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Will Patton se junta ao elenco do reboot de ‘Sete Homens e Um Destino’

De acordo com o Deadline, Will Patton (‘O Mensageiro’) foi confirmado no elenco do reboot de ‘Sete Homens e Um Destino‘ (The Magnificent Seven), nova série que está sendo desenvolvida pela MGM+.

O ator interpretará o implacável barão Cyrus T. Clemons – um personagem original, que não está presente no filme clássico dos anos 60.

Clemons é confiante, arrogante e convicto de seu próprio destino. Antes da Guerra Civil, ele era um humilde professor de música. Mas, após sobreviver à terrível batalha do Ângulo Sangrento, ele emergiu percebendo que o mundo é feito de vencedores e perdedores, e estava determinado a sair por cima, não importando o custo. Ele eventualmente conhece sua esposa, Beatrice, e juntos atravessam o país. A cidade de Clemons está destinada a ser sua glória suprema, mas para alcançá-la, ele precisa das terras pertencentes a um grupo pacífico, porém resoluto. Quando eles se recusam a vender suas terras e contratam os Sete Magníficos para protegê-los, Clemons é forçado a usar seu exército particular para expulsá-los de suas terras.

Matt Dillon (‘Wayward Pines’) será o protagonista. Ele interpretará Chris Adams, que se torna o líder de sete pistoleiros determinados a proteger um grupo de aldeões inocentes de um implacável latifundiário obcecado em roubar suas terras. Estoico, firme sob pressão e com um olhar inabalável que fala por si só, Chris não tem paciência para hipocrisia ou crueldade e se mantém fiel a um código moral discreto, baseado na justiça e na moderação.

O papel foi interpretado por Yul Brynner no longa original.

Tim Kring (‘Heroes’) será responsável pela adaptação.

A nova versão se passará na tumultuada fronteira americana da década de 1880.

Tim Kring é um mestre em contar histórias,” declarou Michael Wright, chefe do MGM+. “Tim, Donald De Line, Larry Mirisch e Bruce Kaufman criaram uma série que transmite a energia de um faroeste clássico, honra o legado do filme original e reafirma seus temas atemporais sobre o poder da união contra a opressão e heróis imperfeitos que encontram a redenção ao ajudar aqueles que não podem se ajudar.”

O filme original, lançado em 1960 e baseado no clássico japonês ‘Os Sete Samurais‘ de Akira Kurosawa, contava com um elenco de peso, incluindo Charles Bronson, Steve McQueen e Eli Wallach. O sucesso do longa gerou mais três sequências e uma série de televisão exibida entre 1998 e 2000.

Um remake de ‘Sete Homens e Um Destino‘, estrelado por Denzel Washington e Chris Pratt, foi lançado em 2016, mas falhou em causar uma impressão duradoura nos críticos e no público.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Patty Jenkins tem “sentimentos dúbios” sobre os universos cinematográficos

Embora Patty Jenkins já esteja inserida – ainda que indiretamente – em um universo cinematográfico, a diretora de ‘Mulher-Maravilha’ não é 100% a favor da premissa, que recentemente também foi adotada pela Universal Studios, com seu Dark Universe.

Durante o quadro Ask Me Anything, do portal Reddit, ela comentou que tem opiniões conflitantes sobre o modelo, que tem conquistado um número cada vez maior de estúdios.

Segundo ela:

“Eu diria que tenho sentimentos dúbios quanto a isso. Há um versão de cada tipo de produção que eu comemoro, mas às vezes penso que há uma certa tendência em virar uma bagunça quando há muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo – então eu não acho que seja uma ótima ideia para aplicar sempre”.

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

‘O Predador’: Teaser será lançado durante a CinemaCon

O primeiro teaser de ‘O Predador’ será lançado neste mês, mas não como nós esperávamos.

Segundo o próprio diretor, Shane Black, o vídeo será divulgado primeiramente durante a CinemaCon. 

A estreia do material para o público geral será apenas depois, no mês de maio.

Através da sua conta oficial do Twitter, o cineasta compartilhou a informação, pedindo desculpas aos fãs pelo tempo de espera.

Confira:

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

Segundo Dekker, “alguns retoques” começaram em Vancouver essa semana. O roteirista também fez questão de destacar que “sim, um teaser trailer chegará em breve.”

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 14 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

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Crítica | Share: Filme trata abuso sexual entre adolescentes, mas peca na narrativa

Nos últimos anos, o tabu em volta da discussão sobre abuso sexual tem se dissolvido. Entre cascatas de denúncias de celebridades, o assunto tem sido desmistificado diante do público, que cada vez mais percebe um terrível submundo em Hollywood e, obviamente, em qualquer outro ramo profissional. As escolas e universidades não ficam de fora e já testemunharam uma série de casos que começam com bullying e terminam na violação de garotas inconscientes em festas, inicialmente, inocentes. Romper essa barreira é um pouco mais difícil. Ainda cercada por um machismo que enaltece o comportamento masculino agressivo em relação à garotas e mulheres, o ambiente estudantil coloca os seus mais em risco do quem em segurança. Foi assim nos retratos documentais de Audrie & Daisy e The Hunting Ground. E assim se repete no drama fictício Share.

Na produção, uma festinha feita entre colegas de escola termina na publicação de uma série de fotos e vídeos comprometedores, que trazem a jovem Mandy (Rhianne Barreto) cercada por garotos que se aproveitam de seu frágil e desnudo corpo. Inconsciente, ela é motivo de piada no material, que circula em uma rapidez impressionante, entre todos os estudantes da escola. Um momento de vulnerabilidade se transforma na perpetuação da marginalização de sua integridade. De repente, a talentosa jogadora de basquete se vê no centro de uma polêmica, onde todos parecem descreditá-la, inclusive a escola.

Dirigido e roteirizado por Pippa Bianco, Share é extremamente pontual, chegando em um timing perfeito para a ampliar a discussão a respeito da forma como adolescentes são tratadas dentro e fora da escola. Naturalmente inspirado em uma série de terríveis histórias reais, o drama relata com uma certa dureza o que acontece quando uma vítima decide se pronunciar sobre um abuso sofrido. O contexto é ainda mais doloroso quando ela não sabe muito bem o que aconteceu, pelo fato de ter estado inconsciente durante o processo. Abordando também as reações da família, o longa merece nossa admiração por tocar em uma ferida aberta jamais tratada.

No entanto, Share peca pela mesmice. Sem escandalizar a audiência com a crueldade que – em sua essência – já dói a alma, a produção não vai além no seu papel denunciante. Colocando uma dose de açúcar no sofrimento da jovem vítima, vemos nas telas aquilo que já sabemos: que denunciar um abuso pode trazer mais sofrimento do que alívio. No entanto, ao fugir do compromisso de expor com mais voracidade o quanto as autoridades (sejam elas estudantil ou policial) se distanciam do problema, o longa peca por cair no mais do mesmo. Aqui, nada de novo é mostrado e o choque de impacto que o crime deveria proporcionar no público é frustrado. Assistimo, sentimos muito, mas nada passa disso.

Para promover debates mais acalorados sobre o tratamento do abuso sexual e suas respectivas vítimas, Share deveria se aproximar da primeira temporada de 13 Reasons Why. É assim que o entretenimento rompe as paredes e atinge a boca do estômago da audiência. É assim que conversas fundamentais são iniciadas. Como um retrato da vida real, o cinema – quando toca nessas feridas – precisa dimensionar seu papel. Share fica no meio do caminho, entregando uma narrativa cheia de verdades, mas incompleta. Aqui, a narrativa é quase um enxerto mal contado do documentário Audrie & Daisy, da Netflix. Comendo pelas beiradas de um crime extremamente sério, o drama é capaz de nos emocionar, mas não de nos chocar e refletir. E é justamente isso que precisamos, em uma sociedade onde as mulheres ainda sofrem com os traumas do abuso e as sequelas que a busca por justiça traz.

Com uma direção bem conduzida pela estreante Pippa, Share nos desaponta por trazer um final que faz um desserviço às vítimas de abuso sexual, servindo como um desestímulo genuíno para aqueles que têm dúvida quanto a se posicionar sobre a agressão sofrida. Ignorando a importância de se combater o crime, a ficção nada para morrer na praia, se tornando um filme que se perderá no tempo em meio a outras produções que, muito mais que entender a importância de passar uma mensagem, sabem o valor de perpetuá-la para além de seu tempo. Uma pena que a oportunidade fora perdida.

‘Stargirl’: Nova série da CW ganha trailer; Assista!

A nova série da The CW e da DC, intitulada Stargirl‘, finalmente ganhou um novo trailer.

Assista:

Os fãs dos quadrinhos não precisarão esperar tanto assim, pois a nova produção será lançada no dia 11 de maio no serviço DC Universe, com sua estreia na emissora acontecendo logo no dia seguinte.

A série contará a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara Whitmore. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

Stargirl ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie e Sebastian Stan estampam BELÍSSIMO cartaz

A nova série do MCU para o Disney+, intitulada ‘Falcão e o Soldado Invernal’, estreia em breve na plataforma de streaming e recentemente ganhou um novo e belo cartaz conceitual, que traz o astros Anthony Mackie e Sebastian Stan em destaque.

O material em questão foi compartilhado com exclusividade pela revista EW.

Confira:

A estreia está marcada para 19 de março na Disney+.

Confira o trailer:

A série irá estrear no dia 19 de março, na Disney+, e foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Crítica | We Need to Talk About Cosby: Espetacular série documental expõe um dos maiores ícones de Hollywood

Assistido durante o Festival de Sundance 2022

Talvez essa seja a ferida aberta mais profunda em Hollywood, além de também ser aquela capaz de assombrar uma América inteira. Bill Cosby não fez parte da realidade dos brasileiros, mas é irrefutável dizer que sua trajetória nas telinhas ajudou a moldar o entretenimento televisivo que tanto eu como você amamos. Antes da sitcom familiar The Cosby Show, ele foi uma força indomável no stand-up, em uma época onde poucos comediantes negros possuíam destaque. E desde então, seu astronômico sucesso percorreu uma série animada familiar, um programa infantil educativo e, por fim, aquela que se tornaria uma das séries de comédia mais hilárias, amadas e – posteriormente – controversas dos Estados Unidos.

We Need to Talk About Cosby chega aqui como uma minissérie documental desconfortável e quase indelicada, por fazer aquilo que nenhuma outra produção até então teve a ousadia de fazer: Falar abertamente e sem medo de cancelamentos sobre como Bill Cosby continua sendo aquela figura que os americanos hoje odeiam amar. Conhecido nacionalmente como o Pai da América, ele viu sua condecoração realeza se despedaçar diante de uma avalanche de acusações de abuso sexual, que atravessavam as décadas. Enquanto o ator era a figura inspiradora que ensinava ao público lições maravilhosas – à medida em que também era um ginecologista e pai negro bem-sucedido e presente na vida dos seus filhos fictícios -. sua ideologia ilusória se confrontava com mais de 30 casos horrendos de estupro que envolviam o uso de drogas para dopar suas vitimas.

E W. Kamau Bell entrega uma minissérie documental poderosa, honesta, imersiva e pessoal. Narrando os quatro episódios, o cineasta entrega quatros horas completas sobre a tumultuada e controversa extensão de quem Cosby foi. Quase um assunto proibido em Hollywood e nas ruas norte-americanas, o artista aqui é dissecado em sua totalidade. Imparcial e justo, o diretor – de timbre forte, fala leve e quase despretensiosa – admite a mesma fraqueza que todo americano possui: A dificuldade de se distanciar da imaculada e cuidadosa imagem criada por Bill Cosby ao longo de quase 50 anos.

Mas ciente de seu dever como documentarista e como alguém que está em seu próprio processo terapêutico de conformação e cura, Kamau faz de We Need to Talk About Cosby uma sessão de terapia pública e amplamente franca. Usando seus próprios dilemas de ter sido inspirado pelo artista a vida inteira como combustível para criar uma produção espetacular e profunda, ele entrega uma rica e libertadora experiência, que serve de consolo para os milhões de fãs que ainda digladiam contra o dúbio sentimento de amar e odiar Cosby simultaneamente. Com uma coleta documental riquíssima e entrevistados corajosos – dispostos a falar o que realmente pensam -, a minissérie mostra o artista como um lobo e um cordeiro que dividiam a mesma pele.

Mas então…Seria Cosby um narcisista? Um psicopata que premeditou todo o mal e também o bem que fez aos Estados Unidos e à negritude americana? Ou seria ele um homem comum embriagado pela fama, pelo sucesso e pelo sentimento de impunidade que rege as celebridades? Essas são as perguntas que Kumau não consegue responder ao longo de seus quatro episódios. Mas para todos os fins, seu brilhante documentário é um acalento, que ensina o público a reconhecer e a estar em paz com seus conflitantes sentimentos em relação a essa tão controversa, horripilante e uma vez tão amada figura – que um dia ocupou não apenas o imaginário, como também a memória de uma América inteira.

Crítica | CAM – Suspense cibernético e sombrio como Black Mirror

Com uma ousada percepção do mundo cibernético e uma construção centrada na experiência da personagens Alice/Lola (Madeline Brewer), Cam (Cam) é um supreendente suspense que nos remete a alguns episódios do seriado inglês Black Mirror (2011-). A analogia é possível porque o filme, escrito por Isa Mazzei, aborda o trabalho de garotas se expondo na internet em busca de admiradores e contribuintes do seu show particular online, uma mistura de strip-tease e salas de bate-papo.

A concepção dessa ideia é boa graça às experiências reais da roteirista neste mundo virtual, onde cada ação é agraciada com alguns doláres de homens dispostos a investir neste entretenimento de apelo sexual. Acompanhamos desde o início a ambição de Lola em chegar entre as 50 primeiras no ranking da plataforma. Sua performace neste cenário é de fato a sua profissão, ela investe tempo, criatividade e mantém um planejamento temático de cada transmissão.

A organização da história dividia em mundo real e vitural soa bastante verídica em termos estéticos e na atuação de Madeline Brewer. Alice conserva sua vida virtual/profissional em segredo da sua mãe, além disso ela estipula regras para manter a sua personagem, conversa com os seus espectadores, tal como um atendimento especial ao cliente em busca de ganhar mais condecorações e subir no ranking.

Ao mesmo tempo que constroi-se um modo de vida rentável, ela danifica as suas relações sociais no mundo real. Suas amigas são outras meninas participantes da mesma plataforma, ou seja, a amizade faz parte da competição entre elas. Quando surge uma amiga antiga em cena, Alice não sabe como reagir e mente sobre sua vida profissional. Com mérito à atriz Madeline Brewer, a personagem é envolvente e audaciosa para sua pouca idade.

Com casa própria e luxos excessivos, bem distantes da realidade da mãe cabeleireira, Alice tem como principal objetivo conquistar o topo do ranking. Contudo, um obstáculo em forma de hacker surge no seu caminho. De repente, o perfil de Lola passa a fazer transmissões sem a sua presença e,  enquanto ela tenta recuperar o seu perfil, o seu alter ego começa a fazer mais sucesso e atingir sua vida real.

O suspense do filme é muito bem construído, pois Alice não desiste de recuperar o seu perfil e descobrir quem se passa por ela, tornando-se um jogo psicológico macabro. Cam consegue transmitir a angústia e a revolta da protagonista quando tem a sua identidade virtual roubada, sobretudo apresenta como a verdade pode ter diversas camadas a partir de diferentes perspectivas. Afinal de contas, todos os personagens do filme são suspeitos.

Para este dilema, Alice vai longe na loucura do mundo online, uma espécie de história de inteligencia artificial apresentada nos episódios de Black Mirror. A inspiração para o roteiro de Cam pode ter partido de um desses devaneios distópicos tão palpáveis que assustam e impressionam.

Os personagens masculinos Tinker (Patch Darragh) – um perseguidor obsessivo -, e Barney (Michael Dempsey) – um cafetão generoso, são ótimos na construção do público-alvo do produto que Lola representa na internet. Apesar de não se despir ou manter relações sexuais com os clientes, o imaginário coloca Alice em um patamar de prostituição na sociedade, mas o filme de Daniel Goldhaber persiste na reflexão mais aprofundada e carrega uma aura feminista em sua personagem independente e obstinada, apesar de totalmente seduzida pela vida virtual.

Em questão de apresentação técnica, Cam é simples entre a tela do computador e a reação da atriz. O grande trunfo deste suspense é o roteiro bem coordenado e surpreendente, estimulador de um pensamento crítico sobre os próximos passos da humanidade em relação à internet. Além disso, Cam deve sua ousada narrativa à interpretação fabulosa da jovem Madeline Brewer.

‘Crônicas de Gelo e Fogo’: Novo livro da saga não sairá esse ano, diz George R.R. Martin

Sendo escrito desde 2011, parece que o fãs de Game of Thrones terão que esperar ainda mais para o lançamento do aguardado sexto volume da saga Crônicas de Gelo e Fogo, intitulado ‘The Winds of Winter’.

Pelo menos é o que revelou o escritor George R.R. Martin para um fã em seu blog oficial. Segundo ele, esse ano será lançado o primeiro volume de ‘Fire & Blood’, livro que relata toda a história da família Targaryen.

Ou seja, ‘The Winds of Winter’ deve ficar apenas para 2019 ou 2020, isso sendo otimista, afinal o escritor disse que tomará o tempo necessário para escrever e nenhuma data de lançamento foi planejada.

Enquanto isso, a Variety revelou que a oitava e última temporada de ‘Game of Thrones‘ será uma das mais caras na história da TV americana e a mais cara da própria série. Serão cerca de US$ 15 milhões gastos em cada um dos seis episódios restantes.

‘Game of Thrones’: Roteiro da 8ª Temporada vaza na internet e revela mortes [SPOILER]

A publicação cita que a ideia da HBO é filmar os episódios em um cronograma de longa-metragem, ou seja, com gravações simultâneas em várias partes do mundo. As primeiras temporadas de GoT tiveram o custo de US$ 6 milhões por capítulo, com a sétima chegando aos US$ 8 milhões.

Game of Thrones‘ retorna à TV em 2019.

‘Punho de Ferro’: Teaser da segunda temporada destaca o vilão Serpente de Aço

A Marvel/Netflix divulgou o primeiro teaser da segunda temporada de ‘Punho de Ferro, que destaca a presença do vilão Serpente de Aço. Confira:

Enquanto isso, Joe Quesada, Chefe Criativo da Marvel, divulgou hoje o cartaz promocional da segunda temporada de ‘Punho de Ferro. Confira:

Serpente de Aço é o alter ego de Davos (Sacha Dhawan), um personagem que já foi introduzido no meio da primeira temporada, tendo treinado junto com Danny Rand (Finn Jones) pelo poder do Punho de Ferro.

A segunda temporada de Punho de Ferro ainda não possui data de lançamento na Netflix. Veja algumas fotos:

Crítica | The Boys – Quarto episódio constrói os conflitos da terceira temporada… [SPOILERS]

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos quatro primeiros episódios da terceira temporada de The Boys, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

O quarto episódio de The Boys chegou com um pequeno atraso à plataforma, mas já pode ser conferido por todos no Amazon Prime Video. Depois dos três primeiros capítulos terem sido lançados de uma só vez na semana passada, agora eles passam a vir no formato semanal. Bastante politizada, a história desta semana dá um pontapé inicial para várias tramas que vão dominar a temporada.

A mais importante delas, ao que parece, é a Capitão Pátria assumindo o controle da Vought. Isso logo frustra o plano da Luz-Estrela e da Rainha Maeve de derrubá-lo pelo meio empresarial. Além do mais ele se coloca em uma situação de poder até então inédita. A esperança é que essa mudança brusca nos rumos da série dê alguma utilidade ao Profundo, que está meio deslocado e sem papel até então.

Por outro lado, o núcleo dos “The Boys” segue cada vez mais dividido e conflituoso. Hughie toma o Composto V temporário escondido movido pelo ódio da humilhação e intimidação sofrida ante o Capitão Pátria e sua namorada. O rapaz vira piada no mundo todo e acaba injetando a substância em seu corpo. Assim que faz uso das habilidades, Hughie fica deslumbrado e até mesmo “cego” pelo que é capaz de fazer agora. O problema é saber se ele vai conseguir lidar com isso ou se vai sucumbir aos próprios poderes e se tornar viciado no composto. A revelação dos poderes de Billy e Hughie acontece ao mesmo tempo para os outros membros do time, que se decepcionam por não serem avisados daquilo, mostrando que o conceito de “equipe” só existe quando beneficia o Bruto.

Para piorar a situação, Kimiko é atacada e fica mortalmente ferida. No entanto, ao contrário do que costuma acontecer, seus poderes de regeneração não agem, deixando a coitada à beira da morte. Isso enlouquece o Francês, que foi contra essa missão desde o início dado o poder de manipulação de quem os colocou nessa furada: a misteriosa Nina. Falando nela, durante as negociações com Bruto, é revelado que ela chantageou políticos dos EUA após filmá-los em um momento em que eles se submeterem ao famoso “Golden Shower” na Rússia. Isso é uma referência a uma denúncia da vida real, em que o empresário e ex-presidente dos EUA, Donald Trump, se hospedou no Ritz de Moscou em 2013 e teria contratado garotas de programa para fazer um “Golden Shower”. Rendeu muita polêmica quando a denúncia caiu nas graças do público e agora virou piada no show. É interessante também que a Nina dos quadrinhos tem um interesse fora do normal por vibradores, o que acaba sendo mostrado no clímax do episódio.

De qualquer forma, a traição de Hughie e Bruto deve aproximar os dois, por mais que eles se odeiem, e a lesão/ possível morte de Kimiko é a gota d’água para o Francês. Mas o ponto alto mesmo e que vai mexer com todas as estruturas da série é a descoberta do Soldier Boy. O cara é um ícone de várias gerações, que todos acreditavam estar morto. Ao melhor estilo Capitão América, ele vira um homem fora do seu tempo e deve trazer com ele todos os preconceitos e vícios de quando ele supostamente morreu no Século XX.

Isso reflete diretamente em dois rivais, que não devem se unir, mas vão ter que lidar com ele: o Capitão Pátria e o Leitinho. Enquanto vive seu auge, o Bandeiroso do Mal vai ter um choque ao se encontrar com o Sr. Popularidade, Soldier Boy. Eles teoricamente representam a mesma coisa, mas todos os holofotes vão se virar para o herói que renasceu. Já o Leitinho, que teve sua família morta pelo Soldier Boy, deve fazer parte de um plano para tentar usá-lo contra o Capitão Pátria. Quer dizer, isso se ainda houver “The Boys”. Fato é que os próximos episódios trarão tanto os protagonistas quanto o antagonista despedaçados e inseguros por duas ameaças comuns: Billy Bruto, que segue como uma ameaça para o Pátria e acabou de rachar o seu próprio time, e o Soldier Boy, que ninguém sabe muito o que esperar ainda.

 

Vale a pena prestar atenção também no núcleo de Stan Edgar e Victoria Neuman. Mesmo preso, não é do feitio das séries queimar um ator como Giancarlo Esposito assim de uma hora pra outra. Seu personagem é ardiloso e só deve ter um fim mesmo quando morrer. Já Neuman traiu o próprio pai e sentiu que seu fim pode estar próximo, por isso aplicou o Composto V em sua filha para tentar dar a ela alguma chance de se defender. Com sua farsa exposta para o Capitão Pátria, a relação entre ela, o “herói” e Stan deve trazer muita dor de cabeça para os vilões.

Os novos episódios de The Boys estreiam toda sexta no Amazon Prime Video.

Crítica | Instinto Assassino – Mel Gibson e Famke Janssen estrelam Suspense de Ação da Netflix

O friozinho bateu na sua cidade nos últimos dias, não é? Aí o fim de semana chegou, vai dando aquela preguiiiiça de sair de casa pra enfrentar vento gelado na cara, e tudo que você quer é ficar no aconchego do seu lar assistindo a um bom filme debaixo das cobertas? Pois então se liga na dica: o longa ‘Instinto Assassino’ acaba de estrear na Netflix e já pulou imediatamente para o primeiro lugar no Top 10 da plataforma!

Na trama, conhecemos D (Scott Eastwood) é um ex-detento cumprindo condicional em casa, com tornozeleira eletrônica. Ele tenta manter a linha e constantemente recebe cartas de seu irmão, que se mudara para uma ilha isolada no Pacífico, onde está montando um hotelzinho e pede sempre a visita do irmão. Um ano se passa, mas D quer manter sua rotina, consultando-se por telefone com seu psicólogo, Dr. Alderwood (Mel Gibson), e se exercitando. Quando uma inesperada carta de sua cunhada, Susan (Leanne Lapp) chega, dizendo que seu irmão falecera, e convidando-o para o funeral, D fica abalado. Ao mesmo tempo, pessoas do seu passado aparecem para cobrar uma dívida, e isso faz com que a agente Shaughnessy (Famke Janssen) volte a ficar na cola dele. Decidido a descobrir a verdade por trás de tudo isso, D resolve viajar até a ilha e tirar a história a limpo.

Com apenas uma hora e meia de duração, ‘Instinto Assassino’ tem o tempo certo para contar sua história que, vá lá, é um pouco mirabolante (especialmente no fim). O início do longa chama a atenção pelas cenas entrecortadas e bem montadas, o que já dá um indício de que o trabalho da edição será bem-feito (apesar do bom início, o resto da edição é apenas normal mesmo). As cenas de tiroteio ficaram um pouco artificiais, porém, pensando bem, melhor que fiquem artificiais do que algo hiper realista que coloque em risco a segurança dos atores, né.

Mel Gibson faz uma participação especial e protagoniza as cenas mais cômicas do longa, como um psicólogo que sabe o que está acontecendo com seu paciente psicopata, mas não pode dizer, ao passo que D precisa receber o aval do médico para tomar certas atitudes – porém, como é um trabalho de recuperação, nenhum dos dois deseja que D volte a ser o assassino de antes, de modo que as cenas dos dois falando sem falar acabam arrancando risadas do espectador. Por outro lado, dá certa pena ver a renomada Famke Janssen, que já foi disputada por Hugh Jackman e James Marsden em ‘X-Men – O Filme’, se contentar com um papel tão terciário, com pouquíssimas cenas e ares de início de carreira. Eu hein…

Afora o grande elenco desperdiçado como elenco de apoio, ‘Instinto Assassino’ cumpre seu papel de entreter o espectador e manter a atenção dele até o fim. Misturando suspense com ação estilo “gato e rato”, o filme segura seu grande segredo até quase o fim, dificultando a adivinhação do público. Uma história envolvente e bem desenvolvida, tornando-se um programão para um fim de semana em casa.

Crítica | The Walking Dead – Despedida de Rick e surgimento dos Sussuradores marcam boa 9ª temporada

Quando foi anunciado, em 2018, que a nona temporada de The Walking Dead marcaria a despedida de Andrew Lincoln da série, muita gente apostou que a produção estaria com os dias contatos. Já sem alcançar os números de audiência dos primeiros anos, TWD via seus fãs perderem a paciência com os acontecimentos e com o ritmo da trama. A série que surgiu como fenômeno foi a cada dia se tornando menos relevante e a saída de Rick Grimes poderia ser o último prego no caixão.

Curiosamente, não foi o que aconteceu. Pelo contrário. O que vimos foi, pela primeira vez em anos, uma temporada de The Walking Dead que podemos classificar como acima da média. Em algum ponto entre as temporadas quatro e oito, assistir à série se tornou quase um sacrifício. Os fãs tinham dois ou três episódios relevantes por ano, alguns momentos chocantes e nada mais. Felizmente, isso mudou.

Uma das principais críticas dos fãs era que os realizadores e roteiristas alongavam os acontecimentos ao máximo, gerando temporadas com ritmo muito lento. O maior exemplo disso é a gravidez de Maggie, que chegou a um ponto que virou piada dentre os espectadores por ter durado quase três temporadas. O nono ano vem para mudar isso radicalmente. Não só conta com dois grandes saltos temporais, como deixa claro que alguns episódios se passam ao longo de vários dias, talvez semanas.

A temporada inicia prometendo um novo começo, pouco mais de um ano após o fim da guerra e a prisão de Negan. Rick segue tentando possibilitar o novo mundo pensado por Carl, mas a decisão de manter o vilão vivo ainda pesa, principalmente com Maggie.

Apostando numa trama mais intimista, a série dá tempo aos personagens para viverem seus sentimentos, sem soar verborrágica ou desinteressante. Rick defende suas ideias sempre com muita clareza. Mas os lados de Maggie e Daryl também são bem explorados na primeira metade da temporada.

Mesmo a decisão de não matar Rick – e anunciar três filmes com Andrew Lincoln na pele do personagem -, que há alguns anos poderia ser vista como mais uma tentativa da série em fazer o espectador de bobo, aqui foi bem encaixada e desenvolvida. O desaparecimento do personagem tem um impacto maior para a trama do que sua eventual morte. A falta de respostas é uma nuvem que paira sobre o grupo, especialmente Michonne.

Ao longo dos anos, o fãs de TWD ficaram acostumados com uma certa fórmula. A temporada geralmente começava seguindo o cliffhanger do ano anterior e ia enrolando até criar um mega conflito na midseason finale, aquele episódio antes do intervalo. Depois, voltava com o ritmo lento até criar um novo momento de impacto no penúltimo ou último capítulo da temporada. Eis que quase tudo foi diferente no ano nove da série. Começamos com um salto temporal e temos outro antes mesmo da metade da temporada. A despedida de Rick, que obviamente foi o ponto mais marcante, aconteceu no episódio de número cinco. Na semana seguinte, os fãs já estavam anos à frente, num cenário de isolamento entre as comunidades e com a revelação de que Rick e Michonne tiveram um filho.

Pela primeira vez em anos, The Walking Dead assume que tinha muito o que corrigir e investe em diferente abordagens, sem perder a essência. Na verdade, acaba abraçando de vez o cenário apocalíptico, soando por vezes como um faroeste contemplativo. Neste sentido, há de se valorizar bastante o trabalho dos roteiristas e designers de produção. Acabou aquela história de gasolina e munição infinitas. Na nona temporada, vemos os personagens lidando com a falta de itens como estes. Há uma volta ao básico, e isso é marcado pelo episódio em que os personagens visitam um museu para obter materiais de cultivo e que possam ajudar na vida em sociedade.

O visual dos humanos e dos zumbis também está diferente. Com o passar dos anos, há um estado maior de degradação dos mortos e o time de maquiagem faz um belo trabalho neste sentido. A série também investe em novos cenários para surpreender o público, com direito à chegada de um forte inverno no último episódio. Ver o grupo tendo que lidar com um cenário de neve e quase congelamento foi algo que não havíamos visto antes. O que é muito para uma produção que estava com problemas para apresentar novidades nos últimos tempos.

Se a despedida de Rick funciona, a de Maggie serve apenas para deixar uma interrogação na cabeça dos espectadores. Como se sabe, a atriz Lauren Cohan teve problemas na negociação de seu contrato e acabou fechando com uma outra série (Whiskey Cavalier). Mas há uma abertura grande para o retorno da personagem.

Como não poderia deixar de ser, a saída de Maggie deixa uma lacuna em Hiltop, e os líderes seguintes da comunidade (Jesus e Tara) não tiveram destino melhor, pelo contrário. Neste sentido, é interessante notar como o elemento político das comunidades foi valorizado na temporada, tanto no que diz respeito à necessidade de se aproximarem, quanto com relação aos traumas vividos e a vontade de se isolar do mundo.

Rick, Maggie, Jesus, Tara, Enid, Henry… estes foram alguns dos personagens que se despediram da série ao longo do ano, boa parte de forma definitiva. Mas há de se destacar também a chegada de novas pessoas e ameaças. Enquanto o time dos “heróis” ganha reforços, há o aguardado surgimento dos Sussuradores, grupo liderado pela temida Alpha (Samantha Morton). O fato do grupo usar máscaras de pele humana e andar ao meio de zumbis dá toda uma nova dinâmica à série. A dúvida e a ameaça diante de qualquer walker impacta os personagens e os fãs.

Se o tom político funciona bem, o mesmo não dá pra falar dos relacionamentos. Se a dinâmica familiar de Michonne cativa, seja no início com Rick e Judith, seja no final com Judith e RJ, o oposto ocorre com a relação entre Carol e o rei Ezequiel, que surge como algo já consolidado, com direito a um filho bem chatinho. Mas pior mesmo é a insistência de se criar um par romântico para o padre Gabriel. Primeiro o padre aparece ao lado de Jadis. Quando esta deixa a série, ele passa a fazer parte de um quadrado romântico com Rosita, Eugene e Siddiq. Todos os momentos entre tais personagens são descartáveis e desinteressantes.

Os últimos anos de The Walking Dead eram marcados por cenas impactantes, mas sem a profundidade sentimental de antes (exceção para a morte do Carl). A nona temporada, no entanto, trouxe picos emocionais como nos episódios do sequestro das crianças e da mensagem (bem gráfica) dos Sussuradores, e a despedida de Rick, é claro.

Como dito anteriormente, pela primeira vez em muito tempo a série se manteve acima da média. Ainda é pouco para uma produção que surgiu de forma tão impactante e prometia revolucionar as séries de TV, mas não deixa de ser um alívio e uma promessa de que as coisas podem continuar a melhorar. Assim esperamos.

‘The Boys’: Atores de ‘Timeless’ entram para a 2ª temporada

Segundo a Entertainment WeeklyClaudia DoumitGoran Visnjic, atores conhecidos por seus papéis na série Timeless, entraram para a 2ª temporada da controversa série The Boys.

Doumit será Victoria Neuman, uma congressista do governo estadunidense que pode ou não ser a favor de super-heróis no exército militar. Enquanto isso, Visnjic dará vida a um líder religioso chamado Alistair Adana. Ambos terão grande importância para o próximo ciclo.

Em entrevista para o Comic Book, os produtores Evan Goldberg e Seth Rogen revelaram que o novo ano será “maior e melhor”.

“Eles já têm mais recursos para a segunda temporada. Terá novos personagens, a ideia da série se expande organicamente conforme ela continua. Acabamos de assistir, na verdade, ao primeiro episódio da 2ª temporada. Foi uma coisa maravilhosa como produtores. Isso é muito melhor do que eu esperava…”, disse Rogen, empolgado.

Confira a primeira imagem dos bastidores da próxima temporada:

Crítica | The Boys – Série violenta de super-heróis que parodia Liga da Justiça

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.

‘Bloodshot’: Adaptação ganha teasers introduzindo os personagens principais; Confira!

Sony Pictures divulgou uma série de novos teasers oficiais de Bloodshot, os quais introduzem os personagens principais.

Confira:

O filme chega aos cinemas em 13 de março deste ano.

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

Disney e Lucasfilm adiam estreia dos próximos filmes da saga ‘Star Wars’

Anteriormente, a Walt Disney e a Lucasfilm haviam anunciado uma nova série de filmes do panteão intergaláctico ‘Star Wars’, com previsão de início em dezembro de 2022 e alternância a cada dois anos para lançamento nos cinemas.

Entretanto, as duas companhias chegaram a um consenso no dia de hoje (23) e resolveram adiar a estreia dos próximos três longas-metragens – sem muitos detalhes acerca do motivo.

Os seguintes ajustes foram feitos:

  • ‘Star Wars’ (projeto sem título) – de 16 de dezembro de 2022 para 22 de dezembro de 2023.
  • ‘Star Wars’ (projeto sem título) – de 20 de dezembro de 2024 para 19 de dezembro de 2025.
  • ‘Star Wars’ (projeto sem título) – de 18 de dezembro de 2026 para 17 de dezembro de 2027.

A Disney também havia confirmado que Rian Johnson, roteirista e diretor ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’, estaria desenvolvendo uma nova trilogia de filmes, enquanto Taika Waititi (Thor: Ragnarok) e o presidente da Marvel, Kevin Feige, também iriam comandar seus próprios filmes. Dado o longo tempo desde que as últimas informações foram divulgadas, não se sabe se algum dos diretores estará atado aos projetos supracitados.

O último filma da saga lançado nos cinemas, ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, teve o pior percentual de aprovação entre toda a franquia, registrando apenas 52% no Rotten Tomatoes. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

Assista à nossa crítica:

‘Amigas para Sempre’: Katherine Heigl e Sarah Chalke são melhores amigas no trailer da nova série da Netflix

Netflix divulgou hoje (04) o trailer oficial de Amigas para Sempre, série de dramédia estrelada por Katherine HeiglSarah Chalke.

Confira:

A produção é inspirada no romance homônimo de Kristin Hannah e terá dez episódios.

Amigas para Sempre gira em torno de Kate e Tully. Tully Hart tinha 14 anos, era linda, alegre, popular e invejada por todos. O que ninguém poderia imaginar era o sofrimento que ela vivia dentro de casa: nunca conhecera o pai, e a mãe, viciada em drogas costumava desaparecer por longos períodos, deixando a menina aos cuidados da avó. Mas a vida de Tully se transformou quando ela se mudou para a alameda dos Vaga-lumes e conheceu a garota mais legal do mundo.

Kate Mularkey era inteligente, compreensiva e tão amorosa que logo fez Tully sentir-se parte de sua família. Ao longo de mais de trinta anos de amizade, uma se tornou o porto seguro da outra. Tully ajudou Kate a descobrir a própria beleza e a encorajou a enfrentar seus medos. Kate, por sua vez, a ensinou a enxergar além das aparências e a fez entender que certos riscos não valem a pena. As duas juraram que seriam amigas para sempre. Essa promessa resistiu ao frenesi dos anos 1970, às reviravoltas políticas das décadas de 1980 e 1990 e às promessas do novo milênio. Até que algo acontece para abalar a confiança entre elas.

Maggie Friedman entra como roteirista, showrunner e produtora executiva ao lado de Stephanie Germain e Hannah.

Amigas para Sempre estreia em breve na Netflix.

‘Obi-Wan Kenobi’: Atriz de ‘PEN15’ entra para a série derivada de ‘Star Wars’

Segundo o Deadline, a atriz Maya Erskine entrou para o elenco da vindoura série ‘Obi-Wan Kenobi’, derivada da saga Star Wars.

Conhecida por seu papel em PEN15, a atriz terá um “papel secundário em ao menos três episódios”. Mais informações não foram reveladas.

Erskine se junta aos previamente anunciados Ewan McGregor, que retorna como o personagem titular, Kumail Nanjiani, Rupert Friend, O’Shea Jackson Jr., Sung Kang, Simone Kessell, Benny Safdie e Indira Varma.

Hayden ChristensenJoel EdgertonBonnie Piesse também reprisam seus papéis como Anakin Skywalker, Owen e Beru, respectivamente.

Lembrando que a presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, confirmou ao The Wrap que a obra será uma minissérie, com começo, meio e fim pré-determinados:

“Tem sido muito empolgante ver os talentos que estão se envolvendo aqui. E agora nós estamos desenvolvendo a minissérie de Obi-Wan Kenobi com Deborah Chow e ela tem feito um trabalho fenomenal”.

Dirigida por Deborah Chow, ‘Obi-Wan Kenobi’ terá apenas seis episódios de uma hora de duração cada e previsão de estreia para 2022.

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Pose’ estreia no Star+ e nos prepara para um emocionante e potente final

Ryan Murphy sempre trouxe bastante representatividade para as produções que comandava, fosse de um modo mais fabulesco, como em Glee, fosse acrescentando elementos de terror, como em American Horror Story. Mas nada se compara à importância estética e narrativa de Pose, uma das obras televisivas mais aclamadas do século e uma das mais originais, sem sombra de dúvida. Na série, Murphy nos transporta de volta para a emergente cultura dos ballrooms e do voguing dos anos 1980 e 1990, apresentando o público ao maior elenco transgênero a já ocupar um serviço mainstream em complexos arcos narrativos e uma ode de solidariedade a uma comunidade que sofre diariamente com parcos prospectos de vida e preconceito infundado.

Em 2021, o showrunner, que mais uma vez retomou trabalho com Brad Falchuk e chamou a ajuda de Steven Canals, anunciou que a terceira temporada seria a última da saga, para a infelicidade dos fãs. Não é surpresa que boa parte daqueles que vinham acompanhando a saga de Blanca, Elektra, Pray Tell e tantos outros estivessem animados para a vindoura estreia dos novos episódios – e tanta espera valeu a pena: os dois primeiros capítulos dessa emocionante ano de conclusão já começam com um soco no estômago ao trazer um evocativo e nostálgico glamour aliado a temas de extrema importância, desde vício em drogas até o errôneo entendimento do que realmente era a epidemia de HIV/AIDS nos Estados Unidos – discussões que existem até hoje e que servem para entendermos tanto o trágico histórico dos LGBTQIA+ quanto a luta pela igualdade de direitos.

A princípio, tinha-se uma visão bastante clara de onde o protagonismo estaria: em Blanca Rodriguez-Evangelista (Mj Rodriguez) e em suas andanças pelas ruas de Nova York como uma mulher trans que buscava fundar a própria casa. Depois de recrutar meninos de rua que foram expulsos de casa e aliar-se a amigas de longa data, Blanca emergiu como uma forte e destemida personagem que, vivendo com o mortal vírus da época, percebeu que a vida era muito mais do que se esconder nos becos escuros da cidade grande e se render ao medo: a vida é uma celebração de tudo de bom que existe – e deve ser explorado ao lado das pessoas que amamos.

Talvez por esse motivo a estreia da terceira temporada venha com uma sensação agridoce, nos levando de volta para essa expoente e vibrante cultura que servia como escape e como movimento de resistência para uma minoria assassinada diariamente. E, no centro dessa beleza, mentiras que abalam as fortes estruturas de uma família fundada por escolha, não por laços sanguíneos – como o fato de Pray Tell (Billy Porter) estar se rendendo dia a dia ao alcoolismo, sem perspectiva de continuar seguindo em frente ao ver que todos os seus conhecidos estão lhe dando adeus.

Nem tudo são catástrofes; aliás, o roteiro supervisionado por Canals e trazendo nomes como Janet Mock e Our Lady J para auxiliarem-no, deixa isso bem claro. O cotidiano é movido por altos e baixos e, dessa forma, nossos personagens também seriam. O relacionamento outrora complicado de Blanca e Elektra (Dominique Jackson) amadurece em níveis assustadores e une a ousadia de duas powerhouses para conseguirem o que bem entenderem, seja a compreensão acerca da situação de Pray Tell, seja os prêmios dos bailes noturnos que a tirariam da aposentadoria e reclamariam por um trono que lhes pertence por direito. É aqui que outras subtramas ganham forma, ainda mais quando infundidas com o recém-acrescentada imodéstia predatória de Lemar Khan (Jason A. Rodriguez), que representa a potência diabólica de uma geração que não tem qualquer respeito pelo passado.

A iteração se beneficia principalmente por servir como ponte entre os dias de outrora e um futuro que aponta para o momento em que vivemos. Ambientada agora em 1994, quase um ano mais tarde dos episódios anteriores, é notável de que forma os protagonistas compreendem os erros que cometeram no passado e desejam crescer, por mais que a verdade doa. É nesse quesito que Rodriguez e Jackson roubam todas as cenas em performances que oscilam entre a comédia e a tragédia com simplicidade e naturalidade cativantes. A química que as duas compartilham nas cenas é auxiliada pela atuação aplaudível de Indya Moore como Angel, que recai nas drogas mais uma vez; Hailie Sahar como Lulu, que mergulha de cabeça em uma ascensão e queda que deve ser mais explorada nos capítulos seguintes; e Angel Bismark Curiel como Lil Papi, que conseguiu um trabalho digno e nutre de um amor incondicional por Angel.

POSE — Season 3, Episode 1 — Pictured: Mj Rodriguez as Blanca, Billy Porter as Pray Tell, Angel Bismark Curiel as Lil Papi. CR: Eric Liebowitz/FX

É admirável o modo como Murphy articula cada um dos aspectos de modo a fugir ou tentar fugir das obviedades cênicas. É claro que lidamos com uma espécie de dramatização documental de pessoas reais, ainda mais considerando que a série funciona como uma extensão do emblemático Paris Is Burning; mas a fusão entre altos e baixos é o que fornece o dinamismo necessário para ficarmos grudados nas telinhas do começo ao fim, procurando descobrir o que vai acontecer. Eventualmente, algumas peças fora do lugar esbarram na epifania frenética, mas nada que não seja apenas um tropeço.

Pose retorna com força após um longo tempo sem nos agraciar com enredos potentes e um elenco de ponta. Abrindo do modo mais espetacular possível, o novo ano pretende unir o melhor das incursões anteriores para um grand finale digno de uma das maiores séries da atualidade.

A nova temporada já está disponível no Star+.

Gold Derby Film Awards 2022 | ‘Duna’, ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘Ataque dos Cães’ são os grandes indicados à premiação

O respeitado veículo de entretenimento Gold Derby anunciou recentemente os indicados à 20ª edição do Gold Derby Film Awards.

A elogiada adaptação Duna foi a grande relembrada da lista, conquistando nada menos que 11 indicações, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Denis Villeneuve. Os aclamados ‘Amor, Sublime Amor’Ataque dos Cães seguem de perto as nomeações, sendo mencionados em 10 categorias.

Os vencedores serão revelados no dia 27 de fevereiro.

MELHOR FILME
“Belfast”
“CODA”
“Não Olhe para Cima”
“Drive My Car”
Duna
Licorice Pizza
Ataque dos Cães
“tick, tick… Boom!”
“Titane”
“Amor, Sublime Amor”

MELHOR DIREÇÃO
Kenneth Branagh, “Belfast”
Jane Campion, “Ataque dos Cães
Julia Ducournau, “Titane”
Steven Spielberg, “West Side Story”
Denis Villeneuve, “Duna

MELHOR ATRIZ
Jessica Chastain, “Os Olhos de Tammy Faye”
Olivia Colman, “A Filha Perdida”
Lady Gaga, “Casa Gucci”
Alana Haim, “Licorice Pizza
Kristen Stewart, “Spencer”

MELHOR ATOR
Nicolas Cage, “Pig”
Benedict Cumberbatch, “Ataque dos Cães
Andrew Garfield, “tick, tick… Boom!”
Simon Rex, “Red Rocket”
Will Smith, “King Richard: Criando Campeãs”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Caitriona Balfe, “Belfast”
Ariana DeBose, “Amor, Sublime Amor”
Ann Dowd, “Mass”
Kirsten Dunst, “Ataque dos Cães
Ruth Negga, “Passing”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Mike Faist, “Amor, Sublime Amor”
Ciaran Hinds, “Belfast”
Jason Isaacs, “Mass”
Troy Kotsur, “CODA”
Kodi Smit-McPhee, “Ataque dos Cães

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
“CODA” — Sian Heder
“Drive My Car” — Ryusuke Hamaguchi, Takammasa Oe
Duna” — Jon Spaihts, Denis Villeneuve, Eric Roth
“A Filha Perdida” — Maggie Gyllenhaal
Ataque dos Cães” — Jane Campion

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
“Belfast” — Kenneth Branagh
“Sempre em Frente” — Mike Mills
“Não Olhe para Cima” — Adam McKay
Licorice Pizza” — Paul Thomas Anderson
“Mass” — Fran Kranz

MELHOR ELENCO
“CODA”
“Não Olhe para Cima”
“Mass”
Ataque dos Cães
“Amor, Sublime Amor”

MELHOR PERFORMER ESTREANTE
Ariana DeBose
Alana Haim
Emilia Jones
Kodi Smit-McPhee
Rachel Zegler

MELHOR FOTOGRAFIA
Duna” — Greig Fraser
Ataque dos Cães” — Ari Wegner
“Spencer” — Claire Mathon
“A Tragédia de Macbeth” — Bruno Delbonnel
“Amor, Sublime Amor” — Janusz Kaminski

MELHOR EDIÇÃO
“Belfast” — Una Ni Dhonghaile
Duna” — Joe Walker
Ataque dos Cães” — Peter Sciberras
“tick, tick… Boom!” — Myron Kerstein, Andrew Weisblum
“Amor, Sublime Amor” — Sarah Broshar, Michael Kahn

MELHOR FIGURINO
“Cruella” — Jenny Beavan
Duna” — Jacqueline West, Robert Morgan
“Casa Gucci” — Janty Yates
“Spencer” — Jacqueline Durran
“Amor, Sublime Amor” — Paul Tazewell

MELHOR CABELO & MAQUIAGEM
“Cruella” — Nadia Stacey, Naomi Donne, Julia Vernon
Duna” — Donald Mowat, Love Larson, Eva von Bahr
“Os Olhos de Tammy Faye” — Linda Dowds, Stephanie Ingram, Justin Raleigh
“Casa Gucci” — Goran Lundstrom, Anna Carin Lock, Frederic Aspiras
“Spencer” — Wakana Yoshihara, Sian Wilson, Stacey Panepinto, Nicola Isles

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
“Não Olhe para Cima” — Nicholas Britell
Duna” — Hans Zimmer
“Encanto” — Germaine Franco
Ataque dos Cães” — Jonny Greenwood
“Spencer” — Jonny Greenwood

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Be Alive”, de “King Richard: Criando Campeãs” — Beyoncé, Dixson
“Dos Oruguitas”, de “Encanto” — Lin-Manuel Miranda
“Just Look Up”, de “Não Olhe para Cima” — Nicholas Briteell, Ariana Grande, Scott Mescudi, Taura Stinson
“No Time to Die”, de “007 – Sem Tempo para Morrer” — Billie Eilish, Finneas O’Connell
“So May We Start”, de “Annette” — Sparks, Leos Carax

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Duna” — Patrice Vermette, Zsuzsanna Sipos
“A Crônica Francesa” — Adam Stockhausen, Rena DeAngelo
“O Beco do Pesadelo” — Tamara Deverell, Shane Vieau
“A Tragédia de Macbeth” — Stefan Dechant, Nancy Haigh
“Amor, Sublime Amor” — Adam Stockhausen, Rena DeAngelo

MELHOR SOM
Duna” — Mac Ruth, Mark Mangini, Theo Green, Doug Hemphill, Ron Bartlett
“007 – Sem Tempo para Morrer” — Simon Hayes, Oliver Tarney, Paul Massey, Mark Taylor
“Um Lugar Silencioso – Parte II” — Erik Aadahl, Ethan Van der Ryn
“tick, tick… Boom!” — Todd A. Maitland
“Amor, Sublime Amor” — Gary Rydstrom, Brian Chumney, Andy Nelson, Tod A. Maitland, Shawn Murphy

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Duna” — Paul Lambert, Tristan Myles, Brian Connor, Gerd Nefzer
“Eternos” — Stephane Ceretti, Matt Aitken, Daniele Bigi, Neil Corbould
“A Lenda do Cavaleiro Verde” — Eric Saindon, Michael Cozens
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” — Christopher Townsend, Joe Farrell, Sean Walker, Dan Oliver
“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” — Kelly Port, Chris Waegner, Scott Edelstein, Daniel Sudick

MELHOR ANIMAÇÃO
“Encanto”
“Flee”
“Luca”
“A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”
“Raya e o Último Dragão”

MELHOR DOCUMENTÁRIO
“Billie Eilish: The World’s a Little Blurry”
“Flee”
“The Rescue”
“Summer of Soul”
“The Velvet Underground”

MELHOR FILME INTERNACIONAL
“Drive My Car”
“Flee”
“Mães Paralelas”
“Titane”
“A Pior Pessoa do Mundo”

Madonna divulga remix de “I Don’t Search I Find” para o compilado ‘Finally Enough Love’; Ouça!

A rainha do pop Madonna lançou uma nova versão da icônica faixa “Deeper and Deeper”, produzida por Honey Dijon.

A faixa faz parte do compilado Finally Enough Love: 50 Number Ones’, que promove uma retrospectiva dos maiores hits de sua carreira.

Confira:

A versão original integrou o álbum ‘Madame X’, lançado em 2019, e é descrita segundo o nosso Thiago Nolla como um retorno ao “ápice da [carreira de Madonna] nos primeiros anos da década de 1990”, “buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com ‘Erotica’.

A primeira edição do compilado, curado pela própria cantora e compositora, conta com 16 faixas e já está disponível nas plataformas de streaming. Em 19 de agosto, ambas as versões de 16 e de 50 faixas estarão disponíveis nos streamings, em CD físico e em vinil.

Dentre as faixas selecionadas, teremos títulos como “Vogue”“Like a Prayer”“Music”“Hung Up”.

Confira a tracklist das duas versões abaixo:

Finally Enough Love (pre-order)
Standard 16-track album
Streaming version out June 24
1-CD, 2-LP and digital download versions out Aug. 19

Track Listing
1. “Everybody” (You Can Dance Remix Edit) +#
2. “Into The Groove” (You Can Dance Remix Edit) +#
3. “Like A Prayer” (Remix/Edit)
4. “Express Yourself” (Remix/Edit)
5. “Vogue” (Single Version) +
6. “Deeper And Deeper” (David’s Radio Edit) +#
7. “Secret” (Junior’s Luscious Single Mix)
8. “Frozen” (Extended Club Mix Edit)
9. “Music” (Deep Dish Dot Com Radio Edit)
10. “Hollywood” (Calderone & Quayle Edit) +#
11. “Hung Up” (SDP Extended Vocal Edit)
12. “Give It 2 Me” (Eddie Amador Club 5 Edit) °+
13. “Girl Gone Wild” (Avicii’s UMF Mix)
14. “Living For Love” (Offer Nissim Promo Mix) *+
15. “Medellín” (Offer Nissim Madame X In The Sphinx Mix) – Madonna & Maluma
16. “I Don’t Search I Find” (Honey Dijon Radio Mix)

Finally Enough Love: 50 Number Ones (pre-order)
Deluxe 50-track album
3-CD, 6-LP, streaming and digital download versions out Aug. 19

Track Listing
1. “Holiday” (7” Version) +
2. “Like A Virgin” (7” Version)
3. “Material Girl” (7” Version)
4. “Into The Groove” (You Can Dance Remix Edit) +#
5. “Open Your Heart” (Video Version) +
6. “Physical Attraction” (You Can Dance Remix Edit) +#
7. “Everybody” (You Can Dance Remix Edit) +#
8. “Like A Prayer” (Remix/Edit)
9. “Express Yourself” (Remix/Edit)
10. “Keep It Together” (Alternate Single Remix) *+
11. “Vogue” (Single Version) +
12. “Justify My Love” (Orbit Edit)
13. “Erotica” (Underground Club Mix)
14. “Deeper And Deeper” (David’s Radio Edit) +#
15. “Fever” (Radio Edit) +
16. “Secret” (Junior’s Luscious Single Mix)
17. “Bedtime Story” (Junior’s Single Mix)
18. “Don’t Cry For Me Argentina” (Miami Mix Edit)
19. “Frozen” (Extended Club Mix Edit)
20. “Ray Of Light” (Sasha Ultra Violet Mix Edit) +#
21. “Nothing Really Matters” (Club 69 Radio Mix) +
22. “Beautiful Stranger” (Calderone Radio Mix)
23. “American Pie” (Richard ‘Humpty’ Vission Radio Mix)
24. “Music” (Deep Dish Dot Com Radio Edit)
25. “Don’t Tell Me” (Thunderpuss Video Remix) +#
26. “What It Feels Like For A Girl” (Above And Beyond Club Radio Edit)
27. “Impressive Instant” (Peter Rauhofer’s Universal Radio Mixshow Mix) +#
28. “Die Another Day” (Deepsky Radio Edit) +#
29. “American Life” (Felix Da Housecat’s Devin Dazzle Edit) *+
30. “Hollywood” (Calderone & Quayle Edit) +#
31. “Me Against The Music” (Peter Rauhofer Radio Mix) + – Britney Spears featuring Madonna
32. “Nothing Fails” (Tracy Young’s Underground Radio Edit) *+
33. “Love Profusion” (Ralphi Rosario House Vocal Edit) +#
34. “Hung Up” (SDP Extended Vocal Edit)
35. “Sorry” (PSB Maxi Mix Edit) +#
36. “Get Together” (Jacques Lu Cont Vocal Edit) +
37. “Jump” (Axwell Remix Edit)
38. “4 Minutes” (Bob Sinclar Space Funk Edit) + – featuring Justin Timberlake & Timbaland
39. “Give It 2 Me” (Eddie Amador Club 5 Edit) +#
40. “Celebration” (Benny Benassi Remix Edit)
41. “Give Me All Your Luvin’” (Party Rock Remix) – featuring LMFAO & Nicki Minaj
42. “Girl Gone Wild” (Avicii’s UMF Mix)
43. “Turn Up The Radio” (Offer Nissim Remix Edit) *+#
44. “Living For Love” (Offer Nissim Promo Mix) *+
45. “Ghosttown” (Dirty Pop Intro Remix)
46. “Bitch I’m Madonna” (Sander Kleinenberg Video Edit) +# – featuring Nicki Minaj
47. “Medellín” (Offer Nissim Madame X In The Sphinx Mix) – Madonna & Maluma
48. “I Rise” (Tracy Young’s Pride Intro Radio Remix)
49. “Crave” (Tracy Young Dangerous Remix) – with Swae Lee
50. “I Don’t Search I Find” (Honey Dijon Radio Mix)

Irene Cara | As 5 Melhores Músicas da Icônica Vencedora do Oscar

No último dia 26 de novembro, o mundo das artes perdeu mais um ícone com o falecimento inesperado de Irene Cara, aos 63 anos.

Conhecida por obras como FamaFlashdance, Cara fez enorme sucesso nos anos 1980, sendo indicada ao Globo de Ouro e conquistando um Grammy e um Oscar pela clássica canção Flashdance… What a Feeling”.

Para celebrar o legado e o impacto da performer, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.

Confira:

5. “YOU WERE MADE FOR ME”

“You Were Made For Me” é a única balada inclusa no LP ‘What a Feelin” e, diferente das músicas que compõe o compilado, leva a produção para James Newton Howard (sim, o mesmo nome que ficaria conhecido por ‘Jogos Vorazes’ décadas mais tardes) e permite que Cara demonstre suas habilidades como liricista, dividindo os holofotes com Eddie Brown. A ótima canção fez barulho considerável nas paradas adultas nos Estados Unidos e se configurou como o último sucesso da artista no país.

4. “OUT HERE ON MY OWN”

Facilmente uma das baladas mais conhecidas dos anos 1980, “Out Here On My Own” também fez parte da trilha sonora de Fama e, inclusive, foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original junto à canção-tema. A estrutura da faixa deixa de lado as vibes discoteca de suas conterrâneas para uma teatral e confessional performance de Cara, auxiliada pelas habilidades líricas de Lesley GoreMichael Gore – este último responsável pela simples produção, que se vale essencialmente dos vocais da cantora e de um melódico piano clássico.

3. “BREAKDANCE”

Em uma de suas múltiplas parcerias com o icônico Giorgio Moroder, Cara mergulho de cabeça no pós-disco e no synth-pop com “Breakdance” – single do mesmo álbum de Flashdance… What a Feeling”. A canção fez um sucesso considerável nos Estados Unidos, além de continuar cimentando a carreira da artista, em uma bem-demarcada ode às investidas dos anos 1980, desde a estrutura mais futurista e robótica à emocionante rendição de Cara – que inclusive viria a influenciar diversos artistas nas décadas seguintes.

2. “FAME”

Em 1980, Cara fez sua estreia no circuito cinematográfico mainstream com mais um filme que entrou para a história – Fama. Na trama, ela interpreta Coco Hernandez, uma jovem com desejo inexplicável de se tornar famosa – e é claro que ela seria guiada principalmente pela música. Não é surpresa que Cara tenha comandado com perfeição a faixa “Fame”, assinada por Gore e Dean Pitchford, ajudando a alavancar sua carreira no escopo fonográfico. Aqui, a performer presta homenagens a Paula Abdul e a Michael Jackson em uma dançante e antêmica incursão disco-pop-rock, pincelada com ótimos sintetizadores.

1. “FLASHDANCE… WHAT A FEELING”

Nenhuma outra música poderia ocupar o topo do nosso singelo ranking. Flashdance… What a Feeling” serviu como a canção-tema do clássico longa-metragem de 1983 e fez um sucesso gigantesco tantos nos Estados Unidos quanto no restante no mundo – chegando a alcançar o topo da Billboard Hot 100 e permanecendo no Top 10 por nada menos que catorze semanas.

Funcionando como uma explosão poppós-disco, Cara assinou a música ao lado do lendário Keith Forsey, além de trazer a produção impecável de Moroder. O resultado não poderia ser outro: além do Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Feminina e uma indicação a Gravação do Ano, a faixa garantiu à artista o Oscar de Melhor Canção Original e é relembrada até hoje como uma das melhores de todos os tempos – sendo redescoberta ano a ano como um clássico atemporal.

‘Black Mirror’: 6ª temporada ganha curioso cartaz oficial; Confira!

A aclamada série ‘Black Mirror‘ finalmente está de volta para uma nova temporada e, agora, a Netflix divulgou o cartaz oficial do sexto ciclo.

Lembrando que a nova temporada estreia em junho na plataforma, ainda sem dia confirmado.

Confira, com as imagens promocionais e o teaser:

O elenco conta com Salma Hayek (‘Eternos’), Aaron Paul (‘Breaking Bad’), Zazie Beetz (‘Coringa’), Josh Hartnett (‘Pearl Harbor’), Michael Cera (‘Superbad – É Hoje’), Rory Culkin (‘Pânico 4’), Paapa Essiedu (‘Gangs of London’), Kate Mara (‘A Teacher’), Danny Ramirez (‘Top Gun: Maverick’), Clara Rugaard (‘I Am Mother’), Auden Thornton (‘This is Us’) e Anjana Vasan (‘Killing Eve: Dupla Obsessão’).

Diferente da temporada anterior – que foi lançada em 2019 –, o sexto ano terá mais de três episódios. Além disso, os novos episódios serão mais longos e com um orçamento mais alto, elevando-os ao potencial de pequenos filmes.

Isso indica que cada episódio pode ter mais de 60 minutos, como foi o caso de ‘Natal, que teve 74 minutos na 2ª temporada, ‘Odiados pela Nação‘, com 90 minutos na 3ª temporada e ‘USS Callister‘, com 77 minutos na 4ª temporada.

Os planos para os novos episódios só saíram do papel depois que Netflix adquiriu os direitos da franquia em um acordo com a Endemol Shine Group, produtora que detinha a propriedade.

Desde 2019, os criadores Charlie Brooker e Annabel Jones lutavam pela retomada dos direitos da atração depois que deixaram a produtora para investir em sua própria companhia, a Broke And Bones (trocadilho com os sobrenomes).

Agora o plano é tornar ‘Black Mirror‘ maior e mais cara do que nunca.

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

Conheça o terror sobre possessão DEMONÍACA que conquistou 97% de aprovação no RT!

O terror ‘When Evil Lurks‘ chega à plataforma de streaming da Shudder no próximo dia 27 de outubro – e, após a exibição feita para os jornalistas, a produção abriu com nada menos que 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, com sólida nota 7.20/10 baseada em 33 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, o longa é “[um] terror contundente cujos sustos superficiais são tão envolventes quanto suas preocupações temáticas”, além de marcar “uma adição visceralmente perturbadora ao cânone do terror sobre possessão”.

Confira os principais comentários:

“Se nesta temporada de Halloween você está procurando um novo filme que não seja apenas assustador, mas que vá te f****, você não pode encontrar algo melhor que When Evil Lurks” – Mashable.

“[O filme] é excepcionalmente terrível” – Austin Chronicle.

“Esta é uma peça de terror magnificamente escrita, e a direção expansiva de [Demián] Rugna dá-lhe uma presença terrena, sobrenatural, mas suja” – MaddWolf.

“[O filme entrega] sustos em um ritmo que raramente permite recuperar o fôlego e com surpresas horríveis o suficiente para assustar de forma consistente” – The Daily Beast.

“Se você está procurando um filme de terror intransigente, onde ninguém está seguro, que vai fazer você se contorcer, When Evil Lurksé o filme para você” – Next Best Picture.

Na trama, “dois irmãos encontram um cadáver mutilado perto de sua propriedade e se reúnem com os moradores locais para investigarem o incidente. Logo, eles descobrem que os acontecimentos estranhos na região estão sendo causados por um espírito que entrou em um homem que estava à espera dos procedimentos necessários para livrar seu corpo de um demônio purulento”.

O elenco conta com Ezequiel Rodriguez, Demián Salomon, Luis Ziembrowski, Silvia Sabater e Marcelo Michinaux.

Relembre o trailer:

‘All American’: 6ª temporada ganha teaser INÉDITO antes da estreia; Confira!

A CW divulgou um novo teaser oficial da 6ª temporada de ‘All American‘.

O próximo ciclo estreia oficialmente hoje, 01 de abril.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por April Blair.

Quando um jogador de futebol de uma escola de South Los Angeles é recrutado para jogar no time Beverly Hills High, as vitórias, perdas e lutas de duas famílias de diferentes mundos – Crenshaw, bairro periférico da Califórnia, e Beverly Hills, o famoso bairro rico da mesma cidade – começam a colidir. Inspirado pela vida do jogador de futebol profissional Spencer Paysinger.

O elenco inclui Daniel Ezra, Bre-Z, Greta Onieogou, Samantha Logan, Michael Evans Behling, Cody Christian, Karimah Westbrook, Monet Mazur, Jalyn Hall, Chelsea Tavares, Hunter Clowdus e Taye Diggs.

‘Mary Poppins’, ‘Minha Bela Dama’ e outros CLÁSSICOS que completam 60 anos em 2024

Quando pensamos na Era de Ouro de Hollywood, é muito difícil escolher apenas um clássico como favorito – e, em 1964, foi notável como a sétima arte estava permeada de produções de altíssimo calibre e que permanecem vivas na memória popular mesmo seis décadas depois de seu lançamento.

Dentre os inúmeros títulos que marcaram o ano em questão, tivemos a adaptação em live-action do romance Mary Poppins, estrelada por Julie Andrews (e cuja conturbada produção ajudou a alimentar a mitologia por trás do longa), além do icônico Minha Bela Dama, protagonizado por ninguém menos que a lendária Audrey Hepburn.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com cinco clássicos que completam 60 anos em 2024 para você conferir nos streamings.

Veja abaixo as nossa escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

A INCONQUISTÁVEL MOLLY

Onde assistir: Prime Video (Aluguel)

Debby Reynolds recebeu sua primeira (e de algum modo única) indicação ao Oscar por seu papel neste musical, baseado na vida real de Molly Brown, uma mulher despreocupada e barulhenta do interior que se casa com um minerador de ouro e de repente se vê nas mais luxuosas festas da high society. E mesmo assim, ela não consegue adquirir respeito por parte de esnobes e invejosos. Entretanto, Molly ganha fama quando se torna uma heroína enquanto viaja no famoso transatlântico Titanic. Molly ganhou seu apelido de “imparável” (unsinkable, no inglês, que dá nome ao título original da produção) veio após sobreviver ao desastre e ajudar a resgatar muitos dos passageiros. A performance de Reynolds nesta biografia incrível traz uma radiação e um brilho capaz de atravessar gerações.

DR. FANTÁSTICO

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Onde assistir: Max, Prime Video

Funcionando como uma sátira para a Guerra Fria e para os conflitos ideológicos entre a União Soviética e os Estados Unidos, Dr. Fantástico é, sem sombra de dúvidas, uma das melhores produções do aclamado cineasta Stanley Kubrick. Contando com nomes como Peter SellersGeorge C. ScottSterling Hayden, a trama acompanha um general insano que acredita que os comunistas planejam dominar o mundo dá ordens para bombardear a Rússia, iniciando processo de guerra nuclear. Ao mesmo tempo, o presidente e seus assessores do Pentágono tentam desesperadamente parar o processo.

MARY POPPINS

Onde assistir: Disney+

Mary Poppins continua como uma das melhores produções da Walt Disney Studios, trazendo um elenco de peso que inclui Julie Andrews (que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Atriz por seu irretocável trabalho no longa) e Dick Van Dyke. Baseada no romance homônimo de P.L. Travers, a trama nos leva para a Londres de 1910, onde um banqueiro rígido e severo com os filhos escreve um anúncio no jornal em busca de uma governanta. Trazida pelo vento em um guarda-chuva voador, uma babá com poderes mágicos aparece para transformar a triste rotina da família.

MINHA BELA DAMA

Onde assistir: Prime Video, Apple TV+ (Aluguel)

Nesse icônico longa-metragem musical dirigido por George Cukor, Henry Higgins (Rex Harrison), um intelectual e professor de fonética, aposta que conseguirá, no período máximo de seis meses, transformar Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma simples florista de rua que não sabe falar direito, em uma dama. Mas a tarefa se mostra muito mais difícil do que tinha sido imaginada originalmente.

OS GUARDA-CHUVAS DO AMOR

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Onde assistir: Telecine

Cherbourg, 1957. Guy Foucher (Nino Castelnuovo) é um jovem de 20 anos que foi criado pela madrinha e trabalha como mecânico de carros. Ele é apaixonado por Geneviève Emery (Catherine Deneuve), uma adolescente de 17 anos que ajuda sua mãe viúva no negócio da família, uma loja de guarda-chuvas elegante, mas pouco lucrativa. Geneviève também o ama, mas sua mãe acha que ela é muito nova para casar e não vê como Guy pode manter uma família. Ele é convocado para o serviço militar e ela descobre estar grávida. Surge o dilema: esperar o retorno do amado ou seguir adiante?

‘Fallout’: Walton Goggins dá atualização PROMISSORA sobre a 2ª temporada!

Após a ótima primeira temporada, a série live-action de Fallout gera grandes expectativas com seu segundo ciclo, que já foi oficialmente confirmado.

Agora, em uma entrevista ao Deadline, o astro Walton Goggins (que retorna como Cooper Howard/Necrótico) ofereceu uma atualização bastante promissora sobre a nova leva de episódios.

“Estamos em meio às filmagens agora, estamos [rodando] desde novembro – e posso dizer que achei a primeira temporada extraordinária, pessoalmente, fiquei muito satisfeito com ela”, ele afirmou. “[A 2ª temporada] supera todas as expectativas, o que os roteiristas fizeram e os artistas criaram para contar essa história. Vai ser algo grande. Mal posso esperar para as pessoas verem. Estamos trabalhando muito duro para fazer isso acontecer”.

Fortemente inspirada em ‘Fallout: New Vegas’, um dos títulos mais icônicos da franquia, a nova temporada promete elevar ainda mais o nível da narrativa – e deve introduzir novos rostos à história, ao mesmo tempo em que expande suas subtramas e explora elementos famosos da franquia de videogames, como facções e locais icônicos.

Vale lembrar que Macaulay Culkin (‘Esqueceram de Mim’) já foi confirmado nos novos episódios, interpretando um personagem descrito como “genial e insano”. Kumail Nanjiani também deve fazer parte do próximo ciclo.

O elenco de Fallout conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘Vingadores: Apocalipse’: Roteiro do filme ainda NÃO foi finalizado, revela insider

Marvel Studios se prepara para mais um ambicioso projeto, que está ganhando forma sob o título de ‘Vingadores: Apocalipse’ (‘Avengers: Doomsday’).

Com as gravações a todo vapor, os fãs estão ansiosos para o longa-metragem e qual será a história trazida à tona – mas parece o roteiro de Stephen McFeely ainda não foi finalizado.

De acordo com o famoso jornalista e insider Daniel Richtman, as filmagens do projeto deram início sem o terceiro ato completo – o que não é nenhuma novidade dentro das produções do Universo Cinemático Marvel, visto que ‘Vingadores: Guerra Infinita’‘Vingadores: Ultimato’ foram evoluindo à medida que a produção seguia.

insider também afirma que cenas estão sendo rodadas no Vazio, o deserto composto por realidades podadas que vimos anteriormente na série ‘Loki’ e em ‘Deadpool e Wolverine’.

Vale lembrar que ‘Vingadores: Apocalipse’ chega aos cinemas no dia 01 de maio de 2026.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

‘The Fakenapping’: Nova comédia ÁRABE da Netflix ganha divertido trailer e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de ‘The Fakenapping’, sua mais nova comédia original árabe.

A produção chega à plataforma de streaming no próximo dia 11 de dezembro.

Confira:

Amine Lakhnech assume a cadeira de direção, enquanto Ahmed AmerAbdulaziz Alessa assinam o roteiro.

A trama é centrada em Sattam (Mohammed AlDokhei) – um empresário fracassado e pai de família que elabora um plano absurdo para pagar suas dívidas: sequestrar o próprio pai. Mas quando seus amigos, igualmente sem esperança, se envolvem e um agiota começa a pressioná-lo, o plano rapidamente se transforma em uma tempestade de azar, mentiras ainda maiores e decisões ainda piores.

Mohamad Aldokhei, Yazid Almajyul, Abdulaziz Al Sokayreen, Saeed Al-Owairan, Abdallah Aldrees, Khaled Hweijan, Abrar Faisal e Ali Mofrah integram o elenco.

Fracasso de ‘Desert Warrior’ nas bilheterias acende ALERTA sobre produções da Arábia Saudita

Em 2018, a Arábia Saudita removeu sua proibição religiosa ao cinema e revelou suas intenções de se transformar o país em uma potência do entretenimento. O objetivo era usar a riqueza do país não apenas para investir em empresas de mídia, mas também para atrair estúdios para o território por meio de uma combinação de incentivos fiscais e instalações de última geração, enquanto desenvolvia sua própria indústria cinematográfica nacional.

Oito anos depois, no entanto, essas ambições cinematográficas ainda não se concretizaram, prejudicadas pela turbulência regional e pela incapacidade de reconhecer o que o público deseja.

Em 2026, a Arábia Saudita enfrentou um grande vexame internacional após o fracasso massivo de Desert Warrior, épico estrelado por Anthony Mackie (‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’) e pelo vencedor do Oscar Ben Kingsley. O projeto, que contou com um orçamento enorme de US$150 milhões de dólares e que tornou-se a grande aposta do território para entrar no cenário cinematográfico global, arrecadou apenas 700 mil dólares nos Estados Unidos e no mundo árabe nas duas semanas seguintes ao seu lançamento em 23 de abril (via Variety).

Tamanho fracasso serve como um alerta e ocorre em um momento em que o país enfrenta ainda mais incertezas causadas pela guerra no Irã, um conflito que se alastrou para outras regiões próximas.

Os problemas se alastram para outros eventos de grande importância, tomando como exemplo o Festival de Cannes deste ano, que não conta com qualquer filme saudita no line-up – ao contrário do que aconteceu dois anos atrás, quando conquistou sua primeira seleção oficial com ‘Norah’, de Tawfik Alzaidi, que sequer teve repercussão midiática.

Apesar da polêmica, o dinheiro saudita continua a fluir por Hollywood através de diversos negócios. Por exemplo, a companhia de games Electronic Arts (responsável pela franquia ‘The Sims’) foi adquirida em outubro de 2025 por um grupo de investidores liderado pelo fundo soberano saudita PIF, em um acordo avaliado em US$55 bilhões. O PIF, inclusive, está entre os financiadores atuais de um pacote de US$24 bilhões que apoia a aquisição da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance, com uma participação acionária de 15,1% avaliada em cerca de US$10 bilhões, de acordo com o registro da Paramount na FCC.

Segundo Rasha AlEmam, pioneira da indústria cinematográfica saudita e produtora executiva de Desert Warrior, o acordo entre a Paramount e a Warner Bros. “posicionará a Arábia Saudita como um participante importante na criação e distribuição de conteúdo [de Hollywood]”. Ela acredita que, graças ao acordo, os estúdios norte-americanos estarão “menos relutantes” em filmar na Arábia Saudita. “Isso pode ajudar a diminuir a distância”, afirma.

“A indústria cinematográfica saudita está em fase de aprendizado”, afirma Alaa Karkouti, analista de cinema e distribuidor que dirige o Centro de Cinema Árabe em Cannes. “Mas há sinais que apontam na direção certa”.

‘Coringa’ é diferente de qualquer filme de heróis que o público já viu, diz produtor

Segundo o produtor Michael. E. Uslan. o ‘Coringade Todd Phillips será diferente de qualquer filme de quadrinhos que o público já viu, como garantiu ao Comic Book durante a CCXP da Alemanha.

Todd Phillips é o diretor, e ele teve uma visão incrível para isso. Tudo o que posso dizer é que, na minha humilde opinião, o mundo está ficando um pouco saturado com filmes de quadrinhos. Se eu pegar um jornal em 2027, talvez eu leia: ‘Meu Deus, em maio de 2027 terá ‘Homem-Formiga 5‘. Então, não sou fã de supersaturação, adoro quando algo sai e é diferente e único.”

Uslan destacou os ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Deadpool‘ como exemplos de filmes de super-heróis que saíram da fórmula e está confiante de que ‘Coringa‘ fará o mesmo.

“Este filme do ‘Coringa‘ é único, é diferente de qualquer filme de quadrinhos que você já viu”, continuou. “Talvez seja mais como um Martin Scorsese, um drama criminal noir de baixo orçamento, mas eu tenho toda a fé no mundo em Todd, no talento de Joaquin Phoenix e Robert De Niro.

E aí, será que é mais uma propaganda ou o filme promete revolucionar o gênero?

Lembrando que o filme terá 122 minutos (2 horas e 2 minutos) e fará sua première durante o Festival de Cinema de Toronto, que ocorre entre os dias 05 e 15 de setembro de 2019.

Ainda não se sabe em que dia o longa será exibido.

Recentemente, o diretor Todd Phillips confirmou que o filme não é baseado nos quadrinhos!

Confira o trailer e novas imagens:

A trama de Coringa deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.

‘Coringa’: Joaquin Phoenix diz que não se importa com opinião dos fãs sobre sua interpretação

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

AA estreia está marcada para o dia 3 de outubro de 2019.

‘Os Irmãos Willoughby’: Internautas estão adorando a nova animação da Netflix

Depois que a Netflix lançou ‘Os Irmãos Willoughby‘, a animação se tornou um sucesso imediato entre os assinantes da plataforma por conta da trama leve e descontraída.

Baseada no livro homônimo de Lois Lowry, a história acompanha um grupo de irmãos convencidos de que a vida seria mais fácil sem seus país egoístas por perto.

Então os irmãos bolam um plano para enviarem seus pais em uma viagem de férias e embarcam em uma divertida aventura em busca do verdadeiro significado da palavra Família.

Nas redes sociais, os internautas compartilharam diversas posts elogiando a produção e a mensagem presente no roteiro.

Confira:

Assista o trailer:

A animação é baseada no livro da escritora Lois Lowry.

Convencidos de que a vida seria mais fácil sem seus pais egoístas por perto, os irmãos Willoughby bolam um plano brilhante para enviá-los em uma viagem de férias e embarcam em uma divertida aventura em busca do verdadeiro significado da palavra família.

‘O Mensageiro do Último Dia’: Terror amarga apenas 45% de aprovação entre os críticos

O terror ‘O Mensageiro do Último Dia‘ estreou nos cinemas nacionais há alguns dias, mas parece que não agradou a crítica especializada ao redor do mundo.

No Rotten Tomatoes, o longa escrito e dirigido por David Prior alcançou apenas 45% de avaliações positivas, baseadas em 11 reviews (até o momento).

Inspirada dos quadrinhos homônimos de Cullen Bunn, a adaptação foi detonada e alguns críticos disseram que o roteiro é bem vazio, fazendo um trocadilho com o título original (‘The Empty Man‘).

Confira os principais comentários:

“Os produtores não poderiam ter escolhido um título melhor. Depois que saí da sessão na sexta à tarde, com a presença de duas outras pessoas colossais, não me senti nada satisfeito. Me senti vazio, é como eu definiria.” – Globe and Mail.

“Vazio é um eufemismo (suavização).” – The Only Critic.

“Embora ofereça um novo ponto de vista em uma configuração de terror familiar, girando em um subgênero totalmente diferente no processo, ‘O Mensageiro do Último Dia‘ insiste em uma ideia mal elaborada em um grau que dá pena.” – Bloody Disgusting.

“‘Vazio’ é uma maneira adequada para descrever essa produção de terror sobrenatural arrastada e lenta.” – Dennis Schwartz Movie Reviews.

“Este conto de ficção científica longo e lento leva sua ideia simples de ‘lenda urbana’ para um território ambicioso, mas, no momento em que termina, tudo faz muito pouco sentido e não justifica ficar sentado lá para assistir.” – Common Sense Media.

“Um trabalho verdadeiramente surreal e estranho, ancorado por alguns elementos artesanais de primeira linha, mas um pouco enfraquecido por um tempo de execução entediante e uma conclusão que provavelmente deixou as poucas pessoas que o viram nos cinemas mais irritadas do que emocionadas.” – RogerEbert.com.

Assista ao trailer:

O thiller gira em torno de histórias contadas em uma pequena cidade do Meio-Oeste americano sobre o desaparecimento de adolescentes locais. Alguns acreditam que é obra de uma lenda urbana. Um policial aposentado investigando as crianças desaparecidas descobre um grupo secreto tentando convocar uma entidade aterrorizante.

O elenco conta com James Badge Dale, Marin Ireland, Stephen Root, Ron Canada, Robert Aramayo, Joel Courtney e Sasha Frolova.