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‘Deliver Me From Nowhere’: Cinebiografia de Bruce Springsteen com Jeremy Allen White ganha data de estreia

A aguardada cinebiografia ‘Deliver Me From Nowhere‘, estrelada por Jeremy Allen White (‘The Bear‘) no papel do lendário músico Bruce Springsteen, ganhou data de estreia.

A produção será lançada nos cinemas em 24 de outubro, pela 20th Century Studios.

Dirigido e roteirizado por Scott Cooper (‘Tudo Pelo Poder‘, ‘Coração Louco‘), o filme mergulha no processo criativo por trás de Nebraska, álbum sombrio e introspectivo lançado por Springsteen em 1982 — considerado um dos trabalhos mais aclamados de sua carreira.

Jeremy Strong interpreta Jon Landau, o empresário que desempenhou um papel fundamental na carreira do músico, Paul Walter Hauser vive o técnico de guitarra de longa data, Mike Batlan. 

O elenco ainda conta com nomes como Stephen Graham, Odessa Young, Paul Walter Hauser, Gaby Hoffmann, Johnny Cannizzaro, Harrison Gilbertson, Marc Maron, David Krumholtz e Chris Jaymes.

Baseado no livro homônimo de 2023 escrito por Warren Zanes, ‘Deliver Me From Nowhere‘ tem produção assinada por Cooper, Zanes e Scott Stuber, ao lado de Ellen Goldsmith-Vein e Eric Robinson, da Gotham Group.

O próprio Bruce Springsteen e seu empresário Jon Landau participaram do desenvolvimento do longa.

A estreia do filme coincide com uma das datas mais movimentadas da temporada de premiações, disputando espaço nas telonas com ‘Mortal Kombat 2‘, a adaptação de ‘Se Não Fosse Você‘, de Colleen Hoover, e o novo projeto de Yorgos Lanthimos, ‘Bugonia‘, estrelado por Emma Stone e Jesse Plemons.

Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.

X-Men: Arte mostra como seria o possível novo visual de X-23 nos cinemas; Confira!

Apesar do sucesso de Logan, tanto em crítica quanto em bilheteria, o futuro de Wolverine ainda é incerto nos cinemas após Hugh Jackman confirmar que realmente se aposentou do personagem.

Porém, se há uma coisa positiva que o filme trouxe, foi a heroína clone de Wolverine, a X-23, que acabou se tornando uma esperança para o futuro próximo nos cinemas, já que ela deve assumir o manto do herói.

Diretor de ‘Logan’ confirma que está trabalhando em filme sobre a ‘X-23’

Pensando nisso, o artista Masaolab criou uma arte mostrando como deve ser o visual da atriz Dafne Keen futuramente nos cinemas e também na nova série da Marvel Comics, ‘All-New Wolverine’, com o clássico uniforme azul e amarelo. Confira:

E vocês, acham que a X-23 deveria assumir o manto do herói nos cinemas?

Recentemente, Scott Eastwood revelou que quer substituir Hugh Jackman no reboot de ‘Wolverine’ 

‘Logan’ e os Melhores e Piores Filmes dos ‘X-Men’ 

Assista nossa crítica:

COM SPOILERS

SEM SPOILERS

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Fiquem ligados no CinePop para novidades sobre o filme solo de X-23.

‘Castle Rock’: Série de terror de Stephen King com produção de J.J. Abrams ganha novo trailer

Castle Rock, série de TV que irá reunir histórias de Stephen King em um mesmo universo, com  produção de J.J. Abrams, ganhou um novo trailer recheado de suspense. Assista, junto com os vídeos anteriores:

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

Castle Rock será lançada em 25 de julho 2018.

‘Morbius’: Filme com Jared Leto é oficializado pela Sony

Já alguns meses em possível desenvolvimento pela Sony, o filme solo de Morbius, o Vampiro Vivo’, derivado de Homem-Aranha focado no vilão, teve seus primeiros detalhes revelados.

Em entrevista ao Comic Book, o produtor Matt Tolmach confirmou que o filme é o próximo projeto da Sony:

“Obviamente estamos trabalhando em Morbius agora, esse é o nosso próximo filme apósVenom.

Jared Leto será o protagonista e Daniel Espinosa (‘Crimes Ocultos’) comandará o projeto.

As filmagens começam já em novembro desse ano. As locações ainda não foram anunciadas.

Pensando nisso, o artista BossLogic criou um cartaz sensacional para mostrar como ficará o visual do ator como o vilão. Confira:

Uma sinopse preliminar foi divulgada, revelando que o filme será uma mistura de “horror com ação”. Confira:

“História de horror e ação de um cientista que, na tentativa de encontrar a cura para uma rara doença sanguínea, acidentalmente se transforma em um vampiro. Com nojo de si mesmo, ele decide caçar e punir aqueles que julga não serem merecedores da vida”

Recentemente, Burk Sharpless e Matt Sazama, mais conhecidos pelo recente reinício de Power Rangers da Lionsgate, enviaram um roteiro para a Sony.

Criado por Roy Thomas e Gil Kane, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que tentava descobrir a cura para um doença sanguínea, quando se transformou em um vampiro executando um experimento. Sua primeira aparição aconteceu na edição 101 de ‘The Amazing Spider-Man’, em 1971.

Morbius, porém, não é um vampiro convencional. Ele se alimenta de sangue e tem aversão à luz, mas suas vítimas não necessariamente viram vampiros. Entre suas habilidades, vale notar que ele é capaz de voar, tem força e velocidade sobre-humanas e capacidade de se curar.

O próximo filme da Sony sobre o universo do Aranha é ‘Venom’, com estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

Crítica| Sick Note 2ª temporada – Lindsay Lohan, reviravoltas e falta de desfecho

Depois de uma primeira temporada estranhamente boa, apesar da premissa politicamente incorreta sobre um protagonista que finge ter câncer, Sick Note começou sua segunda parte exatamente de onde parou (e se você ainda não viu a primeira ou está na metade da maratona, te recomendo parar por aqui porque rolarão alguns spoilers). E nessa leva de episódios, para a felicidade geral da nação (ou pelo menos a minha), Lindsay Lohan faz o seu merecido retorno e Rupert Grint, para a alegria dos fãs de Harry Potter, continua mostrando que seu talento não foi exclusivo para a pele de Rony Weasley. Bom, vamos lá:

Na season finale, Daniel (Rupert Grint) é surpreendido com a chegada de seu companheiro de jogos online em sua casa – e a segunda temporada tem início exatamente daí. Rupert com um corte de cabelo diferente e outro ator por trás da máscara que esconde a suposta cicatriz do garoto da Internet comprometem a continuidade – mas eu, provavelmente, posso só ter percebido esses detalhes por ter começado o episódio logo em seguida. A partir daí, começa um novo desafio para o protagonista: depois de achar que estava livre da acusação do assassinato do amigo Ash (Tolu Ogunmefun) e de descobrirem a farsa do câncer, seu amigo virtual – que sabe todos os detalhes da história – ameaça contar a verdade para todos se Daniel não fizer suas vontades. A primeira delas é ficar de hóspede em sua casa enquanto não chega o dia de um suposto casamento que ele tem para ir na Alemanha – com direito à comida e bebida na mão e até banho de banheira, para começar.

Assim, a série acaba ganhando um ar maior de suspense com o cara com uma estranha máscara tampando um lado do rosto comandando as decisões de Daniel a cada minuto. O câncer acaba ficando um pouco de lado, e o foco passa a ser o assassinato mal resolvido de Ash e o risco de Vanessa (Camilla Beeput) acabar descobrindo o caso extraconjugal que o marido falecido mantinha com a namorada de Daniel – Becca (Pippa Bennet) – por, sem nem imaginar, estar com o celular em que os dois trocavam mensagens sensuais em mãos. Não dá para negar que esse novo foco da trama prende atenção e dá um ritmo mais intenso à Sick Note – ainda mais quando o oficial Hayward (Daniel Rigby) entra na história para continuar desvendando o caso que, antes, acreditava ter a ver com a KGB Russa. No entanto, o enrendo perde o que tanto fez com que se destacasse na primeira temporada: o humor nonsense e britânico que fazia até mesmo uma absurda história politicamente incorreta funcionar.

Nessa segunda temporada, por mais que a química entre Rupert Grint e Nick Frost continue afiada, senti falta de mais momentos constrangedores entre o falso paciente e o médico que não saca nada de Medicina. Também queria mais de Michael (Karl Theobald) e suas caras de compaixão pelo câncer de Daniel e de desespero pelas atitudes incorretas de seu ex-chefe Kenny West. Ele é um dos melhores da primeira temporada e aqui aparece meio apagado. Mas, novamente, tem Lindsay; e ver a eterna Mean Girl tentando voltar à boa forma acalenta o coração de qualquer fã. Tudo bem que ela está meio mecanizada no papel e bem diferente da adolescente promissora que conhecemos no seu tempo de ouro nos anos 2000… Porém, independentemente disso, é bom vê-la em um dos papeis principais da série e se esforçando para entregar uma boa atuação. Aqui, ela interpreta Katerina West, que passa a chefiar a empresa “Nós Cobrimos Seguros” depois da estranha (e bizarra) morte de seu pai na temporada anterior.

Bem diferente dele, que tratava todos os funcionários com grosseria e promovia caçadas para matar animais, a personagem de Lohan aparece como uma mulher mais compreensiva com os trabalhadores da empresa e que,  com um comportamento oposto ao de seu pai, até cria macacos como filhos em casa. No entanto, em um dos episódios com mais reviravoltas da série (o 4!! Fique bem atento quando chegar nele), descobrimos que ela não é bem o que parece e é uma personagem cheia de camadas sombrias para explorar. A repetição da frase “A vida é como ela é” enquanto conta os dedos é um dos tiques que revela esse outro lado de Katerina West em uma das cenas mais pesadas da temporada (e paro por aqui para não dar spoiler).

Mas, infelizmente, ainda não se sabe se você e eu poderemos descobrir mais sobre ela (juro que estou curiosa até agora com o subtexto da personagem) e nem se Daniel e Dr. Ian Glennis saíram ilesos de toda essa história de câncer e assassinato, porque Sick Note ou Dá Licença, Saúde ainda não foi renovada para uma próxima season. A última cena deixa um gancho daqueles para a terceira temporada – além de pontas soltas de outros personagens que começaram a ser mais desenvolvidos, como a de Lohan; só que há quem acredite que não terá mais continuidade. Meu lado curioso lamenta, até porque a história realmente não teve um desfecho; mas, talvez, seja realmente melhor guardar a série assim, com um final aberto, antes que ela perca de fato o fôlego ou acabe indo para caminhos totalmente diferentes do que foi apresentado inicialmente – como já estava começando a acontecer. Porém, se me permitem, faço só um pedido: alguém dá logo outro trabalho mais duradouro para minha menina Lindsay? Obrigada!

‘Capitã Marvel’: Arte exibe visual do Super Skrull

Capitã Marvel’ está chegando! Apesar do trailer já ter revelado boa parte do design dos skrulls, inimigos que Carol Denvers enfrentará no filme, o artista Raf Grassetti compartilhou nas redes uma arte conceitual do Super Skrull, ainda não revelado em trailers e clipes.


Há pouco também, o visual da heroína trajando o icônico capacete também foi revelado.

Confira o visual abaixo:

Capitã Marvel tem estreia prevista para 8 de março de 2019.

‘O Esquadrão Suicida’: Michael Rooker nega rumores sobre participação no filme

‘O Esquadrão Suicida, novo projeto de James Gunn, torno-se uma das propriedades mais quentes do panteão DC, e os fãs estão procurando por qualquer pista sobre o novo elenco.

Uma dessas pistas indicou que Michael Rooker (Guardiões da Galáxia) daria vida ao Tubarão-Rei, mas os rumores foram negados hoje, 11.

Em uma nova postagem em seu Instagram oficial, o ator declarou que “as notícias não são verdadeiras… Não fui elencado neste filme”.

Recentemente, Benicio del Toro (Sicario) foi cotado como o principal para nome para viver o antagonista do filme, conhecido como O Prefeito.

David Dastmalchian dará vida aPolka-Dot Man (Homem-Bolinha). Idris Elba terá papel principal no projeto, enquanto Jai CourtneyViola Davis reprisarão seus papéis do filme dirigido por David Ayer. Espera-se também que Margot Robbie retorne como Arlequina.

Confira o storyboard de ‘O Esquadrão Suicida‘:

Dave Bautista, por sua vez, deixou o elenco de ‘O Esquadrão Suicida‘. O motivo se deu por conflitos de agenda. Em seu lugar, John Cena (‘Bumblebee‘) está em negociações para se juntar ao elenco. No entanto, detalhes sobre seu possível papel não foram divulgados..

Escrito e dirigido por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘), o longa será uma espécie de reboot do primeiro filme.

O longa será lançado nos cinemas no dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.

‘Frozen 2’: Compositores falam sobre a construção da trilha sonora

Em entrevista ao Collider, os compositores Bobby e Kristen Lopez falaram um pouco sobre a construção da fantástica trilha sonora de Frozen 2.

Quando questionados sobre como tiveram as ideias para as músicas, ambos falaram que, antes de mais nada, é preciso ter informações específicas sobre a narrativa.

“Não há músicas acontecendo antes de informações específicas sobre a histórias, tipo: quem está em determinado lugar, o que está acontecendo? Isso não é apenas o que nos inspira a escrever, mas no nosso trabalho, isso é inato à trama. Deveria dar uma sensação desatada com o diálogo e com o filme […]. Você não quer escrever uma música que poderia ser facilmente retirada da história, porque esse tipo de música seria estranha.”

Surpreendendo as expectativas e quebrando recordes, a sequência ‘Frozen 2‘ estreou com sólidos US$ 350.2 milhões mundialmente – tornando-se a animação com a MAIOR estreia global da história do cinema.

Nos cinemas internacionais, a animação já arrecadou mais de US$ 738 milhões. Nos Estados Unidos, o longa ultrapassou a marca de 287 milhões.

Vale lembrar que ‘Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘Moana’: Disney divulga artes conceituais inéditas da animação; Confira!

Em seu Twitter oficial, a Walt Disney Studios divulgou artes conceituais inéditas da aclamada animação Moana.

Os desenhos foram feitos pelos artistas Bill SchwabJin Kim.

Confira:

Moana – Um Mar de Aventuras’ foi lançado nos cinemas em 2017.

O filme trouxe para as telonas a história sobre uma adolescente polinésia de 16 anos (voz de Auli’i Cravalho na versão original) que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (voz de Dwayne Johnson na versão original) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.

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‘Pátria’: Primeira série espanhola da HBO ganha trailer INCRÍVEL e data de estreia; Confira!

HBO divulgou o trailer oficial de Pátria, sua primeira série espanhola original que gira em torno dos conflitos do País Basco.

O vídeo também revela a data de estreia: 27 de setembro.

Confira:

A série foi criada por Aitor Gabilondo e terá oito episódios.

Baseada no livro homônimo de Fernando Aramburu, Pátria acompanha duas famílias ao longo de três décadas. Divididos pelas consequências do terrorismo, os personagens mostram como as pessoas comuns vivem no contexto de um conflito que, apesar de ser local, tem elementos em comum com diversas outras lutas ao redor do mundo.

Elena IruretaJosé Ramón SoroizIñigo ArambarriSusana AbaituaAne GabarainMikel LaskurainLoreto MauleónEneko SagardoyJon Olivares estrelam a produção.

Crítica 4 | Vingadores: Era de Ultron

UM GRANDE FILME MENOR

 

Imagine ir ao teatro assistir uma ópera grandiosa, cheia de grandes cenas e personagens cativantes. Porém, no lugar da orquestra, colocam um MP3 e uma caixa de som tocando a música. É mais ou menos essa a sensação de assistir Vingadores: Era de Ultron (Avengers: Age of Ultron): um filme grande, sequências de ação em vários pontos do planeta, personagens que amamos, mas, sem aquele o som e a fúria que tornam um filme grandioso.

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Antes de acusarem o parágrafo anterior de ser “coisa de crítico”, deixo claro que Era de Ultron diverte, mas, comparado com outros filmes da Marvel, falta algo. Quando saiu o primeiro filme da equipe, disse que ele era como um episódio crossover, unindo personagens de séries diferentes que amamos; esses episódios, em geral, são interessantes, mas não mais que isso. Era de Ultron acomoda-se na fórmula que deu certo no primeiro filme, amarra uma ponta ou outra e tem alguns momentos interessantes. Parece que o diretor, Joss Whedon, sabendo que a legião de fãs da Marvel garantiria a bilheteria, acomodou-se em berço esplendido. E falo o diretor – e talvez também o roteirista – porque parece que a Marvel já notou que algo não saiu dentro dos altos padrões da casa e chamou os irmãos Russo – de Capitão América: Soldado Invernal – para dirigir os dois próximos filmes.

As sequências de ação são repetitivas e pouco criativas. Tal pasteurização pode anestesiar parte da plateia – ao menos, eu fiquei… O curioso é que o filme almeja a grandiosidade. A ação transcorre em vários países e vários tipos de ambientes, e a sequência do ato final é realmente surreal. Porém, fica faltando algo. Nem o fato de vermos os civis em perigo – escolha que normalmente dá humanidade e urgência para a ação – ajuda. As sequências de ação de Soldado Invernal, para ficarmos no mesmo exemplo, possuem muito mais adrenalina e uma verdadeira noção de perigo. Para completar, os dialogo cômicos são pouco inspirados, e tão preguiçosos quanto às cenas de ação.

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Era de Ultron parecia ser um filme que traria um subtexto interessante, especialmente se pensarmos na ideia de um inteligência artificial que quer trazer a paz arrasando com a humanidade. Porém, se a primeira aparição Ultron (voz de James Spader) é espetacular, a personagem que começa insana, vai ficando menor. É curioso como à medida que o físico dele aumenta seu lado diminui. Com isso, não só o lado ameaçador do filme, como seu subtexto esvazia-se. Uma grande pena, porque toda a série X-Men já provou que filmes de equipe não precisam ser rasos e limitar-se a uma confraternização entre amigos.

Alguns dos melhores momentos do filme são, justamente, fora das cenas de ação, como a festa na Torre dos Vingadores (belo cenário!), a vida privada do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), a relação amorosa entre a Viúva Negra (Scarlett Johansson) e o Hulk (Mark Ruffalo) e o nascimento do Visão (Paul Bettany). A imagem do Visão promete deslumbrar os fãs. A atuação de Bettany, mesmo pequena, marca. Na sequência do seu nascimento, Whedon tem um instante inspirado, quando o seu primeiro close é no reflexo do rosto dele nas janelas da Torre dos Vingadores, dando-lhe uma humanidade instantânea. Também merecem destaque os irmãos Pietro (Aaron Taylor-Johson) e Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen).

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Claro que Era de Ultron não é um filme ruim. O ingresso se paga, há várias pistas de como os próximos filmes serão e os fãs vão adorar. O triste é ver um filme que prometia tanto não entregar nem metade do prometido. E se pensarmos, mais uma vez, no nível que a Marvel estabeleceu nos últimos filmes (inclusive com excelentes subtextos) e que Era de Ultron encerrou a fase 2 da Marvel, realmente é decepcionante.

10 Acertos INESPERADOS da Netflix

Tem vários filmes que entram no catálogo da Netflix e não fazemos ideia que esses projetos existiam. E isso pode ser uma coisa boa! Pensando nisso, abaixo, selecionamos 10 filmes que surpreendem e você pode não conhecer:

 

Última Chamada para Istambul

Na trama, conhecemos Mehmet (Kivanç Tatlitug) e Serin (Beren Saat), duas pessoas bem diferentes que se encontram no aeroporto de Nova Iorque e resolvem passar as próximas horas juntos após um imprevisto com a mala de um deles. Ambos casados, resolvem viver como se não houvesse amanhã. Só que uma verdade logo aparece, nos levando para novos olhares para essa mesma história.

 

O Número 24

Na trama conhecemos um senhor de idade que se aproxima de algumas centenas de jovens em um auditório e começa a falar sobre sua visão e vivência em uma das piores guerras da história. Seu nome é Gunnar Sønsteby (Erik Hivju/Sjur Vatne Brean), uma figura famosa durante o conflito, um sabotador temido, cheio de disfarces, que atrapalhou os nazistas de muitas formas. Ao longo das quase duas horas de projeção vamos entendendo toda a luta e missões desse personagem meticuloso, que fez parte da resistência norueguesa quando os alemães tomaram seu país durante a segunda guerra mundial.

 

Perdoai-nos as Nossas Ofensas

Na trama conhecemos um garoto com deficiência física que precisa lutar pela sobrevivência quando é descoberto pelos alemães.

 

Long Shot

A perspectiva do ‘E Se?’. Não é costume de boa parte do público parar e assistir a um projeto audiovisual que não seja um longa-metragem. Se você é um desses, acho que depois de conferir esse filme, seu pensamento pode mudar. Em agosto de 2003 um pai de família, em um relacionamento saudável com sua companheira, é abruptamente cercado por agentes da polícia de Los Angeles e logo acusado de um crime que não cometeu. Somado a esse caótico absurdo, uma variável quase inacreditável se torna a única esperança de Juan Catalan, um homem inocente: a filmagem de um seriado de sucesso da HBO.

 

Descanse em Paz

Na trama, conhecemos Sérgio (Joaquín Furriel) um empresário de classe média, pai de dois filhos e casado com a dentista Estela (Griselda Siciliani). Em meados da década de 90, sua situação é alarmante, dívidas e mais dívidas se acumulam na sua frente, a mais complicada delas é a que fez com um agiota chamado Brenner (Gabriel Goity), esse último, um homem inescrupuloso que começa a ameaçar o protagonista. Buscando alguma luz no fim do túnel, certo dia acaba passando na hora e lugar de um atentando à associação Israelita (AMIA). Aproveitando a oportunidade em meio ao caos instaurado, resolve fugir e acaba durante anos se afastando de tudo e todos. Mas quando a vontade de reencontrar seus parentes bate à sua porta, uma série de consequências acontecem.

 

Hoje Falaremos sobre Aquele Dia

Na trama, que busca um equilíbrio entre a melancolia e as passagens entre o sobreviver ao prosperar, acompanhamos duas histórias de alguma forma interligadas, tendo como ambiente Jacarta, na década de 80 e uma outra situação no final de 2023. Num primeiro momento, depois de uma tragédia que atinge um jovem Humilde, que entrou para a faculdade para cursar engenharia com a ajuda do irmão, surge uma união, primeiro a amizade, depois o amor e a luta para se manter contra pensamentos contrários familiares. Num segundo momento, as reflexões sobre o legado, a educação, lições sobre a vida, sobre relacionamentos (aqui com foco em problemas no casamento), corações em conflitos, tempestades que parecem nunca terem fim.

 

Matar Jesus

Na trama, conhecemos a jovem e alegre Lita (Natasha Jaramillo), estudante de fotografia, universitária, que tem uma grande admiração pelo pai, um professor universitário. Certo dia, após voltar para casa de carona com seu pai Lita presencia o terrível assassinato do mesmo por dois bandidos em uma moto. O tempo passa e Lita parece estar perdida com a absurda falta de sensibilidade da polícia local e sem nenhuma notícia sobre a justiça no caso. Dois meses após a tragédia, em uma boate, acaba reconhecendo o rosto de um dos responsáveis pelo assassinato do pai, Jesús (Giovanny Rodríguez). Assim, busca se aproximar dele para fazer justiça com as próprias mãos.

 

Rede de Ódio

Na trama, conhecemos o jovem e ambicioso Tomasz Giemza (Maciej Musialowski, em atuação estacada) que vem de origem humilde, do interior da Polônia e tem seus estudos sustentados por tios ricos da capital. Invejoso pelos que os outros tem e ele não, possui uma obsessão com a família que o ajuda nos estudos. Quando o protagonista perde sua bolsa de estudos por conta de um plágio em um trabalho, seu mundo começa a se despedaçar e ele, apaixonado por Gabi (Vanessa Aleksander), filha dos tios que sustentaram seus estudos, entra em uma polêmica equipe de marketing digital onde começa a se envolver com difamação e ódio contra determinados alvos pelas redes sociais.

 

Quem com Ferro Fere

Na trama, conhecemos o enfermeiro Mario (Luis Tosar), um homem atencioso e carinhoso, adorado por todos na clínica de idosos onde trabalha. Sua vida anda às mil maravilhas, é um ótimo profissional e sua esposa está a beira de dar a luz ao primeiro filho do casal. Tudo muda radicalmente quando chega até a clínica um novo paciente, Antonio Padin (Xan Cejudo), um homem conhecido por toda a comunidade como um perigoso bandido chefe de um clã ligado a morte e tráfico de drogas. Só que Mario tem um passado que o liga a Padin e dessa interseção uma série de acontecimentos transformam de vez o destino do enfermeiro.

 

Viver Duas Vezes

Na trama, conhecemos o mal humorado ex-professor de matemática Emílio (Oscar Martínez), um homem no terço final e sua vida que dedicou grande parte de seu tempo na terra para decifrar os enigmas da famosa ciência mais exata, chegando até a encontrar um desconhecido número primo. Quando essa mente brilhante é diagnosticado com Alzheimer, sua filha Julia (interpretado pela ótima Inma Cuesta) e sua neta Blanca (Mafalda Carbonell em uma atuação marcante e emocionante em muitos momentos) se aproximam dele e juntos partem em uma inusitada aventura em busca do primeiro amor de Emílio.

 

As 10 Melhores Adaptações de obras de Stephen King para o cinema

Neste fim de semana estreia de forma mundial o terror Doutor Sono, nova adaptação para os cinemas de uma obra literária do mestre do gênero, Stephen King. Desde o fim dos anos 1970, o autor vê seus livros e contos serem transformados em filmes, e a cada nova década o número de produções só aumenta. Além disso, King começou a escrever diretamente para o audiovisual, com roteiros originais, e até mesmo se embrenhou na direção.

Já são mais de 300 adaptações de textos do autor, entre longas, curtas, minisséries, filmes para a TV e séries.

Com o sucesso de It: Capítulo 2 este ano, e o vindouro lançamento de Doutor Sono, o CinePOP resolveu homenagear novamente este verdadeiro mestre que é Stephen King, listando em uma nova matéria as 10 melhores adaptações para o cinema de obras suas – incluindo Doutor Sono (cuja crítica você confere abaixo).

Crítica | Doutor Sono agradará em cheio aos fãs de ‘O Iluminado’, tanto do livro quanto do filme

Vale dizer que algumas obras que gostamos muito infelizmente ficaram de fora, então aqui vão algumas menções honrosas: O Nevoeiro (2007), Creepshow (1982), Lembranças de um Verão (2001), O Aprendiz (1998), 1408 (2007), Janela Secreta (2004), Jogo Perigoso (2017) e Christine (1983).

Se prepare para algumas surpresas e alguns bônus. Vem conhecer.

Ps. Como sempre, para termos uma lista mais democrática, nossas escolhas foram baseadas nas suas. Assim, recolhemos a opinião do grande público para formular nossa matéria.

It: Uma Obra-Prima do Medo e as Minisséries de Stephen King

10 | Na Hora da Zona Morta (1983)

Quando o autor é bom, cineastas talentosos correm atrás da possibilidade de dirigir seus textos. E com King ocorre justamente isto, tendo sido adaptado para o cinema por verdadeiros gênios da sétima arte. Aqui, começamos a lista com um deles: David Cronenberg, diretor de clássicos como Scanners (1981) e A Mosca (1986).

Na trama, um homem simples (papel de Christopher Walken), com a vida encaminhada, se envolve num acidente de carro e fica em coma por anos. Quando acorda, descobre que possui o dom sobrenatural de ver o passado ou o futuro de todas as pessoas em que toca. Então, ele começa a usar suas visões para ajudar as pessoas. A ideia foi transformada numa série de TV anos depois, intitulada O Vidente, e ficou no ar de 2002 a 2007, com Anthony Michael Hall no papel principal.

09 | It: A Coisa (2017)

Todos concordam sobre duas coisas em relação a esta adaptação do “tijolo” de Stephen King. Ela é bem melhor que sua contraparte da década de 1990, adaptada na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios (mesmo que adoremos a performance de Tim Curry como o palhaço Pennywise). E também é melhor do que sua continuação lançada este ano. Tudo bem que os recentes longas precisam ser vistos como um só, mas foram gravados de forma separada e estrearam com um hiato de dois anos.

Esta primeira parte, com o clube dos perdedores ainda criança, é a mais satisfatória adaptação que leva o título It. Isso se deve muito ao carisma das crianças, e a humanidade empregada em seu desenvolvimento – coisa que ficou de fora na continuação, com suas versões adultas sem o mesmo charme (mesmo contando com as presenças dos sempre interessantes James McAvoy e Jessica Chastain). Até mesmo o desempenho de Bill Skarsgard como o palhaço Pennywise sofreu na continuação em detrimento a seu estupendo retrato no primeiro filme.

08 | Eclipse Total (1995)

Uma das adaptações mais subestimadas de uma obra de King – e uma das melhores – Dolores Claibrone (em seu título original) merece mais atenção. Bom ver que o grande público tratou de lhe fazer justiça. Aqui temos talento espalhado para dar e vender. A direção é de Taylor Hackford (indicado ao Oscar por Ray), e o roteiro tem adaptação de Tony Gilroy (duplamente indicado ao Oscar pelo roteiro e direção de Conduta de Risco).

O elenco traz Kathy Bates em sua segunda obra protagonizando um texto de King, após a vitória no Oscar por Louca Obsessão. Aqui, ela vive uma mulher acusada de matar sua velha patroa. Sua filha, papel de Jennifer Jason Leigh, uma jornalista da cidade grande, retorna à sua cidadezinha para ajudar a inocentar a mãe.

07 | Carrie, A Estranha (1976)

Este não poderia faltar na lista. Carrie é importante por vários motivos. Foi o primeiro livro escrito por Stephen King (em 1974) e seu primeiro livro adaptado ao cinema. Segundo, foi o primeiro filme de sucesso do prestigiado diretor Brian De Palma. E terceiro, o que poucos devem saber ou lembrar, indicou ao Oscar suas duas protagonistas femininas: Sissy Spacek (que vive a protagonista Carrie) – alavancando sua carreira – e Piper Laurie (que interpreta sua mãe  religiosa).

A trama todos conhecem bem, uma menina tímida e introvertida, criada de forma abusiva por sua mãe fanática, começa a desenvolver poderes telecinéticos ao adentrar na puberdade. Ao sofrer bullying no colégio, as coisas tomam proporções trágicas. Carrie possui uma ideia muito frutífera, justamente por isso, rendeu outras adaptações. A primeira e mais caça-níquel foi uma sequência direta deste filme, lançada em 1999 com o título de A Maldição de Carrie (sem qualquer envolvimento de King). Depois veio uma refilmagem para a TV em 2002, e finalmente um remake cinematográfico lançado em 2013, com Chloe Grace Moretz como Carrie, e Julianne Moore como sua mãe.

06 | Doutor Sono (2019)

Este filme recente está em posição alta na lista? Está! Ainda é muito cedo para classificá-lo como tal? Talvez. O que importa é que o público falou, e quem já pôde conferir o longa, afirma que ele é esse borogodó todo sim! Estaremos diante de um novo clássico? O novo It: A Coisa? Bem, a partir desta quinta-feira todos poderemos conferir. Vale ressaltar, no entanto, que com mais gente assistindo, comentando e avaliando o filme, seu conceito poderá cair ou quem sabe até mesmo aumentar.

Esta é a continuação do clássico imortal O Iluminado (1980), que King lançou na forma de livro em 2013. Na trama, acompanhamos o menino Danny crescido, na pele de Ewan McGregor, depois do grande trauma ocorrido no hotel Overlook. Desta vez, ele encontra uma menininha com o mesmo dom “iluminado” que ele, e precisa protegê-la de um culto que se alimenta de tal energia para permanecer imortal. A direção é de Mike Flanagan (que também adaptou o roteiro), um dos grandes nomes do terror atual, tendo comandado a primeira temporada da elogiadíssima A Maldição da Residência Hill, e inclusive outra adaptação de King: Jogo Perigoso (2017).

05 | Louca Obsessão (1990)

Chegamos a um dos grandes favoritos dos fãs, e pessoal deste que vos fala. O cineasta Rob Reiner já havia dirigido uma adaptação de King, com Conta Comigo, e retornou para um filme bem mais intenso. Como dito, Kathy Bates levou o Oscar de melhor atriz por seu retrato da psicopata Annie Wilkes, uma das melhores vilãs da história do cinema. Esta é uma história simples, sem elementos sobrenaturais, que se comporta muito como uma peça de teatro, com basicamente dois atores durante a projeção e um único cenário de uma casa. Não por acaso, foi adaptado aos palcos da Broadway em 2015, com Bruce Willis e Laurie Metcalf nos papeis principais.

Aqui, King satiriza seus fãs obcecados, e conta a história de um autor bem sucedido (papel de James Caan) buscando novos ares, e sua “maior fã”, a enfermeira desequilibrada Wilkes. Quando o sujeito se envolve num acidente de carro devido a nevasca, a mulher o resgate e o acolhe em sua casa. E este encontro está eternizado como um dos melhores suspenses já produzidos.

04 | Conta Comigo (1986)

Por falar em Rob Reiner, aqui o diretor fazia sua estreia pelo universo de Stephen King. É curioso que os dois filmes dirigidos pelo cineasta não possuam teor sobrenatural, tão costumeiro nas obras do escritor. Ao contrário do item acima, um suspense de gelar a espinha, o debute de Reiner pelo “Kingverse” foi num coming of age (uma história de amadurecimento) doce e por vezes amarga. O longa foi indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado e está entre os filmes preferidos do grande público de todos os tempos.

Na trama, quatro pré-adolescentes, vividos por Wil Wheaton, Corey Feldman, Jerry O’Connell e o saudoso River Phoenix (irmão de Joaquin Phoenix), decidem partir numa jornada para achar o corpo de um menino de sua cidade, no caminho se metendo em aventuras inesquecíveis. Assim como no clube dos perdedores, esta história é contada através de flashback, com um deles relembrando sua época de infância.

03 | O Iluminado (1980)

Segunda adaptação de uma obra de Stephen King ao cinema, depois do sucesso de Carrie, este longa conseguiu ser ainda mais cultuado, considerado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. O título não é à toa, já que na direção temos a presença de Stanley Kubrick, um dos melhores diretores de todos os tempos. O poder do texto de King foi tanto que conseguiu despertar o interesse de um cineasta do porte de Kubrick, que nesta altura já havia assinado obras de prestígio vide Spartacus (1960), Doutor Fantástico (1964), 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968) e Laranja Mecânica (1971).

O curioso é que existe pelo menos uma pessoa no mundo que não gosta nada desta adaptação. O próprio King. Acontece que Kubrick mexeu em muita coisa do texto do autor, descaracterizando seu livro. Bem, segundo as más línguas, o diretor na verdade aprimorou o trabalho. Mas o escritor é irredutível, e diz que a verdadeira e melhor adaptação de sua obra é a minissérie lançada para a TV em 1997, com Rebecca De Mornay e Steven Weber. Tá bom, né.

02 | À Espera de um Milagre (1999)

Número 29 entre os melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público, The Green Mile (no original) marca o segundo longa dirigido pelo cineasta Frank Darabont baseado num texto de King. E reparem que eu disse longa, porque a primeira adaptação de uma obra do escritor (um conto) dirigida por Darabont foi o curta The Woman in the Room, de 1984, sobre uma mulher doente terminal incapaz de morrer. O diretor voltaria no comando de O Nevoeiro (2007), primeiro terror que adapta de King.

Na trama, Tom Hanks interpreta um agente carcerário no corredor da morte de uma prisão do interior na década de 1930. No meio do relacionamento com os guardas e os prisioneiros, a vida de todos será mudada após no local chegar o gigante John Coffey (papel indicado ao Oscar de Michael Clarke Duncan), que possui o estranho dom da cura. O longa recebeu ainda as indicações ao Oscar de melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor som.

01 | Um Sonho de Liberdade (1994)

Vocês sabiam que ele chegaria. Considerado o melhor filme de todos os tempos na bíblia do cinema na internet, o IMDB, com mais de 2 milhões e 115 mil votos do grande público, o longa marca a primeira parceria de King e Darabont num longa. Curiosamente, trata-se de um filme de prisão, fato reprisado pelo diretor em À Espera de um Milagre. O que ambos possuem em comum é a humanização da história e forte desenvolvimento de seus personagens, com temas como redenção e perseverança do espírito humano.

Ao contrário do item acima, Um Sonho de Liberdade é baseado num conto e não num livro. Rita Hayworth and the Shawshank Redemption foi a fonte de origem, desenvolvido num dos grandes filmes da história do cinema. Na trama, o protagonista vivido por Tim Robbins chega a uma penitenciária clamando inocência pela morte da esposa que o vinha traindo. Lá dentro, ele precisará aprender a viver uma nova vida, enquanto desenvolve laços de afeto inquebráveis. Curiosamente, apesar de seu atual prestígio, o filme não levou nenhum dos sete Oscar pelos quais estava indicado, e perdeu na categoria principal para Forrest Gump, número 12 na lista dos melhores.

Bônus:

11.22.63 (2016)

Minissérie do canal Hulu em 8 episódios, esta obra possui uma das maiores avaliações do público de um texto de Stephen King. Produzido por J.J. Abrams, a trama mostra um professor de história vivido por James Franco, descobrindo um portal no tempo para a década de 1960 em sua lanchonete favorita. Agora, ele tem como missão impedir o assassinato do presidente Kennedy.

Mr. Mercedes (2017 – )

Protagonizado por Brendan Gleeson e tendo como criador David E. Kelly (um dos grandes nomes da TV americana), esta produção já está em sua terceira temporada. Na trama, um policial recém aposentado caça um psicopata que dirige uma Mercedes.

Castle Rock (2018 – )

Uma das ideias mais legais para uma série de TV, Castle Rock não é baseada em nenhum texto de Stephen King, o que não a impede de ser banhada completamente em tudo o que diz respeito à mitologia “Kingiana”. Na cidade do título, personagens saídos de seus livros se encontram e trazem consigo locais e momentos clássicos dos textos do autor. As referências irão explodir a mente de qualquer fã de King. Além disso, a graça também está no elenco, formado por grande parte dos intérpretes que já passaram por adaptações dos livros do escritor, seja na TV ou no cinema, vide Sissy Spacek (Carrie), Bill Skarsgard (It) ou Tim Robbins (Um Sonho de Liberdade). Na segunda temporada, que estreou no fim de outubro, a personagem principal é justamente a enfermeira Annie Wilkes, aqui vivida por Lizzy Caplan.

Haven (2010-2015)

Esta série elogiada guarda alguns dos itens mais utilizados nas obras de King, como, por exemplo, se passa no Maine. Na cidadezinha pesqueira de Haven, uma agente do FBI, o xerife e alguns cidadãos investigam uma maldição que paira no local.

A Warner disponibilizou mais de 30 de seus CLÁSSICOS no Youtube – Separamos alguns interessantes para você

A mídia física não está morrendo, podemos dizer que ela já morreu. Comparada ao que foi um dia, a indústria de DVDs e Blurays se tornaram um nicho, apenas para colecionadores, o que é uma parcela muito pequena do público consumidor de filmes. Estúdios como a Disney, por exemplo, já revelaram que irão parar de produzir mídia física – ou seja, não espere conseguir novos longas do estúdio para sua coleção. Por outro lado, colocando ainda mais o prego no caixão, grandes empresas fabricantes de tecnologia também não estão mais produzindo os players, ou seja, em breve se o seu aparelho der problema, não terá mais onde tocar os filmes.

É o que nos traz ao segundo tópico: o domínio dos streamings. As plataformas de filmes online dominam por sua praticidade e custo. Agora não precisamos mais de espaço físico para um acervo de filmes. Essa é a realidade atual. Alguns cinéfilos, no entanto, se atentaram a um fato. Os filmes que não geram lucro algum nas plataformas de streamings, são simplesmente eliminados do acervo indefinidamente. Ou seja, certos filmes não podem ser encontrados em lugar algum – em especial os mais antigos. É justo desaparecer inteiramente com uma obra de arte?

A solução talvez tenha sido encontrada recentemente pela Warner Bros. Acontece que, através de uma ação inusitada e inédita, um dos maiores estúdios de Hollywood disponibilizou nada menos do que 36 de seus filmes totalmente de graça no Youtube. Talvez seja um experimento. Talvez sejam filmes que a Warner não deseja ter em sua plataforma (a Max) por não estar gerando lucro.

Ao menos os fãs poderão conferi-los. Porém, os filmes estão disponíveis apenas no canal da Warner do Youtube nos EUA, e a proposta ainda não chegou ao Brasil. Caso você tenha um sistema de VPN ou esteja fora do Brasil, poderá conferir os longas. Abaixo comentaremos alguns dos mais interessantes (e se a proposta der certo, em breve poderemos ter outros disponibilizados). Confira.

PS. Só do tempo que essa matéria demorou para ficar pronta (do tempo entre escrevê-la e publicá-la), a Warner disponibilizou mais um filme no canal – o mais recente foi o infantil ‘A Caixa Mágica’, de 1970, que mistura animação e live-action.

Greystoke: A Lenda de Tarzan (1984)

Clássico dos clássicos das sessões do SBT aqui no Brasil, a proposta de ‘Greystoke’ segue relevante e ainda imbatível: dar a abordagem mais realista à história de Tarzan, o rei da selva. Nenhum outro filme, antes ou depois, conseguiu dar um enfoque mais crível a este verdadeiro clássico da literatura. ‘Greystoke’ fez 40 anos de estreia em 2024, e traz Christopher Lambert em seu primeiro papel de destaque em Hollywood, no papel título. Simplesmente inesquecível, o longa foi indicado para 3 Oscar: roteiro adaptado, maquiagem e ator coadjuvante (Ralph Richardson).

A Missão (1986)

Seguimos com os clássicos dos anos 80, com este filme que é um verdadeiro épico. Dirigido por Roland Joffé (‘Os Gritos do Silêncio’), o longa pode ser considerado um precursor de ‘Silêncio’ (2016), filme de Martin Scorsese, e com ele guarda muitas similaridades. ‘A Missão’ foi indicado para 7 Oscar, incluindo melhor filme e diretor (e levou o de melhor fotografia). Na trama, Robert De Niro e Jeremy Irons são dois padres jesuítas espanhóis, no século XVIII, tentando proteger uma tribo indígena sul-americana, que vive de forma isolada, de se tornarem escravos pelas mãos do governo português. Uma aula de história.

Michael Collins: O Preço da Liberdade (1996)

Passamos para outro filme histórico, esse estrelado por Liam Neeson nos anos 90. Após sua indicação ao Oscar por ‘A Lista de Schindler’, Neeson protagonizou uma série de filmes de prestígio, alguns com peso histórico como ‘Rob Roy’ e este ‘Michael Collins’. Aqui temos a história real do líder revolucionário da Irlanda, que dá título ao filme, e lutou contra o domínio da Inglaterra, mesmo que para isso tivesse que pegar em armas e cometer atos de guerra. Esse é outro épico, desta vez dirigido por Neil Jordan, recém-saído do sucesso de ‘Entrevista com o Vampiro’. O prestígio do cineasta era tanto na época, que ele conseguiu escalar Julia Roberts para um papel coadjuvante no filme. o longa obteve duas indicações ao Oscar: fotografia e trilha sonora.

Assassinato em Primeiro Grau (1995)

Alguns filmes de grande pompa se tornam verdadeiras pérolas escondidas, mesmo contendo elencos de peso para a época. Este é o caso com este thriller dramático baseado em uma história real, que tem como foco a prisão mais infame dos EUA (e talvez do mundo): a ilha de Alcatraz. Quem estrela é Kevin Bacon, como um presidiário do local, que após três anos tratado como animal em uma solitária, é acusado de matar seu companheiro de cela. Para defende-lo nesse polêmico caso, o promotor vivido por Christian Slater. Completando o elenco, temos o sempre ótimo Gary Oldman (vencedor do Oscar). Esse foi um dos muitos casos envolvendo a icônica prisão.

A Fogueira das Vaidades (1990)

Por falar em polêmica, talvez o filme mais controverso do início dos anos 90 seja este ‘A Fogueira das Vaidades’. Adaptação de um livro elogiadíssimo e premiado, cuja história é inflamatória por si só e desmascara a alta sociedade americana, a versão para o cinema parecia não ter como errar – e tinha tudo para se tornar o filme do ano. Bem, não foi assim que aconteceu.

Isso porque muitas mudanças foram feitas não apenas no tom, mas também na escolha de atores para interpretar os personagens, que não tinham nada a ver fisicamente ou sequer em personalidade. Nem mesmo o graduado Brian De Palma conseguiu dar conta e o filme se tornou um desastre na época – hoje ressurgindo como item cult.

Na trama, um ricaço e sua amante (papel de Tom Hanks e Melanie Griffith) atropelam um homem sem teto e fogem (entre outras coisas por não poder admitir estarem juntos naquela hora e momento). Porém, a atuação mais criticada foi a de Bruce Willis como o jornalista que desmascara o caso. Na época, muitos criticaram a decisão de colocar Willis no elenco, apenas para atrair seus fãs, pois era um grande astro.

A Malandrinha (1991)

Todos adoramos o inesquecível John Hughes e seus filmes: sucessos como ‘Curtindo a Vida Adoidado’, ‘Clube dos Cinco’, ‘Gatinhas e Gatões’ e ‘Mulher Nota Mil’. Até mesmo quando não dirigia, apenas produzia e escrevia, seus filmes se tornavam cult, vide ‘A Garota de Rosa-Shocking’, ‘Alguém Muito Especial’ e ‘Esqueceram de Mim’. Mas um que quase ninguém fala hoje e que marcou a despedida de Hughes na direção de filmes foi ‘A Malandrinha’, de 1991. A graciosa Alisan Porter, que interpreta a menina Curly Sue do título, tinha tudo para emplacar e fazer sucesso em sua carreira, mas este terminou sendo seu filme mais famoso. Ao lado de James Belushi, a dupla é formada por pai e filha, que vivem de dar golpes nos outros. Sua mais recente vítima é a ricaça loira vivida por Kelly Lynch. Porém, através desta relação, todos irão mudar e evoluir. O charme do filme é sem dúvida a menina.

O Ano que Vivemos em Perigo (1982)

Voltando para os anos 80 agora, temos um dos primeiros papeis de destaque na carreira de Mel Gibson. Aqui, o astro atua ao lado de Sigourney Weaver em um drama sobre jornalistas cobrindo a turbulenta eleição do presidente Sukarno na Indonésia. A direção é de Peter Weir, o mesmo de ‘Sociedade dos Poetas Mortos’ e ‘O Show de Truman’. O longa foi vencedor do Oscar na categoria de melhor atriz coadjuvante para Linda Hunt.

O Turista Acidental (1988)

Por falar em filmes vencedores do Oscar na década de 80, aqui temos mais um. A produção foi indicada para 4 prêmios, incluindo melhor filme, roteiro e trilha do maestro John Williams, e sairia vencedor também da categoria de atriz coadjuvante, para Geena Davis. Na trama, o saudoso William Hurt é quem protagoniza, como um escritor de guias de turismo, cuja vida desmorona após a morte de seu filho, incluindo seu casamento. Kathleen Turner interpreta sua sofredora esposa. Os atores já haviam trabalhado juntos no thriller erótico ‘Corpos Ardentes’ (1981). Davis vive a mulher que irá mudar a vida do sujeito.

O Grande Motim (1962)

Os que acham que remakes são coisa de agora, estão errados. As refilmagens existem desde os primórdios da sétima arte. Uma das provas disso é este ‘O Grande Motim’, de 1962, estrelado pelo lendário Marlon Brando. O longa é na verdade o remake de um filme homônimo de 1935, estrelado por Clark Gable. Na trama, Brando vive um tenente de um Navio Britânico, que lidera o motim contra o seu Capitão, devido a condições sub-humanas a que o oficial impõe aos seus subordinados, após uma missão no Taiti em 1787. ‘O Grande Motim’ foi indicado para 7 Oscar, incluindo melhor filme.

Armadilha Mortal (1982)

Um dos melhores filmes contidos na lista, resolvemos deixar o suspense cômico ‘Armadilha Mortal’ para o fim. Dirigido por Sidney Lumet, o filme traz Michael Caine como um esnobe dramaturgo com bloqueio criativo na hora de escrever sua próxima peça. Então, ele encontra um antigo aluno, papel do eterno Superman, Christopher Reeve, que lhe pede conselhos no texto escrito por ele. Ao se dar conta do brilhantismo da escrita, o professor resolve roubar a ideia do pupilo. Porém, para isso, ele precisará se livrar do autor também, e precisará cometer um assassinato perfeito sem pistas. O filme é todo realizado como uma peça, em um único ambiente, com apenas três atores: Caine, Reeve e Dyan Cannon, que vive a esposa do primeiro.

Cidade Ardente (1984)

Fechando as dicas dos filmes mais interessantes contidos no catálogo do canal do Youtube da Warner, disponibilizados de graça, temos o obscuro ‘Cidade Ardente’. O filme policial se propôs a juntar em cena pela primeira e única vez, as duas maiores lendas dos filmes do gênero da época: Clint Eastwood e Burt Reynolds. Na trama, eles eram parceiros na força policial. Porém, após uma desavença, Reynolds se torna detetive particular. Agora eles não se aturam, mas estão atrás do mesmo caso. O longa passado nos anos 30, mistura elementos de comédia, e é uma homenagem aos filmes noir de mafiosos e policiais. O longa se tornou cult, embora ainda hoje não seja tão conhecido. Mas vale pelo encontro de titãs.

‘Raised by Wolves’: Série de ficção científica da TNT terá direção de Ridley Scott; Entenda!

De acordo com o THR, A TNT encomendou uma nova série de ficção científica, intitulada ‘Raised by Wolves‘. O mais interessante, no entanto, é que o projeto terá a direção de Ridley Scott, que também servirá como o produtor executivo.

O roteiro é de Aaron Guzikowski, e focará em dois androids que têm como tarefa criar crianças humanas em um planeta misterioso. Enquanto a colônia de humanos se divide por causa de diferenças religiosas, os androids descobrem que controlar a crença dos humanos é um trabalho complicado.

“Eu sempre procurei por novas fronteiras no gênero da ficção científica, e eu encontrei algo realmente original em ‘Raised by Wolves’ – um mundo completamente imaginativo e distinto, cheio de personagens lutando com questões existenciais: O que nos torna humanos? O que constitui uma família? E se começássemos de novo e apagássemos a bagunça que fizemos em nosso planeta? Nós sobreviveríamos? Seria melhor?” disse Scott. “Considerando a programação ousada e de qualidade da TNT, essa parece ser o lar adequado para esse tipo de televisão ambiciosa.”

Novas informações devem sair em breve.

‘Casal Improvável’: Comédia ganha novos comerciais divertidos; Assista!

A Paris Filmes divulgou dois novos comerciais da comédia ‘Casal Improvável‘ (Long Shot).

Confira, com o trailer completo:

Dirigido por Jonathan Levine, o filme tem roteiro de Liz Hannah e Dan Sterling.

Charlotte Field (Theron) é uma das mulheres mais influentes do mundo. Inteligente, sofisticada e talentosa, ela é uma diplomata poderosa com um talento para … quase tudo. Fred Flarsky (Rogen) é um jornalista talentoso e livre, com uma tendência autodestrutiva. Os dois não têm nada em comum, exceto que ela era sua babá e foi sua primeira paixão. Quando Fred inesperadamente encontra com Charlotte, ele a encanta com seu humor autodepreciativo e suas lembranças de seu idealismo juvenil. Enquanto se prepara para concorrer à Presidência, Charlotte impulsivamente contrata Fred como seu redator de discursos, para o desânimo de seus conselheiros de confiança. Um peixe fora d’água no time de elite de Charlotte, Fred não está preparado para seu estilo de vida glamouroso e de alto risco. No entanto, uma chama é despertada quando a inconfundível química do par leva a um romance ao redor do mundo e desencadeia uma série de incidentes perigosos e estranhos.

O elenco conta com Seth Rogen, Charlize Theron, June Diane Raphael e Alexander Skarsgård.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

‘Thor: Amor e Trovão’: Imagens de bastidores revelam construção de cenário GIGANTESCO; Confira!

Daily Mail publicou recentemente as primeiras fotos dos bastidores de ‘Thor: Amor e Trovão’, cujas filmagens começam ainda nesta semana.

As imagens revelam um gigantesco cenário sendo construído no Parque Centenário de Sidney, na Austrália. Ainda não está claro para que o set será utilizado.

Confira:

Lembrando que o elenco principal conta com Chris Hemsworth, Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além Chris PrattDave Bautista, Vin DieselKaren Gillan representando os ‘Guardiões da Galáxia‘.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

‘Space Jam: Um Novo Legado’ ganha novo trailer oficial INCRÍVEL; Confira!

A Warner Bros. divulgou o novo trailer oficial do aguardado Space Jam: Um Novo Legado’.

Confira:

O filme tem estreia prevista para o dia 15 de julho nos cinemas nacionais.

Durante uma viagem aos estúdios Warner Bros., o superastro LeBron James e seu filho acidentalmente ficam presos dentro de um mundo com todas as histórias e personagens da companhia, sob o controle de uma força poderosa e conturbada chamada Al G (Don Cheadle). Com a ajuda de Pernalonga, LeBron deve navegar através de um universo recheado de cenas de filmes icônicos e personagens conforme reúnem os Looney Tunes para resgatar o filho perdido. Para voltar para casa, LeBron e a turma devem desvendar o misterioso plano de Al G e vencer um épico jogo de basquete contra versões de game de lendas da NBA.

O elenco conta também com Sonequa Martin-Green (‘Once Upon a Time’‘Star Trek: Discovery’).

Andrew Dodge (‘Palavrões‘) roteiriza.

O original foi estrelado pelo ex-jogador profissional de basquetebol Michael Jordan, que atuava com os personagens mais famosos da Looney Tunes.

LeBron James estreou nos cinemas na comédia ‘Descompensada‘, interpretando uma versão de si mesmo. Ele também já possui um Oscar de Melhor Curta em Animação.

‘Atlanta’: 3ª temporada ganha teaser oficial; Confira!

A 3ª temporada de Atlanta, que tem estreia prevista para o início de 2022, ganhou seu primeiro teaser oficial.

Confira:

Para quem não conhece, a trama acompanha Earnest “Earn” Marks (Glover), que vira o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos pontos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.

O elenco ainda conta com Brian Tyree Henry, LaKeith Stanfield, Zazie Beetz e Khris Davis.

No Brasil, as duas primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

‘Nancy Drew’: Série da The CW é RENOVADA para a 4ª temporada!

Boas novas para os fãs de ‘Nancy Drew’!

The CW anunciou hoje (22) que a adorada série foi oficialmente renovada para a 4ª temporada, com previsão de lançamento entre o final de 2022 e o começo de 2023.

Lembrando que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no catálogo da Globoplay.

Assista ao trailer do ciclo mais recente:

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

Jordan Peele revela que suas ideias nascem do “pecado humano”

Jordan Peele se tornou uma força descomunal no cenário cinematográfico contemporâneo, misturando críticas sociais e filmes de terror e encontrando sucesso gigantesco com título como Corra!’Nós e, mais recentemente, ‘Não! Não Olhe!’.

Em entrevista à Empire, o cineasta vencedor do Oscar revelou que suas ideias provêm do próprio pecado da humanidade e, em vez de trazer alguma lição de moral, seu principal objetivo não é ensinar o público, mas sim expor.

“Acho que não vejo muito isso como ‘o que eu quero dizer’, eu penso como se focasse em algo sobre a humanidade que eu não vi ainda. Um ‘pecado humano’ é como eu coloco”, ele disse. “Se eu posso discutir o que eu sinto como parte da nossa queda e eu ainda não vi de uma forma cinematográfica, creio que pode funcionar. Eu fiz um filme sobre espetáculo e nosso vício nele, nosso vício desesperado a ele, e eu acreditei que, se eu seguisse a verdade e seguisse a diversão e seguisse minha verdade, eu convidaria [o público] a uma discussão sobre o tema”.

Ele continua: “creio que nós não vamos ver um filme para ouvir alguma coisa que alguém tem a dizer, nós vamos ver um filme para ouvir e sentir o que alguém quer comunicar. É uma dessas coisas em que eu amo ver as pessoas dissecarem o filme, porque um filme bom vale a mesma coisa que um milhão de conversas”.

Lembrando que ‘Não! Não Olhe!’ chega aos cinemas brasileiros no próximo dia 25 de agosto.

Relembre o trailer:

No Rotten Tomatoes, a produção conquistou 82% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 114 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, o filme é “admirável por sua originalidade e ambição, mesmo quando dá um passo maior do que consegue”, além de “acrescentar um espetáculo a la Spileberg ao arsenal de Peele”.

Confira os principais comentários abaixo:

“Esse espetáculo sci-fi […] traz o cineasta vencedor do Oscar de volta à forma” – The Daily Beast.

“O novo filme de Jordan Peele é um filme que ama filmes” – The Movie Minute.

“De vez em quando, uma pessoa muito talentosa faz um filme ruim – e é isso o que temos aqui” – San Francisco Chronicle.

“O novo filme de Jordan Pelee pode não ter a profundidade cultural do roteiro vencedor do Oscar de Corra!’ ou de Nós, mas é um filme inteligente, assustador, com uma narrativa forte, ótimas performances e detalhes sagazes” – Movie Mom.

‘Não! Não Olhe!’ é um dos filmes mais eficazes e divertidos dos últimos anos” – IGN Movies.

Na trama, os residentes de uma ravina solitária do interior da Califórnia testemunham uma descoberta estranha e assustadora.

Em menos de três semanas, o longa soma sólidos US$ 97.9 milhões nos EUA.

O elenco conta com Daniel Kaluuya (‘Corra!’), Steven Yeun (‘The Walking Dead’), Keke Palmer (‘Scream Queens’), Michael Wincott e Brandon Perea.

Hoyte van Hoytema (‘TENET’ e ‘Dunkirk’) entra como diretor de fotografia.

Além de dirigir, Peele é o responsável pelo roteiro da produção.

Retro Dance #01 | Como o icônico álbum ‘Purple Rain’ imortalizou o legado de Prince

O mundo da música é recheado de produções lendárias e impecáveis. E, na estreia do nosso novo especial, Retro Dance, analisamos o memorável e revolucionário álbum Purple Rain, do cantor, compositor, produtor e multi-instrumentalista Prince.

Prince é um nome que absolutamente todos já ouviram. O icônico artista serviu de inspiração para diversos nomes do cenário contemporâneo da música, incluindo BeyoncéLady GagaJanelle Monáe. Começando sua carreira em 1978, Prince ascendeu a uma fama meteórica que o transformou num dos nomes mais importantes da história do escopo fonográfico – e, em 1984, lançou o que apenas podemos considerar como o melhor álbum de sua carreira e um dos melhores de todos os tempos: Purple Rain (que entrou como trilha sonora do filme homônimo).

A produção é composta por nove faixas, dentre as quais basicamente todas se transformam em singles e/ou em assinaturas de seu estilo único. Aqui, Prince aproveitou todo seu contato com múltiplos gêneros musicais para arquitetar uma explosão de poprockR&Bfunk, amalgamando-os em uma enérgica aventura sonora que, mesmo nos dias de hoje, serve como padrão para diversos performers. Cada incursão dialoga com a outra, mas não abandona as próprias idiossincrasias – à época, auxiliando na imortalização do artista e, agora, merecendo ainda mais reconhecimento pelo impacto causado na cultura mundial.

Uma das coisas que é quase incompreensível em relação ao disco é o fato de ele não ter levado para casa a estatueta de Álbum do Ano do Grammy Awards. Afinal, diversos críticos e publicações internacionais elegeram-no como a melhor produção de 84, da década de 80, do século XX e da história – como já mencionado. A jornada se inicia com a irretocável e celebratória “Let’s Go Crazy”, guiada pelas notas profundas do órgão e de sintetizadores que fala sobre a vida e sobre o que existe de melhor nela; pouco depois, a premonitória introdução dá espaço à retumbância da guitarra e da bateria, levando o tempo necessário para trazer à tona os vocais de Prince. O que mais nos chama atenção não é só a verborrágica e cirúrgica composição, mas a fluidez com que cada engrenagem se encaixa, desde a potência do funk-rock à multiplicidade de camadas vocais e à natureza upbeat da faixa.

E isso não se restringe apenas à track de abertura, é óbvio: a extática animação proferida pelo cantor se alastra para as outras músicas, como visto em “Computer Blue”, uma das melhores incursões da carreira de Prince e uma das favoritas dos fãs. Apesar do ritmo eufórico, é notável como os elementos experimentais urgem numa mescla de synth-funkindie-rock, sem ao menos nos deixar sentir faltas de versos cantados. A bateria e a guitarra, que tomam as rédeas dessa pequena obra-prima e que se iniciam por volta dos dois minutos, são o suficiente para não querermos sair desse vibrante microcosmos. Em “When Doves Cry”, o simbólico título apenas mascara a natureza irreverente de uma composição consumada no soul e no neo-psych, desenrolando-se em uma dissonante e memorável produção que fala sobre um relacionamento fadado à ruína (e acompanhado de um dos refrões mais espetaculares que você já ouviu).

Diferente dos álbuns anteriores do artista, Purple Rain pode ser considerado como um divisor de águas para sua carreira. Afinal, estamos lidando com o mergulho de cabeça de Prince na música pop e de que forma suas experiências passadas o auxiliaram nessa construção. Não é surpresa, pois, que podemos citar Prince como um dos precursores das diversas tendências que explodiriam no final dos anos 2000 e no começo dos anos 2010: “I Would Die 4 U”, por exemplo, influenciou anos e mais anos de synth-popelectro-pop a partir da primeira década do século XXI (podendo enxergar a influência nos primeiros álbuns de Gaga, por exemplo, ou na espetacular carreira trilhada por Robyn); a dicotômica capacidade intelectual e mercadológica do performer, inclusive, é posta em patamar similar aos de MadonnaMichael Jackson, que também dominavam o cenário mainstream nos anos 80.

Não citar a faixa-título do álbum seria criminoso: Purple Rain não é apenas uma das melhores entradas do gênero rock, mas uma das músicas mais importantes da história – tendo aparecido em diversas listas de veículos midiáticos nacionais e internacionais. A faixa, originalmente, seria uma canção country com direito ao dueto ao lado de Stevie Nicks – mas ganhou uma repaginação que não poderia ser encarnada por ninguém além de Prince. A força da guitarra, aliada aos vocais estrondosos do artista, ganha mais e mais camadas à medida que os minutos passam, apresentando elementos novos em cada refrão e carregando uma atmosfera antêmica que nos emociona do começo ao fim.

O álbum transformou-se em um arauto de representatividade afro-americana, permitindo que Prince honrasse a cultura de seus antepassados de forma vanguardista e nostálgica, ao mesmo tempo. Não só isso, ele aproveitou para usar do status que se imortalizava no cenário mainstream para causar “desconfortos” propositais na parcela mais conservadora da população – quem não se lembra das polêmicas envolvendo a impetuosa “Darling Nikki”, que fala explicitamente sobre sexo e até mesmo sobre masturbação feminina. Não obstante o boicote promovido pelos tradicionalistas, o álbum vendeu mais de 25 milhões de cópias, tornando-se um dos mais bem-sucedidos de todos os tempos.

Purple Rain consegue ser tudo e mais um pouco: com apenas 26 anos, Prince, que agora era perpetuado como um símbolo avant-garde da música, conseguiu reunir cada milímetro de uma criatividade infinita para gerar um álbum que marcou e que continua a marcar gerações. E, se você ainda não teve oportunidade, ouça a esta obra-prima; garanto que você não irá se arrepender.

‘Oppenheimer’: Novo filme de Christopher Nolan ganha INCRÍVEL cartaz em IMAX; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo cartaz incrível em IMAX de Oppenheimer, ambicioso próximo projeto de Christopher Nolan sobre o criador da bomba atômica, J. Robert Oppenheimer.

O filme estreia nos cinemas no dia 20 de julho.

Confira:

Em uma recente aparição no Leon Levy Center for Biography em Nova York, o autor Kai Bird, que assinou a biografia de Oppenheimer, comentou sobre a adaptação encabeçada por Nolan e rasgou elogios para o longa-metragem (via Variety).

“Eu estou, no momento, maravilhado e me recuperando emocionalmente de ter visto [o filme]”, ele disse. “Acho que será um feito artístico esplêndido – e tenho grandes expectativas que irá estimular uma conversa nacional e até mesmo global sobre as questões que Oppenheimer queria falar – sobre vivermos na era atômica, como viver com a bomba e sobre o Macarthismo. O que significa ser um patriota e qual é o papel de um cientista em uma sociedade mergulhada na tecnologia e na ciência”. 

Anteriormente, Nolan explicou motivo pelo qual optou por não utilizar CGI em excesso em seu próximo filme. Em uma conversa com a Empire Magazine, Nolan compartilhou sua experiência de produção e ressaltou seu desejo de utilizar o máximo possível de efeitos práticos no filme.

A produção de ‘Oppenheimer‘ chamou a atenção quando Nolan conseguiu retratar uma explosão nuclear de forma realista, usando efeitos práticos. Para alcançar esse feito impressionante, foram realizadas explosões de grande escala.

“Quero dizer, eu fiz muitas explosões em muitos filmes. Mas há algo muito único e especial em estar no meio do deserto à noite com um grande elenco, fazendo explosões enormes e capturando tudo isso”, explicou Nolan.

O diretor destacou a sensação de autenticidade e tensão que a escolha pelos efeitos práticos proporcionou à equipe de produção: “Você não pode deixar de voltar a esse momento em que eles estavam fazendo isso em escala máxima, sabendo no fundo de suas mentes que havia a possibilidade de incendiar a atmosfera. Foi incrível se envolver nesse tipo de tensão”.

Lembrando que o longa terá 3 horas (180 minutos) de duração, tornando-se a produção mais longa da carreira de Nolan.

Além disso, a MPA (Motion Picture Association) classificou o filme como Rated-R (para maiores de 17 anos) por “cenas com sexualidade, nudez e linguagem chula.”

A produção conta a história de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), chefe do Projeto Manhattan, um plano do governo dos Estados Unidos encarregado de criar o primeiro armamento nuclear para do país.

O elenco ainda inclui Emily Blunt (‘Jungle Cruise’), Matt Damon (‘O Último Duelo’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Rami Malek (‘Bohemian Rhapsody’), Benny Safdie (‘Joias Brutas’), Dane DeHaan (‘O Espetacular Homem-Aranha 2’), Jack Quaid (‘The Boys’), Josh Hartnett (‘Penny Dreadful’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Alden Ehrenreich (‘Solo: Uma História Star Wars’), David Krumholtz (‘The Deuce’), Jason Clarke (‘Everest’), Louise Lombard (‘CSI’), James D’Arcy (‘Agent Carter’), Michael Angarona (‘Sky High: Super-Escola de Heróis’) e Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’).

Pugh interpretará Jean Tatlock, membro do Partido Comunista dos Estados Unidos que tem um caso com Oppenheimer e a causa de grandes preocupações de segurança para funcionários do governo.

Safdie interpretará Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio e membro do Projeto Manhattan, a iniciativa de pesquisa dos EUA que desenvolveu a primeira bomba atômica.

Damon será o tenente-general Leslie Groves, diretor do Projeto Manhattan, enquanto Blunt será Katherine Oppenheimer Vissering, esposa do protagonista.

Nolan também entra como produtor executivo do filme ao lado de sua esposa e parceira de produção de longa data, Emma Thomas.

Zack Snyder revela que estava desenvolvendo série de TV sobre POLÊMICA HQ; Saiba mais!

Zack Snyder é um dos realizadores mais conhecidos do cinema contemporâneo – e nenhum novato no tocante a adaptações de quadrinhos, considerando seu trabalho dentro do universo DC.

Agora, em entrevista ao THR, o cineasta revelou que havia adquirido os direitos intelectuais de ‘Black Kiss’, HQ erótica assinada por Howard Chaykin em 1988. Considerada uma das produções mais controversas do gênero, a narrativa comportava sexo, violência contra figuras religiosas e crianças, vampiros e uma femme fatale transsexual.

Todavia, apesar de ter escrito um episódio piloto para a adaptação, o projeto não foi adiante pela falta de interesse.

“Ninguém queria fazer [a série]”, ele conta. “Era muito estranha. E nós fomos longe, também”.

Lembrando que o próximo projeto ds Snyder é ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘, sci-fi que chega à Netflix em 22 de dezembro.

Na trama…

“Tropas comandadas por forças tiranas ameaçam acabar com a paz de uma colônia localizada nos confins de uma galáxia, e Kora (Sofia Boutella), uma jovem com um passado misterioso, passa a ser a esperança de sobrevivência de todos.

Com a missão de encontrar guerreiros de outros planetas que possam ajudar a defender a colônia, Kora monta um pequeno grupo formado por forasteiros, rebeldes, camponeses e órfãos de guerra com algo em comum: a necessidade de redenção e vingança.

Com a sombra de um reino se aproximando da mais improvável das luas, uma batalha que decidirá o futuro de uma galáxia se iniciará, dando origem a um exército de heróis”.

Assista ao trailer:

A segunda parte, intitulada Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes, estreia em 19 de abril de 2024.

Snyder reuniu diversos nomes que já colaboraram com ele em seus filmes, como Ray Fisher, o Ciborgue de ‘Liga da Justiça’, e Jena Malone, a Rocket de ‘Sucker Punch‘.

Além disso, o cineasta convidou astros de destaque, incluindo o vencedor do Oscar Anthony Hopkins (‘O Silêncio dos Inocentes’) e o indicado ao Oscar Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’).

Confira o elenco completo:

Sofia Boutella (‘A Múmia’) será Kora, uma ex-membro do “Imperium”, que agora vive na lua Vedt e monta uma equipe para enfrentá-los.

Charlie Hunnam (‘Sons of Anarchy’) será Kai; descrito como o “piloto de nave Mercenária”.

Michiel Huisman (‘Game of Thrones’) será Gunnar; um fazendeiro recrutado para a causa.

Hounsou será o General Titus.

Staz Nair (‘Supergirl’) será Tarak; um ferreiro trabalhando para pagar uma dívida como servo contratado, anteriormente comparado a Tarzan.

Doona Bae (‘A Viagem’) será Nemesis, descrito como “mestre da espada”, e que se revela como metade homem, metade máquina.

Fisher e Cleopatra Coleman (‘Dopesick’ serão Darrian e Devra, irmãos lutadores que se juntam à resistência.

E. Duffy (‘Girlfriends’) será Milius; o último membro do grupo reunido.

Malone é descrita apenas como “um ser-aracnídeo etéreo”, enquanto Hopkins será “um robô ornamentado com séculos de idade chamado Jimmy”.

Ed Skrein (‘Deadpool’) será o Almirante Noble.

Fra Fee (‘Gavião Arqueiro’) será o Regente Balisarius

Outros membros do elenco também foram confirmados para o filme, ou talvez sua sequência, mas ainda não tiveram os detalhes de seus personagens confirmados, incluindo: a novata Charlotte Maggi, Sky Yang (‘Halo’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga 3’), Cary Elwes (‘A Princesa Prometida’), Alfonso Herrera (‘O Exorcista’), Rhian Rees (‘For All Mankind’) e Ray Porter, que dublou o Darkseid em ‘Liga da Justiça‘.

Após cancelamento de ‘Walker’, criador de ‘The Boys’ quer que Jared Padalecki participe da série

Em entrevista à Entertainment Weekly, o showrunner de The BoysEric Kripke, revelou que quer Jared Padalecki (‘Supernatural’, ‘Walker’) sendo escalado para a série.

Durante a conversa, Kripke comentou que tem esperança de que o astro seja contratado para a atração em algum momento – e que a ideia já foi discutida entre os dois. Vale lembrar que Jensen Ackles, que trabalhou com Padalecki em ‘Supernatural’, interpretou Soldier Boy na terceira temporada.

“Mensagens foram enviadas”, ele contou. “Eu sinto que seria uma tristeza não ter Jared na série de uma forma ou de outra neste momento, mesmo que seja apenas um episódio. Ele está filmando Walker’, mas com o show terminando, talvez ele tenha algum tempo para entrar e brincar conosco. Eu adoraria. Definitivamente conversamos sobre isso”.

Os comentários vêm pouco depois do cancelamento de ‘Walker’ pela The CW.

Lembrando que a 4ª temporada de The Boys estreia em 13 de junho no Prime Video – e que um quinto ciclo já foi confirmado pela plataforma de streaming.

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Novos colecionáveis de ‘Capitão América 4’ revelam mais DETALHES sobre os trajes dos personagens

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ é o próximo filme da Marvel Studios – e, à medida que o longa-metragem se aproxima de sua estreia nos cinemas, mais materiais promocionais são revelados.

Recentemente, a Hasbro compartilhou imagens oficiais das novas action figures da Marvel Legends, oferecendo detalhes dos trajes do Capitão América/Sam Wilson (Anthony Mackie), do Falcão/Joaquin Torres (interpretado por Danny Ramirez), e do Hulk Vermelho/Thaddeus Ross (Harrison Ford).

Inclusive, é possível ver que o design do Falcão se aproxima bem mais de sua caracterização nos quadrinhos.

Confira:

Lembrando que ‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Assista ao trailer:

Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente,  o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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Miley Cyrus lança “Something Beautiful”, nova música de seu 9º álbum de estúdio

A icônica estrela pop Miley Cyrus acabou de lançar a canção Something Beautiful como segundo single promocional de seu 9º álbum de estúdio homônimo.

A track veio acompanhada dos visuais oficiais e é precedida por “Prelude” (que também foi lançada hoje).

Confira:

O compilado de originais, por sua vez, está agendado para 30 de maio e virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie.

O álbum conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single “Flowers” – incluindo Gravação do Ano.

No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.

James Gunn pode ter CONFIRMADO aparição de Besouro Azul em ‘Pacificador’

Em uma recente entrevista ao IMDbJames Gunn parece ter confirmado que o herói Besouro Azul irá potencialmente aparecer em episódios futuros da série Pacificador, estrelada por John Cena.

Durante a conversa, o jornalista mencionou que é um grande fã do personagem e que tinha esperanças de que ele poderia aparecer na produção.

De forma misteriosa, Gunn respondeu: “sabe, não vou dizer que você não está sorte”.

Ainda que não tenha oficialmente confirmado a presença do personagem na 2ª temporada, que está em exibição na HBO Max, seria interessante vê-lo como parte do DCU.

Para aqueles que não se lembram, Besouro Azul ganhou um filme solo que chegou aos cinemas em 2023, trazendo Xolo Maridueña como o herói titular e Bruna Marquezine como seu par romântico. Apesar da fraca bilheteria, o longa conquistou 78% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Anteriormente, Gunn comentou sobre o status do personagem no novo universo compartilhado da DC nos cinemas, comparando-o com Pacificador.

Pacificador sempre esteve em uma posição meio estranha. As pessoas dizem que ele fazia parte do DCEU, mas não era bem assim. Ele fazia parte desse ‘universo intermediário’ da DC, numa época em que ninguém realmente garantia que tudo estivesse conectado, e havia planos para reescrever tudo com The Flash, ele afirmou, conforme o CBM.

“Naquela época, podíamos fazer basicamente o que quiséssemos, e tivemos aquele final ousado, que eu adorei, foi uma das minhas coisas favoritas de toda a temporada, mas que simplesmente não se encaixava no novo DCU”, acrescentou.

“E o Pacificador quase não precisa de mudanças para se encaixar no DCU, o mesmo vale para o Besouro Azul. Eles se encaixam naturalmente, só precisamos ajustar alguns pontos no cânone”, concluiu.

 

‘Mestres do Universo’: Artes promocionais trazem DETALHES sobre as biografias de He-Man, Mentor e Tri-Klops; Confira!

Sony Pictures divulgou recentemente primeiro trailer oficial do aguardado live-action He-Man: Mestres do Universo, que será estrelado por Nicholas Galitzine (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’) e Camila Mendes (‘Riverdale’) – e a resposta dos fãs têm sido bastante positiva.

Agora, uma nova arte promocional que vem se espalhando pelas redes sociais revelou detalhes sobre a narrativa e sobre as biografias de He-Man, do heroico Mentor e do maligno Tri-Klops (via CBM).

“Após descobrir a Espada do Poder, o Príncipe Adam se transforma em He-Man, o Homem Mais Poderoso do Universo!”, diz a descrição do boneco de ação do protagonista titular. “O Campeão de Grayskull retorna a Eternia para libertar seu povo das garras malignas de Esqueleto.”

Quanto a Mentor (Idris Elba), diz-se: “assim como Eternia caiu, também caiu o Comandante da Guarda Real do Rei. Com o retorno de He-Man, porém, Duncan luta para salvar Eternia de Esqueleto. Ao lado dos Mestres do Universo, o Mentor do Rei encontrará a redenção que busca”.

“O brutamontes musculoso com três olhos cibernéticos serve como braço direito de Esqueleto. Juntamente com Maligna, Tri-Klops coloca seu plano em ação para recuperar a Espada do Poder para seu mestre maligno”, anuncia a embalagem de Tri-Klops (Kojo Attah).

Vale lembrar que o filme tem lançamento programado para 5 de junho de 2026.

‘HE-MAN: Mestres do Universo’: Primeiro trailer apresenta visual fiel à obra original; Confira a descrição!

Em He-Man: Mestres do Universo, o diretor Travis Knight traz a lendária franquia de volta às telonas nesta épica aventura live-action.

Após ficarem separados por 15 anos, a Espada do Poder conduz o Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) de volta a Eternia, onde ele descobre seu lar devastado sob o domínio perverso de Esqueleto (Jared Leto). Para salvar sua família e seu mundo, Adam precisa unir forças com seus aliados mais próximos, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba), e aceitar seu verdadeiro destino como He-Man — o homem mais poderoso do universo.

O roteiro é assinado por Chris Butler, baseado em rascunhos iniciais de David Callaham e Aaron Nee.

Elenco Principal:

A atriz Kristen Wiig interpretará um papel inusitado no filme, dando voz ao personagem Roboto, um robô aliado de He-Man. O elenco conta ainda com Sam C. Wilson (Mandíbula), Hafthor Bjornsson (Homem-Cabra), Kojo Attah (Tri-Klops) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Fisto).

Com estrondoso sucesso internacional, filme apocalíptico é ADIADO novamente no Brasil

A SATO Company traz ao Brasil, ainda este ano, Terra à Deriva 2: Destino’, sequência de um dos maiores fenômenos de ficção científica da China.

O filme fará sua estreia aqui no dia 20 de agosto, tendo sido adiado mais uma vez pela distribuidora.

O longa chega ao circuito nacional após grande sucesso de bilheteria no exterior, arrecadando US$589 milhões globalmente e conquistando o 9º lugar nas bilheterias de 2023. Na China, o longa ultrapassou a marca de US$500 milhões em 16 dias e foi selecionado como candidato chinês para a categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2024.

 

Lançada mundialmente pela Netflix, a primeira parte dessa história épica, baseada no livro de Liu Cixin, foi um marco do cinema chinês, sendo a terceira maior bilheteria mundial de 2019, atrás apenas de ‘Vingadores: Ultimato‘ e ‘Capitã Marvel.

A sequência, que continua com a grandiosidade da primeira produção, foi bem recebida não só pelo público, mas também pela crítica. No Douban, plataforma chinesa semelhante ao IMDB e ao Letterboxd, o filme tem uma nota média de 8.3, e os usuários destacam os efeitos visuais de ponta e a expansão do universo.

Para o novo longa, a área do estúdio de filmagens cresceu dez vezes em relação ao primeiro filme, alcançando 1 milhão de metros quadrados. Os efeitos visuais são mais uma vez assinados pela empresa Pixomondo.

Entre o elenco, há uma novidade para o público brasileiro. A atriz Daniela Tassy interpreta uma astronauta brasileira que tem um importante papel na trama. Daniela se mudou para a China em 2014 para estudar o idioma e acabou construindo sua carreira artística no país.

Frant Gwo assina a direção.

Terra à Deriva 2: Destino‘ apresenta uma nova perspectiva com cenas filmadas em locações internacionais, incluindo os Estados Unidos, França, Islândia e Colômbia. As filmagens no exterior foram feitas por equipes locais, coordenadas em tempo real através do set de filmagens na China, utilizando tecnologia de transmissão de dados em nuvem e streaming ao vivo.

A franquia ‘Terra à Deriva‘ que já acumula mais de US$1,24 bilhões entre dois filmes, não só consolidou sua posição como uma das maiores produções de ficção científica mundial, mas também tornou-se um símbolo do avanço do cinema chinês, atraindo cada vez mais o olhar do público global e já conta com um terceiro filme confirmado para estrear em 2027.

O longa original, lançado em 2019, teve uma jornada meteórica nos cinemas, faturando mais de US$ 700 milhões, se tornando a segunda maior bilheteria da história da China.

‘Coringa’ pode quebrar mais um recorde nas bilheterias mundiais

De acordo com a Forbes, ‘Coringa‘ pode estar a caminho de arrecadar a maior bilheteria de todos os tempos para um filme com classificação para maiores de idade.

Em apenas duas semanas de exibição, o filme já registrou US$ 619,5 milhões, ultrapassando ‘Logan’ (US$ 619 milhões).

As previsões sugerem que a adaptação dirigida por Todd Phillips irá ultrapassar US$ 800 milhões pelo mundo, passando à frente de Deadpool 2, que arrecadou US$ 785 milhões em 2018.

Lembrando que ‘Coringa‘ já é a maior bilheteria da Warner Bros. em 2019

É o quarto ano consecutivo em que uma adaptação da DC Comics atinge a marca para o estúdio.

Anteriormente, ‘Batman vs Superman‘ registrou 872,7 milhões em 2016. Já em 2017, ‘Mulher Maravilha’ faturou 821,8 milhões.

No ano passado foi a vez de ‘Aquaman‘, que atingiu a incrível marca de US$ 1,148 bilhão pelo mundo e se tornou um dos maiores sucessos financeiros da DC em conjunto com a Warner.

OPINIÃO: Reações a ‘Coringa’ provam que estamos vivendo na caótica sociedade do filme

Confira a nossa crítica:

A trama de Coringa vai explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease.

Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além de Phoenix, Robert DeNiroZazie BeetzMarc MaronFrances ConroyShea WhighamBill Camp e outros completam o elenco.

‘Pântano Negro’: Filme de terror australiano tem aparição inusitada do Cebolinha

Um usuário do Twitter compartilhou uma curiosa descoberta envolvendo o Cebolinha e o filme ‘Pântano Negro‘, terror australiano lançado em 2007.

Durante uma cena do longa, uma miniatura do personagem da ‘Turma da Mônica‘ aparece preso a um barco, enquanto os protagonistas navegam em mar aberto.

Depois que o internauta divulgou a curiosidade, a página oficial da ‘Turma da Mônica‘ no Twitter também brincou com a situação.

Confira:

Escrito e dirigido por David Nerlich e Andrew Traucki, o longa acompanha a viagem marítima de uma família que acaba se tornando refém de um gigantesco crocodilo, ao estilo do filme ‘Tubarão‘.

Assista ao trailer:

‘Chamas da Vingança’: Remake da Blumhouse será mais fiel ao romance de Stephen King

Ultimamente, diversos filmes baseados nos romances de Stephen King ganharam remakes para o cinema ou para a TV.

E o mesmo vai acontecer com ‘Chamas da Vingança‘, que já ganhou uma adaptação estrelada por Drew Barrymore em 1984.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o produtor e co-roteirista Akiva Goldsman falou sobre o projeto, que será produzido pela Blumhouse.

“‘Chamas da Vingança’ é um dos últimos grandes romances de Stephen King que se tornaram clássicos. Há coisas que nunca esquecerei do filme original, mas não há como negar que a trama tem significativas diferenças em relação ao material original.”

Ele continuou, explicando que o roteiro do novo filme será bem mais fiel ao romance publicado em 1981.

“Contratamos Scott Teems (‘The Quarry‘)- que é um escritor realmente maravilhoso – e ele está trabalhando numa história incrível que está muito mais próxima do romance. ‘Chamas da Vingança’ sempre foi um dos horrores mais íntimos e afetivos de Stephen, e acho que a pirocinese é uma ideia realmente fascinante quando se trata da expressão de sentimentos ocultos.”

Para quem não está familiarizado com o romance, a trama acompanha uma menina que desenvolve habilidades pirocinéticas e é sequestrada por uma agência secreta do governo que quer estudá-la e usar seus poderes como uma arma para fins militares.

Anteriormente, o Deadline divulgou que o ator Michael Greyeyes, conhecido por seus papéis em obras como Fear the Walking DeadO Novo Mundo, entrou para o elenco do remake.

Greyeyes dará vida a Rainbird, descrito como um “impiedoso e poderoso homem que foi arrastado para uma vida de violência”.

Ele se junta ao previamente anunciado Zac Efron, que será Andy McGee, pai da protagonista.

Dirigido por Keith Thomas, o remake segue sem previsão de estreia.