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‘Crimes of the Future’: Novo terror de David Cronenberg ganha teaser ARREPIANTE; Confira!

David Cronenberg é um dos cineastas mais conhecidos e viscerais da história do cinema e, agora, está pronto para retornar ao mundo do audiovisual com o terror Crimes of the Future.

NEON divulgou o primeiro teaser oficial do longa-metragem, pouco depois de ter sido confirmado na seleção oficial do Festival de Cannes 2022, que acontecerá entre os dias 17 e 28 de maio.

Confira:

Além de dirigir, Cronenberg também assina o roteiro.

À medida que a espécie humana se adapta a um ambiente sintético, o corpo passa por novas transformações e mutações. Com sua parceira, Caprice (Léa Seydoux), Saul Tenser (Viggo Mortensen), celebridade da arte performática, publicamente mostra a metamorfose de seus órgãos em espetáculos avant-garde. Timlin (Kristen Stewart), investigadora do Registro Nacional de Órgãos, obsessivamente acompanha seus passos, quando um misterioso grupo é revelado. Sua missão? Usar a notoriedade de Saul para lançar luz à próxima fase da evolução humana.

Scott SpeedmanWelket BunguéDon McKellarLihi KornowskiTanaya Beatty e outros também fazem parte do elenco.

Curiosidades | ‘9 – A Salvação’, subestimada animação produzida por Tim Burton, faz 13 anos!

Em 2009, o diretor Shane Acker e os produtores Jim LemleyTim BurtonTimur Bekmambetov davam vida a uma das animações mais subestimadas dos anos 2000: ‘9 – A Salvação’.

A trama traz Elijah Wood como a voz de um boneco de pano conhecido como 9, que ganha vida e se vê em um mundo pós-apocalíptico em que humanos não mais existem. Os únicos sinais de vida são bonecos como ele, que são caçados por máquinas. 9, então, convence seus companheiros de que a única maneira de sobreviver é parar de se esconder e partir para a ofensiva, pois a civilização depende de seu sucesso.

Trazendo nomes como John C. ReillyJennifer ConnellyChristopher Plummer, Crispin Glover, Martin Landau e Fred Tatasciore ao elenco, o filme acabou não fazendo um sucesso gigantesco de bilheteria (arrecadando US$48,4 milhões) e teve recepção mista por parte da crítica – o que reitera o fato de ser subestimada, ainda mais considerando a sutil profundidade de seus temas principais.

Em 2022, ‘9 – A Salvação’ completa 13 anos desde seu lançamento nos cinemas e, para comemorar seu aniversário, preparamos uma breve lista trazendo algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • O longa marcou a estreia diretorial oficial de Acker.
  • Acker originalmente idealizou o filme como um curta-metragem de dez minutos, que inclusive conquistou uma indicação ao Oscar. Apesar de não vencer, Acker recebeu a oferta de expandi-lo em um longa-metragem.
  • Uma escolha certeira do departamento de marketing foi dar ao filme a data de lançamento para 09 de setembro de 2009 (09/09/09).

  • O relógio da Catedral de Notre Dame que aparece na obra está travado na hora 9h09min.
  • Os primeiros dez minutos quase não têm diálogo – da mesma maneira que o curta-metragem original.
  • O design de 3 e de 4 é baseado em um par de luvas de jardinagem – o dedão pode ser visto na parte de trás, enquanto o punho está amarrado no topo.

  • Uma das principais inspirações para a atmosfera sombria do longa-metragem foi a cidade de Vienna, na Áustria, no período pós-II Guerra.
  • Visto que Burton ficou responsável pela produção, algumas de suas marcas registradas apareceram em ‘9 – A Salvação’, como o tema dos forasteiros/alienados triunfando sobre a adversidade e os esquemas imagéticos (como visto na cena do funeral, que pegou referências emprestadas de ‘Batman: O Retorno’). Além disso, a trilha sonora trouxe a colaboração de Danny Elfman, um dos parceiros de longa-data de Burton.

  • O filme começa com uma montagem de um personagem sendo costurado. Curiosamente, há uma abertura similar em ‘Coraline e o Mundo Secreto’, animação que também foi lançada em 2009 e foi supervisionada pela Focus Features.
  • Os nove bonecos nunca estão em um lugar em particular juntos no filme inteiro – até a cena do funeral, no final do terceiro. Mesmo assim, cinco deles são fantasmas.

‘Carnival Row’: Vídeo compila os melhores momentos da 1ª temporada; Confira!

Carnival Row‘ retorna para sua segunda e última temporada em breve e, agora, o Prime Video divulgou um novo vídeo promocional que compila os melhores momentos do ciclo de estreia.

Confira:

Estrelada por Cara DelevingneOrlando Bloom, a temporada final estreará oficialmente no dia 17 de fevereiro.

O roteirista Erik Oleson assumirá como showrunner na nova temporada.

Criada por René Echevarria e Beacham, a trama foi originalmente escrita como um filme, mas posteriormente foi adaptada para o formato seriado.

A trama é situada na vitoriana Burgue, cidade de atmosfera noir habitada por humanos e criaturas mágicas, como fadas, onde crimes em série começam a acontecer. Um detetive se põe em busca do serial killer dessas figuras místicas e acaba se tornando o principal suspeito dos homicídios.

O elenco conta com Orlando Bloom, Cara Delevingne, David Gyasi, Tamzin Merchant, Andrew Gower e Karla Crome.

Atores que criticaram seus próprios filmes

Hollywood pode ser referência em glamour, riqueza e luxo, mas toda indústria tem seus podres. De vez em quando, um filme não sai como esperado, e até mesmo os astros mais bem pagos do cinema se envergonham de algo em suas carreiras.

Alguns defendem até o fim certos filmes que desagradaram o público, como Eric Bana fez com ‘Hulk’. E outros realmente acham que fizeram parte de produções horríveis. Em meio a tanta elegância, surgem atores decididos a revelar suas opiniões negativas ao público.

Os alvos desses profissionais insatisfeitos são variados, incluindo desde bombas até clássicos do cinema. As críticas vão de comentários cômicos até ofensas violentas.

Cada um pode decidir se essas declarações são amostras de honestidade ou ingratidão, mas uma coisa é certa – os astros listados abaixo odiaram certas experiências em suas carreiras e não guardaram segredo:

 

Ben Affleck

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‘Demolidor – O Homem Sem Medo’:

“Eu fiz um monte de filmes que não funcionaram”, declarou o ator, dando como exemplo o longa do super-herói da Marvel.

Por outro lado, a recepção da crítica e a bilheteria não foram tão ruins. O próprio Affleck estrelou uma bomba muito maior, ‘Contato de Risco’, ao lado de Jennifer Lopez.

 

Nicole Kidman

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‘Austrália’:

“Eu não consigo ver esse filme e ter orgulho do que fiz… Para mim, é simplesmente impossível me conectar emocionalmente com [o filme].”

Kidman afirmou, porém, que adorou o trabalho dos atores Hugh Jackman e Brandon Walters.

 

Sylvester Stallone

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‘Pare, Senão Mamãe Atira!’:

Eu fiz alguns filmes realmente horríveis. ‘Pare, Senão Mamãe Atira!’ foi o pior. Se você quiser que alguém confesse um assassinato, faça essa pessoa assistir àquele filme. Eles vão confessar qualquer coisa em 15 minutos.

 

Arnold Schwarzenegger

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‘Guerreiros de Fogo’: Schwarzenegger também fez um filme que considera um instrumento de tortura.

É o pior filme que eu já fiz. Agora, quando meus filhos aprontam, eles são mandados para o quarto e forçados a ver ‘Guerreiros de Fogo’ 10 vezes. Assim eu nunca tenho problemas com eles.

 

Marlon Brando

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‘O Calouro da Máfia’:

É horrível. Vai ser um fracasso, mas depois desse eu vou me aposentar. Eu estou cansado demais. Esse filme, com exceção da equipe canadense, foi uma experiência extremamente desagradável. Eu preferia não ter terminado com uma bomba.

Co-estrelada por Matthew Broderick, a comédia foi bem nas bilheterias, e Brando voltou atrás em sua decisão de se aposentar.

 

Brad Pitt

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‘Inimigo Íntimo’: Pitt não poupou críticas à produção do thriller.

Nós não tínhamos um roteiro. Bom, nós tínhamos um ótimo roteiro, mas ele foi descartado por várias razões. Ter que inventar as coisas no ato – Jesus, que pressão. Foi ridículo… Eu não sei por que alguém gostaria de continuar fazendo aquele filme. Nós não tínhamos nada. O filme foi vítima desse chefe de estúdio [Mark Canton], que disse, ‘Eu não me importo. Nós vamos fazer [o filme]. Eu não me importo com o que vocês têm. Filmem algo.’ Eu tentei [sair do filme] quando faltava uma semana para as filmagens e nós tínhamos 20 páginas de porcaria. E o roteiro que eu amava não existia mais.

O ator afirma que foi “a mais irresponsável produção cinematográfica – se é que você pode chamar assim – que eu já vi.” Harrison Ford, que também estrelou o filme, concordou com as críticas. No entanto, após a polêmica que os comentários geraram, Pitt tentou voltar atrás. Mas não foi o bastante para impedir que o filme fosse um fracasso de crítica e de bilheteria.

 

Peter O’Toole

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‘Tróia’: O veterano afirmou que o épico do diretor alemão Wolfgang Petersen foi um “desastre… O diretor, aquele chucrute, que palhaço que ele era.”

 

Matthew Goode

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‘Casa Comigo?’: Goode descreveu a má recebida comédia romântica como “inchada” e acrescentou: “Eu sei que muita gente vai dizer que esse é o pior filme de 2010.” O ator deixou claro que não participou do filme por causa do roteiro. Então, por que ele aceitou? “A principal razão para eu pegar [o trabalho foi] a possibilidade de voltar para casa nos fins de semana.” As locações eram próximas de sua residência, na Inglaterra, e a comodidade se provou irresistível.

Se eu sinto que me decepcionei? Não. Se foi um trabalho ruim? Sim, foi. Mas, você sabe, foi divertido e eu fui pago.

 

CLÁSSICOS INTOCÁVEIS?

A situação pode ficar ainda mais desagradável quando a crítica, o público e até mesmo a Academia concordam que o filme foi bom, mas um dos astros discorda.

Richard Gere

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‘Uma Linda Mulher’:

As pessoas me perguntam sobre esse filme, mas eu me esqueci dele… Aquela foi uma comédia romântica boba.

Gere criticou a imagem positiva que o filme pintou dos empresários de Wall Street, como o que ele interpreta. “[O filme] fez esses caras parecerem atraentes, o que é errado. Que bom que, hoje, nós somos mais céticos com esses caras.”

 

Burt Reynolds

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‘Boogie Nights – Prazer Sem Limites’: Reza a lenda que o astro odiou o longa de Paul Thomas Anderson quando o viu pela primeira vez. Sua reação foi tão negativa que ele despediu o agente que o indicou para o trabalho. Ironicamente, o ator foi indicado ao Oscar pelo papel, e, claro, apareceu na cerimônia.

 

Alec Guinness

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‘Guerra nas Estrelas’: Ainda no set do filme, o intérprete de Obi-Wan Kenobi declarou:

Não é um trabalho de ator. Os diálogos – que são lamentáveis – são mudados o tempo todo, e só melhoram um pouco.

 

Matt Damon

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‘O Ultimato Bourne’: Segundo o astro da franquia, a primeira versão do roteiro de Tony Gilroy era “ilegível.” Damon acrescentou:

Isso seria o fim de sua carreira. Digo, eu poderia colocar essa coisa no eBay e seria fim do jogo para aquele cara. Era terrível. Era realmente vergonhoso.

O longa foi um grande sucesso de público e crítica e venceu três Oscars.

CURIOSIDADE: Os créditos do roteiro não foram apenas para Gilroy. A versão final contou com o trabalho de Scott Z. Burns e George Nolfi.

 

ERRAR É HUMANO, PERSISTIR NO ERRO É UM BOM NEGÓCIO

Muitos atores devem ter passado mais de uma vez por más experiências no cinema, mas só alguns deram voz a suas insatisfações tantas vezes.

 

Christopher Plummer

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‘A Noviça Rebelde’: Plummer descreveu o clássico musical como “horrível e sentimental e meloso”, e afirmou que “Você tinha que trabalhar muito duro para tentar colocar um toque minúsculo de humor [no filme].”

‘O Novo Mundo’: 40 anos mais tarde, o veterano teve outra experiência insatisfatória, com o cineasta Terrence Malick.

O problema com Terry [Malick], que eu logo percebi, é que ele precisa de um roteirista, desesperadamente… Ele insiste em escrever, e escrever mais, e mais, até que tudo soa terrivelmente pretensioso, e você tem que trabalhar duro para fazer aquilo parecer real. E então ele edita seus filmes de tal forma que corta todo mundo deles.

O ator veterano fez questão de mandar uma carta para Malick com suas críticas, e inclusive admitiu que admira alguns de seus filmes. Mas ele foi categórico: “Eu nunca mais trabalharei com ele.” Plummer também citou a insatisfação de Colin Farrell, que reclamava que o diretor preferia filmar aves a filmar atores.

CURIOSIDADE: Sean Penn fez críticas semelhantes ao filme seguinte do diretor, ‘A Árvore da Vida’:

Uma narrativa mais clara e convencional teria ajudado o filme sem, na minha opinião, diminuir sua beleza e seu impacto… Francamente, eu ainda estou tentando descobrir o que estou fazendo lá, e o que eu deveria acrescentar naquele contexto! Para piorar, o próprio Terry nunca conseguiu me explicar com clareza…

Edward Norton

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‘Uma Saída de Mestre’:

Meus fãs de verdade deveriam ignorar este [filme].

‘O Incrível Hulk’: Conhecido por ser um ator difícil de se trabalhar, Norton teve discussões com a Marvel para definir a montagem final do filme. O estúdio o descartou de ‘Os Vingadores’ e de qualquer filme centrado no Hulk.

 

Shia LaBeouf

Shia LaBeouf

‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’:

Eu sinto que eu falhei com o legado que as pessoas amavam e estimavam… Você vê os macacos nos cipós e coisas assim e você pode colocar a culpa no roteirista e pode colocar a culpa em Steven [Spielberg]. Mas o trabalho do ator é dar vida [ao filme] e fazê-lo funcionar, e eu não consegui. Então é minha culpa. Simples… Eu acho que o público é bem inteligente. Eu acho que eles sabem quando você fez [um filme ruim].E se você não admitir, então por que eles confiariam em você da próxima vez em que você estiver promovendo um filme?

LaBeouf afirmou que adora Spielberg e nunca o desrespeitaria, mas “ele precisa ouvir isto.”

‘Wall Street – O Dinheiro Nunca Dorme’:

[O diretor Oliver Stone] estava tentando agradar. Mas para um filme como ‘Wall Street’, que tinha tanta acidez da primeira vez, vir sem as presas de fora e pregar uma mensagem de esperança não é o que as pessoas esperam.

‘Transformers: A Vingança dos Derrotados’:

Quando eu vi o segundo filme, eu não fiquei impressionado com o que fizemos. O filme tinha algumas acrobacias incríveis, mas o coração não estava lá. Nós nos perdemos… Perdemos um pouco dos relacionamentos. Se você não tem esses relacionamentos, o filme não importa. São apenas robôs lutando entre si.

LaBeouf fez a declaração enquanto promovia o terceiro filme, desta vez com muita empolgação.

CURIOSIDADE: Megan Fox também fez várias críticas à franquia. Ela afirmou que o primeiro filme “não é um filme focado nas atuações”, e, na continuação, malhou o diretor Michael Bay, dizendo que ele era como Adolf Hitler durante as filmagens. O conflito resultou na saída da atriz da franquia.

 

CHUTANDO CACHORRO MORTO

Certos filmes são malhados pela crítica, odiados pelo público ou fracassam nas bilheterias, e às vezes naufragam nas três categorias, mas mesmo assim um ator pode se pronunciar e jogar uma pá de cal no desastre.

George Clooney

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‘Batman & Robin’:

Era um daqueles filmes em que era difícil atuar bem. Pensando bem, é fácil olhar para trás e dizer ‘Uau, esse [filme] foi uma merda e eu estava muito ruim nele’.

O filme foi (e continua sendo) tão criticado que até Clooney imaginou que o dano era irreparável: “Eu acho que nós matamos a franquia”, disse, na época do lançamento.

 

Mark Wahlberg

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‘Fim dos Tempos’:

Foi um filme muito ruim. Foda-se. [O filme] é o que é. Malditas árvores, cara. As plantas. Foda-se. Vocês não podem me culpar por não querer interpretar um professor de ciências.

Fracasso de crítica, o terror foi mais um passo do cineasta M. Night Shyamalan na direção do descrédito popular. Seus longas seguintes não foram menos achincalhados.

 

James Franco

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‘Sua Alteza?’: Direto e resolvido, Franco disse sobre a malfadada comédia medieval: “Aquele filme é uma droga. Não tem como ignorar.”

 

Sean Connery

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‘A Liga Extraordinária’:

Eu estou cansado dos idiotas… [Existe] um abismo cada vez maior entre as pessoas que sabem fazer filmes e as pessoas que aprovam a produção dos filmes.

Connery odiou tanto seu papel que ele se aposentou logo em seguida.

 

Halle Berry

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‘Mulher-Gato’: Mais do que admitir que o filme era ruim, a atriz fez isso em público. Ela foi uma das poucas a subir ao palco do Framboesa de Ouro, que “premia” os piores filmes do ano. Em seu discurso, Berry disse:

Eu gostaria de agradecer a Warner Bros. por me escalar nessa merda, nesse filme horroroso… “Era exatamente disso que a minha carreira precisava – eu estava no topo, agora estou no fundo do poço.

CURIOSIDADE: Sandra Bullock também teve uma participação memorável na cerimônia de entrega do Framboesa de Ouro. Apenas um dia antes de receber o Oscar por ‘Um Sonho Possível’, ela foi nomeada Pior Atriz do ano por ‘Maluca Paixão’. Porém, ela teve uma postura bem diferente da de Berry: ela levou um carrinho cheio de cópias do filme para a plateia, pois queria que todos reconsiderassem sua opinião.

 

CONSERTANDO ERROS

Nem sempre é tarde para corrigir um comentário desastroso ou uma parceria profissional que não deu certo. Estes astros conseguiram, ou pelo menos tentaram, retratar os erros que cometeram em relação a seus filmes.

 

Mel Gibson

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‘O Hotel de um Milhão de Dólares’: Tudo começou com um comentário bizarro de Gibson sobre o longa de Wim Wenders: “Eu achei [o filme] chato como a bunda de um cachorro.” Algum tempo depois, o astro tentou se retratar:

Eu pensei, ‘Deus, por que eu disse aquilo? Eu sou um idiota! Eu produzi o filme. Eu estou distribuindo o filme!’ Foi muito imprudente da minha parte, porque muitas pessoas trabalharam duro naquele filme… Então eu realmente me arrependo de dizer aquilo. Eu escrevi muitas cartas de desculpas por conta daquilo.

O astro disse que o comentário desastroso foi resultado de um dia lotado de entrevistas.

 

Sean Penn

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‘Jogo de Poder’: O problema de Penn não foi com o filme, mas com o diretor, Doug Liman, com quem tinha uma relação conflituosa. Em represália, o ator se negou a participar da campanha de divulgação do longa.

 

Jim Carrey

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‘Kick-Ass 2’: Num dos casos mais recentes, Carrey criticou o excesso de violência no filme de heróis, e também não quis participar de sua divulgação.

Eu gostaria de pedir desculpas aos outros envolvidos com o filme. Eu não tenho vergonha de tê-lo feito, mas eventos recentes me fizeram mudar de opinião.

O ator explicou que mudou de ideia após o massacre na escola Sandy Hook, em dezembro de 2012. “Eu fiz ‘Kick-Ass’ um mês antes de Sandy Hook, e agora eu não posso suportar em sã consciência esse nível de violência”, declarou.

10 filmes pra ficarmos de olho no segundo semestre de 2025!

2025 chegou com tudo quando o assunto é cinema! Até o final do ano várias aguardadas obras cinematográficas vão encher as salas de cinema de todo o planeta. Para relembrarmos a vocês algumas dessas – para você já ir marcando em sua agenda – segue abaixo uma lista com filmes imperdíveis que chegam no segundo semestre desse novo ano:

 

Jurassic World: O Recomeço

Aguardado novo filme da conhecida franquia, Jurassic World: O Recomeço vai nos mostrar uma expedição com o objetivo de extrair DNA de algumas criaturas pré-históricas. O projeto é dirigido por Gareth Edwards e tem Scarlett Johansson, Mahershala Ali e Rupert Friend no elenco.

 

Superman

Um dos mais aguardados filmes desse ano é sem dúvidas nenhuma Superman. Dirigido por James Gunn e baseado na série de quadrinhos All-Star Superman – ainda sem sinopse oficial – voltaremos a encontrar o inesquecível herói, seus conflitos e dilemas.

 

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

Dirigido por Matt Shakman, um aguardado retorno de queridos super-heróis será visto em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. Na trama acompanharemos pontos chaves da trajetória da família mais conhecida da Marvel, seus poderes, as responsabilidades de serem heróis e a luta para proteger a terra contra ameaças terríveis.

 

Michael

Com direção de Antoine Fuqua e roteiro de John Logan, acompanharemos uma cinebiografia repleta de recortes de momentos importantes da vida pessoal e profissional de um dos maiores artistas que esse mundo já viu: Michael Jackson.

 

Avatar 3: Fogo e Cinzas

Terceiro filme de uma das mais famosas franquias da história recente do cinema, Avatar 3: Fogo e Cinzas – ainda sem sinopse oficial – será a continuação da saga iniciada em 2009, novamente dirigida por James Cameron.

 

Wicked Para Sempre

Segundo filme, que fecha a adaptação cinematográfica adaptada da peça homônima da Broadway, Wicked Para Sempre nos guiará para os acontecimentos finais desse prelúdio de O Mágico de Oz.

 

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2025)

E tem clássico do cinema de terror adolescente ganhando nova vida em 2025? Tem sim! Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado , uma provável continuação baseada nos acontecimentos do filme original deve contar com a presença de Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr.

 

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

Nessa aguardada continuação de um filme que fez muito sucesso no Brasil 20 anos atrás, vamos voltar a acompanhar Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsey Lohan). De acordo com a sinopse oficial: Nesse novo filme, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Enquanto elas enfrentam os desafios que surgem quando duas famílias se unem, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

 

Silvio Santos vem aí

Crédito: Fernando Pastorelli

Trazendo um olhar para os bastidores do Programa Silvio Santos, Silvio Santos vem aí é mais um filme sobre o maior apresentador da história da televisão brasileira. No papel principal, o ótimo Leandro Hassum.

 

A Empregada

Baseado no livro da médica e escritora norte-americana Freida McFadden, nesse aguardado suspense que promete muitas reviravoltas, acompanharemos uma jovem que vai trabalhar como emprega doméstica para a família de um casal rico. Logo, segredos começam a aparecer pelo seu caminho.

 

10 Filmes Recentes que Você Esqueceu que tinham sido Lançados

Existem aqueles filmes imortais e inesquecíveis, constantemente comentados pelos cinéfilos ou em rodas de amigos. Tais filmes sempre permanecem vivos em nossa memória com carinho, seja qual for a geração – para os mais velhos, clássicos do cinema como O Poderoso Chefão, e para os mais novos, os mais recentes filme de super-herói da Marvel. Seja como for, de certos filmes não esquecemos jamais.

Mas como você deve ter percebido pelo título desta matéria, o foco aqui é outro. Justamente o oposto do citado no primeiro parágrafo. Aqui, iremos falar sobre aqueles filmes que foram lançados e um tempo depois já caíram no esquecimento. Para enfatizar ainda mais este estranho fenômeno, iremos nos concentrar em filmes dos últimos 10 anos – mas que ninguém menciona mais. E isso não ocorre necessariamente apenas com os filmes ruins (que desejamos esquecer), mas muitos filmes considerados bons ou satisfatórios também.

Sem mais delongas, vamos conhecer os 10 filmes recentes que você esqueceu que tinham sido lançados.

Power Rangers (2017)

Sensação na TV no início dos anos 1990, os super-heróis coloridos foram os primeiros neste estilo a emplacar forte nos EUA – já que parte de sua produção era gravada por lá. Os Power Rangers tiveram inclusive dois filmes lançados nos cinemas na época, em 1995 e 1997. Esse reboot da franquia era planejado para ser uma das grandes apostas de um blockbuster de 2017.

E o filme até obteve críticas medianas com a imprensa e os fãs, mas falhou em equilibrar nas bilheterias o orçamento estourado de US$100 milhões, arrecadando somente US$85 milhões nos EUA, e US$140 milhões ao redor do mundo. O longa nem de longe é ruim, e consegue capturar bem o espírito do seriado, modernizando-o aos dias de hoje.

Mas mesmo com as presenças de Dacre Montgomery (o Billy de Stranger Things) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (de Aladdin e As Panteras) como a Ranger Rosa, Bill Hader como a voz de Alpha 5, o veterano Bryan Cranston como Zordon, e Elizabeth Banks como a vilã Rita Repulsa, todos convincentes em seus papeis, este filme parece ter simplesmente caído no limbo junto a possibilidade de uma continuação.

O Lobisomem (2010)

Neste fim de semana, estreou nos cinemas do mundo a nova aposta da Universal em reviver um clássico de seu acervo de monstros: O Homem Invisível. O mesmo estúdio havia tentado este empreitada há exatos dez anos, de uma forma, digamos, bem mais fiel. O Lobisomem, de Joe Johnston, é uma refilmagem muito respeitosa do original de 1941, transformando a história num verdadeiro épico, e ainda inserindo algumas boas reviravoltas. E isso deveria fazer qualquer fã do original ficar feliz.

No entanto, o somatório de críticas negativas tanto da imprensa quanto do público, e um orçamento digno dos maiores filmes de heróis (com US$150 milhões, um absurdo há dez anos) amaldiçoaram o longa como um dos maiores fracassos da década. O filme não conseguiu sequer bater seu valor de produção nas bilheterias mundiais, fato que não impede uma obra cult de ser redescoberta. O fenômeno curioso é que simplesmente ninguém mais fala sobre essa superprodução.

Diário de um Jornalista Bêbado (2011)

Antes de entrar em decadência devido a um exaustivo processo de divórcio, o astro Johnny Depp lançava no mesmo ano do quarto Piratas do Caribe esta segunda incursão na pele do colega jornalista Hunter S. Thompson, sob o pseudônimo de Paul Kemp. Depp já havia interpretado Thompson no cult de Terry Gillian, Medo e Delírio (1998). Uma das críticas que o filme recebeu na época foi que Depp já estava muito velho, aos 48 anos, para o papel, já que Thompson faz seu relato quando era um jovem em início de carreira nesta época.

Outro fato reportado sobre a produção é que Depp deixou de lado a vida saudável e voltou a beber durante as filmagens, para realmente experimentar o que o protagonista passava em seus porres homéricos. Teria sido este o início da derrocada do ator? Piorando as coisas, adivinhe quem faz parte do elenco do longa e contracena como par de Depp aqui? Isso mesmo, sua ex, a menina problema Amber Heard. De toda forma, nem que fosse a título de curiosidade ou valor cult, este filme simplesmente não é comentado pelo público.

Operação Big Hero (2014)

Desde que a Disney comprou a Marvel, o estúdio botou os produtos da casa para render verdadeiras fortunas. Assim, tivemos o universo estendido do MCU, por exemplo. Mas já pensou numa aventura que juntasse a essência das animações da Disney com os personagens heróis da Marvel? O céu seria o limite. Bem, este limite ficou bem mais abaixo do céu, porque tal obra existe e foi lançada em 2014. Operação Big Hero tentou recriar sem sucesso o que foi conquistado em Guardiões da Galáxia, lançado no mesmo ano, ou seja: transformar heróis B da casa em verdadeiras celebridades.

Operação Big Hero apresentou inclusive um mascote perfeito para virar ícone da cultura pop atual, nos moldes de Groot (ou o bebê Groot) e o Bebê Yoda. O robô inflável mega fofo Baymax (uma das melhores coisas do filme). Mostrando que nem todos os longas desta parceria permaneceriam na boca do povo, Operação Big Hero foi solenemente ignorado. Nem mesmo uma série em animação tradicional lançada alguns anos depois serviu para a ideia emplacar na mente do público.

Victor Frankenstein (2015)

Criar um filme sobre um monstro icônico e resultar numa produção que ninguém lembra não é um privilégio só da Universal Pictures. Cinco anos depois do citado O Lobisomem, era a Fox (antes da compra da Disney) quem se aventurava pela história clássica escrita por Mary Shelley, sobre o cientista Victor Frankenstein e sua criatura. Na realidade, este longa aposta numa narrativa sob o ponto de vista do fiel escudeiro do cientista, o serviçal Igor, aqui perdendo a corcunda e ganhando as formas do eterno Harry Potter, Daniel Radcliffe.

Fazendo dupla com o jovem astro, outro nome proeminente desta geração, o professor Xavier em pessoa, James McAvoy, no papel título do cientista louco. Sim, com um dueto destes, como é possível não lembrarmos deste filme? E vale termos em conta que na época do lançamento, Radcliffe já havia encerrado todos os Harry Potter, e McAvoy já havia encarnado por duas vezes o mutante da Marvel – ou seja, era um projeto chamativo. Completando o elenco, Jessica Brown Findlay tentando mais uma vez emplacar e até vestindo o “chapeuzinho vermelho”.

Bruxa de Blair (2016)

A Bruxa de Blair (1999) se tornou um novo clássico, um filme revolucionário para o terror e para o cinema de forma geral. Um sucesso surpresa que constantemente faz as pessoas comentarem sobre e lembrarem dele como um divisor de águas. Sua continuação A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras (2000), igualmente comentada, seguiu pelo lado oposto e é lembrado como uma atrocidade cinematográfica, um dos piores filmes da década de 2000 e uma das piores continuações de todos os tempos. É o caso de falem mal, mas falem de mim.

No meio termo, se encontra este reboot/remake. O que, você pergunta? Pois é querido leitor, embora muitos não lembrem, ou tenham optado por esquecer, em 2016 foi lançado mais um filme da franquia A Bruxa de Blair, este aqui repetindo o título e só eliminando o artigo A. Grande mudança, né? Coisa de gênio mesmo. O promissor Adam Wingard é quem dirige nesta mescla entre o estilo found footage, e uma narrativa mais tradicional, ficando no meio termo. Nem mesmo a presença da carismática Callie Hernandez é o suficiente para fazer as pessoas lembrarem da existência deste filme.

Meu Amigo, o Dragão (2016)

Por falar em Disney, uma das apostas mais garantidas da casa são seus remakes em live-action – verdadeiras garantias de sucesso. É só dar uma olhada em produções do ano passado como Aladdin (um sucesso surpresa) e O Rei Leão, que não agradou tanto os críticos e o público, mas se tornou o segundo filme mais rentável de 2019. Ambos romperam a barreira do bilhão no mundo.

Porém, existe uma obra em live-action da Disney que raramente é comentada pelo público em geral, apesar de uma bilheteria sadia e avaliações extremamente positivas por parte do público e imprensa. Meu Amigo, o Dragão é baseado na produção homônima de 1977, que apesar de igualmente ter atores reais, acrescentava personagens em animação (em especial o dragão do título) típicos de certas obras do estúdio na época – técnica que viria a ser aprimorada com Uma Cilada para Roger Rabbit (1988).

O problema aqui, apesar de muitos talentos envolvidos, como Robert Redford e Bryce Dallas Howard protagonizando, e David Lowery na direção, foi o ofuscamento do longa por outro produto da casa lançado no mesmo ano: o fenomenal Mogli, o Menino Lobo – de Jon Favreau (que garantiu o cargo do diretor também em O Rei Leão). O resultado fez todos falarem sobre Mogli e ninguém falar sobre Meu Amigo, o Dragão. Mas se serve de consolo, o filme de Favreau seguiu ofuscando outras produções, como o Mogli da Netflix, dirigido por Andy Serkis e lançado dois anos depois. Alguém viu?

A Entrevista (2014)

Controverso até a medula, A Entrevista foi um dos filmes mais comentados em sua época de lançamento. Tudo porque a comédia protagonizada por Seth Rogen e James Franco tirava um baita sarro do líder ditatorial da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, numa época em que as relações entre o país e os EUA eram frágeis. Assim, uma ameaça de ataque logo surgiu caso o longa fosse lançado nos cinemas americanos, o que fez com que vários donos de redes famosas por lá decidissem não exibir o filme em sua programação. A Sony, produtora da obra, sofreu ataques cibernéticos e pensando no bem estar de todos optou por engavetar o filme pronto.

Golpe de marketing ou não, apoiada pelo presidente Obama, a Sony voltou atrás e lançou o filme nas telonas. Uma polêmica de bastidores que promete deixar o filme imortalizado por bem ou por mal. Bom, isto é, caso alguém lembrasse que a produção existiu. Seis anos depois de seu lançamento, e A Entrevista caiu no abismo dos filmes jamais comentados e muitos inclusive nem lembram mais desta quase quebra de diplomacia entre nações.

Colossal (2016)

Este filme tinha tudo para se tornar uma obra cult adorada. De fato, esta mistura de gêneros estrelada pela vencedora do Oscar Anne Hathaway gerou certa repercussão e muitos elogios (em especial da crítica especializada) em sua época de lançamento – bem no estilo de produções queridinhas de festivais. Uma forte analogia à vida autodestrutiva da protagonista, uma mulher que vê as coisas saírem dos trilhos de forma desastrosa devido a seu problema com o álcool, algo bastante relacionável.

A forma como o filme decide contar esta história, traçando um paralelo com o subgênero das obras de monstros gigantes, os chamados kaiju, é muito esperta, criando assim conexão também com a plateia nerd, fã deste tipo de produção. Assim, aparentemente tínhamos o melhor de dois mundos. Ou será? Aos poucos, ao longo dos quatro anos desde sua primeira exibição no Festival de Toronto, Colossal se tornou um filme esquecido, daqueles que lembramos apenas quando nos deparamos com seu DVD em alguma loja nas prateleiras – como foi o caso deste amigo que vos fala -, fazendo vir à mente sua existência.

A Última Ressaca do Ano (2016)

A musa Jennifer Aniston já foi uma das queridinhas da América e uma verdadeira rainha das comédias românticas nos EUA. Isso é, depois, é claro, de viver anos a personagem Rachel no famoso seriado cômico Friends. De uns anos pra cá, a atriz resolveu apostar em comédias mais incorretas e escrachadas, vide Família do Bagulho (2013) e Quero matar o meu Chefe (2011) e sua sequência (2014). O mesmo pode ser dito deste A Última Ressaca do Ano. Porém, ao contrário dos citados, este é um filme que ninguém lembra de ter visto. Um teste: você lembra qual é o papel de Aniston aqui?

Quem protagoniza é Jason Bateman, em sua quarta colaboração nas telonas com Aniston (que tem um papel menor), na pele de um dos funcionários de uma empresa que está para ser comprada. Eles decidem dar uma festa de despedida épica. O tema é batido e pode ter ajudado no esquecimento coletivo.

Bônus:

O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos (2018)

O caso se torna sério quando temos um filme com basicamente um ano de seu lançamento, mas que praticamente todos já esqueceram – e isto inclui seu público-alvo, as crianças. Geralmente, este é o caso com produções problemáticas – o que é exatamente o caso aqui com esta superprodução da Disney de “humildes” US$120 milhões de orçamento. Dois diretores foram chamados para dar cabo deste trem: Lasse Hallstrom e Joe Johnston (ele de novo), mas mesmo assim, seus esforços não foram suficientes para emplacar esta obra criada nos moldes de fantasias como Alice no País das Maravilhas (2010) na mente do grande público.

Pior para a gracinha Mackenzie Foy (mais conhecida como a filha do casal protagonista de Crepúsculo), que teria com O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos sua chance de se tornar uma jovem estrela de Hollywood. Acontece. O filme passou em branco e seus esforços não foram notados. Torcemos para que a menina ganhe novas oportunidades de demonstrar seu talento. Ah sim, esse blockbuster também contava com as presenças de Keira Knightley, Helen Mirren e Morgan Freeman. Aposto que você não lembrava.

10 Filmes dos anos 80 que foram FRACASSO, mas se tornaram POPULARES de novo!

Nada como um dia após o outro. O tempo cura todas as feridas. Você certamente já ouviu esses dizeres antes. Eles são boas filosofias de vida para levarmos conosco. E eles se traduzem também para o mundo do cinema. Neste universo, eles querem dizer que o fracasso do passado, pode vir a se tornar o sucesso do futuro. Tudo o que necessita é a mudança de pensamento de uma geração para a outra.

A verdade é que os filmes muitas vezes precisam se tornar sucesso em sua época de estreia, para renderem dinheiro e fazer valer o seu custo. Mas quando isso não acontece podem ganhar algo ainda melhor: a imortalidade no consciente social. Isso quer dizer que um sucesso financeiro em sua época de lançamento pode não se traduzir ao longo do tempo. E por outro lado, um fracasso do passado pode entrar para a história como um filme verdadeiramente apreciado. Abaixo falaremos justamente de dez casos assim, dez filmes que foram fracasso em sua época de lançamento nos cinemas, mas que depois se tornaram extremamente populares. Confira.

Blade Runner: O Caçador de Androides (1982)

Blade Runner’, de Ridley Scott, define como nenhum outro o propósito desta matéria. Hoje, o longa é considerado um dos melhores filmes da história da sétima arte, e uma ficção científica altamente influente. O longa até hoje é estudado e figura no top 5 dos filmes mais marcantes de seu gênero. Com toda essa glória fica até difícil de acreditar que o longa fracassou em sua época de lançamento, no início dos anos 80. Mas foi o que aconteceu, com a audiência da época não comprando muito sua proposta lenta de uma ficção noir. Justamente por também ser uma quebra dos filmes energéticos que Harrison Ford estrelava na época (vide Star Wars e Indiana Jones). Tudo o que bastou foi o filme ser lançado nas locadoras e ser descoberto por todo um novo público. Assim começava a jornada ascendente de ‘Blade Runner’.

Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986)

Por falar em filmes que marcaram época, todos que cresceram nos anos 80 certamente lembram das infinitas reprises deste longa dirigido por John Carpenter na Sessão da Tarde. A frase “marcou época” parece ter sido criada para este filme. Assim, acostumados a adorar o filme quando passou na TV aberta, muitos sequer podem imaginar que ‘Os Aventureiros do Bairro Proibido’ na verdade se tornou um fracasso para a carreira do cineasta e que isso o deixou bastante chateado na época. Acontece que o diretor investiu pesado na criação do filme e esperava ter um sucesso em mãos. Mas na época ninguém ligou muito para o filme. Inacreditável.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Voltando para o ano de 1982 e voltando a falar de John Carpenter, o diretor é considerado hoje um verdadeiro mestre do cinema e um dos maiores marcos dos anos 80. De fato, ele e Steven Spielberg surgem lado a lado como os dois diretores mais adorados e influentes da época, tendo criado um clássico atrás do outro. A diferença, porém, é que os filmes de Spielberg fizeram sucesso quando lançados, já os de Carpenter só seriam descobertos anos mais tarde, por um novo público. Acontece, na arte temos diversos gênios que só foram apreciados após sua morte, inclusive. Carpenter entrega uma verdadeira obra-prima do medo e da paranoia, cujos efeitos práticos ainda chamam atenção até hoje. Porém, o filme precisou lidar com o sucesso do rival ‘E.T.’ (por falar em Spielberg) e daí já viu, não tinha para ninguém.

Highlander: O Guerreiro Imortal (1986)

A graça das videolocadoras é que ninguém se importava ou sabia na época se um filme havia sido sucesso ou não nos cinemas. A partir do momento em que ele chegava em vídeo, bastava olharmos para sua capa para decidirmos se iríamos gostar ou não. Assim surgia a trajetória de muitos clássicos dos anos 80. O mesmo ocorria com suas exibições na TV aberta. Foi só quando nos ternamos mais velhos que fomos capazes de entender que bem, aquele filme que adorávamos não havia feito sucesso nos cinemas. Foi o caso com o cult máximo ‘Highlander: O Guerreiro Imortal’, que mesmo contando com Sean Connery no elenco e a trilha sonora do Queen, passou em branco nas telonas, conquistando o público apenas em casa. Mas foi o que bastou para o longa gerar uma sequência alguns anos depois. Mas isso é assunto para outra hora…

Flash Gordon (1980)

Por falar na banda Queen, o grupo musical comandado por Freddie Mercury é um dos mais celebrados de todos os tempos. Mas isso não impediu a banda de ser considerada “tóxica”, ao menos para as trilhas sonoras do cinema. Acontece que duas produções relativamente ambiciosas contrataram a banda para escrever e cantas as canções da trilha sonora, e ambos se tornaram fracassos de bilheteria. Bom, mas podemos dizer que ambos foram resgatados logo depois se tornando filmes cult. Depois de ‘Highlander’, temos agora na lista ‘Flash Gordon’ – baseado em clássicos quadrinhos pulp. A tentativa foi transformar a ideia no novo ‘Star Wars’, após o sucesso do filme de George Lucas. Aqui também tínhamos uma aventura espacial grandiosa, porém, o longa ficou parecendo uma paródia da saga de Luke Skywalker. Hoje, o filme é visto com olhos bem mais benevolentes.

Deu a Louca nos Monstros (1987)

Aqui temos outro caso de filme bastante querido pela geração cujo primeiro contato com os filmes ocorria através das exibições da rede Globo. Quando pensamos nos filmes queridos de 1987, pensamos automaticamente em longas como ‘O Predador’, ‘Robocop’, ‘Máquina Mortífera’ e até mesmo em ‘Os Garotos Perdidos’. Hoje, as gerações mais novas quase não falam em ‘Deu a Louca nos Monstros’, nome que ‘Monster Squad’ ganhou no Brasil. porém, todos que viveram àquela época jamais esquecerão do filme que juntou em tela os maiores monstros do cinema (Drácula, Frankenstein, Lobisomem, a Múmia e o monstro da lagoa) para enfrentar uma espécie de ‘Os Goonies’. E são justamente estes fãs mais velhos que mantém a obra viva em sessões de meia noite e sessões especiais, principalmente nos EUA, onde o filme ganhou inclusive um documentário. Isso termina apresentando o longa para novas gerações.

Brazil – O Filme (1985)

Ao lado de ‘Blade Runner’, ‘Brazil – O Filme’ se tornaria uma das ficções científicas mais queridas a sair dos anos 80, e um dos filmes mais à frente de seu tempo. A diferença é que ‘Brazil’ é uma grande crítica social, que possui muito humor ácido incluído em sua narrativa, fazendo sátira de tudo o que ainda rege nossa sociedade, desde trabalhos altamente burocráticos, a obsessão por cirurgias plásticas, nossa capacidade de ficar dormente em meio aos grandes problemas e como a engrenagem pode nos engolir se não soubermos dosar com o que verdadeiramente importa. O protagonista vivido por Jonathan Pryce desejava apenas escapar de tudo isso e fugir para longe com sua amada. É claro que um filme tão complexo seria uma venda difícil e ‘Brazil’ realmente não obteve sucesso. Mas obteve o maior prêmio, se tornou um cult por excelência.

Era uma Vez na América (1984)

Um dos cineastas mais cultuados de todos os tempos pelos cinéfilos é o italiano Sergio Leone. Ele foi o responsável por lançar a carreira de Clint Eastwood no cinema, por exemplo, graças aos faroestes conhecido como a trilogia dos dólares (‘Por um Punhado de Dólares’, ‘Por uns Dólares a mais’ e ‘Três Homens em Conflito’). Mas Leone lançaria ainda o que muitos consideram sua verdadeira obra-prima, ‘Era uma Vez no Oeste’. O último filme do diretor, no entanto, contradizendo o resultado de seus trabalhos anteriores, se tornaria um fracasso financeiro. A ideia era realizar “o grande filme de máfia”, assim como havia feito com “o grande faroeste” em ‘Era uma Vez no Oeste’. Mas o público não comprou a ideia e ‘Era uma Vez na América’ amargaria o fracasso. Hoje, mais de 40 anos depois, o filme é lembrado com mais carinho tendo se tornado um cult do gênero gangster.

O Rei da Comédia (1982)

Acima falei de ‘Era uma Vez na América’, filme de Sergio Leone, estrelado pelo grande Robert De Niro. É o veterano ator que aparece de novo na lista agora, estrelando outro longa que foi fracasso em sua época de estreia nos cinemas, somente para ressurgir como sucesso cult alguns anos depois. Bem, e se dissermos que o longa é dirigido por ninguém menos que Martin Scorsese a coisa ainda melhora. Acontece que Scorsese é um dos cineastas mais cultuados de todos os tempos, mas nos anos 80 entregou algumas obras que não foram tão bem-vistas assim pela crítica da época.

Filmes como ‘A Última Tentação de Cristo’, ‘Contos de Nova York’, ‘A Cor do Dinheiro’, ‘Depois de Horas’ e este ‘O Rei da Comédia’. Foi só depois de adentrar os anos 90, e fazer as pazes com os críticos, graças ao indicado ao Oscar ‘Os Bons Companheiros’ (que marcou o início de uma nova boa safra), que os filmes dos anos 80 do diretor começaram a ser revisitados e revistos como obras incompreendidas. Do lote, ‘O Rei da Comédia’ sobressai. Junte a isso o lançamento de ‘Coringa’ (2019), filme que pegou muita inspiração do longa de Scorsese, e que foi redescoberto por uma nova geração graças ao blockbuster do palhaço do crime.

Os Sete Suspeitos (1985)

Finalizando a matéria, temos o “whodunit” definitivo dos anos 80. Mas não se trata de um suspense eletrizante, e sim de uma comédia que brinca com o gênero do assassino oculto, que permeou os grandes livros de Agatha Christie, por exemplo. ‘Os Sete Suspeitos’ na verdade é bem mais que uma brincadeira com o suspense clássico do assassinato em uma grande mansão onde todos são suspeitos, inclusive o mordomo. O longa é a adaptação para o cinema do jogo de tabuleiro ‘Clue’, no Brasil conhecido como “Detetive”. Você lembra?

Pois é, nos anos 80 fizeram um filme dele, que rapidamente foi desmerecido e varrido para debaixo do tapete. É claro que bastou o longa ser lançado nas locadoras para um novo público o descobrir. Hoje, o longa é um dos maiores cults saídos dos anos 80, com uma verdadeira legião de fãs. Também pudera, é diversão garantida. O mais legal é que de fato os realizadores gravaram três finais alternativos, e cada um era exibido em um cinema diferente. Fora isso, a ideia vem sendo anunciada para um reboot, que será encabeçado por Ryan Reynolds e Jason Bateman.

‘Miss Bala’: Gina Rodriguez está em busca de vingança no trailer SENSACIONAL do filme; Assista!

Miss Bala‘, estrelado por Gina Rodriguez (‘Jane the Virgin‘), ganhou  o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Catherine Hardwicke, o filme será lançado no dia 21 de fevereiro de 2019.

O drama segue uma mulher que, depois de sua amiga ter desaparecido em Tijuana, encontra-se no meio de um jogo perigoso entre a CIA, a DEA e um carismático chefe de crime.

O elenco ainda inclui Anthony Mackie, Matt Lauria e Aislinn Derbez.

O filme é um remake de uma produção mexicana homônima lançada em 2011.

‘O Cristal Encantado’: Diretor fala sobre importância dos efeitos práticos na série

Em entrevista ao Empire, o diretor Louis Leterrier falou sobre a importância de usar efeitos práticos ao invés de CGI na série ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência ‘ (The Dark Crystal: Age of Resistance), que será uma prequel do filme clássico ‘O Cristal Encantado‘.

“Nós estamos investindo muito nisso. Ninguém mais é enganado por CGI. Nós sabemos quando algo é feito por efeitos digitais. Nós sabíamos que tínhamos que trabalhar com efeitos práticos… E nós estamos usando bonecos de uma forma que nunca fizemos antes.”

Ele completa, “Mesmo que você não tenha visto o filme, ainda é muito emocionante.”

A primeira temporada irá estrear na plataforma no dia 30 de agosto.

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.

‘Carta ao Rei’: Nova série da fantasia da Netflix ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da série de fantasia ‘Carta ao Rei‘ (The Letter for the King).

Confira:

Após receber uma carta secreta que pode definir o destino do reino, um jovem aprendiz de cavaleiro (Amir Wilson) parte em uma missão épica: entregar a carta ao rei e salvar o mundo da escuridão eterna.

A série será lançada na plataforma no dia 20 de março.

‘Virgin River’: Segunda chance no amor no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada da série romântica ‘Virgin River‘.

Confira:

A segunda temporada será lançada na plataforma no dia 27 de novembro.

A série é uma adaptação da saga de livros da autora Robyn Carr, que conta com 20 volumes, cujo o título do primeiro é exatamente o nome da cidade onde a trama se passa.

A produção acompanha Melinda, uma enfermeira que decide abandonar sua vida na cidade grande para tentar se redescobrir no pequeno município de Virgin River. Lá, além de tentar esquecer dos erros do passado, ela vai acabar descobrindo um novo amor em sua vida.

A produção é estrelada por Martin Henderson, Alexandra Breckenridge, Annette O’Toole e Tim Matheson.

‘Os Monstros’: Rob Zombie recriará a mansão clássica da série original em seu reboot

Através do seu Instagram, o diretor Rob Zombie compartilhou uma planta da nova mansão do seu reboot de ‘Os Monstros‘, que irá recriar fielmente a mansão da série original.

“As plantas estão prontas! É hora de começar a construir. Preparem-se para a casa dos Monstros mais perfeita desde 1964. Eu quero que fique fiel,” declarou o cineasta.

Até o momento, a única atualização positiva sobre o projeto é que o colaborador de longa data de Zombie, Jeff Daniel Phillips, foi escalado como Herman Munster.

Para quem não conhece, a série teve apenas duas temporadas, exibidas entre 1964 e 1966, totalizando 70 episódios.

A trama acompanha uma típica família trabalhadora de classe média dos subúrbios das grandes cidades, apesar da casa em que moravam se parecer com uma mansão gótica de estilo vitoriano.

O chefe da família é Herman, funcionário de uma funerária, e que possui a aparência clássica do monstro de Frankenstein, muito forte e de mentalidade um pouco lenta e infantil. Ele é casado com a vampira Lily, quem toma todas as dcisões no lar. Assim como ela, o vovô também é um vampiro e se veste como o Conde Drácula.

O filho deles se chama Eddie, um lobisomem mirim ainda na escola. E também há Marilyn, uma adolescente muito bonita que é sobrinha do casal, a única de aparência humana.

Quando ela trazia um pretendente para casa (o que acontecia com frequência), a aparência de Herman os fazia fugir. Ele e Marilyn achavam que isso acontecia por ser ela “muito feia”.

Em 1988, o programa foi renovado sob o título ‘A Família Monstro‘, devido à mudança de estúdio.

Exibida entre 1988 a 1991, a nova série teve 72 episódios e mostrava a rotina da família após ficarem adormecidos por 22 anos por causa de uma experiência mal-sucedida do vovô.

Obviamente, todo o elenco foi substituído.

‘Pânico’: Showrunners revelam ideia INSANA para a 3ª temporada

Em entrevista ao Bloody Disgusting, os showrunners Michael GansRichard Register revelaram suas ideias INSANAS para a 3ª e 4ª temporada da série ‘Pânico‘, antes da MTV cancelar a produção e desenvolver o fracassado reboot ‘Scream: Resurrection‘.

“Nós estávamos planejando algo meio ‘O Silêncio dos Inocentes’. Alguém estaria matando novamente e o Kieran, que originalmente sobreviveria o especial da Halloween, seria a única pessoa que poderia dizer o que está acontecendo à Emma. Eventualmente, Kieran escaparia da prisão e se tornaria uma ameaça aos nossos heróis novamente. No decorrer da terceira temporada, o assassino iria matar vários dos nossos personagens favoritos: Brooke, Stavo, a mãe da Emma, o Xerife Acosta e até mesmo a Audrey. No último episódio, os únicos ainda vivos seriam a Emma, Noah e o Kieran, em um confronto final em uma fazenda abandonada. Noah iria morrer, mas a Emma finalmente conseguiria matar o Kieran. Então, com o Kieran morto em uma poça sangue… CORTA.”

Ele continua, “Nós revelaríamos que estávamos no set de filmagem da série ‘Pânico’. Os atores se abraçam e há menções sobre o término das gravações. Nós iríamos revelar que tudo não passava de uma série [dentro da série]. Então, Amadeus Serafini [o ator que interpreta o Kieran] iria ao seu camarim e seria assassinado novamente. De verdade, dessa vez. Esse seria o gancho para a quarta temporada, com os atores da série interpretando a si mesmos. O assassino, com a máscara original do Ghostface, seria obcecado com a franquia original e estaria se vingando dos atores e equipe dessa série. Isso nos daria a oportunidade de conectar a série com os filmes, com possíveis aparições dos atores da franquia original interpretando versões de si mesmos.”

Vale lembrar que ‘Pânico 6‘ já está confirmado e será lançado no dia 31 de março de 2023! As filmagens começam em junho, no Canadá.

Ontem, Courteney Cox confirmou que vai retornar como a icônica Gale Weathers no sexto filme, que ainda não tem título oficial.

“Eu recebi o roteiro ontem mesmo. Não tive tempo de começar a ler, mas estou muito animada para descobrir o que eles fizeram dessa vez. As filmagens começam em junho, no Canadá. Acho que não posso dizer mais nada. Ah, deixa eu te contar quem é o assassino…”, brincou a atriz em entrevista ao Just a Variety.

Em entrevista ao HalloweenDailyNews, a atriz Neve Campbell também voltou a falar sobre seu possível retorno da sequência:

“Eles me abordaram [para retornar em ‘Pânico 6’], mas ainda não há roteiro. Eles me disseram irão apresentar o primeiro rascunho em breve. Na verdade, eu deveria ter ligado para um produtor ontem, porque ele queria falar comigo sobre o que está acontecendo com o projeto. Eu vou ler o roteiro e ver como irei me sentir.”

O próximo filme trará de volta os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett e os roteiristas James Vanderbilt (‘Zodíaco’) e Guy Busick (‘Casamento Sangrento).

Vale lembrar que o quinto filme da franquia ‘Pânico‘ já arrecadou sólidos US$ 134.6 milhões mundialmente, conseguindo ultrapassar a bilheteria total de ‘Halloween Kills‘ ($131.6m).

Agora, o longa se tornou a maior bilheteria para um filme de terror durante o período da pandemia.

Assista nossa crítica:

‘Servant’: Acerto de contas final no trailer TENSO da última temporada

A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 4ª (e última) temporada da aclamada série ‘Servant‘, drama de terror de M. Night Shyamalan.

Confira:

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 13 de janeiro de 2023.

Assista a nossa entrevista com o designer de produção de ‘Servant‘:

Dirigida por Shyamalan, a produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

Roteirista fala sobre possíveis spin-offs do live-action de ‘One Piece’

Em uma sessão de perguntas e respostas no Reddit, o roteirista Matt Owens comentou sobre a possibilidade do live-action de ‘One Piece‘ – que recentemente se tornou um dos maiores sucessos da Netflix – ganhar spin-offs.

Além de estar aberto à ideia, Owens revelou que já pensa em um derivado focado no Mihawk, o melhor espadachim do mundo, que acabou se tornando um dos maiores destaques da primeira temporada do live-action.

“Eu adoraria ter essa chance! Há muitas histórias incríveis neste universo que ainda não tivemos a oportunidade de explorar. Eu adoraria desenvolver uma série focada em uma versão mais jovem do Mihawk. Adoraria ver sua ascensão neste mundo, interagindo com outras figuras importantes do passado.”

Anteriormente, a diretora de fotografia Nicole Hirsch Whitaker revelou que o desenvolvimento da segunda temporada já começou: “Bem, eles definitivamente já começaram a escrever, desde que a greve de roteiristas finalizou. Para os novos episódios, há muito material a ser feito com base no anime. Mas eles terão que fazer isso o mais rápido possível, antes que todo mundo fique velho demais.”

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

George R.R. Martin joga a real sobre o que achou da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão’

Através do seu blog, George R.R. Martin aclamou a adaptação da 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ (House of the Dragon).

Após conferir dos dois primeiros episódios do novo ciclo, o autor não poupou elogios ao seriado, destacando a direção e o sólido desempenho de seus atores.

“Eu já visitei castelos de verdade que não pareciam tão imponentes quanto Red Keep e Dragonstone. Os sets eram enormes. Eu também dei uma conferida nos dois primeiros episódios da segunda temporada. Que jeito incrível de começar a temporada. A direção é sensacional. Alan Taylor, veterano de ‘Game of Thrones’, comandou o primeiro episódio, enquanto Clare Kilner dirigiu o segundo. Ambos fizeram um trabalho maravilhoso.”

Ele completa, “E não posso falar o suficiente sobre as atuações. Emma D’Arcy tem apenas uma fala em ‘A Son for a Son’, mas se expressa tão bem por seus olhos e rosto que acabou dominando o episódio; o luto por seu filho é palpável. Tom Glynn-Carney dá vida ao Aegon de um jeito que nunca havíamos visto antes; ele é mais do que um vilão nesta série. Ele nos mostra sua fúria, sua dor, seus medos e dúvidas. Sua humanidade.”

Vale lembrar que o quarto episódio será lançado no dia 7 de julho.

Confira a prévia e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a 2ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ será mais curta que a anterior, como oito episódios em vez de 10, o que deixou os fãs bem chateados.

No final da primeira temporada, Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy) deveria se tornar a governante legítima dos Sete Reinos, tendo sido nomeada por seu falecido pai, o Rei Viserys (Paddy Constantine). Infelizmente, as coisas dão errado quando a Rainha Alicent (Olivia Cooke) coroa seu filho, Aegon (Tom Glynn-Carney) como o novo rei. A temporada termina com um dos filhos de Alicent matando um dos filhos de Rhaenyra, essencialmente iniciando uma guerra que deverá florescer nos próximos episódios.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Resgate Implacável’ DESBANCA ‘Branca de Neve’ e conquista o TOPO das bilheterias nos EUA

De acordo com o The Wrap, ‘Resgate Implacável‘ conseguiu desbancar o live-action de ‘Branca de Neve‘, conquistando o topo das bilheterias norte-americanas.

O longa dirigido por David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) fechou o seu primeiro final de semana com US$ 15.6 milhões. Já o filme da Disney arrecadou apenas US$ 13.8 milhões, o que representa uma queda de -67% em comparação ao final de semana anterior.

O desempenho ficou acima das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 10 milhões.

Para termos de comparação, o último filme estrelado por Jason Statham, ‘Beekeeper: Rede de Vingança‘, abriu com US$ 16.5 milhões domesticamente.

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa parece ter agradado os espectadores, registrando 90% de aprovação do público no site e ganhando uma nota B no CinemaScore.

Crítica | ‘Resgate Implacável’ não tem uma gota de originalidade, mas se respalda no carisma de Jason Statham

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

David Ayer (‘Esquadrão Suicida’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Sylvester Stallone – baseado no romance homônimo de Chuck Dixon.

Levon Cade, um ex-agente de operações secretas, leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil. No entanto, Levon é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

O elenco ainda conta com David Harbour, Michael Peña, Jason Flemyng, Arianna Rivas, Noemi Gonzalez e Emmett J. Scanlan.

Homem sério com taco em cartaz de filme

Aventura rumo à Grand Line em teaser inédito da 2ª temporada de ‘One Piece’; Confira!

Para comemorar o Natal, a Netflix divulgou um teaser inédito da aguardada 2ª temporada de ‘One Piece‘, intitulada ‘One Piece: Rumo à Grand Line‘.

Programado para o dia 10 de março, o próximo ciclo adaptará os arcos Loguetown, Laboon, Whisky Peak, Little Garden e Ilha Drum.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

‘One Piece’: Showrunner deixa live-action da Netflix para “cuidar da saúde mental”

‘One Piece’: Eiichiro Oda comenta versão live-action de Tony Tony Chopper

Iñaki GodoyEmily RuddMackenyuJacob Romero GibsonTaz Skylar estrelam a produção que adapta o manga de mesmo nome.

Na série, Monkey D. Luffy (Godoy) é um garoto de espírito livre que tem energia e coragem de sobra. Seu maior sonho é se tornar o Rei dos Piratas e conquistar os mares e, para isso, ele tem como missão encontrar o legado de Gold Roger. O One Piece é o maior tesouro escondido pelo pirata e achá-lo é a única forma de chegar ao seu objetivo. Para essa arriscada missão, Luffy reúne uma tripulação habilidosa e pronta para enfrentar perigosos rivais e explorar ilhas misteriosas.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 3ª temporada!

 

Tom Hiddleston é recrutado para uma expedição em vídeo de ‘Kong – A Ilha da Caveira’

Kong – A Ilha da Caveira‘ ganhou um novo comercial, onde vemos o Capitão James Conrad (Tom Hiddleston) sendo recrutado por Bill Randa (John Goodman) para uma expedição em uma ilha inexplorada.

Assista:

 

Vale lembrar que a produção também tem estreia garantida na China, mais precisamente para 24 de março. 

‘Kong – A Ilha da Caveira’ ganha belo cartaz e imagem estampada por Brie Larson

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Kong – Skull Island’ terá ligação com o remake de ‘Godzilla’ 

Kong: A Ilha da Caveira‘ é estrelado por Tom Hiddleston, Sam Jackson, Brie Larson, John Goodman, Tian Jing, Corey Hawkins, Jason Mitchell, John Ortiz, Shea Whigham e Toby Kebbell.

Dirigido por Jordan Vogt-Roberts, o longa fará uma imersão completa do público na misteriosa e perigosa casa do rei dos macacos, quando uma equipe de exploradores se aventura no traiçoeiro interior da ilha.

Gorilão mostra toda a sua força no novo banner de ‘Kong – A Ilha da Caveira’

A estreia mundial está prevista para o dia 9 de março de 2017 nos formatos 2D, 3D e IMAX.

 

‘Star Wars – Os Últimos Jedi’: Luke Skywalker não foi para o lado negro, diz Mark Hamill

Um dos questionamentos mais recentes relacionados a ‘Star WarsOs Últimos Jedi’ diz respeito ao próprio Luke Skywalker e sua possível conversão ao lado negro da Força.

No entanto, a dúvida foi definitivamente sanada após uma recente entrevista feita pelo veterano Mark Hamill.

Segundo o ator, Luke não se desviou para o lado negro, embora esteja diferente:

“Em ‘O Despertar da Força’, Luke está bem confiante quanto à sua habilidade de tomar boas decisões, ao ponto de que isso chega a perseguí-lo, assombrando-o em seu íntimo. Mas isso não significa que ele foi pro lado negro, ele não fez isso. Não estamos diante de uma versão má dele. Mas o que posso dizer é que esse é um lado dele que eu não esperava ver jamais, o que extraiu muito de mim, me fazendo sair da zona de conforto. Foi um enorme desafio”.

 

Star WarsOs Últimos Jediganhou uma nova sinopse misteriosa em que sugere que a Rey ficará tentada a ir para o lado sombrio da Força.

“A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles”.

Será que a Rey vai mesmo ceder e se juntar ao Kylo?

 

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

 

EXCLUSIVO! ‘Slender Man’: As cenas MAIS VIOLENTAS foram retiradas do filme

O terror Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ estreia na próxima semana no Brasil e os fãs perceberão que algumas das tomadas apresentadas nos trailers não estarão nos cinemas.

E segundo a protagonista do terror, Joey King, as cenas mais violentas é que foram cortadas da versão final. Em uma entrevista EXCLUSIVA com a jornalista Rafa Gomes, pelo telefone, a atriz comentou que o estúdio considerou a opinião pública para tomar essa decisão, a fim de também evitar qualquer desvirtualização da premissa original do longa, interpretação equivocada ou algum tipo de influência negativa sobre as audiências mais jovens.

Disse:

“O que eu acho que aconteceu foi que, depois do lançamento do trailer, eles [estúdio] ouviram a reação do público em relação ao filme e o que as pessoas estavam pensando e acharam ser importante remover algumas cenas que poderiam influenciar alguns espectadores mais novos. E essas cenas retiradas eram as mais violentas e eu acho que a Sony quis garantir que eles não estariam divulgando uma mensagem que poderia ser desconfortável e quiseram lançar o filme o mais fiel possível”.

 

Com a remoção de algumas cenas, a expectativa por uma versão do diretor existe e a atriz comentou a possibilidade:

“Eu espero que em algum ponto uma versão do diretor seja lançada. Eu acho que as cenas cortadas foram necessárias para o lançamento mundial do filme, mas espero que em algum determinado momento eles possam divulgar a visão original para o filme”.

 

Sony Pictures divulgou um novo trailer perturbador do terror ‘Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’, além disso, o filme ganhou uma nova data de estreia no Brasil: 23 de Agosto.

As protagonistas são as jovens Joey King, de ‘Invocação do Mal‘, e Annalise Basso, de Ouija: Origem do Mal. Além delas, estão confirmados Jaz Sinclair (‘When The Bough Breaks’) e Talitha Bateman (‘Annabelle 2’).

O pouco conhecido David Byrke escreveu o roteiro.

A estreia de Slender Man: Pesadelo Sem Rosto’ no Brasil foi marcada para 23 de agosto de 2018.

‘Austin Powers 4’: Sequência pode não acontecer; Saiba o motivo!

Há muito tempo se discute a respeito da possibilidade de uma sequência de ‘Austin Powers‘ acontecer, mas os anos se passaram e o projeto não foi adiante.

Em 2018, Mike Myers afirmou que o novo filme estaria a caminho, mas a súbita morte do ator Verne Troyer – no auge de seus 49 anos – tornou o retorno da franquia incerto.

E segundo o diretor dos três primeiros longas, Jay Roach, embora ele esteja disposto a fazer um novo capítulo, tudo depende de Myers e da história que ele quer contar. Em virtude da morte de Troyer, que interpretava o sidekick do Dr. Evil, o Mini-Me, a exploração desse personagem – que fazia parte dos planos de ‘Austin Powers 4‘ – foi totalmente descartada.

Em uma entrevista ao The Independente, Roach comentou a possibilidade ou não de um novo filme da franquia:

“A gente tem tentado pensar em uma ideia que faria um quarto filme valer a pena há bastante tempo, mas tudo sempre depende do Mike. Nós sempre pensamos que havia algo a mais para ser contado sobre o Dr. Evil, mas não sei como é possível fazer isso sem o Verne. Sempre tivemos ideias de revelar toda a vida que ele teve, o que levaria seu personagem ainda mais longe. Se Mike conseguir descobrir como fazer isso, nós – com certeza – faríamos algum tributo ao Verne. Eu estarei disponível, se um dia ele quiser fazer isso”.

 

‘Better Call Saul’: Produção da 6ª e última temporada deve ser adiada para 2021

Os fãs de ‘Better Call Saul‘ terão que esperar um pouco mais para conferir a 6ª e última temporada da produção.

Segundo o showrunner Peter Gould, em virtude do quadro pandêmico, as gravações devem ser adiadas para 2021. Em entrevista ao portal Deadline, o produtor compartilhou suas expectativas, afirmando:

“Nós tínhamos esperanças de iniciar a produção no final desse ano. Mas não me parece que será provável que isso aconteça, com a situação em que estamos. A Sony Pictures Television está fazendo tudo humanamente possível para iniciar as filmagens de forma segura e eu acho que, infelizmente, teremos que atrasá-la um pouco mais”.

Lembrando que a estreia da 6ª e última temporada de Better Call Saulestá prevista para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e dezembro).

Better Call Saul‘ é um prequel da aclamada e premiada série ‘Breaking Bad‘, que teve o criador Vince Gilligan e roteirista/produtor Peter Gould como co-showrunners da primeira temporada.

A história acontece seis anos antes de Saul Goodman (Bob Odenkirk) encontrar Walter White. Quando o conhecemos, o homem que se tornará Saul é conhecido como Jimmy McGill, um pequeno advogado em busca de seu destino e correndo para pagar as despesas. Trabalhando com, e frequentemente contra Jimmy, está o fixer Mike Ehrmantraut (Jonathan Banks), um personagem amado, introduzido pela primeira vez em Breaking Bad. A nova série irá mostrar a transformação de Jimmy em um homem que coloca a palavra criminal em ‘advogado criminal’.

‘Impeachment: American Crime Story’: Monica Lewinsky aprovou cada palavra do roteiro

Para manter a precisão dos fatos e respeitar a história verdadeira, a ativista Monica Lewinsky foi consultada em toda a produção do roteiro da série ‘Impeachment: American Crime Story‘. A informação foi revelada pela própria atriz Beanie Feldstein, que dará vida a figura em questão.

Em uma entrevista à revista EW, Feldstein comentou sobre o importante envolvimento de Lewinsky na aprovação do roteiro, para garantir que ela se sentisse confortável e bem representada em tela. Na ocasião, a atriz ainda revelou que ela aprovou “cada palavra” e “cada página” da série.

Falando especificamente sobre o segundo episódio, a jovem atriz ponderou:

“Quando recebi os roteiros, eu sabia que cada palavra que eu diria já havia sido aprovada e tinha ido primeiro para a Monica…Os produtores analisaram os roteiros com ela, que fez todos os seus comentários e observações. E no instante em que o material chegou em minhas mãos, eu já tinha certeza de que tudo ali era algo com o qual ela se sentia confortável, sentia que era real para sua vida e a representava”. 

Confira o trailer da 3ª temporada de ‘American Crime Story‘:

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 7 de setembro.

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill ClintonBeanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

‘Anxious People’: Angelina Jolie irá estrelar nova comédia baseada em ACLAMADO romance

Segundo o Deadline, a vencedora do Oscar Angelina Jolie irá estrelar a adaptação do romance escandinavo Anxious People, dirigido por Marc Forster (‘Guerra Mundial Z’, ‘O Pior Vizinho do Mundo’).

Baseado no livro assinado por Fredrik Backman, o filme está sendo lançado à frente do mercado de Cannes pela Black Bear e pela Hope Studios.

A comédia, ambientada na véspera do Natal, acompanha a banqueira de investimentos Zara (Jolie) relutantemente se misturando a um grupo de estranhos em uma casa aberta. Quando um assaltante de banco inadvertidamente toma o grupo como refém, o caos e o compartilhamento excessivo se instalam, segredos são revelados e literalmente nada sai conforme o planejado.

O filme é descrito como sendo “sobre um crime que nunca aconteceu, um aspirante a assaltante de banco que desaparece no ar e oito estranhos extremamente ansiosos que descobrem que têm mais em comum do que jamais imaginaram… Por meio de uma história engenhosamente construída, Anxious People explora o poder duradouro da amizade, do perdão e da esperança — as coisas que nos salvam, mesmo nos momentos mais ansiosos”.

A história foi adaptada para as telonas por David Magee (‘As Aventuras de Pi’).

Mais informações não foram reveladas.

‘Liga da Justiça’: Joss Whedon dirigiu e roteirizou a cena de abertura com o Batman

A cena de abertura de Liga da Justiça foi uma das mais elogiadas pelos críticos. Em entrevista para a Men’s Fitness, o ator Holt McCallany (Mindhunter) revelou detalhes da sequência.

O ator interpreta o assaltante visto na cena de abertura, que é usado por Batman como isca para os parademônios.

Segundo o ator, o trecho foi rodado durante as refilmagens e foi escrito por Joss Whedon:

“A cena com Batman foi pensada como uma cena mais cômica. Foi assim que Joss escreveu ela e foi assim que nós a filmamos. Achei que ficou incrível, mas o estúdio sentiu que seria errado começar o filme com uma cena completamente cômica, então foi um pouco editada. Fiquei decepcionado, mas quando cheguei em Nova Iorque encontrei uma garrafa do meu Champagne favorito com um recado de Joss que dizia: ‘Existem batalhas perdidas. Obrigado, Joss’. Não posso dizer o quanto significou para mim ele ter escrito isso. Joss é um cara de classe. Mandei enquadrar esse bilhete”

Saiba mais sobre as cenas filmadas por Joss Whedon e por Zack Snyder:

A produção da Liga da Justiça enfrentou diversos problemas, desde a saída do diretor Zack Snyder por motivos pessoais, e a substituição por Joss Whedon, que acabou refilmando 15-20% do filme, ou seja, a maior parte do que vemos em tela ainda é fruto de Snyder.

Agora, de acordo com o We Got This Covered, graças a algumas novas informações de uma fonte confiável, temos um resumo das principais mudanças que Whedon fez para o corte inicial de Snyder, bem como as cenas dele que permaneceram intactas.

A lista é muito abrangente, escolhemos alguns dos principais pontos de interesse:

  • Apesar dos rumores de que Whedon havia adicionado mais cenas da Mulher-Maravilha, a grande cena de ação de Diana em Londres sempre fez parte da visão de Snyder.

  • O Flash recebeu mais cenas heroicas na versão de Whedon, por exemplo, salvando aqueles raptados por Steppenwolf e ajudando a família russa durante o clímax.
  • Quase todas as cenas do Superman são do Whedon, exceto por alguns detalhes aqui e ali (principalmente momentos de ação). Muitos já apontaram isso, devido ao CGI do bigode do Henry Cavill.
  • A cena do Superman ressuscitando e a batalha com a Liga foi planejada por Snyder;
  • Superman voltando para casa da fazenda com Lois foi de Snyder;
  • Batman dizendo “minha vez” é de Snyder, porém, foi substituído por “Não trouxe uma espada” e “ele é alto…” de Whedon.
  • As cenas de slow motion de Flash foram ideias de Snyder;
  • Batman e Mulher-Maravilha conversando sobre os planos na nave foi de Whedon;
  • Darkseid aparecia em versões iniciais do filme, durante o flashback da guerra antiga e em uma sequência de storyboards, onde a Trindade procura um tubo de explosão que leva Steppenwolf para longe da Terra.
  • Quanto às cenas de pós-créditos, a primeira – a corrida entre Superman e Flash – é do Whedon, enquanto a segunda, sobre a Liga da Injustiça, com Lex Luthor, era plano do Snyder.
  • Steppenwolf roubando a última Caixa Materna é a mesma em todas as versões.

A descrição completa aqui.

POLÊMICA! Joss Whedon curte comentário criticando o vilão de ‘Liga da Justiça’ e deixa fãs furiosos!

A publicação também revela algumas curiosidades como que James Wan (diretor deAquaman) ajudou na construção da cena entre Aquaman e Mera (que era maior do que foi mostrada na versão final do filme); Algumas cenas de Gal Gadot na Batcaverna foram usadas dublê de corpo, já que a atriz estava ocupada com a turnê promocional de Mulher-Maravilha durante a filmagem.

‘Liga da Justiça’: Fãs criam petição para que Zack Snyder lance sua versão do diretor

 

Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

O filme já está em cartaz no Brasil.

Imagem rara de ‘Batman: O Retorno’, de Tim Burton, é divulgada 26 anos depois

Caiu na internet, 26 anos depois de seu lançamento, uma imagem rara dos bastidores de Batman: O Retorno, de Tim Burton, que mostra Danny DeVito e Michelle Pfeiffer numa pausa das gravações. Confira:

Atualmente, Tim Burton está trabalhando na direção do live-action de Dumbo para a Disney.

 

 

Taron Egerton rouba os ricos em novo trailer de ‘Robin Hood: A Origem’

Robin Hood: A Origem’ ganhou um novo trailer divulgado pela Paris Filmes, mostrando Jamie Foxx e Taron Egerton roubando dos ricos.

Assista:

O longa traz ainda no elenco Jamie Dornan, o Christian Grey de Cinquenta Tons de Cinza; Ben Mendelsohn, o diretor Orson Krennic de Rogue One; e o vencedor do Oscar Jamie Foxx (Ray). A direção é de Otto Bathurst (de séries como Black Mirror e Peaky Blinders), estreando em longas para o cinema.

Produzido por Leonardo DiCaprio. No país, a produção tem estreia nacional agendada para 22 de novembro de 2018.

 

Crítica | 3% Segunda Temporada – bem produzida, mas conveniências do roteiro incomodam

Por Nívia Passos

Desde que foi anunciada como a primeira série brasileira produzida pela Netflix, 3% ganhou a atenção do público, para o bem e para o mal. Muitos, antes mesmo de assistir, preferiram virar a cara para o programa – porque, afinal, “quem esse povo br está pensando que é para fazer ficção científica”, não é mesmo?. Já outros, mais otimistas, ficaram animados com a novidade e esperaram o seriado de braços – e mente! – abertos; mais focados na inovação de ver o Brasil na plataforma de streaming que em procurar falhas para mostrar que sabiam desde o início que essa história não daria certo…

Pois bem. A primeira temporada foi lançada com 8 episódios e, como esperado, manteve essa divisão ame/odeie. Por fim, mesmo com algumas críticas bem negativas, foi renovada para mais uma season – para a alegria de quem queria poder conferir o que, de fato, acontecia no Maralto; saber mais sobre a Causa; e continuar acompanhando a trajetória de Michele, Fernando, Joana e Rafael. Mas será que essa continuação  realmente funcionou ou quem achava que a história não vingaria estava mesmo certo? Vamos lá!

Pelo teaser de 30 segundos divulgado pela Netflix no final do ano passado, já tinha ficado claro que a segunda temporada viria muito mais bem produzida que a primeira – e, sim, isso realmente acontece. Logo no primeiro episódio, a gente percebe uma fotografia diferente, pensada com mais cuidado. Tudo bem que o recurso de usar cores mais vibrantes no Maralto e mais escuras no Continente é meio óbvia, mas funciona por acompanhar a proposta de mostrar a diferença gritante entre esses dois mundos. E o mesmo acontece com o figurino, que também apresenta uma melhora significativa – e juro que não falo isso só por ter ficado desejando todos aqueles macacões incríveis que Michele (Bianca Comparato) desfilou pelo Maralto; mas, sim, porque a série mostrou uma certa identidade visual que não existia na primeira temporada . Lembra do recurso batido de caracterizar as pessoas do lado pobre com a cara suja e a roupa toda rasgada? Então, deram uma amenizada e não incomoda tanto mais. Ponto para a continuação!

A história, por sua vez, não começa acompanhando essa melhora do visual e deixa a desejar. Depois da season finale – com os aprovados no Processo, Michele renegando a Causa, descobrindo que o irmão está vivo e outras reviravoltas -, o primeiro episódio tinha tudo para ser incrível, só que acaba sendo um dos mais desinteressantes entre os dez novos. Ele até começa curioso, mostrando o Trio Fundador do Maralto (interpretado por Fernanda Vasconcellos, Maria Flor e Sílvio Guindane) em um flashback sem muitas explicações, e as diferenças gritantes entre os dois lados através das rotinas de Michele e Joana (Vaneza Oliveira). Mas, depois, preocupado em deixar bem claro quais serão os conflitos da vez e reapresentar os personagens, peca no ritmo. Ah, e o excesso de palavrões também incomoda – e não falo isso por puritanismo, longe de mim. O problema é que eles parecem ter sido colocados no diálogo para passar uma naturalidade que não acompanha o texto, e isso faz com que acabem soando falsos (embora as atuações, um dos maiores problemas da primeira temporada, tenham apresentado certa melhora).

Outro problema, que aparece desde o início e persiste ao longo dos episódios, é a quantidade de conveniências do roteiro e atitudes que não condizem com a personalidade dos personagens para que a história tome determinada direção. Isso sem falar no clichê dos clichês de todo mundo, quase que literalmente, sempre esbarrar em algo que precisa ser descoberto (e eu juro que perdi a conta de quantas vezes isso aconteceu na temporada). Por exemplo: se Rafael (Rodolfo Valente) está desconfiado de Michele, ele vai estar caminhando lindamente pelo Maralto quando, praticamente, irá tropeçar na menina conversando de maneira suspeita com Ezequiel (João Miguel) – e isso vai acontecer quantas vezes acharem necessário para criar conflito ou chocar com alguma cena de ameaça/revelação. E o mesmo acontece com o recurso de mostrar algo trágico através de simulação ou sonho, sem que o telespectador saiba que se trata disso, para entregar mais tensão à narrativa. Na primeira vez, funcionou muito bem; mas  esse truque acabou ficando tão repetitivo que chega um certo ponto em que a gente para de se importar se a cena realmente aconteceu ou não – assim como a 43234ª tentativa de plot twist, quase sempre relacionado à personalidade ou relação de um personagem com outro, também deixa de convencer pelo excesso e por parecer que só foi colocada ali para tentar empolgar com uma reviravolta, e não por uma construção narrativa planejada.

No entanto, felizmente, não é só de pontos negativos que é feita essa segunda temporada. Por mais que o enredo acabe não sendo tão interessante quanto o da primeira – principalmente por não ter mais todas aquelas provas curiosas do Processo -, ele apresenta críticas mais maduras e está ainda mais próximas da nossa realidade. A reflexão sobre a desigualdade está ainda mais ácida, tem cena fazendo referência à intervenção militar, e rola até uma alfinetada nas religiões através de uma metáfora em que o Casal Fundador (ou Trio Fundador, como você vai entender quando assistir) é mencionado como se representasse a figura de Deus. Quem ataca essa parte, claro, é Fernando (Michel Gomes), que ainda continua em conflito com seu pai pastor pelo fato de ter desistido do Processo – que, aqui, é quase um sinônimo do céu prometido nas pregações da vida real. As frases de efeito também estão mais marcantes, e por mais que apareçam meio mecanizadas nos diálogos, fazem refletir – como a que Joana fala logo no primeiro episódio, por exemplo; que lembra um dos quotes mais memoráveis do recente Pantera Negra. Ela diz “Eu prefiro morrer tentando mudar alguma coisa do que continuar me escondendo”, e a gente assiste daqui quase gritando um “Go, girl! Vai lá e acaba com tudo!”.

Mas, ainda assim, a história custa a engrenar porque parece presa em um ciclo repetitivo. Por mais que até tenham algumas ideias interessantes em alguns episódios – como o Prosexo, que faz referência a aplicativos como Tinder -, ela perde muito tempo em Ezequiel ameaçando Michele (que, agora, ao ver que o irmão está mesmo vivo, fica ainda mais nas mãos dele) e nos conflitos internos da Causa (com direito a uma tensão sexual entre dois personagens que é esquecida sem resolução, e o embate sobre jogar ou não uma bomba para acabar com o Processo 105). Até que chega o episódio 6 e tudo melhora – e não só pela participação superespecial que só vou revelar na parte de spoilers para não estragar a surpresa. A mudança positiva que acontece aqui se deve ao fato dos personagens começarem a despertar um interesse que, até então, estava quase inexistente para mim. Glória, uma das novas integrantes da trama, vivida pela atriz Cynthia Senek, mostrou que é cheia de camadas ao falar sobre o relacionamento abusivo da mãe – que, até então, só sabíamos por alto – e da culpa que ela carrega dentro de si desde a infância. Michele, por sua vez, se mostra mais como a personagem interessante que conhecemos na primeira temporada, com a personalidade dúbia que nos faz duvidar de qualquer palavra que ela fale (e, sim, Bianca Comparato continua sendo uma das melhores do elenco. O texto engessado é que nem sempre favorece sua atuação).

Depois disso, é só elogios? Errr… não. Pelo texto, você já deve ter percebido que a história sobe e desce a todo momento. E, sim, quando finalmente achei que a temporada tinha encontrado seu rumo, eles voltam a tomar decisões questionáveis e inverossímeis – como o retorno de um determinado personagem que, além de não acrescentar em nada, não teve sentido algum (você vai saber de quem estou falando assim que ele aparecer na tela. Assim não dá para te defender, 3%!).

Por outro lado, compensando toda essa bagunça, a season finale é boa e a última cena – ao som de um clássico de Cartola interpretado por Liniker – deixa o interesse pela terceira temporada lá em cima. Agora, é só torcer para que a continuação venha com todos esses pontos negativos ajustados para que, parafraseando o próprio Processo, hater nenhum diga que a série continua viva por sorte e não merecimento. Sigo na torcida.

SPOILERS:

Este espaço aqui é reservado para breves comentários sobre acontecimentos da temporada. Se ainda não fez a maratona, leia por sua conta e risco (depois não diga que não avisei):

1 – Ezequiel (João Miguel) estava tão apagado nessa temporada que, sinceramente, nem dá para sentir direito a morte dele. Não que ele seja um personagem querido, mas a intenção era impactar e estou com a séria suspeita de que ninguém vai ligar muito…

2 – Reclamei da quantidade de vezes em que recorrem à simulações/sonhos para criar tensão, certo? Mas a que digo que funciona é a que acontece logo no segundo episódio, em que Elisa (Thais Lago) é assassinada pelo fato de Rafael não revelar que é um infiltrado da causa.

3 – Falando em Elisa e Rafael: gostei da ideia de colocarem um romance para humanizar o personagem – que, nessa temporada, está muito mais agradável que na primeira. Mas alguém também pensou “que isso, já está amando?” quando ele começou a mostrar toda aquela paixão pela médica? A construção do relacionamento dos dois não me convenceu tanto.

4 – O Maralto, pelo jeito, é praticamente uma “Casa da Mãe Joana”. Todo mundo entra e sai das salas secretas, incluindo a do Ezequiel, quando bem quer. Menos, conveniência de roteiro, beeeeeem menos!

5 – Ótimo a entrada de uma personagem trans para a história – a Ariel.  A série é toda representativa, com tantas mulheres poderosas e negros, mas estava faltando isso. E muito bom terem colocado justo ela para encabeçar o protesto quando o Processo 105 estava prestes a não acontecer…

6 – Amo o episódio de Mel Fronckowiak – a esposa de Ezequiel – na primeira temporada e irei defendê-lo. Por isso, adorei quando vi mais flashbacks com ela nessa segunda parte. Mandem mais que ainda está pouco! A atriz é ótima e se destaca entre tantas atuações medianas.

7 – Alguém me explica como e por que o Marco (Rafael Lozano) voltou? O cara foi partido ao meio na primeira temporada, gente! E o melhor é o diálogo fraquíssimo entre Fernando e Joana sobre isso. É algo como: “Você não vai acreditar! Ouvi a voz de um cara que parece o Marco”/ “Sim, ele tá vivo!”. E aí Fernando, sem surpresa nenhuma, só responde: “Que doideira!”. Ok.

8 – Muito boa a sacada de colocarem Joana, de novo, à prova. No final da primeira temporada, a jovem desiste de ir para o Maralto para não matar um homem inocente – e, agora, ela entra mais uma vez nesse embate quando a Causa decide jogar uma bomba para destruir o Processo 105. Ou seja, mesmo quando o motivo é nobre, esse ato não tem justificativa.

9 – Para fechar, não posso deixar de comentar a participação maravilhosa de Liniker. Em uma sequência que faz referência ao carnaval de rua – cheio de cores, música e dança -, a cantora aparece bem plena cantando “Preciso Me Encontrar”, do Cartola. E é essa mesma música que toca na última cena da season finale; então, se prepare para ficar com os versos “Vou por aí a procurar, sorrir pra não chorar…” por um tempo na cabeça.

Furo de roteiro envolvendo Loki em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é finalmente explicado

Desde o lançamento da versão em home vídeo de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, os diretores e outras pessoas envolvidas na produção do filme vêm ao público para defender o roteiro da obra que, assim como diversas outras, conta com furos de roteiro bizarros e significativos.

Segundo diversos fãs, se Loki realmente tivesse morrido nas mãos de Thanos, ele teria voltado à sua forma original, com a pele azul dos aliens de Jotun. Mas isso não acontece no longa. Entretanto, isso agora parece ter sido resolvido de acordo com o Dicionário Visual da Marvel.

No capítulo destinado a Loki, trazendo diversas curiosidades do personagem, é confirmado que o personagem só recebe a pigmentação azul original de seu povo quando se aproxima de relíquias dos gigantes de gelo.

Logo, não haveria razão para Loki perder seu “disfarce” no momento no qual é assassinado por Thanos. O que acham dessa nova informação?

‘Game of Thrones’: Quinto e penúltimo episódio da série ganha imagens oficiais; Confira!

O quinto e penúltimo episódio de Game of Thrones, que vai ao ar neste domingo, 12, ganhou novas imagens promocionais.

Confira:

Segundo Emilia Clarke, que interpreta Daenerys Targaryen na série, o  5º episódio da temporada final de ‘Game of Thrones‘ foi ainda maior que o 3º, o que continha a enorme batalha contra o Rei da Noite

“O Episódio 5 é maior. Episódio 5 é aahhhhh. Os melhores episódios são o 4, 5 e 6, eles são todos insanos.”, ela afirmou.

Clarke acrescentou que, quando o novo capítulo for exibido, “encontre a maior TV possível”.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série.

No quarto episódio, ainda sem título revelado, depois que a Batalha de Winterfell termina, um novo capítulo pelo domínio de Westeros se inicia. O episódio irá ao ar no dia 5 de maio.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

‘O Chamado Selvagem’: Harrison Ford estampa belíssimo cartaz oficial; Confira!

20th Century Fox divulgou o primeiro cartaz oficial de seu novo drama, O Chamado Selvagem.

Confira:

Assista ao primeiro trailer:

O filme será uma nova adaptação do clássico livro homônimo de Jack London, lançado em 1903.

Na trama, Ford interpretará John Thornton, que se torna amigo do cão de trenó Buck, ganhando um companheiro fiel em meio à selvagem Alaska do século XIX. A narrativa se passa no vale do Rio Klondike, no Canadá, durante a corrida pelo ouro de 1897.

Dan StevensOmar SyKaren GillanBradley Whitford e Colin Woodell completam o elenco.

Chris Sanders (‘Os Croods‘) assume a direção do longa, que será conduzido pela 20th Century Fox. O roteiro é de autoria de Michael Green (‘Logan‘).

O Chamado Selvagem estreia no dia 21 de fevereiro de 2020.

‘The Great’: Elle Fanning e Nicholas Hoult no HILÁRIO vídeo de bastidores da série

Hulu divulgou um novo e hilário vídeo de bastidores da série The Great, estrelada por Elle FanningNicholas Hoult.

Confira:

Criado por Tony McNamara, o projeto focará na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Phoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan completam o elenco.

Todos os episódios estão disponíveis na plataforma. No Brasil, a série chega em 18 de junho e será exibida pela Starzplay.