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Reboot de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!’ ganha data de estreia em streaming; Confira o trailer!

A Paramount+ finalmente anunciou quando o reboot de ‘Corra que a Polícia Vem Aí!‘ (The Naked Gun) será lançado em seu catálogo brasileiro.

Estrelada por Liam Neeson e Pamela Anderson, a nova versão chegará ao serviço de streaming no dia 17 de dezembro.

Com 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o reboot conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais – o que representa mais do que o dobro de seu orçamento, que girou em torno de US$ 42 milhões.

Na trama, seguindo os passos de seu pai atrapalhado, o detetive Frank Drebin Jr. deve resolver um caso de assassinato para evitar que o departamento de polícia seja fechado.

Confira o trailer siga o CinePOP no Youtube:

Atriz de ‘Obsessão’ interpretará a Vampira no reboot de ‘X-Men’; Confira o elenco COMPLETO!

Durante sua apresentação na D23, a Marvel divulgou o elenco completo do reboot de ‘X-Men‘.

Inde Navarrette, do fenômeno ‘Obsessão‘, foi confirmada como a mutante Vampira.

O elenco ainda contará com Samara Weaving (‘Casamento Sangrento’) como Emma Frost; Kit Connor (‘Heartstopper’) como Ciclope; Christopher Abbott (‘Lobisomem’) como Professor Charles Xavier; Adam Driver (‘Ferrari’) como Sr. Sinistro; Sadie Sink (‘Stranger Things’) como Jean Grey; e a novata Maya Boyd como Tempestade.

Anteriormente, Kevin Feige havia comentado sobre seus planos para os X-Men no Universo Compartilhado da Marvel: “Os X-Men estarão no centro de tudo. Adquirir os direitos dos X-Men não se trata apenas de… Por exemplo, o Wolverine é um personagem incrível, e conseguimos reuni-lo com o Deadpool, o que é ótimo. Mas os X-Men são muito mais do que apenas o Wolverine, muito mais do que a equipe original; fundamentalmente, trata-se de um universo, uma saga de várias etapas. É em direção a isso que estamos trabalhando”.

“Estamos sempre mudando, sempre evoluindo, mas ter algum direcionamento nos ajuda a agir com mais propósito, especialmente com os X-Men — já tivemos dez filmes, alguns muito, muito bons, e outros que, na minha opinião, não corresponderam às expectativas. Como planejamos a ‘saga mutante’ de uma maneira grandiosa?”.

Feige conclui: “Dito isso, temos muitos outros personagens para explorar no futuro — o cronograma já está definido até 2042, especialmente para os X-Men. [O grupo conta] com muitos personagens inexplorados da região da Ásia-Pacífico, particularmente da China, que estamos muito ansiosos para explorar. É por isso que estou empolgado com os X-Men: podemos mostrar ao mundo diferentes tipos de heróis”.

‘X-Men’: Charles Melton está cotado para estrelar o reboot, dizem rumores!

Criador de ‘Treta’ celebra entrada no roteiro do reboot de ‘X-Men’: “Você tem que dizer sim”

O reboot de X-Men não promete apenas rostos novos na frente das câmeras, mas também uma reunião estratégica nos bastidores. O diretor Jake Schreier e os roteiristas Lee Sung Jin e Joanna Calo, trio responsável pelo sucesso de ‘Treta’ (Beef) e que trabalhou em ‘Thunderbolts*’, migraram juntos para a franquia mutante.

Schreier já demonstrou entusiasmo ao falar sobre a colaboração contínua com a dupla de roteiristas: “trabalhei com o Sonny [Lee] e a Joanna em muitas coisas. Sempre que você pode trabalhar com pessoas de quem gosta tanto e que são tão talentosas, e com quem já criou algo que tem uma sintonia natural, continuar com isso sempre parece uma boa ideia”.

A introdução dos X-Men no MCU está sendo pavimentada cuidadosamente. Embora o reboot completo seja esperado apenas para após os eventos de ‘Vingadores: Guerras Secretas’ (2027), os mutantes devem fazer aparições cruciais antes disso.

Criadores da série comentam sobre o episódio 7×05 de ‘Game of Thrones’; Assista!

A HBO liberou um novo vídeo que traz a dupla de criadores da série ‘Game of Thrones’, D.B. Weiss e David Benioff, comentando alguns detalhes importantes referentes ao último episódio da produção, exibido nesse domingo (13).

Confira:

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×09: ‘Smart Power’ – A semente da discórdia

Como alguém que lutou tanto para ter sua própria voz se submete à voz de terceiros? O penúltimo episódio da segunda temporada de The Handmaid’s Tale se inicia com esse incógnita tão profunda na alma. Encaramos o olhar vazio de Serena, que parece contemplar repetidamente a sucessão de chibatadas que afligem sua dignidade. Pela primeira vez no lugar onde ela ajudou a submeter tantas outras mulheres, o ardor da vergonha e constrangimento começam a lhe pesar, em uma espécie de conflito existencial entre a nova “ética” de Gilead e a verdadeira, que se perdera entre protestos e uma intervenção perversa que tenta exalar virilidade. Dobrando a esquina com o final de seu ciclo, a produção original da Hulu se sustenta para além dos horrores de um regime totalitarista, trazendo aquilo que tanto almejávamos testemunhar: o nascimento da semente da discórdia.

Leia também nossas análises dos episódios 1 (June), 2 (Unwomen) da 2ª Temporada , 3 (Baggage), 4 (Other Women), 5 (Seeds), 6 (First Blood), 7 (After) e 8 (Women’s Work)

Em Gilead, quem tenta fugir ou corromper a ditadura age de forma subversiva. E nessa trama, a subversidade permeia os cantos escuros não vistos. À medida que acompanhamos os oito primeiros episódios, vez ou outra vemos fragmentos dessas rachaduras, em corrupção de “princípios”, como Marisa Tomei logo de cara nos mostrou, além de toda a logística planejada para garantir que June não mais visse o sol nascer entre as sombras de cortinas negras e janelas pouco arejadas. Mas a subversão começou a ganhar formas mais concretas quando Serena se recordou de quem era. Quando Offred saiu de cena e abriu alas para June entrar. E nesse universo tortuoso onde nomes se perdem em substantivos possessivos, uma nova fagulha começa a latejar, nos deixando ansiosos pelo que sabemos que pode muito bem vir por aí.

Serena tem ganhado um destaque surpreendente nessa nova temporada. Se desenvolvendo para além do olhar carrancudo coberto de mágoa por sua possível infertilidade, a antagonista começa a ganhar camadas mais sutis, que conforme destoam dos princípios que ela ajudou a promover e firmar, se consolidam também como uma grande contradição em sua alma. Até que ponto é possível se submeter à subversão instalada na nova-velha América? Essas questões, que pensávamos se calar ao ser obrigada a embarcar em uma indesejável viagem ao Canadá, ganham ainda mais coro, vindo por vozes até então inaudíveis devido à comodidade da distância territorial, social e institucional entre ambas as nações. Até que seus pés tocam o chão de um território novo e seus olhos começam a percorrer os reflexos de seu pecado tão egoísta, mesquinho e avassalador.

The Handmaid’s Tale’: Falamos com Bruce Miller, o criador da série sensação

Smart Power’ é um episódio fascinante, por não apenas juntar dois mundos tão aquéns, como também por verbalizar aquelas antigas indignações que acompanham a audiência desde a primeira temporada. Ao colocar Gilead em conflito com o resto do planeta – representado estrategicamente pelo país vizinho – indignações não ditas são proferidas e a fachada que o irredutível e arrogante comandante Fred Waterford (Joseph Fiennes) tenta sustentar com sua esposa perfeita cai diante dos seus olhos, graças a mais uma bomba tão poderosa como aquela que já vimos.

E em meio a perguntas angustiantes e uma mente que passa a ser constantemente confrontada por si mesma e por outras mulheres talvez pensadas como inexistentes, Serena se vê em uma encruzilhada crucial, que vai redefinir os rumos não apenas da aguardada season finale, assim como da próxima temporada já confirmada. Com uma narrativa absolutamente progressiva, que revela aqueles enxertos da história original de Margaret Atwood (eventualmente deixados de fora), The Handmaid’s Tale nos dá o sabor da discórdia, prometendo muito mais de onde isso veio. O que nos espera a seguir? Só Serena nos dirá.

 

 

 

‘Lucifer’ mostra o bumbum na 4ª temporada e internet enlouquece

A 4ª temporada de Lucifer já está disponível na Netflix e os fãs não perderam tempo e já começaram a maratonar os 10 episódios da produção. E a gigante do streaming cumpriu sua promessa de tornar a série mais caliente e carnal e logo no primeiro episódio, honrou as expectativas daqueles fãs que são um pouquinho mais desavergonhados.

Logo no começo do primeiro capítulo, o Diabo, vivido por Tom Ellis, roubou a atenção da audiência, mostrando o seu bumbum sem qualquer pudor. Para os mais curiosos, o personagem homônimo apareceu parcialmente nu exatamente na marca de 5 minutos e 42 segundos do episódio.

O momento em questão aconteceu durante uma estranha conversa entre ele o bandido Lee (Jeremiah Birkett), que  queria roubá-lo. A cena se tornou um frenesi entre os fãs, que rapidamente compartilharam suas reações nas redes sociais.

Confira:

 

 

 

 

 

 

Criada por Tom Kapinos, a série foi cancelada pela FOX depois de três temporadas, mas foi resgatada pela Netflix depois da forte reação dos fãs.

A trama gira em torno de Lucifer Morningstar, que está entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco conta também com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘Annabelle’: Primeiro filme da franquia já está disponível na Netflix

Os fãs de terror podem se animar, pois o longa ‘Annabelle‘ já está disponível na plataforma de streaming da Netflix.

A produção entrou para a grande de programação nesta terça-feira (26).

Lançado em 2014, o terror foi uma surpresa nas bilheterias. Com um pequeno orçamento de US$ 6,5 milhões, ‘Annabelle‘ faturou mais de US$ 257 milhões nas telonas, se tornando um marco da cultura POP, graças à aterrorizante boneca.

 

Vale lembrar que a New Line atualmente está traçando planos para ‘Annabelle 4‘ – embora detalhes concretos sobre o enredo ainda não tenham sido revelados.

Corin Harder, responsável por A Freira‘, está interessado em assumir a direção, mas os detalhes sobre equipe e elenco ainda permanecem em segredo.

O último filme da franquia mostrou os demonólogos Ed e Lorraine Warren trazendo a boneca possuída à sala de artefatos que fica trancada em sua casa, isolada em um local “seguro”, protegida por um vidro sagrado e com a benção de um padre.

O próximo filme da franquia é Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ (The Conjuring: The Devil Made Me Do It), que chega aos cinemas em 11 de setembro de 2020.

‘The O.C.’: Mischa Barton revela o VERDADEIRO motivo de ter abandonado a popular série

Já fazem 15 anos desde que a atriz Mischa Barton deixou a série ‘The O.C.‘ no fatídico episódio final da 3ª temporada, de forma trágica e dramática.

E após mais de uma década, ela decidiu sanar um dos maiores mistérios das telinhas, revelando o verdadeiro motivo de sua saída da produção. Em uma entrevista ao E! News, Barton comentou que os problemas começaram logo após que a atriz Rachel Bilson foi oficializada como membro regular do elenco principal, “equiparando o salário de todos”.

Na ocasião, a atriz ainda revelou que sofria bullying nos bastidores por parte de homens que ela preferiu não mencionar nominalmente:

“Haviam pessoas no set que eram muito más comigo. Não era o ambiente de trabalho mais ideal para uma garota jovem e sensível – que havia sido empurrada ao estrelato – ter que enfrentar”.

Barton também contou que diante das circunstâncias, os produtores lhe deram duas saídas:

“Você quer o seu emprego e navegar em direção ao pôr-do-sol e potencialmente você poderia voltar no futuro, em um cenário de TV bizarro? Ou, podemos matar sua personagem e você pode seguir com a sua carreira do jeito que quer e fazer o que deseja?””

A atriz acabou optando por deixar a produção, rendendo naquele poderoso – e controverso – desfecho de sua personagem.

E mesmo com a abrupta despedida da sua personagem dividindo opiniões até hoje, Barton se diz satisfeita com o final da jornada de Marissa, afirmando que achou o final “ótimo”, salientando que não foi fácil dizer adeus aos colegas de elenco, de quem ela tanto gostava:

“Eu fiquei muito triste por ter quer ir embora, pois éramos como uma família. Mas haviam algumas coisas que não eram muito legais e eu estaria mentindo se não dissesse que fiquei um pouco aliviada por ter me retirado daquela situação”.

Eli Roth lança produtora independente de filmes de terror e convida fãs a se tornarem investidores

O ator e cineasta Eli Roth está expandindo seu trabalho no gênero de terror e acaba de lançar sua produtora independente, intitulada The Horror Section. A novidade foi revelada com exclusividade pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, Roth firmou uma parceria com a Media Capital Technologies para o empreendimento, que inclui não apenas produzir e distribuir filmes originais nos cinemas, mas também criar espaço para programas de terror na televisão, jogos, podcasts e eventos ao vivo.

Em entrevista ao THR, Roth comemorou o novo marco em sua carreira:

“Fiz isso com muito sucesso e tudo o que fiz para essa área rendeu muito dinheiro para muitas pessoas. Agora é hora de colocar tudo sob um guarda-chuva, construir um selo, mas realmente fazer aquele terror de ir direto na garganta – que eu tanto amo e que os fãs amam que eu faça”.

Para explicar seus planos criativos para o futuro próximo com a The Horror Section, o diretor salientou que ‘Feriado Sangrento‘ é a referência para o tipo de terror que ele quer expandir. Seu objetivo é construir histórias ainda mais viscerais e sangrentas, com o popular longa de 2023 sendo a base do que esperar:

“Eu gostaria que ‘Feriado Sangrento’ fosse o tipo mais manso de filme que eu faria para essa nova empresa. Essa é a linha de base. Todo o resto irá além disso”. 

The Horror Section também será uma produtora interativa, em que os fãs de terror poderão se envolver de perto como acionistas. Conforme revelado pela publicação, a empresa fechou uma parceria com a plataforma de investimentos Republic, para dar a chance a investidores do mundo todo (credeciados ou não) de participar dos lucros da empresa.

Com lançamento marcado para 21 de março, a empresa oferecerá uma participação de até 10% para os fãs, que poderão compartilhar lucros potenciais e propriedade intelectual de personagens e franquias de terror, além de ter acesso aos projetos em primeira mão, bem como outros benefícios. Uma das vantagens incluirá fazer parte de um de seus filmes, sendo uma das vítimas assassinadas diante das câmeras.

Vale lembrar que ‘Feriado Sangrento’, seu elogiado terror slasher, está disponível no catálogo da Max.

Na trama, depois que um incidente durante a Black Friday termina em tragédia, um misterioso assassino inspirado no Dia de Ação de Graças aterroriza uma cidade em Massachusetts – que é considerada o berço do infame feriado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que Roth confirmou que uma sequência está oficialmente em desenvolvimento.

O primeiro filme, apesar do recente boicote à Spyglass (após todas as polêmicas envolvendo os bastidores de ‘Pânico 7‘), conseguiu arrecadar US$ 46,5 milhões mundialmente.

Além de retornar à direção, Roth assinará o roteiro da continuação ao lado de Jeff Rendell.

“John Carver irá matar novamente! A sequência de ‘Feriado Sangrento’ ganhou sinal verde! Agradeço a todos que apoiam filmes de terror originais nos cinemas. A continuação está programada para estrear em 2025! Vamos levar um ano para acertar o roteiro, que começamos a desenvolver hoje,” declarou o cineasta.

Patrick Dempsey, Addison Rae, Jalen Thomas Brooks e Nell Verlaque estrelam a produção.

Roger Birnbaum e Eli Roth irão servir como produtores, com roteiro assinado por Jeff Rendell. 

Personagem de ‘Homem de Ferro’ pode retornar para os cinemas, afirma Kevin Feige

Com o fim da Fase Três no Universo Cinematográfico da Marvel, o produtor Kevin Feige recentemente discutiu a ideia de o personagem Monge de Ferro (Jeff Bridges) retornar aos cinemas.

“Bem, seria incrível ter ele de volta. Isso seria muito bom.”

Obadiah Stane foi o principal vilão da primeira parte do UCM, mentor e parceiro de negócios de Tony Stark (Robert Downey Jr.), mas logo foi revelado como um corrupto, até se tornar o vilão Monge de Ferro.

Feige ainda revelou que o filme foi originalmente pensado para ser algo bem diferente:

“Como você pode se lembrar, quando ele apareceu, era um vilão secundário para o Mandarim. E enquanto preparávamos o filme, percebemos que não queríamos que o Mandarim estivesse nesse filme. Então fizemos de Obadiah o vilão principal, o Homem de Ferro se tornou o que tinha que se tornar.”

O ‘Homem de Ferro‘ agora vai vir em ‘Vingadores – Guerra Infinita’ e ‘Vingadores 4’.

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Metacritic explica por que Surfista Prateado foi listado

Essa semana, os fãs da Marvel foram pegos de surpresa com a notícia de que o Surfista Preteado teria uma participação no aguardado Vingadores: Guerra Infinita.

As especulações começaram após o personagem aparecer em uma lista (confira abaixo!) do Metacritic, site extremamente confiável que traz a lista de atores já confirmados.

Em meio ao elenco, vemos o nome de Curt Clendenin, de ‘Gilmore Girls’, aparecendo como ninguém menos que o Surfista Prateado.

Agora, após toda a polêmica, o site resolveu justificar em nota o motivo da inclusão do personagem na lista de atores do filme.

Segundo o Metacritic, apesar do site não permitir que qualquer pessoa edite as fichas dos filmes, eles utilizam dados como fonte o IMDB, que dá liberdade aos usuários para fazerem alterações, sendo assim, eles acreditam que alguém tenha acrescentado o Surfista Prateado na ficha de ‘Guerra Infinita’ no IMDB, levando-o automaticamente a aparecer no Metacritic.

Apesar da justificativa, maiores detalhes não foram revelados e o nome do Surfista não está presente no IMDB também, ou seja, só vamos ter certeza quando o filme chegar aos cinemas mês que vem.

Será que eles vazaram a informação em querer e tomaram bronca da Marvel? Fica a dúvida.

Caso se confirme, a presença do herói abre novas possibilidades para Vingadores 4e a Fase 4 da Marvel.

Curt Clendenin

Paralelo a isso, a Fox parece estar desenvolvendo um longa-metragem solo do Surfista Prateado. As informações são do The Hollywood Reporter.

O roteiro está atualmente sendo desenvolvido por Brian K. Vaughan, escritor de histórias em quadrinhos. Ainda não há mais detalhes e nem diretor definido.

Ainda não se sabe se terá alguma ligação futura com os filmes da Marvel Studios.

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

RJ Cyler comenta se retornará para sequência de ‘Power Rangers’

Os fãs podem comemorar! O CEO da HasbroBrian Goldner, oficializou que Power Rangers ganhará uma sequência muito em breve. A empresa adquiriu recentemente os direitos de todos os brinquedos da saga. A informação é do We Got This Covered.

Agora, o ator RJ Cyler, que deu vida ao Ranger Azul no reboot de 2017, comentou, durante sua participação na convenção Power Morphicon, sobre seu possível retorno na sequência.

“Eles não me disseram nada ainda. Mas se eles falarem alguma coisa, prometo que vou deixar vocês saberem. Está acontecendo”

O projeto está em fase inicial de desenvolvimento e deve trocar de estúdio, saindo da Lionsgate e indo para a Paramount Pictures, ou seja, o investimento deverá ser maior que o filme anterior.

Power Rangers (2017) recebeu elogios da imprensa especializada, mas com o orçamento de US$100 milhões e uma bilheteria de US$85 milhões nos EUA, e US$142 milhões mundiais, o filme foi considerado um fracasso financeiro e as chances de uma sequência foram momentaneamente minadas.

Fique ligado no CinePOP para novidades sobre Power Rangers.

Crítica | ‘Sob as Águas do Sena’ é um dos piores filmes de 2024

Desde a pandemia, os museus de Paris vêm recebendo alguns atos de protestos realizados por manifestantes ambientais. Apesar da causa ser justa, a forma como essa galera age não parece entregar tanto a mensagem. Afinal, os atos acabaram viando piada nas redes sociais e o gesto de jogar tinta na Monalisa, por exemplo, repercutiu muito mais do que a mensagem do povo se atentar para a poluição nos mares. Nessa onda de jovens querendo mudar o mundo, mas sem coordenar bem suas ações, uma parcela boa da sociedade passou a não levar o ativismo a sério.

Partindo dessa premissa de pseudoativismo e se aproveitando da proximidade dos Jogos Olímpicos 2024, o diretor Xavier Gens tentou construir um suspense com tubarões em Paris. Mas só tentou, porque o resultado foi Sob as Águas do Sena, um dos filmes mais covardes dos últimos tempos, que sabe Deus como ganhou sinal verde da Netflix.

Nadadeira de tubarão na água, espelho d'água refletindo.

Dentre os incontáveis problemas ostentados pelo filme, o mais cruel deles é começar de forma promissora. Nos últimos anos, o público teve acesso a uma série de longas com tubarões que se apoiam na galhofa para contar suas histórias. E não há problema algum nisso, contanto que seja algo esclarecido pela própria direção. Quem assiste um Sharknado ou um Megatubarão sabe a todo segundo que não há qualquer intenção do projeto em se levar a sério. Por outro lado, há longas como o Tubarão original e Águas Rasas que realmente conduzem suas histórias de formas sérias, focando no suspense e na aventura, ou no suspense e no drama. Ambas as maneiras de abordar o subgênero de ‘filme de tubarão’ são mais que válidas.

O problema de Sob as Águas do Sena é que ele começa literalmente mentindo para o público. Nos primeiros 15 minutos de filme, Gens aborda uma equipe de cientistas e ambientalistas que estão no oceano para monitorar as espécies marinhas e estudar como a grande quantidade de lixo despejado pelos humanos é capaz de afetar a rotina e a qualidade de vida dessas criaturas. Porém, as coisas dão errado e chefe do estudo vê sua equipe ser devorada por um tubarão de sete metros de comprimento. Com a citação a Charles Darwin no card de abertura e pela perspectiva mais séria e dramática dessa sequência inicial, fica subentendido que será um filme sobre o impacto da humanidade na vida marinha por meio de um suspense. Mas o que se passa na próxima 1h30 é tão absurdo e ruim que fica difícil de acreditar que você escolheu se submeter a esse filme por vontade própria.

Pessoas nadando próximo de barbatana de tubarão em Paris.

O longa continua anos depois, quando Sophia (Bérénice Bejo), a cientista em questão, teve de lidar com o trauma e se afastou da vida marinha. Eis que uma jovem ativista surge do nada e diz que conseguiu hackear a tecnologia dela e está rastreando o tubarão que assassinou sua equipe no passado. Mas calma que não é só isso. O animal está no Rio Sena a uma semana do Triatlo, o último evento teste antes das Olimpíadas. É aí que tudo desanda.

Fica a impressão de que Xavier Gens tem dificuldade para conseguir aprovação para seus filmes, então decidiu enfiar todas as suas reclamações e revoltas com a sociedade francesa numa produção só, porque ele esquece toda a questão ambiental e começa a abordar da forma mais superficial possível o núcleo dos ativistas jovens que não respeitam ninguém, a polícia ignorante que não está nem aí para nada e os políticos corruptos que só pensam na imagem deles. De verdade, se você parar para conversar com seu tio no churrasco que fica fazendo campanha pra galera anular voto, mesmo sabendo que isso não causará a anulação das eleições, talvez consiga extrair alguma mensagem com um pouco mais de profundidade que as desse filme. Quer dizer, boa sorte para tentar encontrar qualquer desenvolvimento de mensagem em Sob as Águas do Sena. É como se ele tivesse muito a dizer, mas não soubesse como e nem se esforçasse minimamente para seguir uma linha de desenvolvimento. É como acompanhar os monólogos de abertura do Craque Neto, que começam criticando o Neymar, passeiam pelo risco de pegar doença de chagas tomando caldo de cana, apontam as desigualdades sociais no Brasil e terminam elogiando o goleiro Cássio, que tratou muito bem o filho dele na Florida Cup. Pois é.

Duas mulheres olhando para a frente em ambiente urbano.

E se a trama é rasa, o que dizer dos personagens? Sequer encostaram a ponta do dedo na água. Além das atuações canastronas – o elenco jovem desse filme parece composto por Ex-BBB’s, o texto deles é muito ruim. A ativista principal parece ter saído do que há de mais sombrio no Twitter, assim como seus amigos de manifestação. Não fosse o bastante, eles também são mais burros que… Na verdade, não dá para dizer quem é mais burro nesse filme. Acho que a idiotice é compartilhada de forma igualitária. Todos os personagens são um poço de arrogância e ações sem sentido. A ativista decide entrar na água para fazer carinho no tubarão, os policiais veem os amigos se debatendo no Rio Sena e ficam dando cavalo de pau com o barco em vez de ir atrás deles, a prefeita de Paris prefere manter o triatlo com transmissões de TV para o mundo inteiro – sabendo que o tubarão matou mais de 20 pessoas na última semana – do que adiar a prova por uma justificativa muito plausível e que claramente não afetaria em nada a imagem política dela, muito pelo contrário.

Sério, é uma série tão ridícula de absurdos que você pode até pensar: “Ah, então é um filme paródia, bem galhofa”. Não. O filme não deixa de se levar a sério em momento algum. Se a direção optasse por conduzir a trama de forma cômica, talvez desse até para salvar alguma coisa. Só que o diretor achou mesmo que estava fazendo o novo Tubarão. É surreal que uma condução de trama dessas traga uma protagonista que é especialista em tubarões que ignore completamente as orientações básicas de como agir com um tubarão por perto. É um tal de gente se debatendo a torto e a direito na água que fica aquele questionamento se você deve torcer para os humanos ou para o tubarão, sendo que o peixe sequer é tratado de forma carismática ou assustadora. Então, você meio que só torce para o filme acabar logo.

Dois policiais assustados encostados em uma parede.

E no ato final, em mais um projeto de crítica que sequer chega a ser desenvolvida – é mencionada brevemente no início do filme, o diretor promove uma onda de destruição completamente sem sentido. Sem mencionar que o tubarão passa de sete para uns 12 metros de uma hora para outra e tudo bem.

Para não dizer que o filme é 100% descartável, há uma sequência nas catacumbas de Paris que chega a ser razoável, mas também desperdiça o potencial. Talvez fazer Sob as Águas do Sena tão ruim seja apenas mais uma tentativa do diretor de criticar de forma vazia a cidade em que vive para que as pessoas digam que o filme é tão ruim quanto a qualidade da água do Sena. Não sei. De qualquer forma, Xavier Gens mirou em um filme sério e acabou criando o Copa de Elite (2014) francês, mas sem a intenção de fazer o público rir. Uma verdadeira temeridade. E a Netflix ter aprovado a realização desse filme é realmente assustador. Passa extremamente longe do alto padrão de qualidade que as produções originais do streaming já tiveram um dia.

Nadadores e tubarão gigante vistos de cima.

Sob as Águas do Sena está disponível na Netflix.

Crítica | Parasyte: The Grey – Série de TERROR Sul-coreana Coloca Humanos e Parasitas Lutando Pela Sobrevivência

A batalha pela sobrevivência é um dos temas mais recorrentes nas histórias especulativas, principalmente aquelas que envolvem seres humanos versus seres não humanos. A ficção científica, a fantasia, o terror, o suspense – diversos gêneros já trabalharam esse tema a partir de pontos de vista distintos, quase sempre colocando os seres humanos como protagonistas dessas histórias. Pegando onda nesse tipo de construção narrativa, mas trazendo um leve diferencial, estreou na Netflix a série sul-coreana ‘Parasyte: The Grey’, e vem se mantendo no Top 10 desde então.

Durante um festival de música eletrônica na cidade de Namil, na Coreia do Sul, criaturas não identificadas caem do céu, em espécie de cápsulas espinhosas. De dentro, saem pequenas criaturas que se assemelham a lacraias, e algumas delas atacam algumas pessoas no show, entrando por seus ouvidos. Em questão de minutos as pessoas têm seus cérebros comidos e se transformam, com suas cabeças explodindo e virando tentáculos com olhos. A partir daí, passam a atacar outros seres humanos, dos quais se alimentam. Embora isso tenha ocorrido em ambiente público, a verdade dessa história não se espalha rapidamente, de modo que a capitã Choi (Lee Jung-hyun) monta uma equipe especial de investigação para caçar essas criaturas parasitárias. No meio dessa confusão toda, estão Su-in (Jeon So-nee), uma pobre caixa de supermercado que sofre um ataque mas não se transforma completamente, e Kang-woo (Koo Kyo-hwan), um homem que só queria saber o paradeiro da irmã, mas acaba se juntando a Su-in numa luta pela sobrevivência.

Dividida em seis episódios com pouco mais de uma hora média cada um, ‘Parasyte: The Grey’ tem uma história completa, podendo ser vista como minissérie, ainda que, no final, entregue uma cena que dê gancho para uma possível segunda temporada (estratégia cada vez mais comum nas produções longas, que se baseiam no sucesso de público para continuar produzindo conteúdo).

O roteiro de Hitoshi Iwaaki, Yeon Sang-ho e Ryu Yong-jae tem uma estrutura que às vezes confunde, fazendo com que cada episódio comece com um flashback de algum dos muitos personagens da história, montando o quebra-cabeça geral aos poucos. Com o número reduzido de episódios, já estamos na metade da série quando nos damos conta disso, já que da mesma forma, com tantos personagens e uma história de sci-fi elaborada, o espectador tenta focar em entender o que está acontecendo e quem é quem, sem muito domínio porque a produção traz eles para série todos quase ao mesmo tempo.

Também a estética dos parasitas não é muito agradável, assemelhando-se a algo como um tubarão-martelo. Nem feios o suficiente para gerar repulsa, nem fofinhos o suficiente para inspirar empatia, a forma dos parasitas parece, afinal de tudo, prejudicar as cenas de ação, pois eles brigam lançando tentáculos que, para ganhar dinamismo na ação, perde credibilidade, já que os troncos têm que ficar mais ou menos parados. Algo que funciona melhor no mangá ou no anime, mas que no live-action perde velocidade.

Ainda assim, ‘Parasyte: The Grey’ é uma minissérie que prende a atenção, com poucos e bem-feitos episódios. Assemelha-se a outros sucessos de terror sul-coreanos, como ‘Sweet Home’ e ‘A Criatura de Gyeongseong’, ambas da Netflix, reforçando a potência sul-coreana de produzir entretenimento de ficção científica de qualidade.

‘X-Men: Fênix Negra’: Novo trailer internacional mostra primeiro encontro entre Jean Grey e Professor X

X-Men: Fênix Negra ganhou mais um trailer internacional focando no primeiro encontro entre Jean Grey e Professor Xavier.

Confira:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

‘Malévola: Dona do Mal’: Elle Fanning e Angelina Jolie estampam belíssima imagem; Confira!

A revista People divulgou uma belíssima imagem estampando Angelina JolieElle Fanning, duas das protagonistas de Malévola: Dona do Mal’.

Confira:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

A sequência traz o retorno da roteirista Linda Woolverton, que coescreve o roteiro ao lado de Jez Butterworth (‘No Limite do Amanhã‘).

Uma aventura que se passa vários anos depois de “Malévola” – em que o público aprendeu sobre os eventos que endureceram o coração da vilã mais famosa da Disney e a levou a amaldiçoar a pequena princesa Aurora, “Malévola II” continua a explorar a relação complexa entre a fada de chifres e a quase rainha, ao formarem novas alianças e enfrentarem novos adversários em sua luta para proteger os mouros e as criaturas mágicas.

Angelina Jolie e Elle Fanning retornam. Michelle Pfeiffer e Harris Dickinson se juntam ao elenco como a Rainha Ingrith e o Príncipe Phillip, respectivamente. Chiwetel Ejiofor, Ed Skrein, Robert Lindsay, Sam Riley, Imelda Staunton, Juno Temple e Lesley Manville completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais nesta quinta-feira, dia 17 de outubro.

Crítica | Home Before Dark: 1ª Temporada – Nancy Drew Ganha Vida

Hilde Lysiak ganhou as manchetes de vários veículos de imprensa ainda em 2016 quando, com apenas nove anos de idade, utilizou o seu recém-fundado jornal caseiro Orange Street News para relatar um assassinato que havia ocorrido perto de sua casa – transformando-a na profissional investigativa mais jovem a fazer parte da associação de jornalistas, além de ter sido homenageada de diversas formas com o passar dos anos e lançado uma série de livros que logo caiu nas graças da Apple TV+. Em 2020, o serviço de streaming lançou as dez primeiras iterações de Home Before Dark, produção televisiva inspirada na heroína infante que, apesar das puras intenções, luta para encontrar um ritmo envolvente o bastante para nos segurar até o season finale.

Logo no episódio piloto, o público se depara com uma produção bastante modernizada que parece flertar com as clássicas narrativas de mistério de Nancy Drew, lançadas sete décadas atrás. Lysiak, aqui, ganha um alter-ego com Hilde Lisko (interpretada por uma irreconhecível Brooklynn Prince), uma menina que desde muito criança resolveu se aventurar com o pai jornalista em investigações criminais e desvendamento de casos não solucionados pela polícia, dando vida até mesmo a um pequeno periódico para o qual escrevia religiosamente. Mas as coisas mudam quando ela e sua família se mudam da fervorosa Nova York para a interiorana Erie Harbor, antigo lar de Matthew (Jim Sturgess) que resolveu enterrar ao se mudar para a cidade grande há trinta anos.

Como já é de se esperar – ainda mais pela premissa bastante familiar com que a produção brinca -, Hilde percebe que o calmo e pacífico semblante dos habitantes daquele local escondem segredos terríveis, incluindo uma tentativa até então com sucesso de esquecer o rapto de um menino e de seu subsequente desaparecimento, que foi resolvido às pressas por um corpo policial cego por justiça. A atmosfera unidimensional de Erie Harbor sofre no momento em que a protagonista descobre que uma das vizinhas morreu ao trocar a lâmpada de sua casa, cujo acidente apareceu nos laudos médicos como acidente. Entretanto, Hilde não se satisfaz com a grosseira explicação dos oficiais – e suas atitudes desnecessariamente paternalistas. Não é surpresa também que a menina comece a ser encarada com olhos tortos por aqueles que não desejavam reviver os trágicos dias de outrora – e com certeza não precisavam de mais problemas.

O pano de fundo da série exala potencial e poderia transformar essa história real em um thriller de suspense e coming-of-age que iria muito além de nossas expectativas. Afinal, lidamos com uma personagem principal irreverente e que não aceita as imposições etárias ou de gênero impostas – por ser uma criança que, desde sempre, postou-se ávida pelo conhecimento, pela verdade e pela justiça. Entretanto, por mais que as nuances de sua personalidade sejam trazidas para as telinhas, os outros imprescindíveis componentes são deixados de lado, confinados numa zona de conforto que não tem qualquer espaço nesse algibe artístico.

As criadoras Dana Fox e Dara Resnik parecem aglutinar inúmeros microcosmos em um mesmo lugar, procurando costurar uma leve comédia com reviravoltas detetivescas e dramas familiares – sem se preocuparem em lapidar as pontas soltas ou fornecer um pouco mais de credibilidade aos personagens. É claro que, no geral, a temporada de estreia cumpre o arco principal; porém, ele é pincelado por flancos abertos demais ou mal resolvidos (não por terem chegado a conclusões, e sim pelo caminho até essas resoluções ser tênue demais). Hilde é acompanhada por dois amigos que magicamente faz na escola, contratando-os para auxiliá-la na investigação do assassinato de sua vizinha e também no caso arquivado de Richie Fife (Kiefer O’Reilly), filho do prefeito Jack (Adrian Hough) que foi sequestrado quando criança e nunca mais reapareceu; em um outro paralelo, ela também ajuda seu pai a recuperar o fogo de sua profissão, enquanto luta para que a Tenente Mackenzie “Trip” Johnson (Aziza Scott) seja levada a sério na delegacia e consiga ajudá-la a ascender de cargo.

Ao longo dos dez capítulos, o roteiro se respalda em intervenções superficiais sobre diversos temas, como corrupção, sexismo e liberdade de expressão. Enquanto este metalinguístico tema é a vertente que receba mais atenção, os outros dois se ofuscam através de diálogos crus e teatrais demais para uma obra que preza pela verossimilhança. Eventualmente, é Prince quem a carrega nas costas, obrigando a si própria a alcançar um nível de amadurecimento performativo incrível depois de seus outros trabalhos (como Projeto Flórida ou o esquecível e incompreensível terror Os Órfãos). Joelle Carter, interpretando a diretora da escola local Kim Collins, é a próxima personagem a receber um tratamento mais cuidadoso – seu arco inclusive atravessa os extremos da autoconfiança para a derradeira desilusão, principalmente quando descobre a verdade sobre sua família.

Ainda que construa momentos de glória para o enredo e para as personas de Erie Harbor, que culminam em cliffhangers e revelações de tirar o fôlego, o time criativo perde a mão ao decidir, mesmo sem consciência, iniciar os capítulos com quebras de expectativas ou momentos mais leves que não recuperam o tom obscuro e intimista dos episódios anteriores. Nem mesmo a constante imagética neo-noir mantém-se sólida o bastante para que tracemos uma transição coesa entre começo e fim.

Home Before Dark é aprazível em certos momentos, mas seus ressoantes deslizes transformam a temporada em amálgama de tramas que previsíveis. Apesar dos erros, os espectadores são convidados a uma jornada interessante e divertida, por mais vago que seja – e por mais datada que esse mistério nos pareça.

‘Power’: Novo vídeo explora os mistérios da pílula de super-poderes do filme; Confira!

A Netflix divulgou um novo vídeo para promover o lançamento de ‘Power‘, filme de super-heróis com Jamie Foxx e Rodrigo Santoro.

Confira:

Recentemente, o roteirista do filme, Mattson Tomlin (‘The Batman’), falou sobre uma possível continuação.

Tomlin revelou que tem “uma longa lista de poderes que não foram escolhidos” no filme, e que poderiam ser o estopim para a história de ‘Power 2‘.

“Há uma série de coisas no meu bolso de trás que estou muito animado para explorar e brincar”, disse ele ao Insider sobre a possível sequência.

Ele também falou que o final foi reescrito.

“Definitivamente, escrevi muitos finais diferentes. O objetivo era contar a história e terminá-la com a nota certa.”

Você quer ‘Power 2‘?

Assista nossa crítica:

Crítica | Power – Pílula do Superpoder da Netflix é melhor que Cloroquina

“Nas ruas de Nova Orleans, começa a se espalhar uma misteriosa pílula que desbloqueia superpoderes exclusivos para cada usuário. O problema: você não sabe o que vai acontecer até que tome ela. Enquanto alguns desenvolvem pele à prova de balas, invisibilidade e super força, outros exibem uma reação mais mortal. Mas quando a pílula eleva o crime dentro da cidade a níveis perigosos, um policial local (Joseph Gordon-Levitt) se une a uma traficante adolescente (Dominique Fishback) e um ex-soldado abastecido por uma vingança secreta (Jamie Foxx) para combater o poder com poder e arriscar tomar a pílula para rastrear e parar o grupo responsável por criá-la”. 

A produção também é estrelada por Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback.

Lana Del Rey lança “Chemtrails Over the Country Club”, novo single de seu sétimo álbum de estúdio

Em seu Instagram oficial, a cantora e compositora Lana Del Rey lançou Chemtrails Over the Country Club, novo single de seu sétimo álbum de estúdio homônimo.

A faixa é precedida pela canção “Let Me Love You Like a Woman”, divulgada no ano passado.

Confira:

Com produção de Jack Antonoff, a obra foi adiada várias vezes em virtude da pandemia do COVID-19 e permanece sem data confirmada de estreia. Sabe-se, entretanto, que o CD será lançado no primeiro quadrimestre de 2021.

Faixas:

1. White Dress
2. Chemtrails Over the Country Club
3. Tulsa Jesus Freak
4. Let Me Love You Like a Woman
5. Wild at Heart
6. Dark But Just a Game
7. Not All Who Wander Are Lost
8. Yosemite
9. Breaking Up Slowly
10. Dance Till We Die
11. For Free

Essa é a próxima era de Del Rey depois do aclamado Norman Fucking Rockwell!’, obra lançada no ano passado que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano – e entrou para diversas listas como a melhor produção e 2019.

Crítica | Lana Del Rey nos convida para uma inebriante experiência musical em ‘Norman Fucking Rockwell!’

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

Zack Snyder revela que quase dirigiu um filme da franquia ‘Star Wars’

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, o realizador Zack Snyder confirmou que, em dado momento de sua carreira, estava desenvolvendo um filme da franquia Star Wars’ e que traria inúmeras referêncais ao lendário Akira Kurosawa.

“Sim… Nós estávamos falando sobre isso, mas nunca… Você sabe. Eu trabalhei nisso – longe do universo Star Wars, algo único, algo apenas sci-fi… Ainda é algo sci-fi, é a mesma história, mas agora deixo Star Wars ser Star Wars e eu vou… Você sabe. Meu eu de onze anos ainda quer fazer isso e agora eu sei como – então talvez um dia”.

E você? Gostaria de ver um filme de Star Wars dirigido por Snyder?

Lembrando que o último filme lançado pelo realizador foi ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’, já disponível na Netflix.

Confira:

Depois de um surto zumbi em Las Vegas, um grupo de mercenários faz a aposta máxima: arriscar-se na zona de quarentena para o maior roubo já tentado por alguém.

Dave Bautista, Ella Purnell, Ana de la Reguera, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Raúl Castillo, Michael Cassidy e Garret Dillahunt estrelam.

‘A Mouthful of Air’: Amanda Seyfried é destaque no novo cartaz animado do drama; Confira!

A Sony Pictures divulgou um novo cartaz animado de ‘A Mouthful of Air‘, drama estrelado por Amanda Seyfried (‘Mamma Mia!’) e Finn Wittrock (‘American Horror Story’).

Confira, junto ao trailer:

Escrito e dirigido por Amy Koppelman, o longa é baseado em seu livro homônimo.

A trama gira em torno de Julie Davis, uma bem-sucedida autora de livros infantis. Enquanto seu trabalho lida sobre como libertar medos da infância, ela ainda precisa libertar um segredo sombrio que tem assombrado sua própria vida. Quando seu segundo filho nasce, uma cadeia de eventos traz esse segredo à tona – e, com ele, uma batalha pela vida.

O elenco ainda conta com Paul Giamatti, Britt Robertson, Amy Irving, Jennifer Carpenter e Michael Gaston.

O longa será lançado nos cinemas estadunidenses no dia 29 de outubro.

‘Young Rock’: 2ª temporada da série baseada na vida de Dwayne Johnson ganha trailer OFICIAL; Confira!

A NBC divulgou o trailer oficial da 2ª temporada de ‘Young Rock‘, baseada na vida do astro Dwayne Johnson.

O próximo ciclo irá estrear oficialmente na próxima terça-feira, dia 15 de março.

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na HBO Max!

Confira:

A série foi criada por Jeff ChiangNahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat’).

A trama gira em torno de diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho.

Dwayne Johnson estrela a produção. O elenco também conta com Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Ana Tuisila, Adrian Groulx, Bradley Constant e Uli Latukefu.

‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ é o primeiro filme da A24 a ultrapassar US$100 milhões mundialmente

A aclamadíssima comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) se tornou um dos filmes mais bem recebidos não apenas do ano, mas do século – e, recentemente, fez história nas bilheterias mundiais (via Collider).

O longa-metragem tornou-se o primeiro título da produtora independente A24 a ultrapassar a marca dos US$100 milhões ao redor do planeta, tendo feito US$68,9 milhões nos Estados Unidos e US$31,1 milhões no mercado internacional.

A marca permitiu que o filme ultrapassasse o aclamado ‘Hereditário’, que caiu para o segundo lugar na lista com US$79 milhões mundialmente.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Michelle Yeoh entrega a melhor performance da carreira com o impecável ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco conta com Michelle Yeoh, Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

Artigo | O revolucionário legado de ‘Avatar: A Lenda de Aang’

É muito difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar de Avatar: A Lenda de Aang – e mais difícil ainda encontrar alguém que não tenha se apaixonado pela animação. Exibida pela Nickelodeon entre os anos de 2005 e 2008, a série animada criada por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko e supervisionada pelo lendário roteirista Aaron Ehasz carrega consigo um impacto inigualável que atravessa gerações e, mais do que nunca, mostra-se extremamente necessária tanto como narrativa crítica quanto como base para explorações artísticas em vários gêneros cinematográficos e televisivos.

Uma década e meia mais tarde, a premiada produção – que levou para casa cinco Annie Awards e um Emmy Award ao longo de três anos – provou o que muita gente já imaginava: sua atemporalidade. Voltando a conquistar a afeição dos pequenos com a divulgação da versão em Blu-ray e com a chegada da série às plataformas de streaming, a popularidade de ‘Avatar’ alcançou níveis surpreendentes, sendo até mesmo revisitada pelos fãs que a acompanharam religiosamente desde o episódio piloto. A verdade é que, através de temas bastante pertinentes para análises sociais e antropológicas sobre autoritarismo, preconceito e supremacia (introduzindo o pensamento crítico para as crianças e levando-os a refletir sobre a tênue linha que se estende entre o bem e o mal).

Mais do que isso, a narrativa faz um ótimo uso das concepções da ficção fantástica para criar um mundo único e simples, passível de entendimento para qualquer um que aceite o convite de se aventurar nesse universo. Afastando-se da obviedade de franquias do gênero que ganhavam o mundo – como Harry Potter e O Senhor dos Anéis -, a dupla idealizadora da obra sempre foi apaixonada por animes japoneses, filmes de ação de kung-fu, ioga, filósofos orientais e tudo que provinha de países asiáticos, especialmente da China e do Japão (via IGN). O belíssimo, narcótico e complexo resultado colocou em voga construções do Oriente com o máximo de respeito possível, drenando influências dos dogmas hinduístas, taoístas e budistas, das artes plásticas e musicais medievais locais e até mesmo usando cenários reais para compor as ambientações – como a Grande Muralha e a Cidade Proibida chinesas, ou então as locações da Tribo da Água, inspiradas nas culturas inuit e sireniki.

Mas vamos à história: a trama principal gira em torno de Aang, um jovem garoto de doze anos que permaneceu cem anos congelado em um iceberg junto ao seu companheiro animalesco, um bisão voador chamado Appa. Ao ser resgatado pelos irmãos Katara e Sokka, da Tribo da Água, descobrimos que Aang, por ser o último sobrevivente dos Nômades do Ar, é o Avatar, um ser de poder quase infinito com habilidades de dominar todos os elementos naturais do mundo em que vivem – e o único capaz de terminar a derradeira guerra iniciada pela Nação do Fogo e por seu comandante, o Senhor Ozai. Porém, as coisas não são tão simples como parecem e, além do fato de ser uma criança sem qualquer treino profissional, sua ausência não premeditada deixou tudo mais complicado – e lhe deu apenas dois meses para se tornar um expert bélico antes da batalha final.

É claro que, de cara, o transbordante enredo parece difícil de acompanhar. Mas, espalhando-se ao longo de 61 breves episódios de vinte minutos cada um, a trama tem tempo o suficiente para se expandir e se retrair como quiser, investindo nas mais diversas incursões em prol de permitir que nos apaixonemos por cada persona levada às telinhas. Como já mencionado, a imprescindível temática serve como uma tragicômica reverberação do que já presenciamos ou conhecemos através dos livros de história – e, utilizando-se de arquétipos e de arcos irretocáveis que fornecem aos protagonistas e coadjuvantes camadas e mais camadas de conturbações pessoas e externalizações traumáticas, entendemos o real propósito DiMartino e Konietzko.

Aang, Katara e Sokka são forçados a amadurecer perante forças malignas que erguem-se no horizonte e que pretendem destruir quaisquer obstáculos à sua frente – seja pelo crescente domínio da Nação do Fogo, seja pelo exilado príncipe Zuko, que tomou para si a missão de capturar o Avatar, levá-lo de volta ao pai e recuperar sua honra perdida. A dialógica construção com tantas produções audiovisuais das últimas décadas é o ponto-chave para nos sentirmos confortáveis com o que é-nos apresentado – mas ganha dimensões inesperada quando percebemos que as principais peças desse medonho e condenável jogo não passam de crianças, obrigadas a sair de suas condições etárias e imporem-se em prol de ideologias divergentes e objetivos conflitantes.

De um lado, temos a bruta ambição de Zuko, alimentada pelo ódio de ter sido humilhado na frente de todos que conhecia e de nunca ter tido o apoio de Ozai em sua breve vida; de outro, temos a solidão de Aang e sua drástica realização de que não tem com quem contar e que tudo o que conhecia não existe mais. As personalidades distintas ganham um capítulo mais fervoroso quando ambos os protagonistas representam duas extremidades de uma mesma linha – a pacífica e a beligerante. Nos vários momentos em que os inimigos se encontram no mesmo lugar, Aang recusa-se a matá-lo, permanecendo intacto até o final da terceira temporada, em que sua relutância é o último obstáculo a ser enfrentado; Zuko usa da força para se provar digno de seus oponentes, mas percebe, interiormente, que seu descontrole pode ser sua ruína – explicando com maleabilidade considerável o motivo de se unir ao Avatar no ciclo resolutivo.

Há algo resplandecente em deixar que o próprio roteiro ganhe vida, infundido em uma mitologia criada ao longo de séculos e mais séculos de tradição. Desde as diferenças artísticas gritantes entre os quatro Reinos (Água, Terra, Ar e Fogo) até os valores defendidos por seus membros, nota-se que a distinção e a valorização da diversidade vêm em primeiro plano, nem que seja para reforças os ideais fascistas de supremacia racial defendidos pela Nação do Fogo. Ozai, na verdade, entra em guerra por acreditar que seu povo é o mais valioso de todos, talvez pelo fato de conseguirem conjurar chamas do nada – algo que não acontece com as outras tribos. Sua mentalidade fechada e controversa é o motivo pelo qual Azula, sua filha e irmã de Zuko, torna-se uma psicopata mortal e uma vilanesca presença que pavimenta caminho entre Aang e seu destino.

Os próprios membros de um determinado reino diferem-se entre si, visto que alguns não têm poderes especiais e outros são capazes de realizar as dobras – manipulação dos elementos naturais. Os estilos de luta são derivados de diversas artes maciais chinesas: as dobras da água, por exemplo, derivam dos movimentos de alinhamento, estrutura e visualização do t’ai chi; as da terra buscam inspiração no hung gar, principalmente pelas poses firmes que conversam com a solidez do elemento em questão; as do fogo são simbologias para o bak sil lam, luta que faz uso constante dos braços e das pernas, bem como das mudanças direcionais; e, por fim, as do ar se relacionam com o ba gua, que drena movimentos circulares e dinâmicos – tudo isso canalizado para uma homenagem aos clássicos filmes asiáticos dos anos 1960 e 1970.

Eventualmente, cada detalhe é pensado com minúcia extrema, contribuindo para representações que unem-se em um ciclo interminável e histórico. Com base nisso, as reviravoltas presentes no roteiro mostram que nem tudo é o que parece ser e, conforme os protagonistas são jogados aos leões em obrigatórios e fundamentais amadurecimentos, temas mais anfigúricos e obscuros (no melhor sentido dos termos é claro). Passando longe de influências circinais e cansativas – e desconstruindo a imagética clássica para uma iconoclasta crítica até mesmo à utopia social -, a delineação de cada segmento é chocante, arrepiante e puerilmente elegíaca (por mais antagônico que isso seja).

Dando origem à também aclamada, A Lenda de Korra, que gira em torno da sucessora de Aang e que infelizmente não teve a mesma aceitação do público, ‘Avatar’ modificou as estruturas outrora engessadas dos enredos infanto-juvenis e adultos, mesclando-os de modo aprazível do começo ao fim. Sua originalidade teve influência em diversas produções contemporâneas, como O Príncipe Dragão, O Vazio e Caçadores de Trolls, e, mesmo uma década depois de seu lançamento, continua se provando valiosa para a arte audiovisual.

As portas para o Inferno se abrem no novo trailer ARREPIANTE do terror ‘Fale Comigo’; Confira!

A A24 divulgou mais um trailer inédito do terror Fale Comigo.

Sucesso nos Festivais de Sundance, Berlim e SXSW, o terror australiano é o primeiro longa dos diretores Danny e Michael Philippou, do canal do YouTube RackaRacka, e chega aos cinemas brasileiros em 17 de agosto.

Confira:

Com 58 críticas publicadas até o momento, o terror sobrenatural ‘Fale Comigo‘, que será lançado nos cinemas nacionais pela Diamond Films, conquistou nada menos que 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que, com uma história tensa e efeitos práticos impressionantes, ‘Fale Comigo‘ consegue construir um ótimo conto de terror que se apoia em uma fundação clássica.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Apesar de apresentar uma trama um pouco rasa, o longa compensa com cenas aterrorizantes, intensas e repulsivas.” (Hollywood Reporter)

“‘Fale Comigo’ é um terror incrível que conta com performances poderosas, designs sinistros, muita violência e efeitos práticos que irão te surpreender.” (Mashable)

“Essa espetacular estreia diretorial de Danny e Michael Philippou joga um grupo de atores talentosos em uma história realmente sinistra e tensa.” (Perri Nemiroff)

“Acho que o filme não funciona completamente, mas apresenta algumas ideias interessantes.” (RogerEbert.com)

“O final brutal desse filme é um dos melhores que este gênero já viu na última década.” (Den of Geek)

“Para seus personagens e para os espectadores, ‘Fale Comigo’ gira em torno de desorientação. Não há nenhuma grande reviravolta na trama, mas o significado do contato com os mortos muda com o decorrer da trama.” (The Daily Beast)

“Um filme de possessão sinistro feito para a geração TikTok.” (What to Watch)

A trama acompanha um grupo de amigos que descobre como invocar espíritos usando uma mão embalsamada. Obcecados pela adrenalina, um deles vai longe demais e liberta terríveis forças sobrenaturais.

Sophia Wilde, Joe Bird, Alexandra Jensen, Otis Dhanji, Miranda Otto, Marcus Johnson, Alexandria Steffensen, Zoe Terakes e Chris Alosio estrelam.

10 músicas INCRÍVEIS da Madonna que deveriam ter virado singles

Madonna, alcunhada merecidamente como a Rainha do Pop, continua estendendo sua influência no mundo da música até os dias de hoje, quatro décadas depois de sua estreia oficial no cenário fonográfico.

Falar de seu legado é cair na redundância, visto que ela pavimentou o caminho para diversas estrelas da música da contemporaneidade – incluindo Lady GagaBritney SpearsBeyoncéRihanna e tantas outras. Quebrando tabus acerca de sexo e coletando inúmeros recordes ao longo de sua carreira, que permanece na ativa, conhecer Madonna é conhecer uma parte importante da história do entretenimento.

Entretanto, algumas músicas com potencial comercial incrível foram desperdiçadas como faixas promocionais – e, pensando nisso, preparamos uma lista com dez canções da artista que deveriam ter virado singles.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

LOVE MAKES THE WORLD GO ROUND

Álbum: True Blue (1986)

O ritmo latino de ‘True Blue’ ganha uma nova camada com “Love Makes the World Go Round”, em que Madonna se afasta da atmosfera onírica supracitada e mergulha em uma dançante e memorável canção que funciona em uma totalidade incrível para encerrar o CD. Aqui, os tons próprios da cultura latino-americana se fundem com os sintetizadores e com o teclado eletrônico, iniciando de forma levemente convencional até explodirem num otimista chorus que diz “é fácil esquecer se você não ouve o som”, concluindo-se na repetição do verso-título.

LOVE SONG

Álbum: Like a Prayer (1989)

‘Like a Prayer’ é o exato oposto do álbum predecessor – ainda mais considerando que Madonna havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.

SKIN

Álbum: Ray of Light (1998)

A primeira forte influência do electro-dance em Ray of Light, um dos maiores álbuns da história da música, vem na propositalmente dissonante “Skin”, uma rendição dark que resgata a utilização dos sintetizadores em construções que premeditariam o EDM dos anos 2000. O anseio da artista em se provar necessária no panorama da época é, de fato, a força-motriz que garante estabilidade e coesão para cada track – e, na verdade, ela não precisaria de muito para entregar mais uma joia fonográfica.

SKY FITS HEAVEN

Álbum: Ray of Light (1998)

É um fato dizer que Ray of Light serviria de base a todas as outras investidas futuras da performer, incluindo ‘Music’ e Madame X. Madonna, como nenhuma outra artista de sua época, baseava-se bastante em sua história para permanecer viva na cultura mainstream e nunca deixava de mencionar a si mesma em cada construção. Versada numa poesia única que reflete a grandiosidade de peças como a upbeat “Sky Fits Heaven”, ela mostra que não se preocupa com o que os outros pensam de sua arte: ela está ali para colocá-la em boa vista, doa a quem doer.

LET IT WILL BE

Álbum: Confessions on a Dance Floor

É um fato dizer que Confessions on a Dance Floor se consagrou como a última grande odisseia de Madonna – e emergiu como um dos pontos definitivos de sua carreira. No álbum, a cantora parece não ter percepção dos cataclismas que cria – e é isso que revela a genialidade da obra. Em “Let It Will Be”, Madonna se volta para o épico orquestral ao deixar violinos e violoncelos guiarem um prólogo evocativo e analítico para uma derradeira rendição ao synth-dance que merecia ter mais reconhecimento.

REBEL HEART

Álbum: Rebel Heart (2015)

Por incrível que pareça, a faixa-título do álbum foi acrescentada apenas à sua versão deluxe e descartada como um dos singles principais – um erro incorrigível da rainha do pop. Relacionando-se com a própria história de Madonna, a mensagem altiva da canção é incorporado ao teor acústico de sua produção aplaudível.

I’M ADDICTED

Álbum: MDNA (2012)

‘MDNA’ é um dos álbuns mais problemáticos de Madonna, emergindo como uma profusão de sonoridades que parecem não fazer sentido. Entretanto, há alguns pontos altos espalhados pela produção: na primeira parte, Madonna dá vida a uma interessante faixa, representativa da mais pura definição de EDM“I’m Addicted”: ela nos convida para uma críptica e colorida aventura que atravessa as fronteiras da música e da arte – dentro do tempo que precisava ter e dos crescendos e reviravoltas que queríamos há algum tempo.

DEVIL PRAY

Álbum: Rebel Heart (2015)

Pegando elementos já explorados em ‘Music’ e em ‘Hard Candy’ (neste, com especificidade marcante em “Miles Away”), Madonna abraçou a melodia inestimável do violão para “Devil Pray”, uma diabólica, blasfema e irretocável rendição que premeditaria as inflexões ainda mais chocantes de Madame X. A faixa, apesar de pincelada com o piano e os sintetizadores dos anos 2010, promove uma viagem de volta aos anos 1960, remodelando a memorável “House of the Rising Sun” às modernizações experimentais da atualidade.

HEARTBREAKCITY

Álbum: Rebel Heart (2015)

Ao longo da belíssima jornada que se consagra com Rebel Heart, Madonna mostra-se extremamente sagaz ao criar retratos íntimos de sua própria carreira, seja na forma de construções recuadas e movidas pelo classicismo do piano, como a poética e marchante “HeartBreakCity” (que viria a influenciar Mark Ronson anos mais tarde). Talvez como nunca, a cantora e compositora se mostra disposta a falar do lado mais obscuro do sucesso e da solidão, resumidos pela pungente estrofe “você conseguiu o que quis, um pouco de fama e fortuna, e eu não sou mais útil”.

EXTREME OCCIDENT

Álbum: Madame X (2019)

Quatro anos depois de seu último lançamento de originais, Madonna retorno com o experimental e injustiçado Madame X. Abrindo portas para versos mais densos e uma afeição à cultura portuguesa, o álbum é regido principalmente pela escondida pérola “Extreme Occident”. A dissonante e teatral faixa é marcada pelo piano e pelo violão, aliados ao uso excessivamente proposital do autotone e de uma reflexão apaixonante.

‘O Urso’: 3ª temporada ganha teaser INCRÍVEL e data de estreia; Confira!

A aclamada série O Urso, estrelada por Jeremy Allan White, ganhou um novo teaser oficial.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo estreia no dia 27 de junho no Hulu, ainda sem data de lançamento no Brasil.

Confira:

https://youtu.be/IlYakqjYNIU?si=rjV-wvnfpFAyRlUh

 

 

https://twitter.com/StarPlusBR/status/1724886419796086948?t=XP2LtkIgH6xP7gITqY9itA&s=19

No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

A série foi criada por Christopher Storer.

A trama segue um jovem chef que volta para Chicago para comandar a loja de sanduiches de sua família.

O elenco conta com Jeremy Allen WhiteEbon Moss-BachrachAyo EdebiriLionel BoyceLiza Colón-Zayas e Abby Elliott.

Conheça o novo documentário da HBO que explora as ORIGENS do Bitcoin

No último dia 08 de outubro, a HBO lançou o documentário Money Electric: The Bitcoin Mystery (‘Dinheiro Elétrico: O Mistério do Bitcon’, em tradução livre), que explora não apenas as origens do Bitcoin, como também procura descobrir a identidade real de seu criador – que utiliza o pseudônimo Satoshi Nakamoto.

O filme foi dirigido, escrito e produzido por Cullen Hoback, conhecido por seu trabalho em ‘Q: Into the Storm’, onde revelou a identidade do líder do QAnon (um famoso grupo conspiratório).

Confira a sinopse oficial:

Em Money Electric: The Bitcoin Mystery, o intrépido cineasta Cullen Hoback mergulha nas origens do Bitcoin e na identidade de seu criador, Satoshi Nakamoto. O documentário oferece uma investigação emocionante e abrangente, com Hoback se envolvendo com nomes-chave dessa moeda, descobrindo pistas nunca antes vistas e desvendando com humor a ascensão meteórica do Bitcoin.

Alina SolodnikovaJessie DeeterScott Holroyd também entram como produtores.

Lembrando que o documentário já está disponível no catálogo da Max.

Nova série de MISTÉRIO com Uzo Aduba já está disponível na Netflix!

A série de mistério Assassinato na Casa Branca, estrelada pela vencedora do Emmy Uzo Aduba (‘Orange Is the New Black’), já está disponível no catálogo da Netflix.

A produção chegou à plataforma de streaming hoje, 20 de março.

Relembre o trailer:

Confira a sinopse oficial:

“132 quartos. 157 suspeitos. Um cadáver. Uma detetive excêntrica. Um Jantar de Estado desastroso. Assassinato na Casa Branca é um insano mistério ambientado nas escadarias da Casa Branca, entre uma eclética equipe da mansão mais famosa do mundo”.

A produção contará com um elenco estelar, que inclui Giancarlo Esposito, Kylie Minogue, Andre Braugher, Edwina Findley, Molly Griggs, Jason Lee, Ken Marino, Al Mitchell, Dan Perrault, Bronson Pinchot, Susan Kelechi Watson, Isiah Whitlock Jr., Mary Wiseman, Randall Park, Jane Curtin, James Babson, Eliza Coupe, Izzy Diaz, Paul Fitzgerald, Ros Gentle, Chris Grace, Juliette Jeffers, Sumalee Montano, Brett Tucker, Nathan Lovejoy, E. L. Losada, Julieth Restrepo, Mel Rodriguez e Rebecca Field.

Paul William Davies entra como showrunner e produtor executivo. Shonda Rhimes também será produtora executiva.

A série é baseada no romance de não-ficção ‘The Residence: Inside the Private World of the White House’, assinado por Kate Andersen Brower.

Michael Chiklis DEFENDE filmes originais do ‘Quarteto Fantástico’: “Muito subestimados”

Antes de ‘Primeiros Passos’Quarteto Fantástico ganhou uma duologia cinematográfica que teve início em 2005 e que rendeu uma sequência direta dois anos mais tarde, intitulada Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado’.

Ambos os filmes trouxeram no elenco Ioan Gruffudd (Sr. Fantástico), Jessica Alba (Mulher Invisível), Chris Evans (Tocha Humana), Michael Chiklis (O Coisa) e o saudosos Julian McMahon (Doutor Destino). Apesar de uma sólida arrecadação nas bilheterias mundiais, a mini-franquia foi detonada pela crítica.

Agora, em uma recente entrevista ao Collider, Chiklis refletiu sobre seu trabalho na saga e defendeu os filmes. “Acho que muita gente errou na crítica”, disse o ator. “Eles realmente difamaram nossos filmes, e eles foram muito subestimados, considerando que eram muito queridos pelo público”.

Ele continua: “Foi um daqueles casos em que os críticos não foram muito bons com esses filmes, mas o público foi, e isso continua. Eu sempre pensei, meio que discretamente, ‘Ok, diga o que quiser, mas as pessoas assistem’. E agora, depois de todos esses anos, as pessoas estão meio que reconhecendo, tipo, ei, esses filmes são para toda a família, divertidos, eles acertaram em muitas coisas. Podem ser imperfeitos, mas são filmes muito bons”.

Lembrando que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Artes NACIONAIS de ‘O Mandaloriano e Grogu’ dão destaque a Din Djarin, Stormtroopers e mais!

‘O Mandaloriano e Grogu’ é um dos filmes mais aguardados do ano, expandindo o icônico universo sci-fi de Star Wars – e, agora, novas artes nacionais ganharam as redes sociais.

As duas imagens promocionais divulgadas dão destaque a Din Djarin (Pedro Pascal) ao lado de Grogu/Baby Yoda, bem como a um trio de Stormtroopers.

Confira:

A produção, dirigida por Jon Favreau, criador da série de sucessoThe Mandalorian‘, marca o retorno da saga aos cinemas após sete anos, com estreia programada para 22 de maio de 2026.

Favreau assina o roteiro em parceria com Dave Filoni, que também está envolvido em outros projetos da franquia, incluindo a segunda temporada de ‘Ahsoka’.

Com os vazamentos aumentando à medida que a data de lançamento se aproxima, a expectativa dos fãs cresce. Apesar de pouco tempo em tela, a participação de Sigourney Weaver já é um dos destaques antecipados do filme, que promete expandir o universo de Star Wars com novas histórias e personagens.

Vale lembrar que Jeremy Allen White foi confirmado, pelo Deadline, no papel de Rotta, assim como o filho de Jabba the Hutt, os personagens Boba Fett e Fennec Shand também foram citados como nomes prováveis no projeto.

Ainda de acordo com o Deadline, o Senhor da Guerra Imperial, interpretado por Jonny Coyne em ‘O Mandaloriano’, será outro personagem a retornar no filme.

O Senhor da Guerra Imperial apareceu como um holograma no Conselho das Sombras, na terceira temporada de ‘O Mandaloriano’. Ele é um oficial imperial de alto escalão que participava das reuniões com Moff Gideon, personagem vivido por Giancarlo Esposito.

‘Toy Story 5’: Artes conceituais revelam final alternativo EMOCIONANTE envolvendo Jessie e Emily

Cuidado: spoilers à frente.

Toy Story 5 acompanha a adorada vaqueira Jessie em seu retorno relutante à casa onde morava com sua primeira dona, Emily. Conhecendo a nova criança que mora no local, a solitária Blaze – em quem ela vê uma amiga em potencial para sua atual dona, Bonnie -, Jessie revisita traumas de um passado distante, quando foi abandonada por Emily antes de cruzar caminho com Woody, Buzz e os outros brinquedos.

No terceiro ato do filme, Jessie, em uma espiral de culpa e de frustração, acaba desenterrando uma caixa de lembranças que foi escondida na árvore onde brincava com Emily – apenas para descobrir que ela deu o nome à filha de Jessie em homenagem à vaqueira, levando-nos a acreditar que Emily já faleceu há muito tempo.

No entanto, o final original do longa-metragem era bem diferente e muito mais emocionante, trazendo Jessie se reunindo com sua antiga dona.

No livro The Art of Toy Story 5 (via The Artbook Collector), é confirmado que Emily retornaria como uma avó que apresenta seu neto ao brinquedo que tanto amava quando criança.

A codiretora e roteirista Kenna Harris explicou: “Emily agora era avó e apresentou sua amada boneca de infância ao seu neto em uma sequência emocionante e culminante. Desenhei isso para explorar esse momento especial e nostálgico”.

“Embora o filme tenha tomado um rumo diferente no final, sempre soubemos que a conexão especial de Jessie com Emily seria fundamental para Toy Story 5, acrescentou.

Confira as artes:

Com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore. Para termos de comparação, a média está no mesmo nível dos capítulos anteriores, segundo superada apenas pelo segundo filme da saga (A+).

Vale lembrar que ‘Toy Story 5’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Saiba Mais » Toy Story 5

Os brinquedos estão de volta em TOY STORY 5, da Disney e Pixar, e desta vez o confronto é entre brinquedos e tecnologia. Woody, Buzz Lightyear, Jessie e toda a turma veem sua missão de promover a brincadeira ameaçada quando encontram Lilypad, um tablet que chega com ideias disruptivas sobre o que é melhor para Bonnie. Será que a hora da brincadeira continuará a mesma?

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Roteiro de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ deve ser reescrito

A produção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ pode ser atrasada mais uma vez, já que foi planejada para começar no final de 2018, mas após o afastamento e o retorno de James Gunn, a sequência sofreu atrasos.

De acordo com o Comic Book, o dublê corporal de Rocket e irmão de James Gunn, Sean, foi questionado se havia lido o roteiro e deixou escapar que está esperando pela versão finalizada, que deve ser diferente da atual.

“Sabe… Eu acho que meu irmão deve… ele deve fazer outras mudanças, nesse caso eu iria ler essa versão [reescrita].”, explicou o ator.

Segundo o site, quem já leu o roteiro afirmou que o filme terá momentos mais sentimentais, como foi o sacrifício de Groot e a morte de Yondu.

Agora resta esperar para saber se esses momentos estarão no roteiro editado, e é de se esperar que os ajustes não alterem o coração da narrativa.

De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, pois o filme não está programado para a próxima fase da Marvel Studios, e rumores indicam que a estreia deve acontecer em 2022.

Segundo uma fonte da Marvel, o estúdio agendou ‘Pantera Negra‘ e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ para 2022, dando o pontapé inicial para a Fase 5 do MCU.

Na publicação, duas datas entre 2022 e 2024 também foram agendadas, mas ainda sem títulos revelados.  Lembrando que a informação é apenas um rumor, já que ainda não houve um pronunciamento oficial.

Anteriormente, Kevin Feige revelou durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ já está em desenvolvimento, o que se encaixa com o rumor.

Além disso, o presidente da Marvel Studios também confirmou que ‘Pantera Negra 2‘, ‘Capitã Marvel 2‘ e os reboots de ‘Quarteto Fantástico‘ e ‘X-Men‘ vão acontecer.

 

Vilões de ‘Batman: A Série Animada’ ganham incríveis versões realistas; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Raf Grassetti, diretor de arte famoso por trabalhar nos jogos de ‘God of War‘, compartilhou algumas imagens mostrando como seriam as versões ‘humanizadas’ dos personagem de ‘Batman: A Série Animada‘.

Com um toque realista, o artista ainda conseguiu manter os traços dos principais vilões, como Coringa, Mulher-Gato, Harley Quinn, Duas Caras, Pinguim, Bane, Cara de Barro, e o Espantalho.

Confira:

 

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🦇 Villains >> #batmantheanimatedseries #dc #batman #joker

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E aí, o que você achou do design?

Por falar no Homem-Morcego, o filme solo ‘The Batman‘ promete levar os fãs para o sombrio submundo do Asilo Arkham. A informação foi revelada pela revista Variety.

Segundo a publicação, embora a produção não se passe inteiramente no hospital psiquiátrico – conforme especulado no passado, muitas das cenas do longa serão em Arkham.

Essa não será a primeira vez que o Asilo Arkham aparecerá nas telonas, com o local fazendo parte da narrativa cinematográfico do vigilante desde os anos 90. A primeira vez que o hospital apareceu nos cinemas foi em ‘Batman Eternamente‘, lançado em 1995. A unidade psiquiátrica também teve um papel crucial em ‘Batman Begins‘ (2005), uma participação pontual em ‘Batman v Superman‘ (2016) e em ‘Liga da Justiça‘ (2017). Arkham também apareceu no filme solo do vilão ‘Coringa’, no formato de Hospital Estadual de Arkham.

Confira fotos do Asilo Arkham:

Lembrando que ‘The Batman‘ tem previsão de estreia para 1º de outubro de 2021.

Robert Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos MaxCharlie Carver.

Dirigido por Matt Reeves, o longa irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.