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‘Riverdale’: Episódio musical baseado em ‘Carrie, A Estranha’ ganha cartaz retrô; Confira!

O episódio especial de ‘Riverdale‘, que focará em uma peça musical baseada no clássico de Stephen King, ‘Carrie, A Estranha‘, ganhou um novo cartaz, com uma pegada bem retrô, que remete ao clássico filme

Confira:

Madchen Amick (‘Twin Peaks‘) interpretará Margaret White!

O episódio irá ao ar no dia 18 de Abril, e terá Cheryl Blossom (Madelaine Petsch) interpretando a personagem principal.

“O episódio terá 11 músicas do musical. Carrie: O Musical, foi escrito por Lawrence D. Cohen com letras de Dean Pitchford, e música por Michael Gore, e estreou na Broadway em 1988. A versão do colégio Riverdale será dirigido por “futuro vencedor do Tony” Kevin Keller (Casey Cott) e o documentário dos bastidores ficará responsável por Jughead Jones (Cole Sprouse). Fangs Fogarty (Drew Ray Tanner), visto pela última vez tendo um momento com o Kevin no corredor da escola, será o assistente de direção.”

No Brasil, Riverdale é transmitida simultaneamente pelo canal pago Warner Channel e a 1ª temporada estreou na Netflix dia 13 de fevereiro.

Crítica | Relive: Thriller da Blumhouse faz alucinante viagem no tempo

O desejo de refazer, retirar o que disse e de voltar atrás é o que fazem dos filmes com temática de viagem no tempo tão prazerosos. Como epifanias que transitam em linhas temporais distintas e fatos decisivos para o resto do curso da vida de alguém, longas como esse despertam a imaginação da audiência com desejos inalcançáveis e irremediáveis. O novo thriller da Blumhouse, Relive, traz o amado gênero como pilar de seu roteiro, acrescentando vários outros à trama, promovendo uma experiência cinematográfica imersiva e completa.

A produtora co-criada por Jason Blum sabe o que faz. Retomado um fértil território criativo – esquecido após o auge do terror nos anos 2000 -, com boas ideias e filmes aterrorizantes que levam o público ao delírio, a Blumhouse tem explorado os seus baixos orçamentos para abrir caminho no cinema independente. Indo na contramão daqueles thrillers e filmes de terror B de qualidade duvidosa (como The BlobA Bolha Assassina), ela volta ao Festival de Sundance uma vez mais. Após o sucesso de Corra!, cujos direitos de distribuição foram adquiridos por ela, a empresa marca presença com um longa que traz a essência do que ela sabe fazer de melhor: entreter e instigar as audiências.

Em Relive, David Oyelowo interpreta Jack, um policial honesto que perde seu irmão, cunhada e sobrinha em um terrível assassinato. Tentando descobrir como todos foram tão brutalmente mortos, ele vai dedicar seus esforços para tentar fechar a ferida aberta. Mas o caso se complica, quando sua sobrinha aparentemente morta passa a se comunicar com ele – direto do passado, o levando a muito mais que resolver o crime, mas sim a evitar que a tragédia aconteça. Proporcionando um nó na mente do espectador, a narrativa – desenvolvida por Jacob Estes e Drew Daywalt, dribla a percepção de todos, sendo amarrada com tanta cautela, que passamos a maior parte do tempo tão perdidos como o protagonista.

Desenrolando os fatos de maneira, aparentemente, aleatória, o thriller segura o nosso fôlego, nos intrigando com uma espécie de quebra-cabeça turvo, onde a cada pedaço acoplado, mais complexo fica. Com uma tensão crescente, estabelecida pelos personagens de Oyelowo e Storm Reid, Relive faz jogos mentais com a audiência, nos levando a pensar em alternativas que poderiam mudar o futuro que já sabemos, mantendo nossa atenção vidrada na narrativa. Unindo um leque caprichado de gêneros, o longa mescla o suspense com a ação acelerada, encorpada por uma forte carga dramática, que é coroada com pequenos elementos do terror.

Unindo as pontas soltas com precisão, o filme dirigido por Estes tem seu ápice na viagem do tempo, que trabalha de maneira diferenciada, sem as batidas cápsulas tão usadas no cinema em longas do gênero. Consolidando toda essa premissa de maneira original, passado e presente conversam entre si, a fim de que ambos possam resultar em um futuro diferente. O que hipnotiza nossa atenção no thriller é justamente querer saber como esses dois fragmentos do tempo, o que era e o que é, podem se colidir para alternar o vindouro. E por meio das poderosas atuações da nossa dupla de protagonistas, somos arrebatados por uma produção insana, de ritmo acelerado e enredo bem amarrado.

Com uma direção que usa de artimanhas visuais para exprimir a sensação de viagem no tempo, focando também nas emoções dos personagens, Relive passeia pelos gêneros mais diversos com habilidade e leveza. Com um clímax extasiante e uma conclusão até um tanto óbvia, o longa traz fragmentos que são quase como referências de produções amadas como Sicário, De Volta Para o Futuro, Sem Segurança Nenhuma e até mesmo Corra!. Com elenco predominantemente negro, a Blumhouse se consolida mais uma vez como uma marca valiosa para o cinema com forte representatividade, nos permitindo ter o prazer de desfrutar de filmes como este, cheio de cliffhangers, reviravoltas e que vai – facilmente – explodir sua mente.

‘Dois Irmãos’: Conheça Corey, personagem de Octavia Spencer, em cena divulgada; Assista!

A nova animação da Pixar, ‘Dois Irmãos‘, segue com sua jornada nas telonas e uma cena da produção fora divulgada, apresentando a personagem Corey, dublada originalmente pela vencedora do Oscar Octavia Spencer.

Assista:

 

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Meet Corey… orrr The Manticore, voiced by @OctaviaSpencer, in this brand-new clip from #PixarOnward. See the film in theaters now!

Uma publicação compartilhada por Walt Disney Studios (@disneystudios) em


A produção recebeu uma nota A- da audiência e conquistou os críticos, com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Isso deve ajudar a animação a manter uma boa estabilidade nas próximas semanas.

O longa tem direção de Dan Scanlon e produção de Kori Rae, equipe responsável por ‘Universidade Monstros‘.

Num mundo encantado habitado por diversas criaturas mágicas como fadas, trolls e unicórnios, dois irmãos elfos tentam através da magia viver um último dia com o pai, falecido quando eram pequenos.

O elenco de vozes conta com Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’), Julia Louis-Dreyfus (‘Veep’) e Octavia Spencer (‘A Forma da Água’).

Dois Irmãos – Uma Jornada Fantástica‘ já está em exibição nos cinemas.

10 Filmes necessários que estão na Prime Video!

Impressionante o que tem de filme bom escondido na Prime Video! Entre longas-metragens famosos em outros tempos e produções recentes, esse é um dos melhores catálogos do mundo dos streamings. Para te ajudar a escolher um ótimo filme nessa plataforma, pega toda essa lista e guarda!

 

Desejos da Tarde

Em 95 minutos de longa, somos guiados para a vida de uma mulher de meia idade chamada Rachel (Kathryn Hahn), moradora de uma bairro tranquilo e de classe média alta em uma grande cidade dos Estados Unidos. Seu casamento com Jeff (Josh Radnor) está de mal a pior, muito por conta da falta de entrosamento no sexo entre os dois. Para tentar apimentar as coisas, certa tarde, vão até um clube de strip tease e lá conhecem McKenna (Juno Temple). Após esse encontro, Rachel se sente necessitada de ter a jovem stripper por perto, levando a moça para ser babá de seu filho, causando diversas confusões e surpresas para todos na história.

 

Força para Viver

Na trama, conhecemos o confiante e bem sucedido Sam (Billy Crudup), um pai de família que vive intensamente seu cotidiano fazendo dinheiro com seu estável trabalho. Certo dia, uma grande tragédia acontece na biblioteca onde seu filho estudava e esse fato muda completamente o protagonista que se joga no alcoolismo, muda de cidade e vai morar em um barco bem longe de casa. Passados dois anos, agora trabalhando como pintor e sem muitas pretensões na vida, Sam recebe de sua ex-mulher Emily (interpretado pela sempre maravilhosa Felicity Huffman) uma caixa com alguns pertences do filho e isso o faz despertar para um elo esquecido que eles tinham, a música. Preso ainda pelos pensamentos doloridos de seu passado, Sam embarca numa jornada musical, principalmente quando conhece o carismático Quentin (Anton Yelchin) e resolve criar uma banda.

 

A Aventura de Kon-Tiki

Em Kon-Tiki (filme que leva o nome do barco da missão) conhecemos mais de perto a história do lendário explorador de sociedades Thor Heyerdal que após muitas pesquisas, reunidas em um trabalho de quase uma década, resolve convencer seus patrocinadores a investirem em uma travessia de 4.300 milhas para dentro do oceano Pacífico navegando em uma jangada de madeira obsoleta, no ano de 1947, para provar sua teoria de que era possível para os sul-americanos, navegar e chegar na Polinésia pela América do Sul em tempos pré-colombianos.

 

Encontros e Desencontros

Já um clássico da ótima filmografia da cineasta Sofia Coppola, Encontros e Desencontros nos mostra um ator norte-americano que está no outro lado do mundo, no Japão, para participar de um comercial. No mesmo hotel que ele, está uma jovem que está em viagem com o marido que a deixa sozinha quase sempre. Essas duas almas se encontram certa vez e seus destinos acabam interligados a partir desse momento.

 

A Delicadeza do Amor

Na trama, conhecemos Nathalie uma mulher bonita no auge de sua vida que vive apaixonada por seu marido François. Um dia, após ir dar uma corrida na rua, François é ferido gravemente e um tempo depois falece, deixando Nathalie desesperada e sem rumo. Após 3 anos de luto, se dedicando fielmente ao novo emprego a protagonista é envolvida em um relacionamento com um sueco que trabalha na mesma empresa que ela. O amor em sua forma mais delicada e o sofrimento em sua forma mais profunda são elementos que se misturam nesse romance. Para embarcar e ser feliz nesse novo amor Markus precisará ter paciência e conhecer todo o sofrimento da bela jovem.]

 

Pegando Fogo

Na trama, conhecemos o brilhante chef de cozinha Adam Jones (Bradley Cooper), um homem com um passado conturbado regado à brilhantismo, babaquices com outros colegas de profissão e vícios que o foram afundando ladeira à abaixo. Depois de passar meses sumido, tentando uma espécie de reabilitação em forma de jornada pessoal, volta a um grande centro culinário que é Londres e tenta cumprir um novo objetivo: conseguir a sua terceira estrela Michelin (algo como o Oscar da culinária mundial). Para isso, reúne uma competente equipe e conta com a ajuda Tony (Daniel Brühl) um amigo do passado.

 

Todo o Silêncio

Na trama, conhecemos Miriam (Adriana Llabres), filha de pais surdos que trabalha como professora de libras em uma escola. Ela vive uma vida feliz ao lado da namorada Lola (Ludwika Paleta) e investe tempo e dedicação na carreira teatral. Às vésperas de interpretar uma personagem de uma peça de Tchekhov, após uma consulta médica, descobre estar ficando totalmente surda, fato esse que mudará para sempre sua trajetória e sonhos.

 

Fruitvale Station: A Última Parada

O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, conta a história de Oscar, um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família serão protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

 

O Nevoeiro

Na trama, somos rapidamente apresentados aos personagens principais que estão presos em um supermercado, por conta de uma estranha tempestade (que traz uma série de criaturas nada amistosas) que cobre a cidade. Rapidamente, a tensão toma conta do lugar. Embates acontecem, grupos são criados e a dúvida nas ações, fora as desconfianças pessoais levam todos ao extremo emocional. O poder religioso toma conta do ambiente levando pessoas comuns a virarem devotos em segundos. Vemos suicídios, pessoas longe dos corpos, gremlins gigantescos, tentáculos sobrenaturais que vão levando o supermercado ao caos, deixando a situação incontrolável. A questão que todos indagam: Como escapar daquela situação? O público é brindado com um desfecho aterrorizante e marcante.

 

O Quarto de Jack

Na trama, conhecemos a história de Jack (Jacob Tremblay), um menino que acaba de fazer 5 anos e mora com a mãe em um quarto de 10 metros quadrados. A rotina do menino é ver televisão, ler e sonhar. Conforme a curiosidade, sobre o mundo fora do quarto, do menino começa a fica mais intensa, a mãe chamada de Ma, depois de Joy, (Brie Larson) embarca em uma jornada de explicações sobre a situação que vivem e o que realmente existe fora daquele quarto. Até que um dia, mãe e filho bolam um plano para conseguir sair do lugar onde vivem.

 

 

‘Percy Jackson’, ‘As Crônicas de Nárnia’ e outras 13 Franquias de Fantasia Juvenil Interrompidas no Cinema

Para cada fenômeno como Harry Potter, Crepúsculo e Jogos Vorazes, diversas outras franquias de fantasia juvenil baseadas em livros de sucesso morrem na praia. Fazer sucesso não é fácil. E muitos parecem ainda acreditar que basta colocar uma superprodução na praça que seu público-alvo irá consumi-la como água.

O CinePOP reuniu numa lista os 15 principais filmes do gênero que não deram certo no cinema – ou tiveram suas sagas interrompidas nas telonas. Vem conhecer.

A Bússola de Ouro (2007)

Começamos a lista com um item que a motivou. Antes de virar uma série aguardada na HBO, a obra de Philip Pullman tentou emplacar sem sucesso nas telonas. Aqui temos um urso polar com a voz de Sir Ian McKellen, e Nicole Kidman, Daniel Craig e Eva Green à frente do elenco. A história mostra a jornada da pequena Lyra para salvar seus amigos sequestrados, em um universo paralelo. Apesar de existir como uma trilogia na forma literária, apenas o primeiro exemplar foi adaptado ao cinema – já que o filme não fez o sucesso esperado. O que ficou na mente de todos, no entanto, foi a cena em que Kidman esbofeteia seu animalzinho de estimação: um mico leão dourado.

Desventuras em Série (2004)

Esta também é uma série de livros do autor Daniel Handler, usando seu pseudônimo Lemony Snicket. A história fala sobre um trio de irmãos órfãos que após a morte dos pais num incêndio precisa ir morar com seu vilanesco tio distante, o Conde Olaf (vivido por um Jim Carrey em estado de glória). O longa conta ainda com Meryl Streep, e apesar de sua qualidade não fez o sucesso esperado. A Netflix adquiriu as obras e as transformou numa série (lançada em 2017), assim podendo adaptar o restante da história.

Percy Jackson (2010)

Essa dói no coração dos fãs. Os livros do autor Rick Riordan sobre o jovem Percy Jackson e os Olimpianos são cinco ao total. A história sobre o menino normal (papel de Logan Lerman) que se descobre descendente de Deuses do Olimpo e precisa aprender sobre seus poderes numa escola própria para isso, foi aos cinemas em 2010, com Percy Jackson e o Ladrão de Raios – o primeiro livro. O filme não fez o sucesso esperado, mas devido a uma entusiasmada legião de fãs, a FOX forçou a barra e lançou três anos depois a continuação: Percy Jackson e o Mar de Monstros (2013). Novamente sem o resultado esperado, o estúdio deu uma travada nas produções. Agora é esperar que algum canal de streaming a resgate na forma de uma série.

As Crônicas de Nárnia (2005)

Caso parecido ocorreu com esta franquia baseada numa obra clássica. O autor C.S. Lewis era colega de J.R.R. Tolkien (autor de Senhor dos Anéis) e é dito até mesmo ter influenciado em sua obra literária mais famosa. No cinema, no entanto, o destino das franquias dos amigos foi bem diferente. Enquanto Senhor dos Anéis se tornou um fenômeno enchendo os cofres da Warner, As Crônicas de Nárnia a cada exemplar perdia a força até ser cancelada. Os dois primeiros filmes foram lançados pela Disney, que não quis mais a propriedade, sendo adquirida pela FOX para o lançamento do terceiro filme. Depois disso, a franquia foi interrompida nos cinemas.

Eragon (2006)

Parte de uma quadrilogia de livros escritos pelo jovem Chistopher Paolini, a história pegava clara carona na mitologia clássica da fantasia, com guerreiros medievais e dragões falantes – aqui, a criatura protagonista tinha a voz de Rachel Weisz. Apesar da pretensão, a FOX resolveu parar logo no primeiro, após o fracasso do filme pelo mundo.

As Crônicas de Spiderwick (2008)

Na década passada, todo produtor de Hollywood via futuro na adaptação de obras de fantasia juvenis ao cinema. Poucos estavam certos. Produzido pela Paramount e pela Nickelodeon, aqui temos uma história sobre duendes, fadas e magia sombria cercando os arredores de uma casa na floresta. O jovem talentoso Freddie Highmore é quem protagoniza em papel duplo, vivendo irmãos gêmeos. Apesar de uma grande quantidade de livros dentro deste universo, apenas um filme foi adaptado aos cinemas.

Os Seis Signos da Luz (2007)

Baseado nos livros de Susan Cooper, esta é mais uma história sobre um menino que se descobre “o escolhido” para lutar contra as forças do mal. O protagonista é vivido por Alexander Ludwig, da série Vikings e que estará em Bad Boys 3. Aqui também temos uma série de cinco livros que resultaram em apenas um filme, já que sua bilheteria não foi nada encorajadora para que a FOX continuasse a investir nas produções.

Nanny McPhee (2005)

Aqui temos uma história curiosa. A autora Christianna Brand foi a criadora da personagem mágica e extremamente feia, que surge como uma Mary Poppins moderna para as crianças mal comportadas de uma família. Quem interpreta a protagonista é a vencedora do Oscar Emma Thompson, que também adapta o roteiro. Uma das mudanças de Thompson foi justamente o nome da protagonista e o título da obra. Originalmente Nanny McPhee era Nurse Matilda. Nurse era uma denominação para babá na década de 1960, quando o livro foi lançado. E a mudança de Matilda foi devido ao filme homônimo de 1996. Aos trancos e barrancos, um segundo filme foi lançado cinco anos depois. Mas o terceiro nunca viu a luz do dia.

Coração de Tinta (2008)

Parte de uma trilogia literária escrita por Cornelia Funke, esta foi outra pretensa série que parou logo na largada, com um primeiro filme produzido apenas. A história mostra uma menina descobrindo um dom sobrenatural de seu pai (vivido por Brendan Fraser). O sujeito consegue extrair para o mundo real os personagens de seus livros. Agora, juntos, eles devem impedir um terrível vilão. A Dama Helen Mirren também está no elenco.

Eu Sou o Número Quatro (2011)

Os autores James Frey e Jobie Hughes lançaram a série de livros de fantasia e ficção Eu Sou o Número Quatro sob o pseudônimo Pittacus Lore. Apesar dos sete livros lançados, esta história sobre alienígenas vivendo na Terra e se adaptando na forma de estudantes colegiais e seus familiares, só rendeu um filme até hoje. Alex Pettyfer viveu o protagonista.

Academia de Vampiros (2014)

Nem mesmo a popularidade da série Diários de um Vampiro (2009-2017) foi o suficiente para fazer este filme emplacar no gosto popular na época de seu lançamento nos cinemas. Mais na vibe de comédias adolescentes como As Patricinhas de Beverly Hills do que de um terror propriamente dito, o longa é baseado na série de livros da autora Richelle Mead. O filme, protagonizado pela carismática Zoey Deutch, foi inclusive lançado direto em vídeo por aqui, sem passar por nossos cinemas.

Dezesseis Luas (2013)

Parte de uma quadrilogia escrita por Kami Garcia e Margaret Stohl, este filme foi lançado na esteira do sucesso de Crepúsculo – cuja saga chegava ao fim no ano anterior -, tentando capturar seus fãs órfãos. A obra cinematográfica é criada nos mesmos moldes: um romance proibido entre um humano e uma criatura sobrenatural. Aqui, troca-se apenas um clã de vampiros por um clã de bruxas.

Os Instrumentos Mortais (2013)

Outro filme que tentou pegar carona na lacuna deixada por Crepúsculo, no percurso tentando deslanchar a carreira de Lily Collins – que ainda não garantiu um grande sucesso em sua filmografia. A continuação, inclusive, já estava sendo produzida quando este primeiro estreava. Ao se depararam com o resultado de crítica e bilheteria, os produtores resolveram cancelar de uma vez o segundo filme. Três anos depois, a obra virou uma série de TV, com elenco inteiramente renovado.

Divergente (2014)

Se Dezesseis Luas foi o Crepúsculo de “segunda”, Divergente foi claramente o Jogos Vorazes de “segunda”. Aqui, no entanto, a culpa recai nos produtores ambiciosos. Depois que a franquia Harry Potter resolveu dividir seu último livro em dois filmes, para melhor adaptar a história, todos os produtores de Hollywood viram no fato a chance de lucrar mais. Assim, Crepúsculo e Jogos Vorazes igualmente trataram de dividir seus últimos livros em dois filmes. Divergente, que não era um fenômeno com os citados (apesar do elenco grandioso encabeçado por Shailene Woodley e Kate Winslet), resolveu fazer o mesmo com as obras de Veronica Roth – uma trilogia originalmente. Assim, após o resultado mais que morno do terceiro filme, o estúdio se negou a produzir um quarto. E a história ficou sem conclusão.

O Aprendiz de Vampiro (2009)

Parte de uma saga de doze livros, escritos por Darren Shan, a obra teve uma adaptação para o cinema em 2009 – com participação de nomes como John C. Reilly e Salma Hayek, e dirigida por Paul Weitz (Um Grande Garoto). Um circo de aberrações regido por um vampiro é o tema desta história de terror de mentirinha. Curiosamente, o autor se inclui na história como o protagonista, um jovem que entra em contato com estes seres sobrenaturais. O filme não fez sucesso e não continuou suas aventuras nas telas.

Bônus:

Maze Runner (2014)

Assim como várias adaptações do tipo, Maze Runner teve um começo promissor no cinema. A continuação deu uma decaída e logo depois foi quando a tragédia se abateu sobre a produção. O jovem Dylan O’ Brien (o protagonista) sofreu um grave acidente durante as filmagens, que colocaram um hiato de três anos até o terceiro filme. Apesar de se tratarem de seis livros, os produtores resolveram encerrar a saga com o terceiro filme nos cinemas, para evitarem mais problemas. Um caso curioso e inédito. Ao menos deram uma conclusão à história.

Crítica | Floresta Maldita

Florestas sempre foram um prato cheio como plano de fundo para filmes de terror. Basta colocar um grupo de jovens desavisados, celulares sem rede e um perigo iminente, e o roteiro está pronto, mudando apenas a forma como os personagens encontrarão o seu destino final – seja pelas mãos do Jason Voorhees, seja através de um vírus mortal comedor de carne. Em ‘Floresta Maldita‘, a situação é muito mais sútil, mas não menos assustadora. E o mais aterrorizante de tudo é que estamos falando um cenário real, por mais incrível que se possa imaginar.

Na trama, Sara tem uma irmã gêmea e logo se encontra desesperada ao saber sobre o seu desaparecimento misterioso. Ao chegar no Japão, Sara descobre que sua irmã foi vista pela última vez entrando na trilha para a floresta de Aokigahara, mais conhecida como a floresta dos suicidas. Apesar de todos a alertarem para não ir, ela entra na floresta, convencida de que sua irmã está viva e precisa de sua ajuda. Fora da trilha, Sara é cercada por horrores inexplicáveis. A floresta, dominada pelos espíritos dos que se entregaram a ela, fará de tudo para que Sara nunca mais volte para casa. Ao mesmo tempo em que tenta resistir às alucinações, Sara está mesmo determinada a descobrir a verdade sobre o paradeiro de sua irmã – nem que para isso tenha que adentar na parte mais sombria da floresta.

floresta maldita

É de conhecimento público que o Japão tem um dos índices mais altos de suicídio do mundo, e não é a toa que a Floresta do Suicídio é justamente localizada por lá, mais precisamente situada na base noroeste do monte Fuji. Com o passar dos anos, centenas de corpos já foram encontrados na floresta, com os números aumentando com o passar dos anos. É um cenário extremamente triste, aterrorizante e pesado, que tinha para render um filme aterrador. No entanto, o roteiro fraco e a direção amadora arrastam esta produção para ser esquecida em um mar de produções semelhantes. É uma pena, porque a trama obviamente tinha muito potencial, e um grande diferencial em comparação aos outros suspenses sobrenaturais lançados nos últimos anos.

Acredito que o grande problema deste filme gira em torno de sua direção fraca. O diretor, que assume o cargo pela primeira vez, falha miseravelmente em criar um ambiente opressor. E essa aparentemente não deveria ser uma tarefa difícil, considerando onde a trama se passa. A floresta deveria ter recebido mais atenção. Mais do que um plano de fundo, a floresta devia ter sido uma personagem principal. A fotografia é extremamente fraca e não consegue capturar o cenário de forma apropriada. Não há nada que diferencie o que vimos no filme de outras produções de terror que se passam em florestas. A floresta original é descrita como extremamente densa, com poucos raios conseguindo passar pelas copas de suas árvores. No filme, no entanto, o ambiente é aberto, sempre muito bem ensolarado.

Outro grande erro do diretor foi investir nos fantasmas computadorizados, com alguns dos “jump scares” mais amadores que eu já vi em uma produção recente. O pior é que os efeitos sequer estão convincentes. Os últimos segundos do filme são extremamente vergonhosos. Ao invés de tentar encerrar a trama em um último frame depressivo, o diretor faz questão de fazer algo pular de uma forma muito mal feita na tela. A história também demora tempo demais para colocar a protagonista na floresta. Não adiante forçar algumas assombrações ou sustos bestas se a personagem sequer pisou na floresta maldita ainda. O roteiro poderia ter sido mais didático, mostrando um pouco mais daquela realidade. Um dos pontos mais interessantes é quando informam a respeito do propósito das fitas/barbantes que cruzam a floresta, que têm o propósito de guiar as pessoas que ainda estão em dúvida a respeito de tirar suas próprias vidas – uma vez que é extremamente fácil de perder fora da trilha.

floresta maldita

Qualquer relato a respeito do lugar é mais aterrorizante e profundo do que este filme. Basta jogar o tema no Youtube e vocês encontrarão diversas reportagens e documentários sobre este lugar de tamanha tristeza, que são extremamente mais interessantes e informativos do que esta produção. ‘Floresta Maldita‘ é um desperdício do início ao fim, fechando sua trama de uma forma previsível, especialmente para quem prestou atenção no trailer. Mesmo com oportunidade de retratar algo único, o filme consegue cair na mesmice e velhos clichês do gênero. Acredito que este filme poderia ter sido excelente se tivesse caído nas mãos de uma equipe competente.

‘Moonhaven’: Série sci-fi é RENOVADA para a 2ª temporada pela AMC+

AMC+ renovou oficialmente a série ‘Moonhaven‘, produção futurística sobre uma colônia humana construída na Lua, para a 2ª temporada.

A próxima temporada contará com seis episódios, que serão lançados em 2023.

“Essa é uma ótima e interessante série, brilhantemente conduzida peloPeter Ocko. A história é cheia de suspense, com um elenco fenomenal que entrega performances memoráveis,” declarou Dan McDermott, presidente de entretenimento da AMC Studios. “O que o Peter e sua equipe estão criando para a segunda temporada é algo de outro nível. Os fãs ficarão animados.”

Peter Ocko (‘Black Sails’) entra como roteirista e produtor da série.

Cem anos no futuro, a trama gira em torno de Bella Sway (Emma McDonald), uma piloto de carga lunar e contrabandista que é acusada de um crime e abandonada em Moonhaven, uma comunidade utópica situada em um Jardim do Éden construído na Lua para encontrar soluções para os problemas que logo acabarão com a civilização na Mãe Terra.

Cética no Paraíso, Bella é sugada por uma conspiração para obter o controle da inteligência artificial responsável pelos milagres de Moonhaven, e se junta a um detetive local para deter as forças que querem destruir a última esperança da Terra antes que eles mesmos sejam destruídos.

O elenco conta com Joe ManganielloDominic Monaghan, Kadeem Hardison, Amara KaranAyelet Zurer e Yazzmin Newell.

Roteirista revela COMO a ausência da Neve Campbell afetou a história de ‘Pânico 6’

Em entrevista ao ComicBook, o roteirista James Vanderbilt revelou como a ausência da sobrevivente Sidney Campbell afetou a história da sequência ‘Pânico VI‘.

A personagem originalmente estava cotada para retornar, mas a atriz Neve Campbell se recusou a participar da produção após receber uma baixa oferta salarial – que foi julgada, pela própria artista, estar abaixo do valor que ela agrega à franquia.

“Nós soubemos, desde muito cedo, a história que queríamos contar. Nós sempre planejamos focar na Sam e na Tara, e passamos a encaixar os outros personagens ao redor delas. O filme que o público assistiu segue basicamente igual à história original que criamos.”

Sobre a ausência da personagem, o produtor William Sherak completa: “Acredito que a Sidney Prescott sempre irá se encaixar em um filme da franquia ‘Pânico’. Quando soubemos que ela não retornaria, não fomos afetados como as pessoas imaginam. Nós sabíamos a história que queríamos contar. A Sidney pode se encaixar em qualquer filme da franquia, porque ela é a Sidney Prescott. Essa não era uma possibilidade, mas tivemos a chance de contar uma história incrível que foi construída de forma brilhante. Mas a Sidney se encaixaria em qualquer filme. Nós temos esse luxo: uma personagem que sempre irá funcionar nesta franquia.”

Pânico VI‘ encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 168.9 milhões arrecadados mundialmente. O longa original, lançado em 1996, arrecadou US$ 173 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, com arrecadação de US$ 107.7 milhões nos EUA, o sexto capítulo se tornou a maior arrecadação doméstica da saga. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar o montante do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

O terror acompanha os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado.

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘Bob Marley: One Love’ já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente

Sucesso! Em menos de três semanas, a cinebiografia ‘Bob Marley: One Love‘, filme que conta a história do ícone do reggae, já arrecadou quase US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

Apesar de ter sido desbancado pelo blockbuster ‘Duna: Parte 2‘ no território norte-americano, o longa arrecadou US$ 7.4 milhões em seu terceiro final de semana nos EUA – o que representa uma queda de apenas -45% em comparação ao final de semana anterior.

Ao total, a produção já soma US$ 82.7 milhões domesticamente.

Internacionalmente, o filme arrecadou US$ 63.3 milhões – totalizando US$ 146 milhões nas bilheterias globais.

Vale lembrar que ‘Bob Marley‘ havia conquistado o topo das bilheterias dos EUA ao arrecadar US$ 51 milhões em seu primeiro final de semana estendido – quase o dobro da estreia de ‘Madame Teia‘ (US$25.8M) no país.

Para termos de comparação, ‘One Love‘ arrecadou US$ 27.7 milhões no final de semana regular (composto por 3 dias), superando a estreia de ‘Rocketman‘ (US$25.7M) e chegando próximo aos números de ‘Elvis‘ (US$31.2M).

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 42% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção caiu no gosto do público, alcançando uma média de 92% de aprovação no site.

Relembre o trailer:

O longa celebra a vida e a música de um ícone que inspirou gerações através da sua mensagem de amor e união. Pela primeira vez nos cinemas, o público vai descobrir a poderosa história de superação de adversidades e a jornada por trás da sua música revolucionária.

A direção do longa é assinada por Reinaldo Marcus Green, que também dirigiu ‘King Richard: Criando Campeãs‘, filme indicado a seis Oscars e vencedor de um. Bob Marley será interpretado pelo ator Kingsley Ben-Adir, que atualmente trabalha na série “Invasão Secreta”.

Contracenam com ele nesse novo longa, Lashana Lynch, James Norton, Tosin Cole, Anthony Welsh, Michael Gandolfini, Umi Myers e Nadine Marshall.

‘Guerra Civil’: Suspense com Wagner Moura e Kirsten Dunst já está disponível em streaming

O aclamado ‘Guerra Civil‘, que conquistou 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já está disponível no catálogo brasileiro do Max.

A trama se passa em um futuro distópico, e segue um grupo de jornalistas que percorre os Estados Unidos durante um intenso conflito que envolve toda a nação.

Estrelado por Wagner MouraKirsten DunstCailee Spaeny, o longa arrecadou US$ 126.1 milhões nas bilheterias mundiais, tornando-se a segunda maior arrecadação da história da A24 – atrás apenas do fenômeno ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (US$143.4M).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.

O elenco também inclui, Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Jesse Plemmons (‘Assassinos da Lua das Flores’) e Nick Offerman (‘The Last of Us’).

Taylor Kitsch quebra tudo no trailer DUBLADO da série ‘A Lista Terminal: Lobo Negro’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer dublado a série ‘A Lista Terminal: Lobo Negro‘, pré-sequência de ‘A Lista Terminal‘.

Estrelada por Taylor KitschChris Pratt, a atração chega à plataforma de streaming no dia 27 de agosto, com o lançamento dos três primeiros episódios. O restante dos capítulos será transmitido em caráter semanal até o dia 24 de setembro.

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Jack CarrDavid DiGlio são os cocriadores da série derivada.

O spin-off traz de volta Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) como o Comandante James Reece e Taylor Kitsch como Ben Edwards.

A trama Ben em sua jornada desde os Navy SEALs até o lado clandestino das Operações Especiais da CIA, explorando o lado sombrio da guerra e o custo humano que ela traz.

O elenco também conta com Tom Hopper como Raife Haistings, Robert Wisdom como Jed Haverford, Luke Hemsworth como Jules Landry, Dar Salim como Mohammed Farooq, Rona-Lee Shimon como Eliza Perash, Shiraz Tzarfati como Tal Varon e Jared Shaw como Ernest “Boozer” Vickers.

Nicolas Cage quebra tudo no trailer FINAL de ‘Spider-Noir’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer final da série live-actionSpider-Noir‘, estrelada pelo vencedor do Oscar Nicolas Cage.

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A produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de maio.

Brendan Gleeson (‘Mr. Mercedes’), Lamorne Morris (‘New Girl’), Abraham Popoola (‘Andor’), Jack Huston (‘As Bruxas Mayfair’), Li Jun Li (‘Babilônia’) e Kai Caster (‘Yellowstone’) também fazem parte do elenco.

Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.

A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.

Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”

Oren Uziel (‘Mortal Kombat’) e Steve Lightfoot (‘O Justiceiro’) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) fica responsável pela direção.

Filmagens de ‘Tomb Raider’ são encerradas; Assista vídeo!

As filmagens do reboot de ‘Tomb Raider‘ foram finalizadas nesta sexta-feira (09).

O anúncio foi feito pelo próprio diretor da produção, Roar Uthaug, que publicou um vídeo em sua conta do Instagram para marcar a ocasião.

Confira:

That’s a wrap! #tombraidermovie #tombraider

Uma publicação compartilhada por Roar Uthaug (@roaruthaug) em

Alicia Vikander estrela como ‘Lara Croft‘. Walton Goggins (‘Os Oito Odiados‘) vai interpretar o vilão da trama.

Dominic West, da aclamada série ‘The Affair‘, será o pai de Lara Croft, Lord Richard Croft. A participação do pai de Lara na história é de extrema importância para que a personagem se desenvolva e mais ainda, para que ela enfrente as aventuras até chegar a ele.

Confira a sinopse oficial e imagens:

“Sete anos após o desaparecimento de seu pai, Lara, de 21 anos de idade, se recusa a assumir as rédeas do seu império empresarial global. Ao invés disso, ela trabalha como entregadora de objetos em Londres, enquanto tinha aulas na faculdade. Eventualmente, ela se inspira no desaparecimento de seu pai e viaja para sua última localização conhecida. De repente, as apostas não poderiam ser mais altas para Lara, que – contra as possibilidades e armada apenas com sua mente afiada, fé e o espírito teimoso – deve aprender a ultrapassar seus limites enquanto viaja para o desconhecido. Se ela sobreviver a esta aventura perigosa, ela poderá fazer o seu próprio nome, Tomb Raider.”

 

As filmagens passarão por locações na África do Sul e na Inglaterra. A estreia acontece em 16 de março de 2018, com distribuição da Warner Bros.

O norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’) dirige. Geneva Robertson-Dworet roteiriza.

Os filmes estrelados por Angelina Jolie, em 2001 e 2003, foram produzidos pela Paramount. Juntos, arrecadaram cerca de 400 milhões de dólares mundialmente, o que animou a MGM em tentar mais uma vez colocar a heroína patrimônio da Internet no cinema.

 

‘Fahrenheit 451’: Michael B. Jordan questiona sua integridade em novo trailer

A aguardada ficção científica ‘Fahrenheit 451 ganhou um novo trailer, que traz Michael B. Jordan questionando sua integridade como bombeiro.

Assista:

O telefilme será lançado pela HBO em 19 de maio de 2018.

A nova versão do clássico é dirigida por Ramin Bahrani, e tem no elenco Michael B. Jordan (Creed: Nascido para Lutar), Michael Shannon (indicado ao Oscar por Animais Noturnos), Sofia Boutella (A Múmia) e Laura Harrier (Homem-Aranha: De Volta ao Lar).

Baseado no livro clássico de Ray Bradbury, escrito em 1953 e tido como um dos precursores do gênero futuro distópico, Fahrenheit 451 foi adaptado para o cinema em 1966, num filme dirigido pelo cultuado François Truffaut e protagonizado por Julie Christie. A certa altura, o astro Mel Gibson esteve ligado a uma nova roupagem da obra, projeto que não foi para frente.

 

‘Atlanta’: Terceira temporada está atrasada e deve ser adiada

A aclamada e premiada série do FX, ‘Atlanta’, está passando por alguns atrasos em sua produção e a estreia da terceira temporada pode acabar sendo adiada.

A informação foi compartilhada pelo CEO da emissora, John Landgraf, em entrevista ao portal Deadline. Durante a conversa, ele admitiu que a série está atrasada, com a grande possibilidade de ela ficar de fora do Emmy Awards 2019. Ele ainda revelou que existe a possibilidade da produção não voltar antes de 2020, em virtude dos conflitos de agenda do elenco e da “priorização na qualidade e não na quantidade”.

Disse:

Donald Glover é meio que o rei de todas as mídias e ele tem tido uma vida incrivelmente complicada. Passou por algumas coisas pessoais com as quais ele teve que lidar, desde lesões à outras circunstâncias, que eu prefiro não revelar, mas que não são relacionadas à sua intimidade, mas sim a membros de sua família”.

 

Assista ao trailer da segunda temporada.

No Brasil, a 1ª temporada deAtlanta também está disponível no catálogo da Netflix.

Coronavírus | Tom Hanks atualiza os fãs quanto ao seu diagnóstico

Os fãs de Tom Hanks foram pegos de surpresa depois que o astro confirmou que ele e sua esposa, Rita Wilson, haviam sido infectados pelo Coronavírus.

E após uma atualização feita por um dos filhos do casal, Chet, foi a vez do próprio Hanks tranquilizar seus fãs, compartilhando o atual status da sua saude.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, ele compartilhou:

“Eu e Rita Wilson queremos agradecer a todos da terra Daqui Debaixo que estão cuidando tão bem de nós. Temos o Covid-19 e estamos isolados, por isso não o espalhamos a mais ninguém. Existem aqueles para quem isso pode levar a uma doença muito grave. Estamos levando essa situação um dia de cada vez. Há coisas que todos podemos fazer para superar isso, seguindo o conselho de especialistas e cuidando de nós mesmos e dos outros, certo? Lembre-se, apesar de todos os eventos atuais, não há necessidade de choro”.

 


Por meio de sua conta oficial, Hanks compartilhou a notícia do diagnóstico:

“Olá pessoal. Rita e eu estamos aqui na Austrália. Nos sentimos um pouco cansados, como se tivéssemos resfriados e algumas dores no corpo. Rita teve alguns arrepios que iam e vinham. Ligeiras febres também. Para fazer as coisas direito, como é necessário no mundo agora, fomos testados para o Coronavírus e descobrimos que é positivo.

 

Mais informações serão divulgadas em breve.

 

10 ótimos filmes que precisam de muita paciência por parte do público!

Antigamente tinham carros antigos que precisavam serem empurrados em algumas situações para poderem ligar. Aquela velha e já sabida paciência do: ‘uma hora ele pega!’. Traçando esse paralelo com o mundo do cinema, tem histórias que vamos acompanhando, começam mornas mas de repente crescem aos nossos olhos chamando bastante a atenção. Separamos abaixo, numa super lista, 10 delas:

 

Aqueles que Ficaram

Na trama, conhecemos o médico ginecologista Körner Aladár (Károly Hajduk), um homem com um passado marcado por dor e sofrimento que atualmente, em um mundo no pós guerra, busca algum novo sentido para sua vida. Certo dia, acaba conhecendo a jovem Klára (Abigél Szõke), uma inteligente menina que também, mesmo com pouca idade, sofreu com a perda de parentes queridos na guerra, e logo os dois formam uma conexão, e buscam se ajudar na retomada de suas vidas longe da guerra.

 

Casa Vazia

Na trama, conhecemos Raul (Hugo Nogueira), um homem que mora em uma casa simples no meio de uma estrada. Desempregado e com óbvios problemas com bebida num passado muito próximo, se vê em um presente sem opções, fruto da falta de qualificação já que a mão de obra limitada se perde em meio a tecnologia em constante evolução. Pra piorar o cenário, é abandonado pela esposa. Flertando com a tragédia, sua única forma de sobrevivência dentro desse cenário é aceitar o bico de ladrão de gados em ações noturnas repletas de perigos por todos os lados. Assim, conforme situações acontecem, Raul precisará parar e entender as possibilidades do que fazer com sua vida.

 

A Subida

Na trama, conhecemos, ao longo do tempo, os amigos de infância Kyle (Kyle Marvin) e Mike (Michael Angelo Covino), dois homens que passaram por diversas fases em suas agitadas vidas. Na primeira, mais marcante, quando Kyle descobre que Mike transou com sua futura esposa e o tempo passa e Mike casa com ela. O abalo desse fato nos leva em uma jornada de tentativa de reconstrução dessa amizade abalada por egoísmo e más escolhas. Fazendo paralelos com o universo do ciclismo, entre subidas complicadas e descidas onde é só controlar a bicicleta sem muito esforço, a vida desses dois possui altos e baixos, além de trocas de quem está no alto e quem está por baixo.

 

Força Maior

Na trama, conhecemos uma família sueca que vai para uma estação de esqui para passar um período de férias. Tudo ia bem até que um dia, almoçando em um restaurante ao ar livre, uma avalanche inesperada surge, dando um grande susto. Na hora em que estava se aproximando o fenômeno natural, o pai pega suas luvas e celular e sai correndo, deixando o restante da família para trás. Agora, a partir desse ato, terá que viver as consequências que impulsionarão brigas e desconfianças com sua mulher.

 

A War

Na trama, conhecemos Claus Michael Pedersen (Pilou Asbæk), um militar de alta patente que lidera tropas dinamarquesas em um ambiente hostil. Claus é acima de tudo leal e muito bem visto por seu pelotão, em sua casa, a mulher e os três filhos o aguardam ansiosamente. Certo dia, após um ataque em uma expedição de rotina, o líder precisa tomar uma decisão muito difícil que mexerá com a sua vida pessoal e a de todo seu pelotão.

 

Sombras da Vida

Na trama, conhecemos o casal C (Casey Affleck) e M (Rooney Mara), jovens com o futuro todo pela frente que moram em uma casa um pouco isolada, provavelmente no interior dos Estados Unidos. Certo dia, C se envolve em um acidente automobilístico e acaba falecendo. Mas, o inusitado acontece, C vira um fantasma e acaba retornando para sua casa onde sua esposa passa por dificuldades emocionais tentando seguir em frente com sua vida. Assim, o filme embarca em uma série de situações, sem comunicação (ou quase isso) entre o casal onde as dores da tragédia são uma estrada ilimitada de emoções.

 

A Espera

Na trama, acompanhamos a chegada da jovem e bela Jeanne (Lou de Laâge) a um casarão no interior da região de Sicilia. Chegando lá, a francesa se depara com uma reunião de luto e fica angustiada para encontrar com Anna (Juliette Binoche), dona da casa e mãe de seu namorado Giuseppe. Assim, percebemos que Jeanne saiu da França e chegou na Itália para encontrar seu namorado. No aguardo da chegada de Giuseppe, as duas mulheres, de duas gerações completamente diferentes, vão criando um pequeno laço maternal até as descobertas de alguns segredos que vamos sabendo aos poucos.

 

Eu Estava Justamente Pensando em Você

Na trama, acompanhamos a história de amor profunda entre Dell (Justin long) e Kimberly (Emmy Rossum), um jovem casal que se conhece de maneira inusitada e durante um certo período de tempo, vive intensamente todos os bons e terríveis momentos que uma rotina à dois pode oferecer. Indagações sobre a forma de viver, sobre o amor, o pensar os 5 minutos depois de um grande acontecimento, as inseguranças que geram um possível relacionamento são algumas das reflexões que se jogam na tela.

 

Animais Noturnos

Na trama, conhecemos a desiludida Susan (Amy Adams), uma rica e chique Srta. Que trabalha em uma prestigiada galeria de arte. Casada com o milionário Hutton (Armie Hammer), que passa por problemas financeiros, a protagonista é uma alma triste que escolheu tempos atrás ter estabilidade do que acreditar no sonho de seu ex-marido, o escritor Edward (Jake Gyllenhaal). Certo dia, Susan recebe em sua casa um esboço do novo livro do ex-marido e acaba embarcando na aterrorizante história que acaba mudando suas escolhas de alguma forma.

 

No Outro Encontro Você

Na trama, ambientada no último mês do ano, conhecemos quatro amigos que se reúnem pela última vez na casa de campo de dois deles, já que a residência será vendida após o falecimento da matriarca da família. Tem playboy enrolado com seus empreendimentos furados, tem administrador boa praça endividado, uma artista introspectiva que está de mudança para outro país, além de uma dondoca que se joga numa traição em busca de algum sentido existencial. Nesse grupo de pessoas que se conhecem faz muito tempo, vamos acompanhando um recorte do presente deles, maduros ou imaturos, que convivem com segredos, mentiras e traições.

Os 10 Filmes MAIS CAROS da História do Cinema!

O cinema é arte. Mas também é um negócio. E um levado muito a sério. Desde seus primórdios na era do cinema mudo, ainda na década de 1920, realizadores costumam promover suas obras através da quantia gasta em sua produção. Dizeres como “o filme mais caro da história” eram chamarizes em cartazes e peças publicitárias para atrair a audiência. Afinal, cinema também sempre foi espetáculo, uma mágica para encantar o espectador, e quanto mais grandiosa for, maior deleite causará.

Esposas Ingênuas (1922), Ben-Hur (1925) e Anjos do Inferno (1930), do excêntrico milionário Howard Huhes, foram algumas produções que clamavam ter rompido a barreira orçamentária de US$1 milhão – numa época em que tal quantia era uma fortuna inestimável -, embora exista dúvida sobre a veracidade do valor gasto filme de Hughes.

Com o passar dos anos tais orçamentos só cresceram, e a partir da década de 1950, quando o cinema precisou enfrentar uma de suas maiores lutas contra um adversário de peso, a Televisão (que chegava em massa aos lares), uma nova guinada nos valores de produção visava entregar um espetáculo que não cabia nas telinhas. Assim, alguns filmes chegavam a ultrapassar a quantia dos US$10 milhões para serem produzidos. Quo Vadis (US$7.6 milhões), Os Dez Mandamentos (US$13.2 milhões) e um novo Ben-Hur (1959, US$15.1 milhões) foram alguns dos longas mais caros da década. E no caso dos três podemos sentir em tela cada centavo no valor de produção.

É claro que tamanho investimento nem sempre se mostrava equivalente ao retorno, medido nas bilheterias. Assim, se …E o Vento Levou (1939) com um orçamento de algo por volta de US$4 milhões rendia uma bilheteria astronômica (que com ajuste de inflação teria arrecadado quase US$4 bilhões hoje – ainda o filme mais rentável da história), Cleópatra (1963), por outro lado, deixava um rombo de prejuízo com seu orçamento inacreditável de US$31 milhões, mesmo se tornando o mais lucrativo de seu respectivo ano.

Hoje, numa era tomada por blockbusters mirados ao público jovem, que muitas vezes podem ser considerados mais “simuladores” ou idas a parques temáticos do que histórias tradicionais e adultas sobre questões humanas, obviamente, o investimento precisa ser colossal. E esta introdução nos traz a este novo texto, cujo assunto é justamente os filmes mais caros da história do cinema. Confira abaixo.

10 | Enrolados (2010)

Se alguém perguntasse, jamais diríamos que a animação mais cara do cânone Disney é esta adaptação do conto de Rapunzel. Reportadamente, Walt Disney em pessoa queria levar às telas a história de Rapunzel ainda na década de 1940.  No entanto, esta história só sairia dos planos do estúdio e ganharia vida nas telonas 70 anos depois. Visando atrair um público mais amplo (incluindo os meninos) após a bilheteria abaixo do esperado de A Princesa e o Sapo (2009), o título mudou para Enrolados (ao invés de Rapunzel), e a ênfase a um personagem masculino também foi dada.

Este é o 50º filme em animação da Disney e primeiro sobre uma princesa na forma de animação computadorizada. Mesmo consciente de todos os detalhes dados a sua confecção, o orçamento de US$260 milhões soa absurdo – ainda mais levando em conta que não temos nomes de muito peso no elenco de dubladores. O que sabemos é que Reese Witherspoon estava contratada para dublar Rapunzel, papel que terminou com Mandy Moore. Será que a Disney precisou pagar o salário da Legalmente Loira?

09 | Star Wars: Os Últimos Jedi (2017)

No início da saga Star Wars nos cinemas, lá em 1977 e 1980, por incrível que pareça, os filmes não tinham orçamentos astronômicos ao ponto de serem considerados alguns dos mais caros sequer de seus respectivos anos de lançamento. O Império Contra-Ataca, para termos uma ideia, custou menos que outras grandes estreias de 40 anos atrás, vide Flash Gordon, Popeye e Os Irmãos Cara de Pau.

Com o passar dos anos, a franquia foi engordando e crescendo, ao ponto de se tornar uma das mais lucrativas não apenas da sétima arte, como também do entretenimento de uma forma geral – ou seja, agregando inúmeras outras indústrias, seja na literatura, games, action figures e até mesmo parques temáticos. Assim encontramos as histórias de Star Wars atualmente, donas do que de melhor Hollywood tem a oferecer. Rogue One (2016) custou US$220 milhões e O Despertar da Força (2015) ficou em 11ª colocação dentre os mais caros de todos os tempos, com US$259 milhões de orçamento. Em nono lugar temos este que foi o mais ousado filme da franquia, e também o primeiro grande divisor de águas entre os fãs, com o orçamento de US$262 milhões.

08 | Batman vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse produto da Warner/DC tinha tudo para ser um dos maiores sucessos da história recente do entretenimento. O estúdio tinha em mãos dois personagens icônicos, que são verdadeiras peças de marketing para fazer dinheiro, e cuja trajetória em filmes solo no cinema se mostrou justamente isso. Esse era o primeiro grande encontro destes titãs lucrativos nas telonas, o resultado deveria transcender uma longa-metragem e se tornar um verdadeiro fenômeno da cultura pop.

Bem, como sabemos, o que ocorreu não foi bem isso. Muitos apontam a responsabilidade do “fracasso” para o diretor Zack Snyder. Outros para a ansiedade do estúdio em querer costurar um universo cinematográfico como o da rival Marvel, sem ter passado pelas etapas anteriores. Quando a ganância atropela as ideias, mesmo com tanto dinheiro investido – o orçamento foi de US$263 milhões -, o resultado nunca é o esperado.

07 | John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Você lembra deste filme? É um evento curioso quando um dos filmes mais caros da história é também um filme altamente esquecível, que quase ninguém mais comenta, sendo apagado por completo para gerações mais novas. A verdade é que esta investida ambiciosa da Disney para uma superprodução em live-action é baseada no conto clássico do escritor Edgar Rice Burroughs, que esteve por trás da criação do personagem Tarzan, por exemplo, fonte de inúmeras produções cinematográficas de sucesso – datando igualmente dos primórdios da sétima arte.

O conto de BurroughsA Princesa de Marte”, o qual a Disney transformou em John Carter na realidade inspirou de tudo no terreno cultural, inclusive George Lucas na criação da saga Star Wars. Acontece que chegando muito atrasado no jogo, John Carter ficou parecendo a cópia, e não o copiado. Quando o roteiro falha em criatividade e emoção, a coisa fica ainda mais complicada. John Carter custou “singelos” US$264 milhões para ser produzido.

06 | Han Solo (2018) /
A Ascensão Skywalker (2019)

Voltando para a franquia Star Wars, agora pulamos direto aumentando a “brincadeira” em US$10 milhões. Tá bom para você?  Agora nos encontramos no topo, com os filmes mais caros da franquia. E sim, você leu certo, eu disse filmes no plural. Já que se for para arrebentar a porta, que seja feito em dose dupla. Os dois últimos filmes de Star Wars no cinema foram também os mais custosos. E bem, recaem na categoria dos filmes que não atingiram o esperado.

Com o fato, esperamos que os grandes estúdios repensem suas estratégias, e invistam menos dinheiro em um produto que pode lhes devolver apenas dor de cabeça e prejuízo. Em especial os executivos encarregados em cuidar de um universo tão querido e rico quanto o de Star Wars. Com esta última trilogia, por exemplo, ficou claro que os responsáveis não tinham um plano delineado, deixando diretores ousarem em seus filmes somente para depois negarem seus conceitos apagando-os na continuação. Este é o resumo de A Ascensão Skywalker, um filme que tentou agradar todo mundo e terminou não agradando ninguém.

Han Solo se mostrou uma produção problemática desde o início, a começar por ser um projeto que ninguém havia pedido, e terminando com a patacoada da demissão dos diretores originais, as mentes mais que criativas de Phil Lord e Christopher Miller, optando assim pela segurança de Ron Howard. Resultado: uma aventura sem muita vida. Ambos A Ascensão Skywalker e Han Solo foram produzidos pela “bagatela” de US$275 milhões.

05 | Liga da Justiça (2017) /
Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (2007)

Voltamos ao item 8 aqui, e a problemática acerca de Zack Snyder, a Warner e o universo DC no cinema. E se Batman vs Superman já havia sido considerado um atropelo de ideias, com muitos personagens e tramas conflitando ao mesmo tempo, ao invés da concentração de uma única narrativa para introduzir melhor o público neste admirável novo mundo, com Liga da Justiça – o próximo passo nesta linha evolutiva -, a coisa fica ainda mais complicada.

O filme marca o primeiro grande encontro nas telonas, agora não mais apenas de Batman e Super-Homem, mas também do Flash, Aquaman e Cyborg (a Mulher-Maravilha já havia aparecido anteriormente e estrelado seu filme próprio alguns meses antes). Junte a isso a saída de Snyder do projeto devido a problemas pessoais, a entrada de Joss Whedon, e temos um filme cujo tom parece em conflito consigo o tempo todo. O resultado desestimulou o estúdio de seu plano inicial, que era lançar o encontro dos heróis em duas partes – algo como o último Vingadores fez.

Ah sim, em se tratando de Piratas do Caribe, o que surgiu como um “tiro no escuro” da Disney, se mostrou uma franquia extremamente lucrativa e uma das mais adoradas do cinema entretenimento – grande parte devido ao apelo infantil que possui. O plano do estúdio foi se espelhar no que a Warner havia feito com Matrix, e antes com Senhor dos Anéis, e gravar dois filmes de uma só vez, lançando-os no intervalo de um ano. E se a primeira parte, O Baú da Morte teve um orçamento de US$225 milhões para continuar as aventuras de Jack Sparrow, o “encerramento” da então trilogia fechava com chave de ouro pelo “trocado” de US$300 milhões – o mesmo valor gasto pela Warner em Liga da Justiça.

04 | Vingadores: Guerra Infinita (2018)

A razão do sucesso dos filmes da Marvel (bem, de quase todos) é trabalhar tão bem seus personagens e enredos ao ponto de se tornarem não apenas parte de uma obra cinematográfica, mas verdadeiros movimentos sociais. Mesmo em tramas fantasiosas, personagens usando uniformes coloridos, existe uma grande humanidade, que resulta em identificação imediata, em suas narrativas.

Assim, compreendemos as motivações de um tirano como Thanos (Josh Brolin), que acredita verdadeiramente no altruísmo de suas ações: apagar da existência metade do universo para que a outra metade não careça de recursos por motivo de superpopulação. Extremismo? Certamente. No entanto, aqui na Terra passamos pelo mesmo problema. Guerra Infinita é uma aula de como entregar uma produção tão grande quanto possa existir, retirando dela o melhor que ela poderia oferecer. Para isso, é claro, era necessário um valor orçamentário “digno”, e ele custou US$316 milhões. Neste caso, um investimento válido.

03 | Vingadores: Ultimato (2019)

Como dito, o plano para o terceiro Vingadores era dividi-lo em duas partes – trajeto pelo qual a Warner queria ter seguido também. A proposta de um universo costurado e episódico (como eram criados os antigos seriados das matinês a cada sessão fazendo o público ansiar pela próxima semana onde tal aventura seria concluída) inteiramente confeccionado em produções de centenas de milhões de dólares é algo sem precedentes. A Marvel Studios transformou seu cinema na estrutura de quadrinhos. E se antes esta arte não era respeitada ou tratada de forma correta por estúdios e executivos, agora o MCU dá o troco fazendo a indústria do cinema cair de joelhos perante sua fórmula de sucesso, ditando tendências e regras do novo jogo.

Afinal, para que ser dono de uma franquia que se torna febre mundial, quando se pode ter várias e ainda interliga-las. Com Guerra Infinita, a Marvel Studios deixou o mundo sofrendo, à espera de uma conclusão para os acontecimentos aterrorizadores, e um ano depois entregava finalmente tais respostas. É claro que para a conclusão todas as apostas seriam aumentadas, inclusive o orçamento, que pulou para US$356 milhões.

02 | Vingadores: Era de Ultron (2015)

O filme mais caro da Marvel e o segundo mais caro do cinema em geral é um Vingadores, porém, se engana quem achava que seriam os rolos compressores Guerra Infinita ou Ultimato. A produção mais custosa do MCU é Era de Ultron, igualmente um dos mais irregulares. O primeiro Vingadores (2012), com um orçamento de US$220 milhões se mostrou um sucesso estrondoso, mostrando o que poderia ser feito, ultrapassando a marca do bilhão e ainda por cima se tornando a terceira maior bilheteria do mundo na época, ficando atrás somente da dobradinha de James Cameron: Titanic (1997) e Avatar (2009).

Grande parte dos louros foram para o comandante da obra, o diretor Joss Whedon. Assim, imaginem a expectativa pela sequência deste verdadeiro marco para os filmes do gênero. Três anos depois, Era de Ultron saía do papel e… bem, digamos que não foi tão bom quanto o original. De fato, a obra terminou custando parte da “sanidade” de Whedon, que logo após se desligou da franquia, dando um tempo no comando de mega blockbusters. No entanto, uma coisa foi melhor em relação ao original, o orçamento separado para a produção, que chegava a absurdos US$365 milhões.

01 | Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011)

O filme mais caro da história do cinema é uma produção da Disney, mas esta não tem nada a ver com a Marvel Studios. Talvez não seja tão difícil de acreditar, já que tais produções são extremamente megalômanas, mas o quarto Piratas do Caribe é o filme com o maior orçamento de todos os tempos. Como dito, No Fim do Mundo é um dos recordistas de orçamento mais inflado, e tinha a proposta de encerrar a franquia. Mas numa era de reciclagens, reimaginações, refilmagens e reinícios, a Disney não pretendia encerrar verdadeiramente uma de suas maiores “galinhas dos ovos de ouro”. Assim, quatro anos após o “término”, foi confeccionado um novo capítulo, desta vez sem o time original.

Assim, saía o diretor Gore Verbinski (da trilogia original) e entrava Rob Marshall (Chicago). Saía também os coprotagonistas Orlando Bloom e Keira Knightley para a entrada da estrela espanhola Penélope Cruz. Mas como quem manda na franquia é mesmo o produtor Jerry Bruckheimer, uma vez tendo Johnny Depp fazendo de novo suas maluquices no papel de Jack Sparrow, não sentimos realmente que algo havia mudado. Nada se diferencia dos anteriores, seja o visual ou qualquer conceito. Até mesmo a direção soa idêntica. O que mudou foi mesmo o orçamento astronômico, elevado para US$379 milhões. Em matéria de arrecadação, no entanto, Navegando em Águas Misteriosas chega abaixo de seu predecessor, com US$20 milhões a menos em bilheteria.

Crítica | Scream – 2×03: Vacancy

[SPOILERS na crítica]

Depois de um episódio relativamente morno, Scream está de volta com mais uma semana de matar (figurantes). Além de mais um cadáver, temos o retorno de Branson, o ex-namorado secreto/professor da Brooke. Assim como o Jake, nunca entendi o motivo para o personagem ter sobrevivido à primeira temporada, mas é ótimo ver que a segunda está pronta para corrigir os seus erros. Não, ele não rodou nesta semana, mas possivelmente irá entrar na faca em um futuro próximo. Seu retorno basicamente não trouxe nada de interessante à trama além da revelação a respeito das flores que a Brooke havia ganhado. Como já sabíamos, não foi o Jake porque ele estava muito ocupado estando morto, mas acredito que a maioria de nós, inclusive eu, pensou se tratar de um joguinho doentio do assassino. Não foi dessa vez, mas espero que em breve seja.

O que mais me impressiona nisso tudo é que nenhum dos personagens mostra qualquer preocupação em torno do sumiço do Jake. Ele já está desaparecido há um tempo considerável e nenhum dos sobreviventes considerou a possibilidade de ser algo sério? Quero dizer, há alguns meses eles estavam correndo pelas suas vidas, o assassino mandava mensagens em nome de suas vítimas e o Noah continua gritando para todos os cantos sobre um possível cúmplice, e ainda assim ninguém se preocupa com o fato do Jake não ter mostrado nenhum tipo de presença em dias? E outra, os pais da Emma vão até o novo xerife, alerta que alguém mandou diversas mensagens pelo e-mail da falecida Riley e ele não mostra qualquer preocupação a respeito disso? O trabalho policial dessa série é péssimo, mas eles poderiam pelo menos fingir esforço.

Crítica | Scream – 2×02: Psycho 

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Depois de várias semanas, os personagens novos finalmente têm uma chance de desenvolvimento. Zoe, que inicialmente foi apresentada como uma antiga amiga da Emma, surpreendentemente ganha destaque ao ser pareada com a Brooke. Ela é possivelmente o novo interesse amoroso do Noah, e nós vamos torcer que as coisas deem certo desta vez, ou o nosso querido nerd já poderá ser considerado a viúva negra dessa série (no momento está praticamente todo o elenco empatado com 1 ponto). Gustavo também teve algum destaque, tendo a oportunidade de agir (quase) como uma pessoa normal pela primeira vez na temporada. Não gosto do personagem, talvez seja o ator ou a situação na qual o enredo o colocou, mas acho muito forçado – especialmente quando ele olha para câmera com a óbvia cara de eu-posso-ser-o-assassino.

‘Scream’: Teaser e sinopse do 4º episódio da segunda temporada 

Na crítica anterior, eu mencionei que os roteiristas haviam perdido uma incrível oportunidade de fazer um jogo de gato e rato com a Audrey e o assassino. Nesta semana, eles acertaram em cheio. Eu não sei quão grande foi a participação da Audrey nos crimes da primeira temporada, mas é difícil acreditar que ela tenha se envolvido muito. A personagem parece menos inteligente a cada episódio. É como se ela fizesse tudo o que pudesse para se incriminar, o que as vezes soa risível. Neste terceiro episódio, ao tentar acabar com as provas que haviam contra ela, a personagem conseguiu novas provas ainda mais concretas que a ligam com assassinatos recentes. Ela está obviamente está na mão do assassino, tendo que fazer o que ele quer, mas ainda assim liga para a polícia no final do episódio.

Não faz o menor sentido! Eu sei, vocês podem estar argumentando que ela preferia arriscar ser descoberta do que deixar sua amiga à mercê do novo assassino, mas algumas cenas antes ela quase rachou a cabeça do Noah – seu melhor amigo – por causa da mera possibilidade de um vídeo incriminador. Confesso que fiquei bastante surpreso com sua atitude radical. Pensei que ela teria mais consideração, mas deu para ver que ela está disposta a fazer o que for para não ser descoberta. Isso pode valer ouro nas mãos manipuladoras do novo vilão. Só espero que a Audrey mostre um pouco mais de inteligência nas próximas semanas. Neste episódio ela estava tão descontrolada, agindo feito uma lunática, que ficou até estranho o Noah não ter desconfiado de nada.

Os Filmes MAIS ASSUSTADORES dos Últimos Tempos 

Crítica | Scream – 2×01 

Pelo menos o novo assassino tem se mostrado muito mais eficiente do que a Piper. Além de ser bem mais brutal, parece que ele realmente gosta do que está fazendo. O recepcionista não era importante na trama, e sequer sabíamos se ele tinha alguma informação concreta – quero dizer, ele pensava saber, mas nunca chegou a dizer nada –, então é possível que o assassino só o tenha matado por causa do seu jogo doentio com a Audrey, mostrando a ela que não tem medo de derramar um pouco de sangue para provar um ponto. Apesar dessa interação ser interessante, espero que não se estenda por toda a temporada, quero que o assassino também se sinta inspirado a brincar com outros personagens. Scream se recuperou levemente esta semana; e não só porque houve outra morte, mas sim porque soube equilibrar o suspense com o desenvolvimento dos seus personagens.

PS. Quantos mais segredos a mãe da Emma (aka lying whore) guarda nas mangas? Toda semana alguma informação que ela esconde vaza. Ou abre o jogo logo, ou contrata a Marlene King para roteirizar o seu passado, querida.

 

Showrunner revela novos detalhes sobre o spin-off de ‘Harley Quinn’

Em entrevista ao Insider, o showrunner Patrick Schumacker revelou novos detalhes sobre o spin-off da série animada ‘Harley Quinn‘, que focará no Homem-Pipa.

“A única coisa que eu posso dizer sobre o spin-off é que o Bane será um personagem regular. O Bane terá muito destaque na série.”

Ele completa, “A série derivada será intitulada ‘Noonan’s’, mas não sabemos que permanecerá assim quando estrear na HBO Max. A ideia é a história focar nesse bar para supervilões, mas naturalmente terá cenas de ação.”

Com 10 episódios encomendados, o spin-off ainda não possui previsão de lançamento.

Criada por Paul DiniBruce Timm, a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

A trama segue as aventuras de Arlequina após romper com o Coringa e começar a trabalhar sozinha. Com a ajuda de Hera Venenosa e uma equipe desorganizada de rejeitados da DC, ela tenta ganhar um lugar na maior mesa de vilões: a Legião do Mal.

A produção também conta com as vozes de Lake Bell, Alan Tudyk, Tony Hale, Ron Funches, Jason Alexander e JB Smoove.

Elizabeth Olsen reflete sobre a JORNADA da Feiticeira Escarlate no MCU

Em entrevista à Vanity Fair, Elizabeth Olsen refletiu sobre a jornada da poderosa Feiticeira Escarlate no Universo Cinematográfico da Marvel.

A atriz comparou as aparições mais recentes de sua personagem, na série ‘WandaVision‘ e no filme ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, destacando suas temáticas complementares.

“‘WandaVision’ tem um arco muito parecido com o que eu interpretei em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’. Poderia haver temáticas paralelas sendo contadas nos dois projetos: sobre lidar com o luto e a perda. Eu fiz essa proposta aos roteiristas de ‘Doutor Estranho 2’. Eu perguntei: ‘Vocês sabem o que estamos fazendo em ‘WandaVision’? Vocês assistiram a série?’. E não… Eles não haviam visto porque ela não tinha sido finalizada ainda.”

Ela completa, “Eu tive que tentar interpretá-la de uma forma diferente. Eu tinha que manter o foco nos mesmos temas para que a história fosse interessante para mim e, potencialmente, para o público. Eu queria trazer um ponto de vista diferente, que não fosse repetitivo.”

Vale lembrar que Olsen é a protagonista da nova minissérie criminal da HBO Max, ‘Amor e Morte‘. Inspirada em um caso real, a trama gira em torno de Candy Montgomery, uma mulher que assassinou brutalmente a esposa do seu ex-amante, em 1980.

Confira o trailer:

O elenco também conta com Lily Rabe, Patrick Fugit e Krysten Ritter.

Criada por David E. Kelley (‘Big Little Lies’), a série é baseada no crime real de Candy Montgomery (Olsen), que assassinou brutalmente a esposa do seu ex-amante em 1980.

A trama gira em torno de dois casais frequentadores da igreja, com uma família bem integrada em sua cidade pequena… Até que alguém pega um machado.

Kelley também fica responsável pelo roteiro e pela produção executiva, com Lesli Linka Glatter (‘Homeland’) na direção. Nicole Kidman também entra como produtora.

‘Como Treinar o Seu Dragão’: Atriz de ‘A Queda da Casa de Usher’ se junta ao elenco do live-action

De acordo com o The Hollywood Reporter, Ruth Codd, conhecida pela sua participação na aclamada série ‘A Queda da Casa de Usher‘, foi confirmada no elenco da adaptação live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘.

A atriz interpretará Phlegma, um membro do vilarejo viking. Na animação original, a personagem foi dublada pela Ashley Jensen.

Mason Thames (‘O Telefone Preto’) e Nico Parker (‘The Last of Us’) estrelarão como Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel no live-action.

O elenco ainda contará com Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn James e Harry Trevaldwyn.

O longa está programado para estrear no dia 13 de junho de 2025.

Em entrevista para o Collider, Parker revelou que embora esteja nervosa com as expectativas do público em torno do projeto, ela acha que o resultado final será maravilhoso.

“Estou nervosa com tudo isso porque me importo muito com isso. Sei que os fãs se preocupam muito com isso, e eu adoraria deixar todos orgulhosos. Estou constantemente nervosa pensando sobre isso. Mas, para mim, não havia razão para não fazerem uma versão live-action. Está sendo feita por pessoas tão brilhantes e todos são tão talentosos e se dedicam profundamente. Depois que falei com Dean, eu pensei: ‘Como alguém poderia não querer se envolver com o filme?’ É incrível. É estressante, mas estou muito, muito animada para que seja finalizado e todos possam testemunhar o que estamos fazendo.”

Ela continuou:

“Acho a animação encantadora e sua magia prevalece no nosso filme. Mas acho que temos nossa própria interpretação e cada um tem a sua própria versão de um personagem. Os desenhos continuam lá para quem quiser assistir. Mas o filme vai ser maravilhoso, e se não pensarem assim, o importante é que estou me divertindo muito fazendo isso. Será maravilhoso, não importa o que aconteça.”

Confira a primeira imagem dos bastidores:

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

Trailer de ‘Elio’, nova animação da Pixar, traz divertida aventura INTERGALÁCTICA; Confira!

A Disney divulgou o novo teaser trailer de ‘Elio‘, nova animação da Pixar.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho de 2025.

Adrian Molina (‘Viva – A Vida É uma Festa’) é responsável pela direção.

A trama segue Elio, um azarão com uma imaginação fértil que, de repente, se vê transportado para o Comuniverso, uma organização interplanetária com representantes de galáxias distantes. Erroneamente identificado como o embaixador da Terra para o resto do universo e completamente despreparado para esse tipo de pressão, Elio deve criar novos laços com excêntricas formas de vida alienígenas, sobreviver a uma série de incríveis provações e, de alguma forma, descobrir quem ele realmente deve ser.

Yonas Kibreab (‘Obi-Wan Kenobi’) dubla o personagem titular. A produção ainda conta com as vozes de Jameela Jamil (‘The Good Place’), Brad Garrett (‘Operação Babá’) e Zoe Saldaña (‘Avatar’).

Blake Lively estrelará nova comédia romântica de ação estilo ‘Cidade Perdida’

De acordo com o Deadline, Blake Lively (‘Um Pequeno Favor’) será a protagonista de ‘The Survival List‘ (A Lista da Sobrevivência, em tradução livre), comédia romântica de ação que está sendo desenvolvida pela Lionsgate.

Além de estrelar, a atriz também servirá como produtora do longa.

Na trama…

“Annie, uma produtora intelectual de reality show, é designada contra a sua vontade para um novo programa apresentado pelo famoso especialista em sobrevivência Chopper Lane. No entanto, quando um naufrágio os deixa presos em uma ilha deserta, Annie descobre que Chopper é uma fraude e não sabe nada sobre sobrevivência, deixando-a encarregada de descobrir como mantê-los vivos. Forçados a trabalhar juntos, eles começam a descobrir uma química improvável.”

Tom Melia (‘Rye Lnae: Um Amor Inesperado’) assina o roteiro.

Marc Platt, mega produtor indicado ao Oscar por ‘Wicked‘, ‘Os 7 de Chicago‘, ‘La La Land: Cantando Estações‘ e ‘Ponte dos Espiões‘, está em negociações para produtor ao lado de Lively.

Scott O’Brien irá supervisionar o projeto para o estúdio.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘American Horror Story’: Palhaço Twisty RETORNARÁ na 13ª temporada

De acordo com o Deadline, John Carroll Lynch teve seu retorno confirmado na 13ª temporada de ‘American Horror Story‘.

O ator reprisará seu papel como o Palhaço Twisty, de ‘Freak Show‘. Seu colega de elenco, Mat Fraser, também foi confirmado no próximo ciclo, retornando como Paul the Illustrated Seal.

Eles se juntam às atrizes Sarah Paulson e Emma Roberts, que reprisarão seu papéis de ‘Coven‘ – Cordelia Goode e Madison Montgomery, respectivamente.

O próximo ciclo ainda contará com o retorno dos veteranos Jessica Lange, Evan Peters, Angela Bassett, Kathy Bates, Billie Lourd, Gabourey Sidibe, Leslie Grossman, Ariana Grande, Joey Pollari, Paul Anthony Kelly John Waters.

A nova temporada deve servir como sequência de ‘Coven‘, além de conectar a maioria dos ciclos anteriores da produção.

Chris Evans tinha medo que o primeiro ‘Capitão América’ fizesse sucesso

Enquanto a maioria dos atores têm medo que seu filme fracasse tanto entre os fãs, como nas bilheterias, a história foi bem diferente para Chris Evans.

O ator, que vestirá o manto de Capitão América pela última vez em ‘Vingadores 4, revelou em uma entrevista que o sucesso era seu maior medo.

Segundo ele, a boa recepção de sua versão do herói americano era assustadora, uma vez que ele temia ter sua carreira sufocada pelos próximos cinco filmes que seu contrato com a Marvel determinava.

Segundo ele:

“Um dos meus maiores medos era que os filmes se saíssem bem, porque se fosse o caso, eu teria que fazer todos os seis. Naquela época, este era o aspecto mais aterrorizante, pois eu achava que aquilo me dominaria, consumindo minha carreira”.

Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ deve ser renovada para a 6ª temporada, diz site

A série ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ ainda está na sua quinta temporada, mas é bem provável que seja renovada para um sexto ciclo. Pelo menos é o que o portal MovieTVTechGeeks afirmou.

Segundo a publicação, eles teriam três fontes internas da ABC, da Disney e da equipe de produção da série, que teriam confirmado a renovação para a 6ª temporada.

Diante das especulações, o site Screen Rant procurou a emissora e a divisão Marvel TV para confirmar a informação, mas a ABC salientou que eles ainda não haviam anunciando as renovações de suas respectivas séries.

 

 

 

 

‘O Quinteto’: Reboot de clássica série dos anos 90 ganha primeira imagem oficial

O reboot da clássica série dos anos 90, ‘O Quinteto‘, ganhou sua primeira imagem oficial.

Confira:

A nova versão trará uma abordagem bem pontual, trazendo como protagonistas um grupo de irmãos de descendência latina, cujos pais foram deportados de volta para o México. Sozinhos, eles terão que vencer as adversidades e sobreviver por conta própria.

Em entrevista, o produtor executivo do reboot e também criador da versão original. Chris Keyser, falou sobre a nova abordagem escolhida:

“Esta série é sobre luto, de uma maneira um pouco diferente, porque o que fora perdido não se foi para sempre. E uma vantagem é que isso tudo é real. Esse tipo de coisa está acontecendo todos os dias. Outra é que quando fizemos ‘O Quinteto‘ original, aqueles pais mortos permaneceram assim por seis anos. Uma coisa que nos empolgou muito a respeito da nova versão é que os pais são um fator existente. Eles não estão presentes, mas estão lindando com problemas do tipo: ‘como nós vamos atuar como pais a uma distância tão grande?'”

 

Anova versão foi desenvolvida pela mesma dupla responsável pela produção original, Amy Lippman e Chris Keyser e terá episódios de uma hora de duração. O canal encomendou uma primeira temporada completa, com 10 capítulos.

Na nova trama, o público vai acompanhar os filhos Acosta, que tentam sobreviver a uma sucessão de dificuldades em união, após os seus pais terem sido deportados para o México. O elenco da produção vai contar com Brandon Larracuente como Emilio, Emily Tosta como Lucia, Niko Guardado como Beto e Elle Paris Legaspi como Valentina.

O episódio piloto foi co-escrito por Lippman, Keyser e Michal Zebede.

O Quinteto‘ contou com seis temporadas, exibidas originalmente entre os anos de 1994 e 2000. O elenco contava com nomes que eventualmente se tornaram sucesso, como Matthew Fox (‘Lost‘) e Neve Campbell (‘Pânico‘), acompanhados de Scott Wolf, Lacey Chabert e Andrew e Steven Cavarno.

‘One Day at a Time’: Assista aos primeiros minutos 4ª temporada

Após ter sido resgatada de seu cancelamento, a 4ª temporada da série One Day at a Time’ está finalmente próxima de sua estreia. 

E para aguçar o entusiasmo dos fãs, a emissora POP TV – a nova responsável pela série – compartilhou os primeiros 90 minutos do mais recente ciclo. O primeiro capítulo já conta, logo de início, com a participação do mais novo membro do elenco, o comediante Ray Romano.

Assista:

O novo ciclo estreia em 24 de março.

Criada por Gloria Calderon KellettMike Royce, a série havia sido cancelada pela Netflix depois de apenas três temporadas, deixando os fãs da produção desolados. No entanto, a produção foi adquirida pela emissora POP TV.

A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.

Justina Machado, Todd Grinnell, Isabella Gomez, Marcel Ruiz, Stephen Tobolowsky e Rita Moreno estrelam.

Você já caiu em tentação? Veja esses 10 filmes e reflita sobre o tema!

Você pode ser a pessoa mais correta do planeta mas basta apenas um deslize para seu mundo provavelmente desabar. Quem nunca esteve perto de cair em tentação? Seja ela qual for, esse universo de dilemas que percorrem trajetórias de vários cotidianos deixam o imaginário a todo vapor. Pensando nisso, lembramos de algumas obras cinematográficas que percorrem esse tema:

 

Irmãs de Sorte

Na trama, que entrou recentemente na Netflix, conhecemos duas jovens que nunca se viram mas são irmãs. Quando o pai delas morre, elas descobrem que ele guardava milhões de dólares numa parede. Em grandes dilemas sobre o que fazer, elas percebem que tem outras pessoas atrás da grana.

 

A Tentação

Na trama, um homem chamado Gavin Nichols está à beira do suicídio quando chega um policial (com muitos problemas também, na família) para tentar convencê-lo a não pular. Aos poucos, vamos ouvindo cada passo da história daquele homem e acontecimentos inesperados, sobre um triângulo amoroso conflituoso, envolvendo uma linda mulher e um fanático religioso que contornam aquele episódio.

 

Querida, Vou Comprar Cigarros e Já Volto

Na história, um senhor de idade chamado Ernesto leva uma vida simples e muito chata trabalhando como agente imobiliário. Quando, por uma sorte (ou não) do destino, encontra um espanhol que se tornou imortal faz tempo fica em dúvida em relação a uma questão: Será que ele deve voltar dez anos no passado e receber um milhão de dólares quando voltar ao presente?

 

Rei dos Ladrões

Na trama, conhecemos um grupo de velhinhos que planejam roubar joias de um conhecido lugar no centro de Londres. O líder do grupo, Brian Reader (Michael Caine), é procurado por um jovem que mexe com eletrônica, o único com menos de 50 anos no grupo, aqui chamado de Basil (Charlie Cox) para realizar esse roubo que consiste em acessar o poço de um elevador e conseguir pegar dezenas de milhões de libras.

 

White Boy Rick

Na trama, conhecemos o jovem Richard Wershe Jr. (Richie Merritt), ou Rick, que mora com o pai, o negociante de armas Richard (Matthew McConaughey) e sua irmã Dawn (Bel Powley). A família é longe de ser unida, os fracassos constantes do pai e o abandono da mãe tornaram cada integrante da família um ponto solta dentro de qualquer normalidade. Após Rick conhecer uma gangue barra pesada que controla negócios ilegais na região é monitorado pelo FBI, mais precisamente na figura da Agente Snyder (Jennifer Jason Leigh) que o faz ser informante para eles.

 

Tipos de Gentileza

Na trama, conhecemos três história. Na primeira, um homem praticamente vivendo uma vida dada pelo chefe resolve romper essa parceria de anos após um pedido absurdo e se vê perdido com o fim desse laço. Na segunda, um policial entra numa espiral de loucura e desconfiança quando sua esposa, sobrevivente de um acidente, volta pra casa. Na terceira, uma mulher, em busca de alguém com habilidades espirituais, que largou a família por conta de uma seita se vê em dúvidas quando é expulsa desse grupo.

 

Beleza Americana

Dirigido pelo ótimo Sam Mendes, Beleza Americana, um dos filmes mais marcantes na carreira de Annette Bening, nos mostra a trajetória de um homem em total crise no seu presente fato que altera o cotidiano de sua família de classe média americana.

 

Casa Gucci

Na trama, conhecemos a ambiciosa Patrizia (Lady Gaga), uma mulher de classe média que trabalha com seu pai em um negócio rodoviário. Certo dia, em uma festa, conhece Maurízio (Adam Driver), na época um jovem estudante de direito que é um dos herdeiros da famosa marca Gucci. Perseguindo o rapaz onde ele ia, Patrizia consegue fazer com que o mesmo, no início quase sem ambição nenhuma, entre no negócio da família, mesmo após brigar com o pai (Jeremy Irons) mas abençoado pelo CEO na época dos negócios milionários dos Gucci, Aldo (Al Pacino). Assim, ao longo dos anos, Patrizia e Maurízio vão subindo o degrau do poder mas uma ruptura com final trágico se torna cada ano mais iminente.

 

A Linha Vermelha do Destino

Na trama, conhecemos a aeromoça Abril (Eugenia Suárez) que durante um voo acaba se apaixonando pelo sonhador e empreendedor do ramo dos vinhos Manuel (Benjamín Vicuña). Após um desencontro no desembarque, um longo hiato se passa mas o destino quis que eles voltassem a se encontrar, agora, em outras condições, os dois casados e assim, escolhas precisarão serem tomadas por essas duas almas gêmeas.

 

A Grande Ilusão

Baseado no romance homônimo de Robert Penn Warren, A Grande Ilusão, ambientado na década de 1950, nos mostra ascensão política de um homem humilde e os flertes com as tentações do poder.

12 Filmes de TERROR Adolescente que Marcaram os Anos 90

Existiu um período muito peculiar para os filmes de terror no fim da década de 1990. Nesta época, os fãs puderam se animar novamente, com produções de certo prestígio que elevavam o gênero a um alto patamar, fazendo igualmente uma legião de novos seguidores. Para quem era adolescente, estes filmes significaram muito, dando sobrevida a um subgênero que parecia morto e enterrado.

Os filmes slasher, ou terror adolescente, foram cimentados na década de 1980 com produções como Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, além de seus inúmeros “primos” – foi uma época muito fértil para este tipo de cinema. Para se ter uma ideia, estas duas franquias marcaram presença nos 80s, lançando praticamente um filme por ano. No início da década seguinte, tais filmes pareciam ter esgotado o interesse do público e se exaurido.

Numa reviravolta digna de cinema, em meados da mesma década – em 1996 para ser mais preciso – novo fôlego foi soprado para dentro do subgênero, muito graças ao roteirista Kevin Williamson, o diretor Wes Craven e seu mais novo produto, Pânico. Acrescentando muito humor, metalinguagem e brincadeiras com a fórmula do subgênero, mas, obviamente, sem esquecer os sustos, a tensão e o gore, surgia uma nova era para tais produções. A influência foi tão forte que este molde foi assimilado por toda e qualquer produção do gênero, até novos exemplares de franquias consagradas, como veremos na lista a seguir.

Pensando nisso, o CinePOP resolve homenagear este período tão especial para os fãs de terror – que embora tenha durado pouco, ecoa até hoje. Portanto, separamos 12 filmes importantes para esta ressurreição, independente de seus resultados. Vem com a gente conhecer e não esqueça de comentar.

Pânico (1996)

Como dito, Pânico mudou o jogo. Não é exagero. Uma verdadeira sensação, o longa surgiu como grande homenagem aos filmes de terror slasher, uma verdadeira carta de amor. Além dele mesmo pertencer a tal tipo de cinema, o filme se mostra um dos exemplares mais inteligentes, brincando com seus mecanismos. Não faltaram elogios e o filme rapidamente atingiu status de cult, conseguindo emplacar até mesmo seu vilão Ghostface como a nova febre mundial. Quem não conhece a fantasia preta com a máscara branca? A graça também estava em ser um whodunit, no qual qualquer um entre os muitos personagens poderia ser o assassino mascarado – mais um elemento de diferencial em relação aos assassinos imortalizados de antes, como Jason e Freddy.

Jovens Bruxas (1996)

Antes de Pânico, 1996 já havia feito um ensaio para reviver este tipo de filme. Jovens Bruxas não é bem um slasher, mas possui muitas similaridades e se banha nas mesmas águas formulaicas de Pânico e dos filmes popularizados na década de 1980. O ambiente de colégio, personagens principais problemáticas, intrigas adolescentes, namoros, rivalidades e, claro, elementos de terror. Aqui, ao invés de um maníaco mascarado com uma faca, temos quatro amigas descobrindo poderes sobrenaturais através de livros de bruxarias e magia negra.

O filme inclusive inspirou o seriado Charmed (1998-2006), que no Brasil recebeu o título de Jovens Bruxas também, e ganhou um reboot ano passado. Com estes dois filmes, embora aqui num papel de coadjuvante, a atriz Neve Campbell (que ainda estava no ar com o seriado Party of Five – O Quinteto) se tornou ídolo juvenil.

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1997)

Como dito, Kevin Williamson foi “o” grande nome para esta retomada do terror adolescente. O roteirista, que na época também criava o seriado Dawson´s Creek (recheado de referências à cultura pop), teve o dedo na maioria dos projetos mais relevantes lançados no período – e os que não tinham, sofreram influência de seu texto. Este filme de título longo chegou logo na esteira de Pânico, mas foi escrito antes, sem que o autor conseguisse vendê-lo a um estúdio.

Após o sucesso de Pânico, a Sony comprou o texto e prontamente lançou o terror nos cinemas. Curiosamente, o roteiro é baseado no livro homônimo da escritora Lois Duncan, lançado em 1973. Modificado para se adequar a um slasher, enquanto o material fonte era criado em cima do suspense, o resultado não agradou à sua autora. Mas apesar das críticas mistas, o filme se tornou sucesso de público.

Pânico 2 (1997)

Os fãs brasileiros penaram para conseguir assistir à continuação de Pânico. O filme original criou seu status de cult graças ao mercado de vídeo, se tornando o fenômeno que foi nos cinemas dos EUA por aqui nas locadoras. Foi graças à fita que milhares de adolescentes conheceram o terror e mal podia esperar pela continuação. Apesar da sequência ter sido lançada logo no ano seguinte nas salas de exibição dos EUA, problemas com a distribuição do filme no Brasil (que mudava da Playarte para a Paris Filmes) fizeram o longa atrasar nada menos do que 1 ano e 2 meses para poder finalmente ser exibido por aqui – numa época em que não existia os downloads ilegais da internet.

Williamson e Craven novamente à frente fizeram de Pânico 2 mais um sucesso. E se no ano anterior Neve Campbell era o grande nome do gênero, em 1997, com uma participação neste filme e no citado acima, além do seriado Buffy – A Caça-Vampiros que estava a toda, Sarah Michelle Gellar se consolidava como a nova “Rainha do Grito” do momento.

Um Lobisomem Americano em Paris (1997)

Lembra quando citamos no início do texto que até mesmo franquias famosas aderiram ao “estilo Pânico de ser”? Pois bem, este filme de terror sobre lobisomens foi o primeiro do lote. Um Lobisomem Americano em Londres (1981), de John Landis, é um marco para o terror e está bem longe de ser considerado um filme para adolescentes. Sua continuação, no entanto, desnecessária e atrasada em quase 20 anos, pegava clara carona, injetando um ar juvenil na história. Na trama, um trio de amigos mochileiros americanos em viagem por Paris salva uma jovem francesa do suicídio (papel da bela Julie Delpy, a Celine da trilogia Antes). Eles acabam descobrindo que a mulher esconde um terrível segredo, ligado a uma sociedade secreta sobrenatural.

A opção pelo uso de efeitos especiais para criar as criaturas lupinas não envelheceu bem – ao contrário de seu predecessor que fez uso de maquiagem e efeitos práticos ainda impressionantes.

Comportamento Suspeito (1998)

Este filme não teve qualquer envolvimento de Kevin Williamson, mas não deixa de ter um elo com o autor. Acontece que a protagonista do filme, Katie Holmes (então uma jovem que dava seus primeiros passos no cinema), era uma das estrelas do projeto queridinho do autor, o citado Dawson´s Creek (1998-2003).

Para não ficar somente em cima da temática slasher, este terror adolescente tem uma premissa mais elaborada, psicológica e interessante. Na trama, alunos de um colégio de uma pequena cidade americana começam a notar que os jovens mais problemáticos estão exibindo um comportamento “perturbador”, ou seja, estão se comportando de maneira exemplar. Algo que não os condiz. Assim, começam a investigar uma conspiração envolvendo um experimento científico maquiavélico.  É um dos mais criativos e subestimados do lote.

Halloween H20 (1998)

Com Halloween aderindo à tendência, chegávamos ao auge desta fórmula. Só faltaram mesmo novos exemplares de Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo, que perderam a chance de surfar nesta onda. Halloween, de John Carpenter, é uma obra-prima, mas todas as continuações do fim dos anos 80 são dignas de pena e qualquer nota (desde que não seja boa). Assim, a franquia precisou sofrer uma repaginada, e nada melhor do que se banhar com o tipo de roteiro em vigor no período: muita referência, cultura pop, diálogos espertinhos e tiração de sarro (comportada) com os clichês do gênero. Ah sim, e a volta da rainha do grito original Jamie Lee Curtis. Dizem as más línguas que Williamson ajudou a dar uma lapidada no roteiro, mesmo de forma não creditada. O resultado: um dos melhores exemplares desta série de terror.

Lenda Urbana (1998)

Era a época de auge dos filmes slasher de novo, e todos estavam tirando uma casquinha. A enxurrada chegava ao seu terceiro ano e ninguém queria ficar de fora. Filmes do tipo são fáceis e rápidos de fazer, assim a Sony não perdeu tempo e no ano seguinte do sucesso Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado emplacava mais um slasher adolescente. Novamente, um grupo de jovens espertinhos, cheios de diálogos rápidos e satíricos, desfilava em tela, brincando com o formato enquanto eram mortos de forma violenta um a um (isso não pode faltar).

Em comum com Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, e por consequência com Pânico, está a estrutura do whodunit. Um assassino está à solta no campus de uma universidade, fazendo vítimas inspirado nas mais diversas lendas urbanas dos EUA. E cabe ao público descobrir qual dos personagens está por trás dos assassinatos, portando um traje de esquimó. Aqui temos até mesmo a participação do Freddy Kruegger em pessoa, Robert Englund. Ah sim, reparem nas presenças de Jared Leto e Joshua Jackson (em mais um elo com Williamson e Dawson´s Creek).

A Noiva de Chucky (1998)

Até o Brinquedo Assassino entrou nessa. Antes de ganhar um remake moderno – em cartaz nos cinemas – Chucky era reimaginado nos padrões do fim dos 90s. Assim, o personagem ganhava uma companheira, Tiffany (Jennifer Tily), que também morre e volta na forma de uma boneca – para a qual passou sua alma. O mote aqui é A Noiva de Frankenstein, dando foco para a presença feminina, cara metade do vilão principal. Fora isso, o novo Chucky (o primeiro a não portar a marca Brinquedo Assassino em seu título – devido a uma briga de direitos autorais e distribuição) seguia de perto a cartilha da época, com muitas cenas, diálogos, tiradas e personagens pseudo-espertinhos. O humor autoconsciente sem dúvida foi uma das marcas deste “movimento”. No quesito jovens rostos famosos e promissores, temos Katherine Heigl como a mocinha.

Eu Ainda Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Com o gancho (com o perdão do trocadilho) deixado ao final e os milhões nas bilheterias, a Sony tratou de confeccionar logo para o ano seguinte a continuação de seu slasher sobre quatro amigos que se envolvem em um acidente, atropelando e matando uma pessoa, somente para serem atormentados por alguém que sabe o que eles fizeram. A trama desta sequência leva a protagonista, novamente vivida por Jennifer Love Hewitt para as Bahamas ao lado de novos amigos. Nesta sequência, saem os loiros Gellar e Ryan Phillipe, e entra o casal de negros Brandy (jovem cantora de sucesso na época) e Mekhi Phifer.

Os compromissos de Williamson com tantos projetos no período o impediram de escrever ambos este filme e Pânico 3 (2000), sequência de seus primeiros sucessos. Uma terceira parte intitulada Eu Sempre Vou Saber o que Vocês Fizeram no Verão Passado foi planejada logo para 2000, com Hewitt, Brandy e Prinze Jr. vinculados para retornar. A Sony deixou o projeto descansar e ele viria a ser lançado somente em 2006, direto para vídeo, com um elenco novo de desconhecidos.

Prova Final (1998)

Um dos projetos que Kevin Williamson não abandonou foi esta parceria com o cineasta Robert Rodriguez, recém-saído dos sucessos de A Balada do Pistoleiro (1995) e Um Drink no Inferno (1996), se mostrando igualmente um dos artistas mais originais e quentes da época. Aqui, a dupla une forças e brinca misturando o clássico adolescente Clube dos Cinco (1985) com uma invasão alienígena digna de A Noite dos Arrepios (1986). A ideia por trás é a de desafiar a autoridade, quando jovens disfuncionais descobrem que seus professores não são mais eles mesmos.

Um elenco estelar, que conta com nomes como Elijah Wood, Salma Hayek e Jordana Brewster, e uma trilha sonora que trazia como carro-chefe a regravação de Another Brick in the Wall, do Pink Floyd, na versão do Class of ’99, projeto do falecido Layne Staley (Alice in Chains) em parceria com Tom Morello (Rage Against the Machine e Audioslave), Stephen Perkins (Jane´s Addiciton), Martyn Lenoble (Jane´s Addiction e The Cult) e Matt Serletic (Matchbox Twenty).

Tentação Fatal (1999)

E se com Prova Final a fórmula já dava sinal de desgaste e perda de interesse, com o lançamento deste último exemplar da retomada a coisa foi ainda pior. A esta altura os fãs já haviam embarcado em outra, e o reinado de Kevin Williamson como nome quente para o slasher chegava ao fim. É verdade que ele se manteve criativo, investindo em ideias fora da caixinha, sempre arriscando e quebrando os moldes do gênero. Aqui, o roteirista dava um novo passo e assumia o comando de uma produção. Como diretor, Williamson escalou como protagonistas duas de suas atrizes de séries na TV: Katie Holmes (Dawson´s Creek) e Marisa Coughlan (Wasteland).

Fora isso, conseguiu escalar a Dama Helen Mirren (que não possuía o renome que tem hoje) para dar vida à megera Sra. Tingle do título original, uma professora linha dura, que termina se tornando alvo de jovens desesperados por uma boa nota. O “medo” do professor como figura de autoridade mais uma vez é pauta num terror de Williamson, aqui indo ainda mais além no psicológico da questão ao não adicionar qualquer elementos sobrenatural a este acerto de contas entre professores e alunos. O filme, no entanto, sofreu com polêmicas reais, precisando mudar seu título original (Killing Mrs. Tingle para Teaching Mrs. Tingle) devido ao massacre de Columbine em abril do mesmo ano.

Crítica | Scream – 2×09: O Orfanato

[SPOILERS na crítica]

Faltam apenas mais três episódios para o término desta segunda temporada, e Scream parece que ainda não percebeu isso. Mais uma vez, deu um jeito de manter praticamente todo o elenco respirando – e acredito que ficará assim pelo menos até o último episódio –, e, ao invés de acelerar na segunda metade da temporada, optou por um ritmo estranhamente mais arrastado. Na sinopse oficial do episódio, “Audrey e Emma descobrem o motivo de serem alvo do assassino“, mas não esperem nada interessante. Elas são alvo porque mataram a Piper na temporada anterior, e essa não é o tipo de revelação óbvia que você espera nos episódios finais – nas primeiras semanas, talvez. Apesar dos pesares, essa semana foi bem mais empolgante que a anterior.

Crítica | Scream – 2×08: A Cidade dos Amaldiçoados 

‘Scream’: Um dos protagonistas é esfaqueado no teaser do 10º episódio da 2ª temporada 

O episódio dessa semana, cujo título faz uma homenagem a um suspense dramático espanhol lançado em 2007, revelou um pouco mais sobre o passado da Piper, assim como também da professora Lang. Ambas cresceram no mesmo orfanato, ainda que a relação entre as duas continue no ar. Se o assassino obviamente está se vingando da morte da Piper, por que ele atacaria a mulher que cresceu no mesmo orfanato que ela? Talvez a Lang estivesse do lado das vítimas, ainda que seguindo os seus próprios interesses. Acho que ela estava investigando tudo para poder escrever um livro sobre os acontecimentos, colocando-se como a grande heroína da história. O fato é que ela começou a gritar quando abriu os olhos, mas será que ela estava mesmo olhando para a Emma?

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Talvez ela realmente estivesse com medo do Kieran, que estava logo atrás. Vocês já perceberam como esse nome tem se tornado recorrente nas últimas teorias? Depois dessa semana, minha suspeita sobre o Kieran só aumentou! A menos que os roteiristas queiram surpreender os espectadores com um tórrido escândalo lésbico – ou dar uma de Pretty Little Liars –, podemos assumir que a Haley estava tendo um caso com um homem, ainda mais se levarmos em consideração a cena em si. E não havia muitos homens soltos pela festa! A grande maioria dos personagens estava pareada, tirando o Kieran e o Stavo. Eu nem considero o Stavo, até porque, o roteiro está forçando tanto para suspeitarmos dele que está ficando risível. Já o Kieran, o bom moço da trama, o protetor, pode muito bem ser o grande vilão da trama. O primo dele, Eli, não deu as caras em momento algum, então seu nome continua sendo uma possibilidade.

Crítica | Scream – 2×07: Deixe Ela Entrar 

Crítica | Scream – 2×04: Happy Birthday to Me 

Crítica | Scream – 2×06: Olhos Famintos 

O fato é que a série finalmente se livrou de sua personagem mais chata! Tenho certeza que ninguém realmente lamentou a morte dela, que foi criada exclusivamente para ser odiada, ainda que sua participação tenha ficado solta desde sua introdução. Sua morte foi bem violenta, mas lamentei que não houve nenhuma tentativa de escapar ou defesa como a cena da professora. Nunca vou me cansar de dizer que a série carece de cenas de perseguições empolgantes. Pelo menos o despacho dessa garota nos deu mais material para especular em torno da identidade do assassino. Particularmente, estou convencido que são dois. Um deles deve ser o Kieran, enquanto o outro eu aposto ser alguém mais velho – apesar de muitos de vocês continuarem apontando para a Zoe.

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Não podemos esquecer toda a trama envolvendo as mortes do passado. Todo o mistério em torno do Brandon James não terminou, e na primeira temporada ficou no ar se ele tinha mesmo cometido aqueles terríveis crimes. E se outra pessoa realmente matou os jovens naquela época? Eu sempre tive uma teoria de que o pai da Emma era o responsável, e ele poderia muito bem ser o caso secreto da Haley, não? Mas, apesar de realmente ter aparecido nesta temporada, não demorou para ser dispensado da trama. Se ele houver alguma participação em torno do mistério, vai ser muita covardia do enredo. Outro nome que eu acho importante considerar é o da Maggie! Sim, the lying whore! Li umas teorias muito interessantes em torno da personagem, e concordo. Ela é a pessoa com mais segredos na série, tem acesso irrestrito à investigação policial e está sempre no plano de fundo sem ser detectada. Mas, caso a Maggie seja mesmo a grande vilã da trama, acredito que sua participação só seria revelada no final da série em geral, para fechar todo o arco narrativo da história – algo como as motivações do assassino em Pânico 3, que teve uma participação silenciosa nos massacres anteriores, o velho “eu estava aqui o tempo todo só você não viu”.

Além da morte brutal da Haley, o episódio apresentou outra vítima improvável: a virgindade do Noah. A cena foi bem engraçada, principalmente dele rasgando o pôster do “virgem”, mas convenhamos que veio em uma péssima hora. Foi completamente anticlimático e só ajudou para eu detestar ainda mais a Zoe. Ela é dissimulada, essa garota! Tem alguma coisa errada com ela, e a personagem tem caído cada vez mais no meu conceito. O engraçado é que essa série é baseada em um filme que expôs de forma original os clichês do gênero, mas não consegue extrair nada disso, mantendo-se na velha fórmula. Tá faltando referências, tá faltando aqueles discursos nerds do Noah. Esse relacionamento sem química tem afundado o personagem! E como não bastasse isso, os outros personagens ainda pensam que estão “investigando”, mas só estão seguindo fielmente a trilha que o assassino tem montado com tanta consideração para eles.

Por último, não posso deixar de evidenciar algo: em uma festa claramente armada pelo assassino, ameaças no ar e a possibilidades de mortes brutais, qual a primeira ideia que eles têm para acabar com a festa? Se separar e apagar as luzes! É sério isso, gente? Não tem como levar a sério.

‘Jurassic World 3’ deve ultrapassar a bilheteria TOTAL de ‘Doutor Estranho 2’ na próxima semana

A sequência ‘Jurassic World: Domínio‘ continua dominando as bilheterias! O longa já arrecadou US$ 942.5 milhões mundialmente, faltando pouco mais de US$ 10 milhões para o filme ultrapassar a bilheteria total de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$954.5M).

O longa, que promete ser a grande conclusão da saga, teve um grande aumento em sua arrecadação após estrear no Japão. Segundo analistas, ‘Domínio‘ deve superar o filme da Marvel na próxima semana, tornando-se a segunda maior bilheteria do ano.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 369.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 573 milhões.

Vale lembrar que os dois primeiros filmes da trilogia, ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ e ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘, arrecadaram US$ 1.67 e US$ 1.31 bilhão nas bilheterias mundiais, respectivamente.

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.