‘Toy Story 4’ levou para casa o prêmio de Melhor Animação na última edição do Oscar. Os realizadores Josh Cooley, Mark Nielsen e Jonas Riveraaceitaram a estatueta, que foi entregue exatos dez anos depois que ‘Toy Story 3’ foi condecorado.
Esse foi o 10º filme da Pixar a ganhar na categoria desde que ela foi criada em 2001. O longa agora faz parte do seleto grupo composto também composto por ‘Procurando Nemo’, ‘Os Incríveis’, Ratatouille’, ‘WALL-E’, ‘Up – Altas Aventuras’, ‘Divertidamente’ e ‘Viva – A Vida É uma Festa’.
Dirigido por Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.
Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.
A partir do quarto de um motel nos EUA, a série explora as histórias dos personagens que passam por esse quarto em uma noite qualquer, oferecendo uma nova descoberta a cada semana, contando histórias de pessoas comuns que lutam por uma conexão e significado dentro de um único quarto.
Roald Dahl pode não soar familiar à prima vista, mas suas obras certamente fizeram parte da infância de diversas pessoas – não apenas das gerações mais velhas, mas através de releituras de seus clássicos para os dias de hoje. O romancista inglês é simplesmente a mente por trás das narrativas mais fantasiosas e envolventes do século passado, incluindo ‘Matilda’, ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’ e ‘O Bom Gigante Amigo’. Entretanto, uma de suas histórias permanece assombrando os leitores desde seu lançamento na década de 1980: ‘Convenção das Bruxas’. O enredo, centrado em um clã de feiticeiras que odeiam crianças e que se reúnem para transformar todas elas em ratos, foi levado aos cinemas pela primeira vez em 1990 e colocou Anjelica Huston nos holofotes como a amedrontadora e perigosa Grande Bruxa, comandante suprema de uma horda de criaturas horrendas que desejavam levar o caos para o mundo inteiro.
Não demoraria muito até que essa obra-prima do cinema, revisitada diversas vezes por fãs inveterados do gênero ou até mesmo por apaixonados pela mitologia em questão, ganhasse uma nova versão para a contemporaneidade. Outrora abraçado por Guillermo del Toro, Robert Zemeckis acabou tomando conta do projeto, criando uma perspectiva única – como fizera com ‘De Volta para o Futuro’, ‘Os Fantasmas de Scrooge’ e ‘O Expresso Polar’ -, apesar de resvalar em certos equívocos amadores e fórmulas datadas. O resultado, apesar de encontrar obstáculos no meio do caminho, cumpre a promessa de divertir através de um elenco de ponta e de charmosos e dinâmicos visuais que não em quase nenhum momento – e que são guiados pela maravilhosa e arrepiante rendição de Anne Hathaway como a antagonista.
A história se aproxima um pouco mais do romance original e, ao mesmo tempo, é cauteloso ao manter a essência do longa dirigido por Nicolas Roeg trinta anos atrás. É notável as inspirações que Zemeckis drena tanto da primeira releitura cinematográfica, como a sequências em que as crianças são transformadas em ratos, mas também o modo como procura honrar o legado de Dahl ao remodelar a estética das bruxas (optando por uma imagética mais clean e fora dos padrões quase surrealistas do filme predecessor) e ao manter o anonimato do herói principal (que havia ganhado o nome de Luke em 1990). Aqui, Jahzir Kadeem Bruno encarna o personagem principal, um jovem garoto de oito anos chamado Charlie que perdeu os pais num acidente de carro e foi morar com sua avó, Agatha (Octavia Spencer) – apenas para descobrir que seus problemas estavam longe de terminar.
Quando Charlie cruza caminho pela primeira vez com uma das malignas feiticeiras, sua avó conta a ele tudo o que sabe sobre elas, ainda mais por ter perdido a melhor amiga quando criança em virtude de uma caçada sem fim. Elas escondem sua forma corporal (garras no lugar de dedos, pés decepados, bocas estiradas com dentes afiados e uma grande careca cheia de irritações) com máscaras, peruca se um senso de beleza surpreendente, ludibriando crianças com doces enfeitiçados apenas para dar o bote quando bem entenderem. Os dois resolvem fugir para um hotel para não serem encontrados – mas esbarram em uma legião de bruxas que está pronta para dar o próximo passo em seu condenável plano.
Para aqueles não familiarizados com a história, o garoto é pego por uma das bruxas e transformado em rato ao lado de outro chamado Bruno (Codie-Lei Eastick) e sua ratinha de estimação, Daisy, que revela ser uma criança enfeitiçada chamada Mary (Kristin Chenoweth). O trio, determinado a dar um basta nessa loucura toda, recorrer à enferma Agatha, que se sente culpada por tudo aquilo ter acontecido e também se junta a eles para encontrar uma cura – e, diferente do que poderíamos esperar, o final feliz através de uma aceitação de que as coisas nem sempre saem do jeito que queremos, e sim do jeito que estão predestinadas a ser. Em outras palavras, as crianças não voltam à forma humana, mas permanecem como ratos e utilizam sua experiência para impedir que outros jovens caiam nas garras das bruxas.
Eventualmente, o filme é bastante aprazível – mas não acerta em cheio em todos os aspectos. Enquanto a gloriosa veia artística de Zemeckis transparece mais uma vez em um cenário quase teatral, recheado de cores vibrantes, práticas mímicas expressionistas e uma caprichosa trilha musical assinada por Alan Silvestri (que utiliza com nostalgia pura os trejeitos do mickey-mousing e da proposital redundância cênica), a importância dos personagens é colocada em xeque quando o roteiro decide canalizar todos os esforços para momentos-chave – ou seja, as partes fragmentadas são melhores que o todo: Hathaway faz um excelente trabalho que, por mais que não chegue aos pés de Huston, coloca suas próprias características a uma complexa e temível personagem, com trejeitos interessantes e por vezes forçados. Spencer também ganha seu protagonismo, apesar de ser ofuscada por seus colegas – e Stanley Tucci, encarnando o gerente do hotel Sr. Stringer, é tão desnecessário quanto a multidão de figurantes que transborda pelos corredores.
Mesmo esquecível, o remake de ‘Convenção das Bruxas’ tem uma momentânea importância para um período tão obscuro quanto o que passamos: sem querer dizer mais do que consegue, ele é divertido e destinado essencialmente a um público infantil que merece conhecer essa clássica e tragicômica história – e compreender suas sublimes mensagens de empatia e de cuidado.
A The CWa promo oficial de “Silence”, segundo episódio da 1ª temporada de ‘Kung Fu’.
Na trama, “quando tentar se ajustar à vida de volta em casa não vai como o planejado, Nicky pede ajuda a Henry a embarcar em sua caçada por Zhilan. Enquanto isso, à medida que Jin anseia pela normalidade, Mei-Li não está tão otimista. Finalmente, deopis de estender a mão para uma mulher em necessidade, Nicky encontra a claridade mental da qual desesperadamente precisava”.
O elenco da série conta com Olivia Liang, Tony Chung, Ludi Lin (‘Mortal Kombat’), TziMa, Kheng Hua Tan, Jon Prasida, Gavin Stenhouse, Shannon Dang, Gwendoline Yeo e Eddie Liu.
Confira a sinopse oficial:
“Uma crise de identidade faz com que uma jovem chinesa-americana (Liang) abandone a faculdade e faça uma jornada que mudará sua vida, em um mosteiro isolado na China. Mas ao voltar para casa, ela vai encontrar sua cidade natal invadida por crimes e corrupção e decidirá usar suas habilidades em artes marciais e os valores de Shaolin para proteger sua comunidade e levar criminosos à justiça… à medida que também procura o assassino que matou o seu mentor Shaolin e que agora está atrás dela”.
Os contos de fada fazem parte do imaginário popular há séculos e, geração a geração, ganham uma nova roupagem que permitem que o público se encante com histórias de amor, enredos mirabolantes e um toque de magia. Talvez essa seja a razão de tais narrativas serem revisitadas, desconstruídas e entregues a públicos de diferentes idades que merecem ter uma chance de conhecer alguns dos personagens mais icônicos e memoráveis da cultura mundial – como Rapunzel, Branca de Neve e Bela Adormecida, por exemplo.
Nesse quesito, é quase automático nos recordarmos dos recentes esforços dos estúdios Walt Disney em reviver suas clássicas animações em remakes em live-action, que se tornaram um sucesso de bilheteria e, apesar dos tropeços, deram vida a títulos sólidos o bastante para nos divertir. Agora, chegou a vez da Amazon Prime Video apostar fichas em uma releitura mais contemporânea e desengajada que suas predecessoras de ‘Cinderela’, trazendo a popstar indicada ao Grammy, Camila Cabello, na roupagem da Gata Borralheira. Entretanto, mesmo com as puras intenções emanando do longa-metragem, o resultado é extremamente aquém do esperado e desperdiça talentos do cenário do entretenimento em prol de um amontoado de acontecimentos sem pé nem cabeça.
O filme é comandado por Kay Cannon, que fez sua recente estreia diretorial com o elogiado ‘Blockers’, além de ter assinado o roteiro da burlesca trilogia ‘A Escolha Perfeita’ e das séries ‘Girlboss’ e ‘New Girl’. Ainda que com uma carreira não muito prolífica, Cannon já vem firmando seu nome há alguns anos e, querendo ou não, foi uma escolha interessante para integrar a família Amazon – afinal, o título seria uma ótima plataforma para colocar a si mesma no centro dos holofotes. Aqui, ela se alia aos roteiristas Brian e Jim Kehoe para uma investida similar ao conto original, mas que difere em diversos pontos: Cinderela, nessa versão, vive sim com a madrasta (Idina Menzel) e com as meias-irmãs (Maddie Baillio e Charlotte Spencer), mas foge um pouco da calcada construção a que foi submetida no passado.
A jovem não tem o sonho de encontrar seu príncipe encantado e sair de uma vida de miséria para alcançar o final feliz; essa felicidade é traduzida por outro desejo – o de abrir seu empreendimento como estilista de moda, almejando à oportunidade de tirar do papel desenhos de belíssimos vestidos e conseguir deixar para trás tristes eventos que tiraram a vida da mãe e do pai. É através desse contexto que o desenrolar da história toma outras proporções, incluindo seu primeiro encontro com o príncipe herdeiro, Robert (Nicholas Galitzine), e a tão aguardada cena do baile, que carrega outros motivos além do enlace romântico.
Levando em consideração que todos os tipos de narrativas, em dado momento, já foram contadas, mudar o foco do atemporal enredo, mesmo que não abandonando todas as suas características, é uma ideia interessante de trazê-la à nova geração – e aliá-la a uma bem-vinda ideologia de empoderamento e independência. Cinderela não precisa de ninguém e deixa isso bem claro desde os primeiros momentos do longa; ter alguém ao seu lado não é imprescindível, mas sim uma espécie de elemento a mais, ainda mais se esse alguém for apoiá-la em suas decisões. Ela tem uma ideia do que quer e de como vai torná-la realidade (algo um tanto quanto anacrônico, quando pensamos na construção de época que Cannon nos entregou) – mas é aí que as explorações temáticas se estagnam, recorrendo à obviedade de fórmulas vencidas.
À parte das mensagens de união e de perseverança que despontam profusamente pela obra, nada é muito ousado. Os arcos dos personagens oscilam de um onirismo épico à bem-humorada quebra de expectativa, como se pertencentes a uma dosagem desequilibrada de como o roteiro deve funcionar. Cabello, fazendo sua estreia oficial como atriz, não tem muito material com o que trabalhar, mas faz bom uso de seu carisma e de seus conhecidos vocais; Billy Porter, que encarna uma fabulosa interpretação da fada-madrinha, tem seu talento desperdiçado ao aparecer por brevíssimos minutos em uma esquecível sequência musical – apesar de seus vocais combinarem em perfeição com “Shining Star”, do grupo Earth, Wind & Fire; Menzel, lendária atriz da Broadway, também não consegue fugir muito da vilã estereotipada, encontrando redenção em uma circinal transição deus ex machina descartável.
Nem mesmo a estética do filme parece funcionar do jeito que deveria: os cenários parecem terem sido construídos em frenesi, fragmentando-se uns aos outros e dentro de si próprios, como se não fizessem parte de períodos ou espaços específicos; com exceção de um ou dois figurinos (que incluem o contraste entre a haute couture da Fada-Madrinha e do exagero camp da madrasta e das meias-irmãs), a inspiração é deixada de lado e não causa a admiração que esperávamos; as coreografias mergulham em pré-fabricações de baixo orçamento que emulam outras bem melhores (há, inclusive, um infeliz meneio para a aventura cômica ‘Uma Garota Encantada’ que desponta no meio do longa); e, por fim, as versões de músicas como “Let’s Get Loud”, “Seven Nation Army” e “Am I Wrong”, por exemplo, funcionam apenas como um grande rip-off.
Bons propósitos não são o suficiente para salvar filmes medíocres do esquecimento – e ‘Cinderela’ faz parte desse extenso grupo de títulos. Cannon, aqui, cria uma obra especificamente para os fãs de Cabello, que podem vê-la usando e abusando de seus poderosos vocais; mas, para aqueles que desejam algo mais tragável, a releitura de Kenneth Branagh com Lily James é melhor em todos os aspectos.
A Netflix divulgou o trailer LEGENDADO de ‘Cuphead – A Série‘, produção baseada na clássica franquia de jogos homônimos.
A produção será lançada na plataforma no dia 18 de fevereiro.
Confira:
Ai que nostalgia! Só quem já passou nervoso tentando passar de fase sabe. Cuphead é a minha nova série animada e estreia dia 18 de fevereiro. ☕ pic.twitter.com/NfAudfo1HV
A série gira em torno do personagem-título e seu irmão Mugman. Chad e Jared Moldenhauer, criadores do game, entram como produtores executivos.
Lançado pelos estúdios MDHR, ‘Cuphead’ traz em sua narrativa os dois protagonistas supracitados e outros demônios e robôs com estéticas reminiscentes dos anos 1930. O estilo artístico único foi um dos principais elementos aclamados pela crítica especializada e, por isso, espera-se que ele seja incorporado na adaptação seriada.
A produção seguirá as desventuras singulares do impulsivo Cuphead e seu cauteloso, mas facilmente influenciável, irmão Mugman. Apesar dos diversos perigos surreais nas Ilhas Inkwell, eles sempre se protegem.
O jogo original tornou-se um dos maiores sucessos da companhia, vendendo milhões de cópias ao redor do mundo e inspirando uma linha inteira de brinquedos e artigos colecionáveis.
A AMC divulgou o novo trailer oficial de ‘Moonhaven‘, série futurística sobre uma colônia humana construída na Lua.
A produção tem estreia marcada para o dia 7 de julho.
Confira:
Peter Ocko (‘Black Sails’) entra como roteirista e produtor da série.
Cem anos no futuro, a trama gira em torno de Bella Sway (Emma McDonald), uma piloto de carga lunar e contrabandista que é acusada de um crime e abandonada em Moonhaven, uma comunidade utópica situada em um Jardim do Éden construído na Lua para encontrar soluções para os problemas que logo acabarão com a civilização na Mãe Terra.
Cética no Paraíso, Bella é sugada por uma conspiração para obter o controle da inteligência artificial responsável pelos milagres de Moonhaven, e se junta a um detetive local para deter as forças que querem destruir a última esperança da Terra antes que eles mesmos sejam destruídos.
O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.
Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.
A CW divulgou a sinopse oficial de “Forever and Always”, sétimo episódio da 3ª temporada de ‘Superman & Lois‘.
Na trama, “Lois e Clark investigam Bruno Mannheim, começando com suas conexões ao Centro Médico de Hob’s Bay, enquanto Jonathan e Jordan surtam em casa após o diagnóstico de Lois. Enquanto isso, Matteo vem para Smallville para conhecer John Henry pela primeira vez. Por fim, Sarah e Chrissy começam a quebrar o gelo”.
O capítulo vai ao ar no dia 02 de maio.
Criada por Greg Berlanti e Todd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle Chriqui, Inde Navarrette, Erik Valdez, Alexander Garfin e Dylan Walsh.
Na trama, um cão chamado Reggie (Ferrell) é abandonado por quem ele acreditava ser seu melhor amigo, então decide se unir a outros cães de rua, Bug (Foxx), Hunter (Randall Park) e Maggie (Isla Fisher), para planejar uma vingança contra de seu antigo dono, Doug (Will Forte).
Apesar de parecer uma história divertida, o longa dirigido por Josh Greenbaum amargou apenas 54% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
Das 164 críticas publicadas, 89 são positivas, enquanto 75 são negativas.
Confira as análises:
“A união entre o diretorJosh Greenbaum e o roteirista Dan Perrault não faz de ‘Ruim pra Cahorro‘ um de seus melhores trabalhos. A característica mais satisfatória dessa comédia canina sem brilho é o tempo de execução abençoadamente curto.” – Chicago Reader.
“Sim, ‘Ruim pra Cachorro‘ é engraçado, mas também é misturado com uma boa quantidade de reflexão. No final, é um filme de amigos estrelado por cachorros — e é muito melhor do que o esperado.” – Kaplan vs Kaplan.
“‘Ruim pra Cachorro‘ é uma história repetitiva que se estende por 90 minutos. É o tipo de comédia que poderia usar aquelas risadas de fundo para forçar emoções que não vêm do público.” – Double Toasted.
“Enquanto as piadas ocasionalmente erram o alvo, ‘Ruim pra Cachorro’ se compromete com seu truque e reúne um excelente elenco cômico. O ridículo nem sempre supera uma história que é bem previsível, mas certas piadas são criativas.” – Flick Fan Nation.
“Embora ‘Ruim pra Cachorro‘ possa não ser um filme para todos, se você gosta de humor sem sentido e de rir de coisas que não deveria, certamente vale a pena dar uma olhada. O filme irá surpreendê-lo com algumas das importantes mensagens que transmite ao seu público.” – Subculture Entertainment.
Quando Reggie, um Border Terrier ingênuo e implacavelmente otimista, é abandonado nas ruas da cidade por seu dono, Doug, Reggie tem certeza de que seu amado dono nunca o deixaria de propósito. Mas quando Reggie se envolve com um Boston Terrier falador e desbocado chamado Bug, um vira-lata que ama sua liberdade e acredita que os donos são otários, Reggie finalmente percebe que estava em um relacionamento tóxico e começa a ver Doug como o desprezível sem coração que ele é. Determinados a buscar vingança, Reggie, Bug e os amigos de Bug – Maggie, uma inteligente pastora australiana que foi deixada de lado pelo novo cachorrinho de seu dono, e Hunter, um Dogue Alemão ansioso que está estressado por seu trabalho como um animal de apoio emocional – juntos traçam um plano e embarcam em uma aventura épica para ajudar Reggie a encontrar o caminho de casa… e fazer Doug pagar mordendo o que ele mais ama.
A trilogia ‘Homem-Aranha’ estrelada por Tobey Maguire permanece como uma das sagas de super-heróis mais adoradas pelo público – e, ao que tudo indica, um quarto capítulo pode entrar em desenvolvimento muito em breve.
Segundo o perfil do X @LukasASoaresRM, o diretor Sam Raimi afirmou em um recente evento que ‘Homem-Aranha 4’ pode acontecer simplesmente porque ele tem o mesmo desejo do público.
“Se realmente acontecer, será no momento certo”, Raimi afirmou.
Anteriormente, Raimi discutiu a possibilidade de um ‘Homem-Aranha 4’ após sua experiência dirigindo ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.
“Após dirigir ‘Dr. Estranho’, percebi que tudo é viável, realmente qualquer coisa dentro do universo Marvel, seja uma colaboração inusitada ou não”, ele compartilhou.
“Tenho um grande afeto por Tobey e Kirsten Dunst. Acredito que todas as possibilidades estão em aberto. No momento, não possuo uma narrativa ou planos definidos. Desconheço o interesse da Marvel nesse sentido. Não sei qual é o pensamento deles. Não busquei ativamente essa oportunidade. Porém, seria uma experiência enriquecedora. Mesmo que não se tratasse de um filme do Homem-Aranha, seria um prazer colaborar novamente com Tobey, em um papel diferente”.
Lembrando que a última vez que Tobey Maguire interpretou o papel do Homem-Aranha e Thomas Haden Church assumiu o papel do Homem-Areia foi em ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’.
2019 foi um ótimo ano para o cinema – principalmente para o gênero animado.
Dentre as inúmeras produções do gênero que foram lançadas, tivemos o retorno de uma das franquias mais amadas de todos os tempos, ‘Toy Story’, para um antecipadíssimo quarto capítulo (e uma suposta conclusão que agora sabemos não ser verdade, considerando a confirmação de uma quinta iteração pela Casa Mouse), além do encerramento da icônica trilogia ‘Como Treinar o Seu Dragão’.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco longas-metragens de animação que completam cinco anos em 2024.
Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu título favorito:
Ninguém poderia imaginar que um filme natalino faria um sucesso tão grande quanto ‘Klaus’. A animação da Netflix fez um estrondo enorme quando lançada, conquistando aclame por parte da crítica e inclusive recebendo uma indicação ao Oscar pelo trabalho impecável do diretor e roteirista Sergio Pablos.
Na trama, Jesper (Jason Schwartzman), o pior aluno da Academia de Carteiros, é enviado a uma ilha gélida no Círculo Polar Ártico onde os moradores mal se falam e muito menos trocam cartas. Ele está prestes a desistir, mas acaba fazendo amizade com Klaus (J.K. Simmons), um misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma cabana cheia de brinquedos artesanais. Essa amizade estranha devolve a alegria à cidade e cria uma nova era de vizinhos generosos, sabedoria e meias mágicas penduradas na chaminé.
UM ESPIÃO ANIMAL
‘Um Espião Animal’ pode até ter passado longe do seu radar, principalmente por ter sido ofuscado por outras produções animadas que dominaram o cenário mainstream – mas é inegável o caráter simples e prático desse projeto.
Na trama, o superespião Lance Sterling (Will Smith) e o cientista Walter Beckett (Tom Holland) são completamente opostos. Lance é sofisticado, elegante e atraente. E Walter… não. Mas a habilidade social que falta em Walter é compensada por sua esperteza e uma fantástica capacidade de inventar, o que o permite criar apetrechos incríveis para Lance usar em suas missões épicas. Mas quando algo inusitado acontece, Walter e Lance terão que confiar um no outro de um jeito completamente diferente. E se essa dupla estranha não conseguir trabalhar como um time, o mundo todo estará em perigo.
Quando todos esperávamos que ‘Toy Story 3’ havia concluído a aclamada franquia da Pixar com uma potente e emocionante história, somos surpreendidos com o lançamento de mais uma iteração da saga de Woody e Buzz que, de certa forma, emerge como um “recomeço” para essa jornada que conquistou gerações.
Na trama, Woody sempre teve certeza sobre o seu lugar no mundo e que sua prioridade era cuidar de sua criança, seja Andy ou Bonnie. Mas quando Bonnie adiciona um relutante novo brinquedo chamado Garfinho ao seu quarto, uma aventura na estrada ao lado de velhos e novos amigos mostrará a Woody quão grande o mundo pode ser para um brinquedo.
‘Link Perdido’ definitivamente não tem o reconhecimento que merece – e ficou escondido em meio a uma fraca campanha de divulgação. Todavia, o longa-metragem é mais um acerto dos estúdios LAIKA e reafirma novamente o nome da produtora como uma das mais proeminentes da indústria contemporânea. O filme, inclusive, ganha um lugar especial por se afastar das produções anteriores e nos apresentar a uma mítica e mais amadurecida jornada, sem abandonar sua inocência ou sua capacidade de nos encantar.
Cansado de viver uma vida solitária, o gigante e peludo Sr. Link recruta o destemido explorador Sir Lionel Frost para guiá-lo em uma jornada para encontrar seus parentes há muito tempo perdidos no lendário vale de Shangri-La. Junto com a aventureira Adelina Fortnight, o trio enfrenta grandes perigos nos confins do mundo.
COMO TREINAR O SEU DRAGÃO 3
Em ‘Como Treinar o Seu Dragão 3’, último capítulo da aplaudida trilogia animada da DreamWorks, Soluço busca realizar seu grande sonho de encontrar um lar pacífico onde os dragões possam viver em segurança. Lá, Banguela descobre uma companheira, assim como ele, mas um tanto selvagem. Mas é quando o perigo começa a rondar o lar, que a dupla Banguela e Soluço é testada e precisa tomar decisões difíceis para salvar suas espécies.
Além da aclamação crítica, conquistando 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou mais de US$525 milhões ao redor do mundo e conquistou uma indicação ao Oscar de Melhor Animação – concluindo a franquia da melhor maneira possível.
‘House of David’ conta a história da ascensão da figura bíblica Davi, que eventualmente se torna o mais renomado e célebre rei de Israel. A série segue o outrora poderoso Rei Saul enquanto ele é vítima de seu próprio orgulho.
‘Moana 2’, a mais recente aventura de Moana e Maui, se tornou uma das animações mais elogiadas de 2024 – e rendeu prêmios aos atores principais do longa, Dwayne Johnson e Auli’i Cravalho.
Durante o anúncio dos vencedores do Kids’ Choice Awards 2025, os astros conquistaram os prêmios de Dublador e DubladoraFavoritos, respectivamente.
‘Moana 2‘ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.
— Sony Pictures Brasil (@SonyPicturesBr) June 27, 2025
Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (‘Uma Aventura LEGO’), o longa é baseado no romance homônimo de Andy Weir.
Ambientado em um futuro próximo, a trama é centrada em Ryland Grace, um professor do ensino fundamental que virou astronauta e que acorda de um coma sofrendo de amnésia. Ele gradualmente se lembra de que foi enviado para o sistema solar Tau Ceti, 12 anos-luz da Terra, para encontrar um meio de reverter um evento de escurecimento solar que poderia causar a extinção da humanidade.
‘Project Hail Mary‘ é produzido por Amy Pascal, a mesma produtora dos longas do universo do ‘Homem-Aranha‘, como ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ e ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Aditya Sood (‘Perdido no Espaço’ e ‘Deadpool’) também assume a função de produtor, ao lado de Pascal.
O longa está programado para estrear no dia 20 de março de 2026.
Agora, foi revelado que a atração chegará ao catálogo da HBO Max em julho deste ano, ainda sem um dia específico anunciado. Além disso, o vencedor do Emmy e do Grammy Danny Elfman (‘Desperate Housewives’, ‘O Estranho Mundo de Jack’) ficará responsável pela trilha sonora da série (via Deadline).
Para celebrar as boas novas, várias imagens oficiais do spin-off foram divulgadas.
“A nova série se passa após os eventos da produção original e acompanha Stuart, o dono da loja de quadrinhos, que acidentalmente desencadeia uma catástrofe multiversal ao quebrar um dispositivo criado por Sheldon e Leonard. Agora, ele precisa restaurar a realidade ao lado de sua namorada Denise (Lauren Lapkus), do geólogo Bert (Brian Posehn) e do físico quântico Barry Kripke (John Ross Bowie), enquanto encontra versões alternativas dos personagens queridos pelos fãs”, diz a sinopse.
Chuck Lorre retorna como produtor executivo ao lado de Bill Prady e Zak Penn (‘Os Vingadores’), prometendo uma proposta ousada: unir o humor clássico de ‘The Big Bang Theory’ com elementos de super-heróis, ficção científica e fantasia.
Esse será o terceiro spin-off do universo de ‘The Big Bang Theory’, após o sucesso de ‘Young Sheldon’ e ‘Georgie & Mandy’s First Marriage’.
A essa altura, toda a internet já sabe que ‘X-Men: Fênix Negra‘ fracassou em entregar uma conclusão digna para a franquia iniciada há 19 anos.
Refilmagens, mídia negativa e atrasos na produção também contribuíram para a falta de credibilidade em torno do filme, mesmo assim,Simon Kinberg admitiu a culpa pelo fracasso do longa.
“É claramente um filme que não se conectou com o público que não o viu, não se conectou o suficiente com o público que o viu. Então isso é culpa minha. Adorei fazer o filme e amei as pessoas com quem trabalhei.”, disse o diretor durante uma entrevista para a rádio KCRW, de Los Angeles.
Até o momento, o filme alcançou somente 23% de aprovação no Rotten Tomatoes e conseguiu arrecadar pouco mais de US$ 146 milhões pelo mundo.
‘X-Men: Fênix Negra‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
Após diversos atrasos na estreia de ‘Os Novos Mutantes‘, que não tem mais data definida para chegar nos cinemas, grande parte dos fãs dos ‘X-Men‘ permanece descrente sobre o possível sucesso da adaptação.
Durante uma entrevista para o Comic Book, o diretor Josh Boone tocou no assunto e garantiu que a trama vai fazer o público chorar e vibrar.
“É engraçado porque eu ainda não acredito que nos deixaram fazer esse tipo de filme, se você soubesse de tudo que preparamos… Tentamos fazer que arranque todo tipo de emoção do público, agonia, tristeza, felicidade, algo que faça o público chorar e gritar… E é isso que eu acho que vai acontecer. Quando fizemos os teses de audiência, eu só conseguia pensar: ‘Oh, meu Deus, eu vou fazer as pessoas chorarem.’ Acho que isso ainda não foi feito na maioria dos filmes de terror.”
A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
O Daily Mail divulgou novas imagens dos bastidores da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, indicando que Geralt de Rivia (Henry Cavill) terá uma nova montaria ao longo dos episódios.
Isso porque Cavill foi flagrado montado num cavalo com pelos negros, diferente do Roach da 1ª temporada, que tinha pelos marrons.
Em imagens anteriores, o Roach marrom foi visto no set de Frensham Little Pond com sangue falso, e alguns fãs começaram a especular se ele seria morto em algum momento.
Além disso, as gravações no local contou com a presença de soldados de Nilfgaard, o que indica uma possível batalha.
Quem acompanha os livros sabe que Geralt chama todos os seu cavalos de Roach, então uma nova montaria não seria nenhuma surpresa.
Será que haverá alguma cena comovente entre os dois na 2ª temporada?
Confira as imagens:
Lembrando que as gravações do novo ciclo devem ser finalizadas somente em fevereiro de 2021, então não há previsão de estreia para os novos episódios
Lembrando que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
Assista ao trailer:
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Após anos de especulações, a sequência de ‘Distrito 9‘, aclamado sci-fi dirigido por Neill Blomkamp, foi finalmente confirmada pelo cineasta.
Intitulada ‘Distrito 10‘, a produção está sendo roteirizada por Blomkamp, Terri Tatchell e Sharlto Copley, protagonista do primeiro filme.
Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, o cineasta foi questionado se poderia dar alguns detalhes sobre o desenvolvimento da produção.
Em reposta, ele disse que pretende manter a sequência como um filme de baixo custo, como o original, orçado em US$ 30 milhões.
“Acho que a abordagem do primeiro filme é impecável. Para a sequência, tudo depende do roteiro. Pretendemos manter um orçamento moderado, mas se houver um pouco mais de coisas acontecendo, então você precisa de um pouco mais de verba.”
Ele continuou:
“Mas acho que ainda vai ser tão simples e básico quanto o primeiro. Isso nos permite mais agilidade e mais criatividade. É disso que eu gosto.
Blomkamp também refletiu sobre como a popularidade dos streamings refletiu na maneira como os estúdios gastam em seus filmes para torná-los mais atrativos.
Mas ele não se preocupa com isso, desde que o dinheiro seja aplicado da forma mais eficiente.
“Não há dúvida de que você não precisa das grandes verbas que filmes de franquia gastam. Mas com a chegada dos streamings, eu acho que os lançamentos no cinema vão se transformar em espetáculos que demandam cada vez mais custos para atrair o público a ir ao cinema. Eu acho que é até justificável e é um diferencial dos filmes feitos para os streamings, então precisamos entender todos os pontos de vista, mas ainda acredito que um baixo orçamento usado da forma eficiente me atrai mais.”
Infelizmente, ele não revelou nada sobre a trama da sequência, elenco e nem previsão de estreia.
Lembrando que o original é ambientado 30 anos atrás, quando alienígenas chegam à Terra em busca de refúgio, pois seu planeta estava morrendo. Eles passam a viver separados dos humanos em uma área chamada Distrito 9, na África do Sul, e comandados pela multinacional United, que não se importa com o bem-estar dos alienígenas, mas que está disposta a tudo para dominar a tecnologia que eles possuem. Quando um agente em campo contrai um vírus que altera o seu DNA, o Distrito 9 passa a ser o único lugar em que ele pode se esconder.
Lançado em 2009, o longa faturou mais de US$ 210 milhões e conquistou 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Aclamado pela crítica especializada e pelos cinéfilos, a produção ainda conquistou quatro indicações ao Oscar 2010, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Edição.
E não foram apenas os fãs que vibraram com o retorno do astro.
Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o próprio Raimi disse que se engasgou de tanta emoção ao revê-lo na pele do personagem.
“A maneira como Tobey fez essa performance, parecia que ele viveu uma vida difícil como o Homem-Aranha. Então foi muito emocionante e muito bem feito. Foi como passar uma tarde com velhos amigos que eu não via há 15 anos. Foi algo tão bonito.”
Ele continuou:
“Quando eu o vi de novo, eu tive a mesma sensação de nostalgia que o público, e também pensei: ‘Ah, lá está meu velho amigo, meu velho herói, que eu não vejo há 15 anos. Ele voltou’. Foi uma sensação indescritível, sabe?”
“‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ foi muito divertido! Eu amei! E o público com quem eu estava foi à loucura. Foi muito gratificante ver Alfred e Willem desempenhando seus papéis. Esses caras levaram seu personagens a outros níveis. E Tobey estava incrível, como sempre. Se eu pudesse definir esse filme em uma palavra, seria ‘revigorante’.”
Lembrando que Raimi retorna ao universo das adaptações de quadrinhos como diretor de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, que chega ao Brasil amanhã, 05 de maio.
Viaje para o desconhecido com o Doutor Estranho, que, com a ajuda de aliados místicos antigos e novos, atravessa as realidades alternativas alucinantes e perigosas do Multiverso para enfrentar um novo e misterioso adversário.
Benedict Cumberbatch e Elizabeth Olsen irão estrelar a sequência, que também contará com Chiwetel Ejiofor, Rachel McAdams, Benedict Wong e Xochitl Gomez.
Daisy Ridley estrelou a atual trilogia da saga ‘Star Wars‘ dando vida à Rey, uma catadora de lixo que se torna uma Jedi sob a tutela de Luke Skywalker (Mark Hamill).
Infelizmente, Ridley acabou sofrendo perseguições de fãs tóxicos nas redes sociais, já que alguns não gostaram do desenvolvimento de sua personagem.
E, enquanto conversava com a Variety, a estrela comentou sobre a experiência e decidiu dar um conselho às mulheres que têm interesse em se juntar à franquia.
“O mundo é um lugar maluco. É importante se desligar das coisas. Não apenas quando se trata de ‘Star Wars‘, mas de tudo. Você tem que aproveitar seus momentos e o que eles são porque a vida passa rápido.”
Ela continuou, mencionando Amandla Stenberg, que vai estrelar ‘The Acolyte‘, vindoura série ambientada séculos antes de ‘A Ameaça Fantasma‘.
“Amandla Stenberg pode lidar consigo mesma. Ela trabalha há muito tempo. Sentei-me ao lado de alguém na estreia de ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘, um executivo, e ele disse que ‘The Acolyte‘ é incrível. Todo mundo sabe como as coisas são e como podem ser. Estamos todos vivendo nisso, com pessoas falando mais do que precisam e comentando mais do que precisam. É tão individual. O conselho que eu daria é: encontre o que há de bom nisso tudo e aproveite.”
A última aparição de Ridley na franquia foi em ‘A Ascensão Skywalker‘, e não se sabe se Rey estará presente em futuros filmes, mas Ridley já havia dito que não descarta a possibilidade de reprisar o papel.
Até lá, vale lembrar se que próximo trabalho é a série ‘The Christie Affair‘.
A atração da Miramax TV é baseada em um romance que reinventou a história por trás do desaparecimento real da romancista de mistério Agatha Christie.
Escrita por Nina de Gramont, a obra é focada nos 11 dias em que Christie ficou desaparecida e é contada a partir do ponto de vista da amante do marido de Christie, Nan O’Dea, que será interpretada por Ridley.
O roteiro fica a cargo de Juliette Towhidi (‘Simplesmente Acontece’).
Na vida real, Christie desapareceu entre os dias 03 a 14 de dezembro de 1926, e reapareceu mais tarde alegando não ter memória do que havia acontecido com ela. Na época, o carro dela autora foi encontrado abandonado, mas se passaram quase duas semanas antes que a própria autora reaparecesse, gerando um caso sem solução até hoje.
Uma teoria popular afirma que Christie partiu para evitar a desgraça do caso de seu marido, mas reconsiderou e voltou depois que soube que estava sendo procurada.
Em entrevista ao portal, Marc Helwig, chefe de televisão mundial da Miramax TV, comemorou a produção, dizendo:
“Não posso estar mais agradecido por ter Daisy como membro desse projeto incrível – tanto como estrela quanto como nossa parceira de produção. Ela é uma das atrizes mais cativantes e talentosas da atualidade, e estamos empolgados por ela dar vida à fascinante obra de Nina de Gramont.”
Por enquanto, ainda não há outros nomes confirmados no elenco e nem possíveis diretores.
Além disso, não há previsão de estreia.
Como o projeto está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas em breve.
Confira a sinopse:
“Em 1926, quando o caso de seu marido se tornou público, Agatha Christie desapareceu por 11 dias. Nesta reimaginação, contada pelos olhos da amante de seu marido, Nan O’Dea (Ridley), Nan e Agatha se entrelaçam na vida uma da outra de maneiras que não esperavam.”
‘The Crown‘ se tornou um tremendo sucesso ao mostrar os bastidores da família real britânica ao longo de diversas gerações.
Como a temporada final será lançada entre novembro e dezembro deste ano, o criador da atração, Peter Morgan, já está planejando uma pré-sequência.
Em entrevista para a Variety (via TV Line), o cineasta não deu detalhes sobre o projeto e disse que não é algo imediato, mas as sementes já foram plantadas.
“Eu tenho uma ideia para uma derivada… Mas, primeiro, preciso fazer outras coisas. Em segundo lugar, seria necessário um conjunto único de circunstâncias para fazer acontecer.”
Em seguida, ele confirmou que a proposta é uma pré-sequência
“Digamos que se eu voltasse ao universo de ‘The Crown’, definitivamente seria uma volta no tempo.”
Falando nisso, a Netflix havia divulgado imagens oficiais da 6ª e última temporada do drama de época.
Lembrando que o ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira chega à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.
Confira:
Um dos temas a serem explorados no ciclo de encerramento será o casamento entre o Príncipe Charles e a Duquesa Camilla Parker Bowles, amante do monarca enquanto ele estava em matrimônio com a saudosa Princesa Diana.
Confira fotos promocionais:
After six seasons, seven years and three casts, The Crown comes to an end later this year. Here’s a hint at what’s to come in our final season. pic.twitter.com/l6ilhYYA0C
Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.
As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).
E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.
Lembrando que o ciclo de encerramento chegará à Netflix no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.
Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais deEd McVeycomo Príncipe William eMeg Bellamy como Kate Middleton.
Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.
Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.
Confira as imagens:
Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.
A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.
Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substituiTobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.
Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.
Adicionado há pouco tempo ao catálogo da Netflix o drama familiar filipino ‘Lolo e Kid’ já está assumindo a 5ª posição entre os filmes mais assistidos da semana.
Escrito e dirigido por Benedict Mique, o longa-metragem explora o complexo relacionamento entre um talentoso golpista chamado Lolo (Joel Torre) e seu neto, Kid (Euwenn Mikael Aleta).
À medida em que o público vai se aprofundando na conexão entre os dois através de suas vidas humildes e seus roubos para garantir o pão de cada dia, também é mostrado como eles aprendem um com o outro.
No entanto, ao perceber sua má influência, Lolo está determinado a oferecer ao neto a chance de uma vida mais digna e longe das ruas.
Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão rendendo elogios ao filme por conta da mensagem que ele transmite, algo capaz de fazer os espectadores se acabarem em lágrimas.
Confira as reações:
Cara esse filme é surreal, eu chorei do começo ao fim lolo e kid, super recomendo assistirem na Netflix.
Lolo e Kid é emocionante. Tirando a parte de furtos, sou um Lolo solitário igualzinho a ele. Que venham os últimos dias de vida, não faz mais sentido estar em Terra.
A 20th Century Studios divulgou um novo trailer de ‘A Noite das Bruxas‘ (‘A Haunting on Venice’), continuação de ‘Morte no Nilo‘, que traz de volta o icônico detetive dos livros de Agatha Christie, Hercule Poirot, interpretado porKenneth Branagh.
O filme será lançado dia 14 de setembro nos cinemas.
Confira o trailer, nas versões legendada e dublada:
O novo filme é parcialmente inspirado pelo livro homônimo.
“Ambientada após o período da 2ª Guerra Mundial, a trama acompanha mais um mistério aterrorizante com o retorno do célebre detetive Hercule Poirot. Agora aposentado e vivendo em um exílio auto imposto na cidade mais glamorosa do mundo, Poirot relutantemente assiste a uma sessão espírita em um palácio decadente e assombrado. Quando um dos convidados é assassinado, o detetive é jogado em um mundo sinistro de sombras e segredos.”
Além de estrelar, Branagh também retorna à direção, a partir de um roteiro escrito por Michael Green (‘Logan’).
‘Duna Parte 2’, sob a direção de Denis Villeneuve, iniciou sua jornada nas telonas com uma pré-estreia muito bem-sucedida. O filme, protagonizado por Timothée Chalamet (‘Wonka’), arrecadou impressionantes US$ 12 milhões apenas em sua pré-estreia nos cinemas dos EUA.
Segundo o Deadline, uma parcela significativa desses US$ 12 milhões, cerca de US$ 4,5 milhões, provém das exibições em formato Imax.
Segundo a Variety, as previsões sugerem que a sequência de ‘Duna’ poderá atingir a impressionante marca de US$ 170 milhões em sua estreia global.
Vale ressaltar, conforme relata o Screen Rant, que o custo de produção de ‘Duna Parte 2’ foi de US$ 190 milhões. Levando em conta os gastos com marketing, o filme precisa alcançar pelo menos US$ 475 milhões em bilheteria para começar a gerar lucro.
Lembrando que ‘Duna: Parte 2’ já conquistou grande aclamação entre os críticos.
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com espetacular 95% de aprovação, com base em 76 críticas.
Dentre os comentários, os jornalistas e críticos que já conferiram a produção rasgaram inúmeros elogios ao longa-metragem, considerando-o um “espetáculo” de Villeneuve e um “clássico sci-fi instantâneo”.
‘Duna: Parte 2’ já está em cartaz nos cinemas nacionais.
Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.
A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.
O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.
Não adianta, tem filmes que não conseguimos nos conectar, que nos levam ao tédio nos seus inacabáveis minutos! Pode ser por uma enorme reunião de clichês, por falta de desenvolvimento de personagens ou mesmo a falta de criatividade ao criar uma narrativa. Pensando nisso, reunimos abaixo algumas produções (na opinião desse que escreve) que se encaixam nesse cenário.
Obs: Você também já assistiu a um filme e teve essa mesma sensação? Desabafe em nossa caixa de comentários!
Na trama, que começa de maneira frenética, conhecemos Um (Ryan Reynolds), um bilionário que após viver de perto horrores contra inocentes, resolve ‘se matar’ de mentirinha e passar a viver escondido em lugares onde nunca fora visto. Além disso, começa um projeto de comandar uma equipe de pessoas sozinhas no mundo mas habilidosas em suas áreas que vão ajuda-lo a combater as mentes do mal pelo planeta. Cada um deles é conhecido por um número. Numa reunião de idas e vindas via flashbacks durante a ação principal, vamos conhecendo alguns recrutamentos e um pouco mais da história de toda a equipe.
Xtremo
A lenda dos samurais espanhóis. Dirigido pelo cineasta espanhol Daniel Benmayor, em seu quarto longa-metragem, Xtremo é uma mistura entre drama e ação com muitas cenas violentas que partem do princípio da vingança (quase um clichê quando pensamos em motivos) para justificar toda a matança e necessidade de poder dentro de furados códigos de éticas dos habilidosos matadores que aparecem ao longo das cansativas quase duas horas de duração. A pretensão de embarcar em uma profundidade dentro do drama instaurada é o furo no barco desse que projeto que tem coreografias que lembram alguns filmes asiáticos das últimas décadas.
Arizona
Na trama, conhecemos Cassie (Rosemarie DeWitt), uma mulher de meia idade, mãe, divorciada, que mantém uma boa relação com o ex-marido. Ela está falida e prestes a perder sua casa. Seu dia a dia é uma batalha, já que trabalha no mercado imobiliário exatamente na época de uma das maiores crises norte americanas no setor. Certo dia, após chegar para trabalhar, acaba presenciando o assassinato de seu chefe pelo desregulado Sonny (Danny McBride) que estava insatisfeito com a maneira como fora lhe passado as informações de sua atual casa e os prejuízos da mesma. Assim, Cassie e Sonny travam uma batalha sangrenta, a primeira buscando sobreviver nas mãos desse maluco e o segundo, bem o segundo não conseguimos entender as maluquices e objetivos desse personagem.
Quando nem tudo sai como planejado. Depois do ótimo Força Maior, o cineasta e roteirista sueco Ruben Östlund volta às telonas com um filme que busca colocar em evidência, para debates e argumentos, o papel de cada um de nós na sociedade em que vivemos. Ao longo dos 142 minutos de projeção, vemos a narrativa da trama por meio de peça de curta duração, uma espécie de séries de esquetes, método que se desmancha em bons e sonolentos momentos.
Na trama, acompanhamos o aposentado general Benjamin ford (Robert de Niro), um homem ranzinza e que vive solitário em uma cabana longe dos agitos das metrópoles. Distante da família, certo dia resolve aceitar a ajuda do desconhecido Emil Kovac (John Travolta), um homem amargurado por um passado sangrento na guerra da Bósnia e que vai para os Estados Unidos em busca de vingança. Ao pior estilo gato e rato, ambos travam uma batalha de vida e morte com tentativas frustradas de terror psicológico.
Na trama, conhecemos o tímido/introspectivo/traumatizado professor Baptiste Cambière (Pierre Rochefort), um homem que esconde de todos seu passado. Certo dia, oferece uma carona para um de seus alunos e depois de uma conversa com o pai do menino, acaba parando em uma praia paradisíaca e conhece Sandra (Louise Bourgoin), a mãe do menino. Sandra, se encontra em uma situação financeira difícil e por isso, o professor resolve ajudá-la mesmo tendo que enfrentar seu passado novamente.
Na trama, conhecemos a bela e tímida Anastasia Steele (Dakota Johnson), uma jovem que após ir para uma entrevista no lugar de uma amiga, acaba conhecendo o misterioso empresário Christian Grey (Jamie Dornan). Logo de cara, os dois futuros pombinhos se atraem e logo começam a embarcar em uma relação peculiar, com contratos e pedidos exclusivos, tudo por conta de um segredo que Grey esconde em um quarto secreto dentro de sua casa. Lendo essa sinopse parece até um filme de mistério, né? Mas na verdade, 50 Tons de Cinza em vez de provocar acaba gerando uma outra coisa: sono.
Na trama, conhecemos Rachel (Emily Blunt) que tenta seguir em frente em sua vida mesmo tendo um vício constante por álcool e ter sida abandonada pelo ex-marido. Assim, escondendo da amiga que divide apartamento que perdeu seu emprego, passa seus dias andando de um lado para o outro de trem desenhando e criando em sua imaginação histórias para seus reais personagens. Até que certo dia acaba se envolvendo como testemunha de um terrível crime que aconteceu, por grande coincidência no bairro onde seu ex-marido mora com a nova esposa e o filho recém-nascido.
As dores e o poder do impossível. Com uma história super corrida, onde tudo acontece com uma ansiedade danada, chegou aos cinemas anos atrás, o projeto baseado em fatos reais O Poder e o Impossível. Dirigido pelo cineasta Scott Waugh e com Josh HartnetteMira Sorvino no elenco, o projeto parece uma propaganda motivacional, um livro de auto ajuda sobre um ex-atleta com problemas graves com drogas que vai para o alto de uma montanha, com o tempo fechando, praticar snowboard terapêutico.
Todo filmado em White Plains (Nova Iorque), The Catcher Was a Spy nos apresenta Moe Berg (Paul Rudd) um famoso jogador de baseball da MLB (liga norte americana profissional), fluente em muitas línguas, que acaba indo trabalhar como uma espécie de agente secreto de uma agência norte americana participando de uma missão importante.
A BELÍSSIMA MONICA BELLUCCI É O CHAMARIZ DESSA PRODUÇÃO FRANCESA, EXIBIDA ANTERIORMENTE NO FESTIVAL VARILUX
A estrela italiana Monica Bellucciveio ao Brasil prestigiar o Festival Varilux de cinema francês, e promover o filmeAconteceu em Saint-Tropez, exibido no evento no início do ano, e que finalmente entra em circuito no Brasil. Embora italiana, Bellucci tem cacife para participar de uma obra inteiramente falada em francês, já que seu casamento com o talentoso Vincent Cassel já dura mais de dez anos. No filmeBellucci aceita um papel de coadjuvante para jovens atores, interpretando a matriarca fútil de uma grande família disfuncional.
Aconteceu em Saint-Tropez (cujo título original é algo como “Da gente que se abraça e beija”) é uma comedia de situações, coisa que os franceses sabem criar como ninguém. A trama gira em torno de uma família, ao longo das estações e de anos. Tudo começa focando no casamento de Melita (papel da sensual Clara Ponsot), filha dos personagens de Bellucci e Kad Merad (A Filha do Pai). O casal é ostentador, e devido a um negócio próspero envolvendo esmeraldas, usufruem do bom e do melhor. Como morar numa bela mansão, e fazer passeios a bordo de um luxuoso iate, justamente no local que dá título ao filme na tradução brasileira.
Já Zef (Eric Elmosnino), irmão do personagem de Merad, é um judeu convertido e convicto, que perde a esposa logo no início da projeção devido a um acidental atropelamento. Sua filha, interpretada pela jovem Lou de Laâge (dona de uma beleza irretocável), segue o caminho dos pais como música, e durante uma viagem de trem conhece um sujeito por quem se apaixona. É somente no dia do casamento de sua prima / velório de sua mãe, que Noga (Laâge) descobre que o homem de seus sonhos é na verdade o noivo de sua parente, tão próxima que é considerada uma irmã.
Essa é a típica comédia de erros e desencontros, a chamada farsa, que ainda consegue encantar plateias de todas as idades. Aconteceu em Saint-Tropez usa de elementos muito vistos em diversos outros filmes (muitos inclusive melhores), mas é honesto o suficiente para cativar, sem precisar apelar para a escatologia que domina esse tipo de filme feito nos EUA. Essas são cenas de comédia que ainda utilizam um humor inocente, mas universalmente identificável; como numa cena onde num ritual de enterro a dondoca interpretada por Bellucci entra em pânico ao saber que seu belo vestido será cortado.
Bellucci, o maior nome da obra, continua estonteante, linda e voluptuosa, além de possuir um bom timing cômico aqui. Em determinada cena o idoso avô (Ivry Gitlis) compara as formas de Bellucci às de sua conterrânea Gina Lollobrigida. Tudo o que é pedido de Bellucci aqui é que seja o alívio cômico, suas cenas são de puro escape, e a atriz se sai bem.
Mas os protagonistas, se é que podemos dizer isso de um filme tão recheado de personagens, são os jovens envolvidos no triângulo amoroso, as primas vividas por Laâge e Ponsot, e seu objeto de desejo, vivido pelo sortudo Max Boubill. Aconteceu em Saint-Tropez é um agradável passatempo, uma obra despretensiosa que discute a família de uma forma relaxada e sem urgência. É o tipo de filme que promete agradar a gregos e troianos, mas que um dia após a exibição terá evaporado de nossas mentes.
A cada ano os cinéfilos são brindados com centenas de produções para degustarem. São filmes de toda parte do mundo, mas as atenções em geral são voltadas para o cinema dos EUA – o mais exportado internacionalmente e mais consumido em seu próprio território, um dos mais fortes mercados cinematográficos. Não por acaso Hollywood é conhecida como a terra do cinema. Destas centenas ou milhares de produções anuais, no máximo umas duas dezenas se destacam verdadeiramente. E tão difícil quanto se destacar positivamente em um respectivo ano, é se destacar negativamente. Aqui não estou me referindo a uma produção genérica qualquer, que ainda consegue encontrar defensores em alguns casos, mas sim a filmes unanimemente execrados – usados como a primeira camada do fundo do poço. Tais filmes são os exatos extremos opostos dos melhores filmes do ano.
Toda esta introdução apenas para chegarmos até Pare! Senão Mamãe Atira, de 1992, “comédia” (ênfase nas aspas) protagonizada pelo astro Sylvester Stallone (então um dos maiores de Hollywood) que entraria para a história infamemente conhecido como um dos piores longas-metragens de todos os tempos. A obra peculiar está completando 30 anos de sua estreia em 2022 e está atualmente disponível na Netflix (embora não saibamos até quando – poderá ser removido do catálogo a qualquer momento). Com o pensamento “o que seria dos filmes bons sem os ruins”, nada mais justo do que uma nova olhada neste filme… digamos, pouco apreciado na filmografia de Stallone e no catálogo da Universal Pictures.
Nos anos 1980, Sylvester Stallone estava no topo do mundo e era um dos maiores astros do cinema de ação em Hollywood. O ator foi importantíssimo não apenas para abrir portas para gente como Dwayne Johnson, Vin Diesel e Jason Statham, mas também por ajudar a consolidar este subgênero dos “exércitos de um homem só”, filmes onde o protagonista era o suficiente para derrotar quantos bandidos fossem. Muito deste prestígio conquistado por Stallone se deu graças ao sucesso das franquias Rocky e Rambo – que na década atingiam seus auges com Rocky IV e Rambo 2 – A Missão, ambos de 1985. Sly, no entanto, não reinava só, e tinha uma verdadeira pedra austríaca em seu sapato, que atende pelo nome impronunciável Arnold Schwarzenegger. Na década, os dois brucutus duelavam nos bastidores pelos melhores filmes e as maiores bilheterias – fato confirmado por ambos em entrevistas atuais.
Nessa “guerra declarada” a competição era bem real para estar no topo como o rei de Hollywood. Hoje, é claro, os veteranos são amigos, já colaboraram em pelo menos quatro produções juntos, e contam estas histórias rindo. A mais notória delas é justamente a que envolve Pare! Senão Mamãe Atira. Segundo o próprio Arnold, após o sucesso de sua transição para a comédia nos elogiados Irmãos Gêmeos (1988) e Um Tira no Jardim de Infância (1990), todo tipo de oferta no gênero chegava à sua porta. Um destes roteiros era justamente o escrito por William Osborne e Will Davies, dupla responsável por Irmãos Gêmeos, em parceria com Blake Snyder. A ideia para o citado filme de 1988 não é, por assim dizer, a mais mundana para uma comédia – afinal ter Arnold e Danny DeVito como irmãos gêmeos muito diferentes poderia ter dado muito errado, mas nas mãos de um realizador como Ivan Reitman deu muito certo. E aqui a proposta era mais ou menos a mesma – com um policial linha dura precisando lidar com seu maior desafio: a visita da mãe enxerida!
Numa das “pegadinhas” mais inusitadas de Hollywood, Schwarzenegger enganou Stallone para fazer um dos piores filmes do cinema.
A equipe de Irmãos Gêmeos e Pare! Senão Mamãe Atira inclusive era mais ou menos a mesma – contando além do roteiro, com a produção de Ivan Reitman. O pensamento geral era: por mais insana e até mesmo idiota que fosse a premissa de Irmãos Gêmeosem seu roteiro, os atores e os realizadores fizeram a história funcionar. E o mesmo podia ser feito no filme da “mamãe é uma peça”. Assumindo a direção, era contratado pela Universal Pictures, o estúdio que produziria o longa pela “bagatela” de US$45 milhões (um valor elevado para a época), o cineasta Roger Spottiswoode – diretor veterano cujo trabalho anterior também havia performado abaixo do esperado (Air America – Loucos Pelo Perigo, de 1990), mas depois seguiria para o sucesso 007 – O Amanhã Nunca Morre (1997). Sem qualquer papa na língua, o ex-Governator admite que quando leu o roteiro de Pare! Senão Mamãe Atira, achou uma m#rda. Assim o próximo passo do grandalhão foi mandar espalhar o boato pelos quatro cantos de Hollywood que ele estaria muito interessado no projeto. Stallone mordeu a isca e disse para seu agente que queria o papel principal custasse o que fosse – acreditando que assim o roubaria das mãos do rival.
O parceiro de Stallone desta vez é… uma idosa! Estelle Getty, sucesso na série “Super Gatas”, vive a mãe do policial.
Na trama, Stallone vive o policial Joe Bomowski, o típico durão do repertório da carreira do ator. A cena que abre o filme inclusive poderia ser tirada de qualquer veículo de ação estrelado por Sly, e mostra o personagem disfarçado em uma operação que sai errado e termina numa troca de tiros com mortes e letreiros luminosos caindo na cabeça dos bandidos – bem no estilo da ação megalômana que tais produções do ator costumam exibir. Joe não é o policial mais ortodoxo de seu distrito e ainda reserva uma relação amorosa com sua chefe, papel de JoBeth Williams (a mãe de Poltergeist). Nada disso parece abalar o protagonista, sua maior preocupação é mesmo sua matriarca invasiva e totalmente sem noção Tutti (papel de Estelle Getty). A atriz veterana, falecida em 2008 aos 84 anos, na época era um nome muito famoso da TV graças ao seriado Super Gatas (Golden Girls), da rede NBC, que permaneceu no ar de 1985 a 1992 – e estava inclusive no ar encerrando sua sétima e última temporada quando Pare! Senão Mamãe Atira estreou no fim de fevereiro de 1992. Aliás, uma das artes promocionais no cartaz do filme traz Getty de cabelos brancos (embora no filme tenha cabelos ruivos) para melhor associá-la à personagem do querido seriado.
Essa expressão resume bem o que Stallone sentiu ao ver o resultado de ‘Pare! Senão Mamãe Atira’.
Pare! Senão Mamãe Atira pode ser considerado um filme de uma piada só. Aqui, os realizadores parecem querer extrair graça a todo custo simplesmente de ter o brucutu Sylvester Stallone constantemente humilhado pelos paparicos sem noção de sua idosa mãe (Estelle Getty). O pitch era apenas ter Stallone e Getty juntos – e só por esta descrição já deu para perceber o quanto isso pode ser repetitivo. Esta “mamãe é uma peça” continuamente mostra fotos de quando o policial era criança para completos estranhos na rua, usa aspirador durante a madrugada acordando o filho, lava sua arma a arruinando por completo, e inclusive compra armas automáticas ilegais de vendedores nas ruas para presentear o filho. Além, é claro, de se meter na vida pessoal do sujeito – a quem ainda enxerga como um menino. No auge da “pagação de mico” do filme, Stallone tem um pesadelo com a mãe na qual de fato se transforma num bebê usando fraldas no meio de uma operação policial. Mas o maior crime de Pare! Senão Mamãe Atira é ser uma comédia onde o riso não pode ser encontrado em nenhum lugar. O que é fatal para qualquer filme do gênero.
Não foi apenasSylvester Stallone que foi enganado nos bastidores para fazer o filme. Sua co-protagonista Estelle Getty também terminou ludibriada pelos produtores do longa. Quando a então septuagenária atriz leu o roteiro e percebeu que a história teria tantas armas envolvidas, avisou que só faria o filme se elas fossem retiradas ou reduzidas substancialmente da narrativa. Os produtores concordaram, e quando Getty assinou, o resultado (como podemos ver em tela) não foi bem o prometido.
Dentre tantas no filme, ver Stallone de fraldas talvez seja a cena mais constrangedora de ‘Pare! Senão Mamãe Atira’.
Pare! Senão Mamãe Atira fez sua estreia no dia 21 de fevereiro de 1992 – época “morta” (ao menos no passado) para o lançamento de grandes filmes (a Universal talvez já estivesse prevendo o pior). Com um orçamento de US$45 milhões o filme sequer se pagou nos EUA, obtendo uma arrecadação final de um pouco mais de US$28 milhões em seu país de origem. O longa, porém, seria salvo pela carreira internacional, onde fez mais US$42 milhões ao redor do mundo, somando um total de US$70 milhões e se tornando um sucesso moderado de bilheteria. Em seu fim de semana de estreia, chegou em segunda posição do ranking, atrás de Quanto Mais Idiota Melhor, que havia estreado no fim de semana anterior. No fim de semana seguinte, cairia para terceiro, atrás da estreia de Memórias de um Homem Invisível (comédia com Chevy Chase e Daryl Hannah, dirigida por John Carpenter) e depois para sexta posição.
As críticas, no entanto, inclusive do próprio astro em relação à obra, impediriam qualquer chance de continuação (ainda bem). Para! Senão Mamãe Atirarecebeu 3 indicações ao mais famoso “prêmio” do pior do cinema, o Framboesa de Ouro: pior ator (Stallone), pior atriz coadjuvante (Estelle Getty) e pior roteiro – e saiu “vitorioso” de todos os três. Fora isso, também foi indicado a pior filme do ano na “premiação” do Hastings Bad Cinema Society, o Stinkers Bad Movie Awards, em sua 15ª edição, em 1992. O renomado crítico de cinema Roger Ebert, um dos maiores, mais importantes e influentes de todos os tempos, disse o seguinte do filme em seu programa Siskel & Ebert At the Moviesna época: “Este é um dos piores filmes que eu já vi. Não possui sequer uma cena engraçada. E não possui qualquer momento interessante”. Mas o golpe de misericórdia viria do próprio astro do filme, Sylvester Stallone. O ator foi categórico ao dizer que este é o pior filme que já fez. Afirmação que reitera a toda oportunidade que possui. Se para mais nada, Pare! Senão Mamãe Atiraentra para a história como o filme no qual um astro trapaceou outro a fazer, na mais extrema pegadinha já tentada. Não é todo dia que vemos uma manobra dessas.
Wakanda para sempre! ‘Pantera Negra‘ continua sua trajetória impressionante nos cinemas. Neste final de semana, o filme ultrapassou a marca de US$ 700 milhões nos EUA.
Atualmente, já acumula mais de US$ 1.34 bilhões mundialmente.
Trata-se da terceira maior bilheteria da história nos EUA, atrás de ‘Avatar‘ (US$ 760 milhões) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 936 milhões).
Recentemente, Kevin Feige confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ já está em desenvolvimento.
O diretor Ryan Coogler está em conversas com Donald Glover (‘Han Solo’) para viver o possível vilão da continuação.
“Fontes internas” confirmam que a Marvel e a Disney estão conversando com o ator, porém, nada foi confirmada ainda. Além disso, Michael B. Jordan também pode retornar e a produção deve começar apenas em 2019.
Na trama, T´Challa (Chadwick Boseman) é o novo Rei de Wakanda, após a morte de seu pai. Ele retorna para seu lar, a nação Africana isolada e extremamente tecnológica, para assumir o trono e suceder seu lugar por direito como o Rei. ‘Pantera Negra’ é tem roteiro e direção de Ryan Coogler (‘Creed: Nascido para Lutar’).
A CBS renovou oficialmente a comédia ‘God Friended Me‘ para a 2ª temporada.
A renovação adiantada é uma surpresa, considerando que a série é uma das comédias de menor audiência do canal. A primeira temporada tem registrado uma média de 0.9 na demo, e um total de 8 milhões de espectadores.
Questões de fé, existência e ciência são exploradas nesta série divertida e edificante sobre um ateu cuja vida vira de cabeça para baixo quando ele se torna “amigo” de Deus no Facebook. Inconscientemente, ele se torna um agente de mudança nas vidas e destinos dos outros ao seu redor.
Animação ‘Abominável‘ (Abominable) estreou com US$ 20.8 milhões nos EUA – um começo razoável para uma produção com orçamento de US$ 75 milhões.
Vale notar que essa é a terceira maior estreia para um filme original em 2019, ficando atrás apenas de ‘Nós‘ (US$ 71.1m) e ‘Bons Meninos‘ (US$ 21.4m).
No mercado internacional, o longa arrecadou US$ 10.2 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 31 milhões.
A animação ‘Abominável‘ (Abominable) conta a aventura vivida pela adolescente Yi depois que ela encontra uma criatura mágica – um Yeti – no telhado de seu prédio. Juntos, eles atravessarão cenários deslumbrantes e superarão grandes desafios.
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
O suspense ‘Darkness Falls‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa é dirigido por Julien Seri.
Depois do suicídio de sua esposa, o detetive Jeff Anderson fica convencido que ela foi assassinada. Obcecado pela investigação, ele descobre que sua esposa foi vítima de uma dupla de serial killers e se encarrega de pará-los.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.