O Producers Guild Awards, também chamado de PGA, condecora os grandes produtores do Cinema e da TV. Os produtores são os responsáveis por fazer o longa sair do papel, como por exemplo, o produtor executivo, encarregado de conseguir o orçamento correto para que o projeto seja filmado.
Tudo bem que o vencedor do PGA certamente será o do Oscar, já que quase 70% dos votantes são os mesmos em ambos os grupos. Mas com relação aos indicados, não há tanta convergência. Afinal, acreditamos muito na indicação de ‘Os 8 Odiados‘, ‘Steve Jobs‘, ‘Carol‘ e ‘Star Wars – O Despertar da Força‘ entre os 10 melhores do Oscar 2016.
O The Hollywood Reporter é quem confirma a produção, que tem o nome ‘Britney Spears‘ como título provisório.
A publicação, inclusive, traz a atriz que viverá a princesa do pop: será Natasha Bassett (Ave, César!).
A expectativa é que as filmagens sejam iniciadas até o final deste ano, para um lançamento em 2017.
Vale ressaltar que filme não tem autorização da própria Britney Spears, algo que é comum por parte da Lifetime, realizar longas biográficos sem a aprovação dos reais protagonistas.
A película vai acompanhar toda a ascensão de Britney, desde o Clube do Mickey Mouse, passando pelo conturbado relacionamento com Justin Timlerbake, o ápice como a princesinha do POP, logo em seguida sua queda – que durou cerca de uns seis anos – e o seu retorno triunfante em 2009.
Em entrevista ao Collider, o diretor e produtor Shawn Levy falou sobre a segunda temporada de ‘Stranger Things‘.
Segundo ele, os novos personagens vão cativar o público.
“Teremos vários novos personagens que vão ser os novos favoritos dos fãs. Eles são ótimos. Apesar de apresentar novos personagens, estamos focados no nosso núcleo principal e como eles mudaram depois das experiências na temporada passada. Eles nunca mais voltarão a ser ‘normais'”, ele afirmou.
O foco da segunda temporada será mostrar o que aconteceu com o Will.
“Will Byers retornará para o Mundo Invertido. A segunda temporada mostrará o desejo dos protagonistas de voltar à normalidade em Hawkins, na família Byers, no grupo de amigos… Mas isso é impossível de acontecer”, conclui.
Os novos personagens são:
Sadie Sink (‘The Americans’) viverá Max, uma garota de 13 anos durona e confiante, cuja aparência, comportamento e atividades parecem mais típicas de meninos do que de meninas. Ela terá um grande poder.
Dacre Montgomery (‘Power Rangers’) será Billy, irmão de Max, que dirige um Camaro e é descrito como um “rapaz musculoso e hiper-confiante.”
Sean Astin viverá Bob Newby, um antigo amigo Joyce (Winona Ryder) e Hopper (David Harbour) que chega à cidade.
Linnea Berthelsen vive Roman, “uma jovem emocionalmente danificada e magnética que sofreu uma grande perda quando criança. Embora ela não viva em Hawkons, ela está misteriosamente ligada aos eventos sobrenaturais no laboratório.”
E Paul Reiser será Dr. Owens, “um membro do alto-escalão do departamento de energia e que tem a tarefa de limpar os eventos que aconteceram na cidade ano ano passado.”
‘Stranger Things‘ se passa na década de 1980 em Hawkins, Indiana, e conta a história da busca por um garoto que desapareceu sem deixar rastros e em circunstâncias suspeitas. Sua mãe (Winona Ryder) pede às autoridades locais o início das investigações do desaparecimento, que vai revelar uma série de mistérios envolvendo experimentos ultrassecretos do governo, forças sobrenaturais aterrorizantes e uma garotinha muito estranha.
Eles fizeram sucesso quando a música estourava em todas as rádios. Mas com o fim da boyband Chocante, seus integrantes tomaram rumos diferentes. Vinte anos depois, os rapazes se reúnem de forma inesperada. Desse reencontro, surge a ideia da antiga banda se juntar novamente e reviver a amizade entre eles e as glórias do passado. Ninguém pediu, mas eles voltaram!
O humor ácido e introspectivo de Marc Maron está de volta. O comediante anunciou que seu segundo especial original pela HBO, intitulado Marc Maron: Panicked, estreia no dia 1º de agosto, às 20h (ET/PT) no canal HBO e também estará disponível no HBO Max.
Na sequência do aclamado From Bleak to Dark (2023), onde Maron abordou temas como luto e vulnerabilidade após a morte de sua parceira Lynn Shelton, o novo especial mergulha no caos do mundo atual — com o olhar cínico, filosófico e sempre hilário que é sua marca registrada.
“Sinto que esse é o melhor trabalho que já fiz. Tudo se encaixou: direção, produção, a camisa e as piadas”, brincou Maron.“A HBO me entende, e estou muito feliz de estar com eles mais uma vez.”
A executiva da HBO, Nina Rosenstein, reforçou o entusiasmo do canal:
“Marc é um dos grandes nomes da comédia. Seu stand-up faz você rir e, ao mesmo tempo, vai direto ao ponto. Ele é engraçado, cru e único.”
Com direção de Steven Feinartz e produção da Avalon, Panicked também conta com Maron como roteirista e produtor executivo, ao lado de David Martin.
Além do especial, Maron se prepara para uma nova fase: o encerramento de seu icônico podcast WTF with Marc Maron, após mais de 1.600 episódios. Ele também está no elenco da comédia ‘Stick‘, da Apple TV+, e tem diversos projetos no horizonte, incluindo o documentário Are We Good?, ‘Os Caras Malvados 2‘, ‘In Memoriam‘ e a cinebiografia de Bruce Springsteen ‘Deliver Me from Nowhere‘.
Alicia Vikander encarna Lara Croft e está pronta para ação na nova capa da revista Total Film, que divulgou também fotos inéditas de ‘Tomb Raider: A Origem’. Confira:
O diretor Tom Six está de volta, após três anos desde o último filme da franquia ‘Centopeia Humana’, agora prometendo um filme “ainda mais chocante e polêmico” que a sua última trilogia.
Trata-se do terror ‘The Onania Club’, cuja trama vem sido tratada com sigilo total pela produtora, porém, um pôster foi divulgado, mostrando que o filme terá “muitas personagens femininas fortes”. Confira:
Dirigido por Guy Ritchie (Rei Arthur: A Lenda da Espada), Aladdin chega com tudo aos cinemas, mostrando que a Disney ainda tem muito a contar com suas releituras dos grandes clássicos da empresa. Com um elenco não tão conhecido (tirando o sempre ótimo Will Smith), a produção entrega uma história muito bem contada com o dinamismo característico do diretor. Aladdin é uma obra que não depende da nostalgia para se sustentar e desponta como mais um enorme sucesso da Casa do Mickey.
É raro falarmos isso nos dias de hoje, mas Aladdin é um filme com alma! Nem o fato de ser uma releitura impede que a narrativa te envolva num Mundo Novo. Cada canção, seja clássica ou inédita, é encaixada de forma orgânica para complementar cenas visualmente belíssimas e de um dinamismo frenético. Isso é mérito da direção de Guy Ritchie que, mesmo mais contido em sua assinatura cinematográfica, entrega um trabalho seguro, mas com personalidade. Seus cortes rápidos de cena estão presentes, assim como alguns slow motions que chegam a flertar com o brega, porém, não chegam a incomodar por toda a composição visual. É um espetáculo de cores e magia especial. E quando o assunto é Disney, Magia é essencial.
O elenco é um espetáculo à parte. Mena Massoud esbanja carisma e simpatia ao viver o ladrão que dá nome ao filme. Ele transparece inocência e malícia, tal qual pede o personagem, e suas interações como o macaquinho Abu são divertidíssimas. A Princesa Jasmine ganha uma dose a mais de Girl Power e mais destaque com a atuação de Naomi Scott, que tem uma voz incrível. O vilão Jafar, vivido por Marwan Kenzari, é mais novo do que no original, mas não menos ameaçador. Por fim, Will Smith se apoia mais no seu carisma do que no seu poder de atuação para entregar um Gênio DIVERTIDÍSSIMO! É como se o Will de Um Maluco No Pedaço ganhasse uma versão adulta e azul em tela. É um Gênio malandro e molecão que chama atenção para si quando entra em cena.
O roteiro segue a mesma linha da animação original, fazendo algumas alterações pontuais para modernizar a história e permitir o crescimento de alguns personagens. O mesmo vale para as músicas que, em sua grande maioria, já foram ouvidas no filme animado dos anos 90. Houve apenas uma ou duas canções adicionadas e devem ser bem aceitas pelo público por seguirem o mesmo estilo musical.
Um ponto que pode causar polêmica entre os fãs xiitas é uma decisão um tanto quanto entendível dado o nosso cenário ocidental. O filme é todo ambientado na Arábia, mas, provavelmente visando deixar a ambientação mais palatável para o público “deste lado do mundo”, houve uma mistura visual com outras culturas asiáticas, principalmente a indiana. Isso traz uma pluralidade de cores e figurinos que enchem os olhos e se distanciam, por exemplo, da paleta morna de O Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo (2010). É uma daquelas mudanças que vêm para somar.
Mas como nem tudo é perfeito, o único ponto fraco do filme é o CGI. A aparência do Gênio flutuando do tamanho “normal” varia entre o crível e o “nossa, mas isso parece um bonecão”. Faltou um pouco de cuidado aí e essa é a minha única grande crítica à produção.
Enfim, Aladdin é o próximo grande sucesso dos cinemas e vai conquistar os fãs e os não fãs da animação dos anos 90. É o melhor Live Action dessa nova fase da Disney. Uma aventura de primeira, fluida, absurdamente divertida e com um visual espetacular. A adaptação perfeita! Corram para os cinemas!
Em 2016, quando ‘Esquadrão Suicida’ estreou nos cinemas, uma das poucas coisas que a opinião pública salvou foi a personagem Arlequina. Embora a moça fosse muito carismática, é preciso observar que o diretor David Ayer hipersensualizou a Arlequina em todas as oportunidades que teve. A título de exemplo, a primeira cena do longa é a moça enrolada em tecidos aéreos dentro de uma cela; o policial se aproxima e Arlequina li-te-ral-men-te lambe a barra de ferro da prisão (e a câmera ali, focada na língua da moça); o policial, com uma cara de safado, vai lá e dá um choque na moça, exercendo todo o seu poder sobre o corpo feminino simplesmente porque se acha no direito e na autoridade para fazê-lo. Sem contar a clássica cena de Arlequina roubando a loja, quando, trajando um shortinho tão minúsculo que parecia uma calcinha, a menina se inclina de costas para a câmera, que coloca a bunda da atriz no centro da tela de cinema.
Então, nesse ‘Aves de Rapina’, dirigido por Cathy Yan (uma mulher!) e cuja história é centrada em personagens femininos, era de se esperar que as personagens fossem retratadas pelas suas histórias de vida – ainda bem, é exatamente isso que acontece.
A trama é centrada e narrada pela própria Arlequina (Margot Robbie, bastante à vontade em voltar a encarnar a icônica vilã, mesmo já tendo sido indicada ao próprio Oscar 2020), que, após o Coringa terminar com ela, sente uma mistura de nostalgia pelo amor perdido e um brilho de liberdade para fazer o que quiser. Um dia, seu caminho cruza com o da adolescente Cassandra Cain (a revelação Ella Jay Basco), que roubou um importante diamante do temível Roman Sionis (Ewan McGregor, um pouco caricato demais), que coloca todos os mercenários de Gotham City atrás da garota, inclusive Arlequina.
Primeiramente, vamos exaltar o fato de Cathy Yan ter transposto cinco personagens femininas para um filme sem explorar o corpo de nenhuma das atrizes. O figurino é adequado para todas, de acordo com o que fazem: Arlequina tem roupas mais coloridas e chamativas, a policial se veste com seriedade, a Canário prefere roupas estilosas com descrição, etc. Nem mesmo nas cenas de luta a câmera desliza por esses corpos: ao contrário, filma as personagens batendo/apanhando com naturalidade, preocupada com os movimentos de ação, não com o arrocho dos collants de malha.
Aliás, as cenas de luta e de perseguição são muito bem coreografadas, sincronizadas e chistosas, parecendo uma dança mesmo. Neste quesito, o filme cumpre o que o espectador busca.
Arlequina parece estar muito mais à vontade consigo mesmo neste ‘Aves de Rapina’ do que no ‘Esquadrão Suicida’ – tanto a personagem quanto a atriz. Sem ser obrigada a sensualizar em todos os seus movimentos, Margot/Arlequina parece se divertir em cena, genuinamente feliz com as decisões que toma. A gente fica querendo se tornar a melhor amiga dela nesse rolê doido por Gotham.
O filme não é todo perfeitinho, e tem suas pequenas máculas. Uma delas é o desempenho bem insosso da atriz Rosie Perez, que faz a detetive Renee Montoya, que fica muito distante e destoante do resto do elenco. Outro ponto que pode incomodar é no primeiro arco do longa, em que Arlequina está narrando a história e, por três vezes, ela volta no tempo para explicar alguma coisa que deixou de mencionar – a repetição dessa técnica pode dar uma enjoada no início.
Apesar dessas pequenas nódoas, o roteiro de Christina Hodson entretém, traz uma boa história e deixa espaço para possíveis continuações, embora tenha focado mais na tríade Arlequina-Canário-Cassandra. A trama é redonda, não necessita de conhecimento prévio e ainda encontra espaço para situar o espectador sobre elementos essenciais no universo da DC.
Dirigido por uma mulher, escrito por uma mulher, produzido por uma mulher e estrelado por cinco atrizes que conduzem toda a trama do longa, ‘Aves de Rapina’ fala da emancipação feminina, pois agora as mulheres vão contar as histórias em quadrinho de acordo como elas querem ser vistas e representadas no universo nerd. Finalmente!
A AMC realmente conseguiu popularizar ainda mais The Walking Deadnesta 9ª temporada. Embora o seriado esteja com uma média de audiência razoável, ela foi muito popular entre os pirateadores da internet.
A lista do TorrentFreaks mostra que a série de zumbis foi a mais procurada em 2018 para downloads ilegais. ‘The Flash’ e ‘The Big Bang Theory’ vem logo atrás no ranking:
Em recente entrevista para o Indiewire, o alto executivo da AMC, David Madden, afirmou que ‘The Walking Dead‘ terá um longo futuro pela frente:
“Em termos criativos, nós estamos fazendo algumas coisas diferentes na nona temporada. Existem muitas situações a serem trabalhadas. Se você analisar a audiência, todas as séries estão caindo, enquanto nós ainda estamos com números bem fortes. Então nós estamos esperando ainda um longo futuro com ‘The Walking Dead‘.”
Pelo jeito, a série continuará firme e forte por anos a fio.
A segunda metade da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um novo vídeos sinistros, e retornará com episódios inéditos em 10 de fevereiro.
Apesar da saída de Andrew Lincoln e Lauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.
Segundo o site People, a série animada ‘My Little Pony’ está se juntando à crescente lista de programas infantis com representatividade LGBTQI+ ao trazer, pela primeira vez, um casal homossexual às suas histórias.
A matéria indica que Tia Holiday e Tia Lofty serão um casal lésbico responsável pelo cuidado de outra personagem, Scootaloo. As duas farão seu début no episódio intitulado “The Last Crusade” (“A Última Cruzada”, em tradução livre) e tem estreia marcada para o dia 15 de junho no Discovery Family – por enquanto, apenas na Europa e nos Estados Unidos.
Nicole Dubuc, co-showrunner da produção, disse em uma declaração oficial que acha “fantástico que podemos mostrar que o que realmente define uma família é o amor – isso, para mim, é o âmago de ‘My Little Pony’“.
“Diversidade e representação são importantes para as crianças por diversas razões, e essa sempre vai ser a minha prioridade”, Josh Haber, também showrunner, acrescentou.
O produtor Michael Vogel aproveitou o momento para dizer que “Nicole e eu pensamos que essa poderia ser uma grande oportunidade para introduzir organicamente um casal LGBTQI+ na série, e nós perguntamos à Hasbro e eles aprovaram. Com Josh e Nicole responsáveis pela última temporada juntos, era algo que todos queríamos fazer”.
Apesar da recepção amarga por parte dos críticos, ‘The Witcher’ tornou-se uma das séries originais da Netflix mais adoradas pelo público e, antes mesmo de sua estreia, a produção já estava renovada para a 2ª temporada.
Agora, segundo o site We Got This Covered, o show não apenas voltará para o próximo ciclo, como o serviço de streaming já deu sinal verde para o terceiro ano, o qual adaptará o romance ‘Tempo do Desprezo’ (segundo livro da saga assinada por Andrzej Sapkowski).
A primeira temporada já está disponível na plataforma!
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
‘Os Goonies 2’ tornou-se um dos filmes mais aguardados dos últimos anos. Entretanto, a sequência nunca ganhou vida – mas isso não impediu que detalhes sobre a próxima aventura ganhassem as redes sociais.
Recentemente, o artista e roteirista Adam F. Goldberg revelou ao SlashFilm uma imagem conceitual que seria uma das bases pictóricas da continuação.
Confira:
Durante uma reunião ao vivo que reuniu os astros do longa original, o diretor e produtorSteven Spielberg explicou porque a sequência nunca aconteceu.
O evento trouxe os astros Kerri Green, Corey Feldman, Ke Huy Quan, Martha Plimpton e Jeff Cohen.
“Tivemos muitas negociações para a sequência. A cada dois anos, surgia uma ideia. Mas nunca era boa o suficiente. Nós redefinimos esse gênero. Acho que não conseguiríamos fazer um filme melhor do que Os Goonies que fizemos na década de 80.”, afirmou.
Lançado em 1985, o filme foi produzido por Steven Spielberg e contou a história de um grupo de crianças que partem numa aventura para salvar suas casas de serem hipotecadas.
A Amblin Television está trazendo de volta a produção em forma de série.
O canal Fox encomendou o piloto de uma série que contará com um grupo de jovens aspirantes a cineastas, enquanto tentam recriar ‘Os Goonies‘ – cena por cena.
Confira a sinopse:
A série acompanha Stella Cooper, que retorna à sua cidade natal após fugir de um passado obscuro. Ela encontra inspiração, esperança e salvação quando concorda em ajudar três estudantes que estão realizando seus sonhos de fazer um remake incrivelmente ambicioso de… Os Goonies. Ao longo da temporada, sua paixão inspirará uma cidade inteira que está desesperada por esperança.
A série será escrita por Sarah Watson (‘Parenthood’), com Greg Motolla (‘Superbad – É Hoje’) assinando como diretor.
Em 1973, a adolescente Beth Bledsow (Lillis) deixa sua casa interiorana para estudar na Universidade de Nova York, onde seu amado tio Frank (Bettany) é um reverenciado professor de literatura. Ela logo descobre que Frank é gay e que ele vive há muito tempo com o parceiro Walid “Wally” Nadeem (Peter Macdissi) – um relacionamento que se desenrola em segredo há anos. Depois da morte inesperada do pai de Frank, avô de Beth, o professor é forçado a voltar para casa com Beth a reboque, finalmente enfrentando um trauma enterrado que assombrou sua vida adulta inteira.
Transferida para casa depois de uma traumatizante missão de combate, uma soldada francesa altamente treinada utiliza suas habilidades letais para caçar o homem que machucou sua irmã e vingá-la.
A aventura familiar ‘Jungle Cruise’, estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt, chega em breve à plataforma de streaming do Disney+ e, agora, foi revelado mais um teaser dublado com cenas inéditas.
Confira:
Eles estão chegando! Você está pronto para encarar essa aventura? 👀#JungleCruise estreia em 30 de julho nos cinemas e no #DisneyPlus com Premier Access por um custo adicional. pic.twitter.com/mix1pi0AC5
Na trama, Johnson será Frank, um capitão de barco amaldiçoado com imortalidade, que acompanha Lily Houghton (Blunt) na busca pela mística árvore da vida, capaz de oferecer a cura através de poderes mágicos.
Para a geração que começava a se interessar pelo cinema e pela televisão no começo dos anos 2000, Kenneth Branagh foi imortalizado no papel do divertido e controverso professor Gilderoy Lockhart, da franquia ‘Harry Potter’ – e, ainda que tenha feito um trabalho impecável no longa-metragem, sua carreira se estende para diversas áreas do entretenimento. Tespiano reconhecido e amante de William Shakespeare, Branagh não é apenas um grande ator, mas também um diretor e realizador que vem, projeto após projeto, construindo uma identidade própria que reflete sua versatilidade e seu apreço pelas artes performativas. Depois de ter trazido à vida títulos como ‘Hamlet’, ‘Muito Barulho por Nada’, ‘Cinderela’ e ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, o cineasta voltou com um projeto ambicioso e recheado de metáforas belíssimas: ‘Belfast’.
Quando pensamos em dramas de época, é costumeiro que voltemos nossa atenção para, por exemplo, adaptações vitorianas de Jane Austen ou suspenses de espionagem da época da guerra fria. Em ‘Belfast’, Branagh adota uma perspectiva bastante interessante que constrói um universo quase anacrônico, sem perder de vista o que quer contar ao público. A trama parte da visão de uma criança, de modo similar ao que Steven Spielberg já fizera nos anos 1980 e 1990 ou ao que Taika Waititi conquistara com o ótimo ‘Jojo Rabbit’. Aqui, Jude Hill faz sua aplaudível estreia no cenário dos longas-metragens como Buddy, um jovem garoto de oito, nove anos que vive na cidade titular, localizada na Irlanda do Norte e centro de um conflito étnico-político que pincela seu cotidiano com constatações cruéis e pesadas sobre o mundo.
Há uma certa carga emblemática que acompanha o projeto desde os primeiros momentos de concepção – e que é refletido nas sagazes escolhas artísticas de uma montagem irretocável e de uma fotografia inspiradora. O enredo principal é inspirado na infância de Branagh e, nos levando de volta para o final dos anos 1960, abre espaço para discussões sobre embates ideológicos que dominaram os unionistas e os separatistas irlandeses. E, nessa complexa atmosfera, a inteligência do filme é não deixar que tais conceitos históricos manchem a mensagem que se deseja passar – em outras palavras, não é necessário que os espectadores tenham conhecimento prévio, e sim uma disposição para compreender as múltiplas facetas que se escondem nas entrelinhas.
Buddy é centro de um coming-of-age mandatório que se alastra para os pais e para a comunidade em que se insere, funcionando como uma extensão simbólica do diretor. Caminhando pelas fases comuns a qualquer criança, o microcosmos que se ergue ao seu redor é guiado por uma crescente batalha civil que coloca em xeque os ensinamentos proferidos pela mãe (Caitirona Balfe) e pelo pai (Jamie Dornan): afinal, eles pertencem a uma família de protestantes que desfruta de convivência com vários católicos, todos aglutinados em uma espécie de cortiço que também se move como um personagem. Buddy vai à escola, faz traquinagens, ama ir ao cinema e ao teatro – mas de que tudo isso adianta quando a realidade a que está acostumado é tão efêmera quanto o tempo?
Cada sequência é arquitetada a partir dos olhos da inocência, de uma persona que começa a ter ciência do mundo que o cerca. O ritmo da narrativa é alicerçado nos preceitos formulaicos do gênero dramático – mas não pejorativamente, pelo contrário: abre-se espaço para uma cinebiografia que serve como encerramento e recomeço, uma brusca divisora de águas que antecipa o amadurecimento da personalidade de Buddy e das gerações que o antecederam, incluindo da avó (Judi Dench) e do avô (Ciarán Hinds). Maravilhado pelas estreitas ruas recheadas de vizinhos, ele compreende que nem todos têm intenções benévolas (como Billy, encarnado por Colin Morgan) e que a cautela é uma das chaves para uma vida longa e próspera. Não é surpresa que, conforme os atos se concluem, abandona-se um gostinho agridoce de uma infância imaculada que não voltará mais.
Mesmo com alguns deslizes, a obra não pode ser descrita com outro adjetivo além de soberbo. A estética clássica parece reunir incursões das várias eras do cinema, sem deixar que o mimetismo fale mais alto e sempre prezando por algo que o torne diferente – seja pelo uso nostálgico do preto e branco, seja pelo proposital excesso de simetria que reduz o impacto do cenário e canaliza nossa atenção ao elenco. Além de Hill, Balfe comanda um espetáculo performativo de tirar o fôlego, dominando todas as cenas em que aparece; Dornan quebra o estereótipo construído em cima de suas rendições e faz um trabalho igualmente fabuloso – e não precisamos nem comentar sobre a presença indescritível de Dench e Hinds. E, no topo de tudo isso, temos uma poética e colorida imagética que se restringe às apresentações de ‘Um Conto de Natal’ e ‘O Calhambeque Mágico’, como se a arte fosse a válvula de escape de Buddy em relação ao que está experenciando.
Dizer que ‘Belfast’ é uma das surpresas do ano é não confiar em todas as fichas que Branagh aposta em seu apreço pela direção e pela contagem de histórias. Depois de ter feito um enorme sucesso nos principais festivais do mundo, o longa-metragem celebra a família e encontra felicidade em meio a um crescente desespero que questiona o próprio funcionamento da sociedade.
Alguns meses depois de tê-la anunciado, a Netflix divulgou a primeira imagem oficial de ‘Kung Fu Panda: The Dragon Knight’, série animada baseada na aclamada trilogia da DreamWorks.
Jack Black retorna para o papel do urso Po, enquanto a cantora e atriz Rita Ora será a Lâmina Andarilha.
A série ainda não tem data de estreia confirmada.
Confira a imagem:
A nova produção acompanhará a tour culinária de Po na China quando ele é erroneamente acusado de mau uso de armas mágicas. Para limpar seu nome, Po terá que se unir com o cavaleiro britânico para embarcar em uma jornada épica.
A DreamWorks Animation está desenvolvendo a série animada, que contará com Peter Hastings, Shaunt Nigoghossian, Chris Amick e Ben Mekler como produtores executivos.
‘Limbo’, sua mais nova série dramática argentina, já está disponível no Star+.
A produção foi lançada no último dia 28 de setembro na plataforma de streaming.
Sofia é uma jovem milionária que parece ter tudo: uma vida glamorosa, uma família que faz todos os seus caprichos e ótimos amigos que seus cúmplices num estilo de vida ousado que poucas pessoas privilegiadas podem ter. Quando o pai dela morre, ela deve retornar a Buenos Aires, sua cidade natal, e enfrentar um rico legado que inclui os negócios de família, a rivalidade entre seus dois irmãos e os segredos que seu pai escondeu. Movida pelo desejo de mostrar que pode ser mais que uma garota rica, Sofia começa uma aventura selvagem, recheada de obstáculos e de revelações. As falhas que se tornaram sua marca registrada se tornarão armas poderosas que irá usar a seu favor.
ACW divulgou a prévia oficial de “The Good, The Bad and the Lucky”, sexto episódio da 9ª e última temporada de ‘The Flash’.
Na trama, “enquanto Barry e Iris se preparam para sua nova vida, a sorte muda para as pessoas em Central City. Cecile assume um caso com a ajuda de Allegra envolvendo uma série de eventos infelizes – e altamente inesperados. Enquanto isso, Chester e a equipe trabalham com Khione para descobrir suas habilidades”.
O capítulo vai ao ar no dia 15 de março.
Confira:
Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de ‘The Flash’ começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
‘Vermelho, Branco e Sangue Azul‘, adaptação do elogiado romance LGBTQIA+ homônimo de Casey McQuiston, já está disponível no Prime Video.
O longa foi lançado hoje,10 de agosto, na plataforma de streaming (um dia antes do previsto).
O que pode acontecer quando o filho da presidenta dos Estados Unidos se apaixona pelo príncipe da Inglaterra? Quando sua mãe foi eleita presidenta dos Estados Unidos, Alex Claremont-Diaz se tornou o novo queridinho da mídia norte-americana. Bonito, carismático e com personalidade forte, Alex tem tudo para seguir os passos de seus pais e conquistar uma carreira na política, como tanto deseja. Mas quando sua família é convidada para o casamento real do príncipe britânico Philip, Alex tem que encarar o seu primeiro desafio diplomático: lidar com Henry, irmão mais novo de Philip, o príncipe mais adorado do mundo, com quem ele é constantemente comparado ― e que ele não suporta. O encontro entre os dois sai pior do que o esperado, e no dia seguinte todos os jornais do mundo estampam fotos de Alex e Henry caídos em cima do bolo real, insinuando uma briga séria entre os dois. Para evitar um desastre diplomático, eles passam um fim de semana fingindo ser melhores amigos e não demora para que essa relação evolua para algo que nenhum dos dois poderia imaginar ― e que não tem nenhuma chance de dar certo. Ou tem?.
A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.
Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.
Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .
A Netflix divulgou o trailer completo de ‘Decameron’, sua nova série de comédia inspirada na clássica coleção de contos do século XIV assinada por Giovanni Boccaccio.
A produção chega à plataforma de streaming em 25 de julho de 2024.
A trama se passa em 1348, quando nobres e plebeus precisam viver juntos para se salvarem da Peste Negra. Decameron estreia em julho. pic.twitter.com/hhMLElS22p
Em 1348, enquanto a Peste Negra assola Florença, vários nobres e seus servos retiram-se para a zona rural de Villa Santa. Enquanto tentam esperar o fim da peste nas colinas da Toscana com vinho e sexo, o grupo eventualmente terá que lutar pela sua sobrevivência.
Após levar para casa dez estatuetas do Billboard Music Awards 2024 e para celebrar seu 35º aniversário, a cantora e compositora Taylor Swift divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores do clipe de “Fortnight”.
A música, performada ao lado de Post Malone, funciona como lead single de seu mais recente álbum, ‘The Tortured Poets Department’.
Lembrando que seu último compilado de originais já está disponível nas plataformas de streaming.
Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por ‘Fearless’, ‘1989’, ‘Folklore’ e ‘Midnights’.
Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns ‘Fearless’, ‘Red’, ‘Speak Now’ e ‘1989’, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.
O canal Starz divulgou um teaser trailer oficial de ‘Outlander: Blood of My Blood‘, spin-off de ‘Outlander‘.
A produção, que servirá como pré-sequência do seriado original e contará a história dos pais de Jamie (Sam Heughan) e Claire (Caitriona Balfe), estreará no dia 8 de agosto.
A série trama focará em duas histórias de amor paralelas ambientadas em dois períodos de tempo diferentes, com os pais de Jamie nas Highlands escocesas do início do século XVIII e os pais de Claire na Inglaterra da Primeira Guerra Mundial.
Vickers dá vida a Brian Fraser – avó de Jamie Fraser -, uma governanta da casa Lovat. McCardie será Isaac Grant, líder do Clã Grant; Lumsden, por sua vez, é seu filho, Malcolm, um pretendente em potencial para Ellen MacKenzie. Por fim, Mullan dá vida a Red Jacob MacKenzie, pai de Ellen, Dougal, Colum, Janet e Jocasta.
A trama explora a vida dos pais de Jamie, Ellen MacKenzie (Slater) e Brian Fraser (Roy), assim como a história de origem dos pais de Claire, Julia Moriston (Corfield) e Henry Beauchamp (Irvine).
Lembrando que as duas primeiras iterações já estão disponíveis na plataforma de streaming.
Na trama, um grupo de jovens americanas que adora diversão invade a tradicional Londres de 1870 e dá início a um choque cultural anglo-americano. Agora, elas já não são mais invasoras – a Inglaterra é seu novo lar. Na verdade, elas praticamente comandam o lugar. Nan é a Duquesa de Tintagel, a mulher mais influente do país. Conchita é Lady Brightlingsea, ícone para uma nova geração de herdeiras americanas. E Jinny estampa as manchetes, procurada pelo sequestro do próprio filho ainda não nascido. Todas foram forçadas a crescer e agora lutam para serem ouvidas, enfrentando romances, desejos, ciúmes, nascimentos e perdas, temas que atravessam a vida de todas as mulheres – não importa a época.
Baseada no inacabado romance homônimo publicado porEdith Wharton em 1938, a série foi criada pela produtora britânica The Forge.
Cinco anos antes de falecer em 2025, o popular astro de filmes de ação Val Kilmer (‘Top Gun’, ‘Fogo Contra Fogo’) havia sido escalado como o Padre Fintan, espiritualista nativo-americano e padre católico, no drama ‘As Deep as the Grave’.
Porém, em virtude de sua contínua batalha contra um câncer de garganta, o ator estava muito doente para sequer aparecer no set de filmagens.
“Ele era o ator que eu queria que interpretasse esse papel”, disse o diretor e roteirista Coerte Voorheesem um declaração oficial (via Variety). “[O papel] foi modelado em volta dele. Pegou elementos de sua herança nativo-americana e seus laços e amor pelo sudoeste [norte-americano]. Eu estava dando uma olhada em uma folha de chamada um dia desses, e estávamos com ele pronto para as filmagens. [Mas] ele estava passando por momentos difíceis, e não conseguia participar”.
Entretanto, ainda que não tenha participado ativamente das gravações do projeto, Kilmer foi “trazido de volta à vida” através de um programa de última geração de inteligência artificial, permitindo a Voorhees a concretizar sua visão cinematográfica.
O cineasta, inclusive, teve a ajuda da atriz Mercedes Kilmer, filha do saudoso astro, além de ter recebido apoio de Jack Kilmer para alcançar seu objetivo.
“A família dele não parava de dizer o quanto achava o filme importante e que o Val realmente queria fazer parte disso”, conta Voorhees. “Ele realmente achava que era uma história importante e queria ter o seu nome associado a ela. Foi esse apoio que me deu a confiança para dizer: ‘ok, vamos fazer isso’. Apesar de algumas pessoas poderem considerar isso controverso, era o que o Val queria”.
‘As Deep as the Grave’, anteriormente intituldo ‘Canyon of the Dead’, narra a história real dos arqueólogos Ann e Earl Morris, discorrendo sobre suas escavações no Cânion de Chelly, no Arizona, a fim de traçar a história da tribo Navajo.
A versão em IA de Kilmer aparecerá em “boa parte”do corte final. O projeto utilizou imagens mais jovens do ator, providas pela família, e gravações de seus anos finais para mostrar o personagem em vários estágios da vida. O áudio utiliza a voz de Kilmer que, antes do falecimento, estava danificada por causa de procedimentos médicos na traqueia.
“O personagem do filme também sofre de tuberculose”, diz John Voorhees, produtor do longa e irmão de Coerte. “Mais uma vez, esse personagem histórico refletia a condição real de Val quando ele sofria de câncer de garganta. E, portanto, no que diz respeito à voz, esta é uma oportunidade realmente única para o personagem refletir a condição que o ator de fato enfrentava, criando assim uma espécie de ponte”.
Depois da notícia de que Joel Kinnaman não reprisará seu papel como Rick Flagg no filme ‘O Esquadrão Suicida’, o site Discussing Film agora afirma que o ator vai SIM retornar com seu personagem para o soft reboot escrito e dirigido por James Gunn. Por enquanto, a Warner Bros. não se pronunciou.
No mês passado, a informação era a de que o cineasta não tinha incluído o personagem de Kinnaman na trama.
As filmagens têm previsão para começaram em setembro, na cidade de Atlanta, Geórgia. A produção está a cargo de Peter Safran, que trabalhou em outros filmes da DC: ‘Aquaman’ e ‘Shazam!’.
No primeiro filme, a personagem de Davis montou uma equipe de supervilões para uma missão altamente secreta no combate à uma entidade misteriosa e poderosa chamada Magia (Cara Delevingne).
A perigosa equipe recrutada era formada por Arlequina, Pistoleiro, Capitão Bumerangue, Katana (Karen Fukuhara), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Blech).
Rick Flag, personagem de Kinnaman, era o militar que liderava o Esquadrão Suicida, mantendo os vilões na linha e garantindo que cumprissem a missão.
Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.
A estreia de ‘O Esquadrão Suicida’ está prevista para o dia 6 de agosto de 2021 nos EUA.
Agora que as filmagens de ‘The Batman‘ já começaram, a Warner Bros divulgou a lista de elenco da adaptação e os papéis de Jayme LawsonePeter Sarsgaard foram finalmente revelados.
Lawson dará vida à Bella Reál, uma ambiciosa e influente política candidata à prefeitura de Gotham City, o que acaba com os rumores de que ela seria Bárbara Gordon.
Sarsgaard foi listado como Gil Colson, um promotor público de Gotham City.
Apesar de não haver maiores informações, é de se esperar que ambos tenham um papel importante na trama, considerando que fazem parte do elenco principal.
E levando em conta a trama investigativa do novo filme, é de se esperar que um promotor e uma candidata à prefeitura tenham interesse em acabar com a criminalidade na cidade.
Dirigido por Matt Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.
“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”
Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.
A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ estreia em 30 de outubro na Disney+, e vale lembrar que o estúdio já renovou a atração para o 3º ano.
E, durante uma entrevista para a Variety, o criador Jon Favreau revelou que as gravações dos novos episódios serão iniciadas ainda em 2020.
“Apesar das limitações causadas pela pandemia do Coronavírus, estamos operando com a suposição de que seremos capazes de seguir em frente. As técnica de produção da StageCraft e da Industrial Light & Magic permitem um protocolo mais seguro para elenco e equipe. Acredito que vamos iniciar os trabalhos antes do final do ano.”
O cineasta disse que pretende adiantar os elementos digitais da produção até que o elenco e a equipe de filmagem possam retornar aos sets da Disney+.
“Também temos muito trabalho digital, então vamos focar nisso, por enquanto. Nossa produção é bem flexível, então vamos com calma para trabalhar com base nos protocolos que estão surgindo em torno da pandemia e do retorno das produções cinematográficas.”
Infelizmente, ele não revelou quando os novos episódios serão iniciados.
Enquanto isso, confira os cartazes individuais da 2ª temporada:
De acordo com o Disney Insider, a Disney+ vai repetir a estratégia de lançamentos semanais durante a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, e a data de cada episódio foi divulgada por fontes ligadas à produção.
Sendo assim, o calendário de estreia ficou marcado para todas as sextas-feiras, a partir de 30 de outubro.
Confira:
Episódio 01 – 30 de outubro de 2020 Episódio 02 – 06 de novembro de 2020 Episódio 03 – 13 de novembro de 2020 Episódio 04 – 20 de novembro de 2020 Episódio 05 – 27 de novembro de 2020 Episódio 06 – 04 de dezembro de 2020 Episódio 07 – 11 de dezembro de 2020 Episódio 08 – 18 de dezembro de 2020
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
O reboot de ‘Gossip Girl‘ já chegou hoje à HBO Max, e alguns membros do elenco original dedicaram um tempo para aconselharem os astros dos novos episódios da série teen.
Em entrevista ao E! Online, os intérpretes de Jenny Humphrey (Taylor Momsen), Bart Bass (Robert John Burke), Juliet Sharp (Katie Cassidy) e companhia ensinaram aos novatos como fazer o máximo de ‘amizades mágicas’ no set.
Além disso, os artistas também fizeram questão de dizer aos sucessores para aproveitarem tudo o que Nova York tem a oferecer.
Quase 10 anos depois de interpretar Jenny Humphrey, Momsen refletiu:
“Gravar ‘Gossip Girl’ me trouxe uma visão tão emocionante de Nova York. Meu conselho para os recém-chegados? Eu os encorajaria a abraçarem TUDO o que vier dessa experiência. Essa série foi um momento único para mim. Quando olho para trás, aprecio o tempo que tive para explorar a cidade e aprender com as pessoas que respeito, como [os criadores] Stephanie [Savage] e Josh [Schwartz].”
Burke, que interpretou o pai de Chuck Bass (Ed Westwick) enviou seus “melhores votos” ao grupo de jovens talentos.
“Divirtam-se bastante, escolham as roupas que vocês quiserem… E uma dica para as meninas, nunca fique sozinhas em um telhado com um cara igual a Chuck!“, disse ele, referindo-se ao estilo bad boy do rapaz.
Outra personagem favorita dos fãs era Dorota (Zuzanna Szadkowski), a mal-humorada empregada doméstica de Blair (Leighton Meester) e sua confidente.
Szadkowski explica que:
“Para mim, ‘Gossip Girl‘ era tudo sobre química”, referindo-se à ligação entre Blair e Chuck. “Foi uma verdadeira emoção quando Dorota encontrou seu par em Vanya”, diz ela sobre o porteiro, interpretado por Aaron Schwartz. “Espero que os personagens zeladores e auxiliares da novo elenco encontrem algum romance pela frente.”
Desde o fim do série, a atriz disse que a melhor parte foram as amizades que fez nos bastidores.
“O maior presente que ‘Gossip Girl’ me deu foi minha amizade com Leighton Meester, e eu aprendi muito trabalhando com ela. Nunca haverá outra dupla como Blair e Dorota, mas meu desejo para o nova geração é que amizades mágicas possam florescer em lugares improváveis.”
Ela também disse que está muito animada para assistir ao reboot, ressaltando que a original espalhou o amor por Nova York e por todo o mundo.
Quanto aKatie Cassidy, intérprete de Juliet Sharp, ela disse ao novo elenco para:
“Manter o foco, trabalhar duro e não esquecer de se divertir! Ah, e cuidado com os paparazzi quando estiverem filmando as tomadas externas”.
Para ela, ‘Gossip Girl‘ traz uma verdadeira nostalgia em sua vida e ainda afirmou que tem interesse de dirigir algum episódio do reboot ou de reprisar seu papel na nova versão.
“Sinto falta de Juliet Sharp, que papel divertido eu interpretei. Sempre lembro de tudo isso com muito carinho e nostalgia. Quem sabe, talvez eu dirija um episódio para o reboot ou retorne como Juliet Sharp. Quem sabe? Estou apenas expressando meus desejos”
Lembrando que já foi divulgado um instigante trailer nos preparando para os eventos da 1ª temporada.
Confira:
Na trama, Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders agora será o alvo, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.
Lembrando que o próximo episódio será exibido em 15 de julho.
Karena Evans, aclamada realizadora conhecida por seu trabalho nas séries ‘Snowfall’ e ‘P-Valley’, é a responsável pelos dois primeiros episódios da produção.
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