Sinopse: Carlos Gutiérrez (John McInerny) é cover de
Elvis Presley e sempre viveu a vida do grande astro do rock
como se fosse ele próprio reencarnado, negando a si mesmo.
Só que agora se aproxima da idade que Elvis tinha ao
morrer e seu futuro se mostra vazio. Uma situação
inesperada acaba por obrigá-lo a cuidar da sua filha
Lisa Marie (Margarita Lopez), uma menina pequena que ele quase
não vê. Nos dias em que fica com ela, Carlos experimenta
ser realmente um pai e Lisa Maria aprende a aceitá-lo
como tal. Mas o destino lhe apresenta uma difícil decisão:
Em uma viagem de loucura e música, Carlos deverá
escolher entre seu sonho de ser Elvis e sua família.
Assim como nos EUA, ‘Mogli – O Menino Lobo‘ estreou nos cinemas nacionais e assumiu a liderança. O novo live-action da Disney arrecadou ótimos R$ 9,4 milhões.
Nos EUA, o filme se tornou a segunda maior abertura da história para o mês de Abril com incríveis US$ 103,5 milhões – leia mais!
Mundialmente, já são US$ 291 milhões.
O estúdio está tão empolgado com as críticas positivas que já começou a preparar uma sequência do filme. Segundo o The Wrap, o estúdio já iniciou as negociações com o diretor Jon Favreau e com o roteirista Justin Marks para assegurar seus retornos na sequência. Também é esperado o retorno do jovem protagonista, vivido por Neel Sethi.
Em sua quarta semana, ‘Batman Vs Superman‘ caiu para a segunda posição com R$ 7,9 milhões. No total, já são mais de R$ 120 milhões.
Baseado nas eternas histórias de Rudyard Kipling e inspirado no clássico longa de animação da Disney, ‘Mogli – O Menino Lobo‘ chega uma aventura épica inédita sobre Mogli (novato Neel Sethi), um menino criado por uma família de lobos. Mas Mogli sente que não é mais bem-vindo na floresta quando o temido tigre Shere Khan (voz de Idris Elba), que carrega cicatrizes causadas por caçadores, promete eliminar o que ele considera uma ameaça. Forçado a abandonar o único lar que conhece, Mogli embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento, guiado pela pantera e mentora Bagheera (voz de Ben Kingsley) e pelo alegre urso Baloo (voz de Bill Murray). Pelo caminho, Mogli encontra criaturas da selva que não são exatamente bondosas, incluindo Kaa (voz de Scarlett Johannsson), uma cobra cuja voz sedutora e olhar penetrante hipnotizam o menino-lobo, e Rei Loiue (voz de Christopher Walken), o nobre de fala mansa que tenta convencer Mogli a contar o segredo da ilusória flor vermelha mortal: o fogo.
Na versão dublada, o urso Baloo e a pantera Bagherah recebem as vozes de Marcos Palmeira e Dan Stulbach. Julia Lemmertz dá vida à Raksha, a mãe-loba. Emprestando sua voz à misteriosa serpente Kaa está Alinne Moraes.
Thiago Lacerda emprestará sua voz para o temido tigre Shere Khan, e Tiago Abravanel dublará o malandro orangotango Rei Louie.
Grant Gustin confirmou por meio de seu perfil no Instagram que foram iniciadas nessa quinta-feira, 7, as filmagens da 3° Temporada de ‘The Flash’.
Tendo em vista que se leva cerca de uma a uma semana e meia para rodar um episódio, a expectativa é que na San Diego Comic-Con, que acontece no fim do mês, ao menos um primeiro teaser já seja apresentado.
Uma foto publicada por Grant Gustin (@grantgust) em
No início da semana, Kevin Smith, que dirigiu um dos episódios de ‘The Flash‘ da segunda temporada, confirmou ao Den of Geek que o sétimo episódio da 3° temporada será de sua responsabilidade.
Eu sei que vou voltar para The Flash, primeira semana de setembro, para o episódio 7 da terceira temporada. Ainda não ouvi nada sobre eu dirigir Arrow. Você sabe, eu adoraria, seria incrível, até porque eu gosto de escrever a respeito do personagem.
Recentemente, Grant Gustin confirmou em seu perfil no Twitter que o título da terceira temporada será Flashpoint ou Ponto de Ignição, na tradução da HQ para o português.
A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.
Se você ficou boquiaberto, imagina a gente por aqui?!
Sensacional!
A nova temporada de ‘The Flash‘ começa a ser rodada entre junho e agosto e a estreia está marcada para outubro.
Cheo Hodari Coker (‘Almost Human’, ‘Southland’) servirá como produtor principal, e também assinará os dois primeiros episódios.
Nesta série de ação da Marvel, um lutador de rua e ex-golpista enfrenta o crime no bairro de Hell’s Kitchen como o super-herói Luke Cage (Mike Colter, foto acima).
Nos quadrinhos, o personagem foi cobaia de um experimento semelhante ao que criou o Super-soldado Steve Rogers, o Capitão América, e acabou com uma pele quase indestrutível e durabilidade e força sobre-humanas. Um filme com o herói seria feito em 2003, mas o projeto não foi adiante.
A atriz brasileira Sonia Braga (‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’) vai interpretar Soledad Temple, mãe da personagem Claire Temple (Rosario Dawson), vista nas séries ‘Demolidor‘ e ‘Jessica Jones‘.
Essa será a terceira de cinco produções épicas de aventura que chegarão com exclusividade aos membros da Netflix (Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro protagonizarão mais uma minissérie original chamada ‘Os Defensores‘).
A Netflix se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heroicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.
Stephen Anthony Bailey – Michael Boyum
Madison Lawlor – Michelle Larson
Jamie Anderson – Matthew Boyum
Hayden Loven – James Boyum
James Stephens III – Sr. Fenton
Susan Chambers – Bonnie Boyum
‘Para Sempre‘ é baseado em fatos reais quando conta a história de Michael e Michelle, um casal que vive um namoro cheio de amor, mas que serão postos à prova quando Michael é diagnosticado com raro tipo de leucemia.
Curiosidades:
» Baseado em fatos reais, o filme teve em torno de 15 anos de pesquisas e até ser filmado.
» Joel Jacobson tem síndrome de down e faz um papel no filme.
» Nas redes sociais, o trailer já foi visto por mais de 7 milhões e meio de pessoas.
Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Eloína dos Leopardos, Fujika de Halliday, Marquesa e Brigitte de Búzios são ícones da primeira geração de artistas travestis do Brasil. A partir de uma íntima relação com a diretora e com o teatro de sua família, importante palco na trajetória de todas elas, acompanhamos as personagens no processo de construção de um espetáculo que celebra seus 50 anos de carreira. O filme propõe a compreensão de suas vidas como obras de arte, mas também como ato político no Brasil de ontem e de hoje.
‘Divinas Divas‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Aventura épica passada na última Idade do Gelo, ALFA conta uma história fascinante e visualmente deslumbrante que destaca as origens do melhor amigo do homem. Em sua primeira caçada com o grupo de elite da sua tribo, um jovem se fere e precisa aprender a sobreviver sozinho na natureza. Ele relutantemente domestica um lobo solitário abandonado por sua alcateia, mas os dois acabam aprendendo a confiar um no outro e se tornam aliados improváveis, suportando inúmeros perigos e tremendas dificuldades para encontrar o caminho de casa antes da chegada do inverno.
‘Pantera Negra‘ conseguiu mais um recorde para sua gigantesca lista: liderou as bilheterias norte-americanas pela quinta semana consecutiva, se igualando ao recorde de ‘Avatar‘ (2009).
O aguardado trailer do reboot de ‘Hellboy‘ foi divulgado, e os fãs não pareciam muito animados com o resultado. E nem os astros do original.
Selma Blair, a Liz Sherman dos filmes dirigidos por Guillermo del Toro, postou uma imagem ao lado de Ron Perlman dizendo?
“Esse homem sempre será o meu vermelho. Você sempre foi o cara, um diamante!”.
Já Ron Perlman, que disse ter ficado extremamente magoado por terem feito um reboot ao invés do terceiro filme, alfinetou os produtores divulgando um trailer excelente do filme estrelado por ele.
A nova versão do filme estava sendo vendida como “sombria e sangrenta”, mas o trailer entregou basicamente uma comédia. Obviamente, a internet não perdoou!
Confira as reações:
eu revi o trailer de hellboy e lembrei de esquadrão suicida eerrrr
O trailer de #Hellboy consegue a façanha de ja causar raiva so pela trilha sonora. WTF. Ele une as tribos. Os que gostavam dos filmes do Del Toro e dos que gostam dos quadrinhos, ta todo mundo unido nesse ódio.
Saiu o trailer do novo “Hellboy”. E…. QUE LIXO! Virou comédia boba com efeitos especiais sem personalidade e piadas manjadas. Mataram tudo que Guillermo Del Toro criou. Extremamente decepcionado. https://t.co/JLDLURcgcnpic.twitter.com/zyCBT1Bv9d
O mega aguardado ‘IT: Capítulo Dois‘ ganhou seu primeiro comercial de TV.
Assista:
O diretor Andy Muschietti confirmou que a sequência terá 2 horas e 45 minutos.
“O filme tem 2 horas e 45 minutos, mas o ritmo é muito bom. Ninguém que assistiu ao filme teve alguma reclamação.”, afirmou.
O primeiro filme foi lançado em 2017 e teve uma duração de 2 horas e 15 minutos, meia hora a menos que a sequência.
Além disso, a produtora Barbara Muschietti revelou que o filme ganhará uma versão do diretor for lançada – possivelmente direto nos formatos Blu-ray, digital e DVD.
“Nós faremos uma versão do diretor porque dessa vez é necessário. Temos algumas cenas incríveis que não permaneceram no filme. Você tem que fazer escolhas e às vezes algumas coisas não podem ficar na versão que vai para os cinemas. Mas ainda assim, essas cenas merecem ser vistas pelo público no futuro”.
O terror recebeu a alta classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos), devido ao “Conteúdo violento extremamente perturbador e cenas excessivamente sangrentas, linguagem adulta e algum material sexual grosseiro”.
Empolgados?
Vale lembrar que o diretor Andy Muschietti e a produtora Barbara Muschietti virão ao Brasil para conversar com a imprensa do país sobre o aguardado filme de terror, que tem estreia marcada para 5 de setembro.
Ambos estarão em São Paulo em agosto, com datas finais ainda a confirmar.
Confira a descrição das cenas exibidas na San Diego Comic-Con:
Na primeira cena divulgada, o grupo dos Perdedores se reencontra, 27 anos depois. Sem Stanley, a turma se une no restaurante Jade of the Orient. Antes da exibição dessa tomada, os presentes se comprometeram a não compartilhar detalhes do conteúdo, então pouco se sabe sobre o que fora apresentado.
Mas segundo o Bloody Disgusting, a cena destaca as características únicas de cada um dos personagens, evidenciando que Muschietti fez a escolha ideal dos atores para as versões adultas dos protagonistas. E o reencontro foi marcado por muito álcool e em meio a um terror crescente, os Perdedores começam a se questionar do porque eles decidiram retornar à Derry, depois de tantos anos.
Já a segunda cena exibida se passa durante um festival na cidade de Derry, mais precisamente na Funhouse, um peculiar espaço cheio de espelhos e caminhos confusos que formam um labirinto assustador. Bill (McAvoy) tenta salvar um garotinho das mãos de Pennywise, nesta tomada que é de dar “calafrios”, segundo o Bloody Disgusting. Aqui também é possível ver um pouco mais do grande vilão, que se destaca na corrida para pegar o garotinho. A cena ainda parece fazer uma referência/homenagem particular ao Bill, que ainda não superou totalmente a morte de seu irmãozinho.
A última cena divulgada leva os protagonistas de volta à Casa Neibolt, onde eles tentarão matar o palhaço. A tomada ainda explica a importância do local e porque apenas crianças conseguem vê-la. Isso ainda traz um contraste ao fato de que os Perdedores, hoje adultos, ainda conseguem encontrar a residência, após tantos anos. É aqui que começa o clímax do longa, quando nos deparamos como o grupo de amigos frente a frente com Pennywise pela última vez.
Segundo o WGTV, aLionsgate planeja investir alto na franquia ‘Jogos Mortais‘ para os próximos anos.
Além de um reboot dirigido por Darren Lynn Bousman, que comandou Jogos Mortais 2, 3 e 4′, a franquia também vai ganhar uma série de TV.
Os detalhes sobre o projeto permanecem em segredo, então não está claro se a série terá conexão com os filmes originais, criados por James Wan e Leigh Whannell.
Além disso, parece que o estúdio não firmou contrato com nenhuma plataforma de streaming para a distribuição dos episódios, então ainda não há previsão de estreia.
Como nada foi confirmado até o momento, considere como rumor.
Ainda não se sabe se Tobin Bell irá retornar ao icônico papel do vilão Jigsaw.
‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ apresenta em sua trama um novo e sádico mentor que desencadeia uma forma distorcida de justiça. A estreia dia 15 de Outubro de 2020.
Vinte anos após seu lançamento, o segundo filme já está em desenvolvimento e será lançado direto na Netflix em 2021.
Porém, o dublador do protagonista não retorna. Mel Gibson não voltará para dublar Rocky na sequência. O ator e diretor se afastou de Hollywood após diversas polêmicas, incluindo declarações antisemitas.
Para dublar o personagem, a Netflix contratou o IRMÃO de Mel, Donal Gibson. Ele fez dublagem em programas de televisão como ‘ReBoot‘ e ‘Justice League Unlimited‘.
Já Julia Sawalha deve retornar como a galinha Ginger.
A Aardman anunciou em seu perfil do Twitter que está desenvolvendo a sequência em parceria com a Netflix.
Confira:
“Vinte anos desde o lançamento de ‘A Fuga das Galinhas‘, o primeiro longa-metragem da Aardman Animations. Estamos empolgados em confirmar o retorno de Ginger, Rocky e do resto do grupo em parceria com a Netflix.”
Twenty years since the release of Aardman’s first full length feature, Chicken Run, we’re excited to confirm the return of Ginger, Rocky and the rest of the coop, in partnership with @netflix.
Peter Lord, co-fundador da Aardman, comemorou a novidade, dizendo:
“Os fãs dessa história aguardaram pela continuação por 20 anos com paciência, por isso estamos felizes em anunciar que encontramos a história perfeita para isso. ANetflix é a parceira criativa ideal para levarmos o projeto adiante porque eles respeitam os cineastas e apostam em suas intuições, o que significa que podemos fazer o filme que queremos e compartilhá-lo com o público de todo o mundo.”
Relembre a sinopse oficial:
No galinheiro de uma fazenda inglesa dos anos 1950, galinhas cumprem sua função e vivem pacatamente sonhando com uma vida melhor. Uma delas, Ginger, sonha com a liberdade e planeja sair voando dali junto com suas companheiras.
A animação original conquistou o posto de ser o stop-motion mais bem sucedido do cinema, arrecadando mais de US$ 224 milhões mundialmente.
Nas redes sociais, os fãs ficaram furiosos com o cancelamento de MAIS UMA SÉRIE.
Confira:
Ainda nem terminei de ver a horrenda “O Legado de Júpiter” e a série já foi corretamente cancelada pela Netflix. O Millarverso começa com o pé esquerdo, mas era previsível. Depois de falhar em ter sua GoT, o streamer falha em ter seu The Boys. Once upon a time House of Cards pic.twitter.com/gpSKphB9Nj
Série O legado de Júpiter foi cancelada pela Netflix, Cara quando eu assisti tive curiosidade pra saber a origem dos heróis e dos vilões, de onde vieram os poderes e tal, isso que me prendeu na verdade, mas na real, aquela filha drogada do personagem principal é um saco;
eu vou deixar de assistir essas séries da @NetflixBrasil eles já cancelaram O Legado de Júpiter! Óbvio, só contaram o início do início na primeira temporada! Eu tava na maior expectativa de assistir como eles iriam contar td a história, que é muito boa! Assim não dá né?!
Netflix cancelando O Legado de Júpiter e indo pra próxima série, vão queimar todo o universo do Mark Miller, agora vai demorar mais tempo ainda pra adaptarem direito o universo do cara
Netflix cancelando O Legado de Júpiter e indo pra próxima série, vão queimar todo o universo do Mark Miller, agora vai demorar mais tempo ainda pra adaptarem direito o universo do cara
Netflix resolveu cancelar “O Legado de Júpiter”
A série teve problemas estruturais, mas passou longe de ser ruim pra ser cancelada
Havia potencial e dava pra arrumar os problemas da série. O gancho pra segunda temporada era muito bom
mas simplesmente foi pro saco
Escuta aqui @NetflixBrasil você não pode criar uma série pela metade fazendo a gente esperar pela segunda temporada e CANCELAR ELA
EU QUERO O LEGADO DE JUPITER NA MINHA MESA AGORA
— cadelinha da viúva negra (@raafacamargoo) June 3, 2021
No entanto, de acordo com o Deadline, o serviço de streaming já deu sinal verde para ‘Supercrooks‘, um spin-off focado em vilões que se será ambientado no mesmo universo que ‘O Legado de Júpiter‘.
A trama da série derivada seguirá uma gangue desorganizada de supervilões, vigaristas e ladrões mesquinhos que se unem para o roubo do século e a história criminosa mais ultrajante que você já viu em sua vida. O crime compensa e eles vão provar isso. Algumas pessoas apenas querem ser divertir e ganhar um pouco de dinheiro sujo enquanto fazem isso. Se os super-heróis atrapalharem, eles irão ficar sem dentes.
“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”
O elenco da série original conta com Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).
O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica EM VÍDEO do novo filme da franquia ‘Pânico‘, que consegue abraçar o passado enquanto apresenta a franquia para uma nova geração, encontrando o mesmo tom do filme original e voltando a ser assustador.
De acordo com o Deadline, o novo filme arrecadou sólidos US$ 3.5 milhões durante a pré-estreia nas bilheterias norte-americanas.
As projeções indicam que o terror deve arrecadar mais de US$ 30 milhões durante o seu primeiro final de semana estendido – o que representa uma das maiores estreias da franquia.
Infelizmente, a alta da nova variante de COVID, a Omicron, pode afetar levemente a performance da produção nas telonas. Porém, os analistas estão confiantes que o impacto sobre a bilheteria será mínimo.
No Rotten Tomatoes, o quinto capítulo da franquia ‘Pânico‘ recebeu 78% de aprovação através de 79 críticas publicadas e se tornou o terceiro filme mais bem avaliado da franquia – apesar de muitos críticos afirmarem que é o melhor desde o original.
O filme mais bem avaliado da franquia é ‘Pânico 2‘ (81% de aprovação e 81 críticas publicadas) seguido pelo original (79% de aprovação e 82 críticas).
Como os críticos ainda estão postando suas reviews do novo filme, a porcentagem pode mudar nos próximos dias.
Confira o ranking:
5. Pânico 3 (41% de aprovação)
4. Pânico 4 (61% de aprovação)
3. Pânico – 2022 (78% de aprovação)
2. Pânico (79% de aprovação)
1. Pânico 2 (81% de aprovação)
No consenso geral, “os críticos elogiaram o tom, a narrativa, as performances e o ressurgimento da saga slasher com o novo longa-metragem.”
O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.
O show vai mostrar a dupla em uma jornada por Nova York após a conclusão da série principal. Eles irão então por lá caçar um assassino, fugir de um policial e resolver as suas intrigas.
‘The Walking Dead: Dead City‘ tem estreia prevista para o mês de Junho de 2023. Inicialmente, a série era prevista para Abril.
Abaixo você confere a sinopse completa:
“Anos se passaram desde a última vez que vimos Maggie e Negan, eles agora devem formar uma aliança tênue para completar uma missão perigosa. Eles vão à ilha de Manhattan, que desenvolveu as ameaças únicas ao se manter isolada desde o início do apocalipse dos caminhantes. Na cidade, Maggie e Negan encontram moradores de Nova York, fogem de um delegado com passado conturbado e caçam um famoso assassino. Mas à medida que a dupla se aprofunda na cidade infestada de zumbis, torna-se evidente que os traumas de seu passado tumultuado podem ser uma ameaça tão grande quanto os perigos do presente.”
A AMC também divulgou um teaser e as novas imagens oficiais da série, destacando o retorno da dupla. Confira:
O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de co-produtor executivo e showrunner.
‘Top Gun: Maverick’, lançado em 2022, foi sem dúvida um dos maiores sucessos do ano passado e gerou muita expectativa e opiniões diferentes.
No entanto, o diretor Ridley Scott, conhecido por sua obra em filmes como ‘Alien: O Oitavo Passageiro‘ e ‘Gladiador’, teve uma reação um tanto morna ao filme.
O diretor do novo filme da franquia ‘Alien‘, Fede Alvarez, compartilhou em conversa ao DGA Latino Summit um encontro em que perguntou a Ridley Scott o que ele achou da sequência do clássico dirigido por seu irmão, Tony Scott.
A resposta de Ridley surpreendeu, já que ele aparentemente não ficou impressionado com o filme.
“Perguntei a ele sobre o novo ‘Top Gun’, e ele respondeu algo do tipo ‘meh'”, revelou Alvarez. “Eu pensei, ‘o que você está falando?’ E ele disse, ‘o do meu irmão era original e esse novo é ok’. Ele realmente respeita [‘Top Gun: Maverick’], mas dava para ver o quanto ele era durão.”
‘Top Gun: Maverick’ se tonou um dos maiores sucessos de 2022, conquistando 96% de aprovação dos críticos e arrecadando US$ 1,488 bilhão pelo mundo.
Na sequência, Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.
‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘, ‘A Câmara Secreta‘ e ‘O Prisioneiro de Azkaban‘ foram relançados nos cinemas nacionais no dia 31 de Agosto, e fizeram sucesso.
O filme mais visto dos três foi ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban‘, que arrecadou R$ 790 mil em sua reestreia.
No último lançamento de ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’, mais de 600 mil brasileiros foram aos cinemas para assistir ao filme, tornando-o o maior relançamento do país e o dia mais lucrativo nas bilheterias de 2024.
‘Harry Potter e a Câmara Secreta‘ fez R$ 704 mil, e ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘ fez R$ 678 mil em sua reestreia.
Os filmes ficaram em 7º, 8º e 9º lugar neste fim de semana.
Na trama de ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’, os nossos heróis retornam para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts apenas para se depararem com um perigo mortal: o retorno do assassino Sirius Black (Gary Oldman), que fugiu da prisão de Azkaban, considerada até então como à prova de fugas, e está à procura de Harry. Para proteger a escola, Alvo Dumbledore (Michael Gambon) recruta os temíveis Dementadores, estranhos seres que sugam a energia vital de quem se aproxima deles, que tanto podem defender a escola como piorar ainda mais a situação.
O filme teve uma recepção extremamente sólida por parte da crítica internacional, que até hoje considera a iteração como a melhor entrada do universo mágico, e fez um sucesso estrondo de público, arrecadando mais de US$797 milhões mundialmente e se tornando a 2ª maior bilheteria do ano. Além disso, conquistou duas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Visuais.
Até a Última Gota (Straw), lançado em 6 de junho de 2025, rapidamente conquistou o topo do ranking de mais assistidos da Netflix no Brasil.
Dirigido e roteirizado por Tyler Perry, o filme traz Taraji P. Henson no papel de Janiyah Wiltkinson, uma mãe solteira que, após enfrentar uma série de adversidades, toma uma decisão drástica que muda sua vida para sempre.
Desde o seu lançamento, Até a Última Gota tem dominado o Top 10 da Netflix no Brasil, atraindo uma audiência significativa e gerando discussões sobre seus temas profundos e a atuação de Henson.
A trama aborda questões como luto, saúde mental e as dificuldades enfrentadas por mulheres negras, especialmente mães solteiras.
Apesar de seu sucesso de público, o filme apresenta uma recepção crítica mista. No Rotten Tomatoes, a produção possui uma pontuação de 53% com base em 24 críticas, indicando uma divisão de opiniões entre os críticos.
A média de avaliação do público é de 3,7, sugerindo uma recepção mais positiva entre os espectadores.
Assista ao trailer:
Para aqueles que apreciam dramas intensos e reflexivos, o filme oferece uma experiência cinematográfica que provoca emoções e questionamentos.
A reflexão por trás do militarismo. Uma das incríveis contribuições cinematográficas da carreira do excelente cineasta holandês Paul Verhoeven foi sem dúvidas Tropas Estelares, longa-metragem de ficção científica que adota em sua narrativa, muitas vezes debochada, satírica, a violência como ponto de conexão ao refletir através de uma premissa que nos leva a um futuro onde a humanidade está à beira da extinção. O roteiro é assinado por Edward Neumeier, baseado a partir de um romance escrito pelo engenheiro aeronáutico Robert A. Heinlein publicado na famosa revista The Magazine of Fantasy & Science Fiction.
Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards) resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares, ela para a força aérea ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola Dizzy Flores (Dina Meyer).
Um dos pontos que mais chama a atenção nesse projeto, que completou 27 anos em 2023, é a crítica feroz ao militarismo, algo que chega de forma muitas vezes por ironias seja nas chamadas da mídia ao serviço militar, seja na maneira de alguns personagens enxergarem o epicentro de uma guerra planetária. Os paralelos com a realidade se amontoam aos montes, acompanhamos os acontecimentos na visão de um jovem, longe de defender utopias, completamente influenciado por uma ideologia perigosa que defende a doutrina militar. Já vimos isso na realidade, não só nos Estados Unidos, não é mesmo?
Insetos gigantescos enviando meteoros de seu planeta Klendathu, cenas empolgantes de ação, lutas de naves em várias órbitas espaciais, o projeto não esquecer do entreter, aqui guiados por uma narrativa que usa do chocar para chamar atenção para as entrelinhas. Indicado ao Oscar de Melhor Efeitos Especiais, esse brilhante trabalho de Verhoeven está disponível na Star Plus. Um filme atemporal que precisa ser visto por todos.
Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar, quinto episódio da lucrativa franquia da Disney, já é um sucesso de público quer você queira ou não. O filme arrecadou mais de US$62 milhões em bilheterias no fim de semana de estreia somente nos EUA, somando mais de US$285 milhões ao redor do mundo. Provando que por mais que alguns afirmem desgaste na fórmula, o grande público ainda não cansou e quer mais e mais. Vida longa a Jack Sparrow, que renovou no gosto popular um subgênero do cinema há muito esquecido. Pensando nisso… Bem, você já sabe, resolvemos listar por ordem de preferência – do pior ao melhor – todos os longas da franquia bucaneira. Como sempre, deixe seu comentário listando os filmes da franquia de acordo com a sua preferência (não esqueça de conferir nossa lista da franquia Velozes e Furiosos e Alien também). Vamos a eles.
Se no episódio anterior as coisas já haviam saído do trilho, é na conclusão da primeira trilogia que elas descarrilham de vez. Tudo aqui é tão louco que se torna um exercício redundante tentar fazer sentido de qualquer coisa. Um exemplo? Jack Sparrow (Johnny Depp) morre engolido pela criatura Kraken no filme anterior e no início deste está numa espécie de purgatório, nos domínios de Davy Jones. O que acontece ali soa como uma viagem de ácido. Não bastasse isso, Barbossa (Geoffrey Rush) e os outros, vivos, chegam para resgatar o protagonista no além-vida. Sim, eu sei, o nível de coerência é nulo, fato que seria perdoado se existisse alguma diversão aqui. Tudo é simplesmente muito inflado, as sequências de efeitos visuais megalomaníacos drenam as qualidades humanas tão caras que fizeram o primeiro filme funcionar. É ação, barulho e efeitos e nada com que criemos identificação. Apesar da maioria apontar o quarto filme como o mais fraco da série, alguns concordam que o terceiro longa é exaustivo e não no bom sentido. Seja como for, No Fim do Mundo quase rompeu a marca do bilhão em bilheterias e foi o filme mais rentável no mundo em seu respectivo ano.
Aqui é onde a lista irá fazer inimigos. Por mais que alguns concordem que No Fim do Mundo é o pior longa da franquia, poucos são os que irão concordar com O Baú da Morte em segunda posição na ordem decrescente. Mas tentarei argumentar. Para começo, não consigo distinguir muito bem entre o segundo e o terceiro longas desta série, sendo quase equivalentemente incompreensíveis. O segundo ganha por estabelecer o novo vilão Davy Jones (Bill Nighy) e seguir um rumo diferente do primeiro. Esse é um de seus méritos. O que ocorre é que as partes dois e três foram rodadas ao mesmo tempo, soando como um longo filme único, que de tão comprido precisou ser dividido em dois. Ou seja, nada bom. No lado positivo, vimos as histórias de Sparrow, Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley) voltarem a se cruzar e serem expandidas. A não conclusão, deixando o desfecho para o filme seguinte é sempre um truque barato, mas que tem se mostrado eficiente no cinemão mainstream atual, para manter o público cativo. Entretanto, o maior problema do segundo e terceiro Piratas do Caribe talvez seja a perda de humanidade, se materializando como o ápice dos efeitos acima de personagens e história. O Baú da Morteconseguiu romper a barreira do bilhão e se tornou o filme mais rentável de seu ano.
Considerado o mais fraco da franquia pela maior parte dos fãs, Navegando em Águas Misteriosas chegou tarde e deu continuidade a uma trilogia tida como encerrada. Mas alguém deseja realmente parar de ganhar dinheiro? Enquanto estiver dando caldo, essa franquia será cozinhada lentamente. Jack Sparrow retorna quatro anos após o encerramento da trilogia original, sem seus principais coadjuvantes (Knightley e Bloom). Para substitui-los, o romance proibido entre um jovem clérigo (Sam Claflin) e uma sereia (Astrid Bergès-Frisbey). Um novo vilão também foi adicionado. Depois de Barbossa (Rush) e o crustáceo Davy Jones (Nighy), o lendário Barba Negra (Ian McShane) é o tormento da vez para os heróis, competindo pela busca da famosa fonte da juventude. A maior adição ao elenco, no entanto, é a presença da espanhola Penélope Cruz, no papel de Angelica, filha de Barba Negra, e parte do passado de Sparrow, personificando pela primeira vez na franquia uma relação amorosa do protagonista. Outra mudança, ou tentativa, foi a troca de diretores, saíaGore Verbinski e entrava Rob Marshall (Chicago). Mesmo levando em conta o tempo de duração mais curto e certa vontade de colocar o filme num âmbito um pouco menos megalômano e fantasioso, a diferença na direção é imperceptível. Seja como for, Navegando em Águas Misteriosas foi o único outro filme da franquia a romper a barreira do bilhão (até o momento), ficando em terceiro lugar no pódio das bilheterias de 2011.
Os filmes da franquia Piratas do Caribe são todos iguais, é verdade, e parecem feitos exatamente no mesmo molde. Por exemplo, o vilão da vez é basicamente um sujeito atormentado, que já foi bom no passado (ou não) e devido a uma maldição se tornou um verdadeiro demônio dos mares. Seja Barbossa, Davy Jones, Barba Negra ou neste caso o Capitão Salazar (Javier Bardem). Além disso, envolvendo a história do pirata mais cara de pau dos oceanos temos sempre um jovem casal apaixonado, seja Elizabeth e Will, o clérigo Philip e a sereia Syrena, ou o aventureiro Henry (Brenton Thwaites) e a astróloga Carina (Kaya Scodelario). Até mesmo o teor e visual dos filmes é muito parecido, não procurando se diferenciar em nada seja na direção de arte, figurinos, fotografia ou narrativa. É difícil encontrar qualquer subtexto também, os filmes desta franquia são pura e exclusivamente voltados ao entretenimento. Daquele tipo que um dia após a sessão (ou quem sabe menos) já teremos esquecido o que assistimos. Para os mais novos pode ser uma ótima distração, no entanto. O novo exemplar ganha por dois motivos, primeiro por trazer um ator do porte de Bardem (vencedor do Oscar por Onde os Fracos Não Têm Vez, 2007), que consegue vender credibilidade até em comercial de margarina, e segundo, por tentar aplicar novo fôlego com a passada de tocha para uma nova geração dentro das telas.
Tudo começou aqui. No fundo ninguém esperava que uma superprodução baseada numa das atrações dos parques temáticos da Disney World fosse dar tão certo. E mais ainda ao ponto de se tornar uma das, digamos, cinco franquias mais rentáveis do cinema, com dois filmes (O Baú da Morte e Navegando em Águas Misteriosas) rompendo a barreira do bilhão em bilheterias. A tarefa também não é fácil e a prova disso foram as malfadas investidas em outros dois passeios com o objetivo de torna-los franquias cinematográficas: Mansão Mal Assombrada (2003) e Tomorrowland – O Lugar Onde nada é Impossível (2015). O sucesso de Piratas do Caribe foi resultado de uma mistura de fatores, entre eles, o mais chamativo, a interpretação de Johnny Depp que poderia ser desastrosa, já que criou seu protagonista de forma afeminada, cambaleante e entorpecida, bem diferente dos heróis aos quais estávamos acostumados, mas ao contrário, foi tão bem recebida que rendeu para o ator sua primeira (num total de três) indicação ao Oscar. Fora isso, Piratas do Cariberesgatou do limbo um gênero muito amado pelos nostálgicos fãs do cinema: a aventura de capa e espada; acrescentando na mistura elementos jovens, como ação megalômana, efeitos de cair o queixo e terror de mentirinha. Pena que ao invés de se reinventar, a opção foi por se repetir. Bom, se funcionou até aqui… A Maldição do Pérola Negra é unanimemente o favorito dos fãs e se tornou a quarta maior bilheteria de 2003.
A franquia Máquina Mortífera foi uma das mais rentáveis para a Warner no fim da década de 1980 até o fim da de 1990, com quatro filmes. Para mostrar que o tempo passa, Máquina Mortífera 4 já tem vinte anos! E pensar que fui assistir no cinema, na inauguração da primeira sala em formato de estádio no Rio de Janeiro, essas que temos hoje em dia.
Richard Donner, o diretor dos quatro filmes, revelou novidades promissoras sobre a série ao participar de uma entrevista para o Spocklight: A Star Trek Podcast. Leia abaixo o que o cineasta veterano teve a dizer.
“Foi uma história que eu criei com Channing Gibson, o roteirista de Máquina Mortífera 4, e eu só preciso me acertar com o estúdio. Se todos quiserem e nos encontrarmos, faremos. Mel e Danny estão dentro. Se não der certo, pelo menos tentamos. Mas existe uma chance muito grande de que você verá o filme.”
Recentemente, outro veterano da franquia deu seus dois centavos sobre um possível quinto episódio. Shane Black, diretor de Homem de Ferro 3 e Dois Caras Legais, que escreveu o primeiro filme, disse como seria a sua história. Veja.
“Eu escrevi um tratamento de 62 páginas com meu amigo Chuck para Máquina Mortífera 5, que teria sido, eu acho, um filme muito bom. Era interessante. Era essencialmente Riggs e Murtaugh mais velhos em Nova York, durante a pior nevasca na história da cidade, enfrentando militares black ops do Afeganistão que estão contrabandeando antiguidades. E teríamos um personagem mais jovem que seria um contraponto para eles. Mas eu não queria fazer o que geralmente se faz quando criam essas transições, que é colocar os caras mais velhos ali de coadjuvantes no filme, que na verdade é sobre os filhos deles! E eles irão assumir e depois ganhar um spin-off. F*da-se isso. Se eles estiverem no filme, vão estar no filme – não me importo quão velhos eles sejam.”
E você, preferia a história de Black? Ansioso por mais um Máquina Mortífera? Comente.
O cinema é o lugar de magia, fantasia e sonhos. É onde o impossível se torna possível. É o lugar onde não existe limite para a imaginação. Dito isso, sou totalmente a favor da ideia de que qualquer história pode ser contada, por mais louca que possa parecer. Ao longo da criação da sétima arte, já compramos a noção de que animais podem falar, que aventuras podem se passar em outras galáxias, que a viagem no tempo é possível, que os dinossauros voltaram ao presente e que seres de outros planetas vieram nos visitar inúmeras vezes. Por mais surreais que tais ideias possam parecer, foi a forma como estas histórias foram contadas que nos cativaram ao ponto de realmente acreditarmos no que víamos em tela, muitas vezes retirando de nós emoções surpreendentes.
Ou seja, essa introdução é só para afirmar o fato de que por pior que possa parecer uma ideia, ela sempre pode ter salvação caso seja feita com qualidade, da maneira certa. Afinal, um filme sobre um homem solitário se apaixonando por um computador com voz de mulher deve ter recebido muitas torcidas de nariz de pessoas que acharam a ideia simplesmente ruim e trash demais, porém, Spike Jonze criou Ela com a delicadeza exata, vindo a transformar o longa numa das mais belas histórias de amor do cinema, por exemplo.
Abaixo apresentaremos algumas ideias bem ruins para filmes, e que por mais que tais produções tenham seus defensores, há de se reconhecer que seus resultados seguiram de perto a trama sem noção, rendendo muitas vezes em fracasso de crítica, bilheteria ou de ambos. Não estamos entrando sequer no mérito dos filmes serem bons ou não, apenas de possuírem ideias tão loucas que nem acreditamos que de fato tenham sido transformadas em filme. Confira abaixo.
Mostrando que é muito popular, o assassino Pescador vai até para a boate. E não se trata de uma comédia…
Um dos maiores títulos para um filme da história do cinema, esta continuação tem os mesmos problemas do item acima. O primeiro, de 1997, fez muito sucesso e até deixou uma porta aberta para a inevitável continuação. O problema é o que os realizadores iriam aprontar nesta continuação. Logo no ano seguinte, a brilhante ideia foi tirar os personagens de sua cidadezinha original (já muito manjada a esta altura) e leva-los de férias para as Bahamas (?!). No local, o assassino planeja um esquema mais elaborado do que vilão de novela das 8 para sua vingança, inclusive eliminando funcionários do resort que nada tinham a ver com a história anterior. Ah sim, e o longa cisma em criar suspense sobre a verdadeira identidade do matador, sendo que a revelação termina sendo quem sempre soubemos. Pode até ser um prazer culposo, mas a coerência passou bem longe.
Quem fala mais: Faustão ou Sérgio Mallandro? Para nossa “sorte” fizeram um filme com a dupla.
Sérgio Mallandro era uma figura muito popular no Brasil durante os anos 80 e 90. Ele teve no SBT seu próprio programa infantil (a Oradukapeta) e depois migrou para a Globo. No cinema, estrelou o hoje cult Lua de Cristal(1990), ao lado da Xuxa numa história a la Cinderela. No mesmo ano em menor escala estrelou Sonho de Verão (1990) ao lado das Paquitas e dos Paquitos num filme mais teen. Justamente por isso, em 1991 acharam que seria um toque de “jênio” uni-lo a outro apresentador que fazia sucesso na época: a fábrica de bordões ambulante Faustão. Essa dupla já é inusitada por si só, mas tudo fica ainda mais estranho quando decidem mete-los numa trama policial com viés ecológico. E como se não bastasse, Deus narra o filme, interfere na trama e dá poderes aos protagonistas. Curioso mesmo é o subtítulo do filme: A Missão (Primeira e Única) – como se os próprios realizadores já soubessem que ia dar ruim. Ah sim, e quem poderia esquecer do infame rap do ovo, a música gravada pela dupla para a trilha sonora. E você achou que o rap dos bad boys, de Romário e Edmundo era ruim…
Por causa de dinheiro, muitos produtores de cinema passam vergonha ao contradizerem suas próprias regras impostas. E no processo tentando nos fazer de trouxas. É o caso com este segundo Highlander. O primeiro filme, de 1986, subtitulado O Guerreiro Imortal deixava claro: “só pode haver um”. Guerreiros escoceses descobriam a arte da imortalidade e seguiam através das décadas se digladiando. A única forma de morrerem era cortando suas cabeças. No presente de 1986, dois sobraram e o filme marca seu duelo final. Highlander fez sucesso, mas a história não deixava espaço para muita manobra na continuação. Assim, em 1991 os mesmos envolvidos tiveram a “brilhante” ideia de dizer que na realidade os escoceses imortais eram extraterrestres vindos de outro planeta para povoar a Terra. E sim, tal planeta ainda continha muitos “imortais” vivos. Pura balela, Highlander 2 é até hoje conhecido não apenas como uma das piores continuações de todos os tempos, como também um dos piores filmes de todos os tempos.
Por falar em catástrofe, aqui temos outro tipo de desastre. No mesmo ano de 1998, chegava o primeiro e único (ainda bem) filme protagonizado pelo apresentador Jerry Springer. Ele é uma espécie de Ratinho dos EUA, e seu programa consistia em dramas familiares para lá de bizarros que sempre terminavam em pancadaria na frente das câmeras. E a gente achando que é só brasileiro que gosta de uma baixaria. Seu programa atingia picos de audiência em meados da década de 90, assim não demorou para os gênios de Hollywood transformarem essa “pérola” em um longa-metragem exibido nos cinemas. Sim, meus amigos. Já imaginou ver um filme sobre o programa do Ratinho nas telonas?
O Duende e Pinhead, dois vilões de terror B, foram parar no espaço em seus quartos filmes.
Ambos lançados em 1996, por algum motivo os produtores destas franquias de terror decidiram que no quarto filme era a hora de levar seus vilões ao espaço (?!), mesmo que os filmes anteriores nada tivessem a ver com ficção científica. Nessa, talvez Hellraiser (criação do autor Clive Barker) se saia melhor, já que o filme é focado no objeto conhecido como cubo de Lemarchand através dos tempos, passado e futuro, e os longas anteriores eram até legais. Já O Duende (1993) só vale mesmo para ver o primeiro papel de Jennifer Aniston no cinema e sua única participação num terror. Esta franquia seguiu de mal a pior, chegando ao absurdo do espaço – mas não seria o fim. O pior é perceber que até mesmo Jason aderiu à proposta espacial bizarra e estaria nesta lista caso Jason X (2001) tivesse sido lançado nos anos 90.
Ninguém Segura Esse Bebê
É muito divertido colocar um bebê numa situação de risco de vida atrás da outra. #sqn
Nem só de filmes de terror, ação, aventura e comédia é feita nossa lista sem noção. Aqui temos uma produção infantil de 1994 que, temos certeza, tinha como proposta ser o novo Esqueceram de Mim. Os realizadores provavelmente olharam o filme de Macaulay Culkin e pensaram: “vamos ainda mais longe, colocando um bebê contra os bandidos”. O problema é que o Kevin de Culkin era um garoto muito esperto e cheio de recursos, ao contrário de um bebê inconsciente que age por instinto e está a cada cena prestes a morrer uma morte horrível. A proposta era pela diversão de uma comédia em ritmo de desenho animado, mas ver um bebê constantemente em perigo de vida pode não ser o entretenimento de todos.
Depois de meteoros, vulcões e tornados, que tal a chuva como vilã de um filme? Quem precisa das enchentes do Rio de Janeiro?
Essa aqui parece até piada. Na década de 1990, os filmes catástrofe voltaram com tudo. No passado, o cinema havia visto terremotos, crises em aeroportos e infernos na torre. Nos anos 90, foram os tornados, vulcões e asteroides em rota de colisão com a Terra. Tentando pegar carona nesse filão, os realizadores tiveram a epifania de utilizar um elemento que ainda não tinha sido usado: a chuva (?!). Esse pseudo filme de suspense e ação de 1998 traz Morgan Freeman como vilão tentando roubar o conteúdo de um caminhão forte protegido por Christian Slater durante chuvas torrenciais. Nada que uma toalha não resolva. Até mesmo o título original soa como paródia: Hard Rain (Chuva Pesada). Isso me faz lembrar da sátira de Mike Myers no MTV Movie Awards 1997 sobre o filme catástrofe “Granizo”. Um verdadeiro profeta.
Martin Short cismou que seria engraçado viver um garotinho pestinha. Chaves dá de dez a zero.
Na história do cinema já tivemos homens interpretando mulheres, mulheres interpretando homens, jovens interpretando velhos e vice versa. Aqui, neste filme de 1994, a ideia “de ouro” era transformar o humorista baixinho Martin Short (literalmente Martin Baixo) numa criança (?!!!), na pele do endiabrado Clifford (título original do longa). No filme, o indicado ao Globo de Ouro Charles Grodin e a vencedora do Oscar Mary Steenburgen são seus tios sofredores, que passam um mau bocado nas mãos desta pestinha (ou seria “peste bubônica”?). O que deu certo por anos para a popularidade do seriado Chaves (onde adultos também interpretavam crianças) foi devido à naturalidade da interpretação, deixando as piadas para o texto. Aqui, é como se a graça pretendesse sair do fato de Short estar interpretando um garoto – chamando atenção a todo instante para isso. Creio que Macaulay Culkin não estava disponível.
Um comediante sem graça numa trama muitas vezes reciclada. O que poderia sair errado?
Em 1998, no mesmo ano em que ganhávamos verdadeiras preciosidades da sétima arte como O Show de Truman, Cidade das Sombras e A Vida em Preto e Branco, uma atrocidade cinematográfica era cometida. E aqui, a ideia ruim não está no roteiro em si, já que o filme Um Chefe Muito Radical possui uma história tão batida que foi usada diversas vezes em todos os tipos de filmes e gêneros, sendo inclusive reaproveitada na comédia nacional Um Suburbano Sortudo (2016). É o velho clichê do sujeito amalucado que ganha uma oportunidade única na vida do dia para a noite se tornando presidente de uma grande e próspera empresa, só para virar tudo de cabeça para baixo com seu jeito – e no fim sobressaindo aos percalços. A ideia ruim aqui é escalar para o papel protagonista o comediante Carrot Top em seu primeiro e único filme no cinema. O ruivinho de cabelos desgrenhados fazia certo sucesso na época em seu stand up utilizando diversos objetos de cena que ele havia inventado para tirar humor. Assim, no filme, o mesmo se repete. E bem, a graça passa bem longe.
Schwarzenegger enganou Stallone para que fizesse esta bomba, e riu por último.
Essa é histórica. O astro Sylvester Stallone estará para sempre gravado em nossos corações como um dos mais marcantes numa época muito querida do cinema. Durante os anos 80 e 90, ele esteve no auge de sua carreira e no topo do mundo. Mas não estava sozinho. Havia uma pedra em seu sapato, chamada Arnold Schwarzenegger. Extremamente competitivos no período, os dois viviam se provocando para liderar os melhores filmes. Assim, o zoeiro Arnold resolveu pregar uma grande peça em seu “rival”, uma que ambos contam hoje em entrevistas dando boas risadas. Arnold teria sido oferecido o roteiro de Pare! Senão Mamãe Atira e achado uma boa m&#da! Mas não parou por aí, para provocar Stallone, ele mandou espalhar pela cidade (ou por fontes “quentes”) que estava louco para pegar o papel, e que se Stallone não quisesse, ele faria. Assim, Sly correu na frente, achando que estaria passando a perna em seu competidor, somente para perceber o quão ruim era a ideia de ter um policial durão sendo importunado o filme inteiro por sua mamãe sufocadora. O filme foi lançado em 1992, sob muitas risadas de Schwarzenegger.
Em ‘MegaTubarão‘, um submarino de águas profundas – parte de um programa internacional de observação subaquática – foi atacado por uma criatura gigantesca, que se pensava estar extinta. Agora, ele se encontra incapacitado no fundo da fossa mais profunda do Oceano Pacífico… com a tripulação presa dentro dele. Com o tempo se esgotando, o mergulhador especializado em resgates em águas profundas Jonas Taylor (Jason Statham) é recrutado por um visionário oceanógrafo chinês (Winston Chao), contra a vontade de sua filha Suyin (Li Bingbing), para salvar a tripulação – e o próprio oceano – desta ameaça incontrolável: um tubarão pré-histórico com mais de 20 metros de comprimento conhecido como Megalodon. O que ninguém poderia imaginar é que, anos antes, Taylor já havia encontrado esta mesma criatura aterrorizante. Agora, junto com Suyin, ele deve confrontar seus medos e arriscar sua própria vida para salvar todos os tripulantes… ficando frente a frente com o maior e mais poderoso predador de todos os tempos.
A AMC um novo clipe do penúltimo episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘.
Confira, com o trailer:
O 15º episódio, intitulado The Calm Before, será exibido no dia 24 de março.
Na trama do episódio, “A feira no Kingdom é um sucesso, com todas as quatro comunidades se juntando para celebrar pela primeira vez em anos. Enquanto alguns pactos são renovados, outros terão um preço muito alto a ser pago.”
O documentário ‘Robin’s Wish‘, que mostra os últimos dias do ator Robin Williams, ganhou o primeiro trailer.
Confira:
Tylor Norwood é responsável pela direção.
O documentário mostra a vida do ator Robin Williams e sua luta contra uma doença neurodegenerativa mortal. O projeto traz entrevistas com a viúva do astro, Susan Schneider Williams, assim como também seus amigos Shawn Levy, John R. Montgomery e David E. Kelley.
A produção será lançada direto em VOD no dia 1º de setembro.
Em entrevista ao Bloody Disgusting, o diretor Adam Wingard revelou uma inspiração inusitada em uma das sequências de morte mais violentas em ‘Godzilla vs. Kong‘.
“Uma das grandes referências que ninguém percebeu é quando o Kong mata o Nozuki. A morte foi inspirada pela da cena holográfica em ‘Jason X’, quando o Jason prende uma campista em um saco de dormir e o bate contra uma árvore.”
A cena que o cineasta se refere se passa na Terra Oca, quando o Kong envolve o Nozuki em sua própria asa e começa a batê-lo contra o chão, da mesma forma que o Jason havia feito com suas vítimas no filme.
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 24 de março.
Para quem não conhece, a trama acompanha Earnest “Earn” Marks (Glover), que vira o agente da carreira de súbito sucesso de seu primo. Porém, os dois discordam em diversos pontos sobre a divisão entre arte e entretenimento no hip-hop. Além disso, ele terá que lidar com a mãe de seu filho e com o colaborador do primo.
De acordo com o Deadline, ‘Top Gun: Maverick‘ conseguiu ultrapassar a arrecadação doméstica de ‘Pantera Negra‘ (US$700.4M), tornando-se a quinta maior bilheteria da história dos EUA.
Atualmente, o longa de Tom Cruise já arrecadou impressionantes US$ 700.8 milhões nas bilheterias norte-americanas. No mercado internacional, foram US$ 740.4 milhões.
Ao total, a produção já soma US$ 1.4 bilhão mundialmente. O montante representa a 12ª maior bilheteria global da história do cinema, superando sucessos como ‘Vingadores: A Era de Ultron‘, ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ e ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘.
Vale lembrar que o longa também representa a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise.
Confira a nossa crítica:
A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.
O novo terror cômico da Blumhouse, intitulado ‘Totally Killer‘, recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.
Estrelado por Kiernan Shipka (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), o longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta, linguagem, conteúdo sexual e uso de drogas/bebidas por adolescentes”.
Na trama…
A mãe de Jamie (Shipka), Pam (Julie Bowen), é aterrorizada pelo ressurgimento de um assassino mascarado que massacrou um grupo de adolescentes nos anos 80. Com a ajuda de sua amiga Amelia (Kelcey Mawema), ela viaja no tempo para 1987, lutando ao lado de uma versão adolescente sua mãe (Olivia Holt) para derrotar o serial killer de uma vez por todas.
Nahnatchka Khan (‘Meu Eterno Talvez’) será responsável pela direção.
O roteiro foi escrito por Jen D’Angelo, baseado em uma ideia original de David Matalon e Sasha Perl-Raver.
A CBS renovou oficialmente ‘FBI‘ e suas duas séries derivadas, ‘FBI: Most Wanted‘ e ‘FBI: International‘.
A série original foi renovada para mais três temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, o nono ciclo. Já ‘Most Wanted‘ e ‘International‘ foram renovadas para a sexta e quarta temporada, respectivamente.
Todas as produções retornarão com ciclos inéditos em 2024-25.
“As séries da franquia ‘FBI’ se tornaram uma força poderosa em nossa programação,” declarou Amy Reisenbach, presidente de entretenimento do canal. “Dick Wolf e os talentos de todas essas três séries continuam entregando narrativas cativantes, cenas de ação empolgantes e mistérios intrigantes que conquistaram uma fiel base de fãs através de múltiplas temporadas. Estamos ansiosos para ver o que as próximos ciclos reservam a todos esses personagens heroicos.”
Drama processual sobre o funcionamento interno do escritório do FBI em Nova York, trazendo todas as habilidades, inteligência e tecnologia alucinantes da repartição para manter Nova York e o país em segurança.
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