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‘De Repente 30’ completa 15 anos e Jennifer Garner faz tributo; Confira!

A popular comédia teen ‘De Repente 30‘ fez 15 anos desde seu lançamento nos cinemas e a atriz Jennifer Garner aproveitou a oportunidade para comemorar o marco e fazer um tributo à produção.

Em sua homenagem, ela lembrou a clássica cena em que sua personagem dança “Love is a Battlefield”, da cantora Pat Benatar, com um grupo de garotas pré-adolescentes.

Refletindo sobre a importância desse momento registrado dentro do filme, ela dedicou sua publicação no Instagram para as meninas que participaram da tomada, publicando um vídeo da dança, além de imagens de cada uma delas do antes e depois.

Confira:

 

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Fifteen years ago today #13GoingOn30 made her debut, directed with ❤️ by our beloved Gary Winick 😇 and a clutch of loving, hardcore producers (3 brilliant women—before it was cool to be led by women!) . The movie benefitted from the performances of so many young actresses. Open and twinkly-magical then— now, 15 years later, they are ruling the world. (Hi #SixChicks—@brielarson, @ashleybenson, @christabrittany—who also played a young me in Ghosts of Girlfriends Past—and my own sweet @revjuliaroth). . I loved my day with this slumber party crew: they danced with abandon and reminded me of the power of just saying yes—to being in a group, to vulnerability, to wearing a bra over your clothes. At the last minute I tossed my adopted LA family member Maddy Sprung-Keyser into the scene. @maddsk went on to be an Academic All American swimmer at Amherst, got her law degree from NYU, and is producing podcasts for @pineapple.fm. Looking back into her adolescence—with the hair and the men not wanting to jump her bones—is extra special today. Imagine if every 13 year old girl had an opportunity to dance and feel beautiful like the girls in this film. I am proud of all of you. ❤️ . I feel so, so lucky to have had the experience of making this joyful movie. And even luckier to be part of something that, all of these years later, can still make people (hi, @arianagrande 🤗) smile. 😁

Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner) em

De Repente 30‘ foi lançado em 2004, estrelado por Jennifer Garner, Judy Greer, Mark Ruffalo e Andy Serkis.

Jenna é uma garota divertida, mas impopular. Quando as coisas dão errado em sua festa de aniversário de 13 anos, ela deseja ter 30 anos e vai para o armário no porão, onde está o presente que seu amigo Matt havia lhe dado – uma casa de bonecas que continha um “brilho” que faria a pessoa ter o que desejasse. Quando ela abre os olhos, após pedir que tivesse 30 anos, vê que conseguiu o que queria, mas ela logo perceberá que na realidade sempre teve o que quis até tentar ser popular.

‘Mad Max: Estrada da Fúria’: Tom Hardy e Charlize Theron falam sobre os conflitos nos bastidores

Mad Max: Estrada da Fúria tornou-se um dos melhores filmes dos últimos anos, principalmente pela direção irretocável de George Miller.

Além disso, a produção ficou popularmente conhecida pelas diversas tretas e conflitos nos bastidores entre os astros Tom Hardy e Charlize Theron, que se desentenderam no set por diversas vezes.

Mas as confusões do passado parecem ter ficado para trás e a dupla revelou, durante uma entrevista ao jornal The New York Times, quais foram os problemas enfrentados nos bastidores e como hoje eles enxergam toda as circunstâncias.

Com maturidade, os colegas de profissão reconheceram as adversidades da produção, salientando que ambos tinham um desafio enorme de trazer de volta um dos maiores clássicos do cinema e que hoje entendem o momento que ambos enfrentavam na época.

De acordo com Hardy:

“Por conta da quantidade de detalhes que nós tínhamos que processar e pelo pouco controle que tínhamos em cada nova situação, e pelo fato das tomadas serem muito rápidas – era necessário fazer fragmentos minúsculos de momentos da historia, para que eles pudessem estar no corte final do filme -, nós nos movíamos rapidamente e em alguns momentos isso nos sobrecarregava. Nós tínhamos que confiar que o filme estivesse ficando em ordem”.

Charlize refletiu sobre o desafio que Tom Hardy tinha em mãos, ao ter que assumir um papel tão consagrado por Mel Gibson:

“Olhando em retrospecto, eu não tive muita empatia de verdadeira e realmente entender como ele deveria estar se sentindo ao ter que encarar o papel do Mel Gibson. Isso é aterrorizante! E eu acho que devido ao meu próprio medo, nós acabamos levantando muros para nos proteger, ao invés de dizer um ao outro: ‘Isso é assustador para você, assim como é para mim também. Sejamos legais um com o outro’. De um jeito estranho, nós estávamos funcionando como os nossos personagens: Tudo se tratava de sobrevivência”.

Hardy complementou o raciocínio da colega, dizendo que encarar o papel foi algo além da sua própria compreensão:
‘Eu creio que, olhando à distância, eu estava confuso de diversas maneiras. A pressão sobre nós dois era muito pesada em alguns momentos. O que ela precisava em mim era de um parceiro melhor e talvez mais experiente. Isso é algo que não pode ser fingido. Eu gostaria de pensar que agora que estou mais velho e mais feio, eu conseguiria suprir essa necessidade na ocasião”.

 

Vale lembrar que o spin-off da franquia focada na personagem Furiosa parece estar finalmente ganhando forma.

Segundo a revista Variety, as filmagens do spin-off ‘Mad Max: Furiosa’ já possuem uma data prevista para início. Conforme pontuado pela publicação, Miller quer iniciar as filmagens em meados de 2021.

 

Vale ressaltar que as atrizes Anya Taylor-Joy (‘Fragmentado‘) e Jodie Comer (‘Killing Eve‘) estão sendo cotadas para interpretar a versão mais jovem de Furiosa.

Yahya Abdul-Mateen II também é uma das principais escolhas para integrar o elenco.

O diretor George Miller está envolvido com a direção e o roteiro do filme, que deve ser produzido apenas ao final de Three Thousand Years of Longing‘, seu atual projeto. A narrativa irá acompanhar a jornada de Furiosa, vivida por Charlize Theron na produção original.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378,9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

 

Beyoncé presta homenagem a Paulo Gustavo em seu site oficial; Confira!

Não é de hoje que a cantora Beyoncé celebra artistas e figuras fundamentais ao redor do mundo em seu site oficial e a inesperada despedida de Paulo Gustavo também não lhe passou despercebida.

Por meio de seu portal, a premiada e aclamada artista fez uma singela e valiosa homenagem ao comediante, ator e diretor, que era um grande fã dela e que falecera na última terça-feira (04), em decorrência de complicações da Covid-19.

Gustavo aparece estampando a capa de seu site, como o destaque principal entre os homenageados.

Confira:

Antes de ser internado, Paulo estava cheio de planos: filmando uma série baseada em ‘Minha Mãe é uma Peça‘ para o Globoplay e roteirizando o quarto filme da franquia.

No vídeo abaixo, gravado em Dezembro de 2019, o ator revelou os detalhes sobre a série de TV ‘Minha Mãe É Uma Peça’ – que seria exibida pela Globoplay e tinha quatro temporadas confirmadas. O streaming não confirmou quantos episódios foram filmados e se a série será exibida.

Assista:

O ator já havia confirmado que havia convidado Marieta Severo para viver a mãe da Dona Hermínia na série.

No Twitter, vários amigos e famosos postaram mensagens em homenagem ao ator.

Confira:

Criador de Dona Hermínia e vários outros personagens icônicos, Paulo estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul.

Ele tinha 42 anos e deixa dois filhos de 1 ano de idade, Romeu e Gael, e o marido, o médico Thales Bretas, com quem estava casado desde dezembro de 2015.

Michelle Trachtenberg é deixada de fora da homenagem In Memoriam do Oscar

Michelle Trachtenberg, mais conhecida por ter estrelado as séries de sucesso ‘Buffy – A Caça-Vampiros‘ e Gossip Girl‘, ficou de fora da tradicional homenagem In Memoriam feita durante a premiação do Oscar.

A atriz faleceu na última quarta-feira (26 de fevereiro), quatro dias antes do evento. Além dela, Tony Todd (‘O Mistério de Candyman‘), Chance Perdomo (‘Gen V‘, ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘), Alain Delon (‘A Marca do Zorro‘), Linda Lavin (‘Um Senhor Estagiário‘, ‘Alice‘), James Darren (‘O Túnel do Tempo‘) e Martin Mull (‘Os Sete Suspeitos‘) também foram ignorados pela homenagem.

Já o icônico astro Gene Hackman, vencedor de dois Oscar e cuja morte fora anunciada na quinta-feira (27), foi destaque no segmento. O veterano recebeu uma tocante homenagem de Morgan Freeman, que trabalhou com ele nos filmes ‘Os Imperdoáveis‘ e ‘Sob Suspeita‘.

Sobre o caso

O Escritório do Médico Legista Chefe da Cidade de Nova York informou que a causa da morte da atriz Michelle Trachtenberg permanece indeterminada. A investigação segue sem conclusão, visto que a família da atriz solicitou que nenhuma autópsia fosse realizada, em respeito a suas crenças religiosas, conforme o Deadline.

O escritório do legista geralmente realiza autópsias em casos de suspeita de crime ou atividade suspeita. No entanto, como não há indícios de tais circunstâncias, a decisão da família foi respeitada.

De acordo com o New York Post, Trachtenberg foi encontrada pela mãe por volta das 8h da quarta-feira, no One Columbus Place, no bairro Central Park South, em Manhattan. A atriz havia recentemente passado por um transplante de fígado. Sua morte não está sendo investigada como suspeita.

Nas redes sociais, fãs haviam expressado preocupação com a saúde da atriz devido à sua aparência visivelmente mais magra, levantando especulações sobre um possível envolvimento com drogas.

Em janeiro do ano passado, Trachtenberg respondeu aos comentários dos fãs, afirmando que estava “feliz e saudável”.

Nascida em Nova York no dia 11 de outubro de 1985, Michelle iniciou sua carreira aos nove anos, na série clássica dos anos 90 do Nickelodeon, ‘The Adventures of Pete & Pete’, onde interpretou a excêntrica amiga Nona F. Mecklenberg.

Desde então, trabalhou em diversos projetos, incluindoHarriet, a Espiã’, ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ eGossip Girl.

‘O Agente Secreto’ vence no Prêmio Lumière na França e reforça protagonismo brasileiro no exterior

O filme O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, venceu o prêmio de Melhor Coprodução Internacional no Prêmio Lumière, entregue na noite do último domingo, dia 18 de janeiro, em Paris. A cerimônia foi realizada no Instituto do Mundo Árabe e reuniu profissionais do cinema francês e jornalistas internacionais, reafirmando o papel da premiação como um dos principais termômetros da temporada de prêmios na França.

Representando a produção, estiveram presentes o coprodutor da MK2, a diretora de fotografia Evgenia Alexandrova e a atriz Maria Fernanda Cândido, que integrou a equipe no palco durante a entrega do prêmio.

Em discurso, a atriz destacou o significado do reconhecimento internacional da coprodução. “Como brasileira morada há oito anos em Paris, fico mais do que feliz em receber este prêmio de coprodução entre o Brasil e a França”, afirmou. Maria Fernanda Cândido também agradeceu ao diretor Kleber Mendonça Filho: “Obrigada por escolher confiar na inteligência do público. Bravo, Kleber!”.

Desde o lançamento e os dois prêmios de Cannes — Melhor Ator e Melhor Direção — até essa vitória no Prêmio Lumière, O Agente Secreto conquistou mais de 50 prêmios, entre eles dois no Globo de Ouro: Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator, concedido a Wagner Moura

Wagner Moura recebe sua Palma de Ouro em junho na França (Foto: Assessoria)

Com esse reconhecimento crescente, o longa também tem grandes chances de levar Melhor Filme Estrangeiro no Oscar.

Os principais vencedores da noite

A edição deste ano do Prêmio Lumière foi marcada pela consagração de dois filmes em preto e branco. François Ozon foi o grande vencedor da noite com O Estrangeiro (L’Étranger), adaptação do romance de Albert Camus, que recebeu o prêmio de Melhor Filme. Benjamin Voisin venceu o prêmio de Melhor Ator por sua interpretação de Meursault, e o longa também foi reconhecido com o prêmio de Melhor Fotografia, assinado por Manuel Dacosse.

Benjamin Voisin conquista prêmio de Melhor Ator por O Estrangeiro, grande ganhador da noite com 3 prêmios.

Outro destaque foi Richard Linklater, premiado com Melhor Direção por Nouvelle Vague. O filme também rendeu o prêmio de Ator Revelação a Guillaume Marbeck, por sua interpretação de Jean-Luc Godard.

Entre os demais vencedores, Léa Drucker recebeu o prêmio de Melhor Atriz por Caso 137, Nadia Melliti foi consagrada Atriz Revelação por A Irmã Mais Nova, Stéphane Demoustier venceu o prêmio de Melhor Roteiro por L’inconnue de la Grande Arche, e Ugo Bienvenu foi premiado na categoria Melhor Animação por Arco.

Discursos e contexto político internacional

Além das celebrações cinematográficas, a cerimônia também foi marcada por discursos que chamaram atenção para o contexto político e humanitário internacional. Diversos vencedores e convidados relembraram a repressão às manifestações no Irã, que resultaram em milhares de mortes, e também deram visibilidade à situação na Palestina.

Com a Alma na Mão, Caminha, ganhador do prêmio de Melhor Documentário

Esse posicionamento esteve diretamente ligado ao prêmio de Melhor Documentário, concedido a Com a Alma na Mão, Caminha, da diretora iraniana Sepideh Farsi. O filme retrata a vida de Fatma, que morreu tragicamente após o término das filmagens, realizadas na Palestina, reforçando o caráter político e testemunhal da obra.

O que é o Prêmio Lumière? 

Criado em 1995, o Prêmio Lumière é concedido pela Académie des Lumières, associação formada por jornalistas e críticos internacionais que atuam na França, mas não possuem nacionalidade francesa. Frequentemente comparado ao Globo de Ouro, nos Estados Unidos, o prêmio reflete o olhar da imprensa estrangeira sobre o cinema francês e internacional.

Atualmente, a Academia Lumière reúne representantes de 36 países e conta com mais de 101 votantes, incluindo uma jornalista brasileira, única representante do país, que escreve para o site CinePOP. A cerimônia é transmitida online e permanece disponível no site oficial do prêmio, onde também é possível consultar a lista completa dos vencedores.

Diretor de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ volta atrás e diz que Capitã Marvel estará no filme

Após Joe Russo, um dos diretores deVingadores: Guerra Infinita, ter revelado em entrevista ao ComicBook que a Capitã Marvel (Brie Larson) não aparecerá no filme dos heróis, parece que voltou atrás e contou à ET que a heroína estará sim em ‘Guerra Infinita’.

Ao ser perguntado em relação ao elenco feminino do filme, o diretor respondeu:

“Nós temos incríveis personagens femininas em ‘Guerra Infinita’. Capitã Marvel está nele, Viúva Negra, Feiticeira Escarlate, nós temos Wakanda e seu inteiro grupo de mulheres do universo do Pantera Negra. Personagens incrivelmente fortes, personagens determinadas, e nós temos os Guardiões da Galáxia, e duas dos Guardiões são filhas de Thanos, então elas possuem uma conexão muito forte com a história do nosso vilão. Estamos muito orgulhosos por podermos introduzir a Capitã Marvel neste filme”

Sendo assim, é provável que a heroína apareça em uma possível cena pós-créditos. Será?

Capitã Marvel, o primeiro filme da Marvel Studios protagonizado por uma heroína, terá inspirações em outro clássico com uma protagonista feminina: O Exterminador do Futuro 2.

O produtor Kevin Feige contou em entrevista à EW que esse filme e outros filmes de ação dos anos 1990 estão servindo de inspiração paraCapitã Marvel.

“Não tem como ficar mais icônico que ‘O Exterminador do Futuro 2’. Cara, são lutas no nível da rua, perseguições, coisas divertidas desse tipo que sumiram quando chegamos no cinema de ação dos anos 2000”

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Jude Law, DeWanda Wise e Ben Mendelsohn. O roteiro fica por conta de Geneva Robertson-Dworet (Tomb Raider: A Origem’) e a direção é da dupla Anna Boden e Ryan Fleck.

O lançamento é previsto para 6 de Março de 2019 no Brasil.

‘A Freira’ deve arrecadar mais de US$32 milhões em sua estreia nos EUA

Segundo informações da Variety, a estimativa da Warner é que A Freira arrecade US$32 milhões em sua estreia nos EUA, com possibilidade do número chegar a US$37 milhões.

Esse valor é considero bom, se igualando à outros derivados da franquia, como ‘Annabelle 2’, porém, fica um pouco abaixo dos dois Invocação do Mal, que chegaram à US$40 milhões.

A Warner Bros. liberou um novo comercial de TV do terrorA Freira, que se aprofunda no lugar onde a trama se passa. Assista:

‘A Freira’: James Wan gravou algumas cenas do filme

O terror é roteirizado por David Leslie Johnson, um dos responsáveis pelo script de ‘Invocação do Mal 2’. James Wan e Peter Safran são os produtores.

A Freira‘ estreia dia 7 de setembro.

“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”

Taissa Farmiga, Demian Bichir, Bonnie Aarons, Charlotte Hope, Jonas Bloquet e Ingrid Bisu estão no elenco.

10 curiosidades de “Mulher-Maravilha”, um clássico do DCEU

Lançado em 2017, Mulher-Maravilha foi um fenômeno cultural. Sendo o primeiro live action da história com orçamento superior a US$ 100 milhões a ser dirigido por uma mulher, o filme conquistou críticas muito positivas, diferentemente das produções dirigidas por Snyder, e arrecadou mais de US$ 820 milhões em bilheteria.

Mais do que isso, em um momento em que o Universo Estendido DC passava por uma grave crise de identidade, o filme da Amazona chegou para trazer um pouco de esperança para os fãs e para o estúdio de que aquele universo compartilhado poderia dar certo. Pensando nisso, o CinePOP separou dez curiosidades sobre essa aventura fantástica que trouxe a Mulher-Maravilha de volta para a prateleira mais alta da Cultura Pop. Confira!

Sonho de vida

A diretora Patty Jenkins estava escalada para dirigir o filme da Mulher-Maravilha que seria lançado em 2005, mas que acabou nunca vendo a luz do dia. Na época, ela teve que deixar o projeto porque descobriu que estava grávida e tiraria um tempo para se dedicar à maternidade. Então, quando a convidaram para entrar no projeto mais de uma década depois, ela aceitou sem hesitar, chegando a dizer que esperou sua vida inteira por aquele momento.

 

Amazonas

Durante a cena de abertura, quando a pequena Diana assiste o treinamento das Amazonas comandadas por Antíope, é possível ver que elas usam uma tira de couro na mesma cor de suas peles na região peitoral, fazendo parecer que elas não têm seios. É uma referência aos relatos das Amazonas da mitologia grega, que supostamente removiam ou queimavam seus seios para não terem desvantagens no combate.

 

Temiscira

Para conseguir recriar as paisagens fantásticas, cheias de relevo e com um marzão de fundo que sempre caracterizaram a lendária Ilha Paraíso de Temiscira, a produção recorreu a uma locação no mundo real. Dessa forma, eles gravaram as cenas na Costa Amalfitana, na Itália. Segundo membros da produção, além do visual ser perfeitamente paradisíaco, o clima da região era ideal para longas filmagens a céu aberto.

 

Polêmica

Após a direção de Zack Snyder ser bastante criticada por trazer ângulos sexualizados da Mulher-Maravilha em Batman Vs. Superman – A Origem da Justiça (2016), Patty Jenkins participou ativamente do design de produção do filme, opinando sobre como fazer trajes e armaduras para as amazonas que demonstrassem poder e praticidade para as guerreiras batalharem e parecerem legais em cena. Da mesma forma, sendo mulher, ela teve toda uma preocupação em gravar a Gal em poses que remetessem a poder, não a desejo.

 

Shape

Quando foi anunciada como a nova Mulher-Maravilha dos cinemas, a atriz Gal Gadot foi duramente criticada na internet por ser considerada “muito magra” para o papel da guerreira amazona. Para entrar na forma de Diana Prince, Gal passou por nada menos que nove meses de treinamento e dieta especiais até ganhar 17kg de pura massa muscular, calando os críticos com seu físico e carisma de super-heroína.

 

Diana Prince

Nos quadrinhos, Diana cria sua identidade secreta e surge como a Mulher-Maravilha no contexto da Segunda Guerra Mundial. Ela pega o sobrenome “Prince” de uma enfermeira do exército norte-americano e passa a usá-lo como se fosse seu. No filme, porém, ela tem seu primeiro contato com a humanidade durante a Primeira Guerra Mundial. Segundo a direção, essa escolha foi feita porque era uma época mais definidora da sociedade, em que a tecnologia ainda avançava vagarosamente e o preconceito contra as mulheres era ainda maior, abrindo mais possibilidades de debater temas polêmicos. E no fim das contas, o filme mostra que o sobrenome “Prince” é uma abreviação de “Diana, Princesa de Temiscira”, fazendo uma piada com o tempo demorada pela super-heroína na hora de se apresentar para os outros.

 

Relógio

Um dos itens críticos de Steve Trevor (Chris Pine) é o seu relógio. Se prestar bem atenção, vai ver que ele é um relógio de bolso adaptado com uma tira de couro para amarrá-lo ao pulso. Além de dar mais personalidade a Steve, isso é faz menção a uma das grandes mudanças que a Primeira Guerra Mundial trouxe para a moda. Na época, a tendência masculina era portar os relógios de bolso no interior de seus ternos. Só que ter acesso a hora certa de maneira rápida era fundamental para estratégias de guerra, então os militares começaram a adaptá-los para versões de pulso. Com o fim do confronto, a moda pegou e os relógios de pulso se tornaram um dos acessórios mais populares nos anos seguintes.

 

Homenagem

Inicialmente, Patty Jenkins queria prestar uma homenagem singela para a grande super-heroína de sua infância, Lynda Carter, que interpretou a Mulher-Maravilha na lendária série de TV dos anos 70, dando a ela uma participação especial no filme. Infelizmente, a atriz teve um conflito de agenda e não pôde fazer uma participação especial, como sonhava a diretora. Mas Patty não desistiu e conseguiu trazer Lynda para fazer uma pontinha na sequência, Mulher-Maravilha 1984 (2020).

 

Proibido

Mulher-Maravilha foi banido pelo governo de Líbano, Turquia e Qatar e nunca estreou nesses países. Isso porque o filme é protagonizado por Gal Gadot, que não apenas é de Israel, como também serviu por dois anos nas Forças de Defesa Israelenses, atuando como instrutora de combate para outras militares. Acontece que esses países são adeptos da causa Palestina. E como Gal servia como garota-propaganda sionista, elogiando o governo israelense em algumas entrevistas, as autoridades desses países optaram por vetar a exibição por lá.

 

Era pra ser

A Rainha Hipólita, líder das Amazonas e mãe de Diana, quase foi interpretada pela Nicole Kidman. Só que ela precisou recusar o convite devido a conflitos de agenda com as filmagens da série Big Little Lies, da HBO. Com isso, o papel foi conquistado pela dinamarquesa Connie Nielsen. Mas essa não foi a única chance dada a Kidman de entrar no Universo Estendido DC. Por isso, quando surgiu um novo convite, agora para interpretar a Rainha Atlanna, mãe do Aquaman, ela não pensou duas vezes e embarcou no projeto. Quando o destino quer que você seja a mãe de um personagem DC, nada é capaz de te impedir.

Mulher-Maravilha está disponível no Max.

 

‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’: Sophia Valverde Diz que Está Pronta Para Novos Desafios [EXCLUSIVO]

A mais nova adaptação do universo de Mauricio de Sousa, ‘Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo’ entra em cartaz a partir de hoje nos cinemas brasileiros.

Sophia Valverde, que interpreta a protagonista Mônica na nova adaptação, conversou com nossa repórter Janda Montenegro e diz que está aberta para novos desafios no cinema! Será que vem um filme de terror na carreira na jovem atriz?

Confira a entrevista:

Desta vez, conheceremos a ‘Turma da Mônica Jovem‘ em um filme que flerta com o terror e traz novos atores interpretando os icônicos personagens criados por Mauricio de Sousa.

O filme de suspense começa no primeiro dia de aula do Ensino Médio da turma do bairro do Limoeiro. Na trama, Milena (Carol Roberto), Cascão (Theo Salomão), Magali (Bianca Paiva), Mônica (Sophia Valverde) e Cebola (Xande Valois) descobrem que o Museu do Limoeiro será leiloado e partem para uma missão cheia de ação e aventura para salvá-lo.

Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo‘ estreou em mais de 800 salas espalhadas por 650 cinemas do Brasil.

Mauricio de Sousa revelou que o filme será o primeiro de vários novos projetos.

“Eu penso que essa estreia hoje abre o caminho para diversos outros projetos que estamos começando também, de uma maneira muito alegre. Eu sinto o pessoal aqui todo muito feliz e acho que é mais um espaço sendo aberto para o cinema brasileiro”, afirmou Mauricio.

A direção é de Maurício Eça (‘Maníaco do Parque: A História Não Contada’).

Confira o trailer:

‘Reflexos do Medo’ | Onde assistir os FILMES da Turma da Mônica?

Lisa Sheridan, atriz de ‘CSI: Miami’, é encontrada morta em seu apartamento

Lisa Sheridan, conhecida por seu papel nas séries ‘CSI: Miami’‘Invasion’, morreu aos 44 anos na segunda-feira, dia 25.

A atriz foi encontrada morta em sua casa, em Nova Orleans. A família disse que está certa de que o falecimento não ocorreu devido a suicídio.

Seu agente, Mitch Clem, também confirmou a notícia em uma declaração à revista PEOPLE, e acrescentou que ele e a família estão aguardando o exame da perícia. “Todos nós amávamos muito Lisa e estamos devastados”, Clem disse. “Ela morreu na segunda de manhã, em seu apartamento. Estamos aguardando uma resposta mais confirmativa”.

Ele continou: “A família inequivocadamente confirmou que isso não foi suicídio. Qualquer sugestão contrária não tem absolutamente fundamento algum”.

Sheridan também participou dos programas Halt and Catch FireThe Mentalist.

‘As Panteras’ ganha novo cartaz internacional; Confira!

Sony Pictures divulgou o novo cartaz internacional do longa As Panteras.

Confira:

Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

As Panteras‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de novembro.

‘Dispatches From Elsewhere’: Sally Field na nova cena do episódio 01×07; Confira!

Dispatches From Elsewhere, nova série da AMC com Jason Segel, teve uma nova cena do episódio 01×07 divulgada.

O capítulo vai ao ar hoje à noite.

Confira:

Além de estrelar, Segel fica responsável pela criação e pela produção da série ao lado de Garrett BaschScott RudinEli Bush.

A série é centrada em quatro pessoas comuns que percebem que algo falta em suas vidas, mas não conseguem descobrir o que é. Esse grupo diverso se encontra quando cruza caminho com um quebra-cabeça que se esconde no âmago do vida cotidiana. À medida que aceitam esse misterioso desafio, eles percebem que sua jornada é mais profunda do que parece e que seus olhos foram abertos para um mundo de possibilidades e magia.

Sally FieldAndré BenjaminEve Lindley completam o elenco. Richard E. Grant é o narrador da produção.

‘The Batman’: Filmagens do longa serão retomadas em setembro

Segundo a Variety, as filmagens do vindouro e ambicioso The Batman serão retomadas ainda este ano, mais precisamente em setembro. O longa havia sido colocado em hiato devido à pandemia do COVID-19 e, para que volte à ativa, seguirá os protocolos de segurança e saúde pública.

Recentemente, a Warner Bros. revelou o logotipo oficial da produção.

Confira:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem estreia prevista para 01 de outubro de 2021.

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

‘Riverdale’: Ator de ‘Pretty Little Liars’ entra para o elenco da 5ª temporada

Segundo o DeadlineChris Mason, conhecido por seus trabalhos em séries como BroadchurchPretty Little Liars: The Perfectionists, foi elencado como um dos personagens regulares da vindoura quinta temporada de Riverdale em um papel-chave.

Mason será Chad Gekko, caracterizado como “o marido ciumento e controlado de Veronica (Camila Mendes), que trabalha na Wall Street. Um cachorro-alfa, Chad é ameaçado pela vida de Veronica em Riverdale, especialmente com a amizade dela e de Archie (KJ Apa)”.

As informações ainda indicam que o personagem irá aparecer no quarto episódio do novo ciclo, que será exibido em 10 de fevereiro. O capítulo trará um avanço na história de sete anos, fundalmente mudando a química de um show que é centrado em aventuras adolescentes.

Confira o trailer:

A próxima temporada irá estrear no dia 20 de janeiro.

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

Crítica | ‘Pose’ aposta no drama familiar para o 5º episódio da última temporada

Apesar de ter esbarrado em certos obstáculos na semana passada, Pose continua, episódio a episódio, mostrando que é uma das melhores e mais importantes séries da atualidade – e até mesmo da história. Através de personagens complexos e temas cuja importância se estende para os dias de hoje, a produção, criada por Ryan Murphy, vem se afastando de uma superficialidade iconográfica desde a temporada anterior e abrindo espaço para reflexões sobre o que significa ser humano e se colocar no lugar do outro, canalizando esforços para o que a comunidade LGBTQ+ enfrenta numa sociedade movida pelo tradicionalismo retrógrado.

Caminhando para o series finale, que será exibido em pouco tempo, é apenas natural que Murphy já venha finalizando os arcos dos protagonistas, como fez com Pray Tell (Billy Porter) no quarto capítulo, por exemplo. Agora, chegou a hora de termos um relance do que o futuro aguarda para nossas amadas personagens, especialmente no tocante a Angel (Indya Moore), que, depois de cair inúmeras vezes, encontrou seu final feliz ao lado de Papi (Angel Bismark Curiel), ambos prestes a unirem laços matrimoniais – mas, como é de se esperar, regados a mais problemas que surgem quando tudo parece perfeito.

A princípio, Steven Canals, que fica a encargo da direção e assina o roteiro ao lado de Brad Falchuk, resolve retomar a leveza atmosférica de capítulos anteriores, indicando a nós que, talvez, faça uso de um filler para dar mais dinamismo a uma narrativa que vem se concentrando com força no flashback. Entretanto, essa sutileza aponta para a evolução do outrora conturbado relacionamento entre Angel e Blanca (Mj Rodriguez), principalmente quando esta descobriu que a filha estava usando drogas; e do encerramento entre Blanca e Elektra (Dominique Jackson) mais uma vez, mostrando que o amadurecimento chegou para ambas as personagens em um ciclo de amor e respeito mútuos que ainda tem muito a ser explorado – por mais que o fim esteja próximo. É preciso dizer que certas escolhas artísticas talvez pequem por não se casarem com a trama principal, como colocar Elektra em uma breve narração sobre os negócios que fechou com a máfia nova-iorquina.

Não se enganem: o enredo que inicia o episódio, intitulado “Something Borrowed, Something Blue”, é o dá forças para todos os eventos consecutivos, mas não a condução da cena de abertura – algo que deixa o restante da iteração um pouco desconexa. Felizmente, Canals é ágil o suficiente para perceber os erros que cometeu e tentar repará-los antes das revelações finais e de mais uma reviravolta que coloca os laços de todos em xeque. Elektra, chamando a si mesma como uma “reencarnação de Cleópatra”, sente-se completa por ter vencido todas as adversidades e poder dar o que suas filhas bem entenderem – uma reforma absoluta para Blanca e o casamento dos sonhos para Angel -, e é justamente isso que torna a história ainda mais densa.

Novamente, nota-se um emprego antológico que, apesar de não seguir a mesma estrutura dos anos anteriores, é uma opção interessante para a brevidade dessa série tão implacável. Se observarmos cada um dos capítulos como pequenos contos de superação e de amor-próprio, é possível até mesmo traçar uma linha separada de cada protagonista, que une-se pelo momento em que vivem e pela cultura do ballroom, que permitiu que se transformassem numa família. Tais predileções também impedem que as fórmulas são jogadas para debaixo do tapete e se respaldam numa liberdade maior que transmutam a si mesmas conforme o que se quer contar – nesse caso, apostando na exuberância de um casamento e de uma festa de despedida de solteira em contraposição ao melodramático momento em que escolhas irresponsáveis podem mudar uma vida inteira.

Os holofotes são destinados a Angel e a Papi, essencialmente, mas, como é de se esperar, Jackson rouba a cena com mais uma performance soberba como Elektra. A matriarca da antiga Casa Abundance não leva desaforos para casa, como bem sabemos, e repete o mesmo discurso recheado de sarcasmo e ironia para um dono de uma loja de vestidos que se recusa a atendê-las por seres mulheres transsexuais – colocando em voga, como é de se esperar, um preconceito injustificável que vem acompanhando a comunidade queer desde sempre. Porém, tudo é mascarado com uma veia ácida que não funcionaria em mais nenhum lugar além daqui.

É triste pensar que Pose está chegando ao fim e que, a cada semana, percebemos que o adeus já é inevitável. Em sua mais recente entrada, os pontuais equívocos são ajustados, apesar de ainda existirem – mas vê-se que, ao que parece, estamos sendo preparados para uma emocionante conclusão.

‘Harley Quinn’: 3ª temporada da animação ganha primeiro teaser oficial; Confira!

Durante a última edição do DC FanDome, foi revelado o primeiro teaser oficial da 3ª temporada da aclamada animação ‘Harley Quinn’.

O próximo ciclo segue sem previsão de estreia, mas será lançado diretamente na HBO Maxb.

Confira:

Lembrando que os novos episódios ainda estão em produção e que, segundo o co-showrunner Justin Halpern, têm previsão de lançamento para o final de 2021 ou o começo de 2022.

“Creio que [a nova temporada] sairá no final deste ano ou no começo de 2022, só porque a animação leva bastante tempo para ser feita”, ele disse em uma recente aparição ao podcast Master of None.

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘The Kardashians’: Negócios, glamour e talento no novo teaser oficial do reality show; Confira!

O clã Kardashian-Jenner está de volta com um novo reality show, dessa vez feito em parceria com a Disney.

A série, intitulada ‘The Kardashians, ganhou mais um teaser oficial, que revela que as paredes serão quebradas, indicando que os segredos da família mais badalada e barraqueira dos Estados Unidos serão novamente revelados.

No Brasil, a série será lançada pelo streaming Star+, no dia 14 de abril.

Confira:

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

The Kardashians‘ ainda não possui data de estreia.

Crítica | ‘Lemonade’ se consagra como a magnum opus de Beyoncé

Publicado originalmente em 09 de maio de 2019.

Beyoncé Knowles-Carter tornou-se bastante conhecida no final da década de 1990 ao integrar o grupo conhecido como Destiny’s Child. Desde então, a cantora norte-americana construiu uma carreira marcada por diversos sucessos, consagrando-se como uma das maiores artistas da indústria musical de todos os tempos. Entretanto, não seria até 2016 que Beyoncé entregaria a seus fãs e ao público de todo o mundo o melhor álbum de sua carreira: Lemonade, cuja construção, desde sua pré-produção até a chegada nos serviços de streamings, louva a cultura negra e o empoderamento feminino de forma impecavelmente envolvente e numa fusão de diversos gêneros musicais que o transformou em um lançamento necessário e memorável para os anos que virão.

A priori, é ímpar tem em mente que o disco é inteiramente visual; ainda que as poderosas letras, delineadas com maestria pela cantora em colaboração com nomes importantes da esfera fonográfica (incluindo The Weeknd, Kendrick Lamar e James Blake), perpassem por dias de luta e dias de glória e resgatem sua belíssima e aplaudível herança, os videoclipes não funcionam como produções à parte, e sim com extensão de algo inovador e renovador ao mesmo tempo. Afinal, é justamente aqui que Beyoncé abre portas para canções declarativas ao R&B, ao soul, ao jazz e ao folk, gêneros historicamente datados da cultura afrodescendente que encontrou uma expressão única ao serem marginalizados na sociedade estadunidense, bom, desde sempre.

A estética visual, por exemplo, fala muito alto quando nos restringimos aos vídeos de “Hold Up” e “Formation”. O primeiro, de forma deliciosamente contemporânea, traz a lead singer encarnando Oxum, deusa da água iorubá do amor, da sensualidade e da fertilidade – ora, não é nenhuma surpresa que a artista declare no refrão “eles não te amam como eu te amo”, partindo de um escopo bastante pessoal para uma universalidade incrível que já se provou próprio de sua identidade musical. A canção, por sua vez, traz batidas próprias de um delicioso reggae, além de fazer claras referências de bandas que a influenciaram para construir o CD em si – como Soulja Boys. Talvez aqui, Knowles-Carter abra espaço para explorar timbres vocais sem qualquer peso artificial, fluidamente escorrendo em uma sutileza categórica e emocionante.

“Formation”, buscando elementos de um vanguardista R&B, borbulha com referências imagéticas e sonoras que ganham vida e nos levam através de uma história apagada pelo egocentrismo branco. É aqui que a cantora abraça de vez sua herança provinda de “meu pai, [do] Alabama; minha mãe, [de] Louisiana”, além de cutucar com sarcasmos deliciosos as múltiplas teorias da conspiração que insurgiram nos últimos anos para renegar a importância que trouxe para a valorização da cultura afro-americana. Em outras palavras, a track em questão alcança níveis de perfeição que sarcasticamente grita “eu tenho orgulho de ser quem eu sou”.

De qualquer forma, essas não são as únicas composições a roubarem nossa atenção – muito pelo contrário: fica bastante claro os esforços de Beyoncé em transformar cada uma das produções pelas quais fica responsável em um discurso de “mais amor e menos ódio”, sem perder a força de seus solilóquios. Ora, não é à toa que ela traga samples de todas as pessoas que já lhe inspiraram na vida, incluindo a própria avó, Agnéz Deréon, e a avó de seu marido Jay-Z, Hattie White (bem como nomes como Malcolm X e Frank Ocean, este último com quem já trabalhou diversas vezes). A primeira faixa, “Pray You Catch Me”, é uma balada desconstruída que reflete as dores de um eu lírico marcado por dores, mais uma vez, passando do particular para o universal.

Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

Enquanto “Love Drought” e “Sandcastles” unem-se em uma narrativa com início, meio e fim – focando principalmente em mentiras e na consequente reconciliação -, “Freedom” volta com uma atmosfera quase gospel, marcada por um coro enérgico que vai ao encontro da instrumentalização própria do hip-hop, incluindo as batidas demarcadas de uma jovem banda colegial, ramificando suas mensagens de louvor para as gerações atuais. Lamar, que instantaneamente é reconhecido conforme entra na transição entre o segundo e o terceiro atos logo antes do último refrão, acrescenta ainda mais dinamismo à track.

Lemonade é nada menos que necessário. Uma nova e ocultada perspectiva de uma história que se repete há séculos e que, mais que nunca, reflete a importância do “conhecer a si mesmo”. Como já reafirma a premissa principal dessa obra-prima, se a vida lhe dá limões, faça uma limonada; e, bom, foi exatamente isso o que Beyoncé resolveu fazer.

Nota por faixa:

1. Pray You Catch Me – 4,5/5
2. Hold Up – 5/5
3. Don’t Hurt (feat. Jack White) – 4,5/5
4. Sorry – 5/5
5. 6 Inch (feat. The Weekend) – 5/5
6. Daddy Lessons – 5/5
7. Love Drought – 4/5
8. Sandcastles – 5/5
9. Forward (feat. James Blake) – 4,5/5
10. Freedom (feat. Kendrick Lamar) – 5/5
11. All Night – 4,5/5
12. Formation – 5/5
13. Sorry – Original Demo – 5/5

Artigo | ‘Final Space’ é uma incrível animação sci-fi que você precisa conhecer

Nos últimos anos, a Netflix vem investindo esforços em diversas produções de ficção científica, misturando o gênero com diversos outros espectros narrativos. Tivemos, por exemplo, a subestimada ‘Star Trek: Discovery’ e o thriller ‘Aniquilação’, bem como a recente produção ‘1899’ (que foi cancelada após uma temporada). E, em meio a um mar de títulos que chegam todos os dias à gigante do streaming, um deles provavelmente passou longe do seu radar: a animação Final Space. 

A princípio, é quase impossível delinear qualquer traço narrativo que faça sentido: a cena de abertura da temporada traz um astronauta vagando perdidamente pelo espaço, com apenas dez minutos restantes de oxigênio, já entregue ao seu fatal destino e tendo como única companhia a inteligência artificial de sua antiga nave, a Galaxy One. Momentos depois, somos transportados para um passado não tão distante no qual as coisas passam a ter uma estruturação mais compreensível: o astronauta, na verdade, se chama Gary Goodspeed (Olan Rogers) e cumpre pena como único tripulante da espaçonave em companhia de robôs. A cada dia, ele parece tentar se comunicar com uma espécie de amor perdido, mandando-lhe mensagens em vídeo sem qualquer resposta, mas que mantêm sua sanidade intacta. Ele é vigiado constantemente pelo computador de bordo HUE (Tom Kenny) e pelo irritante auxiliar KVN (Fred Armisen), os quais ama odiar. 

Já no episódio piloto percebemos a total irreverência construída por Rogers e David Sacks, ambos showrunners. Assim como recentes seriados da própria plataforma, a história não é para crianças e busca uma rebeldia transgressora que mantém paralelismos com Rick and Morty’ e BoJack Horseman’, trazendo certas críticas interessantes, mas que infelizmente se perdem ao longo do excesso de fantasia e impossibilidades. No geral, lidamos com uma jornada do herói que emula certos aspectos de famosas franquias de ficção científica (Star Wars’, por exemplo) e que não se preocupa com entregar-se a uma carga dramática catártica. Gary personifica um jovem galã afundado nas próprias metáforas vencidas e que carrega, ao mesmo tempo, uma necessidade de se provar útil para alguma coisa – afinal, seu coração ainda é puro e ele sempre se coloca na frente de todos, ainda que desajeitado. 

Tudo muda de perspectiva quando uma pequena criatura apelidada de Mooncake aparece na Galaxy e traz consigo uma horda de guerreiros malignos que tenta a todo custo sequestra-lo. Entretanto, os tripulantes conseguem vencê-los e mantém o gato humanoide Avocato (Coty Galloway) como refém, tentando arrancar algumas informações. Em meados da primeira parte, o antagonista se transforma em um aliado inesperado, revelando sua verdadeira história e convencendo o nosso herói a ajudá-lo a combater um inimigo muito mais poderoso para resgatar seu filho, Gatito (Steven Yeun). A partir disso, o time de roteiristas passa a fazer escolhas um tanto quanto interessantes para dar continuidade à trama principal e aumentar a complexidade dos arcos apresentados; entretanto, os eventos se desenrolam quase subjugados ao pano de fundo e não abrem brechas. 

Em se tratando de uma série de comédia, narrativas secundárias são importantes para a criação de um ritmo envolvente e frenético, impedindo que o público caia nas ruínas da monotonia. Em grande parte da temporada isso acontece, apesar de alguns deslizes que quebram uma estrutura sólida e nos desligam do universo ao qual somos apresentados. De qualquer modo, os irônicos e propositalmente autoexplicativos diálogos, combinado à química do elenco, conseguem varrer os claros equívocos para debaixo do tapete – e aqui abro um parênteses para uma performance incrível, ainda que um pouco over-the-top, de David Tennant como Lorde Commander, o principal obstáculo a ser enfrentado pelos protagonistas. Além da incrível versatilidade cênica, que compõe cliffhangers angustiantes, os clímaces e viradas são muito bem pontuados e chocantes, e brincam com todas as ideias já exploradas pelo gênero, desde as viagens no tempo até as fendas cósmicas. 

E é claro que o enlace romântico não poderia deixar de existir, e aqui ele insurge na figura da guerreira-cientista Quinn (Tika Sumpter), que parece brotar do nada, mas mantém relações inesperadas com Gary e até mesmo com sua família. Ela é a representação do arquétipo da inteligência e da proteção, que eventualmente entrega a própria vida por uma causa maior e representa um sacrifício não premeditado para a conclusão do arco do herói – o qual, com grande surpresa, não encontra seu fim, mas um gancho assustador para uma futura temporada. 

A animação não ousa mais do que deve e mistura elementos do 2D e do 3D, oscilando entre originalidade e nostalgia, reforçando laços dialógicos com obras clássicas e inclinando-se para a contemporaneidade e o futuro. Mesmo não explorando todo o potencial, a fluidez funciona, principalmente àqueles que procuram uma boa e divertida aventura que entrega o que quer. Os momentos introspectivos se afastam do melodrama desnecessário e preparam terreno para incríveis cenas de ação que satisfazem até os mais céticos espectadores. 

Final Space pode ter seus problemas, mas definitivamente cumpre o seu papel e não força algo além do que pode entregar. Sua premissa é simples, divertido, não se escorando em tramas pretensiosas e, ao mesmo tempo, conseguindo flutuar entre momentos trágicos, hilários, emocionantes e de tirar o fôlego. Uma sequência é mais que aguardada – e muito bem-vinda, ainda mais para fechar algumas pontas que ficaram soltas e nos deixaram bastante angustiados. 

‘With Love’: Assista à cena de abertura da 2ª temporada da série romântica!

A 2ª temporada da série romântica With Love’ finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura do primeiro episódio como forma de divulgar a produção.

Confira:

Gloria Calderón Kellett entra como criadora e showrunner.

A trama acompanha os irmãos Diaz, Jorge (Mark Indelicato) e Lily (Emeraude Toubia), e suas jornadas no amor. Enquanto Jorge vive um romance com Henry (Vincent Rodriguez), Lily acabou de terminar um relacionamento de anos, pouco antes do Natal.

Jeanine MasonLauren “Lolo” SpencerBriana CuocoAdrian GonzalezLisa VidalIsabella GomezScott Evans também fazem parte do elenco do novo ciclo.

Jovens se APAIXONAM no trailer inédito da comédia romântica turca ‘Last Call for Istanbul’; Confira!

Netflix vem investindo em peso em produções internacionais e, agora, divulgou o trailer oficial de sua próxima produção turca: Last Call for Istanbul.

O longa-metragem chegará à plataforma de streaming no próximo dia 24 de novembro.

Assista:

O filme é dirigido por Gonenc Uyanik, com roteiro assinado por Nuran Evren Sit.

Nova York, amor e segundas chances… Serin, cuja bagagem foi levada por outro passageiro, cruza com Mehmet no Aeroporto Internacional JFK de Nova York. Os dois estranhos, em busca de bagagens desaparecidas, embarcam numa exploração do amor, do casamento e da lealdade na cidade que nunca dorme.

Kivanç TatlitugBeren SaatAnnie McCain EngmanMichael LoayzaZihan ZhaoJoy Donze e outros estrelam.

‘A Mãe da Noiva’: Comédia romântica com Miranda Cosgrove estreia ESTA SEMANA na Netflix!

‘A Mãe da Noiva’, comédia romântica estrelada por Miranda Cosgrove (‘iCarly’), estreia esta semana no catálogo da Netflix.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 09 de maio.

Na trama, uma mãe extremosa viaja para um resort numa ilha tropical para o casamento da filha e descobre que o pai do noivo é o ex-namorado que não vê há décadas.

Relembre o trailer:

Ao lado de Cosgrove, o elenco estelar inclui Benjamin Bratt (‘Miss Simpatia’), Rachael Harris (‘Diário de um Banana’), Sean Teale (‘Quem É Erin Carter?’), Chad Michael Murray (‘A Nova Cinderela’) e Wilson Cruz (‘Star Trek: Discovery’).

A direção está nas mãos de Mark Waters, renomado por seu trabalho em ‘Meninas Malvadas’ e ‘Ele é Demais’.

Doutor Destino terá relação importante com OUTRO personagem do MCU além de Reed Richards

Os fãs de ‘Quarteto Fantástico’ sabem que Reed Richards/Sr. Fantástico e Victor von Doom/Senhor Destino possuem um relacionamento bastante complicado – visto que começam como grandes amigos antes de se tornarem inimigos mortais. Porém, é notável como o respeito mútuo entre os dois permanece, levando-os até mesmo a se aliar várias vezes através dos anos.

É notável como a dinâmica da dupla é um aspecto definidor de ambos os personagens. Todavia, parece que a mais nova rendição do Doutor Destino, interpretada por Robert Downey Jr., terá um relacionamento mais próximo a outro personagem do MCU.

Um antigo rumor sugeriu que o Doutor Destino e o Sr. Fantástico (Pedro Pascal) não teriam tantas cenas juntos no vindouro ‘Vingadores: Doomsday’. Entretanto, de acordo com o famoso perfil insider @MyTimeToShineH, os dois personagens terão interações importantes – mas não tão importantes quanto a do antagonista com Homem-Aranha (Tom Holland).

Caso o boato seja verdadeiro, tudo indica que Downey Jr., na verdade, dará vida a uma variante de Tony Stark que resolveu trilhar um caminho mais sombrio, transformando-se no Doutor Destino em vez de se sagrar o Homem de Ferro. Dessa maneira, Peter Parker não reconheceria seu antigo mentor, considerando a roupagem vilanesca que adota.

insider também afirma que a Capitã Marvel (Brie Larson) terá um papel de importância significativa tanto em ‘Doomsday’ quanto em ‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Em conversa com ao Hollywood Reporter, Downey Jr. revelou como foi o convite para voltar.

“[O presidente da Marvel Kevin Feige disse] como não regredir, como não desapontar as expectativas, como continuar a superar as expectativas… Vamos acertar com o Victor Von Doom. Então eu disse ao Kevin: ‘posso falar com o Bob Iger?’. Fomos ao apartamento do Iger e ele disse: ‘gostei disso'”.

O ator receberá o maior cachê de sua carreira e de toda a história pelo papel.

O jornalista Jeff Sneider revelou que Downey Jr. ganhará US$ 50 milhões somente pelo quinto filme.

Além do cachê, o astro ainda deve receber valores originários à bilheteria dos filmes, aumentando ainda mais seu lucro final, o que pode girar em torno dos US$ 100 milhões.

Avengers: Doomsday‘ estreia em maio de 2026, e ‘Vingadores: Guerras Secretas‘ em maio de 2027.

Crítica | ‘O Melhor Amigo’ é uma cândida comédia romântica que escorrega aqui e ali

Produções de comédia romântica têm um apreço significativo por cinéfilos por, na maioria das vezes, não se levarem a sério e construírem histórias que nos satisfazem pela simplicidade e pela familiaridade. Porém, boa parte dos espectadores está acostumada com obras internacionais e que possuem uma cultura diferente da brasileira – motivo pelo qual, quando cineastas brasileiras resolvem temperar essas obras com trejeitos nacionais, somos atraídos para nos vermos representados em situações cômicas e divertidas que nos proporcionam um escapismo aprazível. E essa é a ideia por trás da rom-com O Melhor Amigo, que chegou aos cinemas brasileiros no último dia 13 de março.

A trama é centrada em Lucas (Vinicius Teixeira), um jovem gay que nunca teve sorte no amor: o primeiro beijo que deu, ainda na faculdade, o fez entender quem era – mas um suposto par romântico acabou sumindo logo após o ocorrido, levando-o a crer que alguma estava errada com ele; quando mais velho, seu melhor amigo e confidente, Martin (Leo Bahia), aparece na rua de casa com um carro de som para se declarar a ele, compelindo-o a se reclusar e a tirar umas férias para pensar a respeito de tudo o que aconteceu. Hospedando-se em um hotel no centro de uma cidade turística cearense, ele se vê em meio a inúmeras possibilidades até cruzar caminho com Felipe (Gabriel Fuentes), o mesmo amor da faculdade que acreditava ter perdido – e sentimentos escondidos há muito tempo começam a ressurgir em um turbilhão de emoções.

A ideia não é nem um pouco original, mas isso pouco importa: logo de cara, podemos compreender a construção de personalidade de Lucas, um garoto introvertido e desiludido que não sabe o que quer e não consegue se jogar de cabeça em quase nada, temendo que algo de errado aconteça e que ele seja responsável por causar problemas. E, dentro desse espectro, o vemos, por exemplo, participando de um karaokê drag em um bar local, soltando a voz antes de se deixar levar por pensamentos intrusivos e sair correndo – talvez sentindo que não merecesse sentir aquela felicidade, posando como usurpador de si mesmo. Algo similar acontece quando ele é chamado para participar de um trisal no mesmo hotel em que está, ou em seu controverso relacionamento com Felipe, ou até mesmo no modo como trata Martin quando ele o visita de surpresa.

Allan Deberton fica a encargo da direção e transforma o curta-metragem homônimo que comandou lá em 2013 e que trouxe Jesuíta Barbosa e Victor Sousa como protagonistas, em uma história sólida que dialoga com praticamente qualquer um que lhe assista – deslizando aqui e ali por não conseguir se desvencilhar de convencionalismos próprios do gênero. E, aliando-se ao trio de roteiristas formado por André Araújo, Otávio Chamorro e Raul Damasceno, Deberton arquiteta uma trama funcional e prática que traz elementos de drama e comédia a uma jornada de descobrimento que permite que Lucas se livre das amarras da autossabotagem. De fato, as personas que compõe o enredo não são tão complexas como poderiam ser, mas funcionam como emblemas sociais.

A própria fotografia é pensada com cautela, mesmo não funcionando todas as vezes: Beto Martins sabe transitar entre a solidão de Lucas ao apostar na sobriedade de paisagens abertas e que o confinam como o único personagem cênico, ou colocando-o na claustrofobia de um beco escuro ou de uma boate em que se sente estranho e sozinho mesmo na companhia de outras pessoas. Porém, ao lado de Felipe, esse respaldo dimensional é pincelado com cores mais quentes e um escopo mais aberto – culminando, nos momentos finais, em uma junção de ambas as partes que garante a conclusão de um coming-of-age necessário e bem-vindo.

Os principais deslizes, entretanto, destinam-se ao elenco – não por não fazerem um bom trabalho, mas por serem desperdiçados em meio a diálogos fracos e a entregas medíocres, por assim dizer. Teixeira encarna Lucas com diversão e tem uma voz muito boa para o inesperado e breve musical que se desenrola em tela, mas não nutre de quase química alguma ao lado de Fuentes ou Bahia; Claudia Ohana, interpretando a mística Estrela Dalva, faz breves participações que apenas servem como apoio para o protagonista – funcionando como uma espécie de “mentora” que não tem o peso que merecia; e Solange Teixeira parece repetir as mesmas coisas que já fez em ‘A Sogra que te Pariu’ ao encarnar Roberta. No final das contas, os personagens funcionam melhor quando estão restritos a seus respectivos arcos do que em um conjunto desengonçado.

O Melhor Amigo traz mensagens de bonança através de uma narrativa cândida e bem apessoada, que reaviva nosso interesse em comédias românticas nacionais e nos presenteia com um inesperado musical que dialoga com o que deseja entregar.

Stevie Wonder, Eric Clapton e outros artistas para ouvir neste Dia dos Pais

Feliz Dia dos Pais!

No próximo dia 10 de agosto, comemora-se o Dia dos Pais – e nada melhor que celebrar esse momento com algumas das pérolas da indústria fonográfica.

De Stevie Wonder a Eric Clapton, preparamos uma lista separando dez músicas para ouvir no dia de hoje e junto de uma das pessoas mais importantes da nossa vida.

Confira abaixo:

“BUTTERFLY KISSES”, Bob Carlisle

Em 1997, Bob CarlisleRandy Thomas uniram forças para construir a ótima e pouco conhecida “Butterfly Kisses” – que, diferente das canções que podemos encontrar nessa lista, traz a perspectiva de um pai proferindo seu amor pela filha. Integrando o compilado de originais ‘Butterfly Kisses (Shades of Grace’), a cândida faixa celebra o 16º aniversário de Brooke, filha de Carlisle, e ganhou inúmeras versões pelas vozes de Raybon BrothersJeff CarsonWestlifeCliff Richard.

“MY FATHER’S HOUSE”, Bruce Springsteen

Bruce Springsteen é, sem sombra de dúvida, um dos nomes mais importantes da música e, mesmo nos dias de hoje, permanece trabalhando em conteúdos novos e que encantam seus fãs ao redor do mundo. Entretanto, foi em 1982 que Springsteen demonstrou uma vulnerabilidade apaixonante com o lançamento do aclamado álbum ‘Nebraska’ – cuja estrutura inclui a tocante “My Father’s House”. A balada folk, pincelada por vocais dilacerantes e pelas notas do violão e da gaita, fala sobre suas memórias com o pai, que sofreu com problemas mentais e que é homenageado em uma trágica e emocionante narrativa.

“THE GREATEST MAN I NEVER KNEW”, Reba McEntire

Ainda que “The Greatest Man I Never Knew” tenha sido eternizada pela voz de Reba McEntire, a canção country parte da experiência de Richard Leigh para tomar forma. Assinando os versos ao lado de Layng Martine, Leigh construiu uma narrativa inspirada na vivência com o próprio pai, que aprecia a presença dessa figura mesmo em meio às imperfeições e aos erros e que funciona como quarto e último single do álbum ‘For My Broken Heart’ – alcançando o primeiro lugar das paradas canadenses e fazendo um comedido sucesso nos charts dos EUA.

“PAPA DON’T PREACH”, Madonna

Pertencente ao álbum ‘True Blue’“Papa Don’t Preach” é uma das melhores e mais conhecidas músicas da rainha do pop Madonna. Lançada em 1986, a canção gira em torno de uma jovem garota que engravida e que se recusa a abortar, tendo uma conversa franca com o próprio pai e reconhecendo que precisa dele para dar continuidade à escolha que tomou. A canção é pincelada com inúmeras referências à música latina, que viriam a acompanhar Madonna em vários momentos de sua carreira, e mergulha em um espetacular dance-pop que permanece na memória popular até os dias de hoje.

“MY OLD MAN”, Zac Brown Band

Zac Brown Band pode não ser um nome muito conhecido, mas certamente lançou uma das melhores baladas de 2017 com a cândida e intimista música “My Old Man”. Apoiando-se nos clássicos tropos do country, a narrativa é autobiográfica e fala sobre o pai de Zac Brown e os exemplos de estilo de vida que ele deixou. A canção nos chama a atenção pelos os vocais harmônicos do grupo, que impulsionam um arranjo mais leve de guitarra acústica, violino e cordas leves. Logo no primeiro verso, o narrador reflete sobre sua própria infância, enquanto o segundo se concentra em sua vida adulta, e o terceiro se recorda com melancolia e saudades a memória do pai.

“MY FATHER’S EYES”, Eric Clapton

“My Father’s Eyes” configura-se como uma das faixas mais tocantes da carreira de Eric Clapton. Assinada pelo próprio artista, que também ficou responsável pela produção ao lado de Simon Climie, a história é inspirada pelo fato de Clapton nunca ter conhecido o pais – visto que ele morreu de leucemia em 1985. Em sua autobiografia, Eric Clapton: The Autobiography’, o performer diz que, “na canção, tentei descreve o paralelo entre olhar nos olhos do meu filho e os olhos do meu pai, que eu nunca conheci, através do nosso parentesco sanguíneo”. A faixa foi condecorada com o prêmio de Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Awards.

“ISN’T SHE LOVELY”, Stevie Wonder

Assim como “Butterfly Kisses”“Isn’t She Lovely” é uma confessional obra-prima que fala do amor de um pai pela filha. Estendendo-se por nada menos que seis minutos e meio, a faixa foi eternizada por ninguém menos que o lendário Stevie Wonder em celebração ao nascimento da filha, Aisha Morris, ficando responsável também pelos versos e pela ótima produção – que mistura incursões do soul e do pop, e que integrou um dos álbuns mais aclamados da história da música, ‘Songs in the Key of Life’.

“DANCE WITH MY FATHER”, Luther Vandross

“Dance with My Father” é uma das canções mais tocantes do século e traz o melhor de Luther Vandross à tona – aliás, o próprio Vandross já considerou a faixa como a mais bem escrita e produzida da carreira. Assinada também por Richard Marx, a música é baseada em uma experiência pessoal e presta homenagem ao pai, que morreu em virtude de complicações com diabetes, quando Luther tinha apenas oito anos. Na trama discorrida, o cantor e compositor de recorda do fato de que o pai adorava dançar com a mãe – e, como reconhecimento, a iteração levou para casa os prêmios de Música do AnoMelhor Performance Vocal R&B Masculina no Grammy Awards.

“UNFORGETTABLE”, Nat King Cole & Natalie Cole

Em 1991, através da mágica da edição digital, Natalie Cole conseguiu o impossível: realizar um “dueto virtual” com o pai, o lendário musicista de jazz Nat King Cole, para uma colaboração da icônica canção “Unforgettable”. A versão foi elogiada pelos críticos especializados e pelo público, funcionando como uma união de duas gerações diferentes sob uma perspectiva de celebração memorialística que nos conquista desde os primeiros segundos – e que se vale da química de pai e filha de forma esplêndida e fabulosa.

“DADDY LESSONS”, Beyoncé

Beyoncé consagra-se como uma das maiores artistas de todos os tempos do cenário fonográfico – e, apesar de já ter composto uma canção para o pai em seu álbum de estreia, não foi até ‘Lemonade’ que esse relacionamento foi explorado mais a fundo. Com “Daddy Lessons”Queen B eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.

‘RuPaul’s Drag Race’: Queens se preparam para o próximo desafio no novo episódio da 18ª temporada

A WOWPresents divulgou o ato de abertura do terceiro episódio da 18ª temporada do reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race‘.

O capítulo vai ao ar nesta próxima sexta-feira, 16 de janeiro, na plataforma e no catálogo da Paramount+.

Confira:

As 14 queens selecionadas para o próximo ciclo são Athena DionBriar BlushCiara MystDarlene MitchellDD FuegoDiscord AddamsJane Don’tJuice Love DionKenya PleaserMandy MangoMia StarrMyki MeeksNini Coco Vita VonTesse Starr.

As participantes irão competir pelo título da Próxima Drag Superstar da América, levando para casa um cetro e uma coroa estilizados, bem como o montante de US$200 mil.

No episódio de estreia, as competidoras deverão mostrar seus carisma, singularidade, ousadia e talento no desafio “Reclaim! Renew! Rejoice!”, que presta tributo às queens que vieram antes delas ao utilizar sobras de materiais para criar um visual que melhor as represente.

RuPaul retorna como apresentador. Michelle VisageCarson KressleyLaw RoachTs MadisonRoss Matthews fazem parte do time de jurados.

Mês do Orgulho | Os melhores filmes LGBTQIA+ do século (até agora)

Mês do Orgulho celebra a comunidade LGBTQIA+ e a diversidade sexual e de gênero do mundo – e, ano após ano, torna-se mais importante por representar uma luta constante e que ainda tem muito a angariar para uma das parcelas mais oprimidas da sociedade.

Ao longo desse mês, traremos diversas dicas de produções queer para quem quiser conferir – e a mais nova dela elenca as dez melhores produções do gênero do século (até agora), focando principalmente no impacto que causaram no cenário do entretenimento.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. HOJE EU QUERO VOLTAR SOZINHO (2014)

A sutileza de ‘Hoje Eu Quero Voltar Sozinho é, de longe, seu maior mérito. Girando em torno de Leonardo, um garoto cego que já se acostumou à sua condição, mas é constantemente assediado por seus colegas de sala, a narrativa principal baseia-se muito nas comédias românticas hollywoodianas para aprofundar os sentimentos confusos e gradativos que o protagonista começa a sentir com a chegada de um novo garoto à escola, Gabriel. Além de um tratamento delicado sobre o assunto, o filme foi indicado ao GLAAD Awards, maior prêmio LGBTQ+ do entretenimento.

9. COLETTE (2018)

Keira Knightley nos deu mais uma incrível interpretação ao estrelar a cinebiografia Colette, inspirada na vida da escritora francesa Gabrielle Colette. A romancista e jornalista havia sido contratada para assinar os livros do pedante Henry Gauthier-Villars (Dominic West), casando-se com ele até descobrir suas falcatruas. Os dois permaneceram juntos em laços matrimoniais de fachada, mas Colette se tornou amante da duquesa Mathilde de Morny (Denise Gough). Seu legado segue vivo e, até hoje, são levantados em pautas feministas pelo mundo inteiro que a levantam como um emblema essencial.

8. 120 BATIMENTOS POR MINUTO (2017)

Dirigido por Robin Campillo120 Batimentos por Minuto tornou-se uma das grandes produções de 2017, levando para casa nada menos que quatro estatuetas do Festival de Cannes. A trama nos leva de volta para o início dos anos de 1990, na França, onde um grupo ativista conhecido como Act Up está intensificando seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento em relação a Aids.

7. TANGERINA (2015)

Em Tangerina, após descobrir que foi traída por seu namorado e cafetão enquanto estava na prisão, uma prostituta e sua melhor amiga saem em busca do traidor e sua nova amante para se vingar. Dirigido por Sean Baker, a dramédia se tornou uma sensação de 2015 após sua estreia no Festival de Sundance, conquistando aclamação crítica e inúmeras outras condecorações.

6. CIDADE DOS SONHOS (2001)

David Lynch é conhecido por gostar de chocar seu público. E é isso o que ele faz com grande sucesso no filme ‘Cidade dos Sonhos, protagonizado por Naomi Watts e Laura Harring. Misturando o mundo real com as inconstâncias do paralelismo onírico, a história de mistério é perscrutada por uma gradativa tensão sexual pautada no desejo e no primitivismo humano entre as personagens principais, que eventualmente consumam sua atração uma pela outra em uma incrível e memorável sequência.

5. DOR E GLÓRIA (2019)

O sensível retrato semi-biográfico de Pedro Almodóvar alcançou o patamar de um dos melhores longas-metragens da década passada. Dor e Glória, comandado pela poderosa atuação de Antonio Banderas e de Penélope Cruz, tem um peso inegável por sua beleza cinematográfica, aliada a um roteiro perscrutado por honrarias metalinguísticas que exploram desde a infância até o auge e a consequente decadência do cineasta Salvador Mallo (Banderas), incluindo seu retorno para a infância, a descoberta de sua orientação sexual quando pré-adolescente e seu caso de amor perdido.

4. RETRATO DE UMA JOVEM EM CHAMAS (2019)

Céline Sciamma ganhou fama com ‘Un Certain Regarde’ em 2007, vindo a comandar o poderoso ‘Tomboy’ alguns anos depois; entretanto, seu grande momento viria ano passado com o lançamento do drama de época Retrato de Uma Jovem em Chamas, que gira em torno de duas mulheres totalmente diferentes que se apaixonam sob circunstâncias inesperadas. A trama acompanha pintora que tenta fazer seu nome em um mundo dominado pelos homens, sendo recrutada por uma excêntrica condessa para pintar o retrato de sua filha rebelde.

3. O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (2005)

Estrelado por Jake Gyllenhaal e Heath Ledger, O Segredo de Brokeback Mountain’ traz uma história de descobrimento e amor dentro de uma sociedade extremamente conservadora e preconceituosa – sem precisar falar dos tabus que envolvem esse círculo incorruptível e essencialmente humano. O filme gira em torno de dois vaqueiros, Ennis e Jack, que viajam para Brokeback Mountain, no estado de Wyoming, para trabalharem como pastores. Lá, ambos passam a nutrir de sentimentos profundos um pelo outro e forçados a esquecer do que viveram para voltarem à vida que conheciam.

2. CAROL (2015)

Carol causou grande comoção ao chegar aos cinemas em 2015 e garantiu indicações ao Oscar para Cate Blanchett e Rooney Mara. A história é centrada no crescente romance às escondidas que se desenvolve entre a personagem titular, uma rica mulher que esconde quem realmente é, e Therese, uma lojista que é instantaneamente fisgada pelo magnetismo da socialite. Os temas da sexualidade e da descoberta, assim como em outros filmes do gênero, são tratados com sutileza, sensualidade e uma verdade pungente e derradeira sobre o “amor proibido”.

1. MOONLIGHT: SOB A LUZ DO LUAR (2016)

Vencedor da estatueta de Melhor Filme no Oscar 2018, Moonlight: Sob a Luz do Luar é uma análise subjetiva, emocionante e muito relevante sobre inúmeros temas, incluindo tráfico de drogas, racismo, pobreza e principalmente, apesar de extremamente sutil, a aceitação da sexualidade. Desde criança, o protagonista sofria com comentários incisivos sobre seu jeito “afeminado” e não aceito na comunidade onde morava. Conforme crescia, Chiron e seu melhor amigo Kevin veem uma amizade de décadas se transformando em sentimentos confusos e inescapáveis.

Começam as filmagens do derivado de ‘Arrow’ focado no ‘Arqueiro Verde’

Há alguns dias foi anunciado que a CW está desenvolvendo um spin-off deArrow focado nas Canários Negros, ao lado da filha de Oliver Queen (Stephen Amell) e Felicity Smoak (Emily Bett Rickards).

E parece que as filmagens da série, intitulada ‘Arqueiro Verde e as Canários‘, já começaram.

A notícia foi revelada pelas atrizes Katherine McNamara e Juliana Harkavy, intérpretes de Mia Smoak e Dinah Drake, respectivamente.

Confira:

“Primeiro dia de gravações do spin-off.”, publicou McNamara.

“As gravações do episódio piloto começam hoje e eu não consegui dormir de tanta animação.”, disse Harkavy.

Além de McNamara e Harkavy, o elenco também conta com Katie Cassidy.

Arqueiro Verde e as Canários‘ será produzido por Greg Berlanti, Sarah Schechter, Beth Schwartz, e Marc Guggenheim, que também serão responsáveis pelo roteiro do piloto.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados e ainda não há previsão de estreia.

Até lá, vale lembrar que a última temporada de ‘Arrow‘ já está em exibição e terá apenas 10 episódios.

Confira o pôster:

Assista ao trailer:

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Crepúsculo’: Quantos anos têm os membros da família Cullen? Confira!

A saga ‘Crepúsculo‘ introduziu um tipo diferente de vampiros na cultura pop, já que eles resistem à exposição ao sol e brilham em vez de queimar.

No entanto, eles permaneceram com as clássicas características dos mortos-vivos, como as presas, a sede de sangue e a imortalidade.

Por falar nisso, muitos fãs já se perguntaram sobre a idade dos membros da família Cullen, formada pelo Dr. Caslile, sua esposa Esme, e seus filhos adotivos: Edward, Rosalie, Emmett, Alice e Jasper.

Nos livros, a autora Stephenie Meyer conta que Carlisle nasceu em 1640 e foi transformado em vampiro em 1663, quando tinha 23 anos.

Considerando que a trama do primeiro livro se passa em 2005, ano em que foi publicado, Carlisle teria 365 anos quando a saga começou.

O primeiro a ingressar no grupo foi Edward, nascido em 1901 e transformado em vampiro por Carlisle em 1918, quando tinha 17 anos. Para quem não sabe, Edward estava morrendo de gripe, e sua mãe implorou a Carlisle para salvá-lo. Então Edward teria 104 anos.

Carlisle conheceu Esme em 1911, mas ela só foi transformada em 1921, quando tentou se suicidar após a perda de seu filho, então Carslile a transformou para viver ao lado dela para sempre.

Como ela nasceu em 1895 e tinha 26 anos quando se tornou uma vampira, ela teria 110 anos em 2005.

Rosalie entrou para o grupo depois que Carlisle encontrou na rua, logo após ter sido violentada e estuprada pelo próprio noivo e seus amigos.

Rosalie nasceu em 1915 e foi transformada em vampira em 1933, aos 18 anos, completando 90 em 2005.

Em 1935, Rosalie encontrou Emmett depois que ele foi atacado por um urso e pediu a Carlisle que o transformasse. Uma curiosidade, é que Emmett e Rosalie nasceram no mesmo ano, mas ele foi transformado em vampiro ao 20.

Os últimos membros do clã, Alice e Jasper, não foram transformados por Carlisle, mas saíram à procura dos Cullen com base nas visões de Alice, já que ela tem o dom da mediunidade.

Por conta de suas visões, ela acabou sendo internada em um hospício, onde trabalhava um vampiro. Nascida em 1901, ela acabou sendo transformada em 1920, aos 19 anos. Assim como Edward, ela também teria 104 anos em 2005.

Jasper nasceu em 1844 e foi transformado por uma vampira em 1863, aos 19 anos. Mais tarde, ele conheceu Alice e a apoiou quando ela lhe contou sobre os Cullen. No início da saga, Jasper é apresentado com 161 anos de idade.

E aí, agora não restam mais dúvidas sobre a longevidade dos Cullen, não é?

Lembrando que ‘Sol da Meia-Noite‘, novo livro da saga ‘Crepúsculo‘, ganhou data de lançamento no Brasil.

O livro chega aqui no dia 4 de Agosto, junto com o lançamento nos EUA.

Confira a capa:

Até agora, os leitores conheceram essa trama inesquecível apenas pelos olhos de Bella. No aguardado Sol da meia-noite, vamos testemunhar o nascimento desse amor pelo olhar de Edward, mergulhando em um universo novo, sombrio e surpreendente, cheio de revelações.

Conhecer Bella foi o que aconteceu de mais irritante e instigante em todos os anos de Edward como vampiro. À medida que conhecemos detalhes sobre seu passado e a complexidade de seus pensamentos, conseguimos entender por que Bella se tornou o eixo central de uma batalha decisiva em sua vida. Como Edward poderia seguir seu coração se isso significava colocar a amada em perigo? Do que ele seria capaz de abrir mão?

Em Sol da meia-noite, Stephenie Meyer faz um retorno triunfal ao universo de Crepúsculo e nos transporta mais uma vez para Forks, convidando-nos a revisitar cada detalhe dessa história que conquistou milhões de fãs em todo o mundo. Em meio a uma paixão cercada de perigos sobrenaturais, vamos descobrir como Edward encara seus prazeres mais profundos e as consequências devastadoras de um amor proibido e imortal.

Confira a sinopse do derivado:

Este conto inesquecível é contado através dos olhos de Edward Cullen e explora o evento mais intrigante e provocante que o vampiro experimentou em sua longa: o momento que conhece a linda Bella Swan. À medida que aprendemos detalhes mais fascinantes sobre o passado de Edward e a complexidade de seus pensamentos mais profundos, entendemos porquê essa é a luta decisiva de sua vida. Como ele pode se deixar apaixonar por Bella quando sabe que está colocando a vida dela em risco?

Publicado originalmente em 2005, ‘Crepúsculo‘ transformou-se em best-seller mundial e deu origem uma franquia de filmes que bateu recordes de bilheteria, tornando-se um fenômeno cultural entre todas as idades.

O último filme da franquia, ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer – O Final‘, foi lançado em 2012 e arrecadou US$ 829,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 120 milhões.

‘Mulher-Maravilha 1984’ teria outro deus como vilão em vez de Maxwell Lord

A presença de Pedro Pascal como Maxwell Lord em ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi uma grata surpresa, já que a atuação do astro foi bastante elogiada pela crítica e pelo público.

No entanto, o astuto e manipulador personagem quase ficou de fora da sequência.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o co-roteirista Geoff Johns disse que o Duque da Decepção foi a primeira opção da equipe.

Porém, como Ares, o deus da guerra, já havia sido o antagonista do filme anterior, eles optaram por não apresentar outro deus na continuação.

“No início, brincamos sobre usar o Duque da Decepção, mas já havíamos criado um deus no primeiro filme… o deus da guerra. Não queríamos ser repetitivos e tudo mais. [A diretora] Patty Jenkins concordou com a troca e elaborou uma história que se alinhava muito bem com a década de 1980.”

Para quem não o conhece, o Duque da Decepção foi apresentado na 2ª edição dos quadrinhos da ‘Mulher-Maravilha‘, em 1942.

Criado pelo roteirista William Moulton Marston e pelo ilustrador Harry G. Peter, ele agia como um agente de Ares, enviado para confundir a mente de Diana Prince na tentativa de convertê-la como serva do deus da guerra.

Talvez a equipe de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ tenha mudado o vilão para evitar que o público achasse que Ares poderia retornar para outro filme da heroína.

E aí, você que o Duque da Decepção seria uma boa adição à trama?

Confira nossa crítica:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

Roteirista de ‘Thor’ revela qual personagem da DC poderia ERGUER o Mjolnir

Quem acompanha os quadrinhos, animações e filmes da Marvel sabe que o Mjolnir, o martelo do Thor, só pode ser erguido por pessoas dignas e puras de coração.

Por conta disso, diversos fãs já se perguntaram quais outros personagens da Marvel seriam capazes desse feito.

Mas você já se perguntou qual personagem da DC Comics seria digno?

A resposta foi revelada pelo roteirista Zack Stentz, que escreveu o primeiro filme do ‘Thor‘ para o MCU.

Em seu perfil do Twitter, ele respondeu a pergunta de um fã e garantiu que Joe West (Jesse Martin), personagem de The Flash‘, conseguiria erguer o Mjolnir.

Isso porque ele também já escreveu alguns roteiros da série da CW.

Confira:

“Como acredito ser a única pessoa que escreveu em ‘ThoreThe Flash‘, declaro canônico que Joe West (Jesse Martin) Joe West seria capaz.”

Por falar em ‘The Flash, a CW divulgou uma nova promo oficial do sexto episódio da oitava temporada.

Ainda sem título oficial e sem detalhes sobre a trama revelados, sabe-se que o capítulo será exibido apenas em 09 de março de 2022, quando a série retornar de um breve hiato.

Confira:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Thunderbolts’: Hannah John-Kamen comenta sobre seu retorno ao MCU

No último fim de semana, a Marvel Studios confirmou o desenvolvimento de um filme dos Thunderbolts‘, equipe formada pelos anti-heróis do MCU, como Yelena Belova, Soldado Invernal, Agente Americano, Guardião Vermelho, Treinadora e a Fantasma.

Para quem não se lembra, a Fantasma/Ava Starr (Hannah John-Kamen) foi a vilã de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘, retratada como uma portadora de doença que faz seu corpo se desintegrar, dando-lhe a habilidade de se tornar intangível.

Para sobreviver, a personagem precisava de energia do Reino Quântico. No final do longa, Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer) concedeu um pouco de sua força para que a Ava ficasse viva.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Kamen foi questionada se poderia dar alguns detalhes sobre o retorno da personagem.

“Bem, ela não gosta de ser tocada”, disse John-Kamen. “Hum, então isso vai ser interessante. Ela é bastante anti-social, bem, ela não é nada social. Ela meio que cresceu num laboratório. Então ela nunca teve contato humano com ninguém. Então, isso vai ser interessante para a dinâmica com o grupo, sabe? Como ela vai se conectar com eles.”

Agora só nos resta aguardar para descobrir o que aconteceu com a personagem entre os eventos de ‘Homem-Formiga e a Vespa’ eThunderbolts.

E aí, você está animado?

Lembrando que Yelena Belova, personagem vivida por Florence Pugh (‘Midsommar’) será a líder da equipe.

Jake Schreier‎‎ (Frank e o Robô) está definido como diretor, enquanto Eric Pearson (Viúva Negra) fica responsável pelo roteiro.

Thunderbolts concluirá a Fase 5 do MCU, com a estreia agendada para 26 de julho de 2024.

Confira a imagem da equipe:

Mark Ruffalo vai estrelar nova série policial da HBO

De acordo com o The Hollywood Reporter, Mark Ruffalo (‘Vingadores: Ultimato’) vai estrelar uma nova série policial da HBO.

Ainda sem título, o projeto está sendo escrito por Brad Ingelsby, criador de ‘Mare of Easttown‘.

Por enquanto, não há muitos detalhes sobre projeto, exceto que a trama gira em torno de uma força-tarefa da polícia que tenta rastrear criminosos considerados de alta periculosidade.

Além de estrelar, Ruffalo também será um dos produtores executivos.

Também foi dito que o desenvolvimento começou antes do início da greve dos roteiristas, incluindo a chamada de elenco. Mas, no momento, não há data definida para o início da produção.

Através de um comunicado, Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação e chefe de séries dramáticas e filmes da HBO, disse que:

“Estamos absolutamente entusiasmados por mais uma vez unir forças com Brad Ingelsby, o autor brilhante por trás de ‘Mare of Easttown‘. A criatividade sem limites de Brad e sua capacidade incomparável de cativar o público são nada menos que inspiradoras, e não podemos estar mais animados para embarcar em outra jornada juntos.”

Ela continuou, destacando também sua animação em trabalhar com Ruffalo e com o diretor Jeremiah Zagar (‘Arremessando Alto’).

“Quando surgiu a oportunidade de fazer parceria com Mark em outra série, todos nós aproveitamos a chance de testemunhá-lo mais uma vez respirando grande humanidade em um novo papel. Também estamos honrados em colaborar com Jeremiah Zagar, um diretor incomparável cujo profundo conhecimento da narrativa visual só vai elevar este projeto a novos patamares. A convergência desses talentos é tão emocionante, e mal podemos esperar para compartilhar esta história com o mundo.”

Lembrando que Ruffalo também vai estrelar uma minissérie da Netflix, intitulada ‘Toda a Luz que Não Podemos Ver‘, uma história de guerra baseada no livro homônimo de Anthony Doerr.

A produção é estrelada por Louis Hofmann, Lars Eidinger, Marion Bailey, Hugh Laurie e Mark Ruffalo, além da estreante Aria Mia Loberti.

Confira:

A produção chega ao catálogo do streaming no dia 2 de novembro de 2023.

Baseada no livro vencedor do Prêmio Pulitzer, a minissérie ‘Toda Luz que Não Podemos Ver’ retrata o poder extraordinário das conexões humanas. A história se passa ao longo de dez anos e entrelaça as vidas de Marie-Laure Leblanc, uma jovem francesa cega que se refugia com o tio durante a Segunda Guerra Mundial, e de Werner Pfennig, um adolescente alemão com um talento especial para consertar rádios. A partir do laço secreto que se forma entre os dois, eles descobrem é possível ter fé e esperança na humanidade.

Steven Knight (‘Peaky Blinders’) assina a adaptação, que funcionará como uma minissérie de quatro episódiosShawn Levy (‘Stranger Things’) entra como diretor.