Dave Sheridan, que interpretou Doof Gilmore na franquia ‘Todo Mundo em Pânico’, afirmou que o sexto filme contará com a presença do Ghostface.
O ator também revelou que Marlon Wayans está supostamente escrevendo um novo roteiro para o longa, que deverá fazer referência aos dois últimos filmes da franquia ‘Pânico’.
Vale lembrar que, apesar de inicialmente ser uma paródia de ‘Pânico 6’, a franquia ‘Todo Mundo em Pânico’ expandiu sua comédia para outros filmes de terror, referenciando diversos títulos ao longo dos anos.
‘Todo Mundo em Pânico 6’ estreará nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho de 2026.
Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.
As filmagens devem acontecer ainda este ano.
Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
Ao longo das sequências, a trama parodiava cenas de diversos filmes de suspense e terror, como ‘Pânico’, ‘O Exorcista’, ‘O Grito’, ‘Brinquedo Assassino‘ e vários outros.
Para os mais curiosos cinéfilos a sigla IMDB é algo familiar, uma referência para quando for realizada uma pesquisa sobre determinado projeto. Essa base de dados online, referência em informações sobre o audiovisual, reúne informações, curiosidades e também notas de membros que dão uma média geral para determinada obra. Mas nem sempre a média de um filme, por exemplo, é alta, e isso não quer dizer que o filme ou série é algo descartável. Pensando nisso, resolvemos reunir uma lista com filmes abaixo da nota 6 que são interessantes jornadas audiovisuais:
Na trama, conhecemos o casal Allison Torres (Jennifer Garner) e Carlos Torres (Edgar Ramírez) e seus três filhos que após alguns desentendimentos diários, principalmente em relação a linha dura que a mãe impõe com suas tabelas organizadas e disciplina constante, resolvem adotar uma nova ideia na dinâmica da família: o dia do sim. Esse inusitado e diferente dia consiste em os pais não poderem dizer não (com alguns pequenos limites impostos) a tudo que as crianças querem fazer naquele dia, para isso os filhos precisam cumprir tarefas ao longo dos dias das semanas anteriores (como notas altas na escolas, etc…).
Quando a Vida Acontece
Na trama, conhecemos o casal Alice (Lavinia Wilson) e Niklas (Elyas M’Barek), que estão passando por uma fase muito complicada em seu relacionamento, com inúmeras tentativas fracassadas de ter um filho. As opções que existem, como adoção geram conflito por linhas de pensar diferentes. Perto dos 40 e poucos anos, e sem muitos respiros nas tentativas de renovar de alguma forma o casamento, resolvem sair de férias para um lugar quase isolado, uma espécie de clube com casas pequenas e confortáveis. Só não esperavam serem atingidos pela rotina do casal que aluga a casa vizinha a deles.
Na trama, conhecemos a arquiteta Maud (Valérie Donzelli), mãe de dois filhos no início da adolescência que é separada (ou não) do ex-marido, o faz nada Martial (Thomas Scimeca). Quando, de maneira bastante inusitada, acaba ganhando um concurso para renovação estética do pátio diante da catedral de Notre-Dame sua vida vira uma loucura maior ainda e precisará lidar com um gigante orçamento, as intervenções de seu chefe, o reaparecimento de um antigo amor do passado, uma gravidez inesperada e escolhas que precisarão serem tomadas.
Little Boxes
Na trama, conhecemos Gina (Melanie Lynskey) e Mack (Nelsan Ellis), um casal apaixonado que resolve se mudar para o interior dos Estados Unidos ao lado de seu único filho Clark (Armani Jackson). Gina é fotógrafa e conseguiu um emprego muito bom no departamento de artes de uma universidade dessa nova cidade, Mack é escritor e busca inspiração para seus novos textos ligados à culinária. A vida dos três passará por uma profunda mudança e tentativa de adaptação nessa nova cidade.
As montanhas sempre ouvem e nunca respondem de volta. Explorando duas forças emocionais conflitantes, o fugir e o ter esperança, Tempestade Infinita parte de uma história sobre luta pela sobrevivência onde o instinto maternal e a solitude são parte de uma engrenagem fundamental que contempla os desafios de superar perdas. Dirigido pela dupla Malgorzata Szumowska e Michal Englert, o projeto é baseado em fatos reais de uma dramática história ocorrida no ano de 2010. No elenco, a duas vezes indicada ao Oscar, Naomi Watts.
O somatório de dramas movidos por uma catástrofe. Chegou recentemente no catálogo da Netflix um filme que tinha tudo para ser um show de mesmices, clichês amontoados, tendo como epicentro uma tragédia anunciada. Só que no longa-metragem sueco O Abismo um fator muito bem encaixado na sua trama acaba deixando tudo mais profundo prendendo a atenção do espectador nos 103 minutos de projeção. Dirigido pelo cineasta Richard Holm, o projeto consegue com muita eficiência na sua intensa narrativa alinhar conflitos familiares a uma tragédia.
No Afeganistão, após o marido ficar durante anos em estado vegetativo após ser ferido em um conflito, Janan (Martine Malalai Zikria) embarca em uma jornada para ser mãe utilizando a técnica de inseminação artificial. Para isso, ela resolve ir até o Reino Unido para iniciar o procedimento em uma clínica que lhe fora indicada. Chegando lá seu destino se cruza com William (Andrew Shaver) um estudante de sociologia médica, egocêntrico, que trabalha nessa clínica. Esse último faz uma troca do sêmen que iria ser doado por um doador anônimo pelo dele. Paralelo a essa história, conhecemos um ex-professor alcoólatra que é preso por uma briga de bar e terá seu destino convergindo com Janan em um momento muito delicado dela.
Na trama, conhecemos Sascha (Victoria Carmen Sonne), uma jovem que desembarca em um aeroporto na Turquia para passar um tempo na casa de praia do namorado bandido Michael (Lai Yde) e acaba encarando uma normalidade de violência e abusos dentro do universo do namorado. Quando parece que começa a perceber que há algo errado, ou pelo menos que deseja sair daquele universo mesmo que de maneira não convicta, ela conhece um velejador holandês mas Michael não deixará as coisas irem para o rumo que estavam caminhando.
Na trama, conhecemos Marvi e Kata, duas jovens inteligentes que namoram faz um ano, só que ambas ainda não contaram para suas famílias sobre esse relacionamento. Buscando resolver essa situação, aproveitam a ida da mãe de Kata (uma famosa comissária da União Europeia) e de seu pai até a Finlândia para talvez conversar sobre o assunto. Mas nesse meio tempo, Marvi convence a namorada de irem primeiro contar para sua família no interior da Finlândia. Muitas situações acontecem mas as famílias das duas se encontram e precisarão muita compreensão para todos se entenderem.
Na trama, conhecemos a aeromoça Abril (Eugenia Suárez) que durante um voo acaba se apaixonando pelo sonhador e empreendedor do ramo dos vinhos Manuel (Benjamín Vicuña). Após um desencontro no desembarque, um longo hiato se passa mas o destino quis que eles voltassem a se encontrar, agora, em outras condições, os dois casados e assim, escolhas precisarão serem tomadas por essas duas almas gêmeas.
Não é por causa de seu conteúdo que certos filmes não se conectam com os espectadores, e isso inclui os críticos e especialistas de forma geral. Um bom exemplo disso é o vencedor do Oscar Menina de Ouro (2004), de Clint Eastwood, que trata do mesmo tema apresentado neste Euphoria, de forma bem mais palatável.
Escrito e dirigido por Lisa Langseth, o longa traz Alicia Vikander (vencedora do Oscar por A Garota Dinamarquesa) como protagonista. A atriz, que também produz o filme, é usual colaboradora da cineasta, tendo participado de seus dois filmes anteriores, também como protagonista – Pure (2010) e Hotel Terapêutico(2013). Aqui a dupla alista também a francesa Eva Green, no papel da irmã terminal da personagem de Vikander.
A proposta de Euphoria é apresentar o relacionamento conturbado de duas irmãs, que se afastaram após a morte da mãe, vivendo sozinhas o seu sofrimento. Agora precisarão através de um curso intensivo, conviver e exorcizar seus demônios. E aí reside o grande problema da obra: não sentimos em momento algum que tal conexão sequer já existiu, tampouco que esteja sendo reestruturada.
Os sentimentos que precisavam ser grandiosos, são extremamente diluídos, não criando empatia com o público, ou identificação com esta trágica história. Falta ousadia e um soco mais forte para soar como tapa na cara e tirar o público do estado dormente. Vikander e Green não possuem química e algumas das cenas, como uma específica que deveria gerar um grande momento emocional, na qual as duas se abrem e contam histórias nunca antes reveladas, se torna tão envergonhado quanto falar de sexo com os pais.
Os jornalistas presentes no Festival de Toronto definitivamente não compraram a ideia e debandaram aos montes, da metade da sessão em diante. Ao final, fiz questão de contar os restantes, e é seguro dizer que ao menos um terço não estava mais presente. Se para mais nada, Euphoria, que consegue descambar totalmente para um dramalhão (sem querer estereotipar, mas já o fazendo) mexicano ou latino, tem na presença de Charles Dance e seu personagem o tipo de ritmo e humor que precisava. Ver Dance, o Tywin Lannister de Game of Thrones, dançando e cantando de forma assanhada numa festa de arromba torna a experiência um pouquinho menos esquecível.
A Noite do Jogo, nova produção da Warner, protagonizada por Rachel McAdams e Jason Bateman, é uma comédia engraçadíssima e provavelmente o melhor exemplar do gênero no ano. Já conferimos o filme e comentamos para você neste vídeo. Assista abaixo.
Ainda hoje grande parte do público torce o nariz para as refilmagens. Verdade seja dita, como tudo na vida, depende de seu ponto de vista. Afinal, os famosos remakes podem ser de fato algo bom ou ruim, dependendo de seu propósito e confecção. O melhor motivo para refazer uma obra, seja no cinema ou na TV, é reimaginá-la dentro das adequações sociais da época em que está sendo produzida – ao mesmo tempo em que, é claro, a apresenta para toda uma nova geração, que talvez nunca tenha ouvido falar no título.
Veja, por exemplo, o que a TV Globo tem feito com suas nova versões de novelas clássicas, como ‘Pantanal’ e ‘Elas por Elas’, inserindo temas muito pertinentes como o lugar da mulher e questões raciais (ao mudar a etnia de alguns personagens – já que no passado os negros possuíam menos espaço ainda). Em termos de cinema Hollywoodiano, somente nos anos 80, podemos citar três exemplos de remakes que conseguiram superar seus originais, acrescentando muitos elementos novos, mais em harmonia com a nova década: ‘O Enigma de Outro Mundo’ (1982), ‘A Mosca’ (1986) e este ‘Scarface’ (1983).
Embora muitos não saibam, o clássico ‘Scarface’, com Al Pacino, é na verdade uma refilmagem de uma obra dos anos 30.
Sim, ‘Scarface’, o ícone criminal com Al Pacino dizendo “Say Hello to My Little Friend”, é na verdade, uma reimaginação do clássico ‘Scarface – A Vergonha de uma Nação’, de 1932, com Paul Muni, dirigido por Howard Hawks. Com o passar de cinquenta anos, que separam o clássico dos primórdios do cinema e o adorado filme dos anos 80, apenas os cinéfilos raiz e os estudiosos da sétima arte tinham recordação do longa original – afinal é um enorme lapso de muitas gerações.
Outro fator a se levar em conta é que o ‘Scarface’ original, assim como ‘A Mosca da Cabeça Branca’ e ‘O Monstro do Ártico’ foram produções do cinema B, que não ecoaram ao longo da história, digamos como um ‘O Mágico de Oz’, ‘Casablanca’ ou ‘E o Vento Levou’, por exemplo. Sendo assim, ficam mais fácil de serem reimaginados, por não existir uma memória afetiva destas obras na mente do grande público.
O roteirista Oliver Stone moderniza a trama típica dos mafiosos italianos para um problema da época: a droga vinda da America Central e do Sul.
Falando no contexto da época, ‘Scarface’ (1983) conta com roteiro de Oliver Stone, que três anos depois faria seu nome também como realizador, ao dirigir ‘Platoon’, ainda considerado um dos melhores relatos sobre a Guerra do Vietnã de todos os tempos – e que levou o Oscar de melhor filme e mais três, incluindo melhor diretor para Stone. Baseado no livro de Armitage Trail e no filme clássico deHoward Hawks, Stone traz a história para os anos 80 e deixa os gângsteres italianos de lado, para focar no problema das drogas de países da América do Sul e da América Central que invadiam os EUA na época e deixavam o presidente Ronald Regan louco.
Sendo assim, o mafioso ítalo-americano Tony Camonte se tornava um legítimo imigrante cubano, que chegava a Miami de forma ilegal, chamado agora Tony Montana. Essa mudança étnica ajudaria o preconceito que os chefões teriam dele, o impedindo de ascender na organização. De outro lado, o deixaria mais sedento para demonstrar todo o seu potencial e mostrar sua capacidade, esfregando na cara dos xenofóbicos.
O grande Al Pacino já tinha cinco indicações ao Oscar quando estrelou ‘Scarface’, filme que viria a ser um dos favoritos de sua carreira.
Para o papel protagonista o escalado foi o lendário Al Pacino. Então com 43 anos, Pacino já tinha nada menos que cinco indicações ao Oscar quando aceitou o papel de Tony Montana, com direito a um sotaque latino carregadíssimo e exagerado. É claro que o papel mais memorável do ator era o de Michael Corleone nos dois primeiros ‘O Poderoso Chefão’, de Francis Ford Coppola (o terceiro só viria a ser lançado em 1990) – que retratam a ascensão e queda de uma família criminosa em Nova York nos anos 30. ‘Scarface’ também se concentra na mesma estrutura de subida e descida no poder de seu protagonista.
Al Pacino na época entregava um papel suculento em um filme elogiado atrás do outro. Falando apenas de suas nomeações ao Oscar, além de os dois ‘O Poderoso Chefão’ (1972 e 1974), temos ainda ‘Serpico’ (1973), ‘Um Dia de Cão’ (1975) e ‘Justiça para Todos’ (1979). Tony chega como imigrante, ao lado do amigo Many (Steven Bauer), em Miami, e após um breve período trabalhando em lanchonetes, logo começa a fazer servicinhos ilegais para criminosos. Em um destes “corres”, quase termina picotado por uma motosserra em uma das cenas mais impactantes do longa.
A loirinha Michelle Pfeiffer fisgou o papel de Elvira, e o filme a levaria para o estrelato sendo seu primeiro grande destaque.
Tony Montana deveria ter morrido em sua primeira investida na área, mas o destino tinha planos diferentes para ele. Assim, sobrevivendo, ele caiu nas graças do chefão Frank Lopez (Robert Loggia), e foi ganhando cada vez mais respeito e espaço dentro da organização. Tony Montana não era um qualquer, era ambicioso e tinha grandes aspirações. Ele queria se tornar o dono do mundo, e como diz uma frase em um globo que decora a sua casa e em um dirigível flutuante – “The World is Your” (“O Mundo é Seu”). Mas o protagonista não deseja apenas o negócio do chefe, um dos itens que mais almeja é a namorada desprezível e racista do poderoso, a dondoca loira Elvira, que é uma versão da “Barbie Gangster”. É dito que para o papel, Al Pacino queria Glenn Close, porém, os produtores não a achavam sexy o suficiente.
Inúmeras atrizes foram testadas para atuar lado a lado a um dos grandes nomes de Hollywood na época (talvez o maior), dono de cinco nomeações ao maior prêmio do cinema. E a atriz que abocanhou a vaga era uma então ilustre desconhecida chamada Michelle Pfeiffer. A loirinha não tinha, por assim dizer, o currículo mais expressivo, sem um destaque na época para chamar de seu. Para termos uma ideia, o filme mais relevante do qual havia participado, foi a sequência ‘Grease 2’, para a Paramount, lançada no ano anterior, na qual Pfeiffer viveu a protagonista Stephanie.
O sonho de conquistar os EUA não estaria completo para o imigrante cubano, sem uma loira dondoca para chamar de sua.
Mesmo assim, Michelle Pfeiffer foi testar ao lado de Al Pacino, ou seja, havia passado de muitas etapas na escalação para chegar a este ponto. Em diversas entrevistas, Pfeiffer recorda do momento, e do fato de ter ficado tão nervosa ao ter que atuar ao lado de uma lenda, que terminou em uma cena cortando a mão deAl Pacino, ao jogar o copo de vidro de cima da mesa em uma briga (a relação entre os personagens é muito turbulenta o filme todo). “Pensei que seria dispensada na hora”, releva Pfeiffer. Porém, saindo dos anos 70, e de técnicas mais realistas na atuação, o chamado “método” (de Stanislavsky), Pacino simplesmente adorou o “fogo” na interpretação da jovem, e se apaixonou pelo que trazia.
Na trama, desde o momento em que bate os olhos em Elvira, Tony sabe que precisa tê-la, e faz de sua meta conquista-la. Talvez em partes isso o motive a subir até o mais alto lugar na hierarquia de sua quadrilha. Ou seja, saber o que virá implícito com esta conquista territorial. E dito e feito, como uma espécie de bibelô brinde, a partir do momento em que Frank sai de cena e Tony domina, o criminoso ganha seu prêmio, uma esposa branca e loira, cem por cento americana. É a legitimação do “sonho americano” para o imigrante.
Existe também todo um capítulo dedicado à família de Tony, que manda trazer de seu país de origem para sua mansão e nova vida em Miami, a mãe (Miriam Colon) e a irmã Gina (papel de Mary Elizabeth Mastrantonio). A segunda, de origem italiana, marcou os anos 80 e 90. Mastrantonio, assim como Michelle Pfeiffer, foi revelada em ‘Scarface’, e seguiria para filmes como ‘A Cor do Dinheiro’ (pelo qual foi indicada ao Oscar), ‘O Segredo do Abismo’, ‘Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões’ e ‘Mar em Fúria’. No papel de Gina, a atriz brilha e traz uma crise de consciência no protagonista. Ele vê o envolvimento da irmã em seus negócios, e um envolvimento amoroso dela com seu braço direito e melhor amigo Manny. A situação termina em tragédia.
No comando da obra, Brian De Palma é um dos diretores que fez parte do movimento conhecido como “Nova Hollywood”, no qual na década de 1970, jovens diretores cheios de ideias e energia, mudavam de vez a cara da maior indústria de cinema do mundo, adicionando muito frescor e contracultura à mistura. Nomes como Martin Scorsese e seu ‘Taxi Driver’, Steven Spielberg e seus ‘Tubarão’ e ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau’, George Lucas e seu ‘Star Wars’ e Francis Ford Coppola e seu ‘O Poderoso Chefão’ mudariam para sempre as coisas. De Palma foi o quinto elo dessa engrenagem.
‘Scarface’ se tornou mais uma das obras cultuadas de um dos maiores nomes dos anos 70/80 e 90 em Hollywood: Brian De Palma.
Brian De Palma tinha os sucessos cult ‘Carrie – A Estranha’, ‘Vestida para Matar’ e ‘Um Tiro na Noite’ no currículo (os dois últimos, grandes homenagens ao cinema de Alfred Hitchcock) quando foi contratado para comandar ‘Scarface’. É dito que De Palma gostou tanto do roteiro, que abandonou o projeto no qual estava trabalhando para seguir para este. Qual era, você pergunta? Um certo ‘Flashdance’ – outro ícone da década, lançado no mesmo ano.
Muito se fala em Martin Scorsese e Francis Ford Coppola como expoentes do cinema criminal e de máfia. Porém, é injusto deixar o nome deBrian De Palma de fora desta conversa, e tudo começou com ‘Scarface’. Depois seguiriam ‘Os Intocáveis’ e ‘O Pagamento Final’ – este último uma espécie de “sequência espiritual” de ‘Scarface, lançado 10 anos depois.
‘Scarface’ não foi um sucesso de crítica ou bilheteria em sua estreia, mas viveu para se tornar um dos filmes mais queridos do cinema, 40 anos depois.
Por incrível que pareça, ‘Scarface’ não fez o sucesso estrondoso que podemos imaginar hoje. Pelo contrário, o filme recebeu críticas duras pelo excesso de violência, e o recorde de palavrões proferidos (que entrou no livro dos recordes). Pacino também foi criticado pelo retrato caricato de cubanos. Com o passar dos anos, o filme foi encontrando sua audiência, fazendo sucesso logo no mercado de vídeo, e crescendo cada vez mais com o passar do tempo. Hoje, se tornou um cult absoluto e uma ópera criminal muito reverenciada. Com o nome cravado na cultura pop mundial, seja em camisetas ou videogames, ‘Scarface’ é sem dúvidas um dos grandes títulos do gênero e marca como número 106 dos melhores de todos os tempos no IMDB. E essa ressonância através dos tempos é o maior prêmio que uma obra pode receber verdadeiramente. É o testa da imortalidade.
Em entrevista ao CinemaBlend, o diretor Andy Muschietti revelou como foi o processo de escalação da versão adulta do Clube dos Perdedores em ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘.
“Eu queria que a versão adulta do Clube dos Perdedores fosse crível e que as pessoas acreditassem que estamos falando das mesmas pessoas. Foi uma grande jornada para encontrá-los. Tenho orgulho de dizer consegui escalar todas as pessoas que eu queria no filme. E foi incrível perceber que todas essas pessoas estão super empolgadas por fazer parte disso.”
Recentemente, o primeiro trailer da aguardada sequência foi exibido no CinemaCon. Apesar do vídeo ainda não ter sido liberado na íntegra, confira a descrição:
“O vídeo começa com uma adulta Beverly Marsh (Jessica Chastain) visitando o antigo apartamento de seu pai, onde mora uma senhora assustadora. O apartamento está mais limpo do que Beverly imaginava e, enquanto a mulher está na cozinha, ela recupera uma antiga carta de amor de um de seus amigos do Clube dos Perdedores. Moscas aparecem, o que é um sinal de que Pennywise está por perto.
‘Ninguém que morre realmente morre’, diz a velha para Beverly com uma cara estranha e séria. Ela diz para Bev que seu pai estava no circo. Bev está desconfiada, mas é tarde demais… a velha se transforma em um monstro. O vídeo corta para mostrar o Clube dos Perdedores andando pela cidade, juntos. Imagens de balões em todos os lugares debaixo de uma ponte e uma última cena com Pennywise dizendo ‘Olá’.”
Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.
O longa é dirigido por William Eubank (‘O Sinal: Frequência do Medo‘).
Na trama, um laboratório subaquático é danificado devido a um terremoto. Com a estrutura destruída e a água invadindo o local, os pesquisadores devem lutar para sobreviver mediante às circunstâncias.
Os episódios finais da última temporada de ‘Supernatural‘ ganharam trailer estendido.
Confira:
Através do Twitter, a página oficial da série confirmou que o 1º dos sete episódios finais da 15ª e última temporada será lançado em 08 de outubro naCW.
Anteriormente, a emissora já havia revelado que o series finale será exibido em 19 de novembro.
Confira o pôster:
“Sua jornada final continua. Os sete episódios finais de ‘Supernatural’ estreiam a partir de 08 de outubro!“
Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.
Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…
A Amazon divulgou o primeiro teaser da 7ª (e última) temporada de ‘Bosch‘.
Além disso, foi confirmado que o ciclo final será lançado no dia 25 de junho.
Confira o teaser:
A história acompanha a vida de Bosch (Welliver), um detetive do departamento de homicídios de Los Angeles. Filho de uma prostituta, assassinada quando ele tinha onze anos, e de um advogado, que ele só conheceu quando já era adulto, Bosch cresceu em orfanatos e lares adotivos. Veterano da guerra do Vietnã, Bosch foi casado com Eleanor, estrela de um cassino em Macau, com quem teve uma filha, Maddie. Enquanto tenta prender o responsável pela morte de um menino de treze anos, Bosch responde a processo, acusado de ter matado a sangue frio Roberto, um suspeito de ser um serial killer. O processo foi aberto por sua viúva, Rosa Flores, representada pela advogada Sunny Chandler.
Na trama,“quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘”.
A Time Variance Authority (Autoridade de Variação Temporal), ou TVA, foi criada em Loki como uma organização burocrática que preserva a Linha do Tempo Sagrada e monitora anomalias multiversais. Mas será que a TVA, mesmo com seu poder de manipular o espaço e o tempo, sabe no que está se metendo quando recruta Wade Wilson – também conhecido como Deadpool?
Após uma longa amizade com Wolverine, interpretado por Hugh Jackman, Deadpool, interpretado por Ryan Reynolds, está prestes a formar uma equipe com o homem de adamantium. E eles não só estarão trabalhando para derrotar uma série de vilões que assolam o universo Marvel, mas também estarão invadindo a franquia MCU e dando seu próprio toque de classificação R, estilo 20th Century Fox, em alguns dos nossos momentos favoritos das Fases 1-4!
Espere ver algumas participações especiais – juntamente com alguns trajes icônicos.
» Stefan Kapičić retorna como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.
» As irmãs Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Loeglin assinam o roteiro;
» O ator Hugh Jackman havia publicamente se aposentado como Wolverine em 2017, com o aclamado filme ‘Logan‘, mas dará vida ao personagem mais uma vez na vindoura sequência;
» ‘Deadpool 3‘ deve se tornar o primeiro filme do Universo Cinematográfico Marvel com classificação indicativa R – para maiores de 18 anos;
» Em 2016, ‘Deadpool‘ se tornou um enorme sucesso nos cinemas, arrecadando US$ 782 milhões nas bilheterias mundiais. Dois anos depois, a sequência arrecadou US$ 785 milhões mundialmente;
A Diamond Films divulgou o trailer legendado da comédia ‘Guerra entre Herdeiros‘ (The Estate), estrelada por Toni Collette e Anna Faris.
Confira:
As irmãs Macey (Collette) e Savanna (Faris) estão determinadas a garantir a tão desejada herança da família. Sem muita sorte e com uma cafeteria à beira da falência, elas bolam um plano perfeito para conquistar sua tia Hilda, a matriarca autoritária e ranzinza que está doente. As irmãs só não esperavam que outros parentes teriam exatamente a mesma ideia. Agora, Macey e Savanna vão enfrentar uma batalha divertida e caótica na esperança de se tornarem as herdeiras desta fortuna.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de agosto.
O longa é dirigido por Dean Craig, que também assina o roteiro.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de junho.
A trama conta a história de Mina, artista de 28 anos, que se perde em uma imensa e assustadora floresta natural no oeste da Irlanda. Quando Mina finalmente encontra abrigo, ela acaba presa ao lado de três estranhos que são vigiados e perseguidos por criaturas misteriosas todas as noites.
“Deus me disse que estava na hora de encerrar; que nós já havíamos atingido tudo o que queríamos,” brincou o artista, que também faz parte do elenco da produção.
Ele completa, “A decisão pareceu natural pois a quarta temporada irá se aprofundar em uma narrativa que irá guiar todos esses temas, ideias e personagens para uma conclusão, para algo que parecia ser seu desfecho natural.”
Na trama, Eli Gemstone é um poderoso pastor conhecido por suas técnicas de salvação agressivas, missas internacionais e por seu progama de TV semanal. O “herdeiro do trono” dos Gemstones é Jesse, o filho mais velho, que vive a sombra do pai, enquanto adapta seu trabalho a um público mais moderno.
Sem data de estreia, o ciclo final está programado para 2025.
Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.
Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.
Em LAGO DOS OSSOS, as férias românticas de um casal em uma propriedade isolada à beira de um lago são interrompidas quando eles são forçados a dividir a mansão com um casal misterioso e atraente. Uma escapada dos sonhos se transforma em um labirinto de pesadelos, sexo, mentiras e manipulação, revelando segredos aterrorizantes e desencadeando uma batalha sangrenta pela sobrevivência.
A produção só será lançada no serviço de streaming no dia 2 de abril de 2027 – dois meses após a abertura nos cinemas, o que torna este projeto o primeiro lançamento tradicional nos cinemas da Netflix.
Greta Gerwig (‘Barbie’) adaptará o sexto livro da saga literária, que funciona como um prelúdio. A história segue Digory e Polly, que descobrem mundos mágicos por meio de anéis encantados, presenciando o nascimento de Nárnia e o surgimento da feiticeira Jadis.
Os atores das inúmeras séries do universo da Marvel, inclusive aquelas desenvolvidas pelo canal FX, se reuniram em uma festa pós Comic-Con, para celebrar o lançamento de novas produções, como ‘Os Defensores’ e ‘Os Inumanos’.
A festa foi oferecida pela revista Entertainment Weekly e contou com a presença dos elencos destas e de outras séries, como ‘Archer’ e ‘Legião’.
O astro Ryan Reynolds não perdeu tempo e já foi agradecer os fãs pelo grandioso sucesso da sequência em sua primeira semana nos cinemas.
Em uma divertida publicação feita por meio de sua conta oficial do Instagram, ele mandou uma hilária mensagem de gratidão, envolvendo também todos aqueles que trabalharam na produção, além de umas referências inusitadas.
Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em
‘Deadpool 2’ quebrou um novo recorde. De acordo com dados publicados pelo Exhibitor Relations, o filme se tornou a maior abertura internacional da Fox com US$ 176 milhões.
Nos Estados Unidos, o novo filme do Mercenário Tagarela arrecadou menos que o esperado pelo estúdio, fazendo US$ 125 milhões no final de semana, valor abaixo da abertura do primeiro – que arrecadou US$ 134 milhões em sua estreia em 2016.
A expectativa era que o filme arrecadasse em torno de US$ 150 milhões.
Mesmo assim, o filme teve a terceira melhor semana abertura do ano, atrás de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Pantera Negra’.
Mundialmente, o filme já soma US$ 301 milhões.
Para comparação, o primeiro ‘Deadpool‘ arrecadou US$ 285 milhões mundialmente em sua estreia em 2016.
‘Deadpool 2‘ terá pré-estreias nos cinemas nacionais à partir da madrugada do dia 16 de Maio.
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
Faltando pouco menos de um mês para a sua estreia, ‘Vingadores: Ultimato‘ ganhou um novo teaser IMAX, que traz os Irmãos Russo em destaque.
No material em questão, a dupla de diretores comenta o potencial artístico da produção, sobre as lentes de uma câmera IMAX.
Assista:
Após uma série de especulações de que ‘Vingadores: Ultimato‘ teria 181 minutos (3 horas e 2 minutos) de duração, novas informações reforçaram o argumento. Segundo o ComicBookMovie, embora esse não seja o tempo exato de filme, fontes internas da Disney afirmam que está bem próxima da duração total da versão final do longa.
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
O serviço de streaming da WarnerMedia, intitulado HBO Max, ganhou um belo trailer, que anuncia sua data de chegada e apresenta seus principais conteúdos que já estarão disponíveis a partir do dia 27 de maio.
Assista:
A plataforma ainda não tem data de lançamento para o Brasil.
Dentre as novas informações, a Warner Bros. confirmou que irá investir em uma nova divisão de filmes para o serviço.
Intitulado Warner Max, o setor será responsável pelo lançamento de 08 a 10 filmes por ano na plataforma de streaming e as produções serão equivalentes aos modelos ‘originais Netflix‘, ou seja, atrações exclusivas.
Além disso, o estúdio pretende impulsionar outras marcas que pertencem à companhia, incluindo as propriedades divididas entre TV e cinema, como as adaptações da DC Comics e projetos desenvolvidos pela New Line e pela HBO.
Através de um comunicado, Toby Emerich, presidente da Warner Bros disse que irá supervisionar a Warner Max ao lado de Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max.
“Estamos comprometidos em criar filmes dinâmicos e atraentes que se baseiam na profundidade e no escopo dos recursos criativos da WarnerMedia. Estamos entusiasmados por ajudar a tornar o HBO Max um destino para os amantes de filmes e a comunidade criativa, ao mesmo tempo em que conquistamos uma vitória em toda a organização WarnerMedia.”, completou Emerich.
Lembrando que a HBO Max estará disponível para os usuários a partir de maio de 2020, e custará US$ 14,99 por mês.
A plataforma vai reunir seus conteúdos originais, como ‘Friends‘, outras séries da The CW, além de vários outros projetos futuros.
Confira algumas das programações originais que estarão presentes no catálogo:
1 – Dune: The Sisterhood
A HBO Max já está preparando uma série spin-off do longa Duna, intitulada Dune: The Sisterhood. A produção é baseada no livro de Frank Herbert, além de ser adaptada do mundo literário criado por Brian Herbert e Kevin Anderson.
A trama acompanha Bene Gesserit, uma misteriosa e mística ordem composta por mulheres, que unem seus poderes graças à magnitude de seus corpos e mentes. Dennis Villeneuve, diretor do reboot de Duna, assume o papel de produtor executivo e vai dirigir o episódio piloto. Ainda não se tem detalhes a respeito do elenco.
2 – Tokyo Vice
Ansel Elgort está dividindo seu tempo entre o cinema e a TV, com seu novo projeto, Tokyo Vice. A série é baseada na autobiografia homônima do jornalista Jake Adelstein, o primeiro repórter não-japonês que trabalhou para um dos maiores jornais do Japão, o Yomiuri Shinbun.
O jovem ator vai interpretar uma versão fictícia de Adelstein e a série vai contar com 10 episódios, que serão dirigidos por Daniel Cretton, recém contratado para dirigir a adaptação dos quadrinhos de Shang-Chi.
3 – The Flight Attendant
The Big Bang Theory pode ter chegado ao fim, mas a atriz Kaley Cuoco não perdeu tempo em se engajar em um novo projeto. Mantendo sua carreira nas telinhas, ela vai estrelar a série The Flight Attendant, feita em parceria com sua produtora Yes, Norman Productions. Além de atuar, ela também assume a função de produtora executiva, ao lado de Greg Berlanti.
A série é baseada no livro homônimo de Chris Bohjalian e acompanha a história da comissária de bordo, Cassandra Bowden, que acorda em um quarto de hotel em Dubai ao lado de um morto. De volta à sua casa, em Nova York, ela será abordada pelo FBI, que possui muitas perguntas sobre o misterioso corpo encontrado.
4 – Love life
Anna Kendrick e Paul Feig se unem novamente para trabalhar juntos, só que dessa vez em uma série de TV. Depois de Um Pequeno Favor, eles voltam a ser parceiros, na comédia romântica Love Life. A produção será uma antologia, o que significa que em breve novos nomes de peso podem ser anunciados para o projeto.
Sua primeira temporada terá 10 episódios curtinhos, com uma média de meia hora de duração cada.
Station Eleven é uma adaptação do livro homônimo de Emily St. John Mandel e traz uma narrativa de cunho pós-apocalíptico, que acompanha uma misteriosa doença que passa a assolar os Estados Unidos. A trama foca na luta pela sobrevivência que os personagens vão travar, em virtude da forte contaminação que tem tomado todo o país.
Ainda em estágio bem inicial, a nova série é uma adaptação do livro homônimo de Alissa Nutting, lançado em 2017. A trama acompanha a história de uma jovem mulher, Hazel, que passa a morar com seu pai, após conseguir escapar do complexo high-tech de seu ex-namorado – o empreendedor Byron Gogol, que a mantinha sob vigilância e sob um obsessivo monitoramento. Mesmo escapando, Hazel não está segura, justamente porque o obcecado rapaz está disposto a fazer de tudo para tê-la de volta sob o seu domínio.
Os cinéfilos que cresceram nos anos 80 e 90 conhecem muito bem a história desses bichinhos fofinhos, que viravam monstrinhos devoradores de absolutamente tudo. E agora os Gremlins vão migrar para as telinhas, com novas aventuras que visam apresentar esse clássico produzido por Spielberg para uma nova geração de crianças.
A nova produção será feita no formato de animação e se passará na década de 20, em Xangai. Nessa prequela, acompanhamos a infância de Sam Wing, conhecido pelos fãs do longa original como o Avô, o senhorzinho dono da peculiar loja de Chinatown. No desenho, veremos o personagem no auge dos seus 10 anos, logo quando ele conhece Gizmo.
Nessa nova aventura, Sam se une à ladra de rua Elle e juntos o trio percorrerá pelos campos chineses a fim de que Gizmo e sua família possam se reencontrar. A produção terá 10 episódios em sua primeira temporada, com meia hora de duração cada.
As filmagens do filme solo do vilão ‘Adão Negro‘ finalmente começaram e o astroDwayne Johnson comemorou o início dos trabalhos, compartilhando a primeira imagem dos bastidores.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, o intérprete do vilão homônimo ainda refletiu sobre a grandeza do filme, salientando sua excepcional equipe técnica.
Confira:
“História sendo feita, extremamente animado e que momento de honra para compartilhar com vocês.
Iniciando oficialmente o DIA 1 de filmagem do nosso Adão Negro
Temos uma equipe de produção de estrelas – incrivelmente talentosa, galvanizada, comprometida e focada em elevar os parâmetros e entregar algo ESPECIAL para o mundo.
Apesar de informações sobre a narrativa permanecerem às escondidas, os fãs já sabem que Adão Negro é o antagonista principal do herói conhecido como Shazam. Nos tempos modernos, entretanto, o personagem evoluiu para um anti-herói extremamente complexo e conturbado – tornando-se uma das criações mais proeminentes do panteão da DC.
Dirigido por Jaume Collet-Serra(‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.
Sob uma estética solar delicada e suave, as páginas escritas por Alice Walker começam a ganhar vida diante de nossos olhos, anunciando uma perspectiva bem diferente de uma das histórias mais dolorosas da literatura estrangeira. Ao som das vozes de Halle Bailey e Phylicia Pearl Mpasi, somos introduzidos a um universo de cores quentes e intensas, que brilham acima da escassez da zona rural do estado da Geórgia. Em meio a um cenário de chão batido e casas de madeira precárias, A Cor Púrpurade Blitz Bazawule se desabrocha em um tom mais leve – mas ainda assim regado por muita dor. Com as batidas do jazz e do soul ditando o ritmo dos dilemas de seus protagonistas, ele faz uma releitura teatral de um conto sobre abuso, perdas, abandono e solidão.
E embora a obscura carga dramática de Steven Spielberg em seu clássico de 1985 não esteja presente na mesma proporção, existe uma poderosa atmosfera ao longo das duas horas de filme que se revela em canções belíssimas, que flertam com o gospel e o cristianismo norte-americano. Apaixonante e encantador, o musical traz uma perspectiva mais otimista e pueril, pautada por epifanias românticas e sonhadoras de mulheres marcadas pelo sofrimento e pela anulação de suas identidades. Mantendo a essência que tornou o drama original um ícone cinematográfico atemporal, A Cor Púrpura é como estar diante de alguns dos mais belos musicais de todos os tempos.
Performático, bem dirigido e com uma fotografia plástica que nos remete ao cinema dos anos 50 – auge da MGM e de seus musicais -, o longa de Blitz reverencia o passado enquanto honra o presente, mais precisamente o musical da Broadway de Marsha Norman, no qual o filme é baseado. Conduzido por uma sensibilidade e sutileza que equilibram o sofrimento das protagonistas, a produção atravessa as décadas sempre se remetendo às raízes da black music, à medida em que retrata uma América que ainda respirava o mesmo e poluído ar da escravidão de outrora.
Inspirador, o longa sabe explorar bem o arco de suas protagonistas, criando um contraste entre cada uma delas, conforme as transforma em um amálgama de como era a vida da mulher negra no passado. Surpreendente em números musicais que espelham os momentos mais inebriantes de filmes como O Picolino (1935), A Roda da Fortuna (1953) e Cantando na Chuva (1952), a releitura atual é um baile visualmente encantador, que extrai a beleza e o talento de seu elenco, tão bem ajustado e compassado em cada nota, em cada cena dramática.
Mas quando música e drama se encontram de forma tão festiva, celebrativa e poderosa assim, fica um tanto difícil absorver toda a complexidade do texto original de Walker. Enquanto as canções lindamente compostas tentam exprimir sentimentos inexprimíveis, elas também acabam por abafar o poder do silêncio, do não dito, do não cantado. Isso pode afetar a experiência do público – principalmente daquele mais habituado com original de Spielberg. Mas ainda que algo se perca ao longo do caminho, as brilhantes performances estampadas ao longo de 2h20 de filme nos garantem a vivacidade e voracidade dessa história tão emblemática.
E é aqui que Taraji P. Henson, Fantasia Barrino, Danielle Brooks e Colman Domingo nos absorvem para dentro da tela, nos levando por essa jornada de altos e baixos com convicção e entusiasmo. Passeando em tela com fluidez, o quarteto protagonista domina facilmente seu tempo de tela, aproveitando cada instante do roteiro de Marcus Gardley para nos presentear com um catálogo multifacetado de dons artísticos que percorrem o canto, a dança e a dramaturgia. Emocionante em seu âmago e esperançoso em seu sensível e acalentador final, o musical ainda consegue ser mais do que um conto sobre duas irmãs separadas pelo tempo e pelas agruras da vida.
Caminhando pelos anos de 1909, 1917, 1922 e 1940, a produção traz uma reflexão sobre a negritude americana ao longo do tempo. E entre preconceitos diversos e pressões socioculturais sufocantes, Bazawule faz de sua versão um harmônico cântico de fé e renovo. Com seus ângulos ousados e transições de cena precisas – que salientam uma montagem impecável -, o filme pode não ser insuperável como tantos outros do gênero e talvez viva eternamente sob a sombra de seu padrinho e produtor, Steven Spielberg. Mas como uma brisa suave e aconchegante em um dia quente, a colorida versão de A Cor Púrpura é uma evidência absurdamente clara da belíssima identidade autoral de seu diretor.
Será que a ambição nos leva a cometer loucuras? Esta pergunta é pertinente tanto do ponto de vista da trama quanto dos bastidores da produção. É impossível falar de Megalopolis, de Francis Ford Coppola, sem contextualizar os anos de produção que o filme levou para ser feito e a rejeição de investidores ao projeto.
Desde da década de 1980, o renomado diretor — ganhador de cinco Oscar e duas Palmas de Ouro — sonha com este filme. Megalopolis é uma fantasia sobre política social, no entanto, ancorada em elementos do cinema de várias épocas e, principalmente, no caráter burlesco.
Enquanto a encenação dos atores é propositalmente teatral, a estética do longa é futurista e espelha-se na ambientação de ficção-científica. Confuso? Pois é. Francis Ford Coppola apresenta uma montagem de elementos sobrepostos de maneira bastante desarmoniosa.
Se nas cenas iniciais temos a sensação de pisar em um solo parecido com o de Christopher Nolan, onde temos que descobrir a lógica da obra para segui-la. Logo depois, compreendemos que esta é apenas uma ponta do espetáculo proposto pelo cineasta, o qual faz referências de dezenas de obras cinematográficas, assim como literárias, num roteiro em que a citação é rainha de todos os discursos.
Em uma alusão direta a Metrópolis (1927), de Fritz Lang, Megalopolispropõe ser futurista, mas ancorado nas mazelas atuais, principalmente sobre a insustentabilidade do modelo capitalista, ao invés de ser na era industrial, é na digital. Para isso, no entanto, utiliza-se de linguagens antigas de forma cômica e satírica.
Outra ponte traçada pelo cineasta é o Império Romano, sucumbido pela soberba de poder de poucos homens, uma referência, talvez, ao aumento de bilionários nesse planeta. A própria cidade fictícia chama-se New Rome, uma mistura de New York a ao império de Júlio César, e o narrador (Laurence Fishburne) nos lembra a cada momento desse espírito histórico em suas interferências.
A interpretação mais memorável é a de Shia LaBeoufcomo Clodio Pulcher, por conta do seu caráter dúbio e andrógeno, tal como o bobo da côrte, já que todos os outros personagens parecem terem saído de folhetins dos anos 1930. Além disso, os papéis femininos são unidimensionais.
Uma é a mocinha Júlia Cicero (Nathalie Emmanuel), que vai apaixonar-se pelo arquiteto utopista Caesar Catalina (Adam Driver) a contragosto do seu pai, o prefeito Franklyn Cicero (Giancarlo Esposito) e inimigo n°1 dos projetos do amado da filha. A segunda personagem feninina é a femme fatalle Wow Platinum (Audrey Plaza), uma repórter interessei que utiliza dos seus atributos físicos para manipular, enganar e roubar os homens ricos.
Dentro do arco principal da disputa de narrativas do que é melhor para as pessoas: uma cidade sustentável ou um mundo capitalista em ruínas, o enredo engendra ainda tons de filme noir e comédia pastelão. Em uma cena sobre a revelação do segredo de uma celebridade da música pop (Chloe Fineman), o desenrolar remete à cena do tribunal do filme O Mentiroso (1997), com Jim Carey. Sem contar as diversas citações de William Shakespeare e Marco Aurélio, como se o reinventar de frases fosse desnecessário diante de tantas palavras já ditas.
Com tantos componentes a analisar em cena, a trama principal de Megalopolissobre o arquiteto ganhador do prêmio Nobel, por conta da descoberta do Megalon, fica quase como um pano de fundo do que uma intriga latente. Ao invés de instigar a curiosidade, o longa nos aborrece com tanta espetacularização da riqueza, cenas exageradamente teatrais e de zombaria.
Megalopolisé um filme sobre um megalomaníaco utópico, dessa forma a cidade almejada não existe (e nunca existirá), mas o utopista luta pelo direito de imaginá-la. Algo que o protagonista diz em alto e bom tom na narrativa é que não importa se ele projetá-la um dia, só de as pessoas começarem a discutir sobre o processo é uma vitória. A reflexão soa piegas como boa parte da estética do filme e seus personagens. Olhando pelo prisma de deixar-se levar pela comicidade, é possível divertir-se aqui e ali durante a projeção.
Ao tentar abraçar um mundo, isto é, todos às estéticas e referências, Megalopolisparece um filme mal acabado, com um pouco de beleza — as cenas das estátuas desmoronando são ímpares —, e sem lucidez. Aos 85 anos, Francis Ford Coppolapermite-se confundir, enjoar e desagradar, já o público decide se vai aplaudir sua loucura ou escarnecer de sua ridicularização utópica.
Após anos engavetado, ‘Sherlock Holmes 3‘ pode finalmente acontecer. Pelo menos é o que garante Robert Downey Jr. em uma entrevista à Entertainment Weekly. Ao ser questionado sobre o futuro da franquia e os próximos projetos da produtora que compartilha com sua esposa, Susan Downey, a Team Downey, o ator disse:
“Primeiro, minha esposa está liderando a produção de ‘The Voyage of Doctor Dolittle’ com Joe Roth. Eu estou me divertindo, mas decidi me dar uns 40 desafios, como um sotaque de galês. E aí temos todas as coisas depois disso, estamos tentando também outro ‘Sherlock Holmes’ e estamos desenvolvendo ‘Pery Mason’ para HBO, sem contar que ainda quero fazer ‘Pinóquio'”
Recentemente, com uma franquia potencial em mãos, a Warner Bros. havia contratado um grupo de roteiristas conceituados para trabalhar no roteiro do terceiro filme.
“Estamos fazendo algumas coisas preliminares. Se pudéssemos filmá-lo pelo Skype, poderíamos ter o filme pronto em uma semana. É realmente um grande negócio poder fazer esses filmes. Estou cansado o tempo todo, mas eu estou muito empolgado em retornar”, afirmou o astro Downey Jr
É provável que o filme também trará o retorno de Jude Law.
‘Sherlock Holmes‘ arrecadou US$ 515 milhões mundialmente, e a sequência fez US$ 543,8 milhões.
O ator Matthew Perry, conhecido pelo icônico papel de Chandler Bing na série ‘Friends’ (1994-2004), foi levado às pressas a um hospital de Los Angeles, na terça-feira (7), para ser submetido a uma cirurgia de emergência.
Segundo o site Daily News, Perry foi internado por causa de uma grave perfuração no intestino. A informação foi confirmada pela própria assessoria do ator.
“Matthew está agradecido com o carinho do público e pede privacidade enquanto se recupera”, disse um anúncio divulgado pela equipe do ator.
Vale lembrar que as possíveis causas da perfuração do intestino incluem possíveis acidentes, além de consequências de colonoscopia, câncer, úlceras e outras infecções na região.
Dando prosseguimento a sua parceria com a Netflix e a família Dahl, Wes Anderson faz uma adaptação praticamente literal do conto A Incrível História de Henry Sugar, do britânico Roald Dahl, em um curta de aproximadamente 40 minutos. Para quem acha que já ouviu esse nome antes, mas não se lembra do contexto, ele é o autor de outra história adaptada anteriormente pelo diretor, O Fantástico Sr. Raposo, e por clássicos da literatura infantil que também foram adaptados para os cinemas, como A Fantástica Fábrica de Chocolate e Matilda.
Essa história, porém, é completamente voltada para o público adulto, porque aborda o propósito e como as pessoas perdem tempo com coisas mundanas, enquanto a vida passa. Ao longo desses quase 40 minutos, acompanhamos Roald Dahl, interpretado por Ralph Fiennes, contar a história de Henry Sugar (Benedict Cumberbatch), um herdeiro milionário egoísta cuja única preocupação na vida é ganhar mais dinheiro. No entanto, sua vida muda de uma hora para outra quando ele descobre um livro fininho que contém o relato de um médico sobre um misterioso artista de circo que, por meio de treinamento, aprendeu a enxergar sem abrir os olhos. Ele fica fascinado pelo relato porque acredita ser capaz de dominar a técnica para ler cartas e ganhar mais dinheiro trapaceando em cassinos.
A escolha da direção por adaptar o conto palavra por palavra altera bastante a linguagem cinematográfica padrão que o público se acostumou. Wes Anderson busca elementos do teatro, como os cenários móveis e os atores se revezando nos papéis menores, para deixar a história um pouco mais palatável, já que o curta é narrado por seus personagens, que estão o tempo inteiro encarando o público, literalmente contando a história para eles. Isso, junto a tão famosa estética do diretor, pode exercer duas reações, que dependem diretamente do espectador ser fã ou não do trabalho de Wes Anderson. Se você não gosta dos filmes dele, sequer cogite perder seu tempo com essa obra. O ritmo é sonolento, o humor é extremamente de nicho e a incursão das histórias certamente será cansativa. Ao fim do curta, você saíra com a sensação de que os 40 minutos foram estendidos para três horas e você gastou seu tempo vendo a versão emperiquitada da Bíblia narrada pelo Cid Moreira.
Agora, se você for fã do trabalho de Anderson, pode ir sem medo, porque o diretor trabalha sua estética ao máximo, com uma atenção irretocável para cenários e figurinos, trazendo planos visualmente instigantes e todos aqueles elogios verborrágicos que a crítica repete a cada nova obra do diretor. Nesta obra, ele atinge seu máximo, fazendo um dos mais singelos e representativos trabalhos de sua carreira. Ok, fazendo uma ponderação, esse estilo de interação direta pode ser cansativo até mesmo para quem já está acostumado com as obras dele por soar didático demais em certos momentos.
Entretanto, gostando ou não do curta, um aspecto que merece atenção e reconhecimento é a dificuldade das atuações realizadas no filme. Benedict Cumberbatch em especial dialoga com o público o tempo inteiro, sem perder a pose ou deixando seu personagem parecer bobo. É um protagonista complexo de ser feito, porque ele é um babaca que se envolve em situações ridículas, mas em momento algum se deixa parecer bobo. Ele transborda uma fragilidade mascarada pelo alto poder aquisitivo que tem e Cumberbatch retrata isso de forma espetacular. E o êxito de seu trabalho é justamente servir como uma metáfora para qualquer um que assista o filme. Por menos humano que ele se mostre, consegue “se resolver” de uma forma identificável, passando bem a mensagem não só de seu protagonista, mas do conto em si.
Outro a roubar a cena é o monstruoso Ben Kingsley. Seu papel coadjuvante desvia dessa rota e termina sendo o grande causador da trama. Ao interpretar um artista circense de Caxemira, ele mantém uma aura de inocência quase infantil que cativa e surpreende, já que é uma história bastante trágica que é abordada de forma leve.
No fim das contas, A Incrível História de Henry Sugar praticamente impõe uma breve reflexão a quem assiste e condensa um dos contos mais maduros de Dahl em um curta-metragem que explora ao máximo os trejeitos de Wes Anderson, acompanhado de atuações impressionantes. Entretanto, não é uma obra para quem não gosta do trabalho do diretor e sofre bastante com um ritmo inicial que beira o insuportável até mesmo para seus fãs. É um jeito bem diferente de fazer cinema, que certamente vai inspirar alguns poucos projetos futuros, mas que dificilmente criará uma tendência ou algo do tipo.
A geração nascida a partir dos anos 2000 tem suas peculiaridades, especialmente os jovens nascidos, crescidos e criados nos grandes centros urbanos. Boa parte deles curte uma vibe natural, com ídolos da música e do cinema que passem sensações de bem-estar e de que tudo vai dar certo. Uma galerinha jovem, que agora está entrando nos primeiros dramas do mundo adulto: a faculdade, os estágios, os perrengues para correr atrás os próprios sonhos. São esses os temas que embalaram a minissérie brasileira ‘Tá Tudo Certo’, criada com exclusividade para a plataforma na Disney+, já disponível aos assinantes.
Pedro (Pedro Calais, da banda Lagum) é um jovem estudante de direito que, num luau, conhece Ana (Ana Caetano, da dupla AnaVitória), uma jovem que está fazendo sucesso circuito musical com a sua voz doce e sua melodia alto-astral. Ele se apaixona imediatamente por ela, embora fique evidente que Ana tem um lance com Vitão, jovem músico que desafia Pedro a tocar uma música de sua autoria. A questão é que Pedro ainda não está preparado para o público. Entretanto, quando ouve no seu trabalho que a grande gravadora em que trabalha está desesperadamente em busca de um novo sucesso para poder pagar as contas, o jovem fica tentado. Porém, é Rubel, o recepcionista da empresa, que acaba mostrando a música de Pedro para Toni, o empresário, e ele lhe faz uma proposta irrecusável: ele apostaria na canção de Pedro se o rapaz conseguir convencer Ana a assinar com eles.
Dividido em quatro episódios de trinta minutos cada, ‘Tá Tudo Certo’ poderia ter sido um filme, e talvez funcionasse melhor no formato fílmico, uma vez que as interrupções episódicas acabam fazendo com que o espectador desengate a atenção do drama amoroso que começa a se desenrolar. Criada pelo próprio Rubel, a série é uma espécie de fanfic idealizada para os fãs dos ídolos brasileiros da juventude atual: o elenco traz Ana, da dupla AnaVitória, Vitão, Rubel e Pedro Calais interpretando personagens com os mesmos nomes que eles, além de participação especial de Manu Gavassi, Sandra Sá e Toni Garrido. Da turma de ídolos da juventude millennium, talvez só tenha faltado Jão e Melim nesse projeto.
Por construir essa fanfic, sobra pouca imaginação para o roteiro criar algo que saísse do eixo confortável dos personagens-músicos. Todos os elementos fazem parte da vida de algum deles, a começar pelo nome. Os episódios são constantemente interrompidos por canções, que embalam os sentimentos do protagonista e demonstram que, mais do que uma história, a série musical pretende se embalar em hits para conduzir o espectador nesta aventura sonhadora que é misturar os ídolos da juventude numa série de ficção. A ideia é boa, mas não rende.
Partindo dos motes “até onde você vai para conseguir o sucesso” e “o que é exatamente esse tal sucesso de todo mundo busca” a série se configura como um grande luau de jovens de 20 e poucos anos de classe média que podem se dar ao luxo de viver seus sonhos. De todo o elenco, destaca-se Rubel, com a naturalidade com que faz piadas sem graças, e o próprio Vitão, numa tentativa de se colocar como antagonista a la Slash do Guns n’ Roses.
‘Tá Tudo Certo’ é um passatempo suave de Sessão da Tarde, que reúne os ídolos musicais da juventude realizando na ficção a fanfic que muitos jovens queriam que acontecesse na vida real.
Com o lançamento do trailer da vindoura conclusão ‘Vingadores: Ultimato’, os fãs estão muito ansiosos para qualquer notícias sobre uma das maiores promessas dos estúdios Marvel. A ansiedade pelo próximo filme do panteão levou alguns desses fãs a criar ótimas fan-arts sobre o que gostariam de ver no filme.
Agora, graças a uma nova imagem divulgada no Instagram, temos o Rapaz de Ferro ao lado de duas companheiras que fazem parte dos Jovens Vingadores: Cassie Lang, cujo rumor indica que será interpretada por Emma Fuhrmann, e Kate Bishop, interpretada possivelmente por Katherine Langford.
De acordo com o jornalista Justin Kroll, da Variety, a Warner Bros. está em busca de um ator que dê vida à versão mais nova de Neo (Keanu Reeves) na aguardada sequência ‘Matrix 4’.
Apesar de poucos detalhes terem sido revelados, acredita-se que o novo longa-metragem explore o passado não revelado do protagonista.
O roteiro do projeto já está pronto e, de acordo com Reeves (que já leu a primeira versão), ele é “bastante ambicioso. Como deveria ser”.
Lana Wachowski retorna como produtora e diretora. O filme será rodado sob o título de produção ‘Ice Cream’.
Reeves e Carrie-Anne Moss vão estrelar o longa, reprisando seus papéis como Neo e Trinity, respectivamente.
Os três filmes anteriores da franquia – “Matrix” (1999), “Matrix Reloaded” (2003), “Matrix Revolutions” (2003) – arrecadaram mais de 1.6 bilhão de dólares na bilheteria mundial e todos estiveram no top-10 de filmes nos Estados Unidos em seus respectivos anos de lançamento. “Matrix Revolutions” ainda foi o primeiro filme a ser lançado simultaneamente nos principais países no mesmo horário no mundo.
Os artistas conceituais que trabalharam na trilogia original,Geofrey Darrow e Steve Skroce, retornam para a respectiva função, sendo os responsáveis por desenvolver o design da produção.
Em entrevista ao Entertainment Tonight, a atriz Justina Machado, que interpreta Penelope na fan-favorite‘One Day at a Time’, revelou que não acreditou quando a série foi resgatada para uma 4ª temporada depois que a Netflix cancelar a produção.
“Eu não acreditei, porque durante muito tempo nós não voltaríamos. Então, acho que demorei uns minutos para perceber que era verdade. E eu nem mesmo comemorei até eu estar no set de filmagens para o primeiro dia”.
Confira a entrevista completa:
Criada por Gloria Calderon Kellett e Mike Royce, a série havia sido cancelada pela Netflix depois de apenas três temporadas, deixando os fãs da produção desolados. No entanto, a produção foi adquirida pela emissora POP TV.
A trama gira em torno de uma família americana com raízes próximas em Cuba, composta por uma mãe recém-divorciada e ex-militar que precisa criar sua filha adolescente e o filho mais jovem, com a ajuda de sua mãe, uma cubana conservadora, e seu amigo Schneider.
A 2ª temporada de ‘The Umbrella Academy’ tornou-se uma das melhores de 2020 e superou todas as expectativas – principalmente por trazer temas de extrema importância à mesa de discussões.
Um desses temas foi a exploração da sexualidade de Vanya (Ellen Page) em meados da década de 1960 – ou seja, numa época em que qualquer forma de amor que fugisse do padrão hetenormativo era condenado. No decorrer da iteração, Vanya se apaixona perdidamente por Sissy (Marin Ireland), que é casada com Carl e que esconde seu verdadeiro eu com medo de enfrentar a sociedade.
Em um recente vídeo promocional do novo ciclo, Page comentou sobre como as delineações do entrelace romântico entre as duas personagens ajudou a trazer mais representatividade para o cenário mainstream.
A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.
Em uma recente entrevista ao Collider, Tom Hanks falou um pouco sobre a situação atual dos cinemas em virtude da pandemia do COVID-19, pontuando que a “morte” da sétima arte está longe de acontecer e que, se depender dos estúdios Marvel e companhias similares, os exibidores ainda terão garantia duradoura.
“Uma mudança era necessária… Estava vindo. Os cinemas ainda existirão? Absolutamente sim. De certas formas, creio que os exibidores, uma vez reabertos, terão a liberdade de escolher quais filmes irão mostrar… Grande filme irão comandar os dias nos cinemas”.
Ele acrescentou que ‘Relatos do Mundo’, recente drama faroeste de Paul Greengrass que estrelou, “talvez seja o último filme adulto sobre pessoas dizeno coisas interessantes que será exibido em algum lugar, porque, depois disso, para garantir que as pessoas voltem, precisaremos do Universo Marvel e de todos esses tipos de franquias”.
Cinco anos após o fim da Guerra Civil, o Capitão Jefferson Kyle Kidd (Hanks), um veterano de três guerras, viaja de cidade em cidade para contar histórias, compartilhar notícias e suas aventuras pelo mundo. Quando passa pelo estado do Texas, ela cruza o caminho de Johanna (Helena Zengel) uma menina que foi acolhida pelo povo Kiowa. Kidd assume a missão de devolver a jovem aos seus tios biológicos, mas conforme atravessam o Oeste americano, acabam enfrentando grandes desafios humanos e naturais.
Luke Davis assina o roteiro, baseado no romance homônimo publicado em 2016 por Paulette Jiles.
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