A Paramount Pictures anunciou diversas alterações em seu calendário, e ‘Jackass 4‘ foi um dos projetos afetados, tendo seu lançamento adiado em quase dois meses.
Inicialmente previsto para o início de setembro, agora a produção irá estrear apenas no dia 22 de outubro.
A franquia ‘Jackass‘ ficou mundialmente famosa por mostrar um grupo de amigos se acidentando de propósito só para divertir o público. E parece que a sequência vai repetir a dose de insanidade!
Johnny KnoxvilleeSteve-O foram hospitalizados no 2º dia de gravações quando decidiram carregar tubas pesadas enquanto tentavam correr em esteiras programadas em alta velocidade.
Felizmente, ambos tiveram apenas escoriações e pequenas lesões musculares, mas devem retornar ao trabalho em breve.
Para quem não conhece, a franquia se originou em 2000 com a série da MTV, que durou três temporadas e foi um grande sucesso para o canal e seu elenco, mas foi cancelada devido a conflitos financeiros e criativos entre o canal e suas estrelas.
Ele encontrou uma nova vida nas telonas com ‘Jackass: O Filme‘ (2002), que foi originalmente previsto como uma despedida da série e uma maneira da equipe contornar as censuras e fazer tantas acrobacias selvagens quanto quisesse.
Com o sucesso, surgiram duas sequências, lançadas em 2006 e 2010.
A Gun Interactive, mesma produtora por trás de ‘Friday the 13th: The Game‘, divulgou o primeiro trailer do jogo baseado na franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.
Confira:
O jogo será um multiplayer online assimétrico, assim como o popular ‘Dead by Daylight‘.
Infelizmente, ainda não há previsão para o lançamento.
Vale lembrar que a Netflix lançará o novo filme da franquia, intitulado ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘, em seu serviço de streaming no dia 18 de fevereiro.
Depois de quase 50 anos escondido, Leatherface retorna para aterrorizar um grupo de jovens amigos idealistas que acidentalmente perturbam seu mundo cuidadosamente protegido em uma remota cidade do Texas.
Melody (Sarah Yarkin), sua irmã adolescente Lila (Elsie Fisher), e seus amigos Dante (Jacob Latimore) e Ruth (Nell Hudson), vão até uma remota cidade do Texas para iniciar um novo empreendimento comercial. Mas o sonho logo se transforma em um pesadelo quando eles acidentalmente perturbam a casa de Leatherface, o assassino em série enlouquecido cujo legado encharcado de sangue continua a assombrar os residentes da área – incluindo Sally Hardesty (Olwen Fouéré), a única sobrevivente de seu infame massacre de 1973, que está em busca de vingança.
Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).
Mark Burnham (‘Lowlife’) interpretará o novo Leatherface. David Blue Garcia (‘Tejano’) é responsável pela direção.
Em entrevista ao The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Kenan Thompson comentou sobre a possibilidade de uma sequência para a comédia clássica ‘A Guerra do Hamburguer‘.
“Eu adoraria retornar [para uma sequência]. Nós estamos tendo discussões sobre isso, conversando sobre o orçamento e tentando acertar as coisas.”
Anteriormente, o ator havia compartilhado sobre o projeto em seu Instagram: “Eu amo esse filme e todos que trabalharam nele. Fico muito orgulhoso de fazer parte de algo que muitas gerações passaram a amar. Que tal uma sequência?”
Lançado em 1997, o filme original segue Ed e Dexter Reed, que trabalham na lanchonete Good Burger. Eles precisam enfrentar a concorrência da Mondo Burger, que pretende dominar o mercado local de restaurantes fast food. Eles inventam um molho que faz grande sucesso junto ao público, o que desperta a ira do dono da concorrente.
Além de Kenan Thompson, o ator Kel Mitchell também estrela a produção.
Uma noite pelas ruas agitadas de Haifa, onde as histórias de três mulheres se entrelaçam enquanto elas desafiam rótulos em seus relacionamentos e identidades pessoais.
Curiosidades:
» Marie-Jose Sanselme, de ‘Terra Prometida‘ e ‘Um Trem em Jerusalém‘, assina o roteiro;
Em entrevista ao The Independent, Ernie Hudson (‘Quantum Leap: Contratempos’) quebrou o silêncio sobre o criticado reboot feminino da franquia ‘Ghostbusters‘.
Apesar de ter elogiado o desempenho “brilhantemente divertido” das protagonistas interpretadas por Melissa McCarthy, Kate McKinnon e Leslie Jones, o ator destacou que a produção não atendia a expectativa dos fãs dos filmes originais.
“Os fãs estavam realmente investidos na história e nos personagens [da franquia original], então acredito que [o reboot] foi uma decepção. Eu gostei do filme, mas sinto que não era o que os espectadores estavam querendo ver.”
Vale lembrar que o novo capítulo da saga, ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘, arrecadou sólidos US$ 45.2 milhões em sua estreia nos EUA.
O resultado conseguiu ultrapassar o lançamento de ‘Ghostbusters – Mais Além‘, que havia arrecadado US$ 44 milhões em seu primeiro final de semana no país, em 2021.
Internacionalmente, o longa soma US$ 16.4 milhões através de 25 mercados, totalizando uma estreia global de US$ 61.6 milhões.
De acordo com o Deadline, o sucesso da nova iteração ajudou a franquia a ultrapassar a impressionante marca de US$ 1 bilhão em arrecadação.
Vale destacar, no entanto, que ‘Apocalipse de Gelo‘ recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore – a mesma avaliação recebida pelo criticado reboot feminino de 2016.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de abril.
Infelizmente, a produção dividiu a opinião dos críticos. No Rotten Tomatoes, o longa alcançou somente 43% de aprovação com base em 216 publicações até o momento. A encargo de comparação, o filme anterior conquistou 64% de avaliações positivas.
Confira os principais comentários:
“A mistura desajeitada de nostalgia, sustos, cenários, sinceridade e piadas nunca se concretiza, levando à conclusão de que talvez seja a hora da Sony desistir desse fantasma em particular” – Screen International.
“Tudo no filme é cru e preguiçoso, e podemos esperar que esta franquia seja congelada por muito tempo” – Little White Lies.
“‘Apocalipse de Gelo’ é uma melhoria notável em relação a ‘Mais Além’ – engraçado, bobo e um pouco assustador, com seus bolsos cheios de bugigangas feitas à mão e excursões ocasionais ao reino da pseudo-mitologia e da parapsicologia” – Independent (UK).
“‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’ corre sobre gelo fino, sobrecarregado com ideias díspares e sem inspiração” – IGN Movies.
“‘Apocalipse de Gelo’ é arrastado por sua obsessão pelo passado” – Cleveland Plain Dealer.
A família Spengler retorna para onde tudo começou – a icônica estação de bombeiros em Nova York – para se unirem com os caça-fantasmas originais, que desenvolveram um laboratório ultra secreto de pesquisa para levar a caça aos fantasmas a outro nível. Mas quando a descoberta de um artefato antigo libera uma força do mal, os Ghostbusters originais e os novos precisam unir forças para proteger suas casas e salvar o mundo de uma segunda Era do Gelo.
Apesar dos fãs estarem comemorando o anúncio do retorno do Chris Evans ao MCU, o ator pode acabar voltando ao universo da Marvel de uma maneira bastante inesperada.
De acordo com o insider TheInSneider, o astro não deve retornar como o Capitão América, mas sim incorporando um novo herói: o Nômade.
Nos quadrinhos, Nômade é uma identidade alternativa adotada pelo Steve Rogers após ele abandonar o título de Capitão América. Considerando que papel foi assumido oficialmente por Anthony Mackieno MCU, e que os próximos filmes irão se aprofundar no multiverso, a informação faz muito sentido.
Infelizmente, além do retorno oficial de Evans, nada foi confirmado. Trate a notícia apenas como um rumor.
Hayley Atwell (‘Missão: Impossível – Acerto De Contas Parte 1’) também retornará como a Agente Carter.
Vale lembrar que Evans já havia retornado ao MCU em ‘Deadpool & Wolverine‘, reprisando seu papel como o Tocha Humana de ‘Quarteto Fantástico‘. Sua última aparição como o Steve Rogers, no entanto, foi em ‘Vingadores: Ultimato‘.
Robert Downey Jr., intérprete original do Homem de Ferro, retornará como o vilão Doutor Destino.
Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) serão responsáveis pela direção.
Dirigido por Marco Dutra (‘Trabalhar Cansa’), o longa é baseado no aclamado romance homônimo assinado por Ana Paula Maia.
Na pequena cidade de Abalurdes, Edgar Wilson trabalha como recolhedor de animais mortos nas estradas para mantê-las funcionando. Junto dele está Tomás, ex-padre excomungado que distribui extrema unção aos seres moribundos que cruzam seu caminho, e sua chefe Nete – com quem Edgar tem um relacionamento incipiente, além do desejo de fugir de Abalurdes. Ao redor deles, o mundo parece dar sinais de que um arrebatamento final se aproxima.
Betty Faria, Maria Manoella, Danilo Grangheia e Gilda Nomacce também fazem parte do elenco.
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de outubro.
Apesar de ter sido universalmente criticado pelo público, o novo documentário sobre o astro Michael Jackson está fazendo sucesso na Netflix.
De acordo com o Variety, a série documental registrou 17.8 milhões de visualizações em seus cinco primeiros dias, alcançando o topo das produções mais assistidas no serviço de streaming.
Na plataforma brasileira, o documentário desbancou produções populares como ‘Brasil 70: A Saga do Tri‘, ‘My Royal Nemesis‘, ‘Todo Mundo Odeia o Chris‘ e ‘Berlim‘.
Dividido em três partes, ‘Michael Jackson: O Veredito‘ conta com a direção de Nick Green e adota uma abordagem investigativa. A narrativa é conduzida por meio do relato de figuras-chave que estiveram diretamente envolvidas no tribunal, oferecendo uma análise profunda tanto do processo judicial quanto do impacto cultural e social de longo prazo deixado pelo veredito do artista.
Apesar de ter conquistado 78% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção amargou 6% de aprovação no público no site.
A produção do documentário ficou a cargo da Candle True Stories. A equipe de bastidores traz nomes de peso da indústria de não-ficção, contando com a produção executiva deFiona Stourton e James Goldston, além de David Herman, que também assume a função de showrunner do projeto.
Em um dos trechos de destaque do trailer, a magnitude do caso é resumida de forma direta por um dos entrevistados: “Ele é o homem mais famoso do mundo sendo acusado do crime mais hediondo do mundo.”
O julgamento criminal, realizado na Califórnia em 2005, centrou-se nas denúncias de que o cantor teria abusado sexualmente de um jovem menor de idade dentro de sua famosa e polêmica propriedade, o Rancho Neverland.
A produção não deve se esquivar das diferentes e polarizadas perspectivas que cercam o caso até hoje. No trailer oficial, um profissional diretamente ligado à acusação na época reflete a frustração da promotoria com o desfecho: “Nós acreditávamos que ele era um criminoso e que conseguiu escapar por causa de sua fama e celebridade”.
Ao fim do exaustivo processo em 2005,Michael Jackson foi considerado inocente de todas as 10 acusações criminais apresentadas pela promotoria. Para esclarecer os bastidores dessa decisão, a produção da Netflix trará depoimentos inéditos e exclusivos dos próprios membros do júri do julgamento.
A atriz Isabella Amara, de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ também participará de ‘Vingadores: Guerra Civil‘.
A revelação foi feita pela própria atriz, durante uma entrevista ao site BlackFilm.com. Na ocasião, ela relembrou que ambas as sequências de ‘Vingadores’ estavam sendo gravadas uma seguida da outra, mas que estaria só na primeira.
No reboot de ‘Homem-Aranha’, Amara interpreta Sally, uma personagem pequena que faz parte do mesmo time de decatlo acadêmico que Peter está.
O elenco de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ entrou na brincadeira do divertido quadro Mean Tweets, do talk show Jimmy Kimmel Live, e novamente leu uma série de publicações maldosas a seu respeito, feitas pelos usuários da rede social.
Confira:
‘Guerra Infinita‘ arrecadou US$ 640 milhões em seu fim de semana de estreia, e já soma US$ 1,16 bilhão em uma semana.
O filme que marca a estreia na direção da atriz Olivia Wilde, intitulado ‘Booksmart’, ganhou seu primeiro trailer.
Confira:
Com temática coming of age, aos moldes de ‘Lady Bird‘, a produção conta a história de Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), duas melhores amigas inteligentes, que sempre seguiram as regras, com um desempenho acadêmico surpreendente. Mas, à medida que elas comemoram suas conquistas estudantis e o sonho de estudar na faculdade que sempre almejaram, elas começam a refletir se de fato também não perderam a oportunidade de viver a algumas das experiências naturais da adolescência.
A 7ª temporada da comédia ‘Brooklyn Nine-Nine‘ continua a todo vapor, mas o ciclo atual será encerrado mais cedo, em virtude da interrupção das filmagens devido à reclusão social.
E a emissora NBCanunciou a data de estreia do episódio final da temporada. O capítulo em questão vai ao ar no dia 23 de abril, nos Estados Unidos.
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 8ª temporada, consolidando seu sucesso.
Confira:
Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.
Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.
A produção da cinebiografia ‘House of Gucci‘ segue a todo vapor e duas novas imagens dos bastidores foram compartilhadas, trazendo Lady Gaga e Adam Driver gravando uma cena.
É incerto pontuar qual seria o contexto da cena, mas é possível vermos Gaga dividindo um lanche com Driver.
Confira:
Recentemente foram divulgadas as primeiras fotos deJared Leto como o estilista Paolo Gucci.
A trama será adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed’.
“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme”, disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.
Scott recentemente dirigiu a sequência ‘Alien: Covenant’ e a ficção científica ‘Perdido em Marte’. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado ‘Nasce Uma Estrela’, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.
Bem longe do padrão de sua tão peculiar profissão, Saúl Armendáriz desafiou seus próprios limites físicos e pessoais para transformar sua franzina estrutura em um espetáculo visual à parte. Com cabelos loiros bem tingidos e figurinos flamboyant que evidenciavam cada detalhe de seu corpo, ele se esgueirou para dentro da tradicional Lucha Libre mexicana como o underdog exótico – aquele que normalmente jamais venceria seus combates. Mas indo contra todos os seus performáticos oponentes e contra as regras informais que regem este esporte, ele foi capaz de fazer de seu alter-ego Cassandro um ícone sociocultural. E ao se contrapor ao status quo, ele naturalmente também fez história para a comunidade LGBTQIA+.
Mesmo distante do nosso escopo cultural, a história de Armendáriz e Cassandro têm muito mais a ver conosco do que imaginamos. Nascido em um lar desestruturado, em um contexto de escassez, ele decidiu percorrer o caminho mais longo, em uma rota um tanto inóspita. Ainda que a Lucha Libre sempre tenha ocupado um enorme lugar no coração do povo mexicano, o caricato esporte faz parte de uma espécie de contracultura. E para alguém que fugia de todos os padrões, transformar o inusitado em carreira parecia muito mais inviável do que um sonho possível. E é a garra e o otimismo do personagem que fazem de Cassandro um filme feito para todos. Independente do contexto sociocultural, o lutador amador carrega um pouco de cada um de nós. E pelas mãos dos roteiristas David Teague e Roger Ross Williams, cada luta, cada derrota e cada recomeço são tratados com delicadeza, bom humor e muito respeito.
Mas o roteiro de Cassandro só consegue nos tomar de uma vez graças a Gael García Bernal. Dono de um talento imensurável, o astro já conquistou Hollywood há décadas, mas continua nos mantendo naquele primeiro amor – a fase do encantamento. Ágil, dinâmico e reluzente em tela, ele é a expressão certeira de Saúl e Cassandro e consegue evidenciar em sua performance todas as nuances que distinguem a figura real de seu alter-ego. E de maneira leve e divertida, o original da Amazon Prime Video se torna uma experiência convidativa, que brinca com os estereótipos de seu protagonista para de fato celebrá-lo pelo dedicado homem que sempre foi.
E conforme também aborda a relação de Armendáriz com sua mãe, Cassandro ainda consegue ser um dramédia familiar – embora não seja de censura baixa. Mostrando a intimista relação que mais marcou a vida do artista, o longa é capaz de crescer em nosso conceito de forma diferente e especial, justamente por transcender as ambições profissionais. Aqui, não vemos a gana de um homem obstinado. Enxergamos um jovem, rejeitado pelo pai, que encontra na relação com sua mãe a coragem que precisa para realizar um sonho. E com simbolismos tão poderosos e identificáveis, Bernal e o cineasta Roger Ross Williams fazem da cinebiografia uma alegoria catártica, apaixonante e essencialmente divertida.
Bem dirigido e com um excelente e suntuoso figurino elaborado por Mariestela Fernández, a comédia dramática ainda explora com naturalidade os desafios do artista em relação a sua sexualidade. Sem transformar a luta pessoal de Armendáriz em um agenda, Williams e Teague abordam os dilemas, a discriminação e a rejeição social enfrentada pelo lutador dentro e fora dos ringues, nos fazendo entender a vida pela ótica de um jovem gay em uma época marcada por preconceitos. E valorizando a culturalidade mexicana a partir do design de produção de J.C. Molina, dos figurinos e das dinâmicas relacionais entre os personagens, Cassandro é também uma celebração ao México, a suas raízes e a sua história. Com Gael nos levando por uma colorida aventura onde o final é só o começo, o filme original da Prime Video é um impulso ao desconhecido, um convite aos sonhos mais insanos que carregamos no coração.
Brasileiro concorrendo à Palma de Ouro? Temos o cearense Karim Aïnouz com a sua estreia internacional com o filme histórico Firebrand (O Jogo da Rainha) ao lado da sueca Alicia Vikander e o britânico Jude Law. Eles interpretam o casal monárquico Katherine Parr e Henrique VIII.
Esta é a primeira vez do brasileiro na Mostra Competitiva, o cineasta já esteve duas vezes como diretor na mostra Un Certain Regard, com os filmes Madame Satã (2002) e A Vida Invisível de Eurídice Gusmão (2019). Além disso, Karim Aïnouzapresentou na Sessão Especial do Festival, em 2021, o documentário Marinheiro das Montanhas, ainda inédito no Brasil e previsto para o segundo semestre deste ano.
Na noite de hoje, dia 21 de maio, o diretor brasileiro foi longamente aplaudido apos a sessùao de Firebrand e gritou entre agradecimentos: “Viva o Brasil! Viva o cinema brasileiro! Viva o Lula!”. Veja no vídeo abaixo os nossos comentários sobre Firebrand e outros filmes conferidos hoje.
May December (Maio Dezembro), de Todd Haynes
Banel & Adama, de Ramata-Toulaye Sy
Only The River Flows (Somente o Rio Corre), de Wei Shujun
Durante sua participação no programa The Howard Stern Show, para divulgar o seu mais novo filme, ‘Operação Red Sparrow’, Jennifer Lawrence contou sobre a vez que fez teste para fazer parte de ‘Crepúsculo’.
“Eu não sabia realmente o que era [o teste]. Quando você faz uma audição, você ganha cinco páginas e e eles só mandam: ‘Atue’. Quando o filme saiu, fiquei tipo: ‘Caramba, UAU!'”
Apesar disso, a atriz disse que não se arrependeu nem um pouco. O papel eventualmente ficou com Kristen Stewart, que marcou sua carreira.
Porém, o diretor Scott Derricksonpublicou uma mensagem misteriosa em seu Instagram, indicando o possível anúncio da sequência em setembro. Na legenda, ele escreveu:
“Não é a minha vontade, mas a tua será feita… Nos vemos em setembro”.
Uma publicação compartilhada por Scott Derrickson (@scottderrickson) em
Recentemente, durante uma conversa com o Cinemablend, Kevin Feige afirmou que Benedict Cumberbatch voltará ao papel de Stephen Strange:
“[…] Doutor Estranho, quando fizermos um novo filme dele, será alguns anos depois do primeiro filme, mas ainda assim, ele é uma grande parte de Guerra Infinita. Então é um problema, quando você tem muitos personagens amados que as pessoas esperam ver mais sobre eles…”
Sucesso do estúdio Marvel, ‘Doutor Estranho’ arrecadou US$ 675,8 milhões pelo mundo. ‘Doutor Estranho 2’ segue sem data de estreia definida ou confirmação oficial.
Fazendo sua estreia nos quadrinhos em agosto de 2011, o jovem Miles Morales não demorou para assumir o manto do Homem-Aranha no Universo Ultimate (uma dimensão paralela ao universo principal, o 616, que trazia versões mais atuais dos heróis clássicos da Marvel e que foi bastante popular nos anos 2000). Sendo um jovem negro de origem latina, o garoto conseguiu repetir o feito de Peter Parker nos anos 60 ao dialogar, por meio de histórias muito bem escritas, com as situações e problemas típicos dos jovens da época, criando um vínculo forte de identificação entre personagem e leitor. E quatro anos mais tarde, com o fim da linha Ultimate, a Marvel se viu incapaz de “se livrar” do personagem e encontrou um meio de convergir esses universos, mantendo alguns heróis. E foi assim que Miles chegou ao Universo 616, onde se tornou amigo de Peter e vem trilhando sua própria história na ‘Série A’ das HQs desde então.
E desde 2018, com o lançamento do espetacular Homem-Aranha no Aranhaverso, Miles conseguiu furar a bolha das histórias em quadrinhos e começou a conquistar o público que não se liga tanto nas mirabolantes tramas das HQs. E para um personagem de quadrinhos, nada melhor que cativar públicos diferentes, porque isso costuma significar uma popularidade ainda maior para si. E foi o que aconteceu. Atualmente, o Homem-Aranha segue como um dos três super-heróis mais populares de todos, mas já começa a haver uma certa dualidade quanto a sua identidade secreta. Se perguntar para algumas crianças mais jovens, é bem capaz que respondam à pergunta “quem é o Homem-Aranha” com “Miles Morales” e não “Peter Parker”. E isso é muito legal, porque mostra que realmente qualquer um pode ser o Homem-Aranha, que é a grande mensagem por trás do icônico traje aracnídeo que domina a Cultura Pop desde os anos 60.
Essa parceria icônica vem dando tão certo que já é possível encontrar essa relação de mentoria e amizade em diversas mídias, como os quadrinhos, os videogames, as séries animadas e até nos cinemas. Ainda não houve um crossover em Live Action. Porém, parece ser apenas questão de tempo para que isso ocorra, já que Miles foi indiretamente citado em dois filmes do Aranha no MCU. Em Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), o tio de Miles, Aaron Davis, o Gatuno, foi interpretado por Donald Glover e estrelou uma cena em que foi interrogado pelo Aranha (Tom Holland). Já em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), ele é indiretamente citado quando o Electro(Jamie Foxx) brinca com o Peter de Andrew Garfield, dizendo que deve haver um Homem-Aranha negro por aí em algum lugar.
O mais curioso de terem escolhido Donald Glover para viver a versão Live Action do tio de Miles é que ele é um tipo de padrinho do personagem na vida real, sendo intrinsecamente ligado ao herói em diferentes mídias. A primeira, e talvez mais importante, ligação dele foi ter servido de inspiração para a criação do próprio Miles Morales.
Para entender melhor, é necessário voltar para a década passada. Na época, a Sony passava por uma crise financeira e, após o cancelamento de Homem-Aranha 4, deSam Raimi, anunciou que haveria um reboot na franquia do herói, que seria interpretado por um novo ator e se passaria em um outro universo. Com essa notícia, em maio de 2010, o jornalista, roteirista e quadrinista Marc Bernardin escreveu um artigo para o Gizmodo entitulado: “A última coisa que o Homem-Aranha deveria ser é outro cara branco“, em que questionava se não era hora do mundo ver um Cabeça de Teia sendo interpretado por um ator negro ou de origem latina.
Isso rendeu uma série de comentários racistas e xenofóbicos, mas também inspirou o jovem humorista Donald Glover, que brilhava como o Troy da série Community, a lançar uma campanha nas redes sociais para que ele interpretasse o próximo Homem-Aranha nos cinemas. Para reforçar a campanha do ator, os produtores da série o colocaram com um pijama do Homem-Aranha em uma cena logo no primeiro episódio da segunda temporada. Com a #donald4spiderman, o ator queria chamar a atenção da Sony, o que não aconteceu, já que o escolhido para iniciar a nova franquia foi Andrew Garfield, mas definitivamente atraiu olhares que mudariam de uma vez por todas a trajetória do herói.
Essa cena aparece como um easter egg em “Homem-Aranha no Aranhaverso”
Originalmente, já havia um debate interno na Marvel desde 2008, quando Barack Obama assumiu como presidente dos EUA, de trazer mais heróis negros para esse universo alternativo, mas não havia um consenso. Com a repercussão da campanha de Glover e sendo fã da série, a principal mente por trás do Universo Ultimate, Brian Michael Bendis, assistiu ao episódio e teve uma ideia ousada. Como a linha Ultimate era mais permissiva a mudanças, Bendis decidiu matar Peter Parker, que já estava desgastado naquele universo, e revolucionar o Homem-Aranha inserindo um jovem que parecesse com Donald Glover, mais jovem que Peter, para assumir o manto e preencher os roteiros com problemas mais próximos aos dos jovens da época.
E assim, com inspiração direta, assumida pelo quadrinista, no ator, Miles Morales nasceu e rumou ao estrelato, rompendo a ideia original de mantê-lo apenas nesse universo alternativo e ganhando seu espaço no Universo 616. Mas a ligação de Glover com o personagem não parou por aí.
Na primeira aparição de Miles Morales em séries animadas, que aconteceu em Ultimate Homem-Aranha – exibido no Brasil pelo antigo Disney XD, os produtores convidaram o próprio Donald Glover para interpretá-lo na animação. Ou seja, além de ser a inspiração para a criação do personagem, Glover foi o primeiro a interpretá-lo em uma produção oficial da Marvel.
E como já dito no começo do texto, tudo indica que ele também será responsável pela introdução do herói no MCU. Em De Volta ao Lar, inclusive, havia uma cena em que ele conversaria com o sobrinho por telefone, justificando seu atraso por estar preso no carro pela teia do Homem-Aranha, encerrando sua participação com a frase: “Não vou conseguir chegar a tempo, Miles”. A cena foi gravada e está nos bônus do Home Video do filme. Infelizmente, ela não entrou no corte final. O mais legal de toda essa relação é que Glover é um grande fã do universo do Homem-Aranha e por meio de seu trabalho, conseguiu inspirar uma mudança radical no cânone do herói, que passou a ter dois ícones carregando o manto, cada um com seu ideal e forma de agir, mas ambos se tornando lendas do Universo Marvel.
A nova aventura de Miles Morales está em cartaz nos cinemas em Homem-Aranha: Através do Aranhaverso.
Quem já passou por isso, lembra como é. Quem ainda vai passar, imagina o drama que será. Fato é que quando acabamos a escola, um novo universo se abre diante de nós, sobre o qual não temos nenhum controle e pouco podemos imaginar o que pode acontecer. O último dia da escola é fatal, pois significa o fim de uma era, encontrando os amigos diariamente, para ir em direção a um dia seguinte desconhecido, oficialmente desempregado ou entrando para uma faculdade com pessoas completamente novas. A fatalidade desse último dia provoca nos estudantes um senso de urgência para resolver todas as pendências que se arrastaram ao longo dos anos, e é justamente sobre esse sentimento que acontece ‘A Última Festa’, nova comédia dramáticanacional que chega aos cinemas brasileiros a partir desta semana.
A festa de formatura da escola está bombando com todos os convidados vestidos com a temática “festa de época”. O grupo de amigos Nina (Marina Moschen, do recente ‘No Mundo da Luna’), Nathan (Christian Malheiros, de ‘Sintonia’), Bianca (Thalita Meneghim) e Marina (Giulia Gayoso) acaba de chegar, mas cada um deles tem uma pendência para resolver: Nina quer evitar o ex-namorado, Leandro (Leo Cidade), pois ainda o ama, mas sente a necessidade de viver novas experiências e ser mais livre; Marina está decidida a perder a virgindade com o namorado, pois mentira antes dizendo-se não ser mais virgem e agora precisa fazer com que a coisa conteça; Nathan quer se declarar para seu crush, mas, para ficar com o rapaz, precisa cumprir uma lista de desafios que o boy impõe a ele; e Bianca está cuidando do namorado bêbado na ambulância na companhia de Caio (Victor Lamoglia), que também está cuidando de sua amiga por quem tem uma quedinha. O mundo de todos esses jovens irá ser sacudido nesta última noite em que tudo precisa acontecer.
O mais legal em ‘A Última Festa’ é que o filme de Matheus Souza consegue capturar bem a essência hormonal dos adolescentes e colocar tudo num liquidificador com cronômetro ligado: quanto mais a festa avança, menos tempo os personagens têm para resolver suas pendências para sempre. Ah sim, porque precisa ser para sempre, afinal, tudo no mundo adolescente é fatidicamente fatal, pois só o dia de hoje existe.
Um dos acertos do roteiro de Matheus Souza é não centrar a história apenas em sua protagonista (cujo drama é mais sério, embora, de cara, isso não fique claro) e alternar principalmente com as tramas de Bianca (melhor em cena, funcionando como alívio cômico preciso em todos os momentos que a montagem do longa começa a dar uma caída no ritmo) e Nathan (cuja obsessão em conquistar o crush o leva por uma jornada hilária ao lado do ótimo Victor Meyniel, que interpreta Leo, um ex-aluno gay que retorna para a festa, mas que já não tem amigos naquele lugar).
‘A Última Festa’ é uma divertida e exageradamente dramática despedida de uma fase da vida. Dialoga bastante com as inquietações das gerações atuais, e, a seu modo, conversa com esse espectador, dizendo que é normal sentir-se nessa angústia toda. Acerta em cheio seu público-alvo.
Um vórtex polar tomou conta de grande parte dos Estados Unidos, trazendo as menores temperaturas em ano. Agora, o ator da franquia ‘Star Wars’, Billy Dee Williams quer ter certeza de que todos colocaram os trajes necessários para permanecer aquecidos.
O intérprete de Lando Calrissian postou em seu Twitter oficial um lembrete inteligente e amigável, apoiado por uma fan-art do personagem usando sua própria capa.
Confira:
Hey baby it’s really cold outside… 🎼 Thinking of everyone across the country battling below zero temperatures today. Stay safe and warm and if you have to go outside, don’t forget your cape! pic.twitter.com/mNMMvgBKWm
“Ei, querido, está realmente muito frio lá fora”, Williams escreveu. “Pensando em todos que lutam contra as temperaturas abaixo de zero hoje. Fiquem a salvo e aquecidos e, se tiverem que sair, não se esqueçam de suas capas!”.
Williams deu vida a Lando e à sua icônica capa em ‘O Império Contra-Ataca’, em 1980, e depois o reviveria em ‘O Retorno de Jedi’, em 1983. E apesar de ter ficado um bom tempo fora do panteão galáctico, ele voltará mais uma vez neste ano, em ‘Episódio IX’.
Ainda que detalhes sobre o plot estejam mantidos às escondidas, ‘Star Wars: Episódio IX’ será o último capítulo da saga Skywalker, trazendo inclusive veteranos da franquia, como Mark Hamill e Carrie Fisher (em imagens de arquivo), às telonas novamente.
Levar sustos vendo um filme é uma das maiores diversões que um filme pode conseguir. Suspenses ou mesmo filmes de terror nos levam para esse universo de interação onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela. Pensando nisso, separamos uma lista abaixo com 10 filmes pra quem não tem medo de sustos:
Na trama, conhecemos Julia (Keri Russell), uma mulher com traumas em seu passado que volta depois de muitos anos para a cidade onde foi criada e vai morar com seu irmão, o xerife Paul (Jesse Plemons). Ela consegue um trabalho como professora e tenta se readaptar à nova vida. Um dia começa a perceber algo de errado com um de seus alunos e aos poucos começa a tentar encontrar soluções para ajudá-lo mas conforme vai descobrindo o que acontece com ele mais perto do perigo ela fica.
Na trama, conhecemos Madison (Annabelle Wallis) uma mulher que vive em um relacionamento abusivo e está grávida, após diversas tentativas frustradas em ser mãe. Certo dia, após um trágico acontecimento vê sua vida virar de ponta a cabeça com uma série de assassinatos violentos que acontecem que podem ou não estar ligados fortemente ao seu passado conturbado. Assim, o filme navega na solução de um grande mistério que envolve a polícia, a irmã da protagonista e um passado escondido.
Os Escolhidos
No suspense, somos apresentados a família Barret, os apaixonados Daniel (Josh Hamilton) e Lacey (Keri RusseIl) levam uma vida pacata numa cidadezinha do interior dos Estados Unidos. A paz e a calmaria terminam quando seu filho Jesse (Dakota Goyo) passa a agir de maneira esquisita. A partir daí, resolvem investigar e uma série de estranhos e misteriosos eventos passam a fazer parte de sua rotina.
Na trama, acompanhamos a engenheira mecânica Gemma (Allison Williams), uma programadora que mexe com robôs e inteligência artificial que desenvolve um projeto de uma boneca de nome técnico Model 3 Generative Android, mas nome fantasia M3gan, que promete ser algo revolucionário na indústria do entretenimento. Ao mesmo tempo, vê sua vida se revirar ao avesso quando acaba ficando com a guarda provisória da sobrinha que perdeu os pais em um terrível acidente de carro. Quando Gemma resolve testar a interação da boneca com a sobrinha, ela logo percebe que essa criação apresenta ações bem diferentes do que ela imaginava.
Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar do exército, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco, o que para alguns foi um ato heroico mas acaba o levando para a cadeia por oito anos. Assim que sai da prisão, por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde eu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas que inclusive pratica o canibalismo.
Noites Brutais
Na trama, conhecemos uma jovem chamada Tess (Georgina Campbell) que chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Só que quando chega ao local, uma região bem complicada longe do centro da cidade, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård) que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem AJ (Justin Long) que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.
Na trama, acompanhamos o início da trajetória de Sidney (Neve Campbell), uma jovem atormentada pela assassinato da mãe anos atrás que em seu presente precisa fugir de um terrível assassino mascarado que vem aterrorizando e deixando rastros de sangue na cidade onde mora, Woodsboro (cidade localizada no estado americano de Maryland). Com uma trilha sonora repleta de ótimas canções, o projeto teve um orçamento de 14 milhões de dólares e arrecadou quase 180 milhões de dólares em bilheteria por todo o mundo. O elenco tem ainda Courteney Cox, David Arquette e Skeet Ulrich, além da participação mais que especial de Drew Barrymore.
Na trama, conhecemos a jovem Chloe (Kiera Allen), uma estudante do último ano do high school mas que tem aulas em casa já que possui uma vida limitada, repleta de doenças. Quem cuida dela faz 17 anos é a sua mãe, a enigmática Diane (Sarah Paulson). Certo dia, algumas situações levam Chloe a descobertas aterrorizantes sobre as verdades que acontecem na sua casa.
Na trama, dirigida pelo cineasta californiano Christopher Landon, acompanhamos a fútil e desinteressada Tree (Jessica Rothe, do simpático Sobre Viagens e Amores), uma estudante de graduação que vê o inusitado acontecer em sua vida quando o mesmo dia se repete seguidamente, e o pior: ela morre ao fim de cada noite. Querendo descobrir uma fórmula mágica para ver se acorda no outro dia, ela passa a investigar o próprio futuro assassinato com a ajuda do novo amigo Carter (Israel Broussard).
It – A Coisa (2017)
Na trama, passada em Derry, no Maine, conhecemos um grupo de amigos de escola que acabam se unindo para buscar pistas do desaparecimento misterioso do irmão de um deles. Assim, acabam descobrindo que por trás desse sumiço há um indivíduo vestido de palhaço chamado Pennywise (Bill Skarsgård), uma criatura sobrenatural que usa o medo dos outros a seu favor para cometer as mais terríveis atrocidades. Desacreditados por todos ao redor, o grupo de jovens precisam ser fortes e acreditar nas suas próprias forças para derrotar esse terrível ser.
A cena de abertura revela corpos nus de mulheres em uma dança sensual. A cena é provocativa, mas não exatamente da forma que você está pensando. Esta entrelinha serve de grande paralelo para todo o restante de Animais Noturnos, novo filme exuberante de Tom Ford. O cineasta adapta o livro de Austin Wright para o cinema, assinando o roteiro, e utiliza bem seu background como estilista da Gucci para criar imagens belíssimas, dotadas de muito charme e elegância. Em tal quesito era esperado que o longa não desafinasse.
Como dito, Animais Noturnos guarda inúmeras surpresas, a maior delas para quem assistiu aos trailers de divulgação ou simplesmente leu a sinopse. Tais prévias dão erroneamente a ideia deste ser um thriller de vingança. Bem, pode ser dito que o é, mas não da forma intensa, explícita e rotineira na qual estamos acostumados a ver os suspenses serem moldados.
Na trama, a cinco vezes indicada ao Oscar Amy Adams (Retratos de Família, Dúvida, O Vencedor, O Mestre e Trapaça) interpreta uma rica socialite dona de galeria de arte. Casada com o refinado homem de negócios vivido pelo galã Armie Hammer, e morando em uma mansão, a vida perfeita da protagonista exibe apenas a fachada do que são estruturalmente as ruínas de uma fria existência.
A vida social com os amigos – que guarda as pontas dos atores britânicos Andrea Riseborough e Michael Sheen – reserva uma das melhores cenas do filme, logo de início, entregando ótimos diálogos. “É ótimo ter uma marido gay. Não preciso me preocupar com outras mulheres, ele me ouve e é meu melhor amigo”, dispara a personagem de Riseborough ao comentar sobre o companheiro para a amiga, que não possui a mesma sorte. “Sou rica, bem sucedida e bem casada. Não tenho motivo para ser infeliz”, profere a protagonista de Adams para o personagem de Sheen, que retruca: “Aproveite o absurdo de nosso mundo. É muito menos doloroso”. Tais diálogos conformistas colidem com o fervor atual do mundo em relação ao discurso social, o que torna a obra de Ford ainda mais contundente e necessária, nem que seja simplesmente pelo desconforto.
Desconforto é a palavra que mais define Animais Noturnos, cujo maior êxito é justamente nos colocar na posição que menos desejaríamos estar, em repetidos momentos na projeção, nas quais nos pegamos com a fatídica questão: O que faríamos? O passado da protagonista volta com força quando esta recebe uma cópia do livro intitulado Animais Noturnos em mãos, escrito por seu ex-marido, interpretado pelo talentoso Jake Gyllenhaal. Automaticamente, a personagem de Adams sabe que a obra é sobre ela, já que, não bastasse a dedicatória em seu nome no prefácio, o título era o apelido dado para ela pelo sujeito. Coincidentemente, a protagonista revela estar pensando muito no ex-companheiro nos dias que precedem a surpresa.
Embora relate no livro uma história fictícia, o antigo companheiro explora ao máximo as semelhanças com o relacionamento real, criando uma conexão e traçando uma analogia com o tempo em que passou com a protagonista, que de prontidão percebe as influências. Cada vez mais perturbada com a selvageria e violência contida no texto, a personagem principal entende o recado com pesar, embora a culpa já a tomasse antes do presente.
Animais Noturnos definitivamente não é um filme para todos os gostos ou para todo tipo de público. Sua narrativa funciona em três linhas: uma no presente, uma no passado (através de flashbacks revelando o relacionamento dos personagens de Adams e Gyllenhaal desde seu primeiro encontro) e uma na ficção, num trecho que decorre apenas no livro e toma a maior porcentagem da projeção (o que pode afastar a maioria, com o equivocado argumento “não está acontecendo de verdade” – o que de fato em um filme está?). Talvez este desequilíbrio proposital seja realmente o calcanhar de Aquiles deste que é apenas o segundo longa-metragem de Tom Ford. Ficamos esperando mais cenas com Adams, afinal ela é a protagonista.
Seja como for, o que ganhamos é inteiramente satisfatório, ao ponto de declararmos a obra como um dos ápices de 2016 no cinema. Há muito tempo um filme sobre relacionamentos não era tão cruel, vicioso e dolorido. Há muito não víamos personagens serem destroçados de forma tão unânime ao ponto de não conseguirem seguir com suas vidas, ou ao menos não da mesma forma. Fora o subtexto implícito, Animais Noturnos ainda faz uso de performances inesquecíveis, como as de Michael Shannon (sempre ótimo) e Aaron Taylor-Johnson. Curiosamente, o roteiro não favorece os protagonistas, em especial o desempenho apenas correto de Adams (tirando a dúvida sobre qual performance da atriz em uma produção de 2016 merece atenção nos prêmios).
Cada cena gelada, cada momento tenso, cada situação dilacerante apresentada acrescenta em Animais Noturnos sua substância rica em entrelinhas, dignas de discussões demoradas e do desejo masoquista (no melhor sentido) de voltar para mais incursões em nossas psiques abaladas.
Em homenagem ao novo longa de um dos vilões mais queridos da cultura pop, o extraterrestre com cabelos de rastafari, resolvemos voltar no tempo também, mas apenas 36 anos no passado, para revisitarmos a primeira aparição da criatura nas telonas – que resultou no sucesso O Predador (1987), veículo de ação para o musculoso Arnold Schwarzenegger.
O Predador (1987) é um dos filmes mais icônicos dos anos 80 e definitivamente um dos mais marcantes da carreira do grandalhão Schwarzenegger. Na trama, o astro austríaco é o líder de um time militar de elite, do tipo que realiza as missões que ninguém mais conseguiria ou seria louco para tentar. É claro que nesta equipe teremos todo tipo de brucutu truculento, daqueles que dá medo só de olhar, de figuras como Carl Weathers, Jesse Ventura, Sony Landham, Bill Duke, Shane Black e Richard Chavez. A tarefa deles é simples: resgatar a tripulação de um helicóptero que caiu atrás das linhas inimigas num país da américa central, e continha um oficial de alta patente. Até aí a trama lembra Fuga de Nova York(1981).
Quando chegam ao local, percebem que os passageiros de tal helicóptero caído foram mortos da forma mais brutal e sádica possível, esfolados vivos e pendurados de ponta cabeça na mata. Eles creditam o ato selvagem aos rebeldes inimigos, dos quais dão cabo prontamente – e aí O Predadorganha contornos de Rambo 2 – A Missão (1985). Mas nem tudo são flores para esta equipe de ossos duros de roer, e ao levarem consigo uma sobrevivente feita como refém pelos guerrilheiros, eles se deparam também com uma entidade sobrenatural na floresta – a quem a prisioneira em sua crendice se refere como “o diabo”. O interessante de O Predador é o mistério que faz sobre a criatura. Quem assiste ao filme pela primeira vez sem saber nada sobre ele, pode imaginar diversas possibilidades, mas nunca de fato o que a história irá apresentar.
Perdidos na selva. Os Comandos de Arnold enfrentam uma ameaça sobrenatural na floresta.
A incógnita sobre a verdadeira identidade do ser que os espreita é um dos elementos mais eletrizantes do filme. Será mesmo o diabo? Será alguma entidade folclórica das selvas da américa central? Será um superespião inimigo infiltrado? Esse mistério é completamente eliminado nas continuações, por já sabermos exatamente o que esperar da ameaça. Aqui no original no entanto, a criatura só é de fato revelada no terceiro ato da narrativa. O que acontece é que à primeira vista a floresta “ganha vida” e vai eliminando os comandos em ação um a um, das formas mais violentas possíveis. No final, resta apenas o protagonista de Schwarzenegger e a jovem prisioneira (papel de Elpidia Carrillo). O herói então realiza um mano a mano com a criatura, sem que nenhum dos dois apele para armas.
O roteiro de O Predador(1987) foi escrito pelos irmãos Jim e John Thomas. E a ideia para a história nasceu de uma brincadeira em relação ao rival de Schwarzenegger nas telas nos anos 80, Sylvester Stallone e seu personagem mais famoso da carreira, Rocky. Alguém teria dito de brincadeira: “Quem falta para Rocky enfrentar? Acho que só E.T. – O Extraterrestre”. Assim nascia o conceito de um homem numa luta até a morte com uma criatura de outro planeta. Mas outros elementos seriam inspiradores para esta trama. O primeiro deles foi o sucesso Aliens – O Resgate, lançado no ano anterior e citado pelos próprios roteiristas como uma de suas maiores influências para criar O Predador. A semelhança é fácil de pegar: um grupo de fuzileiros fortes, corajosos e armados até os dentes, enfrentando uma criatura extraterrestre (no caso de Aliens, várias) e sendo eliminados um a um. Em Predador 2 – A Caçada Continua (1990), também escrito pela dupla, eles homenageiam sua criação, colocando o crânio de um xenomorfo no interior da nave do Predador. E claro, Alien vs. Predador seria sua própria franquia de muito sucesso, gerando brinquedos, games, quadrinhos e até eventualmente filmes.
“You’re one ugly motherfucker!” virou “Nossa, você é muito feio” na versão dublada e também clássica.
A segunda influência admitida pelos escritores é outro filme de Stallone, o já citado Rambo 2 – A Missão (1985), onde um guerrilheiro sobrevive na floresta enfrentando todo tipo de inimigo. Aliás, uma das primeiras ideias para o roteiro traria o personagem de Schwarzenegger igualmente sozinho em sua missão de resgate, se deparando com a criatura e depois precisando enfrenta-la. A ideia foi descartada pois era preciso demonstrar o quão letal esse adversário poderia ser, e a melhor maneira era eliminando um a um diversos “Rambos”, até o mais forte deles restar. Essa ideia aliás, já havia se transformado no primeiro tratamento do roteiro, recusado por Arnold e reescrito pelos irmãos Thomas.
Outras das ideias descartadas em tratamentos anteriores do roteiro foram a existência de diversos Predadores para enfrentar os comandos. Como se apenas um já não fosse ruim o suficiente. De novo, esse plano foi descartado em prol de apresentar uma ameaça gigantesca vindo de apenas um Predador. O conceito, no entanto, ficaria na mente dos Thomas e veria a luz do dia em Predador 2(1990). Depois disso, os demais filmes sempre trouxeram mais de um caçador intergaláctico em suas tramas. A terceira ideia descartada foi ter como protagonista um personagem nativo-americano (ou indígena). Essa ideia eventualmente seria adaptada ao personagem Billy (Sony Landham), um dos coadjuvantes de peso no longa. E agora, como sabemos, o novo O Predador: A Caçadatraz um elenco inteiro desta linhagem.
Essa ideia maluca de um roteiro que começou meramente como especulativo seguiu de porta em porta para os maiores estúdios de Hollywood, sempre vendido como “Alien – O Oitavo Passageiro(1979) passado na selva”. Eventualmente, o texto iria cair nas mãos da 20th Century Fox e se tornar uma de suas propriedades mais quentes. O próximo passo era encontrar um comandante para a produção. Embora Geoff Murphy (Freejack – Os Imortais) fosse a primeira escolha, e tenha ficado vinculado um tempo ao projeto, O Predador terminou nas mãos do então novato John McTiernan, que tinha no currículo apenas o terror cult Delírios Mortais (1986) àquela altura. O Predador foi seu segundo filme, e McTiernan realizou um trabalho tão bom que logo se tornaria o menino de ouro da Fox, sendo escalado logo no ano seguinte para a direção de Duro de Matar(1988), outro clássico da ação. O cineasta seguiria para outros grandes títulos como A Caçada ao Outubro Vermelho (1990), O Último Grande Herói(1993) e Duro de Matar – A Vingança(1995).
Embora a ideia vendida para McTiernan tenha sido o encontro de “Rocky (ou Rambo) com Alien”, o diretor gostava mais de pensar em seu filme como o clássico King Kong (1933). Segundo o cineasta, ele descreveria O Predador da seguinte forma: “Um bando de homens chega a um ilha e vão se embrenhando cada vez mais fundo, e aí, se deparam com o que estavam perseguindo, que se revela bem maior do que eles pensavam, fazendo com que precisem dar meia volta e fugir”.
Para o papel protagonista de Dutch, o líder do esquadrão da morte, o austríaco Arnold Schwarzenegger entrava logo em cena. O grandalhão ex-mister universo vinha de trabalhos significativos em sua carreira, como os dois Conan, O Exterminador do Futuro e Comando para Matar. O ator de ação, que vinha galgando o posto de astro, aceitou o projeto por imaginá-lo como uma versão de um clássico que adorava e sempre pensou em fazer algo parecido: o faroeste Sete Homens e um Destino(1960). Segundo Arnold, “é um filme com um grupo de sujeitos que precisam trabalhar juntos”. Uma curiosidade é que enquanto filmava O Predador, Schwarzenegger tinha outro projeto nos mesmos moldes em desenvolvimento, a adaptação para o cinema dos quadrinhos da DC Sargento Rock. O personagem é um herói de guerra, líder de um pelotão. A revistinha do personagem inclusive aparece em O Predador (1987), sendo lida por Hawkins (Shane Black). O filme do personagem de quadrinhos não vingaria.
Com orçamento de aproximadamente US$15 milhões, O Predadorse tornaria a segunda maior abertura de fim de semana em sua estreia em 1987, recuperando praticamente todo o seu valor – US$12 milhões em caixa. O Predador ficou atrás somente de Um Tira da Pesada 2, que havia estreado quase um mês antes e marcado US$26.3 milhões em um único fim de semana. O Predador terminou sua carreira nas telonas mundiais com US$98. 2 milhões, garantindo seu sucesso absoluto. O filme ainda seria indicado ao Oscar de efeitos especiais – mas perderia o prêmio para Viagem Insólita, produção de Steven Spielberg. Fora isso, foi incluído na lista do American Film Institute, de 2001, dos 100 filmes americanos mais eletrizantes. Hoje, 35 anos depois de seu lançamento seu legado segue dando frutos com o mais recente e elogiado capítulo da saga, ao mesmo tempo em que O Predador (1987), o filme original, se mantém como um clássico moderno ainda muito querido e comentado. O teste do tempo é o verdadeiro prêmio para a arte.
Ps: Ambos O Predador: A Caçada e O Predador (1987) estão disponíveis no acervo da Star+.
A nova série do Hulu, ‘The First‘, criada por Beau Willimon, o criador de ‘House of Cards’, ganhou data de estreia. O projeto será lançado no serviço de streaming no dia 14 de setembro.
A produção foca nos desafios da primeira tentativa da humanidade em dar os passos em direção a uma colonização interplanetária e os perigos que os responsáveis pela missão enfrentam em Marte.
Em um comunicado, Willimon comentou sobre o teor da série:
“É uma história sobre o espírito humano. É sobre nossa necessidade indômita de alcançar horizontes desconhecidos. É sobre o preço desta visão, o perigo e o sacrifício – emocional, psicológico e físico – que é exigido para atingir esse objetivo. É sobre como pessoas comuns e imperfeitas se unem para superar obstáculos para atingir o extraordinário”.
Durante a Terceira Guerra Mundial, o governo americano começou um projeto secreto chamado ‘Exército Bacon’ para criar super soldados cruzando animais com porcos. 25 anos depois, uma raça chamada “Focinhos” ocupa o topo da cadeia alimentar, comendo e criando humanos como animais. Rob Justice é um ex-caçador de recompensas trabalhando com a última linha de defesa da humanidade – um grupo de sobreviventes escondidos em um bunker subterrâneo. Sua missão é descobrir como os Focinhos assumiram o poder e destruí-los.
O elenco ainda conta com Timur Turisbekov, Doroteja Toleva, Yana Marinova e Dessy Slavova.
De acordo com o TVLine, Dean Norris (‘Breaking Bad‘) vai fazer uma participação especial na 5ª temporada de ‘Superstore‘. O ator vai interpretar o pai da Dina, que fará uma visita ao Cloud 9.
Apesar do seu personagem já ter sido mencionado, o episódio com a participação de Norris só será exibido em janeiro.
A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.
Uma mulher de 30 e poucos anos navega pelo amor e dores de um coração partido ao longo de um ano. Durante esse tempo, ela desvendará os segredos de sua vida em uma mudança repentina e nos lugares mais surpreendentes.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Drake Doremus também é responsável pelo roteiro ao lado de Jardine Libaire;
O canal SyFy divulgou um novo vídeo dos bastidores do último episódio da série ‘Wynonna Earp‘, com o elenco prometendo um desfecho emocionante para a produção.
Confira, com o trailer:
Intitulado Old Souls, o episódio final irá ao ar no dia 9 de abril.
Em um comunicado oficial, a showrunner/produtora executiva, Emily Andras, refletiu sobre o fim da série:
“Eu gostaria de agradecer ao nosso elenco e equipe maravilhosos, que foram fundamentais para trazer Wynonna Earp para nosso público fiel e apaixonado. Não poderíamos estar mais orgulhosos desses últimos seis episódios no SYFY e estamos emocionados em compartilhá-los com nossos amados fãs, que mudaram nossas vidas para sempre. Tive a honra de contar a história de Wynonna e de sua família, e junto com Seven24, a Cineflix e a CTV Sci-Fi, esperamos poder continuar a compartilhar seus contos inspiradores no futuro”.
A CBS divulgou o trailer completo do drama médico ‘Good Sam‘, estrelado pela Sophia Bush (‘Chicago PD’).
Além disso, foi anunciado que a série irá estrear no dia 5 de janeiro.
Confira o trailer:
A série foi criada por Katie Wech (‘Rizzoli & Isles’) e Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin’), que também servem como produtoras executivas do projeto.
A trama seguirá Sam, uma cirurgiã talentosa que trabalha no mesmo hospital que seu pai autoritário, Griff, que é impossível de agradar e nunca reconheceu seus talentos. Servindo como braço direito para ele e sempre à sua sombra, Sam se destaca quando seu pai entra em coma e ela se encarrega do departamento como chefe de cirurgia. Sam encontra o seu espaço profissional e pessoal, no entanto, seu mundo é revirado novamente depois que Griff acorda e quer trabalhar novamente, mesmo que isso signifique ser supervisionado por sua filha.
Sucesso! A sequência ‘Minions 2: A Origem de Gru‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, a animação se encontra no TOP 4 das maiores bilheterias do ano, atrás apenas de ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.4B), ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$984.7M) e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ (US$954.9M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 350 milhões – tornando-se a primeira animação a ultrapassar US$ 300 milhões domesticamente após a pandemia de COVID. No mercado internacional, foram US$ 483.5 milhões.
Ao total, a produção já soma US$ 833.6 milhões mundialmente.
Vale lembrar que ‘Minions 2‘ estreou com US$ 127.4 milhões nos cinemas norte-americanos – a maior estreia para uma animação após o período de quarentena –, quebrando o recorde de ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ (US$115.8M) para o feriado do Dia da Independência.
Sucesso! Em menos de um mês, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 720 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa da Marvel segue firme como a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas de ‘Super Mario Bros – O Filme‘ (US$1.2B).
Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 304.7 milhões. No mercado internacional, foram US$ 418.7 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 723.4 milhões.
Após ter recebido uma nota A do público no CinemaScore – além de ter conquistado 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, o longa está disfrutando de uma boa estabilidade nas telonas.
Desde sua estreia, a produção não sofreu uma queda maior que 50%. Em seu segundo final de semana, o longa registrou uma queda de apenas 47% – o que representa a melhor retenção para uma produção da Marvel desde o início da pandemia.
Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!
Nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.
Em entrevista ao Fangoria, a diretora Arkasha Stevenson revelou detalhes de uma cena tão extrema no terror ‘A Primeira Profecia‘ (The First Omen), pré-sequência do clássico ‘A Profecia‘, que o longa quase recebeu a maior classificação etária do MPAA: NC-17 (menores de idade não podem assistir nem mesmo acompanhados de um responsável adulto).
A cineasta afirmou que a cena envolve uma mulher sendo forçada a dar a luz, e a “nudez gráfica” da personagem quase foi responsável pela alta classificação.
“O terror daquela situação é ver como o corpo daquela mulher é desumanizado. Eu lutei muito para manter aquela cena pelo último ano. É o tema do nosso filme. É sobre o corpo feminino ser violado de dentro para fora. Se iriamos trazer horror corporal feminino e discutir sobre reprodução forçada, teríamos que mostrar o corpo feminino em uma ótica não sexualizada. Tenho muito orgulho daquela cena.”
O produtor Keith Levine completa: “Nós tivemos que ser avaliados pelo comitê de classificação etária cinco vezes. Estranhamente, evitar a classificação NC-17 tornou o filme ainda mais intenso.”
O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de abril.
Na trama, quando uma jovem americana é enviada para Roma para começar uma nova vida em serviço à igreja, ela encontra uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e descobre uma aterrorizante conspiração que envolve o nascimento do mal incarnado.
Arkasha Stevenson (‘Vingança Sabor Cereja’) é responsável pela direção. A cineasta reescreveu o roteiro ao lado do seu parceiro Tim Smith, que também serve como produtor executivo através da Phantom Four.
O filme original foi lançado em 1976 e girou em torno de um casal cujo primeiro filho morreu pouco depois de nascer. Os pais, então, resolveram adotar uma criança órfã – mas uma série de eventos bizarros circundando Damien levou os dois a questionarem a origem do garotinho (e eventualmente a descobrirem que ele é o próprio Anticristo).
O sucesso da obra rendeu nada menos que três sequências e um remake, além de uma série baseada no filme original.
Em BLINDADO, James Brody, um experiente segurança de carro-forte, embarca em uma missão ao lado de seu filho Casey, transportando milhões de dólares. Mas o trabalho toma um rumo inesperado quando eles se tornam alvo de um assalto liderado pelo implacável Rook. Após uma perseguição de tirar o fôlego, pai e filho ficam encurralados em uma ponte, com suas vidas e uma fortuna em jogo. Agora, em uma corrida contra o tempo, James terá que levar suas habilidades ao limite para proteger o que mais importa: sua família.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.