Enquanto, um site viral revelou uma imagem secreta, que serve de alerta para um misterioso experimento chamado de “Cloverfield Energy Initiative”, que pode trazer efeitos catastróficos, mas não revela do que se trata exatamente. Isso, entretanto, pode também ser uma dica para o título do longa, que ainda não foi revelado oficialmente.
Outro fator importante é que a imagem possivelmente conecta a história do novo filme com a trama de ‘Rua Cloverfield, 10’, já que, quem escreveu a mensagem, seria Mark Stambler (que possivelmente será vivido por Donal Logue), irmão de Howard Stambler (John Goodman), um dos protagonistas do filme. Confira:
Na trama, décadas de trabalho e mais de US$ 10 bilhões foram gastos na busca por uma partícula subatômica denominada bóson de Higgs, também conhecida como “partícula de Deus“. Como resultado, os cientistas criaram um acelerador de partículas na tentativa de encontrá-la. A estação espacial norte-americana descobre que o Planeta Terra desapareceu após um acidente com o acelerador de partículas, e eles precisam lutar pela sobrevivência quando outra estação espacial se aproxima com segundas intenções.
“Nessa acolhedora aventura live-action ‘Christopher Robin’, da Disney, o jovem garoto que sempre amou embarcar em aventuras no bosque dos cem acres com amáveis criaturas de pelúcia, cresceu e perdeu seu caminho. Agora, depende de seus amigos de infância se aventurarem no mundo real e ajudarem Christopher a se lembrar do garoto amoroso e brincalhão que ele ainda é por dentro”
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu aos quatro primeiros episódios de Pacificador, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.
Enquanto desenvolve a história acerca do polêmico e controverso Pacificador (John Cena), o criador da série, James Gunn, vem deixando claro que no que depender dele, os personagens mais excêntrico e esquecidos do Universo DC serão canonizados no universo dos cinemas por meio de suas produções. Depois de confirmar que o Bat-Mirim e o Pequeno Polegar realmente existem noUDC, ele trouxe mais uma galera obscura para o quarto episódio, que traz ligações interessantes com os quadrinhos. Por isso, o CinePOP separou os principais easter eggs e conexões desses personagens. Confira!
Se o terceiro episódio já afirmava que o pai do Pacificador, Auggie Smith (Robert Patrick) era o vilão supremacista conhecido como Dragão Branco, o quarto episódio mostra o uniforme dele de supervilão, extremamente fiel ao dos quadrinhos. Essa abordagem do racismo do personagem é super importante no plano do Vigilante (Freddie Stroma) de matá-lo para trazer felicidade ao seu amigo. Não sabemos ainda se Auggie vai chegar a vestir o uniforme, já que ele atualmente é um idoso todo flácido. Mas o passado dele de vilão racista está aí para ser melhor trabalhado ou apenas ficar como easter egg mesmo.
Ultra Bunny
No carro do Vigilante, o Pacificador encara o Ultra Bunny, esse coelhinho motivacional que já havia aparecido anteriormente no UDC. Na mesma hora, ele remete o anti-herói a Rick Flag (Joel Kinnaman), seu antigo companheiro de equipe que foi assassinado pelo próprio Pacificador em O Esquadrão Suicida (2021). A lembrança o assombra enquanto ele se questiona sobre suas ações e crenças, incluindo os traumas causados por seu pai. Esse embate de personalidades do protagonista da série, seu conflito com a família e a perseguição pelo assassinato de Flag são pontos centrais para o Pacificador e devem voltar a ser abordados até o final da série. E conhecendo James Gunn, com esse tanto de referências ao Ultra Bunny, não seria surpresa se ele aparecesse nesse universo como um herói de verdade.
Gorila
No comecinho do episódio, quando Pacificador vai até a casa do pai, a TV ligada noticia o sequestro de um gorila do zoológico de Evergreen. E como a cena tem um certo destaque, os fãs começaram a apostar que isso poderia indicar o surgimento doGorila Grodd, vilão icônico do Flash. E como o velocista vai ganhar um filme esse ano, pode ser que um dos rivais clássicos da galeria do herói tenha sido inserido aqui. No entanto, lembra no início desse texto, quando disse que James Gunn tem essa obsessão por introduzir personagens obscuros? Então, a DC tem outro personagem que também é um gorila superforte e inteligente, mas que, diferentemente do Grodd, se chama Charlie, é um aliado e não consegue falar.
Digestor
Assim como o Pequeno Polegar, o Digestor foi trazido ao DCU em uma conversa do Pacificador. Também conhecido como Rapaz Come Tudo, ele é citado pelo anti-herói como o Rapaz Comedor de Matéria, que mexeu com seus conceitos do que era normal ou aceitável no mundo. Criado nos anos 60, o personagem nunca teve tanto destaque, mas integra a Legião dos Super-Heróis. Seus poderes, bem… Acho que o nome é autoexplicativo, mas caso você não tenha pegado a ideia, ele é capaz de comer e digerir tudo.
Os novos episódios de Pacificador estreiam toda quinta, somente no HBO Max.
Larissa Manoela é um fenômeno inegável. A jovem, que acaba de completar 21 aninhos essa semana, está nas telinhas desde muito pequena, quando estrelou a versão brasileira de ‘Carrossel’, onde interpretava a icônica Maria Joaquina. De lá pra cá o público brasileiro se acostumou a ver a jovem crescer diante das telas, passando de uma novelinha à outra até chegar aos filmes, com temáticas juvenis e inocentes. Porém, o ano de 2021 foi definitivamente o ano da mudança na carreira de Larissa Manoela. Tendo estrelado três longas-metragens na Netflix em doze meses, é possível sentir a importante transição que ocorreu ao longo do ano: ‘Modo Avião’ (em que faz uma menina interessada em moda que vai para o interior onde aprende a ser mais calma); ‘Diários de Intercâmbio’ (no qual arranja um emprego no exterior e meio que se envolve emocionalmente com o pai do carinha com quem ela fica no fim) e o recém lançado ‘Lulli’, que encerra o ano trazendo a atriz já no modo faculdade.
Lulli (Larissa Manoela) é uma ambiciosa estudante de Medicina totalmente focada em engrandecer sua experiência na residência médica na qual estagia. Porém, Lulli é uma garota bastante egoísta e mimada, que só pensa em si mesma e não ouve ninguém, nem mesmo a seu namorado, Diego (Vinícius Redd), que tanto quer desabafar com ela, nem mesmo a professora orientadora, Dra. Paola (Paula Possani), que sempre pede para que seus alunos ouçam aos pacientes. Diante de um paciente inquieto em um exame de ressonância magnética, Lulli tem um impulso de entrar na sala e tocar no aparelho em uso, levando, assim, uma grande onda de choque no corpo. A consequência é que ela passa, assim, a conseguir ouvir o pensamento das pessoas, e, o que inicialmente parece assustador rapidamente se transforma em um grande benefício para a dedicada estudante.
Com roteiro de Thalita Rebouças (de ‘Pai em Dobro’, e que também faz participação no longa como a vidente Romina) e Renato Fagundes (‘Vai Que Cola’), o filme de uma hora e meia foi todo gravado durante a pandemia, em um momento pré-vacina. Portanto, é interessante observar as soluções que o diretor César Rodrigues encontrou para gravar as cenas, com bastante quebra da quarta parede e algumas gravações de paisagem realizadas em CGI.
É notório em ‘Lulli’ a mensagem de amadurecimento de Larissa Manoela; até seu rosto mudou, cada vez mais parecida com a Jessica Chastain! Com ar bem menos infantil e traços mais adultos, Larissa encara a protagonista de frente, conduzindo a jornada da personagem com bastante desenvoltura, até mesmo em sua primeira cena de sexo. A boa química com Amanda de Godoi, que interpreta a melhor amiga Vanessa, funciona como alívio cômico no enredo, entrando nos momentos certos da trama, ainda que o filme passe a impressão de não ter sido bem-acabado.
Numa pegada meio ‘House’ para jovens, ‘Lulli’ é um entretenimento leve, que anuncia o ponto de virada na carreira dessa que é uma das jovens mais influentes do país. Ainda que a protagonista não seja exatamente a pessoa mais carismática, é legal ver um elenco com novos rostos ganhando espaço na Netflix. Com ‘Lulli’, tudo indica que Larissa Manoela irá buscar projetos mais voltados ao público jovem adulto a partir de agora – e isso também será algo legal de ver acontecendo nas telonas.
Apesar de ter estreado no longínquo ano de 2016, algumas novas informações de ‘Star Wars: Rogue One‘ foram divulgadas agora. Em entrevista no podcast Cult Popture, o roteirista Chris Weitz falou um pouco sobre a primeira versão de seu roteiro, que mantinha o mistério em cima da Estrela da Morte quase nunca a mencionando diretamente.
“Não era claro no começo do filme que a Estrela da Morte seria a Estrela da Morte. Era só a sensação de que algo ruim estava acontecendo e a Rebelião precisava descobrir. Havia uma sensação ruim se desenvolvendo pelo roteiro original. Eu estava querendo algo que tivesse mais um senso de ironia dramática. Eu gosto bastante da versão final Eu gostei muito do filme… Eu não fazia ideia de que iria funcionar até o momento em que sentei para a estreia. Eu estava assistindo um filme que escrevi e um filme novo ao mesmo tempo. Eu gostei muito, muito mesmo.”
A nova série contará até mesmo com a presença de Diego Luna retornando ao papel de Cassian Andor oferecendo maior profundidade ao personagem que foi bastante criticado na época do lançamento do filme.
A produção está sendo planejada para o novo serviço de streaming da Casa do Mickey, intitulado Disney+.
O serviço contará com diversas produções originais como filmes e séries das propriedades da Disney como a Marvel e Star Wars.
‘Reminiscence’ conta a história de um homem que parte em uma jornada para encontrar a mulher que ama após seu desaparecimento. Jackman será Nicolas Bannister, um veterano de guerra solitário vivendo em uma Miami de um futuro próximo, vítima do aumento do nível dos mares. Bannister é um expert em uma profissão perigosa – oferecer a clientes a chance de reviver qualquer memória que desejem.
Sua vida muda completamente quando conhece Mae (Ferguson), e o que começa como uma simples questão de “achados e perdidos” se torna uma paixão fervorosa. Porém, quando as memórias de um cliente começam a implicar Mae em uma série de crimes violentos, Bannister deve investigar seu passado para descobrir a verdade sobre a mulher pela qual se apaixonou.
Harrison Ford retornará para as telonas com a aguardada adaptação de ‘O Chamado da Floresta’, remake do clássico longa-metragem lançado pela 20th Century Studios em 1935 que também é baseado no livro homônimo de Jack London (e que foi publicado pela primeira vez em 1903).
Mas apesar de muitos já terem ouvido falar do romance e do filme originais, poucos realmente sabem a história e conhecem suas inúmera simbologias que remontam desde a reflexões naturalistas entre a natureza e o homem até a recriação de um contexto histórico movido pela cobiça.
Pensando nisso, o CinePOP trouxe para você um breve guia para que possa compreender as nuances por trás da produção – além de saber detalhes sobre a narrativa, o elenco e a data de estreia do longa.
PERSONAGENS
Buck: o gigantesco São Bernardo híbrido com Pastor Escocês que narra a história. Na nova releitura, entretanto, o diretor Chris Sanders e o roteirista Erwin Stoff parecem ter privado o sagaz cachorro de seus pensamentos, recriando-o digitalmente.
Jack Thornton: Ford dá vida ao humano protagonista, que lidera um grupo de cachorros abandonados. Ele é o primeiro que trata os cães com humanidade (comparado a seus outros donos).
Perrault e Françoise: mineiros franco-canadenses que montam grupos de busca com cães para encontrar ouro. Buck não gostava deles, mas os respeitava como um novo tipo de humano. Perrault, em particular, era um bom conhecedor de cachorros e dizia que Buck era “um em dez mil”. No livro, eles são acompanhados de um terceiro membro, Curly, que foi suprimido na adaptação. Nas telonas, serão vividos por Omar Sy e Cara Gee, respectivamente.
Juiz Miller: o primeiro dono de Buck, que é encarnado por Bradley Whitford, criou o cachorro em uma grande casa no Vale de Santa Clara, antes do cãozinho ser raptado e levado para o território dos Yukon para ser escravizado.
Karen Gillan, Colin Woodelle Scott MacDonald completam o elenco como Mercedes, Charles e Dawson, respectivamente.
SINOPSE
A adaptação gira em torno de Buck, um cão de grade coração cuja feliz vida doméstica vira de cabeça para baixo quando, subitamente, é tirado de usa casa na Califórnia e levado para o exótico e selvagem rio Yukon, no Alasca. Como novato na equipe de cães puxadores de trenós – tornando-se, mais tarde, o líder da matilha -, Buck vive a aventura de sua vida, encontrando seu verdadeiro lugar no mundo e se tornando seu próprio mestre.
Nas páginas assinadas por London, Buck passa por um período de brutalidade insuportável, fugindo de sua escravidão depois de apanhar por se recusar a cruzar um rio caudaloso e perigoso. Thornton, por sua vez, acaba encontrando-o e vê nele bondade, inteligência, força e um senso de liderança natural. A amizade construída entre os dois se transforma no principal elemento para que sobrevivam em condições árduas e extremas.
CONTEXTO HISTÓRICO
A trama principal é ambientada na Corrida do Ouro de Klondike, durante a qual um estimado de 10 mil escavadores vieram para Yukon, no Canadá, depois que os mineradores locais descobriram ouro incrustado nas montanhas geladas e revelaram para Seattle – dando início a uma debandada conturbada que durou de 1896 até 1899.
Grande parte dos que procuravam por dinheiro voltaram pobres para casa, mas tiveram inúmeras histórias para contarem. A viagem requisitava aos exploradores passagem do Alasca através de Chilkoot para o rio Yukon, descendo, dessa forma, para Klondike. Entre as mazelas da elevação e das condições climáticas extremas, muitos não sobreviveram ou abandonaram a busca. Em 1899, os mineradores perderam interesse e os campos de ouro foram abandonados – apesar das atividades locais permanecerem até 1903 (o mesmo ano que o autor londrino publicou seu famoso livro).
Segundo o Deadline, os irmãos Joe e Anthony Russo (‘Vingadores: Ultimato’) já têm seu próximo filme em vista – e foram escalados para comandar o projeto mais caro da Netflix.
Intitulado ‘The Gray Man’, o thriller será estrelado por Ryan Gosling e por Chris Evans, o qual já trabalhou com a dupla no Universo Cinemático Marvel antes.
As informações também indicam que a obra terá um orçamento massivo de US$200 milhões (o mais caro da plataforma até então).
Baseado no romance homônimo assinado por Mark Greaney, a iteração traz Gosling como o protagonista Court Gentry, assassino freelancer e ex-agente da CIA, que está sendo caçado pelo ex-aliado Lloyd Hansen (Evans). As expectativas indicam que Gosling irá retornar para futuras sequências após o lançamento.
As filmagens devem começar em janeiro de 2021, ainda sem previsão de estreia.
‘A Princesa e a Plebeia – Nova Aventura‘ (‘The Princess Switch: Switched Again’) já está disponível na Netflix e, para promover o longa, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional em que a atriz e produtora Vanessa Hudgens conta como se multiplicou por três para viver as protagonistas.
Confira:
Na trama, quando a duquesa Margaret herda inesperadamente o trono de Montenaro e passa por uma fase difícil com seu namorado Kevin, cabe a sua dupla, a Princesa Stacy de Belgravia, unir os dois amantes novamente… mas o curso do amor verdadeiro se complica com o aparecimento de um belo rei, que tem a intenção de roubar o coração de Margaret. Acrescente a chegada inesperada da prima festeira de Margaret e de Fiona, uma terceira sósia que tem ambições próprias, e você tem a receita para um triplo problema do Natal!
No final dos anos 2000, o mundo capitalista passava por mais uma derradeira crise que se tornou a pior desde a quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929. Recomeçando praticamente do zero, os Estados Unidos, novamente epicentro de uma bolha imobiliária que explodiu e que trouxe enorme prejuízo aos bancos e à vida trabalhista do país, perceberam um aumento exponencial de desempregados e indigentes que perderam suas casas e tiveram que procurar um meio alternativo de sobreviverem – e essa é, em suma, a premissa que guia o aclamado drama tour-de-force‘Nomadland’, de Chloé Zhao.
Desde sua estreia no Festival Internacional de Toronto até o lançamento oficial nos cinemas de todo o mundo, o longa-metragem recebeu atenção enorme por inúmeros motivos, mas principalmente pela presença espetacular de Frances McDormand no papel protagonista de Fern, uma mulher que perdeu o marido e o emprego e que se tornou uma nômade ao lado de tantos outros estadunidenses – cruzando o país em uma van e arranjando bicos em diversas empresas e restaurantes no Meio Oeste. Zhao, não apenas escrevendo a adaptação do romance de não-ficção homônimo de Jessica Bruder, mas também comandando-a e montando cada uma das complexas peças dessa viagem, ascendeu ao patamar de uma das grandes realizadoras da contemporaneidade, ganhando atenção no cenário mainstream anos depois de sua estreia cinematográfica em 2015.
A narrativa, como já mencionada, é centrada em Fern. Caminhando para o auge da terceira idade, a construção da personagem pode não ser um dos mais explosivos já vistos no cinema, mas nos cativa pela humildade e pelas transições emocionais pelas quais passa ao longo de pouco mais de uma hora de tela. McDormand, caminhando para sua terceira estatueta do Oscar após ‘Fargo’ e ‘Três Anúncios para um Crime’, dá vida ao retrato mais pungente e ao mesmo tempo singelo da desconstrução mandatória do “sonho americano”, trazendo crítica à ideologia predatória que beneficia as elites e coloca a classe trabalhadora sobre um caminho de ovos, nunca certos do que o futuro lhes aguarda. Mas Fern parece “bem” com a situação e parece ter se encontrado com inúmeros outros nômades que se tornam seus confidentes e amigos de uma longa data que nunca, de fato, existiu.
Comedida e respeitosa, a nossa “heroína” trata todos bem e sabe que pode aprender com aqueles que estão na estrada há mais tempo. Mesmo assim, ela se restringe à própria presença e tenta não construir laços afetivos duradouros, seja com a conhecida Swankie (Charlene Swankie) ou com o charmoso Dave (David Strathaim). É por esse motivo também que seu isolamento e seus pontos de reflexão, que a levam a relembrar do marido falecido e de sua vida como uma serva urbana com nostalgia pecaminosa – o que pode não parecer comovente para o público que espera um melodrama novelesco qualquer.
Assim como ‘Songs My Brother Taught Me’, de 2015, Zhao emprega com audácia uma paleta de cores que não varia muito e que se exila na melancolia do azul e num esparso brilho amarelado que é tão convidativo quanto efêmero. Cada uma das centenas de sequências externas assemelha-se à estética documentária que a diretora imprimiu em produções anteriores, deixando de lado os caprichos cênicos do campo-contracampo (com raras exceções) e abrindo espaço para uma manufaturada fluidez em planos contínuos e intimistas – mostrando que a vastidão do mundo é, na verdade, um ciclo vicioso que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar. A cereja do bolo vem com as contradições artísticas arquitetadas pela realizadora: ao mesmo tempo que Fern é solitária, sabe em quem confiar; a serenidade da vida em contato com a natureza é um lembrete de escolhas e situações que fugiram do controle e que trazem consequências marcantes para a vida de qualquer um.
Dividir o filme em atos concisos é um trabalho difícil e desnecessário, visto que Zhao tem muito mais aptidão às não-narrativas. Trabalhando, essencialmente, no período de um ano, o arco de Fern começa nas celebrações do Natal e do Ano Novo e termina do mesmo jeito – com o diferencial de que a rendição de McDormand carrega mais cicatrizes e mais memórias que não irão mais voltar. E, no final das contas, revisitando o que outrora lhe pertencia num passado distante, ela é confrontada com turbilhões de emoções que a fazem questionar como trilha esse caminho diferente do normatizado pela sociedade – e que é passível de uma arbitrária e condescendente empatia.
É impressionante como nenhum dos aspectos do longa falha em entregar exatamente aquilo que promete: a dicotomia entre a aurora e o ocaso é transferida inclusive à minimalista trilha sonora de Ludovico Einaudi e a uma sóbria e trágica fotografia de Joshua James Richards. Mesmo assim, com todas essas infusões que vão para além de um mero estudo de caso, é bem provável que ‘Nomadland’ não caia no gosto de todos – mas que merece ser visualizado como a densa análise antropológica e sociológica que realmente é.
A IFC Films divulgou hoje (07) o primeiro trailer oficial de ‘Bergman Island’, elogiado drama romântico que fez sua estreia mundial no Festival de Cannes 2021.
Confira:
A produção, que faz homenagem ao gênio do cinema Ingmar Bergman, é dirigida e escrita por Mia Hansen-Løve.
A história é centrada em um casal de realizadores cinematográficos em meio a um bloqueio criativo que viaja para a idílica ilha de Fårö, na costa Sueca, onde Bergman viveu e rodou boa parte de seus filmes. Os dois esperam encontrar inspiração lá, mas, à medida que Chris (Vicky Krieps) passa um tempo sozinha, percebe toda a bagagem que carrega sendo uma roteirista, uma mãe e uma esposa. As linhas entre a realidade e a ficção logo começam a se fundir, conforme ela começa a escrever um roteiro que reflete o relacionamento com o marido (Tim Roth).
Mia Wasikowska e Anders Danielsen Lee completam o elenco.
‘Bergman Island’ tem estreia marcada para 15 de outubro nos Estados Unidos, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Em uma recente entrevista ao The Hollywood Reporter, Jenna Ortega, que dará vida à icônica personagem Wandinha Addams na série ‘Wednesday’, comentou que participar do spin-off de ‘A Família Addams’ foi uma experiência totalmente insana.
“Tem sido uma experiência insana. Tive sorte o bastante em trabalhar com um diretor icônico [Tim Burton] , que também é um dos mais gentis com quem já trabalhei, e também o mais detalhista”, ela contou. “Encarnar alguém que é um pouco mais excêntrica e assustadora tem sido muito interessante e definitivamente um desafio – especialmente sendo uma personagem tão adorada; eu realmente quero tomar conta dela e fazer justiça a ela”.
Recentemente, a Netflix, que fica responsável por produzir e lançar a obra, contratou Danny Elfmanpara compor a trilha sonora.
Elfman retoma colaboração com Burton, com quem já trabalhou em diversos títulos, incluindo: ‘Batman’ (1989), ‘Edward Mãos-de-Tesoura’ (1990) e ‘O Estranho Mundo de Jack’ (1990).
As informações indicam que, além da trilha, na qual trabalhará ao lado de Chris Bacon, Elfman ficará responsável pela nova versão da música-tema.
Elfman (Edward Scissorhands, Batman) will compose the theme song and score all eight episodes of WEDNESDAY alongside Emmy-nominated composer Chris Bacon (Smash, Bates Motel). pic.twitter.com/ZtFuduJg1C
Ortega será a personagem titular, enquanto Catherine Zeta-Jones e Luis Guzman serão seus pais, Mortícia e Gomez Addams. Gwendoline Christie será Larissa Weems, diretora da Academia Nevermore, que tem uma rixa antiga com Mortícia.
Wandinha fará parte da Academia Nevermore, na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.
Confira a descrição de cada um abaixo:
Joy Sundaycomo Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
Georgie Farmercomo Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
Naomi J. Ogawacomo Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
Percy Hynes Whitecomo Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.
Confira o primeiro cartaz abaixo:
O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.
Para quem não sabe, a Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.
No cinema, a criação gerou ‘A Família Addams’, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, ‘A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).
O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.
Clare (Talia Ryder) e Aidan (Jordan Fisher) combinam de terminar o relacionamento antes de irem para a faculdade. Em sua última noite juntos, os dois relembram os momentos mais marcantes da relação, do dia em que se conheceram ao primeiro beijo e a primeira briga. Nesse encontro épico, eles começam a questionar se esse namoro de colégio precisa mesmo chegar ao fim.
A CW divulgou a promo oficial do 12º episódio da 3ª temporada de ‘Stargirl‘, intitulado “The Last Will and Testament of Sylvester Pemberton”.
Na trama, “à medida que o time cria um plano para lidar com uma nova ameaça, Sylvester resolve agir por conta própria e deixa Courtney, Pat e a JSA temendo o que pode acontecer”.
O capítulo vai ao ar no dia 23 de novembro.
Confira:
Criada por Geoff Johns e Greg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.
Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).
‘Gran Turismo’ é o mais novo videogame a ganhar uma adaptação em live-action e, em entrevista ao podcast oficial da PlayStation, o produtor Asad Qizilbash caracterizou o filme como uma mistura dos clássicos ‘Rocky: Um Lutador’ e ‘O Último Guerreiro das Estrelas’.
“O modo como eu enxergo [o filme] é ‘Rocky’ para videogames e inspirado um pouco por ‘O Último Guerreiro das Estrelas’“, ele conta. “É uma história incrível […]. Quando nos desenvolvemos o roteiro, [Peter Kang] o mostrou para [o presidente da Sony Pictures] Tom Rothman. Tom amou, mas disse: ‘isso é ótimo, mas seria melhor se fosse uma história real’. Peter respondeu: ‘não, é uma história real’. E Tom disse: ‘OK, precisamos fazer isso'”.
A trama acompanha um homem (Harbour) que se torna um ás das pistas após jogar muito ‘Gran Turismo‘ na juventude. Uma proposta bastante simples e inusitada para uma superprodução de Hollywood.
Pra quem não conhece, ‘Gran Turismo‘ tem uma rica história no mundo dos games, sendo criado em 1997 por Kazunori Yamauchi. O jogo é tido como um dos simuladores de direção mais autênticos da categoria, focando em gráficos precisos, física e atenção aos detalhes dos carros, que os próprios jogadores constroem para pilotar. Mais de 85 milhões de jogos da série já foram vendidos mundialmente.
Em uma recente entrevista à Vogue, conduzida antes da greve do SAG-AFTRA em Hollywood, a icônica atriz vencedora de três estatuetas do Oscar Meryl Streep revelou que está disposta a voltar para uma possível sequência da franquia ‘Mamma Mia!’.
Durante a conversa, Streep, que interpretou Donna Sheridan na mini-saga, contou:
“Estou disposta a qualquer coisa. Terei que agendar uma avaliação do joelho antes de filmarmos, mas se houver uma ideia que me entusiasma, estou totalmente lá. Eu disse [à produtora] Judy [Kramer] que, se ela conseguisse descobrir uma maneira de reencarnar Donna, eu gostaria disso. Ou pode ser como numa daquelas novelas em que Donna volta e revela que na verdade foi sua irmã gêmea que morreu”.
Anteriormente, Amanda Seyfried, que interpretou Sophie, filha de Donna, revelou que, apesar do elenco estar interessado, o projeto irá acontecer apenas se o estúdio pagar de forma justa o elenco.
“Ninguém se recusou [a retornar para ‘Mamma Mia 3’], mas ninguém disse sim. O estúdio provavelmente não tem dinheiro para nos pagar, honestamente. Eu odeio dizer isso, porque eu faria ‘Mamma Mia 3’ de graça, mas a indústria não funciona desse jeito. Precisamos de algo justo, mas sinto que o terceiro filme vai depender de algo bobo, tipo se a Universal [Pictures] vai querer nos pagar.”
A trama, que se passa cinco anos após os eventos do primeiro filme, acompanha Sophie enquanto ela se prepara para reabrir o Hotel Bella Donna e, simultaneamente, aprende mais sobre o passado de sua mãe.
O primeiro filme lançado em 2008 arrecadou US$ 610 milhões em todo o mundo. Já ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ fez US$ 395 milhões mundialmente.
O Disney+ divulgou o primeiro cartaz da série derivada ‘O Acólito’, confirmando a estreia da produção para 04 de junho.
Além disso, foi revelado que o trailer oficial será lançado amanhã, 19 de março.
Confira:
Criada por Leslye Headland, “‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.
Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.
A distribuição dos episódios ficou assim:
Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef
Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.
“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”
Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.
“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”
A Netflixdivulgou mais um pôster oficial da 2ª e última temporada da aclamada animação ‘Arcane’, que tem estreia agendada para novembro deste ano.
O cartaz dá destaca à personagem Caitlyn, que retorna para os novos episódios e que é dublada por Katie Leung.
Confira, junto com o teaser:
Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.
A 4ª temporada da aclamada série criminal ‘Godfather of Harlem‘, estrelada pelo vencedor do Oscar Forest Whitaker, ganhou seu primeiro trailer oficial.
Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem lançamento agendado para 13 de abril nos EUA, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.
Confira:
A trama recria a história do infame chefe do crime Bumpy Johnson, que após uma década na prisão, retorna para o bairro que governava, apenas para encontrá-lo em ruínas. E agora já nos anos 60, ele tentará retomar o seu poder, enquanto tenta reconstruir sua comunidade.
Erik LaRay Harvey, Elvis Nolasco e Vincent D’Onofrio completam o elenco.
Chris Brancato e Paul Eckstein assinam a criação da série.
Melissa Vivianne Jefferson pode não ser um nome muito conhecido, mas seu alter-egoLizzo certamente nos roubou a atenção neste ano. Começando sua carreira no início da década, não foi até 2013 que a rapper de Minnesota lançou seu primeiro álbum de estúdio, o incrível ‘Lizzobangers’. Porém, a fama despontaria no começo de 2019, alavancando sua carreira de modo exponencial ao divulgar o single principal de uma ambiciosa obra, ‘Cuz I Love You’. O aclamado disco endossou seu patamar como uma das melhores artistas do gênero, bem como uma compositora com incrível talento que merece mais reconhecimento pelo público do que atualmente tem.
O compilado de originais é nostálgico, envolvente, inebriante do começo ao fim, e tem uma capacidade já vista em nomes como Lady Gaga e Beyoncé de unir diversos estilos musicais em um único lugar. E foi misturando sonoridades como funk, pop e R&B que a cantora inaugurou um novo caminho em sua ainda jovem carreira, arquitetando ao longo de catorze belíssimas faixas uma jornada que explora empoderamento feminino, amor, tragédias e comédias – tudo pincelado com um delicioso sarcasmo lírico.
O álbum abre com a faixa-titular, em um estrondo que nos remete imediatamente ao escopo sonoro do musical ‘O Fantasma da Ópera’; porém, a explosão da guitarra logo cede a uma brusca mudança instrumental, deixando que a sutileza demarcada do piano acompanhe a voz de nossa lead singer e a profundidade exuberante de toques que relembram os anos iniciais do trap. Já aqui, Lizzo usa e abusa de sua extensa tecedura vocal, explorando a proposital dissonância que engloba o chorus, recuando ao falar cantado do rap e até mesmo ousando os extremos do falsetto e do fry. De fato, sua performance tangencia uma teatralidade incrível, que expande-se também para as músicas seguintes.
Vê-se também uma profunda reverência a The Supremes e tantos outros grupos abraçados pela Motown Records nos anos 1960 em “Juice”. A impecável produção de Ricky Reed só não supera a rendição enérgica e narcótica da artista, que nos convida para um sensorial retorno às décadas de 1970 e 1980, sem perder de vista sua repaginação modernizada. O mesmo também acontece na balada “Jerome” que, se restringe a uma cíclica construção (como as vistas nas obras de Amy Winehouse e Michael Jackson). A arriscada verborragia felizmente encontra um fértil território para emergir em primeiro plano, aliado ao slow-tempo e à perfeita presença dos trompetes sinfônicos com a chegada do segundo refrão.
Ao longo do álbum, percebe-se que Lizzo não pensa duas vezes antes de escrever versos sarcásticos, almejando a uma paradoxal narrativa que, como visto na track supracitada, nos dá ares de um romance não correspondido, mas na verdade se isola em frases como “vá para casa e volte quando tiver crescido”. O mesmo se repete na overdose de R&B e funk de “Crybaby”, cuja sensual entrega funciona como uma propriocepção de autonomia e independência chocante – ainda que não abra mão de alguns práticos convencionalismos, principalmente no tocante aos bridges e as oscilações vocais.
Ela também se une à lendária Missy Elliott para uma das melhores faixas do álbum: “Tempo” abre com uma poderosa guitarra que pode nos guiar para uma investida do mais puro rock – mas isso até a canção realmente começar. Elliott e Lizzo optam pela volta ao rap e, mais que isso, a um minimalismo sintético executado com minúcia e com máxima atenção aos detalhes sonoros, caminhando para uma interessante conclusão. Enquanto a letra não é a das mais originais ou enaltecedoras, os poucos deslizes aqui encontrados são ofuscados pela presença harmônica das artistas, unindo duas gerações em um metalinguístico e explícito arco.
A obra, como já mencionado alguns parágrafos acima, também não deixa de lado o liricismo empoderador. Temos o classicismo do trap-pop com a divertida “Like a Girl”, e o retorno para o funk-pop com “Exactly How I Feel”, um hino de autoaceitação performado junto ao rapperGucci Mane. As declarações de amor também surgem na saudosista rendição de “Better in Color”, mostrando que nomes como Nina Simone e Aretha Franklin não apenas são como devem ser homenageados quando for possível. Podemos encarar essa track como uma das mais subestimadas do álbum – e uma que realmente merecia mais atenção, com potencial incrível para se transformar em single: afinal, não é apenas a poderosa voz de Lizzo que se exalta, mas a perfeição estético-fonográfica do escopo instrumental (que varia da sutil guitarra até os contemporâneos sintetizadores.
A grande ideia do álbum é fornecer aos fãs e aos ouvintes em geral uma perspectiva repaginada, ainda mais num momento tão mercadológico da música quanto este em que vivemos. Desde sempre, o hibridismo de gêneros foi acatado por artistas revolucionários dessa imortal indústria, e até seus suis-generis mais inovadores adquiriram um patamar mainstream. Lizzo, por sua vez, não se contenta ao que vem se fazendo, mas ao que poderia estar sendo feito, e é aqui que a delineação refrescante de “Truth Hurts” nos chama a atenção, desconstruindo o trap, o synth-pop e até mesmo o rap em prol de uma reconstituição extremamente sagaz.
‘Cuz I Love You’ é mais uma ótima adição para a carreira de Lizzo e, sem sombra de dúvida, é uma produção que ficará para os anos, não apenas por sua competente fusão de estilos, mas também pelo que representa para a música em si. E, dito isso, é meio óbvio comentar que a obra em si é uma das melhores de 2019 – e até mesmo dos anos 2010.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O novo ciclo de episódios adaptará o segundo volume da saga, intitulado “Boa garota, Segredo mortal” (Good Girl, Bad Blood), dando continuidade aos eventos traumáticos do primeiro ano.
A estreia está programada para o dia 27 de maio.
Confira:
Na trama da próxima temporada, o mundo de Pip foi transformado após ela resolver o caso de Andie Bell, e as consequências de suas ações cobraram um preço alto. Determinada a se manter longe de novas investigações e enfrentar o impacto emocional de suas descobertas, Pip tenta seguir em frente. No entanto, o desaparecimento de Jamie Reynolds, uma testemunha-chave às vésperas do julgamento de Max Hastings, a força a entrar em uma nova corrida contra o tempo.
Este novo mistério promete levar a protagonista a refletir profundamente sobre o conceito de justiça, distanciando-a cada vez mais da imagem de “boa menina” que ela costumava projetar.
Por mais que algumas adaptações live-action dos clássicos daDisney tenham sido criticadas, isso não refletiu em suas bilheterias.
Basta olhar os crescentes números de ‘O Rei Leão‘, que teve apenas 52% de aprovação no Rotten Tomatoes e, até o momento, já acumulou US$ 962,7 milhões pelo mundo.
Somando com as bilheterias das produções anteriores, o estúdio já acumulou um total de US$ 7 bilhões pelo mundo, desde 2010, de acordo com a CNBC.
Confira a lista com os remakes live-action e suas bilheterias pelo mundo:
‘A Bela e a Fera’ (2017) – US$ 1,263 bilhão ‘Alice no País das Maravilhas’ (2010) – US$ 1,02 bilhão ‘Aladdin’ (2019) – US $ 1,00 bilhão (até agora) ‘Mogli: O Menino Lobo’ (2016) – US$ 966,6 milhões ‘O Rei Leão’ (2019) – US$ 962,7 milhões (até agora) ‘Malévola’ (2014) – US$ 758,5 milhões ‘Cinderela’ (2015) – US$ 543,5 milhões ‘Oz: Mágico e Poderoso’ (2013) – US$ 493,3 milhões ‘Dumbo’ (2019) – US $ 352,9 milhões
Lembrando que ‘O Rei Leão‘ continua em exibição nos cinemas.
Assista nossa crítica:
Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.
Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.
Em seu perfil do Instagram, o ilustrador Andy Park divulgou uma arte conceitual revelando o design alternativo de Mantis (Pom Klementieff) em ‘Guardiões da galáxia Vol. 2′.
A imagem mostra a personagem com uma aparência mais insectoide, com uma pele amarelada e antenas mais grossas.
Confira:
“Fiz esse design para a Mantis em ‘Guardiões da Galáxia Vol 2‘. Mas, o diretor James Gunn pediu para simplificar sua aparência. Mesmo que eu tenha gostado do visual insectoide, acho que ele tomou a decisão certa. Eu nem sabia que Pom [Klementieff] seria escalada, então eu desenhei um rosto asiático qualquer.”
Uma publicação partilhada por Andy Park (@andyparkart) a
Para quem não se lembra, Mantis é uma empata capaz de sentir as emoções de quem a toca. Ela foi introduzida na sequência como uma serva do vilão Ego (Kurt Russell) e se tornou bastante popular entre os fãs.
Lembrando que James Gunn irá retornar ao posto de diretor no próximo filme da franquia.
Há algumas semanas, Karen Gillan, intérprete da Nebulosa, disse ao Yahoo! Entertainment queo cineasta já terminou de escrever o roteiro da sequência e o enredo está incrível.
“Posso dizer que já o li e ele é incrível. Estamos todos animados que James está de volta para completar sua trilogia, porque não seria certo sem ele. É um roteiro maravilhoso, maravilhoso”.
Durante o painel da Comic-Con em Paris, Gillan também comentou que adoraria que o novo filme explorasse melhor a relação entre Nebulosa e Gamora, especialmente agora que Thanos foi derrotado.
“Eu adoraria ver como será a relação entre elas agora que seu pai, a fonte do abuso, não está mais presente. Acredito que seria muito interessante ver se elas conseguem formar uma conexão normal, de irmãs que se amam.”
Vale lembrar que o diretor revelou ao Comic Book que a sequência será a despedida de Rocket nas telonas.
Além disso, ele é o único membro dos Guardiões que ainda não morreu de alguma forma. Groot se sacrificou pela equipe, Gamora foi morta por Thanos, e os outros membros ‘morreram’ no estalar de dedos do vilão.
De qualquer forma, ainda há bastante tempo de planejamento, já que o filme não está programado para a próxima fase daMarvel Studios.
Em seu perfil do Instagram, Michael Douglas publicou uma imagem caracterizado como Hank Pym e indicou que as gravações de ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ devem começar em breve.
Na legenda, o veterano surpreendeu os fãs ao revelar que já está se preparando para retornar ao trabalho.
Confira:
“Está na hora de deixar o cavanhaque crescer. Hank Pym está de volta. ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ estreia em 2022.”
Além de Douglas, o elenco conta com o retorno de Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, Paul Rudd como Scott Lang/Homem-Formiga e Evangeline Lilly como Hope Van Dyne/Vespa.
Lembrando que Cassie Lang, filha de Scott, será vivida porKathryn Newton no lugar de Emma Fuhrmann, intérprete da personagem em ‘Vingadores: Ultimato’.
Jonathan Majors também se junta ao elenco como o vilão Kang, o Conquistador.
Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvele poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemasdepois de Thanos.
A sequência é roteirizada por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), e contará com o retorno de Peyton Reed na direção.
Através do Twitter, a Marvel Studios da Índia compartilhou a data de estreia de seus próximos títulos e pegou os seguidores de surpresa.
Isso porque o remake de ‘Blade‘ foi agendado para 07 de outubro de 2022.
A proximidade da data foi recebida com espanto, já que muito pouco foi atualizado sobre a produção do longa estrelado porMahershala Ali.
O Comic Book tentou entrar em contato com o estúdio para checar a veracidade da novidade, mas ainda não obteve resposta… Então só nos resta aguardar um comunicado sobre o assunto.
Além de ‘Blade‘, os outros títulos divulgados já haviam ganhado data de estreia.
Anteriormente, o o diretor Bassam Tariqconversou com a IndieWire e prometeu aos fãs que sua versão fará tributo à trilogia original, estrelada por Wesley Snipes.
“O que é mais emocionante sobre o filme que estamos fazendo é que não houve um cânone para ‘Blade’, conforme lemos os quadrinhos e tudo o mais”, ele explicou. “Ele vivendo à luz do dia foi uma coisa estabelecida, e sabemos que não podemos negar o que Wesley Snipes fez. Um homem negro criou o mundo do super-herói em que estamos, essa é a verdade. Para mim, trabalhar com alguém tão talentoso e grandiosos quanto Mahershala Ali, e a roteirista Stacy Osei-Kuffour, estou muito honrado em trabalhar com esses talentos negros. Para mim, apenas estar com eles no quarto e ouvir e aprender conforme construo tudo isso, é realmente uma honra”.
A notícia da contratação de Tariq teve recepção bastante animada por parte dos fãs, visto que representa um passo mais perto do projeto se tornar realidade – e não demorou muito até que alguns deles expressassem seu contentamento nas redes sociais.
Confira as principais reações abaixo:
LADIES AND GENTLEMEN WE HAVE OUR BLADE DIRECTOR! Helmer Bassam is bringing the new Daywalker to life! Shout out to Marvel for giving these POC Indy directors a shot! Lets fucking GOOOOOOOOOOOOOOO!!!! https://t.co/DBy2P3YxQT
— Martin Luther Kang the Conqueror Jr #StopAsianHate (@UpToTASK) July 19, 2021
“Senhoras e senhores, temos nosso diretor de ‘Blade’! O realizador Bassam o está trazendo à vida! Aplausos para a Marvel por dar uma chance a esses diretores independentes”.
Blade now has A director, writer and a lead star. Now gimme that release date
“Queria um diretor negro para ‘Blade’, mas vou aceitar esse”.
Blade has a director! After looking up Bassam Tariq, it looks like I’ve seen an excellent documentary short that he directed called “Ghosts of Sugar Land” that’s now on Netflix. “Mogul Mowgli” looks very promising. He’s an interesting choice to direct! https://t.co/VvdHO3Jlr0
“‘Blade’ tem um diretor! Depois de procurar mais sobre Bassam Tariq, vi que ele tem um excelente documentário que se chama ‘Fantasmas de Sugar Land’, que está na Netflix. ‘Mogul Mowgli’ parece bastante promissor. Ele foi uma escolha bem interessante para a direção”.
Complaints about Blade’s new series director Bassam Tariq not being black feel weird to me. Marvel bringing in the talents of a Pakistani Muslim for this platform is massive. Together, with Stacy Osei-Kuffour and Mahershala Ali, the show will be a powerhouse of diverse talent.
“A Marvel trazer os talentos de um muçulmano paquistanês para a plataforma é incrível”.
Lembrando que as filmagens começam apenas em julho de 2022.
Recentemente, Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, afirmou que o reboot não será para maiores de 18 anos.
“Acho que direcionamos tudo o que fazemos para crianças e adultos. Eu sei que os fãs gostariam de ver um filme do ‘Blade‘ sem restrições, mas não é o caso. Acontece que o ‘Deadpool‘ já se estabeleceu como um filme Rated-R, e mudar essa proposta não cairia bem, mas isso não significa que vamos investir nessa classificação em qualquer filme.”
Ele reforçou que:
“Nunca fomos impedidos de contar boas histórias com classificações mais brandas. Se algum dia formos [impedidos], então certamente pode haver uma discussão sobre o assunto. Mas nosso modelo está dando certo até agora.”
Mahershala Ali será o protagonista titular do filme, cujo nome é ‘Blade: O Caçador de Vampiros’.
O título é uma referência direta aos primeiros quadrinhos do anti-herói criado em 1973 pelo roteirista Marv Wolfman e pelo ilustrador Gene Colan.
Por hora, ainda não há previsão de estreia para o longa.
Lançado em 2002, ‘Lilo & Stitch‘ marcou a infância de muitas crianças ao acompanhar as aventuras de Lilo pelo Havaí em companhia de um alienígena fugitivo apelidado de Stitch.
No entanto, a animação da Disney foi a primeira a dar protagonismo a uma família formada apenas por duas irmãs, Lilo e Nani, que se tornou guardiã da caçula após a morte dos pais.
Em 2013, ‘Frozen‘ resgatou a trama sobre o vínculo da irmandade entre a protagonista Elsa e sua irmã, Anna.
Por conta da popularidade de ‘Frozen‘, o título é muitas vezes descrito como a primeira animação daDisney a abordar essa relação… O que acabou desagradando o diretor de ‘Lilo & Stitch’, Chris Sanders.
Refletindo sobre o 20º aniversário de ‘Lilo & Stitch‘ em uma entrevista ao The New York Times, Sanders disse que ficou frustrado ao saber que trataram ‘Frozen‘ como tal.
“Antes de tudo, quero deixar claro que acho ‘Frozen‘ ótimo. Mas foi um pouco frustrante para mim porque as pessoas estavam tipo: ‘Finalmente fizeram um filme sobre um relacionamento não romântico com essas duas garotas’, e eu pensei: ‘Nós fizemos isso! Isso absolutamente já foi feito antes em ‘Lilo & Stitch‘.”
O produtor Clark Spender acrescentou que:
“Quando o filme saiu, foi sobre isso que muitos críticos falaram, a relação entre as duas irmãs em momentos que foram baseados na realidade. Fizemos isso de uma maneira que as pessoas pudessem se enxergar porque não parece que Lilo e Nani eram personagens de desenhos animados.”
Com um orçamento de US$ 80 milhões, ‘Lilo & Stitch‘ arrecadou US$ 273 milhões pelo mundo, o que garantiu uma sequência e uma série animada, além de um derivado intitulado ‘Leroy & Stitch‘ (2006).
Mesmo assim, Guggenheim não foi incluído no novo Universo DC que está tomando forma sob a supervisão de James GunnePeter Safran.
Em um texto publicado em seu blog pessoal e compartilhado pela Entertainment Weekly, Guggenheim admitiu que estava animado quando lhe disseram ele poderia ter um papel de destaque nos filmes do estúdio depois do ambicioso crossover de ‘Crise nas Infinitas Terras’.
O especial entrelaçou as tramas das séries mencionadas acima, mostrando os heróis lutando contra o possível apocalipse em diversas realidades alternativas.
Inclusive, Guggenheim financiou a adaptação com cerca de US$ 10 mil de seu próprio bolso… No entanto, o cineasta nunca recebeu nem uma ligação para fazer parte do time de roteiristas dos projetos encabeçados por Gunn e Safran.
“O projeto, uma adaptação live-action de uma série seminal de quadrinhos que causou uma impressão significativa em minha psique, foi mais do que um trabalho de amor”,escreveu Guggenheim. “Foi um trabalho em todos os aspectos e um projeto em que gastei cada grama de capital que acumulei no desenvolvimento de programas relacionados à DC Comics para a Warner Bros. durante um período de oito anos. Eu pedi todos os favores que podia. Eu apostei cada ficha. Até gastei US$ 10 mil do meu próprio bolso.”
Ele continuou:
“Depois disso, meu telefone não tocou. ‘Fora do gancho’ ou não. Os fãs adoraram o que fizemos. Houve tweets. Houve postagens. Houve memes. Houve muita discussão. Sou profundamente grato por isso. Trabalhando nesses programas, sempre nos lembramos de que o oposto do amor não é o ódio, é a apatia e, não importa o que aconteça, nunca houve apatia da nossa parte. Diferente dos membros de Hollywood.”
Guggenheim decidiu revelar tudo isso depois que Gunn anunciou os membros de sua sala de roteiristas.
“Basta dizer que não estou nesse grupo. Não estou particularmente surpreso. Na verdade, presumi que eles reuniriam algum tipo de equipe para fazer no cinema algo parecido – e maior – com o que fizemos na TV, algo que tivesse uma visão tão ambiciosa quanto o Universo DC merece. Mas vou ser sincero: gostaria de ter sido incluído pelo menos em uma reunião.”
Por fim, ele resumiu sua frustração ao escrever:
“Simplificando, o Arrowverse não levou a nenhuma outra série conectada com o que está por vir, então parece – pelo menos a nível de carreira – que eu realmente perdi meu tempo.”
Relembre o trailer de ‘Crises nas Infinitas Terras’:
O Prime Video finalmente lançou a segunda temporada de ‘Reacher‘, baseada em Bad Luck and Trouble, o 11º livro da série best-seller global de Lee Child.
Na segunda temporada, o veterano investigador da polícia militar Jack Reacher recebe uma mensagem codificada de que os membros de sua antiga unidade do Exército dos EUA, a 110ª MP de Investigações Especiais, estão sendo misteriosa e brutalmente assassinados um por um. Para desvendar os culpados e as razões por trás dos crimes, Reacher se reúne com três de seus ex-companheiros de equipe: Frances Neagley (Maria Sten), Karla Dixon (Serinda Swan) e David O’Donnell (Shaun Sipos).
Além de conquistar 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, a adaptação estrelada por Alan Ritchson (‘Titãs’) está conquistando os assinantes da plataforma de streaming.
Nas redes sociais, os elogios vão desde à condução da trama, às cenas de ação e a entrega de Ritchson, que parece ter encontrado o papel de sua vida ao interpetar o famoso agente secreto.
“Reacher” voltou para sua 2ª temporada tão divertida quanto partiu. Chega para fechar um ano irregular do Prime Video em matéria de séries, ainda assim com mais altos do que baixos, no positivo. #Reacherpic.twitter.com/X6D3cgDaqP
Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.
Vale lembrar que a saga já foi adaptada para as telonas em dois longas estrelados por Tom Cruise, ‘Jack Reacher: O Último Tiro‘ (2012) e ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ (2016). Juntos, os dois filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente.
Gênero do terror italiano antecedeu a eclosão de filmes slasher nos EUA
Lançada em 2021, a trilogia de filmes Rua do Medo da Netflix é inspirada em uma série de 51 livros publicados entre 1989 e 1997 escritos por R. L. Stine. De imediato é notável a inspiração das adaptações no modelo de filmes slasher iniciados nos anos 70 mas que se tornaram uma verdadeira febre na década de 80; muito por conta de seu baixo custo de produção e alta procura do público por esse tipo de entretenimento.
Ainda assim, o slasher não foi um fenômeno original, mas sim uma adaptação da indústria cinematográfica norte-americana ao subgênero italiano do giallo. Traduzido de maneira direta, o termo significa amarelo, sendo uma referência a um antigo título de história pulp (literatura popular e com temática criminal) intitulado IL Giallo Mondadori cuja capa possui um fundo amarelo.
De forma abrangente ambos os estilos possuem similaridades e diferenças, as chamadas “regras” por assim dizer. Enquanto que o slasher se popularizou por colocar personagens adolescentes em rota de colisão com algum assassino em série priorizando as cenas de execução, o giallo era mais abrangente e se preocupava muito mais em fornecer pistas ao longo do filme até que finalmente a identidade do antagonista fosse revelada. Dito isso seguem três Giallos que marcaram época e o terror.
3) O que vocês fizeram com Solange?
Quando os créditos de abertura começam, ao som da trilha de Ennio Morricone, mostrando uma coloração alaranjada e um grupo de jovens pedalando despreocupadas enquanto a câmera as acompanha em uma atmosfera voyeurística fica a sensação natural de que algo ruim vai acontecer. Em 1972 esse tipo de percepção não era comum em filmes de terror, principalmente quando envolvia jovens.
Seguindo as regras do gênero, o diretor Massimo Dallamano estabelece o assassinato de determinado personagem logo de início sendo testemunhado por um casal; a problemática, no entanto, é que o casal é composto por um professor e uma aluna de um colégio próximo à cena do crime. Não demora até que mais mortes começam e, num estilo similar ao que Hitchcock chamava de “pessoa errada no local errado”, esse mesmo professor passa a ser considerado um suspeito.
Um ano depois da obra acima, foi a vez do diretor Sergio Martino lançar sua nova empreitada no giallo (anteriormente ele tivera uma experiência com Lo Strano Vizio della Signora Wardh em 1971) com Torso, filme que segue caminho similar ao de O que vocês fizeram com Solange? no que consta um assassino que visa estudantes universitárias, porém, a partir do segundo ato o diretor opta por um caminho alternativo.
Após a protagonista suspeitar que um homem seja o culpado, pois o mesmo utilizava um cachecol similar aos que eram usados para sufocar as vítimas, ela não se torna paranoica com a possibilidade que ele venha atrás dela, como realmente leva a história para um modelo de gato e rato. Junto a algumas amigas ela passa um tempo em uma casa de veraneio isolada e é por ali que todas precisarão sobreviver à fúria do assassino.
O diretor Dario Argentoé um dos nomes mais cultuados do terror italiano, tendo uma ligação profunda com narrativas que mergulham no sobrenatural. Ainda assim, até ele teve sua aventura pelo giallo com Prelúdio para Matar, obra que não foge a regra do que havia sido estabelecido para o subgênero em anos anteriores. Praticamente todos os elementos estão aqui: assassino com identidade mantida a sete chaves, modelo de narrativa “pessoa errada no local errado”, cenas com violência explícita.
Porém, há alguns momentos em que Argento brinca com o espectador a respeito da identidade do criminoso, fornecendo pistas em certas cenas que a primeira vista podem passar despercebidas; em uma segunda conferida é possível pescar todos os detalhes e realmente perceber que a identidade do antagonista esteve na cara do protagonista desde o início.
A tão aguardada quinta e última temporada de ‘Stranger Things‘ receberá o talento do diretor Dan Trachtenberg, conhecido por ‘O Predador: A Caçada‘ e ‘Rua Cloverfield, 10‘, em um dos episódios.
Em uma recente entrevista, Trachtenberg compartilhou detalhes sobre seu envolvimento na série da Netflix e descreveu brevemente o episódio que está dirigindo.
Durante uma conversa com a Variety, Trachtenberg expressou entusiasmo pelo roteiro de seu episódio e falou sobre sua animação em trabalhar na série, apesar de não ter uma vasta experiência em dirigir episódios avulsos de séries.
“Li meu episódio e estava me preparando antes da greve. Posso dizer que é incrível. Eu realmente não fiz um episódio avulso de uma série de TV antes. Eu me apeguei a fazer pilotos e filmes, mas ‘Stranger Things’ me conquista pelo coração. Os irmãos Duffer são incríveis, e temos muito em comum. Com esta sendo a última temporada e ouvindo um pouco sobre o que poderia ser um episódio que eu poderia fazer, fiquei animado”, disse Trachtenberg.
Originalmente, as filmagens do ciclo final estavam previstas para começarem durante o verão norte-americano (período que engloba os meses entre junho de agosto). Infelizmente, é impossível prever até quando a greve dos atores e roteiristas irá durar.
Vale lembrar que a greve anterior dos roteiristas, que aconteceu em 2008, se estendeu por um período de 100 dias – no qual diversas produções cinematográficas e, principalmente, televisivas foram profundamente afetadas.
‘Pânico 7’ promete ser um novo começo para a franquia após a turbulenta saída de Melissa Barrera, Jenna Ortega e do diretor Christopher Landon. O novo filme marcará o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, a estrela original da série.
De acordo com DanielRPK, além de Campbell, Courteney Cox (Gale Weathers) também está de volta à franquia. Embora seu retorno ainda não tenha sido oficialmente confirmado, o jornalista afirma que ela já assinou o contrato.
DanielRPK destaca que Campbell e Cox serão novamente as protagonistas do terror. Além disso, revela que o filme buscará jovens atores para interpretarem a família de Sidney.
Segundo rumores compartilhados por Daniel Richtman, os produtores do filme estão procurando dois atores para interpretarem os filhos de Sid. O filme será focado na família dela, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e os dois filhos.
‘Pânico 7’ enfrentou uma verdadeira tempestade, com a demissão da estrela da saga Melissa Barrera (Sam Carpenter), seguida por Jenna Ortega (Tara Carpenter) e a saída do diretor Christopher Landon do projeto.
Além das duas, Patrick Dempsey está em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.
Roger Nores, amigo de Liam Payne que pode ser indiciado pela morte do cantor, falou recentemente sobre sua convivência com o artista, revelando que o vício em drogas de Payne estava piorando consideravelmente.
Segundo o TMZ, Nores afirmou que a dependência química de Liam o colocou “perto da morte”em várias ocasiões.
Nores contou que Liam passou o último ano indo e voltando de reabilitação na tentativa de superar o abuso de substâncias. No entanto, ele afirmou que o tratamento não foi eficaz e que o vício de Liam se agravou, a ponto de ele recorrer a drogas mais pesadas, como heroína.
Em setembro de 2023, segundo Nores, Liam sofreu uma “intoxicação grave”, que quase o matou e o levou a uma internação de três dias em um hospital na Itália.
Nores também afirmou que Liam foi hospitalizado novamente duas vezes em Londres no final de 2023. Em uma dessas ocasiões, ele precisou ser transportado de ambulância e reanimado.
Apesar do suposto episódio de quase-morte, Roger disse que o vício de Liam piorou ainda mais este ano. Ele contou que o cantor foi para a reabilitação na Espanha em março, saiu antes de concluir o tratamento, teve uma recaída em abril e precisou ser reanimado novamente.
Roger defende que não é o culpado pela morte de Liam, afirmando: “Eu fui um amigo que o amava muito, que o ajudou de forma altruísta em tudo o que pude, que gastou meu próprio dinheiro para ajudá-lo, e mesmo assim não foi o suficiente”.
Vale lembrar que Nores pode ser indiciado por abandono, relacionado à morte de Payne.
A investigação liderada pelo promotor Andrés Esteban Madrea revelou a existência de “conduta ilícita” em relação à morte do cantor. A declaração oficial indicou que “três pessoas foram acusadas pelos crimes de abandono de pessoa seguida de morte, fornecimento e facilitação de narcóticos”.
“Desde o início da investigação e em poucos dias, medidas e ações meticulosas e exaustivas foram tomadas para esclarecer as circunstâncias que envolvem a morte do artista”, afirmo a declaração oficial.
“Como resultado das provas reunidas e após a análise dos diversos corpos de provas e dos numerosos anexos documentais e do histórico do caso, a promotora Andrea Madrea acusou formalmente três pessoas, solicitando sua denúncia e detenção em um relatório de 180 páginas apresentado na última sexta-feira ao juiz Bruniard”, afirmou a promotoria.
De acordo com os promotores, um dos acusados, que acompanhava Liam diariamente durante sua estadia em Buenos Aires, foi acusado de abandono de incapaz seguido de morte. Esse indivíduo também foi acusado de fornecer e facilitar o fornecimento de narcóticos.
O segundo réu, um funcionário do hotel, é acusado de fornecer cocaína a Liam Payne durante sua estadia no local. O terceiro acusado também foi responsabilizado por fornecer narcóticos ao cantor pop.
Como parte da investigação, a polícia apreendeu nove celulares, três computadores, dois discos rígidos e um pote de maconha. Além disso, as autoridades realizaram buscas em nove locais, sendo que oito estão relacionados aos três acusados.
O nono local é o quarto alugado por uma das duas mulheres que, segundo relatos, estiveram com Payne algumas horas antes de sua morte.
Segundo informações do The Guardian, Liam Payne faleceu devido a múltiplos traumas e sangramentos internos e externos provocados por uma queda de uma sacada no terceiro andar de um hotel em Buenos Aires.
A autópsia confirmou que as lesões na cabeça do pop star foram suficientes para resultar em sua morte.
As investigações também indicaram que ele estava sozinho no momento da queda. Cinco testemunhas foram ouvidas, e substâncias apreendidas em seu quarto sugeriram o consumo de álcool e drogas.
O paramédico que atendeu o artista compartilhou detalhes sobre como ele foi encontrado após a queda do terceiro andar. Em uma entrevista ao La Nación, o paramédico Alberto Crescenti explicou o ocorrido.
“Quando os oficiais chegaram, o responsável do hotel informou que ouviu um forte barulho na parte interna traseira do estabelecimento e constatou a morte de um homem que havia se jogado da varanda do seu quarto”, constou no boletim policial.
Após a chegada da equipe médica, o artista foi identificado por meio de seu passaporte como Liam Payne. “Até que não tivéssemos o passaporte com seus dados precisos, não queríamos divulgar nenhuma informação”, admitiu Crescenti.
“Gostaríamos de ter tido uma chance para ele, mas as lesões que ele apresentava eram gravíssimas”, lamentou. “Acredito que a queda foi de quase 14 metros. A equipe não pôde fazer nada; não houve possibilidade de reanimação. Todo o corpo apresentava lesões severas”, acrescentou o especialista.
“Depois, soubemos que ele era o cantor de um grupo musical”, indicou Crescenti.
Em junho de 2021, ele lutou contra o vício em álcool e medicamentos prescritos em um momento, e as coisas ficaram tão ruins que ele teve pensamentos suicidas “graves”.
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