É bem provável que o nome Sabrina Carpenter não soe familiar – mas a artista estadunidense vem crescendo muito nos últimos anos e angariando uma legião de fãs ao redor do mundo.
Tendo começado sua carreira no Disney Channel e ascendendo a uma sólida fama nos Estados Unidos, Carpenter agora se tornou uma das queridinhas do Brasil, principalmente ao ser escalada como ato de abertura da ‘The Eras Tour’, turnê que celebra os dez álbuns da icônica Taylor Swift.
Pensando nisso, preparamos uma breve matéria elencando cinco canções da artista para você conhecer seu estilo musical e sua identidade camaleônica no cenário fonográfico.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
Um ano depois de ter feito sua estreia com o adorado ‘Eyes Wide Open’, Sabrina resolveu se afastar das incursões mais folk-pop para mergulhar de cabeça no electropop que dominava o cenário mainstream da época. E um dos singles de ‘EVOLution’, seu segundo álbum de estúdio, é o impecável “Thumbs”: a construção da faixa se inicia com um conjunto de cordas de tirar o fôlego, dando as bases para uma narrativa que critica o capitalismo predatório e o ciclo sem fim de apatia numa sociedade movida pela ganância e pelo dinheiro – facilmente um dos pontos mais altos da carreira da cantora.
“PARIS” (2018)
Álbum: Singular – Act I
Sabrina definitivamente merece mais reconhecimento por deixar sua marca como autora dentro da indústria. Ela fica responsável pela palavra final, ganhando sua tão desejada autonomia, e alcança um patamar invejável com duas principais canções: “Paris”, um dos singles do ótimo ‘Singular – Act I’. A faixa rouba nossa atenção pela atmosfera sexy, íntima, quase desnuda, cuja narrativa traz os elementos românticos da Cidade-Luz da belle époque para uma Los Angeles contemporânea.
“LOOKING AT ME” (2019)
Álbum: Singular – Act II
Quando pensávamos que a cantora não poderia mais surpreender, ela nos entrega uma sedutora conclusão em parceria com a competente produção de Johan Carlsson para o elogiado ‘Singular – Act II’. Por mais solta que “Looking at Me” possa parecer em comparação às outras iterações, a track é preconizada pela que a antecede. Os toques do sintetizador casam perfeitamente com a ambiência latina; dito isso, as lyrics seguem um tour-de-force erguido para superar os obstáculos da ansiedade.
“FAST TIMES” (2022)
Álbum: e-mails i can’t send
Em ‘emails i can’t send’, quinto álbum de Carpenter, são várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que a artista protagoniza).
“VICIOUS” (2022)
Álbum: e-mails i can’t send
O aspecto mais divertido e interessante de ‘e-mails i can’t send’ é a forma como a artista realmente deixa se levar por eventos íntimos – durante uma entrevista à Teen Vogue, inclusive, ela disse que compôs as canções a partir de e-mails que mandava para si mesma e que, definitivamente, não poderia enviar para quem queria. É nesse prospecto que surge a ótima “Vicious”, uma track em mid-tempo que flerta com o pop-rock e o pop alternativo: “eu te amei, mas queria não ter te amado” é, de fato, um verso com o qual boa parte dos ouvintes pode se relacionar – e que resume bem o que ela quer nos passar.
Você certamente já ouviu o título ‘Sexta-Feira 13’, mesmo que não goste particularmente de terror ou sequer tenha assistido a um dos capítulos desta que é uma das mais longínquas séries cinematográficas do gênero. É inegável que sua fama a precede. ‘Sexta-Feira 13’ marcou uma época, os anos 80, e ao lado de ‘A Hora do Pesadelo’ foi a franquia assustadora mais famosa do período, e uma das mais bem-sucedidas de todos os tempos. E pensar que a franquia do imortal Jason nem mesmo tinha o Jason em seu primeiro exemplar.
Tudo começou com o produtor Sean S. Cunningham, que estava numa pior e precisava fazer um dinheiro rápido. Antenado, ele percebeu o sucesso que ‘Halloween – A Noite do Terror’, de John Carpenter, havia feito em 1978, se tornando um fenômeno e o filme independente mais rentável da época. ‘Halloween’ pode ser considerado o “pai” dos slasher. E bem, ‘Sexta-Feira 13’ foi a “mãe”. Cunninghan contratou o roteirista Victor Miller e o pediu para “copiar, mas fazer diferente” do que havia visto em ‘Halloween’. Assim, o escritor bolou uma história passada em um acampamento de verão para crianças (um cenário inocente e longe de qualquer perigo).
Apesar de ser a estrela da franquia, o mascarado Jason só daria as caras no segundo filme de ‘Sexta-Feira 13’.
Acontece que o acampamento Crystal Lake tinha fama de ser amaldiçoado. Isso porque décadas antes, assassinatos misteriosos fizeram o lugar fechar. Assim, um grupo de adolescentes anos depois retorna ao local, com o novo dono, com o propósito de reforma-lo e fazê-lo funcionar novamente. Mas alguém não está feliz com esta iniciativa, e irá eliminar os jovens um a um. É a Sra. Voorhees, a antiga cozinheira do local, cujo filho havia se afogado por negligência dos monitores. Assim, numa espécie de ‘Psicose’ invertido, Jason (o filho) e sua mãe se tornam um só, e ela massacra todos que tentam reabrir o lugar traumático.
Corta para 1993, treze anos depois do sucesso do primeiro ‘Sexta-Feira 13’, uma data emblemática. Treze anos depois e nada menos que oito filmes produzidos. Sim, ‘Sexta-Feira 13’ dominou os anos 80, batendo ponto quase em todos os anos da década, deixando escapar apenas dois, com todas as obras produzidas pela Paramount – por uma década a franquia foi uma verdadeira “galinha dos ovos” de ouro para o estúdio, lucrando mais que muitas das produções mais sérias do estúdio. Assim, a Paramount, mesmo tendo um pouco de vergonha de ser associada ao que os críticos da época chamavam de “terror barato”, não recusava suas bilheterias lucrativas.
Durante toda a década de 80, a Paramount foi a casa do maníaco Jason, lucrando com o personagem por oito filmes.
Imagina só, o valor somado do orçamento de todos os ‘Sexta-Feira 13’ nos anos 80 não chegava sequer a US$20 milhões. Por outro lado, o valor somado em bilheteria do resultado destes mesmos oito filmes foi igual a US$206.2 milhões. Ou seja, um lucro de dez vezes mais. Só o primeiro filme, o mais rentável de toda a franquia na época, arrecadou mais do que o investimento na franquia inteira nos anos 80. Apesar disso, com os filmes cada vez mais caros e obtendo um retorno cada vez menor, com o oitavo longa, de Nova York, sendo o maior fracasso financeiro (e o mais caro), a Paramount percebeu que era a hora de passar a bola.
A Paramount havia usado e abusado o quanto pôde da criação de Sean S. Cunninghan, que surgiu como puro plágio de ‘Halloween’. Aliás, é seguro dizer que o estúdio igualmente descaracterizou bastante o que o criador original havia planejado, e isso logo no segundo episódio. Acontece que a assassina Sra. Voorhees havia sido decapitada ao final do primeiro filme. Mas com o sucesso, o estúdio queria realizar uma parte dois.
Após oito filmes na década de 80, a Paramount disse “está bom”, e passou os direitos para a New Line Cinema nos anos 90.
Como fazer isso? A opção foi por trazer o filho da mulher, Jason, agora adulto e vivendo na floresta. Mas ele também havia morrido afogado ao início do original. Essa investida sem sentido fez todos os envolvidos originais, incluindo o diretor e produtor Cunninghan, o roteirista Victor Miller, o técnico em efeitos Tom Savini e a atriz Betsy Palmer ficarem bem longe da sequência.
Pior que a ideia de ‘jegue’ deu certo, e Jason se tornava a cada filme um vilão mais popular do que sua mãe havia sido, até chegar no ícone pop que conhecemos hoje. Assim, ao longo da década de 80 o assassino mudava de forma, de cabeludo e barbudo ficava careca, sua deformidade facial também mudava a cada filme, o que não podia mudar era seu símbolo máximo, a máscara de hóquei introduzida no terceiro filme (isso mesmo). Ele foi esfaqueado, machadado, enforcado, picotado, enforcado, afogado, eletrocutado, morreu, foi enterrado, foi ressuscitado por um raio, enfrentou o clone de ‘Carrie – A Estranha’ e foi passear em Nova York, até a Paramount dizer chega e transforma-lo novamente em criança.
Em ‘Jason Vai para o Inferno’, o vilão ganhava uma família para chamar de sua e novas regras em sua mitologia, aos 45 do segundo tempo.
Com o fim dos anos 80, a Paramount finalmente vendia os direitos de ‘Sexta-Feira 13’ para outro estúdio, a New Line Cinema. Bem, em partes. Acontece que quando o assunto envolve dinheiro, todos sempre querem uma parte. Assim, uma briga judicial pelos direitos da franquia se iniciou entre Sean S. Cunninghan, o dono do conceito, e Victor Miller, o roteirista do filme original. Quando foi vendida para o novo estúdio, o novo proprietário poderia usar o vilão Jason e a mitologia, mas não o título ‘Sexta-Feira 13’ e tampouco a mãe do assassino.
Assim surgia ‘Jason Vai Para o Inferno’, frisando em primeiro plano o nome do vilão. Subtitulado ‘A Última Sexta-Feira’ – repare que não é “A Última Sexta-Feira 13”, e sim ‘A Última Sexta-Feira’. Já que não podiam criar um elo na trama com a mãe de Jason, os realizadores resolveram criar uma família para o vilão, uma que nunca havíamos ouvido falar, com inclusive uma irmã para o psicopata imortal e uma sobrinha. Aliás, nesse tempo todo ficou frisado que Jason era filho único. Se isso não é apelar…
Jason sofreu com as mudanças criativas dos realizadores de seu primeiro filme na New Line, e o longa se tornou o menos apreciado de toda a franquia.
Vale dizer a esta altura que a primeira incursão de Jason em sua nova casa (a New Line) o castigou mais que qualquer final girl. ‘Jason Vai para o Inferno’ se tornaria o episódio pelo qual, digamos, os fãs possuem menos afeto na franquia. E isso em uma série que possui os já pouco apreciados ‘Parte 5 – Um Novo Começo’ (1985), ‘Parte 8 – Jason Ataca em Nova York’ (1989) e ‘Jason X’ (2001).
O motivo de tanto desprezo é para além de uma família de última hora para Jason, ou sequer o fato de o maníaco ressurgir do nada, sem qualquer conexão com o episódio anterior. A barreira maior se encontra na gimmick encontrada para tirar a franquia da mesmice. Coisa que se for distanciar muito do que o público está acostumado, quase sempre resulta em rejeição. A parte 5, por exemplo, deixou Jason de fora (já que havia morrido) e trouxe um farsante em seu lugar. Ninguém comprou. O mesmo foi tentado com o recente ‘Halloween Ends’, que sofreu enorme backlash.
Logo na cena de abertura de ‘Jason Vai para o Inferno’, as expectativas são subvertidas quando o maníaco é explodido em pedaços.
Em ‘Jason vai para o Inferno’, o que os produtores quiseram tentar para sair da mesmice de “Jason ataca jovens no acampamento” foi trazer uma trama totalmente sobrenatural para o episódio 9. Na história, Jason é explodido em pedaços logo na cena de abertura, quando o psicopata acha que vai se dar bem com uma nova vítima sozinha em sua casa no lago – acontece que era uma emboscada do FBI; e o maníaco encontra finalmente o seu fim, já que fica desmembrado.
“The End”? Ainda não. Pois na mesa do legista o coração de Jason começa a bater novamente, e enfeitiça o sujeito que o come a dentadas, assim sendo possuído pelo espírito maligno do vilão. Sem dúvidas é diferente e original, algo nunca tentado na franquia anteriormente. E o que acontece depois daí? O legista assume o manto de Jason, mas o que vemos é um sujeito normal cometendo os crimes do matador de Crystal Lake. E aí temos o mesmo problema da Parte 5: não é quem queremos ver, mesmo que a essência seja dele, a forma não.
A trama inventiva do nono filme traz Jason pulando de corpo em corpo, antes de literalmente ir parar no inferno.
Mas não para por aí, pois a invencionice dos realizadores parece transbordar cada vez mais. Jason não fica no corpo do legista para sempre, já que para fazer graça, o nono filme resolve se tornar também um “whodunit”, aquela espécie na qual temos que adivinhar quem dentre os personagens é o assassino. Aqui sabemos que é Jason, mas a pegadinha se torna: “no corpo de quem Jason está agora”? Isso porque sua essência maligna fica pulando de corpo em corpo, possuindo a população da pequena cidade, desde policiais até advogados. E como ele faz isso: passando uma criatura que mais parece um verme gigante pela boca das vítimas – esse ser é o “Jason real”. É mole?
Mexer tanto no cânone de uma franquia, mesmo sendo um terror slasher, é procurar encrenca com sua base de fãs. E foi justamente isso que ‘Jason vai para o Inferno’ fez. Quis ousar demais, e terminou se tornando blasfemo. Para piorar a situação dos “acréscimos narrativos aos 45 do segundo tempo”, ainda somos introduzidos a um arqui-inimigo de Jason, nas formas de Creighton Duke (Steven Williams), de uma adaga com poderes mágicos, que é a única coisa que de fato pode matar o vilão (e que só pode ser empunhada por uma parente dele) e a regra de que ele poderá voltar à sua forma original caso possua o corpo de alguém da família, coisa que faz e retorna como o mascarado monstruoso. Esse é também o único filme da franquia em que Jason não mostra seu belo rosto para o público.
O nono filme de Jason deveria ser o tão sonhado encontro com Freddy Krueger, já que ambos agora estavam no mesmo estúdio.
No fim das contas, como diz o título, Jason finalmente é mandado para o inferno, com direito a demônios vindo busca-lo aqui na Terra, e puxá-lo para embaixo do solo. A cena final é a mais comentada do filme, e a única coisa pela qual os fãs possuem carinho de verdade. Acontece que ficamos com aquela sensação de que o filme todo só foi produzido para unir no mesmo estúdio os dois grandes monstros dos anos 80: Jason e Freddy Krueger, encontro que já era ensaiado em tal década. Agora, com ambos na New Line o sonho era possível. E a prova disso é tal cena: na qual após ser puxado para o inferno, a mão de Freddy sai do solo para buscar a máscara de Jason, que havia ficado para trás. Esse encontro, no entanto, levaria nada menos que dez anos para sair do papel. O filme está disponível na HBO Max.
Os anos 80 foram uma época inesquecível para todos que puderam aproveitá-la. Tanto que até hoje o período é lembrado e revisitado na cultura pop nas mais variadas mídias, ao ponto de fazer mesmo os que não eram vivos na época acharem que conhecem a década como se nela estivessem estado.
Em 2020, os anos 80 começaram a fazer 40 anos. E essa é uma comemoração especial demais para passar em branco. A década parece nunca ter estado tão viva quanto agora. Este ano, chegou a vez dos filmes de 1983 fazerem aniversário de quatro décadas. Para celebrá-los resolvemos trazer nesta matéria os dez mais populares. Como medimos essa popularidade, você pergunta? Bem, é simples. Analisamos a quantidade de votos que obtiveram no maior banco de dados de cinema na rede: o IMDB. Confira abaixo, diga quais são seus preferidos e monte seu próprio ranking.
10) Negócio Arriscado – 97 mil votos
Sim, o astro Tom Cruise foi um ator adolescente e fez comédias adolescentes no cinema – para nossa alegria. A mais famosa delas definitivamente é ‘Negócio Arriscado’, na qual vive um rapaz colegial tímido, filho de pais severos, que vê a grande chance de liberdade quando eles viajam e deixam a casa sob sua responsabilidade. Já imaginou? Sim, eram os anos 80.
09) Videodrome: A Síndrome do Vídeo – 100 mil votos
O diretor David Cronenberg está meio sumido dos holofotes na atualidade. O cineasta é uma das grandes vozes do cinema de gênero saído dos anos 70/80, assim como John Carpenter. Uma de suas obras mais cult na época, e que precisa ser redescoberta pela geração mais nova de aficionados por terror (não sendo tão comentada hoje quanto deveria) é ‘Videodrome’, uma olhada vanguardista nas transmissões por satélite, do que viria a se tornar a dark web. James Woods e a cantora Debbie Harry, da banda Blondie, protagonizam.
Matthew Broderick estará para sempre guardado em nossos corações como Ferris Bueller, do clássico absoluto dos anos 80, ‘Curtindo a Vida Adoidado’. Porém, três anos antes de cabular aula da maneira mais épica possível, Broderick já se metia em grandes problemas no papel de David, um adolescente especialista em jogos eletrônicos que, inadvertidamente acessa os computadores do governo americano e quase inicia a Terceira Guerra Mundial com a então União Soviética, em plena Guerra Fria.
Por falar em tensão entre países e espionagem, é claro que um verdadeiro ícone do gênero não poderia ficar de fora. Esse foi o décimo terceiro filme da cronologia oficial de 007, e o sexto protagonizado por Sir Roger Moore (num total de sete filmes). Esse ficaria também conhecido como o ano do duelo entre dois James Bond. Acontece que Moore estava preparado para se aposentar quando foi trazido às pressas porque os produtores ficaram sabendo da volta de Sean Connery, fora da franquia oficial, em ‘Nunca Mais Outra Vez’. E para a surpresa de muitos, Roger Moore foi quem se deu melhor nessa disputa. Na trama, ele enfrenta e romanceia a vilã Octopussy (Maud Adams), uma poderosa contrabandista da Índia.
Uma comédia verdadeiramente inesquecível, no Brasil a geração dos anos 80 e 90 jamais esquecerá este filme graças às inúmeras reprises do SBT. Esse foi o papel mais famoso de Chevy Chase, um ator que é a cara dos anos 80. Aqui ele estrela como o atrapalhado Clark Griswold, o patriarca de uma família, e com os seus deseja realizar uma viagem de carro, cruzando os EUA, até o parque de diversões Wally World (uma sátira da Disney). A comédia funciona como escracho do “sonho americano que deu ruim”.
O grupo de humoristas britânicos doMonty Python se tornaram icônicos para toda uma geração. Seu humor ácido, mas sofisticado e dono de grande crítica social e política é emblemático e precisa ser descoberto pelas novas gerações. Por mais que tenham se enveredado por outros projetos mais ambiciosos (como ‘Brazil – O Filme’), a trupe só estrelou mesmo como Monty Python três longas-metragens para o cinema: ‘Em Busca do Cálice Sagrado’ (1975), ‘A Vida de Brian’ (1979) e este ‘O Sentido da Vida’ – que funciona como uma série de esquetes sobre… bem, o mencionado no título.
Propício para a época de Natal, aqui temos um filme estrelado por uma trinca de respeito: Eddie Muprhy, Dan Aykroyd e Jamie Lee Curtis. Um ano antes de ‘Um Tira da Pesada’ e ‘Os Caça-Fantasmas’, Murphy e Aykroyd estrelam como um sem-teto golpista e um playboy pomposo, respectivamente, que viram joguete nas mãos de dois idosos milionários e inescrupulosos, e trocam de lugar, para provar a máxima de que “o meio faz o homem”. Também um clássico absoluto das reprises do SBT.
Se ‘Trocando as Bolas’ é um filme Natalino um pouco mais ácido e “para maiores”, agora temos na lista um verdadeiro filme de Natal família. ‘Uma História de Natal’, da MGM, permanece como um grande favorito para a exibição na época de fim de ano, e um dos maiores clássicos sobre o tema. Afinal, quem nunca viu o rosto do menino loirinho de óculos Ralphie, cujo maior sonho no Natal de 1983 era ganhar uma espingarda de chumbinho (eram os anos 80!)? Ou a imagem do menino vestido de coelhinho rosa? Seu pai (Darren McGavin) faz de tudo para que a ocasião seja perfeita. A popularidade cult do filme fez surgir uma continuação 39 anos depois, com Ralphie agora adulto (vivido pelo mesmo Peter Billingsley).
Agora damos um pulo grande em popularidade (é só conferir a diferença de votos entre este e o item anterior). ‘Scarface’ é simplesmente um dos filmes criminais mais adorados da história do cinema. Quanto citamos filmes de máfia, os primeiros que vêm à mente podem ser a trilogia ‘O Poderoso Chefão’ e ‘Os Bons Companheiros’; mas logo a seguir estará ‘Scarface’. Remake de uma produção da década de 1930, Brian De Palma resolve modificar o enredo, contando sobre um imigrante cubano chegando a Miami, iniciando um verdadeiro império de drogas. O grande Al Pacino vive o icônico Tony Montana, e Michelle Pfeiffer, em um de seus primeiros papeis de destaque, é a durona Elvira.
Não tem jeito! Chega a ser irônica a diferença do número de votos (traduzindo a popularidade) deste filme em relação a alguns dos demais na lista. Mas isso só demonstra a ressonância que Star Wars ainda possui com os fãs. Talvez hoje em dia essa fama tenha aumentado ainda mais. Star Wars é uma franquia que nunca saiu da boca do povo – no início dos anos 90 sendo o período de maior seca para a franquia. Depois disso, ela decolaria novamente e nunca mais frearia. ‘O Retorno de Jedi’ foi o favorito de toda uma geração, que vibrou com a cena de abertura no palácio de Jabba e o confronto final entre Luke Skywalker, Darth Vader e o Imperador.
Nos últimos dias, mais rumores sobre o próximo filme da franquia ‘007’, apelidado carinhosamente de ‘Bond 26’, começaram a despontar nas redes sociais – incluindo um que apontava que Jacob Elordi, astro de ‘Euphoria’, estaria sendo cotado para interpretar o icônico James Bond.
Agora, em entrevista à Extra, Elordi comentou sobre os boatos, mas não deu nenhum indicativo de que sabia que estava sendo considerado para o papel.
“Isso é lindo”, ele respondeu. “Eu gosto que as pessoas talvez me queiram colocar em seus filmes. Me deixa muito contente”.
Anteriormente, o aclamado diretor Christopher Nolan também falou sobre rumores de que dirigiria o próximo capítulo da saga de espionagem, mas os desmentiu de forma categórica.
Porém, o diretor desmentiu à Associated Press que vai fazer o próximo filme do espião.
“Infelizmente não é verdade. Mas estou bastante empolgado que a greve acabou e vamos voltar a trabalhar”, ele afirmou, à Associated Press.
O World of Reel havia divulgado que a produtora da franquia Barbara Broccoli tinha Nolan em vista para roteirizar e dirigir os próximos DOIS filmes do espião.
Danny Boyle, Denis Villeneuve e Paul Greengrass são outros cotados para assumir o projeto.
O primeiro episódio do especial de 60 anos da aclamada série ‘Doctor Who’, que traz David Tennant de volta como o 14º Doutor, já está disponível no Disney+ e, para celebrar seu lançamento, o capítulo ganhou um incrível cartaz inédito.
Confira:
O Doutor, uma batalha difícil e um reecontro épico.
O primeiro episódio é intitulado ‘The Star Beast’. Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.
Relembre o trailer:
A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harriscomo um misterioso vilão, Yasmin Finney como Rose Noble, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.
Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.
Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.
Faltando apenas duas semanas para o Natal, Greg Heffley está fazendo tudo o que pode para ser bom à medida que a temporada de dar e receber presentes se aproxima. E embora queira ficar nas boas graças de seus pais, Frank e Susan, para conseguir um valioso videogame, ele não consegue evitar de se meter em problemas com seu melhor amigo Rowley, acidentalmente acionando uma bola de neve gigante que rola abaixo a colina de sua vizinhança e danifica o limpa-neve de Gabby. Embora ele e Rowley escapem sem serem identificados como culpados, Greg logo percebe que evidências que o ligam ao crime podem ser descobertas na caixa de doação de brinquedos próxima à cidade. Mas quando uma nevasca gigante cai sobre a cidade, Greg acaba preso em sua casa sem energia, com os suprimentos cada vez mais escassos, um Frank frenético, um Rodrick desconfiado e uma mãe desesperada para tentar encontrar uma maneira de reunir sua família para aproveitar os feriados.
E isso sem mencionar as travessuras do irmãozinho Manny ou do assustador elfo escoteiro do Papai Noel que parece estar observando cada movimento seu. Confinado em sua casa, Greg deve encontrar uma maneira de encobrir seu erro sem que ninguém descubra, ou ele pode dar adeus ao novo jogo. Pior ainda, sem nenhum arado para resgatá-los, os Heffleys devem fazer o impensável: passar algum tempo juntos como uma família.
Que a Netflix é uma das grandes potências atuais do audiovisual ninguém tem a menor dúvida a esta altura. O que começou como uma via alternativa para as locadoras e as mídias físicas digitais (DVDs e Blurays) seguiu para se tornar um colosso, fazendo frente aos grandes estúdios. Pouco tempo depois de seu lançamento exibindo filmes online de grandes estúdios, a Netflix já estava produzindo seu próprio conteúdo. Em 2013, estreava programas como ‘House of Cards’, com produção de David Fincher, ainda uma das séries mais queridas da plataforma. Dois anos depois, entrava no ramo dos filmes também, com ‘Beasts of no Nation’ – seu primeiro longa-metragem original.
Nessa trajetória de 10 anos produzindo material original e exclusivo, a Netflix cresceu muito e apareceu. Hoje, não existe um artista, um ator, uma atriz ou um realizador que não queira trabalhar com a empresa/estúdio se tiver a oportunidade. Pela casa já passaram verdadeiras lendas da sétima arte, comoMartin Scorsese, por exemplo. Ou o próprio David Fincher. Astros e estrelas do porte de Meryl Streep, Robert De Niro, Al Pacino, Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Sandra Bullock, Will Smith, Jennifer Lawrence… a lista é longa. E esse ano, alguns outros nomes bastante badalados se juntam a eles.
Esse é o tema desta segunda matéria na série sobre a próspera Netflix – os grandes nomes dos maiores diretores de Hollywood que já assinaram contrato com o streaming. Que o canal tenha vida longa e possa empregar muitos profissionais do ramo – ao mesmo tempo em que entrega arte de primeira para o público. Confira abaixo.
Considerado por muitos “o” maior diretor ainda em atividade (e um dos maiores de todos os tempos), Martin Scorsese é um tesouro mundial. O icônico realizador está atualmente em cartaz com o épico ‘Assassinos da Lua das Flores’, com Leonardo DiCaprio e Robert De Niro – filme da Apple TV+. Seu mais recente trabalho, no entanto, não foi a primeira incursão de Scorsese por uma plataforma de streaming. Já que em 2019, o mundo parou para conferir a parceria de Marty com a Netflix. E a escolha para tal foi a reunião com os lendários De Niro e Joe Pesci, de ‘Os Bons Companheiros’ e ‘Cassino’. Mas ‘O Irlandês’ não parou por aí, já que trouxe Al Pacino para o lado do cineasta pela primeira vez. Imperdível.
Um patamar abaixo de Scorsese estão os irmãos Joel e Ethan Coen, que começaram sua carreira na década de 1980, e possuem longas como ‘Fargo’, ‘Onde os Fracos Não Tem Vez’ e ‘O Grande Lebowski’ no currículo. Extremamente cultuados, seu projeto junto à Netflix originalmente seria uma série, com histórias separadas em cada episódio, tendo o velho Oeste como único elo entre elas. Até mesmo o tom de tais episódios é díspar, abrangendo desde a comédia, o drama e o suspense. Mas ‘A Balada de Buster Scruggs’ por fim se tornaria um longa-metragem de 2h e 13 minutos.
Um dos cineastas mais representativos a ter passado por Hollywood, Spike Lee revolucionou a ser o cineasta negro de maior prestígio dentro da maior indústria de cinema do mundo em 1989, com o lançamento do ainda muito pungente ‘Faça a Coisa Certa’. Por anos seu recado foi dado. Mas a partir da luz do retrocesso social que o mundo anda passando, Lee ganhou voz de novo e entregou ‘Infiltrado na Klan’ (2018), filme indicado ao Oscar. Com a Netflix, logo depois disso, adaptou na forma de série seu primeiro longa ‘Ela quer Tudo’. Depois, fez sucesso com ‘Destacamento Blood’, drama de guerra com Chadwick Boseman.
David Fincher é o que podemos chamar de diretor que traz o melhor dos dois mundos. Isso significa que faz filmes para os cinéfilos, mas também para o grande público. Não é à toa que guarda no currículo alguns dos longas de suspense mais celebrados da história, vide ‘Seven’, ‘Clube da Luta’ e ‘Garota Exemplar’. Seu filme mais recente é ‘O Assassino’, com Michael Fassbender e Sophie Charlotte, uma produção da Netflix que vem dando o que falar. Mas antes disso, Fincher esteve lá, nos primórdios da plataforma produzindo ‘House of Cards’. E também teve o dedo em ‘Mindhunter’, outro programa celebrado da casa. Antes de ‘O Assassino’, havia dirigido o indicado ao Oscar ‘Mank’ (2020), drama em preto e branco sobre um roteirista de Hollywood.
Agora falamos de um diretor saído dos anos 80, que igualmente se tornou um ícone dos anos 90. Isso graças a trabalhos exemplares em filmes como ‘Edward Mãos de Tesoura’, ‘Ed Wood’, ‘Beetlejuice’ e, claro, os dois primeiros ‘Batman’ para o cinema. Tudo bem que Tim Burton andava meio sem rumo, já não tendo mais a mesma identidade e parecendo ser um diretor de aluguel somente, para os grandes estúdios. Mas ele encontrou novamente sua voz ao produzir e dirigir o fenômeno ‘Wandinha’, com a Netflix, fazendo as pazes com o sucesso e com os fãs.
Agora chegamos à tríade mexicana que dominou Hollywood em 2007, graças ao Oscar daquele ano. Começaremos com Alfonso Cuarón, o primeiro a realizar uma muito bem-sucedida parceria com a Netflix. Mais conhecido pelo grande público e pelo espectador casual de cinema como o diretor de ‘Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban’ (2004), o melhor da franquia, Cuarón, é claro, foi responsável também pelo mega sucesso ‘Gravidade’ (2013). No Oscar em questão (de 2007), entregou o cult ‘Filhos da Esperança’. Já com a Netflix fez ‘Roma’, drama prestigiado sobre a vida de uma empregada doméstica no México, indicado ao Oscar de melhor filme.
Segundo diretor da tríade mexicana de 2007, naquele ano Guillermo del Toro foi presenteado com nada menos que seis indicações ao Oscar para o excepcional ‘O Labirinto do Fauno’, incluindo melhor filme estrangeiro, saindo vitorioso nas categorias de melhor direção de arte, maquiagem e fotografia. Esse talvez seja seu melhor filme até hoje. Do trio, del Toro é o mais pop, isso porque tem no currículo filmes bem pipoca, vide ‘Blade 2’, dois ‘Hellboy’ e ‘Círculo de Fogo’. Com a Netflix, além de garantir uma série própria de antologia, com a moral de ter seu nome no título, ‘O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro’, resolveu tentar algo diferente, criando seu primeiro filme em animação em stop-motion. O resultado foi um dos longas mais elogiados de 2022, com sua versão para o clássico ‘Pinóquio’.
Alejandro G. Iñarritú
Fechando a trinca dos mexicanos mais famosos e poderosos de Hollywood, temos o que foi por muito tempo o mais ambicioso e celebrado deles: Alejandro Gonzales Iñarritú. No citado Oscar 2007, AGI entregava ‘Babel’, drama indicado ao Oscar com Brad Pitt e Cate Blanchett. Mas a carreira do diretor atingiria outro nível com a dobradinha ‘Birdman’ e ‘O Regresso’, em 2014 e 2015, dois dos filmes mais comentados da década passada e que terminaram como queridinhos do Oscar. Assim, AGI atingia outro nível de diretor. Para não deixar o sucesso subir à cabeça, ele decidiu dar um passo para trás e descansar um pouco. Quando retornou, fez parceria com a Netflix para o mais intimista ‘Bardo’ (2022), filme para cinéfilos que quase ninguém viu ou comentou.
O inglês Paul Greengrass marcou seu nome em Hollywood graças ao sucesso estrondoso da franquia ‘Bourne’ em meados da década de 2000. Os mais novos talvez não lembrem, mas os filmes de ação e espionagem protagonizados por Matt Damon como o espião desmemoriado redefiniram o gênero, sendo a base para os filmes no estilo e influenciando até mesmo titãs como ‘007’ e ‘Missão: Impossível’. Greengrass dirigiu ‘A Supremacia Bourne’ (2004) e ‘O Ultimato Bourne’ (2007) e só se falava nisso na época. Ele fez também o tenso e elogiado ‘Voo United 93’ (2006), sobre o avião que atingiu as Torres Gêmeas. Com a Netflix fez dois ótimos filmes. Primeiro, o tenso ’22 de Julho’ (2018), baseado em um massacre da vida real, que chocou o mundo. Depois, repetiu a dobradinha com Tom Hanks de ‘Capitão Phillips’ (2013), no faroeste dramático ‘Relatos do Mundo’ (2020).
Bong Joon Ho
O diretor sul-coreano Bong Joon Ho ganhou o mundo graças ao sucesso estrondoso de crítica e público de um certo ‘Parasita’ (2019), você certamente já ouviu falar. Mas o cineasta já tinha no currículo obras cult e sempre gostou do cinema de gênero, como o filme de monstro ‘O Hospedeiro’ (2006) e a ficção científica futurista ‘Expresso do Amanhã’ (2013) – tudo, é claro, realizado com muito conteúdo questionador, social e político. Quando chegou a hora da parceria com a Netflix, a escolha não podia ser diferente, e Joon Ho escolheu uma crítica à indústria de carne, envelopado de cinema fantástico com ‘Okja’ (2017). Tente ver o filme e não chorar.
A 7ª temporada da série animada ‘Rick e Morty‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, foi divulgada a cena de abertura para promover o 7º episódio da aclamada atração.
Intitulado “Wet Kuat Amortican Summer”, o episódio vai ao ar hoje, 26 de novembro.
Confira:
“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.
Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
‘A Magia de Aruna’, nova série fantástica brasileira, estreia esta semana no catálogo do Disney+.
A produção tem lançamento agendado para esta próxima quarta-feira,29 de novembro, na plataforma de streaming.
A série mostra um mundo que está atravessando uma crise solar. Nele, um cinzento Rio de Janeiro é o lugar onde vive a jovem Mima. Ela é uma adolescente que faz de tudo para esconder seu estranho poder de hiper empatia enquanto a magia parece algo cada vez mais distante.
Porém, ao participar de uma importante competição, Mima acaba enfrentando um desafio que a faz perder o controle desse misterioso dom. Ao se afastar de seus companheiros de equipe, a jovem revela um feitiço realizado há 300 anos. E, com isso, ela acordará as três Bruxas Guardiãs.
Sucesso! O épico ‘Napoleão‘ surpreendeu em seu lançamento nas bilheterias, arrecadando sólidos US$ 78.8 milhões em sua estreia global.
Nos EUA, o novo filme do Ridley Scott conquistou o TOP 2 nas bilheterias ao desbancar a estreia da animação ‘Wish: O Poder dos Desejos‘ (US$31.7M), arrecadando US$ 32.5 milhões no final de semana estendido de Ação de Graças.
Internacionalmente, a produção soma US$ 46.3 milhões através de 56 mercados.
O TOP 5 dos maiores mercados inclui o Reino Unido (US$6.6M), França (US$5.6M), Alemanha (US$3.4M), Espanha (US$3.3M) e Itália (US$3.1M).
O resultado ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam uma estreia global em torno de US$ 46 milhões.
Vale lembrar que ‘Napoleão‘ conquistou apenas 62% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, o ator Joaquin Phoenix brilha no papel titular e o longa traz uma direção competente do Ridley Scott(‘Gladiador’), apesar de estar abaixo de alguns dos seus melhores trabalhos.
Separamos os trechos das principais críticas:
“O filme traz alguns problemas que o corte estendido [de diretor] pode acabar resolvendo, mas ‘Napoleão’ ainda consegue alcançar uma vitória impressionante.” (Total Film)
“Eu ri mais assistindo a este filme do que em qualquer outro lançamento deste ano. E as risadas foram genuínas e intencionais.” (Uproxx)
“Um retrato de ambição que faz com que a grandeza pareça a pior coisa que uma pessoa pode aspirar. Embora não esteja no mesmo nível de alguns dos outros trabalhos do Ridley Scott, ‘Napoleão’ segue como uma experiência intrigante em termos de narrativa.” (Decider)
“Joaquin Phoenix está completamente comprometido em interpretar o Napoleão Bonaparte como uma criança mimada e petulante. O filme tem prazer de minar, em todos os momentos, a bravata de Bonaparte.” (United Press International)
“Joaquin Phoenix está imponente como o ‘Napoleão’ – um blockbuster brutal que traz um estilo de direção que não é mais comum atualmente.” (The Movie Podcast)
“‘Napoleão’ é um filme grandioso, tanto por causa da narrativa bem construída, como também por causa das escolhas inspiradas do Joaquin Phoenix.” (Collider)
“Apesar de ser épica, a parceria entre o diretor Ridley Scott e o astro Joaquin Phoenix causou um impacto muito maior em ‘Gladiador’.” (Daily Mail UK)
A animação ‘Wish: O Poder dos Desejos‘, que promete ser uma celebração dos 100 anos da Disney, decepcionou em sua estreia nas bilheterias dos EUA.
O longa arrecadou apenas US$ 31.7 milhões durante o final de semana estendido no território norte-americano, sendo desbancado por ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ (US$42M) e ‘Napoleão‘ (US$32.5M).
O resultado ficou muito abaixo das projeções iniciais, que indicavam uma estreia em torno de US$ 40-45 milhões no país.
Além disso, o filme arrecadou apenas US$ 19.5 milhões no final de semana regular (três dias). Para termos de comparação, ‘Elementos‘ estreou com US$ 29.6 milhões no território norte-americano. Apesar de ter sido considerada um fracasso na época, a produção da Pixar surpreendeu com sua estabilidade e acumulou impressionantes US$ 154.4 milhões no país – somando sólidos US$ 495.8 milhões mundialmente.
A situação de ‘Wish: O Poder dos Desejos‘, no entanto, é um pouco diferente. Além de contar com um orçamento de US$ 175-200 milhões, a animação dividiu a opinião dos críticos – alcançando apenas 50% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que o longa falha em sair da sombra das produções anteriores do estúdio, tornando-se apenas um festival de referências e comprometendo sua própria identidade.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Este filme é uma homenagem apropriada à Disney: Não apresenta nada novo, apenas celebra o gênero que o estúdio já construiu.” (Empire Magazine)
“Ariana DeBose canta alguns boas canções, mas essa alegada celebração dos 100 anos da Disney acaba decepcionando.” (The Messenger)
“‘Wish: O Poder dos Desejos’ é uma animação limitada que oferece diversas referências aos clássicos do estúdio – uma estratégia que apenas expõe quão únicas as animações do estúdio costumavam ser.” (Screen International)
“‘Wish: O Poder dos Desejos’ é uma decepção. O que deveria ser uma linda celebração ao passado da Disney, se torna uma caça sem graça por referências. O coração do filme está no lugar certo, mas as peças nunca se encaixam corretamente.” (Austin Chronicle)
“Este filme parece uma tentativa de voltar às origens do estúdio após uma década de produções desniveladas. Infelizmente, ‘Wish: O Poder dos Desejos’ acaba sofrendo com uma grave crise de identidade.” (Daily Telegraph UK)
“Uma incrível homenagem às clássicas animações musicais do passado.” (The Jam Report)
“O ponto mais negativo do filme é a sua própria história. A fundação da narrativa falha entre os conceitos de desejos e sonhos.” (Film Threat)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de janeiro de 2024.
A trama acompanha uma jovem garota chamada Asha, que deseja uma estrela e obtém uma resposta mais direta do que esperava quando uma estrela problemática desce do céu para se juntar a ela. Asha, então, enfrentará um dos inimigos mais formidáveis do universo e terá que se unir à Star, uma força cósmica e uma bola ilimitada de pura energia e talvez caos.
Nos EUA, o longa da Lionsgate permanece no topo das bilheterias, com sólidos US$ 42 milhões arrecadados no final de semana estendido – desbancando as estreias de ‘Napoleão‘ (US$32.5M) e ‘Wish: O Poder dos Desejos‘ (US$31.7M).
Considerando o final de semana regular (3 dias), o longa registrou uma queda de apenas -35% no país.
A produção já soma US$ 98.4 milhões no território norte-americano. Internacionalmente, o filme arrecadou US$ 98.9 milhões – totalizando US$ 197.3 milhões arrecadados mundialmente.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$6.7M), Alemanha (US$5.1M), China (US$4.6), França (US$4.2M) e México (US$3.7M).
‘Pacificador’ se destacou como uma das séries mais elogiadas pelos fãs da DC, fruto do trabalho de James Gunn e protagonizada por John Cena. Esta é uma das poucas séries a sobreviver ao reboot da DCU. EnquantoJames Gunn concentra-se no desenvolvimento de ‘Superman: O Legado’ e no novo universo da DC, detalhes sobre a próxima temporada de ‘Pacificador’ foram divulgados.
Apesar dos fãs pedirem diariamente a inclusão de novos personagens, como Slade/Exterminador e Oliver Queen/Arqueiro Verde, na segunda temporada de ‘Pacificador’, James Gunn confirmou que um personagem não estará presente: Bat-Mirim. Quando questionado por um fã no Threads, o cineasta respondeu.
“Por mais que eu ame o Bat-Mirim, ele não estará na segunda temporada”.
O Bat-Mirim, uma criatura da quinta dimensão e grande fã do Batman, teve menções na primeira temporada da série. Esse personagem, um dos favoritos de Gunn, teve seu nome bastante presente durante a exibição da temporada feita pelo chefão da DC.
James Gunn já confirmou que está escrevendo o roteiro para a próxima temporada de ‘Pacificador’, mas ainda não temos uma data de estreia definida.
‘Pacificador’ traz John Cena reprisando seu papel do filme O Esquadrão Suicida: o polêmico Pacificador. Uma figura determinada a alcançar paz, não importa quantas pessoas ele tenha que matar. Na trama, o personagem é convocado por uma força tarefa improvisada do governo, sem o consentimento de Amanda Waller, para tentar impedir uma ameaça que coloca em risco a vida de muitos.
James Gunn assina o roteiro da série e comanda diversos episódios.
Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.
O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert Patrick, Nhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.
Através do Twitter, a página oficial da peça teatral inspirada na série ‘Stranger Things‘.
Intitulada ‘The First Shadow‘, a trama é ambientada décadas antes da série de TV, no ano de 1959, “antes do mundo virar de cabeça para baixo…” E vai explorar a evolução do telepata Henry Creel até se transformar em Vecna, o grande vilão da série.
A imagem divulgada mostra o Demogorgon se preparando para atacar Henry quando ele é enviado para o Mundo Invertido.
Conversando como The Wrap, o produtor Shawn Levy comentou sobre o projeto e elevou as expectativas dizendo que:
“Estamos ocupados em várias frentes porque, além das gravações da temporada final da série, também teremos nossa peça de ‘Stranger Things‘ estreando em Londres em breve. É fabulosa. É incrível pra caramba.”
Ele continuou, ressaltando também que está esperançoso sobre o início das filmagens da última temporada da série:
“Essa peça superou todas as nossas expectativas. Estamos muito entusiasmados em compartilhar isso com o mundo. Estamos ansiosos para expandir este universo – nosso elenco, nossa equipe… Todos não só precisam voltar ao trabalho porque temos centenas de membros da equipe que não conseguiram ganhar a vida desde o início das greves, mas estaremos filmando [a temporada final] muito em breve, logo após o término da greve dos atores.”
Lembrando que o elenco da produção finalmente foi revelado.
Escrita por Kate Trefry, que também é produtora executiva da série, a peça conta com a direção de Stephen Daldry (‘The Crown’) e Justin Martin (‘Together’).
Com estreia marcada para este ano, a atração estará em cartaz somente no teatro West End, localizado em Londres, capital da Inglaterra.
Confira o teaser e a sinopse:
“Hawkins, 1959, uma cidade normal com preocupações regulares. O carro do jovem Jim Hopper não pega, a irmã de Bob Newby não leva seu programa de rádio a sério e Joyce Maldonado só quer se formar e dar o fora da cidade. Quando o novo aluno Henry Creel chega, sua família descobre que um novo começo não é tão fácil… E as sombras do passado têm um alcance muito longo”.
Enquanto isso, vale lembrar que todas as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.
Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
Scout Willis, a filha deBruce Willis e Demi Moore, postou um vídeo ao lado do pai durante o Dia de Ação de Graças.
Willis foi diagnosticado com demência frontotemporal e aparece segurando a mão da filha.
EMOCIONANTE!
Scout Willis, a filha de Bruce Willis e Demi Moore, postou um vídeo ao lado do pai durante o Dia de Ação de Graças. Willis foi diagnosticado com demência frontotemporal e aparece segurando a mão da filha. <3 pic.twitter.com/IZr47VFcfJ
Anteriormente, em uma entrevista ao Today Show, Emma Heming Willis, esposa do ator, abordou abertamente o diagnóstico de demência de seu marido, que levou ao encerramento de sua carreira.
Emma compartilhou a importância de entender a doença e de falar abertamente sobre ela com suas filhas, a fim de eliminar qualquer estigma associado ao diagnóstico.
Ela afirmou: “O mais importante foi podermos, para nós, dizer o que era a doença, explicar o que é, porque quando você sabe o que é a doença do ponto de vista médico, tudo faz sentido”. Emma enfatizou que deseja evitar qualquer vergonha ou estigma relacionado à doença do pai em suas filhas.
Emma também expressou sua gratidão pelo apoio e amor contínuo de Bruce, mesmo enquanto lida com a demência. Ela destacou a importância de focar na alegria da vida e seguir em frente, como uma forma de honrar o desejo de Bruce.
“É muito importante para mim tirar os olhos da dor e da tristeza para poder ver o que está acontecendo ao nosso redor. Bruce realmente gostaria que estivéssemos na alegria do que é. Ele realmente iria querer isso para mim e nossa família.”
A demência é uma condição ou grupo de distúrbios causados pela perda progressiva de células nervosas nos lobos frontal ou temporal do cérebro. Como Willis já vinha tratando a afasia e não obteve melhoras, isso indica uma progressão constante da deterioração futura.
O próximo filme da DC, ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’, está prestes a ser lançado. No entanto segundo as previsões do Box Office Pro, a nova aventura do Rei de Atlântida terá uma abertura menor do que ‘As Marvels’ e terá uma arrecadação total nos EUA bastante decepcionante.
Embora as pré-vendas antecipadas de ingressos estejam 25% à frente de ‘Shazam! Fúria dos Deuses’, filme anterior da Warner, as previsões iniciais indicam que ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’deverá ter uma abertura nos EUA entre US$32 milhões a US$42 milhões durante o fim de semana de estreia.
Se confirmado, isso representará uma estreia inferior à de ‘As Marvels’, que arrecadou US$47 milhões e é considerado um dos maiores fracassos desse ano.
E isso não é tudo: as projeções também afirmam que o total doméstico de bilheteria seja de apenas US$105 milhões – uma brutal queda em comparação ao filme anterior, que alcançou a marca de US$335 milhões apenas no mercado norte-americano.
O primeiro ‘Aquaman’ foi um sucesso surpreendente, arrecadando US$1,15 bilhão mundialmente.
O primeiro episódio do especial de 60 anos da aclamada série ‘Doctor Who’, que traz David Tennant de volta como o 14º Doutor, já está disponível no Disney+ e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores do capítulo, intitulado “The Star Beast”.
Confira:
As sequências, “Wild Blue Yonder” e “The Giggle”, estreiam em 02 e 09 de dezembro.
A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harriscomo um misterioso vilão, Yasmin Finney como Rose Noble, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.
Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.
Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.
‘Garoto Devora Universo’ conta a história de um garoto que faz de tudo para evitar que sua família se desintegre. Ambientada na década de 1980 na Austrália, a série é uma adaptação do famoso livro de Trent Dalton que mostra o que acontece quando a inocência da adolescência entra em choque com a brutalidade do mundo adulto.
Um jogo cruel está sendo usado por muitos adolescentes. Em meio ao caos, uma jovem tenta descobrir o que realmente aconteceu com a sua irmã, sem perceber os riscos de ser ela mesma uma vítima do jogo da morte.
Após o sucesso do live-action de ‘One Piece’, novidades surgiram sobre a adaptação live-action de ‘Naruto’. O filme está sendo produzido pela Lionsgate e pode ser lançado antes do esperado pelos fãs.
Segundo o Comicbook, Tasha Huo, roteirista do filme, compartilhou sua experiência na produção do longa.
“Adaptar personagens ou propriedades icônicas torna a escrita mais fácil, porque a paixão por escrevê-los já está presente. Eu já sou tão inspirada por esses personagens que é empolgante apenas pegar uma parte de suas jornadas e tentar contar essa história divertida de uma forma que me atraia como fã.”