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Dica do feriado | O medo, a inocência, o amadurecimento e os recomeços em ‘O Segredo Além do Jardim’

Pelo menos uma vez por ano a gente indica aqui no CinePOP a minissérie animada O Segredo Além do Jardim, que foi criada em 2014 e chegou ao Brasil em 2015 pelo Cartoon Network. A produção é baseada no curta Tome of the Unknown, criado por Patrick McHale em 2013, que foi pensado para gerar uma série de três temporadas. Porém, os executivos do estúdio acharam que a história poderia render melhor como um filme animado. Em meio a seus compromissos dirigindo episódios de Hora de Aventura, Patrick encontrou problemas em adaptar sua ideia para o formato de longa. Assim, eles chegaram ao consenso de que o formato ideal seria uma minissérie.

O curta original trazia os irmãos Wird e Greg viajando pelo Desconhecido com um sapo gordinho e a passarinha Beatrice. Era uma terra distante e estranha que já trazia alguns dos personagens que viriam a ser apresentados e desenvolvidos em O Segredo Além do Jardim. Projeto aprovado, a minissérie estreou com dez episódios de aproximadamente dez minutos, cada, totalizando pouco menos de 2h de duração.

A repercussão foi muito positiva, ganhou os principais prêmios possíveis e ganhou um certo destaque por se comunicar bem com os adultos, além de conseguir encantar as crianças com seu traço diferente e carisma dos personagens. E isso fica explícito da dualidade de seus protagonistas, os irmãos Wird e Greg.

Enquanto o caçula, Greg, é inocente, sonhador, otimista e aparentemente destemido, seu irmão mais velho, Wird, é o completo oposto. A começar por uma sensação de distanciamento que ele sente de seu “papel” de irmão mais velho, o pré-adolescente é um poço de insegurança, que reluta em assumir responsabilidades, não confia em ninguém e teme estar sendo julgado o tempo inteiro. Por conta disso, ele passa um ar de arrogância típico da idade, o que ajuda a construir seu personagem conforme ele vai contando seus interesses e habilidades no desenrolar dos episódios.

Esses dois ainda passam a receber os conselhos da Beatrice, que funciona como uma versão deturpada do Grilo Falante, do Pinóquio, o que, junto à caracterização e estrutura dos capítulos, dá uma sensação de estar vendo a adaptação de uma fábula a cada desventura que os irmãos se metem enquanto tentam voltar para casa.

Falando nos episódios, é interessante reparar como cada um deles funciona isoladamente, como se um pequeno arco fosse concluído ao fim de cada capítulo, permitindo que o próximo comece de um novo ponto sem ter tantas explicações. E ainda assim, tudo é amarrado para que faça muito sentido nos dois últimos episódios.

Essa temática lembra um pouco as rodas de RPG, que curiosamente inspiraram a animação Caverna do Dragão, que fez muito sucesso no Brasil. E conforme a série avança, dá para traçar vários paralelos entre as duas produções, fazendo com que fique uma quase certeza de que houve uma inspiração, por mais que O Segredo Além do Jardim efetivamente tenha um final, ao contrário de Caverna do Dragão, que vive de teorias até hoje.

Dessa forma, cada episódio traz uma quest para os protagonistas, que sempre chegam a novos lugares d’O Desconhecido, conhecem novas pessoas e afetam diretamente em suas vidas. E ao final de tudo, o público percebe que o grande vilão da história é justamente a insegurança e o medo. Por mais que alguns personagens parecem durões e seguros de si, todos eles, sem exceção, escondem algum trauma ou medo que fazem com que eles permaneçam naquele lugar enquanto não compreendem isso.

[Atenção, o texto trará SPOILERS pesados a partir deste momento. Siga por sua conta e risco ou vá assistir à produção e depois volte aqui]

A teoria mais famosa acerca de Caverna do Dragão é que as crianças morreram no parque de diversões e suas almas ficaram presas naquele mundo mágico como se ele fosse um  limbo. Em O Segredo Além do Jardim, a série começa trazendo um desconforto para o público com a situação dos irmãos e dos personagens ao seu redor. Para aqueles familiarizados com as inúmeras teorias de internet, fica aquela sensação clássica das teorias de que os personagens estão mortos e aquela maluquice toda que eles estão vivendo nada mais é do que uma jornada de despedida da vida.

Porém, como O Segredo Além do Jardim teve um final, a equipe criativa explicou essa sensação nos dois últimos episódios, revelando que os irmãos estavam mesmo em um limbo porque sofreram um acidente ao pular o muro além do jardim de um cemitério e rolarem morro abaixo até caírem desacordados em um rio.

Isso explica a temática pesada de alguns episódios e dos personagens secundários, que parecem estar sempre sob algum tipo de frustração ou sofrimento, sempre causados por uma questão não resolvida. A prova de que eles estão mortos, inclusive, acontece nos episódios finais, quando, no plano “físico”, Greg se esconde atrás do túmulo de seu “tio”, um dos barões do chá que aparece ao longo da série. São pequenos detalhes que trazem toda a tragédia dos personagens.

Por isso, a aceitação e o enfretamento de seus medos é o principal embate da série. Wird, por exemplo, tem que encarar todos os seus medos de adolescente, como a rejeição, o receio de não ser suficiente e as inseguranças padrões de todo jovem apaixonado. Já Greg, que parece ser tão confiante, vive essa aventura sob o medo de ser julgado como um ladrão, já que roubou uma pedra do jardim da vizinha. Ou seja, o que o prende ao mundo é o medo e a vontade de retornar para devolver a pedrinha. E isso é um “fato concreto”.

Ao final da série, um dos momentos mais legais é acompanhar os personagens que tiveram suas vidas afetadas diretamente pelas ações dos irmãos tendo seus medos resolvidos e deixando aquele limbo rumo ao seu próximo desconhecido, seja ele bom ou mau.

[Fim dos SPOILERS]

E o que é o enfrentamento de seus medos se não uma prova de maturidade? Sem ter a quem recorrer por ajuda, os irmãos resolvem seus problema aprendendo a se ouvir. Greg usa seu otimismo para seguir em frente sem se deixar abalar, e Wird passa grande parte do tempo tentando evitar. Mas chega um hora que cansa correr de tudo e simplesmente parar e resolver seus problemas é a única alternativa.

No entanto, esse senso de urgência não é constante na série por conta da inocência de Greg, que sempre dá um jeito de resolver situações com sua inocência infantil. Ele é um personagem tão puro que passa a série inteira com um bule na cabeça para imitar um elefante. Essa inocência infantil também se reflete no próprio Wird, que tenta ser o adulto maduro, mas em vários momentos revela que sua concepção de maturidade é apenas a visão infantil de um jovem com seus próprios sonhos de crescer e se mostrar independente. Por mais que ele tente pagar de resolvido, ele é um dos personagem mais perdidos de toda a trama.

Enfim, nesta Páscoa, um feriado que representa historicamente recomeços, a sugestão do CinePOP é uma maratona desta minissérie diferente que trata de vários temas com uma sensibilidade tocante, inclusive dos inúmeros recomeços que a vida proporciona.

O Segredo Além do Jardim está disponível no HBO Max.

 

Crítica | Vale Night – Linn da Quebrada estrela HILÁRIA comédia brasileira

Há muitas barreiras que precisam ser quebradas nas narrativas audiovisuais. Uma delas é a constante construção de imaginário de que as histórias passadas em favelas e comunidades brasileiras necessariamente precisam envolver polícia, violência, tráfico – ao contrário do que vem sendo mostrado no audiovisual e na televisão, nestes locais a maioria dos moradores são pessoas comuns, trabalhadores, estudantes: pessoas que levam seu dia a dia como qualquer outro, com as dificuldades normais que qualquer cidadão brasileiro enfrenta – mas, claro, piorado por conta da marginalização e da exclusão social e financeira. Na contramão do que vem sendo produzido nacionalmente, chega essa semana aos cinemas a hilária comédiaVale Night’.

Vini (Pedro Ottoni) e Daiana (Gabriela Dias) são dois jovens na faixa dos dezoito anos que adoram curtir as noitadas e estão à espera do primeiro filho. É justamente numa balada que o bebê acaba nascendo, mas, seis meses depois, o casal começa a entender que a vida deles mudou drasticamente – ao menos para Daiana, que largou a escola para cuidar do filho e fica o dia inteiro em casa, cozinhando e limpando, enquanto Vini fica na rua, brincando de trabalhar e se divertindo com amigos. Quando a saudade da avó (Zezé Motta) bate, Daiana e sua mãe (Maíra Azevedo) decidem ir visitá-la, deixando a criança aos cuidados do pai. Por isso, Vini terá que tomar juízo na vida, porém, isso será mais complicado do que ele imaginou pois acontece justamente quando Linguinha (Yuri Marçal) é libertado e a DJ Pulga (Linn da Quebrada, bem antes do BBB) fará sua estreia na discotecagem da boate Batekoo.

Em aproximadamente uma hora e meia de duração, tudo em ‘Vale Night’ chama a atenção pela qualidade técnica que a produção entrega. Desde a sequência de abertura, com os nomes dos atores aparecendo colorido nos créditos, pulando na batida do ritmo que embala a cena inicial, à trilha sonora extremamente pulsante que faz com que nosso pezinho fique batendo no chão do cinema sem a gente nem reparar.

Luis Pinheiro alcançou um trabalho praticamente impecável tecnicamente. No primeiro arco, para ambientar o espectador no espaço confinante, caótico e vibrante da favela, os planos-sequência seguindo o protagonista Vini carregando o bebê pelas ruas da comunidade são essenciais para mostrar que a vida desses moradores é um corre só, e é coletiva. Também o posicionamento da câmera se preocupa em não ter os olhos lineares do cinema padrão: ela se coloca por vezes abaixo, acompanhando as pernas dos personagens ou observando um desenrolar na laje de uma casa, pois a favela não é homogênea.

O roteiro de Caco Galhardo, Renata Martins e colaboração de Carla Meirelles é extremamente ágil, com diálogos que parecem improvisados, de tão naturais que saem da boca do trio principal – Pedro, Linn e Yuri. São eles que carregam a aventura em ‘Vale Night’ e garantem cenas hilárias em situações absurdas que, dada a competência dos três, fazem tudo parecer dentro da normalidade do surreal. Pedro Ottoni é engraçado naturalmente, e faz a gente ter raiva com a despreocupação de Vini para tudo.

Numa pegada dinâmica, rápida, empolgante e extremamente engraçada, ‘Vale Night’ é uma surpreendente comédia que chega aos cinemas para mostrar que a vida na favela não é só sofrimento e violência: há amor, afeto e comunhão na comunidade. Talvez tenha faltado apenas tornar essa mensagem mais evidente na produção, e também sobre a evasão escolar de meninas grávidas; com a aventura centrada no pai, o espectador dificilmente relaciona a responsabilidade feminina de ser a única cuidadora do lar como o mote do longa.

‘Shazam!’: Novo clipe destaca reações positivas da crítica; Confira

Shazam!’ ganhou um novo clipe no qual diversas reações da crítica são exibidas.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.

‘WandaVision’: Paul Bettany diz que série é como um ‘filme de seis horas’

Em entrevista ao MTV NewsPaul Bettany, que reprisa seu papel como Visão na aguardada série ‘WandaVision’, revelou o que o levou a entrar para o projeto.

Não acho que eu ou [Elizabeth Olsen] já ficamos tão surpresos quanto o momento em que [o presidente dos estúdios MarvelKevin Feige nos apresentou a ideia. Ele comentou sobre uma ideia com um filme de seis horas que eu nunca teria pensado em um milhão de anos.

Em outra entrevista, o ator disse que o show irá apresentar uma trama completamente diferente dos filmes do MCU.

“Definitivamente, é o projeto mais estranho da Marvel Studios até agora. Eu acho que nenhum de nós estava esperando por isso. Estou tão animado, os roteiros são incríveis. É a produção mais diferente da Marvel! Vai ser ótimo para aprofundar ainda mais as coisas.”

Bettany se refere ao fato de que a série terá um tom de comédia familiar de época, já que se passará na década de 1950.

Confira a primeira imagem oficial:

Paul BettanyElizabeth Olsen reprisam seus papéis como Visão e Wanda/Feiticeira Escarlate, respectivamente.

Visto que a estreia está marcada apenas para 2021, as gravações da série devem ter sido planejadas para dar tempo de Olsen se preparar para sua participação em ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

Lembrando que ‘WandaVision’ estará disponível no catálogo da Disney+.

Vin Diesel tem sede por vingança no novo teaser de ‘Bloodshot’; Assista!

A adaptação de Bloodshot ganhou um novo teaser oficial com cenas inéditas.

Confira:

O filme chega aos cinemas em 13 de março deste ano.

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘Julie and the Phantoms’: Conheça o elenco da nova série original da Netflix

Netflix divulgou o primeiro vídeo promocional de Julie and the Phantoms, remake internacional da série infantil brasileira Julie e os Fantasmas.

Confira:

A série foi criada por Kenny Ortega (High School Musical). Dan CrossDavid Hoge entram como showrunners.

A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelam.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

Julie and the Phantoms tem estreia marcada para o dia 10 de agosto na plataforma.

‘The Walking Dead: World Beyond’: AMC divulga teaser oficial da 2ª temporada; Confira!

AMC divulgou recentemente o teaser trailer oficial da 2ª temporada de The Walking Dead: World Beyond’.

Os novos episódios estreiam em 2021, ainda sem data confirmada.

Confira:

Criado por Scott M. GimpleMatthew Negrete, esse é o segundo spin-off do Universo ‘The Walking Dead‘, que também conta com ‘Fear the Walking Dead‘.

A trama foca na primeira geração que cresceu durante o apocalipse zumbi.

O elenco conta com Nico Tortorella, Hal Cumpston, Alexa Mansour, Annet Mahendru, Nicolas Cantu e Aliyah Royale.

‘Batwoman’ deve tomar uma difícil decisão na sinopse oficial do episódio 02×12; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Initiate Self-Destruct”, décimo segundo episódio da 2ª temporada de Batwoman.

Na trama, “Ryan se depara com uma decisão difícil que pode expô-la como Batwoman, criando um alvoroço entre o Time Bat. Enquanto isso, os planos de Máscara Negra para Kate Kane começam a desenrolar. Alice se reúne com alguém de seu passado, e Sophie deve decidir a quem é fiel”.

O capítulo vai ao ar no dia 02 de maio.

No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

‘WandaVision’ já ganhou duas estatuetas do Emmy Awards!

‘WandaVision’ foi uma das produções de maior sucesso do cenário seriado de 2021 e, durante a revelação dos vencedores do Creative Arts Emmy Awards, que antecede a premiação dos Emmy Awards, a minissérie conquistou duas estatuetas: Melhor Figurino Fantaisa/Sci-fi Melhor Design de Produção para Programa de Meia Hora.

Lembrando que a série ainda compete em outras 14 categorias, incluindo Melhor Atriz em Série Limitada para Elizabeth OlsenMelhor Ator em Série Limitada para Paul BettanyMelhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada para Kathryn HahnMelhor Série Limitada.

Os vencedores serão anunciados no dia 19 de setembro.

Os fãs podem assistir a mais detalhes e segredos da obra no documentário Avante: Os Bastidores de WandaVision’, que já está disponível na plataforma de streaming do Disney+.

Junte-se a Elizabeth OlsenPaul Bettany e o time criativo de ‘WandaVision’ conforme o episódio puxa as cortinas nessa série revolucionária. Descubra como os conceitos da produção tomaram forma e se inspiraram em clássicas sitcoms. Testemunhe como a equipe fez grandes esforços para emular inúmeros métodos fílmicos usados durante anos na televisão. Descubra os desafios únicos e as recompensas de construir um episódio inteiro em frente a uma audiência ao vivo. Passe algum tempo com os novatos do MCU, como Teyonah ParrisKathryn Hahn, além de reunir com favoritos como Kat DenningsRandall Park.

Crítica | ‘Anaïs Mitchell’ destila melancolia romântica em uma jornada reflexiva e acessível

Anaïs Mitchell pode não ser um nome imediatamente reconhecível, mas, sem sombra de dúvida, merece estar em sua playlist. A cantora e compositora estadunidense se tornou uma das vozes mais expressivas do folk, ganhando aclame pela intimidade e pessoalidade de seus belíssimos versos – que levaram a crítica internacional a criar paralelos entre ela e lendas do cenário fonográfico, como Bob Dylan e Leonard Cohen. Dona de oito álbuns que receberam elogios e caíram no gosto do público, Mitchell apostou fichas em estilos musicais que, nas últimas décadas, começaram a desaparecer do cenário mainstream, como o americana e o indie folk, recusando-se a deixar as clássicas melodias se perderem em meio ao vibrante frenesi de sua arte.

Apesar de ter começado sua carreira em 2002, não foi até 2010 que a performer roubou os holofotes do escopo do entretenimento com o lançamento de ‘Hadestown’, que representou uma enorme transição em sua identidade artística e a permitiu se envolver com outras vertentes, como o teatro. Não é surpresa que a adaptação homônima para os teatros tenha se tornado um sucesso imediato e levado para casa oito estatuetas do Tony Award, incluindo Melhor Musical e Melhor Trilha Sonora Original. Agora, anos depois de sua última incursão original, ela retorna pronta para entregar mais uma obra-prima com seu oitavo álbum de estúdio homônimo – que já posa como um dos melhores de 2022.

Ao longo de dez faixas e breves trinta minutos de duração, Mitchell percebe que lutar contra as exigências da indústria pode ser um caminho complicado, motivo pelo qual adota uma produção mais concisa e relacionável quando em comparação a discos anteriores. Em outras palavras, é notável como os temas trazidos pela performer tem maior apreço dialógico em relação aos ouvintes, afastando-se do conceitualismo que explorou no passado e buscando manter-se fiel ao que sempre fez sem deixar de experimentar coisas novas – algo reiterado à medida que nos apaixonamos por essa jornada. É claro que a produção não promove uma revolução estética, mas é sólida o bastante para nos causar alguma coisa e nos levar a refletir sobre os enredos arquitetados, movidos por uma acessibilidade invejável.

Talvez o maior desenlace da produção é utilizar as fórmulas a seu próprio favor – o que significa que, dentro do folk, o público aceita o convite de Mitchell para ser levado em uma aventura bastante sinestésica, pincelada com pianos, violões e minimalismo estrutural. Volta e meia, as faixas apresentam uma distorção proposital e evocativa, como a repetição dos sintetizadores ou o fraseamento característico da artista para os versos – mas, no geral, temos a reintrodução de Anaïs para uma nova década recheada de possibilidades e de potencial ilimitado, que começa da melhor maneira possível.

Desde o singelo e atmosférico início de “Brooklyn Bridge” à nostálgica trama que protagoniza “Now You Know”, Mitchell se reafirma como uma das storytellers mais potentes da atualidade – e cada palavra suspirada e tecla apertada demonstra uma confiança íntegra e uma sutileza poética que já foram emuladas diversas vezes nos últimos tempos (ora, podemos até ver a essência da cantora em ‘Folklore’, que abandonou o costumeiro pop de Taylor Swift para uma criação mais reservada). A faixa inicial nos arremessa de volta para um cândido passado, uma “carta de amor” à cidade de Nova York, como ela bem descreveu em entrevista; a progressão oscila entre a balada e o anthem, nunca deixando que os instrumentos falem mais alto que uma belíssima rendição (“sobre a ponte do Brooklyn, eu e você no banco de trás” pode esbarrar no mero romance, mas prova ser uma fascinante epopeia epistolar).

Mitchell promove um movimento bastante claro de introspecção e expansão que não se restringe à unilateralidade conversacional, mas sim a um diálogo franco sobre o que enfrentamos enquanto pessoas. Em outras palavras, ela sempre direciona a mensagem de determinada canção a outrem e a si mesma, como se exteriorizasse sentimentos para poder se compreender, como visto em “Revenant” ou em “Bright Star”. Eventualmente, há alguns vícios de linguagem que impedem que a absorção do que a artista promove seja completa – como elementos reincidentes e uma continuidade exacerbada em prol da coesão; todavia, os pontuais deslizes não o suficiente para ofuscar o fabulesco conto que ouvimos com entusiasmo, sedentos pela próxima história que nos será contada (e que conclui com a irretocável “Watershed”).

O grande emblema por trás de ‘Anaïs Mitchell’ se ergue através do mote da melancolia romântica – não no sentido mais óbvio do termo, e sim dentro de um leque gigantesco de tudo o que encaramos com ardor. O álbum pode não ser o melhor da cantora performer homônima, mas isso não significa que não seja um ótimo comeback para alguém que ainda tem muito a nos oferecer (e que o fará com gosto e poesia).

Nota por faixa:

1. Brooklyn Bridge – 5/5
2. Bright Star – 4,5/5
3. Revenant – 3,5/5
4. On Your Way (Felix Song) – 4/5
5. Real World – 4/5
6. Backroads – 4/5
7. Little Big Girl – 4/5
8. Now You Know – 3,5/5
9. The Words – 4/5
10. Watershed – 5/5

Prepare-se para ODIAR Zoey Deutch no trailer da comédia ‘Not Okay’

Hulu divulgou recentemente o trailer oficial de Not Okay, nova comédia estrelada por Zoey DeutchDylan O’Brien.

O longa tem estreia marcada para o dia 29 de julho na plataforma de streaming, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção é comandada e assinada por Quinn Shephard.

Not Okay acompanha Danni Sanders (Deutch), uma escritora sem objetivos, sem amigos, sem prospectos romântico e, principalmente, sem seguidores, que cria uma viagem falsa para Paris na esperança de aumentar seu engajamento nas rede sociais. Quando um terrível incidente ocorre na Cidade-Luz, Danni é arrastada para uma mentira muito maior do que imaginava. Ela retorna para casa como uma “heroína”, começa uma amizade inesperada com Rowan (Mia Isaac), uma sobrevivente dedicada a mudanças sociais, e começa a se envolver com o homem dos sonhos, Colin (O’Brien). Como influencer e defensora, Danni finalmente tem a vida e os fãs que sempre quis. Mas é só uma questão de tempo até que a fachada caia – e ela descubra o lado mais duro da internet.

Embeth DavidtzBrennan BrownKaran SoniSarah YarkinNadia Alexander e outros completam o elenco.

‘Bem-Vindos ao Clube da Sedução’: Série sobre o grupo de dança Chippendales já está disponível no Star+!

‘Bem-Vindos ao Clube da Sedução’, que gira em torno da criação do grupo de dança masculino Chippendales, já estreou no Star+.

A produção foi lançada hoje, 22 de novembro, na plataforma de streaming.

A história gira em torno de Banerjee (Kumail Nanjiani), um jovem empresário indiano-americano que deu início aos Chippendales, grupo de dança formado apenas por homens que se tornou icônico pelos visuais sem camisa com gravatas-borboleta e abotoaduras. Banerjee também ficou famoso por criar o ato do entretenimento em meio a crimes chocantes e uma caótica origem.

Relembre o trailer:

O elenco também é formado por Annaleigh AshfordQuentin PlairAndrew RannellsNicola PeltzDan StevensRobin De JesúsJuliette Lewis.

O roteiro fica a encargo de Robert Siegel (‘Pam & Tommy’), que também entra como produtor ao lado de Nanjiani. Dylan SellersJenni KonnerMatt ShakmanEmily V. GordonNora Silver e Rajiv Joseph são os produtores executivos.

Shakman fica responsável pela direção dos episódios, enquanto Joseph e Mehar Sethi também contribuem para a narrativa.

Siegel e Konner são os co-showrunners.

‘The Flash’: Primeiras reações rasgam ELOGIOS ao novo filme da DC; Confira!

The Flash, adaptação da DC estrelada por Ezra Miller, é um dos filmes mais esperados de 2023 – e parece que o projeto superou todas as expectativas.

O longa-metragem foi exibido na íntegra durante a CinemaCon 2023 e as primeiras reações já começaram a viralizar nas redes sociais, rasgando elogios para a narrativa, as performances do elenco protagonista e a direção de Andy Muschietti.

Confira:

“Caramba, The Flash é bom! É muito inventivo, tanto visual quando conceitualmente. A dinâmica entre os dois Barry Allens é muito bem feita. As emoções vieram com força, sólidas surpresas, e me deixou com vontade de assistir de novo”.

The Flash é o filme que os fãs da DC estavam esperando. Faz coisas inimagináveis que você precisa ver para acreditar. Mas, também, na maior tela possível”.

“Acreditem no hype! Com exceção dos filmes de Christopher Nolan, The Flash é o melhor filme da DC dos últimos trinta anos – que pertence às mesmas conversas sobre ‘Superman’ de 1978 e ‘Batman’ de 1989. O filme quebra barreiras incríveis para os filmes de super-heróis e honra a mitologia passada da DC”.

The Flash é tremendo! Esqueça a DC, é, facilmente, um dos melhores filmes de super-herói já feitos. Atemporal. Narrativa inventiva, sequências de ação fantásticas, ótimo elenco. Muitos detalhes. Fiquei em lágrimas no final. Tudo o que você espera de um filme [do gênero] e mais”.

Confira:

O filme recebeu classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos).

O motivo da classificação é devido a “sequências de ação violentas, linguagem inapropriada e cenas contendo nudez parcial.”

Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).

Confira a sinopse, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey ClemonsAntje TraueMichael Keaton completam o elenco.

‘Resistência’: Vídeo promocional explora a INCRÍVEL trilha sonora do filme; Confira!

sci-fi Resistência já estreou nos cinemas de todo o mundo e, agora, a 20th Century Studios divulgou um novo vídeo promocional explorando como a icônica trilha sonora assinada por Hans Zimmer (‘Duna’, ‘Dunkirk’) ganhou vida.

Confira:

Apesar de ter sido aclamada pelos críticos – considerado um dos melhores filmes do ano –, a produção decepcionou em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, arrecadando apenas US$ 14 milhões em seu primeiro final de semana.

Internacionalmente, o longa se saiu um pouco melhor, somando US$ 18.3 milhões através de 48 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 32.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados inclui o Reino Unido (US$2.8M), França (US$2M), Alemanha (US$1.1M), Austrália (US$1M) e México (US$800mil).

O longa ainda arrecadou US$ 2.2 milhões através do formato IMAX.

Infelizmente, este é um resultado morno para uma produção com um orçamento considerável de US$ 80 milhões. De acordo com o Deadline, apesar do apoio da Disney, o longa sofreu para alcançar o grande público por causa da greve dos atores em Hollywood.

Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira a nossa crítica e o trailer:

Resistência’ é um filme de drama e ficção científica que se passa em um futuro distante, em meio a um planeta tomado por uma intensa guerra entre seres humanos e inteligência artificial. O ex-agente Joshua (John David Washington) é recrutado para localizar e matar o Criador – um misterioso arquiteto responsável por desenvolver uma arma capaz de acabar com o confronto e com toda a humanidade. Joshua e sua equipe partem, então, para um território sombrio ocupado pela IA, mas acabam fazendo uma descoberta chocante: a arma que devem destruir é, na verdade, uma inteligência artificial em forma de criança.

O elenco é formado por também por Gemma ChanDanny McBrideAllison JanneyKen WatanabeRalph InesonSturgill Simpson.

Além de escrever e dirigir, Edwards também será um dos produtores, junto com Kiri Hart (‘Soul’), representante da New Regency.

Crítica | Jake Gyllenhaal QUEBRA TUDO no divertido remake de ‘Matador de Aluguel’

Em 1989, Patrick Swayze protagonizava o clássico de ação Matador de Aluguel. A trama acompanhou uma espécie de segurança que foi contratado para cuidar de uma taberna de meio de estrada que vinha sofrendo com as ações de um corrupto magnata – e, apesar das críticas mistas, fez um barulho considerável de bilheteria e ganhou uma legião de fãs com o passar dos anos, alcançando o status de filme cult. Considerando a crescente onda de remakes, reboots e continuações promovida por Hollywood, não demoraria muito até que o longa-metragem fosse repaginado através de uma perspectiva contemporânea – chegando ao catálogo do Prime Video no último dia 21 de março.

Nessa nova versão, que funciona mais como uma reimaginação da narrativa original do que um remake no sentido mais literal da palavra, o filme traz ninguém menos que Jake Gyllenhaal no papel protagonista de Dalton – um ex-lutador de UFC cuja fama violenta o precede e causa arrepios em qualquer pessoa que ouça falar de seu nome. Vivendo um dia de cada vez e fazendo o máximo para se afastar de seus comportamentos taxados como psicóticos, ele é abordado por uma mulher chamada Frankie (Jessica Williams), que o contrata para cuidar de uma taberna costeira que sofre com constantes ataques locais e um predatório empreendedor que quer demolir o estabelecimento e construir um resort de luxo para a elite. Ao chegar lá, Dalton mostra que foi escalado como segurança por um motivo – até perceber que ele está se envolvendo com algo muito maior do que imaginava.

A produção é notoriamente mais bem organizada que a original e até mesmo consegue se esquivar dos erros do título anterior – cortesia das habilidades do diretor Doug Liman, que carrega em seu currículo obras como ‘A Identidade Bourne’ e ‘No Limite do Amanhã’. É claro que o projeto não está livre de deslizes consideráveis e perceptíveis; entretanto, ao contar com o carisma natural de Gyllenhaal e sua química com os outros membros do elenco, o resultado é positivo dentro das restrições que se autoimpõe e culmina em uma divertida e explosiva aventura escapista que é a escolha perfeita para um final de semana chuvoso e para fugir da realidade.

Para além da sólida performance de Gyllenhaal e de Williams, temos a presença de Daniela Melchior como Ellie, uma médica local que nutre de alguns problemas com a presença amedrontadora de Dalton, mas que se torna seu par romântico com o passar do tempo; Joaquim de Almeida como o corrupto xerife de Florida Keys, que mantém uma relação de submissão ao poderoso e insano magnata Ben Brandt (Billy Magnussen); Conor McGregor entregando-se a uma atuação totalmente descompensada (no melhor sentido da palavra) ao encarnar o caçador de recompensas Knox; e vários atores e atrizes que têm seu momento de brilho – e cujas múltiplas subtramas acabam interferindo no ritmo do filme.

O primeiro ato do longa é o que esperávamos de uma obra como essa: Liman une-se a uma competente equipe criativa para se afastar das cores e das jogadas de câmera costumeiras ao gênero de ação, prezando por uma paleta de cores mais sóbria e menos saturada a fim de refletir a crescente angústia que se apodera do arco do protagonista e de Florida Keys – renegando tons fortes para uma homogeneidade melancólica do azul e do verde. E isso não é tudo: o cineasta aposta fichas em uma estética ambiciosa em que convida os espectadores para participar das cenas de embate, com zoom-ins e zoom-outs dilacerantes e que combinam com o teor despojado da primeira parte. Todavia, essa repetição torna-se exaustiva e sem muito objetivo conforme as pinceladas dramáticas do tour-de-force ditam o destino de Dalton, escorregando no exagero performático.

O objetivo principal do filme não é reinventar o gênero ou fornecer sutilezas em meio a suas camadas visuais; pelo contrário, temos uma prática história de redenção que parte das explorações de um trauma que ainda assombra Dalton e que expande-se em uma arquitetura extradiegética através de uma quantidade considerável de personagens. No final das contas, Matador de Aluguel cumpre com aquilo que promete ao público e deve agradar aos fãs do filme original – novamente, guiada por ótimas performances e pelo ácido carisma de Gyllenhaal em uma homenagem a Swayze e ao longa dos anos 1980.

Sabrina Carpenter | Ranqueamos TODOS os álbuns da artista, incluindo o recente ‘Short N’ Sweet’

Sabrina Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com o lançamento de ‘Eyes Wide Open’, em 2015 – e, quase dez anos mais tarde, tornou-se uma das maiores popstars do planeta, graças ao sucesso gigantesco de um de seus mais recentes singles“Espresso”.

Nos últimos dias, Carpenter lançou seu aguardado sexto álbum de estúdio, ‘Short N’ Sweet’, contando com doze faixas na versão padrão e incluindo os singles “Please Please Please” e “Taste”, além da track mencionada no parágrafo acima.

E, para celebrar sua mais nova incursão no cenário fonográfico, preparamos uma lista ranqueando todos os seus compilados de estúdio.

Confira abaixo e conte para nós qual o seu favorito:

6. EYES WIDE OPEN (2015)

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Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com o álbum ‘Eyes Wide Open’ – um compilado que refletia sua crescente maturidade e sua transição da atuação para a indústria fonográfica que colheria inúmeros frutos com o passar dos anos. Lançado um ano depois do EP ‘Can’t Blame a Girl for Trying’, o disco traz elementos do folk, do pop-rock e do teen pop de forma bastante sólida, apostando em temas como amizade, amor e os percalços da adolescência – em uma narrativa pessoal o suficiente para que nos conectemos com suas angústias e seus sonhos.

5. SHORT N’ SWEET (2024)

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“Apesar dos claros deslizes que aparecem aqui e ali, ‘Short N’ Sweet’ é uma consistente entrada na discografia de Sabrina Carpenter, reiterando que ela, de fato, estava apenas esperando o momento certo para mostrar que consegue acompanhar as tendências do escopo mainstream sem se render por completo às exigências da indústria. E, assim como a artista atrás dos microfones, o compilado é curto e doce, hábil e funcional dentro de seus limites e cumprindo com o que todos esperavam” – Thiago Nolla

4. EVOLUTION (2016)

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“Um ano depois de ter feito sua estreia com o adorado ‘Eyes Wide Open’, Sabrina resolveu se afastar das incursões mais folk-pop para mergulhar de cabeça no electropop que dominava o cenário mainstream da época. E, dentro de seu ótimo e subestimado segundo álbum de estúdio, temos gemas fonográficas que nos conquistam desde as primeiras batidas – como o single “Thumbs”, cuja construção se inicia com um conjunto de cordas de tirar o fôlego, dando as bases para uma narrativa que critica o capitalismo predatório e o ciclo sem fim de apatia numa sociedade movida pela ganância e pelo dinheiro” – Thiago Nolla

3. SINGULAR: ACT I (2018)

“[Singular: Act I] apresenta uma nova perspectiva para seu aplaudível talento e até mesmo para seu desejo como produtora autônoma. O álbum, ainda que precise de certas lapidações sonoras, é interessante, motivador e único: cada uma das oito faixas dialoga com sua própria vida, o que transforma as narrativas em um desabafo ácido, recheado de ironias dançantes e que recuperam o dance-pop numa época em que a trap music domina todas as paradas”.

2. SINGULAR: ACT II (2019)

Sabrina Carpenter saiu de uma conhecida jornada infantil para encontrar seu caminho e trilhá-lo da forma que bem entendeu. E, menos de um ano depois de ter lançado sua pessoal obra intitulada Singular: Act I, ela rouba nossa atenção mais uma vez para a segunda parte – Singular: Act II, obviamente -, concluindo um épico intimista que lhe fornece, passo a passo, segurança e identidade para se tornar conhecida pelo mundo inteiro. O resultado, pois, não poderia ser menos que sagaz, hábil e que ousou aglutinar em um mesmo lugar gêneros musicais excludentes entre si” – Thiago Nolla

1. EMAILS I CAN’T SEND (2022)

“São várias as tracks que nos chamam a atenção – e, sem dúvida, “Fast Times” é uma das que despontam como uma das mais bem arquitetadas, seja pelas inclinações ao post-disco ou pelos elementos do funk setentista que pincelam as estrofes (e isso sem comentar o ótimo videoclipe inspirado em ‘Kill Bill’ e ‘As Panteras’ que Carpenter protagoniza); e a faixa ganha uma camada quando comparada à irretocável “skinny dipping”, revelando sua inspiração nas frases cantadas de Taylor Swift em ‘folklore’ e ‘evermore’ para fornecer uma fusão entre música e literatura – ainda que, na construção de Sabrina, tenhamos uma pegada um pouco mais prática” – Thiago Nolla

‘And Just Like That’: Kristin Davis revela que Sarah Jessica Parker SURTA com fãs que não gostam da Carrie Bradshaw

Em uma recente entrevista ao podcast Are You a Charlotte?, a atriz Kristin Davis revelou que Sarah Jessica Parker fica bastante sensível em relação a como o público enxerga Carrie Bradshaw.

Parker interpreta a icônica personagem na famosa franquia Sex and the City e na série derivada And Just Like That’ – onde Davis também reprisa seu papel como Charlotte York, uma das quatro protagonistas originais.

“Claro que ela leva para o lado pessoal, como ela não poderia?”, Davis disse ao ser questionada sobre isso durante o programa.

Como ela bem se recorda, na época em que começaram a trabalhar em And Just Like That’, Parker percebeu que alguns sentimentos anti-Carrie estavam despontando nas redes sociais.

“Sarah dizia para mim: ‘o que é isso das pessoas não gostarem da Carrie?'”, Davis conta. “E eu respondi: ‘ah, não se preocupe com isso’. E ela ficou: ‘mas como as pessoas conseguem não gostar da Carrie?'”.

Lembrando que a 3ª temporada do spin-off chega ainda este ano à Max, sem data confirmada.

Recentemente, Rosie O’Donnell foi escalada para o novo ciclo e dará vida a uma personagem chamada Mary. Mais detalhes não foram revelados.

Além disso, Karen Pittman (Dra. Nya Wallace) e Sara Ramirez (Che Diaz) não irão retornar para os próximos episódios.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Mistério intrigante no trailer inédito de ‘Meus 84 m²’, novo SUSPENSE coreano da Netflix

A Netflix divulgou o trailer completo do suspense coreano ‘Meus 84 m²‘.

O longa será lançado na plataforma de streaming no dia 18 de julho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Após gastar as economias de uma vida inteira em um apartamento, um homem descobre que suas paredes guardam ruídos perturbadores, vizinhos hostis e segredos inquietantes.

Kim Tae-joon (‘Na Palma da Mão’) é responsável pela direção.

Kang Ha-neul, Yeom Hye-ran e Seo Hyun-woo estrelam a produção.

Antes de ‘Eternos’, Chloé Zhao quase dirigiu OUTRO filme do MCU; Saiba mais!

A cineasta Chloé Zhao, vencedora do Oscar por ‘Nomadland’, abordou recentemente o desempenho de Eternos, o longa-metragem da Marvel que enfrentou um fracasso de crítica e bilheteria, resultando no cancelamento de planos de sequência e deixando a equipe do filme sem um caminho claro no Universo Cinematográfico Marvel (MCU).

E, durante uma recente entrevista ao podcast The Town, Zhao revelou que quase dirigiu outro filme do panteão super-heroico antes de Eternos‘Viúva Negra’, estrelado por Scarlett JohanssonFlorence Pugh.

“Durante aqueles dez anos em que viajei pelos Estados Unidos, aprendendo novos estilos de vida e criando uma relação com a natureza, havia algo fervilhando dentro de mim de forma muito intensa”, ela disse. “A referência ao vulcão surgiu, e isso se materializou em Eternos. Porque Eternos, em sua essência, é uma história sobre um panteão de deuses discutindo a natureza da humanidade.”

“E foi a minha maneira de tentar processar todas as perguntas que eu tinha durante aqueles dez anos de produção dos três primeiros filmes. Além disso, eu adoro narrativas alegóricas. Adoro histórias que constroem mitologias. Cresci lendo mangá e anime. Então foi incrível poder explorar esse universo”.

Zhao explicou ainda que a Marvel Studios não a “descobriu”. Pelo contrário, foi ela quem os contatou, ainda que o chefe da companhia, Kevin Feige, tenha demonstrado grande interesse em tê-la no time.

“Inicialmente, fiz o teste para [dirigir] ‘Viúva Negra’, mas houve um conflito de agenda. Então, quando Nate Moore, meu produtor emEternos, me mostrou o roteiro, eu pensei: ‘nossa!'”, ela revelou. “Eu teria que lidar com todos esses imortais, como em uma peça grega, para discutir a humanidade. E também criar monstros e deuses espaciais, certo? Provavelmente deveria ter me assustado. Não sei. Tenho a tendência de me precipitar”.

Quanto à possibilidade de retornar ao MCU, parece que a repercussão de Eternos não a desanimou: “sim, eu voltaria. Com a história certa, se me escolherem”.

Chloé Zhao volta a falar sobre o FUTURO de ‘Eternos’: “Adoraria trazê-los de volta”

Diretora de ‘Eternos’ comenta INTENSA experiência com o filme da Marvel: “Precisava de uma pausa”

Apesar da presença de um elenco de peso, que incluiu Richard Madden, Gemma Chan, Angelina Jolie e Salma Hayek, e da direção de uma vencedora do Oscar, o desempenho deEternos ficou muito aquém das expectativas.

O filme registrou apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou pouco mais de US$402 milhões globalmente, um retorno insatisfatório considerando seu alto orçamento de US$236,2 milhões.

Lembrando que ‘Eternos’ está disponível no Disney+.

Os Eternos são uma raça de seres imortais que viveram durante a antiguidade da Terra, moldando sua história e suas civilizações enquanto batalhavam os malignos Deviantes.

Crítica | Charli XCX embarca em nova era mais agressiva com o vibrante single “Rock Music”

Charli XCX tem tido uma carreira muito interessante desde que estreou no cenário musical em 2013 com o elogiado ‘True Romance’. Já tendo experimentado as vibrantes pulsões da cena rave da capital inglesa, Charli pertence a um grupo de jovens artistas que, na década passada, popularizaram os subgêneros conhecidos como PC music e hyperpop, trabalhando ao lado de nomes como A.G. Cook e SOPHIE para uma maximização exponencial do cenário mainstream em construções elaboradas e totalmente conceituais.

À medida que conquistou mais espaço na indústria do entretenimento, a cantora, compositora e produtora firmou uma identidade que chamou a atenção do público e da crítica, reinventando-se era após era, mas sem deixar de lado a essência do que vinha explorando. Não é surpresa que, em 2024, ela tenha atingido um novo ápice artístico com a expressividade idiossincrática e disruptiva de ‘BRAT’, que levou para casa nada menos que três estatuetas do Grammy Awards e foi nomeado como o melhor álbum do ano por diversos veículos de imprensa (além de aparecer na nossa clássica lista de fim de ano).

Depois de ser escalada para trabalhar na trilha sonora do remake de O Morro dos Ventos Uivantes com o compilado de originais Wuthering Heights (que uniu baladas românticas aos conhecidos toques do hyperpop e do synth-pop), Charli mostrou que estava pronta para embarcar em sua próxima era fonográfica, arriscando-se em um cenário diferente do que já esquadrinhara, mas sem abandonar os maneirismos pelos quais seus fãs se apaixonaram. E foi assim que surgiu “Rock Music”, uma música que entrega exatamente o que o título promete.

Acompanhado de um insano e irrefreável videoclipe, Charli adota sua persona rockstar para uma faixa que traz a urgência da guitarra elétrica em um electro-rock pulsante e irruptivo que é acompanhado do conhecido exagero dos sintetizadores que a artista emprega em suas canções – transformando os agressivos riffs do instrumento em um experimento sonoro que soa propositalmente autoconsciente.

Em outras palavras, os versos, assinado por Charli, Cook e Finn Keane, parecem triviais e banais, mas escondem uma certa melancolia que ganha espaço nos versos “acho que a pista de dança morreu, então estamos fazendo música rock agora”, indicando que a artista talvez tenha encontrado um ápice artístico no cenário pop que não acredita ser capaz de recriar (e aqui, refiro-me ao zeitgeist cultural que ‘BRAT’ se tornou, sendo até mesmo utilizado em campanhas políticas).

Infelizmente, detalhes sobre o novo compilado de originais da performer seguem sob segredo, mas de uma coisa temos certeza: Charli está apresentando ao mundo um novo lado de sua efervescente personalidade, e tudo isso sem deixar de lado o conhecido estilo sônico do hyperpop como força-motriz do que ela pretende nos entregar.

Pesquisa revela qual é o Batman preferido do público; Você concorda?

Desde 1989, o Batman já foi vivido por pelo menos cinco atores desde a sua última aparição nos cinemas e em breve Robert Pattinson também entrará para essa lista.

Após tantas encarnações, é claro que as comparações entre narrativas e atuações tornaram-se inevitáveis. Foi pensando nisso que a Morning Consult coletou a opinião de cerca de 2000 pessoas nos EUA. Mas, então, qual é a versão mais amada do Homem-Morcego nos cinemas?

Não é de se surpreender que Christian Bale e Michael Keaton ficaram no topo da lista, mas parece que Ben Affleck fracassou mais uma vez interpretando um personagem dos quadrinhos.

É claro que foram contabilizadas as opiniões somente nos EUA e, mesmo assim, muitos reclamaram que somente 2000 entrevistados não dão credibilidade o bastante ao resultado. E você, concorda com a enquete?

Lembrando que ‘The Batman‘, dirigido por Matt Reeves, começa a ser produzido em 2020 e deve chegar aos cinemas em 2021.

‘Loki’: Ator de ‘Star Wars’: A Ascensão Skywalker’ entra para o elenco da série

De acordo com o Comic Book, Richard E. Grant está confirmado no elenco de ‘Loki‘, a vindoura série de TV da Disney+.

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre o personagem do astro, mas considerando seu currículo no cinema e na TV, é provável que seja um papel de destaque.

Para quem não conhece, Grant atuou recentemente como o General Pryde em ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ e participou de produções de sucesso, como ‘Logan’, ‘Game of Thrones’, e ‘Doctor Who’.

O veterano junta-se a Tom Hiddleston, Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, e Wunmi Mosaku.

Lembrando queLoki‘ tem previsão de estreia para o outono de 2021

Assista ao teaser:

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘O Exterminador do Futuro’: “O público já está cansado da franquia”, afirma atriz

Quando ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘ foi anunciado como uma sequência direta do 2º filme, os fãs esperavam testemunhar o retorno triunfante da franquia.

Além do retorno de James Cameron como produtor, Linda Hamilton também reprisou seu aclamado papel como Sarah Connor.

E apesar de receber avaliações moderadas da crítica especializada, o longa não agradou o público e arrecadou apenas US$ 260 milhões, a partir de um orçamento de US$ 195 milhões.

Durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, a atriz Mackenzie Davis foi questionada sobre os motivos que levaram o filme ao fracasso.

Em resposta, a intérprete de Grace (personagem híbrida de humano e máquina) disse que:

Destino Sombrio‘ era para ser um Exterminador do Futuro 3, mas é o 6º filme… Vieram três antes e acho que o público já está cansado da franquia. Essa foi a sensação que eu tive, mas não acho que isso significa que o que fizemos foi ruim, mas eu entendo que o apetite do público meio que acabou.”

A estrela também rebateu os comentários machistas que afirmaram que o longa fracassou pro conta do protagonismo feminino.

“Quando você atribui o fracasso ao fato de haver três mulheres na liderança… Eu não sei, eu nunca quis realmente me envolver nessas polêmicas porque não consigo controlar. Eu sou uma mulher e realmente gostei do que fizemos, eu sinto orgulho. Não acho que o motivo foi o protagonismo feminino. Para mim, estava claro que ‘seis [filmes] é demais1.”

Apesar disso, Davis disse que só tem boas lembranças da época em que gravou suas cenas.

“Adorei a experiência de fazer aquele filme. Foi difícil e desafiador, mas a equipe e o elenco foram incríveis e me receberam de braços abertos. Tim [Miller] foi um diretor incrível, dedicado e fez o melhor para entregar algo incrível. Sempre há conflitos criativos quando você lida com um filme dessa magnitude, mas é o preço que se paga ao lidar com a máquina da indústria cinematográfica.”

Com 70% de provação no Rotten Tomatoes, o filme ignora os eventos de ‘Exterminador do Futuro 3‘ e todas as outras sequências que vieram depois, reiniciando a linha do tempo após ‘O Julgamento Final‘.

Além de Davis e Hamilton, o elenco conta com Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger, Edward Furlong e Diego Boneta.

‘Duna’: Quanto tempo de duração terá o remake? Confira!

De acordo com o site francês La Presse, o remake de ‘Duna‘, dirigido por Dennis Villeneuve terá 2h 35 min de duração.

A nova versão terá apenas 18 minutos a mais que a versão original, dirigida por David Lynch em 1984, com suas 2h 17 min de duração.

De qualquer forma, esses minutos adicionais prometem fazer uma grande diferença na produção, que vem sendo descrita pelo elenco como uma obra-prima da história do cinema.

Recentemente, o ambicioso projeto ganhou várias novas imagens oficiais, que mostram os atores Zendaya e Timothée Chalamet indo para Arrakis.

Além disso, Villeneuve aparece em dois dos recentes registros, orientando ambos os astros em suas respectivas cenas.

O material em questão foi compartilhado com exclusividade pela revista Total Film.

Confira:

Em entrevista à Total Film, o aclamado diretor Denis Villeneuve comentou que está confiante e bastante otimista de que o projeto Duna terá sua segunda parte confirmada pela Warner Bros. pouco depois da estreia do primeiro capítulo – e que, para o projeto não seguir em frente, ele teria de ser um completo fracasso de bilheteria e de crítica.

“Ouvimos nas últimas décadas que não seria possível adaptar o livro e que essa é uma missão impossível”, ele disse. “Acho que, lá no fundo, o estúdio acreditava nisso. A primeira coisa, então, para ser mostrada é que havia a possibilidade de existir um longa lindo e popular, e acho que provei isso – todos na Warner e na Legendary estão 100% me apoiando. Eles acham que o filme precisaria ter uma bilheteria muito fraca para não dar aval [à segunda parte], porque eles amaram o filme. Estão orgulhosos do filme, então querem que siga em frente. E eles já fizeram metade de tudo. Então, sabe, estou bastante otimista”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de outubro.

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, Zendaya e Josh Brolin.

Thor e Jane Foster ostentam suas armaduras em BELÍSSIMA imagem inédita de ‘Amor e Trovão’; Confira!

A revista Empire divulgou uma imagem inédita de ‘Thor: Amor e Trovão‘, mostrando Jane Foster (Natalie Portman) e o asgardiano vivido por Chris Hemsworth ostentando suas belas armaduras.

Confira:

Anteriormente, uma fan page do Twitter dedicada a novidades da sequência divulgou novas artes promocionais.

Uma delas mostra Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale) atacando a dupla, enquanto a outra traz um pôster ilustrado em formato de capa de quadrinho, mostrando os heróis em ação.

Confira:

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Pantera Negra 2’: Artes mostram Namor com visual mais fiel aos quadrinhos

Interpretado por Tenoch Huerta (‘Narcos: Mexico’), o príncipe Namor fez sua estreia no MCU em ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘.

Apesar de algumas mudanças em sua origem, o visual do personagem agradou o público por conta de sua fidelidade ao material original.

No entanto, algumas artes conceituais compartilhadas pelo ilustrador Joshua James Shaw mostram o personagem com um traje ainda mais fiel aos quadrinhos.

Nas imagens, Namor veste o traje desenhado pela primeira vez por John Romita.

Na legenda, Shaw escreveu:

Namor – 2021 – Wakanda para Sempre – Para esta versão, eu estava tentando manter o design clássico preto e azul dos quadrinhos de John Romita Sr…”

Confira:

 

E aí, será que um dia veremos o mutante com esse traje nas telonas?

Lembrando que ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ chega à Disney+ no dia 1º de fevereiro. 

A sequência também conta com Letitia Wright, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Dominique Thorne, Winston Duke, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

Confira o trailer e a sinopse:

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

‘Loki’: Dubladora da Srta Minutos é demitida de série após comentários polêmicos

A dubladora Tara Strong conquistou os fãs da série ‘Loki‘ ao dar voz à Srta Minutos, a personagem animada que acompanha os funcionários da Agência de Variância Temporal explicando os principais conceitos sobre espaço-tempo.

Strong também é conhecida por dublar vários outros personagens, como a Lindinha de ‘As Meninas Super Poderosas‘, Timmy Turner em ‘Os Padrinhos Mágicos’ e Bill em ‘Boxtown‘.

No entanto, Strong acabou sendo demitida desta última após fazer comentários polêmicos sobre a guerra entre Israel e os terroristas do Hamas na Palestina.

Em um dos comentários (via Unilad), a artista, que é judia, usou palavras bem duras para apoiar seu ponto de vista contra o Hamas, escrevendo:

“Para aqueles que apoiam as ações do Hamas, quando eles se infiltrarem em sua cidade natal, em seu solo e invadirem casas judaicas, estuprarem e decapitarem bebês inocentes, você os aplaudirão? Você agitarão a bandeira deles enquanto massacram cristãos e muçulmanos que não acreditam em suas ideologias?”

A crítica de Strong não foi muito bem aceita por fãs e pelo estúdio que produz ‘Boxtown‘, que anunciou a demissão da dubladora através do Twitter.

A publicação diz o seguinte:

“Olá a todos! Passando para dar uma atualização sobre ‘Boxtown‘. Iremos reescalar o papel de Bill (anteriormente dublado por Tara Strong). Teremos mais informações sobre as audições em breve. Obrigado a todos pela compreensão enquanto descobrimos como proceder.”

Inclusive, Strong só soube de sua demissão através da rede social, dizendo:

“Acabei de descobrir pelo Twitter! Isso é o que acontece quando você ajuda os fãs a fazer uma série, eu acho. Fui demitida por ser judia. Que bom que ajudei vocês a conseguirem seu dinheiro no kickstarter. Por favor, esqueçam meu endereço de e-mail e ore por minha família em Israel e em Gaza.”

Vale lembrar que sua dublagem como Srta Minutos na 2ª temporada de ‘Loki‘ já foi concluído, e a Marvel não se pronunciou sobre o futuro de Strong na atração.

Por falar nisso, o estúdio divulgou um novo trailer da série, recapitulando algumas cenas de episódios anteriores e antecipa que o desfecho da segunda temporada será épico.

Vale lembrar que a série está em exibição no Disney+, com novos episódios sendo lançados todas às quintas-feiras às 22h do horário de Brasília.

Confira:

Confira o trailer:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, a temporada abriu com uma aprovação de 82% e uma nota média de 7.2/10.

Confira algumas avaliações:

“Há tanto para gostar aqui que você quase esquece que é uma série da Marvel.” – RogerEbert.com

“Por mais monótono que o resto da temporada possa ser, o grande problema é Jonathan Majors, que retorna como mais uma variante de Kang.” – Rolling Stone

“Às vezes você sente que precisa de um diploma de física teórica para entender tudo. O trabalho de caráter forte compensa parte disso, assim como um senso de humor consciente.” – USA Today

“É o melhor série do Disney+ da Marvel Studios desde… ‘Loki’.” – Washington Post

“É tudo um pouco cansativo.” – London Evening Standard

“Personagens com questões convincentes, alto drama existencial, comédia peculiar e ação arrebatadora são combinados melhor do que em qualquer outro programa do Disney+ até hoje.” – TheWrap

A 2ª temporada de ‘Loki’ começa logo após o chocante final da temporada anterior, quando Loki se encontra em uma batalha pela alma da Agência de Variância Temporal. Junto com Mobius, B-15 e uma equipe de novos e antigos personagens, ele navega em um Multiverso cada vez mais perigoso e em constante expansão em busca de Sylvie, da juíza Renslayer, da Senhorita Minutos e da verdade sobre o que significa possuir livre arbítrio e propósito glorioso.

Além do protagonista Tom Hiddleston, os novos episódios vão contar com o retorno de Owen Wilson como Mobius M. Mobius, o excêntrico funcionário da Agência de Variância Temporal que embarca na anarquia de Loki contra as forças que controlam o tempo.

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

 

‘Kaos’: Conheça os deuses gregos da série de mitologia da Netflix

Kaos, nova série ácida de mitologia grega, que traz o icônico Jeff Goldblum (‘Jurassic Park’) como Zeus, o Rei dos Deuses do Olimpo, ganhou imagens inéditas destacando alguns dos principais personagens.

Confira:

Hades (David Thewlis)

Hades é o deus da morte e irmão do meio de Zeus (viu? Governar os assuntos dos mortais é um negócio de família). Ele trabalha mais duro do que qualquer outra pessoa — sem pausas quando você está cuidando do Submundo — e ele é o único membro da família a levar a profecia de Zeus a sério. Suas tentativas de ajudar, no entanto, saem pela culatra espetacularmente.

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Poseidon (Cliff Curtis)

Poseidon é o deus do mar e irmão mais novo de Zeus. Aproveitando sua vida tranquila em um iate perto de Creta, Poseidon é mais um buscador de prazeres relaxado do que um prenúncio de desgraça que prefere vestir sungas do que se armar com lanças. Mas a paranoia de Zeus muda isso, ameaçando o tecido da família e colocando Poseidon e alguém que ele ama em perigo.

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Medusa (Debi Mazar)

Medusa está morta há muito tempo. Parece uma eternidade (o Submundo pode fazer isso com uma pessoa). Ela está encarregada da Administração da Margem do Rio no Lethe, mas Medusa é apenas uma burocrata com cabelos de cobra ou faz parte de algo mais sinistro?

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Perséfone (Rakie Ayola)

Perséfone é a rainha do submundo e esposa de Hades. Ela passou grande parte de sua vida dissipando rumores — propagados por milênios de arte clássica, renascentista e moderna — de que ela foi raptada por ele e transformada em sua noiva. No entanto, Perséfone adora Hades e se casou com ele de bom grado.

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A produção chega à Netflix no próximo dia 29 de agosto.

Na trama, Zeus tem uma crise existencial quando pensa que pode estar envelhecendo e decide se afastar de toda essa coisa de “rei dos deuses” e aproveitar a vida aos olhos mortais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O elenco ainda contará com Janet McTeer (Hera), David Thewlis (Hades), Debi Mazar (Medusa), Aurora Perrineau, Cliff Curtis (Poseidon) e Nabhaan Rizwan (Dionísio), além de Killian Scott, Misia Butler, Leila Farzad, Rakie Ayola e Stanley Townsend como um grupo de mortais que podem ser responsáveis pela queda de Zeus.

O projeto foi criado por Charlie Covell (‘The End of the F***ing World‘), e está sendo descrito como grandioso, na mesma escala que ‘Games of Thrones‘.

“Será basicamente uma reimaginação contemporânea da Mitologia Grega,” revelou Covell. “Acredito que terá a mesma escala que ‘Game of Thrones’, mas o tom será mais descontraído, em termos de humor, visual e trilha sonora.”

Esperando família, política e poder, a trama apresentará três mundos: os Deuses, a Terra e o Submundo. Usando os mitos e renovando-os, a trama focará em Orpheus e Eurydice, que fazem parte de uma família disfuncional de deuses.

A série terá 20 episódios de uma hora cada, com produção de Nina LedermanJohn WoodwardTanya Seghatchian.

‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’ registram ÓTIMAS pré-estreias nos EUA

O fenômeno “Barbeheimer” é real!

De acordo com o The Hollywood Reporter, o aguardado filme ‘Barbie‘, estrelado por Margot Robbie, teve uma pré-estreia estelar nos Estados Unidos, arrecadando impressionantes US$ 22,3 milhões na noite de quinta-feira, 20 de julho. As expectativas são de que o filme alcance uma abertura de US$ 90-110 milhões durante o fim de semana.

Além disso, a produção também tem desempenho promissor ao redor do mundo, com projeções de chegar muito perto dos US$ 200 milhões até domingo, 23 de julho.

No entanto, ‘Barbie‘ enfrenta concorrência de peso nos cinemas, especialmente do filme ‘Oppenheimer‘, dirigido por Christopher Nolan.

A cinebiografia do criador da bomba atômica também mostrou sua força, arrecadando ótimos US$ 10,5 milhões em sua estreia, conquistando a segunda posição nas bilheterias.

As previsões indicam que ‘Oppenheimer‘ terá uma abertura doméstica entre US$ 40-50 milhões.

Ambos os filmes estão em cartaz também no Brasil. Qual você irá conferir primeiro?

Relembre o trailer de ‘Barbie‘:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

“Realmente me AFETOU”, afirma Sofia Boutella sobre críticas a ‘Rebel Moon’

A estrela Sofia Boutella compartilhou recentemente como ela enfrentou as duras críticas à Rebel Moon, na qual interpreta Kora, a protagonista da saga de Zack Snyder, revelando que, apesar de pensar que estava preparada, as críticas realmente a afetaram.

Durante uma entrevista ao Vulture, a atriz expressou:

“Eu sempre pensei que estava totalmente preparada para enfrentar esses golpes, e então li as críticas que surgiram. A resposta crítica a Rebel Moon tem sido amplamente negativa, com resenhas apontando o ritmo do filme e a densa lore.”

Boutella continuou, refletindo: “E eu vou ser honesta sobre isso. Sinto que estou carregando o peso disso por todos que se importaram tanto com este projeto, e isso me afetou. Não é sobre a maneira como pareço. Se alguma coisa, tenho tido bastante sorte e as pessoas têm gostado do meu trabalho, mas o filme foi criticado. Isso realmente me afetou por todos os que investiram tanto coração, lágrimas e suor neste projeto. É difícil ver algo sendo criticado dessa forma. Estou orgulhosa de ter feito parte disso, e se Rebel Moon não seguir adiante, será uma parte muito importante da minha vida que defenderei para sempre.” 

Lembrando que ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ já foi filmado e será lançado na Netflix no dia 19 de abril de 2024.

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

Confira o trailer:

Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:

Rudy Pankow se despede de JJ em ‘Outer Banks’: “Ele vive a vida ao máximo”

A quarta temporada de Outer Banks trouxe um desfecho emocionante e inesperado, com a morte de JJ Maybank, interpretado por Rudy Pankow. Em uma entrevista ao Tudum, Pankow falou sobre sua jornada interpretando JJ e sobre o impacto da morte do personagem na trama.

“Desde o começo, JJ sempre demonstrou que faria qualquer coisa”, disse Pankow. “Ele colocaria seus amigos antes de si mesmo”.

Pankow ainda acrescenta: “Para JJ, ele precisa avaliar a cada momento de sua vida se vale a pena [arriscar], e eu acho que para ele, é uma constante, sim, vale a pena. Mesmo com toda a dor, sofrimento e as dificuldades que JJ enfrenta, ele acredita que vale a pena ir até o fim. Ele vive a vida ao máximo, e eu não acho que ele se arrepende de nenhum momento disso”.

A decisão de matar JJ foi difícil para os criadores da série, mas eles acreditam que foi a escolha certa para a trama.

“Foi uma decisão muito difícil porque ele é uma peça fundamental do elenco. Isso prepara o terreno para uma quinta e última temporada épica. Estamos planejando uma história de redenção e uma temporada que encarna a amizade que JJ passou a representar. A morte de JJ foi uma parte difícil, mas necessária da estrutura da história, e planejamos honrar isso o máximo que pudermos, porque amamos o personagem tanto quanto os fãs. E o Rudy é um grande amigo nosso”, disse Josh Pate.

Rudy Pankow abraçou a decisão dos criadores e se despediu do personagem com gratidão.

“Quando eu descobri que JJ iria arriscar tudo e não sobreviver, eu entendi. E os riscos aumentaram cada vez mais, e as apostas ficaram mais altas. É uma grande honra interpretar um personagem tão bonito e altruísta”, afirmou o ator.

A despedida de JJ foi um momento emocionante para todos os envolvidos na produção. “Os caras do som estavam chorando”, revelou Jonas Pate. “Foi uma cena difícil.”

Com o fim da jornada de JJ, Rudy Pankow expressou sua gratidão aos fãs e à equipe da série:

“Quero deixar um imenso ‘obrigado’ a todo o elenco e equipe. Foi um prazer gigantesco ir trabalhar todos os dias. Sem dúvida, esta é a experiência mais significativa que já vivi, e começar minha jornada com ela marca o início de uma nova fase da minha vida. Sentirei falta de tudo isso. Agradeço profundamente pelas memórias incríveis que vou levar comigo para o resto da minha vida”, declarou Pankow.

Por fim, o ator deixou uma mensagem para os fãs: “A todos os fãs que mostram tanto apoio e amor por JJ, só quero dizer obrigado. Isso realmente fez um impacto em mim, interpretá-lo. Foi uma honra dar vida a ele para vocês e foi um prazer interpretá-lo”. 

Vale lembrar que ‘Outer Banks’ já foi renovada para sua 5ª e última temporada.

Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

James Gunn comenta possível disputa de bilheteria entre ‘Superman’ e ‘Quarteto Fantástico’

O cineasta James Gunn se manifestou recentemente sobre a possível competição entre ‘Quarteto Fantástico’ e Superman, já que ambos os longas estreiam no próximo mês.

Segundo o ComicBook, Gunn afirmou que, apesar de os filmes pertencerem a estúdios concorrentes, há espaço para todos nos cinemas.

“Eles estreiam duas semanas depois da gente, há espaço para os dois!”, escreveu Gunn. “Adoro meus amigos da Marvel. Você pode encontrar qualquer tipo de discussão que quiser na internet. Eu prefiro focar em toda a positividade em torno dos filmes, em vez de ser sugado pelas guerras de fãs online”.

Como é de praxe para produções super-heroicas, o longa-metragem recebeu classificação indicativa para maiores de 13 anos (PG-13), em virtude de “violência, ação e linguagem”.

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em 10 de julho nos cinemas nacionais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Wicked: Parte 2’: Cineasta fala sobre a jornada de Fiyero e revela desejo de fazer um longa focado nele [SPOILERS]

[ATENÇÃO: CONTÉM SPOILERS DO FINAL DE ‘WICKED: PARTE 2’]

O musicalWicked: Parte 2’ já está em cartaz nos cinemas e, agora, o cineasta Jon M. Chu comentou sobre o desfecho de Fiyero (interpretado por Jonathan Bailey) e revelou um desejo ousado para o futuro da franquia.

Em entrevista ao Deadline, Chu expressou seu desejo de explorar a fundo a jornada do personagem:

“Quer dizer, meu sonho seria fazer um filme inteiro focado na perspectiva do Fiyero, porque, deixe-me dizer, ele tem uma história louca ali, aquele cara que acaba se tornando o saco de estopa mais quente que você já viu na vida? Eu pensei, ‘Deixe-me contar a história dele'”, afirmou.

Nos momentos finais do filme, Fiyero se reencontra com Elphaba (Cynthia Erivo) após a suposta morte de ambos. É neste ponto que a trama revela que ele, na verdade, se transformou no icônico Espantalho, e o casal decide finalmente deixar Oz.

O diretor detalhou como a equipe se esforçou para garantir que a drástica mudança de Fiyero não parecesse ilógica ou “totalmente insana” para o público. Eles focaram em como mostrar o estado de espírito do personagem antes de sua grande decisão:

“Certo. É tão insano. O que vocês estão fazendo aqui é parecido com o que nós fizemos, que era apontar esses buracos e pensar: ‘Não parece loucura que Fiyero esteja fazendo isso neste momento?’ Como podemos mostrar seu estado de espírito quando ele fala com Glinda (Ariana Grande) no início de ‘Thank Goodness’? Como podemos mostrar que sim, ele está representando o papel, mas ele se sente muito mais desconfortável com esse papel do que Glinda quando o reencontramos?”, questionou.

“Ele já estava insistindo, ‘Eu tenho que encontrar Elphaba, porque se mais alguém a encontrar, eles vão matá-la.’ Ele ainda está pensando nela. E Glinda ainda pensa nela, mas está muito mais comprometida com essa vida [glamourosa] porque gosta dos benefícios e não está disposta a abrir mão deles”, afirmou.

“Então, começamos a olhar para Fiyero e tentar fazer com que a sua jornada não parecesse totalmente insana. E, claro, Jonny Bailey é um gênio, então ele fez tudo parecer como, ‘sim, claro, é totalmente normal fazer todas essas coisas no decorrer de um filme'”, concluiu.

L to R: Cynthia Erivo is Elphaba and Jonathan Bailey is Fiyero in WICKED FOR GOOD, directed by Jon M. Chu.

Wicked: Parte 2’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século

Crítica | ‘Wicked: Parte II’ é uma épica conclusão para o maior evento musical do século | CinePOP

A continuação chega aos cinemas também na versão dublada, com as vozes das atrizes Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda).

O longa é dirigido pelo premiado cineasta Jon M. Chu e conta ainda com a participação da vencedora do Oscar Michelle Yeoh, Jonathan Bailey e Jeff Goldblum, entre outros no elenco.