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Oscar 2018 | FILME e DIRETOR – Nossos palpites para os indicados

Com esta nova matéria, chegamos ao fim de nosso especial sobre os palpites dos indicados ao Oscar 2018. Em edições passadas comentamos nossas previsões para os nomeados nas categorias de melhor atriz, coadjuvantes (ator e atriz) e melhor ator – que você pode conferir clicando nos links. Em nosso último lote de palpites iremos focar na categoria principal, de melhor filme, e melhor diretor, categorias que quase sempre caminham juntas. O anúncio dos indicados ao Oscar ocorrerá amanhã, terça-feira, dia 23 de janeiro, e a cerimônia com os vencedores irá ao ar no dia 4 de março. Então, pegue seu caderninho, e vamos lá.

Acompanhe o anúncio dos indicados ao Oscar 2018 pelo CinePOP

Aqui, iremos mesclar as duas categorias, falando um pouco sobre cada uma. Vamos começar pelos diretores e filmes que achamos estar garantidos. Com a possibilidade de até dez filmes, sabemos que os filmes dos diretores com mais chances de figurar estarão garantidos também – aqui não será o caso de termos um diretor indicado sem que seu filme seja. Ou vice versa, um filme com grandes chances sem que seu diretor esteja entre os cinco indicados – como ocorreu em 2013 com Argo e Ben Affleck.

Bem, a esta altura muitos apostariam na vitória de Três Anúncios para um Crime. O filme vem levando alguns prêmios prévios, saiu vitorioso no Globo de Ouro, na categoria de melhor drama, e levou o prêmio de elenco no sindicato dos atores ontem. E como dito acima, seu comandante, o diretor Martin McDonagh, é certo de figurar entre os cinco da categoria – já vencer, o cineasta possui menos chances. O filme sobre uma mulher forte e decidida (papel de Frances McDormand) buscando justiça pelo assassinato da filha tem tudo a ver com a onda de protestos contra abuso em Hollywood – este parece ser o foco dentre todos os possíveis indicados – mas mesmo assim, não se esquivou por completo de uma divisão de opiniões, principalmente entre especialistas no Brasil.

Por outro lado, o diretor que vem levando tudo é o mexicano Guillermo del Toro, e ao que tudo indica, este é o seu ano. Do trio de colegas mexicanos, Alfonso Cuarón e Alejandro Gonzáles Inarritu já têm os seus Oscar (Inarritu com dois inclusive), agora só falta del Toro. Só se houver uma grande zebra, o cineasta de O Labirinto do Fauno (2006) fica sem a sua estatueta. O cineasta mencionado acima, McDonagh, não apresenta muito perigo, mas tudo pode acontecer. No entanto, o filme de del Toro, A Forma da Água, apresenta sim e muito perigo para a vitória de Três Anúncios para um Crime. Enaltecido como uma das melhores produções do ano, o longa levou o prêmio do sindicato dos produtores – fortíssimo termômetro para o Oscar, mas tem contra ele o fato de ser uma fantasia – afastado da pauta em questão: histórias sobre empoderamento feminino.

E já que o assunto é empoderamento feminino, nesta mistura será adicionada Greta Gerwig e seu Lady Bird – A Hora de Voar. O filme com o maior índice de aprovação na história do Rotten Tomatoes, que fala sobre o amadurecimento de uma adolescente, papel de Saoirse Ronan, é certo de estar entre os dez filmes indicados. Sua capitã, a atriz Greta Gerwig, no entanto, não era muito cogitada, até a onda de protestos, em especial no Globo de Ouro, explodirem. Quem não lembra da baita alfinetada de Natalie Portman sobre a categoria de diretor – TODOS HOMENS – segundo proferiu a mesma. A Academia não quer passar pelo mesmo constrangimento, e Gerwig é a cineasta mais cabível a ocupar a vaga, já que seu filme estará entre os indicados. Se a zebra estiver completamente solta, e a Academia quiser fazer bonito para a campanha Time´s Up, há chances da atriz e cineasta sair com a estatueta de del Toro debaixo do braço. Além disso, existe ainda uma pequena chance – mesmo que mínima – de Mulher Maravilha emplacar entre os filmes indicados (já para Patty Jenkis a chance é ainda menor, quase nula). No PGA, prêmio dos produtores, Mulher Maravilha entrou, ou foi enfiada, já que é o décimo primeiro filme postulando o prêmio.

O que muitos acreditam, no entanto, é que na cola do mexicano Guillermo del Toro para a vitória na categoria de diretor esteja o britânico Christopher Nolan, cineasta que chega forte com seu drama de guerra elogiadíssimo, Dunkirk. Blockbuster do verão norte-americano, o filme de Nolan é o único filme de entretenimento do ano (mesmo que um entretenimento sério) com chances de figurar entre os dez indicados – no início muitos apostavam em Blade Runner 2049, Logan e Mulher Maravilha. Nolan é um cineasta de mão cheia, disso ninguém duvida, mas Dunkirk deve sair mesmo é com prêmios técnicos. Além disso, o longa de Nolan é o filme lançado há mais tempo da época de prêmios que permaneceu na mente do público, críticos e possivelmente dos votantes. Bem, isso se Mulher Maravilha não entrar.

Agora, seguindo a lógica de prêmios prévios, o maior termômetro para a categoria de diretores é o DGA, o prêmio do sindicato dos diretores norte-americanos. Os quatro diretores apresentados acima, Greta Gerwig, Guillermo del Toro, Martin McDonagh e Christopher Nolan, estão entre os indicados. Seguindo esta linha, o quinto diretor a completar a categoria seria o estreante Jordan Peele. Corra! é um grande sucesso de 2017, e deve emplacar na categoria de melhor filme. Assim como Dunkirk, é um filme que funciona como entretenimento, mas possui diversas outras camadas a serem descobertas. Além disso, a entrada de Peele seria uma belíssima mostra de representatividade. Já pensou, termos indicados no mesmo ano uma mulher e um cineasta negro. Mas ao contrário de Gerwig, a vitória de Peele já estaria na indicação.

Bem, ainda temos mais cinco outros filmes para serem preenchidos. Por mais que nem todas as vagas sejam ocupadas, como em anos anteriores, aqui, por este se tratar de um texto sobre possibilidades, iremos adereçá-las. Desde que abriram para dez vagas na categoria de melhor filme em 2010, tivemos apenas nos dois primeiros anos (2010 e 2011), os tais dez filmes preenchidos. Depois, até 2014 tivemos 9 filmes; em 2015 e 2016, oito filmes; e em 2017 voltamos para 9 filmes. Esperamos que em 2018 voltemos a 10 filmes.

Por outro lado, se formos seguir as indicações do Globo de Ouro, e isso não está totalmente fora de questão, ainda mais depois de se ter conferido o filme, não podemos descartar totalmente a indicação do ícone Steven Spielberg. Que seu drama The Post- A Guerra Secreta, sobre a luta do jornalismo pelo direito de expressão em plena era Nixon (que reverbera muito nos tempos Trump de hoje), estará entre os filmes indicados não há dúvidas. Mas a entrada de Spielberg como um dos candidatos indicados ao Oscar ainda permanece incerta. Se o magnata entrar, quem sairá? Peele? McDonagh? Gerwig? Fora isso, no Globo de Ouro também tivemos a nomeação do veterano Ridley Scott por Todo o Dinheiro do Mundo. No Oscar, uma indicação para o veterano soa mais distante, assim como para seu filme. Uma categoria na qual o longa pode emplacar é na de ator coadjuvante, assim como ocorreu no Globo de Ouro, quando tivemos Christopher Plummer indicado.

Mais fortes, porém, são as candidaturas de Doentes de Amor, drama independente que vinha sendo mencionado, mas chegou meio apagadinho na temporada de prêmios; A Grande Jogada, drama criminal que pode ver sua protagonista, Jessica Chastain, entre as indicadas na categoria de melhor atriz; e principalmente Eu, Tonya, biografia incorreta que verá com certeza sua protagonista, Margot Robbie, indicada na categoria de atriz. Doentes de Amor, A Grande Jogada e Eu, Tonya foram indicados ao PGA, o prêmio de produtores. Fora esses, Projeto Flórida e Trama Fantasma, respectivamente de Sean Baker e Paul Thomas Anderson, são dois filmes que não foram incluídos para o prêmio do sindicato, mas que poderão aparecer entre os indicados a melhor filme no Oscar. Projeto Flórida, talvez com mais facilidade, segundo apontam os apostadores. Mas tanto Trama Fantasma, quanto O Destino de uma Nação (que indicará e dará a vitória para Gary Oldman) são dois longas de prestígio, de diretores renomados e queridinhos da Academia, Anderson e Joe Wright respectivamente, que não devem ser 100% descartados.

P.S. Se o Oscar fosse legal de verdade, veríamos Artista do Desastre figurando entre os indicados. =)

Bom, estas foram nossas principais apostas para os indicados a melhor filme e diretor no próximo Oscar. E aí, esquecemos alguém? Deixei seu comentário abaixo dizendo em quais vocês apostam.

‘Contato de Risco’ (Gigli) – Ben Affeck, Jennifer Lopez e os 20 anos de um dos maiores fracassos da história do cinema!

Qual o verdadeiro poder de um filme? O mais conhecido é que eles são capazes de entreter e divertir. Um filme pode também, é claro, inspirar, ensinar, educar, fazer se apaixonar e despertar sentimentos que nem sabíamos que possuíamos em nosso interior. Mas, quando falamos dos envolvidos na realização de um filme, ele é capaz também de acabar com carreiras e terminar relacionamentos apaixonados. Sim, quando temos dinheiro envolvido, a arte se torna um negócio. Aqui, nesta nova matéria, iremos abordar os 20 anos de ‘Gigli’, ou ‘Contato de Risco’, um dos maiores fiascos da história da sétima arte. Confira.

Se você é um cinéfilo, certamente já ouviu falar sobre ‘Gigli – Contato de Risco’. Acontece que os apaixonados por cinema também ficam sabendo sobre os filmes considerados fracassos monumentais. E esse é justamente o caso com esta obra, que traz grandes nomes na frente e atrás das câmeras. Todo ano ganhamos um punhado de produções que fracassam, dando prejuízo ao seu estúdio. Mas assim como o melhor filme de cada ano, também temos o grande destaque negativo de seu respectivo ano, que pode vir a receber também as “honrarias” de se tornar um dos piores da década e quem sabe da história do cinema.

Contato de Risco’ (Gigli) com os astros Ben Affleck e Jennifer Lopez viveu para se tornar um dos piores filmes da história do cinema.

Por outro lado, poucos são os filmes capazes de terminar o relacionamento de seus protagonistas. ‘Contato de Risco’ teve esse poder. Mas comecemos pelo começo. Na alma de ‘Gigli’ se encontra o cineasta duas vezes indicado ao Oscar Martin Brest. Diretor, produtor e roteirista, o realizador despontaria para a fama absoluta em 1984, ao capitanear um dos maiores sucessos dos anos 80 com ‘Um Tira da Pesada’, que colocou o nome de Eddie Murphy no mapa, e ainda hoje é celebrado como um dos grandes exemplares da ação (com muito humor) policial saído da década mais que especial. Quatro anos depois e Martin Brest repetiria a dose com ‘Fuga à Meia-Noite’ que, embora não seja tão popular quanto seu primeiro sucesso, viveu para se tornar um cult querido e um dos filmes mais divertidos de Robert De Niro na citada década.

Com a chegada dos anos 90, Martin Brest atingiria outro patamar. Seus dois primeiros sucessos, para a Paramount e a Universal, eram obras divertidas de entretenimento, mas 1992 o diretor estava disposto a demonstrar que também podia comandar filmes mais sérios, dramáticos e prestigiados. Não deu outra. ‘Perfume de Mulher’ se tornou um dos grandes títulos do Oscar daquela temporada e de quebra rendeu para Al Pacino seu tão esperado prêmio de melhor ator. Agora Martin Brest estava no time A de Hollywood, e para seu trabalho seguinte, confeccionou o ambicioso ‘Encontro Marcado’, filme em que Brad Pitt interpreta a morte, vindo buscar o personagem de Anthony Hopkins, mas decidindo passar uma temporada junto com os vivos, ainda mais depois que se afeiçoa pela filha do sujeito (papel de Claire Forlani). O filme não desceu redondo na época, mas descobriu sua audiência em vídeo, se tornando cult.

Ben Affleck e Jennifer Lopez eram o casal mais quente de Hollywood há 20 anos, mas devem ter feito essa cara após o lançamento de ‘Gigli’.

Com tamanho renome na maior indústria de cinema do mundo, Martin Brest planejava seu próximo projeto como um verdadeiro épico, no qual adentraria pela primeira vez o cinema de máfia. Produzindo, escrevendo e dirigindo, o cineasta planejou uma visão sombria sobre uma história de um sujeito chamado Larry Gigli, que precisa se provar para a máfia, e para isso precisa vestir uma carapaça dura, mesmo que por dentro não seja tão cruel assim. De fato, reza a lenda que Brest possui essa versão mais sombria e cruel do filme, contando com 160 minutos de projeção, e que inclusive teria um bad ending, com a morte do protagonista. O que saiu errado então? A contratação do casal protagonista!

Acontece que nos papeis protagonistas foram escalados o vencedor do Oscar Ben Affleck (que na época gozava de seu prêmio como melhor roteirista por ‘Gênio Indomável’ e de sucessos como ‘Armageddon’) no papel de Larry Gigli, e a musa latina Jennifer Lopez, estrela do cinema e que já havia se estabelecido também como estrela da música, lançando uma bem-sucedida segunda carreira como cantora pop. Uma mistura quentíssima em tela. Para apimentar ainda mais as coisas, na vida real os dois eram o casal mais badalado do momento, com o mundo todo de olho em sua relação. É claro que isso encheu os olhos dos executivos da Columbia – que iriam financiar e lançar o longa. Afinal não se compra publicidade assim, com todos querendo uma fatia de “Bennifer” (como era conhecido o casal na época), e só a Columbia teria os dois para vender ao público.

Os executivos da Columbia estavam certos que o público queria mesmo era ver uma comédia romântica e não um filme de máfia, com o casal “Bennifer”.

Para se ter a ideia do estrelato da dupla na época, Ben Affleck recebeu um cachê de US12.5 milhões por sua participação, e J-Lo não ficou atrás com um salário de US$12 milhões. Curiosamente, o valor combinado recebido pelo casal dá três vezes mais do que o filme arrecadou em bilheteria mundial. Só para sentir o drama. Assim, crendo que tinham ouro em mãos, os executivos da Columbia começaram a pressionar Martin Brest para que modificasse totalmente o teor de seu filme. Eles estavam certos de que o que o público queria ver era um romance com o casal mais quente da época. Assim, o diretor foi forçado a transformar seu filme sombrio de mafiosos em uma comédia romântica, para aproveitar o starpower de seus protagonistas. Uma receita para dar ruim.

Martin Brest precisou eliminar pelo menos 40 minutos de seu corte original. Além disso, precisou também reescrever diversas cenas, e por consequência refilmar as mesmas, dando ênfase à comédia e ao romance entre os protagonistas. É claro que tudo isso teve um custo e o orçamento da produção inflou de US$54 milhões, para US$75.6 milhões.

O amor entre um machista inseguro e uma lésbica está no centro da trama da “comédia romântica” Gigli.

Na trama do filme que recebemos, como dito Affleck interpreta Gigli, um sujeito que para se provar a seus empregadores na máfia e subir na “família” recebe a tarefa de ficar de babá de uma potencial testemunha de um caso, o “segurando” e evitando que as autoridades o encontrem. A pegadinha está no fato de que o rapaz é deficiente mental, interpretado por Justin Bartha. Hoje, certamente esse desempenho seria considerado ofensivo e politicamente incorreto. Mas a atuação consegue ir além, porque é simplesmente ruim e irritante.

Para ajudar Gigli na missão, os próprios mafiosos contratam também uma espécie de supervisora chamada Ricki, papel de Lopez. A intenção é que um fique de olho no outro, e ambos fiquem de olho no rapaz deficiente. É claro que o bronco Gigli começa a babar pela beldade cheia de atitude, e aí temos outra pegadinha: ela é lésbica, e corta as esperanças do protagonista. Mas ei, o que todos queriam era ver é o casal junto, certo? Afinal os produtores acreditavam que o público iria pagar e lotar as salas de cinema. Assim, é claro que o boçal machista iria aos poucos amansar o coração desta mulher decidida e empoderada, a fazendo mudar de ideia e pior ainda, de orientação sexual! Afinal, durante muito tempo, esse foi o sonho de todo “hétero top”: converter uma lésbica.

É dito que até hoje Ben Affleck se contorce de nervoso quando alguém menciona este filme.

Acontece que por muito pouco Jennifer Lopez não escapou dessa bomba. Isso porque a atriz planejada originalmente para contracenar com Affleck era Halle Berry. No fim das contas, a vencedora do Oscar precisou sair do projeto, por conflito com as gravações de ‘X-Men 2’, lançado no mesmo ano. Mas a sorte de Berry não duraria muito tempo, pois no ano seguinte assinaria para protagonizar ‘Mulher-Gato’.

Existe muita coisa errada com ‘Contato de Risco’. Na verdade, nada parece funcionar. É uma comédia, mas não tem graça. Não compramos a premissa nem por um minuto. Os personagens são ruins e não temos qualquer apreço por eles. A história de amor é sem pé nem cabeça e um total desserviço a causas LGBTQI+ já naquela época, o que dirá hoje em dia. O filme seria apenas mais um qualquer, mas o que chamou verdadeiramente atenção foi o talento envolvido.

Jennifer Lopez e Ben Affleck voltaram às boas, mas o diretor Martin Brest nunca mais dirigiria nada.

É claro que os planos de sucesso dos executivos da Columbia foram por água abaixo. Quando estreou em território americano, ‘Contato de Risco’ reservou 2.215 salas de cinema. O fracasso foi grande deixando estes cinemas às moscas. Quando chegou à sua terceira semana de exibição, apenas 73 salas em todo o território dos EUA exibiam o longa do casal “Bennifer”. Isso significou numa queda de simplesmente 97%, se tornando um recorde como a maior queda percentual da história. Essa má reputação fez todos os cinemas do Reino Unido tirarem o filme de cartaz após somente uma semana de exibição. Em termos de bilheteria, também se tornou responsável pelo recorde de queda em sua segunda semana, com menos 82% de rentabilidade.

No estilo “publicidade negativa também é publicidade”, em março de 2006 quando o canal FX começou a veicular um comercial alardeando a compra de ‘Gigli’ para ser exibido em sua rede, como forma de divulgação a propaganda resolveu se beneficiar, em partes, da recepção negativa do filme, anunciando “o filme mais falado que você nunca teve a chance de assistir”.

A pior punição de ‘Contato de Risco’ não foi nem mesmo o recorde no Framboesa de Ouro, nas cinco categorias principais: pior filme, pior diretor, pior ator, pior atriz e pior roteiro. Para o casal “Bennifer” significou o fim de seu romance fora das telas. Mas numa guinada no destino típica de finais felizes, 20 anos depois eis que o casal retoma a relação e finalmente se casam. Mas para o diretor Martin Brest, o final não seria tão feliz assim. Ao menos não por enquanto. Acontece que o diretor se retirou de cena após o fiasco de ‘Gigli’, e nunca mais dirigiu nem ao menos um comercial de margarina. Sim, os filmes têm esse poder.

‘Trial & Error’ é cancelada; Produtores procuram novo lar pra série!

De acordo com o Deadline, a NBC optou por não renovar a comédia antológica ‘Trial & Error‘. Apesar do cancelamento ainda não ter sido oficializado, o site confirma que os produtores já estão procurando um novo lar para a produção.

O contrato dos atores ainda não expirou, o que deve ajudar em possíveis negociações.

A segunda temporada focará no julgamento da personagem de Kristin Chenoweth (‘Pushing Daisies‘), que é flagrada com um corpo no porta-malas de seu carro.

O elenco também inclui Nicholas D’Agosto, Jayma Mays, Sherri Shepherd, Steven Boyer e Amanda Payton.

‘Law & Order: SVU’ é renovada para a 21ª temporada

A NBC oficialmente renovou o drama investigativo ‘Law & Order: SVU‘ para a 21ª temporada.

Com a renovação, a série se tornou a mais longa da história da TV americana, ultrapassando ‘Law & Order‘ original e ‘Gunsmoke‘, ambas empatadas com 20 temporadas.

Vale ressaltar também que o ator Philip Winchester não retornará para o próximo ciclo.

Criada por Dick Wolf, a franquia ‘Law & Order‘ possui seis derivados além da série original.

A trama acompanha Olivia Benson e sua equipe de elite do departamento de polícia de Nova York investiga crimes, incluindo agressão sexual, abuso infantil e violência doméstica.

O elenco conta com Mariska Hargitay, Kelli Giddish, Ice-T e Peter Scanavino.

 

‘Game of Thrones’: Showrunners revelam como a saga literária irá terminar

*SPOILERS SOBRE O DESFECHO DA SÉRIE ABAIXO*

Nos bônus especiais do box da série, os showrunners David Benioff e D.B. Weiss revelaram que a saga literária irá terminar com o Bran no trono, exatamente como na série.

“Bran provavelmente é a única pessoa pura [na história]. Ele não pode ser o pai de uma criança, pois os ciclos se repetem em Westeros e a história da família deles é muito ruim,” acrescentou o ator Peter Dinklage, nos comentários.

Vale lembrar que isso confirma a declaração feita pelo autor George R. R. Martin, em entrevista ao The Observer, ao afirmar que: “Não, o final [do livro] não mudará. Será exatamente o mesmo.”

Lembrando que o universo de ‘Game of Thrones vai continuar através de House of the Dragon, série baseada no romance Fogo & Sangue, também assinado pelo criador da franquia original George R.R. Martin.

A história se passa trezentos anos antes dos eventos da série principal e gira em torno da Casa Targaryen.

Confira o anúncio oficial da HBO:

Miguel Sapochnik comandará o episódio piloto e alguns capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como ‘Battle of the Bastards’ e ‘The Long Night’.

Ryan Condal (Colony) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A guerra dos tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

 

Quarentena? Jordan Fisher compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o ator Jordan Fisher, da comédia ‘Dançarina Imperfeita‘, para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

‘NCIS: Hawaii’: Vanessa Lachey será a protagonista da nova série derivada

De acordo com o TVLine, Vanessa Lachey (‘BH90210’) estrelará o novo spin-off da franquia ‘NCIS‘, intitulado ‘NCIS: Hawaii‘.

A atriz interpretará Jane Tennant, a primeira mulher a ser uma Agente Especial liderando uma equipe NCIS. Tão diplomática quanto agressiva, Tennant é uma investigadora perspicaz que pode navegar na cena do crime e na política da agência com igual desenvoltura. Ela também é mãe solteira e, muitas vezes, se vê dividida entre administrar uma família e administrar o NCIS.

O elenco ainda contará com Yasmine Al-Bustami (‘The Originals’) e Jason Antoon (‘Claws’).

Até então, a franquia só tinha homens como líderes de equipe do NCIS: Mark Harmon em ‘NCIS‘, Chris O’Donnell e LL Cool J em ‘NCIS: Los Angeles‘ e Scott Bakula em ‘NCIS: New Orleans‘.

A produção da franquia que chegou mais perto de ter uma protagonista mulher foi a engavetada ‘NCIS: Red‘, que trouxe Kim Raver e John Corbett como coprotagonistas.

Keanu Reeves estrelará série do Hulu sobre infame serial killer

De acordo com o Deadline, Keanu Reeves (‘John Wick’) estrelará a série de suspense ‘O Demônio na Cidade Branca‘ (The Devil in the White City), que está sendo desenvolvida pelo Hulu.

Baseada no livro homônimo de Erik Larson, a produção irá contar a história do primeiro serial killer da América, H. H. Holmes.

A trama irá contar a história de dois homens, um arquiteto e um serial killer, cujos destinos são ligados para sempre. Daniel H. Burnham é um brilhante arquiteto correndo contra o tempo para deixar sua marca no mundo. Já Henry H. Holmes é um lindo médico, que mandou construir um palácio para seduzir, torturar e mutilar jovens mulheres – que ficou conhecido como “Castelo do Assassinato”.

Ainda não está claro qual dos dois personagens Reeves irá interpretar.

Leonardo DiCaprioMartin Scorsese servirão como produtores executivos.

Os dois primeiros episódios da minissérie serão dirigidos por Todd Field.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Futuro de Michael Keaton como Batman é INCERTO, revela o ator

Em entrevista ao TVLine, Michael Keaton quebrou o silêncio sobre o inesperado cancelado do filme ‘Batgirl‘, revelando que o seu futuro como Batman permanece incerto.

“Acredito que [o cancelamento do filme] foi uma decisão de negócios. Deve ter tido um bom motivo. Eu realmente não sei. Não procurei saber muito sobre isso.”

Sobre quando poderemos vê-lo reprisar o seu papel icônico como Batman, o ator completa: “Não sei. Veremos. [Reprisar o papel] em ‘Batgirl’ foi incrível e divertido, mas não faço a menor ideia [se irei retornar ao personagem].”

Recentemente, Keaton recebeu o seu primeiro Emmy por Melhor Ator em uma Série Limitada pelo seu trabalho na minissérie ‘Dopesick‘.

Vale lembrar que o ator deve retornar como o Batman em ‘The Flash‘, estrelado pelo polêmico Ezra Miller.

Confira o primeiro cartaz da produção:

Segundo o The Hollywood Reporter, a Warner Bros. está extremamente empolgada com ‘The Flash‘, apesar do comportamento polêmico de Ezra Miller

O site afirma que o filme recebeu algumas das pontuações mais altas em exibições de teste desde os filmes do ‘Batman‘, de Christopher Nolan, e os executivos e criativos acreditam que têm um sucesso de crítica e bilheteria em suas mãos que faz jus a essas pontuações.

A matéria ainda afirma que Miller se reuniu com executivos da Warner Bros. Discovery no início desta semana para discutir o futuro do filme, em meio a uma recente série de controvérsias de alto nível em torno do ator.

O ator teve uma séria reunião presencial com os chefes da Warner esta semana. De acordo com o site Hollywood Reporter, as duas partes buscam um acordo que garanta o lançamento do filme nos cinemas, após todas confusões que ele se meteu.

Miller estava acompanhado de seu agente, Scott Metzger, e a reunião teria ocorrido na última quarta (24). No mesmo dia, houve relatos de “exibições de despedida” de ‘Batgirl‘, filme da DC que teve o lançamento cancelado, mesmo praticamente pronto. Miller teria encontrado Michael De Luca e Pam Abdy, atuais chefes da divisão de cinema da Warner.

No início deste mês, Miller divulgou um comunicado confirmando que elu começou a fazer tratamento para sua saúde mental, uma decisão que teria sido desencadeada por Miller ao saber que o filme poderia ser cancelado. Como uma fonte diz no relatório, “Elu se preocupa com o Flash. É um de seus personagens favoritos para interpretar”. 

Especulavam que ‘The Flash‘ poderia garantir um lançamento normal, caso a estrela se comprometesse a um período de reabilitação.

Lembrando que a trama de ‘The Flash’ vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Tom Cruise quer CONTINUAR fazendo filmes da franquia ‘Missão: Impossível’ pelos próximos 20 anos

Tom Cruise não está pronto para se aposentar! Em entrevista ao The Sydney Morning Herald, o ator expressou o seu desejo em continuar fazendo novos filmes da franquia ‘Missão Impossível‘.

O astro revelou que se inspira em Harrison Ford, que estrelou o recente ‘Indiana Jones e o Chamado do Destino‘ no auge dos seus 80 anos.

“Harrison Ford é uma lenda. Eu espero continuar trabalhando como ele, e ainda tenho 20 anos para alcançá-lo. Espero poder continuar fazendo filmes da franquia ‘Missão Impossível’ até eu chegar à idade dele.”

Anteriormente, Ford havia declarado que não está pronto para parar de atuar: “Eu não fico bem quando não estou trabalhando. Eu amo o meu trabalho. Amo me sentir útil. Eu amo o Indiana Jones.”

Vale lembrar que as primeiras impressões de ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1‘ já saíram. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma excelente aprovação de 97%, e com uma nota média de 8/10. Os críticos destacam que esse é potencialmente o melhor filme da franquia e aclamam as cenas de ação alucinantes protagonizadas por Tom Cruise.

Confira algumas avaliações:

“Um filme de ação que é incrivelmente executado e surpreendentemente clássico em sua abordagem.” – Daily Telegraph

“‘Acerto de Contas’ não chega ao nível do melhor filme da série, embora McQuarrie invente cenários e o elenco esculpe momentos que ficam com você até a rolagem de créditos.” – Rolling Stone

“Este espetáculo escandalosamente agradável me fez comprar sua resistência, escala e coragem.” – The Guardian.

“‘Acerto de Contas: Parte 1’ é o melhor blockbuster de ação desta temporada e possivelmente o melhor filme da franquia até agora – e, sim, eu digo isso sempre.” – Metro UK

“Embora possa parecer massivo, o filme em si é tudo menos isso, com quase três horas de duração passando tão rápido quanto uma mensagem que se autodestrói.” – Entertainment Weekly

“Assista na MAIOR tela que você encontrar.” – The Jewish Chronicle

“‘Acerto de Contas: Parte 1’ mostra que ainda há muito gás no tanque, mas talvez estejamos vendo que esta série precisa de uma sacudida para mantê-la tão emocionante quanto tem sido.” – Collider

O filme chega aos cinemas no dia 13 de julho.

Confira o trailer:

Lembrando que o filme estreia em 13 de julho.

O elenco do novo filme também conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’), Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

Atriz afirma que nova adaptação de ‘As Crônicas de Spiderwick’ será mais SOMBRIA do que os livros

Em entrevista ao ComicBook, Alyvia Alyn Lind (‘Chucky’) revelou que a nova adaptação de ‘As Crônicas de Spiderwick‘ será muito mais sombria do que os livros.

A produção, originalmente desenvolvida para o Disney+, foi resgatada do cancelamento pelo Roku, após ter sido descartada pelo seu streaming original.

“Acho que uma das minhas coisas favoritas nesta adaptação é que ela é muito mais sombria do que o filme ou os livros. Sinto que a série amadureceu com o público que cresceu amando os livros. Definitivamente é uma história mais madura, sombria, assustadora e sinistra.”

Ela completa, “Eles acrescentaram a cena do gato no primeiro episódio depois que terminamos as gravações. Aquele foi um dos meus últimos dias de filmagem porque eles queriam tornar a série mais sombria e assustadora. Eles sentiram que ela não estava sombria o suficiente, então eles adicionaram aquela cena, e acredito que fizeram um ótimo trabalho.”

A série estreará oficialmente no dia 19 de abril.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco da série conta com Christian Slater como o vilão ogro Mulgarath/Dr. Dorian Brauer, além de Hunter Dillon, Jack Dylan Grazer, Alyvia Alyn Lind, Lyon Daniels, Noah Cottrell, Joy Bryant e Mychala Lee.

Os romances escritos por Tony DiTerlizzi e Holly Black, que se estendem em cinco volumes, giram em torno da família Grace – formada pelos gêmeos Jared e Simon, pela irmã Mallory e pela matriarca Helen -, que se mudam para um casarão pertencido a um distante tio e descobrem um mundo de fadas, goblins e inúmeros perigos que os cerca.

Michael Fassbender e Cate Blanchett no trailer de ‘Código Preto’, novo thriller de espionagem

A Universal Pictures divulgou o trailer nacional de ‘Código Preto‘ (Black Bag), novo thriller de espionagem estrelado por Michael Fassbender (‘Prometheus’) e Cate Blanchett (‘Oito Mulheres e um Segredo’).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de março.

Steven Soderbergh (‘Contágio’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

Quando a agente de inteligência Kathryn Woodhouse é suspeita de trair a nação, seu marido – também um agente lendário – enfrenta o teste final para saber se deve ser leal ao seu casamento ou ao seu país.

O elenco ainda conta com Tom Burke, Naomie Harris, Pierce Brosnan, Marisa Abela, Regé-Jean Page e Orli Shuka.

Emma Thompson luta pela sobrevivência no trailer do suspense ‘O Frio da Morte’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do suspense ‘O Frio da Morte‘ (Dead of Winter), estrelado pela vencedora do Oscar Emma Thompson.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de fevereiro de 2026.

Brian Kirk (‘Crime Sem Saída’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nicholas Jacobson-Larson e Dalton Leeb.

Após ser atingida por uma nevasca, uma mulher solitária se perde em estradas secundárias perto de um lago em Minnesota e pede ajuda em uma cabana isolada na floresta. Lá, ela descobre uma jovem sequestrada por um casal desesperado, armado e com intenção assassina. Isolada e sem sinal de celular, essa heroína improvável percebe que é a única esperança de sobrevivência da mulher.

O elenco ainda conta com Judy Greer, Marc Menchaca, Laurel Marsden, Gaia Wise, Cuan Hosty-Blaney e Brian F. O’Byrne.

‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

O aclamado ‘DIA D‘ (Disclosure Day), novo filme de ficção científica do diretor Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’), conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa soma US$ 105.3 milhões. Internacionalmente, foram US$ 111 milhões através de 81 territórios – totalizando uma arrecadação global de US$ 216.6 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$14.4M), México (US$9.5M), França (US$8M) e Espanha (US$6.5M).

Vale lembrar que o longa abriu comUS$ 93 milhões em sua estreia global – superando as projeções iniciais, que indicavam uma abertura em torno de US$ 65 milhões.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 44 milhões, tornando-se a quinta maior estreia doméstica da carreira do Steven Spielberg – atrás apenas de ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘ (US$100.1M), ‘O Mundo Perdido – Jurassic Park‘ (US$72.1M), ‘Guerra dos Mundos‘ (US$64.8M) e ‘Jurassic Park: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$50.1M).

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média ficou abaixo dos últimos lançamentos do cineasta nas telonas – ‘Os Fabelmans‘ (A), ‘Amor, Sublime Amor‘ (A) e ‘Jogador Nº 1‘ (A-).

Vale lembrar que ‘DIA D’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

Leonardo DiCaprio viverá Leonardo da Vinci em cinebiografia

O aclamado ator e vencedor do Oscar, Leonardo DiCaprio, dará vida ao emblemático artista Leonardo da Vinci nos cinemas. A informação foi revelada pela Variety.

Segundo a publicação, o veterano vai estrelar a cinebiografia baseada no livro escrito por Walter Isaacson, que será lançado em 17 de outubro deste ano. A produção do filme ficará a cargo da Paramount, após uma acirrada disputa por direitos autorais com a Universal.

Isaacson é conhecido por ter escrito inúmeras biografias, como a de Steve Jobs, que chegou a ser adaptada para os cinemas em 2015 sob o comando de Danny Boyle. Na época, o filme chegou a conquistar duas indicações ao Oscar e 18 outras nomeações em diversas premiações de prestígio.

Além de estrelar a adaptação, DiCaprio também será produtor através da Appian Way.

 

 

‘Rocketman’: Jamie Bell se junta a Taron Egerton na cinebiografia de Elton John

O astro Jamie Bell é a mais nova adição ao elenco de ‘Rocketman‘, a cinebiografia do cantor Elton John.

Segundo o The Hollywood Reporter, Bell está finalizando as negociações para assumir o papel de Bernie Taupin, compositor que possui uma longa parceria com o músico.

O filme chegará aos cinemas em 17 de maio de 2019.

O astro Taron Egerton viverá o músico e a direção fica a cargo de Dexter Fletcher, que assumiu a produção de ‘Bohemiah Rhapsody‘ em meio a saída de Bryan Singer.

O roteiro é assinado por Lee Hall (‘Billy Elliot‘). Matthew Vaughn será o produtor, ao lado de John e David Furnish.

As filmagens devem ser iniciadas ainda no primeiro semestre, durante o verão europeu.

‘Vingadores: Ultimato’: Novo comercial destaca os elogios da crítica; Assista!

Vingadores: Ultimato‘ já está entre nós, faturando muito e conquistando a audiência a cada sessão. E para comemorar o sucesso de público e com a crítica especializada, a Marvel Studios divulgou um novo comercial, que destaca as principais avaliações da imprensa, que considerou o longa o “evento de uma geração”.

Assista:

Dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, esse é o filme mais longo da Marvel.

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Arte conceitual revela visual alternativo do Homem-Hídrico

O artista conceitual da Marvel, Jerad S.Marantz, compartilhou um visual alternativo para o vilão Homem-Hídrico, de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

O material traz os primeiros rascunhos do vilão, feitos na fase de brainstorm da produção. Na versão embrionária da construção do personagem, o Homem-Hídrico surgiria a partir de um experimento fracassado.

Confira:

“Conceito inicial do Homem-Hídrico para Homem-Aranha: Longe de Casa. Isso foi na fase de brainstorm. Tentando pensar que tipo de Homem-Hídrico nós teríamos. Esse era o cenário de um experimento científico que deu errado. Amo fazer esses rascunhos”.

Lembrando que as gravações de ‘Homem-Aranha 3‘ foram adiadas devido ao surto de Coronavírus.

Memso assim, a Sony Pictures revelou que as expectativas em relação ao início das filmagens permanecem para o verão norte-americano, mas não há nada confirmado.

Dirigido por Jon Watts, o lançamento do longa foi adiado de julho de 2021 para outubro do mesmo ano.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Loki’: Tom Hiddleston estampa belíssimo ensaio fotográfico; Confira!

A nova série da Marvel Studios, ‘Loki‘, estreia na plataforma Disney+ em pouco mais de duas semanas e para celebrar a proximidade do seu lançamento, o astro Tom Hiddleston estampou um belo ensaio fotográfico para a revista EW.

Confira:

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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.
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Tom Hiddleston photographed exclusively for EW on April 27, 2021 in London.

Confira o mais recente teaser de ‘Loki‘:

Ainda que a trama da série esteja repleta de mistérios, a Amazon divulgou a sinopse do dicionário visual baseado na atração, revelando a missão do personagem.

Confira:

“Ambientada logo após Loki roubar o Tesseract (de novo), ele é levado em custódia perante a Autoridade de Variação Temporal, uma organização burocrática que existe fora dos imites do espaço-tempo. Forçado a responder por seus crimes contra a sagrada linha do tempo, Loki precisa fazer uma escolha: ser apagado da realidade ou ajudar na captura de uma ameaça ainda maior.”

Obviamente, o vilão vivido por Tom Hiddleston vai escolher a segunda opção e embarcar nesta importante missão.

Apesar dos poucos detalhes, tudo indica que esta nova ameaça seja Kang, o Conquistador (Jonathan Majors).

De acordo com Brandon Katz, repórter do The Observer, fontes ligadas à produção disseram que Majors gravou uma cena para a vindoura atração, mas esta versão do personagem será bem diferente de como ele será visto em ‘Homem-Formiga 3′.

Infelizmente, não foram revelados outros detalhes sobre a sua presença na trama.

Lembrando que a série tem estreia marcada para 09 de junho na Disney+.

Confira o trailer:

O elenco também traz nomes como Owen WilsonGugu Mbatha-RawSophia Di MartinoWunmi Mosaku e Richard E. Grant.

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Grey’s Anatomy’: Ellen Pompeo explica porque não deixa sua filha de 10 anos assistir a série

A atriz Ellen Pompeo fez parte do elenco regular de ‘Grey’s Anatomy‘ por 19 temporadas e embora sua jornada na série seja uma das mais importantes de toda a sua carreira, ela ainda não está pronta para apresentar a produção para a filha de 10 anos. A informação foi compartilhada durante sua participação no talk show Jimmy Kimmel Live!.

Na ocasião, ela salientou que sua filha mais velha – de 15 anos – já assistiu a série, mas admitiu que não acha que sua caçula deveria vê-la de calcinha e sutiã na televisão. Não por hora, pelo menos.

“Minha filha de 15 anos já assistiu e agora a minha de 10 anos também quer ver, mas ela não está pronta. Mas muitas crianças da sua sala já assistiram. Eu ainda não quero que minha filha me veja de calcinha e sutiã na televisão. Mas todos os seus colegas de sala já viram, então isso rende ótimas conversas na hora de buscá-la”. 

Lembrando que a 21ª temporada de ‘Grey’s Anatomy’ já está em exibição.

Relembre o trailer:

Amy Adams e Christian Bale aparecem IRRECONHECÍVEIS em cinebiografia

O Collider divulgou as primeiras imagens de Christian Bale (Batman: O Cavaleiro das Trevas) e Amy Adams (A Chegada) na cinebiografia de Dick Cheney, vice-presidente dos EUA durante o governo George W. Bush. Ambos aparecem muito diferentes do que estamos acostumados. Bale viverá Cheney, enquanto Amy será sua esposa, Lynne Cheney.

Confira as fotos do set:

 

Adam McKay (A Grande Aposta) cuida da direção e roteiro do projeto, que será focado na vida de Cheney durante os governos de Richard Nixon, Gerald Ford e Bush, e como ele administrou a política americana depois dos ataques de 11 de Setembro.

Além disso, o elenco ainda conta com Steve Carell (O Virgem de 40 Anos), que interpreta o ex-secretário de defesa, Donald Rumsfield.

Ainda não há data de lançamento definida, porém acontecerá no início de 2018.

 

Caos toma controle no pôster animado da 2ª temporada de ‘Westworld’

A HBO revelou o novo pôster animado da 2ª temporada de Westworld, alertando que o caos assumirá o controle. Confira:

O que muita gente não sabe é que as temporadas de Westworld possuem subtítulos, que dão uma certa direção à trama. A primeira foi chamada de ‘O Labirinto’, e agora o cocriador Jonathan Nolan revelou à EW o nome da segunda:

“Se a 1ª temporada era uma jornada interior, a segunda é exterior. É uma busca pelo que está além do parque, e o que mais existe no parque. Existem mais parques? O quão grande ele é? Pensamos em temporadas como componentes discretos de uma série, ao ponto que nomeamos nossas temporadas. A primeira era chamada de ‘O Labirinto’, e a segunda se chama ‘A Porta’

Enquanto isso, a 2ª temporada ganhou novas imagens pela Entertainment Weekly que mostram Maeve (Thandie Newton), Hector (Rodrigo Santoro), Dolores (Evan Rachel Wood) e mais. Confira:

Westworld é baseada no filme homônimo da década de 1970, mas conseguiu ir além da obra original em todos os sentidos.

Criado por Jonathan Nolan e Lisa JoyO elenco conta com Ben Barnes (Logan), Ingrid Bolsø Berdal (Armistice), Ed Harris (Homem de Preto), Luke Hemsworth (Stubbs), James Marsden(Teddy), Thandie Newton (Maeve), Simon Quarterman (Lee Sizemore), Rodrigo Santoro (Hector), Angela Sarafyan (Clementine), Jimmi Simpson (William), Tessa Thompson (Charlotte), Evan Rachel Wood (Dolores), Shannon Woodward (Elsie) e Jeffrey Wright (Bernard/Arnold).

Com 10 capítulos inéditos, Westworld retorna em 22 de abril pela HBO.

‘Another Life’: Selma Blair, de ‘Hellboy’, se junta ao elenco de ficção científica da Netflix

De acordo com o VarietyKatee Sackhoff (‘Battlestar Galactica‘) irá estrelar uma nova série de ficção científica da Netflix, intitulada ‘Another Life‘.

Agora, o Deadline também confirmou Selma Blair (‘Hellboy’) como parte do elenco recorrente.

Blair interpretará Harper Glass, uma influenciadora digital que usará as mídias sociais, o jornalismo e a inteligência para descobrir um dos grandes segredos da trama.

Já Sackhoff, irá interpretar a astronauta Niko Breckenridge, enquanto ela lidera uma equipe em uma missão para explorar a gênese de um artefato alienígena. Enquanto ela e sua jovem equipe investigam, eles enfrentam um perigo inimaginável no que poderia muito bem ser uma missão unidirecional.

10 episódios foram encomendados.

Aaron Martin é o criador e showrunner da série. Noreen Halpern será a produtora executiva. Halfire Entertainment (‘Alias Grace‘) produzirá.

Another Life ainda não possui previsão de estreia na Netflix.

‘Homem de Ferro 3’ | Filme mais POLÊMICO do Homem de Ferro completa 11 anos

Lançado em 26 de abril de 2013, Homem de Ferro 3 marcou o início da Fase Dois do Universo Cinematográfico Marvel e se tornou o primeiro filme solo do MCU a romper a barreira de um bilhão de dólares em bilheteria. Ele vinha carregado de expectativas, já que foi vendido com uma campanha publicitária que indicava que as coisas não terminariam muito bem para Tony Stark, com alguns fãs teorizando até que a Disney poderia matar o Homem de Ferro.

Vendo isso agora, uma década depois do lançamento, parece até idiota pensar que a Disney mataria sua “galinha dos ovos de ouro” logo no projeto de abertura da nova fase, mas a verdade é que a campanha publicitária do longa deu indícios bem sólidos de que talvez pudesse ser uma despedida.

A começar pelos cartazes, que traziam cores mais escuras e um tom de preocupação, como neste pôster ao lado, que traz Tony despencando de ponta-cabeça com a armadura destruída. Além disso, o vilão do filme, o Mandarim, era umas das principais ameaças do herói nos quadrinhos e já estava envolvido na mitologia da versão cinematográfica desde o primeiro longa, quando foi mostrada a bandeira dos Dez Anéis na caverna em que Stark foi mantido em cativeiro e criou a primeira versão da armadura do Homem de Ferro. Outro ponto importante foi o primeiro trailer oficial, que trouxe um tom muito mais denso e um discurso de pesar de Tony Stark.

Mais do que isso, o projeto em si era uma grande despedida nos bastidores. Além de ter sido o último filme do MCU com distribuição da Paramount (apesar de só constar o nome da Disney nos créditos), foi o primeiro e único filme solo da franquia Homem de Ferro a não ser dirigido por Jon Favreau. Na época, ele decidiu não voltar para o capítulo final por estar focado em outros projetos, como seu drama indie Chef (2014) e Mogli: O Menino Lobo (2016). Isso refletiu até mesmo em seu personagem. Como Jon não tinha tanto tempo disponível para as gravações, Happy Hogan passa a maior parte do filme na UTI de um hospital.

Para a direção, Kevin Feige foi atrás de um diretor mais experiente e que já tivesse trabalhado com Robert Downey Jr., e assim ele chegou a Shane Black, que dirigiu Downey Jr. em Beijos e Tiros (2005). O diretor, que trabalhou em franquias como Máquina Mortífera, queria romper com o passado do personagem e preparar Tony para funcionar como um tipo de mentor dos super-heróis desse universo. Então, ele focou mais no Tony Stark do que no Homem de Ferro, mostrando que ele não precisava da armadura para ser um herói. Não bastasse isso, o diretor ainda encerrou o filme destruindo todas as armaduras e com Tony realizando uma cirurgia para remover o Reator Arc do peito, dando ao protagonista um futuro de mais paz e tranquilidade.

Essa decisão deu o que falar, não agradou os fãs e o rumo da “aposentadoria” do herói acabou sendo reescrito em Vingadores: Era de Ultron (2015), quando passaram a integrar o reator às armaduras e o Homem de Ferro voltou à ativa. Só que isso teria passado pelos fãs se não fosse uma outra reviravolta que fez um monte de marmanjo dar mortal pra trás de raiva: o caso Mandarim.

Anunciado sob forte expectativa, o Mandarim é um dos poucos vilões conhecidos do herói nos quadrinhos, então havia uma certa pressão pela boa adaptação. E quando anunciaram um ator do calibre de Ben Kingsley para interpretá-lo, aí sim as expectativas foram lá pro alto. Terem chamado um ator tão bom acabou sobrepondo as polêmicas sobre a mudança de etnia do vilão, que é um homem chinês nas HQs. Agora, quando revelaram que ele era apenas um ator, contratado para servir como marionete para o verdadeiro vilão, um empresário do ramo tecnológico que queria vingança contra Tony (que não tinha um pingo de carisma, diga-se de passagem), para muitos, foi o fim do mundo. Foi uma choradeira que só não superou tudo relacionado a série da Mulher-Hulk. E como a repercussão foi extremamente negativa, a Marvel correu para fazer um retcon, lançando o curta All Hail The King, que nada mais era que um documentário sobre o Mandarim falso, Trevor, na prisão, que termina com o “verdadeiro Mandarim” aparecendo e supostamente matando Trevor.

Anos mais tarde, o verdadeiro Mandarim deu as caras em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis (2021), interpretado pela lenda do cinema chinês, Tony Leung. E também revelaram que Trevor não foi morto, mas capturado, e virou um tipo de bobo da corte dos Dez Anéis, o que tirou bastante o peso do filme.

Fato é que muitas expectativas criadas estavam baseadas nos materiais que inspiraram o filme, como a saga Extremis, que revolucionou o heróis nas HQs, permitindo que ele armazenasse a armadura dentro do próprio corpo. No filme, o vírus é até abordado brevemente e a tecnologia de automatização da armadura aparece de forma embrionária. Só que a direção trata tudo como uma grande piada, o que seguiu um caminho contrário ao que foi vendido nos trailers. Foi um daqueles casos em que os fãs brincaram usando o termo “propaganda enganosa”.

Além disso, foi prometida a introdução do Patriota de Ferro, que é alcunha de Norman Osborn em uma saga não mais tão recente dos quadrinhos, e muitos teorizaram de que o nêmesis do Homem-Aranha poderia fazer sua estreia no MCU neste filme, por mais absurdo que isso parecesse. No fim das contas, ele foi mostrado apenas como uma nova pintura da armadura do Máquina de Combate, James Rhodes (Don Cheadle), que novamente teve uma participação, mas sem muito desenvolvimento.

E toda a temática natalina, com direito a parceiro mirim (Ty Simpkins), que foi praticamente treinado para substituir Tony em algum momento, acabaram não cativando tanto o público em geral, que fez críticas bem pesadas ao longa. No fim das contas, o que matou o filme foi a expectativa criada e o primeiro sinal de “desencaixe” da famosa “Fórmula Marvel”. Porque se você for assistir Homem de Ferro 3 sem pensar no capítulo como parte de uma franquia ele é estruturalmente um filme divertido padrão do Shane Black. Todos os elementos de ação e aventura do diretor podem ser observados aqui e até um pouco do humor sacana que ele gosta tanto, permitindo que o público curta um Tony Stark ainda mais irônico que o normal.

Infelizmente, apesar da bilheteria espetacular, Homem de Ferro 3 acabou sendo o último filme da franquia que iniciou o MCU e só não foi considerado o pior filme do estúdio lançado em 2013 porque alguns meses depois saiu um tal de Thor: O Mundo Sombrio, que só não foi mais problemático por falta de esforço. De qualquer forma, com dez anos de intervalo e sem mais expectativas, acredito que valha a pena rever o filme, porque ele certamente não é tão ruim quanto você se lembra.

Homem de Ferro 3 está disponível no Disney+.

Crítica | Às Vezes Quero Sumir – Daisy Ridley Encara as Dificuldades de Interagir Socialmente em Difícil Drama Autoral

Viver no mundo contemporâneo pode ser sufocante. Não que em outras épocas tenha sido mais fácil, ou menos difícil, mas hoje podemos observar como muitas pessoas se queixam, principalmente, da obrigatoriedade da socialização. Independente se moramos em centro urbano ou num povoado isolado: hoje há uma cobrança, uma obrigatoriedade da vida social, seja ela verdadeira ou não, física ou virtual. É preciso estar com pessoas, postar nas chamadas redes sociais que você está sempre em algum lugar incrível, vivendo uma experiência inesquecível, com pessoas maravilhosas. A cobrança hoje é dobrada: no âmbito real e no âmbito virtual. Mas há pessoas – muitas, aliás – que têm dificuldade ou mesmo aversão a esse tipo de sociabilidade, e tal exigência pode gerar desconforto. Sobre essa dificuldade, chega aos cinemas essa semana o dramaÀs Vezes Quero Sumir’.

Fran (Daisy Ridley, de ‘Star Wars: O Despertar da Força’) está satisfeita com sua vidinha. Ela vai para o trabalho todos os dias, não interage com ninguém e é muito boa nas planilhas que faz. Mas hoje é o último dia de trabalho de Carol (Marcia DeBonis, de ‘De Repente 30’) na empresa, pois vai se aposentar, e todo mundo está participando alegremente de uma despedida a ela, enquanto Fran se sente coagida a participar. No dia seguinte, um novo funcionário entra para a firma: é Robert (Dave Merheje). Ele é todo desenvolto, já chega puxando amizade com todo mundo, inclusive com Fran, só que on-line, através de um bate-papo interno. Com ele, aos poucos Fran vai saindo um pouco mais para o mundo, só que, ao mesmo tempo em que começa a sentir ansiedade para conhecer melhor a Robert, também passa a sentir a pressão incômoda de ter que interagir socialmente com mais frequência do que nunca.

Mesmo sendo um filme paradão e com um ritmo beeeem lento, ‘Às Vezes Quero Sumir’ é um filme difícil. Não que seja de difícil compreensão, mas porque toca em temas sensíveis que dificilmente engaja o público, embora seja necessário falar a respeito. De maneira alegórica, posto que não aborda diretamente esses temas, o longa trata de assuntos como a exclusão social e o suicídio – e, neste caso, principalmente aqueles cometidos a partir da rejeição sofrida socialmente.

Baseado numa peça de teatro, o roteiro escrito por Stefanie Abel Horowitz, Kevin Armento e Katy Wright-Mead foca na solidão da protagonista como forma de completude e satisfação para ela. Dessa solidão desimportante, quando Fran faz Robert rir de algo que ela fala, seu mundo muda, como se o poder do riso lhe desse um propósito, lhe conferisse uma importância que nem ela mesma se acreditava. Esses detalhes são bem registrados pela diretora Rachel Lambert, que segue de perto o trabalho de Daisy Ridley em toda a sua introspecção, num trabalho difícil de poucas falas e muitas sensações.

Às Vezes Quero Sumir’ dá uma impressão de incompletude, porém, como se precisasse de mais uns dez minutinhos para fechar seu arco. Da forma como está, é um recorte da vida da protagonista (e, para essa escolha, o melhor formato seria um curta-metragem). Mesmo assim, é um filme bem autoral, que provoca reflexão em mais um bom trabalho de Daisy Ridley.

‘Zumbilândia 2’: Sequência será tão engraçada quanto o original, diz Jesse Eisenberg

Em entrevista ao site MovieWebJesse Eisenberg, um dos astros da sequência Zumbilândia 2’, declarou que o filme está “indo muito bem”.

“Estamos trabalhando muito duro”, ele disse. “É um daqueles filmes que as pessoas amaram por razões pessoais. Então não é apenas um grande sucesso. As pessoas amam [Zumbilândia] por inúmeros motivos, então temps certeza de que [a continuação] será tão engraçada e tão pessoal quando o original”.

Confira o cartaz do filme:

A Sony Pictures lança o filme por aqui dia 14 de Novembro de 2019. Nos EUA, a estreia acontece em 11 de Outubro.

“A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Jesse Eisenberg) e Wichita (Emma Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Abagail Breslin) foge com Berkeley (Avan Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Woody Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.”

Segundo o Geeks WorldWide, ‘Zumbilândia 2‘ deve contar com a participação de dois dos Caça-Fantasmas originais: Bill Murray e Dan AykroydRuben Fleischer retorna à direção.

Além disso, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin estarão de volta.

‘O Farol’: Robert Pattinson fala sobre picante e chocante cena do terror

Cuidado: spoilers à frente.

Em entrevista ao The New York Times, o ator Robert Pattinson falou sobre uma picante cena que abre o terror O Farol, novo filme que protagoniza ao lado de Willem Dafoe.

A sequência de abertura traz Pattinson em uma “feroz sequência de masturbação” e, ao contrário dos vários tabus que isso poderia trazer, ele revelou que se sentiu tranquilo para a performance.

“É sempre bom fazer algo massivo para a abertura, e eu realmente fiz isso”, o ator revelou. “Eu conseguia ver [o diretor] Robert [Eggers] chocado logo depois do ensaio. Mas eu pensei, ‘OK, legal, não pediram para eu parar, então vou continuar nesse caminho’. No momento que a cena acabou, começamos a pavimentar o caminho do filme”.

Crítica Tiff | O Farol: Robert Pattinson se transforma em espetáculo noir visceral

Dirigido por Eggers (‘A Bruxa‘), o filme foi gravado em preto e branco de 35mm, praticamente inédito nos dias de hoje. A grande maioria dos filmes atuais são gravados normalmente e depois convertidos na pós-produção.

Início do século XX. Thomas Wake, responsável pelo farol de uma ilha isolada, contrata o jovem Ephraim Winslow para substituir o ajudante anterior e colaborar nas tarefas diárias. No entanto, o acesso ao farol é mantido fechado ao novato, que se torna cada vez mais curioso com este espaço privado. Enquanto os dois homens se conhecem e se provocam, Ephraim fica obcecado em descobrir o que acontece naquele espaço fechado, ao mesmo tempo em que fenômenos estranhos começam a acontecer ao seu redor.

Robert Pattinson (‘The Rover – A Caçada‘) e Willem Dafoe (‘Homem-Aranha‘) estrelam.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

‘Mixxer’: Tara Reid é escalada para estrelar novo thriller psicológico

Segundo a VarietyTara ReidPaul Mormando irão estrelar o thriller psicológico ‘Mixxer’.

Mormando entra como produtor ao lado de Caster Fagan.

A dupla se junta ao previamente anunciado Thomas J. O’Brien, que vive um ex-militar trabalhando como bartender em um pub local. Depois de uma difícil noite, ele é forçado a encarar seus próprios demônios ao se tornar o suspeito principal de um crime – que pode ou não ter cometido.

Reid será uma repórter, enquanto Mormando dará vida a um boêmio com um segredo terríveo.

As filmagens estavam agendadas para começar em maio, mas foram adiadas devido à pandemia do novo coronavírus (COVID-19).

Nenhuma outra informação foi revelada.

Artigo | Katy Perry e os dez anos de ‘Teenage Dream’

Levou nove anos desde sua estreia na indústria musical, mas Katy Perry finalmente alcançou o status de popstar e celebridade global com o lançamento de Teenage Dream. Considerado um dos álbuns que definiram a década passada e um dos mais comercialmente bem sucedidos de todos os tempos, o CD foi divulgado há exatos dez anos – e certamente merece nossa atenção não apenas pelos recordes de vendas, mas também pela arte que acompanhava uma performer que ainda tinha muitas histórias a nos contar e que começava a mergulhar de cabeça em um bem-vindo amadurecimento (alcançando-o, eventualmente, com o ótimo e subestimado Prism).

É claro que Perry já havia feito sucesso com suas produções anteriores, mais precisamente com os singles de One of the Boys, álbum em que, pela primeira vez, adotava o alter-ego supracitado e se rendia às incursões pop-rock de “I Kissed a Girl”, por exemplo. Em 2008, ela já havia causado certas polêmicas ao falar abertamente sobre bissexualidade e sobre curiosidades acerca de temas de orientação sexual – causando controvérsias tanto pelas secções conservadores da sociedade quando pela comunidade LGBTQ+. De qualquer forma, a artista tinha plena consciência de que se manteria firme às suas perspectivas e à sua borbulhante identidade até então apresentada, com intuito de não “alienar” seus fãs, conforme contou à Rolling Stone.

Katy cumpriu com o prometido: depois de quase um ano de gravações, Teenage Dream nasceu e causou um impacto inegável na indústria. Para tanto, se reuniu com produtores que já haviam participado de incursões anteriores, como Dr. Luke e Max Martin, cujas estéticas fonográficas são imediatamente reconhecíveis ao longo de 12 faixas oficiais, guiadas por explorações temáticas que variam desde crescimento pessoal até o hedonismo de farrear como se não houvesse amanhã. Com batidas viciantes e memoráveis que fizeram parte de singles mundialmente conhecidos, o álbum vendeu nada menos que 8 milhões de cópias, tendo estreado em primeiro lugar à época de seu lançamento e recebido o lendário prêmio Spotlight, que havia sido concedido apenas a Michael Jackson em 1987 e que homenageia artistas que tenha conseguido colocar 5 canções promocionais de uma mesma obra no topo da Billboard Hot 100.

Perry havia finalmente conquistado o mundo – isso era inegável. Mantendo suas firmes raízes para as concepções instrumentais que explorara alguns anos antes e encontrando sua voz para angariar uma legião de fãs, a artista foi sagaz ao extremo ao construir uma imagética única, com incursões que miméticas a Betty Boop, Shirley Temple e Betty Page – como os figurinos propositalmente exagerados, as vibrantes paletas de cor e um flerte com a pop art de Roy Lichtenstein e Andy Warhol dos anos 1960. A cereja do bolo, de fato, é sua paixão: talvez como nunca antes, Katy estava preocupada em fazer as pessoas dançarem e esquecer dos problemas do mundo. Como ela mesma falou, “sentia falta das coisas que faziam as pessoas pularem” (via Digital Spy).

Teenage Dream realiza-se como um complexo trabalho que o impede de ser restringido apenas a um gênero. É óbvio que, à luz da configuração da própria performer e de sua efervescente importância, Katy retornava com um borbulhante pop – mas não apenas isso. Ao longo das faixas, é possível perceber certas tendências contemporâneas que voltavam a dominar o cenário musical mainstream, como as inflexões do soft-rock na adorável faixa epônima, o disco-rock da divertida e chocante “Peacock” e a eletrônica hipnótica de “E.T.” – um dos ápices do álbum que fornece uma visão mais dark e mais futurista das mensagens que ela deseja nos entregar. Esse abrangente alcance estilístico não apenas renderam sete indicações ao Grammy (incluindo Álbum do Ano e Gravação do Ano), mas também comparações com lendários atos, como Madonna e The Cardigans.

É aplaudível o modo como a cantora e compositora se mantém atenta às orientações atuais, sem abandonar suas clássicas influências. Temos a semi-balada rock-pop “The One That Got Away” – uma das construções mais emocionantes da década de 2010 que explora vocais impecáveis da lead singer e uma história de amor que atravessa as gerações; temos a aparição surpreendente de um disco-techno oitentista em “Hummingbird Heartbeat”, que foi feita para seu ex-namorado Russell Brand; e, finalizando a versão padrão do CD, a power-ballad “Not Like the Movies”, que opta pelas notas pungentes do piano e aposta novamente nas investidas românticas (uma ótima resolução para uma ótima produção musical).

É fato dizer também que Teenage Dream não teve o reconhecimento que merecia quando foi lançado – e não me refiro aqui a números, visto que já provamos que o álbum foi um sucesso magistral no tocante a vendas. Aqui, menciono a recepção crítica, que parece não ter comprado as interessantes mensagens e as competentes delineações musicais das quais Perry se valeu – e a explicação veio com um teor bastante controverso. Certamente o álbum não está livre de deslizes pontuais ou progressões repetitivas – que até mesmo podem ser tachadas de “datadas”, por assim dizer; mas não podemos deixar de lado que a “vulgaridade” com que a obra foi encarada não foi nada menos que a expressão máxima de uma artista que fugia dos padrões impostos pelo cenário fonográfico e que buscava uma identidade única e que alegrasse seus fãs. Mais do que isso, especialistas comentaram sobre a falta de elegância da produção – o que é uma grande mentira, visto a presença de detalhes minuciosos em cada uma das faixas.

Felizmente, a iteração foi redescoberta nos últimos meses – ainda mais considerando seu iminente aniversário. No final das contas, Katy Perry fez algo que parou o mundo e que convidou todos a ouvirem aventuras amorosas, dançantes, narcóticas e livres que permanecem vivas no imaginário popular mesmo dez anos depois de sua estreia.

Elenco de ‘Bridgerton’ tenta adivinhar gírias da realeza em novo vídeo HILÁRIO; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional da aclamada série Bridgerton em que o elenco protagonista tenta adivinhar o significado por trás de gírias da realeza britânica do século XIX.

Confira:

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na plataforma de streaming.

A série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘A Crônica Francesa’: Filme de Wes Anderson ganha cartaz animado e nova data de estreia; Confira!

Através do Twitter, o jornalista Steven Weintraub divulgou um pôster animado de ‘The French Dispatch, aguardado filme do aclamado diretor Wes Anderson.

Além disso, foi revelada a nova data de estreia do longa-metragem: 22 de outubro de 2021 nos cinemas estadunidenses, ainda sem confirmação de lançamento em território nacional.

Confira:

Em uma recente entrevista ao IndieWire, o lendário compositor Alexandre Desplat revelou que já assistiu ao corte final da obra e rasgou elogios a ela.

“Eu assisti à versão finalizada [do longa] há algum tempo, e é simplesmente incrível”, ele comentou. Segundo Desplat, a obra talvez seja “até maior que O Grande Hotel Budapeste.

A produção terá 108 minutos de duração (1 hora e 48 minutos).

O filme estrela Benicio Del ToroFrances McDormandJeffrey WrightAdrien BrodyTimothée ChalametLéa Seydoux, Tilda SwintonMathieu Amalric, Lyna KhoudriStephen ParkOwen WilsonBill Murray.

As filmagens ocorreram na França.

De acordo com o IndieWire, o filme é uma carta de amor aos jornalistas e se passa no posto avançado parisiense de um jornal americano, na metade do século XX.

MARINA lança nova versão de “I Love You But I Love Me More”, faixa de seu aclamado 5º álbum de estúdio

A cantora e compositora MARINA lançou hoje (20) uma nova versão de “I Love You But I Love Me More”, faixa oficial do aclamado álbum Ancient Dreams in a Modern Land.

track marca a colaboração da popstar com o grupo musical Beach Bunny.

Confira:

Lembrando que o álbum já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com os singles “Man’s World”“Purge the Poison”“Venus Fly Trap” e a faixa titular.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, ‘Love + Fear’, foi lançado no ano passado e trouxe uma colaboração com o cantor Luis Fonsi. Ela também participou da trilha sonora da sequência de Para Todos os Garotos que já Amei.

BAFTA 2022 | Ariana DeBose conquista o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por ‘Amor, Sublime Amor’

Amor, Sublime Amor conquistou o coração do público e da crítica – e a estrela Ariana DeBose continua como um dos destaque da temporada de premiações.

Depois de ter levado para casa o Globo de Ouro e o SAG Award, a atriz, que interpretou Anita na produção, conquistou o BAFTA de Melhor Atriz Coadjuvante, mantendo-se como a favorita para ganhar o Oscar.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (‘A Culpa é das Estrelas’) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia.