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Danny Masterson,de ‘The Ranch‘, é processado por estupro e pode pegar até 45 anos de prisão

O ator Danny Masterson foi formalmente acusado pelo estupro de três mulheres e pode pegar até 45 anos de prisão, caso seja condenado.

Os incidentes ocorreram alegadamente na casa do ator, e aconteceram separadamente entre 2001 e 2003. Uma tentativa de acordo está marcada para o dia 18 de setembro.

Dois outros casos contra Masterson envolvendo abuso sexual não foram processados, um por falta de evidências e o outro com base no prazo de prescrição do crime alegado.

Vale lembrar que o ator foi demitido da série ‘The Ranch‘, da Netflix, após as acusações de abuso sexual, e seu personagem foi morto off-screen em um estranho acidente de moto.

Sobre sua demissão, Masterson declarou: “Estou decepcionado com a decisão da Netflix. Desde o primeiro dia, eu neguei todas as acusações ao meu respeito. Eu nunca foi processado por um crime, muito menos condenado por um. Nesse país, somos inocentes até se que prove o contrário. No entanto, a situação atual parece que você é culpado desde o momento que é acusado.”

A investigação do caso foi reaberta em 2017. E o caso continua em andamento desde julho de 2018.

‘O Paraíso e a Serpente’: Série da Netflix sobre assassino mestre dos disfarces ganha trailer; Assista!

A Netflix divulgou o primeiro trailer da minissérie ‘O Paraíso e a Serpente‘ (The Serpent).

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 2 de abril.

A trama segue a surpreendente história real da vida  de Charles Sobhraj, um assassino, ladrão e mestre dos disfarces, que era uma sombra sinistra que marcou os anos 70 na Ásia.

O elenco conta com Tahar Rahim, Billy Howle, Jenna Coleman, Ellie Bamber e Mathilde Warnier.

10 grandes filmes de alguns astros do cinema que estiveram na CCXP 2022

No início de dezembro desse ano aconteceu em São Paulo a tão aguardada CCXP 2022 trazendo para o Brasil, entre outras atividades do universo pop, painéis espetaculares sobre algumas das maiores produções de cinema e séries. Muitos artistas também marcaram presença como: Jenna Ortega, Chloë Grace Moretz, Keanu Reeves, Hugh Grant, Zoe Saldana, Paul Rudd entre outros tantos nomes. Buscando esse gancho e trazendo dicas bem legais, segue abaixo 10 grandes filmes de alguns astros do cinema que estiveram na CCXP 2022:

 

A Vida Depois – (Jenna Ortega)

As consequências após a tragédia. Buscando retratar o período pós traumático de uma jovem de 16 anos após acontecimentos terríveis que presenciou em sua escola, A Vida Depois é um profundo drama sobre escolhas, descobertas e as inúmeras maneiras de passar por um trauma. A relação com os amigos, com a família, o medo, a ansiedade, as verdades do sentir ficam escondidas, presas dentro de uma jovem que enxergava tudo de forma diferente até o ocorrido. Escrito e dirigido pela cineasta canadense Megan Park, estreando em longas-metragens, protagonizado pela atriz Jenna Ortega.

 

As Trambiqueiras – (Kirby Howell-Baptiste)

Na trama, conhecemos a ex-atleta olímpica da marcha atlética Connie (Kristen Bell), uma mulher perto dos 40 anos, que após anos se dedicando a um esporte que poucos ligam, virou uma dona de casa. Ela é muito infeliz no casamento com o marido Rick (Joel McHale), um homem grosseiro que viaja pelos Estados Unidos pelo seu trabalho na receita federal. Connie só tem uma grande amiga, Jojo (Kirby Howell-Baptiste). Ambas são viciadas em conseguir cupons de desconto e essa satisfação que sentem acaba virando uma ideia de empresa quando elas descobrem brechas em vendas desses cupons de forma online, porém totalmente ilegal. Ganhando milhões, elas começam a criar suspeitas no analista de cupons Ken (Paul Walter Hauser) que se junta ao agente federal dos correios Simon (Vince Vaughn) para tentar parar a dupla de amigas.

 

John Wick – De Volta ao Jogo – (Keanu Reeves)

Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora! Seguindo os mandamentos de Buda e marcando a estreia dos cineastas Chad Stahelski e David Leitch como diretores principais de um longa-metragem, De Volta ao Jogo é um filme honesto no que se propõe: ser um filme de ação com ótimas sequências tendo uma cobertura considerável de clichês. Para assumir o papel do protagonista, Keanu Reeves, que encaixou como uma luva no papel.

 

A Vida Extraordinária de David Copperfield – (Gwendoline Christie)

A vida e sua trajetória: o que para alguns pode parecer até um conto de fadas! Não se engane, não tem nada de ilusionismo nas próximas palavras. Baseado no livro de Charles Dickens chamado David Copperfield, publicado em meados de 1850, The Personal History Of David Copperfield, dirigido pelo cineasta escocês Armando Iannucci é antes de mais nada uma metáfora muito inteligente por trás de toda a luta de classes diferentes, em um período antigo onde o mundo buscava seu desenvolvimento. Repleto de personagens excêntricos, com uma direção de arte impecável, a saga de David é muito dinâmica, não dá tempo para piscar. Há também um desfile de artistas competentes que formam um conjunto harmônico de grandes atuações.

 

Tudo por Justiça – (Zoe Saldana)

O foco central do filme é Russell (Christian Bale), o filho boa praça do paizão Rodney Baze (Bingo O’Malley). Um homem muito querido pela comunidade onde mora e que leva uma vida pacata trabalhando onde seu pai trabalhou e sonhando em construir uma família ao lado de sua namorada Lena (Zoe Saldana). Porém, tudo muda em sua vida quando, após pagar uma dívida de um integrante de sua família, se envolve em um terrível acidente de carro e vai parar na prisão. Após anos na cadeia, consegue sair em condicional e logo precisa enfrentar sérios problemas com a nova realidade que o aguarda, principalmente as enrascadas que seu irmão mais novo (Casey Affleck) provoca.

 

Se eu Ficar – (Chloë Grace Moretz)

Na trama, conhecemos a história de Mia Hall (Chloë Grace Moretz), uma jovem e talentosa musicista que vive uma vida feliz ao lado da família e do grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Tudo ia bem, até que um dia de muita neve na estrada, um terrível acidente acontece e desleais consequências catastróficas atingem em cheio essa jovem. Com uso de flashbacks, vamos conhecendo todos os grandes momentos da vida de Mia, até a hora da decisão final que ela precisa tomar.

 

Homem-Formiga – (Paul Rudd)

Na trama, conhecemos o recém saído da prisão Scott Lang (Paul Rudd), um engenheiro elétrico perito em roubos específicos e elaborados. Tentando recompor sua vida, tenta a todo custo voltar a poder visitar sua única filha Cassie. Certo dia, já no desespero de poder conseguir uma vida melhor, Scott rouba um traje de super-herói em uma casa. Mal sabia ele que tudo fazia parte de um plano organizado por Dr. Hank Pym (Michael Douglas), um homem com um passado de super-herói que agora precisa treinar um novo pupilo.

 

O Peso do Talento – (Pedro Pascal)

A crise de um egocêntrico. O criativo longa-metragem, dirigido por Tom Gormican, explora os caminhos da comédia debruçada em uma espécie de metalinguagem nos trazendo Nicolas Cage interpretando Nicolas Cage. Vamos acompanhando as loucuras do processo criativo, as excentricidades, diálogos impagáveis do Cage do presente com o Cage do passado, hilárias visões do mesmo sobre alguns de seus memes famosos, e, nesse museu de memórias, o público se delicia com referências à grandes clássicos da carreira do ator, como: A Outra Face, Despedida em las Vegas, A Rocha, Croods, O Capitão Corelli, Mandy, O Guarda-Costas e a Primeira Dama, Con Air, entre outros. Nicolas Cage nunca fez o público rir tanto numa cadeira de cinema.

 

Magnatas do Crime – (Hugh Grant)

Orçado em um pouco mais de 20 milhões de dólares, o filme conta a história de Michael Pearson (Matthew McConaughey) um engenhoso plantador e traficante de maconha milionário que resolve se aposentar dos negócios e deseja vender todo o império que construiu. Para isso faz uma oferta para um outro bandido, Matthew (Jeremy Strong). Só que a chegada de um outro personagem que está interessado no império de Michael mudará os rumos dessa história.

 

Vingança & Castigo – (Jonathan Majors)

Na trama, conhecemos Nat Love (Jonathan Majors) um jovem pistoleiro, procurado pela lei, que tem apenas um objetivo no seu momento de vida: eliminar o fora da lei Rufus (Idris Elba) e seu bando, já que o líder dos vilões acabara de ser solto de maneira curiosa fugindo de um trem. Aos poucos vamos entendendo as motivações de Nat, Rufus assassinou a sangue frio seu pai e sua mãe quando ele ainda era criança e ainda ficou com uma marca de cruz na testa. Contando com a ajuda de seu grande amor Mary (Zazie Beetz), o delegado Bass (Delroy Lindo), o jovem atirador Jim (RJ Cyler) e o experiente Bill (Edi Gathegi) ele parte em uma jornada mortal ao ponto de encontro em uma cidade dominada por Rufus e seu bando.

 

 

Festival do Rio 2013: O Verão da Minha Vida

FÉRIAS FRUSTRADAS DE VERÃO

Primeira incursão na direção da dupla Jim Rash e Nat Faxon, responsáveis pelo roteiro do sucesso Os Descendentes (2011). O Verão da Minha Vida mistura elementos de filmes como Pequena Miss Sunshine e Adventureland – Férias Frustradas de Verão. Do primeiro tira o clima, uma mistura de comédia e drama, e dois de seus atores, Steve Carell (O Incrível Mágico Burt Wonderstone) e Toni Collette (Hitchcock). E do segundo tira quase toda a trama de forma xerocada. Troque apenas um parque de diversões por um parque aquático, e as idades dos protagonistas, aqui ele é mais jovem.

O menino Liam James (2012) foi escolhido como o protagonista introspectivo Duncan, um menino de quatorze anos de idade, numa performance, bem, introspectiva. O personagem principal, muito identificável para a maioria dos meninos que passaram por essa fase, é levado para passar as férias de verão na casa de praia de seu padrasto (Carell), ao lado da mãe (Collette), e da filha do padrasto (Zoe Levin), uma patricinha. O jovem estaria renegado a um verão de vergonhas consecutivas ao lado da família (emprestada), não fosse pela descoberta de seu refúgio, o parque aquático Water Wiz, gerenciado pelo amalucado Owen, papel do sempre ótimo Sam Rockwell (Sete Psicopatas e um Shih Tzu).

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O sujeito de bom coração e sem grande compromisso com a seriedade e responsabilidade, é pura diversão, e se torna a tábua de salvação para o protagonista. A amizade entre os dois é realmente emocionante, e o grande ponto alto do filme. Sem nunca parecer forçado, mas honesto o tempo todo, Rockwell dispara seus diálogos como uma metralhadora, fazendo a maioria soar como grande improviso. Não que ele não estivesse sendo escoltado, afinal os roteiristas e diretores da obra estavam bem ao seu lado, também trabalhando como atores de seu núcleo. Nat Faxon é Roddy, o festeiro amigo do personagem de Rockwell, e é o vigia do tobogã que possui uma certa técnica na hora de liberar as meninas.

E Jim Rash vive o excêntrico e infeliz Lewis, personagem de quem todos tiram um sarro, e vive prometendo se demitir do local, e arranjar algo melhor. Fechando a equipe do parque temos Maya Rudolph, esposa na vida real do cineasta Paul Thomas Anderson, que vive o interesse amoroso do personagem de Rockwell. Embora faça uso de uma trama reciclada de produções melhores, como o citado Adventureland, O Verão da Minha Vida tem tudo para agradar. É honesto ao expor os sentimentos de jovens nessa fase da vida, e o faz com certa classe, sem precisar apelar. Esse sem dúvidas é um ponto a favor da dupla de diretores estreantes.

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Os atores estão em sua melhor forma. Além do grande brilho citado de Sam Rockwell, e do desempenho satisfatório em um personagem difícil do marinheiro de primeira viagem James; temos ainda os destaques de Allison Janney (Histórias Cruzadas), como uma vizinha com forte paixão pela bebida e pouco instinto materno, Toni Collette num papel também difícil e sofrido, e a gracinha AnnaSophia Robb, de 19 anos, que tem tudo para se tornar uma das atrizes mais belas de sua geração. De todos, no entanto, o trabalho que mais vale mencionar, é o desempenho inusitado do comediante Steve Carell.

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Em sua performance mais contida, e sem nenhum pingo de humor, Carell é de certa forma o antagonista do filme, ao menos para o protagonista. Um sujeito egocêntrico e cheio de si, disposto a ditar muitas regras, em nome de uma hipócrita tentativa de uma família perfeita. Facilmente, a maioria irá apontar a cena do grande confronto durante um churrasco noturno, como um dos momentos de maior destaque e emoção, dentro dessa agradável história de amadurecimento.

Esquadrão Suicida faz 6 ANOS | Por que o filme de David Ayer é tão ODIADO?

Esquadrão Suicida completou 6 anos hoje. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), o filme era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o recente O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Seis anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há seis anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há seis anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente foi chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, seis anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘Tell Me a Story’: Danielle Campbell entra para o elenco da nova série de Kevin Williamson

Segundo o Deadline, Danielle Campbell, mais conhecida pela sua participação em ‘The Originals‘, entrou para o elenco da nova série de Kevin Williamson (roteirista de ‘Pânico‘), ‘Tell me a Story‘.

Ela se junta a Kim Cattrall e Billy Magnussen, previamente confirmados.

A série trará clássicos contos de fadas reimaginados como suspenses psicológicos sombrios e distorcidos.

Ambientado na cidade de Nova York, nos dias atuais, a primeira temporada irá entrelaçar as tramas de “Os Três Porquinhos”, “Chapeuzinho Vermelho” e “João e Maria” em um conto épico e subversivo de amor, perdas, vingança e assassinato.

Tell me a Story‘ será exibida pela CBS All Access, e ainda não tem previsão de estreia.

‘The Hole in the Ground’: Velha sinistra é destaque no novo clipe do terror; Assista!

O terror ‘The Hole in the Ground‘ ganhou um novo clipe.

Confira, com o trailer:

Dirigido por Lee Cronin, o filme será lançado exclusivamente no DirecTV no dia 31 de janeiro, antes de ter uma estreia limitada nos cinemas americanos em 1º de março.

“Sarah e seu jovem filho, Chris, se mudam para uma nova casa na Irlanda, perto de uma floresta que esconde um enorme buraco. Uma noite, Chris desaparece, e, quando encontrado, ele parece estar perfeitamente bem. No entanto, enquanto seu comportamento vai se tornando cada vez mais perturbador, Sarah começa a temer que o garoto que retornou não é o seu filho.”

O elenco conta com Seána Kerslake, James Cosmo, Kati Outinen James Quinn Markey.

‘Little Monsters’: Comédia com zumbis ganha novas imagens sangrentas; Confira!

A comédia com zumbis ‘Little Monsters‘, estrelada por Lupita Nyong’o (‘Pantera Negra‘), ganhou novas imagens sangrentas.

Confira:

Sucesso entre os críticos, o longa já conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7,33/10 baseada em 46 reviews (por enquanto).

Confira algumas críticas:

Little Monsters pode não fazer jus aos filmes que o influenciaram, mas é uma produção razoavelmente satisfatória” – RogerEbert.com.

“O novo filme de Abe Forsythe é um presente” – AWJF Women on Film.

“[O filme] é uma comédia ácida fantástica trazendo performances perfeitas e um monte de risadas… E zumbis” – Horror Geek Life.

“Forsythe recheou cada minuto de Little Monsters com humor acessível, coração, e Lupita Nyong’o em um de seus papéis mais divertidos do ano” – IGN Movies.

“Uma comédia de zumbis que é sangrenta, gore o bastante e super divertida” – Film School Rejects.

Escrito e dirigido por Abe Forsythe, a premissa do longa é muito semelhante ao filme ‘Cooties: A Epidemia‘.

David (England), um músico rebelde, se oferece para acompanhar a viagem escolar de seu sobrinho, depois de se apaixonar pela professora, Caroline (Nyong’o). As intenções de Dave se complicam quando descobre que Caroline tem interesse em Teddy McGiggle (Gad). O que nenhum deles imaginava, no entanto, é um surto repentino de zumbis. Será que David conseguirá superar a situação e ter uma chance de ganhar o coração de Caroline, ou os zumbis chegarão lá primeiro?

O elenco também inclui  Josh Gad (‘A Bela e a Fera‘) e Alexander England (‘Alien: Covenant‘).

O longa será lançado nos cinemas do Reino Unido no dia 15 de novembro. No Brasil, segue sem previsão.

‘The Great’: Novo vídeo mostra os bastidores das belíssimas locações da série

Hulu divulgou um novo vídeo de bastidores da série The Great, mostrando os bastidores das belíssimas locações da série.

Confira:

Criado por Tony McNamara, o projeto focará na ascensão ao poder de Catarina II da Rússia e o seu relacionamento conturbado com o seu marido Peter, o imperador da Rússia.

Phoebe FoxAdam GodleyGwilym LeeCharity WakefieldDouglas Hodge e Sacha Dhawan completam o elenco.

Todos os episódios estão disponíveis na plataforma. No Brasil, a série foi lançada hoje (18), pela Starzplay.

‘Mortal Kombat’: Produtor elogia a atuação de Josh Lawson como o Kano

Em entrevista ao ComicBook, o produtor Todd Garner não poupou elogios ao ator Josh Lawson, que interpreta o Kano na nova adaptação de ‘Mortal Kombat‘, afirmando que o ator e sua energia foram perfeitos para o papel.

“[Josh Lawson, que interpreta o Kano,] é incrível. Ele é como uma cachorro sem coleira. Nós estávamos tipo: ‘Vá em frente, fale o que você quiser’. E ele diz algumas coisas insanas no filme. Ele é insano e é o cara perfeito para o papel, porque ele não está nem aí. E o Kano é conhecido por isso. Foi incrível tê-lo no filme e a Jess [NcNamee] também está incrível. Eles nunca tinham feito esse tipo de coisa anteriormente.”

Ele completa, “É como jogar com o Michael Jordan. Ele eleva o nível de todo mundo.”

Vale lembrar que o trailer de ‘Mortal Kombat‘ bateu um recorde de visualizações para um trailer Red Band (para maiores).

O vídeo atingiu 116 milhões de visualizações em sua primeira semana, tornando-se a maior audiência de um trailer para maiores de todos os tempos, superando a marca dos trailers de ‘Logan‘ e ‘Deadpool 2‘.

O trailer do filme dirigido por Simon McQuoid foi uma Trending Topic em 52 mercados no YouTube e 28 mercados no Twitter.

O vídeo ainda teve 98% de aprovação do público.

Em seu Twitter oficial, o astro Ludi Lin divulgou um novo vídeo em que o elenco protagonista de Mortal Kombat reage ao recente primeiro trailer.

Confira:

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Ótimos trabalhos de alguns dos ASTROS de ‘1899’ no cinema e nas séries

Um dos mais badalados seriados lançados em 2022, 1899 explora conceitos filosóficos, bebendo um pouco da fonte de Alice no País das Maravilhas e esbarrando em reflexões vistas no filme A Origem, dentro de uma busca pelo que seriam as falhas da natureza humana, todas as escolhas que de alguma forma são dominadas pelas emoções. Esse quebra-cabeça criado pela dupla Baran bo Odar e Jantje Friese (mesmos criadores do sucesso Dark) é instigante, aguçando nossa curiosidade a todo instante.

Um dos fatos que chamam a atenção nesse projeto é a quantidade de artistas (de diferentes países) que fazem parte do núcleo principal da trama. Todos eles contribuem muito para que fiquemos com os olhos grudados nos mistérios apresentados nessa surpreendente história. Para vocês conhecerem um pouco mais dos artistas envolvidos nesse seriado, segue abaixo Ótimos trabalhos dos ASTROS de ‘1899’ no cinema e nas séries:

 

Emily Beecham (Maura Franklin)

A grande protagonista dessa história é interpretada pela atriz Emily Beecham. Nascida no subúrbio de Wythenshawe, em Manchester, na Inglaterra, se formou na London Academy of Music and Dramatic Art (LAMDA). Ao longo da carreira, que já tem cerca de 50 trabalhos no currículo, participou de seriados e fez participações em vários filmes. O grande destaque vai para sua atuação no longa-metragem Little Joe que rendeu a Emily o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes em 2019.

 

Aneurin Barnard (Daniel Solace)

Nascido em Bridgend, no País de Gales, no final da década de 80, Aneurin estudou na Royal Welsh College of Music & Drama (Faculdade que fica em Cardiff, no País de Gales). Ele começou cedo na carreia e já aos 16 anos estrelou um seriado chamado Jacob’s Ladder. No teatro, interpretou o famoso personagem Melchior, na montagem londrina do famoso musical Spring Awakening (O Despertar da Primavera), papel que lhe rendeu o prêmio Laurence Olivier (o mais emblemático prêmio do teatro britânico). Entre outras participações no cinema, ele esteve no elenco de Dunkirk de Christopher Nolan.

 

Andreas Pietschmann (Eyk Larsen)

Andreas quase foi jogador de futebol, inclusive era da categoria de base de um clube alemão. Ele passou a se envolver com o universo das artes logo após prestar o serviço militar. Estudou na Schauspielschule Bochum e começou pelo teatro, depois embarcou em projetos audiovisuais alemães na televisão e no cinema. Ficou mundialmente conhecido pelo seu importante papel no seriado da Netflix, Dark.

 

Miguel Bernardeau (Ángel)

Filho de um produtor de televisão e uma atriz, Miguel nasceu em Valência, na Espanha. Ele estudou artes dramáticas nos Estados Unidos. Já com algumas participações em projetos no mundo do cinema e das séries, é conhecido pelo seu papel no seriado de sucesso da Netflix, Elite.

 

Gabby Wong (Yuk Je)

Nascida em Hong Kong, Gabby estudava política na faculdade quando resolveu embarcar no universo das artes. Ela estudou na The Italia Conti Academy of Theatre Arts, um conservatório de artes cênicas com sede em Woking, Inglaterra. Desde de 2008 participa de projetos audiovisuais. Entre os destaques, ela tem uma participação no filme Rogue One: Uma História Star Wars.

 

Yann Gael (Jérome)

Nascido em Garoua, em Camarões, Yann estudou na French National Academy of Drama. Antes de 1899, ele teve dois papéis de destaques em outros seriados, The French Dream (2017) e Sakho & Mangane (2019). No mundo do cinema, seu último filme, Saloum (2021), estrou recentemente no Festival de Cinema de Toronto.

 

Mathilde Ollivier (Clémence)

Atriz e produtora, Mathilde nasceu e foi criada em Montparnasse, um bairro de Paris. Ela estudou teatro e dança no Conservatório de Paris e depois na Paris International Academy of Dance. No cinema, já esteve no elenco do filme de J. J. Abrams, Overlord. Ela também é produtora, em 2018 produziu o documentário Upright Women sobre a situação das mulheres em Burkina Faso escravizadas e forçadas ao casamento.

 

Jonas Bloquet (Lucien)

Nascido no início da década de 90 em Bruxelas, na Bélgica, Jonas atua desde 2009, no cinema, no teatro. Ele também já dirigiu três curtas-metragens. Esteve recentemente no elenco do filme A Freira e participou do filme Elle do excelente cineasta holandês Paul Verhoeven.

 

Rosalie Craig (Virginia Wilson)

Nascida em Nottingham, Inglaterra, Rosalie se formou no Rose Bruford College depois ingressou na Royal Shakespeare Company. Com uma carreira de sucesso no teatro, já interpretou Arwen na adaptação para os palcos de O Senhor dos Anéis. Por seu papel na peça The Light Princess, ela foi indicada ao prêmio Laurence Olivier. Recentemente teve uma participação no seriado O Gambito da Rainha.

 

Maciej Musial (Olek)

Filho de um ator e uma atriz, Maciej nasceu na capital da Polônia, Varsóvia. Ele começou sua carreira em uma novela da televisão polonesa. Mais tarde, estudou Filosofia na Universidade de Varsóvia. Entre alguns trabalhos no cinema, ele começou a co-apresentar o conhecido programa The Voice na Polônia. Ele também aparece em dois episódios do seriado The Witcher no papel de Sir Lazlo. Ano passado conseguiu seu mestrado em artes pela Akademie der Theaterkünste St. Wyspiański in Krakau, uma escola de teatro com sede em Cracóvia.

 

Clara Rosager (Tove)

Atriz nascida na Dinamarca, ela iniciou a carreira em 2016. Clara já tem 14 trabalhos no currículo incluindo participações em 12 episódios do seriado da Netflix, The Rain, e no filme blockbuster Morbius.

 

Lucas Lynggaard Tønnesen (Krester)

O dinamarquês Lucas Lynggaard Tønnesen, de 22 anos, em seu papel mais conhecido, foi o protagonista do seriado europeu The Rain. No cinema já esteve em três longas-metragens. Ele começou a carreira bem cedo no teatro após seus pais o matricularam em uma escola de canto em Copenhague.

 

Maria Erwolter (Iben)

Já com mais de 20 trabalhos no currículos, entre seriados, curtas e longas-metragens. Essa talentosa dinamarquesa de 45 anos estreou no mundo do cinema no longa-metragem Pusher II, dirigida por Nicolas Winding Refn.

 

Isaak Dentler (Franz)

O ator, dublador e diretor de teatro Isaak Dentler inclusive participou de um episódio da série Dark, nasceu na cidade de Ulm, na Alemanha. Entre alguns trabalhos nos cinemas e no mundo das séries, é também professor freelancer na Universidade de Música e Artes Cênicas de Frankfurt.

 

José Pimentão (Ramiro)

Ator português, nascido em Lisboa, José Pimentão começou a carreira em 2014. Ele já tem alguns curtas, longas e seriado no currículo. 1899 é seu primeiro trabalho internacional.

Festival do Rio 2013: O Mordomo da Casa Branca

FOREST… WHITAKER – O MORDOMO DA HISTÓRIA

Levemente inspirado na vida real de Eugene Allen, O Mordomo da Casa Branca traz o vencedor do Oscar Forest Whitaker em busca de mais uma indicação na pele de Cecil Gaines. O personagem é o mordomo do título. Nascido numa plantação de algodão, o protagonista ainda menino viu seu pai ser assassinado por um homem branco, e sua mãe ficar louca. O elenco da obra é um dos maiores já apresentados, não só nesse ano, mas em qualquer outro. Logo nessa cena inicial da infância do protagonista temos a participação de gente como a veterana Vanessa Redgrave (Anônimos), do novato Alex Pettyfer (Magic Mike), e dos cantores Mariah Carey (Preciosa) e David Banner.

Depois de uma breve educação dada pela senhoria da casa (Redgrave), o protagonista foge, e completa seus ensinamentos em servidão com o primeiro homem a realmente lhe estender a mão, e lhe dar um emprego, papel de Clarence Williams III (O Gângster). Já como um mordomo estabelecido num luxuoso hotel, Cecil é um mestre absoluto em submissão, e dessa forma sustenta a sua família, a esposa vivida pela apresentadora Oprah Winfrey e os dois filhos pequenos. Esse é o primeiro papel de Oprah, uma das mulheres mais poderosas e influentes da América do Norte, que começou a carreira como atriz, em 15 anos.

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Oprah interpreta a problemática mulher do protagonista, que se sente renegada pelo marido em nome do trabalho, mesmo compreendendo que dessa forma ele pode oferecer-lhes uma vida melhor. O protagonista recebe uma ligação para trabalhar na Casa Branca, e por lá fica durante a presidência de muitas importantes figuras da história recente americana. Da década de 1950, com o governo do presidente Dwight D. Einsenhower (vivido pelo ator Robin Williams) até o fim da década de 1980, com o governo Reagan (Alan Rickman, de Um Golpe Perfeito), Cecil Gaines esteve presente observando de perto, e muitas vezes servindo como ombro para confissões.

Dentre o vasto elenco, temos o desfile de presidentes com, além dos citados, John Cusack (Obsessão) como Nixon, James Marsden (Dose Dupla) como Kennedy, e Liev Schreiber (Fading Gigolo) como Lyndon Johnson; Gerald Ford aparece apenas como imagem de arquivo, e Jimmy Carter não é citado. Além do grandioso elenco ser um forte atrativo para O Mordomo da Casa Branca, a estrutura do filme funciona um pouco como a de Forrest Gump, na qual um homem comum passa por alguns dos maiores eventos da história americana recente, muito de perto, participando e interagindo com eles. Mas ao contrário do filme de Robert Zemeckis, essa obra possui um teor mais dramático, amargo, e ao mesmo tempo triunfante.

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O Mordomo da Casa Branca é o novo filme do diretor Lee Daniels, que em 2009 tomou o mundo do cinema de assalto com Preciosa, produção indicada para seis prêmios no Oscar, incluindo melhor filme, e vencedora de dois. Caminho esse que O Mordomo da Casa Branca deve seguir de perto, já que é cotado desde seu lançamento como forte candidato para indicações. Embora manipulativo e como dizem “isca de Oscar”, a nova obra de Daniels consegue superar produções recentes indicadas ao prêmio máximo, como Cavalo de Guerra e Tão Forte e Tão Perto, simplesmente por sua importância histórica e social.

Assim como os últimos filmes do diretor (incluindo Obsessão, que faz parte do Festival do Rio 2013 também), O Mordomo da Casa Branca tem como tema central toda a transformação social que afrodescendentes passaram na América, culminando com a segregação racial da década de 1960, até finalmente Barack Obama tomar posse como o presidente em 2009. Parte desse aspecto é trazido por uma das melhores coisas da obra, o ator David Oyelowo, que interpreta o filho do protagonista, disposto a participar de forma mais ativa para a mudança, e que serve de contraponto perfeito para a submissão de seu pai. Fato que os coloca durante quase uma vida em confronto.

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O Mordomo da Casa Branca pode não ser o melhor filme do ano, mas é um dos mais corretos, e não desaponta. Garantido de agradar a gregos e troianos. Embora tais elogios possam guiar de forma errada algumas pessoas, é seguro dizer que o filme possui muito mais a oferecer além de sua fórmula pouco original. São ideias por trás de um conceito. Pontos de vistas bem formulados e prontos para serem discutidos, por visões de vida diferentes. Com atuações eficientes que são a cereja no topo do bolo. Não é original ou muito criativo, mas serve para ensinar, educar e edificar. Missão de bons filmes também.

Nostalgia! As Comédias Mais ATERRORIZANTES dos Anos 80; Você lembra?

A comédia e o terror são dois gêneros do cinema que à primeira vista não possuem muito em comum. É o que grande parte do público pode achar. A comédia é um gênero extremamente popular com as massas, que ainda consegue arrastar multidões com a premissa de esquecer os problemas do cotidiano e simplesmente se divertir. Já o terror se define melhor como o gênero cult do cinema, recomendado aos fãs, digamos, de gosto peculiar, mas que ao longo dos anos conquistou também o público geral com obras de qualidade. Embora definitivamente siga como um gênero não recomendado para todos – ao contrário de seu colega de matéria, a comédia. Agora, o que esses dois tipos de filme podem possuir em comum? A verdade é que a mistura dos dois podem render um produto extremamente saboroso.

Em uma matéria recente, eu abordei aqui no CinePOP os filmes paródia que tiravam sarro do gênero terror – em especial do subgênero slasher, que vinha fazendo muito sucesso no início dos anos 80. Mas nesta nova matéria a abordagem será outra. Aqui, focaremos em outra vertente apresentada durante a citada década, de filmes de comédia que baseavam suas tramas em elementos de terror, em geral tendo algo de sobrenatural, fossem fantasmas, vampiros, bruxas, o diabo, ou simplesmente assassinos. É claro que nem tudo virou sucesso e alguns se tornaram verdadeiramente obscuros. Outros, encontraram seu público anos depois, se tornando obras cult. Confira abaixo e venha viver essa nostalgia.

Leia também: Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

Meus Vizinhos São um Terror

Tão popular quanto Os Fantasmas se Divertem para a geração dos anos 80, este veículo para o astro Tom Hanks foi perdendo sua força com as novas gerações. Isso porque o nome do diretor Tim Burton continuou em alta com o passar das décadas, ao contrário do de Joe Dante – o diretor aqui. Mas ainda posso lembrar de assistir tanto este quanto o item acima pela primeira vez em suas exibições na Tela Quente e ambos possuem um teor similar, apostando no “medo” de mentirinha em suas tramas cômicas. Aqui, Hanks vive um pacato morador dos subúrbios americanos que, ao lado de seus excêntricos vizinhos, começa a desconfiar que os novos moradores da vizinhança sejam assassinos em série adoradores do diabo. O filme foi lançado em 1989.

As Bruxas de Eastwick

Igualmente bastante popular nos anos 80 e 90, esse longa divertidíssimo de 1987, do diretor George Miller (da franquia Mad Max), baseado num livro, foi caindo no esquecimento com o passar das décadas, sem que muitos jovens cinéfilos falem nele hoje em dia, ou quem sabe sequer o conheçam. O elenco é um dos melhores da década, com as presenças de Jack Nicholson, Cher, Susan Sarandon e Michelle Pfeiffer. O trio de mulheres vive três solteironas de uma pequena cidade que sonham com a chegada do homem perfeito – sem querer elas terminam o evocando. Ele chega nas formas de Jack Nicholson e as seduz, todas. Aos poucos elas vão recebendo dons sobrenaturais e entendendo quem é o sujeito é de verdade. A ideia foi levada às telinhas duas vezes, num piloto em 2002 que sequer se tornou uma série, e num programa de 2009, que terminou cancelado após sua primeira temporada.

Elvira: A Rainha das Trevas

Comédia de 1988, a ideia aqui foi pegar carona na figura exótica e assustadora da personagem título, Elvira, personificada pela atriz Cassandra Peterson. Elvira é uma figura muito associada ao terror, em especial nos EUA – isso porque ela tinha um programa de TV chamado Movie Macabre, muito popular nos anos 80, que durou de 1981 a 1986. Assim, dois anos depois do encerramento de seu programa, Elvira ganhava um longa-metragem na forma de superprodução nos cinemas para chamar de seu. A história apresenta Elvira herdando uma mansão assombrada numa pequena cidade americana e mudando a vida dos cidadãos do local com seu jeito extrovertido e excêntrico. Em 2001, chegava a tão aguardada sequência, com As Loucas Aventuras de Elvira, sem o mesmo impacto.

Os Sete Suspeitos

Neste filme de 1985, temos todos os elementos que constituem as bases do cinema de suspense, bem típico de clássicos como as obras de Agatha Christie, por exemplo. Vejam essa premissa: diversos personagens excêntricos e que não se conhecem são convidados para um jantar numa mansão muito suspeita. Quando um deles é assassinado, qualquer outro pode ser o culpado. Este seria um thriller assustador como outro qualquer, a não ser por dois fatores. O primeiro é se tratar de uma insana comédia. O outro é que se trata do filme que adapta para as telonas o jogo de tabuleiro homônimo (no título original) Clue – no Brasil conhecido como Detetive. No elenco, os rostos mais conhecidos são os de Tim Curry e Christopher Lloyd. Embora não tenha sido um sucesso em sua estreia nos anos 80, o longa ressurgiu como cult nos anos seguintes.

 

Os Fantasmas se Divertem

Não poderíamos começar a lista de outra forma. O mais popular das “comédias de terror” é esse filme de 1988, que marcou o primeiro grande sucesso do diretor Tim Burton e o que alçou sua carreira a voos ainda maiores, como o primeiro Batman (1989). Com título original Beetlejuice, o nome do personagem de Michael Keaton no filme, o longa mostra um casal (Geena Davis e Alec Baldwin) de interioranos morrendo num acidente de carro e tendo seus espíritos aprisionados na casa que tanto adoravam. O problema é quando os novos proprietários, artistas de Nova York moderninhos, chegam no local. Os antigos moradores logo convocam a ajuda de um espírito traiçoeiro (Keaton) ao mesmo tempo em que fazem amizade com a filha da família (Winona Ryder). Beetlejuice é um dos filmes dos anos 80 mais queridos que nunca ganhou continuação – mas uma vem sendo anunciada há certo tempo, sem nada de concreto.

Transilvânia – Um Hotel do Outro Lado do Mundo

Hoje, um muso excêntrico da cultura pop, o veterano Jeff Goldblum já fez de tudo um pouco em sua carreira – e em breve retornará num dos papeis mais marcantes de sua filmografia: Ian Malcolm em Jurassic World – Domínio. Voltando para esse filme de 1985, Goldblum e Ed Begley Jr. interpretam dois jornalistas de um tabloide enviados para a Transilvânia a fim de descobrir se um boato sobre o monstro de Frankenstein é verdadeiro. No local, além do monstro, eles encontram um cientista louco, um lobisomem, um mordomo sinistro e uma vampira para lá de sexy e tarada (papel de Geena Davis).

Lua de Mel Assombrada

Gene Wilder foi um verdadeiro mestre da comédia, participando de diversos filmes icônicos como Primavera para Hitler, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Jovem Frankenstein, A Dama de Vermelho e Cegos, Surdos e Loucos. Aqui, o humorista, que também era diretor de cinema e roteirista, resolve embarcar na brincadeira das comédias de terror, ao desenvolver a história e comandar este longa. No filme de 1986, ele contracena com sua esposa da vida real, a também humorista Gilda Radner. A dupla interpreta um casal recém-casado, que vai passar a lua de mel numa mansão de família. No local, estranhos acontecimentos começam a assustá-los – mas tudo é parte de um tratamento bolado por seu psicólogo. Ou será?

 

Procura-se Rapaz Virgem

O astro Jim Carrey voltou as boas com o sucesso, apostando em filmes para a criançada, com Sonic – O Filme (2020) e Sonic 2 (2022), nos quais interpreta o vilão Dr. Robotinik. Apesar da nova onda de boas bilheterias, o astro canadense dos anos 90 está anunciando sua aposentadoria. Infelizmente. Voltando para 1985, Carrey ainda não tinha a fama que viria a fazer após o sucesso de O Máskara em 1994, mas protagonizava essa comédia sensual com a temática de vampiros. Na trama, Carrey interpreta um jovem nerd sem sorte com as garotas, que ainda é virgem. Até que ele conhece e se envolve com uma bela mulher mais velha, papel da veterana Lauren Hutton, e os dois iniciam um relacionamento. Ele só não sabe se tratar de uma Condessa Vampira em busca do sangue de virgem para poder ficar viva.

Vamp: O Filme

Terminando a lista, temos outra produção de 1986, com temática de vampiros. Antes da famosa novela da Globo utilizar o mesmo título, esse filme veio antes. Precedendo também o filme de Tarantino e Rodriguez, Um Drink no Inferno (1996), aqui temos uma história que também conta sobre um bar barra-pesada, repleto de criaturas da noite. Na trama, dois amigos de faculdade procuram uma stripper para um evento – e terminam chegando até o local indicado por um sujeito misterioso. Porém, logo terão vampiros (e vampiras principalmente) em seu encalço. O destaque do filme fica com Grace Jones no papel da vampira Katrina.

 

Com Fantasmas Não se Brinca

Lançado no mesmo ano de Beetlejuice, em 1988, essa foi outra comédia de terror que utiliza uma trama similar e até mesmo efeitos bem parecidos com o filme de Tim Burton – podendo ser considerado seu gêmeo. Apesar disso não ficaria tão famoso ou conhecido quanto o citado. Pelo contrário, caindo por completo no anonimato. Na trama, o veterano Peter O’Toole vive o dono de um hotel que, para aumentar o número de hóspedes e a curiosidade, começar a fazer propaganda sobre o estabelecimento ser assombrado. E assim, fantasmas de verdade começam a aparecer no local, como a personagem de Daryl Hannah – que termina por se apaixonar pelo protagonista vivido por Steve Guttenberg, astro da franquia Loucademia de Polícia. Curiosamente, o filme é escrito e dirigido por Neil Jordan.

‘Halloween’: Reboot ganha novo clipe com Jamie Lee Curtis; Vem ver!

O aguardado novoHalloween ganhou um novo clipe, mostrando a icônica Laurie Strode se preparando para o seu encontro com o Michael. Confira:

O lançamento do trailer completo acontecerá esta sexta-feira (08).

O filme também teve sua trama divulgada:

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’), Dylan Arnold (‘Mudbound’), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’), Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

Episódios finais de ‘Shadowhunters’ ganham trailer completo; Assista!

Freeform divulgou o primeiro trailer dos episódios finais de ‘Shadowhunters‘.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 25 de fevereiro.

TV Line divulgou algumas fotografias dos últimos dias de filmagens de ‘Shadowhunters. Confira a galeria:

Dois episódios extras foram encomendados para os roteiristas conseguirem encerrar a trama de forma digna.

‘Fronteiras do Universo’: Série baseada em ‘A Bússola de Ouro’ ganha novo trailer ÉPICO

A HBO divulgou um novo trailer da série ‘Fronteiras do Universo‘ (His Dark Materials).

Confira:

A produção chega ao Reino Unido em 03 de novembro e estará disponível em todo o mundo no dia seguinte.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma orfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um dimon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.

Sereia quer vingança no trailer LEGENDADO do terror ‘A Maldição da Sereia’; Assista!

O terror ‘A Maldição da Sereia‘ ganhou um trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Jeffrey Grellman.

Dois marinheiros acreditam que há sereias no mar e embarcam em aventura para encontrar uma. Eles pegam um peixe grande, mas o peixe arrasta consigo um deles para o mar. O sobrevivente finalmente captura o ser e descobre ser uma sereia. Perto dali, um cientista testemunha tudo e decide invadir o barco para roubar a criatura. Ao chegar no barco, descobre que o pescador que ficou mutilou a sereia, separando a cauda do resto do corpo. O cientista então leva a sereia para o hospício em que ele trabalha e lá ela se recupera, mas ninguém crê em sua história… Até que o monstro dentro dela desperta!

Alexandra Bokova, Phillip Andre Botello Megan Therese Rippey estrelam a produção.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘Halloween Kills’: Atriz afirma que Michael Myers buscará vingança no novo filme

Em entrevista ao Bloody Disgusting, a atriz Andi Matichak, que interpreta a neta da Laurie Strode nos novos filmes da franquia ‘Halloween‘, afirmou que o Michael Myers buscará vingança na sequência ‘Halloween Kills: O Terror Continua‘.

“Acho que os fãs ficarão muito satisfeitos com a sequência. O novo filme será grandioso e tenso. Eu acho que a Laurie, Allyson e a Karen irritaram um pouco o Michael ao trancá-lo no porão e sua vingança será outro nível.”

Ela completa, “[Os adiamentos] são decepcionantes porque todos querem que o filme seja lançado. Todos estavam muito ansiosos para conferir o resultado final. Mas, no final do dia, uma das melhores experiências em filmes de terror são assisti-los nos cinemas – você precisa ouvir a trilha sonora do John Carpenter nas telonas. Esse filme merece ser visto nos cinemas.”

Anteriormente, John Carpenter havia revelado que há chances da sequência ser lançada direto no streaming, por causa da crise na indústria cinematográfica causada pela pandemia de COVID.

“‘Halloween Kills’ pode acabar sendo lançado no streaming porque os cinemas estão mortos. Essa é a realidade atualmente. É uma tragédia, mas é verdade. Nós temos que encará-la. O estúdio entrou em contato com comigo e com o David [Gordon Green] para adiar o lançamento em um ano na esperança que as coisas melhorassem. Então, nós ainda estamos esperando pelo melhor.”

Anteriormente, Carpenter havia falado sobre a sequência e garantiu ao público que a produção é brilhante: “É brilhante. É o ápice do slasher. Digo, não existe mais do que isso. Uau! Cara.”

Halloween Kills: O Terror Continua‘ terá alta classificação etária, e poderá ser assistida apenas por maiores de idade ou menores acompanhados por um responsável.

O terror foi classificado por “forte violência sangrenta, imagens macabras, linguagem e uso de drogas”.

O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021.

O terceiro filme foi adiado para Outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

David Gordon Green, responsável pelo reboot de 2018, retorna à direção.

Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

Sucesso de público e crítica, o reboot de ‘Halloween‘ arrecadou US$ 255.4 milhões mundialmente, alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

10 Filmes sobre Relacionamentos entre Médicos e Pacientes

Em busca de melhores dias, desenvolvimento positivo de conflitos (ou tramas, físicos e psicológicos) do cotidiano, há uma importância muito grande no elo que é criado entre médicos e pacientes. Nessa matéria, a palavra ‘relacionamento’ não é puxado na linha do amor, é um paralelo com estrada vivida por médicos e pacientes dentro de inúmeros recortes que em alguns casos podem encostar nas questões éticas da profissão. Abaixo, segue sugestões de filmes para quem se interessa pelo assunto:

 

A Máfia no Divã

Dirigido pelo ator e cineasta Harold Ramis, a comédia de sucesso A Máfia no Divã conta a história de um chefão da máfia que após algumas crises de ansiedade resolve procurar um psiquiatra que tem sua vida completamente alterada com a chegada desse novo paciente.

 

Até o Último Homem

Na trama, ambientada na década de 40, conhecemos o carismático Desmond Doss (Andrew Garfield), um jovem que fora criado no interior dos Estados Unidos junto com seu irmão Hal, sua mãe e seu conturbado pai. Após apaixonar-se por uma linda enfermeira chamada Dorothy Schutte (Teresa Palmer), Desmond resolve se alistar no exército norte americano para lutar na segunda guerra mundial por achar que é seu dever. Cheio de princípios e invocando leis que poucas pessoas conheciam ele quer se manter no exército mas sem tocar em nenhuma arma, fazendo parte do corpo de médicos para ajudar nas batalhas quando preciso. Isso causa uma grande confusão com seus superiores, o Capitão Glover (Sam Worthington) e Sargento Howell (Vince Vaughn) que fazem de tudo para ele desistir. Só que a fé é gigante para esse jovem e mesmo indo a corte marcial consegue os direitos de ir pro campo de batalha totalmente desarmado e assim irá enfrentar os horrores da guerra tentando mostrar seu valor.

 

O Bom Doutor

As inconsequências sobre os limites da ética. Milagres de natal ou irresponsabilidades médica? Passado praticamente durante uma noite bastante alucinante, O Bom Doutor, longa-metragem francês, nos mostra dois mundos completamente diferentes que se encontram de maneira inusitada, um médico rabugento e já com preguiça da profissão que atende à domicílio e um ingênuo jovem entregador de encomendas que quase nunca pensa sobre seu futuro. A partir desse encontro, várias linhas reflexivas são geradas, dentro do ponto de vista do não médico e das irresponsabilidades do que possui a licença para medicar. Os contrapontos dos absurdos se mesclam entre o improvável e o aceitável nessa comédia feita pra rir que tem no elenco o comediante e Youtuber Hakim Jemili e o veterano ator Michel Blanc. Quem assina a direção é Tristan Séguéla.

 

Augustine

Ambientado no final do século XIX, Augustine mostra a vida e os difíceis estudos do professor Charcot (Vincent Lindon), que trabalha no prestigiado Hospital Pitié-Salpêtriere. Dedicando a vida a resolver os problemas duvidosos da medicina, acompanhamos seu mais novo estudo, a histeria.

 

Um Golpe do Destino

Em 1991 chegou aos cinemas de vários lugares do mundo o longa-metragem Um Golpe do Destino. Dirigido pela cineasta Randa Haines e protagonizado pelo incrível ator William Hurt (que recentemente nos deixou) o filme nos mostra a história de um renomado médico, completamente egocêntrico, que começa a ter mais empatia por seus pacientes quando é diagnosticado com uma horrível doença.

 

As Linhas Tortas de Deus

Quando nada é o que parece ser. Despretenciosamente chegou no catálogo da Netflix nesses últimos dias um suspense espanhol que por meio de uma narrativa pra lá de detalhista consegue transformar em um espetáculo cinematográfico as minuciosas linhas de uma obra (Los Renglones Torcidos de Dios) de 409 páginas, escrita em 1979 pelo jornalista Torcuato Luca de Tena, que entre outros pontos desossa as esquinas umbrosas da mente humana de forma a manter nossa atenção por quase três horas de projeção. Dirigido pelo excelente cineasta espanhol Oriol Paulo, que já conquistara a atenção dos cinéfilos em outros dois filmes misteriosos que também estiveram no catálogo da Netflix (Um Contratempo e Depois da Tormenta), As Linhas Tortas de Deus é uma jornada hipnotizante, que requer muita atenção do espectador, onde cada um pode interpretar de forma diferente seu desfecho arrepiante.

 

Sibyl

Na trama, conhecemos a psicóloga Sibyl (Virginie Efira) uma mulher que sempre teve dificuldades em lidar com sua família, seu presente a faz constantemente refletir sobre pedaços de sua trajetória chegando a uma auto análise até certo ponto bastante profunda, fatos que divide nas consultas com o seu próprio terapeuta. Luta contra o alcoolismo, inclusive, frequentando constantemente um grupo de ajuda. Para se concentrar no próximo projeto de sua vida, escrever um romance, acaba tendo que abandonar mais de 20 pacientes, alguns inclusive que já acompanhava fazia anos. Mas nesse processo, o telefone toca e do outro lado da linha é Margot (Adèle Exarchopoulos) uma jovem atriz que está desesperada: grávida de 2 meses de um ator de cinema famoso e ainda casado com a diretora do novo filme que está rodando. A psicóloga então percebe que a história é tudo que procurava para criar o universo do seu livro, assim resolve ajudar a jovem mas sempre gravando todas as consultas.

 

4 Konige

Na trama, acompanhamos Alex (Paula Beer), Lara (Jella Haase), Timo (Jannis Niewöhner) e Fedja (Moritz Leu), quatro jovens que se internaram em uma clínica em busca de melhoras nos seus quadros emocionais. O psiquiatra Dr. Wolff (Clemens Schick) busca ajuda-los de todas as formas e inclusive propõe que eles passem o natal juntos. Assim, aos poucos, vamos descobrindo os motivos de cada um deles estar ali e a busca constante de todos por uma melhora.

 

Nise: O Coração da Loucura

Disponível no catálogo da Star Plus e também da HBO Max, o longa-metragem brasileiro Nise: O Coração da Loucura, que conta com uma atuação fabulosa de Gloria Pires, nos leva para décadas atrás, mais precisamente nos anos 50, onde conhecemos uma psiquiatra que inicia novas maneiras de lidar com seus pacientes. Nise da Silveira foi a pioneira da terapia ocupacional no Brasil.

 

Patch Adams

Baseado no livro A Terapia do Amor, assinado por Patch Adams e Maureen Mylander, esse longa-metragem é emocionante do seu início ao fim. Contando a saga de um homem que após traumas vai para a faculdade de medicina e se forma, redescobrindo a alegria de viver ajudando os pacientes de maneira pouco convencional. Indicado a uma categoria do Oscar no ano de 1999, na categoria de Melhor Trilha Sonora. Robin Williams emociona em muitas cenas mostrando toda sua versatilidade como ator. Tem na Star +.

 

As Loucuras de Charlie

SÃO AS ÁGUAS DE MARÇO…

Conhecido por aqui como o filme em que Charlie Sheen canta “Águas de Março” em português, As Loucuras de Charlie teve seu lançamento direto em vídeo no Brasil. O filme marca o primeiro trabalho na direção de Roman Coppola (que também escreveu o roteiro), filho de Francis, e irmão mais velho de Sofia. A obra apresenta uma alucinada viagem pela mente do personagem título, vivido pelo controverso Charlie Sheen. Devemos nos atrever? Essa era realmente a proposta aqui. Visando lucrar em cima da recente surtada de mais um astro de Hollywood, o filme parece planejado para capitalizar o status do astro, um dos mais promissores de sua geração, parte de uma família de artistas, assim como o próprio diretor Coppola.

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Realidade se mescla com ficção ao conhecermos Charlie Swan III, um sujeito mulherengo, rico, bêbado e drogado. Ele perde o grande amor de sua vida, e arrependido tenta de todas as formas reconquistar a bela Ivana (grande chance para a belíssima Katheryn Winnick – de Almas à Venda). É como se Coppola com o aval e ajuda de Sheen, tentasse dar mais uma chance ao querido ator. Já reformado, ele pede perdão. Esse é um filme pequeno, mas com um bom elenco, e muitos talentos envolvidos. Nos EUA, foi lançado nos cinemas de forma restrita, e logo depois distribuído no sistema de vídeo demanda. As Loucuras de Charlie consiste numa série de situações surreais definidas pela tal “olhada na mente” do protagonista. O sujeito refaz os passos para tentar compreender o que deu errado em seu relacionamento, assim ganhamos vislumbres do passado, ao mesmo tempo em que o personagem de Sheen fantasia quase todas as situações mostradas na produção.

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Coppola é um usual colaborador do cineasta Wes Anderson, e com ele escreveu os roteiros de Viagem a Darjeeling Moonrise Kingdom. O diretor de primeira viagem pega para si alguns traços do amigo Anderson, para criar personagens estranhos e situações bizarras. As Loucuras de Charlie foi produzido pela A24, empresa recém formada que vem financiando bons projetos independentes americanos. Iniciada esse ano, a produtora lançou Spring Breakers – Garotas Perigosas (de Harmony Korine), Bling Ring – A Gangue de Hollywood (de Sofia Coppola), Ginger & Rosa (de Sally Potter), e o elogiado The Spectacular Now (de James Ponsoldt). Ano que vem a A24 já tem agendado os lançamentos de Under the Skin (de Jonathan Glazer, com Scarlett Johansson), The Rover (de David Michod, com Guy Pearce e Robert Pattinson), Enemy (de Denis Villeneuve, com Jake Gyllenhaal, Mélanie Laurent e Sarah Gadon), e Locke (de Steven Knight, com Tom Hardy).

As Loucuras de Charlie é um grande filme entorpecente, onde nada faz muito sentido, mas sentimentos são expostos de forma honesta. É bom ver o ator de volta ao jogo. Aqui, ele tem o apoio de Bill Murray, que interpreta seu contador e amigo, além de Patricia Arquette (sua irmã), Jason Schwartzman (primo do diretor, que interpreta seu melhor amigo), e das jovens talentosas e promissoras Mary Elizabeth Winstead e Aubrey Plaza.

De ‘A Hora do Pesadelo’ a ‘Sobrenatural’ | Os Filmes de Terror que Completam 12 Anos em 2022

Sim, caros amigos, o tempo voa cada vez mais rápido e fora de nosso alcance. Para termos uma ideia, filmes que parecem ter sido lançados “ontem”, como A Origem e A Rede Social, por exemplo, estão completando 12 anos de sua estreia em 2010. Já está se sentindo velho? No entanto, como você pode ter lido no título, o tema desta matéria é um assunto muito caro para todos aqui no CinePOP, filmes de terror. E se voltarmos um pouco no tempo, perceberemos que 2010 não foi o melhor dos anos quando falamos no gênero.

É verdade que tivemos o retorno às telonas de dois verdadeiros mestres do horror, John Carpenter e o saudoso Wes Craven, assim como alguns remakes de novos clássicos das décadas de 1970 e 1980, e até mesmo uma nova roupagem para um dos filmes mais icônicos do cinema quando o tema é monstro imortal. Ah sim, as continuações de sucessos recentes não poderiam faltar, assim como versões americanas para obras de terror europeias. No fim das contas, a maioria resultou em longas abaixo da média, seja na opinião dos críticos ou do público. Do lote, podemos citar um projeto verdadeiramente bem sucedido também, que resultou em sua própria franquia muito querida, terminando por cimentar os nomes de uma dupla de cineastas responsáveis ao estrelato.

Sem mais delongas, vamos conhecer alguns filmes de terror famosos que completam 12 anos em 2022.

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Demônio

Saindo de grandes nomes do cinema atual para outro, o indiano M. Night Shaymalan já teve seus dias de glória e seus dias de luta. E aqui, o cineasta se via basicamente na segunda parte da frase citada. Após escorregadas consecutivas em A Dama na Água (2006) e Fim dos Tempos (2008), Shyamalan teve um 2010 sofrido. Primeiro com a adaptação de O Último Mestre do Ar, um pretenso e malfadado blockbuster. Depois com a criação de um selo de horror que em muito pouco tempo morreu na praia.

Talvez nem todos lembrem, mas este Demônio seria o primeiro passo do ‘The Night Chronichles’, proposta do diretor para diversos filmes do gênero lançados sob o selo, que contariam com sua produção e direção de artistas em início de carreira. Bem, o resultado deste longa sobre cinco estranhos presos num elevador, onde um deles é o próprio mal encarnado, tratou de pôr um fim a esta empreitada. E você, curte o filme?

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Sobrenatural

Começamos a lista com o filme bem sucedido citado acima. Do lote que separamos para vocês, Sobrenatural (Insidious) é o que melhor coexistiu entre boas avaliações da crítica e sucesso do público. Tanto que seguiu para gerar mais três continuações, e a possibilidade de novos capítulos. Esse, no entanto, foi um sucesso surpresa de um filme independente, que se comporta como grande herdeiro do clássico Poltergeist (1982).

Fora isso, o primeiro Insidious deu continuidade para a parceria do diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell, iniciada em Jogos Mortais (2004), outro grande acerto. Hoje, é claro, Wan e Whannell são estrelas do Time A de Hollywood tendo comandado trabalhos como Aquaman e O Homem Invisível respectivamente.

O Lobisomem

Agora adentramos por um terreno de obras subestimadas. Por menor apreço que eu tenha por refilmagens de clássicos, não gosto de taxa-las sempre no mesmo patamar, e acredito sim que existam boas “reimaginações”. Não me leve a mal, O Lobisomem foi sem dúvidas uma produção pra lá de problemática, vivendo para se tornar um verdadeiro flop. Com mais jeitão de blockbuster do que de um filme intimista sobre o tema, a versão 2010 para o clássico guarda igualmente seus atrativos, boas atuações e muita criatividade na hora de criar suas cenas.

Os efeitos são legais, temos boas atuações do elenco, em especial Benicio Del Toro e Anthony Hopkins, e a maquiagem… bem, nem precisa ser dito, já que levou o Oscar para o excepcional Rick Baker – o clássico de 1941 foi o que fez o artista se apaixonar por cinema e a profissão. Ou seja, vale muito a pena dar novas chances a este filme incompreendido.

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Deixe-me Entrar

Por falar em refilmagens que recebem menos amor do que deveriam dos fãs, há dez anos ganhávamos a versão americana do cult sueco Deixa Ela Entrar (2008). Não me leve a mal (parte 2), o original é irretocável, perfeito em todos os sentidos e, além disso, não apoio este mau costume dos EUA de querer refilmar sucessos de outras nacionalidades para fugir das legendas – o que só propaga o preconceito com o cinema estrangeiro.

Porém, tirando todos estes entraves da frente, vale mencionar a surpresa com uma obra que todos estavam prontos para odiar, inclusive este que vos fala. O medo era de uma versão muito mais “domada” e que fugisse dos temas principais propostos. No entanto, para a surpresa geral, embora desnecessária, esta refilmagem acerta em todos os quesitos, demonstrando o talento do diretor Matt Reeves e nos deixando muito animados para o seu vindouro The Batman (2022).

 

Piranha 3D

Este é outro grande acerto quando falamos em terror de dez anos atrás. O longa do francês Alaxandre Aja demonstra como tirar da cartola um remake original, adicionando novos elementos e inclusive mudando a dinâmica do gênero. O Piranha (1978), de Joe Dante, era uma desavergonhada cópia de Tubarão (1975), que tentava desesperadamente surfar em tal onda, no processo se levando a sério. Foi só na sequência comandada por James Cameron (1981) que os realizadores se tocaram do quão ridículo era o material que tinham em mãos, decidindo tirar sarro da coisa toda.

Já o remake, de começo já se mostra uma grande brincadeira, se comportando como uma verdadeira ida a um parque de diversões. O humor é elemento pulsante na produção, que não esquece os sustos, o sangue e as referências: como Richard Dreyfuss num barco, por exemplo. Fora isso, enfatizando ainda mais a diversão, Piranha 3D, como diz o título, se mostrou um dos melhores exemplares da tecnologia dos “óculos no cinema” no período de seu boom – deixando toda a experiência ainda mais saborosa.

Doce Vingança

Por falar no ano de 1978, foi exatamente de onde saiu este puro exemplar do exploitation. Filmes de baixo orçamento cuja trama explorava (no sentido mais literal e intenso da palavra) algum tema – fosse o cinema negro, as lutas marciais, etc., eram lançados a torto e a direito durante seu auge na década de 1970. E o cruel e visceral A Vingança de Jennifer se enquadrava no tópico dos exploitation de “estupro e vingança”, no qual ainda se encaixa Aniversário Macabro (1972), primeiro filme de Wes Craven, por exemplo.

A Vingança de Jennifer viveu para se tornar um dos filmes mais polêmicos da época. E é claro que os produtores de Hollywood iriam tirá-lo do baú durante a “febre das refilmagens”. Assim, há exatos dez anos, chegava às salas a nova versão de I Spit on Your Grave – título original de ambos o clássico e o remake, que por aqui ficou chamado de Doce Vingança. Na trama, uma jovem escritora decide trabalhar em sua casa de campo na floresta, quando é atacada, estuprada e deixada para morrer por caipiras trogloditas. Uma vez recuperando suas forças, a caça agora é caçadora.

 

A Hora do Pesadelo

Cada época tem a sua tendência no cinema. E quando falamos em terror, as refilmagens começavam a bater muito forte em meados da década de 2000 e ainda não possuem data para acabar. É fato que daqui a pouco todos os filmes antigos do gênero terão ganhado novas roupagens, e quando penso nisso, o que mais resume essa sensação é uma cena de Pânico 4 na qual a personagem de Hayden Panettiere narra em fração de segundos diversas refilmagens de clássicos famosos do gênero das décadas de 1970 e 1980. Pânico 4, Wes Craven… olha a ponte para este remake.

A Hora do Pesadelo (1984) é não somente um dos slashers mais famosos do cinema, como um dos filmes de terror mais icônicos de todos os tempos. E há dez anos ganhava sua refilmagem – após seis continuações e um derivado. Sem qualquer envolvimento de Craven, o novo A Hora do Pesadelo terminou não dando em nada e serviu para colocar, até o momento, um ponto final nas matanças de Fred Krueger. O melhor foi deste remake foi nos apresentar Rooney Mara como protagonista.

 

A Epidemia

Seguindo pelos remakes de clássicos setentistas, quem entra em pauta agora é o filme do mestre George Romero, pai do cinema zumbi. O Exército do Extermínio (1973), como ficou conhecido este The Crazies no Brasil, nada mais é do que uma tentativa do cineasta em retocar os filmes dos zumbis, dando-lhes uma leve repaginada. Na trama, um vírus feito pelo homem faz uma tremenda bagunça numa cidadezinha, transformando os contaminados em criaturas insanas e raivosas – ou seja, zumbis.

A diferença aqui é um tom mais crítico ao governo americano. Seguindo esta mesma lógica, o remake moderniza o tópico, tem produção do próprio Romero, e trouxe Timothy Olyphant, Radha Mitchell e Danielle Panabaker no elenco. Quem diria que dez anos depois estaríamos vivendo no mundo nossa própria versão deste filme.

 

Jogos Mortais: O Final

Para sentirmos o drama da situação, até o momento na lista tivemos apenas duas produções originais (bem, uma quase, já que Sobrenatural é praticamente um remake não declarado de Poltergeist) e nada menos que seis remakes. Bem, agora adentramos no terreno das continuações – sempre populares também. Citamos Jogos Mortais (2004) no início do texto, a primeira colaboração entre o diretor James Wan e o roteirista Leigh Whannell. E acho que nem mesmo eles esperavam o tamanho sucesso que o filme se tornaria.

O longa se tornou influente, criando (ou modernizando) seu próprio subgênero (os torture porn) e viveu para se tornar o “Sexta-Feira 13” dos anos 2000, com um exemplar lançado a cada ano durante toda a década.  Após cinco continuações lançadas até 2009, finalmente a série chegava à sua autoproclamada conclusão com este Jogos Mortais: O Final – em inglês “Saw 3D”, enfatizando mais o artifício em terceira dimensão do que o fim da franquia em si. E os americanos estavam certos, já que sete anos depois era lançado Jogos Mortais: Jigsaw, e ano que vem estreia Espiral, o reboot encabeçado por Chris Rock. Largar o osso pra quê?

 

Atividade Paranormal 2

E se Jogos Mortais chegava a seu pseudo desfecho há dez anos, outra franquia de sucesso no terror estava em seus primeiros passos. Assim como Jogos Mortais, Atividade Paranormal foi um sucesso independente inesperado. Este ainda mais, levando em conta que o filme foi feito a troco de banana, com a câmera no estilo found footage e basicamente dois atores numa casa – é quase um filme amador destes de conclusão de curso mesmo.

O filme foi exibido pela primeira vez em 2007 em um festival de terror, mas só veria a luz do dia dois anos depois, após ter chamado atenção de um certo Steven Spielberg, que bancou seu lançamento. Foi só o que o longa assustador precisava para ficar conhecido como A Bruxa de Blair do fim dos anos 2000. O longa virou fenômeno e a campanha de marketing foi insana. Com tanto sucesso é claro que os produtores não iriam dormir no ponto, e um ano depois a continuação era lançada.  Assim, novas sequências e derivados foram lançados em 2011, 2012, 2014 e 2015. Um novo foi lançado esse ano, mas foi esculachado pelos críticos.

 

A Sétima Alma

Terminando a lista, mas não menos importante, muito pelo contrário, temos as voltas de duas verdadeiras lendas do cinema de terror: Wes Craven e John Carpenter. Aqui, começamos pelo primeiro, falecido em 2015 e deixando muita saudade. Os anos até sua morte não foram tão gentis para a carreira do inesquecível Wes Craven, que durante toda a sua filmografia viu altos (A Hora do Pesadelo, Pânico) e baixos (A Maldição de Samantha, Shocker). Depois da trilogia Pânico, Craven lançou apenas mais quatro filmes, incluindo a tardia quarta parte da franquia citada (seu melhor trabalho dentre os últimos, mas igualmente subestimado).

O primeiro que viria era o malfadado Amaldiçoados (2005) – que o reuniu ao roteirista Kevin Williamson para uma história de lobisomens desta vez – você pode ler sobre o filme aqui. Cinco anos sem filmar e o diretor retornava neste longa saído de uma ideia unicamente sua. E mais uma vez, Craven viu um terror seu passar completamente em branco. A história pensada pelo cineasta aqui fala sobre alguns jovens ligados por uma tragédia. A ideia era promover um novo vilão icônico, nos moldes de Freddy Krueger e Ghostface. O resultado? Bem, veja por si mesmo – se tiver coragem.

Aterrorizada

Caminho parecido trilhou outra verdadeira lenda do horror, esta ainda viva. John Carpenter também não estava obtendo bons resultados em seus últimos filmes. Nos anos 2000, por exemplo, dirigiu apenas a ficção com doses de Fuga de Nova York, Fantasmas de Marte – que viveu para se tornar um de seus últimos flops, após o subestimado Vampiros (1998). Assim, quase dez anos após sua visita a Marte, Carpenter resolveu que uma história sobre uma ala só de jovens mulheres num hospital psiquiátrico assombrado seria um bom tema para seu novo filme.

Quem protagoniza é a então promissora Amber Heard – e apesar do título esta não é uma recriação de seu casamento com Johnny Depp. Heard se sai bem como uma jovem traumatizada, que precisa enfrentar seus demônios e talvez alguns externos também, nesta mistura de Garota, Interrompida (1999) num manicômio amaldiçoado. Completando o elenco de jovens problemáticas, Mamie Gummer (a filha de Meryl Streep), Danielle Panabaker (ela de novo!) e Lyndsy Fonseca. E você, tinha ouvido falar deste filme do grande John Carpenter?

‘Riverdale’: KJ Apa revela o que devemos esperar da 3ª temporada

O personagem de KJ Apa, o Archie, não terminou a segunda temporada de ‘Riverdale‘ em uma boa situação. Mas o ator não parece preocupado. Em entrevista ao TVLine, Apa revelou o que devemos esperar no terceiro ano da série.

“Archie é durão, acho que ele vai ficar bem na prisão. Também vai depender de quão bizarras são as prisões em Riverdale. Eu quero que ele faça várias tatuagens e entre para uma gangue. Eu não acho que podemos deixá-lo mais sombrio, mas a gente continua sendo surpreendido pelos roteiristas.”

A segunda temporada de ‘Riverdale‘ registrou uma média de 0.5 na demo, 25% acima da média do ano anterior.

Na trama, a pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

‘Alita: Anjo de Combate’ ganha vídeo incrível dos bastidores; Assista!

A Fox Film do Brasil divulgou um vídeo dos bastidores de ‘Alita: Anjo de Combate‘.

Confira, com o trailer:

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme chega aos cinemas nacionais em 14 de fevereiro de 2019.

‘Campo do Medo’: Adaptação de Stephen King já está disponível na Netflix!

A Netflix lançou hoje (04) em sua plataforma o terror ‘Campo do Medo‘ (In the Tall Grass), baseado no livro de Stephen King.

Vale lembrar que a produção dividiu os críticos, conquistando apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que, apesar de ser bem filmado, a trama falha em tentar se aprofundar em seu material de origem.

Confira o trailer:

Dirigido por Vincenzo Natali, o longa é baseado no conto homônimo escrito por Stephen King e seu filho Joe Hill.

Um rapaz e sua irmã grávida ouvem o grito de um garoto por ajuda, eles se aventuram em um vasto campo no Kansas, mas logo descobrem que pode não haver saída… e que algo maligno se esconde na grama alta.

O elenco conta com Patrick Wilson (‘Aquaman’), a brasileira Laysla de Oliveira (‘Nikita’) e Harrison Gilbertson (‘Fallen’).

‘Mestres do Universo’: Kevin Smith revela detalhes sobre a série animada da Netflix

Em entrevista ao Comic Book, o cineasta Kevin Smith revelou novos detalhes sobre ‘Mestres do Universo: Revelação‘, nova animação adulta que está sendo desenvolvida pela Netflix.

“Eu assisti o quarto e o quinto episódio ontem e foi uma loucura. A produção é cheia de aventura, com cenas que vocês nunca viram antes na franquia ‘Mestres do Universo’, mas sempre desejaram ver. É insanamente emocionante.”

Ele continua, “O talento por trás da dublagem é sem precedentes. O pessoal da Powerhouse criou algo ainda mais emocionante do que nós havíamos colocado no roteiro.”

A produção contará com as vozes de Chris Wood, Mark Hamill, Diedrich Bader, Kevin Conroy, Liam Cunningham, Lena Headey, Sarah Michelle Gellar, Phil LaMarr, Justin Long, Jason Mewes, Kevin Michael Richardson, Alicia Silverstone e Harley Quinn Smith.

Recentemente, o live-action de Mestres do Universo foi removido do cronograma da Sony Pictures. O longa, que seria estrelado por Noah Centineo, foi engavetado por tempo indeterminado.

Mestres do Universo já foi adaptado para o cinema em 1987, com Dolph Lundgren no papel principal, e Frank Langella roubando a cena como o vilanesco Esqueleto. O filme, no entanto, foi mais um dos fracassos do estúdio picareta Cannon, que faliu depois de bombas consecutivas.

Emily Osment e Gregg Sulkin estrelarão nova série de comédia da Netflix

De acordo com o Deadline, Emily Osment e Gregg Sulkin irão estrelar a nova série de comédia da Netflix, que ainda não teve título divulgado.

Ambos atores começaram suas carreiras na Disney, integrando o elenco das séries clássicas ‘Hannah Montana‘ e ‘Os Feiticeiros de Waverly Place‘, respectivamente.

Pamela Fryman (‘Dois Homens e Meio’) será responsável pela direção.

Ambientada em Los Angeles, a trama gira em torno de uma jovem esnobe, educada na Ivy League, chamada Chelsea (Osment), que fica sem opções e tem que ir morar com sua irmã Claire… e alguns amigos dela. Um desses amigos é Grant (Sulkin), um personal trainer frequentemente descamisado que teve um passado romântico com a irmã de Chelsea.

A produção está sendo desenvolvida por Jack Dolgen (‘Crazy Ex-Girlfriend’), Doug Mand (‘How I Met Your Mother’) e Kourtney Kang (‘Fresh Off the Boat’).

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Elegemos os personagens mais EXCÊNTRICOS de Nicolas Cage, o Drácula de ‘Renfield’

Indicado a quase 100 prêmios por suas interpretações ao longo da carreira de altos e baixos, Nicolas Cage ficou marcado por atuações peculiares, excêntricas, que deixam vivas as lembranças nas memórias cinéfilas. Buscando listar alguns desses personagens, separamos uma lista muito legal onde não deixa de contar um pouco da carreira desse polêmico artista.

Antes da lista, vale lembrar: O artista, sobrinho de Francis Ford Coppola, viverá o lendário Conde Drácula no longa-metragem ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, de Chris McKay (que dirigiu recentemente A Guerra do Amanhã). O filme promete mais uma atuação excêntrica e marcante, e o roteiro é assinado pela dupla Robert Kirkman (The Walkind Dead) e Ryan Ridley (Ricky and Morty). O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de maio.

Assista ao trailer e confira a nossa lista:

 

Castor Troy/ Sean Archer em A Outra Face

Com direção do mestre dos filmes de ação (John Woo) Nicolas Cage e John Travolta, por incrível que pareça se completam (muito bem) nesse troca-troca A Outra Face. No longa, uma caçada é posta em ação após uma cirurgia facial entre um cruel assassino e um agente do FBI. Com os papéis invertidos a adrenalina come solta! Castor Troy é um dos personagens mais eletrizantes e competentes de Cage, não tenham dúvidas!

 

Charlie Kaufman / Donald Kaufman em Adaptação

Filme de 2002 que tem na direção o ótimo Spike Jonze. Com um roteiro sensacional feito por Charlie Kaufman e Donald Kaufman (os personagens de Cage), Nicolas nem tem a melhor atuação mas mostra presença no papel de dois personagens. Chris Cooper é quem domina a telona quando em cena.

H.I. McDunnough em Arizona Nunca Mais

Como ser fiel à própria natureza? Quando a distância da realidade encontra a genialidade para criticar pelas entrelinhas. Lançado no ano de 1987, dirigido por Joel Coen com roteiro do mesmo juntamente com seu irmão Ethan (dupla fantástica que sempre nos brindou com ótimos filmes), Arizona Nunca Mais faz parte daquele bolo de filmes inesquecíveis de quando Nicolas Cage escolhia bons papéis. Com um narrador presente, excêntricos personagens, um arco inicial corrido com deixas em forma de críticas a todo instante, o projeto apresenta a saga de um homem em busca de uma longe redenção quando busca ser fiel à própria natureza. No elenco, além de Cage, nomes marcantes como John Goodman, Holly Hunter e Frances McDormand.

 

Rob em Pig

E se você pudesse recriar momentos com sua arte? E se mesmo assim não fosse suficiente para se ter tudo na vida? Afinal, o que é ter tudo na vida? Em seu primeiro longa-metragem (dirigindo e escrevendo), após três curtas e co-dirigir dois seriados, o cineasta Michael Sarnoski consegue encontrar uma fórmula mágica, intimista, mostrando ao público dentro do inusitado universo de um homem atrás de um porco que lhe fora sequestrado. Aos poucos vamos percebendo que há toda uma impactante história por trás, mostrada na tela tecnicamente de forma sublime, dentro de uma fotografia maravilhosa. É a grande atuação da carreira de Nicolas Cage! É uma profundidade impressionante que alcança para seu complexo personagem. Somos testemunhas da ressurreição de sua carreira. Com trabalhos nos últimos anos, em sua maioria, bastante questionáveis, quando Cage acerta vira algo inesquecível.

 

 

Yuri Orlov em O Senhor das Armas

Numa história com muita política e obviamente uma crítica social, Nicolas Cage interpreta Yuri Orlov, um negociante de armas que é bem sucedido na função escolhida. Começa a se questionar um pouco quando o agente da Interpol (interpretado pelo Ethan Hawke) começa a pegar no seu pé. É uma das melhores interpretações da carreira de Cage, sem dúvidas. O filme é dirigido pelo Andrew Niccol, simplesmente o roteirista do aclamado O Show de Truman.

Ronny Cammareri em Feitiço da Lua

Será que é uma questão de tempo alguém abrir os olhos e desistir do sonho da felicidade? Escrito por John Patrick Shanley e dirigido pelo cineasta canadense Norman Jewison (No Calor da Noite) Feitiço da Lua, Moonstruck no original, nos mostra descontrolados impulsos de corações carentes por uma grande paixão. Os ‘poderes da lua’, uma conexão quase cósmica, faz os personagens refletirem e associarem momentos impactantes de suas vidas à presença dessa quase entidade que ilumina nossos céus todas as noites. Cher está maravilhosa no papel principal, de uma sonhadora descendente de italianos que acredita ser uma grande azarada no amor até encontrar a felicidade de uma maneira bem peculiar. Há simbolismos sobre emoções e um combate louvável ao machismo descarado. Nos bons tempos em que Nicolas Cage brindava os cinéfilos com atuações em filmes inesquecíveis.

Rick Santoro em Olhos de Serpente

Em uma trama comandada pelo genial Brian de Palma, conhecemos a saga de um excêntrico policial corrupto que busca ajudar um amigo após um crime ser cometido em uma luta de boxe. Um dos fatores que mais chamam a atenção nesse filme é o figurino do personagem de cage, o figurino do filme é assinado pela figurinista Oette Gadoury.

 

Ben Sanderson em Despedida em Las Vegas

A loucura de viver a vida intensamente pode trazer quando menos se espera algo muito especial. Com um abre alas envolvente, com um poderoso e marcante som de jazz ao fundo, intensos 15 minutos onde não desgrudamos da tela e antes dos créditos iniciais aparecerem, o longa-metragem de meados da década de 90 Despedida em Las Vegas é a obra-prima de Mike Figgis e porque não dizer também que é uma das melhores interpretações da carreira do ganhador do Oscar (por esse papel) Nicolas Cage. Elisabeth Shue também merece um grande destaque, sua personagem é delicada e emocionalmente destruída, um personagem complicado mas brilhantemente interpretado por Shue. Contando a trajetória rumo ao fundo do poço de um alcóolatra que não quer se curar e que acaba descobrindo uma paixão avassaladora por uma prostituta em uma viagem à Las Vegas, o projeto mostra duras realidades de duas almas que se completam à suas maneiras. Um baita filme, inesquecível.

 

Sailor Ripley em Coração Selvagem

No início da década de 90, Nicolas Cage aceitaria um papel emblemático em sua carreira, trabalhando ao lado do diretor David Lynch e da competente atriz Laura Dern, Coração Selvagem, baseada na obra homônima de Barry Gifford conta uma história de amor, uma fuga contra quem não os querem juntos. Filme de abertura do Festival de Cannes em 1990.

Vovô Sem Vergonha

Filmes como Vovô Sem Vergonha são à prova de crítica. Isso porque aqui não contam atuações, fotografia, trilha sonora, ou qualquer outro quesito geralmente avaliado numa produção cinematográfica. A comédia, aliás, sempre foi um gênero um pouco a parte para os especialistas em cinema, afinal o que parece contar é mesmo se o filme te faz ou não rir. Existem também muitas variações da comédia. E é preciso descobrir qual vai falar melhor com você. Qual faz mais o seu estilo.

Existe o humor adolescente, no qual estão incluídos os filmes paródia (como Todo Mundo em Pânico), há muito mirado a uma fatia mais jovem do grande público. Existem os filmes de humor mais refinado, que seria o oposto, mirado a uma fatia mais velha do público (no qual os filmes de Woody Allen se encaixariam, por exemplo). E existem também os filmes ultrajantes e politicamente incorretos, adição recente ao subgênero da comédia. Os filmes escrachados de Will Ferrell (Os Estagiários) e Sacha Baron Cohen (Os Miseráveis) entrariam nessa lista.

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Esse tipo de filme é repudiado por muitos, simplesmente pelo fato de que é garantido de ofender metade de um cinema cheio. Nem todos são adeptos do humor incorreto, negro, e sujo. Borat (2006), por exemplo, não é um filme unânime. Mas está na lista da maioria dos críticos como uma das melhores comédias dos últimos anos, dessas listas de filmes imperdíveis. Sacha Baron Cohen de forma esperta decidiu colocar um espelho diante da sociedade americana, com a desculpa de ser um cidadão vindo de fora, sem o conhecimento da cultural local.

Filmes “pegadinha” servem para analisarmos o comportamento humano em situações absurdas que talvez não se apresentem nunca mais durante a vida de tais pessoas. Particularmente nunca fui grande fã das façanhas de Johnny Knoxville e sua trupe do Jackass. Dispensei todos os filmes (ou esquetes de acidentes filmados), e nunca me importei com o programa de TV. Mas quando soube de Vovô Sem Vergonha, e dei uma olhada no trailer, percebi que poderia ser algo diferente.

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Protagonizado apenas por Knoxville na pele do octogenário Irving Zisman (personagem recorrente no programa), o filme é também uma sequência de esquetes nos quais pessoas comuns são pegas em ciladas filmadas para expor seu comportamento durante uma situação completamente fora do normal. A diferença é que todas as cenas montam uma narrativa ao longo de seus 92 minutos de exibição. Escrito por Knoxville, Jeff Tremaine (diretor do filme e da série de TV), e acreditem, Spike Jonze (diretor de Quero Ser John Malkovich, Adaptação, Onde Vivem os Monstros, e do recente Ela), o filme mostra a saga épica do idoso incorreto ao levar seu netinho Billy de volta aos braços do pai.

Vovô Sem Vergonha se dá ao trabalho de apresentar um relacionamento mais bem explorado entre o menino e o avô do que esperaríamos, ou do que o filme verdadeiramente necessita. O menino Jackson Nicoll (que vive Billy), aliás, está ótimo. Ele é um ator nato. Em uma cena, se veste de menina para chocar (merecidamente) quem nos choca: as mães que fazem de suas filhas animais de exposição em concursos de beleza – criando desde cedo pequenos seres robotizados. Então, por esse aspecto podemos achar certa justiça no que Knoxville faz.

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Não chega a exibir os esqueletos no armário como Cohen fez em Borat, mas sem dúvidas mescla questões em seu discurso escrachado. Irving invade um show de strippers masculinos e conversa com as donas de casa assanhadas em busca de se dar bem. No final, em um encontro de motoqueiros de um grupo contra abusos infantis, cria para eles a situação dos sonhos, na qual triunfam como heróis sem pestanejar. No geral, Knoxville mostra uma América solícita e simpática, que em sua maioria entra na brincadeira. Se está bom o bastante para Spike Jonze, está bom para mim também.

‘A Órfã’ e outros 15 Filmes de Terror Famosos que Completam 13 ANOS em 2022

Filmes de terror nunca saem de moda. Além dos clássicos que amamos, todo ano somos brindados com novidades fresquinhas que chegam para arrepiar todos os nossos fios de cabelo. Mas o que acontece quando as novidades se tornam clássicos? Bem, isso é sinal de quem estamos ficando velhos. O tempo passa para todos, para mim, para você e até mesmo para os filmes de terror. Parece que foi ontem, mas algumas obras muito famosas do horror já estão completando dez anos de seu lançamento.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu em sua nova lista, relembrar com vocês esses filmes que completam treze anos em 2022. Não esqueça de comentar abaixo quais são os seus preferidos e quais cometeu a heresia de ainda não ter assistido. Vem lembrar.

A Órfã

Adaptado de uma história real, e dirigido por Jaume Collet-Serra (Águas Rasas), o filme conta sobre Esther (a ótima Isabelle Fuhrman), uma menininha de 9 anos, saída do orfanato direto para a casa dos Coleman (papel de Vera Farmiga e Peter Sarsgaard). A história poderia ser perfeita e repleta de amor, mas este é um thriller, então a coisa não acaba bem. Esther não é tão inocente quando diz e guarda um terrível segredo. A Órfã poderia ser um filme de terror qualquer, mas dois motivos o fazem um dos maiores acertos da Warner no gênero nos últimos tempos: a atuação da pequena atriz principal e a reviravolta gélida da trama – da qual ninguém esquece jamais.

Zumbilândia

Aqui, temos um exemplar do “terrir” – que está em vias de lançar sua tão planejada continuação (que passou por uma verdadeira epopeia, entre projetos para o cinema e TV cancelados). Quando foi lançado em 2009, os filmes de zumbis não eram novidade e estavam começando a crescer em seu status (a série Walking Dead, por exemplo, seria lançada no ano seguinte). Nem mesmo os filmes de terror cômico sobre zumbis eram mais novidade, com exemplares como Todo Mundo Quase Morto (2004) e os fracassos Fido (2006) e As Strippers Zumbi (2008). Mas Zumbilândia elevou o jogo e mostrou como fazer, se tornando um cult imediato. Fora isso, Jesse Eisenberg e Emma Stone se tornaram astros depois do filme. E a participação de Bill Murray é simplesmente hilária.

Arraste-me para o Inferno

Outro item que mostrou que os gêneros terror e comédia podem funcionar muito bem quando trabalhados da maneira certa, esta produção é dirigida por ninguém menos do que Sam Raimi. Também pudera, por trás temos um verdadeiro mestre do estilão – vide a franquia Evil Dead – A Morte do Demônio/Uma Noite Alucinante. E Arraste-me para o Inferno é o mais legítimo herdeiro no cinema de sua famosa franquia citada, mesmo sem pertencer ao mesmo universo. E pensar que Ellen Page deixou passar a chance de ser divertir horrores como a protagonista. Na trama, uma funcionária de banco (a sumida Alison Lohman) nega um empréstimo a uma velha cigana, que termina ficando sem casa. A idosa então joga uma maldição na jovem – que agora tem os dias contados para reverter a situação ou ir direto para o inferno.

Garota Infernal

Novamente utilizando o título referente ao inferno – ao menos no Brasil -, este longa aproveitava o auge de popularidade da musa Megan Fox e explorava sua sexualidade latente e inerente. Em Jennifer´s Body (ou o Corpo de Jennifer), Fox viveu a menina mais popular da escola, melhor amiga da nerd vivida por Amanda Seyfried – igualmente em ascensão na carreira, tendo saído do sucesso de Mamma Mia no ano anterior. Uma banda de rock em busca de fama e sucesso – da qual a dupla de amigas é fã -, resolve usar Jennifer como sacrifício para uma oferenda ao demônio. Assim, o grupo consegue o que deseja, e a protagonista se torna uma criatura maligna devoradora de homens – literalmente. Este é outro exemplar do terrir – filmes de terror com muito humor implícito, diálogos sarcásticos e sacadas espertas.

A Trilha

Este é um filme mais nos moldes do whodunit – subgênero do suspense ou terror no qual o espectador precisa adivinhar quem cometeu o crime. Aqui, um grupo de três casais viaja junto por locais paradisíacos no Havaí. Maravilhoso, certo? O único problema é que o sexteto recebe a informação de que um casal de serial killers está passando pelo local e acaba de matar mais algumas pessoas. E agora? Quem são os assassinos? Os hippies vividos por Chris Hemsworth (numa era pré-Thor) e Marley Shelton?  Os certinhos Milla Jovovich e Steve Zahn? Ou os aventureiros Timothy Olyphant e Kiele Sanchez (saída do sucesso de Lost)? No mesmo ano, Jovovich lançava o terror extraterrestre Contatos de 4º Grau – todo gravado no estilo found footage.

Remakes

O ano de 2009 lançou uma verdadeira enxurrada de refilmagens de produções do gênero. Isso demonstra que nesta época elas estavam mais populares do que nunca. Veja abaixo as mais famosas:

Sexta-Feira 13

Não poderíamos começar por outra que não fosse a icônica releitura de uma das três franquias slasher mais amadas do cinema (as outras duas sendo Halloween e A Hora do Pesadelo). Aqui, no entanto, os criadores misturam pelo menos os três primeiros filmes da década de 1980 em sua trama. Apesar do sucesso moderado e dos planos, uma continuação ainda não conseguiu sair do papel. O remake traz Jared Padalecki, o Sam da série “eterna” Sobrenatural, como o protagonista.

Dia dos Namorados Macabro

Esta refilmagem ainda pegou carona em outra tendência crescente há treze anos, os filmes em 3D. O longa foi fortemente vendido com tal mote – no mesmo ano em que Avatar revolucionava o seguimento. Tanto que seu título original é My Bloody Valentine 3D. O remake é bem fiel ao original, contando a história de um assassino mascarado, usando o uniforme dos operários de uma mina, que ataca suas vítimas no dia dos namorados. Por trás do assassino existe uma lenda, já que ataca em épocas diferentes, e o novo filme brinca bem com isso. O filme original era uma produção canadense de 1981. Protagonizando o remake, outro veterano da série Sobrenatural, Jensen Ackles, o Dean.

A Última Casa

Refilmagem de uma obra barra-pesada de 1972, dirigida por Wes Craven, intitulada Aniversário Macabro no Brasil. A nova versão conta com a ótima Sara Paxton no papel de uma jovem atacada e abusada por criminosos, que tentam matá-la, mas ela sobrevive. Ela é encontrada por seus zelosos pais. Um tempo depois e esta “quadrilha de sádicos” pede abrigo, justamente na casa da vítima. O que significa que é hora da vingança. No elenco, Aaron Paul, o Jesse de Breaking Bad, vive um dos criminosos.

O Padrasto

Aqui o remake é de um longa de 1987, protagonizado por Terry O´Quinn, o Locke da série Lost – que rendeu uma continuação em 1989. O protagonista é um psicopata completo, que romanceia e se casa com mulheres divorciadas ou viúvas, somente para se infiltrar em sua família, ganhar sua confiança e depois matar todos. O remake traz Dylan Walsh no papel do vilão, que contrasta bem com sua aparência de bom moço. Uma curiosidade é que no papel do filho mais velho da próxima família na lista do louco, está Penn Badgley, que recentemente fez muito sucesso vivendo justamente um psicopata, na série da Netflix, YOU (Você). O elenco conta ainda com a polêmica Amber Heard.

Pacto Secreto

Quem disse que terror é um gênero exclusivamente masculino? Clamando seu lugar entre os slashers, este terror “feminista” traz um grupo de estudantes de uma casa de sororidade, passando o pão que o diabo amassou após um trote sair do controle causando a morte de uma das alunas. A versão original, intitulada Assassinatos na Fraternidade Secreta, foi lançada em 1983. No elenco do remake, Jamie Chung, a Blink da série The Gifted, Rumer Willis (filha de Bruce Willis e Demi Moore) e a saudosa Carrie Fisher no papel da administradora do local.

O Mistério das Duas Irmãs

Um dos longas mais subestimados da lista, trata-se da refilmagem do asiático Medo (A Tale of Two Sisters, 2003).  Na refilmagem temos a talentosa Emily Browning no papel da protagonista, uma jovem que precisou de tratamento numa clínica após a morte suspeita de sua mãe. Ao voltar para a casa de sua família, se junta à sua irmã mais velha (papel da gracinha Arielle Kebbel) e começam a investigar a nova esposa de seu pai (papel de Elizabeth Banks), a antiga enfermeira de sua mãe. Ao mesmo tempo, as duas começam a ser assombradas por estranhos acontecimentos no local.

Continuações

Premonição 4

Tudo que faz sucesso, precisa ser continuado. E quando falamos em terror, isso se torna uma certeza absoluta. O difícil é depois saber a hora de parar. Assim, o sucesso surpresa Premonição (Final Destination, 2000) se tornou uma das franquias mais rentáveis do gênero na década passada. A premissa é simples, mas eficiente – o problema é que as sequências a repetiram à exaustão, uma ou outra adicionando algum elemento novo e criativo. Na trama, um grupo de jovens “dribla” a morte em algum evento trágico – sempre com a ajuda de um integrante que possui “o dom da premonição” e antevê o acidente. A graça deste quarto exemplar é dar uma de “Sexta-Feira 13” e brincar com o público prometendo ser o capítulo final, assim como no quarto episódio dos filmes do Jason. Em ambos os casos a série continuou.

[REC]² – Possuídos

Continuação do bem sucedido terror espanhol, que se transformou em filme cult, e contava a história de uma repórter no plantão da madrugada, seguindo um grupo de bombeiros por suas emergências noturnas. A mais nova é um chamado de um prédio, no qual estranhos acontecimentos estão ocorrendo. Logo, a repórter, os bombeiros e os moradores se veem presos no prédio lutando por sobrevivência. Este é um criativo terror, todo produzido no estilo found footage, no qual a câmera da reportagem serve como nossos olhos para as ocorrências no filme. A parte 2, lançada dois anos depois, consegue ir ainda mais além, elevando todos os elementos, inclusive o terror, e adicionando na mistura novos itens, como adrenalina (o ritmo é mais frenético) e mais sobre a mitologia do tema principal – que não vale a pena ser revelado. Uma pena que depois disso, a série tenha apenas decaído com seus últimos dois exemplares. Fora isso, o longa foi refilmado nos EUA logo no ano seguinte, com o título Quarentena (2008).

Abismo do Medo – Parte 2

Ao contrário do item acima, esta continuação vai pelo caminho oposto e joga na lama o nome da obra-prima de 2005, dirigida e criada pelo britânico Neil Marshall (que está no comando do novo Hellboy). O filme original era claustrofóbico, intimista e inesperado – esta talvez seja a sua melhor característica. Um grupo formado só por mulheres, se reúne numa cabana para passar o fim de semana, conversar, beber e relaxar. Muito necessário, já que a protagonista Sarah (Shauna Macdonald) perdeu seu marido e filha num terrível acidente de carro. Além do tempo, as amigas decidem se exercitar, explorando uma caverna inóspita através do rapel. No local, precisam combater seus demônios internos e externos. Pois algo as espreita nas sombras. A sacada genial é a mescla de gêneros e o desfecho. E isso é exatamente o que a continuação trata de apagar. Ou seja, a parte 2 não é somente ruim por ser um caça-níquel desavergonhado que não acrescenta nada de novo e apenas suga, como também tenta manchar o original desfazendo o que havia sido estabelecido.

H2: Halloween 2

Este é um caso curioso na lista, pois se trata da continuação de uma refilmagem, mas não exatamente a refilmagem da continuação. Deu para entender? O primeiro filme dirigido por Rob Zombie era declaradamente um remake do clássico de 1978, imortalizado por John Carpenter. É difícil ocupar a sombra da obra, mas a refilmagem tem seus admiradores. No entanto, Zombie pôde seguir seu próprio caminho quando chegou a hora de comandar a continuação dois anos depois. E o diretor até brinca com referências a Halloween II (1981), que se passa todo em um hospital (ou ao menos 90%). Aqui, esta sequência também dá a entender que teremos uma trama no hospital, mas logo depois o filme caminha com as próprias pernas, desbravando uma estrada completamente nova – seja para o bem ou para o mal.

O Grito 3

Aposto que muitos de vocês sequer sabiam da existência desta continuação. Pois bem, aqui temos um caso parecido ao do item acima. O primeiro O Grito (The Grudge, 2004) era a refilmagem americana de uma obra japonesa de 2002 – Ju-on, no original. O longa trazia Sarah Michelle Gellar, a eterna Buffy, como protagonista, uma jovem morando no Japão e se deparando com uma forte presença maligna na casa na qual cuidava de uma idosa senhora. Dois anos depois e chegava a continuação, que também contava com uma participação de Gellar, mas apresentava um elenco de jovens talentos promissores, vide Amber Tamblyn, Arielle Kebbel, Sarah Roemer, Teresa Palmer e a veterana Jennifer Beals. A terceira parte foi lançada direto em vídeo, tanto no Brasil quanto nos EUA, e no elenco, o nome mais conhecido é o de Shawnee Smith, musa da década de 1980, de filmes como Curso de Verão (1987) e A Bolha Assassina (1988), e veterana da franquia Jogos Mortais – que lançava também há treze anos o seu sexto exemplar, com a presença da atriz no papel da pupila Amanda.

Apesar das reações negativas, ‘Hereditário’ tem estreia sólida nos EUA

O polêmico terrorHereditário‘ estreou neste final de semana e, apesar de ter sido bem recebido pelos críticos, não causou o mesmo impacto em sua audiência. De acordo com o CinemaScore, o filme registrou uma nota D+ de seu público.

Apesar das reações negativas, no entanto, o terror conseguiu surpreender nas bilheterias, arrecadando bem mais do que esperado. Projeções indicavam uma estreia em torno de menos de US$ 10 milhões, mas o filme superou as expectativas com sólidos US$ 13 milhões.

Essa foi a melhor estreia da A24, superando o aclamado ‘A Bruxa‘, que estreou com US$ 8.8 milhões, e uma nota um pouco melhor, “C-“, acabando por acumular mais de US$ 25 milhões nos EUA.

Infelizmente, devido as reações negativas, ‘Hereditário‘ deve sofrer uma grande queda em sua segunda semana, especialmente se considerarmos os fortes lançamentos que estão por vir. Com um orçamento de US$ 10 milhões, e um grande hype ao seu lado, o terror pode trazer um bom retorno financeiro, especialmente se conseguir se sair bem no mercado internacional.

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

Dirigido por Ari Aster, a produção é conduzida pela A24 e seu elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

Hereditário‘ estreia dia 21 de Junho no Brasil.

‘The Handmaid’s Tale’: 3ª temporada ganha primeiro teaser; Assista!

A 3ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘ ganhou o primeiro teaser, exibido durante o Super Bowl.

Confira:

‘The Handmaid’s Tale’ | 2×13: ‘The Word’ – Texto sem contexto é pretexto [season finale] 

Vale também lembrar que o seriado já faturou oito Emmy Awards e se tornou um fenômeno entre o público.

Ainda não há data de estreia prevista para o terceiro ano.

A 2ª temporada é exibida pelo Hulu, serviço de streaming que não está disponível no Brasil. O canal pago Paramount Channel exibe a série no Brasil.

‘Criando Dion’: Série sci-fi com Michael B. Jordan já está disponível na Netflix!

A série ‘Criando Dion‘ (Raising Dion), produzida e estrelada por Michael B. Jordan, já estreou na Netflix! Todos os 9 episódios já estão disponíveis no serviço de streaming.

Confira o trailer:

Além de atuar, Michael B. Jordan é também o produtor executivo do projeto.

A trama conta a história de Nicole, uma mãe solteira de Atlanta, que perde seu esposo de maneira bem misteriosa. Agora sozinha, ela tenta criar o seu jovem filho, uma garoto com habilidades surpreendentes.

A série é estrelada por Alisha Wainwright, Ja’Siah Young e Jason Ritter.

‘Cobra Kai’: Sequência de ‘Karatê Kid’ será uma série original da Netflix

De acordo com o TVLine, a Netflix assumirá a produção da série ‘Cobra Kai‘, que se tornará uma produção original do serviço de streaming.

Segundo os termos do acordo, as duas primeiras temporadas serão lançadas na Netflix ainda este ano e o terceiro ciclo será exclusivo da plataforma, ainda sem data de estreia anunciada.

Vale lembrar que a terceira já foi filmada, mas o serviço do Youtube decidiu se livrar do seu conteúdo original. A medida se deve ao fracasso da plataforma do Youtube através de um modelo de assinantes, que deve voltar a focar em propagandas. Por este motivo, o Youtube perdeu o interesse por séries originais.

A série é uma continuação direta do clássico ‘Karatê Kid‘.

Situada 30 anos depois dos eventos do primeiro filme, a trama segue Johnny Lawrence em busca de redenção e reabrindo o infame dojo Cobra Kai. Com isso, ele trará de volta sua rivalidade com o bem sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilibrio sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê.

Ralph Macchio (Daniel LaRusso) e William Zabka (Johnny Lawrence) reprisam seus papéis.

Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand completam o elenco.