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‘Guardiões da Galáxia Vol.3’ | O que assistir antes do novo filme?

Faltando menos de uma semana para a estreia de Guardiões da Galáxia Vol.3, ainda dá tempo de você, que não é fã, embarcar no “trenzinho do hype” para chegar a sua sessão completamente apaixonado por Peter Quill, Rocket Racoon, Groot, Gamora, Drax e muito outros personagens carismáticos que compõe o grupo mais excêntrico do Universo Cinematográfico Marvel.

Então, como ainda faltam seis dias e tem feriadão emendado no fim de semana, separamos as produções que você pode assistir para conhecer ou se aprofundar mais nos Guardiões. Confira!

Guardiões da Galáxia (2014)

Lançado em 2014, Guardiões da Galáxia deu o pontapé inicial no universo cósmico da Marvel nos cinemas. A trama acompanha Peter Quill (Chris Pratt), um terráqueo que foi abduzido nos anos 80 e foi criado como um Fora da Lei espacial. Em sua missão atual, ele tenta roubar uma relíquia conhecida como “O Orbe”, que interessa a vários contrabandistas e malfeitores, incluindo Ronan, o Acusador (Lee Pace), um fundamentalista Kree. Em sua aventura pela galáxia, Peter vai cruzar caminhos com outros excluídos sem-noção, como Gamora (Zoe Saldana), Drax (Dave Bautista), Rocket Raccoon (Bradley Cooper) e Groot (Vin Diesel), uma árvore humanoide.

Eu Sou Groot (2022)

Um dos maiores destaques da franquia é o Bebê Groot, que é plantado em um vasinho e vai crescendo conforme o tempo passa nas produções. Nesta série de cinco curtas, a produção acompanha o personagem em ações típicas de bebês humanos, como o primeiro banho, os primeiros passos e as traquinagens que conquistaram o público.

Guardiões da Galáxia Vol.2 (2017)

Sequência do sucesso de 2014, esse filme se passa seis meses depois da primeira aventura e já mostra os anti-heróis agindo como time. A história gira em torno do misterioso pai de Peter Quill, que se revela um Celestial. Assim, depois de muitos anos procurando-nos garoto, ele enfim encontra Peter e tenta se reaproximar dele. O problema é que seus amigos não colocam muita fé nessa situação, deixando o Senhor das Estrelas na dúvida se deve ou não confiar nele. Para piorar a situação, Rocket irrita uma raça alienígena muito esnobe que não vai descansar enquanto não destruir de uma vez por todas os Guardiões da Galáxia.

Vingadores: Guerra Infinita (2018)

Considerado por muitos como o melhor filme do MCU, Guerra Infinita reúne os maiores heróis do cinema, incluindo os Guardiões, para tentarem evitar que Thanos (Josh Brolin) colete as seis singularidades cósmicas conhecidas como Joias do Infinito, que permitiriam a ele dizimar metade da vida no universo. E como Gamora e Nebulosa (Karen Gillan) são filhas de Thanos, elas acabam sendo peças fundamentais para a trama.

Vingadores: Ultimato (2019)

Na conclusão da Saga do Infinito, os heróis sobreviventes se unem para uma tentativa final de reverter as ações de Thanos e salvar aqueles que caíram na guerra. Com destaque para Rocket Raccoon, que repete sua inusitada parceria com Thor (Chris Hemsworth) em uma aventura inesquecível.

Thor: Amor e Trovão (2022)

O quarto filme da saga do Deus do Trovão dá prosseguimento aos eventos de Ultimato, mostrando, durante o primeiro ato, a rotina do Thor junto aos Guardiões da Galáxia em uma comédia pastelão com todo jeito de filme infantil. Quem quiser poupar tempo, pode pular o resto do filme assim que os Guardiões saem de cena. Eles não voltam para o ato final dessa aventura.

Guardiões da Galáxia: Especial de Festas (2022)

O primeiro especial natalino do MCU claramente tinha que ser da família mais sem-noção da casa. Nesta produção de 45 minutos, acompanhamos a aventura de Drax e Mantis (Pom Klementieff) vindo à Terra para conseguir o melhor presente de todos para o Senhor das Estrelas: o ator Kevin Bacon. É um material muito divertido que traz situações e personagens que estarão no próximo filme.

• ‘Guardiões da Galáxia Vol.3’ | 5 motivos para assistir ao ‘Especial de Festas’ antes de ver o novo filme

Todas as produções citadas nesta matéria estão disponíveis no Disney+.

Photo courtesy of Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Guardiões da Galáxia Vol.3 estreia nos cinemas brasileiros no dia 4 de Maio de 2023.

Os MELHORES Filmes, Séries e Especiais de Natal lançados recentemente nos streamings

É isso, gente. O Natal chegou, e, para a alegria dos fãs de produções natalinas, isso significa que os streamings e os cinemas serão inundados por produções que celebram a data. E se você, como eu, aguarda o ano inteiro por esse momento, essa matéria é pra você! Aqui está tudo de natalino que chegou nos streamings para você assistir nesse fim de ano!

Natal Sempre e Para Sempre’ – Prime Video

Lucy (Lexi Lawson) volta para Vermont uma última vez antes de vender a loja de enfeites de Natal de seu avô, que herdara. Porém, uma vez na cidade, entenderá por quê a loja é tão especial para os moradores.

 

‘O Despertar para o Natal’ – Prime Video

O filme conta a história de Whitney (Tiya Sircar) que, após anos sem passar o Natal com sua família, decide ir visitá-los dessa vez, mas, sem querer, acaba jogando fora uma importante caixa de enfeites da família.

‘Uma História de Natal Natalina’ – HBO Max

Sequência do clássico de 1983, ‘Uma história de Natal’. Agora adulto, Ralphie (Peter Billingsley) volta à sua casa na rua Cleveland para dar a seus filhos o mesmo Natal mágico que tivera quando era criança.

 

A Bota de Natal’ – Prime Video

Holly (Megan Hilty) volta para casa no Natal e sua família a coloca vestida de elfa na loja deles. Contrariada, Holly fica no posto, e é onde conhece um homem por quem se apaixona. Porém, às vésperas do Natal, o rapaz desaparece, e tudo que Holly tem para encontrá-lo é sua bota de Papai Noel.

Desencantada’ – Disneyplus

O novo filme que acompanha Giselle (Amy Adams) também não traz a temática de Natal, mas tem a magia dos contos de fadas que são típicas de filmes natalinos, então, fica como uma dica a mais para os leitores.

 

Willow’ – Disneyplus

Ainda que não seja propriamente sobre Natal, a série ‘Willow’, continuação do clássico filme dos anos 1980, tem aquela vibe de fantasia à qual estamos acostumados nessa época do ano. E, dessa vez, foi lançado como uma série da Disneyplus.

Guardiões da Galáxia: Especial de Natal’ – Disneyplus

Com o elenco original, o especial traz os Guardiões tentando levar o Natal para o Star Lord (Chris Pratt), uma vez que ele está triste pela perda da Gamora.

12 Presentes de Natal’ – Netflix

Uma artista sem dinheiro resolve trabalhar como personal shopper, ajudando pessoas a fazerem suas compras de Natal com mais foco. É quando conhece um charmoso publicitário, e esse encontro fará seu coração bater mais rápido.

 

Na Terra do Natal’ – Netflix

Jules Cooper (Nikki DeLoach), uma atarefada publicitária nova-iorquina, acaba herdando as Terras de Natal, uma fazenda de pinheiros no interior, onde costumava passar seus Natais. Planejando vender as terras, seu coração colocará seus planos em dúvida quando conhece as pessoas do local.

‘Uma Queridinha de Natal’ – Netflix

Lindsay Lohan está de volta! E está de volta ao Natal! Aqui ela vive uma jovem que perde a memória depois de um acidente de carro e é acolhida pela família de um charmoso bonitão nas férias de fim de ano.

 

‘A Família Noel 2’ – Netflix

Novamente, Jules (Mo Bakker), neto do Papai Noel (Jan Declair), decide se juntar ao bom velhinho na missão de entregar os presentes. Tudo vai bem até eles receberem uma cartinha de uma garotinha com um pedido muito especial.

Natal com Você’ – Netflix

Com Freddie Prinze Jr. Em busca de inspiração, um popstar decide realizar o sonho de uma fã e acaba encontrando a chance para o amor nesse Natal.

Terra dos Sonhos’ – Netflix

Filme de fantasia infantil para entreter a garotada no fim de ano, estrelado por Jason Momoa. Conta a história de uma jovem órfã que embarca em uma jornada pela Terra dos Sonhos para encontrar uma pérola mágica e realizar seu maior desejo.

‘Nosso Natal na Fazenda’ – Netflix

Um pai viúvo herda uma fazenda a poucos dias do Natal e planeja passar uma temporada no campo. Seus filhos, porém, criam um plano para ficar lá para sempre.

O Diário de Noel’ – Netflix

Um romancista decide arrumar sua casa de infância nas férias de fim de ano, e, uma vez de volta à sua cidade, conhece uma mulher em busca do paradeiro de sua mãe biológica.

Especial de Natal Porta dos Fundos’ – Paramount Plus

Sim, eles estão de volta esse ano, e vão trazer mais um especial de Natal a seus seguidores. Estrelado por Fábio Porchat, Rafael Portugal, Thati Lopes, Raphael Logam, Evelyn Castro e Antonio Tabet, conta a história de terror de um grupo de amigos numa cabana na serra.

Spirited – Um Conto NatalinoAppleTV+

Estrelado por Ryan Reynolds e Will Ferrell, este musical reconta o clássico de Natal de Charles Dickens, mas numa pegada moderna.

‘Pantera Negra 2’: Sequência será tão boa quanto ‘O Poderoso Chefão 2’, afirma ator

Os astros de Pantera Negra estão confiantes de que a sequência a ser dirigida por Ryan Coogler irá ultrapassar o filme original, e Sterling K. Brown disse até mesmo que ela será comparada com ‘O Poderoso Chefão: Parte II‘.

“É um daqueles filmes onde, honestamente, ele conseguiu construir um legado. Esses personagens e esse mundo que Ryan construiu – que Stan LeeJack Kirby arquitetaram anos atrás – vai funcionar ainda melhor na continuação”, afirmou.

Nos bastidores do SAG Awards ontem, 27, após o elenco ter recebido a estatueta, o astro Michael B. Jordan falou:

“Se todo mundo conseguir voltar, será uma tremenda conquista. As sequências são mais difíceis de se fazer, e acho que criar um mundo e construí-lo é feito de maneira grandiosa dentro do Universo Marvel – mas no cinema em geral, tire a Marvel disso, e as coisas se complicam”, ele acrescentou.

Em outubro do ano passado, Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de Pantera Negra 2, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar, cuja cerimônia ocorre no dia 24 de fevereiro.

Uma nota oficial dos estúdios Marvel deve ser divulgada em abril.

‘Projeto Gemini’: Filme ganha três novos teasers oficiais; Confira!

A Paramount Pictures divulgou três novos teasers apresentando os personagens principais de Projeto Gemini, novo thriller sci-fi estrelado por Will Smith

Confira:

‘Projeto Gemini’ será o primeiro filme lançado em 3D+; Conheça a tecnologia!

Dirigido por Ang Lee (‘As Aventuras de Pi‘), o longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.

O melhor assassino do mundo está ficando velho e menos confiável. Por isso seus chefes decidem eliminá-lo criando um clone mais novo e mais forte com a tarefa de exterminá-lo.

O elenco ainda conta com Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen, Benedict Wong, Douglas Hodge e Ralph Brown.

Projeto Gemini‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.

Vin Diesel revela que está trabalhando em um álbum musical

Durante uma recente aparição ao The Late Late Show with James Corden, o astro Vin Diesel dividiu os holofotes ao lado da colega Eiza Gonzalez e revelou que está trabalhando em um álbum de música – e que seus filhos são uma grande parte do projeto.

“Sim, sim! Não posso evitar. Preciso ser honesto com você, James. Meus filhos amam quando eu canto. Eles amam muito. É como J.R.R. Tolkien, ele começava a contar histórias para seus filhos histórias sobre hobbits e, pouco depois, ele fez ‘O Senhor dos Anéis’. Tenho um pouco disso em mim”.

“Queria poder tocar um pouco para você. Tenho sorte de ter algumas músicas originais ótimas. E nada no mundo é melhor que ver minha filha de quatro anos de idade andar pela casa cantando essas músicas que ouve eu tocar em casa”, ele acrescentou.

Confira a entrevista:

Diesel e Gonzalez estrelam a adaptação de Bloodshot, que estreou há alguns dias nos cinemas mundiais.

Assista ao trailer:

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.

O elenco ainda conta com Eiza Gonzalez, Toby Kebbell, Michael SheenTalulah Riley, Alex Hernandez e Sam Heughan.

Dirigido por Dave Wilson, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Kevin VanHook, Yvel Guichet, Don Perlin e Bob Layton.

‘Distant’: Naomi Scott, de ‘Aladdin’, entra para o elenco da nova comédia sci-fi

Segundo o ComicBook.comNaomi Scott foi elencada na mais nova comédia sci-fi da Amblin EntertainmentDistant.

A atriz dará vida à protagonista feminina do longa-metragem, juntando-se aos previamente anunciados Rachel BrosnahanAnthony Ramos.

A história gira em torno de um mineiro de asteroides que cai num planeta alienígena e deve lidar com os desafios desse novo lugar e encontrar a outra única sobrevivente do acidente: uma mulher que está presa em sua cápsula de escape.

Will SpeckJosh Gordon entram como diretores. Spenser Cohen assina o roteiro.

Brian Kavanaugh-JonesFred BergerAnna Halberg, Jonathan RothbartMatt Hirsch entram como produtores. Não se sabe quando as filmagens terão início.

Scott ganhou fama ao estrelar o filme Lemonade Mouth, do Disney Channel, ascendendo a uma carreira de grande sucesso que inclui o remake em live-action de ‘Aladdin’ como a Princesa Jasmine e obras como Power Rangers e o reboot de As Panteras.

Brosnahan é mais conhecida por seu papel protagonista na aclamada série The Marvelous Mrs. Maisel e vai estrelar o drama ‘I’m Your Woman’ e o thriller de espionagem Ironbark. Ramos, por sua vez, teve participações breves em HamiltonNasce Uma Estrela, além de estrelar a adaptaçãoEm um Bairro de Nova York.

Crítica | ‘Bridgerton’, nova série da Netflix, é um deleite para os olhos e um apaixonante drama de época

Produções de época têm um lugar especial no coração do público – motivo pelo qual fazem tanto sucesso. Desde as clássicas adaptações de ‘Mulherzinhas’, romance assinado por Louisa May Alcott, e de ‘Orgulho e Preconceito’, de Jane Austen, até a irreverência anacrônica da recente ‘Dickinson’, estrelada por Hailee Steinfeld, tais obras nos transportam para um mundo bastante diferente do nosso, recheado de figuras históricas importantes, intrigas amorosas e uma afeição exagerada pelo status e pelo casamento. É claro que boa parte dessas histórias não se limita apenas a caracterizações românticas – pelo contrário, aproveita o escopo para infundi-lo com críticas à sociedade da época e às disparidades de gênero e de raça -, utilizando um exuberante visual para nos envolver desde o primeiro momento.

O mesmo pode ser dito de Bridgerton. A nova série da Netflix, a primeira feita em parceria com a prolífica e aclamada realizadora Shonda Rhimes (‘Grey’s Anatomy’, ‘How to Get Away with Murder’), é baseada nos adorados romances de Julia Quinn, uma das autoras mais consumidas da atualidade – e faz um belo trabalho em levar a história da família Bridgerton para as telinhas. Em meio a oito longos episódios, que de certa forma esbarram em alguns obstáculos e deixam as problemáticas rítmicas transparecerem mais vezes do que deveria, a narrativa introduz aos espectadores um elenco incrível, recheado de química, que une o melhor das epopeias românticas às incursões tragicômicas austenianas – fornecendo camadas e mais camadas de complexidade a personagens a princípio tão rasos quanto um prato.

A verdade é que a série não seria o que é sem a mão de Rhimes por trás de tudo isso. Através da Shondaland, a empreendedora capta com naturalidade e sutileza invejáveis os trejeitos de cada protagonista, aliando-os a coadjuvantes que não ficam ofuscados ou são apenas jogados nas múltiplas subtramas – pelo contrário, servem como estrutura para as realizações e as reviravoltas do elenco principal. A trama pode até ser centrada em um núcleo familiar específico, mas é a partir dele que todos os outros encontram terreno para exibirem suas potentes vozes e figurinos coloridos. É a partir daí que, centrada numa Londres vitoriana, a produção nos apresente a Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor) e a Simon Basset (Regé-Jean Page), também conhecido como o Duque de Hastings.

Daphne é a primeira filha dos Bridgertons – mas ainda assim vive na sombra dos irmãos mais velhos, que nutrem de um senso superprotetor que a impede de encontrar alguém para se casar. Prestes a atingir a maioridade, Daphne encanta a Rainha Charlotte (Golda Rosheuvel) na nova temporada de cortejo da cidade e se torna a “joia rara” do ano, ganhando atenção de inúmeros pretendentes que prometem desposá-la e torná-la uma “digna dama” da sociedade. Entretanto, Anthony (Jonathan Bailey), assumindo o papel de homem da casa após o falecimento do pai, transforma algo simples em um árduo trabalho, espantando maridos em potencial e deixando-a à deriva por não acreditar que exista algum homem bom para a irmãzinha.

BRIDGERTON (L to R) ADJOA ANDOH as LADY DANBURY and REGÉ-JEAN PAGE as SIMON BASSET in episode 108 of BRIDGERTON Cr. LIAM DANIEL/NETFLIX © 2020

Dançando de baile e baile, Daphne se resigna ao prospecto de uma ruína que trará desonra à família – até cruzar caminho com o imponente e charmoso Simon. O Duque, recém-chegado de sua mansão no interior, é melhor amigo de Anthony e, logo de cara, não se dá bem com a jovem. Suas gritantes e conflitantes personalidades, porém, é o que desperta uma centelha de uma complicada e fervorosa paixão entre os dois – que não se manifesta até os dois tramarem um plano intrincado para serem deixados em paz. Simon, tendo jurado nunca se casar e levar o título de Hastings consigo para o túmulo, finge cortejar a dama para se livrar das outras mulheres; Daphne, por sua vez, recebendo atenção de alguém tão importante quanto o Duque, volta a atrair a atenção de outros cavalheiros.

A princípio, Bridgerton parece apenas mais uma entrada qualquer em meio a tantas obras conterrâneas – mas tem um diferencial sagaz: sua ressonância, em certos aspectos, com a contemporaneidade. O romance e a adaptação seriada são pincelados com toques da atualidade que se fundem com perfeição ao panorama gritante e marmóreo da primeira metade do século XIX, percebidos em meio a diálogos que flertam com as tendências feministas da década de 1970 em diante, ou até mesmo na clássica orquestra que rearranja canções conhecidas em temáticas de baile – como “Wildest Dreams”, de Taylor Swift, e “Bad Guy”, de Billie Eilish, ambas ganhando uma dimensão imediatista e inesperada, contemplando o que já citamos como anacronismo narrativo, o mesmo visto em ‘Maria Antonieta’, por exemplo.

À medida que o melodrama novelesco se apodera dos episódios, o showrunner Chris Van Dusen, que faz um ótimo trabalho ao comandar com rédeas firmes os arcos de cada um dos personagens, permite que a comédia pastelão seja dosada na medida certa e se infiltre nas subtramas, como ocorre com a família Featherington. Nesse novo núcleo, a matriarca Portia (Polly Walker) é uma dama da high society que deseja despojar as filhas mais que tudo na vida, mas que se vê num impasse quando a filha de um primo de seu marido chega do interior e rouba toda a atenção da comunidade; como se não bastasse, ela enfrenta a falência e a desmoralização do nome que carrega em virtude do vício em jogos do azar do esposo. Tais inflexões são tratadas com singularidade e mostram que Lady Featherington é uma impiedosa mulher que fará de tudo para assegurar o bem daqueles que ama.

Entre as rendições apaixonantes do restante do elenco, em especial de Claudia Jessie como a verborrágica Eloise Bridgerton e de Adjoa Andoh como a icônica Lady Danbury, e uma fotografia eufórica e evocativa que transforma os belíssimos cenários em pequenos oásis ingleses, a série pode até deslizar em certos momentos e repetir motes com constância cansativa – mas, no final das contas, é uma ótima pedida para quem precisa de um escape da realidade e para aqueles que gostariam de se imaginar nos suntuosos bailes da realeza, não se preocupando com mais nada além de dançar como se não houvesse amanhã.

‘The Underground Railroad’: Série do diretor de ‘Moonlight’ já está disponível na Amazon Prime Video!

A aguardada série de Barry Jenkins sobre escravidão, intitulada The Underground Railroad(‘Os Caminhos para a Liberdade’), finalmente estreou na Amazon Prime Video.

A produção foi adicionada ao catálogo hoje, 14 de maio.

Confira o trailer:

Jenkins foi o grande vencedor do Oscar de Melhor Filme por seu trabalho em Moonlight: Sob a Luz do Luar. Ele também é responsável por outro recente ganhador da premiação, o drama Se a Rua Beale Falasse’.

A série é baseada no romance homônimo de Colson Whitehead

A produção é ambientada em um universo alternativo no qual a Undergroud Railroad, a série de rotas e casas seguras para as quais os escravos costumavam escapar no século XIX, é uma ferrovia de verdade com trens, maquinarias e mais.

Cora não consegue imaginar o mundo que há além da fazenda de algodão ― e nem poderia. Das poucas coisas que lhe era permitido saber, ela sabia que a Geórgia não era um estado amigável para fujões. As cores do sangue derramado e o som dos gritos dos escravos eram claros na sua mente, e seus sonhos eram habitados pela angústia de suas companheiras de senzala. Em uma alma sedenta por liberdade, qualquer convite para ver o mundo além das cercas parece uma fonte cristalina. Cora não sabia dos segredos que se escondiam nas veias de seu país. Até que Caesar, um jovem escravo, contou-lhe sobre a ferrovia subterrânea que os levaria até os Estados Livres, onde não há mais escravidão. Cora terá que atravessar os Estados Unidos e enfrentar terríveis desaventuras. Mas nada pode conter sua coragem para transgredir as condições que lhe foram impostas – ela fará de tudo para ser livre.

Thuso MbeduAaron Pierre estrelam como Cora e Caesar, respectivamente. Chase W. DillonJoel EdgertonDamon HarrimanWilliam Jackson HarperAmber GrayLily Rabe e outros completam o elenco.

‘Love for Sale’, novo álbum de jazz de Lady Gaga e Tony Bennett, ganha trailer promocional; Confira!

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga divulgou em seu canal oficial do YouTube um trailer promocional de Love for Sale, novo álbum de jazz performado em colaboração ao lendário Tony Bennett.

O disco será lançado no dia 01 de outubro.

Confira:

A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.

‘Vikings: Valhalla’: Série derivada ganha três novos cartazes INCRÍVEIS; Confira!

A Netflix divulgou três novos e belíssimos cartazes da série derivada ‘Vikings: Valhalla‘.

Os pôsteres apresentam os protagonistas Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydís Eiríksdóttir (Frida Gustavsson) e Harald Sigurdsson (Leo Suter).

Lembrando que a produção será lançada na plataforma de streaming. no dia 25 de fevereiro.

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A trama se aprofundará em um novo capítulo da espetacular saga dos Vikings e começará no início do século XI, focando nas aventuras dos Vikings mais lendários que já viveram: Leif Eriksson (Sam Corlett), Freydis Eriksdotter (Frida Gustavsson), Harald Hardrada (Leo Suter) e o Rei William o Conquistador. Esses homens e mulheres construírão seus nomes e lutarão pela sobrevivência em um mundo marcado pela mudança e evolução.

O elenco ainda conta com Jóhannes Jóhannesson como Olaf, irmão mais velho do Harald; Bradley Freegard como o Rei Canute da Dinamarca; Laura Berlin como a ambiciosa e rica Emma da Normandia; David Oakes como Earl Godwin, chefe do conselho do Rei da Inglaterra; e Caroline Henderson como a líder de Categate.

A série original foi criada por Michael Hirst e durou por seis temporadas, sendo exibida pelo canal History.

‘Atração Fatal’: Atriz de ‘Sons of Anarchy’ é escalada para a nova adaptação da Paramount+

Segundo o DeadlineWanda De Jesus, conhecida por seu trabalho na série ‘Sons of Anarchy’, foi escalada para o elenco de Atração Fatal, nova adaptação da Paramount+ baseada no clássico suspense dos anos 1980 estrelado por Glenn CloseMichael Douglas.

As informações indicam que Jesus dará vida a Marcella Levya, uma procuradora que é descrita como uma “advogada realizada e uma fera política”.

A atriz se junta aos previamente confirmados Alyssa Jirrels (‘Under the Lights’), Toby Huss (‘Halloween’), Reno Wilson (‘Mike & Molly’) e Brian Goodman (‘Velozes e Furiosos’) farão parte do projeto.

Jirrels será Ellen Gallagher, filha de Dan (Joshua Jackson) e Beth (Amanda Peet). Huss dará vida a Mike Gerard, chefe de investigações do departamento de polícia, “cuja amizade e lealdade a Dan data de muitos anos”. Wilson será o Detetive Earl Booker, um “membro veterano do Departamento de Polícia de Los Angeles, com uma personalidade incrível e uma inabilidade chocante de autoedição”. E Goodman, por fim, será Arthur Tomlinson, descrito como o melhor amigo e parceiro de Beth, com uma personalidade reconfortante e gentil.

Jackson interpreta Dan, o marido infiel, enquanto Peet é Beth, uma esposa leal, mãe carinhosa e mulher de negócios bem-sucedida, cujo mundo desaba quando a traição de seu marido ameaça destruir suas vidas juntos. Lizzy Caplan dará vida à amante que se torna obcecada após um breve caso extraconjugal.

O projeto está sendo descrito como uma reimaginação do thriller psicossexual, e será contado através de um ponto de vista modernizado quando se trata de mulheres fortes, transtornos de personalidade, culpa da vítima e controle coercitivo.

O roteiro da adaptação ficará por conta de Alexandra Cunningham e Kevin Hynes (‘Dirty John’).

No filme de 1987, o caso de uma noite volta a assombrar um homem casado quando sua amante começa a perseguir ele e sua família.

Stanley Jaffe e Sherry Lansing, produtores do longa original, serão produtores executivos da série.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Netflix divulga novo clipe promocional do documentário ‘Harry & Meghan’; Confira!

Para promover o lançamento da série documental ‘Harry & Meghan‘, a Netflix divulgou um novo clipe da produção, levando o público ao casamento da dupla.

Lembrando que o primeiro volume já está disponível na plataforma de streaming.

Confira, com o trailer:

Recentemente, John Major, antigo primeiro-ministro do Reino Unido, detonou uma narrativa do próximo ciclo da série que sugere que, em 1991, o príncipe Charles – atualmente o rei – o convocou para lamentar sua espera para assumir o trono.

Major insiste que tal diálogo nunca existiu entre eles, e a sugestão da série em criar um plot sobre tirar a falecida rainha do poder era “maliciosa e sem noção”. Desde então, outras figuras da mídia passaram a criticar a série, apontando os acontecimentos falsos que a nova temporada alegadamente irá apresentar.

Por este motivo, o serviço de streaming sentiu que não seria um bom timing lançar o documentário focado no príncipe Harry e Meghan no mês seguinte da estreia do novo ciclo de ‘The Crown‘.

Vale lembrar que a Netflix e o Palácio de Buckingham entraram em um conflito sensível após o falecimento da Rainha Elizabeth, em setembro – o que levou o serviço de streaming a reconsiderar sua estratégia para o vindouro documentário.

Britney Spears AUTORIZA musical da Broadway inspirado em sua discografia; Saiba mais!

A lendária princesa do pop Britney Spears vai ganhar um musical da Broadway inspirado em sua discografia.

Segundo o THR, a peça, intitulada ‘Once Upon A One More Time’, deveria ter estreado em Chicago em 2019, sendo adiado para 2020 e, eventualmente, cancelado com o início da pandemia de COVID-19.

Depois da estreia mundial em dezembro de 2021, a produção voltará com força total, visto que Spear autorizou oficialmente a montagem depois do término oficial de seu conservatório.

O musical jukebox – isto é, que utiliza músicas conhecidas em vez de canções originais – é descrito como um conto de fadas em que, durante um encontro, Cinderela faz um pedido para uma nova história depois de ler o livro ‘A Mística Feminina’, de Betty Friedan (cortesia de sua fada madrinha), e questionar o que a frase “felizes para sempre” significa.

Apesar da história não ser baseada na vida de Spears, ele é inspirado em uma ideia sugerida pela própria performer, além de contar com diversos clássicos da artista – incluindo “…Baby One More Time”“Oops!… I Did It Again”.

James L. NederlanderHunter Arnold entram como produtores. Jon Hartmere assina o livro do musical.

O elenco conta com Briga Heelan (Cinderela), Justin Guarini (Príncipe Encantado), Aisha Jackson (Branca de Neve), Jennifer Simard (Madrasta), Adam Godley (Narrador), Brooke Dillman (Fada Madrinha), Ryann Redmond (Belinda), Tess Soltau (Betany), Gabrielle Beckford (Rapunzel), Ashley Chiu (Bela Adormecida), Nathan Levy (Clumsy), Ryan Steele (Príncipe Erudite), Morgan Whitley (Princesa Pea), Lauren Zakrin (Ariel), Liv Battista (Bela), Pauline Casiño (Esmeralda), Selena Haro (Maria), Joshua Daiel Johnson (Príncipe Brawny), Amy Hillner Larsen (Cachinhos Dourados), Justice Moore (Chapeuzinho Vermelho), Kevin Trinio Perdido (Príncipe Maquiavélico), Mikey Ruiz (Príncipe Gregarious) e Josh Tolle (Príncipe Suave).

Matt AllenJacob BurnsSalisha ThomasDiana VadenMila WeirasStephen Scott WormleyIsabella Yeas também fazem parte do musical.

‘Once Upon a One More Time’ estreia na Broadway em 22 de junho.

‘A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’ estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

A Menina Que Matou os Pais – A Confissão’, sequência de ‘A Menina Que Matou os Paise ‘O Menino Que Matou Meus Pais, que retrataram o assassinato de Manfred e Marísia von Richthofen, estreia esta semana no catálogo do Prime Video.

O aguardado longa-metragem será lançado na plataforma de streaming nesta sexta-feira, 27 de outubro.

Relembre o trailer:

Nas redes sociais, os fãs de Carla Diaz, que reprisa seu papel como Suzane von Richthofen, já estão ansiosos para revê-la no papel e estão rendendo elogios à sua performance.

Confira as reações:

Confira e compare uma nova imagem oficial, que traz a protagonista no enterro dos pais:

“Atendendo ao pedido do público, teremos o terceiro filme sobre o caso Richthofen, conhecendo os passos dos três acusados após o crime, além dos bastidores da investigação que culminou na prisão dos envolvidos. Fique atento às novidades!”,  postou o ator Leo Bittencourt.

Confira mais fotos:

Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos de prisão em regime fechado, enquanto Cristian Cravinhos foi sentenciado a 38 anos de reclusão.

Mas o que aconteceu entre o período do assassinato dos pais de Suzane e seu julgamento? A ideia é justamente abordar a lacuna de quatro anos entre o crime ocorrido em 2002 e o julgamento dos envolvidos, em 2006.

Lembrando que os roteiros dos filme têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação do trio. Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha os assassinos.

Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

Daniel está livre desde 2018 quando sua equipe de defesa conseguiu lhe garantir uma progressão para o regime aberto. Cristian foi solto em 2017, mas acabou voltando à prisão de Tremembé no ano seguinte por envolvimento em uma tentativa de suborno a policiais.

E aí, você já assistiu aos filmes?

‘Trolls 3 – Juntos Novamente’ já está disponível no Prime Video!

A animação ‘Trolls 3 – Juntos Novamente‘, que se tornou um sucesso de bilheteria ao redor do mundo, já está disponível no Prime Video.

O longa-metragem chegou à plataforma de streaming nesta próxima hoje, 19 de abril.

Vale lembrar que a Universal Pictures convidou o CinePOP para passar um dia na DreamWorks Studios e descobrir como o filme foi feito, desde os storyboards até a animação chegar aos cinemas.

Assista à matéria e à nossa entrevista:

Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.

Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.

Crítica | Cansativo e sem identidade, ‘143’ é um dos álbuns mais decepcionantes de Katy Perry

Houve um tempo em que Katy Perry era sinônimo do mais puro sucesso. Se pensarmos em eras como ‘One of the Boys’, ‘Teenage Dream’ e ‘Prism’, Perry possuía um tato inigualável para construir músicas pop que viralizaram mundo afora e a reiteravam como uma das grandes estrelas da música contemporânea – ora, não é surpresa que ela tenha sido a única artista além de Michael Jackson a ter conquistado o Spotlight Award. Em ‘Witness’, Katy resolveu se arriscar e começou a desfrutar de um inexplicável boicote – ainda mais considerando que o álbum é sólido o suficiente para encantar os ouvintes -, mantendo-se em um limbo criativo que estendeu-se para o bizarro Smile.

Agora, Perry retorna ao cenário fonográfico quatro anos depois de sua última investida com o antecipado 143. O título, fazendo referência à frase “I love you” e ao “número angelical” da artista, foi promovido com um total de três singles, a infusão EDM de “Woman’s World”, a pulsão house noventista de “Lifetimes” e o inexplicável trap-R&B de “I’m His, He’s Mine”, colaborando com a rapper Doechii. E, com o lançamento do compilado de originais, é notável que Perry permanece desesperada para se manter relevante no escopo show business através de breves 33 minutos que explodem em um vórtice de construções genéricas e imediatamente esquecíveis.

Com as duas primeiras faixas promocionais, Katy revelou estar par a par com sua conhecida estética despojada e, apesar das críticas negativas, entregou exatamente o que esperávamos de uma performer como ela: incursões pautadas em uma arquitetura mainstream, movidas por batidas bem demarcadas e comprometidas com uma identidade indesculpável e escapista – tal qual ela já nos mostrara com álbuns mais antigos. E, com infortúnio frustrante, a cantora e compositora já havia nos apresentado o melhor antes mesmo do lançamento do álbum, resolvendo se unir com um time grandioso de produtores para uma jornada formulaica e sem qualquer originalidade, atirando para todos os lados a fim de recuperar as glórias de um tempo que não mais voltará.

Para além dos singles supracitados, Katy colaborou com nomes com 21 Savage, Kim Petras e JID em prol de manter-se atenta aos nomes que dominam o cenário atual da música. De um lado, “Gimme Gimme” nos apresenta a um trap-pop deslocado da ideia do álbum, emergindo como uma track solta e pensada de última hora; “Gorgeous” busca elementos do PC Music e do pop industrial que eternizaram a carreira de Petras, puxando elementos de ‘Slut Pop’ em uma ininteligível mixórdia de pouco mais de três minutos cujo ápice é destinado à artista convidada do que à principal; e “Artificial”, apesar do promissor início, é infundido com uma atmosfera electro-deep que, de maneira estranha, tenta emular as progressões de ‘Teenage Dream’ e culmina em um fracasso retumbante que, de novo, deixa o melhor para JID.

Apesar dos múltiplos e constantes deslizes, é notável como o disco possui pontuais ápices que nos chamam a atenção: “Crush”, a quinta faixa do álbum, é uma imersiva construção de electro-pop e dance-pop que traz o melhor da carreira de Perry aos holofotes, apostando fichas em uma dançante e sensual construção sonora (cortesia do trabalho em conjunto de Dr. Luke, Ryan Ogren e Kalani Thompson) que entrega exatamente o que queremos em um atemporal refrão e versos prontos para as pistas de dança; “Nirvana”, por sua vez, deixa espaço para que a artista se divirta com entregas vocais sólidas, pegando páginas emprestadas do trabalho de Arnthor Birgisson e Rami Yacoub (nomes por trás da ótima “Double Trouble”) e rendendo-se a uma conjunção enervante e sinestésica do electro-deep e do techno para discorrer sobre um amor tão forte que é capaz de levá-la a um estado espiritual de plenitude completa.

É notável como os melhores momentos do disco ganham os ouvintes quando não se levam a sério: apesar da fraca recepção dos singles, como mencionado nos parágrafos acima, não há qualquer elemento dentro dessas canções que mostre que Perry deseje “reinventar a roda” ou apresentar um elemento novo à música pop – e sim trazer passado e presente em um mesmo lugar. Algo similar acontece nos supracitados ápices do álbum – mas, quando Katy resolve dar um passo maior do que a perna, tudo desanda e culmina em uma desastrosa tentativa conceitual que não combina com sua estética performática e nem mesmo com os nomes envolvidos na construção do disco (ainda mais levando em consideração que Dr. Luke e Max Martin, por exemplo, sempre estiveram atados a produções puramente mercadológicas).

143 carregava consigo todos os ingredientes certos para se sagrar um dos melhores álbuns de Katy Perry – mas, desde as polêmicas envolvendo a gestação da obra, passando por duvidosas escolhas artísticas e estacionando em um compilado nada coeso de impulsividades cruas, o resultado é, sem mais delongas, frustrante e decepcionante.

Nota por faixa:

1. Woman’s World – 3,5/5
2. Gimme Gimme (feat. 21 Savage) – 1/5
3. Gorgeous (feat. Kim Petras) – 0,5/5
4. I’m His, He’s Mine (feat. Doechii) – 1/5
5. Crush – 5/5
6. Lifetimes – 4/5
7. All the Love – 3,5/5
8. Nirvana – 4/5
9. Artificial (feat. JID) – 1/5
10. Truth – 1,5/5
11. Wonder – 0,5/5

4ª e ÚLTIMA temporada de ‘The Righteous Gemstones’ ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Max Brasil divulgou o trailer completo e legendado da 4ª e última temporada da adorada série The Righteous Gemstones.

O ciclo de encerramento tem estreia marcada para o dia 09 de março na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens:

A produção é estrelada por Danny McBride e John Goodman.

Na trama, McBride vive Jesse Gemstone, o filho mais velho e “herdeiro do trono” de uma família mundialmente conhecida pelo seu trabalho televangelístico, “com uma longa tradição de desvios, ganância e trabalhos sociais, tudo feito no nome em prol do nome de Cristo” – conforme aponta a descrição oficial.

Goodman interpreta Eli, pai de Jesse, conhecido “mundialmente por suas técnicas agressivas de evangelização, seus ministérios espalhados pelo mundo e por seu premiado programa de TV semanal”. Na trama, “Jesse acaba se tornando independente no ramo na ministração, absorvendo tudo o que seu pai construiu e expandindo-o para uma audiência muito mais moderna”.

Edi PattersonAdam DeVineCassidy FreemanTony CavaleroTim BaltzSkyler GisondoWalton Goggins também fazem parte do elenco.

Artigo | O arauto do Apocalipse: o final explicado de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’

Cuidado: muitos spoilers à frente.

A espera acabou: a primeira família da Marvel finalmente chegou ao MCU com o lançamento de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, longa-metragem que abre a Fase 6 do expansivo panteão super-heroico e que, após décadas de tentativas, faz jus ao impacto e ao legado desse time incrível de metahumanos.

O filme traz Reed Richards/Sr. Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher-Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha-Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/O Coisa (Ebon Moss-Bachrach) enfrentando a agourenta presença de Shalla-Bal/Surfista Prateada (Julia Garner) no planeta Terra e a subsequente chegada de Galactus, o Devorador de Mundos (Ralph Ineson) para destruir o mundo em que habitam e consumi-lo por completo em uma fome insaciável.

Com o desenrolar da história, o time de heróis consegue encontrar a localização de Galactus através dos rastros deixados por Shalla-Bal, viajando em uma dobra no tempo-espaço para convencê-lo de deixar a Terra em paz ao apelar pela razão. Todavia, a inescapável maldição que transformou Galactus na mortal e cosmológica entidade como a conhecemos (e que data de bilhões de anos), apenas o impulsiona a fazer um acordo: Reed e Sue, que estão grávidos de seu primeiro filho, devem entregá-lo às mãos de Galactus. O motivo? O infante Franklin, por ter sido gestado através do DNA mutante dos pais, é dotado de uma força inexplicável que vem se manifestando antes mesmo de seu nascimento – e essas habilidades inenarráveis e poderosas o tornam o único capaz de “vestir o manto” de Galactus para que ele possa, enfim, encontrar paz e descanso.

É claro que, como qualquer boa história de super-heróis, o Quarteto encontra uma maneira de impedir que a Terra seja destruída e que Galactus coloque as mãos em Franklin, construindo torres de energia ao redor do mundo para envolvê-lo em um campo de força capaz de transportá-lo para um outro lugar do universo que tenha condições similares às que conhecem. Porém, Shalla-Bal desmantela esse plano cautelosamente arquitetado, levando o grupo a usar Franklin como isca para impedir que a vilanesca entidade alcance seus diabólicos objetivos.

Mas por que Franklin é tão importante?

Além de ser filho de dois pais com o DNA rearranjado por causa das explosões cósmicas que enfrentaram em uma viagem espacial, o personagem é recorrente nos quadrinhos da saga Quarteto Fantástico e poa como um ser poderoso com habilidades de distorcer a realidade, mesmo desde pequeno. Nas HQs, ele é conhecido por manipular a realidade, criar universos compactos e até mesmo restaurar o multiverso – ou, como vemos em uma das cenas em que Sue usa suas últimas forças para empurrar Galactus pelo portal e acaba falecendo, ele usa essas distorções para trazê-la de volta à vida, imbuindo-a com um poder milenar que agora lhe pertence.

Originalmente, Franklin tem a habilidade de distorcer a realidade, ou seja, de fazer qualquer pensamento ou desejo se concretizar, mesmo em uma escala cósmica. Ele é capaz de reorganizar a estrutura molecular da matéria e da energia à vontade – e, certa vez, o jovem criou inconscientemente seu próprio universo de bolso, abrangendo uma réplica virtual da Terra-616. A partir de então, entidades cósmicas, incluindo Galactus, começaram a notar os tremendos dons de Franklin, chegando a descrevê-lo como um “ser que os Celestiais sentiam estar no mesmo nível deles”.

Além da realidade e da manipulação molecular, Franklin possui vastos poderes psiônicos que se manifestaram como telepatia, telecinese, rajadas de energia de força concussiva, precognição e projeção astral. Sendo uma criança, as habilidades de Franklin são limitadas, por assim dizer, deixando incerto quais níveis de poder ele alcançará na idade adulta, já que diversas encarnações futuras de realidades alternativas, bem como do universo principal da Marvel, demonstraram variar em poder.

E de que forma isso se conecta a ‘Primeiros Passos’?

Após derrotarem Galactus e voltarem à normalidade, a primeira cena pós-créditos do longa-metragem apresenta Franklin um pouco mais velho, sentado ao lado de sua mãe enquanto se divertem um livro. Sue, então, percebe que o filho não está interessado na história e o deixa sozinho por alguns momentos para pegar outro romance e, quando volta, percebe que alguém entrou em sua casa: segundos antes do black-out, Sue percebe que ninguém menos que Victor Von Doom/Doutor Destino (Robert Downey Jr.), já confirmado como o grande vilão da Saga do Multiverso e antagonista dos próximos dois filmes da franquia ‘Vingadores’, está ajoelhado à frente do garoto, como se estivesse tentando convencê-lo de alguma coisa.

Considerando as habilidades psiônicas de Franklin e sua propensão a curvar a realidade à seu bel-prazer, é muito provável que Victor tenha sido atraído pela quantidade inimaginável de poder emanada de Franklin, enxergando nele a possibilidade de concretizar planos malignos que incluem sua chegada à Terra-616 (a realidade principal do Universo Cinemático Marvel). Mais do que isso, é sempre bom lembrarmos que Victor e Richard eram amigos antes de um trágico acidente que os transformou em rivais – premeditando o confronto entre os dois e uma provável vingança pessoal que o vilão vem alimentando há muito tempo. A rixa, inclusive, reafirmada em uma breve cena em que o Quarteto conversa com os líderes mundiais antes de enfrentar Galactus – e um breve shot mostra a cadeira de Latvéria, país natal de Victor, vazia. Logo, que maneira melhor de retaliar Reed que se aproximar de Franklin e torná-lo parte de seu plano?

Ainda que nada tenha sido confirmado, é possível que Franklin tenha sido a chave para que Victor conseguisse borrar os limites entre as realidades e que culminou na chegada do Quarteto Fantástico à Terra-616, como visto na cena pós-créditos de ‘Thunderbolts*’. E isso não é tudo: em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, somos anunciados, de maneira indireta, da colisão dos multiversos e de versões alternativas dos heróis que conhecemos quando Samuel Sterns/O Líder (Tim Blake Nelson) afirma, de maneira quase apocalíptica, que “os outros estão chegando” – tendo, possivelmente, confirmado os planos de Victor.

Aryan Simhadri se inspirou em ‘Um Sonho de Liberdade’ para o arco de Grover na 2ª temporada de ‘Percy Jackson’ [EXCLUSIVO]

A 2ª temporada de Percy Jackson e os Olimpianos’, que adapta o segundo livro da franquia, ‘O Mar de Monstros’, já chegou ao streaming – e recentemente tivemos o privilégio de conversar com o elenco protagonista da atração.

Durante a entrevista, Aryan Simhadri, que interpreta o fauno Grover na atração, explorou a forma como dosou comédia e drama para uma nova iteração que se mostra mais obscura e amadurecida em comparação à anterior.

Nos primeiros episódios, Percy (Walker Scobell) tem um sonho premonitório e descobre que Grover, em sua busca por Pan, foi raptado pelo perigoso ciclope Polifemo, levando o semideus filho de Poseidon em uma mortal missão para resgatar o melhor amigo – e reaver o Velocino de Ouro para restaurar a proteção do Acampamento Meio-Sangue e do mundo. E, mesmo em meio a situações mais pesarosas, Simhadri conseguiu, com sucesso, dosar os elementos dramáticos e cômicos.

“Eu assisti a muita coisa e li muita coisa sobre como é estar em cativeiro e o que significa manter a esperança dentro de um cativeiro”, ele explica. “Sabe, há uma cena em ‘Um Sonho de Liberdade’ em que o protagonista diz: ‘você não pode deixar isso te afetar’. Você tem que mostrar a eles que não irá quebrar. Você tem que focar no que te aguarda do outro lado”.

Simhadri continua: “acho que Grover é a personificação desse princípio. Ele tem um monólogo sobre isso no decorrer da série. Não acho que isso seja um grande spoiler, mas sim, em tudo isso, acho que ele encontra paz na natureza cômica dessa situação toda. E eu também acho que ele tem TDAH, aquela cabeça de semideus como qualquer outra pessoa, mesmo que ele tenha maneiras diferentes de se expressar”.

“Ele tem um começo e fim definitivos para todas as suas frases, mas ele segue caminhos diferentes o tempo todo. Ele muda as coisas na própria mente e eu acho que ele tende a ser engraçado sem perceber”.

Confira a entrevista completa e siga o CinePOP no YouTube:

A série acompanha o jovem Percy Jackson, um garoto que acaba de descobrir que é um semideus – metade humano, metade deus. Percy é filho de Poseidon, o deus dos mares e oceanos na mitologia grega, e precisa aprender a controlar suas habilidades especiais. Frequentando o Acampamento Meio-Sangue, um lugar para crianças e adolescentes como ele, Percy se aproxima de Grover e Annabeth. Grover é um sátiro sensível à natureza e as emoções dos outros, enquanto Annabeth é uma garota astuta e curiosa, características de sua mãe, a deusa Atena.

Juntos, os melhores amigos embarcam em uma jornada para impedir que aconteça uma guerra entre os deuses do Olimpo. Pouco depois de descobrir sua verdadeira origem como semideus, Percy é acusado por Zeus, o deus do céu e também seu tio, de ter roubado o seu mais precioso raio. Percy e seus amigos devem viajar pelo país para encontrar o raio e restaurar a ordem no Olimpo.

A série é estrelada por Walker Scobell (Percy Jackson), Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase), Aryan Simhadri (Grover Underwood), Dior Goodjohn (Clarisse La Rue) e Charlie Bushnell (Luke Castellan).

ICÔNICO vilão pode retornar em ‘Vingadores: Doutor Destino’, aponta insider

Vingadores: Doutor Destino chega aos cinemas mundiais ainda este ano e já é um dos títulos mais aguardados de 2026, dando início à conclusão da Saga do Multiverso do Universo Cinemático Marvel (que será oficialmente encerrada com ‘Vingadores: Guerras Secretas’).

Assim como basicamente todos os títulos da Marvel Studios, rumores sobre possíveis aparições e reviravoltas continuam ganhando espaço nas redes sociais, ainda mais considerando que provavelmente nem todo o elenco do filme foi anunciado, deixando o melhor para o final.

Agora, ainda que nada tenha sido confirmado, acredita-se que ‘Doutor Destino’ terá início com uma sequência de ação ambientada no mesmo universo que a trilogia ‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi.

Aparentemente, Wolverine (Hugh Jackman) e Deadpool (Ryan Reynolds) viajam para o mundo do Cabeça de Teia, onde Wolverine enfrenta a versão do herói encarnada por Tobey Maguire. E não apenas isso, acredita-se que um vilão clássico do universo encabeçado por Raimi também apareça no decorrer do longa.

De acordo com o perfil insider @MTTSH, “outros personagens da realidade de Tobey estão lutando em Vingadores: Doutor Destino, incluindo o Doutor Octopus.

Embora a fonte não esclareça, é muito provável que esteja se referindo ao personagem vivido por Alfred Molina na trilogia estrelada por Maguire – e que reprisou seu papel em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Vale lembrar que, numa recente entrevista, Molina disse estar aberto a reencarnar o icônico antagonista, mas não acredita que isso vá acontecer, de fato.

“Não sei o que o futuro reserva. Acho que talvez tenhamos que deixar o Doutor Octopus em um lugar de destaque na galeria de vilões, mas honestamente, se me convidassem e dissessem que adorariam que eu o interpretasse novamente, eu aceitaria sem dúvida. Duvido que isso aconteça, porém”.

Vingadores: Dr. Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco deVingadores: Doutor Destino contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano), Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

 

Polêmica! Universal cancela lançamento de ‘A Caçada’ após atentados terroristas nos EUA

De acordo com um comunicado da Universal Pictures, o estúdio decidiu cancelar o lançamento de ‘A Caçada‘ (The Hunt), o novo filme de terror da Blumhouse.

A informação foi divulgada no Twitter do Coming Soon.

“Após cuidadosa consideração, o estúdio decidiu cancelar os planos de lançamento do filme. Nós apoiamos nossos cineastas, e continuaremos a lançar filmes em parceria com diretores visionários, como os que estão associados a esse thriller de sátira social. Porém, entendemos que essa não é a hora certa de lançar esse projeto.”, diz o comunicado.

O cancelamento da estreia se deu em respeito às vítimas dos recentes atentados terroristas de supremacia branca que aconteceram nos Estados Unidos, na semana passada.

“A caça está liberada. Apenas as pessoas designadas podem ser caçadas na mansão”, diz o slogan do filme.

Assista ao teaser:

O longa é dirigido por Craig Zobel, e está sendo descrito como uma mistura entre ‘Batalha Real‘ e ‘The Most Dangerous Game‘.

‘A Caçada’ acompanha 12 estranhos que acordam em uma clareira e percebem que estão sendo caçados por liberais. Betty Gilpin e a vencedora do Oscar, Hilary Swank, interpretam mulheres em lados opostos do espectro político, conservador e liberal, que têm como alvo um ao outro.

O elenco inclui Hilary Swank, Emma Roberts, Justin Hartley, Betty GilpinGlenn HowertonJim KlockCharli SlaughterDean West.

 

 

 

Sarah Michelle Gellar se veste como ‘Buffy, a Caça-Vampiros’ e surpreende os fãs; Confira!

Em seu perfil do Instagram, Sarah Michelle Gellar surpreendeu os fãs de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘ ao surgir com o mesmo vestido usado pela personagem no episódio ‘Prophecy Girl‘, exibido em 1997.

O episódio em questão é um dos mais populares de toda a série e marcou o fim da 1ª temporada, revelando que Buffy estava destinada a se tornar caçadora de vampiros.

Em isolamento, a atriz brincou e escreveu:

“Me arrumei e não tenho para onde ir. ‘Vamos festejar’.”

Confira e compare com o episódio:

 

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All dressed up and no where to go. “I say we party” #safeathome #prophecygirl

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Para quem não conhece, Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, e foi vivida pela atriz Kristy Swanson.

Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.

A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.

‘Thor: Amor e Trovão’: Kat Dennings ainda não foi convidada para a sequência

Depois que Natalie Portman foi confirmada como Jane Foster em ‘Thor: Amor e Trovão‘, muitos fãs suspeitaram que Kat Dennings também poderia retornar na sequência.

No entanto, a intérprete da excêntrica Darcy Lewis revelou ao IGN que não foi convidada para participar do próximo filme do deus do trovão.

Questionada sobre o assunto, ela respondeu:

“Bem, eu não recebi nenhuma ligação, então eu meio que duvido que vão me chamar. Eles já estão filmando, então provavelmente não estarei nesse filme, mas qualquer coisa que a Marvel me peça, a resposta é sempre sim.”

Lembrando que Dennings também não foi incluída em Thor: Ragnarok, já que a trama foi ambientada quase inteiramente no espaço, então não havia lugar para sua personagem.

Apesar disso, vale lembrar que a estrela está no elenco de ‘WandaVision‘, então ela pode estar fazendo mistério sobre seu retorno ao MCU.

Agora só resta aguardar para saber se ela estará de volta ou não. O que você acha?

Vale lembrar que o Daily Mail divulgou as primeiras imagens do Thor (Chris Hemsworth), acompanhado de Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan) e Kraglin (Sean Gunn) nos bastidores das gravações, em Sydney, capital da Austrália.

Confira:

Lembrando que o elenco também conta com Natalie Portman, Tessa Thompson e Christian Bale, além de Dave Bautista e Vin Diesel.

Recentemente, o Comic Book divulgou que a sequência recebeu um título de produção bastante curioso: ‘The Big Salad’.

É provável que a escolha da chamada tenha a ver com um momento específico do Deus do Trovão (Hemsworth) em ‘Vingadores: Ultimato’: em determinada cena, o herói se rende à depressão depois de ser derrotado por Thanos (Josh Brolin), levando-a a ganhar peso e a ser cutucado por sua mãe, Frigga, que lhe diz para comer um prato de salada.

Dirigido por Taika Waititi, o novo filme tem estreia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Letitia Wright rebate acusações sobre apoiar ideais ANTI-VACINA no set de ‘Pantera Negra 2’

No último dia 06, o The Hollywood Reporter relatou que a atriz Letitia Wright continuava espalhando ideais anti-vacina no set de ‘Pantera Negra: Wakanda Forever‘, mesmo após se desculpar por ter postado um vídeo contra a imunização em massa no ano passado.

No entanto, a intérprete de Shuri negou as acusações e se defendeu através do Instagram, dizendo-se perseguida pela mídia.

Na publicação, ela compartilhou um trecho da passagem bíblica de Isaías 54:17, que diz:

“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda palavra dita contra ti não terá efeito.”

Na legenda, ela desabafou, dizendo:

“Deus abençoe todos vocês. Me entristece ter que abordar os relatórios publicados pelo The Hollywood Reporter em 06 de outubro de 2021. O relatório falava sobre minha conduta no set de ‘Pantera negra 2’. Sinceramente, afirmo que isso era completamente falso. Qualquer pessoa que me conhece ou já trabalhou comigo sabe que trabalho muito duro em meu ofício e meu foco principal é sempre fazer um trabalho impactante e inspirador. Esse tem sido e continuará sendo meu único foco. Vou continuar a segurar nas mãos de Deus e na escritura de Isaías 54:17. Eu continuo a me concentrar na minha cura. Obrigado por suas orações. E eu continuo a orar pelo amor, paz e alegria de Deus para todos vocês. Deus os abençoe. Letitia.”

Confira:

Para quem não se lembra, a atriz se desculpou no ano passado após postar um vídeo do palestrante Tomi Arayomi, um líder sênior da Igreja Light London, questionando as vacinas para a COVID-19.

Após a polêmica, Wright postou um pedido de desculpas no Twitter, afirmando:

“Minha intenção era não machucar ninguém, minha ÚNICA intenção de postar o vídeo foi que ele levantou minhas preocupações com o que a vacina contém e o que estamos colocando em nossos corpos. Nada mais.”

 

 

A artista até chegou a responder nominalmente os comentários, escrevendo: “Não é a minha intenção magoar ninguém, tão pouco dizer pra vocês não tomarem a vacina, só estou preocupada com o que está nela. Essa não seria uma pergunta justa?”. 

‘Stranger Things’: Joseph Quinn agradece aos fãs pelo amor a Eddie Munson

No último episódio da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, Eddie Munson (Joseph Quinn) acaba morrendo ao ser atacado por uma horda de morcegos mutantes do Mundo Sombrio enquanto tentava salvar Dustin (Gaten Matarazzo) e seus amigos.

Antes disso, ele atrai os monstros tocando um solo de guitarra da música ‘Master of Puppets‘, da banda Metallica.

Em entrevista para o Entertainment Tonight, Quinn comentou sobre a calorosa recepção que o personagem teve online e agradeceu ao amor dos fãs.

“Ser recebido pelos fãs de uma forma tão acolhedora foi uma sensação completamente esmagadora. Foi tão adorável, tipo, a devoção que os fãs têm por essa série e como eles encontraram espaço em seus corações para um novo personagem… Fii tão emocionante. Eles foram tão gentis e acolhedores. Isso é algo adorável.”

Apesar da torcida por um possível retorno de Eddie, os criadores da série, Matt e Ross Duffer confirmaram ao Josh Horowitz que a morte do personagem foi definitiva.

Além disso, a dupla também confirmou que a Max sofreu morte cerebral, apesar de insistirem que a personagem ainda está “viva”.

“Max teve morte cerebral, está cega e teve os seus ossos quebrados. Ela já teve dias melhores, mas ainda está viva.”

Em uma das últimas cenas do quarto ciclo, a Eleven entra na mente da Max, que está hospitalizada em coma após seu confronto com o Vecna, mas acaba não encontrando nada; apenas um vazio cheio de escuridão – o que confirma a morte cerebral da personagem.

Vale lembrar que todos os episódios da 4ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Fontes culpam produtora executiva demitida da Marvel pela péssima qualidade dos efeitos visuais do MCU

Ontem veio a público a demissão da produtora executiva da Marvel Studios, Victoria Alonso, que deixou a companhia após 17 anos de contribuição.

Até o momento, nenhuma justificativa foi dada para sua saída, o que vem levantando diversas suspeitas entre os fãs do MCU.

Depois que o jornalista KC Walsh, da Fox News, divulgou um relatório afirmando que Alonso agia de forma agressiva com as equipes de efeitos visuais, novas informações estão surgindo sobre a polêmica.

Em seu perfil do Twitter, o também jornalista Chris Lee, da New York Magazine, reforçou as afirmações de Walsh… 

Lee mencionou que fontes ligadas à Marvel disseram a ele que Alonso é responsável por causar climas tóxicos no ambiente de trabalho e promover exaustivas jornadas de expediente para as equipes por trás dos efeitos especiais.

Caso alguém, ou alguma empresa, não concordasse com seus métodos, ela os deixava na ‘geladeira’… Ou seja, os obrigava a aceitarem contratos de trabalho excessivos por medo de serem demitidos ou ‘queimados’ na indústria.

Em uma das publicações, Lee disse que:

“Muitas fontes do ramo de efeitos visuais me disseram que Victoria Alonso era a única responsável pelo ambiente de trabalho tóxico da Marvel: Uma criadora de reis que recompensava lealdade inquestionável com uma avalanche de trabalho, mas que também mantinha uma lista de quem não fazia o que ela pedia, que deixava os profissionais se borrando de medo.”

Ele continuou:

“Ela tinha uma quantidade absurda de poder, assumindo todas as principais decisões criativas nos filmes e séries da Marvel. ‘Kevin Feige e Victoria Alonso aprovam pessoalmente cada tomada de decisão, todo o trabalho de efeitos visuais, que geralmente é o trabalho de um diretor ou de um showrunner’, disse-me um técnico. ‘A principal que causa medo em todo mundo é Victoria Alonso’, disse outro técnico. ‘Se ela gostar de você, você vai conseguir trabalho e vai subir na indústria. Se você a irritar de alguma forma, você vai para a geladeira’.”

Confira:

Alonso ingressou na Marvel em 2006 como chefe de efeitos visuais e pós-produção,
e esteve envolvida no lançamento do ‘Homem de Ferro‘, como co-produtora. Ela foi promovida a Produtora Executiva em 2012, a partir de ‘Os Vingadores‘.

Seus créditos mais recentes incluem vários filmes e séries incluindo mais recentemente ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘, ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, ‘Thor: Amor e Trovão‘ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, além de séries como ‘Loki‘ e ‘Ms. Marvel‘.

Recentemente, ela esteve envolvida como produtora do filme ‘Argentina, 1985‘, que recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional.

Terror estilo ‘Hereditário’ com neta de Elvis está DIVIDINDO a opinião na Netflix; Confira as reações!

Lançado originalmente em 2019, o suspense ‘O Chalé‘ (‘The Lodge’) retornou ao catálogo da Netflix e continua dividindo a opinião dos assinantes da plataforma.

Na trama, Grace (Riley Keough) está prestes a se tornar oficialmente madrasta e acaba ficando perdida ao realizar uma viagem de férias com os dois filhos de seu noivo. Tentando aproveitar a situação para realizar uma maior aproximação, ela percebe que terá problemas quando uma criatura sobrenatural deslancha diversos eventos atípicos e bizarros que começam a tomar conta do local.

Além de Keough, neta de Elvis Presley indicada ao Globo de Ouro pela série ‘The Girlfriend Experience‘, o longa também conta com Alicia Silverstone, Jaeden Martell, Lia McHugh e Richard Armitage.

A direção fica a cargo de Severin Fiala e Veronika Franz, dupla responsável pelo aclamado ‘Boa Noite, Mamãe!‘, ‘O Chalé‘ conquistou 75% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Entre as análises, o The Washington Post afirma que:

“‘O Chalé‘ não é um deleite perfeito. Mas para quem gosta de filmes sombrios e perturbadores, isso já é o suficiente.”

Apesar disso, a trama não foi muito bem aceita por todos…

Nas redes sociais, o público está bastante dividido, com alguns elogiando o filme por fugir dos clichês do gênero e apostar em uma narrativa mais imprevisível e que entrega momentos de tensão de acelerar o coração.

Por outro lado, há quem diga que foi uma verdadeira perda de tempo por conta de uma trama que não leva a lugar nenhum e se apoia na curiosidade dos espectadores para tentar se manter interessante.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

Crítica | O Chalé – Surpreendente Suspense Psicológico na pegada de ‘Hereditário’

Dois anos de ‘Death Stranding’ – Game cinematográfico com Léa Seydoux, Guillermo del Toro e Mads Mikkelsen

O jogo que não é para todos teve muito a falar inicialmente mas, em tempos recentes, se submeteu à uma estratégia pífia

Jogos não são cinema. Essa é uma afirmação que em si não está incorreta, games por natureza oferecem uma experiência interativa que filmes não podem ofertar. Entretanto, por muito tempo as obras cinematográficas puderam apresentar narrativas muito mais complexas e elaboradas do que os jogos jamais puderam por completo.

Pelo menos até que Hideo Kojima entrou de fato na indústria. Para desencargo de consciência, games que se utilizavam de estruturas cinematográficas já eram uma realidade, com um dos exemplos mais antigos sendo Maniac Mansion (desenvolvido pela Lucasfilm Games) de 1987. No entanto, Kojima popularizou o uso de narrativas refinadas unidas a novas formas de gameplay.

Sem dúvida esse sucesso é simbolizado por sua saga Metal Gear, iniciada ainda nos anos 80 e que teve seu último (não em termos cronológicos mas sim de lançamento) capítulo lançado só em 2015 para Playstation 4 (3), Xbox One (360) e PC. 

Com “Metal Gear”, Kojima emprego técnicas cinematográficas na gameplay

Foi com essa franquia que o desenvolvedor apresentou uma história de espionagem que muitas vezes abraçava abordagens não lineares ao mesmo tempo que tocava em assuntos sensíveis como tortura e guerra. Fã declarado do cinema, Kojima sempre tentou aliar seus projetos com o modo de contar história que ele via em filmes, não só do ponto de vista criativo mas técnico, utilizando as melhores capturas de movimento possíveis.

No entanto, enquanto ele encantava o mundo com Metal Gear, profissionalmente sua relação com a desenvolvedora da franquia, a Konami, se desgastava muito rapidamente. Isso acabou desaguando em um dos casos mais polêmicos dos jogos envolvendo a relação autor e produtora, assim como na sua eventual saída da companhia.

Junto a outros ex funcionários ele funda a Kojima Productions, onde ele teria, em tese, toda liberdade para produzir seus jogos incomuns sem restrições dos ditos “figurões” da diretoria. O primeiro fruto dessa nova fase não tardou em chegar em novembro de 2019 Death Stranding chegava às lojas, carregando uma proposta divisiva.

Em essência, “Death Stranding” nunca conseguiria agradar todos os jogadores

Desde seu primeiro trailer, e outras peças publicitárias, o game seguiu o estilo de divulgação que já era natural à Kojima, ou seja, trailers enigmáticos que em nada entregavam maiores, ou menores, detalhes da trama. Inegavelmente essa estratégia produziu desde já um efeito peneira no público, separando aqueles que se interessaram pelo que viram ou já eram fãs do desenvolvedor e aqueles que certamente passariam longe de tudo aquilo.

Outro elemento que chamou a atenção desde muito cedo era o elenco galáctico reunido para o projeto; Norman Reedus, Guillermo del Toro, Léa Seydoux, Mads Mikkelsen são apenas alguns dos nomes presentes que emprestam voz e face à personagens, centrais principalmente, que vão construindo o enredo. O próprio enredo serve como, aos olhos atuais, um agouro do futuro.

Em algum momento o mundo colapsou devido ao aparecimento de entidades invisíveis vindas de uma outra dimensão. Como resultado, a humanidade se separou por toda a Terra, com humanos vivendo em locais isolados de modo que não possam chamar a atenção. 

É nesse cenário que entregadores permanecem em atividade, levando todo tipo de carregamento de um ponto a outro e, simbolicamente, servindo como um pequeno mas vivo símbolo de que a humanidade ainda está unida. O principal sobre Death Stranding não é nem tanto entender sua premissa mas sim a mensagem da necessidade de cooperação em tempos de isolamento e nada representa melhor esse tema que seu multiplayer.

Jogar sob a perspectiva de um entregador realça a temática sobre criar ligações

Ao contrário de outros modos online no qual há uma categoria separada para eles dentro do jogo e envolve o combate entre jogadores, aqui Kojima adaptou essa mecânica para estar incluída dentro do próprio modo história e de maneira cooperativa, logo se um jogador escalou determinada montanha usando uma corda ele pode deixar a corda ali para que outro alguém que venha ter que fazer o mesmo caminho tenha a passagem facilitada.

Uma proposta que mesmo sendo bem mais discreta em comparação com o que havia de oferta no mercado, não deixou de ser marcante para aqueles que a perceberam. Entretanto, passados dois anos o jogo em si passou por acontecimentos importantes. 

O mais notável sendo o lançamento da “versão do diretor” em 2021 com a promessa de ser a forma definitiva de se experienciar a obra e ofertando vários conteúdos inéditos. O termo em si deriva do cinema em que, por vezes, o diretor tem a chance de relançar seu filme com cenas excluídas do corte original ou reeditado de forma diferente. No cinema isso leva sempre a resultados interessantes, pois pode-se conferir a obra no qual o criador teve bem mais liberdade.

Uma versão do diretor que não tem razão de existir

Com videogames o conceito já fica mais complicado, uma vez que a dinâmica de produção é diferente. De fato, a desenvolvedora pode apressar a produção do jogo e assim a versão lançada não é a que o diretor tinha em mente (o próprio Kojima passou por essa situação com a Konami ao lançar Phantom Pain) porém se presume que todo o conteúdo que está presente no lançamento estaria presente em qualquer versão, sendo diferente de ter cenas cortadas.

O que o consumidor acaba recebendo ao final é o mesmo produto que ele comprou um ano antes porém com preço cheio e nenhuma oferta que realmente valha um novo investimento. Death Stranding é um jogo que mostrou que, mecanicamente, um multiplayer amigável e cooperativo é possível e uma alternativa viável ao monopólio do estilo competitivo.

Não só isso mas curiosamente seu enredo previu indiretamente o cenário atual e necessidade de construir pontes entre as pessoas, tornando um jogo de 2019 mais atual do que muitos lançamentos posteriores. Foi a decisão posterior de apelar para um corte do diretor que puxou um título diferenciado de volta para a realidade, não só pelos motivos apresentados como também o próprio Kojima ter tido toda a liberdade do mundo para lidar com esse projeto.

 

Alice Braga quer trabalhar com Bruna Marquezine em Hollywood

Em uma entrevista à revista Quem, a atriz Alice Braga, que participou de filmes como ‘Eu Sou a Lenda‘ e ‘O Esquadrão Suicida‘, compartilhou sua empolgação com a possibilidade de se unir à atriz Bruna Marquezine em um filme hollywoodiano.

Alice Braga elogiou o trabalho de Marquezine em ‘Besouro Azul‘ e expressou seu desejo de colaborar com ela no futuro, dizendo: “Estou muito feliz que a Bruna acabou de fazer esse filme. Ela está linda, maravilhosa. Acho ela uma super atriz, sempre achei, desde pequenininha.”

Alice Braga também enfatizou seu desejo de ver mais talentos brasileiros no cenário do cinema internacional, destacando a importância de superar barreiras linguísticas e promover a arte brasileira globalmente:

“Desejo que mais e mais pessoas possam quebrar essa barreira da língua, e que a gente possa levar nossos talentos lá para fora. Temos que exportar nossos talentos e honrar a nossa arte aqui.”

Ela compartilhou sua jornada pessoal de trabalhar em projetos internacionais, dizendo:

“Trabalhar fora do Brasil foi uma coisa que nunca planejei, as portas só foram se abrindo e fui entrando. Fico muito feliz que tive a oportunidade de trabalhar com diretores nas obras que acabei fazendo. É uma honra, uma alegria imensa, e espero que cada vez mais atrizes brasileiras consigam esses espaços.”

Besouro Azul‘ já acumulou um total de US$ 81,8 milhões em apenas 10 dias desde o seu lançamento.

A contribuição da bilheteria dos Estados Unidos é de US$ 46 milhões, enquanto a bilheteria internacional soma US$ 35 milhões.

O filme possui um orçamento de aproximadamente US$ 100 milhões, sem considerar os custos de marketing.

Apesar das críticas e da pontuação positiva no Rotten Tomatoes (77%), o filme enfrentará desafios para ao menos pagar os gastos.

Assista à nossa entrevista com o diretor e à nossa crítica:

Ele também foi só elogios à atriz:

“Eu vi uma fita da Bruna e senti que ela era tão forte. Ela era muito consciente, muito vulnerável, muito feroz. Ela me deu tudo o que acho que representa uma mulher latina e as mulheres com quem eu cresci. E ter uma pessoa tão talentosa e tão profissional, durante toda a filmagem, trazendo suas próprias ideias, e realmente incorporando a personagem? Não consigo ver uma Jenny diferente na minha mente.”, ele afirmou.

‘Hulk’: Jennifer Connelly está aberta para retornar como Betty Ross ao Universo Cinematográfico Marvel!

A atriz Jennifer Connelly, que interpretou Betty Ross em ‘Hulk’ (2003) e deu voz à inteligência artificial Karen em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017), revelou em entrevista ao The Hollywood Reporter que estaria disposta a voltar a trabalhar com a Marvel Studios.

Connelly se mostrou empolgada com os projetos da Marvel, destacando a qualidade dos filmes e o talento dos atores e equipe envolvidos.

“Acho que eles [Marvel] fazem ótimos filmes e meu marido [Paul Bettany, que interpretou o Visão nos filmes dos Vingadores] teve um tempo fantástico trabalhando com todos eles, e eles têm um ótimo grupo de atores trabalhando com eles. Eu definitivamente faria.”

Lembrando que Deadpool e Wolverine será o único filme do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) deste ano.

Anteriormente, em entrevista para a Variety (via Comic Book), Karan Soni garantiu que os fãs vão ficar de queixo caído e que devem esperar muito mais surpresas quando o filme for lançado.

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson (Ryan Reynolds) decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine (Hugh Jackman) relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de julho.

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Robert Eggers quase fez um filme sobre Frankenstein antes de ‘Nosferatu’

O remake deNosferatu já está em cartaz nos cinemas nacionais, mas Robert Eggers quase fez um filme sobre outro monstro clássico da cultura pop.

Segundo o ComicBook, antes deNosferatu, Eggers considerou fazer um longa sobre “Frankenstein”.

“Quando meu filho nasceu, eu tive um impulso inconsciente, tenho certeza que por causa disso, mas à medida que comecei a escrever, eu pensei: ‘Ah, sim, é por isso’. Mas quando comecei a tentar fazer Frankenstein, depois de duas semanas, eu percebi: ‘Não tem como eu fazer isso, é impossível'”, compartilhou ele.

O diretor também refletiu sobre alguns projetos que acabou descartando, revelando que tem a intenção de revisitar alguns deles no futuro. “Aquele filme medieval no qual comecei a trabalhar, eu li ele em um avião há alguns meses, e definitivamente vale a pena revisitar”.

“Mas também parece um pouco juvenil por causa da fase da minha carreira, sabe? Mas acho que poderia ser bom em algum momento”, concluiu.

Lembrando que Nosferatu’, o remake de Robert Eggers, está disponível nos cinemas.

Sucesso entre os críticos – com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa recebeu uma nota B- do público no CinemaScore, que é considerada uma avaliação aceitável para o gênero.

Crítica | Robert Eggers cria uma carta de amor ao terror gótico com o estupendo ‘Nosferatu’

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme recebeu uma classificação etária alta (R), o que significa que só poderá ser assistido por maiores de 18 anos ou menores acompanhados de um responsável, devido a “violência sangrenta, nudez gráfica e conteúdo sexual”.

O elenco conta com Bill Skarsgard (It: A Coisa) Lily Rose Depp (‘The Idol’), Aaron Taylor-Johnson (‘Trem-Bala’), Willem Dafoe (‘Pobres Criaturas’), Nicholas Hoult (‘X-Men: Primeira Classe’) e Emma Corrin (‘Deadpool 3’).

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Presidente Donald Trump vira ‘Superman’ em meme compartilhado pela Casa Branca

Superman, o filme de James Gunn que marca o início do novo DCU, já está em cartaz nos cinemas nacionais. Em meio a diversas polêmicas que cercam a produção, um meme viralizou na internet, colocando o ex-presidente Donald Trump como o Homem de Aço.

A conta oficial da Casa Branca publicou a imagem, com a legenda: “O símbolo da esperança, verdade e justiça. O estilo americano. Superman Trump”. 

Essa ação acontece em meio a controvérsia que envolve o longa, que tem sido chamado por alguns de “lacrador”, após comentários de James Gunn de que o herói é, de fato, um imigrante.

Essa referência foi suficiente para figuras conservadoras como Ben Shapiro e Jesse Watters acusarem o personagem de ter “virado woke”, mesmo antes de o filme ser lançado.

Superman’ esta em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Stranger Things’: Criadores explicam por que Vecna permanece como vilão [SPOILER]

[AVISO DE SPOILER]

O desfecho épico deStranger Things já está disponível na Netflix e, agora, os criadores da série, Matt e Ross Duffer, comentaram as cenas envolvendo Vecna no último episódio da temporada.

Ao longo da temporada final, o público descobre que Vecna carrega um trauma ligado a uma montanha que ele nunca teve coragem de enfrentar. No episódio derradeiro, é revelado que foi justamente nesse local que, após matar um homem, o jovem Henry teve seu primeiro contato com o Devorador de Mentes, evento que marcou definitivamente seu destino.

Apesar de muitos fãs acreditarem inicialmente que isso culminaria na redenção do vilão, Vecna permanece convicto em seu papel antagonista. Em entrevista ao Tudum, os irmãos Duffer explicaram o motivo de o personagem continuar como ameaça na trama.

“Nós discutimos na sala de roteiristas se ele poderia ter um momento à la Billy [Dacre Montgomery], em que se voltaria contra o Devorador de Mentes, em uma situação ao estilo Darth Vader. Mas, quanto mais conversávamos com os roteiristas e com o Jamie [Campbell Bower], mais ficava claro que ele foi longe demais para chegar até aqui. Ele precisa justificar tudo o que fez, e a única forma de fazer isso é dizendo: ‘Eu escolhi isso e ainda acredito nisso'”, explicou Ross Duffer.

“Mesmo abalado ao ver essa memória, ele já está longe demais para se voltar contra o Devorador de Mentes. Quisemos deixar para o público decidir se o jovem Henry realmente fez essa escolha ou se foi simplesmente o Devorador de Mentes o controlando do começo ao fim. No fim das contas, porém, isso pouco importa, porque ele escolhe ficar do lado do Devorador de Mentes”, completou.

Vecna é niilista? Diretor de ‘Stranger Things’ responde [SPOILER]

Os criadores também explicaram por que essa cena é essencial para compreendermos melhor Vecna e como ela se conecta à peçaStranger Things: The First Shadow”.

“Quando estávamos discutindo a peça e tentando decidir qual história valeria a pena contar, achamos que a do Henry era a mais interessante, e também aquela que não tivemos tempo suficiente para explorar totalmente na série. Sempre soubemos que mostraríamos o momento em que ele se conecta ao Devorador de Mentes, mas queríamos explorar o que vem depois: o conflito entre resistir ou abraçar essa força”, disse Matt Duffer.

“Achamos que esse era um território rico para a peça explorar, permitindo aprofundar o passado do personagem sem tornar isso essencial para a quinta temporada, já que a peça funciona como uma obra independente. Ainda assim, ela oferece uma compreensão maior da psicologia do Henry”, acrescentou.

“Depois de ver o final, será interessante assistir à peça com esse novo entendimento, porque até agora o público a viu sem saber como todos os pontos se conectam”, concluiu Ross Duffer.

Stranger Things’ esta disponível na Netflix.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

‘Stranger Things’: Criador faz apelo para que fãs desliguem as “configurações lixo” da TV antes de assistirem à série

Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

O elenco estelar conta com Millie Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten MatarazzoSadie Sink, Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.