A franquia de ‘JohnWick‘ conquistou o mundo logo em seu primeiro filme e após quatro capítulos, uma série derivada (‘O Continental: Do Mundo de John Wick‘) e um vindouro filme que expandirá ainda mais o universo (‘Bailarina – Do Universo de John Wick‘), muito se especula a respeito do futuro do protagonista homônimo nas telonas.
E após o sucesso de ‘John Wick 4: Baba Yaga‘, os fãs podem se animar, pois ‘John Wick 5‘ já está em desenvolvimento. A informação foi revelada por Jenefer Brown, Vice-presidente Executiva e Chefe de Produtos Globais & Experiências da Lionsgate, para o site ComicBook.
Na ocasião, ela ponderou sobre a constante expansão da franquia:
“Esse mundo continua a crescer e a expandir de maneiras incríveis. E em breve teremos, claro, ‘Bailarina’, que é o nosso primeiro filme derivado e mal podemos esperar por seu lançamento para o mundo. E claro, nós anunciamos que estamos trabalhando em um 5º filme de John Wick. Eu acho que há mais derivados por vir, uma série de TV e um video game”.
Ao ser questionada pelo veículo a respeito da vindoura sequência, Brown ainda ponderou sobre o retorno de Keanu Reeves:
“Nós compartilhamos que estamos desenvolvendo um 5º filme de John Wick…John Wick pode estar morto. Estamos todos ansiosos para descobrir”.
A novidade foi compartilhada por ela durante um evento prévio da John Wick Experience in Las Vegas. O ativação – que segue os moldes das mesmas desenvolvidas por ‘Stranger Things‘ e ‘Game of Thrones‘, visa transportar os visitantes para dentro do mundo do assassino de aluguel, apresentando elementos interativos, cenários temáticos e narrativa cinematográfica que convidam os fãs a imergirem nesse submundo.
Lembrando que o último filme da franquia, ‘Baba Yaga’, está disponível no Prime Video.
Em BABA YAGA, John Wick (Keanu Reeves) descobre um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.
Um grupo de amigos baixa um aplicativo “tipo Siri” que, no início, parece uma maneira inofensiva de receber direções ou recomendações de restaurantes. Mas a natureza sinistra do aplicativo logo se revela. O app não só conhece os medos mais profundos e sombrios de cada pessoa, mas é capaz de manifestar esses medos no mundo real para literalmente assustar os jovens até a morte.
O thriller pós-apocalíptico da Netflix, ‘Cargo’, estrelado porMartin Freeman(‘Pantera Negra’),ganhou um interessante vídeo mostrando algumas cenas das paisagens isoladas da Austrália. Assista:
Na trama, Freeman vive um pai que, preso na Austrália rural no rescaldo de uma pandemia violenta e, infectado-se, desesperadamente procura um novo lar para sua filha recém-nascida e uma maneira de protegê-la de sua própria natureza mutável.
O canal Freeform confirmou que a atriz Kimberly-Sue Murray está se juntando ao elenco de ‘Shadowunters’ como a Rainha Seelie.
Além disso, Luke Baines será a nova versão de Jonathan Morgenstern e Sydney Meyer será Helen Blackthorn.
O anúncio do cancelamento da série ‘Shadowhunters’ veio como surpresa para os fãs, para o elenco e a atriz Katherine McNamara, intérprete da Clary Fray, que tem se dedicado a salvar a produção a partir de uma campanha iniciada pela fiel audiência nas redes sociais, intitulada #SaveShadowhunters.
Mesmo após os esforços, que até mesmo foi visto nos tradicionais ônibus vermelhos britânicos, em Londres, o produtor Martin Moszkowicz publicou uma carta aberta em seu Twitter, agradecendo aos fãs pelo suporte que comoveu toda a equipe, mas reforçando que “Shadowhunters deve chegar ao fim”, descartando completamente uma possibilidade de revival.
Segundo o TVLine, a segunda metade da 3ª temporada de ‘Shadowhunters‘, que representarão os episódios finais da série, só estrearão em 2019, e não em agosto deste ano, como foi previamente reportado.
A série foi recentemente cancelada pela Freeform depois de apenas três temporadas. Há chances da Netflix resgatar a série.
Um dos personagens mais idolatrados e controversos do futebol brasileiro ganhou um documentário. Dividida em seis episódios, Romário, O Cara é uma produção original do Max sobre o atacante dos mil gols. Multicampeão com o Vasco da Gama, o ‘Baixinho’ marcou seu nome de uma vez por todas na história do futebol mundial ao levar a Seleção Brasileira rumo ao tetra da Copa do Mundo em 1994. Ao longo de sua carreira, Romário se consagrou não apenas pelos gols, mas também por seu jeitão polêmico e sem papas na língua, tendo virado ídolo na Holanda, na Espanha e até mesmo nos rivais do Cruzmaltino quando voltou ao Brasil.
Diante de um personagem tão rico em possibilidades, a produção da série apostou em um arsenal poderosíssimo de entrevistados, sejam eles lendas do futebol brasileiro, como Roberto Dinamite e Bebeto, até os heróis do futebol mundial, como Pep Guardiola.
A produção impressiona pela riqueza da pesquisa. Nos primeiros episódios, podemos ver imagens recuperadas da infância do Baixinho e histórias que o público talvez não conhecesse. Por exemplo, ele havia feito teste para a base do Vasco, mas não foi chamado por ser considerado muito pequeno e franzino. Isso o levou ao Olaria, clube pelo qual destruiria os adversários em um torneio de base, fazendo com que o próprio Vasco corresse atrás para corrigir seu erro e trazer a promessa para São Januário.
Houve um trabalho riquíssimo de busca em acervo para trazer ao público imagens inéditas do pequeno Romário e vídeos sensacionais de seus primeiros passos no futebol. Paralelamente, a direção entrelaça essas imagens do início com momentos de sua maturação no mundo da bola, com seus lances pelo Vasco ou pelo início de sua passagem gloriosa pelo Velho Continente, quando encantou a Europa com sua habilidade absurda de marcar gols.
E é justamente nessa ‘investigação’ de sua vida na Europa que a série se diferencia das demais. Na época que Romário foi para o PSV, não havia essa gama de canais esportivos transmitindo os mais diversos campeonatos pelo mundo. Então, muito do sucesso do ‘Baixo’ na Holanda chegou ao Brasil apenas por comentários, por rádio ou revistas e jornais. Ou seja, há vários torcedores que nunca viram os lances de Romário pelo PSV, apenas ouviram falar e acreditaram que eram coisa de gênio. EmRomário, O Cara, o público não apenas tem acesso aos melhores momentos do carioca, mas também entende melhor, por meio das entrevistas, de onde se consolida a tão famosa marra do jogador.
Ao longo dos primeiros episódios, a produção entrevista dirigentes, amigos pessoais, ex-jogadores e a ex-esposa do Baixinho nos tempos de PSV. Fica melhor explicado o motivo de um menino brasileiro chegar na Europa com status de craque e conseguir bancar suas vontades em meio a um elenco com atletas mais experientes. Tem cada causo contado na série que parece impossível de acontecer hoje em dia, mas dado o impacto que sua chegada causou no time e sua importância para mudar o PSV de prateleira, junto ao amadorismo dos dirigentes da época, fica mais fácil de entender de onde veio o ‘Romário marrento’ que os torcedores conhecem tão bem.
Reprodução/ Twitter
Outro ponto que vai acertar em cheio os torcedores e apaixonados por futebol são as entrevistas. Ao longo da carreira, Romário dividiu o campo com verdadeiras lendas do futebol. Mais do que isso, ele se envolveu em confusões com nomes praticamente intocáveis do panteão esportivo. No lado positivo, ele foi o ‘herdeiro’ de Roberto Dinamite, maior ídolo do Vasco, que estava na fase descendente da carreira quando Romário surgiu. Então, ele serviu como um tipo de tutor para o garoto. Infelizmente, Roberto faleceu em janeiro de 2023, vítima de um câncer. Então, quando ele aparece dando seus depoimentos sobre o Baixinho (a série começou a ser gravada em 2018), é quase impossível não se emocionar. Da mesma forma, o rival e amigo Bebeto – que surge como o ‘herdeiro’ de Zico – fala sobre a rivalidade no início de carreira até a parceria no ambiente da Seleção Brasileira.
Por outro lado, fica um decepção pelos maiores desafetos de Romário na Seleção Brasileira, como o tetracampeão do Mundo, Zagallo, que também faleceu recentemente, não terem topado dar entrevista. Seria interessante saber o que essa galera tinha a dizer depois de tanto tempo das polêmicas.
E como não poderia ser diferente, há um destaque absurdo por suas passagens pela Seleção Brasileira. E não há forma melhor de definir Romário se não com sua trajetória tortuosa com a pesada camisa verde e amarela.
Ao mesmo tempo que surge como uma das maiores revelações do futebol nacional, ele acumula controvérsias e discussões com a comissão técnica, que se apega a conceitos de hierarquia para tentar manter o vestiário, mas acaba sacrificando seu melhor jogador por isso. As passagens sobre o tenebroso ciclo para a Copa do Mundo de 1994, para qual o Brasil correu sérios riscos de não se classificar, e da frustrante Copa de 1990 mostram a quantidade absurda de amadorismo e vaidade que rondavam os bastidores da CBFna época. Mais do que isso, a importância do histórico jogo pelo Uruguai no Maracanã, em 1993, em que Romário é chamado às pressas e acaba com os uruguaios, carimbando o passaporte brasileiro para o Mundial de 94, é sensacional. Os depoimentos de quem viveu esse ciclo mostram com perfeição o que era a figura do Baixinho fora dos campos.
Ainda faltam muitos detalhes sobre a vida de Romário nos campos a serem explorados. Particularmente, estou ansiosíssimo para chegar à clássica rivalidade entre Edmundo e ele, companheiros de clube, mas rivais na vida. Por ter seis episódios de aproximadamente uma hora, cada, oMax está adotando um formato de lançamento de dois episódios por semana. Ou seja, ela estará completa no streaming até o dia 6.
Enfim, com esse preciosismo por detalhes e entrevistas,Romário, O Cara surge com o potencial de ser uma das melhores séries documentais esportivas já feitas. Vamos aguardar a conclusão.
Quando olhamos para trás, para as clássicas histórias gregas que originaram muitos mitos que inspiraram as histórias ocidentais, podemos observar que a maioria deles tem como cerne da trama a disputa do amor de uma mulher. Os deuses, os heróis e até mesmo os humanos dos mitos clássicos gregos faziam de tudo para chamar a atenção da tal “musa inspiradora”: aquela cujo coração seria disputado por dois ou mais candidatos, muitas vezes levando um dos dois à morte. Muitas guerras, inclusive, tiveram início assim, como a de Troia. Numa repaginada contemporânea e jovem desse mito da musa disputada, chega aos cinemas essa semana ‘Rivais’ (‘Challengers‘), novo longa do diretor Luca Guadagnino.
Art Donaldson (Mike Faist) e Patrick Zweig (Josh O’Connor) são grandes amigos que praticam o tênis juntos e têm o sonho de se tornarem profissionais no esporte. Um dia, durante uma competição, conhecem Tashi (Zendaya), uma jovem em ascensão no esporte e grande promessa do mundo do tênis. Desde o primeiro momento, Art e Patrick se sentem completamente enfeitiçados por Tashi, enquanto ela percebe a amizade entre os dois e tenta não interferir. Entretanto, os hormônios juvenis falam mais alto e, numa noite de curtição, os três acabam ficando, mas Tashi declara que não irá decidir com quem quer ficar: ao contrário, os dois deverão disputá-la na partida que têm um contra o outro no dia seguinte, e o vencedor irá namorá-la. Começa aí uma disputa acirrada que duraria anos, mesmo com a vida de todos tendo seguido por rumos diferentes, de modo que a cada reencontro, é reacesa a chama da competição.
Com duas horas e dez de duração, ‘Rivais’ pode ser que dê uma cansada na sua extensão, mas a verdade é que o ritmo super frenético da montagem e a edição de Marco Costa (que também montou o filme anterior de Guadagnino, ‘Até os Ossos’) elevam a adrenalina do espectador num ritmo alucinante, acrescida de uma trilha sonora eletrônica com industrial metal, misturando rock com eletro que acompanha as raquetadas fortes e intensas dos personagens, comandadas por Trent Reznor. Essa técnica sobre o roteiro de Justin Kuritzkes faz com que a comunhão desses aspectos técnicos sejam o melhor do filme, pois uma vez que o roteiro fica indo e vindo no tempo (tal qual uma partida de tênis), é essa montagem em vertigem que imprime a verdadeira personalidade do longa.
Zendaya é o grande destaque de ‘Rivais’ – não à toa, é também produtora do longa. Por ser o troféu da disputa entre os dois personagens, todas as suas cenas valorizam a atriz, seja o seu corpo, seja a sua beleza, seja sua entrega à personagem (ela fez um intensivo de três meses para aprender tênis), seja sua competência na atuação. Tanto, que há um abismo entre ela e seus colegas de cena, deslumbrados pela personagem que é um verdadeiro sopro de vida e de fúria.
‘Rivais’ tem um quê de ‘Euphoria’ com ‘Saltburn’, deixando para trás ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, que consagrou seu diretor. É o melhor trabalho tanto de Luca Guadagninoquanto de Zendaya, e abre a temporada de disputas (com o perdão do trocadilho) com fortes chances de ser indicado nas categorias técnicas nas premiações do cinema. Um filme intenso, frenético, avassalador, efervescente e cheio de tesão como os hormônios juvenis e as boas partidas de tênis. De tirar o fôlego!
Parece que o detetive mais famoso de todos vai demorar um pouco mais para voltar aos cinemas.
Segundo uma postagem na página oficial do Exhibitor Relations Co., ‘Sherlock Holmes 3’ foi adiado em quase um ano para chegar às telonas. A nova data migra do dia 25 de dezembro de 2020 para 22 de dezembro de 2021.
By Jove, you’ll just have to wait another year. WB’s SHERLOCK HOLMES 3 has been pushed back from Dec. 25, 2020 Dec. 22, 2021.
O projeto está em estágio avançado de produção e a Warner já procura locações para as gravações. De acordo com o Omega Underground, parte da produção deve acontecer em Marrocos, além de Londres. Porém, ainda não há data para início das filmagens, já que o diretor Guy Ritchie está comprometido em concluir ‘Aladdin’, para a Disney.
Robert Downey Jr. reprisará o papel do detetive mais famoso do mundo, Sherlock Holmes, e Jude Law retorna como seu formidável colega, Dr. Watson.
‘Sherlock Holmes‘ arrecadou US$ 515 milhões mundialmente, e a sequência fez US$ 543,8 milhões.
‘A Fuga das Galinhas’ continua sendo uma das animações mais icônicas de todos os tempos e, no passado, o boato de que o longa ganharia uma sequência viralizou nas redes sociais. Agora, o site ComicBook.com confirmou que a continuação está oficialmente em pré-produção!
Ainda não se sabe se Mel Gibson e Julia Sawalha, que deram vida respectivamente a Rocky e Ginger no filme, retornarão em seus papéis.
Relembre a sinopse oficial:
No galinheiro de uma fazenda inglesa dos anos 1950, galinhas cumprem sua função e vivem pacatamente sonhando com uma vida melhor. Uma delas, Ginger, sonha com a liberdade e planeja sair voando dali junto com suas companheiras.
A animação original conquistou o posto de ser o stop-motion mais bem sucedido do cinema, arrecadando mais de US$ 224 milhões mundialmente.
O ator Alex Essoe, que viveu Wendy Torrance em ‘Doutor Sono’, compartilhou novas imagens de bastidores que revelam a recriação do Hotel Overlook para a sequência de ‘O Iluminado’.
As imagens trazem um detalhamento incrível do cenário principal do longa-metragem de 1980, além de mostrar Henry Thomas em uma imitação incrível de Jack Nicholson como Jack Torrance.
Uma publicação compartilhada por Alexandra Essoe (@alexessoe) em
Em uma recente entrevista ao Collider, Mike Flanagan revelou detalhes sobre a versão estendida do longa, que trará trinta minutos de cenas INÉDITAS.
“[A Warner Bros.] nos deixou fazer isso da forma certa – é um novo corte do filme; completo, polido e finalizado. Há novos materiais por todo o longa. Algumas cenas são novas, que não foram incluídas na versão para os cinemas, e também há cenas estendidas (ou alteradas).”
Ele continua, “Há cenas grandiosas, com certeza. Não quero entregar demais, mas posso dizer que há coisas novas (incluindo durante o ato final no hotel). Há algumas cenas envolvendo o jovem Danny e a Wendy que serão familiares para os fãs do livro. Além disso, há várias coisas inéditas envolvendo a jovem Abra no primeiro ato, aprendendo sobre o seu poder e como isso afeta os seus pais.”
O longa vai ganhar uma versão estendida em DVD e Blu-ray com uma espécie de “corte do diretor”, que trará trinta minutos de cenas adicionais que não entraram para o corte final. Essa versão será dividida em capítulos, como um livro.
Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.
O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Jocelin Donahue, Zahn McClarnon, Emily Alyn Lind e JacobTremblay.
O grupo de K-popBLACKPINK e a cantora Selena Gomez divulgaram em suas redes sociais a colaboração “Ice Cream”, novo single oficial do álbum ‘The Album’.
A canção será lançada na próxima sexta-feira, 28 de agosto.
O CD será lançado no dia 02 de outubro.
“Ice Cream” é precedido pelo single “How You Like That”.
Formado pelo quarteto Jennie, Jisoo, Lisa e Rosé, BLACKPINK ganhou fama e aclame mundial com a canção “Kill This Love”, que quebrou diversos recordes.
O grupo feminino carrega a maior pontuação na Billboard, tendo alcançado a posição de #33 com o lançamento de “Sour Candy”, single performado ao lado de Lady Gaga para o álbum ‘Chromatica’, além de ter chegado ao #24 na Billboard 200 com o EP ‘Kill This Love’.
Em entrevista ao ComicBook.com, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, comentou um pouco sobre o vindouro terceiro capítulo da nova franquia ‘Homem-Aranha’, relembrando a saga original dirigida por Sam Raimi e revelando o título temporário da próxima aventura do super-herói.
“É surreal, para mim, que estejamos falando sobre um ‘Homem-Aranha 3’. Eu trabalhei em um filme chamado assim muitos anos atrás, dirigido pelo Sr. Sam Raimi. Então, claramente, a forma abreviada como estamos chamando o longa está de bom tamanho, por enquanto. Nós o chamamos de ‘De Volta ao Lar 3’“.
Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.
Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sony e aMarvel, respectivamente.
O astro se junta aos previamente confirmadosEmma Stone, que dará vida à Bella Baxter, uma jovem trazida de volta à vida por Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um cientista excêntrico, mas brilhante. Mark Ruffalo também faz parte do elenco.
Dirigido pelo aclamado diretor Yorgos Lanthimos (‘A Favorita, ‘O Lagosta’), o longa reproduz uma paródia da literatura vitoriana e uma reimaginação de ‘Frankenstein’, clássico atemporal de Mary Shelley, na qual o monstro é substituído por uma jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de uma criança.
Confira a sinopse oficial abaixo:
Uma das criações mais brilhantes de Alasdair Gray, ‘Poor Things’ é uma revisão pós-moderna de ‘Frankenstein’ que traz, no lugar do monstro tradicional, Bella Baxter, uma linda jovem erotomaníaca trazida de volta à vida com o cérebro de um infante. A ambição de Godwin Baxter em criar a companheira perfeita se concretiza quando ele encontra o corpo afogado de Bella – mas seu sonho é ameaçado pelo amor ciumento do Dr. Archibald McCandless pela criação.”
O filme ficará a encargo da Searchlight Pictures e começa a ser rodado ainda este ano com previsão de lançamento em 2022.
Lembrando que Stone já trabalhou com o cineasta na aclamada e bizarra cinebiografia ‘A Favorita’, que lhe rendeu uma terceira indicação ao Oscar, dessa vez na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.
Em 2002, o diretor Gore Verbinski lançava um dos filmes de terror mais icônicos do século: o remake hollywoodiano do clássico ‘O Chamado’.
Elogiado pelos especialistas pela envolvente e arrepiante atmosfera, bem como pelos visuais e pela atuação de Naomi Watts, a narrativa trouxe à vida a aterrorizante Samara, um espírito obsessor que coleta vítimas através de uma fita de vídeo amaldiçoada – e que dá aos seus alvos sete dias para se despedir.
Além do sucesso crítico, o longa também fez um estrondo de bilheteria, arrecadando nada menos que US$249 milhões a partir de um orçamento de US$48 milhões, tornando-o um dos remakes mais bem sucedidos da história e rendendo duas sequências que, infelizmente, não tiveram a mesma recepção.
Para celebrar seu aniversário de 19 anos, comemorado hoje, 18 de outubro, preparamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
O vídeo “amaldiçoado” está disponível como um easter egg no DVD. O mais interessante é que, uma vez que o vídeo começa, não é possível pará-lo, pausá-lo ou aumentar a velocidade. A não ser que desligue a televisão, o público é forçado a assistir ao vídeo. Quando chega ao fim, o DVD retorna ao menu e um toque de telefone é ouvido ao longe.
Antes do filme estrear, o vídeo amaldiçoado foi utilizado como material promocional. Entretanto, o comercial não mencionou qualquer longa-metragem por quase um mês.
A árvore com as folhas vermelhas que aparece no filme é um bordo japonês. Seus frutos são conhecidos como samara, nome da antagonista.
‘O Chamado’ permaneceu no topo da lista dos remakes mais bem-sucedidos da história por um longo tempo, com bilheteria de quase US$250 milhões, como supracitado. O recorde foi quebrado pela nova versão de ‘IT: A Coisa’, de 2017, que arrecadou US$701,8 milhões.
O tipo de fantasma em que Samara (e sua incarnação japonesa, Sadako) é baseada faz referência à clássica figura mitológica de Onryo, um espírito japonês que se manifesta depois de morrer em um acesso de raiva, retornando como um fantasma muito pálido que busca por vingança.
À época, Verbinski deliberadamente resolveu escolher estrelas que não tivessem apelo comercial, visto que queria que o filme fosse descoberto pelo público. Watts, Martin Henderson e Amber Tamblyn ganhariam reconhecimento retroativo por esse filme.
O papel protagonista de Rachel foi oferecido inicialmente a Jennifer Connelly, Jennifer Love Hewitt, Gwyneth Paltrow e Kate Beckinsale. Depois das atrizes recusarem o projeto, Watts foi contratada para estrelar o longa-metragem.
O sucesso de ‘O Chamado’ nas bilheterias foi responsável por uma onda de remakes hollywoodianos de clássicos do terror japonês, incluindo ‘O Grito’, ‘Água Negra’, ‘Pulse’ e ‘Uma Chamada Perdida’.
Daveigh Chase aceitou interpretar Samara depois de perder o papel da co-protagonista Sarah Altman em ‘O Quarto do Pânico’ (também de 2002) para Kristen Stewart.
Tom Duffield, que ficou responsável pelo incrível design de produção do filme, se baseou fortemente nas obras do pintor realista Andrew Wyeth para criar a sombria e misteriosa ambientação da produção.
A produção foi lançada hoje, 11 de março, na plataforma de streaming.
O filme já é considerado um sucesso de crítica e conquistou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 109 avaliações enviadas. No Metacritic, alcançou a altíssima pontuação 85/100, recebendo aclamação universal por parte dos especialistas.
“‘Red: Crescer é uma Fera‘ parece uma evolução natural para o reino dos filmes da Pixar, e também algo absolutamente revolucionário. Eu nunca esperaria ver um filme de animação desse calibre tão focado na experiência de uma adolescente de abraçar a bagunça e ser fiel a si mesma – muito menos um que está envolto em um exterior tão brilhante. Com uma animação infinitamente impressionante, uma abordagem inspirada à nostalgia e um enredo inteligente de todas as maneiras certas, o filme está prestes a (merecidamente) ser a próxima obsessão animada do mundo.”, afirmou Jenna Anderson, do ComicBook.com.
Em ‘Red: Crescer É uma Fera’, quando uma adolescente fica muito nervosa, ela se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem, suas inseguranças dessa fase onde, a personagem principal está dividida entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, – o que com certeza, só gera mais problemas para a jovem – sendo uma metáfora para todas as vezes que, constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas, as inseguranças só se agigantam.
Através das redes sociais, o criador e roteirista David Jenkins divulgou a primeira imagem de bastidores oficial da 2ª temporada de ‘Nossa Bandeira é a Morte’, série estrelada e produzida pelo vencedor do Oscar Taika Waititi.
A foto apresenta a primeira página do roteiro do episódio de estreia do próximo ciclo – mas o título foi ocultado para o público.
Em uma recente entrevista ao Collider, Waititi revelou quando as gravações da próxima temporada irão começar.
Quando questionado sobre a produção do novo ciclo, Waititi respondeu:
“Com sorte, creio que começamos a rodar em outubro, e vamos gravar na Nova Zelândia. Nós rodamos a primeira [temporada] em Los Angeles. Um lugar estranho para tentar fazer tudo no oceano, então vamos descer para a Nova Zelândia, que é rodeada [por água]. Essa é uma das coisas pela qual estou muito animado para o próximo ano”.
Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na HBO Max.
Em 1717, o Capitão Bonnet é um aristocrata de família inglesa nascido em Barbados que abandona sua família e vida confortável para se tornar um pirata durante a Era de Ouro da Pirataria, apesar de não haver nenhuma aptidão para o trabalho. Viajando abordo de seu navio, o Revenge, o Capitão Bonnet e sua tripulação disfuncional lutam para sobreviver contra ameaças como a marinha britânica e outros piratas sedentos de sangue.
Segundo o THR, diversas fontes ligadas a ‘Megalopolis’, novo filme do icônico diretor Francis Ford Coppola, revelam que a produção do longa-metragem está um caos completo.
As filmagens continuam a todo vapor, mas, na semana passada, a equipe sofreu uma perda drástica com a debandada do designer de produção e do diretor de arte – pouco depois do time inteiro de efeitos visuais ter abandonado o projeto.
E isso não é tudo: as informações indicam que o orçamento do filme vem crescendo exponencialmente. Com financiamento original de US$120 milhões, sendo boa parte vinda dos lucros que Coppola fez com suas vinícolas no Norte da Califórnia, os gastos já aumentaram e o longa está apenas na metade de seu cronograma de 80/90 dias. Uma outra fonte ligada ao projeto disse que é incerto se o diretor conseguirá seguir em frente.
Representantes de Coppola não emitiram uma declaração oficial, por enquanto.
Recentemente, uma página do Twitter dedicada a novidades sobreAdam Driver (‘Casa Gucci’) divulgou imagens dos bastidores do astro durante as gravações do filme.
O astro aparece em companhia de Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation’), enquanto ambos aparecem agasalhados com roupas pretas.
Infelizmente, é impossível saber o contexto das imagens, e tudo o que se sabe sobre o longa é uma declaração que Coppola deu à Variety, dizendo:
“O conceito do filme é um épico romano. Esta história se passa em uma nova Roma, um épico ambientado nos tempos modernos. O período definido não é um ano específico na Nova York moderna, é uma impressão da Nova York moderna, que eu chamo de Nova Roma”.
Coppola ainda refletiu sobre o viés criativo do longa, que seguirá uma vertente distinta do que temos visto em Hollywood recentemente.
“A ideia de ‘Megalopolis’ é contar uma história que reflita seu otimismo em relação ao potencial que a humanidade tem, mesmo quando o mundo se torna mais fraturado. Acredito que este filme que quero fazer é uma mudança empolgante em relação aos tipos de filmes oferecidos ao público. Principalmente porque transmite uma mensagem fundamental de que é hora de considerarmos que a sociedade em que vivemos não é a única alternativa à nossa disposição”.
Anteriormente, a Variety anunciou que Shia LaBeouf (‘Transformers’) foi escalado para o elenco do longa, junto com a irmã e o sobrinho de Coppola, Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’) e Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), bem como Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).
Fama é uma palavra bastante sedutora. Em algum momento de nossas vidas, todos já pensamos como seria bom ser reconhecido por milhões de pessoas, aclamado mundialmente por fazer algo no qual sempre foi bom, mas nunca foi prestigiado. Entretanto, apesar de ser uma máxima bastante clichê, poucas pessoas realmente sabem do que se abre mão para conseguir o tão almejado sucesso, ou então o quão traumático costuma ser o passado daqueles que idolatramos. É justamente nesse ponto que ‘Vox Lux’, filme de Brady Corbet resolve se delinear, explorando pontos de extrema sensibilidade com uma crueza angustiante.
Logo nos primeiros minutos, a produção prova ao público que não é uma obra como as outras. Partindo de uma intimista e claustrofóbica perspectiva, Corbet arquiteta uma trágica sequência terrorista que culmina num assassinato em massa. Porém, não pense que o diretor se vale de convencionalismos para construir esse primeiro e catártico impacto: ele busca por uma construção cênica mais fechada, quase sem cortes, que nos restringe ao campo de visão que deseja – mais precisamente ao frustrado rosto da jovem Celeste (Raffey Cassidy), que acaba levando um tiro no pescoço e, de forma quase inexplicável, sobrevive com a bala alojada em sua coluna espinhal. Ela então, sendo a única sobrevivente do massacre, presta homenagem aos seus falecidos colegas e, nesse momento, se lança na carreira musical.
Corbet se vale muito de estéticas predecessoras para arquitetar seu longa-metragem e, em muitos momentos, é possível perceber que suas influências tangenciam sutilmente as habilidades cinematográficas do controverso Lars von Trier. Afinal, os créditos finais sobem logo após o prólogo; a narrativa é dividida em vários capítulos que respaldam o híbrido épico-dramático, e não podemos nos esquecer dos bruscos cortes e da presença de um narrador onisciente (Willem Dafoe), que por vezes nos sana algumas dúvidas sem a necessidade da ação imagética tornar a explicação redundante. Porém, o diretor não abre mão de colocar sua própria identidade, a qual é refletida nos competentes planos-sequência que acompanham as personagens principais ao longo desse nada ortodoxo tour-de-force.
Celeste acaba fazendo muito sucesso, porém nunca deixou de ser estigmatizada pelos eventos que ocorreram em seu passado. E não até 2017, quando a trama dá um salto no tempo, que a protagonista, agora interpretada por Natalie Portman, transforma-se em uma cínica popstar, sem escrúpulos e sem papas na língua que na verdade é uma representação mais velha de uma garota mimada obrigada a crescer rápido demais. De fato, é Portman quem carrega o filme inteiro em suas costas, entregando-se a uma de suas melhores performances e transformando diálogos aparentemente bobos em reflexões metafísicas sobre sua carreira, sua vida e sobre as pessoas que vivem ao seu redor há anos – incluindo a introvertida filha Albertine (Cassidy novamente).
Portman não se mostra forçada em nenhum momento – muito pelo contrário: ela faz bom uso de uma personagem tão complexa que, por vezes, se perde em meio a uma trama vazia e que vai de nenhum lugar para lugar nenhum. Apesar do inquebrantável ciclo que Corbet, também responsável pelo roteiro, cria para seu público, a atriz resgata os elementos fundamentais de suas outras atuações (é quase impossível não relacionar Celeste com Nina, de ‘Cisne Negro’) para delinear as múltiplas facetas de um ser humano bombardeado por acontecimentos que acionam gatilhos de outrora. É interessante e triste observar como, mesmo anos depois, os mesmos eventos se repetem e a colocam nos holofotes da maneira como não queria, drenando a atenção de seu profissionalismo para seu cotidiano num piscar de olhos.
Jude Law também insurge como uma boa adição ao elenco, dando vida ao não-intitulado diretor-gerente de Celeste desde que era uma adolescente. Ele permanece em íntimo contato com a cantora desde sempre, porém parece dar as caras em cena nos momentos de maior delicadeza possível, ou então quando a protagonista está prestes a ter uma breve epifania. Apesar de ser considerado a figura paternal, nunca esteve presente em situações decisivas para como Celeste enxergava a si mesma e aos outros – não é à toa que sua irmã, Eleanor (Stacy Martin), acabou tomando conta dela de uma forma preocupante, levando-a para baladas, festas regadas a bebida, obrigando-a a crescer antes do tempo e transformando-a em uma eterna e carente criança que não sabe ouvir “não” como resposta.
Em outras palavras, nossa anti-heroína posta-se mais como adulta aos catorze anos do que aos trinta e um. Logo antes do show de encerramento do longa-metragem, Celeste acaba se entupindo de drogas e acaba cedendo às próprias frustrações, recordando-se de tudo o que já aconteceu e desabando no colo de sua irmã, à qual culpava por inúmeras coisas – incluindo a quase gravidez precoce da filha adolescente. Porém, é Eleanor quem segura as pontas novamente e recupera a glória amadurecida de sua irmã mais nova, resgatando-a de uma ridícula cena histérica em que se comporta como um bebê de quatro anos de idade. É essa transposição bastante orgânica que nos mantém presos à história do começo ao fim – mas também, nada vai muito além disso.
A composição fílmica busca pela entrega de mensagens subliminares, da teorização e explanação de como eventos traumáticos permanecem incrustados no subconsciente principalmente de celebridades mundiais, ainda que algumas metáforas não consigam fugir da obviedade. E, dentro desse escopo, um dos recursos utilizado emerge com a estética sonora da música clássica que insurge como provocador proposital de sensações – misturando angústia e artificialidade para revelar que a fama não é um mar de flores. Há também um apreço por metáforas bíblicas que mancha, em partes, essa ambiciosa construção reflexiva.
‘Vox Lux – O Preço da Fama’ pode ter suas falhas, mas vale muito a pena pela crueza transposta por um elenco de ponta. E, como é de praxe, Portman acaba ofuscando seus companheiros de cena por mais uma entrega irretocável e que, mais uma vez, reflete sua versatilidade como uma das melhores atrizes de sua geração.
A Oscilloscope divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Sometimes I Think About Dying’, dramédia romântica estrelada por Daisy Ridley (‘Star Wars’, ‘Assassinato no Expresso do Oriente’).
O longa chega aos cinemas em 2024, mas fez sua estreia oficial no Festival de Sundance 2023.
Fran (Ridley) é uma funcionária socialmente desajeitada que passa a maior parte do tempo sozinha e sonha acordada com sua própria morte – até que um novo colega fura a bolha de seu próprio isolamento.
O novo ciclo foi lançado hoje, 09 de maio, na plataforma de streaming.
Após os eventos da primeira temporada, nossas protagonistas enfrentam um destino pior do que a morte – o curso de verão. No entanto, a escola não é a única coisa entre seus sonhos, empregos e relacionamentos divertidos. Uma nova vilã, que pode ter uma conexão com A, chegou à cidade e promete fazer todos passarem por um teste mortal.
Vinte anos atrás, uma série de eventos trágicos quase destruíram a cidade de Millwood. Agora, nos dias atuais, a trama segue um grupo de adolescentes – as novas mentirosas – que se encontram atormentadas por uma pessoa misteriosa que quer fazê-las pagar pelos pecados que os seus pais cometeram duas décadas atrás… assim como os seus próprios pecados.
O novo grupo de protagonistas é formado por Noah (Maia Reficco), Minnie (Malia Pyles), Tabby (Chandler Kinney), Faran (Zaria) e Imogen (Bailee Madison).
O elenco também conta com Mallory Bechtel (Karen) e Carson Rowland (Chip).
Através das redes sociais, o astro Tom Holland, conhecido por seu trabalho no Universo Cinemático Marvel como Peter Parker/Homem-Aranha, revelou que está adentrando o mundo da moda com um projeto inesperado.
Segundo um recente vídeo publicado, Holland está prestes a lançar sua própria marca de roupas de grife esportivas, especificamente para os amantes de golfe.
O material traz Holland trajando vários conjuntos diferentes enquanto dá várias tacadas. No final do vídeo, a seguinte mensagem: “em breve”.
Mais informações não foram reveladas.
Confira:
Tom Holland is seemingly teasing his own golf clothing brand.
Vale lembrar que Holland continua com seu trabalho como o Cabeça da Teia no MCU – com inúmeros rumores despontando dia após dia para além de seu já confirmado retorno em ‘Homem-Aranha 4’.
Segundo o famoso insiderDanielRPK, Holland também irá voltar como Homem-Aranha no aguardado ‘Avengers: Doomsday’ (‘Vingadores: Juízo Final’), tendo um papel de destaque no projeto – ou seja, mais tempo de tela do que teve em ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e ‘Vingadores: Ultimato’.
O jornalista também afirmou que o ator rodará suas cenas para ‘Vingadores 5’ e para ‘Homem-Aranha 4’ no começo do ano que vem.
Antes chamada Orphan, a série é inspirada na história real de Natalia Grace e do casal do Meio-Oeste que a adotou, acreditando ser uma menina com nanismo, mas, com o tempo, passou a duvidar de sua identidade.
“Contada de múltiplos pontos de vista, a série explora questões de perspectiva, viés e trauma. O drama é inspirado em uma história perturbadora de um casal do Meio-Oeste que adota uma garota com uma rara forma de nanismo. Porém, à medida que começam a criá-la ao lado de seus três filhos biológicos, um mistério sobre sua idade e origem surge, levando-os a suspeitar que ela talvez não seja quem diz ser. Enquanto defendem sua família da filha que acreditam ser uma ameaça, ela enfrenta sua própria batalha para confrontar seu passado e o futuro, em um embate que acaba ganhando destaque nas tabloides e no tribunal”, diz a sinopse oficial.
O novo ciclo ainda traz Michael Cyril Creighton, Meryl Streep, Bobby Cannavale, Teddy Coluca, Beanie Feldstein, Jermaine Fowler, Keegan Michael-Key, Richard Kind, Nathan Lane, Téa Leoni, Logan Lerman, Da’Vine Joy Randolph, Christoph Waltz, Dianne Wiest e Renée Zellweger no elenco.
Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada.
Com o poder de realizar desejos, uma Raposa de Nove Caudas cínica tem um incidente com um jogador de futebol, virando a vida dos dois de cabeça para baixo.
A trama Eun-ho, uma raposa de nove caudas cínica que realiza desejos para ganhar a vida — e está determinada a nunca se tornar humana. O amor nunca fez parte dos seus planos. Mas quando um acidente repentino envolvendo Kang Si-yeol, um jogador de futebol narcisista, porém bondoso, a transforma em uma humana comum, um desejo que dá errado desencadeia um romance mágico e caótico que nenhum dos dois jamais desejou.
Unidos pelo destino (e por um desejo que deu errado), Eun-ho e Si-yeol mergulham em um relacionamento de amor e ódio, repleto de mal-entendidos caóticos e faíscas que juram não sentir. À medida que o sobrenatural colide com as emoções da vida real, os dois descobrem que as regras mais difíceis de seguir são aquelas que seus corações continuam quebrando.
Kim Hye-yoon (‘Lovely Runner’) e Lomon (‘Branding in Seongsu’) estrelam a produção.
Kim Jung-kwon (‘Neve na Brisa do Mar’) é responsável pela direção.
Segundo o Deadline, Michael Uppendahl (‘The Beauty’) foi escalado para dirigir o episódio piloto de ‘Bishop’, suspense dramático do Prime Video estrelado por Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’).
Uppendahl também entra como produtor executivo da atração.
Na trama, o detetive de homicídios Bishop Graves (Kinnaman) – brilhante e experiente – colocará todas as suas habilidades à prova na caçada a um assassino esquivo que tem como alvo a classe rica de São Francisco. À medida que esse assassino cada vez mais audacioso conquista seguidores entre os mais desfavorecidos da cidade, Bishop se convence de que esses assassinatos estão ligados ao homem mais poderoso de São Francisco, seu próprio pai, Lincoln Graves (John Malkovich).
Em entrevista para o The Hollywood Reporter, Hayley Atwell revelou que pode não voltar a interpretar Peggy Carter agora que o arco entre ela e Steve Rogers foi perfeitamente encerrado.
“Eu me sinto realmente satisfeita. Foi um momento grandioso, e acho que ‘Ultimato‘ terminou de forma linda. Parece um final apropriado para essa narrativa… Eu fui sortuda em interpretá-la, mas ela é só um aspecto da minha carreira.”, disse a atriz.
O que qualquer fã do casal esperava era seu reencontro, adiado há mais de 70 anos, então faz todo sentido que a história de ambos os personagens tenha sido concluída em ‘Vingadores: Ultimato‘.
Atwell interpretou Peggy Carter pela primeira vez em ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘ (2011), além de fazer participações em ‘O Soldado Invernal‘ (2014), ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015), e protagonizar sua própria série de TV, ‘Agente Carter‘ entre 2015 e 2016.
Além de ter interpretado Lúcio Malfoy na saga ‘Harry Potter’, Jason Isaacs é o dublador do Grande Inquisidor em ‘Star Wars: Rebels‘, animação que se passa entre ‘A Vingança dos Sith’ e ‘Uma Nova Esperança’.
E, durante uma entrevista para Collider, o astro revelou que adoraria interpretar o vilão em uma versão live action.
“Eu gostaria de interpretá-lo em carne e osso também… Ele é um personagem fascinante, e tem o sabre de luz mais incrível da franquia.”, brincou ele.
Na animação, o Grande Inquisidor foi morto por Kanan Jarrus ao fim da 1ª temporada… Mais tarde é revelado que o vilão foi um valente Cavaleiro Jedi, então é possível que seu passado possa ser explorado numa série ou num filme.
E aí, o que você acha ideia?
Até lá, vale lembrar que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª está prevista para o outono norte-americano (entre setembro e dezembro).
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
De acordo com o Deadline, Zachary Levi (‘Shazam!’) e Gina Rodriguez (‘Jane the Virgin’) serão os protagonistas de ‘Lost and Found‘, vindoura comédia de aventura produzida pela Amazon Studios.
Escrita por Steve Pink e Jeff Morris, a trama vai acompanhar dois estranhos completamente diferentes um do outro que se juntam contra a própria vontade e partem em busca de um misterioso tesouro escondido no rio Mississippi.
Além de estrelar, Rodriguez também vai atuar como produtora executiva através de companhia, a I Can and I Will Productions.
Até o momento, não foi revelado quem irá ocupar a cadeira de diretor.
Além disso, não foram mencionados outros nomes no elenco e nem previsão para o início das gravações.
Enquanto isso, vale lembrar que Rodriguez está no elenco da série ‘Diário de Uma Futura Presidente‘, daDisney+.
Confira o trailer:
A série conta a história de Elena, uma menina cubana-americana de 12 anos de idade que navega pelas dificuldades do colégio e começa uma jornada que, um dia, a tornará presidente dos Estados Unidos. A trama será narrada através de seu diário.
Na trama, a vida do taxista Benny (Jorge Lendeborg Jr) sofre uma reviravolta quando ele pega duas passageiras misteriosas. Se ele quiser evitar que a cidade se afogue em sangue, terá que mergulhar de cabeça no enigmático submundo delas.
E parece que o longa está dividindo os assinantes da plataforma.
Enquanto alguns elogiaram a trama descontraída e os alívios cômicos, os fãs da temática de vampiros estão bastante decepcionados.
Ao que parece, muitos esperavam uma trama mais focada na dupla espalhando terror e não uma trama que beira a romances adolescentes.
No entanto, como se trata de uma comédia, alguns não se incomodaram com a falta de suspense e cenas assustadoras.
O filme As passageiras é beeeem fraquinho.
Típico filme adolescente de vampiro.
Mas o que mais me incomodou foi colocarem na categoria +18 sem ter NADA pra +18.
Assisti Night Teeth (As Passageiras) na Netflix por causa da Megan Fox, e ela só tem UMA cena de uns 5 minutos. Se eu fosse no cinema pra ver isso ahhh
Muito estilo, pouco conteúdo, zero vampirismo. As Passageiras é ofensivo ao explorar essa clássica mitilogia do horror. Um filme que prefere o brilho do neon ao gosto do sangue. O que esperar de um filme que “descarta” #MeganFox e #SidneySweeney em cinco minutos?? Lamentável… pic.twitter.com/27jHWTXoP5
— bia estrelinhas ४ | : Daisy Jones and The Six (@_dearfairy) October 21, 2021
as passageiras da Netflix podia ser mt melhor se os personagens fossem desenvolvidos, o diretor tinha bastante coisa pra trabalhar e resolveu entregar só o básico
Adam Randall (‘I See You’) é responsável pela direção.
O elenco conta com Debby Ryan (‘Insatiable’), Lucy Fry (‘Wolf Creek’), Jorge Lendeborg Jr. (‘Bumblebee’), Alexander Ludwig (‘Wheels’), Alfie Allen (‘Game of Thrones’) e Sydney Sweeney (‘Euphoria’).
E parece que a estrela vai reprisar o papel em vários projetos futuros do MCU, segundo a Variety (via Comic Book).
Por enquanto, não há detalhes sobre essas produções, mas uma delas pode ser a série da ‘Echo‘, alter ego de Maya Lopez (Alaqua Cox), que foi introduzida na série do Gavião.
Outra possibilidade é a série do ‘Demolidor‘, já que Bishop teve um confronto direto com o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio), que estava trabalhando com a mãe da heroína.
Bishop também deve ser um membro dos ‘Jovens Vingadores’ e rumores já apontaram que a Marvel está preparando o palco para reunir os heróis mais cedo ou mais tarde.
De qualquer forma, o retorno de Bishop não é bem uma surpresa, já que ela é a substituta de Clint Barton nos quadrinhos, e a popularidade de Steinfeld faz dela uma grande aposta para a continuidade do MCU.
E aí, você está animado para revê-la usando seu arco e flecha?
Enquanto isso, o filme mais recente da Marvel é ‘Thor: Amor e Trovão‘.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Lançado em 1998, ‘Para Sempre Cinderela‘ trouxe Drew Barrymore no papel principal da adaptação do clássico conto de fadas.
A história nos leva para os tempos da Renascença, mais precisamente na França do século XVI, quando o viúvo pai de Danielle de Barbarac (Barrymore) se casou novamente com uma baronesa (Anjelica Huston), ganhando uma madrasta e duas irmãs, interpretadas por Melanie Lynskeye Megan Dodds.
25 anos após o lançamento, Barrymore se reencontrou com Lynskey e Dodds no mais recente episódio do programa The Drew Barrymore Show.
“Fico emocionada toda vez que ouço essa música”, disse a estrela, enquanto uma parte da trilha sonora do filme era reproduzida.
Ao receber a visita das colegas de elenco que interpretaram suas irmãs, ela disse:
“Sabe de uma coisa? Este não é só mais um programa. Estamos aqui em uma máquina do tempo porque é o 25º aniversário de ‘Para Sempre Cinderela‘. Eu literalmente nem consigo acreditar que estou aqui com minhas irmãs – minhas meio-irmãs – Melanie Lynskeye Megan Dodds.”
Barrymore aparece vestida com as grandes asas de anjo que compoem sua fantasia, enquanto Lynskey e Dodds também estão caracterizadas.
Em seguida, Barry começa o bate-papo perguntando a elas se é verdade que foram colegas de quarto durante a produção do filme, ao que ela respondem: “Sim!”
Assim como no conto de fadas, o amado pai de Danielle morre subitamente e a madrasta, que ela desejava que fosse a mãe que nunca tivera, passa a tratá-la como uma criada. Uma das filhas da baronesa é bondosa e não concorda com várias atitudes da mãe, mas, por outro lado, a outra filha é bastante egoísta e só pensa em se casar com o príncipe herdeiro (Dougray Scott).
Para isto, ela tem total apoio da mãe, que está disposta a conspirar, mentir e fazer o necessário para ver sua filha como a futura rainha. Porém, ela precisa agir rápido, pois o príncipe conheceu Danielle e os dois estão apaixonados, com os sonhos de grandeza da baronesa a ponto de desaparecerem.
Com sólido sucesso nas bilheterias, arrecadando US$98 milhões, o filme caiu no gosto popular e inclusive rendeu uma adaptação para os palcos da Broadway em 2013. E, para celebrar seu aniversário de 25 anos, separamos uma lista com algumas curiosidades de bastidores.
Confira:
Drew Barrymore já comentou em diversas entrevistas que ‘Para Sempre Cinderela’ é o filme favorito de toda a sua carreira.
Como retratado no longa, o verdadeiro Leonardo da Vinci (interpretado por Patrick Godfrey) manteve o lendário quadro Mona Lisa consigo o tempo todo, até o dia em que morreu. Entretanto, o feitio da pintura foi propositalmente mudado na produção, realizada em uma tela, em vez de um pedaço de madeira.
Em determinado momento, a Rainha Marie (Judy Parfitt) diz a Henry que escolha uma esposa sabiamente, pois “o divórcio é algo feito apenas na Inglaterra”. A fala faz referência ao Rei Henrique VIII da Inglaterra, que causou um escândalo gigantesco ao se separar de Catarina de Aragão para se casar com Ana Bolena no começo do século XVI.
O retrato de Danielle, pintado por Da Vinci no filme, é, na verdade, modelado a partir de outro trabalho do artista, La Scapigliata.
Quando Danielle está nadando no lago, ela está usando o estilo peito invertido. O estilo era bastante popular na Europa medieval e renascentista – e é ensinado até hoje como uma tática de sobrevivência.
Quando Rodmilla recebe o convite para o baile de máscaras, o evento acontecerá no banquete de St. Jude. Isso significa que o baile ocorrerá no dia 28 de outubro.
Antes de Scott ser escalado para viver Henry, Jude Law e Jonny Lee Miller foram considerados para estrelar o longa. Porém, ambos recusaram o papel.
O filme se despe da atmosfera sobrenatural e mágica da animação dos estúdios Walt Disney, de 1950. Nota-se, também, que não há nenhuma personagem intitulada Cinderela no filme. Leonardo da Vinci age como substituto da fada-madrinha, ajudando Danielle a se vestir para o baile de máscaras.
No conto original dos Irmãos Grimm, a madrasta e as meias-irmãs tinham seus olhos arrancados por pássaros na conclusão. No longa, elas são forçadas a trabalhar em um lugar que soa familiar a uma lavanderia. Normalmente, esses lugares utilizavam soda cáustica como sabonete e, após uso prolongado, causavam cegueira nos trabalhadores.
Após anos de hiato, a série antológica ‘True Detective‘ retorna no próximo dia 14 com os episódios de ‘Terra Noturna’, título da 4ª temporada da atração, que traz Jodie Foster como uma investigadora em busca de pesquisadores desaparecidos no Alasca.
Entre os críticos, a produção se saiu muito bem, conquistando nada menos que 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Das 53 análises publicadas até o momento, apenas uma é negativa.
Confira:
“Prepare-se para se surpreender com a 4ª temporada da série policial, quandoJodie Foster eKali Reis assumem o comando como detetives do Alasca que atravessam o inverno polar para capturar um assassino. A escuridão pode ser sombria, mas não tanto quanto o suspense arrepiante alimentado pela energia feminina indomada.” – ABC News
“Há uma espécie de magia na atuação de Foster; é perceptível que a atriz está se divertindo tanto com esse trabalho que transforma a detetive Danvers no que parecia um clichê em potencial em uma anti-heroína hipnotizante e muitas vezes hilária.” – Entertainment Weekly
“A temporada tem um impulso que te agarra e te puxa através de todos os tipos de reviravoltas pesadas, pistas ameaçadoras que beiram o sobrenatural e horizontes sombrios, a tal ponto que acabei querendo mais do que os seis episódios.” The Boston Globe
“Apesar de suas fortes preocupações sociopolíticas, de seu grave humor ácido e loucura, ‘True Detective: Terra Noturna’ também pode ser divertida, com uma história de fantasmas lúgubre e recheada que pode acontecer nos arredores do inferno gelado.” Vanity Fair
“‘Terra Noturna‘ é muito superior à decepcionante segunda temporada do programa. Os personagens e relacionamentos são mais fundamentados do que na primeira temporada, mantendo a sensação inicial de pavor da série com sugestões de forças sobrenaturais em jogo.” – Pittsburgh Tribune Review
“Rica em caráter, valor social e suspense, ‘True Detective: Terra Noturna‘ é o melhor esforço geral da série, superando por pouco a temporada original, que já parece ter acontecido há muito, muito tempo neste ponto.” – The Gate
A trama é ambientada durante o longo inverno que se assenta em Ennis, Alasca, após seis homens que operam a Estação de Pesquisa Ártica Tsalal desaparecem sem deixar rastros. Para resolver o caso, as detetives Liz Danvers (Foster) e Evangeline Navarro (Reis) precisam confrontar a escuridão dentro delas e escavar as verdades amaldiçoadas que estão enterradas sob o gelo eterno.
As séries médicas sempre fizeram muito sucesso na televisão e tem muita gente que ama acompanhar seus dramas e personagens enquanto eles salvam vidas. Não é à toa, pois num hospital de verdade você pode acabar se deparando com muitas histórias plurais, o que torna tudo muito identificável para o público.
Uma das séries mais famosas nesse estilo é House. O drama médico que teve seu encerramento em 2012 com 8 temporadas, trouxe uma trama cheia de reviravoltas encabeçada pelo Doutor Gregory House (Hugh Laurie), um médico bastante inconveniente e irônico, com dores constantes na perna e que é viciado em narcóticos. Apesar desse histórico complicado, ele é excelente em diagnósticos difíceis de serem descobertos.
Outro drama médico que vem chamando bastante atenção atualmente é The Good Doctor. Shaun Murphy (Freddie Highmore) é um brilhante médico autista que faz parte de um programa de residência em cirurgia. A série acompanha as dificuldades e a superação de Shaun, provando que ele é excelente no que faz e muito capaz, apesar de todo o preconceito recebido por ele.
E por que falar sobre essas duas séries? Um dos principais motivos vem do seu criador. Ambas foram idealizadas, roteirizadas e produzidas por David Shore. Coincidentemente ou não, os dois projetos têm muitas coisas em comum. Se você gosta de um, provavelmente vai gostar do outro. Abaixo citamos 5 das principais semelhanças entre as duas.
1- Protagonistas Brilhantes e Peculiares
Sim, seus personagens principais são muito diferentes em personalidade, mas o que chama bastante a atenção é a genialidade de ambos e a maneira como eles conseguem resolver problemas difíceis da medicina. Shaun tem uma abordagem criativa nas soluções, enquanto House utiliza o método socrático com a sua equipe para tentar entender que tipo de doença o paciente tem, e numa abordagem meio “Sherlock Holmes” ele acerta, geralmente com diagnósticos raros de serem percebidos de primeira
2- Sucesso de Audiência
As duas são sucesso na audiência tanto nos Estados Unidos, como fora dele.House esteve entre as 10 melhores séries americanas de sua segunda à quarta temporada. Também foi o programa de televisão mais assistido do mundo em 2008. A série recebeu inúmeros prêmios, incluindo cinco Emmys, dois Globos de Ouro, um Prêmio Peabody, e nove People’s Choice Awards.
The Good Doctor recebeu múltiplas críticas positivas, altos índices de audiência e elogios ao desempenho de Freddie Highmore, que foi indicado ao Globo de Ouro em 2018. Foi renovada para a quarta temporada, que está passando atualmente.
3- Soluções ou Diagnósticos Complicados
Como foi dito anteriormente, os médicos lidam com situações adversas. Tanto para diagnóstico, como para uma solução em alguma cirurgia complicada. Ambos tomam decisões médicas visando o melhor cenário e sempre envolvendo um ar de mistério no meio disso tudo. Até as animações quando os dois médicos estão pensando são bastante parecidas, sendo uma característica muito marcante nas duas histórias.
4- Ética e Cotidiano
Como todo bom drama médico, a questão ética é uma pauta debatida com frequência. Como uma outra característica marcante da criação de David Shore, suas séries tem uma tendência filosófica muito presente, às vezes até superando toda a parte médica de cada trama, principalmente na maneira como os personagens são e eram colocados à prova em situações em que teriam que tomar decisões difíceis.
5- Diversidade
As duas séries acertam em cheio no quesito diversidade dentro do elenco. Ambas possuem um cast bem dividido entre mulheres e homens, negros, judeus, latinos e etc. The Good Doctor é ainda mais ambiciosa por proporcionar ao espectador um protagonista autista. Um grande passo para a indústria audiovisual que ainda tem uma longa entrada a ser percorrida no quesito inclusão.
Um dos filmes de terror mais aguardados do último semestre de 2023, a adaptação ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim‘ teve seu tempo de duração revelado pela AMC Theaters.
De acordo com o website da rede de cinemas, o filme terá 110 minutos de duração, ou seja, 1 hora e 50 minutos.
Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de outubro.
Confira:
Segundo o Collider, o MPAA anunciou que a produção terá indicação PG-13, isto é, para maiores de treze anos, em virtude de “forte conteúdo violento, imagens sangrentas e linguagem”.
“Enquanto passa sua primeira noite no trabalho, um problemático guarda de segurança da Pizzaria Freddy Fazbear logo percebe que não será uma tarefa fácil sobreviver ao seu primeiro turno.”
O elenco contará com Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes’), Matthew Lillard (‘Pânico’), Elizabeth Lail (‘VOCÊ’), Kat Conner Sterling (‘The Gifted’) eMary Stuart Masterson (‘Ponto Cego’).
Seth Grahame-Smith está atado como produtor original ao lado do criador de Cawthon, prometendo entregar um “filme adorável, insano e aterrorizante”.
Criado em 2014, ‘Five Nights at Freddy’s’ rendeu uma série de jogos de terror produzidos pela Cawthorn, para PC e celulares. Os games colocam o jogador na posição de um guarda de segurança do turno noturno em um restaurante de diversão para família, com assustadores mascotes robóticos que ganham vida à noite. O game já rendeu quatro sequências, além de livros.
‘Five Nights at Freddy’s’ carrega até hoje o recorde do Guinness World de mais continuações lançadas em um mesmo ano.
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