Essa será a segunda vez que a atriz Bonnie Aarons vive a vilã ‘A Freira’ nos cinemas, sendo a primeira em ‘Invocação do Mal 2’, onde se tornou um ícone moderno do terror.
E o diretor Corin Hardy revelou que queria muito trabalhar com a atriz, e ainda comparou sua presença com outro grande nome do gênero.
“Quando fui contratado para fazer ‘A Freira’, liguei pra New Line e falei ‘Vamos ter a mesma atriz que interpreta a Freira, certo?’. Porque mesmo no curto tempo de tela que ela tem em ‘Invocação do Mal 2’, ela domina aquele papel do mesmo jeito que Robert Englund domina Freddy Krueger”
A revista EW divulgou novas imagens do aguardado terror ‘A Freira’, derivado de ‘Invocação do Mal 2’. Confira:
Parece que ‘A Freira’ será um daqueles filmes de terror cheio de histórias macabras dos bastidores, afinal, o longa foi filmado grande parte nos castelos, conventos e vilas rurais da Romênia.
Durante o painel da Warner Bros. na ScareDiego (evento voltado para filmes de terror dentro da San Diego Comic-Con) o diretor Corin Hardy contou que coisas estranhas acontecem por lá, como por exemplo, uma cena filmada totalmente no escuro de um castelo, ele entrou em uma sala e assistiu ao take em seu monitor, apenas para descobrir, quando gritou “corta!”, que sua equipe não estava mais lá com ele.
“Tivemos algumas experiências sobrenaturais no set, foi um pouco assustador”
O painel também contou com as atrizes Taissa Farmiga e Ingrid Bisu, que subiram ao palco para apresentar um vídeo ATERRORIZANTE.
Na primeira cena, vemos um homem sendo enterrado vivo e gritando por ajuda. Corta para uma freira se enforcando após ser assombrada pela Freira Valak. Vemos uma cobra saindo da boca de um garoto e muitas cruzes de ponta cabeça, com várias freiras assustadas. O vídeo se encerra assustadoramente.
Não foi revelado quando o vídeo será divulgado na internet.
Fique ligado no CinePOP para a cobertura completa da San Diego Comic-Con 2018.
“Quando uma jovem freira que vive enclausurada em um convento na Romênia comete suicídio, um padre com um passado assombrado e uma noviça prestes a fazer seus votos finais são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles desvendam o segredo profano da ordem. Arriscando não só suas vidas, mas também sua fé e suas almas, eles confrontam a força malévola que assume a forma da mesma freira que aterrorizou o público em “Invocação do Mal 2”, à medida que o convento se torna um horripilante campo de batalha entre os vivos e os amaldiçoados.”
As Marvels chegou aos cinemas do mundo e caminha para ser um dos maiores fracassos de todo o Universo Cinematográfico Marvel, podendo até mesmo superar o discutível O Incrível Hulk (2008), que detém a pior bilheteria do MCU até hoje, tendo arrecadado apenas 264 milhões de dólares. Inicialmente, esse valor baixíssimo para um filme de filme de super-heróis parecia ser insuperável. Afinal, a Marvel havia chegado a um ponto de credibilidade que, para muitos, bastava colocar o selo da empresa em qualquer produção para que o filme virasse um ‘produto’ vendável. No entanto, os números de arrecadação do primeiro fim de semana de As Marvels deve ter ligado um alerta nos executivos. Isso porque, com aproximadamente 47 milhões de dólares arrecadados em seu primeiro final de semana nos EUA, o filme conseguiu fazer menos dinheiro na estreia que o filme do Hulk, que virou seu primeiro fim de semana, na época, com pouco mais de US$ 55 milhões.
15 anos depois, o ‘fantasma do fracasso’ de ‘O Incrível Hulk’ pode ser exorcizado com novo fracasso da Marvel nos cinemas
E a situação de As Marvels é realmente preocupante para o estúdio, porque o longa arrecadou, até segunda-feira (13), pouco mais de US$ 111 milhões mundialmente. Aproximadamente a metade do valor de custo do filme. Segundo projeções do Collider, o valor mínimo de bilheteria que As Marvels precisa fazer para não dar prejuízo é algo em torno de 440 milhões de dólares. Parece muito pouco provável, ainda mais agora com a estreia de Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, que promete dominar o interesse do público jovem/ adulto nas próximas semanas.
Mas o que está por trás desse fracasso retumbante da Marvel Studios?
Desde o primeiro filme, em um movimento assustador de parte dos fãs, ocorre um boicote injustificável na franquia. Na época da promoção de Capitã Marvel (2019), entrevistas fora de contexto da atriz Brie Larson, afirmando que sua personagem era a ‘Vingadora mais forte’ – algo confirmado nos quadrinhos desde 2012, quando Carol Danvers assumiu o manto de Capitã Marvel, foram disseminadas em fóruns on-line, causando a ira de um grupo de fãs. E por mais bizarro que seja ver adultos revoltados por falarem que há outro super-herói mais forte que o seu favorito, isso realmente aconteceu. O resultado foi uma chuva de comentários preconceituosos nas redes sociais da Brie Larson, que se afastou delas por um tempo.
Além disso, começou uma chuva de ódio tenebrosa porque sua personagem “não sorria”. Aqui no Brasil, essa crítica pode não parecer tão estranha assim, porque remonta a um tipo de assédio diferente. Nos EUA, é quase como uma ‘cantada de pedreiro’ pedir para um mulher sorrir para os caras, como se elas devessem estar felizes por estarem sendo incomodadas. Isso rendeu até mesmo uma piada desconfortável em Barbie (2023). É difícil achar um equivalente nacional, mas seria algo como reclamar de uma mulher que achou ruim ser chamada de ‘gostosa’ na rua. Por isso, esse incômodo com a personagem não ficar de gracinha nem “sorrindo pra todos” é tão idiota. Ainda mais quando se lê as HQs, porque Carol é uma militar marrenta, extremamente poderosa e com problemas de alcoolismo. É óbvio que ela não vai sair por aí sorrindo e fazendo palhaçada que nem estrela de série adolescente do Disney Channel.
O mais interessante disso tudo, porém, é que mesmo com o boicote dessa pequena parte de supostos fãs, o filme foi um sucesso comercial enorme. A bilheteria final fez mais de 1.1 bilhão de dólares, fazendo dela a oitava maior arrecadação de todo o MCU. Obviamente, o longa se aproveitou do gancho de ter saído entre Vingadores: Guerra Infinita (2018) e Vingadores: Ultimato (2019). Mas atribuir o sucesso a isso é fechar os olhos para os números. Afinal, Homem-Formiga e a Vespa (2018), que vinha do bem-sucedido Homem-Formiga (2015), também foi lançado nesse intervalo e passou muito longe de superar a marca do bilhão.
Sem contar que costuma existir um padrão em bilheterias de grandes franquias. Normalmente, o sucesso de um filme de franquia é um dos fatores que reflete diretamente no longa seguinte. Então, era esperado que o segundo filme do Homem-Formiga recebesse um boost pelo sucesso de Guerra Infinita, que foi um sucesso de público e crítica. Por outro lado, a recepção morna de Homem-Formiga e a Vespa deveria impactar negativamente em Capitã Marvel, mas isso não ocorreu. O ponto é que reduzir o valor do primeiro capítulo da história de Carol Danvers a filmes alheios é uma pós-verdade. Um discurso vazio que tenta inconscientemente legitimar alguns papos errados.
Isso posto, As Marvels surge em um momento delicado não apenas para a empresa, mas para todos os estúdios que apostam em filmes estrelados por super-heróis. Após 15 anos dominando as críticas e o público, esse subgênero começou a dar seus sinais de desgaste. Nos últimos três anos, ainda havia a justificativa da pandemia ter fechado os cinemas do mundo para tentar explicar as baixas bilheterias, só que agora não tem mais SARS–CoV-2 se proliferando a níveis alarmantes para usar como desculpa para pouca arrecadação. Agora é incompetência.
E o estúdio lançar um filme que tenha desempenho ainda pior que longas lançados no meio da pandemia, quando as pessoas literalmente colocavam suas vidas em risco ao sair de casa pra ver um boneco de CGI pulando em tela, é um vexame. Não tem outra palavra que defina melhor. É um erro de planejamento terrível do estúdio que começou a bombardear o público com um caminhão de produções que em vez de ajudar a atrair o interesse do povo, só afastou a galera de um mundo em expansão.
Cansaço dos filmes de super-heróis?
Há quem atribua o fracasso de As Marvels à ‘fadiga dos super-heróis’. Mas vale ressaltar que esse papo circula no meio do cinema desde 2013. Na época, era dito que o público se cansaria dos heróis depois de Os Vingadores (2012), porque nada superaria aquela experiência e tudo que viesse depois não faria sentido, já que os heróis agora se conheciam e poderiam chamar os outros para ajudar. E no ano seguinte, o fracasso de crítica de Homem de Ferro 3 e Thor: O Mundo Sombrio acendeu essa história de ‘fadiga’ para tentar legitimar o discurso daqueles que não gostavam desse tipo de produção. Vale dizer que a terceira aventura de Tony Stark também fez mais de um bilhão de dólares em bilheteria, refletindo também o sucesso de Vingadores, mas principalmente pelo interesse do público no personagem.
Entretanto, esse papinho de cansaço foi pelo ralo no ano seguinte. Com duas produções que figuram entre as favoritas dos fãs até hoje, Capitão América: O Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia, o MCU ‘voltou’ com força total, trazendo o núcleo espacial para as telas e mostrando que as pessoas estavam cansadas de filmes ruins, não de super-heróis.
E com o fim da chamada Saga do Infinito, essa teoria vem sendo posta à prova a cada novo filme. Nos últimos anos, apenas os longas com qualidade inquestionável vêm se destacando. O diferente chama atenção do povo e nesse meio, a originalidade é o maior diferencial. Não à toa, apenas dois filmes com super-heróis realmente se destacaram em 2023. Neste ano, o público foi exposto a Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania, Shazam! Fúria dos Deuses, Guardiões da Galáxia Vol.3, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, The Flash, Besouro Azul e As Marvels. E ainda falta Aquaman e o Reino Perdido.
Desses, até o momento, apenas Guardiões e Aranhaverso foram unanimidades. Com tramas centradas em seus próprios núcleos, os longas trouxeram boas histórias, personagens carismáticos, estéticas próprias e perpassaram o carinho de seus realizadores para o público. Por outro lado, até mesmo filmes que passam longe da ruindade, como Besouro Azul – que é divertidíssimo, não foram bem por se apoiarem em fatores genéricos, seja a estética, o roteiro e afins. O público quer um pouco mais de ousadia, porque se tem algo que esses anos de lockdown mostraram é que tempo é valioso e não dá pra desperdiçá-lo em mais do mesmo. E por mais que não tenha achado As Marvels um filme ruim, é inegável que ele é genérico. Uma aventura bobinha com cara de ‘Fase Um’, que você assiste, dá umas risadas e esquece dois dias depois. É algo que não cabe mais. Essa sensação de ver uma obra descartável não tem mais espaço.
Luz no fim do túnel?
E muito desse fracasso se dá pelo planejamento tenebroso da ‘Fase Quatro’ da Marvel nos cinemas. Nas três fases anteriores, os filmes respondiam a uma luz no fim do túnel. Na ‘Fase Um’, essa luz era a formação dos Vingadores. Então, o público comprava a ideia até mesmo de filmes horrorosos (sim, estou falando de você, Thor) por saber que ele traria elementos e poderia somar a experiência de ver os heróis se unindo em tela. Nas Fases Dois e Três, a tal luz era a chegada de Thanos (Josh Brolin). Num plano ainda mais ousado, a Marvel trouxe esse amontoado de heróis aparecendo e interagindo brevemente com a promessa de um grande encontro que ‘compensaria’ o público ao fim de tudo.
E qual a ‘Luz no fim do túnel’ da ‘Fase Quatro’? Não teve. Com filmes isolados e a chegada das séries, não houve um grande evento que agrupasse a galera nova que chegou ao MCU. Na verdade, a introdução do Multiverso acabou criando um evento no meio da tal Fase Quatro, que foi Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021). O filme foi um sucesso de público e crítica, mas veio no meio da fase. Assim, tudo que veio depois não chegou nem perto de fazer o mesmo barulho. Ficou aquele clima de fim de festa.
Para complicar ainda mais a situação, a Marvel decidiu não repetir o erro, mas tentar erros novos. Na ‘Fase Cinco’, o grande vilão, a ‘luz no fim do túnel’, seria Kang, o Conquistador (Jonathan Majors), a ameaça dos próximos dois filmes dos Vingadores. Após uma breve introdução na série Loki (2021), a variante mais famosa do malfeitor foi anunciada como o antagonista do terceiro filme do Homem-Formiga, abrindo a ‘Fase Cinco’… Com todo o respeito ao herói diminuto, mas o estúdio colocar o malvadão da vez para apanhar de um bando de formiguinhas em um filme pavoroso, abrindo a nova fase foi injustificável.
Vamos supor que numa realidade alternativa Quantumania foi um sucesso. Como a Marvel planejava manter o interesse do público na trama de Kang lançando mais dois filmes que sequer fizeram menção a ele depois? Isso reflete a falta de direcionamento que marcou essas duas últimas fases. A impressão é que o estúdio atirou para todos os lados, enquanto torcia para que algum deles acertasse o alvo. Seria mais justo se eles anunciassem que o grande vilão dessa nova ‘era’ é o Multiverso. Dessa forma, talvez o público se interessasse mais, já que é a única coisa comum a 80% das produções atuais, incluindo o final de As Marvels. Porém, venderam a imagem de Kang e trabalharam o personagem de forma porca. E ainda se complicaram porque o ator que o interpreta se envolveu em uma polêmica ainda não resolvida que certamente está fazendo o Kevin Feige arrancar os poucos cabelos que restam embaixo do boné.
Por fim, As Marvels é o reflexo do grande tiro no pé da Marvel pós-Saga do Infinito. É possível que agora haja mesmo um certo tipo de cansaço do público, que não consome mais qualquer coisa que seja lançada com o selo da Marvel ou da DC. E muito disso vem de uma superexposição que realmente desanimou e afastou o público dessas produções: as séries do Disney+. Por mais que o filme explique brevemente as histórias de Kamala Khan (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris), as duas foram introduzidas em seriados feitos para o streaming. Uma em Ms. Marvel e a outra em WandaVision.
Apenas na Fase Quatro, foram lançadas nove séries e sete filmes. Em nível de comparação, as Fases Um e Dois tiveram seis filmes, cada. A Fase Três teve 11 filmes. Em apenas uma fase, a Marvel lançou uma porção de seriados, lançados praticamente de forma trimestral, bombardeando o público com vários conteúdos que não se comunicam e parecem não se entender como produção, já que a maioria das séries foi construída como filmes de seis horas, e foram picotando as partes para formar episódios. Com isso, o próprio estúdio quebrou a aura de “evento” de suas produções. Quando saía um filme da Marvel nos cinemas, o público organizava sua agenda para conferir o ‘próximo sucesso Marvel’. Com uma série saindo atrás da outra, o selo foi banalizado. E isso é tão nítido que até mesmo funcionários da Marvel assumiram estarem perdidos. O time de roteiro de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022) confessou que não sabia como era o final de WandaVision quando escreveram a sequência do Mago Supremo. O resultado foi a repetição do arco de luto da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), concluído no fim da série, sendo corrompido no filme.
Em As Marvels, enfim acontece a união das séries e filmes, mas chega em um momento em que boa parte do público fiel largou os seriados de mão. E mesmo que algumas produções muito boas estejam chegando, como a segunda temporada de Loki, a galera perdeu a vontade de acompanhar. E partindo desse preceito que as séries viraram algo muito de nicho, é difícil de promover o interesse do grande público acerca de personagens que não chegaram ao povo. Não é absurdo dizer que a Disney criou seu próprio demônio, e agora não está conseguindo lidar bem com ele. Um sinal de que isso realmente chegou aos executivos é o número de produções que serão lançadas ano que vem. Há algumas séries que chegarão ao streaming, mantendo o nicho fiel, mas seus lançamentos no cinema, mirando o grande público, foram praticamente todos atrasados, deixando apenas Deadpool 3, que tem ares de filme evento, para dar um gostinho do que esperar dos próximos lançamentos. Mais do que deixar o espectador descansar, a Marvel vai tentar fazer com que ele sinta falta dos filmes.
Obviamente, falar do fracasso de As Marvels recai também sobre a Greve da SAG-AFTRA de 2023, a Greve dos Atores de Hollywood. Reivindicando direitos mais do que justos, atores, roteiristas e diretores combinaram de não gravar ou promover filmes e séries até que suas demandas fossem atendidas. Ou seja, não houve coletivas ou junkets para divulgar As Marvels. Mas isso é apenas um dos fatores. Também é meio absurdo atribuir o fracasso do filme ao machismo, já que Capitã Marvel também sofreu uma onda de ódio completamente desproporcional e foi um sucesso. Atribuir o fracasso a um grupo tão pequeno e irrelevante assim é dar a eles uma vitória que nunca tiveram, vide também o fenômeno Barbie. O fracasso de As Marvels é recai todo sobre a própria Marvel, que perdeu a mão e num golpe ambicioso até demais deu um passo maior que a perna, subestimando seu público, desgastando a própria marca e transformando seu elogiadíssimo planejamento em um grande saco de gatos. Uma pena.
Você provavelmente conhece o filme ‘Rocky: Um Lutador’. Ou ao menos conhece alguma coisa desse filme – seja o nome do protagonista, seja a música tema, seja a icônica cena do personagem subindo a escadaria de Washington correndo, ou seja, simplesmente porque este foi um dos principais e mais marcantes filmes dos anos 1970, e, particularmente, também da carreira do ator Sylvester Stallone. Por isso essa é uma dica valiosa de filme, especialmente se você se diz um cinéfilo e nunca viu esse filme, ou simplesmente faz muito tempo que não houve e já não lembra direito das coisas. É hora de aproveitar, pois não só este como toda a franquia Rocky Balboa está disponível no Prime Video, em versão remasterizada.
Rocky (Sylvester Stallone) pratica boxe em uma academia moribunda. O cara é gente boa e tem o sonho de se tornar um grande lutador, mas apesar de ter potencial e talento, falta alguém que acredite nele. A sua rotina é basicamente treino, competições amadoras no underground e paquerar a jovem Adrian (Talia Shire), que trabalha numa pet shop. Quando um grande lutador de boxe, Apollo (Carl Weathers) vem aos Estados Unidos e ninguém tem coragem de desafiá-lo, a equipe de marketing deste profissional decide criar uma campanha para recrutar um lutador amador, dando-lhe a oportunidade para lutar com alguém grande. É assim que chega o convite para Rocky, que topa o desafio. Porém, se todo mundo estava achando que Rocky ia apenas cumprir tabela e perder em público, estão muito enganados: ele fará dessa a oportunidade de sua vida e se dedicará muito para fazer bonito na luta que será televisionada para o país inteiro.
Muitas curiosidades giram em torno desse filme. Como o orçamento inicial, que era de apenas um milhão de dólares, e que ‘Rocky: Um Lutador’ recebeu indicações ao Oscar no ano de sua estreia, incluindo de melhor filme, melhor ator, melhor atriz, melhor direção e melhor roteiro original. O longa, que tem o verdadeiro cachorro de Stallone no elenco, ganhou o coração do público e teve um lucro de U$225 milhões de dólares em bilheterias. Nada mal para o estreante em roteiros, Sylvester Stallone.
Aliás, o roteiro é uma curiosidade à parte. Quando Stallone foi tentar vender o seu projeto ele tinha como condição estrelar o próprio filme. Isso fez com que muitas produtoras não aceitassem o projeto, mas, por fim, o estúdio assumiu o risco e depois pode lucrar com os louros. Nesse sentido, a história de Stallone se aproxima com a de seu personagem, pois este primeiro ‘Rocky: Um Lutador’ tem a ver com o slogan amplamente difundido entre os anos 1970/80 nos Estados Unidos, do tal “sonho americano”. Assim, ‘Rocky’ é um filme do sonho americano que dá certo: o filho de imigrantes italianos, pobre, que tem um sonho e consegue a grande oportunidade de sua vida e não a desperdiça – ao contrário, dá tudo de si para mostrar que, mesmo vindo de baixo, ele nasceu para ser um vencedor.
‘Rocky: Um Lutador’ é mais do que um filme de boxe: é um filme motivacional que tem o drama, o romance e a comédia muito bem equilibrados em seu enredo. Ao ver pela primeira vez (ou mesmo rever, depois de tanto tempo) ‘Rocky: Um Lutador’, é fácil entender porque é considerado um dos favoritos de muita gente e também um clássico do cinema mundial.
Com Ronan, o Acusador, e Korath voltando às telonas com aparições confirmadas em ‘Capitã Marvel’, é claro que o mais novo longa-metragem dos estúdios Marvel terá muitas referências com ‘Guardiões da Galáxia’. Entretanto, o novo romance intitulado ‘Captain Marvel Starforce Mission Log’ pode ter revelado o retorno de mais um personagem do irreverente universo criado por James Gunn.
Segundo o site Bleeding Cool, o livro assinado por Eleni Roussos traz Carol Danvers cruzando caminho com um membro da Nova Corps., cujo nome é Rhomann Dey. Dey aparaceu no filme de 2014 e foi interpretado por John C. Reilly; porém, desde o ataque de Thanos ao planeta Xandar – antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ -, não deu mais as caras dentro do MCU.
Rhomann Dey
A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
‘Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.
‘Coringa’ estreou mundialmente na última quinta-feira e parece que o astro Joaquin Phoenix não quer deixar ninguém esquecer de assistir ao filme.
No sábado, dia 05 de outubro, o ator compareceu ao cinema de San Fernando Valley, cidade próxima à Los Angeles, surpreendendo o público – mas isso não foi tudo: além de fotos e de bater um papo com os espectadores, ele também performou sua icônica risada a pedido de um fã. Entretanto, ele parou logo que começou a tentar, dizendo que não conseguiria repeti-la.
As informações são do TMZ.
O longa já arrecadou US$ 234 milhões no mundo inteiro. Lançado em 73 países, a produção arrecadou US$ 16,3 milhões na Coréia do Sul, seguida pelo Reino Unido (US$ 14,8 milhões), México (US$ 13,1 milhões), Rússia (US$ 10 milhões), Brasil (US$ 7,3 milhões), Japão (US$ 7,3 milhões), Japão (US$ 7,0 milhões), Itália (US$ 6,8 milhões), Austrália (US$ 6,6 milhões), Indonésia (US$ 5,9 milhões), Espanha (US$ 4,6 milhões), Índia (US$ 3,9 milhões), Taiwan (US $ 2,9 milhões) e Emirados Árabes Unidos (US $ 2,7 milhões). Dessas aberturas, as estreias no Reino Unido, Rússia, Itália, Espanha, Polônia, Emirados Árabes Unidos, Japão, Coréia, Indonésia, Brasil, México e Austrália marcaram as maiores aberturas no exterior para um título da Warner Bros. este ano. O filme será lançado na França e na Alemanha ainda esta semana.
Lembrando que ‘Coringa‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.
‘Coringa‘, do diretor Todd Phillips, centra-se no icônico arqui-inimigo e é uma história fictícia original e inédita, nunca vista na tela grande. A história de Arthur Fleck, interpretado majestosamente por Joaquin Phoenix, é de um homem que luta para encontrar seu caminho na sociedade fragmentada de Gotham. Ele é um palhaço de festas durante o dia, ele aspira a ser um comediante stand-up a noite… mas ele acha que a piada sempre parece estar sobre ele. Preso em uma existência cíclica entre a apatia e a crueldade, Arthur toma uma decisão ruim que provoca uma reação em cadeia de eventos crescentes neste estudo de caráter arenoso.
Em meio à pandemia do Coronavírus, as séries da The CW tiveram seus novos episódios adiados em algumas semanas. Entretanto, a emissora já anunciou o retorno de algumas de suas produções, incluindo o mistério ‘Nancy Drew’.
De acordo com o ComicBook.com, o show volta no dia 08 de abril.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.
Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.
A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.
Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji Kasim, Alvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.
Miley Cyrus divulgou hoje a música e o videoclipe oficiais de “Midnight Sky”, seu retorno para as pistas de dança depois de ‘Younger Now’.
Confira:
A música promocional é a primeira de seu novo álbum de estúdio, ‘She Is Miley Cyrus’, o sétimo completo da discografia.
Ainda sem estreia confirmada, sabe-se que a produção originalmente se dividiria em 3 EPs, começando com ‘She Is Coming’ no ano passado. Entretanto, a separação entre Cyrus e Liam Hemsworth, até então seu marido, e a pandemia do COVID-19 a fez mudar os planos.
Miley fez sucesso mundial ao encarnar o alter-ego Hannah Montana para a série homônima do Disney Channel e, sendo afilhada de Dolly Parton e filha de Billy Ray Cyrus, lançou-se na indústria fonográfica de cabeça a partir de 2007. Em 2013, ofereceu uma drástica mudança de estilo com o lançamento de ‘Bangerz’, um subestimado álbum que trouxe misturas de hip-hop, synth-pop e country.
A artista também é uma grande porta-voz da comunidade LGBTQ+, fundando, em 2014, a Happy Hippie Foundation para jovens desabrigados.
‘RuPaul’s Drag Race’ voltou para sua 13ª temporada ontem, 01 de janeiro – e já causou grande alvoroço entre os fãs por mudar completamente a estrutura do reality show.
E, enquanto o episódio de abertura não trouxe nenhum convidado especial, a VH1 confirmou que os próximos capítulos terão participações surpreendentes, incluindo Cynthia Erivo, Nicole Byer, Loni Love, TS Madison e Jamal Sims como jurados extras ao lado de Michelle Visage, Carson Kressley, Ross Matthews e RuPaul.
Como se não bastasse, as lendárias atrizes Anne Hathaway e Scarlett Johansson também irão surpreender as queens com “aulas” virtuais e interativas. Nina West, Valentina e Heidi N Closet, Misses Simpatia das temporadas anteriores, também aparecerão.
As novas participantes são: Denali, Elliott with 2 Ts, Gottmilk, Joey Jay, Kahmora Hall, Kandy Muse, LaLa Ri, Olivia Lux, Rosé, Symone, Tamisha Iman, Tina Burner e Utica Queen.
‘Invocação do Mal: A Ordem do Demônio’ estreia em 03 de junho nos cinemas nacionais.
Assista ao trailer:
Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.
‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.
Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.
O Dia das Crianças está mais perto do que imaginamos – e é claro que não poderíamos deixar esse dia passar em branco.
Para comemorar o feriado de 12 de outubro, separamos uma lista com inúmeras produções fílmicas e televisivas no Disney+ – afinal, que lugar melhor para conferir obras com a criançada que essa gigante do streaming?
Diferente dos clássicos da Casa Mouse e da Pixar que estão na plataforma, buscamos títulos mais recentes que perpassam grande parte dos gêneros, incluindo animações e live-actions.
Confira abaixo nossas escolhas:
OS INCRÍVEIS 2 (2018)
Na trama, Helena decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta, Flecha e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pera não foge do desafio, ainda mais com Gelado combatendo o vilão ao seu lado.
HIGH SCHOOL MUSICAL: A SÉRIE: O MUSICAL (2019 – PRESENTE)
A história segue um grupo de estudantes de teatro de East High que se reúnem para produzir uma peça de inverno. A série será em uma espécie de documentário, com os personagens contando e mostrando como anda o desenvolvimento da apresentação e todos os detalhes.
DOIS IRMÃOS – UMA JORNADA FANTÁSTICA (2020)
Em um mundo transformado, no qual as criaturas não dependiam mais da magia para viver, dois irmãos elfos recebem um cajado de bruxo de seu falecido pai, capaz de trazê-lo de volta à vida. Inexperientes com qualquer tipo de magia, Ian e Barley não conseguem executar o feitiço e acabam gerando uma criatura sem cabeça. Para passar mais um dia com seu pai, eles embarcam em uma jornada fantástica. Ao perceber a ausência dos filhos, sua mãe se une à uma lendária manticora para encontrá-los.
SOUL (2020)
Na trama, Joe Gardner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.
SEGREDOS EM SULPHUR SPRINGS (2021 – PRESENTE)
Depois do pai conseguir um trabalho, o jovem Griffin Campbell se muda para o Hotel Tremont em Sulphur Springs, Louisiana, que é supostamente assombarada por Savannah Dillon, um hóspede que desapareceu trinta anos atrás. Com sua nova melhor amiga, Harper, Griffin descobre um portal que os leva de volta para 1990, usando-o para descobrir o que realmente aconteceu.
A MISTERIOSA SOCIEDADE BENEDICT (2021 – PRESENTE)
A elogiada série ‘A Misteriosa Sociedade Benedict’, que já foi renovada para a 2ª temporada, é baseada nos romances de Treton Lee Stewart e gira em torno de um grupo de quatro órfãos precoces e habilidosos que fundam uma sociedade secreta intitulada Mr. Benedict, em homenagem ao excêntrico, rico e bondoso benfeitor que une as crianças e as manda em uma missão no infame colégio interno conhecido como O Instituto.
LUCA (2021)
Enrico Casarosa fez sua grande estreia diretorial com a elogiada animação ‘Luca’, da Pixar. A história é centrada em dois amigos que saem em divertidas aventuras pelas mais apaixonantes paisagens da Riviera Italiana, à medida em que também escondem um segredo a respeito da suas verdadeiras identidades. Afinal, Luca Paguro e Alberto Scorfano são criaturas marinhas que ganham forma humana quando estão em terra firme.
CRUELLA (2021)
‘Cruella‘ apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
RAYA E O ÚLTIMO DRAGÃO (2021)
Há muito tempo, no mundo fantástico de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.
MONSTROS NO TRABALHO (2021 – PRESENTE)
Seis meses após a Monstros S.A. ter sua chefia renovada, Tylor Tuskmon e Val Little, dois operários talentosos, desejam trabalhar ao lado dos ídolos responsáveis por todas as mudanças na empresa. John Goodman e Billy Crystal retornam como Sully e Mike, respectivamente, e se juntam a nomes como John Ratzenberger, Jennifer Tilly e Bob Peterson.
Já faz dois anos desde que a 2ª temporada da aclamada animação adulta ‘Harley Quinn’ chegou à HBO Max – e, para a alegria dos fãs, o próximo ciclo deve ser lançado ainda este ano.
De acordo com uma nova reportagem da TV Line, os novos episódios da produção estão “marcados para chegar [à plataforma de streaming] em algum momento de 2022”. Porém, mais informações não foram reveladas.
Assista ao teaser oficial da próxima temporada:
‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.
Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony Hale e Chris Meloni.
Durante a San Diego Comic-Con 2022, o Prime Video trouxe ótimas notícias aos fãs de ‘A Roda do Tempo’ ao anunciar que a série fantástica foi oficialmente renovada para a 3ª temporada.
Entretanto, detalhes sobre o futuro ciclo não foram revelados.
Lembrando que a 2ª temporada teve suas gravações finalizadas recentemente.
🔮 eu tô mto canalizado com esta notícia 👇
A Roda do Tempo foi renovada pra TERCEIRA TEMPORADA 🗣 pic.twitter.com/7UbKKAkg0Q
Descrita como uma das sagas literárias de fantasia mais populares e duradouras de todos os tempos, a obra já vendeu mais 90 milhões de cópias. Ambientada em um mundo épico e extenso onde a magia existe e apenas algumas mulheres têm permissão para acessá-la, a história segue Moiraine (Rosamund Pike), membro de uma organização feminina incrivelmente poderosa chamada Aes Sedai. Ao chegar à pequena cidade de Two Rivers, ela embarca em uma perigosa jornada mundial com cinco rapazes e moças, um dos quais foi profetizado como o Dragão Renascido, que salvará ou destruirá a humanidade.
Alexandre Willaume (‘Tomb Raider’) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.
O elenco também inclui Madeleine Madden, que dá vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford como Perrin Aybara; Dónal Finn como Mat Cauthon; Zoë Robins como Nynaeve; Josha Stradowski como Rand Al’Thor; e Álvaro Morte como Logain Ablar.
Priyanka Bose, Taylor Napier, Emmanuel Imani, Hammad Animashaun, Álvaro Morte, Pasha Bocarie, Jennifer Preston, Izuka Hoyle, Sophie Okonedo, Kae Alexander, Clare Perkins, Peter Franzen e Kate Fleetwood também estrelam a produção.
Segundo uma nova reportagem do Valliant Renegade e do WDW Pro (via CBR), a Warner Bros. Discovery está considerando seriamente rebootar a icônica e aclamada franquia cinematográfica ‘Harry Potter’.
Os rumores indicam que a nova versão da saga iria reescalar todo o elenco protagonista e coadjuvante e funcionaria como adaptação de todos os romances assinados por J.K. Rowling.
“Você olha para o elenco original: Harry, Hermione, Ron. Novo elenco. Começando de novo”, apontam as notícias.
Enquanto nada é confirmado, vale lembrar que a companhia também está planejando adaptar a peça ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada‘ para o cinema, dividindo a trama em duas partes (via Puck News).
Ao que parece, tudo depende da aprovação de Rowling.
Isso porque a ideia já havia sido sugerida há alguns anos pelo roteirista e produtor Toby Emmerich, quando foi presidente do selo Warner Bros. Pictures Group, mas Rowling recusou a proposta.
Anos mais tarde, quando Ann Sarnoff assumiu a presidência do estúdio, a ideia foi novamente levantada no formato de série de TV, mas não houve sucesso na negociação.
Agora, David Zaslav é quem está tentando convencer a autora a apostar na ideia, com dois filmes baseados no livro.
Como os fãs já sabem, a peça, de cinco horas de duração, chegou aos palcos de Londres e da Broadway em 2016 e tornou-se um tremendo sucesso.
Na trama, Harry Potter já é adulto e trabalha para o Ministério da Magia, ao mesmo tempo que lida com suas responsabilidades como marido e pai de três crianças em idade escolar.
Enquanto seu passado se recusa a ficar para trás, seu filho mais novo, Alvo, tenta lutar contra o peso do legado da família. À medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes, as trevas vêm de lugares inesperados.
Por enquanto, ainda não há nada confirmado e as negociações seguem em andamento, mas Zaslav já havia revelado que está disposto a trabalhar com Rowling para desenvolver mais filmes e projetos da saga para o cinema e para a HBO Max.
A aguardada sequência ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ ganhou um novo clipe oficial.
O vídeo traz o embate entre Miles Morales contra o Mancha, um dos grandes vilões do Cabeça de Teia.
Confira:
Vale lembrar que os críticos aclamaram a sequência, considerando-a ainda melhor que o primeiro filme. Além disso, o estilo de animação voltou a ser universalmente elogiado ao lado da história bem construída do longa – que aprofunda satisfatoriamente os personagens e seus universos.
Confira as reações dos críticos:
“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é mais do que uma obra-prima – é uma obra de arte. Todos os frames mereciam ser exibidos em um museu. As piadas e referências à mitologia do Homem-Aranha são perfeitas. É SENSACIONAL. É o melhor filme do Homem-Aranha. Talvez seja o meu filme favorito de todos os tempos.” – CinemaBlend
“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é outra vitória para o universo produzido pelo Lord Miller. Hailee Steinfeld realmente evoluiu como Gwen Stacy e as cenas dela com a Capitã Stacy são verdadeiramente especiais. Esse filme é mais obscuro e triste do que eu esperava, mas foi necessário.” – THR
“O primeiro filme realmente havia elevado o nível com sua animação única e o tipo de narrativa, e essa sequência conseguiu superar tudo isso. Há reviravoltas chocantes, surpresas e uma história que realmente faz sentido neste multiverso insano. O novo filme do Homem-Aranha é incrível!” – Tessa Smith
“A história de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ está ainda mais grandiosa, dividida entre este filme e o próximo, mas ainda gira em torno do Miles querer ser aceito pelo que ele é. Eu ri alto em umas oito cenas.” – Uproxx
“‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é absolutamente incrível. É visualmente surpreendente, com novos mundos expressivos (o universo da Gwen é o meu favorito), mas o poder real do filme é a sua profundidade emocional e tom melancólico. Eu amei demais esse longa.” – The Wrap
“Eu amei ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’. Tive vontade de pausar o filme diversas vezes para apreciar as incríveis artes em exibição. Absolutamente recomendo este filme e já estou ansioso para assisti-lo novamente – em IMAX, na próxima vez.” – Collider
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de junho.
Kemp Powers e Justin K. Thompson também entram como diretores.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
‘The Curse‘, série de comédia estrelada pela Emma Stone (‘Pobres Criaturas’) e produzida pela A24, estreia esta semana na Paramount+ e na Showtime – e já está fazendo um sucesso entre os especialistas internacionais.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 83% de aprovação, com altíssima nota 8.90/10 baseada em 18 reviews até o momento. No Metacritic, a obra estreou com 77 pontos, indicando “críticas favoráveis”.
Confira os principais comentários:
“Combinando uma comédia assustadora a um estudo contemplativo de personagens e tons de terror, ‘The Curse’ é implacavelmente estranho e difícil de esquecer” – EW.
“‘The Curse’ é deliciosamente desconfortável e é o show do qual todos estarão falando” – The Movie Podcast.
“Stone continua sendo uma das atrizes mais versáteis de sua geração, e aqui isso não seria diferente” – AwardsWatch.
“Apesar das falhas, que prazer é ver algumas mentes absolutamente distorcidas no topo do jogo” – TV Guide.
“O programa deixa muitas de suas ideias subdesenvolvidas, especialmente nos temas centrais sobre raça e construções do eu” – New York Magazine.
A produção, que conta com 10 episódios, tem lançamento marcado para o dia 10 de novembro.
A trama irá explorar como uma aparente maldição destrói a relação de um casal recém-casado enquanto eles estão tentando ter um bebê.
Beyoncé é um dos nomes mais conhecidos da história da música e, ao longo de sua carreira, entregou algumas das músicas e performances mais memoráveis de todos os tempos.
Com uma capacidade de reinvenção e repaginação assustadoras, a cantora e compositora iniciou sua carreira como membro do grupo ‘Destiny’s Child’, lançando-se como performer solo a partir de ‘Dangerously in Love’, em 2001, e investindo cada vez mais esforços em sua identidade apaixonante. Não é surpresa que ela já tenha lançado dois dos grandes álbuns do século, ‘BEYONCÉ’ e ‘Lemonade’, e agora, tenha dado continuado com sua trilogia fonográfica com o lançamento de ‘Act II: Cowboy Carter’.
Pensando nisso, preparamos uma lista ranqueando todos os seus álbuns de estúdio.
Confira:
8. I AM… SASHA FIERCE (2008)
“‘I Am… Sasha Fierce’ […] configura-se como uma obra bem pensada e com uma divisão clara entre construções mais mercadológicas e vibrantes, e iterações que refletem o lado mais íntimo da performer (e não é surpresa, pois, que Beyoncé tenha resolvido lançar duas partes que se juntariam, mais para a frente, como um compilado só). Conforme diversas entrevistas que deu para promover o álbum, a ideia era unir o pop e o soul, bem como de incorporações de gêneros distintos para pincelar as faixas, e expandi-los afora os limites impostos. Em comparação com as produções anteriores, algumas músicas deslizam e tropeçam aqui e ali – mas o resultado é consideravelmente sólido e aprazível.” – Thiago Nolla
7. B’DAY (2003)
“Diferente das costumeiras rendições falando sobre amor, ‘B’Day’ aproveitaria a recente participação de Beyoncé no filme ‘Dreamgirls’ para apresentar aos fãs uma série de canções que, unidas, gestam uma narrativa que, em certos aspectos, fugiria das fórmulas dos gêneros explorados e abriria espaço para discussões sobre feminismo e empoderamento – utilizando suas características habilidades artísticas para vocalizar declamações que a acompanhariam nos álbuns subsequentes. E foi nessa ambientação regada a estilos dos anos 1970 e 1980 que o disco ganhou forma e encantou ouvintes ao redor do mundo, além de ter se transformar em um sucesso comercial com nada menos que 8 milhões de cópias vendidas.” – T.N.
6. DANGEROUSLY IN LOVE (2001)
“Funcionando como uma explosiva amálgama de diversos gêneros, Beyoncé já vinha seguido as tendências que ajudara a estampar no mainstream desde os anos 1990, aproveitando a popularização gigantesca do R&B para construir, ao lado de dezenas de produtores e compositores, uma jornada apaixonante pelas múltiplas fases da paixão e do amor. E é apenas inteligente que a faixa de abertura reverbere com “Crazy In Love”, lead single cantado ao lado de Jay-Z e que é exaltada em baladas e playlists inclusive em 2022. Quase duas décadas depois, o vibrante e sensual mergulho lírico serve como um hino romântico que se afasta das costumeiras baladas do gênero e é movida por um gancho tão chiclete que é quase impossível não reconhecê-lo imediatamente quando o ouvimos em… Bem, praticamente qualquer lugar.” – T.N.
5. 4 (2011)
“A obra é adornada com diversas iterações eximiamente bem arquitetadas, seja no quesito instrumental, seja nas aproximações sociológicas e literárias que Beyoncé promove ao lado de um time muito competente. Ora, como nos esquecer da icônica “Run the World (Girls)”, cuja infusão de electropop e R&B marcou época e permanece como uma das assinaturas da artista? Apesar da simplicidade lírica, que se vale bastante das repetições e de versos unidimensionais, o que mais nos chama a atenção é a vibrante paleta sonora que atravessa gêneros contrastantes entre si e que carrega uma simbologia que vai além da superfície – e que, de certa forma, parece ter prenunciado o encontro do passado e do futuro em si própria. Algo similar ocorre em “Countdown” (cujas referências também nos jogam de volta para a divertida “Freakum Dress”, de ‘B’Day’)” – T.N.
4. ACT II: COWBOY CARTER (2024)
“Já é redundante dizer que Beyoncé faz mágica com seus álbuns – e ‘Act II: Cowboy Carter’ é uma excelente adição a uma discografia que beira a transcendentalidade. Mais uma vez, nossa Queen B reitera seu inescapável status na indústria fonográfica com um disco que celebra a cultura negra não apenas ao reavivá-la, mas ao reclamá-la e retirá-la da subjugação a uma supremacia artística branca que se esquece do que veio antes e de quem merece, de fato, ser idolatrado como precursor e pioneiro” – T.N.
3. ACT I: RENAISSANCE (2022)
“A verdade é que o primeiro capítulo de ‘Renaissance’ marca mais uma transição profunda nas idiossincrasias eternizadas pela cantora e compositora, em que o art pop, o trip-hop e o R&B conceituais do disco anteriores são deixados de lado em prol de um mergulho no ponto de encontro entre o passado e o futuro. Logo, a amálgama de estilos, que já vinha sido explorada por nomes como Lady Gaga, Dua Lipa e Drake nos últimos meses e anos, ganha um escopo gigantesco e de profunda sinestesia em basicamente qualquer uma das faixas que escolhamos para ouvir. A jornada, por exemplo, se inicia com a ótima “I’m That Girl”, que serve como ponte entre ‘Lemonade’ e a obra mais recente – em que a densidade do baixo se aglutina ao tropical house e ao rap” – T.N.
2. BEYONCÉ (2013)
“Se os álbuns iniciais de Beyoncé tinham um elo mais forte com as tendências do escopo mainstream – fossem infundidos com R&B, pop ou rap -, esta obra-prima musical se afastaria dos convencionalismos em prol de uma abordagem mais conceitual e que reiterasse, novamente, uma habilidade incrível de reinvenção e repaginação. Mesmo que estejamos analisando a versão padrão do álbum, a sólida jornada sinestésica e multimidiática promovida pela cantora é de tirar o fôlego e é redescoberta em camadas e mais camadas de profundidade toda vez que a ouvimos e canalizamos nossa atenção para um aspecto em particular. Entretanto, o que se exalta em foco principal é a explosão de incursões inesperadas que regem cada canção, movendo-se graciosamente por instrumentos contrastantes e um time de produção que demonstra estar sempre atento aos mínimos detalhes” – T.N.
1. LEMONADE (2016)
“Passando por arranjos ainda mais cínicos com “Sorry” e por obscurantismos muito bem-vindos com a joia “6 Inch”, Knowles-Carter alcança mais um ápice em seu álbum com “Daddy Lessons”, que é diferente de tudo o que já ouvimos até hoje. Com a música em questão, a lead singer eleva as expectativas de sua própria sonoridade, iniciando com os primórdios do jazz apenas para cultivar um terreno propício à insurgência de um country texano que louva, como preconiza o título, as lições que seu pai lhe ensinou: “ele me disse para não chorar; meu pai disse ‘atire’”, repetindo o refrão inúmeras vezes como forma de encontrar as forças necessárias para seguir em frente; tudo isso incluso em um escopo paradoxalmente nostálgico e modernizado.” – T.N.
Cid Moreira, ícone do jornalismo brasileiro, morreu nesta última quinta-feira, 03 de outubro. Ele tinha 97 anos.
Segundo informações, Moreira faleceu em virtude de falência múltipla de órgãos, após tratamento contínuo de pneumonia e problemas crônicos no rim.
“A gente se mudou para perto do hospital para termos um auxílio depois que ele começou a fazer a diálise”, revelou Fátima Sampaio Moreira, esposa de Moreira que conviveu com ele por duas décadas e meio, durante o programa Encontro, da TV Globo. “Não contei para ninguém [sobre isso], para dar privacidade. Olhar ele lá quietinho era difícil, era estranho… Ele tinha um humor muito particular, um jeito muito maroto. Passamos o aniversário dele, na última quinta-feira, com ele no hospital. E ele disse: ‘Estou cansado, é muita luta. Meu corpo está cansado. Os últimos anos tem sido difíceis'”.
Nascido em 1927, Moreira trabalhou como jornalista, locutor e apresentou brasileiro, começando a atuar na área com apenas vinte anos de idade e sagrando-se o primeiro apresentador do Jornal Nacional.
Ele teve sua estreia como locutor na TV Rio, em 1963 – e, desde então, passou por diversos programas de inúmeras emissoras. Em 1969, Moreira substituiu Luís Jatobá no Jornal da Globo, passando a integrar a equipe do Jornal Nacional pouco depois. A partir daí, o jornalista eternizou sua importante carreira e serviu de inspiração para diversos profissionais da área até os dias de hoje.
Em 2015, Moreira foi escalado para apresentar um bloco especial do Jornal Nacional para celebrar os cinquenta anos da emissora Rede Globo.
Millie Bobby Brown (‘Stranger Things’), Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) e Ke Huy Quan (‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’) estrelam a produção.
A trama é ambientada em um futuro alternativo onde humanos e robôs vivem juntos em harmonia relativa – e uma jovem adolescente (Brown) percebe que seu novo amigo robô, na verdade, foi mandado até ela por seu irmão desaparecido. Os dois, então, partem em uma missão para encontrá-lo, descobrindo uma gigantesca conspiração no caminho.
O elenco também é formado por Stanley Tucci, Jason Alexander, Brian Cox, Jenny Slate, Giancarlo Esposito, Anthony Mackie e Billy Bob Thornton.
Christopher Markus e Stephen McFeely (‘Vingadores: Ultimato’) assinam o roteiro.
A Acorn TV divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Irish Blood’, drama criminal estrelado por Alicia Silverstone (‘As Patricinha de Beverly Hills’).
A produção tem estreia agendada para o dia 11 de agosto, ainda sem previsão de chegar ao Brasil.
Confira:
Molly McGlynn dirige a atração, enquanto Silverstone entra como produtora executiva.
A advogada de divórcios Fiona Fox (Silverstone) recebe uma mensagem de seu pai distante e embarca em uma jornada para a Irlanda. Ela descobre verdades familiares e o passado sombrio do pai, percebendo que a história de abandono que viveu foi uma mentira protetora.
Jason O’Mara, Wendy Crewson, Dearbhla Molloy, Simone Kirby, Ruth Codd, Leonardo Taiwo e outros integram o elenco.
A Paramount+ divulgou o trailer oficial da 3ª temporada de ‘Espíritos na Escola‘ (School Spirits), série de suspense estrelada por Peyton List (‘Cobra Kai’).
O próximo ciclo estreará no dia 28 de janeiro na plataforma de streaming.
Maddie Nears e seus amigos mergulham em um mistério cada vez mais profundo e sombrio, à medida que o véu entre os mundos se torna perigosamente tênue, revelando reviravoltas que desafiam tudo o que eles pensavam saber. Depois de lutar para voltar à vida, Maddie enfrenta visões aterrorizantes e o peso de proteger tanto os vivos quanto os mortos, enquanto Simon – preso no além – fica obcecado pelos segredos enterrados nas cicatrizes da Escola Split River. Por que tantas pessoas morreram na Escola Split River? Sobre o que o Sr. Martin os estava alertando? Enquanto buscam respostas, novos perigos e segredos obscuros começam a vir à tona.
Criada por Megan Trinrud e Nate Trinrud, a série é baseada no livro homônimo escrito pela própria dupla ao lado da Maria Nguyen.
O elenco ainda conta com Kristian Flores, Milo Manheim, Spencer MacPherson, Kiara Pichardo, Sarah Yarkin, Nick Pugliese e Rainbow Wedell.
‘Stop! That! Train!’, filme de desastre que mistura ação e comédia e que é dirigido por Adam Shankman (‘Hairspray’), acaba de ganhar um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da elogiada produção.
Confira:
Estrelada pela icônica RuPaul, o longa-metragem abriu com impressionantes 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 41 críticas publicadas até o momento.
No geral, os especialistas elogiaram o teor cômico e despojado da produção, além de rasgarem elogios para as atuações de RuPaul e das conhecidas drag queens Ginger Minj e Jujubee.
Confira os comentários:
“As atuações cativantes de Ginger Minj, Jujubee e RuPaul como a Comandante-em-Chefe mantêm este filme de ação, comédia e desastre no rumo certo, mesmo quando o trem do título ameaça descarrilar” – Variety.
“‘Stop! That! Train!’ aborda as situações mais absurdas com a dose certa de seriedade, e tem plena consciência da sua própria tolice” – Slant Magazine.
“O coração desta comédia de ação, que na verdade é um filme conceitual sobre amizade, reside em Ginger Minj e Jujubee. Suas personalidades estão em perfeita sintonia, a química entre elas é cativante e a trajetória de superação delas é algo pelo qual vale a pena torcer” – The Hollywood Reporter.
“Tão radical quanto estridente, [o filme] cria um espaço onde as drag queens simplesmente existem como pessoas comuns” – That Shelf.
“‘Stop! That! Train!’ tenta misturar o humor exagerado de ‘RuPaul’s Drag Race’ com a excentricidade de ‘Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu!’, mas o resultado são piadas sem graça e personagens desinteressantes. A história se esforça demais para ser fofa e ousada, mas acaba sendo, em sua maior parte, entediante e preguiçosa” – Culture Mix.
“É um dos filmes ‘mais importantes’ do nosso tempo. Bem, talvez não exatamente, mas com certeza é o filme de que precisamos agora” – People’s World.
“Uma homenagem carinhosa aos Irmãos Zucker, nem sempre funciona, mas tem uma capacidade impressionante de misturar vários estilos de comédia em um filme que se esforça ao máximo para fazer rir” – The Weekend Warrior.
Christina Friel e Connor Wright assinam o roteiro.
‘Stop! That! Train!’ acompanha as melhores amigas Tess (Ginger Minj) e DeeDee (Jujubee), comissárias de bordo que trocam seus turnos tediosos na Ferrovia Fedorenta pelo glamouroso Expresso Glamazônico. Quando uma catastrófica “Tempestade” ameaça descarrilar o trem de alta velocidade e fazê-lo colidir com Los Angeles, a dupla na classe econômica precisa unir forças com as esnobes comissárias da primeira classe (Symone, Brooke Lynn Hytes, Marcia Marcia Marcia) e com a Presidente Gagwell (RuPaul) para salvar o dia nesta aventura maluca de humor e extravagância.
Latrice Royale, Marty Lauter, Monét X Change, Sarah Michelle Gellar, Rachel Bloom e outros integram o elenco.
O trailer final de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ tem diversas referências à trilogia clássica e já está fazendo o público chorar de emoção, já que esse é o encerramento da saga Skywalker.
Nas redes sociais, os fãs não conseguiram conter as lágrimas por conta do sentimento de despedida.
“Me senti confortável com o trailer de ‘A Ascensão Skywalker‘. Me fez lembrar de 1977 como se fosse ontem.”
Esse trailer foi maravilhoso, por não entregar quase nada! Além do fato de deixar todo fã emocionado. A fala do C-3PO é para fazer todo fã ficar emocionado e com lágrimas nos olhos só vem Dezembro!#StarWars#TheRiseOfSkywalkerpic.twitter.com/NC95ovlgVp
Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinemas m 19 de dezembro.
Assista ao trailer:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.
Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.
Em seu perfil do Twitter, o rapper Kanye West acusou sua própria esposa, Kim Kardashian, de tentar ‘interná-lo’ num hospital psiquiátrico após suas polêmicas declarações durante um comício como possível candidato à presidência dos EUA.
O astro ainda disse que se sentiu como um personagem de ‘Corra!‘, filme de terror psicológico no qual pessoas negras são sequestradas e se tornam vítimas de lavagem cerebral.
“Kim estava tentando viajar para Wyoming com um médico para me internar como no filme ‘Corra!‘, só porque eu chorei para salvar a vida as minhas filhas”, escreveu ele, revelando que tinha pedido para a esposa abortar North West, a primeira filha do casal.
Em seguida, West acusou a sogra, Kris Jenner, de tramar contra sua vida e afastá-lo dos filhos.
“Kris, não brinque comigo. Não quero você e aquele Calmye [namorado de Kris] perto das minhas crianças. Vocês tentaram me prender. Todo mundo sabe que o filme ‘Corra!‘ é sobre mim.”
Mudando de assunto, ele provocou a esposa ao mencionar um vídeo íntimo dela que acabou vazando há alguns anos:
“Eu ponho minha vida na linha de frente pelos meus filhos para que a mãe de North nunca venda sua sex tape. Eu deixo nas mãos de Deus, que ela nunca fotografe North fazendo a Playboy.”
Na última frase, o astro se referiu ao reality ‘Keeping Up With the Kardashians’, no qual Kris aparece fotografando Kim para a revista masculina.
Após as revelações, Kanye cessou os ataques e disse que iria focar na carreira musical de agora em diante.
Vale lembrar que o site TMZ já divulgou que West foi diagnosticado com transtorno bipolar e costuma ter crises de personalidade ao longo dos meses, o que pode ter sido o motivo das declarações.
De acordo com o Comic Book, a Netflix reforçou sua parceria com os produtores Dennis Heaton e Shelley Eriksen, criadores de ‘A Ordem‘ para investir em uma série sci-fi.
Estrelada por Italia Ricci, ‘The Imperfects’ vai contar a história de três jovens transformados em monstros ao participarem de uma terapia genética. Tentando voltar ao normal, o trio parte em busca do cientista que os transformou antes que seja tarde demais.
Ricci dará vida à Dra. Sydney Burke, uma cientista que tenta consertar seus erros do passado, tanto profissionais quanto éticos, aliando-se aos jovens para rastrear o cientista responsável por seus terríveis destinos.
O elenco também vai contar com Rhianna Jagpal (‘Status Update: Perfil dos Sonhos’), Iñaki Godoy (‘Quem Matou Sara?’), Morgan Taylor Campbell (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’), Kyra Zagorsky (‘The 100’) e Rhys Nicholson (‘Housos’).
Heaton será o showrunner e também vai contribuir como roteirista e produtor executivo junto com Eriksen.
Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.
Lembrando que ‘A Ordem‘ foi cancelada e não terá uma 3ª temporada.
A 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ estreia daqui a três dias, mas os críticos já tiveram a oportunidade de conferir os novos episódios.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com incríveis 100% de aprovação, a partir de 11 críticas, todas positivas.
Entre os principais comentários, os críticos elogiaram a força dos roteiristas em manter a narrativa relevante e cada vez mais impactante ao longo das temporadas.
Além disso, a nostalgia e o humor presentes nas temporadas iniciais parecem estar ainda mais forte desta vez, o que vai alegar tanto os fãs mais antigos quanto os novos.
Confira as avaliações:
“Francamente, revivals de primeira são tão raros que parecia inevitável que o ‘Cobra Kai‘ perdesse a qualidade ou simplesmente ficaria sem combustível. Felizmente, esse definitivamente não é o caso da 4ª temporada.” – CNN.
“Pode demorar um pouco para todas as histórias da 4ª temporada se encaixarem, mas elas inevitavelmente se encaixam. A série mantém seu coração e esses personagens continuam a crescer de maneiras surpreendentes.” – Flick Fan Nation.
“Após o esforço (bem-sucedido) de resgate da 3ª temporada, eu estava cético de que os roteiristas de ‘Cobra Kai‘ realmente tivessem um universo e personagens que poderiam se estender além de uma trilogia. A 4ª temporada provou que eu estava totalmente errado.” – Polygon.
“Enquanto a 4ª temporada de ‘Cobra Kai‘ certamente ainda inclina-se para o humor e nostalgia pela qual é conhecida (o que faz da série uma alegria), o roteiro desta temporada é o melhor que já existiu.” – AwardsWatch.
“Que alívio que a 4ª temporada de ‘Cobra Kai’ não trata ‘Karate Kid III‘ como se fosse um filme vencedor do Oscar. Como sempre, a série continua com o bom humor.” – Paste Magazine.
“Nada vai ser tão maluco quanto aquela briga da escola na 2ª temporada, mas a 4ª é um caso à parte, é mais brilhante e termina com um final de deixar de queixo caído, o que só aumenta as apostas mais uma vez.” – Empire.
Mr. Miyagi would be proud to see Miyagi-Do is still being repped by some of the best. pic.twitter.com/Rkq4gucxd7
Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 5ª temporada!
COBRA KAI se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).
Na terceira temporada, estão todos aturdidos após a violenta briga entre os dois dojos na escola, que deixou Miguel gravemente ferido. Enquanto Daniel revisita o passado à procura de respostas e Johnny busca redenção, Kreese manipula ainda mais seus vulneráveis alunos com suas ideias de dominação. A alma do Vale está em jogo, assim como o destino de todos os alunos e senseis.
Além de Ralph Macchio e William Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.
Depois de divulgar o trailer do especial de Halloween intitulado ‘Lobisomem na Noite‘ (Werewolf by Night), a Marvel Studios divulgou a sinopse oficial da atração, que estreia em 07 de outubro.
Confira:
“Em uma noite escura e sombria, uma cabala secreta de caçadores de monstros emerge das sombras e se reúne no Templo Bloodstone após a morte de seu líder. Em um estranho e macabro memorial à vida do líder, os participantes são empurrados para uma misteriosa e mortal competição por uma relíquia poderosa — uma caçada que, em última análise, os colocará cara a cara com uma criatura perigosa.”
Vale lembrar que Gael Garcia Bernal (‘Tempo’) dará vida ao protagonista descrito como a ‘criatura perigosa’, enquanto Laura Donnelly (‘The Nevers’) será Elsa Bloodstone, provavelmente uma das caçadoras atrás dele.
Durante uma entrevista para o site oficial da Marvel, Bernal e Donnelly afirmaram que o público vai sair amedrontado depois de assistirem a trama.
“Algumas pessoas ficarão com medo, mesmo que pensem que não, porque a história também contém momentos de leveza e piadas, mas lembro de ter gravado umas cenas bem desconfortáveis”, disse Bernal.
Donnelly, acrescentou que a trama ´de fato arrepiante, mas também é bem equilibrada com um toque de sentimentalismo.
“Estamos contando uma história de terror real, mas também estamos contando uma história humana e sincera, e eu amo isso. Amo que também tenham inserido elementos sentimentais no roteiro de forma adequada.”
Anteriormente, Ryan Pedagos, vice-presidente da Marvel Digital Media, confirmou que o especial será bem sombrio e assustador.
Segundo ele, essas palavras foram ditas por Kevin Feige, diretor criativo do estúdio.
Ainda assim, o cineasta também disse que a atração ainda terá elementos divertidos.
Confira:
“Bernal quer compartilhar coisas, mas quer guardar surpresas sobre ‘Lobisomem na Noite’, enquanto Kevin Feige disse que: ‘É um pouco mais sombrio, um pouco mais assustador, mas ainda assim é divertido’.”
Bernal wants to share things but wants to keep surprises. “It’s a little darker, a little scarier. but still fun” – Feige on Werewolf by Night#D23Expo
‘Lobisomem na Noite‘ é o alter-ego de de dois personagens diferentes da Marvel. O primeiro é Jack Russell, em 1970, e, mais recentemente, um novo personagem chamado Jack Gomez.
Jack Russell é um descendente da ramificação misticamente alterada de humanos conhecida como Lycanthropes. Durante a noite de lua cheia e as duas noites que a cercam, ele é forçado a se transformar em um lobisomem, uma forma grande e poderosa que é um híbrido de humano e lobo, e perde seu intelecto humano. Através de uma série de eventos, ele também é capaz de sofrer mutações voluntariamente fora da lua cheia, momento em que permanece no controle.
Chegou hoje ao catálogo da Star+ o filme ‘Flamin’ Hot: O Sabor que Mudou a História‘, baseado na inusitada criação do Cheetos Picante.
Estrelada por Jesse Garcia (‘Narcos: México’) e Annie Gonzalez (‘Gentefied’), a trama acompanha a história de Richard e Judy Montañez, que acabaram inventando a receita do famoso salgadinho.
Antes da reviravolta em sua vida, Richard era zelador da Frito Lay, uma divisão da Pepsico dedicada à fabricação de salgadinhos artificiais.
Apesar de parecer uma história excêntrica para gerar um filme, o título recebeu 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma marca até que surpreendente, considerando a baixa expectativa pelo lançamento.
Marcando a estreia diretorial da atriz Eva Longoria (‘Brooklyn 99’), ‘Flamin Hot‘ recebeu alguns elogios dos críticos, como do AV Club, que descreveu o filme como “uma garantida estreia diretorial na carreira de Longoria“, enquanto o Culture Map argumentou:
“Com ótimas atuações, uma sólida combinação de drama e comédia e uma marca instantaneamente reconhecível, ‘Flamin Hot‘ é um filme alegre que ganha seu tom picante.”
Confira as análises:
“Embora possa não ser particularmente memorável ou único, ‘Flamin Hot’ cumpre sua promessa de trazer um conto menos conhecido do excepcionalismo latino para as massas de uma forma cômica e autodepreciativa.” – Hey, Have You Seen…?
“Embora faça um resumão da história da pessoa e do produto em torno do qual foi construído, ‘Flamin Hot’, da diretora Eva Longoria, oferece um conto inspirador facilmente digerível, mas não tão apimentado.” – The Gate.
“‘Flamin Hot‘ nem parece real e está tão preocupado em contar uma história de bem-estar, da miséria à riqueza, que perde sua credibilidade e qualquer senso de relação com o real ao longo da trama, diminuindo assim o valor da história que está tentando contar.” – Detroit News.
“O que torna ‘Flamin Hot‘ uma produção tão deprimente não é a relativa veracidade de seu material de origem, mas as qualidades que ele mantém como inspiradoras.” – New York Magazine.
Relembre o trailer:
O filme marca a estreia diretorial de Eva Longoria (‘Desperate Housewives’).
‘Flamin’ Hot’ é a inspiradora história real de Richard Montañez (Jesse Garcia), o zelador da Frito Lay que canalizou sua herança e educação mexicana-americana para transformar o icônico Cheetos Picante em um salgadinho que revolucionou a indústria alimentícia e se tornou um fenômeno da cultura pop.
Annie Gonzalez, Dennis Haysbert, Tony Shalhoub, Emilio Rivera, Matt Walsh, Pepe Serna completam o elenco.
Configurando a última posição do TOP 10 dos filmes mais assistidos da semana na Netflix, o drama argentino ‘Descanse em Paz‘ traz inúmeras reflexões sobre várias formas de tragédias e suas consequências.
Dirigido pelo cineasta Sebastián Borensztein (‘Um Conto Chinês’), o longa é baseado na obra ‘Descansar en paz: ¿nunca soñaste con dejar todo y empezar de nuevo?‘, escrita por Martín Baintrub.
Na trama, conhecemos Sérgio (Joaquín Furriel), um empresário de classe média, pai de dois filhos e casado com a dentista Estela (Griselda Siciliani). Em meados da década de 90, sua situação é alarmante, dívidas e mais dívidas se acumulam na sua frente, a mais complicada delas é a que fez com Brenner (Gabriel Goity), um agiota inescrupuloso que começa a ameaçá-lo.
Buscando alguma luz no fim do túnel, certo dia acaba passando na hora e lugar de um atentando à associação Israelita (AMIA). Aproveitando a oportunidade em meio ao caos instaurado, resolve fugir e acaba se afastando de tudo e todos durante anos.
No entanto, quando a vontade de reencontrar seus parentes bate à sua porta, uma série de consequências acontecem.
Apesar de parecer uma trama cheia de mistérios e reviravoltas, nada disso faz com que o filme seja atraente para o público.
Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão compartilhando diversos comentários negativos sobre o enredo, principalmente sobre o final.
Inclusive, alguns alegaram que ‘Descanse em Paz‘ é uma completa perda de tempo.
Confira:
perdi preciosas horas de vida assistindo Descanse em Paz, na Netflix e só desejo isso aos meus inimigos, pq sinceramente kkkkk filme que não engatava nunca, teve um plot promissor mas que não entregou nada depois, chatão
O primeiro ‘Karate Kid’ foi lançado em 1984 e trouxe Ralph Macchio e William Zabka como os eternos rivais Daniel LaRusso e Johnny Lawrence, respectivamente, que se tornaram aclamadas figuras da cultura pop.
Junto com eles, o Mestre Myagi de Pat Morita também se tornou um símbolo das artes marciais. Após o sucesso, o filme teve duas continuações diretas em 1986 e 1989, e um leve reboot em 1994, estrelado por Hillary Swank.
Recentemente, a Sony anunciou um novo filme previsto para 2024, que vai marcar “o retorno da franquia original”.
Até o momento, não há muitos detalhes sobre o projeto, o que está deixando os fãs um pouco confusos, já que a continuidade da franquia está sendo retratada na série ‘Cobra Kai’.
Em entrevista ao podcast 20 Questions, do Deadline, Ralph Macchio afirmou que não tem informações precisas sobre o projeto e que seu foco atual é a conclusão da última temporada de ‘Cobra Kai‘, série derivada da franquia.
“Eu sei que está em planejamento. Em planejamento nem sempre significa que estará nos cinemas, então não sei em que nível isso está e qual história exata está sendo pensada”, disse Macchio. “Para mim, agora, trata-se de terminar ‘Cobra Kai’ e torná-la a melhor última temporada de todas.”
Por enquanto, ainda não há maiores informações sobre o filme além da previsão de estreia.
Enquanto isso, vale lembrar que a 5ª temporada de ‘Cobra Kai‘ já está em exibição na Netflix.
Relembre o trailer:
No novo ciclo, “depois do resultado chocante do Torneio Regional, Terry Silver tenta expandir o império Cobra Kai e fazer o estilo de caratê ‘sem compaixão’ dominar a região. Com Kreese preso e Johnny Lawrence longe do caratê para reparar os danos que causou, Daniel LaRusso precisa pedir ajuda a uma pessoa do passado”.
Além de Ralph Macchio e William Zabka, o elenco conta com Courtney Henggeler, Xolo Maridueña, Tanner Buchanan, Mary Mouser e Jacob Bertrand.
‘Cobra Kai’ se passa 30 anos depois do Torneio de All Valley de 1984, com a continuação do inevitável conflito entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka).
O diretor Damien Leone lançou uma bomba para os fãs de horror em uma recente entrevista ao JoBlo Celebrity Interviews, revelando detalhes intrigantes sobre ‘Terrifier 3′.
Leone afirmou que a cena de abertura do filme será “muito controversa”, deixando os espectadores ansiosos para ver o que ele tem reservado para eles nos primeiros minutos do longa-metragem.
“Nos primeiros 5 minutos deste filme, um estúdio nunca me deixaria filmar o que planejo filmar”, declarou Leone.
Leone também compartilhou sua decisão de produzir o filme de maneira independente, citando a natureza audaciosa e radical do conteúdo que ele deseja explorar.
“Então guarde minhas palavras, garanto que os primeiros 5 minutos desse filme serão muito controversos. Mas essa nem é a grande cena de morte. Então é por isso que eu pensei, eu preciso fazer esse filme sozinho, porque é muito… é muito insano.”
De acordo com informações do site especializado em filmes de terror, Bloody Disgusting, o terceiro filme da série se passará durante a temporada de Natal.
A notícia foi confirmada após o vazamento de um pôster online, que mostra o personagem principal, Art, o Palhaço, cercado de elementos típicos da celebração natalina.
Confira:
Embora a trama de “Terrifier 3” esteja sendo mantida em sigilo, é confirmado o retorno de membros chave da equipe e do elenco. David Howard Thornton e Lauren LaVera reprisarão seus papéis, enquanto o roteirista e diretor Damien Leone e o produtor Phil Falcone também estarão de volta para dar continuidade ao terror.
As filmagens de ‘Terrifier 3‘ têm previsão de início entre novembro e dezembro deste ano, e a expectativa é de que o filme chegue às telonas no final de 2024. Com um orçamento significativamente maior do que seu antecessor, a produção promete elevar o nível de terror e impacto visual.
‘Terrifier 2‘ surpreendeu ao arrecadar mais de US$ 15 milhões nas bilheterias globais, destacando-se com sua violência gráfica e efeitos práticos marcantes. Com uma pontuação de 85% e 80% entre críticos e público, respectivamente, no Rotten Tomatoes, o filme conquistou uma base sólida de fãs.
Anteriormente, o diretor Damien Leone confirmou que ‘Terrifier 3‘ está em desenvolvimento, afirma que o próximo capítulo será “o mais aterrorizante da franquia”:
“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou.
One of my main goals for Terrifier 3 is to recapture the creep factor present in the original Terrifier short film. That had a genuinely spooky atmosphere that I’m still proud of. If all goes as planned, part 3 will be the scariest Terrifier thus far #terrifier3#creepy
Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.
Confira o trailer:
Damien Leone retorna à direção.
David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.
‘Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.
Shelley Duvall, a atriz inesquecível por seu papel no clássico de terror ‘O Iluminado’ de Stanley Kubrick, nos deixou na quinta-feira, dia 11 de julho de 2024, aos 75 anos.
Segundo o The Hollywood Reporter, Duvall faleceu em sua casa em Blanco, Texas, enquanto dormia, vítima de complicações da diabetes. A informação foi confirmada por seu parceiro de vida desde 1989, Dan Gilroy.
“Minha querida, doce e maravilhosa parceira de vida e amiga nos deixou. Ela passou por muito sofrimento ultimamente, mas agora está livre. Voe alto, bela Shelley”, disse Gilroy em um comunicado comovente.
Além de ‘O Iluminado’, Shelley Duvall também marcou presença em diversos outros filmes de sucesso, como ‘Popeye’, ‘Três Mulheres’, ‘Noivo Neurótico, Noiva Nervosa’, ‘Voar é com os Pássaros’ e ‘Nashville’.
A atriz Kate Mara, que interpretou Sue Storm no filme ‘Quarteto Fantástico’ de 2015, comentou sobre o novo remake, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’.
Durante uma entrevista ao ScreenRant, Mara expressou seu apoio ao novo elenco que dará vida à primeira família da Marvel.
“Eu vi o trailer. O elenco é incrível. Eu adoro todos esses atores, então estou muito animada para ver. Está muito diferente”, afirmou.
Lembrando que o astro Miles Teller, que interpretou Reed Richards/Sr. Fantástico no ‘Quarteto Fantástico’ de 2015, recentemente compartilhou suas impressões sobre o remake do icônico grupo da Marvel.
Segundo o ComicBookMovie, Teller revelou que está empolgado com a nova adaptação do famoso quarteto.
“Não desejo que ninguém passe por um fracasso… Apenas desejo o melhor para eles”, afirmou Teller. “Eu vi o trailer e achei que parecia fantástico, estou muito animado por eles”.
Sobre o fracasso da adaptação de 2015, o ator preferiu não comentar.
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
O cineasta Ridley Scott, conhecido por dirigir clássicos como ‘Alien’ e ‘Gladiador’, revelou recentemente que recusou um cachê de 20 milhões de dólares para dirigir ‘O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas’.
Segundo o site Deadline, Scott explicou que, na época, acreditava que acabaria “estragando tudo” ao tentar transformar o filme em algo mais realista do que o necessário.
“Tenho orgulho disso. Recusei um cachê de 20 milhões. Veja, eu não sou comprado, cara”, disse o diretor. “Alguém me disse: ‘Pergunte quanto o Arnie [Arnold Schwarzenegger] ganha’. E eu pensei: ‘Vou testar’. Então disse: ‘Quero o que o Arnie ganha’. Quando eles disseram sim, pensei: ‘P*&%a merda’. Mas eu simplesmente não consegui fazer. Não é a minha praia”.
Scott ainda comparou o projeto a outro ícone do cinema comercial: “É como fazer um filme do 007. A essência de um Bond é diversão e exagero. Exterminador é puro gibi. E eu tentaria tornar tudo real demais. É por isso que nunca me chamaram para dirigir um Bond, porque eu provavelmente estragaria tudo”.
A franquia ‘O Exterminador do Futuro’ está em hiato desde 2019, quando ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’ não conseguiu agradar nem os fãs nem o elenco.
Segundo o ComicBook, James Cameron revelou recentemente sua incerteza sobre como direcionar a trama:
“Estou num ponto agora em que tenho muita dificuldade em escrever ficção científica”, disse ele. “Estou encarregado de escrever uma nova história para O Exterminador, mas não consegui avançar muito, porque não sei o que dizer que não vá ser superado por eventos reais”.
O diretor também refletiu sobre a complexidade da era atual: “Estamos vivendo em uma era de ficção científica, e a única saída é seguir em frente, usando nossa inteligência, nossa curiosidade, nosso domínio da tecnologia, mas também compreendendo, de verdade, as duras probabilidades que enfrentamos”.
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