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Tom Sizemore, do clássico ‘O Resgate do Soldado Ryan’, morre aos 61 anos

Tom Sizemore, conhecido por interpretar o Sargento Horvath no clássico de guerra ‘O Resgate do Soldado Ryan‘, morreu aos 61 anos.

Em comunicado oficial, o empresário do ator, Charles Lago, declarou: “É com grande tristeza e pesar que anuncio que o ator Thomas Edward Sizemore faleceu pacificamente enquanto dormia no Hospital St Joseph. Seu irmão Paul e seus filhos gêmeos, Jayden e Jagger, estavam ao seu lado.”

De acordo com o Variety, o ator havia sido internado em condição crítica após sofrer um aneurisma cerebral no dia 18 de fevereiro. No começo dessa semana, sua família estava “determinando assuntos pendentes” após os médicos informarem que “não havia esperança” para sua recuperação.

Além de ‘O Resgate do Soldado Ryan‘, Sizemore ficou conhecido por interpretar o “cara durão” em diversos outros filmes de guerra e drama, incluindo ‘Zona de Perigo‘ (1993), ‘Assassinos por Natureza‘ (1994), ‘Fogo Contra Fogo‘ (1995), ‘Planeta Vermelho‘ (2000), ‘Pearl Harbor‘ (2001), ‘Falcão Negro em Perigo‘ (2001), entre outros.

Na televisão, o ator acumula diversos créditos no decorrer de sua carreira. Foi trabalho mais notório nas telinhas foi na série ‘Twin Peaks‘, onde eles interpretou o agente de seguros Anthony Sinclair.

Ele também participou de séries recentes como ‘Cobra Kai‘, ‘Shooter‘, ‘Lucifer‘, ‘Law & Order: Special Victims Unit‘ e ‘Hawaii Five-0‘. Em 2010, ele apareceu em um episódio de ‘Celebrity Rehab With Dr. Drew‘, onde compartilhou sua luta contra o vício.

‘The Last of Us’: Mahershala Ali era um dos favoritos ao papel principal antes de Pedro Pascal; Quem você prefere?

Pedro Pascal está fazendo um tremendo sucesso como intérprete de Joel em ‘The Lat of Us’, série da HBO baseada no jogo homônimo criado por Neil Druckman.

No entanto, nem sempre ele foi o favorito para o papel.

Em 2021, fontes ligadas ao projeto já haviam dito que Matthew McConaughey estava no topo da lista da emissora, mas recusou a proposta.

E, durante uma entrevista para o The Direct, Jeffrey Pierce, que interpreta o personagem Perry, disse que a HBO estava cogitando escalar Mahershala Ali (‘Estrelas Além do Tempo’) como Joel.

Pierce também participou do elenco de dublagem dos jogos, dando voz a Tommy, irmão mais novo de Joel vivido por Gabriel Luna.

Na entrevista, ele disse que teve certeza que não seria escalado como Tommy na série quando soube que Ali estava sendo considerado para interpretar Joel.

“Inicialmente, eles conversaram com Mahershala Ali sobre interpretar Joel, o que é uma dica óbvia de que eu não iria interpretar Tommy. E quando eles escalaram Pedro [Pascal], eu sabia, sim, isso certamente não iria acontecer de qualquer maneira, eu sou mais velho que Pedro Pascal. Então eu não estava alimentando nenhuma ilusão sobre isso, com certeza.”

Tanto Ali quanto Pascal já colaboraram anteriormente com a HBO em séries populares, como ‘True Detective eGame of Thrones‘, respectivamente.

Apesar de não ser escalado para ‘The Last of Us’, Ali ainda continua sua parceria com a rede, já que ele deve interpretar a lenda do boxe Jack Johnson na vindoura minissérie intitulada ‘Unruly‘.

Lembrando que Pascal comentou com o Collider sobre a possibilidade da já confirmada 2ª temporada começar a ser rodada ainda em 2023.

Na ocasião, ele comentou:

“No ano de 2023? Em que temporada estamos agora? Vamos começar na primavera [norte-americana]?”.

Ele continuou: “sim, há uma chance. Sim”.

Enquanto isso, o próximo capítulo será exibido no dia 05 de março, na HBO Max.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

Relembre o trailer:

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 284 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Desaparecida

(Missing)

 

Elenco:

Storm Reid
Nia Long
Amy Landecker

 

Direção: Nicholas D. Johnson, Will Merrick

Gênero: Suspense

Duração: 111 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 02 de Março de 2023

Sinopse: 

Em DESAPARECIDA, toda a narrativa é confinada a telas de computadores, tablets, celulares ou câmeras de segurança – e, dessa vez, acompanha June Allen (Storm Reid), uma jovem que perdeu o pai ainda muito nova e que, agora, vive apenas com a mãe, Grace (Nia Long). Entretanto, o relacionamento entre as duas é bastante desequilibrado, principalmente pela falta de comunicação e por uma disparidade de crenças que se transforma em contínuas brigas e desentendimentos. Quando Grace revela que vai viajar com o novo namorado, Kevin (Ken Leung), June vê a oportunidade de se divertir e cair na farra com os amigos – ao menos pelo pouco período de tempo que ficará sozinha e sem a presença superprotetora da mãe. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando Grace vai buscá-la no aeroporto e ela não aparece.

Crítica em Vídeo: 

Crítica: 

Crítica | ‘Desaparecida’ é um suspense ANGUSTIANTE, liderado pela incrível performance de Storm Reid

Curiosidades: 

» O longa é uma sequência do aclamado suspense ‘Buscando…‘ (2018), que arrecadou US$ 75.4 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 5 milhões;

» O roteiro é baseado em uma história criada por Sev Ohanian e Aneesh Chaganty;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘Desaparecida’ é um suspense ANGUSTIANTE, liderado pela incrível performance de Storm Reid

Crítica sem spoilers.

Em 2018, a Sony Pictures conquistava o mundo com o lançamento de Buscando…’, um suspense que, pegando onda na nova onda de found footages que ganhava expressividade desde meados dos anos 2010, apresentou um novo capítulo ao gênero e arrebatou o público com uma narrativa de tirar o fôlego. Agora, a companhia retorna com uma sequência antológica intitulada ‘Desaparecida’, que parte do mesmo princípio estético do capítulo anterior (isto é, um longa screen life) e que, surpreendendo a todos, alcançou um resultado parecido, quiçá melhor.

Como já mencionado, a imagética da produção é idêntica ao título predecessor: toda a narrativa é confinada a telas de computadores, tablets, celulares ou câmeras de segurança – e, dessa vez, acompanha June Allen (Storm Reid), uma jovem que perdeu o pai ainda muito nova e que, agora, vive apenas com a mãe, Grace (Nia Long). Entretanto, o relacionamento entre as duas é bastante desequilibrado, principalmente pela falta de comunicação e por uma disparidade de crenças que se transforma em contínuas brigas e desentendimentos. Quando Grace revela que vai viajar com o novo namorado, Kevin (Ken Leung), June vê a oportunidade de se divertir e cair na farra com os amigos – ao menos pelo pouco período de tempo que ficará sozinha e sem a presença superprotetora da mãe. Entretanto, as coisas tomam um rumo inesperado quando Grace vai buscá-la no aeroporto e ela não aparece.

A princípio confusa, June volta para casa e entra em contato com quem consegue para descobrir o que aconteceu – seja com Heather (Amy Landecker), uma das amigas mais próximas de Grace, seja com o hotel em que o casal ficou hospedado. Mas a constante descoberta de informações estranhas a leva a imaginar que algo horrível pode ter acontecido a eles, como um sequestro. E é a partir daí que ela pede ajuda da polícia e une forças com pessoas de confiança para entender o que, de fato, aconteceu – e onde está sua mãe.

Se Aneesh Chaganty fez um trabalho primoroso com Buscando…’, a dupla Will Merrick e Nick Johnson teria de manter o frescor narrativo e criativo – esquivando-se de equívocos amadores e de escolhas repetidas que poderiam cansar o público. Dessa forma, Merrick e Johnson seguem os passos de Chaganty e abraçam uma simples premissa de forma eficaz e que consegue honrar a produção original e evoluí-la dentro de uma espécie de “universo compartilhado” que ainda tem muito a nos contar. Ora, os diretores e roteiristas inclusive fazem referência à história de 2018 de maneira inesperada e com a dosagem certa de humor – abrindo espaço para investidas metalinguísticas que apenas auxiliam na expansão desse enervante cosmos.

De certa maneira, é a condução do enredo que insurge como elemento de maior destaque. A intrincada trama é complexa em sua totalidade e funciona dentro de um espaço considerável de tempo – não muito curto a ponto de deixar as resoluções apressadas demais, nem muito longo para nos cansar. O arco de June atravessa todos os estágios de uma conturbada psique humana que inclui confusão, temor, resignação e obstinação, fazendo de tudo para desvendar senhas e fazer conexões quase impossíveis para chegar ao fundo de um mistério que, dia após dia, ganha mais capítulos. E, se você gosta de uma história com múltiplas reviravoltas, com certeza vai se divertir com esse filme.

Reid entrega uma performance incrível, dominando os holofotes com uma atuação repleta de minúcias apaixonantes e uma naturalidade invejável: ainda que não divida a maior parte das cenas com outros atores, ela transparece uma química aplaudível, inclusive com Long, que permanece fiel à backstory de sua personagem até não aguentar mais. Joaquim de Almeida também participa da produção como Javier, um eletricista e faz-tudo colombiano com quem June entra em contato para ajudá-la nas investigações e que se torna um de seus confidentes e amigos. Cada engrenagem destila importância e convida os espectadores a conjecturar sobre o que aconteceu e como juntar as peças desse angustiante quebra-cabeça.

É inevitável traçar paralelos entre as duas obras – e o fato óbvio de se entrelaçaram por uma estética que merece mais reconhecimento no escopo mainstream. Talvez a familiaridade mais gritante (e que não necessariamente é algo ruim) é a sensação claustrofóbica e inescapável que abate os protagonistas: em Buscando…’, David Kim (John Cho) se vê desamparado por todo mundo, engolfado em um misto de culpa e impotência que o deixa à beira da loucura; aqui, June se vê numa situação parecida que se torna mais derradeira pelo fato de ser mais nova – e por lidar com um movimento virtual que cria teorias da conspiração e diminuem a credibilidade das investigações e a benevolência da mãe.

O filme não é livre de erros, como algumas escolhas criativas que forçam um pouco a credulidade da situação e quebram a ótima atmosfera construída no primeiro ato. Entretanto, mesmo tangenciando uma conclusão deus ex machina, os breves deslizes não são fortes o bastante para drenar a excelência fílmica de ‘Desaparecida’ – que merece ser apreciado na maior tela de cinema possível.

Entre Mulheres

(Women Talking)

 

Elenco:

Rooney Mara
Claire Foy
Jessie Buckley
Judith Ivey
Ben Whishaw
Frances McDormand

 

Direção: Sarah Polley

Gênero: Drama

Duração: 104 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 02 de Março de 2022

Sinopse: 

Em ENTRE MULHERES, um grupo de mulheres em uma colônia religiosa isolada luta para conciliar sua fé com uma série de agressões sexuais cometidas pelos homens da colônia.

Crítica: 

Crítica | Entre Mulheres – Rooney Mara, Claire Foy e Frances McDormand brilham em drama indicado ao Oscar

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Sarah Polley também assina o roteiro ao lado de Miriam Toews;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Entre Mulheres – Rooney Mara, Claire Foy e Frances McDormand brilham em drama indicado ao Oscar

Sob uma fotografia envelhecida, um grupo de mulheres discute o seu futuro em uma realidade retrógrada. Trajadas em tons escuros e sempre em círculo, elas encaram umas às outras dentro de um galpão, um celeiro que guarda seus traumas e dores mais profundos já vividos. Baseado no livro homônimo de Miriam Toews, lançado em 2018, Entre Mulheres (Women Talking) é direta e objetivamente o que seu título em inglês diz: mulheres conversando sobre suas lutas e dilemas, à medida em que decidem se devem ou não permanecer em uma pequena e perigosa comunidade religiosa que as oprime e abusa.

O longa de Sarah Polley é atípico e foge do formato padrão de três atos. Linear e sem um genuíno clímax, a produção é um convite profundo e delicado à uma reflexão poderosa sobre a vida e as escolhas de mulheres que por tanto tempo foram caladas. Entre abusos sexuais e agressões físicas, as personagens vividas por Claire Foy, Rooney Mara, Jessie Buckley e Judith Ivey são o espelho de milhares de rostos e vozes apagados pelas circunstâncias e esquecidos pelo tempo. E embora essa premissa bastante sombria e soturna determine o tom do roteiro do começo ao fim, Women Talking consegue quebrar essa atmosfera pesada, graças à sensibilidade de Polley em conduzir a narrativa.

Mantendo sempre um espírito esperançoso e otimista, em meio a diálogos dolorosos de se ouvir, a cineasta assume a direção e o roteiro com perspicácia e sutileza, se esquivando de uma perspectiva mais depressiva – que poderia até mesmo beirar a exaustão. E ainda assim, a mensagem confrontadora de Entre Mulheres continua ali. Mas no meio de toda a pesada nuvem que cerca nossas protagonistas, há também a doçura da feminilidade, a ingenuidade de que os abusos cessarão e a inocência de garotinhas que estão crescendo sob o estigma do machismo de seus pais e vizinhos. E diante da inescrupulosa bigorna da realidade, todos – audiência e personagens – somos confrontados com o fatídico destino que as aguarda, enquanto se digladiam entre permanecer na comunidade (e em seus abusos) ou fugir em direção ao desconhecido.

E conforme as ouvimos – degustando de cada pensamento revelado e de cada experiência compartilhada – vamos entendendo o quão singular o drama de Polley de fato é. Transcendendo a questão de ser ou não um mero entretenimento, Entre Mulheres é uma experiência única que raramente o cinema nos proporciona. Transformando palavras em sentimentos que escapam da tela e invadem nossa alma e coração, o filme é um poema sobre dor, lamento e, por fim, resolução. Como uma ode à libertação e todos os seus contratempos que surgem nesse processo de se ver livre, a produção é também uma vitrine para que Mara, Foy e Ivey transformem suas próprias experiências como mulheres em performances cruas, honestas e arrebatadoras. E aqui, elas entregam seu próprio espetáculo, em atuações ora intensas e catárticas, ora acuadas e internalizadas.

E Frances McDormand, como uma matriarca das antigas que permanece como uma observadora ao longo dessa catarse, é o silêncio inquisitor. Percorrendo nossas protagonistas sempre com olhos que condenam, ela é também fruto de seus próprios traumas – uma mulher presa em um passado que não lhe permite fugir em direção ao presente. Efêmera em diálogos, mas gigante em sua caracterização, ela é a prova de que não existem papéis pequenos em Hollywood, mas sim atores medíocres. E dentro desse contexto, somos absortos por uma paleta em tons mais frios e “envelhecidos”, que trazem a sensação de uma fotografia antiga, cuja coloração está se desfazendo.

E essas mesmas cores são mais um elemento crucial que torna o filme uma experiência muito mais completa do que se imagina. Como uma metáfora a um tempo do passado que ficou para trás, que não pertence ao presente e que gradativamente está sendo desfeito, a fotografia da obra de Polley se comunica como um personagem vivo. Seu tom levemente “apagado” e as cores sóbrias que estampam todo o design de produção destacam um campo sem vida, uma comunidade rural descolorida e sem brilho. Nessa estética, Entre Mulheres se revela em última análise como um filme que mais do que uma desconstrução, é de fato uma construção da dignidade de um grupo de mulheres que, após anos em silêncio, finalmente decidiram falar. E não pararam mais.

O Filme foi indicado a Oscar de Melhor Filme e Roteiro Adaptado.

Filme assistido durante o Festival de Toronto.

Duas Bruxas – A Herança Diabólica

(Two Witches)

 

Elenco:

Rebekah Kennedy
Kristina Klebe
Tim Fox

 

Direção: Pierre Tsigaridis

Gênero: Terror

Duração: 98 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 2 de Março de 2023

Sinopse: 

Dividido em duas partes e um epílogo, em ‘Duas Bruxas – A Herança Diabólica’ acompanhamos duas gerações de bruxas em histórias diferentes: a primeira, mais velha (Marina Parodi), e a segunda, neta daquela, Marsha (Rebekah Kennedy). Na primeira parte conhecemos Sarah (Belle Adams), que está grávida de Simon (o engessadíssimo Ian Michaels) e vive um relacionamento comum até que, certa noite, durante um jantar em um restaurante, seu olhar se cruza com o de uma velha senhora bastante assustadora, e a partir daí Sarah cisma de que o olhar da velha a está perseguindo onde quer que vá. Numa tentativa de não levar a sério o que lhe ocorre, ela e Simon decidem visitar um casal de amigos no interior do país, mas uma sessão de ocultismo mal realizada trará perigo à vida de todos.

Crítica: 

Crítica | Duas Bruxas – A Herança Diabólica – TERROR Indie traz duas histórias mal resolvidas em filme irregular

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Pierre Tsigaridis também assina o roteiro ao lado de Kristina Klebe e Maxime Rancon;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Creed 3

(Creed 3)

Elenco:

Michael B. Jordan – Adonis Creed
Tessa Thompson · Bianca Creed
Jonathan Majors · Damian Anderson
Wood Harris · Tony ‘Little Duke’ Burton ;

 

Direção:  Michael B. Jordan

Gênero: Ação

Duração: 116 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 75 milhões

Estreia: 02 de Março de 2023

Sinopse: 

Em CREED 3, Depois de dominar o mundo do boxe, Adonis Creed tem prosperado tanto na carreira quanto em sua vida familiar. Mas Damian (Jonathan Majors), amigo de infância de Adonis e ex-prodígio do boxe reaparece, após cumprir uma longa sentença na prisão, ansioso para provar que merece sua própria chance no ringue. O confronto entre os antigos amigos é muito mais do que uma luta de boxe. Para acertar as contas com o passado, Adonis vai colocar seu futuro em jogo no ringue contra Damian – um lutador que não tem nada a perder.

Crítica: 

Crítica | Michael B. Jordan transforma ‘Creed III’ em anime de Boxe em Live Action

Curiosidades: 

» Michael B. Jordan faz sua estreia na direção, a partir de um roteiro de Keenan Coogler e Zach Baylin;

» Phylicia Rashad, Wood Harris, Selenis Leyva, Thaddeus J. Mixson e Florian Munteanu completam o elenco;

» Sylvester Stallone não retorna para a nova sequência;

» A franquia ‘Rocky‘ ainda ganhará um novo derivado, agora focado em Ivan Drago, boxeador implacável vivido por Dolph Lundgren, e seu filho, Viktor (Florian Munteanu);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Duas Bruxas – A Herança Diabólica – TERROR Indie traz duas histórias mal resolvidas em filme irregular

Originalmente o gênero do terror leva muitos estudantes de cinema a se aventurarem na criação de monstros e situações onde possam expor suas qualidades em efeitos especiais e caracterização. Alguns vingam na indústria e se tornam grandes nomes no gênero, mas, existe uma outra categoria pela qual a maioria dos nomes passa antes dos holofotes virarem para si: o cinema independente. Mais especificamente, o terror indie – aquele de baixo orçamento e muita boa vontade, no qual as pessoas se reúnem para dar vida a uma história, mesmo que não tenham tantos recursos ou experiências para entregar algo de boa qualidade, como pode ser visto em ‘Duas Bruxas – A Herança Diabólica’, estreia do gênero nas salas de cinema brasileiras a partir desta quinta-feira com distribuição nacional da Synapse.

Dividido em duas partes e um epílogo, em ‘Duas Bruxas – A Herança Diabólica’ acompanhamos duas gerações de bruxas em histórias diferentes: a primeira, mais velha (Marina Parodi), e a segunda, neta daquela, Marsha (Rebekah Kennedy). Na primeira parte conhecemos Sarah (Belle Adams), que está grávida de Simon (o engessadíssimo Ian Michaels) e vive um relacionamento comum até que, certa noite, durante um jantar em um restaurante, seu olhar se cruza com o de uma velha senhora bastante assustadora, e a partir daí Sarah cisma de que o olhar da velha a está perseguindo onde quer que vá. Numa tentativa de não levar a sério o que lhe ocorre, ela e Simon decidem visitar um casal de amigos no interior do país, mas uma sessão de ocultismo mal realizada trará perigo à vida de todos.

Com uma hora e trinta e oito de duração e dividido em três partes que se conectam mui fragilmente, a sensação final de assistir a ‘Duas Bruxas – A Herança Diabólica’ é que o projeto é um compilado de dois trabalhos independentes que foram juntados com o artifício das bruxas mas que, na prática, são duas histórias separadas. Ao menos a segunda parte é mais bem realizada do que a primeira. Soma-se a isso o tal epílogo, pretensiosamente dando indícios de que o projeto se dispõe a virar franquia – algo bastante comum no universo indie do terror, mas bastante pretensioso para este título em particular.

Ao contrário de outros terrores independentes que chegaram por aqui nos últimos anos, trazidos por Ari Aster e Robert Eggers, ‘Duas Bruxas – A Herança Diabólica’ tem atuações caricatas, sem qualquer preparação, e efeitos visuais limitados, valendo-se muito nas maquiagens e na repulsa que o gore incute no espectador. O resultado é um filme confuso com cenas aleatórias de laceração explícitas que entram de repentemente na história, sem causar susto ou lógica no enredo.

Mas o problema principal em ‘Duas Bruxas – A Herança Diabólica’ é a continuidade – que, por sua vez, tem a ver com a montagem do projeto de Pierre Tsigaridis. Às vezes um personagem está fazendo alguma coisa e literalmente na cena seguinte ele está fazendo outra, sem transição entre as duas ações. Somatizado com os pontos já acima mencionados, a impressão final é uma bagunça só.

Duas Bruxas – A Herança Diabólica’ não traz nada de novo ao gênero e suas cenas de terror/gore isoladamente funcionam, mas não na trama. Irregular e esquisito, seria um bom projeto caso tivesse ganhado mais orientação ao longo de sua trajetória.

Belas Promessas

(Les Promesses)

 

Elenco:

Isabelle Huppert
Reda Kateb
Naidra Ayadi

 

Direção: Thomas Kruithof

Gênero: Drama

Duração: 98 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ 3 milhões

Estreia: 02 de Março de 2023

Sinopse: 

Clémence, a destemida prefeita de uma cidade perto de Paris, está completando o último mandato de sua carreira política. Com seu fiel braço direito Yazid, ela luta há muito tempo por esta cidade atormentada pela desigualdade e desemprego. No entanto, quando Clémence é abordado para se tornar Ministra, surge a sua ambição, questionando a sua devoção e compromisso com os seus cidadãos. Sua integridade política e promessas eleitorais sobreviverão à sua recém-descoberta ambição?

Crítica: 

Crítica | Belas Promessas – As faces da engrenagem política em uma França com problemas no campo da habitação

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Thomas Kruithof também assina o roteiro ao lado de Jean-Baptiste Delafon;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Michael B. Jordan transforma ‘Creed III’ em anime de Boxe em Live Action

Com estreia marcada para esta quinta-feira (2), Creed III segue com a história de Adonis Creed (Michael B. Jordan) em sua carreira no boxe, agora sem os conselhos do velho Rocky Balboa. Depois de enfrentar a própria desconfiança e vingar a morte do pai, o desafio de Creed agora é se adaptar à vida fora dos ringues, dando foco ao empresariado e a sua mulher e filha. Porém, quando as coisas parecem começar a tomar um rumo mais tranquilo, um velho amigo de Donnie aparece para chacoalhar seu mundo.

Antes de tudo, é curioso como a franquia Creed foi desenvolvida nos cinemas sob três visões diferentes. O primeiro, e ainda imbatível, filme da saga teve direção do genial Ryan Coogler, que conseguiu conduzir tanto as tramas de Adonis quanto a de Rocky Balboa com equilíbrio e respeito a ambos. Já o segundo longa, dirigido por Steven Caple Jr., apresentou uma queda vertiginosa em relação ao anterior, ainda mais levando em conta que traria de volta o maior vilão da saga de Rocky. Com tantas promessas e expectativas altas pelo alto nível do longa de 2015, Steven se embolou com uma trama que não conseguiu entreter ou emocionar ninguém, passando longe do primeiro Creed e ainda mais longe dos filmes originais de Rocky. Agora, em 2023, a Warner preparou um verdadeiro choque na condução criativa, trazendo ninguém menos que o próprio Adonis Creed, o ator – e agora diretor – Michael B. Jordan, para comandar o terceiro capítulo.

Logo de cara, dar um filme com esse peso para alguém tão inexperiente é uma escolha de altíssimo risco. Queimar etapas da “jornada da direção” não costuma resultar em filmes tão bons. No entanto, é interessantíssimo ver um ator, cujas referências de entretenimento são de conhecimento público, usar as influências de suas produções favoritas na construção de seu estilo próprio de direção.

E dessa vez, no caso de Michael B. Jordan, as populares animações japonesas, os animes, conduzem 90% de sua visão cinematográfica para o longa. Durante os bastidores, surgiram conversas de que Jordan teria convencido o elenco a assistir episódios de Naruto com ele. O que inicialmente parecia apenas uma brincadeira, na verdade, foi um grande estudo para compor personagens e poses de Creed III.

Se você já tiver visto ao menos um episódio de Naruto ou Dragon Ball Z, provavelmente reconhecerá elementos desse estilo de animação sendo representados em tela. Em alguns momentos, essas inspirações ficam descaradas, como na divisão de tela para mostrar os olhares dos adversários ou nos flashbacks inseridos em momentos de luta, mostrando o passado dos personagens como incentivador à vingança ou até mesmo motivador. E chega a ser curioso como os característicos flashbacks da franquia Rocky, que tinham um papel narrativo quase nostálgico na trama, marcaram aqueles filmes, e ainda assim foram usados neste longa com uma outra função narrativa. E a melhor parte é que ambos funcionam. Então, embasado por suas maiores inspirações, Jordan consegue compensar sua inexperiência da direção com uma segurança fora do normal para um estreante.

Sobre o roteiro, a premissa é bem simples e até mesmo repetitiva dentro das franquias Rocky e Creed. O campeão desfruta seus dias de glória, até que um desafiante inexperiente aparece e consegue uma chance, tumultuando a vida do protagonista. O diferencial dessa vez é que o “fantasma do passado” agora é o irmão de consideração de Creed, que foi preso na adolescência e viu, da prisão, o rapaz levar a vida que ele sempre sonhou. Interpretado por Jonathan Majors, em mais uma atuação invejável, Damian é o antagonista perfeito de qualquer anime. É o ex-amigo frustrado que tem tudo para superar o protagonista, é uma ameaça, é adepto ao treino e tem métodos questionáveis, tal qual um Vegeta ou Sasuke da vida. E como ambos compartilharam uma parte importante da vida, a luta se torna pessoal.

E isso reflete na representação antagônica dos figurinos. Enquanto Adonis aparece usando roupas mais claras, Damian está sempre com roupas mais escuras. O vestuário busca passar essa sensação de conflito para compor a imagem de eternos rivais. De duas forças distintas que se complementam ao lutar pela mesma coisa. O ápice se dá justamente no embate final, em que seus calções recriam o Yin-yang, com Creed de calção e luvas brancas para enfrentar um Damian todo trajado de preto.

Entretanto, se tem um ponto negativo dessa vibe japonesa de Michael B. Jordan, é a falta de função para as personagens secundárias. Nenhum coadjuvante tem desenvolvimento, deixando até mesmo personagens queridas meio sem função na trama, marcando presença ali apenas para não reclamarem que esqueceram delas. A trama é toda focada no embate entre Donnie e Damian.

O roteiro até cria situações para que as mulheres da vida de Donnie participem da trama, como sua esposa, a mãe e sua filhinha em crescimento com a deficiência auditiva, mas nenhuma delas chega a ter efetivamente um desenvolvimento ou relevância para a história. Todas estão ali exclusivamente para servirem de gatilho para que o protagonista chegue ao embate final com sangue nos olhos. O que é infelizmente comum no cinema mundial, só que essas personagens são realmente interessantes e mereciam um desenvolvimento melhor.

E se há um ponto imperdoável aqui é o tratamento dado a Rocky Balboa. O próprio Sylvester Stallone já deu declarações dizendo se sentir traído pela produção. Para não dizer que ignoraram completamente o legado do Garanhão Italiano, há uma cena em que eles mostram uma foto dele sob as luvas no museu particular de Creed. Fora isso, o “Tio” sequer volta a ser mencionado, deixando na cabeça do público a dúvida se ele só se aposentou e foi morar longe ou se a idade bateu e o pugilista mais famoso de todos morreu. Há cenas em que a ausência de Rocky se torna imperdoável pela essência do personagem. E por mais que seja um filme sobre Creed e seu desenvolvimento, sua história começa intrinsecamente ligada à de Rocky Balboa. E pela importância do personagem na história do cinema, seria mais respeitoso e digno tirar dez minutos que fosse para dar um fim a sua trajetória cinquentenária.

Com mais acertos do que erros, Creed III chega com força para ocupar o posto de segundo melhor filme da trilogia. Afinal, traz cenas de ação estilizadas, ousa mais ao adaptar essa estética de anime e consegue trazer aquela sensação de “filme de boxe” que fez dos filmes de Rocky Balboa e Adonis Creed obras tão adoradas por diferentes gerações de fãs. É um cartão de apresentação muito interessante do diretor Michael B. Jordan, que tem tudo para trabalhar em projetos tão grandiosos quanto nos próximos anos. Definitivamente, é um filme que vale a pena gastar um dinheiro e conferir nos cinemas.

Creed III estreia nesta quinta-feira (2), nos cinemas de todo o Brasil.

IMPERDÍVEL! Suspense GENIAL com reviravoltas de cair o queixo…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de um suspense imperdível cheio de reviravoltas de cair o queixo…

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Desaparecida‘ (Missing) é dos mesmos criadores do aclamado ‘Buscando‘ e já está em exibição nos cinemas nacionais.

Will Merrick e Nick Johnson, que serviram como editores do primeiro filme, são responsável pela direção.

Quando sua mãe (Nia Long) desaparece durante as férias na Colômbia com seu novo namorado, a busca de June (Storm Reid) por respostas é dificultada pela burocracia internacional. Presa a milhares de quilômetros de distância em Los Angeles, June usa toda a tecnologia ao seu alcance para tentar encontrá-la antes que seja tarde demais. Mas, conforme ela se aprofunda no caso, sua investigação digital levanta mais perguntas do que respostas… e quando June desvenda segredos sobre sua mãe, ela descobre que nunca a conheceu de verdade.

O elenco ainda conta com Joaquim de Almeida, Ken Leung, Amy Landecker, Daniel Henney, Megan Suri e Tim Griffin.

Busca pela fama se torna MORTAL em novo terror da Blumhouse que estreou no Prime Video

O terror ‘Corações Degringolados‘ (Torn Hearts), produzido pela Blumhouse Television, acaba de ser lançado no Amazon Prime Video. Porém, o título está disponível apenas para aluguel, por R$ 14,90.

A trama segue duas amigas (Abby Quinn e Alexxis Lemire), artistas em ascensão à beira de uma grande oportunidade, que farão de tudo para realizar seu sonho – incluindo uma viagem à lendária e reclusa mansão de Harper Dutch (Katey Sagal), na esperança de que ela grave uma música com elas.

Apesar de sua grande ídolo parecer querer ajudar, a visita se transforma em um pesadelo quando elas descobrem que Harper tem suas próprias motivações sombrias. Sem escolha e desesperada para gravar uma música, a dupla irá ao extremo para provar sua dedicação ao sonho de se tornar as próximas estrelas da música country de Nashville.

Confira o trailer:

Brea Grant é responsável pela direção. 

O elenco ainda conta com Joshua Leonard (‘A Bruxa de Blair’) e Shiloh Fernandez (‘A Morte do Demônio’). 

Crítica | Meu Nome é Chihiro – Delicado drama na NETFLIX sobre escutar e fazer o bem

Se você quer saber quem é, é preciso olhar nos olhos. Indo na contramão de um aparente vazio existencial, explorando os encontros com diversos personagens de uma ex-acompanhante que trabalha numa tenda de bentô (marmita japonesa levada para viagem), Meu Nome é Chihiro apresenta um recorte sobre a importância dos recomeços. Com seu ritmo candenciado, com longas pausas para reflexões existenciais, o longa-metragem dirigido pelo japonês Rikiya Imaizumi chegou ao catálogo da Netflix nesse início de 2023.

Na trama, conhecemos Chihiro (Kasumi Arimura), uma jovem cheia de energia, leitora de mangá, que faz a diferença na vida de muitas pessoas, com simples gestos. Ela abandonou a vida como acompanhante em uma casa de massagens para trabalhar num pequeno estabelecimento em uma região litorânea japonesa. Parece se dar bem nesse recomeço na vida, exala alegria por onde passa mas por dentro as reflexões do passado se juntam a histórias de muitos personagens que vão cruzar seu caminho ao longo das pouco mais de duas horas de projeção.

A protagonista é um grande enigma, mas se encaixa mesmo como uma alegoria da solidão mesmo aparentemente sendo uma inimiga dessa mesma atmosfera. Há uma melancolia camuflada de ternura. Nômade em busca de respostas de sua própria identidade, se compromete a ajudar quem for que precise como se a cada resolução de conflito fosse uma resposta que ela precise para seguir no seu caminho. O exercício de tentar compreender a personagem nos leva a reflexões com paralelos sobre a relação humana.

 

A narrativa não deixa de ser dinâmica. Reflexões sobre a vida e a morte se tornam constantes e mesmo sem conhecer por completo o passado de Chihiro aos poucos vamos entendendo melhor sua história. Rodado todo em Hiroshima, cidade essa destruída por uma bomba atômica na Segunda Guerra Mundial, aos poucos vamos entendendo que essa história é sobre as maneiras que podemos enxergar a arte de recomeçar pelos olhos de uma dona de um vazio, uma solidão nada aparente.

Showrunner de ‘Ahsoka’ diz que está “cautelosamente otimista” pela estreia da série

Há alguns dias, a protagonista Rosario Dwason revelou que a série dedicada à Ahsoka Tano chegará ao catálogo da Disney+ entre setembro e novembro, ainda sem data específica.

A série está sendo liderado por Dave Filoni, co-criador da personagem na animação ‘Star Wars: The Clone Wars‘.

Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.

Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.

No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.

“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Outras adições ao elenco incluem Natasha Liu Bordizzo, Eman Esfandi, Ivanna Sakhno, Ray Stevenson e Mary Elizabeth Winstead.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

‘Fire of Love’: Documentário indicado ao Oscar ganhará REMAKE com atores

O documentárioFire of Love‘ (ou ‘Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Kraftt‘, no Brasil), indicado ao Oscar desse ano, ganhará uma nova versão em filme com atores pela Searchlight Pictues. A informação é do Deadline.

A história de ‘Fire of Love‘ mostra um casal que é obcecado por vulcões. Eles viajaram o mundo para estudar todos os tipos existentes, até que eventualmente morreram juntos durante uma erupção vulcânica em 1991. Para a realização do longa documental, foram usados gravações e registros deixados por eles.

O documentário foi dirigido por Sara Dosa, que atuará como produtora da adaptação, e narrado por Miranda July. O longa foi adquirido pela National Geographic durante o Festival de Sundance em janeiro de 2022, onde também conquistou muitos prêmios.

Não há informações sobre elenco, direção ou roteiro da versão com atores de ‘Fire of Love‘, assim como sua data de estreia.

Vulcões: A Tragédia de Katia e Maurice Kraftt‘ está disponível no Disney+. Confira o trailer:

O casal de intrépidos cientistas Katia e Maurice Krafft morrem em uma explosão vulcânica fazendo exatamente o que os uniu: desvendando os mistérios dos vulcões por meio da captura de algumas das imagens mais explosivas da natureza.

‘Pantera Negra 2: Michael B. Jordan comenta sobre sua participação no longa

Pantera Negra: Wakanda para Sempre contou com o retorno especial de Michael B. Jordan como Killmonger, em uma cena muito emocionante com Shuri, interpretada por Letitia Wright.

Em entrevista para a BBC Radio 1 (via ComicBook), o ator disse que retornou para a sequência para honrar Chadwick Boseman.

“Sinto-me abençoado por poder homenagear Chad [Bosema], sabe, de uma maneira real”, comentou Jordan. “Aquele filme foi para ele… e honrá-lo seguindo em frente significou muito para mim.”

Ele ainda acrescentou: “Obviamente foi um pouco agridoce porque eu adoraria poder trabalhar com ele mais uma vez, mas acho que o elenco, a equipe e Ryan [Coogler, diretor] fizeram um trabalho incrível evoluindo e adaptando a trama, e fazendo uma história que o honra e leva a franquia adiante. Foi algo especial.”

O astro ainda revelou que gravou a cena sem saber o que iria acontecer no filme.

“Ryan manteve a história em segredo por vários motivos”. Ele explicou: “Fiquei genuinamente surpreso com o filme porque não sabia muito quando assisti.”

Vale lembrar que o ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘ foi o único da Marvel Studios a conquistar o selo “fresh” no agregador de críticas Rotten Tomatoes em 2022, com 84% de aprovação. A encargo de comparação, ‘Thor: Amor e Trovão’ reside com 64%, enquanto ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ alcançou 74%.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Demi Lovato solta a voz em música INÉDITA para ‘Pânico 6’; Confira o videoclipe!

A música inédita da Demi Lovato para a aguardada sequência ‘Pânico VI‘ foi lançada oficialmente.

Intitulada Still Alive (Ainda Viva, tradução livre), a canção traz uma pegada de rock seguindo o mesmo estilo de seu último álbum, HOLY FVCK.

Confira na íntegra, com o videoclipe oficial:

Vale lembrar que ‘Pânico VI‘ será lançado nos cinemas nacionais dia 9 de março, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘Pânico 6’ será para MAIORES de 18 anos no Brasil

Pânico VI‘ recebeu a classificação etária para maiores de 18 anos no Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, menores não poderão assistir a produção por ela trazer cenas com “Drogas, Violência Extrema e Linguagem Imprópria”.

O filme promete ser o mais brutal da franquia, já que todos os filmes anteriores foram classificadas no Brasil para maiores de 14 anos – com exceção de ‘Pânico’ (2022), que recebeu classificação indicativa 16 anos.

Confira:

Classificação
Data DOUVeículoCategoriaDistribuidorClassificação IndicativaForma AnáliseDescritores de Conteúdo
02/03/2023CinemaLonga MetragemParamount Pictures Brasil Distribuidora de Filmes Ltdanão recomendado para menores de 18 (dezoito) anosAnálise Prévia

 

Em entrevista ao Collider, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o assunto: “No set, os diretores Matt e Tyler estavam sempre pedindo mais sangue e suor. Eles sempre queriam mais. Com o último filme, eles estavam na ponta dos pés, tentando ser respeitosos com o que a franquia havia sido até aquele ponto. Mas agora, eles disseram: ‘Estamos indo com tudo’. Nesse sexto é cem vezes mais sangrento”.

O longa chega ao Brasil no dia 9 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Assista ao trailer:

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Conheça o violento filme de ação que está DOMINANDO o TOP 10 da Netflix

Lançado em 2007, ‘Os Condenados‘ se tornou um filme bastante polêmico por tratar de forma sensacionalista a questão da pena de morte no sistema carcerário.

Além disso, as brutais cenas de briga contribuíram para rebaixar o título a uma mera exploração visual da violência, rendendo ao filme míseros 15% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama escrita e dirigida por Scott Wiper (‘Fuga Implacável’), prisioneiros condenados à morte vindos de diversos lugares do mundo são enviados para uma ilha deserta e obrigados a participarem de um reality show, no qual devem brigar até que reste apenas um sobrevivente.

É aí que o público é apresentado a Jack Conrad (Steve Austin), um ex-fuzileiro condenado injustamente por um crime que não cometeu.

Enquanto tenta fugir da ilha, Conrad precisa lidar com os outros prisioneiros sabendo que sua inocência está em jogo ao passo que se vê obrigado a matar para sair dali.

Apesar dos comentários negativos à época do lançamento, ‘Os Condenados‘ está fazendo um tremendo sucesso entre os assinantes da plataforma.

Adicionado ao catálogo há apenas dois dias, o título já ocupa a primeira posição no TOP 10 da semana.

Nas redes sociais, o público está até comemorando a chegada do filme à plataforma.

Confira as reações:

O elenco também conta com Vinnie Jones, Robert Mammone, Tory Mussett, Manu Bennett, Madeleine West, Rick Hoffman e Masa Yamaguchi.

 

Aparições ASSUSTADORAS do Ghostface nos EUA faz pessoas entrarem em Pânico e chamar a polícia

Parece que o marketing para ‘Pânico 6‘ está indo longe demais. Ao que aparenta, vários moradores de cidades nos EUA estão testemunhando aparições “fantasmagóricas” de pessoas vestidas de Ghostface, o icônico assassino da franquia ‘Pânico‘.

Segundo o Bloody Disgusting, as aparições registradas até o momento aconteceram na cidade de Cripple Creek, no Colorado, em Sonoma, na Califórnia e em uma cidade no Arizona, esse último bem durante uma nevasca.

Vários meios de comunicação dos EUA noticiaram as misteriosas aparições de Ghostface,  como o San Francisco Chronicle e o New York Post.

Aparentemente, algumas pessoas ficaram tão assustadas que chegaram a ligar para a polícia depois de avistar o icônico serial killer.

A polícia de Sonoma chegou a abordar a pessoa vestida de Ghostface, que afirmou ter sido contratada pela Paramount Pictures para promover o novo filme, ‘Pânico VI‘. No entanto, a Paramount ainda não confirmou se a ação se tratava mesmo de uma jogada de marketing feita por eles.

Confira as imagens abaixo:

Ghostface durante nevasca no Arizona, EUA.
Ghostface na cidade de Cripple Creek, na Colorado.

Não sabemos onde será a próxima aparição de Ghostface, mas sabemos que ele estará em Nova York no novo filme ‘Pânico VI‘, que estreia nos cinemas no dia 9 de março.

Pânico VI‘ recebeu a classificação Rated-R, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, linguagem e breve uso de drogas”.

A notícia não é uma surpresa, considerando que todos os filmes anteriores da franquia receberam a mesma classificação.

Em entrevista ao Collider, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o assunto: “No set, os diretores Matt e Tyler estavam sempre pedindo mais sangue e suor. Eles sempre queriam mais. Com o último filme, eles estavam na ponta dos pés, tentando ser respeitosos com o que a franquia havia sido até aquele ponto. Mas agora, eles disseram: ‘Estamos indo com tudo’. Nesse sexto é cem vezes mais sangrento”.

O longa chega ao Brasil no dia 9 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Quatro atores são confirmados no elenco do novo ‘Alien’, do diretor de ‘A Morte do Demônio’

De acordo com o The Hollywood Reporter, quatro novos atores se juntaram ao elenco do próximo filme da franquia ‘Alien‘, que será dirigido por Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’ e ‘O Homem nas Trevas’).

David Jonsson (‘Industry’), Archie Renaux (‘Sombra e Ossos’), Spike Fearn (‘Batman’) e Aileen Wu foram confirmados na produção. Infelizmente, detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

Cailee Spaeny (‘Jovens Bruxas: Nova Irmandade’) e Isabela Merced (‘Dora e a Cidade Perdida’) irão estrelar o longa.

O novo filme contará “uma história independente”, sem conexão com as iterações anteriores da popular saga.

Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.

Vale lembrar que Noah Hawley (‘Legion’) também está desenvolvendo uma série baseada na franquia. A produção se passará em um futuro próximo no Planeta Terra, décadas antes dos eventos do filme ‘Alien – O Oitavo Passageiro‘.

Produzida por Ridley Scott, diretor do filme original, a série está sendo descrita como uma “extensão e reinvenção da franquia”.

EITA! Chris Rock diz que assistiu ‘Emancipation’ para “ver Will Smith ser CHICOTEADO”

O ator Chris Rock fez uma piada envolvendo Will Smith e seu filme ‘Emancipation: Uma História de Liberdade‘ durante um stand-up em Baltimore. (via Decider).

Durante a apresentação, ao abordar a polêmica ocorrida no Oscar 2022, onde Will Smith deu um tapa em Chris Rock após ter caçoado de sua esposa, Jada Pinkett-Smith, o astro disse que assistiu ‘Emancipation‘ apenas para ver Smith ser chicoteado. No filme, o ator interpreta um escravo que foge pelos pântanos de Louisiana para não ser morto pelo seus donos.

“Outro dia, eu assisti Emancipation só para poder vê-lo sendo chicoteado”, disse Rock.

“As pessoas querem saber… doeu? Com certeza sim! Doeu. Ele deu uma de Muhammad Ali! E eu fui de Pookie”, continuou o ator, referindo-se ao seu filme de 1991, ‘New Jack City‘. “Mesmo em filmes de animação, eu sou uma zebra, e ele é a droga de um tubarão!”

Enquanto isso, na última quarta-feira (01), Will Smith recebeu uma honraria especial pelo seu trabalho no mesmo filme, ‘Emancipation: Uma História de Liberdade‘, pela AAFCA Awards, premiação que é organizada pela Associação de Críticos de Cinema Negros, em Los Angeles.

Smith contou durante o discurso de recebimento que o longa foi o mais difícil de sua carreira, e que gostou bastante de trabalhar com a Apple TV+ pois foi a primeira vez em sua carreira que ouviu um estúdio dizer que “a história contada era mais importante do que o quanto custa para deixá-lo pronto”.

Veja o momento em que Will Smith recebe a homenagem:

Relembre o trailer de ‘Emancipation: Uma História de Liberade‘, disponível na Apple TV+:

A história é baseada na derradeira história real de Peter (Smith), um escravo cujas costas flageladas viralizaram no ano de 1863. Peter era um escrevo fugitivo de uma plantação na Louisiana pertence a John e Bridget Lyons, e foi açoitado brutalmente por um dos guardas da plantação que quase o matou. Ele, então, decidiu fugir para o Norte, juntando-se ao Exército da União. Quando Peter mostrou para os doutores durante um exame médico, eles tiraram fotos de suas cicatrizes e uma das fotos foi publicada no jornal Independent em maio do mesmo ano – e na Harper Weekly uma semana mais tarde.

A imagem girou o mundo e foi exposta como prova da crueldade infligida nos escravos nos Estados Unidos, solidificando a causa abolicionista e induzindo vários pretos livres a se juntarem à União para lutar contra os racistas sulistas.

Dirigido por Antonine Fuqua (‘Dia de Treinamento’), o longa foi adquirido pela Apple por US$120 milhões pelos direitos de exibição.

Bill Collage (‘Êxodo: Deuses e Reis’) assina o roteiro, que é descrito como uma mistura de ‘Apocalypto‘ e ‘O Regresso‘.

Smith também entra como produtor ao lado de James LassiterJon MoneJoey McFarlandTodd Black. Fuqua será o produtor executivo junto a Cliff Roberts.

‘The Last of Us’: Último episódio da temporada irá DIVIDIR o público, afirma Bella Ramsey

The Last of Us segue sendo um enorme sucesso na HBO, já sendo até mesmo renovada para uma segunda temporada.

Agora que a série está chegando ao final, a atriz Bella Ramsey, que interpreta a Ellie, afirmou para a Vogue que o último episódio da temporada, que irá ao ar dia 12 de março, vai “dividir o público pra caramba!”.

Ela também comentou que o episódio que irá ao ar neste domingo (5) será “brutal” e foi um dos mais difíceis de gravar, mas que se divertiu bastante.

“[Gravar] foi exaustivo, mas foram meus dias favoritos no set. Sei que parece masoquista, mas as cenas que me quebram são as que mais amo, de certa forma.”

Confira uma prévia do próximo episódio, que irá ao ar no domingo às 23h na HBO e na HBO Max.

A produção é estrelada por Pedro Pascal (Joel) e Bella Ramsey (Ellie).

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção abarcou nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 118 críticas publicada. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

‘Pânico 6’: Ghostface assusta pessoas em pegadinha HILÁRIA na França; Assista!

A Paramount Pictures realizou uma ação de marketing muito divertida para promover o filme ‘Pânico VI‘ na França.

O estúdio colocou um Ghostface no Museu Grévin, em Paris, para os visitantes tirarem fotos. A parte divertida é que não se tratava de uma estátua, e sim uma pessoa real vestida do icônico serial killer da franquia, dando um susto enorme naqueles que estavam desatentos.

Confira o vídeo publicado nas redes sociais da Paramount Pictures da França:

Pânico VI‘ recebeu a classificação etária para maiores de 18 anos no Brasil. Segundo o Ministério da Justiça, menores não poderão assistir a produção por ela trazer cenas com “Drogas, Violência Extrema e Linguagem Imprópria”.

O filme promete ser o mais brutal da franquia, já que todos os filmes anteriores foram classificadas no Brasil para maiores de 14 anos – com exceção de ‘Pânico’ (2022), que recebeu classificação indicativa 16 anos.

Em entrevista ao Collider, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o assunto: “No set, os diretores Matt e Tyler estavam sempre pedindo mais sangue e suor. Eles sempre queriam mais. Com o último filme, eles estavam na ponta dos pés, tentando ser respeitosos com o que a franquia havia sido até aquele ponto. Mas agora, eles disseram: ‘Estamos indo com tudo’. Nesse sexto é cem vezes mais sangrento”.

O longa chega ao Brasil no dia 9 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Assista ao trailer:

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Atriz de ‘Shazam!: Fúria dos Deuses’ quer interpretar versão FEMININA de ‘Blade’ na Marvel

A atriz Megan Good, que está em ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘, em entrevista para o Comic Book, revelou qual personagem da Marvel ela estaria interessada em interpretar.

A resposta foi um pouco inusitada. A atriz respondeu que gostaria muito de interpretar a verão feminina de Blade, que no MCU será vivido por Mahershala Ali.

“Eu seria a versão feminina de Blade, disse Good. “Seria uma caçadora de vampiros e arrasaria!”

O novo filme de ‘Blade‘ chega aos cinemas em setembro de 2024. Anteriormente, Wesley Snipes já havia dado vida ao icônico caçador de vampiros da Marvel nos cinemas, em uma trilogia que se encerrou em 2004.

Lembrando que ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

Relembre o trailer:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Amazon está desenvolvendo filme épico focado na Medusa no estilo ‘A Múmia’

De acordo com o THR, a Amazon Studios está desenvolvendo um filme focado na ‘Medusa‘, lendária figura da Mitologia Grega.

O projeto está sendo descrito como uma aventura sombria, na mesma veia que o clássico ‘A Múmia‘ (1999), que mesclou de forma bem-sucedida elementos de ação e terror.

Nicole Kassell (‘Watchmen’) será responsável pela direção.

Além de dirigir, Kassell também assinará o roteiro – que promete reimaginar a figura mística da Gorgon com cobras no lugar do cabelo, cujo olhar consegue transformar pessoas comuns em pedra.

Detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo, mas a produção será uma história de fantasia focada na Medusa que, após desobedecer os deuses antigos, embarca em uma jornada para salvar o mundo.

Tripp Vinson e Tara Farney (‘Casamento Sangrento’) servirão como produtores ao lado de Kassell.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Amazon está desenvolvendo novo filme da franquia ‘Poltergeist’

Após comprar a MGM, parece que a Amazon já tem planos para as franquias mais icônicas de seu catálogo. De acordo com o The Hot Mic, o estúdio tem interesse em reviver a franquia ‘Poltergeist‘, com o projeto sendo uma de suas “prioridades”.

Apesar disso, o jornalista Jeff Sneider declara que a situação é “complicada pelo fato de que o Steven Spielberg [que produziu o filme original de 1982] teria que estar envolvido”.

Aparentemente, o futuro do novo filme ainda é incerto, uma vez que a “Amazon ainda está tentando avaliar o catálogo da MGM.

Vale lembrar que, antes de ser comprada pela Amazon, a MGM havia dado sinal verde para um novo remake do clássico, que seria dirigido por Joe & Anthony Russo (‘Vingadores: Guerra Infinita’). Infelizmente, após as mudanças no comando no estúdio, o projeto foi engavetado.

Em 2015, ‘Poltergeist‘ já havia ganhado um remake. Apesar de ser sido um sucesso moderado – arrecadou US$ 95.4 milhões mundialmente –, o longa foi massacrado pelos críticos e teve uma recepção morna do público, o que inviabilizou a continuidade de uma possível franquia.

O primeiro longa, lançado em 1982, rendeu duas sequências, que tiveram um desempenho decepcionante entre os espectadores e os críticos em comparação ao original.

Portas do INFERNO se abrem no trailer sinistro do terror ‘Malum’; Confira!

O terror sobrenatural ‘Malum‘ ganhou o primeiro trailer sinistro.

Confira:

Dirigido por Anthony DiBlasi, o longa é descrito como uma reimaginação do terror ‘Last Shift‘ (2014) – trazendo, inclusive, a mesma equipe criativa. DiBlasi também assina o roteiro ao lado de Scott Poiley.

Enquanto tenta descobrir as misteriosas circunstâncias da morte de seu pai, uma policial novata, Jessica Loren, é atribuída o último turno em uma delegacia desativada onde um culto sinistro morreu há alguns anos. Sozinha na estação, ela logo é atormentada por eventos paranormais e, no processo, acaba descobrindo a verdade chocante sobre o envolvimento de seu pai com o perigoso grupo.

O elenco conta com Jessica Sula, Candice CokeChaney Morrow, Clarke WolfeMorgan Lennon, Valerie LooMonroe Cline, Eric OlsonSam BrooksKevin WayneDanielle CoyneNatalie VictoriaChristopher Matthew Spencer e Britt George.

A produção conta com efeitos especiais criados por RussellFX, conhecido por seu trabalho nos aclamados ‘Hellraiser‘, ‘O Ritual‘ e ‘A Casa Sombria‘.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 31 de março.

‘Nosferatu’: Aaron Taylor-Johnson se junta ao elenco do remake do diretor de ‘A Bruxa’

De acordo com o Deadline, Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: Era de Ultron’) entrou para o elenco do remake de ‘Nosferatu‘, que será dirigido por Robert Eggers (‘A Bruxa’).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Bill Skarsgard (‘Noites Brutais’) interpretará o vampiro titular, Nosferatu/Conde Orlok.

O elenco ainda contará com Lily-Rose Depp (‘The Idol’), Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’), Emma Corrin (‘The Crowb’), Willem Dafoe (‘O Farol’), Simon McBurney (‘Invocação do Mal 2’) e Ralph Ineson (‘A Bruxa’).

Nesta reimaginação, a história segue um conto gótico de obsessão entre uma assombrada jovem (Depp) no Século 19 e um antigo vampiro (Skarsgard) da Transilvânia que a persegue, trazendo um terror inimaginável com ele.

Além de dirigir, Robert Eggers também será responsável pelo roteiro.

Inicialmente, Anya Taylor-Joy, estava cotada para estrelar a produção, mas acabou tendo que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda – especialmente considerando os atrasos que o longa sofreu para sair do papel.

Os 10 Melhores Filmes sobre Vampiros

Nosferatu‘ é uma adaptação do romance ‘Drácula‘, de Bram Stoker, com nomes de personagens alterados para não levar processo dos herdeiros do escritor. O diretor acabou sendo processado por violação de direitos autorais, e a justiça ordenou a destruição das cópias do filme. Porém, o filme foi restaurado e relançado recentemente (assista abaixo!).

A história acompanha Conde Orlok, um vampiro que se apaixona perdidamente por Ellen e traz o terror à cidade dela. ‘Nosferatu‘ é considerado um dos primeiros representantes do gênero de terror no cinema. Em 1979,  teve uma refilmagem dirigida por Werner Herzog.

Assista ao original:

 

‘Hellboy’: Atriz de ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’ entra para o elenco do reboot

De acordo com o Deadline, Adeline Rudolph (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) entrou para o elenco do novo reboot de ‘Hellboy‘, oficialmente intitulado ‘Hellboy: The Crooked Man‘.

Além dela, Jefferson White (‘Yellowstone’) também foi confirmado no projeto. Eles irão interpretar Bobbie Jo Song e Tom Ferrell, respectivamente.

Infelizmente, maiores detalhes sobre seus personagens não foram divulgados.

Jack Kesy (‘Deadpool 2’) irá interpretar o personagem titular – papel que foi previamente vivido por Ron Perlman e David Harbour.

Jack Kesy é um ator dinâmico que tem a habilidade de se transformar em seus papéis. Seu talento e estatura são perfeitos para que ele interprete um jovem Hellboy. Fiquei muito impressionado com ele enquanto trabalhamos em ‘Posto de Combate’,” declarou o copresidente da Millennium Media, Jonathan Yunger.

Anteriormente, o diretor Brian Taylor declarou que a nova adaptação será como um “filme de terror” para maiores de idade.

“Eu compartilhei a ideia de fazer um filme de terror, para maiores de idade, do ‘Hellboy’, e a produtora Millennium nos deu um apoio incrível. Eles são um grupo adorável de pessoas e amam o gênero. Nós não queríamos fazer um filme para maiores de forma gratuita, mas o material de origem é realmente sombrio, assustador e violento. Para fazer uma boa adaptação, não queríamos estar presos a classificações etárias.”

Ele completa, “Eu amo o personagem Hellboy. Os filmes do Guillermo del Toro foram incríveis, mas os quadrinhos criados pelo Mike [Mignola] têm um tom muito diferente. É mais sinistro e assustador. A edição do ‘Homem Torto’ é particularmente espetacular. A história é ambientada nos anos 50, e traz a minha versão favorita do personagem. Nossa intenção é retornar à origem e realmente explorar aquela versão do Hellboy, que eu acredito que ainda não tivemos a chance de conferir [nas telonas].”

O novo longa será baseado no arco homônimo do personagem nos quadrinhos – uma saga de 3 volumes que foi lançada em 2011.

Na trama…

“Em 1956, nas montanhas de West Virginia, Hellboy encontra Tom, um homem que vendeu sua alma para um demônio da floresta conhecido como O Homem Torto. Juntos, eles viajam para o coração das montanhas sombrias para confrontar o demônio e tentar salvar a alma do Tom.”

Mike Mignola, criador do personagem, e Christopher Golden irão receber créditos pelo enredo do novo filme, mas ainda não está claro se a dupla assinará o roteiro.

Vale lembrar que o reboot de 2019 se tornou um enorme fracasso de bilheteria, tendo arrecadado apenas US$ 55 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 50 milhões.

Showrunner fala sobre a 2ª temporada de ‘Yellowjackets’: “Canibalismo foi só o começo”

Em entrevista ao EW, o coshowrunner Jonathan Lisco revelou que a 2ª temporada de ‘Yellowjackets‘ será ainda mais sombria que o ciclo anterior, prometendo que o “canibalismo” foi apenas o começo do que ainda está por vir.

“Se fizermos nosso trabalho corretamente, a parte do canibalismo não será a coisa mais transgressiva que essas jovens mulheres fizeram isoladas na floresta. Isso é apenas a ponta do iceberg.”

Ele completa, “Enquanto os personagens adolescentes tiveram que aprender a se adaptar ao ambiente hostil no primeiro ciclo, a segunda temporada será quando a situação realmente vai se tornar insana.” 

O próximo ciclo será lançado pela Paramount+ no dia 24 de março.

Criada por Ashley LyleBart Nickerson (‘Narcos’), a série é descrita como uma mistura de “sobrevivência épica, terror psicológico e drama”.

Uma equipe de talentosas estudantes se tornam improváveis sobreviventes de um acidente de avião, que cai em uma área remota e isolada. Enquanto acompanhamos a jornada delas de sobrevivência, vemos a vida que elas tentam reconstruir 25 anos após o acontecimento, provando que o passado nunca fica para trás.

O elenco também conta com Melanie Lynskey, Tawny Cypress, Ella Purnell, Christina Ricci, Juliette Lewis, Sophie Nélisse, Jasmin Savoy Brown, Sophie Thatcher, Sammi Hanratty, Steven Krueger e Warren Kole.

‘Amor nas Alturas’: Comédia romântica musical do Star+ ganha trailer DUBLADO e LEGENDADO

O Star+ divulgou o primeiro trailer de ‘Amor nas Alturas‘ (Up Here), série de comédia musical estrelada por Mae Whitman (‘Good Girls’) e Carlos Valdes (‘The Flash’).

Confira, dublado e legendado:

A produção será lançada no catálogo do Star+ no dia 24 de março, mesmo dia em que estreia nos Estados Unidos.

Danielle Sanchez-WitzelSteven Levendon entram como roteiristas e produtores executivos. Thomas Kail fica responsável pela direção.

Amor nas Alturasé uma série rom-com musical ambientada em Nova York, em 1999, e acompanha a extraordinária história de um casal comum à medida que se apaixonam – e descobrem que o maior obstáculo os impedindo de ficar juntos são eles mesmos – e o mundo traiçoeiro das memórias, das obsessões, dos medos e das fantasias que habitam suas cabeças.

Robert LopezKristen Anderson-Lopez, conhecidos por seu trabalho em ‘Frozen’‘WandaVision’, ficam responsáveis pelas músicas originais.

Sophia HammonsKatie FinneranJohn HodgmanEmilia SuárezAndréa Burns completam o elenco.