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‘Amores Materialistas’: Comédia romântica da A24 ultrapassa US$ 100 milhões mundialmente

Sucesso! A comédia romântica ‘Amores Materialistas‘, estrelada por Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de cinco vezes o valor de seu orçamento – que girou em torno de US$ 20 milhões.

Além disso, a produção se tornou o segundo maior filme de romance do ano, atrás apenas de ‘Bridget Jones: Louca pelo Garoto‘ (US$140.3M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 36.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 64.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 101.3 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com a Alemanha (US$5.4M), Reino Unido (US$5.2M), México (US$5M), Austrália (US$4.7M) e Espanha (US$4.1M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 12 milhões nos EUA, tornando-se a terceira maior estreia doméstica da história da A24, atrás de ‘Guerra Civil‘ (US$25.5M) e ‘Hereditário‘ (US$13.5M).

Aclamados pelos críticos, o longa alcançou 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entre o público, a produção recebeu uma nota B- no CinemaScore.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

‘Lilo e Stitch 2’: Diretor da animação original assumirá o comando da SEQUÊNCIA live-action

De acordo com o The Hollywood Reporter, Chris Sanders (‘Robô Selvagem’) assumirá o comando da sequência live-action de ‘Lilo & Stitch‘.

O cineasta codirigiu e corroteirizou a animação original de 2002.

Ele também é responsável pela dublagem do Stitch, tanto na animação quanto no live-action.

As filmagens estão programadas para o segundo semestre deste ano.

Vale lembrar que o novo longa já tem data marcada para chegar aos cinemas: 26 de maio de 2028.

A renovação da franquia já era aguardada pela indústria, dado o desempenho comercial que colocou o primeiro filme entre as maiores arrecadações de 2025. Embora os detalhes da trama ainda sejam mantidos em sigilo, o estúdio não confirmou se o roteiro será uma adaptação direta da animação de 2005, Lilo & Stitch 2: Stitch Deu Defeito’, ou se seguirá por um caminho completamente original.

Na animação original de 2005, a história foca em uma falha no sistema molecular de Stitch, que começa a ter comportamentos destrutivos, forçando Lilo e o Dr. Jumba a correrem contra o tempo para salvá-lo. Resta saber se o tom emocional e as questões científicas do “defeito” de Stitch serão o motor do novo filme em live-action.

Lilo & Stitch’ está disponível no Disney+.

‘Uma Família da Pesada’ homenageia Adam West; Assista!

A série animada de humor negro, ‘Uma Família da Pesada’, prestou uma homenagem ao astro Adam West, falecido em junho.

O vídeo traz alguns dos momentos mais singulares de seu personagem, o prefeito Adam West, ao longo dos mais de 100 episódios em que ele participou.

Confira:

Deadpool faz photobomb em VÁRIAS capas de Blu-ray de filmes da FOX

A Fox decidiu levar a zoeira do herói Deadpool para outras dimensões, em sua mais recente campanha de marketing para promover a sequência ‘Deadpool 2‘.

O estúdio decidiu fazer uma tiragem diferenciada de alguns de seus maiores lançamentos em Blu-Ray, trazendo o Mercenário como o protagonista de todas as capas dos filmes.

Em uma espécie de photobomb, ‘Deadpool‘ rouba a cena de Blu-rays como ‘Clube da Luta‘, ‘Predador‘, ‘Como Enlouquecer seu Chefe‘, ‘Logan‘, ‘X-Men‘, ‘O Exterminador do Futuro‘, entre outros.

As versões especiais destes e outros filmes estão à venda apenas na rede de supermercados Wallmart.

Confira:

‘Deadpool 2’ alcança 85% de aprovação no Rotten Tomatoes e se aproxima de ‘Guerra Infinita’

De acordo com o Ministério da Justiça, o filme ‘Deadpool 2‘ recebeu a classificação indicativa de 18 anos no Brasil.

O motivo? “Drogas, Violência Extrema e Conteúdo impactante“.

O primeiro filme foi lançado no Brasil com classificação indicativa de 16 anos.

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

Deadpool 2‘ terá pré-estreias nos cinemas nacionais à partir da madrugada do dia 16 de Maio.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

‘The OA’: Depois de mais de dois anos, 2ª temporada estreia na Netflix

A aclamada série ‘The OA‘ se tornou uma grande sensação na época de seu lançamento, em 16 de dezembro, Na ocasião, jamais saberíamos que a 2ª temporada estrearia na Netflix apenas dois anos e três meses depois.

Mas a espera chegou a seu fim nesta sexta-feira (22) e o novo ciclo  já está disponível, na íntegra, na plataforma de streaming.

Confira o trailer:

A série começa quando uma garota cega, Prairie Johnson (Marling), desaparecida por sete anos, reaparece com a visão recuperada. Prairie não consegue falar sobre os anos que permaneceu desaparecida para seus pais e para o FBI. Mas ao longo da investigação segredos sobre seu desaparecimento e sua milagrosa recuperação virão à tona.

O elenco conta com Brit Marling, Patrick Gibson, Brendan Meyer, Emory Cohen, Scott Wilson, Phyllis Smith, Alice Krige, Brandon Perea, Ian Alexander e Jason Isaacs.

‘Angelyne’: Emmy Rossum se transforma no primeiro teaser da série biográfica; Assista!

A atriz Emmy Rossum, mais conhecida por ter feito parte do elenco da aclamada série Shameless’, está irreconhecível no primeiro teaser da sua nova minissérie biográfica, ‘Angelyne‘.

Confira:

Angelyne acompanha os anos de juventude da artista homônima, conhecida por ter feito inúmeros outdoors em Los Angeles no auge dos anos 80.

E as primeiras imagens, feitas direto do set de filmagens, também revelam uma transformação impressionante da atriz para viver o papel.

Confira:

A série acompanha a artista Angelyne e como ela conseguiu ascender ao estrelato participando de inúmeros outdoors e, futuramente, conseguindo participações especiais em filmes e séries de TV.

A minissérie é produzida pela Universal Content Productions para plataforma de streaming Peacock e ainda conta com Martin Freeman no elenco.

Rossum assume também o papel de produtora executiva do projeto, ao lado de seu esposo, Sam Esmail – responsável pela série ‘Mr. Robot‘, bem como Allison Miller e Lucy Tcherniak (‘The End of the F—ing World’) . Angelyne assumirá a função de consultora e produtora da série.

 

 

Confira as estreias da Netflix nesta semana

O mês de abril já está entre nós e nesta semana, a Netflix vai trazer uma série de novos títulos originais para os seus assinantes.

E entre as estreias na grade de programação, temos a parte 3 da série ‘Reunião de Família‘, além da comédia ‘Esquadrão Trovão‘, estrelada pelas populares atrizes Melissa McCarthy e Octavia Spencer.

E para você não perder nada de novo que chega na grade de programação ao longo dos próximos dias, confira a agenda completa de estreias!

05/04

Coded Bias
Este documentário investiga o viés nos algoritmos depois que um pesquisador do MIT Media Lab descobriu falhas na tecnologia de reconhecimento facial.

Reunião de Família: Parte 3
A vida financeira da família McKellan não vai nada bem, mas o que não falta é amor. Juntos, eles vão enfrentar desilusões, perdas e adversidades nesta temporada.

06/04

4 Contra o Apocalipse: Feliz Apocalipse pra Você
É você que vai tomar as decisões para ajudar Jack e seus amigos a sobreviver nesta aventura interativa e pós-apocalíptica!

07/04

Dinheiro Fácil: A Série
Ambição, sedução e obsessão envolvem as vidas de três pessoas em uma desesperada e sinistra busca por riqueza.

Casamento sem Filtro
A comediante Jamie Lee usa sua experiência para ajudar casais apaixonados, dando dicas úteis e irreverentes de como organizar um casamento.

O Maior Roubo de Arte de Todos os Tempos
Em 1990, dois homens disfarçados de policiais entram em um museu de Boston e roubam uma fortuna em obras de arte. Mergulhe neste crime audacioso até hoje não resolvido.

As Aventuras de Poliana
A vida de Poliana virou de cabeça para baixo por causa de uma perda familiar, mas as amizades da nova cidade vão trazer um novo brilho para essa história.

08/04

Gokushufudou: Tatsu Imortal
O lendário Tatsu, mafioso da yakuza conhecido como “dragão imortal”, deixa o mundo do crime para se transformar em um bom marido e dono de casa.

09/04

Esquadrão Trovão
Duas amigas de infância se reencontram e acabam formando uma dupla de super-heroínas quando uma delas cria uma fórmula que dá superpoderes a pessoas comuns. Com Melissa McCarthy e Octavia Spencer.

 

Primeiras Impressões | Only Murders in The Building: 3ª temporada promete ser ainda mais poderosa e metalinguística

Assombrado por um peculiar passado recente, regado por mortes macabras e misteriosas, Arconia é um condomínio de alto padrão localizado no sudeste de Nova York, mais precisamente na pujante região do Lower East Side. Em seus átrios, corredores espaçosos e cômodos secretos, a série Only Murders in the Building alicerçou sua trama, sempre fazendo do luxuoso condomínio um personagem tão voraz e peculiar quanto os seus moradores. E mesmo correndo o risco de facilmente expirar a data de validade da produção, por sempre voltar à mesma cena do crime, Steve Martin e John Hoffman fazem da comédia criminal um experimento estupendo da TV norte-americana contemporânea.

Absorvendo a febre dos podcasts true crime como genuínos amantes do formato, Martin e Hoffman uma vez mais mostram seu poder criativo, ao iniciar uma 3ª temporada que não se deixa vencer pela própria fórmula de sucesso apresentada em seus dois ciclos anteriores. Metalinguísticos em toda sua essência, os dois capítulos inaugurais são ágeis, dinâmicos, divertidos e dramáticos. Com um trio protagonista que exala carisma pelos poros, Only Murders in The Building é uma raridade na televisão, faz do conflito de gerações uma vantagem e brinca com seu roteiro, assumindo uma persona múltipla que engloba tanto uma avaliação ácida da arte pela arte, bem como uma análise de personagem, onde um novo grupo de figuras caricatas entra em cena para um grandioso mistério.

Flertando com tropos hollywoodianos de forma irônica e sarcástica, a série original da Star+ faz dos estereótipos de seus coadjuvantes uma crítica ao cinismo performático que tanto vemos na indústria do entretenimento, com seus atores convencidos, produtores dramáticos e figuras extremamente peculiares. E adentrando no submundo da Broadway, que até então permanecia apenas no imaginário e no passado de Oliver Putnam, a nova temporada da popular série criminal é um deleite de originalidade e versatilidade, sabendo furar sua própria bolha para expandir sua trama para além dos muros do condomínio Arconia. Rapidamente, a produção prova que está cada vez mais longe de seu prazo de validade e que ainda possui cartas poderosas ainda guardadas.

E a dinâmica relacional entre os amigos de longa data Steve Martin e Martin Short com a millennial Selena Gomez continua sendo um dos melhores aspectos da série. Com uma sintonia impecável e uma genuína conexão que transcende seus personagens, o trio protagonista segue como uma das coisas mais primorosas do universo televisivo atual. Trazendo um timing cômico afiado, marcado por um excelente contraste entre cada uma de suas personalidades, eles ajudam a ditar o ritmo da trama – que ainda conta com convidados do mais alto escalão de Hollywood.

Meryl Streep e Paul Rudd agregam uma magia extra aos novos roteiros, como duas figuras que representam extremos na indústria do entretenimento. Enquanto a primeira encarna uma veterana que vive seu primeiro trabalho na Broadway, o outro é um efusivo astro no auge de seu sucesso, que ainda luta com suas próprias inseguranças dos tempos de infância. Juntos, eles fazem de Only Murders in The Building uma profunda epifania cheia de semiótica, que ao mesmo tempo que venera seu próprio ofício, o também expõe em suas falhas morais e éticas. E com muita acidez, sacadas cômicas divertidas e um frescor novo, a série retorna ainda mais revigorada, provando que histórias sobre assassinos em um prédio de luxo nunca serão contos velhos demais para serem contados – não importa quantas vezes o crime se repita no mesmo lugar.

Crítica – O Astronauta | Adam Sandler faz Terapia de Casal com Aranha Gigante no Espaço [Berlim 2024]

Adaptado do romance de ficção científica, Spaceman of Bohemia (2017), do escritor tcheco Jaroslav Kalfař, O Astronauta (Spaceman) é uma odisseia psicanalítica sobre solidão, ressentimentos e erros com um toque de sátira ambientada no espaço. 

Embora a missão seja organizada pela República Tcheca e os nomes dos protagonistas também sejam de origens tchecas Jakub (Adam Sandler) e Lenka (Carey Mulligan), todos os atores são de outras nacionalidades e a língua oficial é o inglês. Incomoda? Um pouco, já que é uma adaptação norte-americana a ambientação podia ser NASA, com Jacob e Lena. Pequenas medidas que nos ajudariam a não questionar as escolhas narrativas desde o início. 

Apesar de não ser uma comédia, o tom cômico permeia a ficção científica, a qual é enquadrada neste gênero apenas por se passar no espaço e apresentar mistérios cósmicos e um alienígena imaginário. Há seis meses sozinho em direção a Júpiter, Jakub tem um telefone direto com a Terra, seja com seu instrutor Peter (Kunal Nayyar), seja com a sua esposa. Sua missão espacial é desvendar uma brilhosa e rosada composição cósmica reluzente vista da nossa atmosfera.

SPACEMAN. (L to R) Hanus (voice by Paul Dano) and Adam Sandler as Jakub in Spaceman. Cr. Courtesy of Netflix © 2023.

Em transmissão nacional, ele faz publicidade de produtos e responde questões do público. Uma menina pergunta se ele é a pessoa mais solitária do mundo, ele pontualmente afirma conversar com a esposa Lenka todos os dias. Porém, a realidade esconde-se por trás da solidão compartilhada entre eles e o olhar triste do homem na tela.

Após deixar uma mensagem de adeus, a qual é interditada pela comissária da missão, Tuma (Isabella Rossellini), Lenka parte para um abrigo para mulheres solos grávidas. O vazio da falta de conforto na voz da esposa é preenchido pelo surgimento de um ser alienígena em forma de aranha. O primeiro encontro entre Jakub e o ser misterioso, posteriormente nomeados como Hanuš (voz de Paul Dano), é engraçado e estranho, no estilo kafkiano.

Sem saber se é real ou a sua imaginação, Jakub a princípio tenta se livrar do gigante inseto, mas a voz doce e interessada da criatura conquista a confiança do astronauta. Eles logo começam a criar um vínculo para apaziguar a angústia da solidão. A criatura o chama de Skinning Human (Humano Magrelo) sem jamais perguntar seu nome. Seria o seu inconsciente agindo por conta do aspecto rudimentar? 

SPACEMAN. (L to R) Adam Sandler as Jakub and Carey Mulligan as Lenka in Spaceman. Cr. Courtesy of Netflix © 2023.

Dirigido por Johan Renck, mais conhecido pela direção na série dramática Chernobyl e episódios de Breaking Bad e The Walking Dead, O Astronauta transmite generosamente o ambiente isolado e despressurizado da vida no espaço, no entanto, o filme é sobre a dissolução de um casamento. Através dos seis olhos da aranha-amiga, Jakub acessa momentos do seu passado com Lenka, desde o seu primeiro encontro até o último silencioso telefonema.

Com conversas sobre erros, escolhas e humanidade, Hanuš e Jakub percorre desde a infância de Jakub até os seus dias atuais, tal como uma sessão de terapia. Partido da psique do isolamento no espaço, o longa lembra Solaris, de Andrei Tarkovski. Ao invés de um psicólogo profissional, entretanto, Jakun projeta o seu interlocutor imaginário numa aranha, um inseto simbólico é bastante relacionado ao feminino, tal como a metáfora do filme O Homem Duplicado, de Denis Villeneuve, adaptado da obra de José Saramago. 

Assim como Tom Hanks criou um elo afetivo com a bola Wilson em Náufrago (2000), Jakub idealiza uma criatura assustadora, mas amigável, para refletir sua conduta como marido. A missão espacial é, portanto, um pano de fundo para as emoções desconectadas da vida a dois. 

SPACEMAN. (Featured) Kunal Nayyar as Peter in Spaceman. Cr. Courtesy of Netflix © 2023.

Embora Carey Mulligan e, obviamente, Adam Sandler tenham timing cômico, nenhuma fala deles carrega essa característica. A mística do humor debruça-se completamente sobre a voz do Paul Dano. Enquanto deseja salvar o seu casamento, Jakub pula fora da nave para resgatar o seu companheiro deliberativamente, uma metáfora sobre o seu comprometimento em salvar o relacionamento com Lenka. 

De uma aranha apaixonada por Nutella até um astronauta em crise existencial por ter abandonado a esposa, O Astronauta tem longas cenas apenas de contemplação e demora a desenvolver o seu curto plot narrativo de perdão. O enredo fica na superfície das discussões de abandono, fuga e frustração. Não é um romance de arrependimentos como Eu Estava Justamente Pensando em Você (Comet, 2017), de Sam Esmail, ou de sci-fi de extrema tensão como Oxigênio (2021), de Alexandre Aja, também da Netflix.

SPACEMAN. (L to R) Adam Sandler as Jakub and Hanus in Spaceman. Cr. Courtesy of Netflix © 2023.

Durante o terceiro e último ato, Johan Renck joga-se na forma de Terrence Malick e nos apresenta sua concepção de espaço, frases e imagens de forma a admirar a explosão de cores. Porém Johan Renck não é Malick e O Astronauta torna-se uma maçante jornada contemplativa sobre a dissolução de uma união, com flashbacks nada inspiradores. 

Mesmo que o título seja O Astronauta, o longa parece nunca decolar e, muito menos, aterrissar em algum ponto. Longe de ter tido uma interpretação dramática ruim, porém o roteiro não ajuda Adam Sandler, que possui trabalhos melhores, como Embriagados de Amor (2002) e Joias Brutas (2019). A impressão é que, às vezes, é preciso ir ao “espaço sideral” para resolver os problemas de comunicação no relacionamento e aprender a pedir perdão. 

Lançado no dia 21 de fevereiro no Festival de Berlim 2024, O Astronauta (Spaceman) estreia dia 1 de março de 2024 na Netflix

‘O Grinch’ está rabugento em novo pôster da animação; Confira!

A animação ‘O Grinch‘, que contará com Benedict Cumberbatch (‘Doutor Estranho’) como o personagem principal, ganhou um novo pôster mostrando o protagonista um pouquinho rabugento. Confira:

Assista também o teaser divulgado durante a abertura das Olimpíadas de Inverno 2018:

A Universal Pictures agendou a estreia para dia 9 de novembro de 2018.

Após a ótima adaptação aos cinemas estrelada por Jim Carrey e dirigida por Ron Howard em 2000, ‘O Grinch‘ voltará aos cinemas com uma animação dirigida pelo descon hecido Peter Candeland.

A animação seguirá a mesma linha de ‘Horton e o Mundo dos Quem‘ e ‘O Lorax‘, outras adaptações do Dr. Seuss. Vai acompanhar Grinch enquanto tenta bolar um plano para estragar o Natal de todos os habitantes de Quemlândia. Pete Candeland dirige.

"The Imitation Game" New York Premiere

 

BOMBA! ‘City of Lies’: Novo filme de Johnny Depp tem estreia cancelada

A produtora Global Road confirmou que City of Lies, novo filme de Johnny Depp, teve sua estreia cancelada. A expectativa é que o longa chegasse em 7 de setembro.

Apesar da confirmação do cancelamento, o motivo não foi informado. Porém, vale lembrar que Depp foi processado por alegadamente agredir um membro da equipe do filme, além de estar em um momento delicado de sua carreira.

A trama é baseado no livro ‘LAbyrinth’, do escritor Randall Sullivan. A direção é de Brad Furman (‘Conexão Escobar’).

Entenda a história:

Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril. No dia, a equipe tinha permissão para filmar até as 19h fora do hotel Barclay, e até 22h dentro.

Brooks disse que foi pedido uma permissão de extensão para acomodar Depp, que queria dirigir uma versão mais longa da cena. Brooks conseguiu, mas às 23h a permissão expirou e eles tinham que parar.

Brooks disse ter contado para o diretor, Brad Furman, que as filmagens tinham que terminar. E Furman alegadamente respondeu: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Segundo ele, Depp o encurralou, gritando, “Quem diabos você pensa que é? Você não tem direito de me dizer o que fazer!”

Durante a gritaria, Depp alegadamente socou Brooks duas vezes. O atacado disse que podia sentir o cheiro de álcool no hálito de Depp.

Brooks foi demitido da produção três dias depois, quando ele se recusou a assinar um contrato para não abrir um processo.

Novas informações devem sair em breve.

Dica do feriado | Clássicos da Hanna-Barbera no HBO Max

Nenhum estúdio no mundo emplacou tantos clássicos animados quanto a extinta Hanna-Barbera. Por mais de três décadas, William Hanna e Joseph Barbera trouxeram à vida ícones imortais da Cultura Pop mundial, como Scooby-Doo, Tom & Jerry e Os Smurfs. Porém, com o passar dos anos, o estúdio acabou sendo absorvido e virou o Cartoon Network Studios, que deu origem a mais clássicos, como As Meninas Super-Poderosas, O Laboratório de Dexter, Johnny Bravo e por aí vai.

Neste feriadão, o CinePOP escolheu cinco séries animadas fantásticas da dupla que estão disponíveis no catálogo do HBO Max. Então, basta você escolher qual mais te agrada, sentar no sofá, entra no streaming e curtir os episódios repletos de humor e diversão. Confira!

Corrida Maluca

É impossível pensar em animações de corridas sem lembrar da icônica Corrida Maluca. A série acompanha um campeonato mundial para definir quem era o Corredor Mais Louco do Mundo. As pistas eram as mais diversas possíveis, mas nada supera a criatividade dos pilotos e seus carros. Como esquecer da Penélope Charmosa e seu carro com lábios e cílios? Ou do Tio Tomás e o copiloto da Carroça a Vapor, o urso Chorão? Tinha também o Barão Vermelho, a Quadrilha de Morte, Rufus, o Lenhador, os Irmãos Rocha e, claro, os trapaceiros Dick Vigarista e Mutley, que geralmente estavam liderando a corrida, mas paravam para trapacear e acabavam sendo ultrapassados. Essa dupla fez tanto sucesso que ganhou uma série própria, chamada Dick Vigarista e Mutley, que mostra os dois no mundo da aeronáutica tentando interceptar um pombo-correio. Essa última também está disponível no HBO Max, fica a dica.

 

Os Flintstones

A mais clássica animação que parodia a sociedade norte-americana é uma das favoritas dos fãs até hoje. O sucesso de Os Flintstones foi tão grande que rendeu dois filmes em live action e uma série de derivados ao longo dos anos. A animação acompanha Fred Flintstone, o chefe de uma família de classe média que mora em Bedrock, uma cidade comum da Idade da Pedra. Junto a sua família e amigos, ele vive o cotidiano com muitas frustrações no emprego, discussões com a família e horas de diversão com os amigos na pista de boliche ou apenas vendo TV. Essa série foi revolucionária, porque se tornou o primeiro seriado animado a desenvolver seus episódios no formato de meia hora por capítulo. Tudo isso em meio a carros movido a pernadas, dinossauros como mascotes e veículos, e costelas assadas de três metros de altura.

Manda-Chuva

Exibida no Brasil em horário nobre, a série do Manda-Chuva foi sucesso total. A história foi inspirada nos filmes B da época e acompanha o gato Manda-Chuva, que lidera uma gangue de felinos pobres, mas gente boa, que tentam enriquecer ou conseguir comida de graça sem precisar trabalhar. Eles vivem em um beco de Brasília (ou Manhattan) e são constantemente incomodados pelo Guarda Belo. E a melhor parte de tudo é que o Manda-Chuva é dublado por ninguém menos que o incrível Lima Duarte.

Os Jetsons

Lançada em 1962, a série dos Jetsons imaginava a vida 100 anos no futuro, no anos de 2062. Então, a grande graça era ver uma típica família norte-americana vivendo os mesmos problemas da época, mas em um contexto em que babás-robôs, carros voadores e chamadas de vídeo eram comuns. E um dos pontos mais divertidos de ver essa animação hoje em dia é ver quais “tecnologias impossíveis” imaginadas na época se tornaram realidade e quais parecem cada vez mais distante, como os carros voadores e a jornada de trabalho de dois dias na semana.

Zé Colmeia

Outro sucesso icônico da Hanna-Barbera, Zé Colmeia cativou tanto sua geração que chegou a ganhar um filme em live action em 2010, numa tentativa fracassada de trazer o personagem para o imaginário popular da criançada da época. A história é bem simples e padrão para as animações da época. Zé Colmeia é um urso faminto que vive no Parque Jellystone, onde passa seus dias tentando conseguir comida fácil e bolando planos, junto ao fofo Catatau, para roubar as cestas de piquenique dos visitantes da reserva florestal. Sempre esbarrando no pobre Guarda Smith, que só quer fazer seu trabalho.

12 Pontos Para Prestar Atenção em ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo’

Antes de tudo: essa é uma matéria para você que já viu o filme ou que não se incomoda com spoilers. Se não é o seu caso, vá ao cinema e depois volte aqui para ler o material, combinado?

Isto dito, ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo’ está cheio de coisa bacana para você que é fã. E para você, que não é, fica a dica desses pontos aqui para melhor entender o filme e ficar de olho nos próximos.

12 – Acordes

Sentiu falta da música tema dos CDZ? Pois é, não tocou, nem em português, nem em japonês. Entretanto, ela estava lá… No momento em que Seya está prestes a pular da nave e ir salvar Saori, os primeiros acordes da música tocam de fundo, em ritmo mais lento, e só o comecinho… mas suficiente para acender o cosmos do coração do fã.

11 – Saori

Dessa vez Sienna/Saori foi interpretada por uma atriz loira com traços ocidentais. Apesar isso, todo o resto se manteve: Saori sempre foi uma pobre menina rica, bastante mimada e vira e mexe mandava uns venenos pra cima dos meninos (principalmente à Seya), e, nossa, às vezes até os personagens respondiam. Aliás, boa parte do relacionamento dos dois se baseou, primeiramente, por ela ficar cheia dos preconceitos pra cima dele, chamando-o de pobre e faminto. Bom, isso se manteve no filme, embora cause estranheza. No anime, entretanto, com o avançar das coisas, Saori vai ganhando sabedoria (dã, ela é a deusa da sabedoria né), então, espera-se que para os próximos a personagem também melhore. Tomara.

10 – Marim recuando do golpe

Uma cena clássica do treinamento de Seya, em que ele está combatendo Marim. Tem no filme, e, além de ser uma fase importante do anime, o filme conseguiu reproduzir a mesma cena do anime, em que Marim recua ao receber o primeiro golpe do cosmos de Pégaso, freando o deslize com dois dedos no chão. Puxa, tem até uma figurinha no álbum com essa cena! Aliás, o álbum de figurinhas (os dois) funciona como um storyboard pro filme – ao menos na parte da história que é contada.

9 – A armadura de treino

Depois que Seya conquista a confiança da armadura de Pégaso ele passa a usar uma armadura “de treino”, que consiste em apenas a ombreira e o protetor do braço esquerdo, ligados por correias que cruzam na altura do coração. Apesar da aparência mequetrefe, é assim que Seya (e os outros, com o perdão do meme) perambulam durante boa parte das aventuras, vestindo a armadura completa só na hora do vamos ver. Mais um atento olhar no anime clássico.

8 – A morte de Sean Bean

Essa observação aqui é só pra rir mesmo. Sean Bean interpretou o Ned Stark, em ‘Game of Thrones’, e morreu na primeira temporada. Antes disso, foi o Boromir, em ‘O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel’, que morreu no primeiro filme. E agora ele participa de mais uma franquia de sucesso, e adivinha o que acontece logo no primeiro filme? Pois é gente, o meme está pronto…

7 – A irmã de Seya

Quem viu o anime sabe quem é a irmã desaparecida do Seya. Mas, de todo modo, vale esclarecer uma confusãozinha que o filme provocou: na cena em que Seya está treinando e está prestes a acender seu cosmos, a imagem de sua irmã pequena aparece à esquerda, sendo em seguida substituída por uma imagem de Saori. Isso foi meio nada a ver do filme, gerando uma confusão desnecessária: Saori não é irmã do Seya, ok?

6 – O guarda-costas de Saori

O carequinha de óculos escuros e colete cuidando de Saori, pilotando aeronaves: reconheceu ele? É uma adaptação do personagem Tatsumi Tokomaru, aquele guarda-costas fortão e de terno azul que ficava pra cima e pra baixo tentando cuidar da Saori, enquanto ela.

5 – Ausência dos golpes

Você deve ter percebido que, apesar de lutarem contra si, Seya e Ikki não pronunciaram os nomes de seus golpes antes de desferi-los, como no anime. Esperamos que isso seja por questões de aprendizado, afinal, eles ainda estariam em formação…

4 – Constelação zodiacal

É singelo, é meio rápido, mas, perceba, já no terço final do filme, quando Seya começa a solidificar melhor seus golpes: na batalha contra Ikki, Seya começa a desenhar a constelação zodiacal de Pégaso, tal como no anime, e, atrás dele, aparece a constelação suavemente em azul, com as estrelas marcadas. Com o Ikki também acontece rapidinho, mas como a câmera não abre, não dá para ver tão bem quanto com Seya.

3 – O poder de Ikki

O fã lembra qual era o poder bizarro de Ikki. Mas vale explicar, já que não ficou evidente no filme: um de seus golpes principais evocava o pior pesadelo de seu oponente, criando uma ilusão de ótica em que a pessoa se vê diante do seu grande medo e, portanto, fica paralisada, tornando-se um alvo fácil. Ele é capaz de destruir a mente da pessoa com seu Golpe Fantasma de Fênix.

2 – Roupas mundanas

Qualquer imagem pode comprovar: no dia a dia, Seya e sua turma usavam roupas comuns. Seya, por exemplo, usava uma calça jeans surrada, tênis branco e uma blusa vermelha sem mangas (na verdade, com elas enroladas até o ombro). No live-action, Seya usa exatamente essa roupa o tempo todo, respeitando o original do mangá. O mesmo vale para Ikki, com calça e camiseta escuras. A única mudança foi Saori (pra variar), com roupinhas contemporâneas mudando a cada cena. Ao menos quando vira Athena o vestidão grego tá lá.

1 – O brinco de Ikki

Percebeu o brinquinho do Ikki? Percebeu meeeesmo? Notou que ele tem uma ponta em seta pendurada? Este é o símbolo de Andrômeda, ao qual seu irmão, Shun, detém a armadura. Na ausência de pós-créditos, ficou aí um sinal subliminar de quem vai aparecer no próximo filme…

‘Alien’: James Cameron fala sobre possível retorno à franquia

James Cameron talvez queira voltar à franquia Alien. Seguindo o sucesso de O Exterminador do Futuro em 1984, Cameron rapidamente assinou contrato com a Fox para escrever e dirigir o primeiro filme da memorável e clássica série. O diretor mudou a fórmula da “casa mal-assombrada” e transformou o longa em uma narrativa de ação, transformando Ripley (Sigourney Weaver) em um ícone da ficção científica. Aliás, até hoje, o filme é considerado uma das melhores entradas de toda a franquia.

Planos anteriores feitos pelos produtores pretendiam finalizar o universo com um projeto de duas partes, com Ridley Scott voltando para a direção de Alien III’ com roteiro assinado por William Gibson, e Cameron encabeçando Alien IV’, no qual a criatura protagonista voltaria para seu planeta natal. Porém, Cameron não estava interessado e focou em seu próximo projeto, ‘O Segredo do Abismo’. O diretor revelou que planejara roteirizar uma prequela para o início dos anos 2000, porém dessa vez os estúdios resolveram canalizar seus esforços para Alien vs. Predador’.

Desde então, Cameron não havia expressado muito interesse em retornar para a franquia, mas isso pode estar prestes a mudar. Em entrevista ao site IGN, falando sobre sua mais nova obra, Alita: Anjo de Combate, que co-dirigiu com Robert Rodriguez, ele foi questionado acerca de Alien 5’, cujo conceito havia sido criado por Neill Blomkamp e rejeitado por Cameron.

“Estou trabalhando nisso”, ele respondeu, acrescentando que chamaria Blomkamp para trabalhar no projeto.

É claro que não há muitos detalhes sobre esse retorno em potencial, mas, segundo fontes, Alien 5’ traria Ripley, Newt e Hicks de volta para as telonas e recontaria de forma mais crível os controversos eventos de Alien 3’, praticamente ignorando este longa-metragem.

A franquia também já ganhou uma espécie de reboot que não fez tanto sucesso, começando em 2012 com Prometheus e logo depois ganhando a sequência Alien: Covenant’ em 2017, ambos dirigidos por Scott. Porém, dado ao considerável fracasso de bilheteria e de crítica, os planos para as continuações foram engavetados – e agora o panteão galáctico pode ganhar mais uma repaginada.

James Cameron está atualmente trabalhando nas sequências de Avatar, que devem deixá-lo ocupado pelo menos até 2025. Além disso, está trabalhando com Tim Miller em O Exterminador do Futuro 6’.

‘Alita: Anjo de Combate’, seu mais novo filme, é ambientado em futuro pós-apocalíptico e centrado em Alita, uma ciborgue que perdeu todas as suas memórias e foi encontrada em um lixão por um médico cibernético que a reconstrói e começa a cuidar dela. Ela, então, descobre que se lembra apenas de uma coisa: a lendária arte marcial robótica conhecida como Panzer Kunst, que a transforma em uma caçadora de recompensas até descobrir segredos de seu passado que podem mudar totalmente sua vida.

O elenco é formado por Rosa Salazar na voz da personagem-título, Christoph Waltz, Ed Skrein, Jennifer Connelly, Mahershala Ali e outros.

Alita: Anjo de Combate está em cartaz nos cinemas brasileiros.

‘The Birch’: Série de terror do Facebook ganha teaser assustadora; Confira!

The Birch, nova série de terror do Facebook Watch, ganhou seu primeiro teaser oficial.

Confira:

 

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No. One. Is. Safe. From. #TheBirch. Premieres October 11th, only on @facebookwatch.

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A série gira em torno de um monstro protetor da floresta e de um adolescente de bom coração, que acaba chamando tal criatura em tempos de crise. Com 15 episódios, a série vai explorar essa história através da perspectiva de diversos personagens.

O elenco é formado por Mindoro FrancisXaria DotsonDempsey Bryk e outros.

O programa é produzida pela Crypt TV, de Jack Davis e Eli Roth. A produtora foca em criar uma nova geração de monstros para audiências de plataformas digitais. A companhia é afiliada à Blumhouse, produtora de CorraeFragmentado’.

The Birch estreia no dia 11 de outubro.

10 séries de mistério e suspense para quem ama Agatha Christie

Histórias de mistério sempre fizeram parte da nossa – muito mais do que podemos imaginar. Desde os clássicos contos assinados por Sir Arthur Conan Doyle e os romances impecáveis de Agatha Christie até obras cinematográficas inteligentes e bastante nostálgicas, o mundo do entretenimento teve e continua tendo um apreço inegável pelo estranho, pelo bizarro e pelo envolvente.

Com falhas pontuais e algumas produções esquecíveis, grande parte das narrativas contemporâneas da esfera audiovisual consegue enriquecer nosso intelecto e nossa imaginação com tramas intrincadas, recheadas de perigos mortais, personagens duvidosos e plot twists chocante.

Por isso, o CinePOP resolveu trazer uma lista com 10 séries imperdíveis sobre mistério.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

  1. THE TUNNEL

Depois de fazer algumas aparições na franquia Harry Potter, Clémence Poésy migrou para as telinhas ao lado de Stephen Dillane com uma série de tirar o fôlego: ‘The Tunnel’ (uma produção que provavelmente passou fora do radar, ainda mais considerando que é um remake de um clássico cult escandinavo).

A trama gira em torno de uma investigação criminal no túnel que liga o Reino Unido à França. Os dois detetives principais (Poésy e Dillane) a princípio parecem estereotipados, mas logo revelam que passam longe de meras construções formulaicas, mergulhando em um mundo arrepiante e repleto de segredos.

  1. COLLATERAL

A produção da Netflix traz um tabuleiro cheio de ótimos elementos: Carey Mulligan em um dos melhores papéis de sua carreira, o dramaturgo David Hare assinando o roteiro, temas que perpassam desde a controversa política britânica até a crise de refugiados na Síria – e reviravoltas surpreendentes.

A minissérie é composta por quatro episódios e, apesar da brevidade, consegue cumprir tudo a que se propõe entregar ao público. Mais do que isso, as linhas narrativas cheias de nuances são adornadas com atuações impecáveis (incluindo uma surpresa bem-vinda que emerge na rendição Billie Piper).

  1. THE PALE HORSE

Os escritos de Agatha Christie são há bastante tempo adaptados para o cinema e a televisão. Depois de Hercule Poirot ganhar uma nova versão no rosto de Kenneth Branagh, as emissoras britânicas resolveram abraçar os livros da Dama do Crime de modo exponencial – e, recentemente, uma de suas novas histórias ganhou vida.

Estrelado por Rufus Sewell e Kaya Scodelario, The Pale Horse gira em torno de um excêntrico e traumatizado homem de negócios que descobre que seu sobrenome está escrito em uma estranha lista. Mas isso não é tudo: todas as outras pessoas mencionadas no pequeno pedaço de papel estão mortas – e ele pode ser o próximo caso não consiga encontrar o assassino a tempo.

  1. THE KILLING

Depois de duas temporadas medianas investigando um único assassinato, The Killing retornou para um novo ciclo com todas as forças e entregou uma obra-prima espetacular (que podemos até encarar como um muito bem-vindo revival).

Na terceira iteração da série, os detetives Linden e Holder (Mireille Enos e Joel Kinnaman, respectivamente) descobrem uma série de assassinatos que podem estar conectados ao desaparecimento de vários jovens moradores das ruas de Seattle. As nuances e o cuidado com que a produção trata estes temas podem tê-la tirado dos holofotes, mas isso não tira nem uma fatia de sua exímia qualidade.

  1. VERONICA MARS

Veronica Mars insurgiu como uma comédia dramática adolescente qualquer que trazia o agora icônico rosto de Kristen Bell no papel de uma jovem detetive. Porém, o suspense neo-noir criado por Rob Thomas (aliado ao charme de sua protagonista) transformou-se num clássico cult dos anos 2000 e elevou a personagem ao mesmo patamar que Buffy Summers e Nancy Drew.

Na primeira temporada, Veronica investiga inúmeros mistérios ao mesmo tempo que luta para formar-se no colégio: temos, de um lado, o assassinato de sua melhor amiga, Lily Kane; do outro, o lado cômico que dialoga com o roubo do mascote da escola. E, num âmbito mais pessoal, onde está sua mãe, os deixou para trás e nunca mais voltou.

  1. THE NIGHT OF

Apesar de ter caído num infeliz esquecimento, The Night Of foi uma das melhores produções de 2016, funcionando como um grande evento televisivo que caiu nas graças do público e da crítica especializada. Aqui, Riz Ahmed deu vida a um universitário preso por assassinato – crime que não se recorda de ter cometido.

Acompanhado de John Turturro, o elenco (e os telespectadores) estão no centro de um mistério cabuloso: será que o jovem é realmente culpado? Ou será que o falho sistema judiciário errou mais uma vez e prendeu a pessoa errada?

  1. BIG LITTLE LIES

A adaptação de David E. Kelley acerca do aclamado romance de Liane Moriarty prometia uma divertida e concisa história, mas acabou entregando muito mais do que esperávamos – não é surpresa que Big Little Lies tornou-se uma das produções favoritas dos fãs de mistério e levou para casa praticamente todas os prêmios a que concorria.

Fugindo do convencionalismo cronológico das clássicas obras audiovisuais, a série oscila no tempo de modo angustiante, criando um retrato em paralelo de como a vida de um grupo de mães mudou drasticamente desde que uma jovem chegou à pequena cidade de Monterey fugindo de um passado conturbado. E, caso a premissa não tenha te interessado, você pode ver apenas pelo estelar elenco formado por Reese Witherspoon, Alexander Skarsgard, Nicole Kidman, Adam Scott, Zoe Kravitz, Laura Dern e Shailene Woodley.

  1. AND THEN THERE WERE NONE

Reformulado e readaptado depois de algumas controvérsias raciais, ‘…E Não Sobrou Nenhum’, um dos romances mais famosos de Agatha Christie, ganhou uma nova versão em 2015 no formato de minissérie – e os longos três capítulos são dignos de ser assistidos do começo ao fim com o máximo de atenção.

Aqui, as breves backstories dos dez protagonistas ganham uma nova complexidade intimista e psíquica, aumentando o teor dramático e nos deixando ansiosos e angustiados para descobrir quem está tirando a vida de cada um dos convidados.

  1. TRUE DETECTIVE

Desde o primeiro episódio, a saga criminal de Nic Pizzolatto cria uma ambiência complexa e convidativa (por todos os motivos mais arrepiantes) a um mundo repleto de mentiras e traições. E, por mais que a segunda temporada de True Detective tenha deslizado consideravelmente, é inegável dizer que a série ganhou aclame universal pela crítica e pelo público.

Ambientada na Louisiana, a trama combina o melhor da ficção detetivesca com explorações metafísicas, violência grotesca e escuridão pessoal que se expande ao longo de várias décadas. Para além da impecável atuação de Matthew McConaughey e Woody Harrelson, a condução da obra tangencia a perfeição estética – e sua atmosfera ocultista é de tirar o fôlego.

  1. TWIN PEAKS

Talvez seja um consenso inegável de que Twin Peaks esteja no âmago da produção televisiva norte-americana, consolidando-se pouco depois de seu lançamento em 1991 como um clássico do mistério dramático e um marco na esfera audiovisual. Mesmo com seu precoce cancelamento na segunda temporada, a série criada por David Lynch e Mark Frost ganhou uma legião de devotos fãs e até mesmo teve uma terceira temporada exibida em 2017 (que recuperou as glórias das iterações originais).

A trama gira em torno do agente investigativo do FBI, Dale Cooper (Kyle MacLachlan) e do xerife local da cidade-titular, Harry S. Truman (Michael Ontkean), ambos desvendando o mistério por trás do assassinato de Laura Palmer (Sheryl Lee), uma jovem estudante recém-coroada rainha do baile homecoming. A estética do show mistura elementos sobrenaturais, retratos melodramáticos dos personagens e tem uma pontual inclinação para o surrealismo cinematográfico (próprio do conhecido trabalho de Lynch).

O sucesso de Twin Peaks foi tamanho que até os dias de hoje é citada por outros realizadores, servindo de inspiração para grande parte dos suis-generis de mistério e terror que temos na atualidade (como Bates Motel, Gravity Falls e Silent Hill).

‘O Diabo de Cada Dia’: Filme da Netflix com Robert Pattinson e Tom Holland ganha pôster oficial

Netflix divulgou o primeiro pôster oficial de ‘O Diabo de Cada Dia’ (The Devil All The Time), novo filme da Netflix estrelado por Tom HollandRobert Pattinson.

O elenco estelar ainda conta com Bill Skarsgard, Riley Keough, Jason Clarke, Sebastian Stan, Haley Bennett, Mia Wasikowska, Eliza Scanlen e Harry Melling.

Confira, junto às primeiras imagens:

A produção é uma adaptação do livro homônimo de Donald Ray Pollock.

Na trama, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, lutando contra um câncer. Para tentar salvá-la, ele tenta de tudo: bebe sem medidas, ora e não mede esforços em sacrificar animais. Enquanto isso, seu filho, Arvin, está crescendo, aprendendo a lidar com o bullying da escola, se posicionando como pode. A conturbada família ainda é cercada por personagens dos mais nefastos: um grupo de serial killers insanos, um pregador que come aranhas e um xerife local corrupto.

Randall Poster, Jake Gyllenhaal e Riva Marker são produtores.

O filme tem estreia marcada para o dia 16 de setembro.

‘O Mandaloriano’: Jon Favreau, Bryce Dallas Howard e mais nas imagens de bastidores da 2ª temporada

Através do Twitter, o Disney+ divulgou algumas imagens de bastidores oficiais da aclamada 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’ (‘The Mandalorian’), que recentemente chegou ao fim.

Nas fotos, Jon FavreauBryce Dallas HowardRobert RodriguezPedro PascalGina Carano e muitos outros trabalham para entregar uma das melhores séries do ano.

Confira:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Oxigênio’: Suspense sci-fi de Alexandre Aja já está disponível na Netflix!

Estrelado por Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios‘), o suspense de ficção científica ‘Oxigênio‘ (Oxygen) finalmente estreou na Netflix.

A produção foi disponibilizada hoje, 12 de maio, no catálogo da plataforma de streaming.

A trama é centrada em uma mulher que acorda em uma cápsula médica criogênica, sozinha, sem memória e sem saída. Tudo o que ela sabe é que ela tem 90 minutos de oxigênio e precisa descobrir como se salvar, enquanto descobre quem ela realmente é, quem a colocou lá e o mais importante — por quê?

Escrito por Christie LeBlanc e dirigido por Alexandre Aja, o filme conta com Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios’), Mathieu Amalric (‘O Quarto Azul’) e Malik Zidi (‘Os Caminhos de Terror’).

‘Dark Harvest’: Terror do diretor de ’30 Dias de Noite’ escala três novos membros ao elenco

Segundo o The Hollywood ReporterJeremy DaviesElizabeth ReaserLuke Kirby foram escalados para o thriller Dark Harvest, dirigido por David Slade (’30 Dias de Noite’).

O trio se junta aos previamente confirmados Casey Likes (‘The Birch’) e E’myri Crutchfield (‘Tell Me Your Secrets’).

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

Confira a sinopse oficial:

“Ambientado durante o Halloween de 1963, em uma pequena cidade de Midwestern, adolescentes ansiosamente se enfrentam com a faca de açougueiro empunhando o Garoto Outubro. Tanto o caçador quanto a caça, o Garoto Outubro é o prêmio em um ritual anual de vida e morte. Um adolescente, Pete McCormick, sabe que matar o Garoto Outubro é sua única chance de escapar de sua cidade sem futuro. Mas, antes que a noite acabe, Pete ficará cara a cara com o terror – e descobrirá o verdadeiro segredo aterrorizante do Garoto Outubro.”

Michael Gilio é responsável pelo roteiro da adaptação.

A MGM programou a estreia do longa para o dia 9 de setembro de 2022.

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Norman Partridge.

‘Vikings: Valhalla’: Série derivada já está disponível na Netflix!

A série derivada Vikings: Valhalla, finalmente chegou ao catálogo da Netflix.

A produção foi disponibilizada hoje, 25 de fevereiro, na plataforma de streaming.

A trama se aprofundará em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘The Witcher: A Origem’: Série derivada já está disponível na Netflix!

A série derivada ‘The Witcher: A Origem‘, que serve como pré-sequência de ‘The Witcher‘, finalmente chegou à Netflix.

A produção, composta por quatro episódios, foi lançada no último dia 25 de dezembro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

“A Origem conta uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

Crítica | ‘A Pequena Sereia’ surpreende como um dos MELHORES live-actions da Disney

A jornada da Walt Disney Studios com seus remakes em live-action não tem sido tão frutífera quanto imaginávamos: desde que a onda de adaptações começou, tivemos mais baixos do que altos que, apesar de traduzirem uma ótima bilheteria (como foi o caso de ‘O Rei Leão’ e ‘Aladdin’, por exemplo), boa parte passou longe de resgatar o encanto das animações originais e de comover o público. E, com o anúncio de A Pequena Sereia para 2023 – sete meses depois do terrível ‘Pinóquio’, dirigido por Robert Zemeckis -, não poderíamos deixar de ficar com um pé atrás (não pelo estelar elenco ou pelos nomes por trás da produção do longa-metragem, e sim pelo histórico duvidoso da Casa Mouse).

Felizmente, o resultado não poderia ter sido mais positivo: ainda que não chegue aos pés da obra original, lançada em 1989, o remake focado em uma das princesas mais adoradas do panteão Disney cumpre com seu papel, expandindo a história e dando destaque a uma das artistas de maior versatilidade no cenário contemporâneo, Halle Bailey, em seu primeiro papel protagonista no cinema. Aqui, o elemento de maior sucesso é não querer reinventar a roda ou recriar uma narrativa atemporal, mas sim reorganizá-la para a nova geração e garantir que os fãs da animação se sintam contemplados em, mais uma vez, poder visitar o fundo do mar nas telonas.

A trama é centrada em Ariel, uma jovem sereia que vive ao lado de suas outras seis irmãs sob o comando do poderoso Tritão (Javier Bardem), rei dos sete mares. Apesar de terem sido ensinadas a temer e a odiar os humanos, Ariel, tem o sonho de explorar o mundo para além do próprio lar, coletando objetos estranhos e escondendo-os em uma estrutura cavernal, longe dos olhos do pai. E, à medida que a curiosidade acerca do que existe lá em cima aumenta, ela cruza caminho com Eric (Jonah Hauer-King), herdeiro do trono e que, assim como a protagonista titular, se sente deslocado no palácio em que vive. É claro que a ideia de Ariel se misturar com aqueles que trouxeram tanta catástrofe à sua espécie enfurece Tritão – que destrói toda a coleção preciosa da filha e a leva a confiar na perigosa bruxa Úrsula (Melissa McCarthy).

Desesperada para ser compreendida e, talvez, encontrar seu lugar junto àqueles que a entendem, ela fecha um acordo drástico: abrindo mão de sua mística e apaixonante voz, Ariel teria a chance de ganhar pernas humanas e subir à superfície; todavia, para permanecer daquele jeito para sempre, ela deveria, num prazo de três dias, dar um beijo de amor verdadeiro em Eric. E, conhecendo a clássica antagonista da animação, é claro que as coisas não seriam tão fáceis assim. Úrsula, guiada por um desejo sombrio de vingança contra o irmão, Tritão, faz o possível para impedir que o beijo aconteça e garantir que Ariel seja sua prisioneira para toda a eternidade.

O responsável por comandar o remake é Rob Marshall, cineasta cuja carreira é marcada por grandes acertos e erros. O diretor é celebrado por seu espetacular trabalho em obras como ‘Chicago’, ‘Caminhos da Floresta’ e ‘O Retorno de Mary Poppins’, que lhe garantiram aclame por parte da crítica e inúmeros prêmios; todavia, ele também é o nome por trás de sólidos fracassos da sétima arte, incluindo ‘Memórias de uma Gueixa’, ‘Nine’ e ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas’. E, levando isso em consideração, o receio era certo; mas Marshall parece ter compreendido os excessos criativos presentes em suas obras e, sem abandonar uma imagética familiar, usou e abusou da nostalgia para apresentar ao público uma perspectiva diferente e saudosista.

Um dos principais pontos de discussão logo após o lançamento do trailer foi a falta de cor – um argumento falho, considerando que vídeos promocionais não costumam contemplar o tratamento final de títulos audiovisuais. E, se esse era o seu temor, posso tranquilizá-los ao dizer que os vibrantes tons do fundo do mar estão lá e entram em contraste com os momentos de drama, autorrealização e tragédia; ora, eles até mesmos são utilizados como ponto de convergência entre o reino subaquático e o terrestre, como se fizessem parte de uma história similar. Não é surpresa, pois, que “Under the Sea” receba uma importância ainda maior e seja uma garantia emocional para os espectadores.

Os equívocos existem, mas não com força suficiente para nos drenar de toda a maravilhosa aventura eternizada por Marshall. McCarthy adota os trejeitos propositalmente exagerados de Úrsula no melhor estilo camp – e até ousa aqui e ali com o solo “Poor Unfortunate Souls”; Awkwafina e Daveed Diggs dividem os holofotes como os escapes cômicos, interpretando Sabidão e Sebastião, respectivamente: o trabalho de voz dos atores é motivo de deleite puro e, pouco a pouco, nos fazem esquecer da construção hiper-realista dos personagens; Hauer-King também faz um ótimo trabalho como Eric, mas parece colocado em segundo plano ao lado de Jacob Tremblay como Linguado. E, como é de esperar, Bailey é o nosso principal foco, imprimindo uma identidade fantástica em todos os aspectos ao encarnar Ariel – fazendo jus ao legado que lhe foi dado em mãos e nos tirando o fôlego quando começa a cantar “Part of Your World”.

Problemas à parte – incluindo a frustrante cena da batalha final e alguns enquadramentos que ficam fora do lugar -, o live-action de A Pequena Sereia se consagra como uma das melhores adaptações da Disney. Mais do que isso, ela se eleva como uma carta de amor à animação dos anos 1980 e aos próprios fãs, novos ou antigos, que com certeza irão se (re)apaixonar pela produção.

Dia das Bruxas | Quer assistir a um suspense psicológico no Halloween? ‘Cisne Negro’ é uma ÓTIMA pedida!

Darren Aronofksy é um dos diretores mais polêmicos da atualidade – e já ficou responsável por dar vida a diversos títulos que ficariam marcados na história do cinema. Apesar de sua estreia oficial, ‘Pi’, não ter tido o reconhecimento merecido à época do lançamento, Aronofsky chocaria o público com o controverso ‘Réquiem para o Sonho’ e produções subsequentes que eternizariam sua imagética única e sua habilidade de storytelling invejável. Mas não foi até 2010 que o cineasta viria a consagrar seu melhor título, ao menos por enquanto: o ambicioso e arrepiante thriller psicológico Cisne Negro.

Baseado no ballet de Pyotr Ilyrich Tchaikovsky, o longa-metragem estrelado por ninguém menos que Natalie Portman acompanha uma jovem bailarina chamada Nina que faz parte de uma companhia de dança respeitada e bastante rígida. Ela logo se prepara para a audição para O Lago dos Cisnes, fazendo de tudo para conseguir o papel principal da Princesa Odette (que é transformada em um cisne branco por um terrível feiticeiro), seja por uma crua ambição que se esconde atrás da faceta meiga, seja pela pressão da mãe, Erica (Barbara Hershey), uma bailarina frustrada que nunca conseguiu o protagonismo em qualquer apresentação de que participou. Apesar das melhores tentativas, Nina sofre de um mal: sua performance como Odette é apaixonante e impecável, mas ela parece não carregar a sensualidade e obscuridades necessárias para encarnar Odile, o exato oposto da personagem principal (o Cisne Negro).

É quase impossível discorrer sobre a gigantesca multiplicidade temática que toma forma no longa-metragem – visto que aglutina elementos do cinema aos da psicologia e da literatura em uma metamorfose assombrosa do que significa mergulhar na loucura. O ponto de enfoque (a transição de Nina de uma jovem sonhadora a uma força descomunal que fará tudo para vencer) é uma análise pessoal da condição humana, que já havia sido analisada por Aronofsky dez anos antes e ganharia uma epopeica reafirmação nos subestimados ‘Noé’ e ‘mãe!’, lançados pouco depois. Mais do que isso, é notável a paixão do cineasta pelo conflito do indivíduo com a ameaça iminente de um duplo que não se concretiza e que, de alguma maneira, traz à tona os nossos medos mais profundos.

A arte do ballet posa como uma faca de dois gumes: um espetáculo de tirar o fôlego para aqueles que o veem e um processo exaustivo da busca pela perfeição para aqueles que o performam. Nina está exilada na necessidade de provar para si mesma que consegue – e mais do que isso, que não é apenas uma mulher controlada pela mãe e pelo diretor da companhia em que dança. Mas o problema é que Nina não confia em si mesma e deixa que a inexplicável possibilidade de perder o papel de Odette a lance numa insana espiral de incerteza e descrença. Ora, a veterana Beth (Winona Ryder) chega a confrontá-la depois que perde o protagonismo para a personagem de Portman: “ele sempre disse que você era uma menininha frígida”, ela comenta, fazendo referência ao diretor da companhia, Thomas (Vincent Cassel).

Mesmo depois de Thomas ter acreditado que ela faria um trabalho esplendoroso, Nina continua a enfrentar problemas – e as coisas se agravam com a chegada da exuberante e despreocupada Lily (Mila Kunis no ápice de sua carreira), que foi escalada por Thomas para ser a substituta (um movimento clássico de grandes apresentações teatrais que serve para permitir que o show continue caso haja alguma fatalidade). Mas Nina, absorta em uma síndrome de perseguição que vai drenando sua inocência e a transformando numa reencarnação do cisne negro, acredita piamente que Lily quer roubar seu lugar de destaque na companhia e fará de tudo para impedir que ela entregue seu melhor.

A ideia do duplo (ou doppelgänger, no original em alemão) é um conceito explorado na cultura mundial há séculos e data de tempos medievais, posando como agouro, má sorte ou até mesmo a existência de um “gêmeo do mal” que representa nossas piores características. Não pensando muito longe na indústria do entretenimento, Jordan Peele explorou ad nauseam esse signo com o elogiado terror ‘Nós’, estrelado por Lupita Nyong’o. Mas, aqui, o duplo ganha um formato diferente – mais precisamente na dualidade vista entre Lily e Nina, como já mencionado: enquanto esta é vista como uma mulher sem o pleno controle de tudo o que tem para oferecer, aquela demonstra uma desinibição assustadora e que a torna uma ameaça para uma protagonista que, no final das contas, não tem nada a temer.

Não é surpresa, pois, que cada engrenagem meticulosamente arquitetada por Aronofsky culmine em uma chocante série de reviravoltas que tiram o fôlego do público. Nina, embebida na ingenuidade de Odette, é forçada a enfrentar Lily, pintada na forma implacável de Odile; em um acesso de raiva e de frustração (algo que já vinha sido premeditado desde os minutos iniciais do longa-metragem), ela utiliza um pedaço de vidro para se livrar de sua nêmese, absorvendo, enfim, o Cisne Negro e transformando-se na parte complementar de sua personalidade em uma apresentação impecável e digna de aplausos. O problema é que, na verdade, Nina enfrentou a si mesma, movida pela loucura imanente e quase etérea do sucesso desmedido e materializando o embate entre a realidade e a ficção num vórtice caudaloso de vitória e derrota.

Por fim, prestes a se livrar de toda a culpa e todos os medos (mas não sem a agridoce sensação de ambivalência), Nina se despede de si mesma ao proferir as últimas palavras: “eu fui perfeita”.

‘NCIS: Origins’, série derivada de ‘NCIS’, ganha primeiro teaser; Confira!

A CBS divulgou o primeiro teaser oficial de NCIS: Origins’, pré-sequência da adorada série NCIS.

spin-off ainda não tem data de estreia confirmada.

Confira:

Lembrando que, recentemente, Robert TaylorDaniel BellomyCaleb Martin Foote foram contratados para a derivada.

Taylor dará vida à versão mais jovem de Jackson Gibbs, pai de Leroy Jethro Gibbs; Bellomy, por sua vez, dará vida o Agente Especial Granville “Granny” Dawson, descrito como um “novato” que acabou de começar a trabalhar como o assistente do Custodiante de Evidências e que deseja se tornar um agente de campo; por fim, Foote será o Agente Especial Benjamin “Randy” Randolf, o “garoto de ouro” da agência que também é pai de gêmeos e que é escalado para mostrar as regras ao Agente Gibbs.

O trio se junta aos previamente confirmados Austin StowellMariel MolinoTyla AbercrumbieDiany Rodriguez.

Com estreia programada para 2024-2025, a atração se passa em 1991 e será narrada por Mark Harmon, intérprete original de Gibbs.

Confira a sinopse:

Muitos anos antes dos eventos de ‘NCIS‘, e se aprofundará na história de Gibbs. Na trama, Gibbs estará apenas começando sua carreira como um agente especial, onde ele deverá lutar pela sua posição ao lado de uma equipe liberada pelo lendário Mike Franks.

Harmon e seu filho Sean Harmon, que chegou a interpretar o Gibbs em flashbacks na série original, servirão como produtores executivos ao lado de David J. North e Gina Lucita Monreal, que também foram responsáveis pelo roteiro do primeiro episódio e atuarão como coshowrunners.

CBS Studios está desenvolvendo o projeto.

Vale lembrar que a Paramount+ também deu sinal verde para um novo derivado da franquia focado no Tony & Ziva, que contará com o retorno dos atores Michael Weatherly e Cote De Pablo.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Billie Eilish lança videoclipe oficial de “BIRDS OF A FEATHER”, faixa do aclamado álbum ‘Hit Me Hard and Soft’; Confira!

A icônica cantora e compositora Billie Eilish lançou hoje (27) o clipe oficial de “BIRDS OF A FEATHER”, uma das músicas de seu aclamado 3º álbum de estúdio, Hit Me Hard and Soft.

Lembrando que o compilado de originais conta com dez faixas, incluindo os singles “LUNCH”“CHIHIRO”.

Confira:

Crítica | Billie Eilish acerta novamente com o espetacular e impecável álbum ‘Hit Me Hard and Soft’

Relembre a tracklist:

1. Skinny
2. Lunch
3. Chihiro
4. Birds of a Feather
5. Wildflower
6. The Greatest
7. L’amour de ma Vie
8. The Diner
9. Bittersuite
10. Blue

Eilish fez sua estreia oficial no mundo da música em 2017 com o EP ‘Don’t Smile at Me’, mas foi apenas em 2019 que conquistou fama mundial através do aclamado ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, rendendo-lhe, dentre vários outros prêmios, as quatro estatuetas mais cobiçadas do Grammy Awards (Álbum do AnoArtista RevelaçãoMúsica do AnoGravação do Ano – estas duas últimas com o single “bad guy”).

Em 2021, lançou seu segundo álbum de estúdio, ‘Happier Than Ever’, que também foi ovacionado pela crítica especializada e lhe garantiu mais indicações ao Grammy.

Em 2023, tornou-se a pessoa mais jovem a levar duas estatuetas do Oscar para casa ao ganhar o prêmio de Melhor Canção Original por “What Was I Made For?”, do filme ‘Barbie’.

Série derivada de ‘Invasão à Casa Branca’ é RENOVADA para a 2ª temporada!

A série baseada na franquia cinematográfica que começou com Invasão à Casa Branca’ foi oficialmente renovada para a 2ª temporada pelo Canal+.

As boas novas foram reveladas pelo CEO da plataforma, Maxime Saada, que também confirmou que as gravações já se iniciaram no Reino Unido (via Deadline).

A temporada de estreia, intitulada Paris Has Fallen, nos levou à capital francesa para uma história de tirar o fôlego. Detalhes sobre os próximos episódios não foram revelados.

A série é protagonizada por Mathieu Kassovitz (‘Missão Babilônia’), enquanto Gerard Butler, estrela dos filmes originais, faz apenas uma participação especial.

Na trama, Kassovitz interpreta Vincent, um agente encarregado de proteger um ministro francês que se torna alvo de um grupo terrorista liderado pelo vilão Jacob. Vincent se une à agente do MI6, Zara, para garantir a segurança do político. No entanto, eles acabam descobrindo uma conspiração maior e suspeitam que um colega do serviço de segurança esteja vazando informações para Jacob, que está sempre um passo à frente na sua missão de derrubar Paris.

A primeira temporada conta com oito episódios, escritos por Howard Overman (‘Misfits’), com direção de Oded Ruskin (‘Absentia’).

‘Pluribus’: Série do criador de ‘Breaking Bad’ ganha novo teaser INTRIGANTE; Assista!

Apple TV+ divulgou mais um teaser oficial de Pluribus, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’).

O misterioso vídeo fornece alguns detalhes a mais sobre a atmosfera do projeto e incita os espectadores a ligarem para o número (202) 808- 3981.

A atração tem estreia marcada para o dia 7 de novembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Confira:

Gilligan também entra como showrunner.

Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que a trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra, que deve salvar o mundo da felicidade.

Rhea Seehorn, que trabalhou com Gillian em ‘Better Call Saul’, estrela.

Karolina Wydra (‘Sneaky Pete’), Carlos-Manuel Vesga (‘Donde Tú Quieras’), Mirian Shor (‘Ficção Americana’) e Samba Schutte (‘Nossa Bandeira é a Morte’) integram o elenco.

Lembrando que a série já teve sua segunda temporada confirmada.

Critics Choice Awards 2026 | ‘Adolescência’ conquista o prêmio de Melhor Série Limitada

Meses após sua estreia, ‘Adolescência‘ continua dominando a temporada de premiações – e não ficou de fora dos vencedores da 31ª edição do Critics Choice Awards 2026.

A produção levou para casa um dos principais prêmios da noite, o de Melhor Série Limitada.

Além disso, Stephen Graham conquistou o prêmio de Melhor Ator em Série Limitada, enquanto Erin Doherty levou a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante em Série LimitadaOwen Cooper levou para casa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante.

A série foi criada por Graham, Jack Thorne e Philip Barantini.

A minissérie narra a história história de como o mundo de uma família vira de cabeça para baixo quando um jovem de treze anos é preso pelo assassinato de uma adolescente que estuda em sua escola.

Ashley WaltersErin DohertyFaye MarsayChristine TremarcoMark StanleyJo HartleyAmélie PeaseOwen Cooper completam o elenco.

Graham também fica responsável pelo roteiro ao lado de Thorne.

Crítica | Madonna acerta mais uma vez com a efervescência do house e do nu-disco de “Love Sensation”

É quase inexplicável explicar a sensação de viver na mesma época em que a eterna rainha do pop Madonna continua na ativa: caminhando para seu aguardado décimo quinto álbum de estúdio com um vigor inestimável retomando suas raízes no disco e no electro-dance para um novo capítulo que já se tornou um dos lançamentos mais aguardados de 2026.

Intitulado Confessions II, o compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 3 de julho, mas vem recebendo forte promoção por parte da cantora, compositora e produtora. O primeiro gostinho do aguardado álbum veio com “I Feel So Free”, um deep-house que resgatou a sonoridade do primeiro capítulo dessa inesperada duologia, o aclamado Confessions on a Dance Floor, em uma união testamentária entre presente e passado. Pouco depois, Madonna nos presenteou com uma colaboração com uma das vozes mais expressivas da nova geração da música, Sabrina Carpenter, unindo forças para o lead single oficial “Bring Me Love”, que se apoiou nas conhecidas batidas do club house.

À medida que nos aproximamos do lançamento do disco, as expectativas crescem – e, em parceria com a plataforma Grindr, aproveitou sua apresentação na Times Square, em Nova York, para divulgar mais uma faixa do compilado. “Love Sensation”, como é conhecida a terceira faixa promocional de Confessions II, é mais uma entrada bem-vinda e nostálgica ao que pode se tornar um dos projetos mais aclamados da rainha do pop, trazendo uma sonoridade novamente escapista que mistura todos os conhecidos elementos do house e do nu-disco para nos convidar às pistas de dança em uma interminável jornada de libertação e de felicidade.

Já ficou muito claro que a ideia de Madonna é construir uma ambientação totalmente movida pelo prazer – algo que fez em 2005 com o álbum original e que resgata para uma jornada que se afasta do denso conceitualismo de ‘Madame X’ e que finca os dentes num expressivo e vibrante hedonismo. Com “Love Sensation”, a artista eleva essa ideia à enésima potência ao mergulhar de cabeça no four-on-the-floor do Chicago house e na clássica efervescência do diva-house, prestando homenagens a Loleatta Holloway com o mote “love sensation, good vibration”, Donna Summer e Giorgio Moroder, construindo uma ponte entre aqueles que pavimentaram o cenário da música eletrônica e como a década de 80 e de 90 segue viva nos dias atuais.

A canção é uma celebração da vida e do amor da melhor maneira possível, e de forma que apenas Madonna poderia encabeçar. Mais uma vez, a performer se alia a Stuart Price na composição e na produção do single promocional, mostrando que a duradoura parceria entre os dois nomes ainda tem muito a nos contar.

Lembrando que “Love Sensation” está disponível nas plataformas de streaming.

‘Star Wars’: Lucasfilm quer mais representatividade com protagonista negra

De acordo com o We Got Discovered, a Lucasfilm pretende ampliar a representatividade no universo ‘Star Wars‘ escalando uma protagonista negra para as adaptações de ‘Knights of the Old Republic’.

A informação veio da mesma fonte que revelou o retorno de Ewan McGregor ao papel de Obi-Wan Kenobi.

Desde que a Disney comprou os direitos da saga, os filmes estão com um elenco mais diversificado e com maior participação feminina, espera-se que a iniciativa permaneça ao longo das próximas produções.

Por enquanto, detalhes sobre a trama não foram revelados e, até o momento, só foi divulgado que a adaptação será uma trilogia escrita por Laeta Kalogridis.

Kalogridis já colaborou em alguns dos maiores blockbusters da última década, como ‘Alexandre’, ‘Avatar’, ‘Ilha do Medo’ e ‘Alita: Anjo de Batalha’.

Além disso, ela é a primeira mulher a escrever um roteiro de ‘Star Wars desde ‘O Império contra-Ataca’ (escrito por Leigh Brackett e Lawrence Kasdan) em 1980.

Para quem não conhece, ‘Star Wars: Knights of the Old Republic’ é um jogo de RPG lançado em 2003 pela BioWare, com um enredo que acontece quase 4.000 anos antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança’.

’13 Reasons Why’: Fãs reagem aos melhores momentos da ÚLTIMA temporada; Confira!

A 4ª e última temporada de ‘13 Reasons Why‘ chegou ao catálogo da Netflix no dia 05 de junho e os fãs já estão devorando os episódios, que marcam a despedida dos alunos da Liberty High School.

Nas redes sociais, os internautas estão elogiando a trama e compartilhando os momentos mais marcantes, ao mesmo tempo em que demonstram tristeza pelo fim da atração iniciada em 2017.

Confira as reações:

O ciclo de encerramento conta com 10 episódios e traz a turma da Liberty High School se preparando para a formatura. Mas antes que possam se despedir da escola, eles terão que enterrar um perigoso segredo e enfrentar escolhas devastadoras que podem mudar seu futuro para sempre.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

Criada por Brian Yorkey, a série é baseada no livro ‘Os 13 Porquês‘, escrito por Jay Asher.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

O elenco conta com Dylan Minnette, Christian Navarro, Alisha Boe, Brandon Flynn, Justin Prentice, Miles Heizer, Ross Butler, Devin Druid, Amy Hargreaves e Derek Luke.

Vendas de livros do criador de ‘O Grinch’ disparam após controvérsia por apologia ao racismo

De acordo com a Fox News, seis livros do catálogo da Dr Seuss Enterprises foram retirados de circulação na terça-feira (02) por promoverem imagens ‘racistas e insensíveis’.

Os títulos em questão são ‘And to Think That I Saw It on Mulberry Street’, ‘If I Ran the Zoo’, ‘McElligot’s Pool’, ‘On Beyond Zebra!’, ‘Scrambled Eggs Super!’ e ‘The Cat’s Quizzer’.

Para quem não conhece, Dr Seuss, pseudônimo de Theodor Geisel, foi um aclamado escritor e ilustrador famoso pela criação do personagem ‘O Grinch‘.

Além disso, suas histórias infantis ajudaram a propagar o termo ‘Moral da História’ através da cultura popular.

Após uma revisão entre os mais de 60 clássicos do autor, a companhia decidiu cancelar a venda dos títulos.

Publicados entre 1937 e 1976, os livros retratam estereótipos racistas, como ilustrações em que negros aparecem puxando carroças ou levando chicotadas, isso em um contexto em que a escravidão já havia sido extinta.

Em nota, a companhia disse que:

“Esses livros retratam pessoas de maneiras que são dolorosas e completamente erradas. Isso é insensível e preconceituso de muitas formas, e não compactuamos com atitudes como essas. Cessar as vendas desses livros é apenas parte de nosso compromisso e nosso plano mais amplo para garantir que o catálogo da Dr. Seuss Enterprises represente e apoie todas as comunidades e famílias, independentemente de sua origem ou etnia.”

Apesar disso, outros livros do Dr. Seuss estão mais populares do que nunca em meio à controvérsia.

Na quinta-feira (04), as cópias dos livros mais populares do autor estavam no TOP 10 dos mais vendidos da Amazon e da Barnes and Noble.

Títulos como ‘The Cat in The Hat’, ‘Oh, The Places You Go’ e ‘Green Eggs and Ham‘, três das obras mais conhecidas de Seuss, esgotaram-se rapidamente no estoque da Amazon.

Aproveitando a oportunidade, vendedores autônomos anunciaram a venda dos títulos cancelados por centenas de dólares, alguns até chegaram a anunciar cada título por mais de US$ 1000.

Logo após a polêmica, a enteada de Seuss disse ao The New York Post que:

“Não havia um fio de cabelo racista no corpo daquele homem – ele estava muito ciente do mundo ao seu redor e se importava muito com as pessoas. Entendemos e poiamos a decisão de cancelar as vendas, mas não acredito que Theodor tinha intenção de causar constrangimento a qualquer tipo de pessoa.”