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Terror inspirado em ‘Drácula’ estreia na HBO Max; Confira o trailer legendado!

O terror ‘Convite Maldito‘ (The Invitation), inspirado na clássica história do ‘Drácula‘, já está disponível no catálogo brasileiro da HBO Max.

Descrito como um “terror contemporâneo”, a trama segue uma jovem que é convidada para um jantar misterioso, mas logo percebe as intenções malignas de seu anfitrião.

Apesar de ter fracassado entre os críticos – conquistando apenas 29% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o longa conseguiu arrecadar US$ 33.7 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 10 milhões.

Confira a nossa crítica e o trailer legendado:

Jessica M. Thompson é responsável pela direção, a partir de um roteiro original escrito por Blair Butler (Helstrom’).

O elenco ainda conta com Thomas Doherty, Hugh Skinner, Sean Pertwee, Courtney Taylor, Alana Boden e Stephanie Corneliussen.

Crítica | Power Rangers – Remake estreia na Netflix e vai agradar aos fãs do clássico

Na onda de reboots e remakes que assola Hollywood, um dos maiores clássicos da nossa infância não poderia ter ficado de fora. ‘Power Rangers‘ marcou a juventude de muitas pessoas que hoje se encontram na casa dos 30 e poucos anos, e finalmente estreou na Netflix – aonde está fazendo o maior sucesso.

Inspirada na série japonesa ‘Super Sentai‘, a franquia da empresa Saban Entertainment ganhou uma série de TV icônica entre 1993 e 1999, que foi exaustivamente reprisada nos programas infantis nacionais ao longo de duas décadas. Com os direitos da franquia recuperados em 2010, a Saban iniciou uma jornada para recuperar o prestígio da série e deu sinal verde para um blockbuster milionário.

Inicialmente anunciado com o orçamento de US$ 50 milhões, o filme começou a tomar proporções maiores com a grande expectativa dos fãs e se tornou um projeto ainda mais ambicioso, que custou mais que o dobro da projeção inicial: US$ 105 milhões.

O resultado do investimento pode ser visto nas telinhas: ‘Power Rangers‘ é um filme sensacional de origem, que nos apresenta seus personagens de maneira grandiosa antes de partir para a ação. Ao contrário do remake de ‘Quarteto Fantástico‘, que passa horas preparando o terreno para ser encerrado antes que pudéssemos ter o gostinho de ver os heróis em ação, ‘Power Rangers‘ consegue dividir na medida certa a introdução dos protagonistas com o terceiro ato orgástico e cheio de pancadaria .

O filme acompanha a trajetória de cinco adolescentes comuns, que descobrem dons extraordinários quando eles percebem que a sua pequena cidade, Angel Grove, e o mundo inteiro está a beira de ser extinto por uma ameaça alienígena. Escolhidos pelo destino, os jovens heróis descobrem rapidamente que eles são os únicos que podem salvar o planeta. Mas, para isso, eles terão que superar seus problemas da vida real.

O roteiro, escrito a seis mãos (John Gatins, Max Landis, Ashley Edward Miller, Burk Sharpless, Zack Stentz e Matt Sazama), é o grande acerto da produção. Cada personagem tem sua personalidade detalhada para criar empatia com o público, para que possamos nos importar com eles antes de vê-los vestindo os uniformes dos Rangers.

Cada um dos heróis tem suas peculiaridades e seus próprios arcos na trama, alguns mais interessantes que os outros, como um autista que busca se encaixar na sociedade e uma garota que teme sair do armário.

A profundidade dos personagens nos faz lembrar os clássicos oitentistas de John Hughes, diretor dos cultuados ‘Clube dos Cinco‘ e ‘Curtindo a Vida Adoidado‘. É uma nostalgia em dobro!

A direção talentosa de Dean Israelite (‘Projeto Almanaque’) é extremamente pop e cheia de jogos de câmera, entregando um filme visualmente espetacular.

O elenco também é um show à parte, já que somos brindados com ótimas atuações dos jovens Dacre Montgomery (Ranger Vermelho), Becky G. (Ranger Amarelo), Ludi Lin (Ranger Preto), Rj Cyler (Ranger Azul) e Naomi Scott (Ranger Rosa). Elizabeth Banks surpreende ao interpretar uma Rita Repulsa vilanesca e deliciosamente caricata.

Power Rangers‘ recupera a nostalgia da nossa infância e atualiza seus personagens para os dias de hoje,  recriando heróis icônicos para uma nova geração.

É um filme de origem grandioso que consegue mesclar de maneira ideal drama, humor e ação. Uma pena que a produção fracassou nas bilheterias e não teremos ‘Power Rangers 2‘.

 

 

FLOPOU! ‘Dungeons & Dragons’ (2000) e outros Fracassos do Cinema que Completam 23 Anos em 2023

Entra ano e sai ano, o mundo do cinema nos apresenta novos sucessos que iremos lembrar e comentar pelos próximos tempos, ou quem sabe para sempre. Mas para isso, como forma de equilibrar o universo, também ganhamos anualmente fiascos monumentais. Fracassos de crítica, público ou ambos, algumas produções azaradas simplesmente se tornam uma grande dor de cabeça para seus realizadores e podem inclusive marcar carreiras – chegando a terminar o sonho de estrelato para muitos.

A cada geração, no entanto, alguns fracassos (ou flops, como são carinhosamente chamadas atualmente estas obras) são redescobertos e reanalisados, podendo vir a se tornar filmes cults. São os casos com produções como Blade Runner e O Enigma de Outro Mundo, por exemplo, ainda hoje fortes na cultura popular após seus fracassos na época de lançamento.

Seja como for, aqui iremos abordar em especial os fracassos financeiros de alguns lançamentos do cinema, que custaram muito, renderam pouco, e em 2023 completam 23 anos. Vem conhecer.

 

Dungeons & Dragons

Igualmente membro do seleto clube dos piores filmes de todos os tempos no IMDB (este em número 74), o filme é a adaptação do famoso jogo de RPG criado em 1974 – que fez e faz a alegria dos aficionados. Este longa, por outro lado, é uma aula de como NÃO fazer uma aventura de fantasia medieval (muito em voga nos anos 1980, e que voltaria com tudo no ano seguinte ao seu lançamento, com Senhor dos Anéis e Harry Potter).

Sim, o adorado desenho conhecido no Brasil como Caverna do Dragão (1983-1985) também é baseado em tal jogo e possui este título na versão original. Ao invés de adaptar o icônico cartoon, os envolvidos preferiram criar esta enfadonha história do zero dentro de tal universo. Dungeons & Dragons é uma das maiores vergonhas da carreira do vencedor do Oscar Jeremy Irons (que vive o vilão) e junto à crítica no Rotten Tomatoes soma histéricos 10% de aprovação. A produção custou US$45 milhões aos cofres da New Line (subsidiária da Warner) e viu o retorno de apenas US$15 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$33 milhões ao redor do mundo.

O diretor Courtney Solomon seguiu para trabalhos melhores, como produtor do drama Cake, com Jennifer Aniston. E curiosamente, Dungeons & Dragons saiu ileso sem indicações ao Framboesa de Ouro.

A Reconquista

Não tem como começar a lista de outra forma. A Reconquista, ou Campo de Batalha Terra (no título original), é definitivamente um dos maiores fracassos da história do cinema. Projeto de estimação do astro John Travolta, a ficção científica é adaptada do livro homônimo de L. Ron Hubbard, o pai da cientologia, religião da qual o ator faz parte. A trama se passa no ano 3000 e é uma espécie de Planeta dos Macacos (1968) onde desta vez os humanos são escravizados por uma raça alienígena – da qual Travolta faz parte, ele é o vilão Terl.

Bancada pela Warner, a produção recebeu um orçamento de US$73 milhões, e viu de volta apenas algo em torno de US$21 milhões nos EUA. No mundo, não chegou nem a US$30 milhões. Fora isso, soma pífios 3% de aprovação no Rotten Tomatoes, e junto ao grande público no IMDB é o número 15 dos piores de todos os tempos. O filme fez a limpa nos prêmios Framboesa de Ouro, onde voltou a ser destaque no fim da década – eleito como o pior filme dos últimos dez anos, além do pior “drama” dos últimos 25 anos. Ah sim, e A Reconquista era planejado como uma trilogia, deixando até um gancho ao final para isso. E pensar que o diretor Roger Christian teve envolvimento com a saga Star Wars

 

Jogo Duro

Já pensou um filme de ação protagonizado por Charlize Theron e Ben Affleck? Hoje isso seria o suficiente para deixar os fãs ansiosos. E se eu disser que esta produção já existe, e foi lançada há nada menos que 22 anos. Para começar, devemos dizer que na época, o segundo nome mais quente no elenco não era o de Theron (que ainda se firmava em Hollywood) e sim o do sumido Gary Sinise, indicado ao Oscar por Forrest Gump. Um thriller de ação igualmente problemático, que usa como temática a época de natal, mas que devido aos inúmeros empecilhos foi lançado em fevereiro. Já começa errado aí.

Na trama, Affleck vive um sujeito atraído por Theron para integrar a gangue do irmão dela (Sinise), que planeja um assalto na época do natal. A direção é do consagrado John Frankenheimer (que saía do sucesso do eletrizante Ronin) e o roteiro é de Ehren Kruger (Pânico 3). O filme produzido pela Dimension Films contou com um orçamento de US$42 milhões, mas só arrecadou US$23 milhões nos EUA, e US$32 milhões no mundo, não conseguindo se pagar. A crítica também não pegou leve, com 25% de aprovação, o considerando “um filme decepcionante, dono de um enredo forçado e atuações fracas, apesar do elenco decente”.

Sobrou pra Você

A rainha da música pop Madonna é uma estrela irretocável nos palcos, mas sua carreira como atriz talvez tenha visto mais baixos do que altos. Quatro anos depois das críticas sofridas por Evita, Madonna, a atriz, retornava como protagonista nesta comédia dramática sobre uma mulher que decide ter seu primeiro filho (no auge dos 42 anos da atriz) com seu melhor amigo gay. A crítica deu apenas 19% de aprovação, e afirmou que “os elementos da história colidem e as atuações deixam a desejar”.

Sobrou pra Você não escapou dos prêmios ruins do cinema, e foi indicado para o Framboesa e o Stinkers Bad Movie Awards, sendo indicado para pior filme e “vencedor” de pior atriz para a material girl. O grande e saudoso diretor John Schlesinger (Perdidos na Noite e Maratona da Morte) já viu dias melhores. O filme fez uso de um orçamento mediano, de US$25 milhões, mas viu de volta apenas US$14 milhões nos EUA, e US$24 milhões mundialmente aos cofres da Paramount, não conseguindo sequer se pagar.

O Caminho para El Dorado

Disputar com a Disney no terreno das animações sempre foi uma missão suicida. Mas no fim da década de 1990, a Dreamworks, estúdios de três figurões do ramo do entretenimento, entre eles ninguém menos que Steven Spielberg, chegou forte. Foram filmes como Formiguinhaz (1998) e O Príncipe do Egito (1998) em seus primórdios, por exemplo. Mas antes de Shrek (2001) e no mesmo ano de A Fuga das Galinhas (2000), o estúdio lançava uma animação tradicional que iria amargar um dos maiores fracassos para a Dreamworks – embora depois tenha ganhado seus fãs: O Caminho para El Dorado.

Com uma história típica das aventuras de matinê do passado, o filme traz os aventureiros Tulio e Miguel – com as vozes de Kevin Kline e Kenneth Branagh respectivamente – em busca da cidade perdida de El Dorado, após se verem em posse de um mapa. O investimento para o longa animado foi um dos maiores do ano, com inacreditáveis US$95 milhões, daí um dos motivos de seu fracasso. A obra, embora fosse planejada como uma franquia para as aventuras da dupla, viu o retorno de US$50 milhões nos EUA, e US$76 milhões mundialmente, o que cancelou os projetos das continuações. Fora isso, as críticas também não animaram, com 48% de aprovação e a conclusão da imprensa de que os personagens eram fracos e a história previsível, resultando num filme raso.

 

Os Flintstones em Viva Rock Vegas

Muito antes de SCOOBY! fazer sucesso online com sua intenção de um Hanna-Barbera-verse, outras criações do clássico estúdio de animação já haviam emplacado nas telonas. O primeiro Os Flintstones (1994) chegava na esteira dos sucessos de Batman (1989), Dick Tracy (1990) e As Tartarugas Ninja (1990), que apesar de mais sombrios, mostravam que produtos como quadrinhos e desenhos podiam se dar muito bem nos cinemas. E apesar do primeiro filme, que tinha produção de Steven Spielberg, não ter caído no gosto dos críticos, arrecadou impressionantes US$341 milhões num orçamento de US$46 milhões para a Universal.

Porém, ao invés de engatilhar rapidamente a continuação, o estúdio resolveu esperar nada menos que 6 anos, perdendo totalmente o timing e hype do longa original. Assim, Viva Rock Vegas, uma pré-sequência, mudou seus atores e Spielberg saiu, mas trouxe novamente a direção de Brian Levant. E apesar de seguir não impressionando os críticos (com 25% de aprovação), o prego no caixão foi a irrisória bilheteria de US$35 milhões para um orçamento de US$83 milhões nos EUA. Mundialmente, o filme fez um pouco mais que US$59 milhões. Ah sim, o segundo Flintstones teve indicações no Framboesa e no Stinkers Bad Movie Awards e consta como um dos piores de todos os tempos (número 79) no IMDB.

Supernova

Um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos, a ficção científica com ares de terror é um dos inúmeros filhotes de Alien – O Oitavo Passageiro (1979), mas um bem problemático. Orçamentos estourados, roteiro reescrito, adiamentos da estreia, e até mesmo a mudança do diretor. Sim, desde que Hollywood é Hollywood estas tretas acontecem. Aqui foi o icônico Walter Hill quem sofreu com esta superprodução da MGM, precisando assinar como Thomas Lee, e dizem que Francis Ford Coppola foi chamado às pressas para terminar o filme.

O resultado final é basicamente um slasher espacial, com uma força galáctica maligna possuindo um tripulante resgatado pela nave dos protagonistas. Em tela desfilam nomes como James Spader, Angela Bassett, Robert Forster, Lou Diamond Phillips e os então jovens talentos Robin Tunney e Peter Facinelli. Com um orçamento pra lá de inflado de aproximadamente US$90 milhões (é de deixar qualquer um de cabelo em pé), o filme não conseguiu recuperar mundialmente nem ao menos US$15 milhões. Os críticos não perdoaram e tascaram uma aprovação de meros 10%, elegendo o longa como “um insulto ao gênero da ficção científica, sem qualquer empolgação e efeitos especiais ruins”.

As Aventuras de Alceu e Dentinho

E quem disse que filmes infantis não podem ser um verdadeiro desastre de trem? Quando dói no bolso, quem sente é o estúdio. Assim, por mais inofensiva que possa parecer esta primeira adaptação para as telonas de um desenho clássico e adorado dos anos 1950, quem “entrou bem” foi a Universal, que distribuiu o longa. Alceu e Dentinho foram personagens criados para um desenho na TV, e aqui a proposta era levá-los ao cinema numa espécie de Roger Rabbit dos novos tempos, misturando atores reais com os personagens animados. Tudo parecia estar no lugar, e até mesmo o grande Robert De Niro estava a bordo no papel do vilão.

O problema é que o estúdio desembolsou US$76 milhões para o projeto, e o desejo do público de ver o filme era tão pouco, que ele só viu de volta US$26 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$35 milhões mundialmente, se tornando assim um prejuízo. Fora isso, a imprensa especializada deu apenas 43% de aprovação ao filme, e o definiu como “um roteiro decepcionante e sem graça, apesar de se manter fiel à natureza do desenho original”. Para os fãs dos personagens, no entanto, nem tudo está perdido, já que foi lançada uma nova série de animação com o alce o esquilo na Amazon em 2018, com 26 episódios.

África dos Meus Sonhos

Projeto pessoal da ex-modelo Kim Basinger, este filme foi o seu primeiro após a vitória no Oscar em 1998 por Los Angeles – Cidade Proibida, ou seja, existia hype dos cinéfilos. Baseado no livro homônimo de Kuki Gallmann sobre suas próprias experiências, Basinger interpreta Gallmann no longa, uma socialite que recebe um “despertar” e muda sua vida após um acidente. Para tanto, a Columbia/Sony desembolsou US$50 milhões e escalou o cineasta Hugh Hudson (indicado ao Oscar por Carruagens de Fogo) para o comando – pretendendo assim dar mais credibilidade à obra.

No entanto, ao invés de prêmios, África dos Meus Sonhos viveu um fracasso de crítica e bilheteria. Com apenas 10% de aprovação no Rotten, a opinião geral foi que a obra “não emociona, nem entretém o espectador, com seu retrato simples e didático da vida da protagonista”. Nos EUA, o público tampouco se interessou, garantindo uma bilheteria de míseros US$6 milhões, que somados com a bilheteria mundial fizeram um total de US$14 milhões. Ou seja, longe de pagar seu investimento. Para não dizer que o filme não viu “prêmios”, Basinger foi indicada para pior atriz no Framboesa e no Stinkers Awards.

A Filha da Luz

A área do entretenimento pode ser cruel, e é preciso ter uma cabeça muito boa para suportar a pressão e os altos e baixos. Afinal, um dia se está no topo do mundo como a atriz mais quente de Hollywood, ganhando Oscars, e no outro, fracassos consecutivos podem colocar um ponto final ao seu estrelato. Mais ou menos isso ocorreu com Kim Basinger, que viu sua carreira cair em declínio após a vitória do Oscar. Tudo devido ao fatídico ano de 2000 que a atriz teve. Seguindo África dos Meus Sonhos, Basinger apostou neste terror, igualmente baseado num livro.

Se juntar com bons diretores é o primeiro passo para o sucesso de qualquer atriz. No entanto, muitas vezes isso pode não ser tudo. Aqui, trabalhar com Chuck Russell, vindo dos sucessos de O Máskara (1994) e Queima de Arquivo (1996), por exemplo, não quis dizer nada. E pior, essa era a volta do cineasta ao gênero que o consagrou em filmes como A Hora do Pesadelo 3 (1987) e A Bolha Assassina (1998). Resultado: com um orçamento inchado de US$65 milhões (mais caro que o drama acima), bancado pela Paramount, o terror só viu o retorno de um pouco mais de US$29 milhões nos EUA, e US$40 milhões mundialmente.

A Filha da Luz é mais um que pegou carona nos thrillers sobrenaturais com temática apocalíptica da virada do milênio na época, e trazia Basinger como uma mulher precisando proteger uma menina, sequestrada por um culto satânico. A crítica avaliou o longa com irrisórios 3% de aprovação e sobre ele disse que “desperdiça o talento do elenco numa trama mais propícia a inspirar risadas não intencionais do que arrepios e sustos”.

Bônus: Um Tira à Beira da Neurose

Você lembra da comédia romântica protagonizada por Sandra Bullock e Liam Neeson? Pois é, nem mesmo os atores devem lembrar. Ou quem sabe querem esquecer. Mas tal filme de fato existe, e foi lançado há 23 anos por ninguém menos que a Disney – através de sua subsidiária Hollywood Pictures. Este é um dos filmes mais obscuros da carreira dos astros e fala sobre um agente estressado (Neeson) se apaixonando pela enfermeira que o trata (Bullock) enquanto tenta derrubar mafiosos. Ainda bem que a atriz lançaria 28 Dias e, principalmente, Miss Simpatia no mesmo ano.

Com um orçamento pra lá de modesto para os padrões Hollywoodianos, de US$14 milhões, o filme foi rapidamente ignorado e esquecido, recuperando menos de US$2 milhões nos EUA, e um pouco mais de US$3 milhões mundialmente. Com a crítica também falhou em agradar, conquistando 24% de aprovação, e sendo considerado “uma comédia de humor negro pouco inteligente, cheia de piadas de peidos e de gays, que nem mesmo Liam Neeson e Sandra Bullock conseguem salvar”.

‘Coringa 2’: Lady Gaga e Joaquin Phoenix tentam fugir de Arkham em novo vídeo

As gravações de ‘Coringa: Loucura a Dois‘ continuam a todo vapor e os vídeos dos bastidores estão abalando as redes sociais.

No último vídeo divulgado, o Coringa e Arlequina tentam pular o portão principal do Arkham e fugir.

Confira:

Confira a Lady Gaga cantando:

A canção em questão é ‘Be A Clown‘, interpretada por Judy Garland e Gene Kelly no filme ‘The Pirate‘, de 1948.

Em outro vídeo recente, a atriz é vista gravando sua cena como a personagem Harleen Quinzel na escadaria de um fórum, quando é abordada por uma manifestante que grita: “você vai para o inferno!”

Em suas mãos, a mulher segura um jornal com a foto de Harley junto ao Coringa. Na manchete, vemos a frase ‘Crazy In Love‘ (loucos apaixonados).

Em seguida, Harley se aproxima dela e lhe dá um beijo, deixando-a sem reação.

Os especialistas em leitura labial acreditam que Harley diz à mulher: “agora nós duas vamos para o inferno”.

Confira as reações:

“Você vai para o inferno”, e então ela a beija e diz: “agora nós duas vamos para o inferno” MÃE.

“Harley Quinn de Lady Gaga beijando uma mulher durante as filmagens de ‘Coringa 2‘.”

“Isso é para os Little Monsters (como são chamados o fãs de Gaga), sem dúvidas ela vai SERVIR.”

“Minha mãe acabou de dizer direitos dos gays.”

“Direitos lésbicos!”

“De repente, passei a me importar com esse filme.”

Lembrando que o filme também conta com o retorno de Joaquin Phoenix no papel principal.

Brendan Gleeson,  Jacob LoflandHarry Lawtey e Catherine Keener também se juntam à dupla.

Com estreia marcada para 04 de outubro de 2024, o projeto está sendo descrito como um musical.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

‘The Last of Us’: Revelado o local de gravações da 2ª temporada

Os fãs de ‘The Last of Us estão ansiosos por notícias da 2ª temporada, e o Deadline divulgou que o próximo ciclo da adaptação estrelada por Pedro Pascal e Bella Ramsey será gravado em Vancouver, no Canadá.

A 1ª temporada também foi gravada no Canadá, mas em Calgary e Alberta.

Anteriormente, Bella Ramsey, intérprete de Ellie, revelou que ao The Jonathan Ross Show (via The Independent) que as gravações dos novos episódios devem começar no final deste ano ou no começo do próximo.

Isso significa que o segundo ano pode estrear apenas em 2025.

“Vai demorar um pouco. Acredito que vamos filmar no final deste ano, ou início do ano que vem. Então, provavelmente, [estreia] no final de 2024, ou início de 2025″, declarou ela.

Enquanto isso, o ator Pedro Pascal compartilhou, em seu Instagram, fotos dos bastidores da temporada de estreia.

Confira as fotos:

A HBO Max divulgou um vídeo legendado nos levando aos bastidores do incrível capítulo de encerramento.

Confira:

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A produção abarcou nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com 417 críticas publicadas. Dentre os vários elogios, o consenso entre a crítica internacional é que The Last of Us é uma das melhores releituras de videogames de todos os tempos.

Confira os principais comentários:

“Não é nem remotamente controverso chamar [a série] da melhor adaptação de videogames já feita” – BBC.com.

“Uma adaptação espetacular que deve encantar os novatos e enriquecer aqueles já familiarizados com a jornada de Joel e Ellie” – IGN Movies.

“Facilmente a melhor adaptação de um videogame para live-action” – JVS Media & Production.

The Last of Us se torna tão cativante nos momentos de quietude quanto nos assustadores – e talvez ainda mais quando foca em quem são essas pessoas em vez dos perigos que elas enfrentam” – Rolling Stone.

“Posso apostar que The Last of Us será um dos melhores shows de 2023″ – Decider.

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

O elenco ainda conta com Gabriel Luna, Merle Dandridge, Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A série foi criada por Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

10 filmes que refletem sobre o mundo pós redes sociais

Tempos atrás, a expressão ‘redes sociais’ era algo quase inimaginável, o mundo era visto de uma forma completamente diferente. No nosso presente, com a tecnologia sendo desenvolvida a cada segundo, a maneira de lidarmos com a informação mudou radicalmente. Tudo virou instantâneo, corrido, e ai de quem não conseguir se adaptar: fica pra trás! Pensando nesse recorte do planeta atual, resolvemos criar uma lista com 10 filmes que refletem sobre o mundo pós redes sociais:

 

Luther: O Cair da Noite

Na trama, voltamos a encontrar (pra quem acompanhou a série) o introspectivo e brilhante detetive John Luther (Idris Elba) que após ser designado para resolver o desaparecimento de um homem acaba sendo acusado de diversos crimes pelos seus ‘Modus operandi’ do passado. Mas com um implacável criminoso à solta, ele bola uma plano mirabolante e contará com a ajuda do seu ex-chefe Martin (Dermot Crowley) e a nova detetive chefe do departamento de polícia Odette (Cynthia Erivo). O roteiro de Luther: O Cair da Noite preza pela objetividade e em um curto espaço já prende sua atenção, passando por ações macabras, chocantes que traça paralelos com o universo obscuro da Dark Web, um lugar onde o anonimato rola solto.

 

Na Palma da Mão

Na trama, conhecemos Lee Na Mi (Woo-hee Chun) uma jovem super alegre que conseguiu uma oportunidade numa empresa de geleias e ainda ajuda seu pai no bem frequentado café da família. Certo dia, após uma noitada daquelas, ela deixa seu celular cair no ônibus. Uma misteriosa pessoa encontra o aparelho e a partir daí um jogo maquiavélico é imposto por um obsessivo criminoso. Ela precisara lutar com todas as forças quando seu mundo desaba completamente.

 

O Golpista do Tinder

No filme, conhecemos algumas mulheres que foram enganadas pelo mesmo homem, o israelense Simon Leviev. Ele oferecia passeio de avião, luxuosos jantares, eventos muito chiques, Joias, sumia por algum tempo e voltava pedindo dinheiro que nunca pagaria de volta. Um esquema repetido inúmeras vezes, em vários lugares do mundo. O projeto mostra todo o abalo emocional sofrido por algumas das vítimas que de alguma forma reuniram forças para denunciar e acabaram descobrindo outras mulheres na mesma situação. Há um curioso olhar sobre as autoridades que nunca conseguiam capturar ou provar os crimes mais graves contra esse criminoso que inclusive continua solto até hoje.

 

Como Hackear Seu Chefe

Na trama, acompanhamos a saga de Vitor, um jovem trabalhador de uma pequena empresa que está em home office assim como todos de sua equipe. Após ser selecionado por seu chefe para criar uma nova apresentação para a empresa, na hora de enviar o trabalho pronto comete um grave erro e envia o arquivo errado que contém uma série de memes do seu chefe. Assim, buscando alguma solução para essa inusitada situação, resolve pedir a ajuda de alguns amigos de trabalho.

 

An American Pickle

Na trama, baseada numa história de Simon Rich (que assina o roteiro do filme) conhecemos Herschel Greenbaum (Seth Rogen) um imigrante que vai para os Estados Unidos em busca de oportunidades e acaba indo trabalhar em uma fábrica de picles até se envolver em um acidente que o deixa preso em um reservatório de picles durante cem anos. Quando acorda, de maneira bastante inusitada, acaba sendo levado aos cuidados de seu único parente vivo Ben Greenbaum (também Seth Rogen), seu bisneto. Juntos, tentarão se entender em um mundo cheio de oportunidades mas totalmente novo para Herschel.

 

Apego

Na trama, conhecemos Ana (Kattia González) uma bem-sucedida profissional de arquitetura, mãe de duas filhas pequenas, que passa por um verdadeiro tsunami em sua vida: recém divorciada, descobre que sua mãe está se relacionando com um antigo amor pelas redes sociais e que o pai está com uma doença grave. Em meio a isso tudo, no seu trabalho, um importante projeto está em evidência e ela precisa se dedicar com toda força a ele. Crises, conflitos num presente que deixará lições sobre a vida.

 

Rede de Ódio

Na trama, conhecemos o jovem e ambicioso Tomasz Giemza (Maciej Musialowski, em atuação estacada) que vem de origem humilde, do interior da Polônia e tem seus estudos sustentados por tios ricos da capital. Invejoso pelos que os outros tem e ele não, possui uma obsessão com a família que o ajuda nos estudos. Quando o protagonista perde sua bolsa de estudos por conta de um plágio em um trabalho, seu mundo começa a se despedaçar e ele, apaixonado por Gabi (Vanessa Aleksander), filha dos tios que sustentaram seus estudos, entra em uma polêmica equipe de marketing digital onde começa a se envolver com difamação e ódio contra determinados alvos pelas redes sociais.

 

Ferrugem

Na trama, acompanhamos Tati (Tifanny Dopke) uma jovem estudante do ensino médio que após terminar um namoro, começa a se interessar por Renet (Giovanni de Lorenzi). Durante uma viagem da escola, Tati acaba perdendo seu celular que continha um conteúdo comprometedor de seu antigo relacionamento. O vídeo acaba vazando em grupos de whatszapp de toda a escola, deixando a jovem desesperada e a beira de uma atitude que irá mexer com muitas vidas.

 

Com Amor, Simon

Na trama, conhecemos o tímido Simon (Nick Robinson), um jovem que passa desapercebido em seu colégio, a não ser quando está com seu grupo de amigos. Ele é homossexual mas nunca contou a ninguém. Até que um dia, toma coragem de se expor, após descobrir em um blog um outro menino na mesma situação. Mesmo querendo esconder o bate papo com esse misterioso jovem, acaba sendo chantageado quando seu e-mail é lido por um outro jovem. A partir daí, Simon terá que tomar atitudes corajosas para ir em busca de sua felicidade.

 

O Círculo

Na trama, conhecemos Mae (Emma Watson), uma jovem que trabalha em um lugar onde não gosta e vive com seus pais em uma casa humilde em uma cidade norte americana. Certo dia, consegue uma grande oportunidade de uma entrevista em uma empresa nova, famosa ligada a tecnologia, informações, dados e redes sociais chamada o Círculo. Chegando lá, sua primeira impressão é estar no paraíso, o ambiente de trabalho é maravilhoso e sempre acontece várias atividades ‘extra job’ como shows de músicas e variadas festas. Conforme o tempo passa, a protagonista percebe que nem tudo é mil maravilhas, principalmente como passa a viver como se estivesse em um reality show e toda sua vida é transmitida ao vivo todos os dias da semana. Percebendo a furada em que se meteu e com a ajuda do criador da ideia da empresa que vive agora imperceptível e quase escondido Ty (John Boyega), Mae tentará achar uma solução para o abuso digital cometido pela empresa.

90 anos de Michael Caine: alguns dos grandes filmes desse genial artista!

Filho de uma faxineira e um porteiro, Michael Caine nasceu em Londres, Inglaterra, no ano de 1933. Durante a Segunda Guerra Mundial teve que ir para outro região britânica, onde numa nova escola, fez sua primeira apresentação como ator. Já na adolescência, perto de se formar, trabalhou como arquivista e mensageiro para uma produtora de filmes. Quando completou a maioridade, Caine foi para o serviço militar servindo no batalhão dos Fuzileiros da Marinha do Exército Britânico e enviado para a Guerra da Coreia.

Quando voltou da guerra, resolveu ir atrás do grande sonho de ser ator. Ele frequentou algumas companhias de teatro da época ganhando experiência nos palcos, nessa época usava o nome de Michael White. Esse nome teve que ser trocado pouco depois, quando já estava em Londres novamente, pois já havia outro ator usando-o. O curioso desse caso é que ele criou o sobrenome Caine no mesmo instante que recebeu a notícia que tinha que fazer a troca, ele estava em uma cabine telefônica que dava vista para um cinema onde estava passando o filme A Nave da Revolta (The Caine Mutiny), daí surgiu a ideia do nome!

Seu primeiro filme no cinema foi A Hill in Korea, dirigido por Julian Amyes, lançado no ano de 1956. Daí pra frente virou história! Com mais de 170 trabalhos no cinema, vencedor de dois Oscars, sendo um dos atores britânicos mais aclamados de toda a história do cinema, Michael Caine completou 90 anos em 2023. Para comemorar sua gloriosa carreira, segue abaixo uma lista com alguns dos grandes filmes desse genial artista:

 

A Educação de Rita

Dirigido pelo cineasta Lewis Gilbert, baseado em uma peça teatral homônima escrita por Willy Russell, A Educação de Rita conta a história de um professor universitário que se torna o orientador de uma mulher que deseja terminar seus estudos. O filme foi Indicado para três Oscars.

 

Hannah e Suas Irmãs

Com um elenco maravilhoso, 37 anos atrás chegava aos cinemas de todo o mundo, escrito e dirigido por Woody Allen, Hannah e Suas Irmãs. Na trama, acompanhamos os conflitos amorosos de três irmãs que moram em Nova Iorque ao longo de consecutivos Dias de Ação de Graças (talvez o maior dos feriados americanos, uma comemoração pelos acontecimentos ocorridos durante o ano). Caine venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por esse trabalho.

 

Regras da Vida

Lançado no penúltimo ano do século XX, dirigido pelo cineasta sueco Lasse Hallström, com roteiro escrito por John Irving, o emocionante filme Regras da Vida conta a história de um órfão que aprende sobre medicina com o diretor do orfanato onde mora. Mais tarde, o protagonista resolve descobrir a vida fora da instituição, voltando anos mais tarde. Por esse filme, Caine venceu seu segundo Oscar.

 

O Último Amor de Mr. Morgan

O quão triste é perder alguém? Escrito e dirigido pela cineasta alemã Sandra Nettelbeck, do excelente filme Helen (2009), O Último Amor de Mr. Morgan é um filme, vale dizer, sensível. Quem possui qualquer tipo de relação conturbada com seu pai terá suas estruturas abaladas. O vulnerável protagonista, interpretado brilhantemente pelo britânico Michael Caine, guia o espectador pela força que as imaginárias lembranças de sua falecida esposa tem sobre ele. Assim, somos jogados em um mar dramática cheio de emoções a todo instante.

 

O Americano Tranquilo

Lançado em 2002, o drama baseado na obra do escritor britânico Graham Greene, ambientado no início da década de 50 no Vietnã, nos mostra a formação de um triângulo amoroso entre um jornalista, um agente da Cia e uma Vietnamita. O filme foi indicado ao Oscar na Categoria de Melhor Ator (Michael Caine).

 

Alfie (1966)

Indicado ao Oscar de Melhor Filme, Alfie é uma comédia dramática que nos mostra a história de Alfie, um conhecido mulherengo morador de Londres precisa enfrentar as consequências da vida quando uma de suas namoradas fica grávida. Michael Caine foi indicado ao Oscar por esse papel.

 

 

 

 

 

 

 

‘Invasão Secreta’: Saiba quando será lançado o novo trailer da série da Marvel

Um comercial de TV de ‘Invasão Secreta‘ está circulando online e, além de mostrar breves cenas inéditas, a prévia anuncia que um novo trailer será divulgado amanhã (02).

A exibição do trailer vai acontecer durante a partida do Philadelphia Phillies contra os Texas Rangers no Sunday Night Baseball, da ESPN, que começa às 20h (horário de Brasília).

Confira:

Lembrando que a série estreia na Disney+ em 21 de junho de 2023.

Por falar nisso, as imagens e trailers mostraram Nick Fury (Samuel L. Jackson) um pouco mais envelhecido, com uma densa barba grisalha e sem seu tapa-olho, um dos elementos mais marcantes do personagem.

Mas por que ele não está mais usando o ítem?

Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Jackson foi questionado sobre o assunto, ao que ele respondeu:

“Ele simplesmente não usa o tapa-olho porque é um acessório que faz parte de quem o forte Nick Fury era. A ausência do tapa-olho é parte de sua vulnerabilidade a partir de agora. Você pode olhar para o seu rosto e enxergar que ele não é uma pessoa perfeitamente indestrutível. Ele não se sente como aquele cara que já foi um dia.”

Ele continuou:

“Em ‘Invasão Secreta’ descobrimos que até Nick Fury pode ser abalado. Ele está exilado no espaço tentando processar o que diabos aconteceu, sabe? E qual é o lugar dele no mundo. Ele meio que desistiu de tentar ser um herói após a morte do Homem de Ferro e da Viúva Negra.”

Descrita como “um thriller de espionagem que vai mudar o jogo dentro do MCU”, a série é estrelada por Emilia Clarke (‘Game of Thrones’) e também conta conta com o retorno de Cobie Smulders, Martin Freeman e Ben Mendelsohn como Maria Hill, Everett Ross e o Skrull Talos, respectivamente.

O time dos novatos também inclui Olivia Colman (‘Fleabag’) e Kingsley Ben-Adir (‘One Night in Miami’), que será o vilão Gravik, um líder da resistência que radicalizou um grupo de extremistas Skrull para obter os recursos de que precisam para para sobreviver – primeiro silenciosamente, disfarçando-se, depois pela força, se necessário.

Confira as imagens:

Assista ao trailer:

Samuel L. Jackson estrela a produção como o implacável Nick Fury. O elenco ainda contará com o retorno da ex-agente da S.H.I.E.L.D. Maria Hill (Cobie Smulders), o agente da CIA Everett Ross (Martin Freeman) e o Máquina de Combate James Rhodes (Don Cheadle).

O grupo embarcará em uma aventura envolvendo os Skrull, os aliens transmorfos introduzidos em ‘Capitã Marvel‘.

Confira a sinopse oficial:

“‘Invasão Secreta’ é uma série recém-anunciada para a Disney+ que traz Samuel L. Jackson como Nick Fury e Ben Mendelsohn como o Skrull Talos – personagens que se conheceram em ‘Capitã Marvel’. A série marca o evento crossover por trás de uma facção de Skrulls que mudam de forma e que se infiltraram na Terra há anos.”

O elenco de ‘Invasão Secreta‘ também contará com Emilia Clarke, Olivia Colman, Kingsley Ben-Adir, Carmen Ejogo, Christopher McDonald e Killian Scott.

Após cortes no orçamento, BBC anuncia que aclamada comédia será finalizada na 5ª temporada

Logo após confirmar um corte gigantesco de mais de US$ 100 milhões no orçamento reservado para o desenvolvimento de suas séries originais, a BBC anunciou que a aclamada comédia sobrenatural ‘Ghosts‘ será finalizada na 5ª temporada.

Em comunicado oficial, os produtores executivos Mathew Baynton, Simon Farnaby, Martha Howe-Douglas, Jim Howick, Laurence Rickard e Ben Willbond declararam:

“Após cinco anos incríveis assombrando os corredores da Casa Button, nós decidimos que estava na hora da nossa amada comédia ‘Ghosts’ descansar em paz. Nós acabamos de filmar a quinta e última temporada da série, e mal podemos esperar para que todos possam conferi-la.”

Infelizmente, o ciclo final ainda não possui previsão de lançamento.

Vale lembrar que a série ganhou um remake americano, estrelado pela Rose McIver (‘iZombie’), que atualmente está exibindo sua segunda temporada.

A série foi criada por Mathew Baynton e Simon Farnaby.

A trama gira em torno da Button Hall, uma casa em ruínas que é o lar de inúmeros espíritos inquietos que morreram ali ao longo dos séculos – cada fantasma é um produto de seu tempo, resignado a brigar um com o outro por toda a eternidade sobre a mais inapta das queixas diárias.

O elenco conta com Charlotte Ritchie, Kiell Smith-Bynoe, Lolly Adefope, Simon Farnaby, Martha Howe-Douglas, Jim Howick, Laurence Rickard, Ben Willbond e Katy Wix.

Bailey Bass NÃO retornará para a 2ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’

De acordo com o TVLine, Bailey Bass (‘Avatar: O Caminho da Água’) não retornará como a rebelde vampira Claudia na 2ª temporada da adaptação Entrevista com o Vampiro‘.

O papel será assumido pela atriz Delainey Hayles (‘Holby City’) no próximo ciclo.

Em comunicado oficial, Bass declarou: “Devido a uma série de circunstâncias imprevisíveis, eu não poderei retornar para a segunda temporada de ‘Entrevista com o Vampiro’. Interpretar a Claudia foi o papel dos meus sonhos; uma jornada incrível. Eu desejo à Delainey muita sorte ao assumi-lo. Mal posso esperar para assistir.”

O elenco conta com Sam Reid (‘The Newsreader’), que interpreta o vampiro Lestat; Jacob Anderson (‘Game of Thrones’), que dá vida a Louis de Pointe du Lac; Eric Bogosian (‘Billions’), que vive Daniel Molloy; e Assad Zaman, que interpreta Rashid.

A trama do primeiro livro gira em torno do vampiro Louis de Pointe du Lac enquanto ele relata a história de sua vida a um repórter, especialmente sobre como ele foi transformado em um vampiro e, em seguida, orientado por Lestat de Lioncourt.

Jones entra como showrunner, além de ser responsável pelo roteiro da produção.

10 personagens insuportáveis (mas BRILHANTES!) do universo das séries

Sabem aqueles seriados que tem um personagem irritante, que tira do sério todos na trama mas são brilhantemente interpretados pelos seus intérpretes? Existem alguns né? Pensando sobre essa questão e ativando a memória das centenas de produções que quem vos escreve já assistiu, segue abaixo uma lista com 10 personagens insuportáveis (mas brilhantes) do universo das séries:

 

Ben (Lost)

Na inesquecível Lost, talvez um dos grandes seriados de uma década atrás, um enigmático personagem, que fazia de tudo para atrapalhar os heróis, percorreu grande parte da trama, se tornando peça chave da história, Benjamin Linus. O personagem foi brilhantemente interpretado pelo ator Michael Emerson.

 

Logan Roy (Succession)

O chefão do clã dos Roy na aclamada série da atualidade Succession faz dezenas de absurdos para provar seu poder, seja com meros desconhecidos, concorrentes ou com a própria família. Um personagem impactante na trama que será difícil esquecermos. O experiente Brian Cox interpreta com brilhantismo esse complexo papel.

 

Kendall Roy (Succession)

E vem de Succession outro intrigante (muitas vezes mala!) personagem, o perdido e quase sempre humilhado Kendall. O personagem, dentro dessa fantástica trama, é um dos que mais se desenvolve se tornando um ponto de interrogação para toda a família. Jeremy Strong mostra todo seu talento nesse personagem repleto de camadas.

 

Claire (House of Cards)

Principal rosto da última temporada desse aclamado seriado, Claire Underwood é dona de artimanhas durante toda a série. A atuação de Robin Wright é simplesmente fabulosa.

 

Fox Mulder (Arquivo X)

THE X-FILES: David Duchovny in the “Familiar” episode of THE X-FILES airing Wednesday, March 7 (8:00-9:00 PM ET/PT) on FOX. ©2018 Fox Broadcasting Co. Cr: Shane Harvey/FOX

Um agente do FBI que caça atividades alienígenas em uma divisão que fica num pequeno escritório na sede de operação. Tinha tudo pra ser chato né? Ele é um pouco mas o roteiro de Arquivo X é brilhante, uma das séries inesquecíveis da história da televisão mundial.

 

Henrique VIII (The Tudors)

Esse personagem já é bem conhecido em quem prestava a atenção nas aulas de história na escola. De 2007 e 2011 ganhou os holofotes no poderoso seriado The Tudors por onde acompanhamos cerca de quatro décadas de seu reinado além dos conflitos e tumultos que viraram páginas da história. Jonathan Rhys Meyers manda muito bem no papel!

 

Louis Litt (Suits)

SUITS — “Litt the Hell Up” Episode 406 — Pictured: Rick Hoffman as Louis Litt — (Photo by: Ian Watson/USA Network)

O grande antagonista desse ótimo seriado, que nos leva para o mundo do direito sem esquecer de divertir e refletir. Ao longo de 9 temporadas, vamos acompanhando os inúmeros embates de Louis com Harvey! Méritos para Rick Hoffman!

 

Joe Caroll (The Following)

Um dos excelentes vilões do universo das séries, Joe Caroll é um serial killer que criou um culto e coloca em risco a todos ao seu redor. A insuportável mente que faz horrores, tem embates eletrizantes com Ryan Hardy (Kevin Bacon). James Purefoy interpreta esse enigmático personagem.

 

Tokyo (La Casa de Papel)

Impulsividade é a marca maior dessa profunda personagem, uma criminosa que veste a camisa pelo seu time mas que também os coloca em situações complicadas! O que seria de La Casa de Papel sem sua narradora? Sua personagem maluquinha? A atriz espanhola de 33 anos Úrsula Corberó dá um show!

 

Arturito (La Casa de Papel)

Ele faz de tudo para perturbar e atrapalhar os protagonistas nas temporadas que participa. Um grande mala mas que exala carisma quando passa! O grande Enrique Arce é o intérprete desse inesquecível personagem da aclamada série.

 

10 seriados TRUE CRIME que vale a pena conferir

Sensação no universo audiovisual, e também só no aúdio com podcasts muito bem produzidos, o mundo do True Crime vem ganhando cada vez mais espaço. Esse recorte de narrativa, baseada em fatos reais, analisa crimes cometidos dos mais diversos tipos. Para você que curte produções que seguem na linha do True Crime, segue abaixo uma lista bem legal:

 

Black Bird

Inspirado em fatos reais, em Black Bird conhecemos Jimmy (Taron Egerton), um charmoso traficante de drogas que vê todo seu mundo ir à baixo quando a polícia invade a sua casa e o faz ser condenado a 10 anos de prisão. Alguns meses se passam e algo inusitado acontece: a polícia volta a conversar com ele lhe propondo um acordo que consiste em ele ser enviado a uma prisão de segurança máxima, conseguir a confissão de um suspeito de assassinatos chamado Larry (Paul Walter Hauser) e assim conseguir a liberdade. Mas nada será fácil e muitas perguntas se encontrarão pelo seu caminho.

 

Dom

Na trama, conhecemos Pedro Dom (Gabriel Leone), um jovem de classe média alta, morador de Copacabana, que desde cedo, antes dos 13 já era um viciado em drogas pesadas. Lutando contra o vício do filho, o pai Victor (Flávio Tolezani), a mãe e a irmã, buscam durante os anos saídas, ajuda para o jovem. Mas Dom só piora a cada vez que volta a esse universo de dor e inconsequência e assim conhece um bando que tem como elementos as jovens e drogadas Jasmin (Raquel Villar) e Viviane (Isabella Santoni). O grupo já assaltava residências pela cidade mas precisava de um líder e Dom se encaixou como o bandido playboy que usou toda sua inteligência para planejar enormes roubos. Mas óbvio que essa vida teria inúmeras consequências não só para Dom mas também para toda sua família. Em paralelo a essa história principal, acompanhamos a vida e trajetória de Victor, desde jovem e seu conturbado relacionamento com o pai até sua entrada na polícia e em operações secretas.

 

Todo Dia a Mesma Noite

Uma dor que nunca terminará. Buscando trazer a história, além de detalhes chocantes para o público, de uma das maiores tragédias em território brasileiro, o incêndio na boate Kiss na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, Todo dia a Mesma Noite nos faz reviver os horrores de uma madrugada onde as vidas de mais de 200 jovens se perderam, também o luto dos familiares, além da busca por justiça que vira uma estrada sem fim. Dividida em intensos cinco capítulos de cerca de 40 minutos, baseado no livro da jornalista Daniela Arbex, o projeto é profundo, intenso, impactante, angustiante com um foco grande, em seus últimos episódios, na lentidão e absurdos das questões jurídicas e seus desenrolares na busca pelos culpados.

 

Operação Ecstasy

Partindo de uma operação policial (baseada em fatos reais), um enorme e complexo ramo dramático inextricável, ao longo dos dez episódios da primeira temporada do seriado belga-holandês Undercover, ou Operação Ecstasy no Brasil, é criado seguindo o caminho de outras boas produções do gênero mas sempre tentando ter sua identidade e reflexões próprias. Disponível na Netflix, consegue colocar uma carga bem densa na profundidade que atinge nos fazendo a todo tempo perguntas sobre quais são os limites mesmo você estando do lado certo da lei. Interessantíssimo seriado que até ganhou um filme Spin-off chamado Ferry (o vilão desse seriado), também disponível na líder dos streamings.

 

Tokyo Vice

As escolhas que fazemos pelo caminho podem vir repletas de inconsequências. Caminhando nos ofícios da profissão de jornalista mostrando o conflito cultural entre um jovem norte-americano entusiasmado pelo que faz trabalhando no principal jornal de um país completamente diferente do seu, Tokyo Vice chegou ao streaming da HBO Max de forma tímida, sem muito alarde, e nos seus minuciosos oito episódios da primeira temporada (todos já disponíveis) conquista de vez toda nossa atenção. É um episódio melhor que o outro. Há muitos tipos de conflitos dentre fascinantes personagens que estão contidos nessa ótima trama baseada em fatos reais.

 

Mindhunter

Com duas intensas temporadas, o seriado Mindhunter, ambientado nos anos 70, nos mostra as análises sobre executores de crimes através de um departamento criado dentro do FBI que seria fundamental para traçar recortes psicológicos de criminosos terríveis.

 

Dahmer: Um Canibal Americano

Um dos seriados de maior sucesso na linha True Crime, Dahmer: Um Canibal Americano, disponível no catálogo da Netflix, acompanhamos os crimes cometidos pelo serial killer Jeffrey Dahmer, um homem com diversos transtornos psicológicos.

 

Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez

Nessa série documental disponível na HBO Max sobre um dos crimes mais chocantes do Brasil, o assassinato da atriz Daniella Perez no início da década de 90, por meio de depoimentos de pessoas próximas a ela, vamos acompanhando algumas questões desse terrível crime.

 

Candy

Minissérie baseada em fatos reais, em Candy, acompanhamos a história da dona de casa Candy Montgomery, que ficou conhecida como “assassina do machado”, após apunhalar por 41 vezes a amiga Betty.

 

A Escada

Baseada em fatos reais, em A Escada, minissérie disponível na HBO Max, que conta com um elenco maravilhoso, tendo como protagonistas o britânico Colin Firth e a australiana Toni Collette, nos mostra a história do escritor Michael Peterson acusado de matar a esposa. O corpo dela fora encontrado nos primeiros degraus de uma escada da casa em que moravam.

 

A trilogia ‘Creed’: o legado de Rocky!

Uma das grandes questões que surgem quando pensamos sobre uma franquia oriunda de outra é se a essência dos personagens serão mantidas. Em 2015, chegou aos cinemas o primeiro filme da saga Creed, Creed: Nascido para Lutar, que nos mostraria o eterno Rocky como um coadjuvante pela primeira vez e nos apresentaria um novo rosto, Adonis Creed, filho de um grande amigo de Rocky. O sucesso foi estrondoso e novos filmes já se tornaram praticamente certos.

Abaixo, vamos analisar os filmes produzidos até aqui desse Spin Off cinematográfico.

Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer. Após o ótimo Fruitvale Station: A Última Parada, o cineasta californiano Ryan Coogler embarcou nesse projeto que resgata um dos grandes mitos do cinema norte-americano. Creed: Nascido para Lutar é uma espécie de mais um filme sobre o eterno Rocky Balboa, mas dessa vez, o lendário personagem lutador prefere ser o coadjuvante de uma ótima e criativa história que fala sobre grandes batalhas da vida. O grande destaque da fita é sem dúvidas a atuação maravilhosa de Sylvester Stallone que mostra que é possível resgatar um personagem quando ele é extremamente poderoso em cena.

Na trama, acompanhamos a história de Adonis Johnson (Michael B. Jordan), um homem marcado por uma infância conturbada e que nunca conheceu seu pai. Certo dia, anos depois de ser adotado pela ex-mulher de seu pai (o famoso pugilista Apollo Creed), Adonis resolveu investir na carreira de lutador e acaba se mudando para a Filadelfia, onde vai atrás de seu ‘Tio’, o famoso lutador Rocky Balboa (Sylvester Stallone). Assim, esses dois buscarão enfrentar cada um seu desafio, nessa etapa da vida.

Creed fala entre outras coisas do poder da família em nossos corações. Rocky sempre cuidou de todos os amigos e familiares ao seu redor ao longo de todos os filmes, dessa vez, é ele que também precisa de uma motivação extra para lutar a maior batalha de sua vida. Adonis chega na vida de Rocky para preencher de esperança a rotina, do agora comerciante, do ex-campeão. Os laços de afeto entre os dois são muito bem expostos na telona, exalam carisma em cena.

O grande mérito do filme é ter Rocky Balboa mas o próprio ser muito mais lembrando por algumas sequências que lembram o maravilhoso personagem. Stallone, o ser humano que mais conhece o garanhão italiano na face da terra, coloca um ar de terceira idade (parecido um pouco com linhas de raciocínio de Os Mercenários) muito profundo e bonito, em algumas partes chega a emocionar. Não sei se podemos dizer que a grande atuação de Sly foi uma surpresa, talvez a característica mais marcante e/ou curiosa é a releitura do personagem se encaixar como uma luva no roteiro de Creed.

 

Quatro anos mais tarde um novo filme

Uma vez Rocky, sempre emoção. Tentando dar seguimento a uma espécie de reboot à clássica história do saudoso e inesquecível garanhão italiano, personagem emblemático de Sylvester Stallone nas telonas, Creed II ainda com fios de laços com a história de Rocky, foca na família e nas escolhas do passado para entendermos melhor o protagonista, filho do eterno Apollo Creed. Reunindo um competente elenco, um ou outro vacilo no andamento do roteiro mas tentando manter a força dramática dos outros filmes do qual é oriundo, o cineasta Steven Caple Jr, que assina a direção (esse é apenas o segundo longa dirigido por ele) faz o básico e busca manter a força dos personagens mas sem o carisma de outrora.

Na trama, voltamos a encontrar o jovem lutador de boxe profissional Adonis Creed (Michael B. Jordan) que por anos se manteve distante da história de sua família para tentar trilhar uma carreira de sucesso sem comparações. Mas tudo isso fica em cheque quando um polêmico organizador de lutas vai até a mídia e faz pressão para Adonis lutar contra o filho do lutador que matou seu pai Apollo, o boxeador russo Ivan Drago (Dolph Lundgren). Assim, tentando driblar a força do destino e com a ajuda de seu mentor, treinador e amigo Rocky Balboa (Sylvester Stallone), o protagonista deverá enfrentar mais esse complicado desafio.

A vantagem de ter tido tantos filmes sobre Rocky se mostra claramente na elaboração de novas ideias e caminhos para que essa chama nunca se apague. Com uma veia dramática forte e diversas portas a se abrirem, Creed II cresce nas telas como um paralelo a nostalgia, tentando a cada linha de roteiro ter uma personalidade própria. Mas mesmo com todo esforço, assim que aparece Rocky e suas lembranças bem distantes é onde o filme cresce e milhões de espectadores aguardam ansiosamente pela música clássica dos outros longas. A narrativa é progressiva, as cenas de lutas são ótimas, os atores muito competentes. Os arcos familiares são bons e se tornam o novo pilar dessa grande antiga nova saga.

Estimado em cerca de 50 milhões de dólares, o filme deve arrecadou muito mais que o dobro nas bilheterias mundiais. Mesmo não conseguindo se desvincular de uma sessão nostalgia mesmo buscando novos arcos com os novos personagens, Creed II vale a pena. Uma vez Rocky, sempre emoção.

 

Em 2023, o mais recente capítulo dessa nova saga

Jogo é jogo, treino é treino. Em seu primeiro trabalho atrás das câmera como diretor, Michael B. Jordan busca a emoção a todo instante seja no duelo profissional ou no pessoal do ótimo protagonista que dá título a essa franquia, oriunda da saga Rocky, que caiu nas graças de todos que viraram órfãos do garanhão italiano. Em Creed III, vemos o tom reflexivo de um campeão que precisa confrontar seu passado. Os conflitos familiares contornam a narrativa mas sem deixar de ter fôlego para cenas de ação de um dos esportes mais populares do universo das lutas. Esse é o primeiro filme do universo de Rocky que o lendário personagem não aparece.

Na trama, voltamos a encontrar Adonis Creed (Michael B. Jordan) agora um empreendedor do mundo das lutas após sua recente aposentadoria com um currículo invejável como lutador. Só que nesse terceiro filme da franquia vamos conhecendo mais a fundo o passado do personagem e o reencontro dele com um amigo do passado, o complicado e ex-presidiário Damian (Jonathan Majors) um antigo prodígio do boxe. Desse encontro, logo um confronto acontece e os amigos irão se enfrentar em uma batalha onde só um pode ficar com o cinturão.

A palavra família contorna as linhas da narrativa. Com certa profundidade, sempre aos olhos do protagonista, vamos vendo mais de perto sua profunda relação com a esposa, a filha (que é surda) e a mãe, essa última com lembranças do passado quando o assunto é Damian, um amigo encrenqueiro que ficou quase duas décadas preso por conta de confusões e uma situação ligada ao amigo Adonis. O desenvolvimento de Adonis nesse filme é uma estrada de conflitos que são muito bem executadas traçando um poderoso raio-x da personalidade, até mesmo um antes e depois, desse forte personagem.

Será que vai ter um quarto filme? Provavelmente, história é o que não falta!

Diretor de ‘Elementos’ comenta sobre os principais temas da comédia romântica da Pixar

Com estreia marcada para junho nos cinemas, ‘Elementos‘ é a próxima animação da Pixar Animation Studios.

Dirigida por Peter Sohn (‘O Bom Dinossauro’), a trama é ambientada na Cidade Elementar, onde conhecemos a elemental de fogo Ember Lumen (Leah Lewis) e o elemental de água chamado Wade Ripple (Mamoudou Athie).

A longo da história, acompanhamos a dramática atração que Ember e Wade sentem um pelo outro enquanto tentam descobrir o que têm em comum, mesmo sendo tão diferentes e aparentemente incompatíveis.

Em entrevista para o Comic Book, Sohn comentou sobre os principais temas da animação, como a jornada para encontrar a si mesmo, os dilemas de se tornar adulto e também os acasos de um romance.

“Essa conexão entre fogo e água foi a primeira coisa que pensei quando levei a ideia à Disney. Fogo e água poderiam se conectar? Isso é mesmo possível? E esse gancho meio que o conduziu o resto da história. E eu sou um grande fã de tantas comédias românticas, desde os filmes de Jane Austen, ou ‘Feitiço da Lua’, ‘Doentes de Amor‘… Você sabe como esses filmes transformam cidades em partes essenciais das histórias também.”

Ele continuou:

“A ideia do romance é uma grande parte do nosso filme, mas não é só isso. Não é apenas a história de um casal, mas também de relações familiares, e como diferentes culturas lidam com possíveis conexões entre seus membros. O essencial era tratar das diferenças entre fogo e água, mas também entender como a dinâmica familiar é influente em um romance.”

Por fim, ele disse que:

“Também há outros temas interessantes dos quais espero que vocês tirem boas lições. Isso torna o filme muito maior.”

E aí, você está animado?

Confira o trailer:

O filme segue dois seres ​​feitos de fogo e água que, apesar de suas diferenças elementares fundamentais, percebem que têm muitas semelhanças.

De acordo com a sinopse, “o filme embarca na aventura de uma dupla improvável, Ember e Wade, em uma cidade onde os moradores do fogo, água, terra e ar vivem juntos. A faiscante jovem e o garoto tranquilo estão prestes a descobrir algo elementar: o quanto eles realmente têm em comum”.

O diretor Peter Sohn disse que: “Nossa história é baseada nos elementos clássicos: fogo, água, terra e ar. Alguns destes elementos se misturam entre si, outros não. E se estes elementos estivessem vivos?”.

Elementos‘ tem estreia prevista para 16 de junho de 2023.

10 Fracassos que ACABARAM com a carreira de astros e estrelas

Hollywood é a Terra dos Sonhos. Todo ano milhares de atores lutam para se tornar o mais novo astro da maior indústria de cinema do mundo. Poucos conseguem. Existem os que até vivem seus 15 minutos de fama. Outros, até emplacam sucessos consecutivos, mas tudo o que basta é um grande fracasso, daqueles monumentais, para que as portas comecem a se fechar para determinados atores e fazer com que eles nunca mais consigam papeis de destaque no mercado. Sim, é uma área cruel e que pode acabar de uma hora para outra com sonhos. É preciso sempre levar isso em conta.

Aqui, nesta nova matéria iremos falar um pouco sobre este assunto. O tópico da matéria é justamente os atores que tiveram suas carreiras interrompidas no cinema (pelo menos da forma como eram) devido a um grande fracasso monumental que carregava seu nome como chamariz. Confira abaixo alguns dos casos mais notórios.

‘Destino Insólito’ – Madonna

Foi em 1985, no auge de sua carreira como diva pop geração MTV, que Madonna estrelaria o sucesso ‘Procura-se Susan Desesperadamente’. Dois anos depois, ela voltaria com o clássico da Sessão da Tarde, ‘Quem é Essa Garota?’. Madonna seguiria fazendo filmes na década de 90, mas vira e mexe se deparava com o fracasso de seus filmes, como ‘Corpo em Evidência’ e ‘Sobrou para Você’. Porém, nada prepararia a material girl para a flopada homérica que foi ‘Destino Insólito’ (2002), sua parceria com o maridão (na época) Guy Ritchie. Foi depois deste ‘Triângulo da Tristeza’ dos pobres que Madonna decidiu nunca mais atuar em um filme.

‘Batman & Robin’ – Alicia Silverstone

Musa adolescente dos anos 90, Alicia Silverstone fez todo jovem se apaixonar por ela graças aos clipes da banda de rock Aerosmith: Crazy, Cryin’ e Amazing. Na mesma época, continuava a seduzir rapazes e moças com filmes como Paixão Sem Limite (presente na HBO Max). Mas é claro que a atriz viraria uma estrela internacional devido ao sucesso de As Patricinhas de Beverly Hills (1995), ainda hoje seu trabalho mais marcante. Tudo o que bastou foram dois fracassos consecutivos para o nome de Silverstone sair do topo de Hollywood e ser riscado. Ninguém poderia imaginar que o quarto filme do Homem-Morcego no cinema, ‘Batman & Robin’ (1997), se tornaria motivo de piada (ainda hoje). Parecia uma escolha acertadíssima para a atriz aceitar viver a Batgirl nas telonas. Mas não foi só isso que enterraria a carreira da moça, já que no mesmo ano ela ainda cometeria ‘Excesso de Bagagem’ (1997), outro grande flop.

‘John Carter’ – Taylor Kitsch

Existem atores que são simplesmente, por falta de termo melhor, azarados! E o jovem Taylor Kitsch, que até possui talento como ator, é um dos casos mais claros de artista com tremenda falta de sorte. Afinal, os produtores dos maiores estúdios não querem saber se você é bom, querem é saber se você tem carisma o suficiente para colocar bundas nos assentos de cinema (ou hoje, gerar cliques nos streamings). Kitsch vinha de uma série de sucesso (‘Friday Night Lights’) e tinha sido o Gambit em ‘X-Men Origens: Wolverine’. A promessa para o ator era que o ano de 2012 o transformaria em astro, afinal ele tinha nada menos que três grandes projetos no ano – sendo dois deles grandes blockbusters. ‘Battleship: A Batalha dos Mares’ e ‘Selvagens’ (de Oliver Stone) floparam, mas o baque mais sentido foi em ‘John Carter: Entre Dois Mundos’, ainda hoje um dos maiores fracassos financeiros que a Disney já enfrentou.

‘Showgirls’ – Elizabeth Berkley

Com certeza a bela Elizabeth Berkley topou participar do explícito drama erótico ‘Showgirls’ (1995) acreditando que o filme faria para sua carreira o mesmo que ‘Instinto Selvagem’ (1992) havia feito para Sharon Stone três anos antes. Berkley era conhecida pelo seriado infanto-juvenil ‘Galera do Barulho’ (Saved by the Bell), que ficou no ar de 1989 a 1992, e ganhou um revival em 2020. Assim, agarrou com unhas e dentes a oportunidade de trabalhar com o holandês Paul Verhoeven em sua nova obra sensual. Fora isso, Berkley queria mostrar que não era mais uma adolescente e sim uma bela mulher, realizando cenas verdadeiramente ousadas de nudez. ‘Showgirls’, no entanto, se tornaria um dos maiores fracassos da história do cinema, definido como um dos piores filmes de todos os tempos, e acabaria com o sonho de estrelado da atriz.

 

‘O Guru do Amor’ – Mike Myers

Saído do humorístico ‘Saturday Night Live’, o canadense Mike Myers estava com tudo na segunda metade dos anos 90, quando lançou ‘Austin Powers’, uma sátira certeira dos filmes de 007. Antes, o comediante já havia conseguido emplacar em ‘Quanto Mais Idiota Melhor’ (1992) e sua continuação, um quadro do SNL levado ao cinema. ‘Austin Powers’ gerou duas continuações até o início dos anos 2000. Mas ao invés de tirar do papel um quarto filme do espião, Myers decidiu criar um novo personagem, a caricatura indiana Pitka em ‘O Guru do Amor’ (2008), um filme extremamente sem-graça onde nada funciona. O fracasso retumbante fez Myers dar um tempo das comédias protagonizadas por ele nos cinemas.

‘Rollerball’ – Chris Klein

Assim com Alicia Silverstone, o jovem Chris Klein se tornou “muso” juvenil graças ao seu papel como Oz em ‘American Pie’. Ele reprisaria o personagem na continuação, mas no terceiro filme já estava se achando grande demais para continuar na franquia e pretendia alçar voos mais altos. Nesse período Klein protagonizou filmes como o romance ‘Seu Amor, Meu Destino’ (2000), a comédia escrachada ‘Diga que Não é Verdade’ (2001) e o drama de guerra ‘Fomos Heróis’ (2002). Foi no mesmo ano deste último que a Columbia Pictures apostaria todas as suas fichas no ator para protagonizar a superprodução ‘Rollerball’, remake de ‘Os Gladiadores do Futuro’ (1975). O pretenso blockbuster seria execrado por crítica e público e colocaria um prego no caixão no estrelato do ator.

 

‘Aço’ – Shaquille O’Neal

Finalizando a lista temos dois jogadores de basquete muitos famosos nos EUA, que resolveram arriscar e se tornar astros também no cinema. O primeiro é o boa-praça Shaquille O’Neal. O gigantesco ex-jogador da NBA de 2.16m de altura começou a arriscar na atuação com o drama ‘Blue Chips’ (1994). Depois disso, ganharia seu próprio filme para protagonizar com a comédia de fantasia para toda a família ‘Kazaam’ (1996), na qual interpreta um gênio da lâmpada realizando os desejos do menino que o encontra. Até aí tudo bem, embora não tenha sido um sucesso unânime, continuou a abrir portas para Shaq. No entanto, elas rapidamente se fechariam com a escolha seguinte do jogador no cinema, assim como o item acima, uma adaptação de quadrinhos, numa época pouco favorável a elas. ‘Aço’ (1997) é um personagem secundário da DC Comics, saído dos quadrinhos do Superman. O filme não teve nada a ver com seu material fonte e boicotou a carreira do astro – que hoje faz pontas nos filmes de Adam Sandler.

‘Busca Explosiva’ – Dennis Rodman

Outro ex-jogador de basquete chega agora à lista, fechando a matéria no último item. Ao contrário de Shaq, Dennis Rodman sempre foi uma figura controversa, e considerado o bad boy do esporte. Cheio de tatuagens e cabelos pintados cada hora de uma cor diferente (sempre o loiro o preferido), Rodman adorava se vestir de mulher, por exemplo. Usava maquiagem e vestido de noiva, clamando ter casado com si próprio. Hoje, seu comportamento seria até mais aceitável, mas nos anos 90 era manchete atrás de manchete. Aproveitando esse hype, Rodman estrelaria seu primeiro blockbuster ao lado do astro da ação Jean-Claude Van Damme. O filme escolhido foi ‘A Colônia’ (1997), que na época até fez relativo sucesso. Mas então veio ‘Busca Explosiva’ (Simon Sez, 1999), que muitos pensam ser a continuação do filme citado, mas não é. Uma curiosidade é que Robert Downey Jr. estrelaria ao lado de Roman neste longa, mas resolveu desistir do projeto sendo substituído por Dane Cook. Ainda bem para o nosso Homem de Ferro, já que o filme colocou um ponto final na carreira de Rodman como protagonista.

‘A Ilha da Garganta Cortada’ – Geena Davis

Até mesmo grandes estrelas estabelecidas e prestigiadas em Hollywood podem vir a ser destronadas, dependendo do tamanho do fiasco no qual estejam envolvidas. Geena Davis levou o Oscar por ‘O Turista Acidental’ (1988) e nos anos 80 participou de filmes ainda hoje muito queridos como ‘A Mosca’ (1986) e ‘Beetlejuice’ (1988). Davis adentrou a década de 90 com uma nova indicação ao Oscar por ‘Thelma & Louise’ (1991), e sucessos como ‘Uma Equipe Muito Especial’ (1992) e ‘Herói por Acidente’ (1992). Tudo mudaria para a estrela com a união com o então companheiro, o diretor Renny Harlin. Seu primeiro projeto juntos foi o ambicioso filme de piratas ‘A Ilha da Garganta Cortada’ (1995), que praticamente faliu a MGM. Depois disso, ainda lançaram outro filme juntos, ‘O Despertar de um Pesadelo’ (1996), mas o estrago já estava feito e a carreira de Davis nunca mais foi a mesma.

‘Tank Girl’ – Lori Petty

Muitos podem não lembrar e os mais novos podem nunca ter ouvido falar, mas Lori Petty era um nome promissor no início dos anos 90, e caminhava para se tornar uma estrela. Na época, a atriz participou de sucessos como ‘Caçadores de Emoção’ (1991), com Keanu Reeves e Patrick Swayze; foi a irmã de Geena Davis em ‘Uma Equipe Muito Especial’ (1992); e no querido infanto-juvenil ‘Free Willy’ (1993). No entanto, sua grande chance ocorreria em 1995, quando iria protagonizar e carregar nas costas a adaptação de quadrinhos alternativos ‘Tank Girl’, numa época em que tais produções estavam bem longe de ser o que se tornaram. Embora seja divertido e tenha sido redescoberto hoje como obra cult, em sua época de lançamento a superprodução flopou e derrubou também a carreira de Lori Petty.

Amityville – O Despertar | Um dos PIORES filmes da franquia de terror faz 6 anos em 2023

Na última década, a indústria cinematográfica hollywoodiana passou por uma hiperssaturação de um gênero narrativo que definitivamente já deu o que tinha que dar: os remakes. As inúmeras e imparáveis releituras de clássicos do cinema atingiram números escandalosos e, em sua maior parte, não se provaram dignas de seus originais – claras e indiscutíveis exceções incluem a recente duologia It: A Coisa’ e levemente a roupagem pop de A Bela e a Fera’. Entretanto, mesmo com a incessante queda nos clichês tanto imagéticos quando dialógicos, a busca por algo original continua – e, seis anos atrás, viemos o que apenas podemos chamar de “fundo do poço” das produções audiovisuais contemporâneas: Amityville – O Despertar’.

Nessa tentativa de reviver os eventos da pequena cidade que empresta o nome ao título, Belle (Bella Thorne) e sua família se mudam para o casarão conhecido por seu passado sangrento sem realmente conhecê-la. Ela, sua mãe Joan (Jennifer Jason Leigh) e seus irmãos Juliet (Mckenna Grace) e James (Cameron Monaghan), são recebidos com grande felicidade pela tia Candice (Jennifer Morrison), a qual já de cara parece esconder alguma coisa, apesar de não sabermos o quê. Bom, este é o prólogo do filme; o resto é tão previsível quando o final de uma comédia romântica adolescente de baixo orçamento. Os atuais moradores da casa serão assombrados por uma força maligna e antiga que tentará reacender os mesmos eventos ocorridos há quarenta anos no mesmo local. 

Grosso modo, não há nada que se salve nessa pútrida tentativa de honrar a franquia original de terror. Nem mesmo os filmes predecessores fizeram um trabalho digno o suficiente e que explorasse de forma convincente e assustadora a mitologia por trás da casa, incluindo a existência do Quarto Vermelho – aparentemente responsável por incitar o mais fraco dos habitantes da casa a assassinar sua família. Seu preciosismo cênico, o qual tenta inclinar-se para estilos próprios de outros diretores do gênero como James Wan ou até mesmo o falecido Wes Craven são risíveis, seja pela má condução atmosférica ou pelas composições metamórficas que transformam os cenários principais em algo praticamente irreconhecível. E isso não ocorre apenas à medida em que a narrativa procura acertar seu tom, mas sim durante todos os angustiantes 97 minutos de duração. 

Caso Amityville – O Despertar’ se restringisse apenas à criação de uma obra nostálgica, os danos colaterais dessa presunção cinematográfica praticamente não existiriam. Mas a praticamente inexistente homenagem do diretor Franck Khalfoun à franquia deixa tudo ainda mais insosso – e ainda nem entrei no âmbito narrativo. A câmera por muitas vezes não sabe que posição adotar e parece não ter um foco, sendo utilizada tanto como perspectiva subjetiva, adotando um falho tom intimista, ou alternando entre múltiplos planos gerais e fechados dentro de uma montagem frenética que não chega a lugar nenhum. Afinal, o próprio tom da cena, aliado a determinados diálogos, não segue a mesma identidade que o que nos é apresentado – e a montagem também não auxilia nesse processo: as quebras são feitas de forma tão brusca que a linha entre realidade e ficção se torna cada vez mais espessa, impedindo que o espectador consiga mergulhar no filme.

Por incrível que pareça, esses não são os deslizes que mais incomodam; o desperdício de seu elenco é, sem sombra de dúvida, o grande erro imperdoável do filme, visto que todos os seus atores e atrizes principais têm sua gama de participações em obras de terror, drama e suspense para fornecerem performances consideráveis, ainda que dentro de uma bolha fracassada. Jason Leigh é a que mais desaponta: depois de seu sucesso em Os Oito Odiados’, entregando-se ao papel de Daisy Domergue com uma crueza assustadora, ela pareceu deixar-se levar pelo comodismo em cena, renegando o personagem que lhe foi designado. Joan, a suposta matriarca da família, está insanamente perdida dentro do contexto que está inserida, com trejeitos pueris que não deveriam existir pela simples inexistência de tal abertura. Sua passividade nas sequências de maior tensão é mais tenebrosa que os eventos sobrenaturais – exceto por alguns momentos de ápice emocional que a deixam ainda mais jogada.

Thorne talvez seja a que mais consegue se conectar com o papel, principalmente se levarmos em consideração sua participação na série Scream’, derivada livremente da franquia Pânico’. Apesar de encarnar uma adolescente preocupada tanto com o irmão gêmeo James, que está num estado de coma desde o trágico acidente que culminou em sua queda do terceiro andar de um prédio, quanto com a estabilidade emocional dos outros membros da família, em nada é ajudada pelas insalubres falas autoexplicativas e convencionais para o tipo de estereótipo mal formulado que representa dentro dos clichês de terror. Ela se inicia como a descrente, até ser protagonista de acontecimentos a priori assustadores com a casa, incluindo sonhos com a recuperação total de James e aparições de um espírito desgarrado.

É complicado salvar qualquer cena que exista dentro do filme, exceto pela medíocre e eventualmente cômica sequência em que Belle e seus amigos irão assistir ao filme Horror em Amityville e discorrem sobre como remakes são desnecessários e “sempre muito ruins”. A própria autoafirmação metalinguística, apesar da obviedade, não deixa de arrancar algumas risadas por parte do público e ajuda a amenizar a pequenez presunçosa do longa-metragem.

Amityville – O Despertar’ é um filme que felizmente nos faz acordar para o momento em que ainda estamos: as incessantes e inúmeras tentativas de recuperar uma franquia saturada de produtos medianos ou ruins. Apesar da mitologia e dos acontecimentos supostamente verídicos, essa série fílmica parece estar amaldiçoada e fadada ao fracasso. Podemos esperar duas coisas: mais uma continuação (o que parece improvável, levando em conta que seu lançamento nos Estados Unidos foi cancelado), ou uma desistência mais que necessária para preservar o que restou de um passado nem tão glorioso assim.

FLOPOU! As 10 Comédias MAIS FRACASSADAS do Cinema que Completam 21 Anos

A comédia é um dos gêneros mais adorados do cinema e do entretenimento nas artes de forma geral. A dramaturgia clássica inclusive, muito antes do advento da sétima arte, era dividida somente em dois gêneros: a comédia e o drama. Dissertações importantes abordam o fato de como a mesma história pode ser vista de diferentes olhares se tratada como comédia ou como drama.

Algo que o filme Melinda & Melinda (2004), de Woody Allen, retratou por exemplo. Todos os outros gêneros, falando agora de cinema, parecem funcionar nestes dois âmbitos. Por exemplo, podemos ter musicais mais voltados para a comédia ou para o drama, ou romances mais voltados para um ou para o outro. Além é claro, de produções que resolvem criar uma mescla de ambos, com dramas com toques cômicos, ou comédias de teor dramático. A sétima arte é definitivamente um jardim rico e florido.

Aqui, nesta nova matéria, não iremos falar de riquezas, no entanto, mas sim de pobreza. Como bons fãs da sétima arte que somos, torcemos para que todos os filmes sejam bem-sucedidos em suas propostas, o que infelizmente nem sempre é o caso.

Como a arte é subjetiva e o que pode agradar a alguns, também pode desagradar a tantos outros, escolhemos uma abordagem diferente aqui. Não me leve a mal, sei que alguns, ou quem sabe todos, os filmes abordados na matéria podem possuir seus defensores, alguém que goste deles, que tenha visto algo que ninguém mais viu, ou possua valor afetivo. Mas além do consenso da crítica e público em sites agregadores, um fator determinante para saber se um filme foi sucesso ou fracasso, e que se baseia em ciência exata e numérica imutável, são as bilheterias.

O valor que foi gasto para produzir o filme precisa ser menor do que seu retorno financeiro. Ponto. Caso isso não ocorra, gera prejuízo para o estúdio e seus realizadores – independente de quantas pessoas o tem como filme de estimação, ou de quantos críticos rasgaram elogios a ele.

Sendo assim, confira abaixo as comédias que completam 21 anos em 2023 e que não atingiram seu potencial junto ao grande público.

 

Seu Marido e Minha Mulher

Quando escrevi recentemente sobre os maiores fracassos do cinema que completam 21 anos em 2023, um dos filmes da lista foi o thriller Encurralada, estrelado por Charlize Theron, que rendeu prejuízo para a Columbia / Sony. Hoje, a loira sul-africana é uma das maiores estrelas de Hollywood, mas há 21 anos, quando não possuía o peso de hoje, somava mais um fiasco ao seu currículo. Este, uma comédia produzida pela Miramax dos irmãos Weinstein. Esta pseudo comédia dramática a certa altura de seu estágio de desenvolvimento chegou a ter o casal Brad Pitt e Jennifer Aniston vinculados ao projeto – a dupla desistiu em prol de outras produções (uma decisão acertadíssima). Quem terminou protagonizando foram Theron e Billy Bob Thornton, então marido de Angelina Jolie, com quem Pitt se casaria após a separação com Aniston. O mundo dá voltas e no fim tudo se conecta. Na trama, dois casais saem em viagem pelas estradas dos EUA, Theron e o marido (Patrick Swayze), e Thornton e a mulher (a falecida Natasha Richardson). As mulheres são melhores amigas, mas isso não impede de Theron dormir com Thornton, causando caos na relação de todos. O orçamento do filme não é divulgado, mas duvidamos muito que tenha sido menor que sua arrecadação, que não chegou sequer a US$1 milhão mundial – com US$300 mil ao redor do planeta.

A Máfia Volta ao Divã

Talvez os mais novos não conheçam muito bem a comédia Máfia no Divã, de 1999, e não saibam sua importância e sucesso na época. Num ano dominado por superproduções como Star Wars – A Ameaça Fantasma, Matrix e A Múmia, e sucessos surpresa como O Sexto Sentido, a comédia citada foi um grande acerto que se espremeu entre estes blockbusters e encontrou seu lugar ao sol, arrecadando quase US$200 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Um feito impressionante. Fora isso, dava a chance do consagrado Robert De Niro brincar bastante com o tipo de papel que dominou sua carreira: o gangster. Assim, tínhamos um mafioso com crise de consciência, deprimido e com síndrome do pânico – assunto muito discutido atualmente. A ideia é simplesmente brilhante. E o filme disse tudo o que tinha para dizer sobre o tema, contrabalanceando o humor através do psicólogo vivido por Billy Crystal. Como o dinheiro foi alto, a Warner deu sinal verde para uma desnecessária continuação. E o filme provou o adjetivo citado, com uma comédia desprovida de graça e risadas. A Máfia Volta ao Divã, um dos maiores desperdícios dos últimos 21 anos no cinema, custou ao estúdio US$60 milhões e sequer se pagou, arrecadando US$55 milhões – mesmo assim sendo o mais bem sucedido da lista, espere para ver o que virá abaixo.

A Serviço de Sara

Ter uma série de TV de sucesso não é garantia de que um ator irá fazer a transição conseguindo emplacar no cinema igualmente. É o caso com todo o elenco de Friends, talvez o seriado de comédia mais famoso e querido de todos os tempos. Tirando Jennifer Aniston, o resto do elenco vive numa eterna luta para fazer sucesso novamente, seja na telinha ou nas telonas. Um dos que mais tentou foi Matthew Perry, o Chandler. E há exatos 10 anos no passado, lá estava o ator lançando mais um filme. Nesta comédia com distribuição da Paramount, Perry vive um oficial de justiça tentando entregar os papeis de divórcio para uma mulher, esposa de um ricaço da indústria do petróleo, que irá fugir dele igual o diabo da cruz. É claro que no percurso o sujeito irá se apaixonar pela mulher escorregadia, vivida por Elizabeth Hurley. Curiosamente, o elenco conta ainda com Amy Adams, Terry Crews e Bruce Campbell. Com orçamento de US$29 milhões, a comédia falhou em se pagar, rendendo US$20 milhões.

Cruzeiro das Loucas

Até então na lista, vimos apenas filmes ruins. No entanto, a partir deste item entramos também na categoria do mau gosto e de filmes politicamente incorretos pelos padrões de hoje. Bem, é verdade que este longa já esticava bastante a corda do aceitável em sua época de lançamento. Veja esta história: Cuba Gooding Jr. e Horatio Sanz são amigos acreditando terem embarcado em um cruzeiro repleto de belas mulheres, um verdadeiro paraíso para os solteiros. Porém, a dupla foi enganada, sendo colocada num cruzeiro para homens gays. Assim, os dois passam a fingir que são homossexuais a fim de se aproximar de algumas mulheres do local por quem se apaixonaram. Estratégia de “jênio”. O problema maior é perceber a forma ofensiva e caricata como o filme trata os gays. Com orçamento de US$20 milhões, a comédia recuperou apenas US$15 milhões.

Mestre do Disfarce

Seja sincero, você já tinha ouvido falar deste filme? O humorista Dana Carvey fez sucesso no início dos anos 1990 ao interpretar pela primeira vez o roqueiro Garth no esquete do programa Saturday Night Live, ao lado do amigo Mike Myers (que vivia Wayne). Um tempinho depois e Wayne’s World ganhava filme (no Brasil intitulado Quanto Mais Idiota Melhor), que fez tanto sucesso que ainda ganharia uma sequência. Depois, mesmo tendo espaço para mais um filme, Myers seguiu solo, desfazendo a dupla, e foi obter sucesso com outra criação: Austin Powers. Assim, sobrou para Carvey tentar fazer o mesmo. E no ano em que Myers entregava o terceiro Austin Powers, Carvey sonhava com sua própria franquia em Mestre do Disfarce – produção da Revolution Studios, da Happy Madison (de Adam Sandler) em parceria com a Nickelodeon Movies, com distribuição da Columbia / Sony. A trama fala sobre um garçom italiano que herda o dom do disfarce. Não rolou. O filme nem foi um fracasso retumbante de bilheteria, com um orçamento de US$16 milhões, rendendo US$43 milhões mundiais. Porém, foi o suficiente para pôr uma pedra numa possível continuação ou franquia. Segundo muitos críticos e fãs, este é um dos piores filmes dos últimos 21 anos.

Com a Cor e a Coragem

Outra comédia que com certeza a maioria não ouviu falar, esta foi uma tentativa de injetar representatividade no subgênero das comédias sobre policiais e de espiões, vide Corra que a Polícia Vem Aí e Austin Powers. A ideia saiu de uma série da internet, que trazia o tal Undercover Brother do título original, o “irmão infiltrado”, um policial que utiliza todo os estereótipos associados aos negros, e os clichês do gênero blaxploitation, para fazer graça. Quem protagoniza é Eddie Griffin, e o filme conta ainda com Denise Richards e a indicada ao Oscar deste ano Aunjanue Ellis no elenco. Com produção da Universal Pictures, o longa tem direção de Malcolm D. Lee, especialista em comédias com atores negros, como Amigos Indiscretos (1999) e Viagem das Garotas (2017). Este foi outro que não fez tão feio nas bilheterias, apesar de ter ficado longe do sucesso, terminando qualquer possibilidade de uma franquia. Mesmo assim uma sequência foi lançada em 2019 – com outros atores. Com um orçamento de US$25 milhões, o filme rendeu US$41 milhões.

Ali G Indahouse – O Filme

Hoje, o comediante Sacha Baron Cohen é uma verdadeira sensação mundial com seu humor tipicamente incorreto, porém, ficando mais consciente e crítico também em suas piadas. O maior exemplo na filmografia do ator é Borat, fenômeno de 2006, que rendeu uma sequência igualmente popular em 2020. Tanto Borat, quanto esse Ali G, e também o repórter gay Bruno são personagens criados pelo humorista para um programa de TV, que terminaram ganhando seus próprios filmes, de variados níveis de sucesso. O primeiro deles foi justamente este Ali G, um sujeito aspirante a rapper, que conseguiu ganhar espaço até mesmo num clipe da Madonna. E ainda bem que Cohen não desistiu e seguiu tentando até nos entregar Borat. Isso porque o filme de Ali G ficou bem longe do conquistado por Borat. Com distribuição da Universal Pictures, o filme contou com um orçamento de US$5 milhões aproximadamente, e rendeu US$23 milhões. Você já tinha ouvido falar?

Curvas Perigosas

Ainda na categoria de pessoas fingindo ser o que não são, seja na orientação sexual ou no gênero, temos mais uma comédia que talvez seja vista com maus olhos atualmente. Este filme acha que seria engraçado ver três homens machistas vestidos de mulher a fim de conseguirem permanecer no campus da universidade. Todas as piadas são feitas em cima do fato de serem homens vestidos de mulheres. Hilário – só que não. Quem protagoniza são Harland Williams, Michael Rosenbaum e Barry Watson. Com produção da Disney, através da Touchstone Pictures, a comédia contou com um orçamento de US$12 milhões e por muito pouco conseguiu apenas se pagar, rendendo os mesmos US$12 milhões. Você já tinha ouvido falar desta desgraça?

Grande Problema

É relativamente esperado que uma comédia sem grandes nomes no elenco, produção ou direção passe em branco ou resulte num fiasco de crítica e bilheteira. A surpresa acontece é quando filmes que possuem elenco e realizadores de prestígio seguem pelo mesmo caminho. É o caso deste Grande Problema, que traz na direção ninguém menos que o bem-sucedido Barry Sonnenfeld, diretor de A Família Addams e Homens de Preto. Detalhe, este longa foi lançado no mesmo ano de MIB 2, também de Sonnenfeld. Baseado num livro, a comédia mostra a vida de diversas pessoas diferentes se entrecruzando. O elenco grandioso conta com nomes como Rene Russo, Tim Allen, Johnny Knoxville, Zooey Deschanel, entre outros. Novamente com produção da Disney, através da Touchstone, o filme custou US$40 milhões, rendendo apenas US$8 milhões, resultando assim num dos maiores fracassos financeiros dos anos 2000.

Morra, Smoochy, Morra

Provavelmente a comédia de maior renome e maior hype da lista, este era um filme muito promissor há 21 anos, que gerava muita expectativa por grande parte dos fãs. Primeiro por fazer uso de um humor sombrio e incorreto, que contava com Robin Williams e Edward Norton protagonizando, numa história sobre uma guerra entre duas personalidades famosas de programas infantis. Era uma sátira aos bastidores de tais programas, algo como uma guerra entre a Xuxa e a Mara, ou Angélica no Brasil. Ou o Bozo e o dinossauro roxo Barney – do qual, inclusive, o filme tira sarro. E segundo por ser uma produção comandada por Danny DeVito, responsável por sucessos do gênero, vide Jogue a Mamãe do Trem (1987) e A Guerra dos Roses (1989). Com orçamento de US$50 milhões, esta superprodução cômica da Warner rendeu apenas US$8 milhões, se tornando um dos maiores fiascos da década de 2000.

Bônus: Tudo por um Segredo

Não acreditamos que muitos conheçam esta comédia sobre roubo que conta com a participação de George Clooney e um elenco renomado. Produzido pela Warner, um dos grandes chamarizes deste filme obscuro, pelo menos nos dias de hoje, é a direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, cineastas que todo bom fã de superproduções de super-heróis conhece muito bem – sendo eles os realizadores de Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019), alguns dos maiores filmes de todos os tempos. Escrito e dirigido pelos irmãos Russo, esse foi o primeiro grande trabalho da então promissora dupla, que a esta altura só tinha no currículo a comédia independente Pieces e um curta. A Warner confiou no taco dos irmãos e o entregou um elenco de nomes como Sam Rockwell, William H. Macy, Patricia Clarkson, Isaiah Washington, Luis Guzmán, Gabrielle Union e Jennifer Esposito, além do maior astro aqui, o citado Clooney. Custando US$12 milhões ao estúdio, o filme fez de volta apenas US$4 milhões mundiais.

Você sabia?! Alguns Artistas de Hollywood que frequentaram a Faculdade de Harvard!

Entrar na faculdade é o sonho de milhares de pessoas em todo o mundo. Imagina entrar em uma das mais conceituadas instituições do planeta!? Algumas mentes brilhantes que conseguiram brilhar no mundo do cinema mais tarde frequentaram a famosa Universidade de Harvard. Separamos abaixo cinco influentes nomes na indústria cinematográfica que conseguiram esse feito:

 

Darren Aronofsky

Diretor do recente e super comentado A Baleia, Darren Aronofsky nasceu no bairro do Brooklyn, em Nova York, filho de dois professores. Desde criança, seus pais o levavam para assistir peças teatrais fato que o levou a ter um enorme carinho pelo mundo das artes. Durante o ensino médio, ele viajou para vários países conhecendo culturas locais. Antes dos 20 anos conseguiu entrar na badalada Universidade de Harvard onde se formou em antropologia e mais tarde fez cursos de cinema. Hoje é um dos cineastas mais impactantes do universo cinematográfico.

 

Natalie Portman

Nascida no ano de 1981 em Jerusalém, Israel, Natalie Portman é filha de uma dona de casa e um ginecologista. Sua família se mudou para Long Island, em Nova Iorque, onde estudou balé. No início da década de 90, ainda na infância, fez um teste para uma peça de teatro na off-broadway, ela e Britney Spears (sim, ela mesma) foram escolhidas para serem as substitutas da protagonista. Logo depois, a futura premiada atriz fez outro teste, dessa vez para um longa-metragem do cineasta Luc Besson, assim foi escolhida para ser uma das protagonistas do clássico filme de ação O Profissional. Mais tarde, parou um pouco a carreira (que já estava em tremenda ascensão) para se dedicar aos estudos, assim entrou para a Universidade de Harvard para estudar psicologia. Anos mais tarde ela levaria seu primeiro Oscar no filme Cisne Negro, dirigido por outro ex-aluno do lugar, o cineasta Darren Aronofsky.

 

Tommy Lee Jones

O texano, ganhador do Oscar, Tommy Lee Jones nasceu em meados da década de 40, filho de uma policial e um trabalhador petrolífero. Ele sempre foi um estudante exemplar e na escola de teve bolsa de estudo. Com muito esforço entrou na Universidade de Harvard em meados da década de 60. Inclusive seu colega de quarto foi o futuro vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore. Tommy se formou com um diploma de bacharel em inglês. No mesmo ano, se mudou para Nova York com o sonho de ser ator e fez sua estreia na tão sonhada Broadway em uma peça chamada A Patriot for Me. Nos cinemas, por coincidências do destino seu primeiro papel foi interpretando um estudante de Harvard, no filme dirigido por Arthur Hiller, Love Story – Uma História de Amor.

 

Matt Damon

Filho de um corretor e uma professora, Matt nasceu em Cambridge, Massachusetts, em 1970. Durante os tempos de Ensino Médio, se envolveu com o teatro pela primeira vez estando em várias peças, na escola fez amizade com um amigo que viria a se tornar um outro ator bem sucedido, Ben Affleck. Ele frequentou a Universidade de Harvard (inclusive o roteiro de Gênio Indomável foi escrito por ele durante um exercício em uma aula) mas teve que sair antes da conclusão do curso (faltava um semestre pra se formar bacharel em Inglês) pois já embarcou em projetos cinematográficos incluindo o filme Gerônimo – Uma lenda americana do diretor Walter Hill. Matt hoje é um dos rostos mais conhecidos de Hollywood.

 

Rashida Jones

Filha da atriz Peggy Lipton e do produtor musical Quincy Jones, Rashida nasceu em Los Angeles. Desde criança foi uma leitora assídua e se envolveu com o teatro pela primeira vez na escola. Rashida entrou na Universidade de Harvard com o sonho em ser uma advogada de sucesso mas lá, cada vez mais próxima do mundo da atuação, se formou em religião e filosofia no final da década de 90. No começo dos anos 90 já começou a trilhar sua carreira no mundo das artes.

 

‘Ahsoka’: Novo modelo de sabre de luz deve ser introduzido na série

Estrelada por Rosario Dawson, ‘Ahsoka‘ é a próxima série do universo ‘Star Wars‘ a chegar ao catálogo da Disney+.

Ainda sem data específica, a estreia está marcada para o fim do verão norte-americano, que acontece entre junho e agosto.

E, à medida que o lançamento se aproxima, mais novidades vão surgindo.

De acordo com o Making Star Wars, um novo modelo de sabre de luz será introduzido na série.

Foi dito que o novo design nunca foi visto antes na saga Star Wars‘, sendo inspirado em espadas como floretes e rapieiras, usadas no esgrima.

A será empunhada por uma das vilãs da série, chamada Shin, papel supostamente desempenhado por Ivanna Sakhno (‘The Reunion’).

O mentor de Shin, Baylon (Ray Stevenson), também vai usar um modelo de sabre diferenciado, mas será algo parecido com o sabre que Kylo Ren (Adam Driver) usou na recente trilogia da saga nos cinemas.

A introdução de novos modelos de sabre já é uma tradição na franquia desde que Darth Maul (Ray Park) usou seu sabre dupla em ‘A Ameaça Fantasma‘.

A série está sendo liderada por Dave Filoni, co-criador de Ahsoka na animação ‘Star Wars: The Clone Wars‘.

Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.

Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.

No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.

“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”

E aí, você está curioso para assistir ‘Ahsoka‘?

Lembrando que Hayden Christensen deve reprisar seu papel como Anakin Skywalker após seu recente retorno em ‘Obi-Wan Kenobi‘.

Outras adições ao elenco incluem Natasha Liu Bordizzo, Eman Esfandi, Ivanna Sakhno, Ray Stevenson e Mary Elizabeth Winstead.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

LIVE-ACTION de ‘Lilo & Stitch’ para o Disney+ contrata sua Lilo; Confira!

Segundo o Hollywood Reporter, a Disney escolheu a atriz novata Maia Kealoha para interpretar a Lilo no filme live-action de ‘Lilo & Stitch‘, para o Disney+.

Maia é novata e esse será seu primeiro filme.

Confira:

Maia Kealoha

O site The Hollywood Reporter aponta que o ator Zach Galifianakis, conhecido pela trilogia ‘Se Beber Não Case‘ foi escalado para o filme live-action de ‘Lilo & Stitch‘, para o Disney+.

No entanto, o papel dele não foi revelado. A matéria ainda afirma que o estúdio continua buscando por duas atrizes jovens para interpretar Lilo e sua irmã mais velha.

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright está em negociações para assinar o roteiro.

Mais novidades não foram reveladas.

No original, Lilo é uma garota que adora cuidar de animais menos favorecidos e  tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Relembre o trailer: