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‘Pantera Negra’: Ator explica como idioma de Wakanda foi escolhido

A primeira adaptação solo dos quadrinhos de ‘Pantera Negra’ vai trazer um grande diferencial dos demais filmes do MCU. Na produção, boa parte dos atores conversará em um outro idioma.

Seguindo as raízes africanas que compõem os personagens, o idioma escolhido para as telonas foi a Língua xhosa.

E durante uma entrevista à MTV, o veterano John Kani falou sobre a escolha em questão, pontuando que além de estrelar a produção, foi o consultor do idioma no set de filmagens.

Segundo ele:

“Eu e o diretor recebemos o desafio de pensar em algo ideal para dizer ao meu filho, interpretado pelo meu filho na vida real, Atandwa, seguindo o viés do roteiro. E isso deveria ser dito na língua nativa de Wakanda. Eu acabei optando pela Língua xhosa e tanto Ryan Coogler como todos os demais presentes no set amaram. Para ele, era isso que faltavam no filme. E até mesmo quando eu filmei ‘Guerra Civil’ eu também exerci a função de expert do idioma e sempre que algum colega de elenco precisava de alguma expressão marcante em xhosa, eu os ajudava. Eu e meu filho também filmamos em Atlanta e quando encerrei minhas cenas fui embora, mas ele continuou lá, assumindo essa responsabilidade como consultor”.

Além disso, foi divulgado um featurette que apresenta Wakanda. Assista:

O filme ainda nem estreou e já quebrou seu primeiro recorde: ultrapassou ‘Capitão América 3: Guerra Civil’ e agora é o filme da Marvel Studios com o maior número de ingressos vendidos em pré-venda nas primeiras 24 horas.

Agora, o filme caminha para bater mais um recorde. Especialistas de bilheterias indicam que o filme terá a maior abertura da história para um filme solo da Marvel Studios.

Inicialmente previsto para abrir com US$ 90 milhões, as projeções aumentaram para US$ 120 milhões em seu fim de semana de estreia.

Se o valor se confirmado, será a melhor estreia para um filme solo da Marvel de todos os tempos, batendo o recorde que pertencia a ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, que fez US$ 117 milhões em sua abertura em 2017.

Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (Creed: Nascido para Lutar), e estreia no dia 15 de fevereiro de 2018.

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

‘Pantera Negra’ vem aí! Personagens ganham belos cartazes individuais; Confira!

5 Títulos IMPERDÍVEIS que estreiam na Netflix em novembro

A Netflix está renovando sua grade de programação em novembro e a nossa jornalista Rafa Gomes te indica 5 títulos IMPERDÍVEIS que chegam ao streaming nesse mês.

Confira:

 

 

‘Roma’: Filme de Alfonso Cuarón é o primeiro da Netflix a entrar para a Criterion Collection

O drama vencedor do Oscar de Alfonso Cuarón (‘Gravidade‘), intituladoRoma’, conquistou um novo e surpreendente marco.

Segundo o portal Collider, a produção se tornou o primeiro filme da Netflix a entrar para a The Criterion Collection, uma instituição de preservação de grandes clássicos cults e contemporâneos do cinema. A empresa de distribuição de vídeo é responsável por relançar longas de diversas partes do mundo em edições de colecionador, trazendo a mais alta qualidade técnica e suplementos originais para garantir uma experiência cinematográfica ainda mais rica.

Independente do formato de mídia (laserdisc, DVD, Blu-ray ou streaming), a Criterion mantém o compromisso de apresentar cada um dos filmes do jeito que o cineasta quer que ele seja apresentado às audiências, realizando restaurações quando se trata de clássicos antigos, acompanhando cada filme com conteúdos adicionais exclusivos.

Roma‘ será lançado em fevereiro de 2020, colocando a Netflix pela primeira vez no hall de seletos filmes selecionados pela empresa americana.

Crítica | Roma: Alfonso Cuarón faz carta de amor à sua babá no melhor filme de 2018

Extremamente elogiado pelos críticos, o filme foi ovacionado no Festival de Veneza – que teve um júri presidido por Guillermo del Toro – e levou o Leão de Ouro.

Situado na década de 70, a história semi-autobiográfica narra a vida de uma família de classe média na Cidade do México. O drama também deve ficcionalizar os eventos da tragédia que ficou conhecida como El Halconazo, uma chacina de estudantes que protestavam contra o governo, ocorrida em 1971.

‘Doctor Who’: 13ª temporada terá menos episódios que as anteriores

As filmagens da 13ª temporada de ‘Doctor Who‘ já foram oficialmente iniciadas e os fãs devem se preparar, pois desta vez o ciclo será consideravelmente menor que os anteriores.

Segundo a emissora BBC, a nova temporada não terá 11 episódios, como de costume, mas apenas oito. Ainda assim, o tradicional capítulo especial de Natal permanece dentro do cronograma e em breve o público poderá conferi-lo.

Intitulado “Revolution of Daleks”, o especial natalino ainda não tem data de estreia confirmada.

Em um comunicado oficial, o showrunner da série, Chris Chibnall, refletiu sobre o retorno da produção, em meio ao delicado contexto mundial:

“No mais estranho de todos os anos, a equipe de produção de Doctor Who fez maravilhas para colocar a série de volta em produção. Estamos emocionados por voltar a fazê-la. Dada à complexidade de fazer Doctor Who e com os novos e rigorosos protocolos de trabalho do COVID, vamos levar um pouco mais de tempo para filmar cada episódio, o que significa que esperamos terminar com oito episódios, ao invés dos 11 habituais. A ambição, o humor, a diversão e os sustos que você espera de Doctor Who ainda estarão firmes. Para todos ao redor do mundo, este é um período desafiador – mas a Doutora nunca se esquiva de um desafio!”

Vale lembrar que Whittaker reprisará o seu papel na 13ª temporada.

Recentemente, em uma entrevista ao Digital Spy, o lendário romancista e roteirista Neil Gaiman comentou que deseja voltar para o panteão sci-fi da série para escrever um episódio especialmente à Jodie Whittaker, que se tornou a primeira Doutora da série.

“Tudo a ver com Doctor Who sempre me chama a atenção. Eu amo o Doutor. Eu acho que Jodie Whittaker está fabulosa como a Doutora. Por um lado, adoraria escrever para ela, mas por outro, eu realmente queria escrever algo para Peter Capaldi, e nunca consegui fazer isso porque estava escrevendo ‘Good Omens’ na época. Então, nunca se sabe. Com sorte, escreverei algo para Jodie e, se não for para ela, talvez para o próximo Doutor”.

Gaiman já trabalhou na série em dois capítulos – “The Doctor’s Wife”“Nightmare in Silver” -, além de ter escrito o conto “Nothing O’Clock”. Cada uma delas foi estrelada pelo 11º Doutor, interpretado por Matt Smith.

Enquanto isso, confira o trailer da 12ª temporada, encerrada em março deste ano:

A 12ª temporada de Doctor Who introduziu um perigoso vilão cujo alvo principal é a própria Doutora. O objetivo do inimigo é eliminar de uma vez por todas a timelord da galáxia e impedir que ela se regenere em mais uma versão.

Jodie Whittaker retornou como a nova versão do personagem-titular. Bradley WalshTosin Cole, Mandip Gill completam o elenco.

Stephen Fry e Goran Visjnic tiveram aparições especiais ao lado de diversos outros convidados.  

‘Succession’: Nicholas Braun e Matthew Macfadyen estampam belo ensaio fotográfico; Confira!

A 3ª temporada de ‘Succession’ está a todo vapor e já é um dos grandes sucessos das telinhas em 2021.

E para celebrar a grande aclamação da produção, os atores Nicholas Braun e Matthew Macfadyen protagonizaram um belo ensaio fotográfico para a revista EW.

Além disso, a dupla é o grande destaque da publicação, estampando a capa interativa da mais recente edição.

Confira as imagens:

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Matthew Macfadyen and Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen and Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen and Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen and Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen and Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Nicholas Braun photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.
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Matthew Macfadyen photographed exclusively for EW on October 10, 2021 in New York, NY.

Lembrando que o 5º capítulo, intitulado “Retired Janitors of Idaho“, vai ao ar no dia 14 de novembro.

Confira:

Com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo ciclo foi ovacionado pela crítica especializada, por não apenas suprir as expectativas, mas superá-las de forma grandiosa. Além disso, a brilhante atuação do elenco foi mais uma vez elogiada.

Confira alguns trechos das principais reviews:

“O que me surpreendeu primeiro quando voltei não foi o quão emocionante ou dramático essa série pode ser, mas o quão engraçada ele é”. – Angie Han, Hollywood Reporter

“‘Succesion’ está mais saborosa, divertida e mais confiante do que nunca”. – Brian Tallerico,
The Playlist

“A 3ª temporada retorna com hilaridade mesquinha, desgraças punitivas e performances incríveis tanto quanto as temporadas anteriores, com um enredo de guerra civil para mantê-lo viciado nas façanhas dessas pessoas terrivelmente ricas”. – Hanna Flint, IGN Movies

“Mesmo em seus momentos cômicos mais grandiosos, há verdade no mundo cínico de Succession que nos faz perceber que sim, esses idiotas são absolutamente responsáveis ​​pelo nosso mundo e não, não há realmente nada que possamos fazer sobre isso”. – Allison Keene, Paste Magazine

“Haviam muitas expectativas para a terceira temporada e ela não decepciona. A partir do momento em que a melodia estridente do tema de Nicholas Britell rola e penetra em sua cabeça, você sabe que está assistindo a algo habilmente elaborado”. – Susannah Butter, London Evening Standard

A série foi criada por Jesse Armstrong.

A trama acompanha a história da família Roy, composta por Logan e seus quatro filhos. Logan controla um dos maiores conglomerados de meios de comunicação e entretenimento do mundo.

O elenco conta conta com Brian Cox, Kieran Culkin, Jeremy Strong e Sarah Snook.

‘Succession’ é um dos grande sucessos da HBO e já levou para casa duas estatuetas do Emmy, incluindo Melhor Série DramáticaMelhor Ator em Série Dramática para Strong – além de ter sido indicado outras seis vezes.

‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’: Primeiras impressões RASGAM elogios para a sequência

A aguardada sequência de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ chega aos cinemas nesta semana, mas a crítica especializada já pôde conferir o longa e as primeiras imprensões estão entre nós.

As primeiras avaliações divulgadas rasgam elogios para o jovem elenco, bem como para os veteranos Freddie Prinze Jr. e Jennifer Love Hewitt. Além disso, a diretora Jennifer Kaytin Robinson foi elogiada por sua visão e desenvolvimento da narrativa.

Confira:

“‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ é a sequência perfeita do legado e tudo o que os novos filmes da série ‘Pânico‘ deveriam ter sido, mas não foram.

Jennifer Kaytin Robinson claramente ama esta franquia e a conduz com muito amor e carinho. Ela faz mudanças drásticas no roteiro e tem um final que eu adorei, mas que certamente será controverso.

Quanto ao filme em si, ele se baseia na tradição do original, com algumas atualizações importantes na história que eram necessárias para o público moderno.

Chase Sui Wonders continua a mostrar sua versatilidade como atriz, interpretando Ava, também conhecida como Julie James desta geração, enquanto Madelyn Cline é a nova Helen Shivers. Stevie, interpretada por Sarah Pidgeon, foi o destaque do novo elenco e ela aproveitou o que trouxe de melhor com sua atuação.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prince Jr. reprisam seus papéis e fazem justiça aos seus personagens, enquanto continuam assombrados pelo trauma da adolescência.

Em um verão em que a maioria dos filmes pareceu uma decepção atrás da outra, estou muito feliz em ver um filme que realmente cumpre exatamente o que promete.

Faça um favor a si mesmo e evite spoilers o máximo possível, pois há muitas surpresas que certamente farão o público falar.

Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ é meu filme favorito do verão até agora”. 

“‘Eu Sei o que Você Fez No Verão Passado’ é uma das maiores sequências de legado! Com mortes excelentes, um ritmo eletrizante e um elenco fantástico, com destaque para Love Hewitt e Prinze Jr., que ENTREGAM algumas das melhores partes do filme.

É inegavelmente um clássico slasher de verão perfeito.

EVITE SPOILERS!”

“Finalmente posso falar sobre ‘Eu Sei o que Você Fez No Verão Passado’, que foi meu filme favorito de 2025 até agora, a ponto de eu literalmente sair do cinema dizendo que queria assisti-lo novamente imediatamente. O elenco era fenomenal, com elenco novo e de retorno. Todos eles trabalharam tão bem juntos”.

“Segundo os críticos, o final de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram No Verão Passado’ (2025) será altamente controverso. As exibições de teste mostraram dois finais diferentes para o público até agora, e a estreia mundial teve que optar por um deles. O que será que veremos neste fim de semana?!”

“As primeiras impressões ao ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ de Jennifer Kaytin Robinson:

‘Uma das melhores sequências do legado’.

‘O elenco está fenomenal'”. 

“‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ me fisgou de novo! Este novo capítulo traz aqueles arrepios clássicos e novas mortes e eu estava ansioso por cada retorno do legado perverso.

Ver Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. aparecerem? Meu coração dos anos 90 não estava preparado. Do começo ao fim, meu estômago deu um nó e eu fiquei grudado na cadeira.

#EuSeiOQueVocêsFizeramNoVerãoPassado honra totalmente o original, mas ao mesmo tempo cria algo novo, divertido e assustador graças a um elenco jovem e matador: Madelyn Cline, Chase Sui Wonders, Jonah Hauer-King, Tyriq Withers e Sarah Pidgeon.

O terror de verão está oficialmente de volta e mais sangrento do que nunca!”

“As primeiras críticas de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘ (2025) estão aqui:

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. entregaram algumas das melhores partes do filme.
Sarah Pidgeon é o destaque do novo elenco.
Jennifer Kaytin Robinson dá grandes guinadas, com um final controverso.
→ Os fãs estão prestes a enlouquecer.”

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

‘The Crown’: Helena Bonham Carter será a Princesa Margaret; Saiba mais!

A musa de Tim Burton e indicada a dois Oscars, Helena Bonham Carter, vai interpretar a Princesa Margaret na 3ª temporada de The Crown, da Netflix.

Segundo o jornal EveningStandard, a atriz estava inicialmente cotada para viver a versão mais velha de Elizabeth II, mas acabou sendo escolhida para interpretar uma personagem mais cômica, a irmã de Elizabeth.

The Crown‘ reúne o aclamado roteirista Peter Morgan (A Rainha, Frost/Nixon), o diretor Stephen Daldry (Billy Elliot, As Horas) e o produtor Andy Harries (A Rainha).

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, ‘The Crown‘ conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

Confira fotos do segundo ano:

‘Friends’ não deve ganhar revival, mas cocriador revela destino de personagens; Vem ver!

Os fãs de ‘Friends‘ terão que desapegar da ideia de um possível revival da aclamada sitcom. Segundo David Crane, um dos criadores, um retorno da série “nunca vai acontecer”. A informação é do The Wrap.

Apesar disso, Crane resolveu presentear os viúvos do seriado revelando o destino de alguns personagens mais queridos:

“Ross e Rachel trabalharam por 10 anos para acertarem o relacionamento deles. É claro que eles ainda estão juntos hoje em dia”

Ao ser perguntado sobre Chandler e Monica, ele contou:

“Eu diria que estão muito bem também. Nós terminamos a série muito bem. São finais felizes. Por que quereríamos ver o resto?”

‘Friends’: Que tal tomar um café no Central Perk? Isso será possível em breve!

As 10 Sequências Mais Famosas de Terror Slasher

O gênero slasher geralmente é constituído por filmes de terror nos quais um assassino mascarado persegue e mata os personagens com objetos cortantes. Existe um debate sobre qual filme teria feito nascer o subgênero, mas é indiscutível que o mais famoso e que o cimentou foi Halloween – A Noite do Terror (1978), de John Carpenter. É claro também que ao longo dos anos, o subgênero foi ganhando vertentes e assim todo tipo de criatura se tornou “o assassino”, desde monstros com asas, assombrações e bonecos possuídos.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu criar uma lista com as 10 continuações de filmes de terror Slasher mais famosas do cinema. Vem conhecer.

Halloween II – O Pesadelo Continua (1981)

Como dito, Halloween, a obra-prima do gênero de John Carpenter, entrou para a história por sua influência. Sendo assim, o filme independente mais rentável do cinema na época não ficaria ileso de render uma sequência. Afinal, quem seria louco de recusar este lucro? Carpenter, no entanto, apesar do envolvimento na produção, roteiro e trilha sonora, saía da direção para comandar Fuga de Nova York. A cadeira de diretor coube ao usual colaborador Rick Rosenthal. Na trama, após os ataques do primeiro filme, Laurie (Jamie Lee Curtis) é levada a um hospital, para onde o maníaco Michael Myers a segue, com o Dr. Loomis (Donald Pleasence) no encalço.

Sexta-Feira 13 – Parte 2 (1981)

O primeiro Sexta-Feira 13 (1980) foi produzido às pressas para pegar carona no sucesso de Halloween (1978). Nem os próprios criadores tem vergonha de admitir isso, e já o fizeram em diversas entrevistas. Distribuída pela Paramount, a franquia de terror viveu para se tornar uma das séries slasher mais famosas e celebradas do cinema. A continuação não demorou a ser produzida e foi lançada logo no ano seguinte. Aqui é quando o assassino Jason aparece pela primeira vez e ainda sem portar sua famosa máscara de hóquei (ele usava um saco na cabeça).  Este é um dos melhores exemplares da franquia.

A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy (1985)

Filmes slasher são rápidos para produzir e rendem um retorno financeiro grande. Assim, muitos filmes do tipo nos anos 1980 tinham suas continuações produzidas anualmente. E se no item acima citei Sexta-Feira 13 como uma das franquias mais famosas do gênero, a outra seria A Hora do Pesadelo. Esta continuação do sucesso original de Wes Craven, no entanto, decepcionou os fãs. O curioso é que o filme é tido como baluarte gay (é só dar uma segunda olhada no longa para entender), afirmação feita pelos próprios criadores, que quiseram introduzir pequenos detalhes que apontavam para isso, sem que na época ninguém percebesse. Na trama, Freddy Krueger tenta possuir o corpo de um rapaz para voltar ao mundo dos vivos.

Brinquedo Assassino 2 (1990)

Três anos depois e Chucky estava de volta após o sucesso de Brinquedo Assassino. Apesar de ter sido completamente destruído no filme anterior, o boneco maldito é remontado pela própria empresa (algo bem improvável, mesmo dentro desta fantasia) e logo está cometendo mais crimes. O pequeno Andy (Alex Vincent) é adotado por uma nova família, depois que sua mãe tem um surto mental, após os eventos do primeiro filme (traduzindo, a atriz Catherine Hicks não aceitou voltar na sequência). Na nova casa, ele conhece a personagem mais legal do filme, sua irmã adotiva mais velha Kyle (papel de Christine Elise), que é quem lhe ajuda a combater Chucky num final apoteótico dentro da fábrica dos bonecos.

O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986)

Dirigido pelo mesmo Tobe Hooper doze anos depois do sucesso do filme original, esta continuação segue por uma tonalidade totalmente na contramão – fato que afastou muitos fãs de terror na época. O primeiro filme era cru e realista, soando quase como um documentário. Já esta sequência, com muito mais dinheiro, é uma ópera slasher que não se leva a sério e brinca com as conveniências do gênero, soando mais como uma paródia. Tudo, é claro, sem esquecer dos litros de sangue e cenas perturbadoras. Com um Dennis Hopper inspiradíssimo, esta continuação foi redescoberta como obra cult.

Candyman 2 – Vingança (1995)

O Mistério de Candyman (1992), de Bernard Rose, é um terror sofisticado e psicológico, planejado e nascido como terror cult – pairando acima dos demais longas do gênero. Com o sucesso do personagem, já que emplacar um vilão que se torne ícone não é fácil, os produtores decidiram transformar Candyman em um novo Jason ou Freddy, e a continuação seguiu pelo mesmo caminho, mais sanguinolenta e comum aos colegas de slasher. Na trama, desta vez um backstory de herói trágico e escravidão é dado ao personagem.

Pânico 2 (1997)

Reinventar um gênero não é para qualquer um. Mas foi exatamente o que o primeiro Pânico (1996) fez. O saudoso Wes Craven já havia dado novo sabor aos slasher com A Hora do Pesadelo (1984) e com Pânico foi ainda mais além, brincando e satirizando o gênero. A continuação não fica atrás em matéria de esperteza de roteiro, diálogos afiados e referências. Fora tudo isso, os filmes ainda adicionaram o whodunit à mistura – artifício no qual a plateia precisa descobrir quem é o assassino. Aqui, os protagonistas, e não o psicopata, são o foco. Na história, Sidney (Neve Campbell) vai para a faculdade e lá um novo (ou novos) serial killer a persegue.

Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (1998)

Cada vez os títulos dos filmes desta série ficam maiores. O primeiro filme pegou clara carona em Pânico, tendo inclusive o mesmo roteirista (Kevin Williamson). Era uma nova onda de filmes slasher, que dominou o final dos anos 1990: mais consciente e espertinha, porém, sem esquecer os clichês do gênero – que é o que o público quer ver. Aqui, nesta continuação, no entanto, vemos um claro caça-niqueis. O pescador assassino, deixado propositalmente vivo no desfecho do primeiro, volta para continuar sua vingança. A trama é movida para as Bahamas e o filme pega ainda mais emprestado de Pânico – no que diz respeito à revelação do assassino.

Lenda Urbana 2 (2000)

E se Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado era o Pânico de segunda, Lenda Urbana (1998) foi o Pânico de terceira. A Columbia Pictures, hoje Sony, não deixou barato ao investir em seus slashers no fim da década de 1990. Depois de Eu Sei o que Vocês Fizeram…, tratou de confeccionar Lenda Urbana (1998) nos mesmos moldes: diálogos com tiradas e referências – mas aos poucos a nova fórmula já apresentava desgaste. E se isso se mostrava verdade poucos anos depois de Pânico, imagina em 2000, quando esta continuação foi lançada. O resultado foi menos do que morno. Na trama, um grupo de estudantes de cinema enfrenta a fúria de um assassino mascarado, que não usa mais um casaco de esquimó, mas sim um traje de esgrima. Jennifer Morrison e Eva Mendes são os chamarizes do elenco.

Olhos Famintos 2 (2003)

Produzido por Francis Ford Coppola, o primeiro Olhos Famintos (2001) já chegava atrasado na era dos slasher. No entanto, com sua mistura de road movie e cinema de monstro, terminou por criar um animado grupo de seguidores, se tornando cult para uma geração. A continuação não demorou muito a chegar, mas não emplacou tanto no gosto geral como o anterior. O clima mais intimista do original – com dois irmãos se metendo no pior pesadelo de suas vidas – deu lugar a um filme mais “lugar comum” dentro do subgênero. Assim, um grupo de adolescentes estudantes de um colégio se depara com o vilão Creeper, quando seu ônibus escolar pifa na estrada.

Bônus:

Psicose II (1983)

Não é muito justo chamar o clássico imortal Psicose (1960), de Alfred Hitchcock, de slasher. Seja como for, o suspense ajudou a modelar o que veríamos anos depois e sua influência é muito sentida. O que muita gente não sabe, ou quer esquecer, é que o icônico longa em preto e branco teve uma continuação (bem, não apenas uma, como três). Mais de vinte anos depois, Norman Bates retornava às telonas – novamente personificado por Anthony Perkins. E não apenas ele, Vera Miles retorna como Lila, irmã da protagonista do original (Janet Leigh). Na trama, Bates tenta se reintegrar à sociedade após ser liberado da prisão/hospital psiquiátrico. Mas os pesadelos do passado começam a vir à tona.

Crítica | Contos do Caçador de Sombras – Filme com Jackie Chan e dublagem de Whinderson Nunes é Surpreendentemente Bom!

O novo filme de Jackie Chan, ‘Contos do Caçador de Sombras’, chega aos espectadores brasileiros pela notícia de que o ator honconguês foi dublado pelo youtuber e comediante Whindersson Nunes. Mas, acreditem: é muito mais do que isso.

A história é um bocado elaborada e precisa ser acompanhada atentamente pelo espectador. Pu Songling (Jackie Chan) é um contador de histórias meio charlatão, que assusta criancinhas e ilude os pais delas. Tudo porque, na verdade, ele é um caçador de sombras e criaturas das trevas, e, através de sua magia, Pu Songling as aprisiona em seu livro mágico, embora, com o tempo, tenha construído boa relação com algumas dessas criaturas, que o ajuda nas suas caçadas. Em paralelo a isso, o policial Hua (Po-Hung Lin) investiga o roubo em uma loja, mas, o descrédito do delegado local faz com que Hua acabe pedindo ajuda a Pu Songling para se tornar seu aprendiz. Em seguida, jovens donzelas começam a desaparecer na cidade, e, assim o destino desses dois cruza com o do misterioso Ning Cai Cheng (Ethan Juan).

Como dá pra ver, a história é muito mais elaborada do que qualquer outro filme recente de Jackie Chan. Aliás, é uma produção ímpar na carreira do ator: partindo do autor-narrador Pu Songling, ‘Contos do Caçador de Sombras’ constrói uma bela fábula chinesa misturando elementos essenciais de toda boa história – criaturinhas fofinhas, uma história de amor arrebatadora, uma pitada de suspense, belas paisagens, um figurino impecável, uma produção de arte que acompanha a criatividade da história e muito, muito efeito visual. Esse, inclusive, é um dos pontos que mais chama a atenção, pois quase todas as cenas possuem CGI ou algum tipo de efeito especial. Ao fim do longa, vem a revelação: não apenas a história fantasiosa precisava dessa técnica para ser filmada, mas também as gravações foram feitas durante a pandemia lá na Ásia, ainda no fim do ano passado; portanto, para conseguir manter o distanciamento entre os atores em algumas cenas, eles foram inseridos digitalmente na pós-produção.

Embora esteticamente suntuoso, a proposta de ‘Contos do Caçador de Sombras’ é um pouco indecisa. Talvez por tentar abarcar os contos do título, o longa envolve ao menos três histórias no enredo, cada uma com seus próprios personagens e tramas particulares, e isso acaba confundindo o espectador menos atento. A escolha que Boham Liu fez em construir um roteiro que acompanhasse o narrador da história, e não o herói, pode ser acertada se pensada numa continuação (e, aparentemente, é esse mesmo o plano), mas, para um primeiro filme, causa estranheza, pois, até as histórias se entrelaçarem com firmeza, temos a sensação de estarmos vendo uma série, e não um filme.

Essa mesma falta de definição sobre o protagonismo também reflete no projeto geral do longa, que se propõe um filme para toda a família. O breve primeiro arco dá a entender que é uma história bastante infantil, com Jackie Chan canastrão ludibriando o povo, fazendo caras e bocas, enquanto o elfo do mal literalmente tem como superpoder soltar um pum na cara das pessoas. Mas, em seguida, a história fica mais juvenil, com uma pegada bem mais séria, shakespeariana até, o que possivelmente vai causar o desinteresse da meninada, embora possa atrair aos pais. Assim, o filme para toda a família parece ser dividido em partes, sendo que cada uma delas busca agradar um membro da família.

Jackie Chan está carismático com seu jeitinho simpático de atuar e com a leveza que demonstra nas cenas de luta coreografadas. Mas aí vem a dublagem de Whindersson Nunes, que fica completamente fora de lugar no projeto. Com todo o respeito ao comediante – que se diz fã declarado do ator e, inclusive, quer se parecer esteticamente com ele –, esse não era o filme para ele dublar. Embora seja compreensível que associar o nome do youtuber ao longa fosse uma tentativa do marketing brasileiro de atrair o público de Whindersson – majoritariamente infantil, interessado em produções mais bobeirol –, ‘Contos do Caçador de Sombras’ é um filme rebuscado, mais adulto, e possivelmente não fará gosto a esse público.

Ainda que refinado, se vocês derem uma chance a ‘Contos do Caçador de Sombras’, vocês serão positivamente surpreendidos por um mergulho numa linda e emocionante fábula chinesa, cheia de valores, que pode até mesmo te fazer chorar no final.

‘Red Sonja’: Mesmo após denúncias de abuso seuxal, Bryan Singer é confirmado como diretor

Esta semana, o cineasta Bryan Singer foi acusado NOVAMENTE por estupro e pedofilia contra um rapaz de 15 anos no set de ‘O Aprendiz‘, e outros jovens vieram publicamente afirmar que ele os assediava sexualmente e usava drogas e álcool para diminuir suas inibições.

Com a polêmica, os fãs da adaptação de ‘Red Sonja‘ criaram um abaixo-assinado pedindo que a produtora Millennium demita Singer da produção. Porém, mesmo após os apelos dos fãs, a produtora divulgou um comunicado através do THR no qual o CEO da empresa avisa que manterá a polêmica figura como diretor do filme:

“Eu continuo em desenvolvimento para ‘Red Sonja‘ e Bryan Singer continua contratado. Os mais de US$ 800 milhões que ‘Bohemian Rhapsody‘ arrecadou, tornando-o o drama mais lucrativo da história do cinema, é um testamento a sua visão admirável. Eu sei a diferença entre fake news promovida por agenda e a realidade, e eu estou bem confortável com essa decisão. Nos EUA, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário.”

O roteiro está sendo escrito por Ashley Miller, que escreveu o roteiro de X-Men: Primeira Classe’. O produtor Avi Lerner comentou:

“Nós estávamos esperando pelo momento certo para este remake, e com o sucesso de Mulher-Maravilha, o público se manifestou. Eles querem mulheres heroínas”

Em 2009, Robert Rodriguez chegou a produzir cartazes do filme de Red Sonja, protagonizado pela Rose McGowan, mas o projeto nunca mais foi mencionado.

Confira:

‘Duna’: Dave Bautista revela seu personagem com nova foto de bastidores; Confira!

Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) revelou hoje, 06, que dará vida ao personagem Rabban Harkonnen, sobrinho do Barão Vladimir Harkonnen (Stellan Skarsgard) no novo remake de Duna.

O ator postou uma foto confirmando o papel em seu Instagram. Na legenda, Bautista escreveu: “que honra”.

Confira:

 

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What an honor…. #dune #dreamchaser

Uma publicação compartilhada por David Bautista (@davebautista) em

Dirigido por Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049‘), o longa deve adaptar apenas a primeira metade do livro.

Uma jornada de herói mítica e emocionante, ‘Duna’ conta a história de Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothee Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome‘) será o protagonista. Oscar Isaac, Rebecca Ferguson, Jason MomoaBautistaSkarsgard, Javier Bardem e Charlotte Rampling completam o elenco.

A Warner Bros. lançará o longa nos cinemas no dia 20 de novembro de 2020.

Duna‘ já teve uma adaptação para os cinemas, em 1984, pelo diretor David Lynch.

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Natalie Dormer fala sobre sua personagem na série derivada

Em uma recente sessão de Q&A promovida pela Showtime, a atriz Natalie Dormer aproveitou o recém-lançamento do trailer de Penny Dreadful: City of Angels’ para falar um pouco sobre a personagem que vive na série derivada, o demônio Magda.

“[O criador] John Logan me deu um enorme presente para brincar com as diferentes iterações [de Magda]. No trailer, você vê duas delas, mas há mais. Você precisa assistir para ver mais. E eu tive um tempo incrível tecendo uma antagonista diferente.”

O canal Showtime divulgou o primeiro trailer do spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels‘.

Além disso, foi confirmado que a produção irá estrear no dia 26 de abril.

Confira o trailer:

O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.

O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

O elenco conta com Rory KinnearNatalie Dormer, Nathan LaneDaniel ZovattoKerry Bishé, Adriana BarrazaJessica Garza, Johnathan Nieves, Lorenza Izzo, Amy Madigan, Piper Perabo Brent Spiner.

A série original, ‘Penny Dreadful‘, durou apenas três temporadas e era ambientada durante a Era Vitoriana, em Londres.

‘Reunited Apart’: Reunião com elenco de ‘Curtindo a Vida Adoidado’ ganha teaser; Confira!

Em seu canal oficial do YouTube, o ator e comediante Josh Gad divulgou o teaser oficial do último episódio de Reunited Apart, que irá reunir o elenco do clássico ‘Curtindo a Vida Adoidado’.

Confira:

O vídeo confirma que o evento virtual trará Matthew Broderick, Mia Sara, Alan Ruck e Jennifer Grey.

Reunited Apart volta com o novo episódio no próximo domingo, 28 de junho.

‘Curtindo a Vida Adoidado’ foi dirigido pelo lendário John Hughes e tornou-se um sucesso tanto de bilheteria quanto de público. Além de arrecadar US$70 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$6 milhões, o filme ganhou status de cult décadas depois de seu lançamento.

Relembre a sinopse e o trailer:

Um adolescente decide sair da rotina, fingindo-se de doente para matar aula. Ele convence sua namorada e seu melhor amigo a se juntarem a ele no passeio até Chicago, usando a Ferrari do pai de seu melhor amigo.

‘Love, Weddings & Other Disasters’: Comédia romântica com Diane Keaton ganha trailer oficial; Confira!

Saban Films divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Love, Weddings & Other Disasters’, nova comédia romântica estrelada pela icônica Diane Keaton.

Confira:

O filme é dirigido por Dennis Dugan (‘Eu os Declaro Marido… e Larry’), que também fica responsável pelo roteiro ao lado de Eileen Coon e Larry Miller.

Uma multi-história cômica e romântica sobre as pessoas que trabalham na indústria de casamentos e que desejam criar o dia perfeitos para casais apaixonados – com relacionamentos próprios que estão longe de serem perfeitos.

Jeremy IronsDiego BonetaJinJoo LeeJesse McCartneyVeronica Ferres e outros completam o elenco.

‘Love, Weddings & Other Disasters’ tem estreia marcada nos EUA para o dia 04 de dezembro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘Peter Pan e Wendy’: Começam as filmagens do novo live-action da Disney!

Continuando sua onda de remakes em live-action, a Walt Disney Studios anunciou nesta última terça-feira (16) que a produção de ‘Peter Pan e Wendy’ finalmente teve início.

As filmagens estão ocorrendo em Vancouver, Canadá, e tem previsão de lançamento para 2022.

Ever Anderson, filha de Milla JovovichPaul W.S. Anderson, dará vida à Wendy, enquanto Alexander Molony será o intrépido Peter Pan.

O elenco também conta com Yara Shahidi (Black-ish‘) como a fada Sininho, Alyssa Look como a princesa Tiger Lily, Jude Law (‘The Third Day‘) como o vilanesco Capitão Gancho, Rebecca Hall como a Sra. Darling e Jim Gaffigan como o marujo Sr. Smee.

Confira o primeiro teaser:

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

‘Supergirl’ volta para National City na sinopse oficial do episódio 06×08; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Welcome Back, Kara”, episódio de retorno da 6ª e última temporada de Supergirl.

Na trama, “conforme Supergirl e Zor-El retornam para National City, eles estão determinados a deixar a Zona Fantasmas para trás e se divertirem sendo super-heróis juntos. Infelizmente, seus esforços saem pela culatra, trazendo uma nova ameaça à cidade”.

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

Elegemos as 21 Melhores Séries de 2021

Entre altos e baixos, o mundo das séries conseguiu superar as nossas expectativas e entregar alguns títulos de extremo aclame e aceitação por parte da crítica nacional e internacional e do público.

Desde a incrível animação Arcane até o suspense dramático Mare of Easttown, 2021 provou ser incrível para o cenário do streaming e da televisão – motivo pelo qual nossa segunda matéria especial de final de ano contempla as 21 melhores séries do ano (sem ordem particular). Para tanto, estamos tanto considerando as séries estreantes (e dando mais atenção a elas, obviamente) quanto as que retornaram com temporadas impecáveis e que merecem ser conferidas.

Veja abaixo nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

RESERVATION DOGS

“Dividido em nove episódios de trinta minutos cada, ‘Reservation Dogs’ é uma série igualmente divertida e extremamente dramática, justamente por centrar sua história no universo juvenil. Ao mostrar a realidade dos adolescentes indígenas contemporâneos daquele país, a série coloca o povo indígena não no passado, mas sim no presente, e demonstra que as dificuldades e os sonhos desses jovens são iguais aos de qualquer jovem ocidental, porém, os conflitos com suas tradições e identidades são intensificados por causa de uma sociedade que não admite outras culturas. Por isso, ‘Reservation Dogs’ é uma das melhores produções do ano, apresentada por uma gracinha de elenco que faz o público rir e sentir com a mesma profundidade.” – Janda Montenegro

TED LASSO

A 2ª temporada de Ted Lasso manteve o altíssimo nível da série e fez um estrondo entre a crítica internacional, conquistando 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. Estrelada por nomes como Jason Sudeikis (que também fica responsável pelo desenvolvimento da obra), Hannah WaddinghamBrett Goldstein, a história é centrada em Ted, um treinador de futebol americano que é contratado para ser técnico de um time de futebol inglês. Ele, então, tenta conquistar o cético mercado britânico com sua personalidade superotimista e peculiar – além de lidar com a inexperiência no esporte.

SEX EDUCATION

“Episódio a episódio, é notável como o roteiro atinge um potencial esplêndido e que faz algo muito difícil no escopo audiovisual: manter sua qualidade sem se valer do pedantismo. Por um lado, os tópicos apresentados e explorados já foram vistos em construções similares; por outro, nunca foram tratados com tamanha franqueza quanto aqui. Percebe-se a preocupação em cultivar um terreno que celebra a infinita diversidade do elenco, trazendo causas LGBTQIA+ ao mainstream – incluindo duas pessoas não-binárias -, debates pungentes sobre depressão e ansiedade, discussões sobre mecanismos de enfrentamento de traumas e a livre expressão da entidade mental humana e até críticas à burocracia tradicionalista do sistema de ensino atual (que se aplica a diversos países, não só ao representado na série)” – Thiago Nolla

POSE

“Se os esforços estéticos são perfeitos sem querer ousar mais do que conseguem, as refinadas técnicas que Canals e seu time empregam merecem reconhecimento. Em comparação ao início da saga, a deslumbrante e vibrante paleta de cores por vezes manchava as telas em uma profusão frenética de glitter, passos de dança e figurinos chamativos que causavam uma explosão sensorial intensa; agora, tudo continua, mas com uma sobriedade que acompanha o amadurecimento das personagens sem se esquecer do refúgio artístico que criaram para se salvarem e se encontrarem em meio a tanto ódio – com destaque ao trabalho de Simon Dennis e Nelson Cragg numa progressiva e estonteante fotografia” – Thiago Nolla

MISSA DA MEIA-NOITE

“Se o roteiro já nos fisga desde o episódio piloto a descobrir o que caminha pela escuridão da ilha, as atuações do elenco protagonista e coadjuvante são inexplicáveis e exortam performances avassaladoras. Linklater, já conhecido na esfera televisivo, redefine sua carreira ao encarnar Paul, enquanto Sloyan, antiga colaboradora de Flanagan, transmuta-se em uma mulher cega pelo preconceito e movida pelo fanatismo religioso; Siegel se prova, novamente, como uma atriz incrível e que não tem medo de arriscar, nem mesmo nos momentos mais complicados – como nos vários monólogos que encabeça. É claro que as literais citações da bíblia católica podem se render em um artifício demasiado recorrente, mas não o bastante para apagar a brilhantismo da série.” – Thiago Nolla

THE UNDERGROUND RAILROAD

“As performances são nada menos que viscerais e brutais. Mbedu rouba a cena ao encarnar Cora e ao deixar transparecer as múltiplas feridas que a acompanham desde pequena – o abandono da mãe, o sadismo de seus donos e as névoas de um futuro incerto. Como é de esperar, Jenkins promove um circense movimento de altos e baixos, nos convidando para um passeio de montanha-russa que não deixa nada de fora e não imprime nenhuma sensação desnecessária e forçada; pelo contrário, nota-se o modo como o realizador tem respeito pelos personagens e cultiva o terreno para que flores (ou ervas daninhas) cresçam na imensidão. Dessa forma, Cora não está protegida, mas é acolhida de modos variados por aqueles que querem o seu bem ou que apenas querem se aproveitar de uma condição condenável – por exemplo, quando ela cruza caminho com a fanática Ethel Wells (Lily Rabe) ou a distorcida mentalidade da Srta. Lucy (Megan Boone)” – Thiago Nolla

ROUND 6

“O roteiro de Dong-hyuk Hwang é muito bem escrito e convida o espectador a jogar também. Já no primeiro episódio somos fisgados, hipnoticamente, para dentro desse universo estético muito atraente, mas que no fundo sabemos ser uma grande ameaça. Ainda assim, é impossível desviar os olhos dos desafios simples, porém bizarros, aos quais os personagens são submetidos. O primeiro episódio (o da boneca) propõe o jogo ao espectador: quem quiser continuar assistindo e saber o final da história é só seguir adiante nos episódios; quem achar que o conteúdo é pesado demais, pode ficar apenas no primeiro capítulo mesmo, que já dá o tom do que se trata a série e, inclusive, oferece um final meio que alternativo aos que desistirem do jogo” – Janda Montenegro.

MARE OF EASTTOWN

“A obra, supervisionada pela HBO, já é interessante por, mais uma vez, apostar no gênero do drama criminal – dessa vez, nos levando à pequena cidade da Pensilvânia que empresta seu nome ao título. No centro desse melancólico e controverso vilarejo, Winslet insurge como Mare Sheehan, uma detetive sem papas na língua cujo principal objetivo é manter a ordem entre os seus vizinhos e, caso nada de errado aconteça, voltar para a casa que divide com a mãe (Jean Smart), com a filha (Angourie Rice) e com o neto, que passou aos seus cuidados após a aparente morte do filho mais velho, que lhe aparece em momentos mais catárticos e reveladores. Outrora uma famosa jogadora de basquete no colégio local, Mare é conhecida por todos e parece se arrastar para enfrentar os inúmeros problemas de todo dia” – Thiago Nolla

ONLY MURDERS IN THE BUILDING

Já renovada para a 2ª temporada, Only Murders in the Building foi uma das grandes surpresas de 2021 e merece nossa atenção pelo total descomprometimento e leveza com que trata seus temas. A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

MANHÃS DE SETEMBRO

“De certo modo, a carga dramática é centralizada na conturbada dinâmica entre duas mulheres diferentes que se unem por um tempo já esquecido, mas que conseguiu calcar um caminho que intercruzasse num futuro distante; e, enquanto é redundante falar da interpretação aplaudível de Teles, Liniker rouba a cena em uma rendição invejável que dá início a uma nova faceta de sua carreira: Cassandra reúne as minorias em um tour-de-force que oscila da independência sistemático ao conflito interno; sendo uma mulher negra, pobre e trans, ela encontrou seu lugar em meio a amigos próximos – como é o caso do casal gay formado por Paulo Miklos e Gero Camilo – e insurgiu como uma força imensurável em meio a tantas adversidades. É por esse motivo que a conquista de uma quitinete ou a possibilidade de cantar em um clube é motivo de alegria e de que as coisas seguem um caminho de ‘otimismo realista'” – Thiago Nolla.

MAID

A poderosa minissérie biográfica MAID já nos chama a atenção por contar com a produção de Margot Robbie, uma das mais prolíficas artistas do cenário do entretenimento contemporâneo. Baseado no romance não-ficcional homônimo de Stephanie Land, a história gira em torno de uma mãe solteira que trabalha como faxineira e luta para sobreviver contra a pobreza, o prospecto de perder sua casa e uma burocracia mortal. Em pouco tempo, se consagrou como um dos melhores títulos da Netflix neste ano e trouxe à tona discussões importantes sobre temas sociais que estão em voga, como abuso doméstico e os perigos do capitalismo predatório.

RICK E MORTY

Retornando para sua 5ª temporada, a animação adulta ‘Rick e Morty’ permanece como um dos grandes títulos das últimas décadas do cenário estadunidense – e é claro que a nova leva de episódios não seria diferente. Aqui, o amadurecimento e os conflitos dos personagens principais entram como força-motriz de uma cadeia de eventos que culmina em uma das maiores reviravoltas do ano – e uma construção competente e de tirar o fôlego que destila traços do que poderemos ver em temporadas futuras.

LOVE, VICTOR

“É notável a evolução estética e técnica da segunda temporada em comparação com a anterior. Apesar da insistência alaranjada da fotografia, que por vezes denuncia uma repetição formulaica e que já é vista em diversas produções similares, a coesão do roteiro é o que rouba nossa atenção, fazendo questão de dar enfoque em cada uma das personas. Victor rege boa parte dos eventos que se sucedem, mas entrelaçando-se àqueles que o cercam, não fazendo-os depender dele; Mia passou dez semanas como monitora de um acampamento de férias para colocar a cabeça no lugar, entendendo que não poderia ficar brava com Victor por ser quem ele é, mesmo se sentindo traída; Felix (Anthony Turpel) e Lake (Bebe Wood) se unem em um casal perfeito que, como é de esperar, também passa por inúmeras problemas até culminar em uma realização chocante” – Thiago Nolla

THE WHITE LOTUS

“O aspecto mais vantajoso da produção é o fato de não se levar a sério: White, juntamente ao seu time criativo, não tem quaisquer intenções de arquitetar algo exclusivo ou original, e sim utilizar fórmulas constantes do cenário do entretenimento para criticá-las em um espectro ácido e divertido. Nenhum diálogo está fora de lugar e, mais do que isso, é notável como cada sequência caminha para um lugar diferente. Há certos momentos em que os personagens cruzam caminho, como a chocante interação entre Rachel e Nicole, ou o vergonhoso meltdown de Shane quando percebe que não é superior a ninguém dentro de um lugar em que todos se rendem à alienação e ao individualismo. Aliado a uma estética complexa e paradoxal – que cria um conflito entre uma tétrica trilha sonora e uma fotografia vibrante e panfletária -, o roteiro leva certo tempo para acertar no ritmo e caminha para um grandioso finale” – Thiago Nolla

HACKS

“Duas personalidades completamente diferentes. Duas fases de vida nada iguais. Idades distantes. As protagonistas embarcam em argutos debates sobre a vida, que vão desde os confrontos sobre a não mais atemporalidade de algumas piadas de Vance até mesmo as questões complicadas familiares que a diva do stand up enfrenta mas sem nunca se abrir. Tudo se encaixa com perfeição pelas linhas de um roteiro sublime, até as subtramas são ótimas equilibrando a comédia com dramas ligados ao coração. Há um destaque para a força dessas mulheres sempre à frente de seus tempos. Somos testemunhas de uma forte relação de amizade que nasce aos poucos, também podemos enxergar como ‘mãe e filha’, em meio a todo o caos que insiste em chegar dia após dia dentro do brilho das inesquecíveis noites de shows. Hannah Einbinder e Jean Smart possuem uma harmonia fantástica em cena, um diálogo melhor que o outro. Hacks merece aplausos de pé! Que chegue logo a segunda temporada!” – Raphael Camacho

DICKINSON

Facilmente uma das produções mais subestimadas da televisão, Dickinson pode até ter começado aos trancos e barrancos, mas voltou em 2021 com uma das pérolas do escopo seriado. Guiada pela performance sempre espetacular de Hailee Steinfeld como a revolucionária poeta estadunidense Emily Dickinson, o último ciclo da produção mergulha de cabeça em um amadurecimento estético e narrativo de arrepiar os cabelos. Nos novos episódios, Emily percebe que seu momento mais produtivo como artista ocorre em meio à violenta Guerra Civil Americana e uma batalha igualmente feroz que divide sua própria família. Enquanto tenta curar as divisões ao seu redor, ela se pergunta se a arte pode ajudar a manter viva a esperança e se o futuro pode ser melhor do que o passado.

WANDAVISION

“Com atuações muito boas em personagens excelentes, o saldo da primeira produção original da Marvel no Disney+ é bem positivo. Revolucionaram o mercado? Não acredito, mas nem sempre queremos ver alguém inventando a roda, basta nos entregar uma boa história e bom desenvolvimento de personagens que já ficamos mais que satisfeitos. E isso WandaVision faz muito bem. Fica difícil de controlar a ansiedade para ver o que a Marvel fará daqui pra frente, porque seus primeiros passos no Disney+ foram muito promissores” – Pedro Sobreiro

LUPIN

“A tripla direção de Marcela SaidLudovic Bernard e Louis Leterrier é afinada, construindo um arco geral da missão de maneira sólida e homogênea sem deixar a peteca cair em nenhum dos cinco episódios. De mero golpista, Assane passa a justiceiro a la ‘V de Vingança’ com uma pegada de 007, e a gente torce por ele,  graças à atuação primorosa de Omar Sy, que consegue mudar totalmente sua postura, sua expressão e até mesmo sua voz a cada novo disfarce que Assane usa, com um charme e carisma irresistíveis” – Janda Montenegro

SUCCESSION

Depois de ter dominado a temporada de premiações com duas temporadas irretocáveis, o drama ‘Succession’ retorno com novos episódios que transformaram o terceiro ciclo na melhor entrada da série até agora. Amplamente ovacionado pelos críticos e pelo público, os capítulos mais recentes têm grandes chances de dominar as categorias das honrarias televisivas e, investindo ainda mais cautela e tempo na narrativa, aumentou os conflitos entre os membros da Waystar RoyCo e da família que empresta o nome à companhia – arracando performances insuperáveis de um elenco estelar.

SWEET TOOTH

“A série ganha notoriedade pelo modo como estrutura a história. Enquanto nada é essencialmente original ou revolucionário, Jim Mickle, que desenvolveu a obra e abarcou a direção do primeiro episódio, conduz com maestria uma aventuresca análise do que significa viver em meio à desordem. Gus e Jepperd são delineados com personalidades totalmente diferentes e que entram em conflito numa constância caótica, a princípio não nutrindo de afeição um pelo outro apenas para culminar em um respeito e um carinho mútuos que o transformam em família. Mas eles não são os únicos que desfrutam de momentos de protagonismo, ainda mais pelo sutil movimento multicronológico que Mickle ergue” – Thiago Nolla

ARCANE

Conquistando nada menos que 100% de aprovação no Rotten TomatoesArcane, série animada baseada nos clássicos games da saga ‘League of Legends’, veio com grande surpresa e se torno um dos títulos de maior sucesso crítico e comercial da Netflix. Contando com nomes como Hailee SteinfeldElla Purnell no elenco de dublagem original, a produção é ambientada no conflito entre a próspera região de Piltover e a oprimida cidade subterrânea de Zaun, explorando as origens de duas campeãs icônicas e do poder que as separa. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

Rina Sawayama lança “This Hell”, 1º single do aguardado álbum ‘Hold The Girl’

A aclamada cantora e compositora Rina Sawayama divulgou hoje (18) a canção “This Hell”lead single do aguardado álbum Hold the Girl.

O disco será lançado no dia 02 de setembro.

Confira:

A artista nipo-britânica começou a ganhar fama com o lançamento de SAWAYAMAdébut que foi aclamado pela crítica mundial e contou com os singles “Comme Des Garçons (Like the Boys)” e “XS”.

Desde então, colaborou com inúmeros nomes lendários do cenário fonográfico, incluindo Elton John, Charli XCX e Lady Gaga. Recentemente, participou da colaboração “Follow Me”, da drag queen brasileira Pabllo Vittar.

Crítica | 8º episódio de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui a temporada de forma bastante satisfatória

Cuidado: muitos spoilers à frente.

Depois de oito semanas de uma temporada recheada de potencial e de acontecimentos instigantes, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ conclui seu ciclo de estreia com exatamente o que esperávamos de um season finale: respostas acerca dos múltiplos e estranhos personagens que apareceram nos capítulos predecessores, o encerramento de um arco que há muito vinha sendo prometido e a abertura de um futuro brilhante que tem o necessário para, inclusive, podar eventuais erros de ritmo e de roteiro. E, diferente do que muitos vinham dizendo desde a estreia, a última iteração apenas reitera o que vinha dizendo há dois meses: a adaptação da Amazon Studios é uma carta de amor a J.R.R. Tolkien e uma ótima adição à mitologia da Terra-Média.

Na semana passada, o show lidou com as consequências de um ardiloso plano encabeçado por Adar e seus asseclas, que culminou na criação definitiva de Mordor. Entretanto, por mais que as intenções estivessem lá, o episódio veio como um esquecível filler que apenas confirmou coisas das quais sabíamos há bastante tempo – o que me deixou um pouco preocupado para o capítulo desta semana, devo dizer. Felizmente, se J.D. Payne e Patrick McKay tropeçaram aqui e ali, a dupla retornou com força avassaladora com um roteiro que beira a perfeição e que só desliza ao esquecer de alguns elementos que gostaríamos de ver aqui. E, à medida que a história leva o tempo necessário para se concluir e deixar os esperados ganchos para a próxima temporada, a direção de Wayne Che Yip é também certeira ao prestar homenagem tanto aos filmes originais quanto aos jogos.

O foco do episódio, intitulado “A Liga”, divide-se em dois veios principais: o primeiro deles acompanha a chegada de Galadriel (Morfydd Clark) e Halbrand (Charlie Vickers) em Eregion que, diferente de Lindon, é uma imponente cidade élfica que emula Valinor – e onde Celebrimbor (Charles Edwards) trabalha em um projeto secreto. Ao chegarem lá, a dupla se reúne tanto com o Elfo ferreiro quanto com Elrond (Robert Aramayo), que retornou de mãos vazias de Khazad-dûn depois de tentar escavar o mithril para salvar seu povo e, consequentemente, a Terra-Média. Entretanto, o grupo ainda tem um pedaço do curioso metal e o utiliza para forjar um objeto que possa servir como arauto da compreensão, da paz e da cura (e é claro que conseguimos imaginar o que esses objetos são antes de chegarmos aos créditos finais).

O segundo veio nos transporta para a misteriosa concepção que se abate sobre o Estranho (Daniel Weyman) que caiu do céu e que cruzou caminho com os adoráveis Pés-peludos. Pouco depois de ter se afastado do grupo de criaturinhas, o Estranho se vê frente a frente com a Habitante, a Ascética e a Nômade (vividas por Bridie Sisson, Kali Kopae e Edith Poor, respectivamente). O trio encapuzado revela que ele é, na verdade, Sauron, cuja identidade foi usurpada apenas para que ele se reencontrasse e desse início à dominação e à purificação da Terra-Média. Mas, como ficamos sabendo pouco depois, o Estranho, na verdade, é um personagem de coração puro que não se deixa levar pela escuridão – e que utiliza o poder que carrega para salvar Nori (Markella Kavenagh) e os outros.

Ainda que separados por grandes eventos, os focos acima mencionados são unidos por uma vibrante e tensa atmosfera que nos prepara para revelações chocantes (e que serão analisadas em matérias à parte deste texto). A condução de Yip é majestosa, conseguindo capturar cada um dos elementos necessários para que possamos compreender o que o destino reserva para os protagonistas e coadjuvantes. Há um jogo de luz e sombra que não apenas pega elementos emprestados dos épicos de fantasia, mas que menciona brevemente um estilo neo-noir, contribuindo para os segredos que Galadriel, Elrond, Halbrand e tantos outros escondem.

Um outro aspecto que precisa ser destacado e que, mais vezes do que o normal, é subestimado, é a potente trilha sonora de Bear McCreary. Nas críticas anteriores, devo ter pontuado o belíssimo arranjo de cordas comandado pelo compositor, mas “A Liga” parece permitir que McCreary invista ainda mais esforços em suas habilidades aplaudíveis, arquitetando território familiar, mas sem se deixar levar pelo comodismo da imitação. É óbvio que ele mantém diálogo com Howard Shore, mas a ideia por trás da série é o mistério – motivo pelo qual ele avança para uma tétrica progressão que ganha vida à medida que nos envolvemos com a trama.

O episódio final da temporada de estreia de O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ é satisfatório do começo ao fim – por mais que tenhamos sentido falta de algumas coisas. A escolha de restringir o roteiro para as incursões mais importantes revelou o apreço que Payne e McKay têm de deixar o melhor para o final – e, agora, podemos apenas esperar numa angústia quase tirânica pelo próximo ciclo.

Dumbo | Mais de 80 anos depois, animação da Disney continua como um profundo e necessário clássico

Walt Disney carrega um estigma acerca de suas animações: é um lugar-comum muito errôneo acreditar que suas obras são superficiais e conversam em um nível cru com uma audiência essencialmente infanto-juvenil. De certo modo, se analisarmos suas investidas em relação aos inúmeros contos-de-fada, podemos dizer que a construção das protagonistas princesas segue um padrão até meados da década de 1990, provavelmente para se tornar mais “acessível” e seguir um estereótipo onírico que mantenha relações com o público-alvo. Entretanto, é inegável dizer que certos filmes vão muito além do que nos é mostrado e mergulham em universos complexos que falam de autoaceitação, preconceito e até mesmo realizam críticas sociais tragicômicas em meio a um escopo “feliz”, por falta de outro adjetivo. 

Se Pinóquio’ já teve um sucesso incrível ao delinear uma história como nenhuma outra, bem como trazer uma evolução nas técnicas de animação, Dumbo consegue algo mais aplaudível em um tempo bem menor. Retornando na cadeira de direção, Ben Sharpsteenarquiteta uma narrativa que não precisa de muitas falas ou de muito tempo cênico para entregar uma mensagem atemporal e que serve cada vez mais para a sociedade contemporânea: afinal, tudo gira em torno do pequeno elefante que empresta seu nome ao título e que é entregue para uma carente e protetora mãe cuja solidão logo transforma-se em esperança. A primeira sequência nos leva às histórias que nossos pais contavam quando mais novos no melhor estilo “de onde vêm os bebês?”, mostrando uma coreografia incrível de cegonhas levando pequenos filhotes para os diversos animais em um zoológico-circo. 

A Sra. Jumbo, como é chamada, sente-se decepcionada quando é a única a não receber a “entrega especial”, mas no dia seguinte é visitada por uma atrapalhada cegonha e finalmente se torna completa. Entretanto, diferente de outros da sua espécie, Dumbo tem uma pequena característica destoante: orelhas enormes e que não conversam esteticamente com o restante de seu pequenino corpo. O filhote logo se torna motivo de chacota pelo restante da manada que vive no circo e, apesar da inocência, não pode deixar de se sentir atacado por ser “diferente” – e é justamente aqui que uma simples trama começa a encontrar uma profundidade inigualável e inesperada. 

Dumbo traça paralelos com os clássicos protagonistas da jornada do herói, principalmente por ser dotado de traços físicos e psicológicos que o tornam especial – e é isso que também permite que o público construa uma relação de empatia. Afinal, o longa-metragem foi arquitetado como uma representação não-convencional daquilo que grande parte das pessoas enfrenta todo dia – a necessidade de se encaixar nos padrões estabelecidos pela sociedade como forma de integração e de autoaceitação. Apesar dessa crescente imposição, o protagonista não abandona a sua fidelidade por ser a personificação de uma “criança” e não compreender por que a sua persona não é aceita dentro daquela comunidade, ainda que sua mãe repetitivamente o acolha e o acalente como um igual. 

Joe Grant e Dick Huemer praticamente fazem mágica com o breve tempo de história, a qual mal chega aos sessenta minutos: mesmo com condições tão limitadoras quanto esta, ambos conseguem escolher de forma precisa o que desejam explorar mais a fundo, e é interessante analisar como cada personagem, seja com mais protagonismo ou entrando como coadjuvante, é de extrema importância para o arco de amadurecimento de Dumbo. Sua mãe, endeusada e colocada em um patamar superior a qualquer outra figura, é o arquétipo da protetora e não cede aos clichês do gênero, estando fadada a sofrer as consequências de seus atos – como destruir as instalações circenses para proteger seu filho de abusos físicos. As outras elefantes-fêmeas do grupo possuem poucas distinções entre si e resgatam as imagens alcoviteiras da commedia dell’arte, insurgindo como críticas ferrenhas à estética do filhote e que, como já é de esperar, provam do próprio veneno à medida que a história chega ao seu fim. 

Ambos também percebem que a superexposição dialógica é um erro comum para filmes do gênero e que resolvem trazer questões pertinentes à tona. Logo, é comovente ver que nem Dumbo nem sua mãe tenham falas, optando pela utilização de expressões claras que refletem seus problemas e suas frustrações anteriores, bem como os laços afetivos que os unem. Aqueles que falam normalmente são caracterizados com personalidades frias e frívolas ou insurgem na figura de uma consciência mais humanizada. Nesta obra, tal papel é materializado pelo cômico camundongo Timothy – cuja presença já demonstra como o diretor tem afinidade para brincar com os opostos (afinal, reza a lenda que elefantes e roedores não tem uma convivência muito agradável). Tal personagem é o otimista conselheiro que acompanha o filhote em toda a sua breve jornada, encorajando-o a não se deixar levar pelas ridicularizações sem escrúpulos de seus colegas de trabalho e a acreditar em seu próprio potencial. 

O time criativo por trás da obra-prima não apenas traz essas mensagens esperançosas e alegres com um desfecho satisfatório, mas aproveita o escopo para realizar diversas divagações antropológicas. Basicamente, toda a construção é uma grande metáfora para pautas como preconceito e supremacia racial: em determinado momento, perto do encerramento do segundo ato, Dumbo é forçado a trabalhar com os palhaços do circo para que tente integrar em um novo “nicho social”; ao perceberem que o maltratado elefante fez uma escolha imperdoável, as alcoviteiras se unem e decidem que ele não será mais visto como um dos seus e será para sempre um pária dentro de uma bolha extremamente intolerante e hostil. E como se não bastasse, a única figura que o aceitava como realmente é torna-se prisioneira de seu próprio amor e é enclausurada em uma prisão-solitária, além de ser tachada de louca e violenta. 

Sharpsteen não poupa esforços para igualar a complexidade narrativa aos simbolismos cênicos: diversas sequências buscam referência na incrível arte do locus horrendus das escolas Romântica e Realista, principalmente em um momento crucial e divisor de águas que se desenrola ainda no ato introdutório – a construção do circo. Aqui, temos diversos trabalhadores humanos e homogêneos (uma leve inclinação para as questões de meritocracia e desigualdade social) utilizando todas as suas forças para erguerem a tenda, sendo ajudados pela resiliência da própria manada de elefantes. Além de serem acompanhados por uma profunda e ressonante canção intitulada Song of the Roustabouts”, o caótico cenário é polvilhado por uma torrencial chuva, por enquadramentos e ângulos distorcidos e por uma paleta de cores fria e macabramente envolvente. 

Dumbo prova que há mais coisas dentro de uma simples animação do que sonha a nossa vã percepção estigmatizada. Em poucos minutos – talvez o único problema do filme -, o público é apresentado a uma incrível e épica jornada que navega por inúmeras facetas sociais e que, eventualmente, reafirmam o status dessa narrativa como uma verdadeira obra-prima do cinema. 

Antonia Thomas e Craig Roberts conversam sobre as angústias da vida no trailer da comédia ‘Ainda Acordados’; Confira!

Apple TV+ divulgou o trailer de ‘Ainda Acordados’ (‘Still Up’), sua mais nova série de comédia.

A produção estreia no dia 22 de setembro na plataforma de streaming.

Confira o trailer:

John Addis entra como diretor, enquanto Steven BurgeBryce HartNatalie Walter assinam o roteiro.

A trama acompanha uma aspirante a ilustradora impulsiva e de espírito livre, cujas dúvidas sobre o futuro de sua filha começam a mantê-la acordada à noite, e o jornalista socialmente ansioso, mas talentoso, Danny.

Antonia ThomasCraig Roberts estrelam. Blake HarrisonLois ChimimbaLuke FetchersonRich FulcherSamantha Spiro completam o elenco.

‘The New Look’: Série de época estrelada por Glenn Close estreia na Apple TV+!

The New Look, série estrelada pela icônica indicada ao Oscar Glenn Close, já está disponível na Apple TV+.

Os três primeiros episódios foram lançados hoje, 14 de fevereiro, na plataforma de streaming. O restante dos capítulos será exibido em âmbito semanal.

Na produção, Close interpreta Carmel Snow, editora-chefe da Harper’s Bazaar entre os anos de 1934 e 1958. A trama navega por uma Paris ocupada pelos nazistas e acompanha os novos e esquecido designers à medida que enfrentam os horrores da II Guerra Mundial e investem esforços para criarem uma moda mais moderna.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Todd A. Kessler (‘Damages’), que também entra como roteirista, produtor e diretor.

Tendo como cenário a ocupação nazista de Paris na II Guerra Mundial, The New Look centra-se num momento crucial do século XX, quando a cidade francesa trouxe o mundo de volta à vida através do seu ícone da moda, Christian Dior. À medida que Dior ganha destaque com sua marca icônica e inovadora de beleza e influência, o reinado de Chanel como a estilista mais famosa do mundo é colocado em perigo. A saga entrelaçada segue as histórias surpreendentes de contemporâneos e rivais da Dior, de Chanel a Pierre Balmain, Cristóbal Balenciaga e muito mais; e oferece uma vista deslumbrante do ateliê, dos designs e das roupas criadas por Christian Dior em colaboração com a Maison Dior.

O elenco também conta com Ben Mendelsohn, que dá vida a Christian DiorMaisie Williams como Catherine DiorJuliette Binoche como Coco ChanelJohn Malkovich como Lucien LelongEmily Mortimer como Elsa Lombardi; e Claes Bang como Spatz.

‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ estreia em AGOSTO no streaming; Saiba qual!

Aclamado pela crítica e pelo público, o aguardado prequel da franquia ‘Mad Max’, Furiosa: Uma Saga Mad Max’, dirigido pelo visionário George Miller, já tem data para chegar ao streaming.

O longa-metragem será disponibilizado em agosto de 2024 no catálogo da Max, ainda sem dia confirmado.

Crítica | Furiosa: Uma Saga Mad Max: Anya Taylor-Joy brilha em uma odisseia vingativa, cercada pela devastação da humanidade

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke. 

2ª temporada de ‘Gavião Arqueiro’ deve introduzir irmão vilanesco de Clint Barton, aponta rumor

De acordo com o famoso insider Daniel Richtman, a Marvel Studios entrou em contato com um conhecido e aclamado ator e lhe fez uma oferta para participar da 2ª temporada de ‘Gavião Arqueiro’.

As informações indicam que o astro em questão foi abordado para interpretar o vilanesco irmão de Clint Barton (Jeremy Renner), Barney – também conhecido como Trickshot.

O personagem funcionária como antagonista do próximo ciclo, mas deve aparecer em outros projetos do Universo Cinemático Marvel.

Nos quadrinhos, Charles “Barney” Barton cuidava de seu irmão mais novo, ensinando-o a lutar e a melhorar sua mira enquanto tentavam coexistir com seu pai abusivo. A dupla eventualmente entrou para um circo itinerante, envolvendo-se com Jacques DuQuesne/Espadachim, que tomou Clint como seu pupilo.

Isso criou uma rixa entre os irmãos, e Barney acabou assumindo o manto de Trickshot e dando início a uma carreira criminosa depois de passar algum tempo no exército e no FBI.

E você? Quem gostaria de ver interpretando o vilão?

Lembrando que a 1ª temporada temporada de ‘Gavião Arqueiro’ está disponível no Disney+.

Após anos dedicados ao seu alter ego de Gavião Arqueiro, Clint Barton (Renner) agora precisa passar a tocha adiante. A escolhida para ocupar o posto de heroína é Kate Bishop (Hailee Steinfeld), uma arqueira de apenas 22 anos. Quando uma imponente presença do passado de Barton ameaça acabar com sua família, os dois arqueiros são forçados a trabalhar juntos.

Miley Cyrus lança ‘Something Beautiful’, seu nono álbum de estúdio; Ouça!

A vencedora do Grammy Miley Cyrus finalmente lançou Something Beautiful, seu aguardado nono álbum de estúdio.

O compilado de originais, que conta com canções como “End of the World”, “More to Lose”“Easy Love”, foi lançado hoje, 30 de maio.

O álbum virá acompanhado de um filme visual dirigido por Cyrus, Jacob Bixenman Brendan Walter, com fotografia de Debie, e que terá estreia mundial no Festival de Tribeca.

O disco conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry MuglerJean Paul GaultierAlexander McQueen e Alaïa.

‘Uma Segunda Chance’: Adaptação de obra de Colleen Hoover com Maika Monroe ganha trailer; Confira!

Universal Pictures divulgou o trailer oficial de Uma Segunda Chance, longa inspirado no romance homônimo de Colleen Hoover (‘É Assim que Acaba’, ‘Se Não Fosse Você’).

O filme tem estreia marcada para o dia 6 de fevereiro de 2026 e é estrelado por Bradley Whitford (‘The Handmaid’s Tale’, ‘Corra!’), Maika Monroe (‘Longlegs’), Rudy Pankow (‘Outerbanks’), Tyriq Withers (‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’), Nicholas Duvernay (‘The White Lotus’) e Lauren Graham (‘Gilmore Girls’).

Confira:

A trama acompanha Kenna Rowan, que retorna à cidade após cinco anos de prisão, na esperança de se reunir com sua filha de quatro anos. Mas as pontes que Kenna queimou estão a revelar-se impossíveis de reconstruir. Todos na vida de sua filha estão determinados a excluir Kenna, não importa o quanto ela se esforce para provar seu valor. A única pessoa que não fechou a porta para ela completamente é Ledger Ward, dono de um bar local e um dos poucos vínculos restantes com a filha de Kenna. Os dois formam uma conexão apesar da pressão que os rodeia – mas, à medida que o romance cresce, o risco também aumenta. Assim, Kenna deve encontrar uma maneira de absolver os erros do seu passado para construir um futuro cheio de esperança e cura.

Publicado em 2022, o livro vendeu mais de 5 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, bem como 6,5 milhões de cópias globalmente – além de ter sido traduzido para 45 línguas diferentes.

Hoover fica responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Lauren Levine (‘Ponte para Terabítia’). As duas também entram como produtoras através da Heartbones Ent.

Vanessa Caswill entra como diretora.

Daryl McCormack é escalado para o novo SUSPENSE dramático da Apple TV

Segundo o DeadlineDaryl McCormack (‘Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out’) foi escalado em um papel chave no novo suspense dramático do Apple TV.

O astro se junta ao previamente anunciado Stellan Skarsgård (‘Valor Sentimental’).

Dakota Fanning estrela a produção. Ela também assume a função de produtora ao lado da irmã, Elle Fanning.

Na trama, Dakota estrela como uma agente secreta do Tesouro infiltrada em um conglomerado internacional multibilionário, com tentáculos políticos e criminosos que podem mudar o mundo, e que se vê dividida entre sua missão e a crença de que seu principal alvo, o herdeiro aparente de todo esse poder corrupto, é, em sua essência, um homem bom e digno de seu amor.

A série foi criada por Alex Cary, em parceria com a Sony Pictures Television.

McCormack interpretará Kar, o herdeiro relutante do conglomerado internacional, enquanto Skarsgård interpretará o presidente da empresa, Brandt.

Cary entra como showrunner e produtor executivo. Julie Gardner, Dakota e Elle Fanning, e Kari Skogland também assumem as funções de produtoras executivas. Skogland ficará responsável pela direção dos episódios.

Mais detalhes não foram divulgados.

Disputando vaga no Oscar, drama nacional ‘Feito Pipa’ ganha trailer e data de estreia!

O longa-metragem Feito Pipa, dirigido por Allan Deberton e estrelado por Yuri Gomes, Teca Pereira e Lázaro Ramos, acaba de ganhar seu trailer oficial.

O filme, que teve sua estreia no 76º Festival de Berlim e já conquistou a crítica internacional, chega aos cinemas nacionais em 5 de novembro.

Confira:

Produzido pela Deberton Filmes e pela Biônica Filmes, em coprodução com a Warner Bros., e com distribuição no Brasil da Paris Filmes, o longa acompanha a história de Gugu, um menino de quase 12 anos que sonha em se tornar jogador de futebol e vive com a avó Dilma, uma professora aposentada que o cria de forma livre e afetuosa. Quando a avó fica frágil, Gugu tenta esconder essa situação a qualquer custo, com medo de ser separado dela e ser obrigado a morar com o pai, que não o aceita como ele é. 

Com roteiro de André Araújo e rodado em Quixadá e cidades vizinhas do interior do Ceará, o filme se passa às margens da barragem de Araújo Lima, onde após anos de seca revela uma antiga cidade submersa em ruínas. A obra constrói uma narrativa sensível sobre amadurecimento, memória, afeto e amor. 

A produção ainda conta com um elenco formado por Carlos Francisco e Georgina Castro.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ teve morte de personagem icônico e quase ninguém percebeu; Confira!

Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ encerrou a atual trilogia com a morte de Leia (Carrie Fisher), Ben Solo (Adam Driver), e de alguns outros personagens marcantes da saga, como o alien Nien Nunb.

Introduzido em ‘O Retorno de Jedi‘ (1983) como um habilidoso piloto da Aliança Rebelde, Nunb fez breves aparições nos três filmes da nova trilogia e acabou sendo morto durante a batalha de Exegol.

Nunb pilotava a nave Tantive IV, vista pela primeira vez em ‘Uma Nova Esperança‘ (1977), e não conseguiu escapar dos raios liberados pelo Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), que destruiu grande parte da frota da Resistência.

Sua morte foi confirmada através do Twitter da escritora Rae Carson, que está escrevendo a vindoura novelização do episódio final.

Em resposta a um fã que a questionou sobre as mortes implícitas no filme, Carson foi direta e escreveu:

“Descanse em paz, Nien.”

Confira:

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Cavaleiro da Lua’: Astro de ‘A Maldição da Mansão Bly’ fala sobre possibilidade de estrelar a série da Disney+

Além de fazer parte do elenco de ‘A Maldição da Mansão Bly’, Oliver Jackson-Cohen já está de olho em seus próximos trabalhos e revelou que tem interesse em viver o ‘Cavaleiro da Lua’ no MCU.

Para quem não sabe, a Disney+ já está desenvolvendo uma série do personagem, um antigo mercenário que recebe a visita do deus Khonshu e o transforma em um herói, uma espécie de avatar da divindade épica.

Durante uma entrevista para o Comic Book, o astro disse que:

“O Cavaleiro da Lua é um personagem fascinante, aprendi muito sobre ele através do Twitter – essa rede é uma enciclopédia – e me interessei bastante pelo personagem. Eu adoro mergulhar nesse tipo de história sombria e misteriosa.”

Apesar de sua expectativa e empolgação, Cohen deixou claro que a Marvel não entrou em contato com ele para nenhum tipo de negociação.

“Sinceramente, eu mergulharia nesse projeto. Mas ninguém me ligou para falar sobre o assunto, então não tenho ideia [sobre o que pode acontecer].”

E aí, você acha que ele seria uma boa escolha para o papel?

Anteriormente, o The Illuminerdi divulgou que a Disney e Kevin Feige estariam de olho em Reeves para viver o papel homônimo. As informações foram apuradas a partir de uma grade de elenco obtida pelo site em questão.

O material aponta que o estúdio estaria interessado em um ator na faixa dos 40 e 50 anos para interpretar Spector, um veterano de guerra que se transforma em mercenário.

Anteriormente prevista para ser rodada em junho deste ano, as informações agora confirmam que as câmeras serão ligadas apenas em novembro, com filmagens que devem durar cerca de 26 semanas.

Acredita-se que a decisão não afetará o lançamento previsto para 2021.

A produção ocorre nos estúdios Pinewood, em Atlanta, que já estão sendo utilizados para rodar obras como Os Eternos‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Recentemente, o site Patreon revelou o principal antagonista da trama: Raoul Bushman.

Bushman era um mercenário que viajou ao Sudão com Marc Spector/Cavaleiro da Lua para ajudá-lo. Bushman e seus homens tinham como objetivo roubar o ouro egípcio encontrado pelo Dr. Peter Alraune e por sua filha, Marlene. Spector, por sua vez, se sacrifica para impedi-los de concluir a missão e, prestes a morrer, encontra um milenar espírito e se transforma no herói-titular.

Rumores anteriores indicavam que a Dama do Vitral seria a principal antagonista da produção, mas a confirmação de Bushman faz mais sentido visto que dialoga com a história do origem do personagem principal.

O ‘Cavaleiro da Lua‘ apareceu pela primeira vez em 1975 e traz a história de Marc Spector, um antigo militar que virou um mercenário.

Sua vida muda drasticamente quando ele recebe a visita do deus Khonshu, que o transforma em um herói, uma espécie de avatar da divindade épica.

Com múltiplas personalidades, ele é uma figura bem peculiar e que deve render uma série intrigante.

Nas palavras de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, “talvez ele seja apenas louco”. Ele foi ainda mais longe, afirmando que a produção “é algo muito único e animador para nós”.

‘Obi-Wan Kenobi’ deve enfrentar Inquisidores na minissérie da Disney+

De acordo com o Making Star Wars, a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘ mostrará o Mestre Jedi vivido por Ewan McGregor lutando com pelo menos um dos Inquisidores do Império.

Para quem não os conhece, os Inquisidores são caçadores de Cavaleiros Jedi apresentados na animação ‘Star Wars: Rebels‘ e em alguns jogos da franquia, como ‘Star Wars: Jedi – Fallen Order’.

Os vilões eram Jedi refugiados que se renderam ao Império em troca de suas vidas, mas se deixaram levar pelo Lado Sombrio e foram recrutados para caçar seus antigos aliados.

Fontes ligadas à produção disseram ao portal que haverá uma épica batalha de sabre de luz em um dos episódios da minissérie.

No entanto, não se sabe se o duelo vai acontecer em Tatooine, já que foi dito que Kenobi não vai ficar preso somente no planeta desértico.

Vale lembrar que o Kessel Run Transmitions já havia divulgado que a personagem de Moses Ingram (‘O Gambito da Rainha’) será, de fato, uma das Inquisidoras na atração.

Infelizmente, não foi revelado se ela será uma nova personagem ou uma versão live-action de uma Inquisidora da animação ou dos jogos.

Além disso, não há informação se haverá outros Inquisidores ou apenas a personagem de Ingram. 

Apesar de não haver nada confirmado, o Making SW e o Kessel Run Transmitions são fontes bastante confiáveis, já que revelaram diversas informações assertivas sobre o universo de Star Wars antes da confirmação oficial.

Em seu perfil do Instagram, Ingram vem dando diversas dicas sobre sua personagem.

Nos stories da rede social, ela publicou um vídeo dos bastidores em que aparece treinando com um sabre de luz e prova que tem bastante habilidade ao manusear a arma.

O vídeo foi compartilhado por um usuário do Reddit.

Confira:

Moses Ingram treinando com um sabre de luz para a série do ‘Obi-Wan Kenobi‘.”

Moses Ingram training with a lightsaber for the ‘Obi-Wan Kenobi’ series! from r/StarWarsLeaks

Anteriormente, a atriz já havia provocado seus seguidores dando uma pista sobre seu papel.

Na ocasião, ela publicou uma foto dela mesma e escreveu:

“Eu brinco com sabres de luz.”

Confira a publicação:

Além de Moses, as novidades no elenco são Kumail Nanjiani (‘Os Eternos’), Rupert Friend (‘Homeland’), O’Shea Jackson Jr. (Covil de Ladrões), Sung Kang (‘Velozes e Furiosos 9’), Simone Kessell (Reckoning) e Benny Safdie (Joias Brutas).

Infelizmente, ainda não há indícios sobre quem eles devem interpretar na atração, mas as atualizações devem ser divulgadas em breve.

Lembrando que além do protagonista Ewan McGregor, a série também vai contar com o retorno de Hayden Christensen (Anakin Skywalker), e Joel Edgerton e Bonnie Piesse como Owen e Beru, tios de Luke Skywalker.

Indira Varma (Game of Thrones) também já havia sido anunciada previamente.

Lembrando que a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que ‘Kenobi’ será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá apenas seis episódios com 1 hora de duração.

Por enquanto, a previsão de estreia é apenas para 2022.

‘Isle of the Dead’: Série com Negan e Maggie em Nova York vai REINVENTAR ‘The Walking Dead’, revela ator

Em seu perfil do Twitter, Jeffrey Dean Morgan comentou com uma fã que a vindoura série derivada de ‘The Walking Dead‘, intitulada Isle of the Dead‘, vai reinventar a franquia.

Na trama co-estrelada por Lauren Cohan, a Maggie, a dupla vai viajar para uma Manhattan há muito tempo cortada do continente e que está infestada de mortos-vivos.

Depois que a fã rendeu elogios a Morgan e comentou sobre a expectativa pela derivada, o astro pareceu confiante de que os fãs vão ficar satisfeitos com o programa.

Confira:

“Isso é absolutamente incrível! Você sabe que é um personagem e ator são amados quando viram notícia após ganharem sua própria série derivada. Parabéns novamente para @LaurenCohan e @JDMorgan. Mal posso esperar para acompanhar a próxima parte das histórias de seus personagens“, disse a fã.

Ao que Morgan respondeu:

“Obrigado. @LaurenCohan e eu estamos muito animados. A história é ÓTIMA. Vai reinventar o universo TWD como o conhecemos…. Realmente mal posso esperar para que todos vocês vivam em #isleofthedead conosco.”

Com estreia prevista para 2023, a primeira temporada consistirá em seis episódios a serem lançados na AMC e AMC+.

O roteiro fica por conta de Eli Jorné, que também assume as funções de co-produtor executivo e showrunner.

Morgan já havia adiantado com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP que tinha um novo projeto engatilhado como Negan.

“Estou muito feliz que a jornada de Negan e Maggie continuará”, disse Morgan em um comunicado. “Tem sido um passeio viver Negan, estou muito animado para continuar sua jornada em Nova York com Lauren. Zumbis em um ambiente urbano sempre foram uma imagem tão legal, mas na 5th Avenue, Empire State Building, Estátua da Liberdade? A maior cidade do mundo?? Vai ser demais“, afirmou.

Essa será a quinta série oficial do universo de ‘The Walking Dead‘, seguindo ‘Tales of The Walking Dead‘, ‘Fear the Walking Dead‘ e ‘The Walking Dead: World Beyond‘. Vale lembrar que um spin-off focado no Daryl e na Carol também está em desenvolvimento.

“Não abra. Mortos lá dentro”, diz o cartaz: