um filme de terror da história do Brasil.

Já nos EUA, o spin-off arrecadou cerca de US$ 53.5 milhões. Trata-se da melhor abertura para um filme da série, superando o primeiro ‘Invocação do Mal’, que havia feito US$ 41 milhões em 2013. O longa também teve a segunda melhor abertura para um filme no mês de setembro, ficando atrás apenas de ‘It: A Coisa’, que fez incríveis US$ 117 milhões em 2017.

Internacionalmente, através de 60 mercados, o terror deve arrecadar mais de US$ 70 milhões, ultrapassando facilmente a marca de US$ 100 milhões em sua estreia global.

Crítica | A Freira – Terror é mais divertido que assustador…

10 curiosidades de ‘Mulher-Gato’, o filme mais desastroso da história da DC

Uma tendência dos últimos anos dos fandoms na internet é resgatarem filmes horríveis do passado e tentarem reavaliá-los como bons. Isso tem dado certo com um ou outro projeto isolado, mas com esse filme aqui é impossível. Mulher-Gato foi uma tentativa da Warner de fazer outro ícone da DC brilhar nos cinemas, mas acabou criando uma das maiores aberrações dos filmes do universo de super-heróis.

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O resultado foi um filme ridiculamente fetichista, mal executado, com atuações dignas de teatro infantil de shopping e efeitos visuais piores que os do PlayStation 1. É uma bizarrice tão grande que nem mesmo os envolvidos nessa bomba são capazes de dizer que gostaram. Mas aí entra o nosso ponto. Filme ruim geralmente esconde um monte de curiosidades de bastidores. E aqui não é diferente. Pensando nisso, o CinePOP separou 10 delas para você ficar por dentro. Confira!

De verdade

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O filme conta com com muitas cenas envolvendo gatos. Em vez de usarem bichanos de computação gráfica, a Warner contou com 43 gatos que foram treinados exclusivamente para o filme. Ao fim das gravações, a atriz Halle Berry adotou um deles.

Mal-entendido

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Em meio às notícias de que o filme não estava agradando nas sessões de teste, a imprensa noticiou que o gato adotado por Halle era, na verdade, um filhote de tigre. Isso revoltou as associações pelos direitos dos animais, que enviaram cartas espinafrando a atriz. No fim das contas, o tal tigre era um gato doméstico da raça Bengal.

Mau sinal

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Faltando pouco tempo para o lançamento do filme, a Warner lançou um trailer que considerava trazer as melhores cenas. O problema é o público odiou tanto o conteúdo que o estúdio correu e tirou o material do ar, substituindo o clipe por um novo trailer praticamente sem falas, trazendo apenas cenas de ação.

Recusou

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Inicialmente, o filme foi concebido para ser estrelado pela atriz Michelle Pfeiffer, que havia consagrado a personagem em Batman: O Retorno (1992). No entanto, ela odiou tanto o traje do filme – a ponto de lembrar dos perrengues vividos para vestir a roupa do filme clássico – que recusou imediatamente o papel. Com a recusa, os roteiristas alteraram o filme e jamais deixam claro se ele é ambientado na Gotham City daquele universo ou não.

Brasil

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Parte importante da construção da personagem foi definir seu estilo de luta. Por conta dos chutes e giros, a produção optou por fazê-la mestre em capoeira. Por conta disso, um de seus dublês era um homem havaiano mestre na arte marcial brasileira.

Rumor

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Todos os resultados de sessões-testes desse filme foram catastróficos. Em certo ponto, começaram a surgir rumores de que Mulher-Gato seria engavetado, mas a personagem seria adicionada ao vindouro Batman Begins, com Halle Berry no papel da vilã. Felizmente, para o filme de Nolan, isso não aconteceu.

Fracasso recordista

Apesar do filme ter sido um fracasso retumbante, Mulher-Gato foi detentor do título de filme de super-herói protagonizado por uma mulher de maior bilheteria até o lançamento de Mulher-Maravilha, em 2017. Foram 13 anos no topo.

Refilmagens

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Com o desempenho desastroso nas sessões de testes, Mulher-Gato acabou passando por uma série de refilmagens. O problema é que isso aconteceu a pouquíssimo tempo do lançamento do filme.

Intensivão

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A arma da Mulher-Gato é um chicote, que não é nada fácil de manejar. Então, para fazer suas cenas, Halle Berry fez um intensivão de 1h30 por dia, por uma semana, para aprender a manejar um chicote.

Framboesa

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O filme rendeu a Halle Berry uma situação histórica: ela chegou a uma temporada de premiações e ganhou tanto o Oscar de Melhor Atriz (por A Última Ceia) quanto o Framboesa de Ouro de Pior Atriz (Mulher-Gato). Apenas seis atores conseguiram essa façanha na mesma temporada em toda a história. Berry, surpreendendo a todos, foi ao palco receber seu prêmio de pior atuação, a primeira atriz a fazer isso, e agradeceu a Warner por colocá-la nesta “bosta de filme”.

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Mulher-Gato está disponível no Max.

Crítica | A Pequena Amélie – Animação Indicada ao Oscar faz Mergulho Através dos Olhos de uma Criança

Sim, a premiação do Oscar 2026 já saiu, nós já temos os vencedores e o Brasil não levou nada dessa vez. Mas, ainda assim, há muitos filmes que ainda não chegaram ou ainda estão chegando ao circuito nacional – e, para o bom cinéfilo de plantão, é preciso ficar de olho para não perder nada. Como é o caso da coprodução franco-belga ‘A Pequena Amélie’, filme de animação que concorreu à estatueta nesta categoria e que acaba de entrar em exibição nos cinemas do Brasil.

Quando ainda estava em formação no ventre de usa mãe, a pequena Amélie (na voz original de Loïse Charpentier) já começava a observar o mundo e via-se diferente: ela era o centro de seu próprio mundo, e, portanto, era Deus. A partir de seu nascimento, a menina começa a se dar conta das outras existências ao seu redor, tendo a dimensão do pequeno mundo ao qual pertence – a casa em que vive com seus dois irmãos, sua mãe e seu pai numa cidade rural do Japão. Muito atenta a tudo, Amélie não fala nada… até o dia em que algo acontece e ela espontaneamente começa a falar. Enquanto se desenvolve como criança e como ser pensante, Amélie vai percebendo o mundo ao seu redor, conhecendo os próprios sentimentos e, assim, se entendendo.

Mais até do que a técnica utilizada nesta obra (que faz uso de cores bem fortes, tons de neon, traços mais arredondados, olhos arregalados e brilhantes e uso de computação gráfica para imprimir identidade moderna à uma história datada de décadas anteriores), o que realmente cativa o espectador é o enredo, simples e envolvente, que, contado pelos olhos de uma criança protagonista, ganha ares de inocência e descoberta.

O roteiro tecido por Liane-Cho Han Jin Kuang, Aude Py e Maïlys Vallade constrói uma protagonista que, em um primeiro momento, dá a entender possuir algum traço do espectro autista – ela não se comunica, apenas observa, reage de forma exagerada e explosiva aos sentimentos quando passa a experimentá-los e vê a tudo de uma maneira muito particular e única. Nos primeiros minutos, quando passamos a desconfiar desse traço da protagonista (que nunca é afirmado na história) vamos nos deliciando com suas descobertas; a partir do instante em que ela passa a se comunicar melhor e o tempo passa, vamos também julgando-a por conta de suas impressões, suas opiniões precipitadas, suas pequenas provocações, a medida em que ela vai moldando sua própria personalidade.

À entrada de uma nova personagem – Nishio-san (Victoria Grosbois), uma jovem japonesa contratada para trabalhar na casa dessa família – a história de ‘A Pequena Amélie’ se desenlaça para um amadurecimento temático, agora falando da História do Japão e os traumas que permaneceram e permanecem nos moradores locais. Aqui o roteiro traça um interessante cruzamento do choque cultural (Ocidente x Oriente, Bélgica versus Japão) com a interseção dessas culturas através da vivência da jovem Amélie e sua cuidadora e amiga Nishio-san. Dessa amizade, o espectador passeia por aspectos culturais específicos do Japão, que envolvem a gente tal qual um conto para ninar.

Fofo, bem realizado e fugindo da mesmice temática, ‘A Pequena Amélie’ faz jus à sua indicação, e é uma boa opção aos fãs de filmes de animação na tela grande.

Disney+ ganha data de lançamento OFICIAL; Confira!

Os estúdios Walt Disney aumentaram seu incrível império ao anunciarem alguns meses atrás que iriam migrar para as plataformas de streaming. Depois do sucesso de serviços como NetflixHuluAmazon, a Casa Mouse anunciou que lançaria um novo produto online para o público, composto por todas as suas propriedades originais.

Uma prévia matéria do The Wall Street Journal havia indicado que a plataforma seria lançada em novembro deste ano. Agora, após a reunião dos investidores e dos CEOs da Disney, uma data mais específica foi divulgada: a Disney+ estará disponível a todos a partir do dia 12 de novembro de 2019.

Diferente de outros programas similares, a Disney+ terá apenas suas próprias propriedades intelectuais, incluindo os filmes animados da Pixar, shows de TV da ABC, longas da franquia Star Wars, dos estúdios Marvel, e muito mais.

Dentre o novo conteúdo a ser produzido pela Disney, temos séries já anunciadas do panteão intergaláctico mencionado acima, minisséries do MCU, reboot de High School Musical, um show focado em ‘Monstros S.A.’ e muitos outros.

‘Ilha da Fantasia’: Novo terror da Blumhouse ganha trailer oficial; Confira!

Blumhouse divulgou o primeiro trailer oficial do reboot de Ilha da Fantasia, que tem lançamento marcado para o dia 14 de fevereiro de 2020.

Confira:

O enigmático Sr. Roarke (interpretado por Michael Peña) realiza os sonhos secretos de seus sortudos convidados em um luxuoso e remoto resort tropical. Mas quando as fantasias se transformam em pesadelos, os convidados precisam resolver o mistério da ilha para escapar com vida.

O elenco conta com Lucy Hale (‘Pretty Little Liars‘), Michael Rooker, Michael Peña, Charlotte McKinneyParisa Fitz-Henley, Austin Stowell e Jimmy O. Yang.

Jeff Wadlow é o responsável pela direção, roteirizando ao lado de Chris Roach e Jillian Jacobs. Todos colaboraram anteriormente com a Blumhouse no terror ‘Verdade ou Desafio‘.

O longa é baseado na série clássica ‘Ilha da Fantasia‘, exibida pela ABC de 1977 até 1984. A trama é similar à série, com a exceção de que alguém está matando os convidados na ilha.

‘Batwoman’: Silêncio aparece na promo do próximo episódio; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “A Secret Kept From All the Rest”, 19º episódio da primeira temporada de Batwoman que introduz o infame e assustador vilão Silêncio.

Para quem não conhece o personagem, nos quadrinhos, Silêncio na verdade é o alter-ego do Dr. Thomas “Tommy” Elliot, amigo de infância de Bruce Wayne que fica ressentido após o jovem herdar toda a fortuna da família depois do assassinato dos pais – enquanto seus próprios esforços de matar a própria família para ficar rico falharam. Depois de descobrir que Bruce é Batman, Tommy encarnou a persona de Silêncio e decidiu destruir o Cavaleiro das Trevas.

Na série, Tommy é um magnata obcecado com Bruce Wayne, culpando-o por arruinar a vida ao salvar sua mãe. Ele, então, parte numa jornada em busca de vingança e acaba cruzando caminho com a vilã Alice, que está presa no Manicômio Arkham.

O capítulo vai ao ar no dia 10 de maio.

Confira, com a sinopse:

“Quando os membros da inteligência de Gotham começam a desaparecer, cabe ao Comandante Kane, a Sophie e aos Corvos procurar pela mais nova ameaça homicida da cidade. Enquanto isso, Kate é consumida pela traição de alguém muito próximo e começa a questionar a lealdade de todos à sua volta justo quando precisa deles. Então, quando Luke e Julia desaparecem também, Batwoman pede ajuda de Mary e um antigo inimigo para resgatá-los”.

O capítulo foi dirigido por Greg Beeman, com roteiro assinado por Jerry ShandyKelly Larson.

No Brasil, Batwoman é exibida pela Warner Channel.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Ruby Rose, Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Freaky’: Kathryn Newton troca de corpo com um serial killer no trailer da comédia de terror

Universal Pictures divulgou hoje (10) o trailer oficial de Freaky: No Corpo de um Assassino, nova comédia de terror ‘Freaky’, estrelada por Vince VaughnKathryn Newton.

Confira:

O thriller é dirigido por Christopher Landon (A Morte Te Dá Parabéns), que também assina o roteiro ao lado de Michael KennedyJason Blum entra como produtor.

Millie Kessler (Newton) de 17 anos, está apenas tentando sobreviver aos corredores sanguinários do Colégio Blissfield e à crueldade da multidão. Mas, quando ela se torna o mais novo alvo do carniceiro (Vaughn), o infame serial killer de sua cidade, seu último ano de escola se torna o menor de suas preocupações. Quando a adaga mística do carniceiro faz com que ele e Millie troquem de corpos, Millie descobre que ela tem apenas 24 horas para recuperar seu verdadeiro corpo antes que ela fique presa no corpo do carniceiro de meia-idade para sempre. O único problema é que ela agora parece fisicamente o psicopata que é alvo de uma caçada humana em toda a cidade enquanto o maníaco se parece com uma adolescente de 17 anos, prestes a ir à um baile de formatura. Com ajuda de dois amigos (Celestre O’Connor e Misha Osherovich) e sua paixão Booker (Uriah Shelton) – Milline corre contra o relógio para reverter a maldição enquanto o carniceiro descobre que ter um corpo de adolescente é o disfarce perfeito para uma pequena matança na cidade.

Dana Drori, Katie Finneran e Alan Ruck completam o elenco.

Freaky: No Corpo de um Assassino estreia em breve nos cinemas.

 

‘Batwoman’ enfrenta novos perigos na promo do episódio 02×04; Confira!

A CW divulgou a promo oficial de “Fair Skin, Blue Eyes”, quarto episódio da 2ª temporada de Batwoman.

Na trama, “conforme Batwoman tenta lutar contra a proliferação da Mordida da Serpente em Gotham, uma força aleatória a faz revisitar seu passado doloroso. Empoderada por seu novo papel, Ryan Wilder está determinada a garantir que outros com ela não passem despercebidos. Enquanto isso, aqueles próximos a Kate acreditam que ela ainda está viva, forçando inesperadas alianças e traições”.

Dirigido por Menhaj Huda e escrito por Ebony Gilbert, o capítulo vai ao ar no dia 14 de fevereiro.

Confira:

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘Ms. Marvel’: Iman Vellani é destaque das novas imagens de bastidores da série; Confira!

A página do Instagram @onset.screen publicou recentemente novas imagens de bastidores da aguardada série ‘Ms. Marvel, que estreia em breve no Disney+.

Nas fotos, os fãs do MCU têm um vislumbre bastante nítido de Iman Vellani como a protagonista titular, também conhecida como Kamala Khan.

Confira:

Além de Vellani, a produção conta com Laurel Marsen como Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

‘The Flash’: Episódio de estreia da 8ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

A 8ª temporada de ‘The Flash estreia em 16 de novembro e, agora, a CW divulgou as imagens oficiais do primeiro episódio, intitulado ‘Armageddon – Part 1‘.

Confira, junto à sinopse:

“Parte 1 do Crossover de cinco episódios – Quando uma poderosa ameaça alienígena chega à Terra sob circunstâncias misteriosas, Barry (Grant Gustin), Iris (Candice Patton) e o resto da Equipe Flash são levados ao seu limite em uma batalha desesperada para salvar o mundo. Mas, com o tempo se esgotando e o destino da humanidade em jogo, Flash e seus companheiros também precisarão contar com a ajuda de alguns velhos amigos para que as forças do bem prevaleçam. Brandon Routh é a estrela convidada.

O episódio foi dirigido por Eric Dean Seaton e escrito por Eric Wallace.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Depois de vitória de ‘Liga da Justiça’ no Oscar, Ray Fisher exige que presidente da DC peça DESCULPAS

Na última cerimônia do Oscar, Liga da Justiça de Zack Snyder foi honrado com o prêmio de Momento Mais Vibrante do Cinema, escolhido por votação do público – e é claro que os membros do filme celebrariam essa conquista, ainda que não da maneira esperada.

No Twitter, Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue no longa-metragem, comemorou a condecoração, mas exigiu que Walter Hamada, presidente da DC Films, peça desculpas aos participantes da investigação que estava ocorrendo sob a produção.

Na postagem, ele escreveu: “em homenagem a este histórico reconhecimento de Liga da Justiça de Zack Snyder, me permita dizer, do fundo do coração… que Walter Hamada deve um pedido de desculpas aos participantes da investigação sobre Liga da Justiça“.

Desde que interpretou o Ciborgue em ‘Liga da Justiça’, Ray Fisher vem travando uma longa batalha judicial contra a Warner Bros.

Isso porque ele alega que foi maltratado pelo diretor Joss Whedon, enquanto o estúdio ignorou suas denúncias para ficar ao lado do cineasta.

E, depois que a Warner publicou um tweet em comemoração ao Mês da História Negra, Fisher criticou o estúdio por conta de sua falta de respeito e apoio enquanto ele enfrentava os maus tratos durante as gravações do longa.

Na época, o ator também acusou os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg de permitirem um comportamento “nojento e abusivo” durante os bastidores, o que levou a uma investigação interna.

Na publicação da Warner, foram compartilhadas as imagens dos personagens Pistoleiro, Canário Negro e Sanguinário, com a seguinte legenda:

“Neste Mês da História Negra, estamos destacando alguns de nossos personagens favoritos da DC. Aqui estão os poderosos momentos de entretenimento que eles trouxeram para as telonas!”

Fisher republicou o post e rebateu:

“OU… Vocês pode tentar destacar um pedido de desculpas aos negros não fictícios afetados pelas práticas racistas e discriminatórias de sua empresa.”

Entenda o caso

Fisher fez sérias acusações contra Whedon, alegando que os produtores-executivos Geoff Johns e Jon Berg permitiram um comportamento “nojento e abusivo” durante as filmagens de ‘Liga da Justiça‘.

“O tratamento de Joss Whedon no set com o elenco e na equipe da ‘Liga da Justiça’ foi nojento, abusivo, pouco profissional e completamente inaceitável. Isso foi permitido, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg. Responsabilidade> Entretenimento”, afirmou.

Pouco depois, o diretor Kevin Smith apoiou Fisher e revelou mais detalhes sobre o comportamento de Whedon no set de ‘Liga da Justiça‘.

Segundo ele, já existiam histórias nos bastidores de que o cineasta estava “desmerecendo” o trabalho do Zack Snyder.

Em um episódio do podcast Fatman Beyond, Kevin Smith corroborou os comentários de Fisher:

“Um dia eu visitei o set de A Ascensão Skywalker, e fiquei conversando com pessoas que tinham trabalhado nas duas versões de Liga da Justiça. O pessoal dos efeitos especiais disse que Joss tinha o hábito de falar mal da versão de Zack [Snyder]. Ele cortava, descartava e era negativo quanto à versão de Zack, que ele havia assistido e que todas aquelas pessoas haviam feito juntas. Eles disseram que o set ficou bem tóxico”, afirmou. 

O ator que viveu o Ciborgue chegou até a alegar que o produtor-executivo Geoff Johns chegou a ameaçar sua carreira.  Após a denúncia, a Warner Bros. começou uma investigação para descobrir a verdade por trás das alegações.

Whedon e Johns permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher em 2020.

Porém, a Warner Bros. afirmou que o ator não estava colaborando com as investigações.

Leia a declaração completa da Warner Bros.:

Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue em Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça. Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista / diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos. Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que elevaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação.

Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ele também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, que até agora o Sr. Fisher não forneceu.

Vale lembrar que o papel do Ciborgue foi drasticamente reduzido nas refilmagens de Whedon, mas Zack Snyder deu ao personagem o destaque merecido no novo corte do filme, lançado no ano passado pela HBO Max

 

 

 

 

 

 

 

‘The Cleaning Lady’: 2ª temporada ganha teaser OFICIAL e data de estreia; Confira!

FOX divulgou o trailer oficial da 2ª temporada do drama criminal The Cleaning Lady, estrelado por Élodie Yung.

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia agendada para o dia 19 de setembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Miranda Kwok, baseada na série argentina ‘La Chica que Limpia’.

Uma médica se muda para os Estados Unidos buscando um tratamento para seu filho doente. Porém, o sistema norte-americano falha com ela, obrigando-a a se esconder. Se recusando a perder e ser marginalizada, ela se torna faxineira para a máfia, jogando com suas próprias regras.

Adan CantoOliver HudsonMartha MillanSebastien LaSalleValentino LaSalleSean LewFaith BryantEva De Dominici e outros completam o elenco.

Crítica | Mistério e sobrenatural se fundem na divertida ‘Lockwood & Co.’, nova série da Netflix

A saga de romances jovem-adulta ‘Lockwood & Co.’ fez um grande sucesso quando lançada em 2013. Criada por Jonathan Stroud, a trama é ambientada em Londres, Inglaterra, e acompanha um grupo de jovens investigadores psíquicos que lidam com espíritos malignos que caminham entre os vivos. Além da popularidade considerável dos livros, a franquia conquistou diversos prêmios e, agora, migra para a Netflix em uma aguardada adaptação que não apenas resgata a essência dos escritos originais, como se consagra como uma divertida e instigante aventura sobrenatural – e uma pedida ótima para finalizar o primeiro mês do ano.

A primeira temporada, supervisionada por Joe Cornish (‘As Aventuras de Tintim’), serve como introdução ao universo arquitetado por Stroud, fornecendo algumas explicações sobre as ocorrências paranormais que vêm ganhando espaço há mais de cinquenta anos. Na investida, o véu que separa o mundo dos vivos e o dos mortos se diluiu tanto, que os fantasmas agora andam ente nós e posam como uma ameaça mortal – podendo nos matar ou nos paralisar pelo resto dos nossos dias. Entretanto, mesmo que os adultos não consigam lidar com essas criaturas, jovens das mais diversas idades começaram a desenvolver poderes psíquicos para enfrentá-los – seja enxergando traços de ectoplasma ou detectando determinados objetos que servem como receptáculo para os espíritos. E é aí que surge Anthony Lockwood (Cameron Chapman) e sua trupe, formada por Lucy Carlyle (Ruby Stokes) e George Karim (Ali Hadji-Heshmati).

Anthony fundou a Lockwood & Co. para se livrar da burocracia quase autoritária das outras agências corporativas que fornecem trabalho similar, utilizando os recursos à mão para recrutar qualquer um que possa auxiliá-lo. George foi o primeiro e se tornou um indispensável aliado de Anthony, enquanto Lucy, recém-demitida de uma das maiores empresas locais depois de ter sido erroneamente culpada pela morte de vários funcionários, foi a última “aquisição”. Enquanto a série carrega o nome do fundador do pequeno grupo, é Lucy quem rouba os holofotes, visto que é dotada de habilidades incríveis que a permitem, inclusive, conversar com espíritos malignos que se recusam a seguir em frente e a deixar o plano terreno.

A produção sabe muito bem como equilibrar o enredo dos livros e as múltiplas incursões adolescentes que dominam as plataformas de streaming ano após ano. De um lado, temos a jornada sobrenatural do trio protagonista contra as forças do mal – em que a problemática linha maniqueísta é fundida e permite que os arcos se tornem mais profundos e mais instigantes. Afinal, lidamos com jovens, que têm seus próprios medos e aspirações, e que, às vezes, deixam que as emoções aflorem em detrimento da razão: Anthony esconde segredos sobre a morte dos pais e da irmã, bem como a necessidade de se provar tão digno quanto ou até melhor que os outros; Lucy sofre com o trauma de ter deixado sua melhor amiga morrer, lidando com a culpa angustiante de ser a única sobrevivente; e George enfrenta o prospecto de ser o “diferentão” do time, acreditando ser descartável em todos os momentos.

Não é apenas a parte paranormal que nos chama a atenção, mas o lado humanizado de cada uma das personas que aparece nos episódios. É claro que a obra não é livre de imperfeições (seja na parte estética, seja na estrutura técnica), mas os deslizes não são fortes o bastante para nos tirar do caminho. Os elementos são bem posicionados e não se valem das fórmulas cansativas de apresentação de “futuros distópicos”, por assim dizer, em que se é imprescindível detalhar as múltiplas informações de determinado cosmos. O que temos é uma sucessão de fatos, que traz elementos clássicos das histórias detetivescas de Agatha Christie e Sir Arthur Conan Doyle, em um espectro neo-noir cujo principal inimigo pode ser o seu vizinho.

Para além de enfrentar os fantasmas, Anthony, Lucy e George se veem presos em um jogo de gato e rato que envolve o retorno de uma perigosa entidade e uma caça a objetos possuídos que têm valor significativo no mercado clandestino. Esse mistério secundário ajuda na composição da temporada de estreia – mas peca na reviravolta final, tornando-se previsível e passível de descoberta logo que nos aproximamos no último episódio. De qualquer maneira, o excelente trabalho do elenco e do time por trás das câmeras é o bastante para ficarmos ansiosos para o próximo ciclo.

‘Lockwood & Co.’ é uma bem-vinda adição ao catálogo da Netflix e uma ótima surpresa – principalmente àqueles que não esperavam grande coisa da adaptação. Mesmo com as falhas, o produto é muito positivo e cumpre com aquilo que promete desde os minutos iniciais até os créditos de encerramento. Se você tiver oportunidade, assista à série – e não se esqueça de prestar atenção se algo estranho estiver ocorrendo na sua casa. Afinal, pode ser que um fantasma esteja querendo te assombrar.

Os 10 Melhores Álbuns Internacionais de 2023 (Até Agora)

O primeiro semestre já chegou ao fim e, como é de costume aqui no CinePOP, está na hora de trazer os melhores do ano – até agora.

Depois de selecionarmos as 20 melhores canções, apresentamos a vocês os dez melhores álbuns de 2023, que contam com aparições de Jessie WareLana Del ReyMiley Cyrus.

Veja abaixo as nossas escolhas e diga para nós qual o seu favorito:

10. PORTALS, Melanie Martinez

“O terceiro álbum de Melanie Martinez é um convite cosmológico para conhecer o mundo que ela o enxerga – uma tradução fantasiosa e recheada de elementos narcóticos que, ao mesmo tempo, é reflexo de suas experiências e uma metafórica análise sociológica do que significa estar vivo em um lugar tão caótico. Apesar dos breves deslizes, Portals consagra-se como a obra-prima da artista e uma incursão que merece ser apreciada em seus mínimos detalhes” – Thiago Nolla

9. ENDLESS SUMMER VACATION, Miley Cyrus

“Nessa nova investida, Miley não tem medo de explorar recursos novos e nem mesmo de referenciar aqueles que a inspiraram desde o começo da carreira. Temos, por exemplo, o avant-rock de “Rose Colored Lenses”, que se une com vibrantes sintetizadores e com o baixo (este ditando, basicamente, toda a progressão); em “Handstand”, ela se volta para o icônico ‘Erotica’, de Madonna, abrindo espaço para o trip house e o synth-pop, além de introdução falada e exalando delineações literárias à medida que pinta paisagens psicodélicas que constroem um elo entre os instrumentos escolhidos e a tríptica viagem a que nos convida; “Jaded”, por sua vez, soa como uma homenagem da artista a si mesma, promovendo um movimento regressivo a seus álbuns anteriores” – T.N.

8. THIS IS WHY, Paramore

“A obra inteira é movida a discursos propositalmente contraditórios, regados a uma ironia apaixonante que nos envolve do começo ao fim. Em “Running Out of Time”, o math rock volta e se alia a um experimentalismo conceitual que parte desde o fraseamento vocal ao vibrante emplastro sonoro que não segue quaisquer regras – e que critica a efemeridade do tempo, cujo conceito foi, de fato, inventado por um capitalismo predatório que nos mantém reféns do relógio e da produtividade exacerbada. Aqui, Williams inclusive aproveita para quebrar a quarta parede em uma reflexão metalinguística, convidando o ouvinte agente ativo da própria experiência fonográfica” – T.N.

7. STRAYS, Margo Price

“À medida que Margo se aventura em incursões não exploradas em sua discografia, ela não abandona as raízes do country – como visto na irretocável canção “Radio”, performada ao lado de Sharon Van Etten. A breve track poderia se alongar para vários minutos de duração e, de fato, não sentiríamos o tempo passar. A química vocal de ambas as artistas é invejável e comovente, destilando uma explosão estoica de solidão – algo que é buscado pelo eu-lírico, não imposto. “Eu preciso tirar um tempo de folga” dá início a uma jornada de autodescoberta que presta críticas à efemeridade do tempo e das próprias relações humanas – com detalhes enraizados na crescente ambiguidade dos avanços tecnológicos. Já “Change Of Heart”, mantendo-se fiel ao americana e ao bluegrass, tem um desenrolar críptico e angustiante que fala sobre um relacionamento falido – e que vem acompanhado de uma multiplicidade coesa de camadas, cortesia da produção on point de Jonathan Wilson” – T.N.

6. MY 21ST CENTURY BLUES, RAYE

“Ao longo de quinze faixas e breves quarenta e seis minutos, RAYE constrói uma emocionante e íntima jornada que amalgama elementos sonoros que vêm tomando espaço no escopo mainstream, à medida que utiliza incursões mais conceituais para arquitetar cada uma das faixas. O glorioso resultado ecoa em uma beleza pungente que não tem papas na língua e que não pensa duas vezes antes de entregar-se a uma indesculpável denúncia da podridão que existe no show business – e de que forma ela conseguiu lidar com os traumas e transformar os fantasmas de um passado não muito longínquo em pura poesia. Não é surpresa, pois, que o disco nos chame a atenção por seu caráter irônico e por uma estruturação metadiegética que quebra a quarta parede da música e convida os ouvintes a serem agentes ativos nessa delicada e vibrante trajetória” – T.N.

5. RAVEN, Kelela

Kelela encontrou sucesso significativo com o lançamento de Raven, seu segundo álbum de estúdio. Contando com uma gama considerável de produtores e guiado pela escrita pungente e deliciosamente acurada da artista, o disco é marcado por incrementações do step, do breakbeat, do dance e do house em um vibrante compilado autorreflexivo; a ideia por trás da obra é colocar Kelela refletindo sobre si própria, reagindo ao sentimento de solidão dentro da indústria musical.

4. DID YOU KNOW THAT THERE’S A TUNNEL UNDER OCEAN BLVD., Lana Del Rey

“Ao longo de dezesseis copiosas faixas, a artista prova que não se preocupa com a rapidez industrial que se apoderou da música nos últimos anos. Enfrentando um status quo cansativo que, volta e meia, consegue se desvencilhar das fórmulas, Del Rey não precisa de ajuda para caminhar por conta própria e faz o que bem entende – arquitetando narrativas literárias que perpassam diversos gêneros e borram as linhas entre múltiplas artes. Mais do que isso, ela aposta fichas em uma produção cinemática, aliando-se com seu colaborador de longa data, Jack Antonoff, e outros incríveis nomes para não nos presentear com um mero álbum, mas uma obra-prima e um state-of-art que a reitera como um dos símbolos do entretenimento atual” – T.N.

3. FOUNTAIN BABY, Amaarae

Amaarae provavelmente é uma artista de que você nunca ouviu falar – mas que, de fato, deveria. A cantora e compositora ganense-americana fez sua estreia em 2020 e, em 2023, retornou com um explosivo compilado de originais intitulado ‘Fountain Baby’. Essa obra-prima conta com catorze faixas e quase quarenta minutos de duração que se transformam em uma atemporal e narcótica viagem através de uma fusão certeira de inúmeros gêneros – incluindo afrobeatR&Bpop.

2. DESIRE, I WANT TO TURN INTO YOU, Caroline Polachek

“Quatro anos depois, [Caroline Polachek] está de volta com o aguardado ‘Desire, I Want To Turn Into You’ – sem dúvida, uma das produções mais aguardadas do primeiro semestre de 2023. E, assim como boa parte dos discos que saíram desde 2020, a obra foi arquitetada durante a pandemia do COVID-19 e vem como um arauto bastante eclético de gêneros que nos envolvem desde as primeiras batidas. Não é surpresa, pois, que o compilado de originais já pode ser considerado uma das grandes rendições da memória recente, imbuído com uma pessoalidade intrínseca e um complexo movimento de introspecção e expansão. Dentro desse narcótico universo, somos engolfados em uma jornada sinestésica que age por conta própria e, ao mesmo tempo, precisa de nossa total atenção para compreender as belíssimas mensagens escondidas nas entrelinhas” – T.N.

1. THAT! FEELS GOOD!, Jessie Ware

“É quase impossível escolher um ponto alto da produção, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música” – T.N.

Reveladas mensagens de texto PERTURBADORAS de Jonathan Majors durante o julgamento

Jonathan Majors foi preso em março deste ano e, desde então, ficou envolvido em um processo contra a ex-namorada, Grace Jabbari, que o acusou de violência doméstica. Agora, uma série de mensagens de textos foram divulgadas durante o julgamento, ambientadas seis meses antes da prisão do ator (via People).

As mensagens em questão “aparentam admitir a violência física contra sua agora ex-namorada”. A primeira delas, enviada em setembro de 2022 de Majors para Jabbari, o mostram ameaçando-a caso ela vá ao hospital para tratar das contusões e dos ferimentos.

“Temo que você não tenha perspectiva do que poderia acontecer se fosse para o hospital”, diz o texto. “Eles farão perguntas e, como não acho que você realmente iria nos proteger, isso poderá levar a uma investigação, mesmo que você minta e eles suspeitem de algo”.

Jabbari, então, garante a Majors que não irá revelar ao médico que ele foi o responsável por seu ferimento na cabeça: “vou dizer ao médico que bati a cabeça se eu or. Vou esperar mais um dia, mas não consigo dormir e preciso de analgésicos mais fortes. Só isso: por que eu contaria a eles o que realmente aconteceu quando está claro que quero ficar com você?”.

Outras mensagens, também enviadas de Majors a Jabbari, revelam que o ator ameaçou cometer suicídio caso ela fosse ao hospital:

“Ontem à noite pensei em me matar em vez de voltar para casa. Eu também preciso de amor. Ou talvez eu seja um monstro e um homem horrível, não mereço isso. E eu deveria simplesmente me matar. Dessa forma, minha existência é miserável, quero morrer”.

Jabbari respondeu: “Não irei ao médico se você não se sentir seguro comigo fazendo isso, ou não confiar em mim. Eu prometo que nunca mencionaria você, mas entendo seu medo”.

“Eu provavelmente irei me matar, não é mais contemplativo”, Majors acrescentou. “Sou um monstro, um homem horrível, incapaz de amor. Vou me matar em breve”.

Anteriormente, segundo o Deadline, foi revelado quanto tempo o ator poderá ficar preso caso seja oficialmente condenado.

Majors poderá pegar até um ano de cadeia caso o tribunal seja favorável às acusações – de fato, enterrando sua breve carreira no cenário mainstream.

O juiz designado para o caso vai ouvir diversas testemunhas e desmembrar documentos que fontes disseram ao portal que comprovam a culpa de Majors, além de exporem incidentes passados ​​​​envolvendo o ator.

A principal acusação do processo é sobre as agressões do ator à ex-namorada, Grace Jabbari, durante uma viagem de carro enquanto partiam de Chelsea até Chinatown na noite de 25 de março.

Os policiais da Delegacia de Nova York o prenderam depois que o próprio Majors ligou para o 911, mas os oficiais encontraram Jabbari com hematomas, inchaço, lacerações e um dedo quebrado.

Majors foi libertado após uma audiência e recebeu ordem de restrição para evitar contato com Jabbari, mas ele se declarou inocente de todas as acusações.

Posteriormente, Majors apresentou queixa contra a polícia, dizendo que Jabbari foi quem iniciou os ataques e ambos se machucaram enquanto ele tentava contê-la. Ele disse que ela o agrediu por acreditar que outra mulher estava mandando mensagens para ele enquanto eles estavam no carro.

Após sua prisão, o artista enfrentou consequências profissionais, perdendo seu agente e sendo dispensado de projetos cinematográficos e publicitários. Além disso, novas denúncias de violência surgiram contra o ator, com várias supostas vítimas cooperando com a promotoria do distrito de Manhattan.

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder | Quem é Tom Bombadil, personagem que aparecerá na 2ª temporada?

A 2ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder ganha mais novidades dia após dia e, recentemente, tivemos a grata surpresa de que um dos personagens mais conhecidos da mitologia eternizada por J.R.R. Tolkien dará às caras no próximo ciclo: Tom Bombadil.

Tendo importância significativa nos romances originais, o personagem foi cortado das adaptações cinematográficas comandadas por Peter Jackson – mas fará seu glorioso début através do aclamado ator Rory Kinnear.

Mas quem é Tom Bombadil?

Ainda que suas origens sejam desconhecidas, sabe-se que o personagem já existia antes mesmo de Sauron chegar a Arda (o território planetário que compreende os fictícios lugares criados por Tolkien) e, mais do que isso, insinua-se que Tom tenha sido a primeira pessoa a tê-la habitado. Dessa forma, ele estava vivo durante a Primeira e a Segunda Eras, tendo presenciado diversos eventos importantes e batalhas grandiosas – ainda que sua participação em tais acontecimentos seja uma incógnita. De qualquer modo, Tom sagrou-se como uma figura sólida nas lendas e nas tradições dos Elfos, dos Anões e dos Homens, recebendo inúmeras alcunhas (como Iarwain, que significa tanto velho quanto jovem; Ben-adar, ou seja, “sem pai”; Orald; e Forn).

Tom Bombadil era ágil, com um humor rápido e brincalhão. Tinha uma atitude alegre e despreocupada, e pouco parecia se deixar levar por atribulações da vida. Ele, às vezes se referia a si mesmo na terceira pessoa e duas vezes se descreveu em suas canções como: “sua jaqueta é azul brilhante e suas botas são amarelas”.

Após se casar com Fruta d’Ouro pouco depois de tê-la encontrado às margens de um lago, Tom estabeleceu seu domínio nos arredores da Floresta Velha e, ao início da Terceira Era, presenciou a ascensão e a queda de Angmar (que foi dominado pelo Lorde dos Nazgûl conhecido como Rei Bruxo de Angmar), a chegada dos hobbits ao local que ficaria conhecido como Condado, e outros eventos. Todavia, uma das narrativas mais memoráveis dentro do arco de Tom é seu encontro com Frodo, o portador do Um Anel que ficou responsável por destruir Sauron e seus asseclas na Guerra do Anel no ano de 3018 da Terceira Era.

Naquela época, Frodo e seus companheiros tiveram um encontro casual com Bombadil na Floresta Velha após um encontro quase desastroso com o Velho Salgueiro-homem. Frodo, que havia fugido da árvore em busca de ajuda, alistou Tom, que estava colhendo nenúfares. Ele, então, acompanhou o jovem hobbit para o local onde Merry e Pippin estavam presos e ordenou a libertação dos prisioneiros. Quando tudo estava resolvido, Bombadil os convidou para casa, onde festejaram e se divertiram; todavia, Frodo inadvertidamente contou a Tom tudo sobre o Um Anel e sua busca, e quando Tom pediu para inspecionar o Anel, Frodo, sem questionar e sem qualquer relutância que tendia a acompanhar a entrega do Anel a outra pessoa, permitiu-lhe tomar em mãos.

Tom, então, colocou o Anel em seu dedo, mas ele não apenas não desapareceu, mas o Anel pareceu não ter nenhum efeito sobre ele. Depois de fazer o Anel desaparecer com um truque de prestidigitação, ele o devolveu a Frodo, que, um pouco desconfiado de que não havia feito Tom desaparecer, colocou-o para ter certeza de que era o Anel genuíno. Tom o surpreendeu mais uma vez ao revelar que podia ver Frodo mesmo com o Anel colocado, e disse a Frodo para removê-lo, afirmando que sua mão era mais bonita sem ele.

Mais de um mês depois, Tom se tornou um tema de discussão no Conselho de Elrond. Lá, Elrond, que aparentemente conheceu Tom em tempos passados, relembrou-o brevemente antes de a questão ser colocada ao Conselho sobre se deveria ou não dar o Anel a Tom, pois parecia que Tom poderia ter tido poder sobre o Anel dentro de suas terras. No entanto, Gandalf rapidamente rejeitou a ideia, dizendo que, em vez de Tom ter poder sobre o Anel, o Anel simplesmente não tinha poder sobre Tom. Ele era imune à sua influência, mas não podia alterá-la.

Com a chegada da Quarta Era, depois que o Um Anel foi destruído, Gandalf passou algum tempo com Bombadil. Não se sabe como a reunião envolveu ou o que foi discutido. Gandalf diz, em resposta à pergunta de Frodo sobre como Bombadil estava, que ele está “tão bem como sempre”, “bastante tranquilo” e “não muito interessado em nada do que fizemos e vimos”, exceto talvez seus encontros com os Pastores das Árvores. Todavia, através de dois dos poemas assinados por Sam Gamgee, um dos hobbits que acompanhou Frodo na jornada para destruir o Um Anel, sabe-se que os contos de andança de Tom seriam passados a futuras gerações através do Livro Vermelho de Westmarch (o mesmo livro em que Bilbo, Frodo e Sam assinaram suas aventuras).

Lembrando que a 2ª temporada de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder tem estreia marcada para o dia 29 de agosto no Prime Video.

2ª temporada da ACLAMADA comédia ácida ‘Mal de Família’ chega este mês ao streaming!

A 2ª temporada da comédia ácida Mal de Família’ (‘Bad Sisters’) chega este mês ao catálogo da Apple TV+.

O novo ciclo chega à plataforma de streaming no próximo dia 13 de novembro.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Sharon Horgan, Dave Finkel e Brett Baer.

Baseada na série belga Clan’, a trama acompanha as irmãs Garvey. Desde muito cedo, as quatro se tornaram inseparáveis por conta da morte prematura dos pais. Como consequência, o quarteto jurou permanecer unido não importando qual dificuldade a vida jogasse em direção a elas. Isso até que uma delas acabar se casando com um homem desprezível. Quando uma das irmãs se encontra cada vez mais submissa ao marido e, basicamente, vive nas sombras dele, as outras decidem se unir para tomar uma atitude contra o casal. 

Horgan, Anne-Marie Duff, Eve Birthistle, Eve Hewson, Sarah Greene, Claes Bang, Brian Gleeson, Daryl McCormack e outros estrelam.

‘Angry Birds 3’ ganha data de estreia e anuncia elenco COMPLETO; Confira!

Paramount Pictures revelou hoje (08) que o terceiro capítulo da franquia Angry Birds já tem data para chegar aos cinemas.

O longa-metragem será lançado no dia 29 de janeiro de 2027.

Também foi revelado o elenco completo do próximo filme: além do retorno de Jason SudeikisJosh GadRachel BloomDanny McBride como Red, Chuck, Silver e Bomb, os dubladores incluem Emma Myers, Keke Palmer, Tim Robinson, Lily James, Marcello Hernandez, Walker Scobell, Sam Richardson, Anna Cathcart, Maitreyi Ramakrishnan, Nikki Glaser, James Austin Johnson e Psalm West.

Vale lembrar que a produção do filme já foi iniciada.

Angry Birds 3’ traz John Rice de volta à cadeira de direção, enquanto Thurop Van Orman fica responsável pelo roteiro.

Van Orman serve como produtor executivo ao lado de Tory Nakahara.

John CohenDan ChubaCarla Connor entram como produtores.

Mais informações não foram reveladas.

‘Desobedientes’: Nova série de SUSPENSE da Netflix ganha cartaz e imagens promocionais; Confira!

Netflix divulgou o cartaz e novas imagens promocionais de Desobedientes (‘Wayward’), minissérie de suspense criada e estrelada por Mae Martin (‘Feel Good’).

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 25 de setembro.

Confira, junto ao trailer:

Martin co-criou a produção ao lado de Ryan Scott. Ela também fica responsável pelo roteiro da atração.

Ambientada em uma cidade bucólica, agradável e sinistra, Desobedientes é uma série de suspense que explora o insidioso ponto fraco de uma escola nada ortodoxa. Na trama, após uma tentativa de fuga de uma academia para adolescentes problemáticos, dois estudantes unem forças com um policial recém-chegado, desvendando os segredos obscuros e profundamente enraizados da cidade.

Além de Martin, o elenco conta com Brandon Jay McLarenSarah GadonPatrick J. AdamsAlyvia Alyn LindPatrick GallagherSydney TopliffeJoshue CloseToni Collette.

Crítica | Bad Bunny celebra a latinidade e o empoderamento cultural com histórica apresentação no Super Bowl

Bad Bunny vem trilhando um caminho de sucesso incomparável – e de importância magnânima. Após se tornar um queridinho dos assinantes do Spotify, quebrando recordes de streamings ao redor do mundo, o artista porto-riquenho fez história na 68ª edição do Grammy Awards ao se tornar o primeiro musicista a conquistar o maior prêmio da noite, o de Álbum do Ano, com um álbum em espanhol, Debí Tirar Más Fotos.

A vitória de Bad Bunny em uma das principais premiações dos Estados Unidos veio acompanhada de uma carga emblemática inegável e necessária, ainda mais considerando as contínuas políticas contra imigrantes e latinos promovidas pelo presidente Donald Trump e sua força-tarefa conhecida como ICE. Celebrando a cultura latina em todas as suas facetas, Benito Antonio Martínez Ocasio estava apenas nos dando um gostinho do maior palanque político a que poderia levar sua arte: o Show do Intervalo do Super Bowl LX. Escalado como o primeiro latino solo a se apresentar em um dos maiores palcos do planeta – e seguindo de perto o trabalho em conjunto de Shakira e Jennifer Lopez -, o performer deixou muito claro a todos a principal mensagem do ofício que vem exercendo com maestria desde sua estreia no cenário fonográfico.

É um fato dizer que a apresentação de Bad Bunny já pode ser considerada uma das melhores de todas as edições do evento, colocando no topo do ranking ao lado de lendas como Prince, Michael Jackson, Lady Gaga e Beyoncé. Com um sólido início que já denota o tom celebratório e testamentário da cultura latina em sua inenarrável diversidade, o set de inicia com uma poderosa rendição de “Tití Me Preguntó”, construindo um fio condutor que une as alteridades espalhadas pelo continente americano como um todo, mantendo-se fiel não apenas à temática explorada em seu premiado último álbum de estúdio, como às declarações de empoderamento e liberdade que explorou ao longo de sua discografia.

Mais uma vez, Benito não só nos agracia com uma gloriosa performance, um dos motivos que o tornou tão popular ao redor do planeta, mas aproveita cada segundo para celebrar suas raízes e todos aqueles que o apoiam na busca pela união e pelo amor frente a políticas contínuas e indeléveis de segregação. Singrando entre sagazes e sutis críticas ácidas a ideologias extremistas e neoimperialistas, o astro mostra que o legado latino é inegável e inescapável, escalando nomes como Pedro Pascal, Jessica Alba, Karol G, Ronald Acuna, Emiliano Vargas e Cardi B para lhe acompanhar nessa dançante e libertadora jornada.

O imprescindível tour-de-force guiado por Bad Bunny se espalha para outros momentos de extrema simbologia, principalmente à América Latina: a seleção apoteótica de elementos visuais, que variam desde os salões de manicure às cadeira de praia (em uma reorganização expandida da icônica capa de Debí Tirar Más Fotos), impulsiona e premedita a presença de vários rostos que apoiam essa fusão de celebração e respeito. Temos, por exemplo, Maria Antonia Cay, dona do popular bar Toñita que é frequentado pelo artista, faz uma breve aparição em uma memorialística e nostálgica marca que agora foi imortalizada no show.

Benito talvez tenha realizado o sonho de muitos – inclusive o próprio – ao introduzir Lady Gaga como convidada especial, assumindo postos sob os holofotes pouco depois de um casamento ser oficializado. Encantando-nos com um figurino quase dêitico que exibe a flor nacional de Porto Rico, a Flor de Maga, ela se solta em uma versão salsa do hit “Die With a Smile” e produz uma complexa narrativa semiótica em que uma artista estadunidense branca é “contratada” como atração musical de um casamento latino – invertendo papéis seculares de subjugação artística que, agora, é ressignificada por duas lendas da música.

Ricky Martin, por sua vez, nos surpreende com uma aplaudível rendição de “Lo que le pasó a Hawaii”, entregando vocais fabulosos que fornecem à faixa a carga emocional que traduz as mensagens de preocupação assinadas por Benito acerca de Porto Rico ainda estar sob influência e dominação dos EUA. Martin nos prepara para o ato final, em que, içando a bandeira do país, Bad Bunny lança mais uma mensagem de amor e de união ao citar todos os territórios americanos, alfinetando não apenas a pseudo-filosofia exclusivista estadunidense, mas as defesas feitas por Trump e seus aliados.

Benito não apenas nos presenteou com um dos melhores espetáculos de toda a história do Super Bowl, mas acertou em cheio ao transformar um dos maiores palcos do planeta em um palanque político, ainda mais considerando a tradição conservadora que normalmente se apoia nesse tipo de esporte. Não é surpresa que, mais uma vez, ele se reafirme como um dos performers mais importantes e incisivos de atualidade, fazendo da música um arauto de libertação e comunhão.

Representante de Sam Neill revela CAUSA da morte do ator para encerrar “imprecisões e falsidades” da mídia

Depois de muitas especulações, Philip Grenz, representante de longa data do saudoso Sam Neill (‘Jurassic Park’), trouxe a público a verdadeira causa da morte do prestigiado ator: pneumonia (via Deadline).

Em uma declaração oficial, Grenz decidiu divulgar o motivo do falecimento de Neill para acabar com “imprecisões e falsidades absolutas” nas notícias pela mídia. Ele não especificou a quais reportagens problemáticas se referia.

A morte de Neill, aos 78 anos, foi confirmada na segunda-feira por sua família no Instagram. Eles afirmaram que o falecimento foi “repentino e inesperado” e ocorreu após o tratamento bem-sucedido de um câncer.

Equipe de ‘Peaky Blinders’ presta homenagens a Sam Neill: “Eternamente gratos”

Grenz declarou: “como Sam era um homem extremamente reservado que detestava alvoroço, sua família o homenageará com uma cerimônia privada em sua fazenda na Nova Zelândia, em uma data futura ainda não definida”.

“Gostaria de agradecer àqueles que eram verdadeiramente próximos de Sam por respeitarem sua privacidade — algo que ele conquistou e que seus entes queridos precisam e merecem durante este momento de imensa dificuldade”, ele continua.

Steven Spielberg presta homenagens a Sam Neill: “Não é sempre que se faz amizade com uma lenda”

Grenz ainda acrescenta que Neill “havia filmado quatro projetos em sequência no último ano, todos com lançamento previsto para os próximos meses”. Entre eles estão ‘Godzilla vs. Kong: Supernova’‘The Last Resort’ – este sendo uma comédia romântica coestrelada por Daisy Ridley.

Diretor de ‘Quarteto Fantástico’ abandona as redes sociais após criticar a Marvel; Entenda!

De acordo com o Comic Book, o diretor Josh Trank, responsável pelo reboot de ‘Quarteto Fantástico‘, foi ao Twitter para criticar os filmes da Marvel depois de ter assistido ‘O Irlandês‘, novo filme de Martin Scorsese.

Na publicação, Trank escreveu:

“Estou assistindo ‘O Irlandês‘, e os primeiros 05 minutos têm mais humanidade, verdade e emoções do que cada filme da Marvel juntos. Desculpem, mas são apenas fatos… Na verdade, não há desculpas.”

O cineasta publicou a crítica se referindo à polêmica declaração de Scorsese, que afirmou que “a Marvel não faz cinema de verdade […] e não desperta emoção em seus filmes.”

Além disso, Trank atacou ‘Coringa’, sugerindo que a adaptação não passa de uma cópia de ‘O Rei da Comédia‘, filme dirigido por Scorsese em 1983.

“Minha mãe me mandou parar de digitar, pessoal. Boa noite. E não se esqueçam de assistir ‘O Rei da Comédia’, aquele filme do Todd Phillips’.

Depois dos comentários, Trank desativou seu perfil na rede social.

Anteriormente, Scorsese escreveu um artigo para o The New York Times dizendo que os filmes da Marvel permanecem na zona de conforto e se apoiam apenas em cenas que os fãs querem assistir:

“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu o conheço estão nos filmes da Marvel. O que não existe é revelação, mistério ou perigo emocional genuíno. Nada está em risco. As cenas são feitas para satisfazer um conjunto específico de desejos e são projetadas como variações de um mesmo tema.”

O cineasta de 76 anos disse que filmes clássicos permanecem atuais por conta da qualidade do roteiro, como ‘Psicose‘, e que blockbusters são apenas eventos momentâneos, independentemente das bilheterias.

Além das críticas às narrativas, ele afirmou que a reserva de salas de cinema para exibir blockbusters está obrigando diversos cineastas a investirem neste gênero só para se manterem na indústria, causando o fim do ‘cinema de verdade.’

Para concluir, Scorsese disse que diretores e produtores só estão lançando seus filmes em meios alternativos, como plataformas de streaming, por conta da injusta concorrência.

Lembrando que ‘O Irlandês‘ já está em exibição na Netflix.

Assista ao trailer:

Conhecido como ‘O Irlandês’, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

O elenco conta com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Ray Romano, Anna Paquin e Harvey Keitel.