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‘Falcão e Soldado Invernal’: Nova imagem promocional estampa Sharon Carter; Confira!

A página Zazzle divulgou recentemente uma nova arte promocional da vindoura série ‘Falcão e Soldado Invernal’.

O pôster estampa Emily Van Camp em seu icônico papel como a Agente Sharon Carter.

Confira:

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Din e o Dragão Genial’: Animação da Netflix ganha imagens, teaser e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou recentemente as primeiras imagens e o teaser trailer oficial de ‘Din e o Dragão Genial’, sua mais nova animação.

O longa será disponibilizado na plataforma no dia 11 de junho.

Confira:

O filme é dirigido e escrito por Chris Appelhans, com produção supervisionada pela Sony Pictures Animation.

Din, um estudante de faculdade e trabalhador com grandes sonhos, e Long, um cínico e poderoso dragão capaz de conceder desejos, embarcam numa hilária aventura através de uma Xangai moderna em busca de uma antiga amiga de Din, Lina. A jornada os força a responder algumas das maiores questões da vida – porque, quando você pode desejar qualquer coisa, deve decidir o que realmente importa.

Jackie Chan, Constance WuJohn ChoWill Yun LeeJimmy WongBobby Lee e Natasha Liu Bordizzo estrelam.

Crítica | ‘Missa da Meia-Noite’, de Mike Flanagan, é uma poderosa reflexão sobre a vida e a morte

Mike Flanagan tornou-se um dos realizadores mais interessantes do cenário do entretenimento contemporâneo – mais especificamente, do gênero do terror e do suspense. Desde suas obras “menos” conhecidas, como ‘Hush – A Morte Ouve’ e o subestimado ‘O Espelho’, Flanagan ascendeu a um patamar respeitável ao resgatar os clássicos elementos das assombrosas narrativas que dominaram o cinema em sua Era de Ouro, pincelando-os com inúmeras tramas envolventes quanto em relação ao público atual e com reviravoltas de tirar o fôlego. Não é surpresa que ele tenha sido chamado para comandar o ambicioso e elogiado projeto ‘Doutor Sono’, sequência do icônico ‘O Iluminado’, e a antologia gótica ‘A Maldição’, que se desenrolou em duas temporadas belíssimas e instigantes.

Em seu mais novo projeto em associação à Netflix, o diretor e roteirista mergulhou fundo na complexidade temática que beira a dicotomia entre a vida e a morte, a danação e a salvação e a fé e a ciência com a minissérie ‘Missa da Meia-Noite’. A produção nos leva para uma comunidade insular isolada do mundo e que recebe a misteriosa visita de um padra chamado Paul (Hamish Linklater), que começa a promover uma série de mudanças na vizinhança e que esconde um segredo terrível que vêm à tona da maneira mais inesperada possível. Aqui, os personagens são envolvidos por traumas, decepções e receios que acompanham densos e problemáticos arcos e que culminam em uma explosiva análise sociológica e teológica que transcende os limites da “nossa vã filosofia”, como bem apontou William Shakespeare na tragédia ‘Hamlet’.

Ao longo de sete episódios, que se estendem por mais de sessenta minutos, Flanagan e seus competentes colaboradores encontram um fértil terreno em que puderam destrinchar as reflexões desejadas e criar mensagens de ressonância emocionante e profunda – talvez nos levando a uma crise existencial que permanece até mesmo depois dos créditos de encerramento. É claro que, conhecendo o simbólico e paradoxal estilo do realizador, a obra não é vista com olhos similares pelos espectadores e, por essa razão, boa parte deles pode não compreender o subtexto que se camufla em uma atmosfera de pura agonia e de criaturas da escuridão. Flanagan é inconspícuo no que realmente deseja criticar, mas escancara uma clareza de opiniões que deixa cada uma das criações cercada de hipocrisias e da falta de discernimento.

Como já percebemos em ‘Residência Hill’ ou ‘Mansão Bly’, o terror do qual o showrunner se vale abandona os conceitos maniqueístas de herói e vilão e traz tipos sociais de proposital exagero para serem observados pela audiência e para, de alguma maneira, se relacionar com eles. Temos, por exemplo, a conturbada personalidade de Riley Flynn (Zach Gilford), jovem rapaz que, depois de passar alguns anos na prisão por ter tirado a vida de uma garota em um acidente de carro, que retorna para a casa para encarar os pais e tentar reconstruir uma vida que sempre estará pautada nos graves erros que cometeu; ou então Erin Greene (Kate Siegel), a filha pródiga da peculiar Ilha Crockett, que seguiu os passos da tóxica mãe e se tornou professora local; ou então o Xerife Hassan (Rahul Kohli), que abandonou seu trabalho no FBI por sofrer injúrias raciais e xenofobia, encontrando um lugar distante para criar e proteger o filho.

Todos eles se conectam em um local que insurge como um purgatório, um lugar entre o céu e o inferno estagnado no tempo em que os habitantes parecem estar presos, sem saber como seguir em frente e como abandonar. Além de Paul, que vem em um ótimo momento para dar um pouco de esperança às almas perdidas de Crockett, há também a presença da irmã Bev Keane (Samantha Sloyan), uma devota religiosa que se entrega por completo aos trabalhos de evangelização e que é, na verdade, uma cruel mulher que utiliza métodos passivo-agressivos para impor seus pensamentos e diminuir aqueles que vão contra o que defende. A princípio, Paul se mostra como um homem que tem muito a encobrir e cuja backstory enfrenta contradições que logo são percebidas por alguns membros da comunidade; Bev, por sua vez, aceita o que lhe é dado sem questionamento e sem ousar mudar o que foi previsto nas escrituras.

Se o roteiro já nos fisga desde o episódio piloto a descobrir o que caminha pela escuridão da ilha, as atuações do elenco protagonista e coadjuvante são inexplicáveis e exortam performances avassaladoras. Linklater, já conhecido na esfera televisivo, redefine sua carreira ao encarnar Paul, enquanto Sloyan, antiga colaboradora de Flanagan, transmuta-se em uma mulher cega pelo preconceito e movida pelo fanatismo religioso; Siegel se prova, novamente, como uma atriz incrível e que não tem medo de arriscar, nem mesmo nos momentos mais complicados – como nos vários monólogos que encabeça. É claro que as literais citações da bíblia católica podem se render em um artifício demasiado recorrente, mas não o bastante para apagar a brilhantismo da série.

‘Missa da Meia-Noite’ é mais um incrível acerto de Mike Flanagan e uma honrável adição ao catálogo da Netflix. Recheada de twists muito bem construídos e uma conclusão comovente e guiada por uma potente carga dramática, esse terror não se assemelha a nada ao que o realizador já havia entregado antes – e, ao mesmo tempo, reflete seus trejeitos e seus apreços estéticos de forma aplaudível.

‘Crush à Altura 2’: Sequência da comédia já está disponível na Netflix!

A sequência da comédia adolescente ‘Crush à Altura 2‘ finalmente chegou à Netflix.

O título foi disponibilizado hoje, 11 de fevereiro, na plataforma de streaming.

Depois de seu discurso inspirador no baile, Jodi (Ava Michelle) deixou de ser apenas a “garota alta”. Agora ela é popular, segura, tem um namorado e acabou de ganhar o papel principal no musical da escola. Mas a pressão por causa da nova popularidade aumenta, assim como suas inseguranças.

Novos relacionamentos se formam e os antigos são colocados à prova. O mundo que ela construiu começa a ruir, e Jodi percebe que se manter à altura dos acontecimentos é só o começo.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

 

Ava Michelle, Griffin Gluck, Sabrina Carpenter, Luke Eisner, Anjelika Washington, Angela Kinsey, Steve Zahn, Clara WilseyRico Paris retornam para a continuação.

Dirigido por Nzingha Stewart, o primeiro filme acompanhava uma garota que sempre se sentiu constrangida por ser a menina mais alta da escola, mas acaba dando a volta por cima.

Artigo | Como a linguagem se tornou protagonista de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’

O Oscar 2023 apenas reiterou o que todos sabíamos – que a aaclamada dramédia sci-fi de ação ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ é um dos melhores filmes da história.

Dirigido por Daniel Kwan e Daniel Scheinert (conhecidos artisticamente como os “Daniels”), a narrativa parte de uma premissa simples e que já foi vista em diversas outras produções do circuito cinematográfico – o multiverso. A trama é centrada em Evelyn Wang (Michelle Yeoh na melhores performance de sua carreira), uma mulher chinesa que está prestes a ser auditada e perder a lavanderia que possui ao lado do marido, Waymond (Ke Huy Quan). Entretanto, Evelyn descobre as facetas infinitas de um multiverso que está prestes a se chocar – e que a encara como ponto de convergência para impedir que tudo o que conhece se desmantele em um piscar de olhos. E, diferente de obras similares, como o recente ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, a produção mergulha de cabeça na estética do absurdo e entrega uma jornada repleta de incríveis sequências de luta, atuações fantásticas e diálogos impecáveis que oscilam desde o existencialismo ao niilismo filosófico.

Apesar dos inúmeros temas discorridos pelo filme, um deles tem papel central na construção dos arcos e, por ser apresentado de maneira tão sutil, passa batido pelos olhos do público: a linguagem.

O conceito de linguagem não é engessado e é tópico de análise por diversos linguistas, historiadores e filósofos. O pensador russo Mikhail Bakhtin, por exemplo, discrimina a linguagem como o sistema da língua, cuja substância é “constituída pelo fenômeno social da interação verbal, realizada através das enunciações”; dessa forma, a construção entre interlocutores é essencial para que a língua e a linguagem existam e, dessa forma, haja dialogismo entre uma pessoa e outra.

E de que forma isso se relaciona a ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’?

Ainda que Evelyn tenha problemas gigantes nas mãos, um dos obstáculos que ela enfrenta ao longo de sua jornada é o constante conflito entre suas raízes asiáticas e todos os personagens à sua volta – até mesmo em relação a si, que luta para construir uma identidade que é bombardeada pelos papéis sociais que deve exercer. É dessa maneira que os embates entre Evelyn e a filha, Joy (Stephanie Hsu), o pai, Gong Gong (James Hong) e até mesmo a funcionária do IRS, Deirdre (Jamie Lee Curtis) ganham vida, em uma explosão metafísica que explora as barreiras linguísticas de maneira original e reflexiva, nos levando a compreender o que se mostra nas telonas em vez de apenas nos ensinar a partir de um didatismo coercitivo.

A primeira camada a ser analisada é a relação quase beligerante entre Evelyn e Joy. Quando criança, Evelyn foi praticamente deserdada pela família por escolher se casar com Waymond, transferindo os traumas da necessidade de ser a filha perfeita para Joy – que já foge da construção heternormativa e asiática que Evelyn vinha cultivando desde a própria juventude. Mas Joy se recusa a ser uma pessoa diferente de quem é, o que alimenta o choque de gerações e prenuncia os eventos futuros. Nesse quesito, é a linguagem que serve como sustentação para reiterar o conflito: Evelyn se desdobra em várias personalidades para atender a demanda que lhe é exigida, tanto do pai quanto da filha. É por essa razão que as falas da protagonista oscilam entre o mandarim e o inglês, como se buscando um meio-termo para conversar com ambos e recuperar o conceito de família há muito perdido. Joy, por outro lado, parece se distanciar das raízes culturais da mãe e do pai ao rechaçar, ainda que inconscientemente, a aprendizagem do mandarim: se a distância linguística entre ela e a mãe já era notável, o abismo entre ela e o avô é gritante.

A segunda camada, ainda que menos explorada, ergue-se entre Evelyn e Gong Gong. Mesmo tendo construído uma família e se “estabelecido” com um negócio próprio, ela ainda abaixa a cabeça perante o senso de superioridade do pai, como se buscasse uma aprovação que foi perdida há décadas. Nesse mesmo alvoroço desesperado, ela também não consegue se esquivar de pensamentos destrutivos sobre como sua vida poderia ter sido caso não tivesse se casado com Waymond e seguido o sonho de ser uma atriz – vislumbre que observamos em uma das dimensões do multiverso. Todavia, o peso da “desonra”, por assim dizer, é ainda maior quando Evelyn não pode recorrer ao escape linguístico do inglês para expressar o que sente para o pai, retornando, em um movimento obrigatório, ao dialeto cantonês – cujas raízes ainda se impregnam em sua mente e a deixam confinada num beco sem saída.

Ora, até o relacionamento entre Evelyn e Deirdre enfrenta obstáculos similares: a personagem interpretada por Curtis é a representação máxima do neoimperialismo estadunidense e predatório, cuja falta de empatia com a luta diária de Evelyn (neste caso, os imigrantes asiáticos) é reforçado pelo modo como fala. O dialogismo entre as duas é nulo; o que existe é uma retórica unidimensional através do qual Deirdre tangencia a condescendência e usa da falta de conhecimento linguístico de Evelyn para “colocá-la em seu lugar” e fazê-la tremer de medo de perder o último resquício de independência que tem.

O ponto de encontro desses problemas estruturais é Waymond: mesmo rechaçado pelo background mais humilde e pela falta de ambição, o personagem é o responsável por permitir que Evelyn seja quem ela é, servindo como um apoio intangível e tangível que a impede de cometer uma loucura. Afinal, como bem percebemos na aplaudível conclusão do longa-metragem, as variáveis do multiverso são incontroláveis – mas Waymond permanece lá como a única constante, metafísica e linguística.

‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ vai além do que os olhos podem ver – e, por essa razão, consagra-se como um denso e complexo filme que revela suas camadas mais profundas toda vez que o revemos. E, quando paramos para analisá-lo, as pulsões da linguagem funcionam como elo entre as infinitas subtramas, permitindo que criemos uma ponte entre a realidade do filme e a nossa.

‘Sandman’: Delírio é CONFIRMADA na 2ª temporada!

O aclamado e icônico realizador e romancista Neil Gaiman mandou um vídeo especial para os fãs do Brasil e trouxe algumas novidades sobre a já confirmada 2ª temporada de ‘Sandman’.

Além de borboletas, balões e mágica, os próximos episódios trarão a aparição de mais um Perpétuo: Delírio.

Para aqueles que não a conhecem, Delírio é a irmã mais nova do grupo supracitado e cheira a suor, vinho azedo, noites tardias e couro velho. Seu reino é próximo e pode ser facilmente visitado. As mentes humanas, porém, não foram feitas para compreender seu domínio, e os poucos que viajaram até ele conseguiram relatar apenas fragmentos perdidos.

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘O Famoso Alfaiate’: 2ª temporada da nova série da Netflix ganha trailer OFICIAL e data de estreia; Confira!

A série turca ‘O Famoso Alfaiate’ (‘Terzi’) chegou recentemente ao catálogo da Netflix, mas a segunda temporada já está prestes a ser lançada na plataforma de streaming.

Foi revelado o trailer oficial dos novos episódios, confirmando a estreia para o dia 28 de julho.

Lembrando que uma terceira iteração já foi filmada.

Confira:

Peyami é um alfaiate famoso. Quando seu avô morre, ele vem para Istambul junto com seu pai, Mustafa, que está mentalmente doente e tem uma inteligência infantil. Para Peyami, até a existência de seu pai foi uma vergonha para ele. A série conta a história de sua vida difícil onde ele se apaixona por sua cliente, uma futura noiva, cujo vestido ele é contratado para costurar.

Relembre o trailer:

A série foi escrita por Rana MamatlıoğluBekir Baran SıtkıCem Karci fica responsável pela direção.

Cagatay UlusoyŞifanur GülSalih BademciOlgun ŞimşekEce SükanEvrim AlasyaEngin SenkanBerrak Tüzünataç e outros estrelam.

10 Grandes Atuações de Leonardo DiCaprio, ator esnobado pelo Oscar em 2024

Muitas pessoas ficaram surpresas pela não indicação de Leonardo DiCaprio ao Oscar 2024 por sua excelente atuação no novo filme de Martin Scorsese, Assassino da Lua das Flores. Eu sei sinceramente acho que os cinco indicados desse ano também desempenharam excelentes desempenhos e foram merecedores. Mas para relembrar um pouco da carreira do Leo, segue abaixo uma lista bem legal com alguns de seus ótimos filmes no currículo:

 

O Despertar de um Homem

Na trama, ambientada no final da década de 50, conhecemos Caroline (Ellen Barkin) e Toby (Leonardo DiCaprio), mãe e filho, uma única família um do outro, em busca dias melhores que embarcam em um carro antigo rumando para algum lugar incerto. Certo dia, chegam em Seattle e vão parar na minúscula cidade Concrete onde Caroline acredita que encontrou enfim um lar para ela e seu filho se casando com Dwight (Robert De Niro), esse último se mostrava muito amoroso no início do relacionamento mas aos poucos foi se tornando uma pessoa hostil, violenta, imatura, disciplinadora que vive das invejas para justificar sua vida limitada. Com o passar do tempo, o jovem Toby, que gosta de ser chamado de Jack por causa de um de seus escritores favoritos, Jack London, passa por um intenso processo de amadurecimento.

 

Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador

Na trama, acompanhamos Gilbert Grape (Johnny Depp). Um jovem que trabalha em uma pequena mercearia que não tem muito público desde a chegada de um enorme supermercado na cidade. Ele vive com a família, o irmão Arnie (Leonardo DiCaprio) que tem autismo, suas outras duas irmãs Amy (Laura Harrington) e Ellen (Mary Kate Schellhardt) e sua mãe (Darlene Cates) que não sai de casa faz sete anos em uma cidade chamada Endora, no interior dos Estados Unidos. Cidade da qual nunca saiu e onde nasceu e foi criado. Sem saber muito o que é realizar sonhos, ou mesmo sonhar, ele vive seus dias para ajudar sua família nas dificuldades diárias. A chegada de uma jovem que mora em um trailer, Becky (Juliette Lewis) uma nômade que viaja de cidade em cidade ao lado de sua avó, mudará um pouco o modo de pensar o mundo do protagonista.

 

O Regresso

Com um roteiro escrito por Mark L. Smith e o próprio diretor do filme, baseado no romance homônimo escrito por Michael Punke, inspirado pela história real de Hugh Glass, O Regresso (The Revenant) conta a história de um famoso explorador chamado Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) que é atacado, sem piedade, por um imenso urso e acaba sendo deixado para morrer por sua própria equipe. Em uma natureza mais que selvagem, lutando para sobreviver, Glass busca suas esperanças guiado pelo instinto de vingança contra John Fitzgerald (Tom Hardy), homem que assassinou seu único filho a sangue frio. O foco principal de O Regresso (The Revenant) é a vingança, às vezes, um pouco camuflada em uma luta constante pela sobrevivência.

 

O Lobo de Wall Street

Na história, acompanhamos a trajetória meteórica de Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), um homem com apenas um foco em sua vida, ser muito rico. Após um início conturbado em uma empresa promissora, consegue inteligentemente absorver tudo o que precisava para se tornar um guru na arte de fazer as pessoas investirem seu dinheiro. Com a ajuda do amigo Donnie Azoff (interpretado pelo hilário Jonah Hill), funda sua própria empresa que logo se torna uma das mais rentáveis e visadas pela polícia em Wall Street.  Ao mesmo tempo que segue ganhando cada vez mais dinheiro, encontra o amor de sua vida, Naomi (Margot Robbie) e abusa diariamente de todos os tipos de droga. Esses vícios acabam o levando ao fundo do poço.

 

O Assassino da Lua das Flores

Na trama, conhecemos Ernest (Leonardo DiCaprio), um jovem que acabara de voltar da primeira guerra mundial e vai de encontro a William Hale (Robert De Niro), um tio influente na região de Oklahoma, terra essa dos indígenas Osage que ao longo do tempo foram descobrindo uma enorme riqueza ligadas ao tão cobiçado petróleo transformando aquela região em uma das mais ricas do mundo na década de XX. Dentro desse cenário, Ernest descobre o amor entrando na sua vida a indígena Mollie (Lily Gladstone) mas também logo se mete nos planos de uma enorme conspiração de homens brancos contra os indígenas, com direito a manipulações, explorações e assassinatos.

 

O Aviador

Contando a história real de Howard Hughes, personagem intrigante de décadas atrás, Leonardo DiCaprio teve a grande chance de levantar a estatueta do Oscar pela primeira vez, porém, acabou não levando o prêmio. Com um elenco muito bom, Scorsese fez de tudo para criar um grande filme e conseguiu.

 

Os Infiltrados

Já nos anos 2000, Scorsese finalmente foi premiado pela Academia, com a direção interessante (mas longe de ser a melhor de sua carreira) de Os Infiltrados, com um roteiro baseado no filme chinês Conflitos Internos. Jack Nicholson (o papel foi feito pro Robert De Niro, que não pode aceitar) interpreta um chefão da criminalidade no filme que conta também com Matt Damon e Leonardo Di Caprio. É um longa policial com muitas pitadas de suspense e ação.

 

A Origem

Com um roteiro eletrizante Christopher Nolan deixou os cinéfilos do mundo todo maravilhados com esse filmaço. Com o foco nas lembranças, com DiCaprio e um elenco competente, o filme nos leva a um final que gera polêmica e interpretações até hoje.

 

A Ilha do Medo

Lançado 13 anos atrás nos cinemas e dirigido pelo craque Martin Scorsese, A Ilha do Medo é um daqueles filmes que você pode esperar uma reviravolta. Durante uma investigação numa ilha, que também abriga um hospital psiquiátrico, um dos detetives envolvidos no caso vai descobrindo muitas surpresas sobre si mesmo.

 

Não Olhe para Cima

Na trama, conhecemos Kate (Jennifer Lawrence), uma jovem estudante de astronomia e ingressante em seu primeiro PHD que em um dia acaba descobrindo a existência de um meteoro de imenso diâmetro que está em rota de colisão com a Terra. Com a ajuda do seu chefe e professor Dr. Randall (Leonardo DiCaprio) eles buscam soluções do governo norte-americano para uma manobra de defesa afim de exterminar esse grave problema vindo do espaço, só que a presidente Orlean (Meryl Streep) não está se importando muito com a gravidade da situação e acaba transformando tudo ao redor do problema em um circo midiático onde veias negacionistas se afloram e se chocam contra a obviedade de outros.

 

 

Primeiras avaliações de ‘It – A Coisa’ são extremamente POSITIVAS

Quem estava com medo do resultado de It – A Coisa, nova adaptação de Stephen King para o cinema (depois da péssima repercussão de A Torre Negra e O Nevoeiro, duas outras obras de King no ano), pode relaxar. As primeiras impressões do terror são muito positivas. Diversos críticos e especialistas revelaram em suas redes sociais suas opiniões favoráveis. Confira abaixo.

Chris Evangelista, crítico do Playlist disse:

“It – A Coisa: um filme que é um carnaval e um parque de diversões; barulhento, assustador e engraçado. E melhor de tudo: possui coração.”

“As Crianças são ótimas, a direção é sólida, a fotografia é estelar.”

“Não estou 100% convencido pelo Pennywise, mas acho que ele melhora com o tempo para mim.”

“O que o filme acerta mais pra mim são os momentos nos quais as crianças estão apenas sendo crianças, juntos, falando besteira, crescendo juntos.”

Steven Weintraub, crítico do Collider escreveu:

“Acabei de ver It. Muito bem feito. O elenco estava todo ótimo, e tem visual perturbador. Fará muito dinheiro. Estou pronto para a continuação amanhã.”

Haileigh Foutch, também crítica do Collider disse:

“Eu amo It – A Coisa. Tudo que eu queria. Assustador para caralho, Skarsgard acerta em cheio como Pennywise, e os perdedores estão perfeitos.”

A crítica Perri Nemiroff (Cinema Blend, Collider e Movies.com) escreveu:

“It – A Coisa é tudo que eu queria e mais. Tem coração, muitas risadas e MUITOS sustos incríveis. Me apaixonei pelos perdedores. Não queria que acabasse.”

Eric Walkuski, crítico do JoBlo disse:

“Feliz em dizer que It – A Coisa é uma adaptação fiel e assustadora de metade do livro de Stephen King. Saí muito satisfeito.”

O crítico Drew Dietsch escreveu:

“A quantidade de violência e imagens horríveis em relação a crianças é CHOCANTE. Eles não aliviaram. É ótimo.”

Crítica | Liam Neeson é ‘ladrão honesto’ em nova ação sobre VINGANÇA que estreou na Netflix

Ladrão que rouba Ladrão…

Transformado em herói de ação aos quase 60 anos de idade, o irlandês Liam Neeson, indicado ao Oscar por A Lista de Schindler (1993), vem constantemente explorando esta nova faceta descoberta – e variavelmente intercalando com projetos mais sérios e dramáticos, vide os recentes Nosso Amor (2019) e Made in Italy (2020). Aqui, porém, recaímos no primeiro item citado. E devemos acrescentar, um dos menos inspirados.

O astro viu sua popularidade despencar após declarações controversas em uma entrevista, interpretadas como racistas, e talvez por isso tenha aceitado voltar aos filmes de ação, mesmo tendo afirmado que Vingança a Sangue-Frio (2019) – um dos melhores de seu acervo no gênero – seria seu último do tipo. Neeson já tem inclusive mais dois engatilhados para 2021: The Marksman, no qual interpreta um rancheiro, e The Ice Road, onde vive um resgatista no gelo.

Você provavelmente já viu esta história e, dependendo do seu nível de cinefilia, em produções melhores. No filme, Neeson interpreta um exímio ladrão de bancos – do tipo que não anda armado e mal encontra uma alma viva sequer em seus roubos. A mídia até mesmo bolou um apelido “carinhoso” para ele em suas façanhas. Mas aí o sujeito conhece uma bela mulher, papel de Kate Walsh (atriz veterana da TV, famosa por seriados como Grey’s Anatomy e seu derivado Private Practice), e decide largar a vida de crimes.

Até aí tudo bem, e a história é até bonitinha. A trama se complica quando ao decidir entregar o dinheiro que roubou ao longo de sua jornada errática (algo em torno de US$9 milhões), dois policiais designados ao caso crescem o olho na bolada e decidem pegar a grana. No caminho terminam matando um superior e, claro, incriminam o protagonista fora da lei. Os corruptos são interpretados por Jai Courteney, do vindouro O Esquadrão Suicida, e Anthony Ramos, do vindouro Em um Bairro em Nova York.

Assim, se inicia a epopeia do ‘ladrão bonzinho’ (que só queria se entregar para a polícia) para limpar seu nome de crimes mais graves que não cometeu, enquanto é caçado (e também caça) pelos agentes sujos, com direito a pancadaria, tiros, sopapos, perseguições de carro, explosões, mortes, colisões e a tudo que nos acostumamos nestes veículos do astro. O maior mistério do filme, no entanto, é descobrir por que ‘Honest Thief’, título original do longa (literalmente ‘Ladrão Honesto’) se tornou Legado Explosivo no Brasil. Acho que é mais chamativo para os fãs do ator em nosso país, apesar de não fazer muito sentido para o roteiro.

É difícil desassociar a sensação de Super Cine que o filme traz – e de uma exibição fraca diga-se. O ar de ‘lançamento em vídeo’ vem servido por um roteiro pouco inspirado, no qual sabemos após a primeira guinada por quais caminhos o filme irá seguir a cada cena. E até mesmo podemos presumir cada solução até o desfecho com bastante facilidade, sobrando pouquíssima novidade para o espectador degustar. É claro, se você não se incomoda com isso, não será problema.

Os melhores filmes de Liam Neeson no gênero são os dirigidos pelo espanhol Jaume Collet-Serra, que além da ação, entregam também um alto nível de suspense, sempre donos de tramas inventivas e novas perspectivas para tal tipo de produção. Aqui, temos no roteiro e direção uma equipe sem muita tarimba, e daí o resultado genérico. No texto, Steve Allrich vem de produções B, sendo este seu maior trabalho até o momento. E no comando, Mark Williams se arrisca em seu segundo longa na função, ele é na verdade mais conhecido como produtor (do filme O Contador e da série Ozark).

Embora não comprometam cem por cento o resultado – Legado Explosivo não é nem de longe um filme ruim ou incompetente, apenas extremamente formulaico (o que para muitos já é sinal de falta de qualidade) -, os realizadores são capazes de entregar apenas o feijão com arroz, e sem muito tempero, já que o prato tipicamente nacional pode ser uma refeição bastante apetitosa. Disponível na Netflix.

‘A Primeira Noite De Crime’: Primeiras críticas são mistas; Confira!

A Primeira Noite de Crime’ estreia esta semana nos EUA – e estima-se que irá arrecadar US$ 25 milhões em seu primeiro final de semana, tornando-se a pior abertura da franquia.

Além disso, o filme teve uma recepção mista dos críticos norte-americanos, com apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o que os críticos estão achando sobre o filme:

“O filme é cheio de ação e tem um desfecho empolgante, mas até chegar lá… leva algum tempo.”
“Especialmente no início, Gerard McMurray frequentemente rejeita o massacre exibicionista que James DeMonaco estabeleceu como o modus operandi da franquia em favor da violência que é mais crua e real.”
“‘A Primeira Noite de Crime’ é outro filme b absurdo, desigual e ridículo, mas completamente transfixante pela forma como canaliza o terror da era Trump para o agrado do público.”
“O último filme da franquia ‘Uma Noite de Crime’ é uma prequel errática, razoavelmente absorvente e justamente raivosa.”
“Em nossa sociedade atual, uma história sobre um plano patrocinado pelo governo para abater minorias pobres parece mais uma sátira política do que um comentário sobre assuntos atuais.”
“É como uma história em quadrinhos desleixada que foca em clichês de gangues; uma mistura capenga de ‘Os Donos da Noite’ com ‘O Senhor das Moscas’.”
“O filme traz algo novo à fórmula. Infelizmente, essas mudanças são ruins. Se distancia do terror para focar mais na ação, favorecendo tiroteios aos sustos.”
“O filme diminui a oposição sangrenta contra os medos da sociedade da vida real, mas abadona a sutileza necessária para evitar que a prequel de Gerard McMurray se torne algo mais do que uma vingança odiosa.”
“Apesar da ajuda que a realidade continua a oferecer, fazendo com que um rito anual de violência racial sancionada pelo governo pareça menos improvável a cada dia (ou pelo tweet), o filme ainda falha em estabelecer uma conexão persuasiva com o nosso próprio momento no tempo – suas referências ocasionais a eventos atuais servindo como alusões rasas em vez de comentários picantes.”
“Tentativas desajeitadas de comédia são acrescentadas para tentar aliviar a severidade notável, mas tudo o que isso realmente acrescenta é um tom desigual.”

O filme contará a história de origem do Expurgo – sobre a primeira vez que o “evento” aconteceu.

A estreia no Brasil acontece dia 23 de Agosto de 2018.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente. ‘Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais!

‘Rambo’ originalmente lutaria contra monstros no quinto filme; Saiba mais!

Oi? Originalmente, Sylvester Stallone lutaria contra criaturas monstruosas em ‘Rambo 5‘. No entanto, a produção, que estava sendo desenvolvida em 2009, foi engavetada.

O roteiro seria baseado no livro James Byron Huggins, que segue Nathaniel Hunter, um dos melhores rastreadores do mundo, que lidera um time de elite para matar uma misteriosa criatura que ataca bases militares no Ártico.

Interessante, não?

Adrian Grunberg assume a direção do longa, que terá roteiro escrito por Matt Cirulnick e Stallone.

“No quinto capítulo da franquia, quando a filha de um dos seus amigos é sequestrada, Rambo, que tem trabalhado em uma fazenda, cruza a fronteira entre os EUA e o México, e rapidamente se encontra enfrentando os cartéis mais violentos do México.”

Paz Vega, Sergio Peris-Mecheta, Adriana Barraza, Joaquin Cosio, Óscar Jaenada Yvette Monreal completam o elenco.

‘It: A Coisa – Capítulo 2’ ultrapassa a marca dos US$ 400 milhões mundialmente

Pennywise continua mais forte do que nunca! Em menos de um mês, o terror ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘ ultrapassou a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 193.9 milhões. No mercado internacional, são US$ 223.5 milhões.

Ao total, o terror já arrecadou US$ 417.4 milhões mundialmente.

Juntos, os dois filmes da franquia já arrecadaram mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias.

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

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‘The Sinner’ é renovada para a 4ª temporada

O canal USA renovou oficialmente a série ‘The Sinner‘ para a 4ª temporada.

O retorno de Bill Pullman, como o detetiva Harry Ambrose, já foi confirmado para a nova temporada.

Vale lembrar que o terceiro ciclo será lançado pela Netflix no dia 19 de Junho.

Confira o trailer:

Matt Bomer estrela o terceiro ano da produção.

‘The Sinner’: Elisha Henig revela os segredos sombrios da 2ª temporada em entrevista EXCLUSIVA 

‘Elevation’: Adaptação do livro do Stephen King está em desenvolvimento

Em entrevista ao Cinema Blend, o produtor Jack Bender (‘Mr. Mercedes’ e ‘Under the Dome’) revelou que está desenvolvendo uma adaptação de ‘Elevation‘, livro do Stephen King que é ambientado na icônica cidade de Castle Rock.

“Eu recentemente adaptei um livro do Stephen King intitulado ‘Elevation’, que vamos transformar em um filme. E eu inventei algumas coisas e acrescentei outras, mas estava nervoso porque ele nunca tinha lido nada que eu tivesse escrito, apenas dirigido e produzido. E nem preciso dizer que fiquei nervoso com isso, mas ele adorou. Ele é muito gentil e sabe que, quando fazemos um programa de TV, algumas coisas serão mudadas; é assim que funciona.”

Ele completa, “Não é realmente uma história de terror do Stephen King. É sobre como podemos ser pessoas melhores. E é uma história maravilhosa. É uma daquelas coisas únicas, e eu senti isso desde a primeira vez que a li.”

Na trama…

“Em Castle Rock, no Maine, Scott Carey enfrenta uma doença misteriosa que causa efeitos bizarros em seu corpo e o faz perder peso rapidamente, mesmo que pareça saudável por fora. Enquanto luta contra a doença com um médico de confiança, ele também tenta consertar uma situação terrível envolvendo um casal de lésbicas que tenta abrir um restaurante cercado por um público que as reprovam.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Venom: Tempo de Carnificina’ já arrecadou quase US$ 400 milhões mundialmente

Sucesso nos cinemas, a sequência ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ já arrecadou quase US$ 400 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 190.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 205.4 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou impressionantes US$ 395.8 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica em vídeo:

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Halloween Ends’ será diferente dos filmes anteriores, afirma John Carpenter

Em entrevista ao SYFY WIRE, o produtor John Carpenter revelou que ‘Halloween Ends‘ será muito diferente dos filmes anteriores da franquia.

“O novo filme será diferente dos outros [da franquia]. Será interessante. Dave [Gordon Green] é um ótimo diretor. Eu amo trabalhar com ele.”

Anteriormente, o diretor David Gordon Green já havia confirmado que o próximo filme será distinto: “O tom de ‘Halloween Ends’ será muito diferente dos filmes anteriores. Eu gosto de experimentar coisas novas dentro do gênero, explorando novos temas e personagens no decorrer dos filmes. Então, decidi usar abordagens diferentes para cada filme nessa trilogia.”

Vale lembrar que o próximo filme será ambientado QUATRO anos após os eventos de ‘Halloween Kills‘.

David Gordon Green dirige e Jamie Lee Curtis estrela o fim da trilogia.

Halloween Ends‘ estreia em 14 de outubro de 2022.

James Wan vai produzir nova série de suspense erótico da Amazon

De acordo com o THR, James Wan (‘Invocação do Mal’) vai produzir – através da Atomic Monster – uma nova série de suspense erótico para a Amazon Studios, intitulada ‘56 Days‘.

A produção será baseada no livro homônimo de Catherine Ryan Howard, que segue um romance intenso que rapidamente se torna mortal.

Na trama…

“Dois jovens profissionais, lutando por conta própria em uma nova cidade, se envolvem rapidamente em um relacionamento envolvente que leva a uma intimidade poderosa, que logo é quebrada por seus segredos… e assassinato.”

Lisa Zwerling (‘ER’) e Karyn Usher (‘Prison Break’) são responsáveis pela adaptação. Eles também irão servir como produtores executivos ao lado de Michael Clear e Rob Hackett.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Abbott Elementary’ é RENOVADA para a 4ª temporada pela ABC

A ABC renovou oficialmente a aclamada série de comédia ‘Abbott Elementary‘, que já ganhou 4 Emmys Awards e 3 Globos de Ouro, para a 4ª temporada.

A notícia chega poucos dias depois da estreia do terceiro ciclo, que sofreu atrasos por causa das greves dos atores e roteiristas em Hollywood.

Vale lembrar que a segunda temporada registrou uma média de 0.5 no índice demográfico, e um total de 2.7 milhões de espectadores – o que representa a melhor audiência para uma comédia da emissora desde 2019.

A trama segue um grupo de professores dedicados e apaixonados – e um diretor ligeiramente surdo –, reunidos em uma escola pública da Filadélfia onde, apesar de se verem contra as probabilidades, estão determinados a ajudar seus alunos a obter sucesso na vida. Embora essas incríveis pessoas estejam em menor número e sem recursos, elas amam o que fazem, lutando contra um sistema que muitas das vezes atrapalha mais que ajuda.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

No Brasil, a produção está disponível no catálogo do Star+.

A série foi criada por Quinta Brunson.

Brunson, Tyler James WilliamsJanelle JamesLisa Ann WalterChris PerfettiSheryl Lee RalphWilliam Stanford Davis estrelam.

Alexandra Daddario enfrenta ameaça poderosa no trailer da 2ª temporada de ‘As Bruxas Mayfair’; Confira!

A 2ª temporada de ‘As Bruxas Mayfair‘ (Mayfair Witches) ganhou trailer legendado.

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O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de janeiro de 2025.

Vale lembrar que a primeira temporada está disponível no Prime Video!

Esta Spaulding (‘Masters of Sex’) e Michelle Ashford (‘The Pacific’) são responsáveis pelo roteiro, além de servirem como produtoras executivas.

A trama foca em uma jovem neurocirurgiã que descobre ser a improvável herdeira de uma família de bruxas. Enquanto ela tenta entender os seus poderes, ela deve enfrentar uma presença sinistra que assombra sua família por gerações.

Alexandra Daddario (‘The White Lotus’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Harry Hamlin, Annabeth Gish, Tongayi Chirisa, Beth Grant, Erica Gimpel, Jen RichardsMaura Grace Athari.

Dylan O’Brien enfrenta o luto no trailer de ‘Twinless’, novo drama LGBTQ+

O drama LGBTQ+ ‘Twinless‘, estrelado por Dylan O’BrienJames Sweeney, ganhou o primeiro trailer.

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O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 5 de setembro.

A trama traz O’Brien e Sweeney como dois amigos que se encontram em um grupo de apoio a gêmeos enlutados e formam um vínculo improvável.

Sweeney escreveu, dirigiu e produziu o longa-metragem.

Aisling Franciosi, Lauren Graham, Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino completam o elenco.

O’Brien e Miky Lee entram como produtores executivos ao lado de Ali Jazayeri, David Gendron e Liz Destro.

‘Super Mario Galaxy’ ultrapassa US$ 830 milhões nas bilheterias mundiais

GIGANTE! ‘Super Mario Galaxy‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 830 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa segue imbatível como a maior arrecadação global do ano, após ter superado o fenômeno chinês ‘Pegasus 3‘ (US$641M).

Além disso, o excelente desempenho da produção ajudou a impulsionar a arrecadação da franquia. Juntos, os dois filmes animados ultrapassaram a marca dos US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

A produção ainda se mantém no TOP 8 das maiores arrecadações da história da Illumination, e se segue como a terceira maior arrecadação de todos os tempos para um filme baseado em um jogo – atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ e ‘Um Filme Minecraft‘.

Nos EUA, a animação soma US$ 386.4 milhões. Internacionalmente, foram US$ 444.9 milhões através de 82 mercados.

Vale lembrar que o filme abriu com impressionantes US$ 372.5 milhões mundialmente, tornando-se a maior estreia global para um filme hollywoodiano desde ‘Avatar: Fogo e Cinzas‘.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 190 milhões no final de semana estendido de 5 dias, o que representa a quarta maior estreia doméstica da história para este período, atrás apenas de ‘Moana 2‘ (US$225.4M), ‘Super Mario Bros‘ (US$204.6M) e ‘Transformers: A Vingança dos Derrotados‘ (US$200M).

Crítica | Super Mario Galaxy: O Filme – Nova Aventura tem Bastante Jogabilidade, Mas História Morna

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 41% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a sequência recebeu uma ótima nota A- do público no CinemaScore.

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Aaron Horvath e Michael Jelenic retornam à direção.

O filme tem roteiro assinado por Matthew Fogel e trilha sonora composta por Brian Tyler, ambos retornando para dar continuidade à história épica de Mario e seus aliados.

O filme conta com as vozes icônicas de Chris Pratt, de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘, Anya Taylor-Joy, de ‘A Bruxa‘, Charlie Day, de ‘Quero Matar meu Chefe‘, Jack Black, de ‘Um Filme Minecraft‘, Keegan-Michael Key, de ‘Jogo Sujo‘, e Kevin Michael Richardson, de ‘Minions 2: A Origem de Gru‘. Com produção de Chris Meledandri, da Illumination, e Shigeru Miyamoto, da Nintendo, o longa promete cativar públicos ao redor do mundo.

Em ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘, o público será transportado a uma aventura galáctica repleta de ação, comédia e momentos emocionantes. Depois de salvar o Reino dos Cogumelos, Mario (Chris Pratt) e seus amigos se encontram em uma missão intergaláctica para deter um novo vilão ameaçador. Todos os seus personagens favoritos retornam, incluindo Luigi (Charlie Day), Princesa Peach (Anya Taylor-Joy), Toad (Keegan-Michael Key) e o temível Bowser (Jack Black).

Primeiras críticas de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ são extremamente positivas; Confira!

Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ já foi assistido pela crítica especializada e o amigo da vizinhança está realmente com a bola toda.

No Twitter, alguns dos críticos que já assistiram a produção compartilharam suas primeiras impressões do novo reboot, elogiando o ritmo da adaptação e o espírito divertido que a permeia o tempo todo.

Outro aspecto salientado foi também a atuação de Tom Holland. Segundo um dos jornalistas, é notável que o jovem astro está se divertindo com a oportunidade, nos lembrando bem o entusiasmo inicial de Peter Parker ao descobrir seus poderes enquanto adolescente.

E para te deixar ainda mais animado para a estreia que está cada vez mais próxima, separamos as primeiras avaliações para você.

Confira:


“#HomemAranhaDeVoltaAoLar acerta. Acerta tudo mesmo. É o melhor, mais divertido e empolgante filme do Aranha. Uma grande vitória”.

 


“Homem-Aranha: De Volta ao Lar é uma explosão. Ele possui uma inocência que o diferencia dos demais filmes da MCU, mas possui muita diversão e espetáculo também”.

 


“#HomemAranhaDeVoltaAoLar é o terceiro melhor filme do Homem-Aranha. O elenco é ótimo, o tom é afável, o drama é…um pouco magro, honestamente”.

 


“Como alguém que adora easter eggs e conexões ao grande universo da MCU, Homem-Aranha: De Volta ao Lar são as melhores duas horas do meu ano. São tantos e eu amo isso”.

 


“Homem-Aranha: De Volta ao Lar é cheio de diversão, gatilhos rápidos e inteligentes e é entretenimento até o fim”.

 


“#HomemAranhaDeVoltaAoLar é fantástico. Elenco perfeitamente escalado. Faz um trabalho impressionante em balancear atos super heroicos e o drama escolar’.

 

“Homem-Aranha: De Volta ao Lar é pura alegria. Tom Holland está perfeito. Ele está se divertindo como nunca e isso é notável”.

 

 

Jon Watts (de ‘Clown‘ e ‘Cop Car‘) dirige.

A estreia nos cinemas nacionais acontece dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Jungle Cruise’: Jesse Plemons e Edgar Ramirez serão os vilões

A nova produção da Disney, ‘Jungle Cruise‘, já possui seus dois vilões. Segundo a revista Variety, Jesse Plemons (‘Black Mirror‘, ‘Friday Night Lives‘) se juntará a Edgar Ramirez como outro antagonista.

Na trama, Dwayne Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Emily Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos.

O estúdio contratou Jaume Collet-Serra (‘A Órfã’) para comandar a produção.

A atração leva seus passageiros para uma aventura na selva tropical.

A Disney confirmou a data de estreia da produção entre março e maio de 2018.

John Requa e Glenn Ficarra (‘Amor a Toda Prova’) roteirizaram o projeto.

“O filme terá uma família envolvida. Até o piloto terá um papel importante. Ele será como Indiana Jones ou um Jack Sparrow. É o cara que conduzirá a família na aventura.” disse o presidente da Disney, Dick Cook.

O longa será filmado em live-action 3D.

‘A Maldição da Chorona’: Terror de James Wan ganha novo cartaz; Confira!

O terror ‘A Maldição da Chorona‘ (‘The Curse of La Llorona‘), produzido por James Wan (‘Invocação do Mal‘), ganhou um novo cartaz.

Confira:

Dirigido por Michael Chaves, o longa inicialmente se chamaria The Children.

La Llorona. A mulher chorona. Uma aparição horripilante, presa entre o Céu e o Inferno, presa em um terrível destino selado por seus próprios atos. A menção de seu nome alcançou o terror em todo o mundo por gerações. Na vida, ela afogou seus filhos com uma terrível raiva e jogou-se no rio atrás deles enquanto chorava de dor. Agora as lágrimas dela se tornaram eternas e letais, e aqueles que a ouvem chamando na noite, estão condenados à morte. La Llorona se arrasta nas sombras e ataca as crianças, desesperada para substituir as dela. Com o passar dos séculos, seu desejo tornou-se mais voraz … e seus métodos mais aterrorizantes. Na Los Angeles dos anos 70, La Llorona está perseguindo a noite – e as crianças. Cuidado com o seu lamento arrepiante… ela vai atraí-lo para a escuridão. Porque não há paz para sua angústia. Não há piedade para sua a alma e não há como escapar da maldição de La Llorona.

O elenco inclui Jaynee-Lynne KinchenRaymond CruzLinda Cardellini, Sean Patrick Thomas e Patricia Velasquez.

‘A Maldição da Chorona‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril de 2019.

‘A Lenda de Candyman’: Yahya Abdul-Mateen II é destaque em nova imagem; Confira!

A Lenda de Candyman‘, reboot/sequência do clássico ‘O Mistério de Candyman’, ganhou uma nova imagem, que traz o astro Yahya Abdul-Mateen II como o grande destaque.

Confira:

Produzido por Jordan Peele e dirigido por Nia DaCosta, o filme está programado para chegar aos cinemas nacionais dia 11 de junho.

Confira:

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

 

Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman‘) será o vilão do novo filme. O elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

‘Ms. Marvel’: Diretor compartilha novidades sobre as filmagens da série

As gravações da vindoura série do MCU, ‘Ms. Marvel’, seguem a plenos pulmões e parte dos seus episódios já estão em estágio avançado de produção.

E por meio de sua conta oficial do Instagram, o diretor Adil El Arbi compartilhou uma nova imagem dos bastidores, anunciando que está em sua última semana de filmagens.

O cineasta, ao lado de seu parceiro de trabalho Bilall Fallah, ficou responsável pela direção de alguns dos episódios de ‘Ms. Marvel’.

Confira a publicação:

Atriz Laurel Marsden também foi escalada para a produção.

Marsen, conhecida por sua performance na série ‘Survive’, dará vida a Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan (Iman Vellani) na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Confira o primeiro vídeo de bastidores da produção abaixo:

Para quem não conhece, Kamala Khan é uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Ela é atingida pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como sua ídola e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

Iman Vellani

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

Crítica | All My Puny Sorrows: Alison Pill emociona em belíssimo drama sobre depressão e perdas familiares

Ligadas pelo sangue, mas com vidas distintas que as levaram para caminhos tão díspares, Elf e Yoli são duas irmãs em contextos conflitantes. Enquanto a primeira é uma brilhante e bem-sucedida pianista – que vive em meio ao luxo e à riqueza, a segunda é uma mãe divorciada, sem dinheiro e com dois filhos adolescentes que estão crescendo rápido demais. O que as une e simultaneamente as separa é justamente um quadro de depressão clínica que faz de Elf o contraste que tanto vemos no mundo real: Uma pessoa que teoricamente tem tudo, menos o desejo de continuar vivendo. E a partir disso, All My Puny Sorrows se desabrocha diante da audiência, como um relato delicado e sensível sobre um dos maiores males da sociedade contemporânea.

Adaptação do livro homônimo da canadense Miriam Toews, o drama de Michael McGowan se destaca principalmente pela riquíssima e dolorosa performance de Alison Pill, que vive Yoli, a irmã mais velha que luta para impedir que Elf (Sarah Gadon) tire a própria vida. Ao longo desta jornada, acompanhamos suas memórias simbólicas e reflexivas ao lado da irmã mais nova – instantes que são sempre marcados por silêncios inquietantes e ponderações sobre o significado da vida. Em meio a esses espasmos do passado, Pill é também a expressão de uma mulher cansada e desesperada para salvar sua irmã de si mesma, ainda que suas tentativas aparentam ser constantemente frustradas.

Aqui, a atriz de Vice e American Horror Story brilha em sua poderosa atuação, exalando a exaustão de uma mulher cuja família é assombrada por um assustador histórico de depressão. E com uma atmosfera completamente existencial, o drama canadense nos absorve para a fatigante tristeza dos seus personagens, e mesmo sem nos entregar perspectivas mais animadoras, ainda consegue ser capaz de despertar em nós um anseio otimista, justamente pela delicada sensibilidade de Pill em dar voz a dor e aos sentimentos de tantas pessoas que cruzaram com esta doença em suas famílias. Delicado e um tanto sombrio, All My Puny Sorrows busca ser realista – ainda que sua história seja um tanto fatalista – ao tratar sobre a dificuldade de seguir em frente, à medida em que trabalha a saúde mental e emocional como temas centrais.

Cheio de gatilhos, talvez o filme não seja pra todos, justamente por essa profunda e dolorosa carga realista. Mas é também um convite reflexivo sobre cuidado, prevenção e até mesmo cura. McGowan explora com sutileza como a depressão é de fato uma doença grave que merece ser observada de perto e tratada de forma digna e correta, ainda que peque pela lentidão de sua narrativa, que torna parte da jornada um pouco cansativa. Mas mesmo assim bem poético, All My Puny Sorrows traz uma direção intimista, que abusa com razão da poderosa caracterização de Pill, que se despe diante da audiência de forma emocionante e de quebra ajuda a carregar o filme nos momentos em que nem mesmo o vazio existencial de Elf consegue nos preencher a ponto de nos manter concentrados em sua solitária trajetória.

Exclusivo | Julia Rezende, diretora de Depois a Louca Sou Eu: “Sou apaixonada por Amélie Poulain, busquei referências…”

A parceria entre Julia Rezende e Tati Bernardi tem história. Desde a série Meu Passado me Condena (2012), as duas já demonstram uma sintonia reforçada em mais dois filmes. Antes mesmo de Depois a Louca Sou Eu chegar às livrarias em 2016, Júlia manifestou a vontade de realizar um filme. O resultado chega às telonas neste 25 de fevereiro de 2021. Este é o sétimo longa-metragem da jovem diretora, responsável pela comédia romântica Ponte Aérea (2015) e a comédia criminal Como é Cruel Viver Assim (2018), além da série Coisa Mais Linda (2019-2020), da Netflix.

Leia também: Crítica | Depois a Louca Sou Eu – Débora Falabella é o destaque em nova comédia dramática

Se você gosta de um humor irônico e responsável, a adaptação é ideal para discutir questões pertinentes e tratar com leveza temas pesados, como melancolia, angústia e a dependência de medicamentos. Sem mais delongas, confira os destaques da nossa entrevista EXCLUSIVA com a diretora Julia Rezende. Ela fala sobre o processo de trazer ao público a trajetória da publicitária Dani Teixeira (Débora Falabella) às voltas com a mãe Silvia (Yara de Novaes), seu sonho de tornar-se escritora e os relacionamentos amorosos, além de lidar com as crises de pânico. 

Falas de Julia Rezende:

Com a Tati [Bernardi], eu espero ter uma parceria longeva, a gente se dá muito bem. Eu tenho uma grande admiração pelo talento dela e pela forma que ela expõe assuntos geracionais.”

A adaptação desse livro foi um desafio enorme. Foi uma das adaptações mais difíceis que eu vivi na minha carreira. Eu senti que eu precisava de um roteirista experiente que conseguisse traduzir o que de melhor tinha no livro, ao mesmo tempo criando uma narrativa com começo, meio e fim, já que não existia no livro. O livro tem uma personagem e situações muito boas, mas que não tinha uma história que pudesse ser contada no cinema.”

As cenas de sexo do filme, por exemplo, buscam uma verdade, buscam uma honestidade com o que a gente vive. Quando precisa ter nudez, tem nudez. Quando o sexo não é para ser sexy, ele também é [dessa forma]”. 

Eu sou apaixonada por Amélie Poulain. É um filme que eu adoro, que me marcou. [A referência] não foi tanto das cores [vermelho e verde], mas o que a gente buscou no Amélie Poulain é a questão das [lentes] grandes angulares nos closets. Eu acho que isso traz a sensação de hipérbole, de exagero e ajuda a gente a sentir que está muito perto do que a personagem está pensando”. 

Entrevista completa EM VÍDEO, confira:

‘Mowgli’: Adaptação da Warner será mais sombria, afirma Andy Serkis

O ator Andy Serkis comentou, durante uma entrevista ao Good Morning Britain, sobre a abordagem mais sombria em ‘Mowgli’, adaptação da Warner Bros. da aclamada obra de Rudyard Kipling, que estreia dois anos após o sucesso de ‘Mogli: O Menino Lobo‘, lançado pela Disney em 2016.

“Tudo que posso dizer nesse momento é que Balu nesse filme continuará tendo sua parte amigável, claro, mas ao mesmo tempo, também é muito mais “duro” e forte. É um Balu mais sombrio”

Em outra entrevista recente, Serkis afirma que sua visão para a história será bem diferente:

O nosso é para um público mais velho… É um PG-13 [para crianças acima de 13 anos acompanhado pelos pais ou responsáveis], mas é um tipo de Planeta dos Macacos, uma tomada um pouco mais escuro, mais perto de Rudyard Kipling. É ótimo para assustar as crianças em um ambiente seguro, porque é uma parte importante do desenvolvimento, e todos nós amamos ter medo como crianças, portanto, não devemos excessivamente protegê-los. As crianças são tão sofisticadas e é por isso que o nosso Livro da Selva é bastante escuro… É uma história de um estranho, alguém que está tentando aceitar as leis e os costumes de uma maneira particular de viver, e em seguida, tem de se adaptar a outra cultura, uma cultura humana, que é claro que ele deve ser capaz de se adaptar, porque isso é o que ele é. Portanto, são duas espécies diferente, suas leis e costumes.

Vale lembrar que ‘O Livro da Selva‘ foi adiado em março porque Andy Serkis ainda está aprimorando a captura de movimentos, que ele diz apresentar como a mais moderna da tecnologia em sua produção.

Originalmente programada para outubro de 2016, a adaptação, um híbrido de live-action com animação computadorizada, agora será lançada apenas em Outubro de 2018.

O elenco conta com Christian Bale (voz da pantera Baguera), Cate Blanchett (a cobra Kaa), Peter Mullan (o líder dos lobos Akela), Tom Hollander (o chacal Tabaqui), Rohan Chand (Mogli), Naomie Harris e Eddie Marsan (o casal de lobos Nisha e Vihaan), Benedict Cumberbatch (o tigre Shere Khan) e Serkis (urso Baloo).

Mowgli‘ marca a estreia de Serkis na direção. O roteiro foi escrito por Callie Kloves.

‘Coringa’: Atriz de ‘American Horror Story’ em negociações para viver mãe do vilão

A atriz Frances Conroy, de ‘American Horror Story’ está em negociações para viver a mãe do Coringa. A informação é do The Wrap. Penny (a mãe do vilão), que de acordo com especulações, será a causa de Coringa voltar para Gotham.

Mais cedo, após diversos rumores, um novo relatório do Deadline confirma que Robert De Niro está mesmo em negociações finais para participar do longa-metragem de origem do Coringa. Ele deve interpretar um apresentador de TV chamado Murray Franklin, que não existe nas histórias em quadrinhos.

O filme de origem do vilão estrelando Joaquin Phoenix, com direção de Todd Phillips, foi oficializado pela Warner Bros. e chegará aos cinemas em 4 de outubro de 2019.

THR revelou que a atriz Zazie Beetz, de ‘Deadpool 2’, está em negociações para entrar para o elenco. Ela deverá viver uma mãe solteira que acaba se interessando pelo homem que virá a se tornar o Palhaço do Crime.

O longa terá novidades divulgadas durante o painel da Warner Bros na San Diego Comic-Con, porém, antes mesmo disso, de acordo com uma listagem da Production Weekly, o filme será chamado simplesmente de ‘Joker’ (‘Coringa’), como na HQ de Brian Azzarello e Lee Bermejo.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Além disso, a equipe pode contar com o diretor de fotografia Lawrence Sher (‘Godzilla’, 2014), que já trabalhou anteriormente com o diretor Todd Phillips nos filmes de ‘Se Beber, Não Case!’ e ‘Cães de Guerra’.

Também foi confirmado que a produção terá o designer de produção Mark Friedberg (‘Noé’) e o premiado figurinista Mark Bridges (‘Trama Fantasma’).

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento dos cineastas Todd Phillips e Martin Scorsese. O primeiro assumirá a cadeira de diretor, enquanto o segundo será o produtor.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

10 curiosidades de ‘Karatê Kid’, o remake do clássico dos anos 80 em que eles lutam Kung Fu

Lançado em 2010, o remake de Karatê Kid segue dividindo opiniões até hoje. Na época, o longa já causou polêmica por tentar recomeçar uma franquia amada do público. Depois do lançamento, houve quem gostou bastante e houve quem odiou. Agora, 12 anos após sua estreia, o filme segue nesse limbo e jamais conseguiu emplacar uma franquia, ainda mais com o sucesso de Cobra Kai, que resgatou a saga original. Confira 10 curiosidades sobre o remake!

Engano

O ator Jackie Chan desempenhou um bom papel como mentor do jovem Dre. No entanto, quando foi convidado para integrar o elenco, o ator chinês tinha uma ideia diferente para seu papel. Em entrevista, ele contou que recebeu o convite e achou que ele seria o “Karatê Kid”, mesmo já tendo quase 60 anos, então perguntou imediatamente quem interpretaria o “sensei”. A reação foi uma risada das duas partes, quando ele entendeu que não tinha mais idade para interpretar um adolescente.

Proibida

Karatê Kid foi o primeiro filme desde O Último Imperador (1987) a conseguir uma autorização especial para gravar dentro da Cidade Proibida. E segundo o produtor do filme, Will Smith, isso só foi possível por conta do tratamento de realeza recebido por Jackie Chan na China.

Preparo

Para conseguir o papel de Dre, o jovem Jaden Smith precisou apenas ser filho do produtor passar por um treinamento intenso de cerca de três meses, não apenas para entrar em forma, mas também para conseguir a elasticidade necessária para os golpes de seu personagem.

Tira casaco

O momento mais icônico do remake é, sem dúvidas, o treinamento de Dre com o casaco. “Bota casaco, tira casaco” virou um meme não só no Brasil, mas em todo o mundo. A ideia desse treinamento estar relacionado ao casaco e não à limpeza de vidros e carros foi do próprio Jackie Chan.

Limpa-vidro

Antes de ensinar a movimentação do casaco para o Dre, o Senhor Han é visto fazendo a movimentação clássica dos movimentos giratórios da esponja de cera da franquia original. Foi uma das homenagens à franquia dos anos 80 inserida no longa.


Quase apareceu

O astro da franquia original, Ralph Maccio, estava na versão original do roteiro, em que faria uma participação novamente como Daniel LaRusso. No entanto, o ator recusou o convite. Felizmente, para os fãs, ele retornou anos mais tarde ao papel em Cobra Kai.

 


Outro filme

Para o lançamento na China, o filme precisou passar por uma série de alterações e cortes. Então, cenas como as agressões e o bullying foram suavizadas, e o beijo de Dre foi cortado, se enquadrando assim no código chinês.


Karatê ou Kung Fu?

O maior mistério desse filme é por quê o longa se chama “Karatê Kid” se eles lutam Kung Fu. A ideia de gravar o longa na China fez com que a produção adotasse a arte marcial mais praticada no país. No entanto, o estúdio quis manter o nome original para manter a ligação com a franquia dos anos 80 e chamar um público mais velho. Para tentar justificar, o filme faz uma piadinha, em que a mãe de Dre diz que o filho está lutando Karatê, antes de ser corrigida e falar que ele está lutando Kung Fu. Porém, na China, o filme foi lançado com o título de “A Maravilha do Kung Fu”.

Volta ao passado

Quando ganha a camisa para sua luta final, Dre diz para o Senhor Han que a roupa é muito legal, porque lembra o figurino do Bruce Lee. Essa foi uma breve homenagem à carreira de Jackie Chan, que começou como dublê dos filmes de Lee.


Cobra Kai

Os grandes vilões da franquia original são os alunos e professores do dojô Cobra Kai, cujo nome significa algo como “encontro com cobra”. E a serpente do logo é uma Naja. No filme de 2010, todo o desafio do confronto final está em Dre se concentrar para aplicar o truque que aprendeu no templo, em que uma lutadora, em um encontro com uma cobra, hipnotiza a naja.

Karatê Kid está disponível na Netflix.

Clarice Falcão é ‘Eleita’ Governadora do Rio em Série da Prime Video; Assista nossa entrevista!

É isso mesmo que vocês leram! Clarice Falcão foi eleita governadora do estado do Rio de Janeiro esse ano! Pelo menos na ficção, onde interpreta a influencer Fefê na nova série da Prime Video, ‘Eleita‘.

E já que o assunto em outubro é esse, a atriz bateu um papo super descontraído com nossa repórter Janda Montenegro, aqui no CinePOP.

Assista!