Com 19 críticas publicadas até o momento, o suspense de ficção científica ‘Mother/Android‘, estrelado pela Chloë Grace Moretz, conquistou apenas 37% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral é que, apesar da boa atuação dos protagonistas, o longa falha em apresentar uma história empolgante – sendo taxada como “deprimente e sofrida”.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Talvez a única coisa boa que possa ser dita sobre esse filme deprimente do Hulu é que não é tão ruim quanto o seu título.” (IndieWire)
“É um filme bem construído que sabe trabalhar bem com as limitações dos seus recursos, integrando seus cenários com bons efeitos visuais para criar a imagem de uma civilização definhando em poucos meses.” (Variety)
“Infelizmente, apesar da boa performance dos protagonistas e uma história com conexões pessoais dos cineastas, a trama falha em capturar nossa imaginação.” (Los Angeles Times)
“Há ótimas atuações nesse filme dirigido por Mattson Tomlin, que não tem medo de mostrar à audiência doses generosas de violência, sofrimento e tristeza.” (Wall Street Journal)
“No final das contas, ‘Mother/Android’ conta uma história dura e sombria sobre sacrifício, sobrevivência e nossa excessiva confiança na tecnologia.” (Detroit News)
“Essa ficção científica incrível e transcendente é um conto intenso cheio de cenas tensas e dramáticas. Ao terminar o filme, fiquei impactado e mal posso esperar para assisti-lo novamente.” (Joblo)
A trama segue Georgia (Moretz), uma jovem que tenta escapar de seu país ao lado do namorado (Algee Smith) enquanto os humanos iniciam uma guerra contra uma poderosa inteligência artificial. Juntos, o casal tenta correr contra o tempo para abandonar o campo de guerra e dar uma vida digna ao bebê que estão esperando.
A narrativa é inspirada na própria vida de Tomlin, contando uma versão sci-fi da época que seus pais lutaram para salvar o filho em meio aos perigos da Revolução Romena.
O capítulo 25 trará duas novas sobreviventes, Rebecca Chambers e Ada Wong, e Albert Wesker como assassino. Além disso, foi anunciado que o mapa Raccoon City Police Department será dividido em dois: ala Leste e Oeste.
‘Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.
Em entrevista ao Collider Ladies Night, Katherine McNamara (‘Arrow’) comentou sobre o inesperado cancelamento do reboot do slasher ‘Lenda Urbana‘.
A atriz lamentou o engavetamento do projeto, que foi prejudicado por causa das mudanças nos bastidores do estúdio e pela pandemia de COVID.
“[O reboot] traria uma nova história, é o que eu posso dizer sobre o roteiro. Colin Minihan seria o diretor. Ele é brilhante, e acabou de tornando meu amigo. Eu amaria se o projeto saísse do papel. O elenco seria fantástico. Eu tinha muitos amigos no elenco.”
Ela completa, “Eu iria interpretar um papel incrível. Muito divertido. Quem sabe? É uma daquelas situações em que o estúdio nem é mais a mesma empresa, então o projeto meio que caiu no limbo. Eu fui contratada para o elenco uma semana antes da pandemia, então o reboot acabou se tornando mais uma casualidade do COVID.”
Anteriormente, o diretor Colin Minihan (‘Fenômenos Paranormais’) havia confirmado o cancelamento: “Uma combinação de timing ruim com COVID, politicas dentro do estúdio (com mudança de executivos) e decisões terríveis mataram o filme. Teria sido um slasher LGBTQ incrível! Além disso, tivemos problemas com os direitos para a televisão com a MGM.”
A combination of really bad timing w/ Covid. Politics inside the studio (shuffling execs) and what I would call terrible choices in what to green light killed the movie. It was going to be the dopest LGBTQ slasher too! Also some funky stuff with TV rights when MGM wanted it.
A nova versão teria sido estrelada por Katherine McNamara (‘Shadowhunters’) e Sydney Chandler.
O reboot seria “um slasher para a nova geração onde lendas urbanas nascem na internet e se espalham em uma velocidade assustadora”.
A história do original gira em torno de um grupo de estudantes da faculdade que tentam compreender uma série de bizarras mortes relacionadas a lendas urbanas.
Em entrevista ao CBR, Sam Raimi (‘Arrasta-me Para o Inferno’) quebrou o silêncio sobre o possível desenvolvimento do quarto filme da franquia original do ‘Homem-Aranha‘, estrelada pelo Tobey Maguire.
Infelizmente, o diretor negou que o projeto esteja ativo, indicando que o estúdio não tem interesse em dar continuidade à saga original do herói.
“Eu não ouvi nada sobre [‘Homem-Aranha 4’]. Eu li sobre os rumores, mas não estou realmente trabalhando neste projeto ainda. Quero dizer, a Marvel e a Sony Pictures estão sendo muito bem-sucedidas com a franquia atual do ‘Homem-Aranha’, então não sei se elas irão me abordar e dizer: ‘Nós também podemos contar aquela história’.”
Ele completa, “Eu amo todos os filmes do Homem-Aranha. Eu amei ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’. Foi muito poderoso ver o Tobey [Maguire] no papel novamente. Ainda não conversei com o Tobey [sobre ‘Homem-Aranha 4’]. Talvez a Marvel ou a Columbia Pictures tenha conversado, mas eu acabei de trabalhar com a Marvel em um filme chamado ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’. Tenho uma boa relação com eles, então tenho certeza que teria ouvido se o projeto estivesse em desenvolvimento.”
A aventura mais recente do herói, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente – tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.
Com o sucesso, o novo filme do amigão da vizinhança já está em desenvolvimento. Além de Tom Holland no papel principal, Zendaya deve reprisar seu papel como MJ.
O projeto está sendo descrito como “uma extensão do novo álbum do cantor”, e sua trilha sonora ficará a cargo deThe Weeknd e Daniel Lopatin.
“Abel é um visionário cuja arte não pode ser confinada a nenhum meio único. Com ‘Hurry Up Tomorrow’, em parceria com Trey, seu universo musical se expande para as telonas, oferecendo um thriller psicológico que proporcionará uma nova experiência cinematográfica para os fãs. Estamos entusiasmados em apresentá-lo ao público em todo o mundo”, afirmou Adam Fogelson, presidente do Lionsgate Motion Picture Group.
“Hurry Up Tomorrow” marca a culminação da trilogia de álbuns de estúdio de The Weeknd, sucedendo os aclamados “Dawn FM” (2022) e “After Hours” (2020). Este terceiro álbum da trilogia representa o capítulo final, abordando temas existenciais e autorreferenciais.
Justin Long (‘Olhos Famintos’) será o protagonista da nova versão, além de servir como produtor ao lado de sua esposa Kate Bosworth.
Colin Minihane Stuart Ortiz, diretores do longa original, irão retornar para ajudar a “desenvolver o reboot”.
A nova versão irá “modernizar a trama em uma experiência cinematográfica, intensificando o medo, a claustrofobia e o terror psicológico que fizeram do original um favorito entre os fãs do gênero”.
“Nós fizemos ‘Fenômenos Paranormais’ enquanto éramos jovens, com um orçamento autofinanciado e restrito, e o filme acabou assustando muita gente,” declararam os cineastas. “Justin [Long] definiu o gênero nos cinemas por mais de uma década e se tornou um dos maiores Scream Kings. Ele é a escolha perfeita para reimaginar este título para uma nova geração.”
Na trama original…
A equipe de um reality show que investiga atividades paranormais passa a noite em um hospital psiquiátrico abandonado onde há rumores de fenômenos misteriosos.
A atriz Daveigh Chase, conhecida por interpretar a aterrorizante Samara no remake ‘O Chamado‘ e dar voz à Lilo na animação original ‘Lilo & Stitch‘, morreu aos 35 anos.
De acordo com o Deadline, a artista faleceu devido a complicações da meningite.
Sua morte seu anunciada pelo seu namorado, Roy Hernandez, que havia criado nesta semana uma campanha de arrecadação para ajudar a atriz com os custos médicos de sua doença: “Daveigh foi diagnosticada com meningite e várias infecções sanguíneas graves. Seu estado se tornou crítico e os médicos me disseram que ela pode não ter muito tempo de vida.”
Após sua morte, ele declarou ao TMZ: “O sangue dela causou problemas sépticos e levou à falência de seus órgãos.”
A atriz começou a carreira aos 11 anos como a irmã do personagem titular de ‘Donnie Darko‘ (Jake Gyllenhaal), em 2001.
No entanto, foi no ano seguinte que ela ganhou fama como a Samara Morgan, em ‘O Chamado‘, papel que marcou sua infância e adolescência. A personagem lhe rendeu o prêmio de Melhor Vilã no MTV Movie Awards de 2003.
Em 2005, ela reprisou o papel na sequência e fez uma participação especial no 3º filme da franquia, lançado em 2017.
Mas esse não foi seu único papel de destaque, já que ela também deu voz à Lilo Pelekai na aclamada animação ‘Lilo & Sticth‘ (2002) e em seus derivados. Nos anos seguintes, ela também atuou em produções de menor destaque, como a série ‘Amor Imenso‘ (2006 – 2011) e os filmes ‘A Força de Um Sonho‘ (2012) e ‘Um Romance Americano‘ (2016), que marcou seu último trabalho como atriz.
A trama se passa uma noite antes do Natal e traz a jovem babá Ashley (Olivia DeJonge), que durante o que parecia ser mais uma noite tranquila de trabalho, acaba se deparando com um pesadelo, quando intrusos invadem a casa em que ela e um garoto de 12 anos, Luke (Levi Miller) se encontram. As coisas ficam ainda mais sinistras, quando ela descobre que a invasão ao domicílio vai de fato além de sua compreensão.
O filme deve se aproveitar do feriado de Memorial Day e arrecadar cerca US$ 170 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos em seu fim de semana de estreia, de acordo com novas projeções do Deadline.
O site ainda menciona ainda que o longa registrou uma taxa de 28 pontos de interesse entre um público selecionado, pouco mais que ‘Rogue One’, que registrou23 pontos.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
Os astrosLakeith Stanfield eIssa Rae vão contracenar lado a lado, no romance dramático ‘Photograph‘. A informação foi compartilhada pela revista Empire.
Embora muitos projetos estejam sofrendo adiamentos e cancelamentos, o cineasta James Gunn tranquilizou os fãs quanto ao seu próximo filme, afirmando que ‘O Esquadrão Suicida‘ não serão adiado, em virtude da reclusão social.
Por meio de sua conta oficial do Twitter, Gunn compartilhou a informação, respondendo um fã que o havia questionado.
Na ocasião, ele disse:
“Nesse momento, não há motivo para a estreia de O Esquadrão Suicida ser adiada. Nós estamos em dia ou adiantados no nosso cronograma. Nós tivemos muita sorte de ter terminado as filmagens e montamos uma ilha de edição direto das nossas casas (devido à uma equipe e estúdio de pós-produção precavidas), antes da quarentena”.
Right now there’s no reason for #TheSuicideSquad release date to move. We are on or ahead of schedule. We were extremely fortunate to wrap shooting & set up editing from our homes (due to a post production team & studio with foresight) before quarantine. https://t.co/URRFXX58r3
Lembrando que há algumas semanas, fotos do set de ‘O Esquadrão Suicida‘ revelaram o novo visual da Harley Quinn (Margot Robbie), clicada usando um vestido vermelho e com uma aparência bem diferente de ‘Aves de Rapina‘.
Pensando nisso, um usuário do Reddit divulgou uma arte conceitual mostrando os detalhes dessa nova versão da personagem.
O episódio de estreia de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ surpreendeu os fãs logo em seu final, apresentando uma espécie de novo Capitão América, vivido pelo astro Wyatt Russell.
Rapidamente, o personagem foi alvo de fortes rejeições por parte dos internautas, com a hashtag #NotMyCaptainAmerica viralizando entre os usuários do Twitter.
E durante uma entrevista ao The Wrap, o intérprete do personagem falou sobre o assunto, revelando que a ideia original do personagem é realmente cair no desgosto do público:
“Esse é o objetivo. Eu acho que as pessoas tiveram uma reação divertida. Há elementos nele onde ele quer ser capaz de dar contar sem o ‘soro’ do super soldado. Ele só quer ser tão bom quanto. Ele tem aquelas ideias em sua cabeça de querer que as pessoas gostem dele, como sua versão do Capitão América. Ele fica vidrado nisso, o que faz com que ele repense como as coisas devem ser feitas”.
Anteriormente, a diretora Kari Skogland contou à Empire que Zemo será um grande desafio para os protagonistas e ainda pretende manchar o legado do Capitão América.
“É muito emocionante trazê-lo de volta porque seu destino ficou em aberto com um toque sombrio. Poucos vilões permanecem no imaginários dos fãs desse jeito. Ao longo dos episódios descobrimos coisas que não prevíamos sobre o Zemo… O que pode ameaçar o legado do Capitão América. Daniel [Bruhl] é fantástico e ficamos satisfeitos em mostrar a complexidade do personagem de uma forma mais detalhada do que em sua aparição original.”
Lembrando que o terceiro episódio será lançado em 02 de abril, naDisney+.
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
O peso da mortalidade e a necessidade de um legado tornaram Succession um drama familiar diferente de tudo que já vimos na história da televisão. Com ares corporativos, que sempre nos puxam para os meandros burocráticos do old money e de conglomerados empresariais dominados por um sobrenome em comum, a série de Jesse Armstrong, produzida por Adam McKay e Will Ferrell, faz do poder e da influência global um canalizador de traumas e dilemas familiares. E nunca foi tão delicioso ver tantos problemas paternos se desabrocharem em uma sagaz luta por dinheiro e validação pública.
E Succession sempre foi assim. Com olhos sempre focados no planejamento sucessório de um magnata que insistia em não abrir mão do seu trono, a série tornou os átrios de famílias poderosas como os Murdoch – na qual a série é inspirada – em uma espetacularização da ruína familiar. E a cada nova temporada, cá estávamos nos fartando de um dinheiro que jamais seria nosso, pelo puro deleite de ver o quão destruído está o ser humano sem o seio mais fundamental estabelecido desde o surgimento da humanidade.
Em meio à corridas frenéticas por domínio e puxadas de tapete em escala global, Succession construiu arcos impecáveis, em personagens complexos demais para serem excessivamente explicados. E a partir de diálogos afiados, permeados por referências socioculturais invejáveis e sempre regados por um humor sombrio e ardiloso, testemunhamos a profundidade narrativa de uma série capaz de falar de dinheiro, alienação parental e solidão sem precisar se ser óbvia, enfadonha. Tudo sempre estava lá, nas entrelinhas e na desconfortável linguagem corporal de seus protagonistas, sempre tão brilhantes e hipnotizantes.
Entre comentários despretensiosos regados de ironia e uma falsa sensação de plenitude, ali residia a dor de uma família destruída pela ambição desenfreada. E a 4ª e última temporada é a coroação suprema de anos de desdém, luxo e sagacidade desenfreados. E em uma espiral decadente delirante, vemos o old money ruir, dando espaço para a tecnologia e para o processo natural da sociedade contemporânea – onde monopólios oligarcas perdem espaço para empresários descentralizados, cujos sobrenomes valem bem menos do que seu inato poder aquisitivo.
E Succession se encerra como o ciclo sem fim de Rei Leão, em que o novo inevitavelmente chega para suprir aquele que se foi. E com a ousada decisão de tornar o grande algoz da série na grande vítima da temporada, Armstrong prepara a audiência não para o final que ela tanto esperava – onde a família ganha tudo -, mas sim para aquele final justo, correto e certeiro. Aqui, a ambição tão aplaudida de Logan Roy se transforma no fim do legado de seu sobrenome, enterrado junto de si, em um mausoléu de US $5 milhões. Waystar ainda pode estar nas placas do suntuoso arranha-céu na região mais cara de Nova York, mas tal como sua mortalidade foi posta à prova, assim também acontece com o futuro daquilo que ele criou.
E com decisões vazias, muito dinheiro embolsado, mas nenhum poder a galope, o trio de irmãos Roy vê o legado que jamais construíram sair de suas mãos. Herdeiros de bilhões, mas sem qualquer história heróica que lhes garantiria a tão sonhada validação pública que jamais receberam de seu próprio pai, eles são três sombras mal acabadas de um homem assustadoramente poderoso e influente.
E provando que o clássico versículo bíblico de que os últimos serão os primeiros também é fiel no mundo dos negócios, Succession honra o maior underdog de toda a narrativa, fechando ciclos de maneira impecável e reverente – sempre voltando nossos olhos para as três belíssimas e arrebatadoras temporadas anteriores. Imprevisível em seu final, como o próprio patriarca Logan sempre foi, a original HBO encerra sua jornada nos tirando o fôlego, roubando nossa atenção e nos deixando à deriva com um grande questionamento: Como superar uma das melhores séries das últimas décadas?!
Com uma estética clássica em preto e branco, Bradley Cooper— diretor, co-roteirista, produtor e protagonista — cria um mágico palco para apresentar ao público a vida do renomado compositor, maestro e pianista Leonard Bernstein. O espetáculo, no entanto, permanece no senso estético e metodizado sem empolgar ou atingir nosso afeto.
Após o recente e aclamado Tár (2022), de Todd Field, no qual Cate Blanchett expressava a complexidade do pioneirismo feminino em frente a uma grandiosa orquestras alemã, Bradley Cooper ecoa familiar ao homenagear o criador do musical Amor, Sublime Amor(West Side Story), adaptado ao cinema em 1961 por Jerome Robbins e Robert Wise e, recentemente, por Steven Spielberg. Este último é, aliás, um dos produtores da cinebiografia, ao lado de Martin Scorsese,entre outros.
Para o grande o público a história de um compositor e maestro não é tão evidente, porém narrativas com coração ressoam em qualquer segmento profissional. Existe, por exemplo, uma linha da indústria audiovisual de biopics de empreendedores bastante popular: umas são desapontantes como Flamin’ Hot – O Sabor que Mudou a História(2023), de Eva Longoria— lançada diretamente na Disney+ —, enquanto outras são realmente reveladoras como A Rede Social (2010), de David Fincher, ou apenas corretas comoJoy: O Nome do Sucesso(2015), de David O. Russell.
Maestro encontra-se neste meio do caminho, conduzido com uma perfeição técnica, mas distante dos pontos de vulnerabilidade do seu personagem principal. A partir de uma ligação num dia de outono de 1973, Leonard Bernstein, como maestro assistente da Filarmônica de Nova York, faz sua estreia ao substituir o condutor principal no último minuto e sem nenhum ensaio. De um dia para o outro, esta apresentação muda a sua vida para sempre.
Embora Bradley Cooperesteja fisicamente caracterizado como Bernstein, os aspectos disruptivos, festivos e criativos do artista estão em segundo plano perante a narrativa amorosa e conflituosa da relação com a esposa Felícia Montealegre (Carey Mulligan), na vida real uma atriz costarriquenha-chilena. Ambos atores são ótimos, no entanto, juntos diante das câmeras são apenas regulares como um casal, uma sensação diferente da química com as ex-parceiras Lady Gaga e Jennifer Lawrence — por diversas vezes.
Depois de História de Um Casamento (2019), de Noah Baumbach, e do ganhador da Palma de Ouro Anatomia de uma Queda (2023), de Justine Triet, ambos com cena arrepiantes de discussão e frustrações de um matrimônio guisado a mentiras e decepções, os amantes Leonard e Felícia são como poeira varrida para debaixo do tapete. Embora a minha comparação seja com casais do século XXI, a questão em destaque é a cena mais relevante do embate e dos sentimentos entre os é apresentada em um plano aberto e fixo, ou seja, em palco teatral frio e distante do público.
Para quem não conhece a história de Leonard Bernstein, o filme o retrata como um artista talentoso e criativo, mas apenas o vemos em grande ação nos momentos finais, quando Leonard/Bradley sobe ao palco e visceralmente toma as rédeas de todas aqueles maravilhoso instrumentistas diante de si, tendo em contraposição a escolhas pessoais descarrilhadas.
Com uma bela montagem e o aspecto sessentista recriado na primeira parte do enredo, o segundo ato torna-se melodramático e pouco emblemático. Divido em seus casos extraconjugais com homens e diversos rumores, Bernstein decide deixar o casamento normativo com três filhos, mas volta a viver com esposa ao descobrir a luta dela contra o câncer. Consolidado como grande performático, Bernstein tenta manter as aparências e, tristemente, o amor da filha mais velha Jamie, vivida por Maya Hawke.
Apesar de diversas tentativas, falta conexão emotiva, mas Maestro não perde o seu mérito de grande produção. Ele não preenche a nossa alma com fortes sensações ou admiração, algo completamente tangível em Nasce Uma Estrela (2018). Por esta razão, as expectativas para o segundo longa de Bradley Cooper eram altas e, no entanto, naufragaram.
Dono de uma carreira gradativa e surpreendente em Hollywood,Bradley Cooper entrou no panteão dos grandes atores graças à lapidação de David O. Russell, em O Lado Bom da Vida (2012), e aprendeu a criar e conduzir seus próprios projetos sem deixar de ser um ator extraordinário. Maestro poderia explorar um tom mais poético e menos expositivo, tal como a mágica parte inicial do filme, apresentando a transição de um profissional para uma estrela, mas aposta num didatismo biográfico. Esta escolha, entretanto, não impedirá o filme de chegar entre os nomeados a algumas das principais categorias do Oscar 2024.
Lançado no Festival de Veneza em setembro de 2023, Maestro chega no dia 7 de dezembro aos cinemas do Brasil e 20 de dezembro à plataforma de streamingNetflix.
‘A Forma da Água’, premiado filme de Guillermo del Toro, teve um significativo aumento nas vendas dos vibradores inspirados nas partes íntimas do Homem-Anfíbio, após a vitória no Oscar 2018.
“As nossas vendas subiram muito, vendemos tudo em menos de 20 minutos”, contou a empresária e escultora Ere ao site The Wrap.
O produto, chamado de “Joia da Amazônia”, encontra-se atualmente esgotado em todas as lojas.
Apesar de não ficar explicito no filme, nós sabemos através da protagonista que a criatura tem uma genitália masculina retrátil e, acredite ou não, isso tem despertado a curiosidade de muita gente.
Confira a imagem (inadequada para menores de 18 anos!)
‘A Forma da Água’ foi premiado com seis estatuetas no Oscar, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Produção de Design.
O ator Edward James Olmos, de ‘Blade Runner’, se juntou ao elenco do reboot de ‘O Predador’ em março de 2017, mas parece que ele não irá aparecer no corte final do filme.
Em uma entrevista ao /Film, o ator revelou que foi cortado totalmente nas refilmagens, mas que não ficou aborrecido por isso e que o corte de seu personagem pode ser melhor para o resultado final do longa.
‘O Predador‘ passou por diversos problemas na produção, e teve seu terceiro ato inteiro refilmado.
O filme será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.
Com a chegada do mês de agosto, algumas produções espetaculares chegaram aos streamings. Porém, nem só de estreias vivem essas plataformas, então separamos cinco filmaços disponíveis nos principais streamings do país para você assistir neste fim de semana.
Selecionamos, ação, aventura, terror, ficção e comédia para tentar te ajudar a escolher o que ver antes do início da próxima semana. Colocamos em quais plataformas esses filmes estão disponíveis abaixo de cada texto. Confira!
Guardiões da Galáxia Vol.3
O grande lançamento do mês nos streamings é um dos melhores e mais populares filmes do ano. Saindo dos cinemas para as telas do Disney+, Guardiões da Galáxia Vol.3 conclui a história dos anti-heróis espaciais da Marvel que conquistaram o público ao longo da última década. Na trama, Rocket Raccoon(Bradley Cooper) sofre um ataque e fica à beira da morte. Porém, ele tem um dispositivo em seu corpo que impede que ele seja medicamente tratado. Então, os Guardiões vão ter que correr contra o tempo para encontrar o cientista por trás da criação de Rocket para tentar desativar a ferramenta e salvar o amigo de um triste fim.
Estrelado por Bob Odenkirk(Better Call Saul), Anônimo é um filme de ação ao melhor estilo John Wick. A trama acompanha um pacato pai de família, que passa seus dias em uma pacata e repetitiva rotina de frustrações. Até que sua casa é invadida por dois assaltantes, que levam seu relógio e humilham seu filho. Só que ele não faz nada para impedir, deixando o garoto e sua esposa decepcionados com sua falta de reação. Então, ele decide parar de se controlar e se render aos ataques de raiva que fizeram dele um dos maiores “solucionadores” de problemas das principais agências secretas de seu país. Armado com ódio e muita vontade de fazer besteira, ele vai atrás dos pilantras que invadiram sua casa e começa uma caçada repleta de ação, porradaria e bom humor.
Lançado em 2006, Paprika é um filme animado japonês que adapta um livro homônimo para criar a principal obra cinematográfica de ficção científica do início do século XXI. A trama se passa em um futuro próximo, no qual foi desenvolvido um tratamento terapêutico que consiste em deixar que uma máquina ler e registrar seus sonhos. Nesse contexto, uma doutora invade ilegalmente a consciência alheia para investigar e entender o que se passa no subconsciente alheio. O problema é que uma das máquinas é roubada e começa a ser usada para causar o caos por aí. Então, a doutora se une a um cientista e um detetive para descobrir quem foi que roubou o aparelho e tentar recuperá-lo antes que um estrago maior seja causado. Achou essa história parecida com outro filme? Pois é, Christopher Nolan se inspirou em tudo que podia desta história para construir o sucesso A Origem (2010).
Lançado no auge da febre de Stranger Things, Verão de ’84 é um filme de terror e suspense ambientado nas férias de verão de 1984 de um grupo de jovens metidos a detetives que começam a desconfiar que o vizinho policial de um deles pode ser o responsável por uma série de misteriosos assassinatos cruéis que assombra a cidade. Então, os quatro amigos decidem investigar o suspeito e acabam cruzando o caminho do tal serial killer incontáveis vezes. Só que em vez da direção suavizar esses encontros, eles estendem ao máximo as situações de perigo, criando um clima de tensão muito forte, enquanto a molecada fala besteira, se apaixona e tenta sair viva dessa história bizarra.
Lançada em 2011, Amor a Toda Prova é uma comédia que cresceu muito com o passar dos anos. Nesta história, Carl (Steve Carell) é um homem de meia idade que se casou com sua primeira namorada e construiu uma grande família com ela. Só que, após descobrir uma traição, eles se divorciam e ele volta a ficar solteiro pela primeira vez desde os 15 anos. Sem nunca ter flertado com mais de uma pessoa na vida, Carl vai a um bar onde conhece Jacob (Ryan Gosling), um jovem sedutor que fica com quem quiser. Com seus caminhos cruzados, Jacob decide ensinar Carl a recuperar sua masculinidade e como falar com mulheres. O problema é que o jovem galã se apaixona pela filha do divorciado sem que eles saibam das respectivas relações. E conforme eles vão se conhecendo melhor, eles descobrem que vários outros rumos se entrelaçam nessa amizade, criando uma comédia romântica inesperada e divertidíssima. É um daqueles filmes que mesmo sem nunca tê-lo assistido, é bem provável que você já tenha visto alguma cena dele, porque as caras e bocas de Gosling renderam alguns dos principais “memes” do ator que dominam a internet nos dias de hoje.
Uma coisa que os escritores e roteiristas podem ter com toda a certeza é que nada, absolutamente nada, vai conseguir superar a realidade. Não tem situação que a ficção consiga imaginar, que a realidade não a supere – e em muito –, ao ponto de leitores e espectadores se depararem com uma determinada situação criada na ficção e a considerarem impossível de imaginar, mas fato é que na realidade ela é muito pior. E, quanto mais o cinema vai expandindo suas narrativas e buscando histórias fora da caixinha, mais nos deparamos com a inacreditável realidade do nosso mundo. Uma dessas histórias absurdas chega essa semana aos cinemas nacionais, através da dramédia ‘O Urso do Pó Branco’.
No ano de 1985, um episódio curioso e proporcionalmente bizarro ocorreu nos Estados Unidos: um avião que transportava dezenas de quilos de cocaína começou a despejar os pacotes lá do alto, sem nenhum cuidado, e o responsável, que iria recolher os pacotes em seguida, faleceu misteriosamente no caminho, pois seu pára-quedas não abriu. Tudo teria sido apenas um misterioso caso de acidente mal explicado, não fosse o fato de os pacotes de cocaína terem se espalhado ao longo de um parque em Blood Mountain, na Geórgia. Com a droga perdida ao longo de quilômetros de floresta, tanto pessoas inocentes quanto animais silvestres acabam entrando em contato com a substância – em especial um urso pardo, cujas reações passam ser imprevisíveis e incontroláveis e passa a ameaçar a segurança dos visitantes do parque florestal.
Desde quando ‘O Urso do Pó Branco’ foi anunciado, o público e a indústria cinematográfica ficaram ansiosos com o resultado, que muito possivelmente seria tosco e risível. E de fato o é, afinal, o absurdo da ideia de um urso viciado em cocaína é igualmente bizarra e atraente para um público sedento por novidades. Dividido em três atos bem marcados, o filme de uma hora e trinta de duração ao mesmo tempo que diverte, também é extremamente triste. No primeiro arco, quando logo na primeira cena conhecemos o urso já sob efeito da substância tóxica, sentimos o coração apertar ao vermos o animal fritando por causa do entorpecente, sem ter qualquer controle ou noção do que está acontecendo, e, ao mesmo tempo, já demonstrando dependência pela substância química. O mesmo ocorre no ato final, o que deixa um sabor bem amargo no espectador que for ao cinema pensando em apenas rir da situação, mesmo se tratando de CGI.
Tendo indiretamente mostrado os perigos e as consequências da submissão de animais à substâncias elaboradas pelo homem e não pela natureza, ‘O Urso do Pó Branco’ também tem sua parte divertida, através do núcleo humano, com o roteiro de Jimmy Warden deixando em evidência, desde a primeira cena, que os seres humanos não vão ter a menor chance contra este animal totalmente doidão. As cenas com o elenco (que inclui nomes como Ray Liotta, Keri Russell, Matthew Rhys eKristofer Hivju) são hilárias, uma vez que os ataques, as mortes e, principalmente, as tentativas de sobrevivências são tão bizarras quanto cômicas, tornando os seres humanos fragilizados o verdadeiro entretenimento da produção. É com eles que o espectador irá revirar os olhos e sentir repulsa, com cenas de características gore, trash e o nonsense, beirando a galhofa.
Elizabeth Banks assume com firmeza o seu projeto, fazendo com que a câmera o tempo todo favoreça o animal em demérito ao humano, acompanhando-o em posicionamentos que aumentem sua grandeza. Com ares de filme B de festival indie, faz tempo que não vemos um filme assim no grande circuito, e, a ver pelo burburinho causado, é capaz de novas produções como essa retomarem a programação das salas de exibição.
Depois do sucesso de sua primeira temporada, era inevitável que ‘Cloak & Dagger’, série da Marvel, fosse renovada para uma segunda temporada na Freeform. Agora, segundo o site Deadline, sabe-se que a série irá retornar no dia 04 de abril com um especial de reestreia de duas horas.
Confira o novo pôster:
A série gira em torno de Tandy Bowen e Tyrone Johnson, dois jovens com criações distintas que terão de aprender a lidar e aprimorar superpoderes recém-adquiridos, e mais: a viver em casal, na vida pessoal e na luta contra o crime, como os inseparáveis Manto e Adaga.
A série foi desenvolvida por Greg Daniels e Carell, repetindo a parceria da comédia ‘The Office‘.
A trama é inspirada por uma ideia do presidente Trump em ter uma força espacial como a sexta ramificação militar do país. A série se passará no local de trabalho com pessoas que foram dadas a tarefa de criar essa nova divisão.
Além de ser o cocriador da série, Carell também a estrelará. Segundo fontes internas, o ator deve receber US$ 1 milhão por episódio.
O número de episódios ainda não foi determinado. Novas informações devem sair em breve.
‘Space Force’ estreia na plataforma de streaming em 2020.
A The CW divulgou as imagens oficiais de “It’s Alright, Ma (I’m Only Bleeding)”, oitavo episódio da 1ª temporada de ‘Katy Keene’ que será exibido no dia 26 de março.
Confira, junto à sinopse:
Com todos lidando com aconteceu, Jorge deve se explicar a seu pai sobre Ginger. Katy está concorrendo a uma importante bolsa, mas, para consegui-la, deve cumprir uma missão impossível envolvendo Xandra. O grupo quer celebrar o aniversário de Pepper como os anos passados, mas agora ela quer fazer algo diferente; entretanto, seu plano é impedido pela Srta. Freesia. Enquanto isso, Josie está ansiosa para lançar sua música no mundo, gravando um videoclipe pelas costas de Alexander.
Escrito por Roberto Aguirre-Sacasa (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) e Michael Grassi, e dirigido por Maggie Kiley, o spin-off gira em torno de quatro personagens icônicos da Archie Comics, incluindo a futura empresária da moda Katy Keene e a cantora e compositora Josie McCoy (Ashleigh Murray), que lutam para conquistar seus sonhos na cidade de Nova York. A dramédia musical conta as origens e os obstáculos enfrentados pelo grupo.
Na trama, para conseguir uma vaga na universidade dos seus sonhos, Quinn Ackerman precisa se dar bem em uma competição de dança. Decidida a derrotar os melhores da escola, ela forma uma equipe. Agora só falta resolver um pequeno detalhe: aprender a dançar.
A 3ª temporada de ‘American Gods’ estreia muito em breve na Starz e, agora, a TVLine divulgou com exclusividade uma nova imagem promocional do vindouro ciclo.
A foto em questão não apenas reúne Sr. Wednesday (Ian McShane) e Shadow Moon (Ricky Whittle), como também apresenta Blythe Danner como a deusa grega da colheita, Deméter.
Confira:
Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 11 de janeiro de 2021.
Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.
Seguindo os passos de ‘WandaVision’, a série ‘Falcão e o Soldado Invernal’ também foi extremamente bem recebida pela crítica e pelo público – e é claro que a Marvel e o Disney+ não a deixariam de fora das principais premiações televisivas.
As companhias divulgaram recentemente o pôster de submissão ao Emmy Awards 2021 da produção, esperando que a Academia considere-a para a categoria de Melhor Série – Drama.
Confira:
A série foi criada por Malcolm Spellman.
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.
A Netflix divulgou o trailer completo de ‘O Rei de Porcelana’, seu mais novo drama sul-coreano.
Confira:
A série foi criada por Song Hyun-wook, Lee Hyun-suk e Han Hee-jung.
Com o assassinato do príncipe herdeiro, sua irmã gêmea assume o trono. Só que ela deve esconder sua identidade e seu amor por um jovem se quiser sobreviver.
Park Eun-bin, Rowoon, Nam Yoon-su, Choi Byung-chan, Bae Yoon-kyung, Jung Chae-yeon, Yoon Je-moon, Bae Soo-bin e Lee Pill-mo estrelam a produção.
‘O Rei de Porcelana’ estreia na plataforma de streaming em 22 de outubro.
Lúcia (Pires) é uma comissária exemplar da inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro que, diagnosticada com Alzheimer, começa a articular sua aposentadoria. Durante a investigação do que seria seu último caso, descobre um esquema do qual ela vira suspeita. Entre os desdobramentos das investigações e os lapsos de memória, Lúcia agora terá que lutar por sua vida.
Demi Lovato divulgou mais um single oficial de seu aguardado 8º álbum de estúdio, ‘Holy Fvck’.
Intitulada “Substance”, a canção é precedida pela recente “Skin of My Teeth” e foi disponibilizada nas plataformas de streaminghoje,15 de julho.
Ouça:
Lembrando que o disco será lançado no dia 19 de agosto.
Em janeiro deste ano, Lovato anunciou o funeral de sua carreira pop, prenunciando um retorno ao gênero do rock-pop de seus dois primeiros álbuns, ‘Don’t Forget’ (2008) e ‘Here We Go Again’ (2009).
Lembrando que o último lançamento de Lovato foi ‘Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, em 2020.
Lovato ganhou fama ao participar da mini-franquia ‘Camp Rock’ e a série ‘Sunny Entre Estrelas’, ambas produções originais do Disney Channel. Sua estreia solo no mundo da música se deu com ‘Don’t Forget’, que ajudou em seu caminho ao estrelato.
Em 2018, teve um lapso após seis anos de sobriedade e sofreu uma overdose em virtude de opioides, motivo pelo qual lançou a canção “Sober”, pedindo desculpas aos fãs pela “fraqueza”. Após entrar em uma clínica de reabilitação, agradeceu o apoio dos fãs e comentou que contaria ao mundo pelo que passou quando estivesse bem, criticando aqueles que criavam histórias fantasiosas sobre sua vida.
Vendendo mais de 25 milhões de records apenas nos Estados Unidos, seus principais prêmios incluem um VMA, 14 Teen Choice Awards, cinco People’s Choice Awards, uma entrada no Livro dos Recordes e outra na listagem anual do Time 100 como uma das personalidades mais influentes de 2017.
Lovato também levanta bandeira de inúmeras causas sociais, incluindo a luta pela igualdade da comunidade LGBTQ+ e discussões sobre saúde mental.
O cronograma de lançamentos de James Gunn para o DCU já está pronto – mas os fãs terão que esperar um pouco mais para ver os detalhes da programação do universo super-heroico.
Nesta última quarta-feira (14), Gunn recorreu ao Twitter para revelar que ele e o co-presidente Peter Safran já montaram o cronograma oficial da DC e que poderão revelar as primeiras informações sobre os projetos no começo de 2023.
“Peter e eu temos um cronograma da DC pronto, sobre o qual não poderíamos estar mais animados; poderemos compartilhar informações quentes sobre os primeiros projetos no começo do ano que vem”, ele escreveu.
Peter & I have a DC slate ready to go, which we couldn’t be more over-the-moon about; we’ll be able to share some exciting information about our first projects at the beginning of the new year.
Gunn continua, falando que um dos projetos do cronograma é ‘Superman’: “dentre os filmes presentes está ‘Superman’. Nos estágios iniciais, nossa história irá focar em uma parte mais antiga da vida de Superman, então o personagem não será interpretado por Henry Cavill“.
Among those on the slate is Superman. In the initial stages, our story will be focusing on an earlier part of Superman’s life, so the character will not be played by Henry Cavill.
Anteriormente, uma reportagem da Variety havia apontado que Gunn e Safran estavam estudando a possibilidade de incorporar o Batman de Robert Pattinson ao provável reboot do panteão super-heroico.
Entretanto, Gunn recorreu ao Twitter nas últimas horas para dizer que os rumores não são verdade e que Pattinson não aparecerá no panteão super-heroico.
Na postagem, ele escreveu: “há poucos repórteres que amo mais do que Adam B. Vary [da Variety] – realmente um bom homem -, mas, nesse caso, ele precisa de novas fontes, visto que isto é inteiramente falso”.
Confira:
There are few reporters I love more than @adambvary – truly a good guy – but in this case he needs to get a new source as this is entirely untrue. https://t.co/a7cnbTfpSi
Ainda que mais informações sobre o DCU não tenham sido divulgadas, Gunn adiantou quando irá finalmente iniciar as suas mudanças.
Alguns filmes do estúdio ainda estão marcados para serem lançados em 2023, o caso de ‘Aquaman e o Reino Perdido‘, ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘, ‘The Flash‘ e ‘Besouro Azul‘, o que deixou muita gente em dúvida sobre quando, de verdade, veríamos o dedo de Gunn e Safran.
Respondendo uma pergunta feita por um fã no Intagram, onde um usuário questiona se ‘Besouro Azul‘ será o primeiro filme sob o seu comando e de Safran ou se isso começou com ‘Adão Negro‘, Gunn respondeu de maneira inusitada.
“Peter e eu ajudaremos a guiar os projetos já filmados para o próximo ano, mas a nova lista só vai começar depois de ‘Aquaman 2′”, disse o cineasta.
Ou seja, é certo que essa nova DCU começará em 2024, mas, enquanto esse momento não chega, Gunn e Safran estão auxiliando a condução dos projetos que já tem data marcada para estrear nos cinemas.
Há algumas semanas, o The Hollywood Reporter divulgou que a dupla já está planejando os próximos 10 anos de produções para o cinema e para a TV.
OHulu divulgou a sinopse oficial da nova temporada da série animada ‘Futurama‘, que havia sido finalizada há uma década.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 24 de julho.
Confira:
A produção poderá ser acompanhada por novos espectadores, mas também funcionará como uma sequência direta da série original – e seguirá a continuação da épica história de amor entre o Fry e a Leela, o conteúdo misterioso da caixa do Nibbler, a história secreta do Papai Noel Robô, e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Enquanto isso, há uma nova pandemia na cidade enquanto a equipe explora o futuro das vacinas, bitcoins, cultura do cancelamento e streaming.
Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’) e David X. Cohen (‘Beavis and Butt-Head’), ‘Futurama’ estreou em 1999 e rapidamente ganhou seguidores fiéis e aclamação da crítica, incluindo dois Emmys de Melhor Série Animada. Apesar de seu cenário em um futuro distante, o programa é conhecido por suas críticas ácidas e satíricas sobre a vida no presente.
A trama gira em torno de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).
A animação chegará à plataforma nesta próxima sexta-feira, 03 de novembro.
HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO tem Miles Morales de volta para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar®. Depois de se reunir com Gwen Stacy, o amigão da vizinhança e protetor em tempo integral do Brooklyn é catapultado através do Multiverso, onde ele encontra um time de Pessoas-Aranha que precisam proteger a própria existência. Quando os heróis não conseguem se unir para lidar com uma nova ameaça, Miles se vê dividido e precisa redefinir o que significa ser um herói para que ele consiga salvar as pessoas que mais ama.
Kemp Powers e Justin K. Thompson entram como diretores.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
A icônica vencedora do Grammy Dua Lipadivulgou recentemente um vídeo promocional nos levando aos bastidores do videoclipe de “Illusion”, 3º single de seu vindouro terceiro álbum de estúdio, ‘Radical Optimism’.
Lembrando que o compilado de originais, que conta também com “Houdini” e “Training Season”, tem lançamento agendado para 03 de maio.
1. End of an Era 2. Houdini 3. Training Season 4. These Walls 5. Whatcha Doing 6. Illusion 7. Falling Forever 8. Anything for Love 9. Maria 10. Happy for You
Vale lembrar que, em 2020, Lipa lançou o álbum ‘Future Nostalgia’, que contou com os singles “Don’t Start Now”, “Physical”, “Break My Heart”, “Hallucinate” e “Levitating”.
A produção foi aclamada pela crítica especializada e pelo público, conquistando nada menos que 6 indicações ao Grammy Awards e levando o prêmio de Melhor Álbum Pop Vocal para casa.
Recentemente, a artista integrou o elenco do aclamado live-action‘Barbie’, além de ter assinado a faixa original “Dance The Night”. Este ano, ela também fez parte do elenco de ‘Argylle – O Superespião’ ao lado de Henry Cavill e Bryce Dallas Howard.
É um fato dizer que a 4ª temporada de ‘Only Murders in the Building’ vem se provando uma das melhores da série – e, quando esperávamos que a série atingiria uma espécie de platô criativo, mantendo-se fiel à sua grandiosidade narrativa e performática, fomos presenteados com o episódio mais sólido do recente ciclo até agora.
Intitulado “Adaptation”, o capítulo assinado por J.J. Philbin e Ella Robinson Brooks é um deleite para os olhos e uma das gemas do circuito seriado deste ano, mergulhando de cabeça em uma mistura perfeita de mistério, comédia e drama que nos mantém vidrados nas telinhas do começo ao fim. E, como se não bastasse, era notável como o elenco vinha fazendo um trabalho esplêndido, entregando-se de corpo e alma a seus respectivos personagens; porém, nesta iteração, eles elevam suas performances a níveis espetaculares, seja na cadência dos diálogos, seja na química que mantêm um com o outro.
Seguindo de perto os eventos do capítulo anterior, Charles (Steve Martin), Mabel (Selena Gomez) e Oliver (Martin Short) encontram o local onde a falecida Sazz (Jane Lynch) desejava montar um acampamento para treinar jovens dublês – apenas para se depararem com uma histérica Bev (Molly Shannon) apontando-lhes um revólver. Porém, Bev explica que apenas teve uma reação imediata à aparição do trio, visto que ela mesma estava investigando o que aconteceu a Sazz – principalmente depois de revelar a eles que a dublê havia entregado uma mensagem estranha sobre o bem-estar e o futuro do filme pelo qual a produtora estava responsável, minutos antes de ser baleada. Não demora muito até que Bev, Charles, Mabel e Oliver entrem em comum acordo sobre um dos membros do longa-metragem estar envolvido com o assassinato.
A partir daí, as investigações tomam um rumo maior: os nossos amados detetives, crentes de que estavam chegando a algum lugar, percebem que certos elementos não se encaixam e posam como um obstáculo para o caminhar das coisas. E, após conversarem com Bev e levarem um “banho de água fria” da policial Donna (Da’Vine Joy Randolph), eles percebem que a gama de suspeitos é muito maior do que imaginavam – envolvendo cada um dos membros da equipe técnica e do elenco. Tentando arrancar álibis ou motivos daqueles que os cercam (sem deixar óbvio de quem realmente desconfiam), Charles, Mabel e Oliver percebem que podem estar caminhando para um precipício enquanto lidam com suas próprias angústias.
Philbin e Brooks são o nosso verdadeiro foco aqui: ocupando-se com maestria de um roteiro movido pelo melhor do nonsense, cada engrenagem se encaixa com perfeição à outra, permitindo que o ritmo de um breve episódio de pouco mais de meia hora seja calculado com esmero e navegando entre os altos e baixos de um bom enredo. Além disso, percebemos o cuidado com que as escritoras singram por um tema de presença forte na atualidade – o da síndrome do impostor -, permitindo que os problemas pessoais dos personagens, protagonistas ou coadjuvantes, sejam reflexo de suas escolhas e de que formam escolhem os caminhos tomados em prol de um objetivo que, por enquanto, não está tão claro. E é claro que o título do episódio seria levado em consideração, homenageando, em tema e em precisão, um dos maiores clássicos de Charlie Kaufman, ‘Adaptação’.
Como a cereja do bolo, temos atuações irretocáveis que vão para além de Martin, Short e Gomez. O destaque principal é dado aos membros regulares e convidados da iteração, a começar por Shannon, uma das grandes gênias da comédia, que sabe como conduzir a expressividade propositalmente exagerada de Bev em uma agressividade passiva e condescendente que nos arranca gargalhadas; Randolph, dando as caras em breves sequências, nos ataca com ferocidade e conforto dentro das camadas que pode explorar acerca de Donna; Paul Rudd diverte-se em uma interpretação hilária de Glen Stubbins, ex-dublê de Ben Glenroy e, agora, dublê de Oliver no longa da Paramount; e até mesmo Eva Longoria busca elementos de seu tempo em ‘Desperate Housewives’ como Gabby para compor sua pontual aparição.
‘Only Murders in the Building’ retorna com um capítulo impecável que não possui quaisquer falhas – e que, sabendo como conduzir a si mesmo através de um time de talento inegável, permite que a história sagre uma das primeiras grandes reviravoltas (que nos deixa instigados para a semana seguinte).
‘Anora’, o novo longa deSean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.
Baker foi condecorado com a estatueta de Melhor Montagem por seu aclamado trabalho, além de levar para casa o prêmio de Melhor Roteiro Original.
O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.
“Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.
“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.
“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.
“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.
“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.
“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.
“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.
Relembre a sinopse:
Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.
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