A Netflix divulgou um teaser trailer do terror ‘Uma Clássica História de Terror‘ (A Classic Horror Story), descrito como uma mistura de ‘Jogos Mortais‘ e ‘Pânico na Floresta‘.
‘Uma Clássica História de Terror‘ acompanha cinco viajantes dividindo o mesmo carro. A noite cai e para evitar a carcaça de um animal morto, eles se chocam contra uma árvore. Quando eles voltam a si, eles se encontram no meio do nada. A estrada em que viajavam desapareceu e há apenas uma floresta densa e impenetrável e uma casa de madeira no meio de uma clareira, que descobrem ser o lar de um culto de arrepiar a espinha.
Assista:
O filme faz uma referência aos mestres do terror da Itália, como Dario Argento e Mario Bava.
A estreia acontece dia 14 de julho na Netflix. Roberto De Feo e Paolo Strippoli dirigem.
Fracasso de bilheterias na época de seu lançamento, a comédia de terror ‘Garota Infernal‘ gradativamente tem reconquistado a audiência, com muitos afirmando que – no passado – o filme havia sido equivocadamente analisado por uma ótica machista e misógina.
E em uma recente entrevista ao jornal The Washington Post, a atriz Megan Fox compartilhou o seu interesse em ver o universo do longa se expandindo, com a produção de uma série de TV.
“Eu não acho que esse seja um filme difícil para se produzir uma sequência. Quero dizer, eles eles deveriam torná-lo em uma série de TV. Isso seria legal”.
A atriz ainda refletiu sobre a recepção do longa em 2009, salientando que ele é de fato uma obra de arte que não fora percebida à época de seu lançamento:
“‘Garota Infernal’ é icônico e eu amo essa produção. Esse filme é arte, mas quando ele fora lançado. ninguém estava dizendo isso”.
Na trama, ao ser possuída por um demônio, a estudante Jennifer decide se vingar dos rapazes que nunca a deram uma chance. Enquanto ela satisfaz seu apetite com carne humana de meninos da escola, sua amiga nerd Needy tenta descobrir o que está acontecendo e promete colocar um fim na carnificina.
Lançado em 2009, o longa contou com um pequeno orçamento de US$ 16 milhões, faturando pouco mais de US$ 31 milhões nos cinemas.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o produtor Joshua Safran falou sobre o reboot de ‘Gossip Girl‘ – cuja segunda temporada já está em exibição na HBO Max.
Safran disse que os fãs brasileiros são OS MELHORES DO MUNDO, explicou por que achava que a série devia ganhar reboot e ainda falou sobre as diferenças com a versão original. Ele também falou sobre o retorno de personagens conhecidos.
Gossip Girl retorna como a principal fonte na vida escandalosa da elite de Nova Iorque. Uma nova geração de Upper East Siders é o alvo da blogueira, expondo seus escândalos, angústias e fofocas na nova era da mídia social.
Uma funcionária da NBCUniversal listou o filme para 2025 em seu LinkedIn, mas alterou rapidamente a descrição.
Chris Meledandri, presidente da Illumination e consultor criativo da DreamWorks, já havia afirmado que o estúdio já está desenvolvendo um novo filme do amado ogro e seus amigos de Tão Tão Distante.
“[Trabalhar em um novo ‘Shrek‘] não é muito diferente do que fizemos com [‘Super Mario Bros – O Filme‘], em que vimos que os elementos-chave da franquia são os que os fãs mais amam e fizemos o máximo possível para honrá-los. Então, trabalharemos para construir histórias e personagens que levem os fãs a novos lugares.”
O cineasta acrescentou que:
“O elenco de dublagem original é uma grande parte disso. Prevemos o retorno do elenco e as conversas já estão começando. Ao que tudo indica, é que há um tremendo entusiasmo do elenco para esse reencontro.”
Por fim, Meleandri sugeriu o Burro pode ganhar seu próprio filme, assim como ‘O Gato de Botas’, já que é um dos personagens mais engraçados e carismáticos da franquia.
Lembrando que o último filme do Shrek, intitulado Shrek Para Sempre’, foi lançado em 2010.
Recentemente, aDreamWorks lançou o ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘.
O longa traz novamente às telonas o felino mais amado do planeta e mostra que ele está de volta para o que pode ser a sua última aventura. ‘Gato de Botas 2: O Último Pedido‘ narra uma jornada épica pela Floresta Negra para encontrar a mítica Estrela dos Desejos e restaurar suas nove vidas perdidas. No filme, o Gato de Botas conta com apenas uma vida restante e ele terá de pedir ajuda à sua ex-parceira e inimiga, a cativante Kitty Pata Mansa, para continuar vivo.
O time de estrelas que compõem elenco de dublagem nacional conta com Alexandre Moreno, dublador oficial do Gato de Botas desde o primeiro filme; Miriam Ficher, que dá voz a Kitty Pata Mansa; Marcos Veras como o cão Perrito; Giovanna Ewbank que dá voz Cachinhos Dourados e Sérgio Malheiros como Bebê Urso.
Margot Robbie, que vive Arlequina de ‘O Esquadrão Suicida‘ (2021) e a ‘Barbie‘, disse que o novo filme de ‘Piratas do Caribe‘, do qual ela iria estrela, foi oficialmente cancelado pela Disney.
A atriz contou à Vanity Fair um pouco sobre como a trama do reboot iria funcionar:“Tínhamos uma ideia e estávamos trabalhando nela. Já faz algum tempo. Seria algo mais centrado em mulheres. Era algo bem legal, mas acho que a Disney não tem interesse em fazer”.
Vale lembrar que o reboot comMargot Robbie foi anunciado em 2020, mas pouco avanço veio na produção desde então. A atriz ainda está confirmada para uma nova versão de ‘Onze Homens e Um Segredo‘, que não tem previsão de lançamento.
Depp chegou a comentar sobre um retorno, mas a resposta foi bem menos animadora para os fãs de ‘Piratas do Caribe‘, já que mesmo se recebesse uma proposta gigantesca financeiramente da Disney e ter vontade de concluir a história de Jack Sparrow, ele recusaria retornar para ‘Piratas do Caribe 6‘, mesmo que a oferta fosse de US$ 300 milhões. Já o produtor Jerry Bruckheimer deixou a possibilidade em aberto.
‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual‘ ganhou seu primeiro teaser trailer que marca o encerramento da jornada cinematográfica do icônico casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren.
Assista:
A saga de filmes pode se expandir, tornando-se uma franquia ainda maior, segundo Richard Brener, chefe da New Line Cinema.
Conforme o ComicBook, o executivo compartilhou atualizações recentes sobre a produção: “Está indo muito bem nas exibições e estamos apenas na versão do diretor, na parte de 10 semanas do filme, onde você normalmente está muito, muito preocupado com o status do seu filme. Estamos bem no início do processo, com efeitos visuais preliminares, mas já está indo muito bem. Então, enquanto este é o último filme da chamada fase um, temos esperança de que possamos fazer mais”.
Ao ser questionado sobre o futuro da franquia, Brener afirmou que o novo longa encerra a “fase um”e que a “fase dois está para ser determinada”.
A franquia ‘Invocação do Mal’ já gerou diversos filmes derivados de sucesso, incluindo três filmes de ‘Annabelle’, dois filmes de ‘A Freira’ e ‘A Maldição da Chorona’.
Lembrando que as filmagens de ‘Invocação do Mal 4’ já terminaram.
Vera Farmiga se emociona ao falar do término das filmagens de #InvocaçãoDoMal 4 e elogia Patrick Wilson:
“Cerca de 5000 dias atrás, esse cara e eu assinamos um contrato com a WB e dissemos “sim” para encarnar Ed e Lorraine Warren. Hoje, a franquia se encerra.” pic.twitter.com/2bAYV1MjkS
“Foram 12 horas de risadas e insanidade com ele e então, abruptamente, ele sai do set, tira o traje de demonologista encharcado de suor, raspa as costeletas, mostra aquele sorriso deslumbrante e diz adeus ao nosso falso casamento. “
Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.
O terror está programado para estrear no dia 04 de setembro de 2025 no Brasil, um dia antes da estreia norte-americana.
A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.
O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.
Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.
Quando pensamos sobre as relações, os encontros e desencontros que cruzam nossas estradas, percebemos que nem sempre nos levam a lugares felizes, até mesmo com pessoas que conhecemos a muito tempo. Dentro de um recorte familiar visto em centenas de filmes ao longo do tempo percebemos em algumas obras um olhar detalhista para esses conflitos. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 filmes que fazem refletir sobre relações tóxicas entre pessoas da mesma família:
Um ambicioso casal em busca de um empreendimento, leva os pais de uma das partes para uma visita à uma ilha onde supostamente existe um ótimo lugar, onde não falta nada, e daria um ótimo hotel. O intuito desse convite é conseguir uma boa parte do dinheiro de entrada desse negócio. Acontece que o responsável pela casa na ilha, após algumas situações constrangedoras com elementos da família, acaba fugindo, deixando o restante das pessoas sem ter como sair da ilha. O que era pra ser um passeio agradável, regado à vinho e conversas descontraídas logo vira um ambiente hostil, tenso, onde facetas escondidas logo vem à tona.
Na trama, conhecemos uma mãe super ativa (Joely Richardson), ex-anestesista, que vive com sua filha Maisy (Sadie Soverall) e o marido (Roger Ajogbe) em uma enorme fazenda numa área rural da Inglaterra, um lugar longe de tudo e todos onde o hospital mais próximo fica à 160 quilômetros de distância. Certo dia, em uma noite de tempo horroroso, dois irmãos bastante suspeitos batem na porta da família, que mesmo em dúvidas, resolvem ajudar. O que acontece dali pra frente é um jogo psicológico proposto através das ações e consequências, onde aos pouco vamos, através de atitudes drásticas, conhecendo as verdades de cada um daqueles personagens. Nos perguntamos até os minutos finais: O perigo vem de fora ou está dentro da casa?
The Humans
Na trama, acompanhamos a reunião de uma família para comemorar o dia de ação de graças no novo apartamento duplex do casal Brigid (Beanie Feldstein) e Richard (Steven Yeun) no centro de Manhattan. Novo porque eles estão a pouco tempo lá, porque o local está precisando de vários concertos, com fiações expostas e outros problemas. Assim conhecemos Erik (Richard Jenkins), um esforçado pai de família que recentemente cometeu um grave erro no seu trabalho, Deirdre (Jayne Houdyshell) a mãe que passa por frustrações e tem um relacionamento complicado com sua filha Brigid, Aimee (Amy Schumer) uma mulher buscando recomeços em várias partes de sua vida. Tem também Momo (June Squibb) a vovó que a família cuida. Ao longo de uma noite fria, intensa e cheia de situações que beiram ao inexplicáveis, vamos percorrendo à curta lembrança de todas essas gerações que se chocam refletindo sobre a vida uns dos outros.
Na trama, conhecemos Amleth (Alexander Skarsgård), num primeiro momento um jovem que vê seu mundo se despedaçar ao assistir a morte violenta de seu pai, o rei Aurvandil (Ethan Hawke). Jurando vingança, ele foge do lugar que conhecia como lar e passa por uma enorme transformação sem deixar de se consumir por uma sede de retaliação que o faz retornar anos mais tarde ao local onde nascera para confrontar, e até mesmo aterrorizar, os responsáveis pela morte de seu pai. Mas nesse caminho, algumas variáveis imprevisíveis surgem como por exemplo um sentimento que ele sempre se confundiu, o amor.
Na trama, conhecemos Marvi e Kata, duas jovens inteligentes que namoram faz um ano, so que ambas ainda não contaram para suas famílias sobre esse relacionamento. Buscando resolver essa situação, aproveitam a ida da mãe de Kata (uma famosa comissária da União Europeia) e de seu pai até a Finlândia para talvez conversar sobre o assunto. Mas nesse meio tempo, Marvi convence a namorada de irem primeiro contar para sua família no interior da Finlândia. Muitas situações acontecem mas as famílias das duas se encontram e precisarão muita compreensão para todos se entenderem.
Na trama conhecemos Junior e Marta, filho e mãe que nunca se entenderam. Junior tem nove anos e acha que tem cabelo ruim, e por isso quer alisá-lo para sua foto no álbum de formatura principalmente para ficar parecido com um cantor famoso. O problema é que isso gera mais conflitos com sua mãe, uma mulher sofrida que sofre por angústias e atos do passado. Quanto mais Junior tenta melhorar o visual pelo amor da mãe mais ela o rejeita. Até que a criança é forçada a tomar uma decisão extremamente dolorosa.
Na trama, conhecemos Nicky (Anna Friel) uma enfermeira neuroclínica que tenta se comunicar, no tempo presente, com sua mais recente paciente, a ex-atriz e viúva de um milionário Katherine (Famke Janssen). Logo chega na história Lina (Rose Williams), uma jovem que após a morte da mãe, ainda quando era criança, foi criada por Katherine, que virou imediatamente sua guardiã legal, a levando para morar com ela numa mansão afastada dos grandes centros onde também mora o filho do marido falecido de Katherine, Jamie (Finn Cole). Com algumas passagens de tempo, onde verdades vão sendo reveladas, percebemos que a relação de todos os frequentadores e moradores da mansão vão se deteriorando ao longo do tempo, algo observado pelo médico da família, o doutor Robert (Alex Hassell). Mas o que será que aconteceu com Katherine? Alguém tentou matá-la? Quem?
Na trama, ambientada no final da década de 50, conhecemos Caroline (Ellen Barkin) e Toby (Leonardo DiCaprio), mãe e filho, uma única família um do outro, em busca dias melhores que embarcam em um carro antigo rumando para algum lugar incerto. Certo dia, chegam em Seattle e vão parar na minúscula cidade Concrete onde Caroline acredita que encontrou enfim um lar para ela e seu filho se casando com Dwight (Robert De Niro), esse último se mostrava muito amoroso no início do relacionamento mas aos poucos foi se tornando uma pessoa hostil, violenta, imatura, disciplinadora que vive das invejas para justificar sua vida limitada. Com o passar do tempo, o jovem Toby, que gosta de ser chamado de Jack por causa de um de seus escritores favoritos, Jack London, passa por um intenso processo de amadurecimento.
Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar do exército, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco, o que para alguns foi um ato heroico mas acaba o levando para a cadeia por oito anos. Assim que sai da prisão, por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde eu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas que inclusive pratica o canibalismo.
Na trama, conhecemos Gabriela (Carol Castro, em destacada atuação) e Roberto (Danton Mello), um casal que passa por uma séries de instabilidades na relação após o segundo caminhar por diversos obstáculos e seu empreendimento afundar, ao mesmo tempo que Gabriela, uma advogada em ascensão na empresa onde trabalha, começa a colher os frutos de sua dedicação. A situação piora quando Roberto começa a desconfiar da fidelidade da esposa com o dono da empresa onde ela trabalha, o Dr. Renato (Rocco Pitanga). Esse último também passa por situações complexas no relacionamento com a socialite Gioconda (Paloma Bernardi), também com a motivação do ciúmes no epicentro dos problemas. Ao longo do filme vamos vendo que esses destinos de alguma forma já estavam entrelaçados.
Seja você quem for e venha de onde vier. O que importa é que Star Wars: Os Últimos Jedi já está entre nós. Se você não liga ou não gostou, sinto muito, você está errado! Nós, obviamente já conferimos, e comentamos para vocês os principais detalhes e o que achamos abaixo no vídeo SEM SPOILERS (então, você sem medo e não reclame, está seguro).
O grande dia está chegando! ‘Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1′ chega aos cinemas na próxima quinta-feira, dia 13 de julho.
Surfando na onda desse hype, o CinePOP resolveu criar uma nova lista.
Aqui rankeamos todos os filmes da franquia – em ordem decrescente, do pior (ou “menos bom”, já que não existe exatamente um ruim aqui) ao melhor. Ah sim, o requisito usado foi o somatória das notas dos filmes no Rotten Tomatoes (crítica) e do IMDB (público).
Quatro anos depois que o consenso de crítica e público definiram o primeiro filme muito complexo para uma audiência geral, a Paramount optava por uma trama mais simples e direta, caprichando nas estilosas cenas de ação – oferecimento do mestre do gênero John Woo. Apesar de lindos momentos em seu visual, a proposta do que é verdadeiramente Missão: Impossível (uma trama de espionagem focando em uma equipe) se perdia, com ênfase apenas no personagem carismático do protagonista Tom Cruise. Assim, o segundo exemplar da franquia deixava um pouco de lado a vibe do programa de TV no qual foi baseado, para se tornar um veículo de ação do astro.
6. Missão: Impossível
Tom Cruise já era um astro consolidado em Hollywood no ano de 1996, mas apostava suas fichas numa obra que viria a se tornar sua mais valiosa posse e a estigma pela qual seria mais lembrado. O primeiro Missão: Impossívelé também único dentro da franquia. Dirigido pelo mestre Brian De Palma (em ótima fase comercial), o longa adaptado de uma famosa série televisiva da década de 1960 – que ganhou sobrevida na de 1980 – investe mais nas tintas de espionagem de sua contraparte, com uma atmosfera mais voltada ao suspense de um thriller do que para um blockbuster de ação e entretenimento. De fato, De Palma, conhecido discípulo de Alfred Hitchcock, entregou um filme que o lendário diretor britânico muito bem poderia ter assinado em sua carreira. Justamente por tal abordagem fora dos padrões de filmes pipoca, a franquia optou por seguir outros rumos mantidos até hoje. Ps. Ao lado do terceiro, este é o filme favorito na franquia para este que vos fala.
5. Missão: Impossível III
O público falou e os produtores ouviram. O show continuava sendo de Tom Cruise, mas a franquia voltava ao que era a essência do tema: uma história sobre uma equipe de espiões. Embora não seja o preferido da maioria, o terceiro episódio, dirigido por J.J. Abrams seis anos depois do segundo, é o que mais resume o sentimento do programa de TV. O longa funciona como uma mistura entre os dois primeiros filmes, utilizando os pontos positivos de ambos. Assim, temos o protagonismo de Cruise e o passo adiante na hora de humanizar ainda mais seu personagem (com uma história de amor e vingança) e cenas de ação eletrizantes, ao mesmo tempo em que os outros espiões da equipe ganham rostos e personalidades, e o roteiro faz uso de uma trama levemente complicada. Ah sim, temos o melhor antagonista da franquia neste episódio, vivido pelo saudoso Philip Seymour Hoffman – recém-saído de seu Oscar por Capote (2005).
Os dois primeiros itens, posições 1 e 2, é onde a coisa fica confusa. O que acontece é o seguinte: ambos Protocolo Fantasma (2011), o quarto filme, e Nação Secreta(2015), o quinto, receberam nota 7.4 do grande público no IMDB. Daí você pensa, vamos desempatar com a nota dos críticos. Ok, até poderíamos, não fosse o caso de ambos terem novamente a mesma nota no Rotten Tomatoes – 93% de aprovação. Que tal então o número de votos? Sim, quanto mais votantes, mais a nota tende a cair, então o filme com mais votantes deve liderar. Acontece que enquanto Nação Secreta lidera o número de votos com os críticos, Protocolo Fantasma lidera com o público. Cês tão de sacanagem né!
Bom, então faremos o seguinte, a voz do povo é a voz de Deus. A pesquisa do IMDB é mais eclética, já que abrange o grande público, o que pode até englobar críticos que quiserem votar por lá (e por que não?), ao invés de dar somente voz a especialistas em veículos renomados. Sendo assim, vamos lá.
4. Missão: Impossível – Nação Secreta
Depois do terceiro filme, a franquia parece ter seguido a mesma fórmula vencedora, apostando igualmente em personagens secundários carismáticos – em especial os membros da equipe – uma trama envolvente e cenas de ação e suspense de tirar o fôlego. Afinal, o que seria de uma boa cena de ação sem o suspense da situação. Na opinião do grande público, os dois últimos exemplares da franquia foram seu ápice, caminho este que o sexto filme deve seguir também (as críticas já estão extremamente favoráveis). Nação Secreta manteve parte da equipe de cada filme da franquia (Ving Rhames, Simon Pegg e Jeremy Renner), além de introduzir a personagem feminina mais interessante da franquia, a dúbia Ilsa Faust, vivida por Rebecca Ferguson. Com a índole de uma boa espiã, na qual não podemos verdadeiramente confiar, Faust deve seguir assim pelo novo filme, ao que os trailers indicam. Fora isso, o desafio aqui é uma organização secreta formada por antigos agentes renegados, conhecida como o Sindicato. Os eventos apresentados aqui terão continuidade direta em Efeito Fallout.
3. Missão: Impossível – Protocolo Fantasma
Para muitos, o quarto filme da franquia pegou tudo o que havia sido construído no terceiro e elevou. Assim, temos uma equipe ainda mais desenvolvida e com interações mais orgânicas e divertidas. O hacker de Simon Pegg ganhava mais espaço, assim como a personagem feminina – papel da estonteante Paula Patton – dona de uma verdadeira ferida a ser curada em seu arco. Além disso, o agente misterioso vivido por Jeremy Renner estava intimamente ligado a um trauma pessoal de Ethan (Cruise) e era preparado para assumir a franquia (o mesmo havia sido tentado com O Legado Bourne) como protagonista. Brad Bird, em seu primeiro filme com atores reais, entrega uma obra completa, que acerta em todos os quesitos, colocando Missão: Impossívelem um novo patamar. A trama apresenta a equipe precisando agir de forma renegada após uma sabotagem em sua última missão na Rússia, que quase incita a Terceira Guerra Mundial num incidente internacional. Assim, como no primeiro filme, não apenas Cruise, mas sua equipe inteira precisa limpar o nome e reconquistar a confiança da agência.
2. Missão: Impossível – Efeito Fallout
É difícil achar adjetivos que caibam no roteiro escrito por Christopher McQuarrie, que também dirige e produz. Com um script inteligente e ágil, que não perde tempo para engatar sua história, ele usa o pouquíssimo tempo de respiro entre uma cena de ação e outra para aprofundar seus personagens e suas motivações. O maior acerto é mostrar que às vezes o mocinho pode se tornar o vilão e vice versa, além de trazer personagens femininas fortes que fogem do estereótipo “donzela em perigo”. Cada personagem tem seu devido tempo em tela, a trama consegue trazer elementos dos filmes anteriores e criar um desfecho para todas as pontas soltas na franquia – humanizando Ethan Hunt e mostrando que ele é um homem de carne e osso, com sentimentos e um passado. É uma jogada de mestre a maneira como a história avança sem esquecer o passado, mas também sempre olhando para o futuro.
1. Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1
Desde que embarcou nessa jornada de efetivamente surpreender o público com cenas perigosíssimas feitas por ele, Tom Cruise já escalou o Burj Khalifa (prédio mais alto do mundo), decolou em um avião amarrado do lado de fora e agora… Bem, o desafio da vez foi saltar dos Alpes em uma motocicleta. E por mais insano que pareça, essa atuação suicida deTom Cruise é praticamente fundamental para o sucesso de seu novo filme. Em Missão: Impossível – Acerto De Contas: Parte 1, Ethan Hunt enfrente uma Inteligência Artificial que começou como assistente do governo americano, mas acabou aprendendo sozinha enquanto trabalhava e se transformou em uma criatura senciente mortal, disposta a prever panoramas futuros e encontrar meios para eliminá-los, garantindo sua existência.
E para quem acha que isso é exagerado, vale lembrar que vivemos em um mundo em que todos andam com telefones o tempo inteiro, há fechaduras digitais, o tráfego e controlado por computador e as principais forças armadas do planeta dependem da tecnologia pra atacar.
Dito isso, o filme se constrói acerca deste embate épico entre homem e máquina, mostrando que Tom Cruise está disposto a enfrentar os computadores dentro e fora das telas. E faz isso como ninguém. Antes considerado apenas um galã de Hollywood, Cruise se consolidou como o principal nome da ação atual e faz valer cada segundo em tela. Seu Ethan Hunt surge com naturalidade e continua impressionando com seu senso de escapismo.
Agora, porém, ele divide os holofotes com uma coadjuvante que está à altura do protagonista. Grace, interpretada por Hayley Atwell, é uma ladra internacional que cruza o caminho de Ethan pelo objeto necessário para interceptar a máquina. Só que ela não está interessada em usar a arma para destruição mundial ou coisa do tipo. Como toda boa bandidagem de filme, ela só quer ser paga. Agora, junto a Hunt, ela precisa escapar de capangas que realmente buscam a I.A. para o mal. E assim surge uma relação que se constrói de forma orgânica. É impossível não torcer por eles, mesmo que passem o tempo inteiro se enganando em tela.
Partindo dessa dupla implacável em tela, a trama conduz o público rumo a 2h45 de pura aventura e adrenalina. E se você acha que esse tempo todo de filme pesa… Bem, é verdade, pesa demais, chegando a dar um leve cansaço em certos momentos. E, num geral, isso acaba sentindo único grande problema, porque até para o público é necessário ter um tempo para respirar. E o mais insano disso tudo é pensar que essa foi apenas a primeira parte. Pois é, vai ter mais. E sinceramente, não podia estar mais ansioso para ver o que Cruise e o diretor Christopher McQuarrie estão preparando para o grande final. Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1 é cinema em estado puro, promovendo aventura, adrenalina e emoção para toda a família. (Pedro Sobreiro)
Você está ansioso para Missão: Impossível – Acerto de Contas: Parte 1?
Na trama, Kunis e Mckinnon são duas melhores amigas que sempre se apoiaram. Quando uma delas descobre que o namorado (Sam) – que recém terminou o relacionamento – era de fato um espião, as duas acabam envolvidas em uma conspiração internacional.
‘Meu Ex é um Espião’ chega aos cinemas brasileiros em 23 de agosto desse ano.
Em 1999, a adolescente Celeste (Cassidy) sobrevive a uma violenta tragédia. Depois de cantar em uma cerimônia de cremação, Celeste se transforma em uma pop star iniciante com a ajuda de sua irmã compositora (Martin) e uma gerente de talentos (Law). A ascensão meteórica de Celeste à fama e a simultânea perda de inocência se encaixa com um ataque terrorista que desestabiliza a nação, elevando a jovem a uma potência e um novo tipo de celebridade: ícone americano, divindade secular, superstar global. Em 2017, a adulta Celeste (Portman) está se recuperando depois de um incidente escandaloso que descarrilou sua carreira. Em tour com seu sexto álbum, que traz uma coletânea de hinos sci-fi intitulado “Vox Lux “, o pop indomável de boca suja deve superar as lutas pessoais e familiares de Celeste e navegar pela maternidade, loucura e fama inabalável na Era do Terror.
Após a bem-sucedida estreia de ‘Frozen 2‘, o produtor Peter Del Vecho foi perguntado pelo CinemaBlend sobre um possível novo filme da franquia. Apesar de sentir que a história já está completa, Vecho não descarta a possibilidade de uma nova sequência no futuro.
“Acho que quando você olha para esses dois filmes, a coisa que mais amo é que eles são extremamente conectados. Eles são uma história completa. Então, agora parece ter sido uma jornada completa.
Ele continua, “A história parece encerrada pra mim, mas nunca se sabe. [O codiretor] Chris [Buck] disse para eu perguntá-lo sobre uma nova sequência daqui a um ano.”
Será que vão mesmo encerrar uma franquia tão valiosa em seu segundo filme?
Surpreendendo as expectativas e quebrando recordes, a sequência ‘Frozen 2‘ estreou com sólidos US$ 350.2 milhões mundialmente – tornando-se a animação com a MAIOR estreia global da história do cinema.
Internacionalmente, a animação arrecadou US$ 223.2 milhões, quebrando o recorde de ‘A Era do Gelo 3‘ como o melhor lançamento de animação no mercado internacional.
E, além disso, com US$ 127 milhões arrecadados nos EUA, o longa garantiu a melhor estreia para uma animação no mês de novembro.
Vale lembrar que ‘Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.
A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.
Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.
A trama focará em Cassian Andor durante os seus primeiros anos na Rebelião, enquanto explora contos cheios de espionagem e missões desafiadoras para restaurar a paz na galáxia das garras do impiedoso Império.
Diego Luna estrelará a produção, reprisando o papel de Cassian Andor.
O elenco ainda conta com Alan Tudyk, Genevieve O’Reilly e Denise Gough.
Tony Gilroy, responsável pelo roteiro do filme ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, irá dirigir o escrever o roteiro do piloto e dirigir diversos episódios da primeira temporada.
As filmagens da série ainda têm previsão de início no segundo semestre deste ano, a fim de garantir a estreia para 2021 no Disney+.
O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 27 de fevereiro. No entanto, o primeiro episódio ficará disponível no serviço de streaming da AMC+ uma semana antes, em 20 de fevereiro.
Jodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCASandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCAJodie Comer as Villanelle – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCASandra Oh as Eve Polastri – Killing Eve _ Season 4, Episode 1 – Photo Credit: Anika Molnar/BBCAFiona Shaw as Carolyn Martens – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCACamille Cottin as Helene – Killing Eve _ Season 4, Episode 2 – Anika Molnar/BBCA
Seguindo a tradição de introduzir uma nova roteirista a cada temporada, Laura Neal (‘Sex Education’) será responsável pelo ciclo final, dando continuidade ao trabalho de Phoebe Waller-Bridge (1ª temporada), Emerald Fennell (2ª temporada) e Suzanne Heathcote (3ª temporada).
“‘Killing Eve’ tem sido uma das melhores experiências da minha carreira e estou ansiosa para voltar a interpretar a Eve em breve,” afirmou Sandra Oh em uma declaração. “Sou muito grata por todo o elenco e a equipe que trouxeram nossa história à vida e aos fãs que se juntaram a nós e retornarão para o nosso incrível e inesperado ciclo final.”
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanelle.
A ABC divulgou um novo vídeo da 19ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, apresentando os novos residentes que serão introduzidos no próximo ciclo.
Os médicos novatos serão interpretados por Harry Shum Jr., Adelaide Kane, Alexis Floyd, Niko Terho e Midori Francis.
Confira o vídeo:
Vale lembrar que a atriz Ellen Pompeo retornará em caráter limitado, aparecendo em apenas 8 episódios da 19ª temporada. Pompeo, no entanto, continuará como produtora executiva e narradora de todos os episódios.
O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 6 de outubro.
Uma jovem tenta encontrar suas origens depois de ter sido abandonada quando criança em um cemitério envolta em um pano com símbolos satânicos, mas conforme ela se aproxima das respostas, um espírito malévolo está dizendo para ela ir embora.
Curiosidades:
» Thomas Moldestad, do slasher norueguês ‘Presos no Gelo‘, assina o roteiro;
Durante o CinemaCon 2024, foi anunciado que o ator Glen Powell (‘Todos Menos Você’) será o protagonista do reboot de ‘O Sobrevivente‘ (The Running Man), filme clássico de 1987, estrelado pelo Arnold Schwarzenegger.
Edgar Wright, de ‘Em Ritmo de Fuga‘, será responsável pela direção.
Ele também servirá como produtor ao lado de seus parceiros Nira Park e Simon Kinberg.
Baseado no livro homônimo de Stephen King, publicado através do pseudônimo Richard Bachman, a trama é ambientada em uma América distópica em 2025.
A história gira em torno de Ben Richards, um homem desesperado que participa de um reality show violento chamado O SOBREVIVENTE, para ganhar dinheiro para salvar sua filha gravemente doente.
Em entrevista ao Men’s Health, Tom Holland (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’) quebrou o silêncio sobre os complicados bastidores de ‘Entre Estranhos‘ (The Crowded Room).
O ator confessou que os sets da série “não eram muito harmoniosos”, sendo marcados por conflitos e discussões – gerando um clima insuportável.
“Havia muita animosidade nos bastidores [de ‘Entre Estranhos’]. Não era um ambiente muito harmônico; havia muita discussão e pessoas batendo cabeças.”
O ator ainda confessou que o clima pesado da produção o fez pensar em acabar com a sua sobriedade: “Eu senti que se eu começasse a beber novamente, com tudo o que estava acontecendo, a situação ficaria ainda pior. Eu me apoiei muito nas pessoas que são próximas a mim: família, amigos, colegas antigos e pessoas que me abordaram que eu não sabia que também estavam [em sua jornada] de sobriedade.”
De acordo com a CBC, Josh Hartnett (‘Armadilha’) foi hospitalizado após sofrer um acidente de carro em St. Johns, no Canadá.
O ator colidiu com um carro de polícia na última quinta-feira (25) após retornar das filmagens da nova série da Netflix, que está sendo gravada no local.
Hartnett estava no banco do passageiro. Por precaução, ele e o motorista foram levados ao hospital. Nenhum dos dois ficou gravemente machucado.
Os policiais da viatura também foram enviados para o hospital.
O site ainda afirma que as filmagens não foram afetadas pelo acidente.
Ainda sem título, a série estrelada por Hartnett acompanhará um pescador durão que deve lutar para proteger sua família, sua comunidade e seu modo de vida em extinção quando uma misteriosa criatura marinha aterroriza sua remota cidade em Newfoundland.
Além de estrelar, Hartnett também servirá como produtor executivo ao lado de McKeown, Childs, Jessica Rhoades (‘Black Mirror’), Louise Sutton (‘Black Mirror’), Chris Hatcher (‘Shadowhunters’) e Sharon Hall (‘The Expanse’).
O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘The Devil’s Mouth‘, novo filme de tubarão assassino estrelado por Kathryn Newton (‘Casamento Sangrento 2: A Viúva’) e Lana Condor (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’).
Na trama, durante uma viagem para a Tailândia, amigos universitários ficam presos em um sistema de cavernas subaquáticas com um tubarão-touro. Logo, velhas tensões e disputas por poder ressurgem enquanto eles lutam para sobreviver.
Confira:
O longa será lançado no serviço de streaming no dia 29 de julho.
Jeff Wadlow (‘Verdade ou Desafio’) é responsável pela direção.
O roteiro é assinado por Aja Gabel (‘The Staircase’) e Myung Joh Wesner (‘Star Wars: Skeleton Crew’), com revisões de Wadlow.
O terror recebeu uma baixa classificação etária (PG-13) nos EUA, e poderá ser assistido por menores de idade. A produção foi classificada pelo MPAA por “conteúdo violento, imagens sangrentas, linguagem e material sugestivo”.
‘Deadpool 2‘ está a uma semana de distância das audiências de todo o mundo e as primeiras impressões da crítica especializada já estão entre nós.
E as avaliações não poupam elogios, pontuando que a sequência é ainda melhor que o original e que Ryan Reynolds conseguiu se superar na caracterização do Mercenário bocudo.
Os críticos que já tiveram a oportunidade de conferir a adaptação ainda elogiaram a X-Force, afirmando que a escolha do elenco foi certeira, além de afirmarem que a dinâmica entre todos funciona com maestria.
Em se tratando das referências, os fãs já são alertados a esperar muitas piadas relacionadas ao Canadá e sacadinhas mais ácidas, com linguajar pesado – fazendo jus à classificação R-rated.
Mas o principal destaque das impressões foi de fato a cena pós-crédito, que está sendo considerada pela maioria como a MELHOR JÁ FEITA NA HISTÓRIA!
Ansiosos? Então se prepare para a aguardada estreia com as principais avaliações que já estão circulando na internet.
Confira:
So #Deadpool2 just screened all over for fans – my @joblocom review will be up when embargo breaks but fans of the first will not be disappointed – at all. Brolin owns as Cable.
“Então, ‘Deadpool 2‘ acabou de ser exibido para os fãs – minha crítica pelo Joblo estará no ar assim que o embargo cair, mas os fãs do primeiro não ficarão desapontados de forma alguma. Brolin domina o Cable.
Happy to report ‘Deadpool 2’ is a lot of fun and had me laughing beginning to end. Stuff after the credits is *awesome*. All the people added to the film were perfectly cast. Avoid spoilers. Always makes it a better experience. pic.twitter.com/4Q3Kr1ARPh
“Feliz por poder relatar que ‘Deadppol 2‘ é bem divertido e me fez rir do começo ao fim. O que vem depois dos créditos é incrível. Todas as pessoas acrescentadas ao elenco foram perfeitamente escolhidas. Evite spoilers. Isso sempre torna a experiência bem melhor”.
I didn’t like the first Deadpool. DEADPOOL 2 beat me into submission until I was actually enjoying myself. Also it features my now favorite post credit scene.
“Eu não gostei do primeiro ‘Deadpool‘. ‘Deadpool 2‘ me surrou à submissão até que eu realmente comecei a me divertir. E também conta com a minha nova cena pós-créditos favorita”.
I liked DEADPOOL 2 more than the first one (which I wasn’t a huge fan of). Slow to start but all the stuff with X-Force and Cable (and Peter!) works surprisingly well.
“Eu gostei de ‘Deadpool 2‘ mais do que do primeiro (o qual eu não sou um grande fã). Começo lento, mas todas as coisas com a X-Force e o Cable (e Peter!) funcionam surpreendentemente bem”.
#Deadpool2: I’ll say this, it earns the hell out of that R rating. And the cameos. And the post-credit scenes.
“‘Deadpool 2’: Eu direi isso, ele é realmente digno da classificação R-rated. E as aparições. E as cenas pós-créditos”.
So, #DEADPOOL2 is the perfect sequel. Doubles down on everything that fans love about the original, and fixes some of that film’s issues. Huge, huge laughs that play the audience like a fiddle. @VancityReynolds destroys as Wade. Great action, fantastic comic nods. A killer ride! pic.twitter.com/KaM8gUT2Jf
“Então, ‘Deadpool 2‘ é a sequência perfeita. Ele dobra tudo aquilo que os fãs amam do original e conserta alguns dos problemas daquele filme. Grandes, grandes risadas que brincam com a audiência como um violino. Ryan Reynolds destrói como Wade. Ótima ação, fantásticas referências cômicas. Uma viagem incrível!”
Just saw #Deadpool2. Safe to say it features the best post credits scene EVER. I’m still recovering.
“Acabei de ver ‘Deadpool 2’. É seguro dizer que ele tem a melhor cena pós-créditos já feita. Eu ainda estou me recuperando.
#Deadpool2 is no doubt the most violent major release since Kill Bill Volume 1. It’s also funnier than the first and has me genuinely excited for a sequel. Oh and it features a ton of Canada jokes, so of course I loved it.
“‘Deadpool 2’ é, sem dúvidas, o lançamento mais violento desde ‘Kill Bill Vol. 1’. É também mais engraçado que o primeiro e me deixou genuinamente empolgado para a sequência. Oh, ainda conta com uma tonelada de piadas do Canadá, então é claro que eu amei”.
“A cena pós-créditos em ‘Deadpool 2‘ é a melhor já feita até hoje em um filme de super-herói. Eu estou falando realmente sério”.
DEADPOOL 2: A 113-minute Honest Trailer that steals its best scene from MACGRUBER. Josh Brolin’s third-best summer movie. Criminal misuse of Julian Dennison. Your ten-year-old son’s new favourite movie. It will make $1-billion.
“‘Deadpool 2’: Um trailer honesto de 113 minutos que rouba rouba sua melhor cena de ‘Corram Que o Agente Voltou‘. O terceiro melhor filme de verão de Josh Brolin. Mau uso criminal de Julian Dennison. O novo filme favorito do seu filho de 10 anos de idade. Ele fará US$ 1 bilhão”.
[CUIDADO COM SPOILERS]
Parece que um ator muito conhecido irá interpretar o mutante invisível Vanisher, visto no trailer final de ‘Deadpool 2’. Segundo fortes rumores, apurados pelo site MCU Cosmic, o ator Brad Pitt será o personagem.
Ainda segundo o site, Pitt irá brevemente se revelar durante uma cena específica. Vale lembrar que nada foi confirmado e ainda devemos tratar como um rumor.
Enquanto isso, ‘Deadpool 2’ ganhou um novo pôster hilário com a frase “Do mesmo estúdio que matou o Wolverine”, alfinetando a decisão da Fox de matar o herói no final de ‘Logan’. Confira:
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.
Mark Hamillé mais conhecido por ser Luke Skywalker na saga de ‘Star Wars‘. Mas o veterano decidiu cruzar para o lado negro da força, em uma bela ação social.
Trajando a armadura dos stormtroopers, o ator participou do Force For Change, uma instituição de caridade que presta assistência a crianças e adultos em situação de risco ou com doenças terminais.
Confira o vídeo:
I did this for the “Force For Change” charity- a really great cause. The best part was spending all day talking to people who had no idea who I was. I was tempted to unmask at times, like when that woman said her favorite actor was Mark Hamilton! 🤣 #MayTheFarceBeWithYouhttps://t.co/tlrexNWLxV
Para celebrar o aniversário de 25 anos de ‘Os Bad Boys‘, a produção ganhou um divertido vídeo, que traz o Top 10 Melhores Momentos de Mike e Marcus nos três longas da franquia.
A compilação foi compartilhada pela conta oficial da saga no Instagram.
Uma publicação compartilhada por Bad Boys (@badboys) em
Vale lembrar que ‘Bad Boys Para Sempre‘ se tornou um sucesso nos cinemas e já arrecadou mais de US$ 400 milhões mundialmente – tornando-se a MAIOR bilheteria da franquia.
A dupla Adi El Arbi eBilall Fallah é responsável pela direção.
A trama é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas, chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith).
O astro Alexander Skarsgård, da sequência ‘Godzilla vs Kong‘ aprendeu a linguagem de sinais para poder se comunicar com a jovem atriz e estrela do filme, Kayle Hottle. A informação foi revelada por ele mesmo, durante uma entrevista ao site australiano Junkee (Via EW).
Na trama, Hottle interpreta Jia, uma garotinha que consegue se comunicar com o King Kong por meio da linguagem de sinais. Já Skarsgård interpreta um geólogo e cartógrafo, que trabalha para a organização chamada Monarch.
E durante o seu bate papo com o veículo, ele compartilhou que aprendeu a linguagem para que pudesse se comunicar com a colega de elenco nos bastidores das filmagens.
Na ocasião, ele ainda comentou sobre o grandioso talento que a novata atriz apresentou logo em seu primeiro trabalho:
“Esse é o seu primeiro filme. É fascinante o quão confortável ela está diante de uma câmera e o quão rápido ela toma as notas do diretorAdam Wingard. Ele explicava algo e ela sinalizava ‘entendi, entendi’. Pouco depois, ela fazia a sua cena e todos ficávamos impressionados, do tipo: ‘Como ela conseguiu fazer isso?'”
As primeiras críticas de ‘Godzilla vs Kong‘ foram divulgadas pela imprensa norte-americana e o filme abriu com ÓTIMOS 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Com 17 críticas publicadas, o filme teve nota média 6,8 de 10. Foram 15 reviews positivas e duas negativas.
Confira as principais críticas:
“Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine
“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post
“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme
“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera
“Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri
“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express
“Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer
“Missão cumprida: quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris
“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report
‘Godzilla vs Kong‘ foi pra 8 de Abril, enquanto ‘Mortal Kombat‘ é previsto para 22 de Abril.
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
A aguardada adaptação dos quadrinhos Besouro Azul ganhou o seu primeiro e emocionante trailer oficial, que traz o astro Xolo Mariduena (Cobra Kai) descobrindo uma série de novas habilidades, ao receber um misterioso e tecnológico escaravelho.
Diante deste artefato alienígena, a vida de Jaime Reyes será completamente transformada, à medida em que ele aprende a lidar com essa peculiar ferramenta, capaz de lhe dar um exoesqueleto mecanizado e poderes sobrehumanos.
Confira o trailer nas versões dublada e legendada:
E essa nova jornada de descobertas não será vivida sozinha. Ao contrário de tantos outros filmes de super-heróis, em que o protagonista descobre seus poderes completamente em sigilo, Besouro Azul rapidamente envolve a família Reyes com o segredo de Jaime.
No longa, o primeiro contato do personagem com o escaravelho é justamente ao lado de seus pais, tio e irmã. E é com este cenário familiar que a trama se desenvolverá em seu 1º filme, conforme comentou Xolo durante a coletiva de imprensa, da qualo CinePOP participou:
“Como o pessoal viu no trailer, a família dele está bem ali naquela primeira transformação. Passar por essa jornada juntos é algo que acho que nunca vimos antes em filmes de super-heróis, e esse é realmente o coração pulsante dessa produção. Embora esta tenha sido a minha primeira vez sendo um super-herói, isso não poderia acontecer sem a família. E esse é um tema que, indepentende de você ser latino ou não, transcende a cor da pele, porque é algo com o qual todos podemos nos relacionar”.
E uma das promessas da trama é justamente entregar circunstâncias identificáveis e relacionáveis, com uma identidade visual que seja característica e marcante. Para Mariduena, além da magia cinematográfica que as adaptações de quadrinhos já trazem, Besouro Azulé uma combinação de questões palpáveis e a construção de um mundo próprio:
“Os problemas que eles estão enfrentando são problemas que conhecemos. E claro, teremos espaço para muitas coisas malucas de alienígenas. Mas as questões que você vê neste filme são muito tangíveis e são enraizadas no mundo de hoje. É 110% o mundo que conhecemos…Mais um pouco de magia extra. Além disso, trazer Balmera City para a tela é fantástico por si só. Quando estávamos discutindo o Besouro Azul, a visão era de que ele pudesse estar no mesmo nível de alguém como um Super-Homem ou um Batman, que possuem Gotham e Metropolis, cidades que também são o coração da trama”.
E Balmera City terá um papel crucial dentro do universo da franquia que se inicia, uma vez que ela resgata a culturalidade latina de regiões como o México e Porto Rico. Para o diretor Ángel Manuel Soto, poder estampar toda essa ancestralidade em uma tela IMAX foi um dos principais aspectos que o motivou a filmar o longa dentro da proporção adequada para esta tecnologia.
“Eu sou de Porto Rico, acho que sou muito óbvio sobre isso! E é ótimo poder ver algo que me faz sentir em casa em uma tela IMAX, não nos telejornais – porque são sempre nas notícias ou em cartões postais. Somos mais do que isso, sabe? E eu disse Porto Rico, mas também faço parte de uma comunidade maior. E poder vê-la também sendo representada não apenas como clichês, mas talvez como um herói pelo menos uma vez…Que melhor maneira do que contemplá-lo na maior tela possível?!”
Soto foi ainda mais além, refletindo sobre como assistir Besouro Azul em IMAX garante uma experiência sinestésica única para a audiência:
“Honestamente, IMAX é insana! E é o aspecto imersivo dessa tecnologia que me motivou a gravar nesse formato, pois sempre tento ser o mais imersivo possível com os projetos que faço. E o escopo do IMAX permite que você seja absorvido por inteiro para dentro da tela. E até parece – pelo menos no meu relacionamento com o cinema, que é muito espiritual -, que você poderia ter uma conexão física com a produção. Além disso, nós tentamos o nosso melhor para atrair o público. E com essa história e seus personagens, essa tecnologia te faz sentir como se você estivesse dançando com o seu parceiro. Você pode estar em um salão de baile rodeado por pessoas, mas quando está dançando com aquela companhia, é como se vocês dois fossem os únicos naquela sala”.
‘Oppenheimer’ dominou a edição 2024 do Oscar, o maior prêmio da sétima arte. O filme de Christopher Nolan sobre o criador da bomba atômica levou 7 estatuetas para casa, inclusive algumas das mais importantes, como melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Cillian Murphy) e melhor ator coadjuvante (Robert Downey Jr.).
Recentemente, Christopher Nolan e Cillian Murphyparticiparam do programa Videoclube, do canal francês Konbini. A partir de um bate-papo descontraído em meio a mais de 40 mil filmes numa videolocadora, em Paris, o diretor e seu ator preferido compartilharam suas influências e seus filmes fundadores.
Ambos elogiam interpretações, diretores de fotografia e compositores de trilhas sonoras como responsáveis dos elementos essenciais de uma obra-prima audiovisual. Desse modo, o CinePOP apresenta a lista das 30 recomendações apontadas pelos dois e os comentários feitos.
Qual o melhor modo de navegar no misterioso mundo de Christopher Nolando que conhecendo suas referências cinematográficas? Para te ajudar a remar entre essas informações, separamos os títulos em quatro períodos: I)Início do século XX; II)Final do século XX; III)Começo do século XXI; e IV)Os Últimos Dez Anos. Descubra todos abaixo!
I) Início do século XX: de 1920-1959
1. Dr. Mabuse, o Jogador, Fritz Lang, 1922
Cena de Dr. Mabuse, o Jogador
Lançado toda semana como episódios de um folhetim, o compilado alemão Dr. Mabuse, o Jogadorpossui 271 minutos e foi uma das principais influências para o personagem do Coringa (Heath Ledger)em Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008). Christopher Nolan fez o seu irmão e roteirista do filme, Jonathan Nolan, assistir todos os títulos do criminoso Dr. Mabuse, enquanto escrevia o roteiro do segundo filme da trilogia do homem-morcego.
2. Ouro e Maldição, Erich von Stroheim, 1924
Segundo o diretor de Oppenheimer, esta é uma obra-prima perdida aos olhos do público ao passar dos anos. Ele ainda afirma que Ouro e Maldiçãopossui um dos melhores finais de todos os tempos. O filme acompanha a transformação do caráter de três personagens dominados pela ganância. O corte original do diretor nunca foi encontrado, no entanto, as versões ainda em circulação são muito bem feitas.
Assistido para ajudar na filmagem de Dunkirk, os pontos mais interessantes da obra para o cineasta eram os efeitos práticos diante das câmeras. Como, por exemplo, a queda de um avião na qual os espectadores veem a água entrar no cockpit quebrando as janelas.
Para Nolan – um opositor da técnica do GCI em seus filmes – a técnica prática de colocar telas de papel e reservatórios de água é fenomenal. Este era o efeito que buscava em Oppenheimer, isto é, ter soluções para filmagem em frente das lentes das câmeras.
“Quando me questionam porque Oppenheimer não segue uma ordem cronológica, eu cito oCidadão Kane como [um exemplo] brilhante de contar a vida inteira de uma pessoa em poucas horas”, confessa Christopher Nolan durante a conversa. A audácia de sair da narrativa estruturada fez desse filme sempre um marco da sétima arte. Além disso, o cineasta destaca a fantástica direção de fotografia de Gregg Toland (ganhador do Oscar por O Morro dos Ventos Uivantes [1939]).
Uma história de decadência fabulosa nos arredores de Hollywood. De acordo com Nolan, o roteiro de Crepúsculo dos Deuses é baseado no cineasta incrível Erich von Stroheim – supracitado nesta lista – o qual destruiu sua carreira na indústria cinematográfica. Este é um título tidos como atemporais pelo diretor e pelo ator. Afinal já se passaram mais de 70 anos e a sua narrativa continua pungente e conectada à nossa realidade.
O drama de guerra francês O Salário do Medofoi agrande influência para o filme Dunkirk (2017). Antes de começar as filmagens do seu longa, o diretor mostrou para toda a equipe técnica como base visual de seus anseios para o projeto.
Estaé uma referência clássica para todos os filmes de aventura. Apesar de não soar como, Nolan nos lembra que Lawrence da Arábiaé uma cinebiografia, além de uma das maiores obras-primas do cinema. Ele ressalta a fotografia extraordinária de uma beleza marcante e sua potência de nunca envelhecer. O diretor confessa assisti-lo a cada dois ou três anos e o filme sempre mantém um frescor de uma obra completa.
Christopher Nolan afirma ter evitado rever Dr. Fantástico durante o processo de Oppenheimer, por conta da temática extremamente próxima. Contudo, ele alega que as memórias do filme eram bastante fortes na sua mente durante as filmagens, já que o assunto tem imediata relação com a biografia de Julius Robert Oppenheimer e as cenas de discussão ao redor da mesa de reunião são inesquecíveis.
Zulu é possivelmente um dos maiores filmes de guerra já feitos. Passado no continente africano, em 1879, o longa conta a história verídica do colonialismo britânico. Na trama, um grupo de soldados tenta defender sua posição em Rorke’s Drift contra uma batalhão de acirrados guerreiros zulus. Outro filme de referência para Dunkirk.
10. A Colina dos Homens Perdidos, Sidney Lumet, 1965
Considerado maravilhoso pela fotografia em preto e branco, o longa também é lembrado pelos movimentos de câmera, conhecidos como steadicam, isto é, mesmo antes da invenção do estabilizador em 1974. Filmado em 35mm, o diretor lembra que na época não existia o maquinário de hoje e, então, era utilizado apenas um carrinho para o efeito.
Ganhador de dois Oscar, de ator para John Mills e Direção de Fotografia para Freddie Young — o mesmo de Lawrence da Arábia e Dr. Jivago, ambos premiados com a estatueta —, A Filha de Ryanéum dos filmes preferidos de Christopher Nolan. Na trama, após a Revolta da Páscoa de 1916, em uma pequena vila irlandesa, uma mulher casada (Sarah Miles) tem um caso com um atormentado oficial britânico (Christopher Jones), tido como um romance de adultério com toque do clássico da literatura Madame Bovary.
Assim como em A Colina dos Homens Perdidos do mesmo diretor estadunidense, Sean Connery encabeça o filme. Nolan, entretanto, declara jamais ter visto uma atuação tão emblemática de Sir Connery como nesta obra. Até os Deuses Erramé um filme de tirar o fôlego, mas muito depressivo, de acordo com Murphy e Nolan.
Qual o filme preferido deCillian Murphy? Espantalho! Ambos os atores protagonistas estavam no topo das suas carreiras quando filmaram este filme, Al Pacino depois de O Poderoso Chefão (1972) e Gene Hackman logo depois de Operação França (1971).
14. O Homem que Queria Ser Rei, John Huston, 1975
Michael Caen e Sean Connery, os dois juntos, têm uma química perfeita. O Homem Que Queria Ser Rei é marcante por essa dinâmica. A narrativa desse épico baseada na disputa de dois soldados britânicos por terras na Índia é baseada no conto do imortal de literatura Rudyard Kipling (1865-1936).
A versão norte-americana do supracitado O Salário do Medo (1953). O ritmo de O Comboio do Medo, entretanto, é diferente e começa com muita ação — como um filme de espionagem —, mas logo perde as aceleradas sequências e desestabiliza o compasso narrativo. Christopher Nolan, contudo, chama atenção para a marcante cena do caminhão preso na ponte sob uma tórrida chuva. Aliás, o final também é diferente, mas é igualmente controverso.
Outro ponto a destacar é a trilha sonora de Tangerine Dream, banda alemã formada no fim dos anos 1960, considerada como um grande expoente do rock progressivo eletrônico, junto com o Kraftwerk. [Ouça aqui!]
Ganhador de quatro Oscar®, Carruagens de Fogoé uma ótima história de rivalidade, sendo um dos primeiros longas desse gênero em competições esportivas. Além de uma trilha sonora fantástica do músico grego Vangelis Papathanassiou (1943-2022), remarcada como memorável tanto pelo diretor quanto pelo ator. [Ouça aqui!]
17. Furyo – Em Nome da Honra, Nagisa Oshima, 1983
Grande performance do ator Tom Conti, o qual tem o primoroso papel de Albert Einstein em Oppenheimer. Neste drama de guerra estrelado por David Bowie e Ryuichi Sakamoto, o mestre japonês Nagisa Oshima — realizador do polêmico O Império dos Sentidos — arma uma intriga provocante baseada no livro de Sir Laurens Van der Post (1906-1966). Furyo – Em Nome da Honra relata o choque cultural entre orientais e ocidentais num campo de concentração em plena Segunda Guerra Mundial.
Christopher Nolan pediu a Cillian Murphy para rever o filme Amadeus antes das filmagens porque a dinâmica entre Mozart (Tom Hulce) e Antonio Salieri (F. Murray Abraham) era parecida com a entre Oppenheimer (Cillian Murphy) e Strauss (Robert Downey Jr.). O diretor detalha que marcou a perspectiva de cada personagem através das cores: do ponto de vista de Oppenheimer, as cenas são em cores; já por meio do olhar de Strauss, as cenas são em preto e branco.
19. JFK: A Pergunta que Não Quer Calar, Oliver Stone, 1991
Grandes diálogos e suspense de pessoas lidando com grandes problemas a resolver, tal como Nolan desejava fazer em Oppenheimer. Segundo o cineasta, o espectador sente a pressão através dos diálogos, dando a impressão de um filme de ação. O diretor afirma, no entanto, que o seu recente filme é historicamente mais preciso do que JFK.
Para Cillian Murphy, este foi um das obras que mais o influenciou durante a sua juventude na Irlanda, além de ter sido um grande sucesso no país. Segundo ele, Em Nome do Paié a segunda maior interpretação de Daniel Day-Lewis na sua finita carreira. [A primeira aparecerá ainda nesta lista].
21. O Ódio, Mathieu Kassovitz, 1995
Cillian Murphy declara ter apresentado recentemente aos seus filhos — Malachy, de 17 anos, e Carrick, de 16 anos — este clássico contemporâneo francês, em preto e branco, sobre a juventude à margem da sociedade da periferia de Paris. Segundo ele, O Ódioé incrivelmente bem filmado e atemporal, além de continuar tendo a mesma relevância de quase 30 anos atrás.
A sequência de tiroteio no banco de Batman: O Cavaleiro das Trevas é totalmente inspirada nesse filme.Fogo Contra Fogo reúne as feras Al Pacino, Robert De Niro e Jon Voight em excelente obra de fuga e perseguição policial.
ParaChristopher Nolan, Além da Linha Vermelhaé um fantástico filme de guerra e extremamente poético. Ele ressalta igualmente a impecável trilha sonora de Hans Zimmer, Journey to the Line, por exemplo, a qual encontra os acordes perfeitos nos momentos precisos.
Excelente performance de Christian Bale, protagonista da trilogia do Batman de Christopher Nolan. Provavelmente, o convite para interpretar o papel do super-herói veio depois de ter impressionado o diretor com a sua atuação no papel do psicótico Patrick Bateman.
Cillian Murphy e Christopher Nolan são fãs do trabalho de Paul Thomas Anderson. Embriagado de Amor, para o ator, é o segundo melhor filme do cineasta estadunidense. Protagonizado por Adam Sandler e Emily Watson, este é um drama psicológico que mistura os sentimentos de raiva, paixão, luxúria e confusão.
Na opinião de Christopher Nolan, Sangue Negro é o melhor filme de Paul Thomas Anderson. Já para Cillian Murphy, o drama apresenta a melhor performance do ator Daniel Day-Lewis de todos os tempos. Além disso, para construir a ambientação do início do século XX de Oppenheimer, Nolan convidou a chefe de decoração de Sangue Negro, Ruth De Jong.
Novamente, Christopher Nolancoloca em evidência o trabalho de um dos atores com que ele trabalhou junto em três oportunidades posteriores a este filme. Com elogios a dinâmica de direção de Refn e a hipnotizante atuação de Tom Hardy,Bronson pode ser considerado o pontapé inicial da parceria entre Hardy e Nolan. Eles trabalharam juntos em A Origem (2010), Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012) e Dunkirk (2017).
IV) Os Últimos Dez Anos: de 2013-2023
28. Eu, Daniel Blake, Ken Loach, 2016
Cillian Murphy revela que trabalhar com Ken Loach mudou a sua forma de atuar, como em Ventos da Liberdade (2006). Ele ainda afirma que o cineasta britânico é um dos maiores diretores do cinema ainda vivos. O ator também compartilha que Loach não diz “Corta” ou “Ação”, ele diz “Off” e “Go”, além de não dar marcação de palco para o elenco durante as filmagens. Por outro lado, Nolan confessa ter a impressão que todos os filmes de Ken Loach são como documentários, tal como Eu, Daniel Blake.
29. Westworld, Jonathan Nolan et Lisa Joy, 2016-2022
Estávamos falando de filmes, certo?Christopher Nolan, entretanto, abriu uma brecha nas regras para elogiar o trabalho do seu irmão no comando da série de ficção-científica da HBO. Segundo o diretor, Westworld é excelente e executada de forma fantástica. Concordamos até a metade da segunda temporada.
Já que falamos de séries, Murphy e Nolan citam igualmente a acachapante Chernobyl. Para eles, a produção é excelente e verdadeiramente depressiva, o que realmente comunica os perigos da radioatividade.
Realizada pela islandesa Hildur Guðnadóttir, ganhadora do Oscar pela sua composição para Coringa (2019), de Todd Phillips, eles também destacam a trilha sonora impactante e poderosa na ambientação da história. [Ouça aqui!]
O reboot de ‘Zorro’ está ganhando forma, com a escalação da atriz Kiersey Clemons, que estrelaria a adaptação ‘Flashpoint’, mas deixou a produção da DC. A informação foi divulgada pela revista Variety.
Agora, de acordo com novos rumores, o filme deverá apresentar o herói Zorro lutando contra uma ameaça mais contemporânea: a corrupção corporativa. ‘Z’ deve também ser o primeiro filme de uma possível franquia, sendo dirigido por Jonas Cuáron.
Já o The Hashtag Show revelou que o reboot deve se passar em um futuro próximo, com seus heróis enfrentando uma corporação maléfica chamada M-Corp.
‘Z’ foi roteirizado por Jonás Cuarón, o mesmo roteiristas de ‘Gravidade’, que também deve assumir a direção, e conta com Gael García Bernal no papel título. Ainda não há data de lançamento.
De acordo com o Collider, a Sony avançou no desenvolvimento do filme solo do vilão Kraven, o Caçador, visando ampliar o Aranhaverso após o lançamento de ‘Venom’. O estúdio contratou o roteirista Richard Wenk (‘O Protetor’) para trabalhar no derivado.
Mais detalhes não foram anunciados e ainda não há diretor confirmado para a produção.
Vale lembrar que a Sony também está desenvolvendo ‘Morbius’, que terá Jared Leto como protagonista e iniciará suas gravações já em novembro.
Todos os projetos fazem parte do mesmo universo compartilhado, sem a presença de Peter Parker.
Ao contrário das expectativas da Lucasfilm – e dos fãs em geral, Indiana Jones e a Relíquia do Destino não se tornou unanimidade entre crítica e público. Feito para dar um fim digno ao maior personagem dos cinemas, o longa queria apagar da mente dos apaixonados pelas aventuras de Indy o sabor agridoce deixado por Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, lá em 2008. Porém, mesmo que as coisas não estejam saindo conforme o planejado, com alguns especialistas apontando o filme como um provável fracasso de bilheteria neste ano, a divergência de opiniões acerca deste último capítulo está promovendo uma ação que a Lucasfilm conhece bem: o revisionismo.
Quem cresceu com o lançamento da trilogia prequel de Star Wars ou já era fã na época, provavelmente já entendeu tudo deste texto no finalzinho da introdução, porque já viveu exatamente o que está acontecendo agora. Na época de seu lançamento, as prequels da família Skywalker eram muito desejadas pelos apaixonados pelo novelão espacial. Afinal, depois de quase 20 anos longe dos cinemas, a franquia Star Wars chegava novamente às telonas, prontinha para fazer uma nova geração de fãs cair de amores pelos personagens que dominaram a Cultura Pop nas décadas anteriores.
No entanto, apesar das primeiras reações dos fãs emocionados serem positivas, o tempo passou e os anos 2000 vieram carregados de críticas à nova saga. Entre ameaças a atores do elenco – com alguns chegando a cogitar o suicídio diante da pressão das críticas – e críticas chamando o George Lucas de adjetivos pejorativos, como “vendido” e “mercenário”, a trilogia prequel se tornou “o filho feio” de Star Wars. Tudo relacionado a ela era extremamente negativo e gostar dos longas, principalmente dos dois primeiros, era motivo de piada em meio ao fandom.
Só que os anos se passaram, a Disney comprou a Lucasfilm e decidiu retomar a franquia Guerra nas Estrelas nos cinemas. Novamente, mais de uma década depois dos cinemas ficarem sem aventuras dos Skywalker, os fãs se empolgaram como poucas vezes e mobilizaram a internet num trenzinho de hype para o novo filme, o que acabou despertando o interesse de quem não tinha assistido à saga para correr a tempo de conferir os seis filmes anteriores a tempo de ver o tão aguardado Episódio VII.
O problema é que os dois primeiros filmes da “Era Disney” (O Despertar da Força e Rogue One) fizeram muito sucesso, mas também não foram unanimidade. Para piorar a situação, em 2017, com o lançamento do Episódio VIII, as críticas foram por água abaixo e a bilheteria passou longe do que o estúdio esperava. Começaram, então, os debates se Star Wars havia saturado ou não. E a pá de cal foi o Episódio IX, que deve ter agradado a apenas três pessoas no mundo inteiro.
Paralelamente aos novos filmes, foi crescendo nas redes sociais uma vertente de fãs apontando que as prequels não eram ruins, apenas mal compreendidas e que teriam envelhecido muito bem. Isso porque traziam elementos clássicos da saga, como as lutas com Sabres de Luz, a trama política e um “clima de Star Wars” que não se repetiu na trilogia nova. E mesmo que não seja unanimidade entre os fãs, já que muitos ainda detestam as prequels, é inegável que os filmes do final dos anos 90 e início dos anos 2000 se beneficiaram muito com o fracasso da trilogia nova. Esse movimento é natural das grandes sagas, fazendo valer aquela frase dos mais velhos de: “Antigamente era tudo melhor”.
Não que realmente fosse tudo melhor, mas esse pessoal se apega a agora sensação de nostalgia que até mesmo um filme ruim pode causar quando se é submetido a algo pior que ele. E agora, com o lançamento de A Relíquia do Destino, é a vez dos fãs de Indiana Jones passarem por esse processo de revisionismo da saga.
Em 2008, houve novo frenesi para o lançamento do quarto e até então último capítulo da saga de Indiana Jones. No Brasil, então, foi uma verdadeira histeria, já que Harrison Ford veio gravar cenas em Foz do Iguaçu e acabou fazendo uma Brazilian Tour, com direito ao ator se perdendo numa trilha da Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. E tudo conspirava a favor do filme. Harrison voltaria, o talento promissor da época, Shia LaBeouf, se juntava ao elenco e o lendário Steven Spielberg retornaria ao cargo de diretor. Só que as coisas desandaram e a crítica detestou o filme com todas as forças. E ainda que tenha feito uma bilheteria bastante expressiva, virou consenso dentre os fãs que o capítulo final não era um bom filme e não passava de mais um caça-níqueis da Lucasfilm.
A repercussão foi tão negativa que, tal qual as prequels, O Reino da Caveira de Cristal virou motivo de piada na Cultura Pop. O caso que melhor exemplifica isso é o oitavo episódio da 12ª temporada de South Park. Chamado de A Questão Chinesa, o episódio mostra Stan, Cartman e seus amigos indo aos cinemas para ver o quarto Indiana Jones, mas se deparam com um filme sobre Steven Spielberg e George Lucas deixando a metáfora de lado e literalmente estuprando o Indiana Jones. O filme é tão traumático que causa uma perda de memória generalizada em praticamente todos que assistiram ao longa.
Reprodução/ Paramount
As cenas são bem explícitas e o episódio causou uma polêmica colossal em seu lançamento, apesar de ter muitos fãs saindo em defesa dele diante da crítica pela dita busca incessável por dinheiro da Lucasfilm. Mas é o exemplo perfeito para ilustrar o quanto o quarto capítulo da saga do Indiana Jones foi massacrado na época.
Entretanto, com as críticas mistas de A Relíquia do Destino, até mesmo O Reino da Caveira de Cristal está sendo reavaliado como positivo pelos fãs, principalmente por seu final mais otimista. É que o público meio que cansou dessa perspectiva da Lucasfilm de que os grandes heróis do passado precisam crescer, se desiludir com a própria vida e se tornar velhos frustrados e assombrados por aquilo que foram no passado, assim como eles fizeram com o Han Solo, o Luke Skywalker e agora com o próprio Indiana Jones. É um caminho possível de ser seguido, mas incomoda quando a empresa aponta ser o único destino para quem fez feliz a infância de milhões de pessoas. É como se a felicidade e uma velhice tranquila não fosse cogitáveis, deixando a eles o único destino de se tornarem amargurados e descartáveis.
Diante dessa nova frustração, pontos como o espírito de aventura clássica, a estética de cores saturadas e tonalidade dourada e principalmente o final do quarto filme, que mostra o grande herói se casando com o amor de sua vida e compondo uma família feliz, sem abandonar seu jeitão icônico e paixão pela aventura, deixou de causar uma sensação agridoce em parte dos fãs e passou a despertar um sentimento bom, como se aquele fosse o fim definitivo do herói. E cá entre nós, era esse o fim idealizado por Spielberg, que não retornou para a direção deste quinto e último filme da saga.
De qualquer forma, gostando ou não de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, é curioso como a Lucasfilm parece ter encontrado esse padrão de até mesmo quando as coisas não saem como o esperado, eles dão um jeito de ter suas produções reconhecidas e revisadas por fãs apaixonados.
Sebastian Stan pode até ter esse rostinho de bom moço, mas nem sempre ele interpreta o mocinho da história. E não, não estamos falando do Bucky de ‘Capitão América e o Soldado Invernal’, que foi de vilão a anti-herói a testemunha do novo herdeiro do escudo. Ator versátil e em alta dentre a garotada, entre um e outro trabalho para a Marvel ele se aventura em fazer filmes que o distancie de seu papel como Bucky Barnes, como podemos ver no novo suspense ‘Sharper – Uma Vida de Trapaças’, que chega a partir de hoje aos assinantes da Apple TV+.
Tudo começa com uma história de amor. Tom (Justice Smith) está tranquilamente trabalhando na sua livraria quando, certo dia, uma cliente entra casualmente, e esse encontro muda sua vida. Encantado por Sandra (Briana Middleton), os dois começam a se envolver romanticamente, e as afinidades entre ambos dá a entender que foram feitos um para o outro. Até que, certa noite, um homem bate enfurecidamente na porta da casa de Sandra: é seu irmão, que deve muito dinheiro à gente perigosa e sempre recorre à ela para saldar suas dívidas. Envergonhada, ela tenta se afastar da relação, mas Tom está disposto a lutar pelo romance deles, e se dispõe a pagar a dívida de U$350 mil dólares do rapaz. Mal sabia ele, porém, que aí teria início um sórdido capítulo de sua vida.
Com quase duas horas de duração, ‘Sharper – Uma Vida de Trapaças’ é construído em capítulos, no total de quatro, sendo que cada um é centrado em um personagem para, ao final, todas as partes se encaixarem dentro do intrincado roteiro de Brian Gatewood e de Alessandro Tanaka. Assim, o que inicialmente começa como uma história de amor envolvente, aos poucos vai se configurando em um suspense repleto de dúvidas e reviravoltas, desses em que nada é o que parece e tudo pode acontecer.
Para dar vida à produção, a Apple TV+ pôde contar com um elenco renomado, que, além dos nomes acima citados, inclui ainda Julianne Moore, Sebastian Stan e John Lithgow, o que ajuda a conferir credibilidade ao espectador. E o elenco não desaponta, entregando atuações condizentes com as atitudes dos personagens – que, por suas vezes, demonstram que o submundo das ambições e puxadas de tapete da alta sociedade nova iorquina é bem mais passional do que imaginamos. Benjamin Caron tem uma direção segura de seu projeto; ainda que por vezes alguns ângulos não favoreçam a oscarizada Julianne Moore, no geral as tomadas ajudam a construir o clima de suspense crescente à medida que a índole dos personagens vai sendo apresentada, mostrando, inclusive, o contraste entre o cenário amontoado da livraria em oposição ao espaço clean da mansão da high society.
Bem construído, ‘Sharper – Uma Vida de Trapaças’ é um filme cheio de reviravoltas que entrega mais do que se espera de sua sinopse. Seja pelo bom elenco, seja pela boa construção narrativa, é um suspense que fisga a gente e vale ser assistido na Apple TV+.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.