Site Página 2172

As Cenas de Terror Mais MARCANTES dos anos 80

Quem cresceu nos anos 80 guarda com muito carinho toda a injeção de cultura pop recebida na época: fosse os grandes filmes inesquecíveis dos cinemas (que ainda são muito badalados nos dias de hoje), as séries de TV, os desenhos animados e por aí vai. É claro que toda criança da época adorava também um bom filme de terror, que assistíamos escondidos de nossos pais, na sala à noite depois que todos já haviam ido dormir. Com muito medo, nos escondendo debaixo da coberta, ou atrás dos dedos das mãos, a curiosidade de conhecer aquelas histórias macabras e assustadoras era sempre maior. Isso ajudou também a formar essa época tão inesquecível, onde as exibições das TVs abertas formavam toda uma geração de cinéfilos. Era só ligar a TV, sintonizar um canal e descobrir o que estava sendo exibido. Ou buscar aquele filme após ter visto o anúncio dos comerciais inúmeras vezes.

Quando falamos de terror nos anos 80, a maioria pensa automaticamente em franquias como ‘Sexta-Feira 13’, ‘A Hora do Pesadelo’ e ‘Halloween’, que certamente dominaram a década. Mas os anos 80 guardam inúmeras pérolas escondidas em seu acervo, e algumas delas certamente assustaram a mim e toda a minha geração. Tais filmes não são necessariamente os melhores do gênero, e alguns talvez nem mesmo sejam considerados bons, mas o que será levado em conta nessa matéria é que neles constam algumas das cenas mais marcantes da época, que jamais serão apagadas de nossas mentes. Confira abaixo.

O menino no esgoto – ‘A Bolha Assassina’ (1988)

Quem tem limite é município, porque os anos 80 é que não tinham mesmo. A era mais politicamente incorreta de todas, no cinema vira e mexe tratava de matar crianças de forma cruel em algum filme de terror. E se no item acima, a crueldade máxima era atingida em ter um pequeno aniversariante caindo direto na boca de um jacaré gigante dentro de sua própria piscina, essa reimaginação de um clássico da ficção científica dos anos 1950 igualmente não aliviava, apresentando uma cena que deixaria cicatrizes psicológicas nas crianças da época. ‘A Bolha Assassina’ (1988) é um dos poucos remakes do cinema que conseguem ser melhores em todos os sentidos do que seu original – assim como ‘O Enigma de Outro Mundo’ (1982) foi para ‘O Monstro do Ártico’ (1951).

Na trama, um meteorito cai do espaço trazendo um ser gosmento, à primeira vista pensado como uma criatura de outro planeta (essa é outra reviravolta interessante que o roteiro cria em relação ao original). A tal criatura derrete e assimila tudo com o que entra em contato, aumentando assim sua massa cada vez mais, se tornando praticamente invencível, apesar da falta de forma física. ‘A Bolha Assassina’ (1988) é um dos melhores e mais subestimados filmes de terror dos anos 80, e possui muitas referências ao original, assim como ideias novas e cenas perturbadoras.

Poderíamos eleger alguns momentos assustadores como os mais marcantes, mas o que ganha o topo é sem dúvidas o ataque da bolha a dois garotos que haviam ido ao cinema ver um filme de terror escondidos dos pais. A dupla consegue fugir do cinema, sendo resgatados pela irmã mais velha de um deles, e o trio vai parar dentro dos esgotos para se refugiar da bolha – que os segue nos subterrâneos. E quando pensamos que o filme jamais mataria uma criança, e que no máximo passaríamos alguns sustos, eis que um deles é submergido pela bolha, emergindo completamente desfigurado pelo ácido da criatura. Brabo demais!

Namorada partida ao meio – ‘A Morte Pede Carona’ (1986)

A falta de noção e o teor politicamente incorreto nos filmes de terror dos anos 80 diziam para o público que nada e nem ninguém estavam seguros. Tudo poderia acontecer. Crianças podiam morrer. Personagens importantes também. ‘A Morte Pede Carona’ é um thriller que mistura suspense e terror, e traz o grande Rutger Hauer como o caronista mais infernal da sétima arte. A trama gira em torno do jovem Jim (papel de C. Thomas Howell), que precisa levar um carro até outro estado. Dirigindo de madrugada, ele começa a ficar com sono nas estradas. Tentando de tudo para se manter acordado, como ouvir rádio, por exemplo, ele decide dar carona a um sujeito parado na beira da estrada, acreditando que uma conversa e a interação evitariam de sofrer um acidente.

Ledo engano, pois o sujeito, John Ryder (Hauer), se revela um psicopata de marca maior e tenta matar o protagonista, que consegue se livrar dele – ao menos momentaneamente, pois o lunático passa a persegui-lo pelas estradas com uma fúria imparável, digna de Freddy ou Jason. Quem cresceu nos anos 80, certamente ficou marcado por essa exibição noturna da Globo, quando o filme fez sua estreia na programação do canal. E com certeza jamais esqueceu de alguns dos seus trechos mais traumatizantes. Facilmente poderíamos citar também o momento em que Jim para numa lanchonete e inicia seu flerte com a garçonete Nash (Jennifer Jason Leigh), somente para perceber que no meio das batatas fritas que ela preparou para ele, se encontravam dedos decepados.

Mas a cena que selecionamos aqui é quando o psicopata sequestra Nash após uma noite de amor com Jim num motel, e a amarra com as mãos em um caminhão parado e os pés em outro caminhão, onde o maníaco está no volante, deixando a moça esticada entre as duas máquinas. A polícia cerca o local e insiste para que o vilão saia do veículo, mas ele exige a presença do “rival”. Na frente do protagonista, o assassino provoca ameaçando arrancar com o potente veículo, fazendo a moça sofrer aos poucos, até finalmente acelerar de vez. A cena não é gráfica, mas fica bastante claro o que aconteceu com a jovem – marcando para sempre a infância de muitos. Foi a primeira e última vez que muitos viram algo do tipo.

Bola de basquete na cabeça – ‘A Maldição de Samantha’ (1986)

Dirigido pelo saudoso mestre Wes Craven, ‘A Maldição de Samantha’ hoje é muito zoado devido à sua qualidade tosca, se tornando um prazer culposo para todos os que cresceram com o filme. Sim, é verdade, ‘Deadly Friend’ (no original) está longe de ser um filme bom, e necessita urgentemente de um remake ou um reboot. Porém, em sua época de lançamento na TV aberta, o longa deixou as crianças da época de boca aberta quando foi exibido na Globo à noite.

A história fala sobre uma adolescente (Kristy Swanson) abusada e assassinada pelo pai alcoólatra. Ela é trazida de volta à vida como uma espécie de “zumbi-robô” pelo vizinho que era apaixonado por ela, e também um gêniozinho da robótica. A cena aterrorizante em questão é quando Samantha (Swanson) explode a cabeça de uma vizinha ranzinza (Anne Ramsey, a Mama Fratelli de ‘Os Goonies’) com a mesma bola de basquete que ela havia “confiscado” da garotada. O corpo fica andando de um lado para o outro como uma galinha degolada.

A cena da piscina – ‘Alligator: O Jacaré Gigante’ (1980)

Esse aqui era do SBT. Os canais líderes na TV aberta brasileira da época (Globo e SBT) disputavam não apenas a maior audiência, mas também quem traumatizava mais as infâncias da geração anos 80. Tudo bem, nós adorávamos. ‘Alligator’ pegava clara carona no sucesso de ‘Tubarão’ (1975), de Steven Spielberg, que se tornou fenômeno e logo criou o subgênero de filmes de animais assassinos, vide ‘Piranha’ (1978), ‘Orca – A Baleia Assassina (1977) e ‘Grizzly – A Fera Assassina’ (1976). Mas na história, Alligator não era só um jacaré assassino, era um animal modificado geneticamente após se alimentar de cachorros mortos, que eram cobaias de um laboratório, descartados nos esgotos.

A cena marcante aqui se passa no aniversário de um menininho. O aniversariante é empurrado dentro da piscina numa brincadeira de piratas andando na prancha – o que já seria ruim o suficiente (o garoto se molhar todo no dia do aniversário), mas a coisa piorou num grau, já que dentro da piscina estava o réptil de mais de 10 metros, que devora sem cerimônias o menino no seu dia especial, deixando a água completamente vermelha-sangue. Que presente de aniversário. Sim, eram os anos 80.

O cachorro – ‘A Mosca 2’ (1989)

Outra exibição da Globo. Muitos podem se perguntar: “mas e quanto ao primeiro A Mosca (1986)”? É verdade, caro leitor, o filme original de David Cronenberg (que também é um remake de uma obra dos anos 50) é muito melhor que sua sequência em todos os sentidos, e guarda por si só inúmeras cenas traumatizantes – como a transformação gradual e bastante bizarra do protagonista Jeff Goldblum em uma criatura híbrida, meio mosca, meio homem. O longa ainda causa pesadelo em muitas pessoas, além de ser uma das histórias mais trágicas do cinema. No entanto, ‘A Mosca’ (1986) é uma produção muito famosa e ainda lembrada por todos. Já sua continuação, é um filme esquecido, que não ganha qualquer crédito, com grande parte do público sequer tendo conhecimento de sua existência.

Mas quem viveu os anos 80 lembra bem, principalmente depois da exibição da sequência na TV aberta. Aqui, a trama traz o filho da Mosca original, o jovem Martin Brundle (papel de Eric Stoltz), criado em uma base científica sobre os cuidados de uma empresa desde a infância, os responsáveis tentam evitar o destino trágico esperado do rapaz. Uma das características de se ter genes de inseto é que o protagonista envelhece em ritmo acelerado, assim aos 5 anos de idade, possui a aparência de um jovem rapaz. O filme tem suas surpresas, cenas românticas e um final feliz, diferente do original.

Mas o trecho que marcou os espectadores diz respeito ao experimento realizado com um cachorro e suas consequências. Tentando melhorar a criação de teleporte do cientista original, é usado como cobaia um cachorro. O experimento sai errado e o animal fica terrivelmente deformado, como se tivesse sido virado do avesso. O menino então pede para que ele seja sacrificado. Um tempo depois ele descobre que o animal ainda estava vivo e sofrendo, sendo mantido em cativeiro pelos inescrupulosos donos da empresa. A visão do cachorro marcou, sendo uma mistura de terror e tristeza.

‘Mamma Mia! 2’ surpreende e pode arrecadar mais de US$ 40 milhões na estreia

A sequência ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo’ chegou aos cinemas nesta semana com projeções modestas do estúdio de US$ 27.7 milhões. O filme, no entanto, surpreendeu a todos e deve conseguir superar a marca de US$ 40 milhões nos EUA em seu final de semana de estreia.

Internacionalmente, o filme arrecadou mais de US$ 20 milhões somente na sexta-feira (20).

Com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, a comédia musical foi aclamada por seu vigor, brilho e entusiasmo, repetindo o mesmo sucesso do passado.

Dentre os elogios feitos, a crítica pontua a produção consegue manter o mesmo ritmo animado de seu predecessor e, embora falhe em alguns aspectos, é capaz de conquistar a audiência com o mesmo entusiasmo que encantou com o original.

E para te deixar ainda mais animado para o que vem por aí, separamos as principais avaliações para você.

Confira:

“Parker consegue fazê-lo, surpreendentemente, assistível, e ele é capaz de vencer alguns obstáculos montanhosos”. – Nicholas Barber, TheWrap

“Esta é uma rara repetição que funciona”. – Kate Erbland, indieWire

“Uma sequência que foi – previsivelmente – feita com muito mais dinheiro, perspicácia e habilidade e ainda assim permanece desapontante”. – Leslie Felperin, Hollywood Reporter

“Jesus amado, eles conseguiram”. – Johnny Oleksinski, New York Post

“Ele consegue ser bem sucedido na maior parte devido ao seu jeito agressivamente cativante e cheio de brilho”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“É como se você estivesse assistindo a um guia de estudos de um lamento de um antigo estúdio, que por sinal foi carregado pelas canções POP mais voluptuosas já gravadas. Ainda assim, o sentimento atravessa tudo isso, especialmente no final”. – Owen Gleiberman, Variety

“Você racha de rir com o diálogo hilário de Christine Baranski, chora quando Meryl canta ‘My Love, My Life’ e quando tudo já foi dito e mostrado, você pode até se sentir tentado a assistir tudo de novo”. – Ben Travis, Empire Magazine

 

Sequência do sucesso de 2008 que arrecadou mais de US$ 600 milhões em todo o mundo, ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ nos leva de volta para a mágica ilha grega de Kalokairi em um novíssimo e original musical baseado nas canções do grupo sueco ABBA.

Nos anos 70, a jovem Donna (Lily James) viveu muitas aventuras com seu grupo musical Donna & The Dynamo, em parceria com suas amigas Tanya (Jessica Keenan Wynn) e Rosie (Alexa Davies). Porém, mais do que isso, Donna se apaixonou e viveu relacionamentos intensos com três homens diferentes: Harry (Hugh Skinner), Sam (Jeremy Irvine) e Bill (Josh Dylan).

O roteiro e direção são de Ol Parker, roteirista dos agradáveis O Exótico Hotel Marigold (2012) e sua continuação (2015).

‘Shazam!’ ganha divertido novo cartaz para IMAX; Confira!

Shazam!‘ ganhou um novo cartaz para IMAX.

Confira:

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

Daisy Ridley afirma que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ será o MELHOR da trilogia

Em entrevista ao Daily Mail, a atriz Daisy Ridley declarou que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ será o melhor filme da trilogia e que teve a melhor experiência da franquia enquanto o filmava.

“É a primeira vez que eu filmei com mais confiança porque eu senti que não havia nada mais que eu pudesse ter feito. Para mim, o terceiro filme é o melhor. Será um filme grandioso para todos. Eu passei por todas as emoções. Acho que foi por isso que eu me diverti tanto, pois eu pude fazer tantas coisas – fisicamente e emocionalmente –, e eu pude trabalhar com tantas pessoas.”

Recentemente, a atriz também declarou que o próximo filme será “sombrio”, com momentos “genuinamente assustadores”.

O filme estreia no dia 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Station 19’: Stefania Spampinato é promovida ao elenco fixo da 4ª temporada

De acordo com o TVLine, Stefania Spampinato foi promovida ao elenco regular da 4ª temporada da série ‘Station 19‘.

A atriz, que interpreta a Dra. Carina DeLuca, foi introduzida na 14ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, antes de iniciar um romance com a Maya Bishop (Danielle Savre) na série derivada.

Criada por Stacy McKee, a série é um spin-off de ‘Grey’s Anatomy‘.

A trama segue um grupo de bombeiros heroicos do Departamento de Bombeiros de Seattle na Estação 19, mostrará desde o capitão até o recruta mais novo, contando as histórias de homens e mulheres corajosos que arriscam suas vidas e seus corações, no trabalho e fora dele.

Jaina Lee Ortiz, Jason George, Barrett Doss, Grey Damon, Alberto Frezza, Jay Hayden, Okieriete Onaodowan, Danielle SavreBoris Kodjoe e Miguel Sandoval estrelam.

Mads Mikkelsen busca vingança no trailer violento de ‘Riders of Justice’; Assista!

O suspense de ação ‘Riders of Justice‘, estrelado por Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), ganhou o primeiro trailer violento.

Confira:

Anders Thomas Jensen é responsável pela direção.

Markus é forçado a retornar para casa cuidar de sua filha após sua esposa falecer em um trágico acidente de trem. Porém, quando um sobrevivente do acidente afirma que o desastre foi causado, Markus começa a suspeitas que sua esposa foi assassinada e embarca em uma missão para encontrar os responsáveis.

Nos EUA, o longa será lançado em cinemas selecionados no dia 14 de maio e em VOD no dia 21 de maio.

‘Pânico’: Ghostface retorna no novo cartaz SINISTRO do próximo filme; Confira!

O próximo filme da franquia ‘Pânico‘ ganhou um novo cartaz sinistro.

Confira:

O longa será lançado pela Paramount Pictures nos cinemas nacionais no dia 13 de janeiro, um dia antes da estreia norte-americana.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Pânico | Pontos importantes para prestar atenção no primeiro trailer – incluindo uma teoria que pode mudar a franquia

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Monstro gigante ataca no trailer do terror ‘The Lake’; Confira!

O terror ‘The Lake‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

Lee Thongkham e Aqing Xu são responsáveis pela direção.

Na trama, uma criança traz um estranho ovo para casa, logo percebendo que é o ovo de u monstro. Atrás de vingança, o monstro emerge do lago com a intenção de matar todos na cidade.

O monstro do filme foi criado com efeitos práticos, animatronics e CGI, desenvolvidos pelo artista Jordu Schell, que trabalhou em blockbusters como ‘Cloverfield – Monstro‘, ‘A Coisa‘, ‘Tropas Estelares‘, ‘O Nevoeiro‘, ‘Avatar‘, ‘Homens de Preto‘, e muitos outros.

O terror será lançado na Tailândia no dia 18 de agosto, mas segue sem previsão no território nacional.

Mamonas Assassinas – O Filme

(Mamonas Assassinas – O Impossível não Existe)

Elenco:

Ruy Brissac (Dinho)
Rhener Freitas (Sérgio)
Adriano Tunes (Samuel)
Robson Lima (Júlio)
Beto Hinoto (Bento)

 

Direção: Edson Spinello

Gênero: Biografia

Duração: 95 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 28 de Dezembro de 2023

Sinopse: 

A trama de MAMONAS ASSASSINAS – O FILME conta a história dos ‘Mamonas Assassinas‘, banda de rock cômico com mistura de punk rock e influências de gêneros populares, que durou apenas 7 meses. Com um único álbum homônimo, o grupo atingiu a venda de mais de 3 milhões de cópias no Brasil, sendo certificado com o Disco de Diamante, em 1995. Apesar do sucesso estrondoso, no auge de suas carreiras, os integrantes da banda foram vítimas de um acidente aéreo fatal, em 02 de março de 1996.

Crítica em Vídeo:

Crítica:

Crítica | Mamonas Assassinas: O Filme – EMOCIONANTE Cinebiografia Revive o Amor e a Amizade da Mais Irreverente Banda Brasileira

Entrevista:

Curiosidades: 

» Com mais de 2 milhões de espectadores em 300 shows, o grupo contagiou o país e, ainda hoje, conta com aproximadamente 2 milhões e meio de fãs em comunidades das redes sociais;

» Carlos Lombardi assina o roteiro ao lado de Carlos Amorim;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Rapto

(Le ravissement)

 

Elenco:

Hafsia Herzi
Alexis Manenti
Nina Meurisse

 

Direção: Iris Kaltenbäck

Gênero: Drama

Duração: 97 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Junho de 2024

Sinopse: 

Em RAPTO, Lydia, uma parteira dedicada, está no meio do término de um relacionamento. Ao mesmo tempo, sua melhor amiga avisa que está grávida e pede que Lydia acompanhe a gestação. Ela se apaixona por Milos, um caso de uma noite e, enquanto carrega o bebê de sua amiga nos braços, Lydia embarca em uma jornada traiçoeira que pode custar tudo que ainda lhe resta.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Iris Kaltenbäck também assina o roteiro ao lado de Naïla Guiguet e Alexandre de La Baume;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Confira a abertura da série ‘Dexter: Pecado Original’, pré-sequência de ‘Dexter’

O canal Showtime divulgou um novo vídeo com os créditos de abertura de ‘Dexter: Pecado Original‘, que fazem homenagem à produção original.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Intitulado Kid in a Candy Store, o próximo episódio vai ao ar no dia 20 de dezembro.

“Ambientada em 1991 em Miami, ‘Dexter: Original Sin’ segue Dexter enquanto ele faz a transição de estudante para assassino em série vingador. Quando seus impulsos sanguinários não puderem mais ser ignorados, Dexter deverá aprender a canalizar sua escuridão interior. Com a orientação de seu pai, Harry (Slater), ele adota um Código criado para ajudá-lo a encontrar e matar pessoas que merecem ser eliminadas da sociedade sem entrar no radar das autoridades. Este é um desafio particular para o jovem Dexter quando ele inicia um estágio forense no Departamento de Polícia Metropolitana de Miami.”

Além de Patrick Gibson (‘Sombra e Ossos’) interpretando a versão mais jovem do personagem titular, a séria também terá Molly Brown (‘Evil’) dando vida a sua irmã, Debra Morgan.

O elenco ainda contará com Patrick Dempsey (‘Grey’s Anatomy’), James Martinez (Angel Batista), Christina Milian (Maria LaGuerta), Alex Shimizu (Vince Masuka), Sarah Michelle Gellar (Tanya Martin) e Reno Wilson (Bobby Watt).

Com 10 episódios, a produção se passará 15 anos antes dos eventos da série original.

O showrunner original de Dexter, Clyde Phillips, assume o comando da nova série, enquanto o experiente diretor Michael Lehmann, conhecido por seu trabalho em Atração Mortal, assume a direção e a produção executiva.

Horrores bíblicos assombram Nicolas Cage no novo teaser de ‘Segredos do Deserto’; Confira!

O terror ‘Segredos do Deserto‘ (The Carpenter’s Son), que trará Nicolas Cage interpretando o pai de Jesus, ganhou um novo teaser sinistro.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se baseia no Evangelho da Infância de Tomé, um apócrifo do século II d.C. que narra a infância de Jesus de forma pouco convencional.

A trama conta a sombria história de uma família escondida no Egito romano. O filho, conhecido apenas como ‘o Menino’, é levado à dúvida por outra criança misteriosa e se rebela contra seu guardião, o Carpinteiro, revelando poderes inerentes e um destino além de sua compreensão. Enquanto ele exerce seu próprio poder, o Menino e sua família se tornam alvos de horrores, naturais e divinos.

A direção fica a cargo do cineasta egípcio-americano Lotfy Nathan (‘Harka’).

A cantora e compositora FKA twigs (‘O Corvo’) será a Mãe, enquanto Noah Jupe (‘Um Lugar Silencioso’) dará vida ao Menino Jesus.

‘Her Private Hell’: Suspense com Sophie Thatcher será para MAIORES por “violência sangrenta”

O suspense ‘Her Private Hell‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores idade.

O longa, estrelado por Sophie Thatcher (‘Acompanhante Perfeita’), foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e forte, conteúdo sexual e linguagem”.

Na trama…

“Em uma metrópole futurista, onde atrizes se reúnem em um hotel luxuoso para filmar um longa-metragem no estilo de ‘Barberella’, um assassino cruel conhecido como Homem de Couro está à solta pela cidade, ceifando a vida de mulheres.”

O longa chegará aos cinemas norte-americanos no dia 24 de julho.

O elenco ainda contará com Charles Melton (‘TRETA’), Kristine Froseth (‘Os Bucaneiros’),  Havana Rose Liu (‘Sem Saída’), Dougray Scott (‘Missão: Impossível 2’), Diego Calva (‘Babilônia’), Aoi Yamada (‘Perfect Days’), Shioli Kutsuna (‘Deadpool & Wolverine’) e Hidetoshi Nishijima (‘Shin Ultraman’).

O cineasta dinamarquês Nicolas Winding Refn, conhecido por obras estilizadas e provocativas como ‘Drive‘ e ‘Bronson‘, é responsável pela direção.

Ele também assina o roteiro ao lado de Esti Giordani.

Ator de ‘O Hobbit’ vai estrelar ‘The Man Who Killed Hitler And Then The Bigfoot’

O ator Aidan Turner, que atualmente protagoniza a série de TV ‘Poldark’ do canal BBC One, vai estrelar o filme ‘The Man Who Killed Hitler And Then The Bigfoot’.

A trama se passará em dois momentos distintos. Começando na Segunda Guerra Mundial, a narrativa traz em sua primeira metade o soldado americano Calvin Barr, que se infiltra nas linhas inimigas para tentar matar Hitler, à medida que os conflitos aumentam.

A segunda parte já acontece muitos anos depois, trazendo o veterano de guerra já em idade avançada, sendo convocado para destruir nada menos que…o Pé Grande.

A fantasia será dirigida e escrita por Robert D.Kryzkowski. John Sayles assume como produtor e o projeto contará também com o Douglas Trumbull à frente dos efeitos especiais. O veterano é o mesmo responsável pelo clássico ‘Blade Runner’.

Kevin Feige se arrepende de ter descolorido as sobrancelhas de Chris Hemsworth para ‘Thor’

Em virtude da chegada de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, fez uma reflexão sobre algumas decisões tomadas ao longo dos 10 anos do MCU.

E em uma entrevista ao site Uproxx, ele comentou que uma das coisas que ele mais se arrepende foi de ter descolorido o cabelo de Chris Hemsworth, mas principalmente suas sobrancelhas.

Segundo ele:

“Definitivamente, se há algo que eu faria completamente diferente – se tivesse a oportunidade – seria não descolorir as sobrancelhas de Chris Hemsworth para o primeiro ‘Thor‘. Na época nós pensamos ‘Thor é loiro! Ele tem que ser loiro mesmo!’ e Hemsworth foi incrível e topou nossa ideia. Mas há algumas cenas que eu assisto e só consigo pensar, ‘Deus meu, tadinho desse cara, nós o fizemos descolorir suas próprias sobrancelhas!'”

Observando mais atentamente, o resultado é realmente esquisito.

Confira:

As primeiras reações dos críticos já estão sendo divulgadas no Twitter e o novo filme da Marvel Studios está recebendo muitos elogios em sua maioria, mas algumas críticas menos animadoras também estão presentes.

Confira os principais tweets:

“‘Guerra Infinita’ tem como dez legítimos “Em constante rotação” grandes momentos. Mas é com certeza a primeira metade de um filme de duas partes e fiquei um pouco insatisfeito/frustrado, talvez pelo design… Pelo menos é assim que me sinto agora, três horas depois”

“‘Guerra Infinita’ soprou na minha mente. Nunca sai de um filme tão impressionado. Nunca. Thanos é uma força da natureza. Thor é realmente incrível. Marvel Studios estabelece o desafio com este longa”

“São os heróis mais poderosos da terra! Como você nunca imaginou! Espetacular! Fenomenal! ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é melhor ainda! Nem perto. As maiores batalhas de super-heróis já filmadas!”

“Boca no chão. Você não está pronto para ‘Vingadores: guerra infinita’. Tudo que você tem que saber é evitar todos os spoilers! É sério. Procure saber o menos possível. Os Irmãos Russo fizeram o impossível. Uau!

Vingadores: Guerra Infinita’ teve sua World Première em Los Angeles e a Marvel exibiu o Red Carpet AO VIVO no Youtube.

Assista:

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

» ‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o segundo filme MAIS CARO DA HISTÓRIA

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Thor

» Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Especial ‘Vingadores: Guerra Infinita’ | Homem de Ferro

Vingadores: Guerra Infinita será lançado nos cinemas dia 26 de Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

EITA! Oscar 2019: Rami Malek cai do palco no final da premiação

O astro Rami Malek, intérprete do Freddie Mercury em ‘Bohemian Rhapsody‘, celebrou a 91ª edição do Oscar  com uma estatueta por Melhor Ator.

Mas após seu momento de glória, o também protagonista de ‘Mr. Robot‘ passou por maus bocados. Ao final da premiação, Malek tropeçou e caiu do palco do Dolby Theatre, tendo que ser atendido por paramédicos.

Não se sabe ao certo qual foi o impacto da queda e se ele sofreu alguma grave lesão.

Confira as imagens que registraram o momento:

 

 

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Cartaz de fã traz o herói em quarentena; Confira!

O período de reclusão social colocou o mundo em suas casas, a fim de reduzir a propagação do coronavírus.

E aproveitando essa atual atmosfera, um habilidoso fã criou um cartaz alternativo deHomem-Aranha: Longe de Casa’, transformando o longa em ‘Homem-Aranha: Trabalhando de Casa’, com o herói homônimo também adotando o estilo home office, como uma medida de proteção.

Confira o belo resultado, compartilhado no Reddit:

Nick Fury – I want you to stay at home Parker. The country is under lockdown and the doctor and officers are doing their job. Hope for the best. And join the online classes ASAP from r/marvelstudios

Assista à nossa crítica do filme:

A sequência traz o retorno de Jon Watts na direção, e também conta com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

‘Younger’: Todas as temporadas já estão disponíveis na Amazon Prime Video

A 7ª e última temporada da aclamada e popular série ‘Younger‘ será lançada em breve nas telinhas.

E o público brasileiro finalmente poderá conferir a produção, agora que os seus seis primeiros ciclos já estão disponíveis na plataforma de streaming Amazon Prime Video. Ao todo são 72 episódios de cerca de 20 minutos de duração cada.

A vindoura temporada de encerramento ainda não possui data de estreia, mas recentemente fora anunciado que ela será lançada em primeira mão no novo streaming Paramount+, antes mesmo de sua estreia na emissora TV Land.

Assista ao trailer da 7ª e última temporada:

A última temporada contará com 12 episódios.

Vale lembrar que, recentemente, a emissora TV Land revelou que está desenvolvendo um spin-off focado na personagem da Hilary Duff, a Kelsey.

Criada por Darren Star (‘Barrados no Baile‘), a série é baseada no livro homônimo escrito por Pamela Redmond Satran.

A trama segue Liza (Foster), uma mãe solteira que de repente se encontra de volta no mercado de trabalho, mas sua idade se tornará um fator de dificuldade. Porém, as coisas mudam quando ela conhece Maggie (Mazar), que acha que ela aparenta ser muito mais jovem do que realmente é. Ela acaba trabalhando como assistente e faz amizade com colegas na casa dos 20 anos, como Kelsey (Duff).

O elenco inclui Sutton Foster, Miriam Shor, Debi Mazar e Nico Tortorella.

Crítica | Respire!: Melissa Barrera luta por sua sobrevivência em ótima minissérie original da Netflix

Em meio à exuberância da floresta canadense, Liv é a única e desesperada sobrevivente de um acidente de avião, submetida às condições mais extremas possíveis. E após uma vida inteira entregue à apatia e à mais profunda solidão, ela logo descobrirá que o silêncio de uma mata fechada de fato será o responsável por dar voz aos seus mais ensurdecedores traumas e medos.

Como uma metáfora sobre a vida e sobre o inexorável anseio humano por sobrevivência em condições adversas, Respire! se desabrocha diante da audiência também na forma de uma simbólica analogia sobre recomeços. Diante da iminente morte, o desejo pela vida nunca pareceu tão necessário e fundamental para a protagonista, vivida por Melissa Barrera (Pânico e Em um Bairro de Nova York). E aqui, Brendan Gall e Martin Gerro nos convidam para uma intimista epifania pelas experiências passadas de Liv, que de uma forma ou outra a trouxeram para o seu fatídico e isolado destino.

Ao longo de seis episódios de pouco mais de 30 minutos de duração, vivenciamos a auto descoberta de uma mulher que, embora não suportasse sua vida, agora luta para salvar o pouco que lhe resta. E de maneira catártica e delicada, somos tomados pelas angústias de Liv, absorvemos seu sofrimento e passamos a nos identificar com os mesmo fantasmas que por anos lhe perseguiram. Entre reflexos da síndrome de abandono e as consequências de um lar desfeito, a protagonista é um retrato de filhos reais, machucados por famílias desestruturadas e irresponsáveis.

E sob uma fotografia linda, Respire! consegue ser uma experiência sinestésica, ainda que tenha suas falhas. Com Melissa Barrera totalmente entregue em sua performance, a minissérie se transforma em uma avalanche catastrófica que a leva aos extremos psicoemocionais e físicos, fazendo com que a trama constantemente escalone diante dos nossos olhos, a partir de uma narrativa dinâmica e evolutiva – construída entre a linearidade dos fatos e flashbacks não lineares.

Intensificando a tensão já nos dois últimos capítulos, a original Netflix (adquirida da Warner Bros.) não é essencialmente inovadora em sua premissa e se apoia indiretamente em sucessos como Na Natureza Selvagem, Náufrago e Livre. Mas ainda assim, a combinação entre a poderosa performance de Barrera e a perspicaz direção – que destaca a atmosfera bucólica da floresta canadense com toda sua fúria e riqueza, tornam Respire! em uma aventura que, de um jeito ou de outro, consegue nos tirar o fôlego.

Festival de Cannes 2021 | Quais são os Filmes Imperdíveis deste ano?

Após um ano de jejum, o Festival de Cannes será realizado entre os dias 6 e 17 de julho, no sul da França. Nesta 74ª edição, o CinePOP marca presença para contar detalhes, curiosidades e novidades direto da Croisette. Durante a próxima semana, portanto, vamos apresentar diariamente notícias sobre os filmes das mais diversas mostras do evento e encontros com atores, diretores e produtores.

Vale lembrar que o Festival de Cannes é o maior festival de cinema do mundo, berço de filmes como Parasita (2019), Azul é a Cor Mais Quente (2013), Dançando no Escuro (2000), Pulp Fiction (1994) e Apocalipse Now (1979), apenas para citar alguns. Este ano, o júri da Competição Oficial é presidido por Spike Lee (Infiltrado na Klan) e conta com cinco mulheres e três homens de cinco continentes diferentes, entre eles Maggie Gyllenhaal (da série The Deuce), Mélanie Laurent (Oxigênio), Song Kang-ho (Parasita) e o cineasta brasileiro Kleber Mendonça Filho, ganhador do Prêmio do Júri com Bacurau, em 2019. 

Além desse um júri estelar, o evento conta com encontros, ou seja, masterclass com Jodie Foster, a qual receberá um prêmio de honra do festival; Matt Damon (StillWater), Isabelle Huppert (Elle), Marco Bellocchio (Vincere) e Steve McQueen (Viúvas). A rainha da festa, no entanto, parece ser Léa Seydoux, ganhadora da Palme d’Or em 2013, por Azul é a Cor Mais Quente. A atriz francesa está presente em três filmes da seleção oficial e mais outro fora da competição: The French Dispatch, de Wes Anderson; France, de Bruno Dumont; L’Histoire de ma femme, da húngara Ildikó Enyedi; e por fora Tromperie, de Arnaud Desplechin, adaptação do romance Deception de Philip Roth.

Fizemos uma eleição curiosa de 14 títulos entre os mais de 100 presentes na Seleção Oficial, composta por 24 filmes, e as mostras paralelas, como Cannes Premières, Sessões Especiais, Un Certain Regard e Quinzaines des Réalisateurs. Acompanhe as nossas dicas e não esqueça de comentar quais você gostaria de ver aqui no site e/ou no nosso canal no YouTube

Annette, de Leos Carax

Após nove anos de ter causado encanto e estranheza no Festival de Cannes 2012 com Holy Motors, Leos Carax volta à Croisette para inaugurar a edição mais esperada dos últimos tempos. Escrito pelos irmãos Ron & Russell Mael, da banda de pop-rock Sparks, Annette tem todos os elementos de um deleite visual, musical e sensorial (isso apenas pelo trailer). Esta é a história do casamento entre um comediante (Adam Driver) e uma cantora de Ópera (Marion Cotillard). O nascimento da filha Annette muda completamente a vida de ambos, já que a menina parece possuir um misterioso poder. O enredo todo é como uma ópera e o bebê é uma marionete. Soa estranho e, óbvio, interessantíssimo. 

Medusa, de Anita Rocha da Silveira

Este é o segundo longa-metragem da diretora carioca de 36 anos Anita Rocha da Silveira. Seu primeiro filme, Mate-me por favor (2015), foi uma gigante surpresa de dominação do timing entre o suspense e a transição da adolescência feminina. Em Medusa, a diretora e roteirista já declarou buscar uma ponte entre os mitos gregos e a realidade do Brasil atual. Ou seja, a ascensão do neopentecostalismo, da extrema direita e dos discursos de ódio. De acordo com a sinopse, o filme faz um paralelo entre o mito da Medusa, impiedosamente punida por Atena, a deusa virgem, por cometer uma falta e a jovem Mariana (Mariana Oliveira). Ela pertence a um mundo onde deve fazer todo o possível para manter a aparência de uma mulher perfeita, isto é, não cair em tentação e controlar-se todo o tempo. Mariana torna-se uma bomba relógio e o clima de horror tenta captar esse momento de explosão. 

Leia também: Conheça 8 Diretoras Brasileiras de Filmes de TERROR

A hero, de Asghar Farhadi

Já premiado com dois Oscars (A Separação, em 2011, e O Apartamento, em 2016), o suspense do diretor iraniano Asghar Farhadi é altamente aguardado por espectadores de todo o mundo. Como de costume, o cineasta promete tensão e embate na nossa mente a partir da sinopse. No filme, Rahim (Amir Jadidi) está na prisão por causa de uma dívida que não conseguiu pagar. Durante uma licença de dois dias, ele tenta convencer seu credor a retirar sua reclamação contra o pagamento de parte da quantia. Mas as coisas não saem como planejado…

Leia também: Do Pior ao Melhor | Ganhadores do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro do Século XXI

Tout s’est bien passé, de François Ozon

Pela sexta vez ao Festival de Cannes, François Ozon marca presença com a adaptação do livro homônimo de Emmanuèle Bernheim, falecida em 2017. Se no ano passado, o cineasta francês esteve selecionado por um romance juvenil dos 1980 (Verão de 85), este ano ele debruça-se sobre uma história na terceira idade, mas com o mesmo elemento em comum: a pulsão de morte. Aos 85 anos, o pai de Emmanuèle (Sophie Marceau) é hospitalizado após um derrame. Ao acordar, deprimido e dependente, ele (André Dussollier), que sempre fora apaixonado pela vida, pede à filha que o ajude a morrer. O elenco conta ainda com Charlotte Rampling (45 Anos). 

Leia também: Crítica | Verão de 85 – François Ozon apresenta pulsões de amor e morte em cenário nostálgico dos anos 80

Titane (Titânio*), de Julia Ducournau

Diz a lenda que pessoas desmaiam nos corredores durante a estreia do primeiro filme da cineasta francesa em Cannes 2016. Grave (Raw) realmente é uma obra provocante e é difícil manter-se indiferente. Depois de cinco anos, em seu segundo longa-metragem, Julia Ducournau promete ser tão perturbadora quanto com Titane e ainda bem. Tudo que se sabe sobre o filme é a definição da palavra-título Titânio, isto é, “um metal altamente resistente ao calor e à corrosão, com ligas de alta resistência à tração, frequentemente usado em próteses médicas devido à sua grande biocompatibilidade”. No trailer, uma jovem problemática (Agathe Rousselle) parece entrar em algum tipo de farra com o metal, assim aparece várias estruturas metálicas no seu corpo tal como um cyborg, bem já estamos seduzidos.  

The French Dispatch, de Wes Anderson

Desde o ano passado, o filme é altamente aguardado pelos cinéfilos e amantes da estética única de Wes Anderson. Após o cativante Ilha dos Cachorros (2018), a nova aventura mágica de Anderson entrelaça três histórias centradas no escritório francês de um jornal americano chamado Liberty, Kansas Evening Sun. O elenco recheado de estrelas é um espetáculo à parte, estão de volta com o cineastas Adrien Brody, Tilda Swinton, Léa Seydoux, Saoirse Ronan, Frances McDormand, Bill Murray e Owen Wilson, assim como as novas participantes Timothée Chalamet (Um dia de Chuva em Nova York) e Benicio Del Toro (Sicário: Dia do Soldado). O filme foi descrito pelo diretor à imprensa como uma “carta de amor ao jornalismo” inspirada na The New Yorker. 

Benedetta, de Paul Verhoeven

Freiras lésbicas. Com essas duas palavras, o novo filme de Paul Verhoeven já tem causado alvoroço na imprensa. Baseada no livro de não-ficção Atos Impuros – a Vida de uma Freira Lésbica na Itália da Renascença, de Judith C. Brown, a obra certamente causará um impacto no público de Cannes e incomodará a Igreja Católica. O diretor do Festival de Cannes, Thierry Frémaux, descreveu o filme à imprensa como: “uma visão erótica e travessa, também política, da Idade Média em uma produção grandiosa”. Verhoeven é conhecido por suas escolhas polêmicas ao retratar mulheres, seja Isabelle Huppert, em Elle (2016), seja Sharon Stone, em Instinto Fatal (1992), ou mesmo o execrado ShowGirls (1995). Aqui, o trailer apresenta a bela Virginie Efira (Adieu Les Cons) como uma mulher incapaz de manter os olhos (e as mãos) longe das irmãs. 

Red Rocket, de Sean Baker

Com Tangerine (2015) e The Florida Project (2017), Sean Baker estabeleceu-se como um cineasta da cena indie dos Estados Unidos. Nesta nova empreitada, o diretor traz o desaparecido comediante Simon Rex (da série Jack & Jill e Todo Mundo em Pânico) como  Mikey Saber, uma estrela de filmes pornô em Los Angeles de volta à sua cidade natal, no Texas. Lá, ele não é muito bem-vindo e sem dinheiro, trabalho e amigos, Mikey volta a morar com a ex-esposa e a sogra. Para pagar as contas, ele envolve-se em pequenos esquemas na esperança de um novo começo. Histórias de pessoas à margem da sociedade já se tornaram marca registrada do cineasta, não é mesmo? 

Bergman Island, de Mia Hansen-Love

A gente adora filme dentro do filme, a metalinguagem é fascinante e engraçada. É exatamente o mote da produção da francesa Mia Hansen-Løve (Adeus, Primeiro Amor) que parte da premissa sobre o falecido cineasta Ingmar Bergman ir à ilha de Fårö, no mar Báltico, e fazer filmes sobre pessoas lentamente enlouquecendo, enquanto a produção enlouquecia junto. A partir dessa ideia, um casal de fãs de Bergman, vividos por Tim Roth (Os Oito Odiados) e Vicky Krieps (Trama Fantasma), vão à Fårö e, naturalmente, começam a perder o controle da realidade ao fazer um filme. Curiosidade: Greta Gerwig e John Turturro assinaram originalmente para as duas partes principais, mas ambos tiveram que se retirar antes de as filmagens começarem.

Aline, de Valérie Lemercier

Como assim uma cinebiografia de Celine Dion, mas com o nome de Aline Dieu? Parece louco e a gente adora loucuras cinematográficas. Uma hipótese é que os direitos autorais não obtidos não impediu a comediante e diretora Valérie Lemercier de colocar a sua ideia na telona. Já que ela está por trás do roteiro, da câmera e diante dos holofotes com o microfone em mãos dando voz a uma cantora franco-canadense que ascendeu ao estrelato internacional, ao mesmo tempo que teve um relacionamento com um empresário muito anos mais velho. Seria René Angélil, falecido marido da cantora Celine Dion? Já que não é uma cinebiografia, ao menos a inspiração é ótima e estamos curiosos para conferir. 

Jane par Charlotte, de Charlotte Gainsbourg

Em 60 anos de carreira, Jane Birkin desempenhou as atividades de atriz, cantora, compositora e ícone da moda. Seguindo o olhar íntimo da sua filha, atriz e musicista Charlotte Gainsbourg, este documentário parece revelar outras camadas do charme incomparável de Birkin e da sua relação com o pai de Charlotte, o lendário Serge Gainsbourg. Conhecendo os gostos de Charlotte Gainsbourg pelo cinema de arte, sua estreia atrás das câmeras é promissora e aguardada.

O Marinheiro das Montanhas, de Karim Aïnouz

https://www.youtube.com/watch?v=Eu1xvlRlZa8&ab_channel=Cenrecomo

Pela quarta vez Karim Aïnouz se apresenta na Croisette, começou com Madame Satã (2002) seguido de O Abismo Prateado (2011) Em 2019, ele saiu do festival com o prêmio da mostra Un Certain Regard, por A Vida Invisível. Agora, ele propõe uma narrativa mais intimista baseada na sua própria vida. O Marinheiro das Montanhas refaz os passos dos pais do diretor, a história de amor e separação da brasileira Iracema e do argelino Madjid. O filme acompanha desde o primeiro encontro nos Estados Unidos, onde se casaram, até a viagem solitária de Madjid de volta à Argélia. Já Iracema volta para Fortaleza sozinha e grávida. Karim Aïnouz cresceu sem o pai, o qual ele não conheceria até os 20 anos em Paris. Sua mãe, Iracema, nunca se casou novamente. Nada como fazer cinema com a própria vida. 

Where is Anne Frank?, de Ari Folman

Aclamado em Cannes em 2008, por Valsa com Bashir, Ari Folman pretende nos fascinar novamente, da guerra do Líbano para a Segunda Guerra Mundial. Exibido fora da competição, Onde está Anne Frank?* mistura animação e stop-motion para recontar os últimos sete meses da vida de Anne Frank por meio da personagem imaginária de Kitty, o alter ego de Anne em seu diário. Este também é um projeto pessoal, pois Ari Folman homenageia seus pais deportados para Auschwitz no mesmo dia que Anne Frank.

Vortex, de Gaspar Noé

Em entrevista, Gaspar Noé já afirmou que termina a edição de um filme sempre 48h antes do deadline do Festival de Cannes. Seu prazo e seu motivação é causar polêmica por lá, seja com Irreversível (2002), Love (2014), seja Lux AEterna (média-metragem apresentado no Midnight Screening em 2019). O diretor é um provocador nato e do lema “fale bem, fale mal, mas falem de mim”. Por essas e outras, estamos sempre esperando qual sua próxima façanha atrás das câmeras. Vortex segue um estilo documentário e retrata os últimos dias de vida de um casal de idosos. Para deixar-nos mais intrigados, o diretor italiano Dario Argento (Suspiria,1977) faz parte do elenco. Ou seja, Gaspar Noé deseja nos aterrorizar novamente. 

Leia também: Crítica | Clímax – Gaspar Noé constrói um Visceral e Aterrorizante Pesadelo

* Tradução livre para o português. 

Veja a lista completa da Seleção Oficial de Cannes aqui.

“Cenas de ação de ‘Aquaman’ deixam ‘Liga da Justiça’ no chinelo”, diz jornalista

Essa semana aconteceu a primeira sessão teste de Aquaman, de James Wan, em Los Angeles. Alguns detalhes da trama acabaram sendo ‘vazados’ por alguns jornalistas.

Como é o caso de Jeff Sneider, editor-chefe do The Tracking Board, que revelou em entrevista ao Meet The Movie Press que as cenas de ação do filme são muito superiores às de Mulher-Maravilha eLiga da Justiça:

“O que ouvi da sessão-teste foi que ‘Aquaman’ é como um filme de ‘Indiana Jones’, e as cenas de ação deixarão ‘Mulher-Maravilha’ e ‘Liga da Justiça’ no chinelo”

O Twitter Batman-News também destacou que as primeiras reações foram bem positivas:

“Até agora, duas fontes diferentes me disseram que amaram Aquaman! Tem muitas cenas de ação, mas também é um filme muito emocionante”

A expectativa é de que o primeiro trailer saia na Comic Con San Diego, em julho.

Enquanto isso, o próximo filme da DC, deve agradar os fãs mais apaixonados dos quadrinhos, afinal, o filme de James Wan pode (finalmente!) trazer o traje clássico do herói para os cinemas.

A “confirmação” veio através de um tweet de AquamanShrine que, segundo o Heroic Hollywood, a Warner Bros licenciou o traje para o uso nos cinemas. Confira:

“Laranja & verde para o Halloween? Um participante do evento de licenciamento da Warner diz que o figurino que veremos no filme ‘Aquaman’ é “exatamente” como a versão atual dos quadrinhos”

Por enquanto não passam de rumores. Aquaman tem estreia marcada para 21 de dezembro de 2018.

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

‘Liga da Justiça’: Arte conceitual revela visual diferente do Flash

O artista conceitual Jerad S.Marantz publicou em seu Instagram novas artes do uniforme inicial do Flash para Liga da Justiça. A armadura, que foi descartada, era mais justa ao corpo e mais similar aos quadrinhos. Confira:

The Flash terá direção de John Francis Daley e Jonathan Goldstein, roteiristas de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

 

 

10 curiosidades de ‘Godzilla’, o remake catastrófico de Roland Emmerich

Lançado em 1998, numa época em que os dinossauros de Steven Spielberg redefiniram os conceitos de aventura nos cinemas, Godzilla tinha a insensata missão de americanizar o maior monstro da história do Japão. Com chancela da Toho, a TriStar gastou uma bolada para tentar criar a próxima franquia de sucesso de Hollywood. Só que o resultado foi tão catastrófico que o tal “Zilla” acabou virando uma piada bizarra dentre os fãs do monstrão. No entanto, mesmo sendo um fracasso de crítica, o longa até que surpreendeu quem esperava uma bomba nas bilheterias. Confira as dez curiosidades que o CinePOP separou sobre esse filme tão controverso!

 

Tentou impedir

Quando soube que a TriStar estava fazendo um remake norte-americano de Godzilla e que traria Roland Emmerich para dirigir o projeto, o lendário produtor e diretor Steven Spielberg ficou desesperado e tentou ao máximo ligar para Roland para convencê-lo a não dirigir esse filme por considerar uma ideia idiota fazer uma versão hollywoodiana do monstro mais famoso do cinema japonês. Como não conseguiu, ele se recusou a assistir ao longa por amor às boas memórias que o original rendeu a ele durante a infância.

 

Liberdade total

Ao contrário de Spielberg, Roland Emmerich passava longe de ser um fã do Godzilla original. Na verdade, ele chegou a dizer que não gosta do monstro clássico. E vendo o filme, isso aí fica nítido, porque só mesmo não sendo um fã para cometer tamanho desrespeito ao Rei dos Monstros. Ele justificou que só aceitou o cargo de diretor porque recebeu sinal verde do estúdio para fazer tudo o que quisesse no comando da franquia. Anos mais tarde, ele se disse arrependido de ter aceitado o trabalho.

Desrespeito

Quando concordou em repassar os direitos de adaptação para a versão norte-americana, a Toho enviou um dossiê com 75 páginas descrevendo quais as características do Godzilla, tanto de aparência quanto de comportamento, deveriam ser preservadas para manter o legado e a originalidade do personagem. Dentre elas, estava acordado que ele deveria ter sua origem ligada aos acidentes atômicos, que ele não poderia se alimentar de seres humanos, apenas de peixes, e de forma alguma poderia se parecer com um dinossauro.


Descaracterizado

A bizarrice desse projeto foi tão grande que o diretor conseguiu ignorar praticamente todas as exigências da Toho, descaracterizando por completo o monstrão. Enquanto o original tem sua origem vinda da radiação dos testes nucleares, fazendo com que as potentes e mortais bombas o fortaleçam, o “Godzilla” de Emmerich tem um visual próximo aos dinossauros de Jurassic Park e passa o clímax do filme fugindo dos mísseis nucleares dos EUA.


Ilha familiar

O primeiro vestígio desse “Godzilla” surge em um local bastante familiar. Quem é fã das produções dos anos 90 provavelmente reconheceu a ilha onde aparece a pegada do monstrão como a Ilha Nublar, de Jurassic Park (1993). Isso não é coincidência. Emmerich se inspirou tanto nos dinossauros de Spielberg que acabou gravando na mesma locação que o amigo, no Kualoa Ranch, no Havaí.

 

Corte jurássico

A ideia da TriStar era ter seu próprio ‘Jurassic Park’, e isso ficou nítido com o teaser do filme que trazia um passeio de escola ao museu, em que as crianças, assim como no filme de 1993, se aterrorizavam com o fóssil de um T-Rex, o grande ‘Rei dos Dinossauros’. Até que o pé gigantesco do Godzilla atravessa o telhado e esmaga o Tiranossauro como se fosse um mosquito. A mensagem que eles quiseram passar foi claríssima, mas acabou que essa cena sequer entrou no corte final do filme, sendo que ela custou nada menos que 600 mil dólares. Bizarro, né?

Furada

Diferentemente dos longas originais, o protagonista da versão norte-americana foi um ser humano, não o Godzilla. E para convencer Matthew Broderick a estrelar o longa, a equipe criativa escreveu o personagem exclusivamente para ser vivido por ele. Esse argumento pesou e seduziu o ator a aceitar o papel sem sequer ter lido o roteiro, que só seria finalizado meses depois. Se tivesse lido a bomba, talvez não tivesse aceitado.

Continuação

Como foi pensado para ser uma franquia, o primeiro filme já deixa um gancho para uma sequência, na qual um dos bebês sobrevive ao ataque no Madison Square Garden. Nos planos originais, o segundo filme mostraria esse bebê sendo mantido em cativeiro na Austrália, o que obviamente não daria certo. Porém, dado o desempenho vexatório nas críticas, essa sequência nunca aconteceu. Em 2004, em Godzilla: Batalha Final, o “Zilla” norte-americano é visto tocando o terror em Sidney, fazendo uma referência à continuação que nunca saiu do papel.

Ofensa internacional

O Godzilla é tão importante para a Cultura Pop japonesa que ele é considerado um dos embaixadores oficiais do país. Então, com as primeiras críticas sobre a versão americana extremamente negativas, o filme chegou aos quatro cantos do mundo sob forte desconfiança. No Japão, a situação foi ainda pior, porque o longa é tão ruim que se tornou ofensivo no país. Tentando reduzir os prejuízos em bilheteria no país, o porta-voz da Toho na época deu uma bola fora daquelas. Ele chamou os fãs de hipócrita porque também criticavam fortemente os filmes clássicos do Godzilla. A fala pegou super mal e o filme se tornou um fracasso colossal no país.

Nem tão mal assim

Apesar das críticas péssimas e de ter fracassado no Japão, Godzilla terminou 1998 com a terceira maior bilheteria daquele ano, arrecadando cerca de 379 milhões de dólares. E isso acabou sendo usado como argumento para que o ator Matthew Broderick dissesse não entender como consideram esse filme um fracasso.

 

Godzilla está disponível no catálogo da Netflix.

Crítica | A Maldição de Bridge Hollow – Erica de ‘Stranger Things’ em Divertido Terrir infantil na Netlfix

Chegou a época do ano mais querida para os fãs de filmes de terror e horror. Outubro é quando as produtoras geralmente lançam suas produções do gênero, de olho no interesse mundial nas festas de Halloween. Mas a maioria dessas produções contam histórias de terror no geral, e não a história dos símbolos do Halloween em si – e é nessa pegada que chegou para os assinantes da Netflix o filme ‘A Maldição de Bridge Hollow’, que, desde sua estreia, não sai do Top 10 da plataforma.

A família Gordon acaba de se mudar para a pequena cidade de Bridge Hollow, uma das dez pequenas cidades com menor índice de violência dos Estados Unidos. Howard (Marlon Wayans) quer que sua filha se atenha aos fatos, à ciência, mas a jovem Sydney (Priah Ferguson) quer se divertir, acreditar nas coisas que quiser, ainda que seja muito inteligente e a favor da ciência. Nesse dilema, Sydney descobre que a casa onde estão morando é mal assombrada, e que a cidade possui a maldição do Jack Pão-Duro: na noite do Halloween, Jack tenta voltar ao mundo dos vivos, buscando capturar uma alma em troca pela sua eternidade; para isso, ele tentará dominar a cidade com um exército de mortos-vivos. Entre crenças e descrenças, Howard e Sydney terão que deixar as diferenças de lado e lutar para sobreviver.

A Maldição de Bridge Hollow’ é suco de entretenimento. Misturando as doses certas de humor e de terror, sem abusar da paciência do espectador em nenhum dos dois gêneros, constrói uma história de uma hora e meia que ao mesmo tempo dá sustinho e faz rir. Parte desse sucesso se dá com o elenco escolhido a dedo, que inclui a atriz sensação de ‘Stranger Things’; o protagonista ícone das comédias anos 2000 – ‘As Branquelas’ e ‘Todo Mundo em Pânico’ –, fazendo seus gritinhos e caretas clássicas; Rob Riggle, de ‘Débi & Lóide 2’, como o vizinho doido fã de ‘The Walking Dead’; Nia Vardalos, de ‘Casamento Grego’, como a bruxa; Lauren Lapkus, de ‘A Missy Errada’, como a prefeita da cidade; e Abi Monterrey, de ‘Doom Patrol’, como a nova amiga gótica da protagonista.

Com esse elenco, o roteiro de Todd Berger e Robert Rugan para a história criada por John R. Morey parte do plot comum (vida nova em lugar diferente) para contar a origem de uma das principais datas do calendário estadunidense (a abóbora acesa), algo como um ‘O Estranho Mundo de Jack’ versão live-action para jovens adultos. As cenas de terror, das decorações de Halloween ganhando vida e ameaçando as pessoas são de dar medinho, especialmente a personificação do Jack; ao mesmo tempo, são decorações, portanto, as criaturas não morrem propriamente, não rola sangue, etc, o que ajuda na classificação etária da produção. Por fim, o argumento ainda consegue traçar um paralelo com a realidade, referenciando o espalhamento do reavivamento das criaturas tal qual um vírus – e isso, sim, foi genial.

Para quem curte o Dia das Bruxas mas não gosta de filmes de terror muito gráficos, ‘A Maldição de Bridge Hollow’ é a novidade do momento: mergulhado na temática, entretém e consegue ser um filme para toda a família. Com a aproximação da data festiva, é uma boa pedida para assistir em casa no feriadão, com gancho para muitas continuações no futuro.

EXCLUSIVO: “Com certeza”, responde Lucy Hale sobre a possibilidade de revival de Pretty Little Liars

Pretty Little Liars chegou ao fim há pouco mais de três anos, mas ainda continua muito presente nas mentes e nos corações dos fãs. E do elenco da série. Em conversa exclusiva com o CinePOP, Lucy Hale, que interpretou a jovem Aria nas sete temporadas da produção, falou sobre a possibilidade de voltar à personagem. E a atriz não guardou meias palavras:

“Com certeza (gostaria de um revival da série)! Acho que tem que passar um pouco mais de tempo, mas eu amo a série, amo aquela personagem e amo aquelas pessoas. 100% de chance que me envolveria.”

Enquanto os fãs sonham com a volta de PLL, eles podem acompanhar Lucy em A Ilha da Fantasia, que chega aos cinemas brasileiros nessa quinta-feira, 24 de setembro. Produzido pela Blumhouse, o longa é uma reimaginação da clássica série dos anos 70 e 80, mas agora com elementos do terror e suspense.

A atriz também esteve recentemente envolvida com a série Katy Keenespin-off de Riverdale cancelado após uma temporada. Falando em Riverdale, o criador e showrunner da série, Roberto Aguirre-Sacasa, está trabalhando no desenvolvimento de um reboot de Pretty Little Liars. Não existem muitas novidades sobre o projeto, mas especula-se que possa ser lançado na HBO Max.

 

‘Doutor Estranho 2′: Feiticeira Escarlate pode ser a próxima grande ameaça do MCU

Segundo uma nova teoria do site Reddit, Wanda Maximoff, também conhecida como Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), pode ser a próxima grande ameaça do Universo Cinemático Marvel.

Depois de ser confirmada na aguardada sequência Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura’, um usuário do site supracitado compartilhou sua ideia de que a personagem pode ter um grande impacto na Fase 4 do MCU – afinal, a série do Disney+‘WandaVision’, culmina diretamente na continuação já mencionada. Logo, é possível que algo aconteça com Visão mais uma vez e que, caso ele morra permanentemente, Wanda pode alterar a realidade para ressuscitá-lo.

Isso também explicaria as diversas mudanças que o estúdio deve fazer nos próximos anos, principalmente levando em conta a ruptura entre a Disney e a Sony e a compra da Fox e de suas propriedades intelectuais. Se Wanda chegar ao ponto de alterar a realidade, ela pode, por exemplo, varrer o Homem-Aranha do panteão de super-heróis e introduzir os grupos conhecidos como Quarteto Fantástico e X-Men.

Entretanto, nenhuma confirmação foi feita.

Benedict CumberbatchRachel McAdams reprisarão seus papéis como Stephen Strange e Christine Palmer, respectivamente.

Além disso, Doutor Estranho 2’ deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse Wanda não seria a única feiticeira do filme.

A sequência tem estreia marcada para maio de 2021.

Confira a logo:

‘Mad Max: Furiosa’: Jodie Comer e Richard Madden estão sendo cotados para o filme derivado

O spin-off de ‘Mad Max‘, baseado na personagem Furiosa, acabou de ganhar novos rumores bastante interessantes.

Segundo o site The GWWJodie Comer (Killing Eve) está sendo cotada para viver a versão mais nova de Furiosa no longa-metragem, enquanto Richard Madden (Os Eternos) está sendo considerado para interpretar Dementus, “um homem com rosto de anjo que foi flagelada com um profundo corte”.

Recentemente, Yahya Abdul-Mateen II também foi revelado como uma das principais escolhas para integrar o elenco.

O diretor George Miller ainda está envolvido com a direção e o roteiro do filme, que deve ser produzido apenas ao final de Three Thousand Years of Longing‘, seu atual projeto. A narrativa irá acompanhar a jornada de Furiosa, vivida por Charlize Theron na produção original.

Lançado em 2015, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de receber seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378,9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

 

Crítica | Beyoncé celebra a importância da cultura negra na versão deluxe de ‘The Lion King: The Gift’

Beyoncé Knowles-Carter parece ter reencontrado sua voz ao fugir dos convencionalismos do pop e ter se rendido às suas raízes africanas com poder incrível e que reafirma sua necessária presença na cultura mainstream contemporânea. Sendo um dos ícones de sua geração, a artista já vinha trabalhando em álbuns visuais desde ‘BEYONCÉ’, em 2013, passando por sua obra-prima Lemonade e sua performance irretocável com o documentário Homecoming.

E isso não foi tudo: no ano passado, Queen-B nos presenteou com uma curadoria especial do remake em live-action de O Rei Leão, apresentando ao mundo uma celebração das tradições, da religião, da música e da importância que os países do continente africano, em sua costumeira e apagada história frente à dominação branca e eurocêntrica, através de ‘The Lion King: The Gift, trazendo uma série de canções originais. Agora, em 2020, acompanhando o lançamento do já aclamado ‘Black Is King’, a cantora e compositora reitera sua realeza preta com a divulgação da versão deluxe – que suprime os interlúdios de James Earl Jones e companhia e abre espaço para 17 faixas exuberantes.

Considerando sua incrível capacidade artística e cultural – afinal, Beyoncé em se tornando uma expressiva voz na luta racial e abraçou a descendência africana de uma forma nunca antes vista em sua carreira -, era quase óbvio que esperávamos grandes coisas desse compilado de competentes nomes, mas o resultado não é exatamente esse: The Gift é, como o nome diz, um presente direcionado para os fãs; porém, é inegável dizer que a lead singer é ofuscada por uma amálgama de outros artistas cuja presença carrega mais urgência – e talvez essa seja a ideia da artista desde o princípio: abrir espaço para quem merece soltar a voz.

Essa nova obra já abre com “BIGGER”, uma balada com ares eletrônicos que mais funciona como uma etérea e épica declamação na qual somos “parte de algo maior que você, maior do que nós, maior do que a foto que enquadraram para vermos”. Desnecessário dizer que a canção é recheada de poderosos versos (como o visto acima), mas são as sutilezas sonoras que pecam pelo excesso e pela artificialidade. A voz da artista mantém-se numa oscilante perfeição que explora sua deliciosa tecedura; a transição de um bloco para outro, todavia, parece forçado demais até para os ouvidos menos treinados – mergulhando inexplicavelmente em um fragmentário R&B em vez de continuar explorando os batuques africanos.

A ideia de Beyoncé é unir em um mesmo lugar inúmeros ritmos musicais, da mesma forma que fez em suas obras anteriores. Nas várias faixas originais, e até mesmo nos interlúdios, ela encontra espaço mais que suficiente para tornar essa promessa realidade. Seja com o hip-hop de “MOOD 4 EVA” ou com o afrobeat de “JA ARA E” (conduzido com exímia envolvência por Burna Boy), é notável como a produção é pensada com minúcia e carinho. Em uma diferente perspectiva, algumas tracks já se deparam com obstáculos a priori intransponíveis ou preguiçosamente deixados para “enfeitar” o escopo sonoro. A mistura de pop com R&B de “FIND YOUR WAY BACK” é um desses exemplos, visto que a fusão é rechaçável o suficiente para torná-la esquecível numa comercialidade qualquer.

O jovem músico nigeriano Salatiel é uma das grandes revelações promovidas pelo álbum e se encontra numa deliciosa rendição africana com “WATER”, dividindo protagonismo com a lead. Entretanto, ela é deixada em segundo plano pelas delineações em falsetto e em grave que permeiam a peça – e nada disso seria possível sem a ajuda da capacidade lírica de Nija Charles, que trabalha com os Carter desde 2017. Assim como Salatiel, Kendrick Lamar, 070 Shake e Childish Gambino são outros nomes que aparecem com força descomunal principalmente na construção identitária (vide “NILE” e a poderosa “SCAR”).

Beyoncé recupera alguns elementos de seus discos anteriores – aqui, menciono com ênfase o icônico ‘BEYONCÉ’ -, em “BROWN SKIN GIRL”, mesmo que a unidimensionalidade vocal e instrumental dos cantores transformem a obra em uma cantiga infantil demais para se aproveitar alguma coisa, com exceção do notável coro afro-americano. De fato, a artista encontra espaço para se divertir e explorar todas as suas habilidades com a divertida e dançante “ALREADY”, talvez um pouco tarde demais para que seja considerada a força-motriz dessa epopeia. Felizmente, a colaboração com Shatta Wale e com Major Lazer é uma pequena joia num vasto oceano que funciona do começo ao fim.

Há um emblema quase indescritível do qual Beyoncé se vale em cada peça fonográfica que compões, desde suas primeiras inflexões mais mercadológicas até seu amadurecimento artístico e pessoal – e é isso que ela carrega na epopeia crítica “BLACK PARADE”: seja na versão estendida, seja na versão padrão, Bey cria um universo próprio, pincelando-o com os sintetizadores do R&B e guiada por uma brutal narrativa que denuncia a crescente discriminação da comunidade negra (mostrando que, cinco séculos mais tarde, praticamente nada mudou). Auxiliada pela conhecida produção de Derek Dixie -, a performer pinta um cru retrato do que se enfrenta nos dias de hoje. Ela não poupa ácidas incursões sociológicas sobre a supremacia branca e sobre a constante segregação promovida por seus agressores, resumindo esse prestigioso anthem em “ser negro, talvez essa seja a razão pela qual estão sempre irritados”.

Enquanto a artista perde força protagonista, suas inclinações empáticas falam muito mais forte, tendo chamado uma quantidade imensurável de vozes incríveis para acompanhá-la nesse épico africano. Talvez o principal problema seja a estruturação falha de certas faixas; de qualquer modo, o álbum é aprazível dentro do que pretende nos entregar – e, novamente, validando a imponente presença de Beyoncé em basicamente tudo o que deseje fazer.

Nota por faixa:

  • BIGGER – 3,5/5
  • FIND YOUR WAY BACK – 3/5
  • DON’T JEALOUS ME – 4/5
  • JA ARA E – 5/5
  • NILE – 3/5
  • MOOD 4 EVA – 4/5
  • WATER – 4/5
  • BROWN SKIN GIRL – 3/5
  • KEYS TO THE KINGDOM – 3,5/5
  • ALREADY – 5/5
  • OTHERSIDE – 3/5
  • MY POWER – 4,5/5
  • SCAR – 5/5
  • SPIRIT – 2,5/5
  • BLACK PARADE – Extended Version – 5/5
  • FIND YOUR WAY BACK – MELO-X Remix – 3/5
  • BLACK PARADE – 4,5/5

‘A Princesa e a Plebeia 2’: Netflix divulga vídeo com as cenas deletadas da sequência; Confira!

A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura‘ (The Princess Switch: Switched Again’) já está disponível na plataforma de streaming da Netflix e, agora, foi divulgado um novo vídeo com as cenas deletadas da sequência.

Confira:

Na trama, quando a duquesa Margaret herda inesperadamente o trono de Montenaro e passa por uma fase difícil com seu namorado Kevin, cabe a sua dupla, a Princesa Stacy de Belgravia, unir os dois amantes novamente… mas o curso do amor verdadeiro se complica com o aparecimento de um belo rei, que tem a intenção de roubar o coração de Margaret. Acrescente a chegada inesperada da prima festeira de Margaret e de Fiona, uma terceira sósia que tem ambições próprias, e você tem a receita para um triplo problema do Natal!

Em ‘A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura‘, Vanessa Hudgens retorna ao papel principal, interpretando três personagens diferentes desta vez.

Veja fotos:

Além de protagonista, Hudgens assume a função de produtora, junto com Brad Krevoy, Steven McGlothen e AJ Raich.

A produção também terá o retorno do diretor Mike Roh e dos roteiristas Robin Bernheim e Megan Metzger.  

‘Batwoman’ enfrenta um novo desafio na sinopse oficial do episódio 02×14; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Within the Limitations”, 14º episódio da segunda temporada de Batwoman.

Na trama, Batwoman enfrenta um novo desafio quando os viciados de Snakebite, em Gotham, se tornam mais vorazes do que nunca”.

O capítulo vai ao ar no dia 16 de maio.

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘007 – Sem Tempo para Morrer’ ganha novo teaser recheado de ação; Confira!

Universal Pictures divulgou um novo teaser trailer oficial de 007 – Sem Tempo para Morrer’, próximo filme de James Bond que marca a despedida de Daniel Craig como o personagem em questão.

Confira:

Dirigido por Cary Fukunaga, o longa tem 163 minutos (2 horas e 43 minutos) e tem estreia agendada para o dia 30 de setembro de 2021.

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

‘Volta pra Mim’: Rom-com com Charlie Day e Jenny Slate já está disponível no Prime Video

‘Volta pra Mim’ (‘I Want You Back’), rom-com estrelada por Charlie DayJenny Slate, já está disponível no Prime Video.

A produção chegou ao catálogo da plataforma de streaming no último dia 11 de fevereiro de 2022.

A história é centrada em Emma (Slate) e Peter (Day), que acreditavam estar no precipício de um dos maiores momentos de usa vida – casamento, crianças e casas no subúrbio -, até seus respectivos parceiros os largarem. Não apenas isso, mas eles também falharam em seguir em frente. Sem quaisquer prospectos e sob a ameaça de morrerem sozinhos, Emma e Peter criam um plano desesperado para acabar com o relacionamento de seus ex-namorados e conquistá-los de volta.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco também conta com Clark Backo, Manny JacintoGina RodriguezScott Eastwood, Jami GertzJordan CarlosMidori FrancisMason GoodingIsabel MayLuke David Blumm

Jason Orley (‘Big Time Adolescence’) entra como diretor.

Isaac AptakerElizabeth Berger, responsável pelos sucessos This Is Us e ‘Love, Victor’, assinam o roteiro e entram como produtores.

‘Thor: Amor e Trovão’ DIVIDE a crítica e abre com 69% de aprovação no RT; Confira!

Thor: Amor e Trovão‘ é um dos filmes mais aguardados do ano – e as primeiras críticas oficiais foram divulgadas.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com nota 6.70/10 baseada em 101 reviews até o momento.

Com apenas 69% de aprovação, o longa dirigido por Taika Waititi ficou abaixo de ‘Homem de Ferro 2‘ (72%), e acima de ‘O Incrível Hulk’ (67%), ‘Thor: O Mundo Sombrio’ (66%) e ‘Eternos‘ (47%), que continua sendo o filme com a pior classificação da Marvel Studios.

Infelizmente, as expectativas para o novo filme não conseguiram alcançar o mesmo sucesso do anterior, ‘Ragnarok‘, que registrou incríveis 93% de avaliações positivas.

“A Fase 4 do MCU tem sido bastante decepcionante em sua maior parte e estou triste em dizer que Thor: Amor e Trovão’ não faz nada para se desvencilhar disso” – FlickDirect.

“O filme é bem desequilibrada, nunca parecendo bem pensado e não fazendo jus a boa parte dos personagens” – idobi.com.

“Vale a pena assistir a Thor: Amor e Trovão’ nos cinemas. Entretanto, recomendo ir com expectativas mais baixas para maximizar a diversão” – The Movie Blog.

“A reunião de Thor e Jane pretende ser comicamente estranha, mas a incrível falta de química entre eles culmina em momentos embaraçosos” – Gone With The Twins.

Thor: Amor e Trovão’ também poderia se chamar Thor: Luto e Comédia’, por causa da maneira como este filme de super-heróis equilibras dois temas com alguns resultados melhores que os outros” – Culture Mix.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O filme chega aos cinemas nacionais em 7 de julho.

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.