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O que esperar da venda da FOX para a Disney?

Aconteceu! A impactante informação que vinha circulando há um tempinho, sobre a venda da FOX para a toda poderosa Disney se concretizou. Para maiores informações leia neste link.

Mas a pergunta que todos fazem agora é: o que isso significa? Que a Disney se tornou a maior potência do entretenimento atual, oras. Como se fosse pouco ter em seu poder a Marvel Studios – e em seu acervo personagens extremamente lucrativos, vide Homem de Ferro, Capitão América e os Guardiões da Galáxia – e a Lucasfilm – que dá direito ao estúdio do Mickey sobre propriedades como a franquia Star Wars e Indiana Jones (me surpreende até o momento não terem tirado este segundo do chão ainda), a Disney possui agora toda a biblioteca de cinema da 20th Century Fox e igualmente seus derivados na TV, no braço de animação e no cinema independente (este que sempre emplaca na época de premiação).

Vale lembrar também que mesmo antes de todas essas aquisições, a Disney já era uma potência quase imbatível. Dona da Pixar – que todo ano catapulta suas animações entre as maiores bilheterias dos cinemas – e de franquias como Piratas do Caribe. Além disso, outro filão recém-conquistado pelo clássico estúdio são as versões em live action de suas animações. Tudo começou com Malévola (2014) e daí seguiram Cinderela (2015), Mogli – O Menino Lobo (2016) e A Bela e a Fera (2017). E uma verdadeira enxurrada começa em 2019, com O Rei Leão, Dumbo e Aladdin atingindo os cinemas no mesmo ano.

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O fato só dificulta ainda mais a vida dos outros estúdios, que lutam aos tropeços para conseguir emplacar suas franquias. Esse ano, por exemplo, tivemos grandes escorregadas da Paramount (Transformers: O Último Cavaleiro, Baywatch e Ghost in the Shell: A Vigilante do Amanhã), Universal (A Múmia e Boneco de Neve) e Warner (Liga da Justiça), com muitas franquias em potencial desperdiçadas graças à falta de qualidade de seus filmes. A Disney parece estar mais em controle e em sintonia com seu público, entregando exatamente o que ele quer. E mesmo quando não acerta em cheio o alvo, não é o caso de um erro astronômico. A Sony também estaria nessa lista, mas se bandeou para o lado da Disney, e com ela fechou um lucrativo acordo para fazer uma de suas maiores franquias funcionar, como eles mesmos não estavam conseguindo. Trata-se do Homem-Aranha, que este ano ganhou filme o solo De Volta ao Lar  já dentro desta parceria.

Pensando na nova propriedade da Disney, que está se tornando um verdadeiro monopólio do entretenimento, resolvemos apresentar para você alguns dos recém-adquiridos bens do estúdio, antes considerado uma empresa infantil e que agora está em seu caminho para dominar o mundo. Estas são as aquisições mais quentes da Fox que vão parar nas mãos da Disney.

X-Men

O universo X nos quadrinhos é basicamente tão grande e relevante quanto a própria Marvel em si. E no terreno do audiovisual seguia pelo mesmo caminho. A franquia X-Men é atualmente uma das propriedades mais quentes da Fox. Bem, o primeiro pensamento que chega à mente uma vez o Universo X estando nas mãos da Disney é que agora o estúdio possui todos os grandes personagens da Marvel reunidos numa única casa. Homem-Aranha e X-Men eram os últimos que faltavam – e eram dois dos mais populares. Ah, sim, Quarteto Fantástico também – e voltaremos a este tópico.

Podemos esperar a inclusão dos mutantes já a partir da fase 4 dos filmes da Marvel. Não acredito que filmes como Homem-Formiga e a Vespa (2018), Capitã Marvel (2019) e o vindouro Vingadores 4 (2019), ainda sem título oficial, irão fazer uso dos personagens. Ao mesmo tempo, ano que vem estão para ser lançados X-Men: Fênix Negra, quarto da franquia iniciada em 2011 com Primeira Classe, e o derivado de terror X-Men: Novos Mutantes. O resultado de tais filmes irá ditar qual caminho o estúdio seguirá. Pensando pelo aspecto de que a Disney não curte muito deixar suas aquisições na geladeira (veja o que ela fez com Star Wars, que tem lançado um filme por ano), e que Hugh Jackman se aposentou como o popular Wolverine depois de Logan, lançado este ano, espere uma nova escalação para o personagem em breve. Ou melhor ainda, Jackman havia dito que desistiria da aposentadoria se fosse para entrar no elenco do próximo Vingadores. Bem, agora isso é uma possibilidade.

Fora isso, temos também as séries de TV derivadas desta franquia, como The Gifted e Legion.

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Deadpool

Uma das maiores preocupações dos fãs em relação a esta bilionária compra, é se a Disney irá embarreirar produções como Deadpool e Logan, que recentemente conquistaram o direito de uma censura alta, tão almejada pelos fãs do gênero, incluindo violência gráfica extrema, muito palavrão e – a parte que ainda está devendo – nudez. Não acredito que Disney irá reverter esse quadro. É só lembrar que o estúdio tem suas subdivisões e que os filmes iniciais de Quentin Tarantino, por exemplo, vide Pulp Fiction e Jackie Brown, foram lançados enquanto a Miramax estava de posse do estúdio. Então, acredito que como sábia que é, a empresa não mexerá neste time que está ganhando, e continuaremos a receber super-heróis de censura alta. Agora, talvez até com mais frequência.

Avatar

Há muitos anos desenvolvendo as continuações de sua saga espacial, James Cameron talvez tenha o incentivo que precise agora para tirar do papel suas tão almejadas sequências. Seja como for, Avatar 2 já está confirmado para estrear no dia 18 de Dezembro de 2020, com a volta do elenco original, e Kate Winslet (quem Cameron jogou ao estrelato em Titanic) num dos papeis principais.

Alien

A franquia Alien não vai bem das pernas, com os últimos exemplares Prometheus (2012) e Alien: Covenant (2017), dirigidos por Ridley Scott. Como igualmente é uma das propriedades mais valiosas da casa, a Disney pode dar uma mexida estruturalmente, e fazer a coisa funcionar. Talvez sem Scott e seus devaneios existencialistas de boteco. Queremos ver são os xenomorfos em toda a sua glória e não histórias enfadonhas sobre criação de androides. Quem sabe agora sai do papel o filme colocado na geladeira de Neill Blomkamp, que continuaria os eventos de Aliens – O Resgate (1986), eliminando assim todos os equívocos desta franquia. Scott poderia servir apenas de produtor.

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Quarteto Fantástico

Eu disse que voltaria a este tópico. Quarteto Fantástico foi a primeira superequipe da Marvel nos quadrinhos e a resposta da editora para a Liga da Justiça, da rival DC, acredite! No terreno do audiovisual, esta super família, extremamente popular nos quadrinhos, nunca teve grande sorte. Na década de 1990, um filme lançado por Roger Corman, apenas para não se perder os direitos sobre os personagens foi feito – reparem que eu não disse foi lançado, porque de fato não foi, assim se tornando uma lenda. As séries em animação dos personagens igualmente não se mostraram populares. Em meados da década passada, em 2005 e 2007, duas produções cinematográficas foram feitas com os heróis, de teor mais leve, cômico e indicado para toda a família. Em 2015, a propriedade era reinventada, com um tom mais sombrio e apelo de ficção científica, resultando num dos filmes mais desastrosos de anos recentes. A Fox então planejava um crossover dos heróis com os mutantes de X-Men. Ideia esta que a Disney agora poderá levar a fundo, além de misturá-los também com os personagens já em sua posse. Resta saber se o estúdio irá manter os atores da última adaptação. Meu pensamento é: não! Creio que a opção da Disney será recomeçar, com um novo elenco, assim como fez com o Homem-Aranha. E assim como o herói aracnídeo, a primeira aparição do Quarteto em terras de Marvel não precisará ser uma história de origem.

Predador e Planeta dos Macacos

A Fox é o estúdio retentor de mais criaturas lucrativas dentre todos os estúdios. E aqui estão mais dois, prestes a cair nas mãos da Disney. Enquanto a franquia Planeta dos Macacos foi revitalizada com esta trilogia recente que deu muito certo, e recebeu inúmeros elogios da imprensa especializada, ninguém acredita que está nos planos do novo estúdio simplesmente aposentá-la. Assim imaginamos que em breve, de uma forma ou de outra, veremos novas aventuras símias, mesmo sem Caesar e companhia. Já o Predador está com filme novo em fase de pós-produção para o lançamento em Agosto de 2018, com Shane Black na direção. O resultado do longa definirá continuações. A verdade é que a Disney com seu toque de midas faria até mesmo um novo Alien VS. Predador dar certo.

Os Simpsons e Arquivo X

Duas das séries televisivas da Fox são as mais icônicas de todos os tempos – ou as duas mais icônicas – e serão colocados em bom uso pela Disney, ninguém duvida. Os Simpsons, animação famosíssima da família amarela, está em cartaz desde 1989. Pois é. É a produção audiovisual mais duradoura da história. E se não parou até agora, não será nas mãos da Disney que irá para escanteio. Arquivo X, série de suspense e ficção científica iniciada em 1993, havia fechado as portas em 2002. Portas essas reabertas ano passado, com a décima temporada tardia, que trouxe de volta os protagonistas originais David Duchovny e Gillian Anderson. A décima primeira temporada é prometida para ano que vem. Arquivo X está entre as melhores séries de todos os tempos na opinião dos fãs.

Uma Noite no Museu e Kingsman

Franquias recentes da FOX que se mostraram extremamente lucrativas são Uma Noite no Museu e Kingsman. A primeira embora não faça muito a cabeça dos críticos, por seu teor bem infantilizado e com apelo apenas a crianças pequenas, é totalmente a praia da casa do Mickey, e o estúdio poderá certamente reinventá-la ou seguir para um quarto episódio, com o próprio Ben Stiller. A esta altura não imaginaria o motivo do ator querer sair da mira deste gordo contracheque, que provavelmente irá garantir-lhe um novo apartamento. Já Kingsman, mais subversivo e visceral, atingiu status cult em 2015, com o lançamento do original. O segundo, seguiu a mesma batida. De fato, foi tão semelhante que se tornou quase uma refilmagem. Seja como for, existe muito potencial ainda para ser totalmente abandonada.

A compra garantiu ainda para a Disney franquias como Duro de Matar, Alvin e os Esquilos, Doutor Dolittle, Esqueceram de Mim, A Era do Gelo, Rio, Percy Jackson e Maze Runner, entre outras.

E você, o que acha desta aquisição da Disney? Qual franquia gostaria de ver primeira transformada pela casa do Mickey? Ansioso pela junção de X-Men e Quarteto Fantástico com Os Vingadores? Comente!

‘Barbie’ vs. ‘Oppenheimer’ | Relembre os GRANDES Filmes que Estrearam nos Cinemas no Mesmo Dia

Nossa sociedade é mesmo maravilhosa. É muito interessante notar o que vira moda, o que se torna popular e o que faz as pessoas falarem sobre. Alguns conceitos ou informações são passados adiante, se espalhando e se propagando tão rápido quanto a luz. A mais recente onda do momento no mundo do cinema é a “rivalidade” entre os blockbusters ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’. Tudo isso porque as superproduções estão programadas para estrear no mesmo dia. Os fãs notaram essa agenda conflitante desde quando foram anunciadas e vêm alimentando essa situação de enfrentamento nas redes. E como sabemos, a força que as redes sociais possuem hoje pode fazer algo do tipo ganhar uma proporção gigante.

Barbie‘ arrecadou a impressionante quantia de US$ 1,44 bilhão. ‘Oppenheimer‘, cinebiografia do criador da bomba atômica, dirigida por Christopher Nolan, também não ficou para trás e arrecadou impressionantes US$ 962 milhões.

É bem verdade que as produções buscam públicos diferentes, mas os fãs de cinema e os cinéfilos foram conferir ambas, é claro. ‘Barbie’, da Warner, tem direção da indicada ao Oscar Greta Gerwig, um dos nomes femininos de maior poder na indústria de Hollywood, trazendo um filme muito mais esperto, divertido e ácido do que se poderia imaginar de início – além de contar com nomes quentíssimos no elenco, como o dos protagonistas Margot Robbie e Ryan Gosling.

Oppenheimer’, da Universal (esse é um duelo entre grandes estúdios também), usa como chamariz a direção do que é provavelmente o cineasta mais adorado pelo grande público atualmente: Christopher Nolan. Só Nolan faz de um filme sobre a criação da bomba atômica um evento comentado por todos. No elenco, nomes como Emily Blunt, Robert Downey Jr. e Matt Damon, com protagonismo de Cillian Murphy.

Pegando esse “duelo de titãs” nas bilheterias como gancho, resolvemos relembrar que este tipo de briga de cachorro grande não é novidade em Hollywood. Também não é comum acontecer, já que os estúdios costumam deixar uma janela de vantagem de pelo menos uma semana entre seus maiores filmes. Mas quando a agenda aperta, vira e mexe blockbusters colossais se digladiam no mesmo fim de semana. Confira abaixo alguns dos casos recentes mais chamativos.

Rocketman vs. Godzilla II – Rei dos Monstros

Logo no ano seguinte, em 2019, veríamos um novo confronto de proporções titânicas. ‘Rocketman’, a biografia do fabuloso Elton John, chegava num momento bem propício para filmes do tipo. Isso porque pegava a esteira do enorme sucesso do “filme do Queen”, ‘Bohemian Rhapsody’, sucesso estrondoso de bilheteria, que chegou até o Oscar, indicado para melhor filme e vencedor de melhor ator. Apesar do enorme sucesso com o público geral, os cinéfilos apresentaram alguns problemas com a produção. Mas ‘Rocketman’ era anunciado como uma obra superior a ‘Bohemian’, e saía do prestigiado Festival de Cannes debaixo de inúmeros elogios. Ao que tudo indicava, o filme iria superar seu predecessor de todas as formas.

No outro corner tínhamos a sequência direta do sucesso moderado ‘Godzilla’ (2014). Mas o que os fãs começavam a perceber era que a Warner estava construindo seu universo compartilhado dos monstros gigantes, e preparando o terreno para o verdadeiro duelo, entre Kong e Godzilla. O lagartão havia ganhado seu filme “realista” e fiel em 2014, e em 2017 era a vez do gorilão. Mas em 2019 ainda não viria o confronto, já que os realizadores tinham que apresentar monstros clássicos como Mothra, Rodan e Ghidorah. No inusitado duelo, apesar de hoje ‘Rocketman’ ser um filme mais elogiado e querido, quem levou a melhor no fim de semana de 31 de maio de 2019 foi mesmo ‘Godzilla II’. ‘Rocketman’, da Paramount, não conseguiu sequer a segunda posição, chegando em terceiro e comendo poeira de ‘Aladdin’, que havia estreado na semana anterior.

 

Aquaman vs. Bumblebee

Em 2018, há exatos cinco anos, tivemos um dos casos mais notórios de duelo de titãs. O confronto ocorreu no fim daquele ano, em dezembro, terminando 2018 com chave de ouro. De um lado do ringue tínhamos o herói dos sete mares interpretado pelo grandalhão Jason Momoa, em ‘Aquaman’. O personagem da DC já havia aparecido em ‘Liga da Justiça’ (2017) e finalmente ganhava seu filme solo pelas mãos de James Wan. Do outro lado do ringue tínhamos outro blockbuster de ação criado nos mesmos moldes e que visava o mesmo público-alvo. ‘Bumblebee’ foi o primeiro (e único, até o momento) derivado da franquia bilionária ‘Transformerrs’. Mas essa não foi uma briga mano a mano, e contou com outros participantes, quase como uma luta livre.

Isso porque entrando na disputa no mesmo dia tínhamos ainda o drama/fantasia de alto-conceito ‘Bem-Vindos a Marwen’, de Robert Zemeckis (‘De Volta para o Futuro’), com Steve Carell, sobre “bonecos que ganhavam vida”. Mas a coisa não ficou por aí, porque dois dias antes (queimando a largada), a Disney lançava o aguardadíssimo ‘O Retorno de Mary Poppins’, continuação de um de seus maiores clássicos, protagonizado por Emily Blunt. Nesse grande arranca-rabo que foi 21 de dezembro de 2018, a Warner levou a melhor com ‘Aquaman’, que estreou em primeiro lugar e viveria para se tornar o único blockbuster da DC a ultrapassar a marca de US$1 bilhão em bilheteria.

A vantagem de dois dias de antecedência funcionou para ‘Mary Poppins 2’, da Disney, que chegou em segundo naquele fim de semana, tirando uma para cima de ‘Bumblebee’, da Paramount, que apesar dos elogios, deixou a desejar nas bilheterias. Mas quem comeu poeira mesmo foi o filme de Zemeckis, que sequer foi lançado nos cinemas do Brasil após seu fracasso nos EUA.

Star Wars – A Ascensão Skywalker vs. Cats

Essa parece covardia, afinal qualquer blockbuster que se prontifique a enfrentar a saga ‘Star Wars’ nos cinemas está automaticamente em desvantagem. E por mais que ninguém tenha imaginado que ‘Star Wars’ perderia essa luta, podemos dizer que o resultado foi surpreendente, para ambas as partes. A verdade é que na época não poderíamos menosprezar seu oponente, afinal ‘Cats’ era a adaptação para as telonas do que é provavelmente o musical mais querido dos palcos de todos os tempos. Com vida longa na Broadway e adaptação em centenas de países pelo mundo, a história dos gatos de rua inspirou no Brasil desde Chico Buarque até Os Trapalhões. ‘Cats’ gerava hype de Oscar e com um grande elenco prestigiado, o anúncio era o de um dos grandes filmes daquele ano.

Falamos, é claro, do dia 20 de dezembro de 2019, quando o musical felino da Universal, com produção de Steven Spielberg, ousou se colocar no caminho da conclusão da nova trilogia ‘Star Wars’, já nas mãos da Disney. Pois bem, ‘Cats’ viria a se tornar uma “gatástrofe” de proporções monumentais, rapidamente descendo para se tornar uma das piores produções cinematográficas de todos os tempos. Mas é aí que chega a reviravolta, já que ‘A Ascensão Skywalker’ igualmente virou um desastre de crítica, surgindo como um dos episódios (senão “o” episódio) mais odiado da franquia. Mesmo assim, como era esperado, foi sucesso de público em seu fim de semana de estreia, sorte que ‘Cats’ não teve.

Cruella vs. Um Lugar Silencioso – Parte II

Agora damos um salto de dois anos para chegarmos em 2021. Há dois anos tínhamos outro confronto que causou alvoroço nos fãs. Tá certo que na época ainda vivíamos o fantasma da pandemia do coronavírus, com lançamentos restritos nos cinemas, ênfase maior nos serviços de streamings, e muitas salas de exibições vazias ou até mesmo ainda fechadas. Nesse cenário caótico, ganhávamos o duelo de duas jovens atrizes muito talentosas, de nomes similares. Essa era a luta de Emma vs. Emily. De um lado do ringue chegava a vencedora do Oscar Emma Stone, dando show como a versão jovem de uma das maiores vilãs da Disney, Cruella De Vil no derivado ‘Cruella’, sobre os primórdios da antagonista. Anunciado como uma versão mais domada de ‘Coringa’, a superprodução gerava grande hype.

Chegando junto sem perder os holofotes, o outro corner trazia Emily Blunt, brilhando novamente na continuação de um de seus sucessos recentes. ‘Um Lugar Silencioso’, da Paramount, se tornou um verdadeiro fenômeno surpresa – cativando o público pelo mundo com sua história apocalíptica de monstros que se guiam pelo som. O projeto em família, de Blunt com o maridão John Krasinski deu o que falar e a sequência seguia por essa linha. Porém, dias antes do lançamento de ‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ estourou a pandemia, com o filme já tendo realizado sua sessão de pré-estreia – por isso o longa é creditado como sendo de 2020. Porém, sua estreia oficial em circuito pelos EUA e o mundo viria em 28 de maio de 2021, no mesmo dia de ‘Cruella’. E quem levou a melhor, você pergunta? Foi ‘Um Lugar Silencioso II’, arrecadando mais que o dobro de ‘Cruella’. Entre mortos e feridos, os dois fizeram sucesso e irão render sequências – assim ganhando todos, principalmente os fãs.

O Rei do Show vs. Jumanji – Bem-Vindo à Selva

Agora voltamos seis anos no passado, para o fim de 2017, mais precisamente para o dia 20 de dezembro de 2017. Já imaginou como seria um duelo entre Dwayne ‘The Rock’ Johnson e o mutante Wolverine? Nem precisa imaginar muito, pois ele ocorreu nos bastidores em 2017. Foi quando ‘O Rei do Show’ enfrentou ‘Jumanji’. Aqui temos outro caso curioso. Assim como ‘Cats’, ‘O Rei do Show’ era um musical com muita pompa de Oscar, vendido como o filme-evento daquela temporada. Energia o filme tem de sobra para dar e vender. Hugh Jackman comandava um elenco de peso, com nomes como Michelle Williams, Zac Efron, Zendaya e Rebecca Ferguson. As músicas contagiantes embalavam facilmente, mas o resultado não foi dos melhores, já que o longa foi destroçado pela crítica. O filme, no entanto, ficou muito longe de se tornar o desastre que foi ‘Cats’ e hoje possui muitos defensores.

Do outro lado, ‘Jumanji’ sofreu grande backlash quando lançou seu trailer, anunciando um fracasso vindouro. Quando o filme chegou de fato, uma reviravolta ocorreu, com os críticos aprovando a obra, e os fãs embarcando logo em seguida, e fazendo do novo ‘Jumanji’ um verdadeiro fenômeno querido. Mas a dupla não estava sozinha nessa, já que no mesmo fim de semana estreavam também o terceiro ‘A Escolha Perfeita’ e o filme com Matt Damon diminuto, ‘Pequena Grande Vida’. A verdade é que nenhum deles foi forte o suficiente para conseguir mover ‘Star Wars: Os Último Jedi’, que havia estreado na semana anterior, da primeira posição – lugar que seguiu durante todo o mês de dezembro.

Jumanji’ foi o que se deu melhor, descolando a segunda posição. Já ‘O Rei do Show’ comeu poeira até de ‘A Escolha Perfeita 3’, que passou a perna e ficou em terceiro, deixando o musical de Hugh Jackman em quarto. ‘Pequena Grande Vida’ então, ficou lá em sétimo.

‘O Último Sharknado’ terá DINOSSAUROS; Confira o cartaz!

O último filme da franquia ‘Sharknado‘, intitulado ‘The Last Sharknado: It’s About Time‘ (‘O Último Sharknado: Já Estava na Hora’, em tradução livre), ganhou um novo cartaz, com tubarões e dinossauros.

Confira:

O último filme da franquia estreia no dia 19 de agosto no canal SyFy.

Confira a sinopse:

“Tudo está perdido, será? Fin desbloqueou o poder de viajar no tempo dos Sharknados para poder salvar o mundo e ressuscitar sua família. Em sua jornada, lutará com nazistas, dinossauros, cavaleiros e até vai pegar carona com a Arca de Noé. Dessa vez, a pergunta final não é como parar os Sharknados, mas sim quando.”

Tara Reid, Ian Ziering e Cassie Scerbo retornam.

‘Nós’ assusta ‘Capitã Marvel’ e estreia em primeiro lugar nas bilheterias dos EUA

O terror ‘Nós‘ assustou a competição e arrecadou surpreendentes US$ 70.2 milhões em sua estreia nos EUA. O resultado representa a MAIOR abertura de um filme original para maiores de 18 anos da história do país, superando ‘Um Lugar Silencioso‘ (US$50.2 milhões).

Internacionalmente, o longa arrecadou US$16.7 milhões, totalizando uma estreia global sólida de US$86.9 milhões.

Com uma queda inferior a 50%, ‘Capitã Marvel‘ arrecadou mais US$ 35 milhões, garantindo a segunda colocação. Mundialmente, o novo longa da Marvel já ultrapassou a marca de US$ 900 milhões. Atualmente, o filme detém o recorde de maior bilheteria de um filme de super-heroína, superando ‘Mulher-Maravilha‘ (US$821.8m).

O Parque dos Sonhos‘ (US$ 9m), ‘A Cinco Passos de Você‘ (US$ 8.5m) e ‘Como Treinar o Seu Dragão 3‘ (US$ 6.5m) completam o TOP 5.

‘Entre Facas e Segredos’: Chance the Rapper elogia suspense de Rian Johnson

Através de seu Twitter, o cantor Chance the Rapper elogiou o suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out), revelando que o considera o melhor lançamento dos últimos anos.

“Acabei  ver assistir ‘Entre Facas e Segredos’ e posso dizer com confiança que é o melhor filme lançado nos últimos anos,” afirma o cantor.

Escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

Entre Facas e Segredos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Novembro.

‘Sputnik’: Aterrissagem sangrenta no novo clipe do terror; Assista!

O terror ‘Sputnik‘ ganhou um novo clipe sangrento.

Confira, com o trailer:

O longa foi dirigido por Egor Abramenko.

O único sobrevivente de um incidente no espaço não retornou para casa sozinho – escondida dentro do seu corpo há uma criatura perigosa. Sua única esperança é uma médica determinada a fazer o que for preciso para salvar seu paciente.

O terror será lançado direto em VOD no dia 14 de agosto.

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre possível retorno à série

Em entrevista ao SFX Magazine, o ator Andrew Lincoln falou sobre o seu possível retorno como Rick Grimes na série ‘The Walking Dead‘, afirmando sentir falta de interpretar o personagem.

“Inicialmente, eu não senti muita falta porque aquele foi um ótimo jeito de finalizar minha narrativa na série. Além disso, eu estou sempre em contato com os meus amigos em Atlanta, nós somos muito próximos. Mas, então, essa situação extraordinária aconteceu no mundo e todos nós tivemos que pausar as coisas. Sem contar que há muitas coisas acontecendo no país que eu considero meu segundo lar.”

Ele continua, “Eu nunca senti tanta falta da América como no último ano – é interessante. Eu voltei pelos meus filhos e eles ficaram tipo: ‘O que você está fazendo? Nós queremos voltar para América, coloque umas botas e volte a enfrentar zumbis’. Então, de uma certa forma, eu sinto falta do personagem – acredito que o Rick é um personagem incrível e eu sinto falta de interpretá-lo.”

A saída de Lincoln havia sido discutida desde a quarta temporada. O ator queria deixar a produção para passar mais tempo com sua família – apenas para seus filhos pedirem para que ele voltasse a interpretar o Rick Grimes.

Vale lembrar que a 11ª temporada de ‘The Walking Dead‘ será a última e contará com 24 episódios. A AMC também está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan.

‘Cobra Kai’: Treinamento difícil no novo clipe da 4ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe da 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘.

Confira:

A próxima temporada será lançada na plataforma no dia 31 de dezembro.

No Rotten Tomatoes, o quarto ciclo da produção abriu com incríveis 100% de aprovação, a partir de 11 críticas, todas positivas.

Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a força dos roteiristas em manter a narrativa relevante e cada vez mais impactante ao longo das temporadas.

Além disso, a nostalgia e o humor presentes nas temporadas iniciais parecem estar ainda mais forte desta vez, o que vai alegar tanto os fãs mais antigos quanto os novos.

Confira as avaliações:

“Francamente, revivals de primeira são tão raros que parecia inevitável que o ‘Cobra Kai‘ perdesse a qualidade ou simplesmente ficaria sem combustível. Felizmente, esse definitivamente não é o caso da 4ª temporada.” – CNN.

“Pode demorar um pouco para todas as histórias da 4ª temporada se encaixarem, mas elas inevitavelmente se encaixam. A série mantém seu coração e esses personagens continuam a crescer de maneiras surpreendentes.” – Flick Fan Nation.

“Após o esforço (bem-sucedido) de resgate da 3ª temporada, eu estava cético de que os roteiristas de ‘Cobra Kai‘ realmente tivessem um universo e personagens que poderiam se estender além de uma trilogia. A 4ª temporada provou que eu estava totalmente errado.” – Polygon.

“Enquanto a 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ certamente ainda inclina-se para o humor e nostalgia pela qual é conhecida (o que faz da série uma alegria), o roteiro desta temporada é o melhor que já existiu.” – AwardsWatch.

“Que alívio que a 4ª temporada de ‘Cobra Kai não trata ‘Karate Kid III‘ como se fosse um filme vencedor do Oscar. Como sempre, a série continua com o bom humor.” – Paste Magazine.

“Nada vai ser tão maluco quanto aquela briga da escola na 2ª temporada, mas a 4ª é um caso à parte, é mais brilhante e termina com um final de deixar de queixo caído, o que só aumenta as apostas mais uma vez.” – Empire.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 5ª temporada!

COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).

Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.

Além de Ralph MacchioWilliam Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

‘O Troll da Montanha’: Filme ÉPICO ganha data de estreia na Netflix; Confira o teaser!

A Netflix finalmente anunciou quando ‘O Troll da Montanha‘, filme ÉPICO que focará em um monstro gigante, será lançado.

O longa estreará no serviço de streaming no dia 1º de dezembro.

Confira o teaser:

Roar Uthaug (‘Tomb Raider: A Origem’) é responsável pela direção.

Nas profundezas da montanha de Dovre, uma criatura gigantesca desperta após mil anos. Destruindo tudo pelo seu caminho, ela segue em direção à capital da Noruega. Como deter algo que, até então, existia apenas no folclore?

O elenco conta com Ine Marie Wilmann, Mads Sjøgård Pettersen, Gard B. Eidsvold e Pål Richard Lunderby.

Lionsgate revela o logo OFICIAL de ‘Jogos Mortais 10’; Confira!

Através do Facebook, a Lionsgate divulgou o logo oficial da antecipada sequência ‘Jogos Mortais 10‘, que trará Tobin Bell (John Kramer/Jigsaw) e Shawnee Smith (Amanda Young) de volta à franquia.

A página ainda prometeu novidades no festival Midsummer Scream, que acontecerá no final de semana do dia 28 de julho. Sem muitos detalhes, é possível que o evento marque o lançamento do primeiro trailer do novo longa.

Confira o logo:

A Paris Filmes revelou ao CinePOP que o novo filme já tem data de estreia por aqui: dia 26 de outubro de 2023.

O elenco ainda contará com Synnøve Macody Lund (‘Ragnarok’), Steven Brand (‘Sandman’), Renata Vaca (‘Pisando Fundo’), Paulette Hernandez (‘Perdida’), Joshua Okamoto (‘Narcos: México’) e Octavio Hinojosa (‘Come Play With Me’), e Michael Beach (‘Dahmer’).

Além disso, a primeira imagem dos bastidores do terror foi divulgada – destacando o retorno de Tobin Bell (‘Enterrado Vivo’) como o sádico Jigsaw/John Kramer.

Ausente em ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ (2021), o ator retorna à franquia cinco anos após ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (2017).

Confira a imagem:

Kevin Greutert, de ‘Jogos Mortais 6‘ e ‘Jogos Mortais: O Final‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Josh Stolberg e Peter Goldfinger, que também foram responsáveis pelo enredo dos dois últimos filmes da franquia.

A Lionsgate e a Twisted Pictures vão produzir o novo filme.

‘As Tartarugas Ninja’ irão retornar em novo filme LIVE-ACTION

Durante o painel no CinemaCon 2024, a Paramount Pictures confirmou um novo filme live-action de ‘As Tartarugas Ninja‘.

O longa será baseado nos quadrinhos ‘Tartarugas Ninja: O Último Ronin‘, e terá o roteiro assinado por Tyler Burton Smith.

Walter Hamada servirá como produtor.

Vale lembrar que o estúdio já havia dado sinal verde para a sequência de ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘, que está programada para no dia 9 de outubro de 2026.

Até o momento, o título oficial e a sinopse do filme permanecem envoltos em mistério, deixando os fãs ansiosos por mais detalhes.

Na trama, acompanhamos quatro irmãos tartaruga com poderes mutantes – juntos, entre uma fatia de pizza e outra, eles enfrentam vilões poderosos em Nova York.

Seth Rogen, Evan Goldberg e James Weaver estão diretamente ligados a este novo filme da Tartarugas através da Point Gray Pictures. O produtor Jeff Rowe (‘Gravity Falls‘) é quem dirige a nova aventura. Brendan O’Brian (‘Vizinhos 2‘) é quem escreve o roteiro da animação fílmica. Obviamente, esse novo filme das Tartarugas Ninja terá como foco a comédia, muito por conta de todo cast.

‘Nosferatu’ se torna a MAIOR arrecadação da carreira de Robert Eggers nos EUA

Sucesso! Em menos de duas semanas, o remake de ‘Nosferatu‘ superou a marca dos US$ 50 milhões nas bilheterias norte-americanas.

O valor representa a maior arrecadação da carreira do diretor Robert Eggers (‘A Bruxa’) nos EUA, facilmente superando a bilheteria total de ‘O Homem do Norte‘ (US$34.2M) no país.

Domesticamente, o terror arrecadou US$ 53 milhões. No mercado internacional, foram US$ 3.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 56.2 milhões.

Vale lembrar que o filme registrou uma estreia de US$ 40.3 milhões durante o final de semana de estendido nos EUA.

A produção se tornou o quarto maior lançamento da Focus Features no território norte-americano, atrás apenas de ‘Downton Abbey‘ (US$31M), ‘Sobrenatural: A Origem‘ (US$23.7M) e ‘Invasão à Londres‘ (US$21.6M).

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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Jeremy Allen White solta a voz em clipe inédito da cinebiografia ‘Salve-me do Desconhecido’; Confira!

A cinebiografia ‘Springsteen: Salve-me do Desconhecido‘ (Deliver Me From Nowhere) ganhou um novo clipe.

O vídeo destaca o ator Jeremy Allen White, no papel do lendário músico Bruce Springsteen, cantando a música ‘Born to Run‘.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Sucesso entre os críticos, a produção conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os especialistas destacaram a atuação sensível e poderosa de White, além de elogiarem o filme por fugir dos clichês típicos das cinebiografias musicais.

“Se alguns fãs entrarem esperando algo equivalente a uma coletânea de grandes sucessos, é melhor repensarem. Springsteen: Salve-me do Desconhecido é autêntico, uma jornada inteligente e cuidadosamente ritmada pela alma de um artista”, disse Pete Hammond do Deadline.

“É preciso uma estrela para interpretar outra estrela, e um ator capaz de acessar o lado mais introspectivo do Boss, e a sensação de O Urso, Jeremy Allen White, veste com naturalidade o jeans surrado e as camisetas sem mangas que eram a marca registrada de Springsteen”, disse Peter Debruge da Variety.

“A decisão de retratar o homem não como um Deus do Rock, mas como um ser humano frágil e, ao mesmo tempo, um artista intransigente, confere a Deliver Me From Nowhere uma integridade solene”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Um antídoto revigorante e comovente aos cinebiografias de rock exageradas e altamente ficcionalizadas… O filme de Cooper busca momentos pequenos em vez de grandes declarações, e confia que esses falem tão alto quanto no próprio álbum Nebraska”, disse Steve Pond do TheWrap.

“[Jeremy Allen White] não se parece muito com o Springsteen… mas sua atuação é tão carregada de uma verdade natural e sem esforço que, ao final do filme, você quase se esquece de que ele está interpretando outra pessoa”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Um estudo de personagem comovente e meditativo sobre um artista deprimido exposto em sua essência”, disse Robert Daniels do RogerEbert.

“White cria um eco de Springsteen para chamar de seu. Há pouca imitação, mesmo em suas excelentes performances vocais ao vivo, e ele incorpora o estilo de Springsteen de forma quase impecável. Na falta de uma expressão melhor, ele está simplesmente incrível”, disse Gregory Ellwood do The Playlist.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de outubro.

Dirigido e roteirizado por Cooper (‘Tudo Pelo Poder’, ‘Coração Louco’), o filme mergulha no processo criativo por trás de Nebraska, álbum sombrio e introspectivo lançado por Springsteen em 1982 — considerado um dos trabalhos mais aclamados de sua carreira.

Jeremy Strong interpreta Jon Landau, o empresário que desempenhou um papel fundamental na carreira do músico, Paul Walter Hauser vive o técnico de guitarra de longa data, Mike Batlan. 

O elenco ainda conta com nomes como Stephen Graham, Odessa Young, Gaby Hoffmann, Johnny Cannizzaro, Harrison Gilbertson, Marc Maron, David Krumholtz e Chris Jaymes.

Baseado no livro homônimo de 2023 escrito por Warren Zanes, ‘Deliver Me From Nowhere‘ tem produção assinada por Cooper, Zanes e Scott Stuber, ao lado de Ellen Goldsmith-Vein e Eric Robinson, da Gotham Group.

O próprio Bruce Springsteen e seu empresário Jon Landau participaram do desenvolvimento do longa.

Bruce Frederick Joseph Springsteen, nascido em 1949, é um cantor, compositor, violonista e guitarrista norte-americano. Ao longo de sua carreira, iniciada em 1969, Springsteen acumulou diversos prêmios importantes, incluindo 20 Grammys, 4 American Music Awards e um Oscar, além de ter vendido mais de 120 milhões de discos.

‘Toy Story 5’ se aproxima de US$ 600 milhões e se torna a 6ª MAIOR arrecadação global do ano

Sucesso! Em menos de duas semanas, a sequência ‘Toy Story 5‘ já arrecadou impressionantes US$ 585 milhões mundialmente – tornando-se a sexta maior bilheteria global do ano.

Nos EUA, o longa se manteve no topo com US$ 70 milhões arrecadados em seu segundo final de semana, desbancando a estreia de ‘Supergirl‘ (US$38M). Ao total, a animação já soma US$ 297.2 milhões no país.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 287.8 milhões através de 49 territórios.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$48M), Reino Unido (US$37.8M), China (US$29.8M), França (US$15.7M) e Brasil (US$12.6M).

Vale lembrar que o filme registrou uma estreia global de US$ 160 milhõesAlém de ser a maior abertura doméstica do ano, o valor também representa o maior lançamento da história da franquia e a segunda maior abertura da história para uma animação no país – atrás apenas de ‘Os Incríveis 2‘ (US$182.6M).

O novo filme da Pixar também se tornou a terceira maior estreia da história para o mês de junho, atrás apenas de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$208.8M) e ‘Os Incríveis 2‘.

Com 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a sequência recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore. Para termos de comparação, a média está no mesmo nível dos capítulos anteriores, segundo superada apenas pelo segundo filme da saga (A+).

Toy Story 5’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Saiba Mais » Toy Story 5

Os brinquedos estão de volta em TOY STORY 5, da Disney e Pixar, e desta vez o confronto é entre brinquedos e tecnologia. Woody, Buzz Lightyear, Jessie e toda a turma veem sua missão de promover a brincadeira ameaçada quando encontram Lilypad, um tablet que chega com ideias disruptivas sobre o que é melhor para Bonnie. Será que a hora da brincadeira continuará a mesma?

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

‘Viva – A Vida é Uma Festa’: Animação da Pixar ganha nova arte conceitual; Confira!

A revista Empire divulgou uma nova arte conceitual da próxima animação da Pixar, ‘Viva – A Vida é Uma Festa’ (Coco).

Confira:

 

A história será a respeito de garotinho de 12 anos chamado Miguel. Ele foi criado em uma vila mexicana que acredita ter sido amaldiçoada pela música. Dessa forma, o garoto vai em busca de seu ídolo Ernesto de la Cruz, já falecido, para que ele o ajude em busca de seus grande sonho de se tornar músico.

Para isso, Miguel vai até o mundo dos mortos e com a ajuda de um esqueleto chamado Hector, o garoto terá que encontrar De La Cruz, conseguir a bênção de sua família para o grande sonho e ainda conseguir voltar para o mundo dos vivos antes que seja tarde demais.

A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por ‘Toy Story 3’.

Coco‘ tem estreia marcada nos Estados Unidos para 22 de novembro de 2017.

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‘The Middle’: Elenco faz vídeo emocional de despedida

A série de comédia ‘The Middle‘ vai se despedir dos fãs em muito breve, com a exibição de seu episódio final em 22 de maio.

E para celebrar o simbólico momento, o elenco da produção fez um vídeo emocional de despedida.

Confira:

Lançada em 2009, ‘The Middle’ acompanha um família de classe-média. Filmado com apenas uma câmera, a sitcom conta com os atores Neil Flynn, Patricia Heaton, Charlie McDermott, Eden Sher e Atticus Shaffer.

 

‘A Maldição da Chorona’ é confirmado como parte do Universo Invocação do Mal

O terror ‘A Maldição da Chorona’ foi confirmado como parte do Universo Invocação do Mal. A informação foi partilhada por meio da crítica de cinema Meagan Navarro, que conferiu a estreia mundial da produção durante o Festival SXSW.

Em sua crítica, ela deixa claro que o longa faz parte do mesmo universo compartilhado que ‘A Freira‘ e ‘Annabelle‘. E ao contrário de ambos os filmes, a conexão é feita de maneira mais sutil e subjetiva.

Conforme pontuado pelo portal ScreenRant, o personagem Padre Perez (Tony Amendola) é a confirmação do vínculo com o Universo Invocação do Mal. Ele também já esteve presente em ‘Annabelle‘.

Em ‘A Maldição da Chorona‘, o personagem em questão menciona sua experiência com a boneca possuída, o que certifica que o terror fica no meio da timeline de ‘Invocação do Mal‘, posicionado logo depois de ‘A Freira‘. ‘Annabelle‘ e ‘Annabelle: A Criação do Mal‘, mas antes de ‘Invocação do Mal‘ e ‘Invocação do Mal 2‘.

 

O terror ‘A Maldição da Chorona‘ (‘The Curse of La Llorona‘), produzido por James Wan (‘Invocação do Mal‘), ganhou um novo cartaz animado.

Confira:

Dirigido por Michael Chaves, o longa inicialmente se chamaria The Children.

La Llorona. A mulher chorona. Uma aparição horripilante, presa entre o Céu e o Inferno, presa em um terrível destino selado por seus próprios atos. A menção de seu nome alcançou o terror em todo o mundo por gerações. Na vida, ela afogou seus filhos com uma terrível raiva e jogou-se no rio atrás deles enquanto chorava de dor. Agora as lágrimas dela se tornaram eternas e letais, e aqueles que a ouvem chamando na noite, estão condenados à morte. La Llorona se arrasta nas sombras e ataca as crianças, desesperada para substituir as dela. Com o passar dos séculos, seu desejo tornou-se mais voraz … e seus métodos mais aterrorizantes. Na Los Angeles dos anos 70, La Llorona está perseguindo a noite – e as crianças. Cuidado com o seu lamento arrepiante… ela vai atraí-lo para a escuridão. Porque não há paz para sua angústia. Não há piedade para sua a alma e não há como escapar da maldição de La Llorona.

O elenco inclui Jaynee-Lynne KinchenRaymond CruzLinda Cardellini, Sean Patrick Thomas e Patricia Velasquez.

‘A Maldição da Chorona‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

‘Chicago PD’: Mortes, corrupção e confusão na promo do final de temporada da série; Assista!

A sétima temporada de ‘Chicago P.D.‘ está chegando ao seu fim e o último episódio do ciclo ganhou uma nova promo, que traz um policial morto e confusões que vão deixar a corporação tumultuada.

Confira:

Chicago P.D. é exibida na Brasil pelo canal Universal TV.

A história se passa no distrito 21 da Chicago Police Department, em Illinois. O distrito é divido por dois grupos de operações: a Bureau of Patrol, composta por policiais fardados que realizam patrulhas diariamente, e pela Intelligence Unit (em português: Unidade de Inteligência) composta por oficiais e detetives que investigam e combatem os maiores crimes da cidade, incluindo assassinatos, tráfico de drogas e ações do crime organizado.

 

‘Homem-Aranha 3’: Tom Holland mostra INCRÍVEL transformação física e comemora o fim das filmagens

Para estrelar ‘Homem-Aranha 3(‘Spiderman: No Way Home’), o astro Tom Holland passou por uma surpreendente transformação física.

E essa mudança foi compartilhada pelo próprio ator, por meio de sua conta oficial do Instagram. Além disso, Holland ainda comemorou a chegada do último dia de gravações da aguardada e misteriosa sequência.

Confira:

Anteriormente, foi divulgado um vídeo do set na cidade de Atlanta, e o cenário é simplesmente GIGANTESCO.

Assista:

O título oficial em português será divulgado em breve.

Assista ao anúncio LEGENDADO:

O que você achou do título?

Confira o título e as primeiras fotos:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

Crítica | Ghosted: Sem Resposta: Comédia romântica com Ana de Armas e Chris Evans é uma enorme vergonha alheia

A habilidosa combinação entre comédia e ação fizeram da inseparável dupla criativa Rhett Reese e Paul Wernick um chamariz para grandes projetos em Hollywood. Ascendendo na indústria com o excepcional Zumbilândia, os roteiristas cravaram sua identidade narrativa com a icônica franquia de Deadpool, que faz do humor ácido e sombrio a cartada certeira para definir um dos personagens mais controversos dos quadrinhos de maneira tão emblemática. Mas em se tratando de Ghosted: Sem Resposta, nem esse glorioso e recente passado é capaz de apagar a grandiosa vergonha alheia que esse filme de fato é.

Com cara de dívida de jogo, o longa é uma comédia romântica com ação incapaz de acertar em qualquer um desses gêneros. Trazendo dois dos atores mais populares da atualidade, Ana de Armas e Chris Evans, a produção peca por se apoiar em grande parte no fator “star quality” que ambos possuem – em virtude de suas carreiras. Mas atuando de forma preguiçosa, com uma química meia boca e em papéis tão blasé e estereotípicos, nem os dois conseguem garantir o mínimo de carisma necessário para essa mistura de gêneros.

E dirigindo um roteiro mal escrito, cheio de buracos e feito a base de recortes de momentos piegas super batidos no subgênero de comédia romântica, Dexter Fletcher assume o controle do longa de forma tão preguiçosa quanto o material que possui em mãos. Com uma montagem porcamente elaborada, erros de continuidade de cena e transições ruins, ele não consegue conduzir o projeto, tornando Ghosted uma experiência ainda mais sofrida para a audiência. Exaustivo e prolixo, o filme ainda nos furta quase duas horas que jamais serão recuperadas, em um compilado de vários nadas. Nada é realmente substancial, identificável ou genuíno.

E com Evans vivendo a “donzela em perigo”, o popular ator conhecido por sua virilidade e forma física é reduzido a um estereótipo emasculado, que supõe que a melhor forma de empoderar uma mulher nas telas seja diminuindo os aspectos viris de um homem. Construindo o personagem de forma bastante apelativa e distante da realidade, Ghosted não nos permite sequer comprar a melosa sensibilidade de Cole, tornando-o tão desagradável como Sadie, uma agente da CIA aparentemente imigrante, mas que não possui absolutamente nenhum traço que lhe associe a isso. Afinal de contas, que tipo de mãe latina boomer pensaria em nomear sua filha de Sadie? Fica essa pensata.

Trazendo efeitos visuais precários, embora ostente um certo valor de produção nas principais cenas de ação, a comédia romântica ainda peca em seus diálogos mal costurados, que mais ecoam como frases soltas e manjadas. E mesmo que tente se espelhar em longas como Par Perfeito (2010), Ghosted: Sem Respostas é uma frustrada combinação de gêneros que não se comunicam entre si. Repetindo um leque de repertórios criativos exaustivamente usados no passado, a produção não funciona nem como um prazer culposo para um dia chuvoso. Mas vale deixar esse rolê no vácuo mesmo.

Festival de Veneza | Roman Polanski amarga 0% no Rotten Tomatoes com O Palácio

Apresentado no último fim de semana na 80ª edição do Festival de Cinema de Veneza, O Palácio (The Palace), novo filme de Roman Polanski, foi massacrado pela crítica especializada. Fora da competição, o longa já gerava polêmicas apenas pela sua participação no evento cinematográfico, ao lado de uma seleção constelar do cinema: Sofia Coppola, Harmony Korine, William Friedkin, Pablo Larraín, Ryūsuke Hamaguchi, David Fincher e Yorgos Lanthimos

Com o seu filme anterior, O Oficial e o Espião (2019), igualmente apresentado no Festival de Veneza quatro anos atrás, a recepção foi bem mais calorosa. Com 12 indicações ao César, o Oscar francês, o longa ganhou o prêmio de melhor direção e causou uma das mais recentes polêmicas em volta do nome do diretor. Apesar de não ter comparecido à cerimônia para receber o troféu, na ocasião, a atriz Adèle Haenel (Retrato de uma Jovem em Chamas) levantou-se revoltada com o anúncio do prêmio e retirou-se do recinto esbravejando a palavra: “vergonha” (La honte!).

 

90 anos de Roman Polanski 

De lá para cá, aos 90 anos, Roman Polanski não aparenta ter a mesma liderança atrás das câmeras. Com 13 críticas publicadas no Rotten Tomatoes até o momento, O Palácio amarga 0% de aceitação dos jornalistas presentes no festival. Polêmicas à parte, a nota não tem nada a ver com a vida pessoal do diretor, mas é devido a qualidade duvidosa da obra satírica. 

O Palácio passa-se inteiramente no Gstaad Palace, o famoso hotel de luxo situado nos Alpes Suíços, onde o próprio Polanski já declarou frequentar. Inaugurado em 1913, o hotel é um playground da aristocracia europeia. A narrativa é centrada na reunião desse grupo de ricos egocêntricos na véspera do Ano Novo em 1999, ou seja, na virada do “bug do milênio” e da lenda urbana do fim do mundo. Os personagens estão, portanto, preocupados com o iminente fim, mas de maneira mesquinha e narcisista. Talvez Polanski mirou em Triângulo da Tristeza (2022), de Ruben Östlund, e acertou em…? 

Antecedentes incriminatórios

A melhor explicação para o vexame no festival veio do crítico Owen Gleiberman, da Variety: Polanski sempre errou a mão na comédia. O jornalista descreve o constrangimento na sala lotada de 1400 lugares e nenhuma risada durante uma hora e quarenta minutos de projeção. Ele ainda lembra que o cineasta polonês tem funestos antecedentes, como a comédia de horror A Dança dos Vampiros (1967), Piratas (1986) e o mais recente O Deus da Carnificina (2011). 

Embora alguns elementos de horror e sátira estejam presentes nas suas obras de maior sucesso como O Bebê de Rosemary (1968) e Repulsa ao Sexo (1965), o forte do cineasta é o drama, como os premiadíssimos Chinatown (1975) e O Pianista (2002). Como toda carreira longínqua, Polanski coleciona fracassos e sucessos, mas este o seu primeiro mesmo que temporário 0% de aprovação. 

A opinião dos críticos

“O mais recente [de Polanski], O Palácio, deixa pouco espaço para ambiguidades. É a pior coisa que ele já fez – ou, em qualquer caso, o pior filme dele que este crítico já viu. (Só perdi alguns títulos em sua filmografia, que agora conta com 23 longas.)” Jordan Mintzer do Hollywood Reporter

“Você pode precisar de uma bebida forte para assistir o novo filme de Roman Polanski inteiro; você pode até achar que precisa de várias – qualquer coisa que alivie a dor”. Xan Brooks, do The Guardian

“Não tenho certeza se já ouvi um cinema gigante tão silencioso para um filme que trabalha tão arduamente para te divertir”. — Owen Gleiberman, da Variety

“O problema com O Palácio… é que não é importante e não é arte: é uma cláusula de alteração no testamento de um dos maiores autores do cinema. Na verdade, é um pouco triste Fionnuala Halligan, do Screen International

“A situação instável do realizador parece impactar diretamente o elenco composto para esta comédia negra sem humor, além de que a construção grotescamente rígida dá ao filme a impressão de ser um dedo do meio gigante para o mundo inteiro”. — Ben Croll, do TheWrap

Hereditário

(Hereditary)

 

Elenco:

Toni Collette

Alex Wolff

Gabriel Byrne

Direção: Ari Aster

Gênero: Terror

Duração: 126 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 21 de Junho de 2018

Sinopse:

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

Crítica | Hereditário – Terror sem jump scares e EXTREMAMENTE perturbador (Nota: 9.0)

 

Crítica em Vídeo:

Curiosidades: 

» Considerado por alguns críticos como “o novo ‘O Exorcista‘”, que conquistou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Porém, o público norte-americano DETESTOU o filme, que recebeu a  brutal nota “D+” no CinemaScore – que reúne a opinião dos cinéfilos. Para comparação, o polêmico ‘A Bruxa‘, da A24, recebeu um “C-“ no CinemaScore.

» O longa é dirigido pelo novato Ari Aster e produzido pela ótima A24. Alguns críticos chegaram a considerar o filme como o “novo O Exorcista“.

» O elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

» Cinema exibe trailer de ‘Hereditário’ antes da sessão de ‘Pedro Coelho’ e causa pânico 

Trailer:

Cartazes:

 

 

Fotos: 

‘Demolidor’: Netflix confirma que 3ª temporada chega AINDA em 2018

Como já estava sendo especulado, 2018 será o ano em que todos os heróis da parceria Marvel/Netflix têm suas histórias continuadas em suas séries solo. Depois de novas temporadas de Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, o líder da equipe, o Demolidor, também voltará ainda esse ano.

O CEO da Netflix, Ted Sarandos, colocou um ponto final nas especulações, confirmando que a 3ª temporada de Demolidor chega ao serviço de streaming antes do final do ano.

“Neste curto prazo no segundo semestre deste ano, teremos novas temporadas chegando, como ‘Orange is The New Black’, ‘Punho de Ferro’, ‘Demolidor’, ‘Narcos’, ‘House of Cards’ e a sequência de ‘Making a Murderer'”

É provável que a nova temporada chega entre novembro e dezembro.

 

Crítica | Quarto episódio de ‘Invasão Secreta’ é curto e cruel

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o quarto episódio de Invasão Secreta, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Faltando agora dois episódios para o fim da série, Invasão Secreta lançou, nesta quarta (12), seu episódio mais curto até agora, mas também o mais impactante deles. Depois das provocações feitas na semana passada, eles precisavam manter o alto nível e decidiram fazê-lo em uma trama mais reduzida, porém extremamente eficaz. Nos dois primeiros capítulos, sempre houve um momento de maior peso que acabou marcando o episódio na memória. Só que neste quarto episódio, são diversos momentos que te pegam de surpresa.

Logo de cara, eles resolvem uma situação que todos já esperavam que fosse ser revertida mesmo. A suposta morte de Gi’Ah (Emilia Clarke) causou um estranhamento porque ela se transformou em Skrull no segundo exato em que foi alvejada, enquanto os outros de sua espécie demoram um tempo para revelar sua verdadeira aparência na hora da morte. No entanto, a teoria principal era de que ela apenas havia fingido a morte ao perceber que não era um tiro fatal. Neste episódio, deu para ver que ela  só se salvou por ter se submetido ao aprimoramento genético que a transformou na segunda Super Skrull, e isso sim foi surpreendente. E dados os eventos que se sucedem, é bem provável que ela enfim conquiste o protagonismo esperado nesta reta final.

Mas novamente o maior destaque mesmo foram os diálogos. Quando a trama é cheia de reviravoltas e não se sabe ao certo em quem confiar, a melhor forma de explorar essa tensão é aproximando os personagens. E o episódio desta semana foi certeiro ao colocar Nick Fury (Samuel L. Jackson) confrontando sua esposa, Priscilla (Charlayne Woodard). A forma como optaram por resolver a situação em uma conversa franca entre marido e esposa – com a exceção de ambos estarem armados, é claro, fazendo com que eles refletissem brevemente sobre esse relacionamento complicado, relembrando do início da história deles, foi fantástico. Enquanto eles se abriam um para o outro, havia a tensão de qualquer um deles desistir e só atirar no outro. Afinal, eram vidas em jogo naquela ‘DR’.

Da mesma forma, Fury ruma a outro confronto “olho no olho”, mas agora com o Coronel James Rhodes (Don Cheadle), que já havia praticamente se confirmado como Skrull no episódio anterior. Se ainda havia alguma dúvida, o capítulo da semana confirmou de vez o que todos já sabiam: Rhodes é um Skrull infiltrado. E a forma como Fury decidiu usá-lo no próprio jogo foi excelente. Além disso, seguem as grandes dúvidas: onde está o verdadeiro Rhodes? Quando ele foi substituído? Porque o episódio em questão leva a crer que alguns dos principais eventos do Universo Cinematográfico Marvel tiveram influência Skrull. Será que os novos casos também foram influenciados por eles? Lembrando, por exemplo, que Rhodes tentou impedir Sam Wilson (Anthony Mackie) de abrir mão do escudo e manto de Capitão América. Na série, parecia ser mais uma conversa sobre o racismo nos EUA, mas caso ele já fosse um Skrull, poderia muito bem ser uma tentativa de manter um conhecido sem poderes no principal símbolo dos EUA.

Precisamos destacar também um diálogo entre Gi’Ah e seu pai, Talos (Ben Mendelsohn). Venho elogiando a atuação de Ben desde o primeiro episódio. O ator vem se desdobrando em um papel mais diplomático e construiu um dos personagens mais interessantes dessa nova leva do MCU. Nessa conversa entre pai e filha, a Super Skrull pede ao pai para que ele revele seu plano para conseguir um novo planeta para sua raça. Contrariando as expectativas da garota, Talos revela uma proposta pacífica que acredita fundamentalmente na bondade humana e no caráter dos Skrulls. Ele quer ajudar e tem plena convicção de que esses atos de benevolência serão o bastante para superar fatores como o preconceito e a violência. É fantástico ver novamente um alienígena que consegue enxergar e ostentar a humanidade com mais boa-vontade que muitos personagens legitimamente humanos. E estamos falando de um ex-líder de guerra. Ele foi forjado em meio ao conflito e ainda assim conseguiu crescer e compreender que foi justamente o conflito que levou seu povo ao fim. Ele é um exilado, um “apátrida”, capaz de olhar para as diferentes sociedades terráqueas com esperança e otimismo. É impossível não gostar de Talos. Ainda assim, essa visão quase inocente do Skrull não agrada Gi’Ah, que deixa a conversa nitidamente preocupada com o futuro de sua espécie.

Então, o episódio se conduz ao fim. Para quem não viu a duração quando apertou play no Disney+, provavelmente se surpreendeu com o corte tão surpreendente. Gravik (Kingsley Ben-Adir) seguiu com o plano de instaurar uma guerra entre EUA e Rússia, simulando um atentado russo ao presidente dos Estados Unidos. Entretanto, Fury e Talos correm para a estrada, ajudando a reverter os ataques aliens. É também a primeira vez que vemos Gravik usar seus poderes, como o braço que estica, vindo do DNA do Groot. O confronto parecia ganhar novos contornos, até que chega a notícia que ninguém queria dar. Talos é alvejado pelos soldados de sua própria espécie e começa a morrer. Neste processo, ele vai revelando sua verdadeira forma, até que um soldado dos EUA tenta ajudá-lo enquanto Fury leva o presidente dos EUA para seu carro blindado. O momento em que o soldado revela ser o Gravik e termina de executar o Talos foi cruel. Aquele antigo líder, responsável por segurar a barra de seu povo órfão de um lar por três décadas, que tinha uma ideologia pautada na bondade, é assassinado a sangue frio por um dos Skrulls que ele mesmo trouxe para o planeta e ajudou a ser acolhido. Brutal.

E com essa reação de Nick Fury, partimos rumo aos dois últimos episódios, que prometem trazer mais ação. Ainda com muitas perguntas a responder, a série agora deve entrar num ritmo mais frenético. Ansiosos?

Os novos episódios de Invasão Secreta estreiam toda quarta no Disney+.

Crítica | Reencontro de ‘Castelo Rá-Tim-Bum’ Transporta Espectadores à Infância dos anos 1990

Atenção, crianças de 30, 40 anos ou mais: esse momento é nosso! Se você nasceu dos anos 1980 para trás, você teve uma infância sem acesso à internet, celular ou computador, com uma televisão sem streaming ou canal a cabo e cujo tempo livre era ocupado com brincadeiras com outras crianças ou assistindo aos programas infantis ofertados na tv aberta. Bons tempos, né? Uma época que tínhamos o Xou da Xuxa, a Tv Globinho e… o programinha infantojuvenil ‘Castelo Rá-Tim-Bum’, que foi um enorme sucesso de audiência por anos! E agora, às vésperas de completar trinta anos de sua estreia ganha um capítulo especial em sua história, reunindo boa parte de seu elenco em um especial que vai ao ar na TV Cultura às 22hs desse sábado, 25/02, e posteriormente será disponibilizado no canal do Youtube @OreoReceitasBrincantes

Com pouco menos de uma hora de duração o especial ‘Reencontro Castelo Rá-Tim-Bum’ segue o formato que já começa a ficar comum nesses reencontros de elenco: a gente acompanha um personagem principal voltando ao cenário, se maravilhando com tudo e, aos poucos, outros atores vão chegando e cumprimentando, até que todos se dirigem para um local onde ficam sentadinhos e um intermediário faz perguntas e entrevista a todos, com uma plateia assistindo a tudo. Foi assim com o reunion de ‘Friends’ e o de ‘Harry Potter’ (com exceção do público), e não é diferente aqui.

A diferença fundamental é que ‘Castelo Rá-Tim-Bum’ é pura nostalgia, não só por ser um programa brasileiro, mas principalmente por ter sido um sucesso de audiência muito antes das redes sociais. No especial, fica evidente o quanto o elenco foi profundamente tocado por seus personagens e pelo feedback do público, pois até hoje recebem elogios das pessoas que os reconhece nas ruas, o que comprova o quanto uma geração inteira de brasileiros cresceu entendendo a importância de tomar banho, de lavar as mãos, do perigo da especulação imobiliária entre outros temas que eram abordados no programa, mas que só de adultos nós fomos entender.

Impressiona a competência das equipes de arte e de maquinário em reconstruir cenários clássicos do programa, desde a entrada do Castelo ao pátio central à biblioteca – ambientes muito mencionados por todos como sendo seus favoritos. E os esforços não foram medidos: ao todo dezessete personagens reaparecem para o público, muitos dos quais as verdadeiras identidades eram sequer conhecidas! Desse modo, a reunião ajuda a conferir o devido holofote aos atores que por anos manipularam os bonecos que tanto nos entreteram, como Álvaro Petersen Jr (Godofredo) e Fernando Gomes (Gato Pintado).

Conduzido por Biba (a empolgadíssima Cinthya Rachel), Nino (Cassio Scapin, que não mudou absolutamente nada e ainda vive o personagem) e Morgana (a querida Rosi Campos) e intermediado pelo diretor Cao Hamburger, o especial começa já fazendo o coração bater mais rápido ao revermos a abertura do programa; em seguida, com o longo bate-papo, algumas ausências cruciais são sentidas (Luciano Amaral, o Pedro, optou por não participar), porém a presença e a fala de atores tão queridos como Eduardo Silva (Bongô), Pascoal da Conceição (Dr. Abobrinha) e as Passarinhas (Fabiana Prado e Theresa Athayde) abrilhantam o imaginário lúdico dos adultos que voltam a ser criança ao vê-los em cena. 

E, preparem o lencinho: já para o final um momento super emocionante pega a todos desprevenidos, e é impossível não se emocionar!

Promovido pelo biscoito Oreo, é gratificante ver que, apesar disso, a marca não se sobrepôs ao tema: o biscoito está ali no cenário, bem discretamente, o que confere grande respeito da produção ao público brasileiro, deixando na gente uma vontade danada de poder ter esse programa novamente exibido em canal aberto para as atuais e futuras gerações. Será?

‘Vingadores’: Teoria diz que Thanos planejava morte cerimoniosa para Tony Stark

Há um momento em Vingadores: Guerra Infinita no qual os fãs pensaram que Tony Stark (Robert Downey Jr.) iria morrer.

Insurgindo como um dos últimos heróis a tentar impedi-lo, Homem de Ferro estava frente a frente com Thanos (Josh Brolin) e ainda defendia seus semelhantes. Isso é, até o Titã arrancar um pedaço da armadura nanotecnológica de Stark e enfiá-la no estômago dele.

Ao passo que levantava sua Manopla do Infinito, pronto para mandar o herói para sua trágica ruína, Dr. Estranho (Benedict Cumberbatch) conseguiu falar com ele e oferecer a Joia do Tempo em troca da vida de Tony. E, como todos sabemos, Thanos aceitou o acordo e deixou o herói viver.

No momento em que Thanos levantou sua manopla para matar o personagem de Downey Jr., quatro Joias foram ativadas – a da Alma, do Poder, da Realidade e do Espaço. O Titã, entretanto, não precisava de todas essas pedras para mantar Tony, então por que ele iria usar essas quatro para se livrar de seu inimigo?

De acordo com um usuário do Reddit, o motivo é bem simples: Thanos respeitava o Homem de Ferro o suficiente para lhe dar uma morte bem cerimoniosa. Compartilhado pelo usuário First-Fantasy, a teoria também diz que o Titã utilizaria as Joias da Alma e do Poder para derrotá-lo.

Logo depois, ele utilizaria a Joia da Realidade para limpar o cadáver de Tony e deixá-lo apresentável o suficiente antes de utilizar a Joia do Espaço para transportá-lo de volta para a Terra, para que seus amigos pudessem realizar um funeral digno de seu defensor. A teoria parece dialogar diretamente com a declaração dos Irmãos Russo sobre como Thanos era nobre com sua causa e como suas motivações não eram baseadas em assassinato, mas sim na manutenção do balanço da vida no universo.

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘For All Mankind’: Série espacial do streaming Apple TV+ ganha novo trailer; Assista!

A Apple vai se aventurar no espaço em uma de suas primeiras séries produzidas pelo seu novo serviço de streaming, Apple TV+. A produção, intitulada ‘For All Mankind‘, ganhou mais um trailer oficial.

Assista:

Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

For All Mankind‘ estreia no dia 01 de novembro de 2019.

‘The Crown’: Terminam as filmagens da 4ª temporada

Segundo o Entertainment Weekly, as filmagens da 4ª temporada de The Crown foram finalizadas mais cedo do que o previsto – principalmente devido à pandemia do coronavírus que vem se espalhando há alguns meses.

De acordo com o site, “a produção foi encerrada alguns dias antes do previsto. Dessa forma, a nova temporada deve chegar à Netflix no final do ano, com Olivia Colman reprisando seu papel como Rainha Elizabeth II”.

Relembre o trailer do ciclo anterior:

O novo ano será ambientado em 1976, o que inclui a introdução de um novo elenco: Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret).

A terceira temporada vai contar a ascensão do Primeiro Ministro Harold Wilson (Jason Watkins) e o desgaste do casamento entre Margaret e Antony Armstrong-Jones (Ben Daniels), além de outras tramas históricas. Também veremos a versão adulta dos Príncipe Charles e a Princesa Anne, que serão interpretados pelos desconhecidos Josh O’Connor e Erin Doherty.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Crítica | ‘Music’, 8º álbum de Madonna, é uma colcha de retalhos dissonante e dançante

Seguindo o sucesso magistral de Ray of Light, Madonna estava pronta para embarcar em sua mais nova jornada – abrindo o novo século com o divertido e dissonante Music. Resgatando o costumeiro pop de suas investidas anteriores e acrescentando a ele elementos do house, da electro-music (que ajudara a colocar na indústria mainstream dois anos antes) e até mesmo do new wave, a lendária cantora e compositora aproveitava para retomar a parceria com William Orbit e chamando, pela primeira vez, o icônico produtor francês Mirwais Ahmadzaï, Madonna desejava voltar para as pistas de dança com força e com um som diferente do bubblegum adolescente que dominava as paradas de todo o mundo.

Mais de uma vez, a performer provou estar sempre atenta ao que estava acontecendo no cenário musical do restante do planeta, buscando sempre se afastar do óbvio ou ao menos trazer de volta incursões já esquecidas pela constante mudança da indústria fonográfica. Em 2000, Madonna enfrentava um novo problema: a dominação do R&B. É claro que alguns anos antes ela já havia explorado as temáticas e as sonoridades do gênero em questão com Bedtime Stories, mas agora estava na hora da contemporaneidade abraçar de ver essas novas inflexões. Music veio como uma resposta para si mesma e ganhou vida como um projeto de bastante apreço pela artista, ainda mais por não parecer com absolutamente nada do que ela havia apresentado no passado.

No geral, seu oitavo álbum de estúdio é competente o bastante para nos manter entretidos, seja pela forte presença dos sintetizadores, dos drills e do proposital autotune – que seria reavido diversas vezes nos anos seguintes. Entretanto, intrigante (e um tanto quanto frustrante) é o seu resultado final: assemelhando-se a uma gigantesca colcha de retalhos, Madonna exibe estampas instrumentais diversas e um apreço pela ressonância explosiva que nunca, de fato, encontra um único caminho para seguir. Por vezes, essa ousadia deliberada funciona, como podemos ver na faixa-título; em outras iterações, como “Runaway Lover”, o experimentalismo fala tão alto que chega a ser difícil encontrar qualquer indício de linha ou coesão criativas. De qualquer forma, é necessário dar os créditos necessários para o atrevimento com o qual o CD é gerido – afinal, render-se às mudanças, principalmente tão fortes quanto essas, nunca é uma tarefa fácil.

Enquanto a presença de Orbit é presença com imediatismo em diversas tracks, Ahmadzaï cai uma luva para a estética que Madonna buscava. A rainha do pop é embebida nos toques sintéticos do post-punk e do electro-punk e transformada em uma robótica entidade cuja missão na terra é levar seus fãs para um mundo – em algo que se correlaciona, de certa maneira, com a PC music que artistas como Charli XCX e A.G. Cook utilizariam. Da mesma forma que deixa de levar para esses conceitos apocalípticos (no melhor sentido da palavra, diga-se de passagem), o produtor não deixa de prestar atenção à visão que a lead singer já tinha em mente: Ahmadzaï estende suas ramificações para uma espécie de electro-country que faz um ótimo uso do violão e do baixo em “I Deserve It”, e do electro-rock retumbante de “Amazing”.

De certa maneira, Madonna volta a seguir sua premissa de “fazer o que bem entende” – afinal, isso funcionou com estabilidade surpreendente em sua já consolidada carreira. Certas delineações parecem fora do tom a que se desejava alcançar, como se vários fragmentos independentes entre si se misturassem em conflito bélico e recheado de vibrantes elementos; porém, quando a cautela impera, a performer cria mágica – como também já fizera inúmeras vezes. “Don’t Tell Me”, mais do que o lead single homônimo, é a representação máxima daquilo que se esperava de uma A-list: temos a perfeita fusão entre o trip-hop e o country, cujos brilhantes adornos são acompanhados de uma envolvente guitarra e de um flerte tanto com o folk e o dance. Como se não bastasse, Madonna traz os sólidos vocais de Ray of Light para melismas aplaudíveis que precedem e sucedem o refrão.

Ela volta a fazer o mesmo com a sequencial “What It Feels Like a Girl”, provavelmente uma das melhores músicas de sua carreira. Acompanhado da surda presença de sintetizadores de uma bateria que relembra o onirismo de True Blue e que até busca algumas referências do final dos anos 1990, a sinestésica semibalada é temperada com os acordes acústicos do guitarrista David Torn. Em outra perspectiva, certos empirismos não exploram o potencial que cultivam nas primeiras progressões, como “Paradise (Not For Me)” e “Gone”, ou falham drasticamente por tentarem ser mais do que pretendem (“Nobody’s Perfect”, que seria trazida para 2019 como complemento artístico de diversas faixas de Madame X).

Chegando ao fim com uma esquecível e sem vida rendição do clássico “American Pie”, Music pode não chegar aos pés dos últimos álbuns lançados por Madonna, mas é bastante aprazível quando os segundos finais terminam. E, mesmo que com seus deslizes, é inegável dizer que vários artistas revisitaram esse pastiche fonográfico para buscarem suas próprias identidades – de forma subversiva ou mimética.

Nota por faixa:

  • Music – 4/5
  • Impressive Instant – 3,5/5
  • Runaway Lover – 2,5/5
  • I Deserve It – 4,5/5
  • Amazing – 5/5
  • Nobody’s Perfect – 2/5
  • Don’t Tell Me – 5/5
  • What It Feels Like for a Girl – 5/5
  • Paradise (Not For Me) – 3/5
  • Gone – 3,5/5
  • American Pie – 1,5/5

Ouça uma das faixas da trilha sonora de ‘Mulher-Maravilha 1984’

A Warner Bros. divulgou através do YouTube uma das faixas da trilha sonora original de Mulher-Maravilha 1984’, composta pelo vencedor do Oscar Hans Zimmer.

Lembrando que o longa já estreou nos cinemas nacionais.

Ouça:

Sucesso entre os críticos, o filme abriu com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com 63 críticas publicadas, o filme recebeu 56 reviews positivas e 7 negativas. A nota média do filme está em 7.4/10.

Confira nossa crítica em vídeo e as principais críticas do Rotten Tomatoes:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Mulher-Maravilha 1984 são três filmes em um … E são apenas os dois primeiros que realmente nos levam a algum lugar maravilhoso.” – Alex Abad-Santos | Vox

“A sátira social perversamente pungente do filme deve ocasionalmente dar um passo para os super-heróis, é claro. E embora a nova edição de Gadot e Jenkins proporcione as esperadas emoções e empolgação, esta sequência compartilha a falha significativa de seu antecessor.” – Alonso Duralde | TheWrap

“Se Mulher-Maravilha 1984 não consegue atingir as alturas do primeiro filme, ainda assim ele voa lindamente quando é mais importante.” – Angie Han | Mashable

Gal Gadot retorna como a princesa amazona com as pulseiras à prova de balas, apresenta um casal de inimigos dignos e traz um filme muito divertido, mesmo que seja extremamente agitado e quase esgote suas energias com pesadas duas horas e meia.” Brian Truitt | EUA Today

“Uma aventura vibrante e virtuosa repleta de todo o coração e heroísmo que esperamos da luz brilhante da DC. Mulher Maravilha 1984 é realmente a heroína que 2020 precisava o tempo todo.” – Ben Travis | Empire Magazine

Mulher-Maravilha 1984 realmente brilha como uma dose bem-vinda de escapismo perfeito e dourado.” – Laura Griffiths | Starburst

“Todos nós esperamos por Gadot e valeu a pena. Um blockbuster muito necessário cheio de humor, espetáculo e otimismo.” – Jamie Graham | TotalFilm

“A história da Mulher Maravilha em 2020 pode ser edificante e inspiradora, mas este filme não é nada disso.” Seanan McGuire | Polígono

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘Impacto Profundo’, clássico filme de desastre, completa 23 anos; Confira dez curiosidades sobre a produção!

Assim como o terror, produções de desastres naturais têm um espacinho especial no coração dos cinéfilos – principalmente pelo fato de colocar a majestosa e incontrolável natureza contra a pequenez do homem e sua ambição desmedida. Desde ‘O Dia Depois de Amanhã’ até o recente ‘Destruição Final: O Último Refúgio’, são inúmeros os títulos do gênero em questão – mas um deles tornou-se um clássico da Sessão da Tarde e ainda é revisitado por inúmeros espectadores: Impacto Profundo.

Lançado em 1998, o longa-metragem foi lançado na mesma época que ‘Armageddon’ e ficou um pouco ofuscado, apesar de ter sido relativamente melhor recebido pela crítica internacional. Arrecadando uma considerável bilheteria ao redor do mundo (US$349 milhões), a narrativa trouxe nomes como Robert DuvallTéa Leoni enfrentando a iminência de um evento catastrófico – um meteoro que irá se chocar com a Terra.

Em comemoração ao seu aniversário de 23 anos, o CinePOP resolveu relembrar a icônica produção ao construir uma breve lista com dez curiosidades de bastidores.

Confira:

HOMENAGEM CIENTÍFICA

Depois de descobrir que um comete estava em rota de colisão com a Terra, um dos astrônomos morre em um acidente de automóvel. A sequência é inspirada na morte real de Eugene Shoemaker, cientista que ajudou a descobrir um cometa que colidiu com Júpiter em 1994.

CELEBRANDO UM LEGADO

O diretor de fotografia Dietrich Lohmann estava muito doente durante a fase de produção do longa-metragem – e o elenco e a equipe criativa descobriram que ele estava morrendo em virtude de leucemia. Uma dedicatória especial foi feita a Lohmann nos créditos finais, visto que ele morreu pouco depois do término das gravações.

AMEAÇA VERDADEIRA

Pouco antes do lançamento do filme, astrônomos anunciaram que o asteroide 1997 XF11 cairia na Terra a uma velocidade de 161 km/h às 18h30min do dia 26 de outubro de 2028, quinta-feira, ajudando a aumentar a venda de ingressos. Pouco depois, uma nova órbita previu que o asteroide em questão desviaria do planeta por 965 mil quilômetros.

FIGURINOS DESCONFORTÁVEIS

Jon Favreau, que interpretou o Dr. Gus Partenza no filme, disse que o elenco ficava bastante desconfortável dentro dos uniformes de astronautas. Durante as pausas, eles tinham que ser pendurados em uma espécie de cabides gigantes pelos trajes e levados para fora para tomar um pouco de ar.

COLABORAÇÃO GOVERNAMENTAL

Vários lugares federais, como a Sala de Situação da Casa Branca e as salas de planejamento estratégico no porão do Pentágono, foram visitados com permissão pelo roteirista Bruce Joel Rubin, para que pudesse realizar pesquisas para os rascunhos iniciais da história.

SPIELBERG NO COMANDO

O aclamado diretor Steven Spielberg estava interessado em dirigir o filme, mas resolveu dar espaço para Mimi Leder (‘A Little Piece of Heaven’) comandar a produção. Spielberg, por sua vez, ficou nos bastidores como produtor executivo.

MAIS DESASTRES

Na edição especial em Blu-ray, mais especificamente no featurette ‘Making an Impact’, é mostrado que havia uma cena no storyboard original que mostrava um navio empalando o Edifício Chrysler na cidade de Nova York, durante a sequência do tsunami. Entretanto, a cena não passou dos primeiros processos de animação digital e, por essa razão, não foi incluída no corte final.

NASA EM PESO

Um dos oficiais da NASA no filme é intepretado por Gerry Griffin, que é, na vida real, ex-diretor de voo da agência espacial. Griffin também presidiu a missão Apollo 12 e, mais tarde, tornou-se diretor do Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas.

IMPROVISAÇÃO HILÁRIA

Durante a reunião escolar, um dos estudantes faz a hilária observação: “agora, você vai transar mais que qualquer aluno na sua sala” para o jovem astrônomo Leo Biederman (Elijah Wood). A fala foi improvisada por Jason Dohring e as reações dos outros alunos foram genuínas.

PIADA INTERNA

A nave que vai ao espaço destruir o cometa se chama O Messias (The Messiah, no original). Esse não é apenas um nome apropriado, mas também uma piada interna. Quando o primeiro ônibus espacial estava sendo concebido, a NASA construiu uma maquete em tamanho real. Ela recebeu o apelido de Messias porque, de acordo com controlador de voo Jerry Greene, todos que entravam nela exclamavam “Jesus Cristo!” no tocante ao seu tamanho.

10 Filmes na HBO Max para Assistir neste Dia das Bruxas

Outubro finalmente começou – e, com ele, se inicia a época mais mística do ano.

E, como é de praxe, também iremos dar o primeiro pontapé em nossas recomendações de filmes de terror e suspense para que vocês possam aproveitar o mês da menor maneira possível.

Com o aumento exponencial das plataformas de streaming, os serviços tiveram de apostar fichas em catálogos que chamassem a atenção do público. Recentemente, a HBO Max despontou como uma dessas plataformas com conteúdo que merece ser conferido e, depois de vasculhar pelos vários temas, encontramos títulos dos gêneros em questão que merecem nossa atenção.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

HISTÓRIAS ASSUSTADORAS PARA CONTAR NO ESCURO (2019)

Direção: André Øvredal

Uma das mais recentes produções de terror a conquistar o público e a crítica foi Histórias Assustadoras para Contar no Escuro. Estrelado por nomes como Zoe CollettiMichael GarzaGabriel Rush, a narrativa parte da genial mente de Guillermo del Toro e nos transporta para a pequena cidade de Mill Valley, assombrada há décadas pelos mistérios envolvendo o casarão da família Bellows. Depois que grupo de adolescentes encontra um diário escrito na década de 1960 e começa a investigar o passado da jovem Sarah Bellows, percebem que as histórias começam a ganhar vida.

GREMLINS (1984)

Direção: Joe Dante

Um dos mais clássicos e imperdíveis filmes de terror de todos os tempos não poderia ficar de fora da nossa lista. Em Gremlins, um inventor que está à procura de um presente especial para seu filho encontra algo interessante em uma loja em Chinatown. O lojista fica relutante em lhe vender a pequena criatura, mas acaba aceitando, sob a condição de que ela nunca seja exposta à luz, água ou alimentada após a meia-noite. Naturalmente que todas essas regras são desobedecidas, o que resulta em um bando de monstrinhos descontrolados que decidem destruir a cidade bem na véspera do Natal.

EFEITO BORBOLETA (2004)

Direção: Eric Bress, J. Mackye Gruber

Evan é um jovem que luta para esquecer fatos de sua infância. Para tanto ele decide realizar uma regressão onde volta também fisicamente ao seu corpo de criança, tendo condições de alterar seu próprio passado. Porém, ao tentar consertar seus antigos problemas ele termina por criar novos, já que toda mudança que realiza gera consequências em seu futuro.

QUANDO AS LUZES SE APAGAM (2016)

Direção: David F. Sandberg

Antes de encabeçar os elogiados ‘Annabelle 2: A Criação do Mal’‘Shazam!’David F. Sandberg fez uma sólida estreia diretorial com o ótimo Quando as Luzes se Apagam. Baseado no premiado curta-metragem que dirigira alguns anos antes, a história é centrada em Rebecca, uma jovem que teve uma problemática e traumatizante infância e que percebe que seus medos de quando era criança são mais reais do que imagina – e ameaçam a vida da mãe e do irmão mais novo.

O HOMEM SEM SOMBRA (2000)

Direção: Paul Verhoeven

Em um laboratório militar ultrassecreto, um grupo de cientistas descobre a fórmula da invisibilidade. Ansioso por analisar os efeitos em um ser humano, o líder da equipe, Sebastian Craine, testa em si mesmo. Entretanto, a equipe ainda não tinha descoberto o antídoto para a fórmula e precisa encontrar algo que impeça o cada vez mais rápido processo de invisibilidade pelo qual passa o corpo de Craine. Aos poucos a intoxicação o afeta e ele comece a acreditar que seus colegas são uma ameaça.

O ILUMINADO (1980)

Direção: Stanley Kubrick

Jack Torrance se torna caseiro de inverno do isolado Hotel Overlook, nas montanhas do Colorado, na esperança de curar seu bloqueio de escritor. Ele se instala com a esposa Wendy e o filho Danny, que é atormentando por premonições. Jack não consegue escrever e as visões de Danny se tornam mais perturbadoras. O escritor descobre os segredos sombrios do hotel e começa a se transformar em um maníaco homicida, aterrorizando sua família.

POLTERGEIST – O FENÔMENO (1982)

Direção: Tobe Hooper

Considerado por inúmeros especialistas como um dos filmes mais assustadores de todos os tempos, ‘Poltergeist – O Fenômeno’ aterrorizou espectadores ao redor do mundo à época de seu lançamento na década de 1980 e se tornou um clássico instantâneo. Com roteiro co-assinado pelo lendário Steven Spielberg, a história acompanha uma família suburbana cuja casa é invadida por espíritos malignos que sequestraram sua filha.

SEXTA-FEIRA 13 (1980)

Direção: Sean S. Cunningham

A história do homicído em Crystal Lake não impede que os instrutores montem um acampamento de verão no bosque. Moradores supersticiosos advertem sobre o ocorrido, mas os jovens Jack, Alice, Bill, Marcie e Ned, prestam pouca atenção aos mais velhos e acabam sendo perseguidos por um assassino brutal. A medida em que são esquartejados, baleados e esfaqueados, os instrutores lutam para manterem-se vivos contra um adversário implacável.

A MORTE DO DEMÔNIO (1981)

Direção: Sam Raimi

Um dos longas-metragens mais icônicos do gênero terror parte da incrível mente de Sam Raimi, que se tornaria um dos diretores mais indecifráveis do cenário cinematográfico. O enredo é centrado em Ashley e em um grupo de amigos que vão para uma casa na floresta para uma noite de diversão. Lá, encontram um velho livro que, quando lido em voz alta, desperta a morte. Os amigos acabam libertando uma corrente de demônios e agora terão que lutar por suas vidas ou acabarão como um deles.

OS FANTASMAS SE DIVERTEM (1988)

Direção: Tim Burton

O terror cômico dirigido por Tim Burton acompanha o casal Bárbara e Adam Maitland, que, depois de morrerem em um acidente de carro, se veem presos como espíritos sua antiga casa. Quando uma nova família e sua filha adolescente, Lydia, mudam para a residência, o casal de fantasmas tenta, sem sucesso, assustar os novos moradores. Suas tentativas de assombração atraem um espírito espalhafatoso, cuja ajuda se torna perigosa tanto para o par de almas, quanto para a inocente Lydia.

BÔNUS: O QUE TERÁ ACONTECIDO A BABY JANE? (1962)

Direção: Robert Aldrich

O Que Terá Acontecido a Baby Jane?’ pode não ser um filme de terror como esperaríamos encontrar numa lista como essa, mas é considerado um dos melhores suspenses de todos os tempos. Com direção de Robert Aldrich e conhecido por ser a primeira e única colaboração das divas Joan CrawfordBette Davis, a produção acompanha Jane Hudson, uma artista que, quando criança, ficou famosa e conhecida como Baby Jane. Depois de um acidente, ela caiu no ostracismo e, já adulta, vive trancafiada na casa que divide com sua irmã Blanche. Destinada a voltar aos palcos, a atriz vai tentar retomar o personagem que a fez famosa – nem que para isso precise passar por cima de algumas pessoas bem próximas.

Sarah Yarkin e Elsie Fisher revelam como foi feita a cena da batalha final do novo ‘O Massacre da Serra Elétrica’; Confira!

O terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ chegou recentemente à Netflix e, para promovê-lo, a plataforma de streaming se juntou a Sarah Yarkin (Melody) e Elsie Fisher (Lila) para destrinchar a cena da batalha final no longa-metragem.

Confira:

Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

Fede Álvarez, diretor de ‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘, produz a nova versão.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Alvarez explicou essa nova visão do Leatherface para a EW:

“É basicamente o mesmo personagem, que ainda está vivo. Nossa opinião é que esse cara provavelmente desapareceu depois de tudo o que fez. Sabe, como você pega um cara que tem uma máscara? Uma vez que ele remove a máscara e foge, é muito fácil para ele se esconder em algum lugar. Essa história vai pegá-lo muitos e muitos anos depois da história original. Ele está escondido há muito, muito tempo, tentando ser uma boa pessoa.”

Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface. David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Jacob Latimore (‘Maze Runner: Correr ou Morrer’) e Moe Dunford (‘Vikings’).

Chris Thomas Devlin, conhecido por seu trabalho no terror ‘Cobweb‘, escreveu o roteiro do novo filme.

David Blue Garcia assina a direção.