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‘Ma 2’: Diretor do suspense com Octavia Spencer revela excêntrica ideia para sequência

Quem já assistiu Ma‘ sabe que esse é um dos suspenses mais bizarros e insanos produzidos pela Blumhouse.

Na trama, Octavia Spencer interpreta uma psicopata anti-social que vive assediando, torturando e assassinando adolescentes com uma alegria perversa enquanto se diverte com seus próprios atos.

O sucesso foi tão grande que o longa arrecadou U$ 60 milhões pelo mundo a partir de um orçamento de apenas US$ 05 milhões, motivo suficiente para investir numa sequência.

Durante uma entrevista para Entertainment Weekly, o diretor Taylor Tate foi questionado sobre o assunto e apoiou a ideia.

“Não imaginávamos que ‘Ma‘ seria tão falado depois do lançamento, é tipo falar sobre vida após a morte num culto. E uma sequência é algo que vale a pena ser discutido.”

Para a alegria dos fãs, o cineasta garantiu que Spencer toparia reprisar o papel, já que não foi revelado se a personagem realmente morreu no incêndio ao fim da trama.

“Eu sei que Octavia faria isso, é por isso que eu deixei sua morte ambígua, foi de propósito! Minha ideia é que ela se mudou para outra cidade, e mata as pessoas dessa outra cidade, é como uma nômade. Eu acho que ela seria uma agente imobiliária no Noroeste do Pacífico assassinando pessoas brancas curiosas sobre as McMansões (casas de baixo custo). Isso é o mais longe que eu consegui imaginar!”

Apesar da ideia, Tate parece estar brincando com a possibilidade, mas o final do longa deixa claro que o diretor não descarta uma possível continuação.

E aí, você já assistiu? O que acha de uma sequência?

Mesmo tendo agradado o público, vale lembrar que Ma‘ recebeu críticas mista e conquistou apenas 55% aprovação no Rotten Tomatoes.

Assista ao trailer:

‘Victoria e Mistério’: Assinantes da Netflix estão AMANDO o drama de garota com lobo; Veja as reações!

Vira e mexe a Netflix adiciona um filme em seu catálogo que se torna um fenômeno e acalora o coração dos seus assinantes, como fez com ‘Milagre na Cela 7‘.

Agora, o streaming acerta novamente com a aventura familiar sobre amadurecimento ‘Victoria e Mistério‘, que conquistou em cheio os assinantes.

Inspirado em uma história real, o filme acompanha Stéphane (Vincent Elbaz), um homem que perde a esposa e se muda para as montanhas com a filha Vicky (Shanna Keil), de apenas 8 anos de idade, que parou de falar após a tragédia familiar.

Um dia, enquanto caminhava pela floresta, Vicky descobre um cachorrinho que decide manter em segredo. Ela o batizou de Mistério. Os dois são inseparáveis, mas o pequenino filhote está crescendo e transformando a rotina da relação entre ambos.

Nas redes sociais, os assinantes indicaram a produção mas adiantaram que a choradeira vai correr solta com tanta emoção.

Confira?

 

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Denis Imbert assume a direção da cinebiografia, a partir de um roteiro escrito Rémi Sappe, Mathieu Oullion e Stéphane Vasseur.

Vincent Elbaz, Shanna Keil, Eric Elmosnino, Marie Gillain e Tchéky Karyo estrelam o drama.

‘Disappointment Blvd.’: Filme com Joaquin Phoenix e Ari Aster tem título alterado para ‘Beau is Afraid’ e ganha cartaz

‘Disappointment Blvd.‘ teve seu título oficial ALTERADO para ‘Beau is Afraid‘, e teve seu lançamento CONFIRMADO nos cinemas nacionais.

A Diamond Films anunciou a aquisição do filme da renomada A24, ainda sem título em português. Estrelado por Joaquin Phoenix (‘Coringa’), o longa tem direção e roteiro de Ari Aster (‘Hereditário’), em uma jornada surrealista inusitada.

Confira o teaser pôster de ‘Beau is Afraid‘, que tem estreia prevista no Brasil em 2023:

Phoenix é conhecido por diversos papéis bastante conhecidos tanto no cinema quanto na televisão. Seus principais trabalhos incluem GladiadorWalk the LineO Mestre (recebendo três indicações ao Oscar por sua performance), bem como o recente Coringa que lhe rendeu uma estatueta da Academia, um Globo de Ouro, um BAFTA, um Critics’ Choice Award e um SAG Award de Melhor Ator.

Aster, por sua vez, reviveu o gênero do terror psicológico com o aclamado Hereditário, que marcou sua estreia diretorial. Estrelado por Toni ColletteAlex Wolff, a obra levou para casa diversos prêmios. Midsommar, seu segundo longa-metragem, teve o mesmo sucesso crítico e comercial e foi protagonizado por Florence Pugh.

‘Plano em Família’: Apple divulga trailer da comédia de AÇÃO com Mark Wahlberg e Michelle Monaghan

A Apple Original Films divulgou o trailer da nova comédia de ação ‘Plano em Família‘ (“The Family Plan”). O filme estrelado por Mark Wahlberg e Michelle Monaghan estreia na sexta-feira, 15 de dezembro, no Apple TV+.

Na trama, Dan Morgan (Mark Wahlberg) adora sua vida tranquila no subúrbio como marido dedicado, pai de três filhos e vendedor bem-sucedido de carros. Mas essa é apenas a metade da história.

No passado, ele foi um assassino de elite do governo norte-americano. Quando antigos inimigos o localizam, Dan coloca sua inocente esposa (Michelle Monaghan), sua filha adolescente angustiada, seu filho adolescente jogador de games e seu adorável bebê de 10 meses em sua minivan e parte em uma viagem inesperada para Las Vegas.

Assista:

Michael Keaton dá resposta inusitada sobre o CANCELAMENTO do filme da ‘Batgirl’

O filme live-action da Batgirl acabou sendo cancelado mesmo estando praticamente finalizado, o que pegou não só os fãs de surpresa, mas também os diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah e todos os envolvidos.

Apesar dos fãs terem ficado chateados com o cancelamento, o astro Michael Keaton levou de boa.

“Não, eu não me importei de forma nenhuma. Eu ganhei um cheque grande, divertido e bonito”, diz Keaton, esfregando os dedos no gesto universal para “dinheirão”.

Ele faz uma pausa por um segundo, depois suaviza um pouco.

“Eu gosto desses garotos. Adil El Arbi e Bilall Fallah são caras legais. Eu torço por eles. Eu quero que eles tenham sucesso, e acho que eles se sentiram muito mal, e isso me fez sentir mal. Eu?”, ele diz, dando de ombros. “Eu tô de boas.”

Em sua passagem no Festival do Rio para divulgar ‘Rebel’, o diretor Bilall Fallah falou com EXCLUSIVIDADE ao CinePOP e revelou ao Renato Marafon que ainda sonha em continuar o projeto.

“Acho que Batgirl nunca vai ser lançado. Depende da Warner. Ainda tenho essa esperança de que um dia vamos fazer um documentário sobre o filme, e daí vamos poder mostrar o que estava acontecendo. Ou talvez uma animação com a mesma história que estávamos fazendo”, afirmou.

Assista a entrevista:

El Arbi disse que ainda lamenta o  cancelamento porque estava curioso para saber como o público iria reagir à trama e ao estilo daquele universo, que., segundo ele:

“Foi realmente uma mistura entre as abordagens de [Christopher] Nolan e [Tim] Burton. Gotham City era um mundo mais realista e a história era muito direta e emocionante. Era mais um filme focado na performance dos atores, sem muitos efeitos visuais.”

Ele continuou:

“Nós realmente não gostamos de CGI [efeitos gerados por computação gráfica], então usamos muitas miniaturas e maquetes. Houve uma ótima sequência de ação em que um caminhão bateu em um túnel e fizemos isso com miniaturas como Burton fez em Batman. Foi um filme da velha guarda e faremos isso de novo em futuros projetos!”

Falando em ‘Batgirl‘, vazamentos do roteiro revelaram que o filme teria uma homenagem à icônica Mulher-Gato interpretada por Michelle Pfeiffer.

O filme, que contaria com Michael Keaton como Batman em seu próprio universo, apresentaria Batgirl, interpretada por Leslie Grace, encontrando uma versão aposentada da anti-heroína Mulher-Gato.

Segundo o script vazado pelo perfil do Twitter NebsGoodTakes, em determinado momento da trama, a personagem Barbara Gordon, que estaria trabalhando na Polícia de Gotham, teria acesso a um armário de evidências contendo o bastão da Arlequina usado em ‘Esquadrão Suicida‘ e a marcante máscara de látex da Mulher-Gato vista no filme de Tim Burton.

Neste momento, Barbara roubaria a máscara da Polícia de Gotham e a personalizaria para se adequar ao seu próprio estilo, assumindo o papel de uma nova heroína na cidade.

Essa cena serviria como uma homenagem à versão marcante e amada da Mulher-Gato trazida por Pfeiffer no passado.

Recentemente, foram divulgadas novas imagens de bastidores oficiais de Batgirl’.

As fotos dão destaque a Michael Keaton, que reprisaria seu papel como Batman.

Confira:

Além de Leslie Grace e Michael Keaton, o elenco ainda contaria com Brendan Fraser (Vagalume) J. K. Simmons (James Gordon), Jacob Scipio (Anthony Bressi), Ivory Aquino (Alysia Yeoh), Rebecca Front, Corey Johnson e Ethan Kai.

Christina Hodson ficou responsável pelo roteiro.

POR QUÊ? Criador de ‘The Walking Dead’ ABRE O JOGO sobre a decisão de matar Glenn

The Walking Dead, a franquia de zumbis que conquistou milhões de fãs ao redor do mundo, sempre foi conhecida por suas cenas brutais.

Um dos momentos mais marcantes e aterrorizantes da série foi a morte de Glenn, um dos primeiros amigos de Rick Grimes.

Tanto nos quadrinhos quanto na série, Glenn encontra seu trágico fim ao ser espancado até a morte pelo infame Negan. Na série, o momento foi tão brutal que chegou a causar queda de audiência.

Segundo o ScreenRant, o criador da série Robert Kirkman  revelou a razão por trás da morte de Glenn

“Depois de ver a interpretação de Glenn no programa de TV, e a performance impressionante de um ator cujo nome eu realmente não consigo lembrar (é até estranho, na verdade), o Glenn dos quadrinhos acabou se tornando uma pálida impressão do personagem da série. Então, pensei: por que perder meu tempo contando histórias com esse cara, quando o verdadeiro ator estava fazendo o personagem dos quadrinhos parecer tão ruim?”, afirmou Kirkman.

Kirkman já havia mencionado anteriormente que decidiu matar Glenn, em parte, porque sabia que a maioria dos leitores não continuaria acompanhando o quadrinho após a edição 100, e queria dar um choque na história para manter o interesse do público.

Sua morte nas mãos de Negan, um personagem recém introduzido, aumentou as vendas de The Walking Dead #100 e surpreendeu os espectadores com uma adaptação para a TV ainda mais emocionante.

The Walking Dead’ está disponível na Netflix.

Crítica | ‘Moneyboys’ – O sacrifício de um nômade da própria felicidade

Os que sobram são aqueles que ninguém quer. A frieza sobre as escolhas, a estática solidão, o incisivo tom melancólico, a noção do que é o amor e seu sacrifício constante, são elementos importantes no primeiro trabalho na direção de um longa-metragem do cineasta chinês C.B. Yi, Moneyboys. Exibido no Festival de Cannes, o projeto explora também as mudanças de vida, a partir de uma China Rural para uma terra de oportunidades carregando em seus conflitos as dificuldades de entender a que preço são feitas escolhas que impactam na sua visão do mundo.

Na trama, conhecemos Fei (Kai Ko), um pouco no seu início na sua trajetória como garoto de programa que busca um pé de meia para ajudar a família até tempos mais tarde onde se vê preso em dilemas e conflitos. Os novos olhares sobre sua relação com a família, a aproximação com um jovem que reflete muito do que ele era, e a redescoberta de um grande amor do passado transformam a trajetória do protagonista que cada vez mais se afasta de qualquer deslumbre sobre o que é realmente ser feliz.

O olhar atento de C.B. Yi se mostra uma peça importante nesse trabalho que escancara as curvas da vida aos olhos de um alguém sem referência, que desbravou o mundo em busca de um objetivo que era o de fazer sua família ter uma melhor condição. Os conflitos que contornam a trajetória do personagem começam exatamente desse ponto, como sua família enxerga a forma como ele ganha esse dinheiro. Em uma estrada dolorosa rumo sua identidade familiar, tentativas e mais tentativas de se aproximar dos laços que se desfizeram viram frustrações que desembocam em uma certa paralisia do almejar dias melhores. O filme caminha pela dor através de imagens que impactam a experiência.

Sem esquecer de apresentar o fator importante do embate do rural e o urbano de uma China com vários pontos de vistas, o desenvolvimento do personagem se encaixa também em paralelos universais, o fator importante do relacionamento entre as pessoas onde gera muitas reflexões. A culpa, outro elemento importante e escancarado em tela, logo chega nos traumas de um passado nunca esquecido que chega acoplado num grande amor adormecido. A narrativa se mantém constante no seu tom melancólico sem perder o ritmo.

Ao longo de duas horas de projeção, Moneyboys, exibido também na última edição do Festival do Rio, tem o mérito de fazer perguntas e logo jogar essas questões para reflexões do espectador, através de um introspectivo personagem, que aos olhos dos outros entra em uma espiral de dúvidas sobre outros caminhos que poderia seguir, até mesmo conselhos que pode dar, quase um nômade da própria felicidade, que busca seu caminho para dias melhores através de uma tempestade de conflitos. Belíssimo primeiro trabalho de C.B. Yi.

‘Dunkirk’ no topo e ‘Valerian’ estreia mal nas bilheterias norte-americanas

Dunkirk, drama de guerra de Christopher Nolan, como estimado pelos especialistas se tornou sucesso de público. Com uma abertura de mais de US$50 milhões, o novo filme de Nolan superou em bilheteria seu último trabalho, a ficção científica Interestelar (2014) – que abriu com pouco mais de US$40 milhões. Dunkirk tem 92% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, fazendo do longa um sucesso.

Outra grande estreia não teve tanta sorte. Valerian e as Cidade dos Mil Planetas, protagonizado por Dane DeHaan e a modelo Cara Delevingne, é o novo filme do cineasta francês Luc Besson. A ficção científica remete a um dos filmes mais cultuados do diretor, O Quinto Elemento (1997). Valerian, no entanto, não teve o mesmo sucesso do colega de gênero. O filme estreou em quinta posição no ranking das bilheterias, com um pouco mais de US$17 milhões e tem 54% de aprovação da imprensa, bem na metade dividindo opiniões. Confira abaixo o ranking completo das bilheterias EUA.

01 – Dunkirk – US$ 50,500
02 – Girls Trip – US$30, 370
03 – Homem-Aranha: De Volta ao Lar – US$22,010
04 – Planeta dos Macacos: A Guerra – US$20,400
05 – Valerian e a Cidade dos Mil Planetas – US$17,020
06 – Meu Malvado Favorito 3 – US$12,714
07 – Em Ritmo de Fuga – US$6,000
08 – The Big Sick – US$5,000
09 – Mulher Maravilha – US$4,630
10 – 7 Desejos – US$2,477

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Os Piores Filmes dos Atores Indicados ao Oscar 2018

Pois é, cambada! O Oscar 2018 chegou. Dentro de algumas horas saberemos quem sairá vitorioso das inúmeras categorias. Quem levará melhor filme: Três Anúncios para um Crime, A Forma da Água, Me Chame Pelo Seu Nome ou Lady Bird? O prêmio de melhor ator fica mesmo com Gary Oldman, ou Daniel Day-Lewis roubará a estatueta em seu último trabalho como ator? E atriz, dá Frances McDormand ou Sally Hawkins?

Antes da 90ª cerimônia dos prêmios da Academia do Cinema, no entanto, resolvemos brincar um pouco com uma lista diferente. Sabemos que todos os indicados nas categorias de atores, principais e coadjuvantes, são pra lá de talentosos e não precisam provar mais nada. Mas isso não os impede de ter no currículo verdadeiras bombas mal cheirosas. Nem mesmo a toda poderosa Meryl Streep escapa. Pensando nisso, resolvemos lembrar para você os piores filmes dos atores indicados ao Oscar 2018 – filmes esses que mereciam mesmo era receber indicações no Framboesa de Ouro (e alguns deles provavelmente receberam). Afinal, filmes ruins também fazem parte e podem ser bem divertidos. Vamos a eles.

Perdidos no Espaço (1998)

Todo mundo adora Gary Oldman. O veterano talentoso já se mostrou muito capaz e é conhecido como ator camaleônico, se tornando irreconhecível a cada atuação. De Drácula a Churchill. Esta, porém, é sua segunda indicação ao Oscar, da qual muitos acreditam que sairá vitorioso. Oldman, no entanto, acima de qualquer outra produção que tenha participado, tem esta obra como ponto baixo de sua carreira.

Sim, os anos 1990 trouxeram muita coisa ruim. Um dos maiores desperdícios foi esta adaptação do seriado cult kitsch de ficção científica da década de 1960. Um ano antes da estreia da que muitos consideram a bíblia do gênero (é claro que falamos de Star Trek), a família Robinson se perdia no espaço. O clima aqui, é claro, era mais família e cômico. Já no longa para o cinema, a opção foi um clima mais sério e sombrio, reflexo da época. O teor intenso não era recomendado para os menores e o filme beirava o suspense e o terror (mesmo que mal ajambrados). Nesta mistura, o Dr. Smith, o acovardado alívio cômico, imortalizado Jonathan Harris, assumia as formas mais jovens de Gary Oldman – e virava um vilão para ninguém botar defeito.

Transformers – O Lado Oculto da Lua (2011)

Do provável vencedor do prêmio de melhor ator, passamos para a provável vencedora de atriz. Frances McDormand, ao contrário do colega acima, já tem sua estatueta em casa por Fargo (1996) e mais três indicações, além da deste ano. Em seu currículo a atriz já fez coisas como o trash e divertido Darkman – Vingança sem Rosto (1990), com Liam Neeson, dirigido por Sam Raimi. Mas este é bom. Por outro lado, ela fez participação em Aeon Flux (2005), protagonizado por Charlize Theron – as duas haviam dividido a tela e sido indicadas ao Oscar por Terra Fria no mesmo ano. Mas existe algo em seu currículo ainda mais nefasto.

O único motivo que grandes atores aceitam participar de certos filmes pipoca é para pagar contas ou comprar novas casas e novos barcos. Existem filmes pipoca bons por outro lado, mas este não é o caso da franquia Transformers. De qualquer forma, a série conseguiu arrastar ao longo de sua trajetória de cinco filmes gente do cacife de Jon Voight, John Turturro, Stanley Tucci, Anthony Hopkins, John Malkovich, além é claro, de nosso item na lista, a ótima Frances McDormand.

O Guia do Mochileiro das Galáxias (2005)

Agora é a vez de falar sobre o provável vencedor na categoria de ator coadjuvante. Merecidamente, Sam Rockwell está um monstro em Três Anúncios para um Crime. Esta é sua primeira indicação, mas o ator bem que já podia ter sido indicado no passado, em filmes como À Espera de um Milagre (1999) e Lunar (2009), isso só para citar dois que vem logo à mente. Já no quesito ponto baixo da carreira, separei três em que o ator esteve para a lista, este é o primeiro.

Quem diria que um dos livros mais celebrados de todos os tempos, não só da ficção científica, como da cultura pop/nerd em geral – que rendeu inclusive o nome do dia do orgulho nerd (o dia da toalha, referência direta a esta obra de Douglas Adams), iria resultar num filme tão vazio de boas ideias e graça. É claro que a culpa está longe de ser de Rockwell, e aqui ele faz apenas uma participação.

Ela é o Diabo (1989)

Com 21 indicações ao Oscar, e três estatuetas em casa, Meryl Streep é o ser humano que mais vezes foi lembrada pelos votantes da Academia. Ao ponto de virar uma brincadeira toda vez que ela faz um filme – já esperamos a indicação. Mesmo nos últimos anos, Meryl, no entanto, protagonizou ou participou de filmes que não foram sucesso de crítica, e não emplacaram no gosto popular como deveriam, vide As Sufragistas e Ricki and the Flash: De Volta para Casa, ambos de 2015. Isso sem falar em sua indicação no ano passado por Florence: Quem é Essa Mulher?, filme para o qual muitos torceram o nariz.

Baseado no livro de Fay Weldon, este longa aproveitou a popularidade da humorista Roseanne Bar, na época protagonista de um seriado de sucesso (que inclusive já anunciou seu retorno 20 anos depois). Roseanne interpreta uma mulher menosprezada pelo marido, que a troca por uma rica escritora (papel de Streep). É então que a mulher abandonada decide se vingar. O filme pode ser considerado uma comédia de mau gosto e escrachada, terreno que Streep não costuma pisar atualmente. No mesmo clima, também poderíamos mencionar a comédia sobrenatural de Robert Zemeckis, A Morte Lhe Cai Bem (1992), com Bruce Willis e Goldie Hawn, que embora tenha virado cult hoje, na época foi considerado um fracasso.

As Mil Palavras (2012)

Janney é a provável vencedora na categoria de atriz coadjuvante, por seu retrato da mãe abusiva da patinadora olímpica Tonya Harding, na biografia única Eu, Tonya. Janney já fez de tudo um pouco em sua carreira, comédia, drama e até suspense (vide A Garota no Trem), se tornando uma coadjuvante de luxo. Provando que já fez de tudo mesmo, ela esteve até mesmo neste filme.

O comediante Eddie Murphy construiu sua carreira entre altos e baixos, sempre “brigando” com crítica e público. Para cada Um Tira da Pesada (1984), tinha um O Rapto do Menino Dourado (1986). Para cada Um Príncipe em Nova York (1988), tinha um Os Donos da Noite (1990). Por outro lado, o ator sempre dava um jeito de sacudir a poeira com sucessos como O Professor Aloprado (1996) e Os Picaretas (1999). Nos últimos tempos, no entanto, Murphy tem apenas errado e um dos pontos mais baixos de sua carreira ocorreu com As Mil Palavras (2012), espécie de O Mentiroso (1997), com Jim Carrey, sem graça e inteligência. Mas e Janney, você pergunta. Pois bem, a atriz é parte do elenco do filme maldito, que até hoje marca irrisórios 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Assassino Virtual (1995)

Denzel Washington é bom até mesmo quando é ruim. E este foi mesmo o resultado desta ficção científica abaixo da média. Na trama passada no futuro, Washington interpreta um ex-policial que é o único que conhece e pode impedir um programa de computador de treinamento da polícia para combater psicopatas que adquire inteligência artificial e deixa o mundo virtual para o nosso (interpretado por Russell Crowe). Assassino Virtual é fruto da era dos primórdios da internet e do boom da tecnologia digital, e pode ser visto como prazer culposo cult hoje. Doze anos depois, Crowe e Washington voltaram a trabalhar juntos no vastamente superior O Gângster, de Ridley Scott. Este ano, Washington tem sua oitava indicação como ator (ele já tem duas estatuetas) pelo filme Roman J. Israel Esq., mas as chances de vitórias são bem poucas.

O Babá(ca) (2011)

Este é outro filme no qual Sam Rockwell faz apenas uma participação, mas diabos, será que ele não leu o roteiro? Querer participar da adaptação de O Guia do Mochileiro das Galáxias até dá para entender, afinal quem não iria? Mas aceitar participar de um filme no qual Jonah Hill vive um perdedor que precisa se virar como babá de três crianças, não parece exatamente um pote de ouro. O filme, após ser execrado pela crítica dos EUA e ter virado um verdadeiro fracasso de bilheteria, chegou ao Brasil direto em vídeo. Rockwell vive um traficante.

I.C.U. (2009)

Todo mundo precisa começar de algum lugar, e este terror trash faz parte da filmografia da hoje musa do cinema, Margot Robbie. A australiana de beleza estonteante deixou sua marca em O Lobo de Wall Street (2013), de Martin Scorsese – tendo participado no mesmo ano do drama romântico subestimado Questão de Tempo (2013). Antes de todo e qualquer glamour, no entanto, e antes até mesmo de suas madeixas loiras ou de ser considerada um símbolo sexual, Margot Robbie era apenas uma adolescente de 19 anos protagonizando este thriller de baixo orçamento sobre um psicopata voyer, e jovens espionando-o. Vale pela curiosidade.

Drácula 2000 (2000)

O veteraníssimo Christopher Plummer tem quase sete décadas de carreira – mais do que qualquer um de nós temos de vida – e dentro deste tempo, assinaturas icônicas como A Noviça Rebelde (1965). Como o mundo não é justo, sua primeira indicação só saiu em 2010, e no ano seguinte a vitória. Este ano, Plummer volta ao páreo na categoria de coadjuvante por Todo o Dinheiro do Mundo, de Ridley Scott, no qual substituiu Kevin Spacey.

Mas mesmo um ator do porte de Plummer tem seus pontos baixos na carreira. Aqui, lembraremos de um dos mais medíocres. Assim como Assassino Virtual, Drácula 2000 é fruto de uma época, da virada do milênio, e do medo do fim do mundo. Nada melhor do que misturar esta temática com a lenda do maior vampiro do cinema, interpretado por ninguém menos do que um Gerard Butler no auge de sua canastrice. Plummer vive seu eterno inimigo, Abraham Van Helsing. Obviamente a trama se passa nos dias atuais, quando um grupo de assaltantes desperta acidentalmente a criatura que é a personificação de todo o mal.

Halloween 2 (2009)

Os remakes de Rob Zombie para esta clássica franquia de terror foram sofríveis. O músico transformado em cineasta usa e abusa de sua “cartilha” de fazer cinema, ou seja, cenas explícitas de violência e mau gosto imperando a cada momento, sem qualquer graça ou contexto. Em especial neste segundo filme, é como se literalmente tivessem pego um açougueiro e dado uma câmera em sua mão. Esta é a técnica e arte de Zombie aqui. O terror precisa ser construído, e não te massacrar junto das vítimas na tela. No meio de tudo isso, está a talentosíssima vencedora do Oscar Octavia Spencer. Este ano, Spencer voltou ao radar do prêmio com A Forma da Água, de Guillermo del Toro. Ela é uma atriz que veremos muitas outras vezes entre as indicadas nas cerimônias da Academia.

Velocidade Máxima 2 (1997)

O que fazer após o incrível sucesso inesperado de um filme de ação que não pedia por sequência. Bem, entregar uma mesmo assim, afinal é preciso lucrar cada vez mais. Assim, a FOX rapidinho confeccionou a continuação de Velocidade Máxima (1994). Bem, como já haviam feito “a bomba num ônibus”, que tal aumentar as apostas com uma “bomba num cruzeiro”. Por sorte não tivemos um terceiro filme, no qual eu já previa “uma bomba num avião”. Missão 1 – trazer de volta a revelação Sandra Bullock. Ela topou, ótimo. Missão 2 – trazer de volta o protagonista Keanu Reeves. Ele não topou, droga. Substitua-o por Jason Partrick, dá no mesmo. Só que não.

Dennis Hopper morreu como o vilão do primeiro. Quem poderia ser um louco à altura? Willem Dafoe. Como cereja no bolo, coloque nosso Carlinhos Brown cantando “a namorada”. E a receita de sucesso está feita. Depois disso, tenho certeza que muitas cabeças rolaram no estúdio. Bem, até hoje o excelente Willem Dafoe é “zoado” por sua atuação caricata e pra lá de exagerada, é o próprio quem confirma em entrevistas recentes, mas afirma que não havia outra forma de fazer. Este ano, Dafoe conquista sua terceira indicação ao Oscar, mas não deve levar a estatueta ainda, que deve ficar mesmo com Sam Rockwell. Dafoe concorre por Projeto Flórida na categoria de coadjuvante.

Diga que Não é Verdade (2000)

Richard Jenkins é um ator competente. Assim como outros coadjuvantes de luxo, vide J.K. Simmons, Jenkins foi por muito tempo aquele ator do qual ninguém lembrava o nome, mas sabia tê-lo visto em diversas produções. Este ano, o ator emplaca sua segunda indicação, por A Forma da Água, filmaço de Guillermo del Toro que homenageia o cinema de monstros da década de 1950. Há exatos 18 anos, Jenkins figurava em um longa de teor muito diferente, que terminou por morrer na praia. Produzida pelos irmãos Farrelly, esta comédia incorreta tentava  ainda surfar no sucesso de Quem Vai Ficar com Mary? (1998). Aqui, a trama “doce” fala sobre um rapaz (Chris Klein) que descobre que sua namorada pode ser na verdade sua irmã biológica (papel da azarada Heather Graham). Não sei como não haviam pensado antes nesta ideia de “Jênio”.

Esquadrão Suicida (2016)

Bem, segurem suas pedras. Embora muitos defendam com unhas de dentes os filmes da DC, é preciso dizer que até mesmo os fãs mais hardcore admitem que Esquadrão Suicida é o ponto baixo do estúdio. O que é uma pena, já que o filme tinha tudo para ser o mais original do lote – foi a primeira vez (e única, por enquanto) que uma produção do gênero é focada nos vilões e não nos heróis. De qualquer forma, um dos destaques da obra, ou o grande destaque, é mesmo a atuação de Robbie como a amalucada Arlequina, que consegue roubar o show, mesmo que não tenha os mais inspirados diálogos – dá para imaginar o que ela faria com um texto mais enxuto. Este ano, Robbie está indicada por Eu, Tonya, seu primeiro grande filme como protagonista, que serve como divisor de águas em sua carreira, tornando impossível não ser notada daqui para frente.

Deus nos Acuda! (1996)

O prêmio de atriz coadjuvante deve ficar mesmo com Allison Janney por Eu, Tonya. Mas caso vá para alguma outra atriz, esta atriz será Laurie Metcalf, a mãe de Lady Bird. Metcalf é uma veterana na indústria, e tem no currículo papeis marcantes como na série Roseanne (que volta à TV depois de vinte anos, novamente com a atriz no elenco), Bing Bang Theory (no qual vive a mãe de Sheldon) e no terror Pânico 2 (no qual viveu a misteriosa jornalista Debbie Salt, que esconde um terrível segredo em seu passado).

Nenhum deles faz parte desta lista, no entanto, e o que selecionamos é uma comédia que você provavelmente nunca ouviu falar. Deus nos Acuda! é a pieguice máxima em forma de longa-metragem. Na trama, Greg Kinnear (que também já foi indicado ao Oscar: Melhor é Impossível, 1997) interpreta um trambiqueiro de carteirinha, que é forçado a encontrar um trabalho de verdade. Ele então encontra um serviço “tão real” quanto seus anteriores, respondendo cartas para Deus que chegam aos montes no correio. Uma maravilhosa maneira de você passar duas horas de sua vida (a ironia está implícita).

O Rio Selvagem (1994)

A brincadeira de que Meryl Streep pode interpretar qualquer papel, inclusive Batman, não é tão surreal assim. De fato, ela pode! E aqui interpreta uma verdadeira heroína, uma aventureira de carteirinha, que dá seu jeito de enganar criminosos que sequestraram sua família, enquanto desce um perigosíssimo rio em um bote a remo. É um thriller de ação protagonizado por Meryl Streep! Quem é Liam Neeson na fila do pão? O filme, no entanto, carece de adrenalina e suspense, e acaba se tornando apenas um escapismo culposo.

Poltergeist – O Fenômeno (2015)

Outra bola fora de Rockwell, que até dá para entender sua participação também. Afinal, trata-se da refilmagem de uma das produções de terror mais adoradas de todos os tempos. E apresenta-la para uma nova geração parecia ser uma ótima ideia. Ao contrário dos outros itens acima em seu currículo, aqui o ator é o protagonista e deveria impulsionar a obra com seu carisma. Então, finalmente podemos colocar parte da culpa no ator, que por mais que não tenha sido favorecido pelo roteiro raso e sem personalidade, parece desinteressado ao longo do filme todo, atuando no automático, e provavelmente pensando apenas no contracheque no final do dia e em seu próximo projeto.

Assalto Sobre Trilhos (1995)

Por falar em filme de ação ruim da década de 1990 (uma época que já está eternizada em nossos corações), aqui está mais um filhote no subgênero “transportes públicos muito loucos”. Ônibus, aviões, barcos, trens, só faltou mesmo o metrô virar alvo de uma produção recheada de adrenalina. Bem, não falta mais desde 1995. No entanto, acho que a ideia foi “tão boa” que não quiseram repeti-la até hoje. Na trama, Wesley Snipes e Woody Harrelson vivem irmãos de criação, que se tornam policiais trabalhando no trem do dinheiro – o trem que recolhe o dinheiro das estações até o banco.

A amizade dos dois fica abalada com uma nova policial que chega no serviço, interpreta por Jennifer Lopez, em um de seus primeiros papeis no cinema. Depois de serem demitidos, a dupla planeja o roubo da carga que tinham que proteger. Woody Harrelson é outro veterano para quem o Oscar está devendo uma estatueta. E até que ele teria chance este ano, não fosse pelo próprio companheiro de Três Anúncios para um Crime, Sam Rockwell, que deve abocanhar o prêmio. Harrelson tem três indicações e nenhuma vitória até o momento.

Nine (2009)

O grande Daniel Day-Lewis é provavelmente um dos cinco melhores atores de sua geração. O cara pode fazer de tudo, e já fez. Dizem que ele nunca erra – bem, talvez não em suas atuações e até mesmo em escolha de projeto, mas já esteve em filmes que não resultaram no esperado. Nesta categoria poderíamos incluir As Bruxas de Salém (1996), thriller dramático que dividiu a crítica.

Porém, existe outra obra protagonizada por Day-Lewis mais baixa ainda no gosto popular, trata-se do musical Nine (2009), que adapta o clássico de Fellini, 8 ½ (1963). Apesar do desfile de estrelas internacionais nas telas, vide Nicole Kidman, Marion Cotillard e Penélope Cruz (esta última indicada pelo filme) e de 4 indicações no Oscar, o consenso geral é de que a obra poderia e deveria ser mais. Este ano, é claro, Day-Lewis concorre por sua dita última performance, no drama Trama Fantasma.

A Hospedeira (2013)

Finalizando nossa lista, temos um item especial, que pode muito bem ser o pior de todos. Trata-se de A Hospedeira, baseado no livro adolescente da autora Stephenie Meyer, sim, a mesma de Crepúsculo. Só que A Hospedeira consegue ser ainda pior, se é que isto é possível, já que sequer sucesso junto ao público teve. Nesta época, todos sabiam do potencial do texto de Meyer para arrastar multidões aos cinemas, então não podemos culpar a protagonista Saoirse Ronan em querer descolar para si seu próprio fenômeno.

A trama mostra a Terra invadida por seres alienígenas que possuem nossos corpos e nos transformam em seres melhores, porém, sem emoções. Alguns poucos resistem a esta dominação e lutam contra tal controle. Entre eles, é claro, se encontra Ronan. Uma curiosidade é que no elenco temos também outra atriz que chamou atenção nesta época de premiações, a alemã Diane Kruger.

Xuxa retorna aos cinemas em outubro! Relembre os 10 melhores filmes da Rainha dos Baixinhos nos cinemas

Os anos 80 são agora! Você que é leitor assíduo do CinePOP sabe que temos uma coluna de matérias voltadas à nostalgia em especial dos anos 80 e 90. Sendo assim, não poderíamos perder esta grande oportunidade – já que no Brasil, os anos 80 são sinônimo de Xuxa. A apresentadora talvez não tenha estado tanto nos holofotes nos últimos anos quanto em 2023. Isso porque este ano foi lançado na Globoplay, com direção do jornalista Pedro Bial, a série ‘Xuxa – O Documentário’, produção em cinco episódios, que tinha como objetivo relembrar e celebrar o fenômeno que foi a persona Xuxa na segunda metade dos anos 80 – quando começou seu programa diário nas manhãs da rede Globo.

A trajetória da loira é destrinchada sem papas na língua, contando todos os segredos de bastidores, desde o trabalho exaustivo da apresentadora e de suas ajudantes, as paquitas, até mesmo o relacionamento “ditatorial” da empresária Marlene Mattos, responsável pela administração da carreira e da marca Xuxa, grande responsável pelo sucesso conquistado. Nossa crítica do documentário você pode conferir no link abaixo.

Leia também: ‘Xuxa – O Documentário’: Rainha dos Baixinhos fala sobre o passado, filme POLÊMICO e Michael Jackson

Além disso, teremos também a estreia nas telonas de seu mais novo filme: ‘Uma Fada Veio me Visitar’, baseado no livro de Thalita Rebouças, no qual Xuxa vive uma fada cuja missão é ajudar uma adolescente rebelde. Esse é o primeiro filme da loira no cinema em 14 anos. A estreia bem propícia ocorre no dia 12 de outubro. Sendo assim, para esta nova volta ao passado em mais uma matéria, decidimos homenagear a eterna Rainha dos Baixinhos por aqui também – em preparação ao seu novo filme nas telonas. Aqui iremos destacar seus 10 melhores filmes no cinema.

Antes de começar, vale dizer que selecionamos apenas filmes que estrearam nas telonas e não especiais ou filmes para a TV. Também levamos em conta os filmes da filmografia de Xuxa depois que ela se tornou verdadeiramente a Xuxa, ou seja, em 1986 em diante. Então nada de os filmes iniciais ao lado dos trapalhões, vide ‘A Arca de Noé’, ‘O Mágico de Oróz’ ou ‘No Reino da Fantasia’ ou sequer o polêmico ‘Amor Estranho Amor’. Confira abaixo.

01 | Lua de Cristal (1990)

Se você perguntar para todo fã da Xuxa qual o filme mais icônico da estrela, a grande maioria dirá ‘Lua de Cristal’. O filme fez um baita sucesso em sua estreia, arrastou uma multidão aos cinemas, e seu status de cult não diminui – isso graças à trilha sonora icônica com a música tema, que vira e mexe ressurge em festinhas, baladas e caraoquês da vida. Quem não sabe cantarolar a música tema não é brasileiro – pois a canção se tornou um “hino” quase tão grande quanto ‘Evidências’. No mesmo ano de ‘Uma Linda Mulher’, aqui também tínhamos o conto de fadas da Cinderela, ou Gata Borralheira, modernizado. Xuxa passa o pão que o diabo amassou com a tia opressora e seu príncipe encantado é vivido por Sergio Mallandro como Bob, um entregador de pizza.

02 | Super Xuxa Contra o Baixo Astral (1988)

Tudo bem que a maioria dos fãs diria que ‘Lua de Cristal’ é o filme que vem primeiro à mente quando falamos de Xuxa. Porém, um que chega rapidamente logo em segundo (ou quem sabe primeiro para outros tantos) é esse ‘Super Xuxa Contra o Baixo Astral’, de 1988. Esse foi o primeiro filme da apresentadora depois que se tornou de fato a Xuxa que todos conhecemos. O filme, aliás, foi planejado para capitalizar em cima da imagem de tal personagem criada para o programa infantil. Ou seja, esse é o verdadeiro filme da apresentadora Xuxa, no qual ela interpreta a Xuxa dos programas matinais.

Além disso, o filme é puro anos 80 em toda a sua glória, com direito a bonecos fantoches e tudo – por ser também seu único filme lançado em tal década. Na trama, um vilão dos esgotos chamado Baixo Astral (Guilherme Karam majestoso) está cansado das boas ações da apresentadora e decide sequestrar seu cachorro Xuxo.

03 | A Princesa Xuxa e os Trapalhões (1989)

Bem, talvez eu deva retratar o que disse acima com uma correção. ‘Super Xuxa Contra o Baixo Astral’ não foi o único filme que a Xuxa fez nos anos 80 após ter se tornado um ícone, mas foi o único que ela protagonizou. Porque ela fez também este ‘A Princesa Xuxa e os Trapalhões’, onde dividiu a cena com o quarto cômico formado por Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. Essa é a primeira parceria entre Xuxa e os Trapalhões depois da fama avassaladora da apresentadora. A trama pega emprestado de Star Wars e das histórias de aventura e ficção científica passadas no espaço. Xuxa é uma princesa das galáxias e somente o quarteto pode livrar o universo das garras de um Imperador tirano.

04 | Xuxa e os Trapalhões em o Mistério de Robin Hood (1990)

Xuxa fez um total de cinco filmes com Os Trapalhões, sendo dois deles depois de ter se tornado a Xuxa de verdade. Esse foi o segundo, logo no ano seguinte da ficção ‘A Princesa Xuxa e os Trapalhões’. Infelizmente, o quarto membro da trupe, o mineiro Zacarias, havia falecido no mesmo ano de 1990, antes do filme começar a ser rodado. Enfrentando esse luto, o trio seguiu em frente fazendo milhares de crianças felizes mais uma vez. A parceria com Xuxa era certeira. Aqui, a trama gira em torno de um circo, com a identidade do herói Robin Hood permanecendo o grande segredo do filme até seu desfecho – numa era em que a palavra spoiler sequer existia. Essa foi a última parceria oficial da trupe com a apresentadora.

05 | Xuxa Requebra (1999)

‘O Mistério de Robin Hood’ não foi apenas a última parceria de Xuxa com Os Trapalhões nas telonas – como foi também o último filme estrelado pela apresentadora em quase uma década. Nessa fase Xuxa estava cuidando de outros aspectos de sua carreira, e ficaria quase dez anos sem agraciar os fãs com um longa-metragem para os cinemas. O primeiro que rompeu este hiato foi ‘Xuxa Requebra’, dirigido por Tizuka Yamasaki, a mesma responsável por ‘Lua de Cristal’. Assim, todas as peças estavam no lugar para mais um sucesso nacional. ‘Xuxa Requebra’ tem muita dança e é uma mistura de tudo o que havia de popular no Brasil na época, com direito a participação de Claudinho e Buchecha, e até Luciano Huck, a Tiazinha e a Feiticeira. O cantor Daniel faz par com a apresentadora.

06 | Xuxa e os Duendes (2001)

E se Xuxa havia ficado de forma tímida na década de 90, sem gravar muitos filmes, o bichinho do cinema pareceu ter mordido a loira nos anos 2000, onde sua produção de longas foi mais frenética. Começamos com este filme de 2001. Aqui mais uma vez temos uma lista extensa de participações especiais, de nomes que incluem Ana Maria Braga como a Rainha dos Duendes, Angélica e Wanessa Camargo como fadas, Guilherme Karam como o vilão (referência ao Baixo Astral) e homenagens ao Sítio do Pica-Pau Amarelo com Zilka Salaberry (a eterna Dona Benta) e André Valli (o eterno Visconde de Sabugosa). Além do saudoso Gugu Liberato. Tudo numa trama ecológica de duendes na floresta.

07 | Xuxa Popstar (2000)

Antes de ‘Xuxa e os Duendes’, o pontapé inicial dos filmes de Xuxa nos anos 2000 foi dado com este longa. Na história a apresentadora vive uma supermodelo internacional que volta ao Brasil. Mas ela tem dificuldade de encontrar o grande amor de sua vida, que surge em cena vivido por Luigi Baricelli. O filme conta ainda com Marcos Frota, o eterno Tonho da Lua, no papel do vilão sabotador JP. Como sempre muitas participações musicais, como É o Tchan e o cantor Leonardo. O longa é codirigido por Tizuka Yamasaki.

08 | Xuxa em o Mistério de Feiurinha (2009)

Esse foi o último filme lançado nos cinemas por Xuxa, finalizando sua década mais produtiva nos cinemas. Em breve, com a estreia de ‘Uma Fada Veio me Visitar’ isso irá mudar. ‘Feiurinha’ também traz pela primeira vez a filha de Xuxa, Sasha Meneghel, em um papel de destaque, interpretando a personagem título, que move a trama. Dois anos depois de ‘Encantada’ (2007), da Disney, com Amy Adams, este longa nacional de Tizuka Yamasaki, segue nos mesmos moldes apresentando um mundo de conto de fadas, repleto de princesas e lendas – como Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve e afins. Para resgatar Feiurinha, Cinderela, papel de Xuxa, precisa ir até o mundo real, onde viverá um verdadeiro choque cultural. O filme conta ainda com a eterna Hebe Camargo.

09 | Xuxa e os Duendes 2 (2002)

A Rainha dos Baixinhos já protagonizou dezenas de filmes para o cinema e já fez de tudo um pouco. Mesmo assim sempre conseguimos encontrar algo inédito em sua carreira – é o caso com este filme, e por isso ele figurou em nossa lista. Acontece que ‘Xuxa e os Duendes 2’ marca a primeira continuação na história da filmografia da apresentadora. E pensar que ela poderia ter dado sequência a diversos de seus filmes. Mas este foi o único que de fato ganhou mais uma história. Lançado logo no ano seguinte, o filme mistura duas coisas que a apresentadora adora inserir em seus filmes: duendes e fadas. Temos ainda um trio de bruxas tirado diretamente do clássico ‘Abracadabra’. Deborah Secco e Thiago Fragoso vivem um casal de criaturas mitológicas apaixonado, e Xuxa aproveita para fazer par com o então companheiro Luciano Szafir. As veteranas Vera Fisher e Susana Vieira também fazem parte do elenco.

10 | Xuxa Gêmeas (2006)

Para finalizar a lista dos filmes da Xuxa, escolhemos essa produção de 2006, na qual, como diz o título, pela primeira vez em sua carreira a apresentadora interpreta duas irmãs gêmeas – separadas quando sua mãe termina perdendo uma delas. Assim, uma cresce pensando em dinheiro acima de tudo, e a outra é o tipo de personagem que a apresentadora sempre interpreta, pé no chão e gente da gente. O filme também marca por ter direção do saudoso e animado Jorge Fernando, acrescentando seu tempero único ao longa. Como não podia deixar de ser, mais uma penca de participações especiais, das quais se destaca Ivete Sangalo, Murilo Rosa como o par romântico, Leandro Hassum e Fabiana Karla.

‘Shadowhunters’: Elenco agradece fãs pela campanha para salvar a série

Desde o cancelamento, os fãs de ‘Shadowhunters‘ começaram uma campanha global para salvar a série, e têm impressionado o mundo com suas manifestações, que incluem, inclusive, arrecadação de dinheiro para caridade. Tocados pelo movimento dos fãs, o elenco da série agradeceu pessoalmente pelo carinho.

Confira abaixo:

Alberto Rosende (Simon): É realmente um presente quando você faz parte de algo que afeta as pessoas da maneira como isso afetou o grupo de pessoas que estão impulsionando a campanha #SaveShadowhunters. Ter criado algo que ressoa com eles, que os faz lutar por um mundo melhor é realmente um presente, e não é algo que muitas vezes surge como artistas, embora seja algo que todos nós, em algum momento de nossas vidas, queremos alcançar. Mas a coisa mais legal para mim é ver esse grupo de pessoas que estão conectadas internacionalmente e estão pressionando por coisas que querem ver, tentando educar o mundo, tentando mudar seu ambiente de uma forma positiva. Por mais que eu goste que há um foco em torno do #SaveShadowhunters, o verdadeiro poder não está apenas na série, mas sim no fato de que eles criaram uma comunidade que pode fazer isso e fez isso em uma escala global.

Emeraude Toubia (Isabelle): Eu só tenho a agradecer aos fãs. Eles realmente foram além com tudo que fizeram. Eles enviaram cupcakes no outro dia para o set! Eu comi três [risos]. Mas sim, os outdoors, a Times Square e enviar  um avião ao redor da sede da Netflix, da Freeform e da Disney. Eles são sensacionais.

Dominic Sherwood (Jace): Acho que a coisa mais importante para nós é vermos o dinheiro real nessas campanhas, e acho que o sentimento mais gratificante e emocionante que recebo é quando esse dinheiro é transferido para uma instituição de caridade em nome dos Caçadores de Sombras. Se alguém pode realmente se beneficiar disso, então é ótimo, e acho que é isso que devemos continuar fazendo. Nós levantamos muito dinheiro [para caridade], o que foi fantástico, e acho que se continuarmos fazendo isso em nome dos Caçadores de Sombras, então esse é o melhor legado que podemos deixar.

Harry Shum Jr. (Magnus): A beleza é que eles têm essa linda história que equivale a 56 episódios ou algo assim, e poderão reassistir e reviver aqueles momentos que muitos desses fãs expressaram para nós os ajudaram tanto com as suas próprias vidas pessoais, seja a sua sexualidade ou a sua confiança. Lembro-me de encontrar alguns fãs, ir a um congresso e eles apenas chorando e dizendo o quanto isso significava para eles, e como era uma coisa tão bonita para eles assistirem ao programa e verem as pessoas com quem eles realmente se relacionavam e se sentiam eles queriam ser tão fortes quanto esses personagens estavam na tela. Isso em si é o que faz o show valer a pena para mim.

Matthew Daddario (Alec): O entusiasmo é uma coisa linda, e ficamos cada vez mais chocados toda vez que vemos algo novo acontecer. É tipo, “Ok, uau! Não percebi que vocês eram tão capazes, tão eficientes e tão criativos!” É muito fascinante e adoro o entusiasmo. Os esforços de caridade são realmente bons, porque não é egoísta, não é apenas: “Queremos nosso show de volta”, é também: “Olhe, temos esse show que nos conectamos, e vamos tentar fazer algo para a comunidade, e realmente apoiar algo que é bom para todas as pessoas. É realmente tocante.

Katherine McNamara (Clary): Foi o maior conforto em uma época que foi chocante e muito interessante. Com o cancelamento da série sendo tão inesperada, ter os fãs ainda se importando tanto e tendo este último episódio de 2 horas, realmente nos permite sair por cima, e não como um fracasso. Este show tem sido uma celebração de todas essas coisas lindas, o fato de chegarmos ao final é realmente lindo. Eu sempre soube que é especial e é sempre algo que eu vou lembrar para o resto da minha vida, mas em retrospectiva eu ​​comecei este show quando eu tinha 19 anos e eu vou ter 23 anos quando terminar. Esse é um pedaço enorme da minha vida, e estar cercada por pessoas que não são apenas artistas, mas pessoas boas e criativas e encorajadoras e incríveis no que fazem, tem sido um ambiente incrível pessoal e profissionalmente. Eu tenho uma família aqui agora, e sempre serei grata por isso. E para o fandom também, que trabalhou incansavelmente para realmente se unir como um grupo em um mundo que é tão divisivo.

TV Line divulgou algumas fotografias dos últimos dias de filmagens de ‘Shadowhunters. Confira a galeria:

O anúncio do cancelamento da série Shadowhunters veio como surpresa para os fãs, para o elenco e a atriz Katherine McNamara, intérprete da doce Clary Fray, tem se dedicado a salvar a produção, a partir de uma campanha iniciada pela fiel audiência nas redes sociais, intitulada #SaveShadowhunters.

Agora, a campanha está crescendo tanto que agora invadiu as ruas de Londres. A mensagem “Salve Shadowhunters foi colocada nos tradicionais ônibus vermelhos britânicos.

Em uma entrevista ao ShumDario News, McNamara falou sobre a possibilidade de um revival ou até mesmo o resgate da produção. Sendo totalmente franca, ela confessou estar um pouco sem esperanças, pelo fato de não saber quais serão os próximos rumos.

“Basicamente, nenhum de nós faz ideia do que vai acontecer com essa série. Mas sabemos o tipo de fãs que temos e vê-los se posicionando em suporte a nós foi simplesmente surpreendente. E ainda que a série venha a ser encerrada, nós entregaremos o final mais arrasador que eles já viram. Porque nós teremos a chance de terminá-la do jeito certo”.

Segundo o TVLine, a segunda metade da 3ª temporada de ‘Shadowhunters‘, que representarão os episódios finais da série, só estrearão em 2019, e não em agosto deste ano, como foi previamente reportado.

A série foi recentemente cancelada pela Freeform depois de apenas três temporadas. Há chances da Netflix resgatar a série.

 

‘Godzilla 2: O Rei dos Monstros’ ganha novo comercial ÉPICO; Assista!

Godzilla: O Rei dos Monstros‘ ganhou novo comercial épico.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

Frances McDormand, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

Warner Bros. agendou o lançamento para 31 de maio.

Enquanto Estivermos Juntos

(I Still Believe)

 

Elenco:

Britt Robertson

K.J. Apa

Melissa Roxburgh

 

Direção: Andrew Erwin, Jon Erwin

Gênero: Drama

Duração: 116 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 8 milhões

Estreia: 19 de Novembro de 2020

Sinopse: 

A história real da vida de Jeremy Camp, estrela da música cristã, em sua jornada de amor e perda que parece provar que há sempre esperança.

Curiosidades: 

» K.J. Apa e Britt Robertson já haviam interpretado um casal em ‘Quatro Vidas de um Cachorro‘;

» O romance ‘Enquanto Estivermos Juntos‘ surpreendeu nas bilheterias, mesmo com a ameaça do coronavirus. O longa estreou com US$ 9.5 milhões e garantiu a segundo posição nas bilheterias, barrando o aguardado ‘Bloodshot‘ (US$ 9.3m).

»  Apesar de ter sido massacrada pelos críticos (apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção parece ter agradado os espectadores, recebendo uma surpreende nota A.

» Uma das apresentações musicais foi filmada em um festival no Alabama, em um show de verdade;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jared Leto, Robert De Niro e Al Pacino podem se juntar a Lady Gaga em filme sobre ‘Gucci’

De acordo com o Deadline, Adam Driver, Jared Leto, Al Pacino, Robert De Niro, Jack Huston e Reeve Carney estão em negociações para se juntar ao elenco do novo filme do Ridley Scott, intitulado ‘Gucci‘.

Detalhes sobre seus possíveis papéis não foram divulgados.

O longa será estrelado pela Lady Gaga (‘Nasce uma Estrela‘), que irá interpretar Patrizia Reggiani, a ex-esposa do Maurizio Gucci que foi condenada por orquestrar seu assassinato em 1995.

Ela ficou presa por 18 anos e foi solta em 2016.

MGM comprou os direitos do longa-metragem recentemente por três milhões de dólares e, segundo os estúdios, o filme tem estreia prevista para 24 de novembro de 2021.

A trama será adaptada do romance de não-ficção ‘The House of Gucci: A Sensational Story of Murder Madness, Glamour, and Greed‘.

“Eu e Ridley estamos apaixonados por esse filme,” disse Giannina Scott, esposa de Ridley e produtora do filme. “A trama é épica, as expectativas estão altas e os personagens serão construídos de forma rica”.

Scott recentemente dirigiu a sequência Alien: Covenant e a ficção científica Perdido em Marte. Gaga, por sua vez, estrelou o aclamado Nasce Uma Estrela, trabalho pelo qual levou para casa 1 Oscar, 4 Grammys, 1 Globo de Ouro, 1 Critics’ Choice, 1 BAFTA e dezenas de outros prêmios.

‘Cruella’: Emma Stone fala sobre a origem da vilã em novo vídeo LEGENDADO; Confira!

Disney+ divulgou um novo divulgou um novo vídeo dos bastidores do live-action de ‘Cruella‘, icônica vilã de ‘101 Dálmatas‘.

Confira legendado:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Apartment 7A’: Atriz de ‘Ozark’ estrelará novo terror da Platinum Dunes

De acordo com o Deadline, Julia Garner, da aclamada série ‘Ozark‘, vai estrelar o terror ‘Apartment 7A‘, que está sendo desenvolvido pela Platinum Dunes.

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Natalie Erika James (‘Relíquia’) será responsável pela direção e roteiro.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o longa está sendo descrito como um thriller psicológico.

O roteiro também será escrito por Christian White.

John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’), Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller serão os produtores.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que ‘Relíquia‘ conquistou impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. O consenso geral é que o terror lentamente constrói tensão em uma atmosfera sinistra, elogiando a excelente direção de estreia da cineasta Natalie Erika James.

‘CSI: Vegas’: Novos mistérios no trailer COMPLETO da 2ª temporada do revival

A CBS divulgou o trailer completo da 2ª temporada do revival do drama investigativo ‘CSI: Vegas‘, que traz o retorno da veterana Marg Helgenberger como Catherine Willows.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de setembro.

Vale lembrar que Jorja FoxWilliam Petersen não retornam para a nova temporada.

“Enfrentando uma ameaça existencial que poderia destruir o laboratório criminal, um novo time de brilhantes investigadores forenses devem receber de volta antigos amigos e desenvolvem novas técnicas para preservar a justiça em Sin City.”

O elenco conta com Paula Newsome, Matt Lauria, Mandeep Dhillon e Mel Rodriguez.

Trailer de ‘As Oito Montanhas’ traz um retrato delicado sobre a amizade; Confira LEGENDADO!

A Imovision divulgou o trailer legendado do aclamado drama ‘As Oito Montanhas‘, que conquistou impressionantes 90% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de agosto.

Dirigido por Felix van Groeningen e Charlotte Vandermeersch, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Paolo Cognetti.

A trama segue a amizade de dois homens que tentam apagar as pegadas de seus pais, mas que, pelas voltas e reviravoltas do destino, sempre acabam voltando para casa. Pietro é um menino da cidade, Bruno é o último filho de uma esquecida aldeia serrana. Ao longo dos anos, Bruno permanece fiel à sua montanha, enquanto Pietro constantemente vai e volta. Seus encontros os apresentam ao amor e à perda, lembrando-os de suas origens, deixando seus destinos se desenrolarem, enquanto Pietro e Bruno descobrem o que significa ser verdadeiros amigos para o resto da vida.

Alessandro Borghi, Luca Marinelli e Filippo Timi estrelam a produção.

‘Rivais’ deve se tornar a MAIOR estreia da carreira de Luca Guadagnino nos EUA

De acordo com Deadline, a dramática comédia esportiva ‘Rivais‘, estrelada pela Zendaya (‘Duna’), deve arrecadar em torno de US$ 15 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Aclamado pelos críticos, com impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa se tornará o maior lançamento da carreira do diretor Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) no país.

Os dados de pré-venda ainda apontam que a produção já se encontra na frente de filmes como ‘Não Se Preocupe, Querida‘ e ‘O Urso do Pó Branco‘, que estrearam com US$ 19.3 milhões e US$ 23.2 milhões no território norte-americano, respectivamente.

Infelizmente, ‘Rivais‘ está orçado em US$ 70 milhões, o que deve dificultar o seu retorno nas telonas – o que deve depender de seu desempenho no mercado internacional.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de abril.

Confira nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Zendaya trilha caminho para o Oscar na IMPECÁVEL dramédia esportiva ‘Rivais’

O longa também é estrelado por Josh O’Connor (‘The Crown’) e Mike Faist (‘Amor Sublime Amor’).

A trama acompanha um casal de atletas de tênis que, após se reencontrarem com um antigo amigo, acabam desenterrando um relacionamento mantido em segredo por muitos anos.

Tashi Duncan, atleta prodígio do tênis que se tornou treinadora, uma força da natureza que não pede desculpas por seu jogo dentro e fora da quadra. Casada com um campeão que tem acumulado apenas derrotas nos últimos jogos, a estratégia de Tashi para a redenção de seu marido toma um rumo surpreendente quando ele deve enfrentar o fracassado Patrick nas quadras. Patrick foi o melhor amigo de seu marido, e é ex-namorado de Tashi. Quando o passado e o presente entram em colisão, e as tensões aumentam, Tashi deve se perguntar qual será o custo dessa vitória.

Luca Guadagnino compartilhou detalhes sobre o filme em entrevista à Variety. Ele revelou que Zendaya passou três meses treinando com o técnico de tênis profissional e ex-jogador Brad Gilbert para se preparar para o papel.

‘Vision Quest’: Faran Tahir, de ‘Homem de Ferro’, tem retorno confirmado ao MCU

De acordo com o Deadline, Faran Tahir (‘Star Trek’) foi confirmado no elenco de ‘Vision Quest‘, série focada no Visão que está sendo desenvolvida pela Marvel.

O ator reprisará seu papel como Raza, o líder de uma organização terrorista que tentou matar o Tony Stark em ‘Homem de Ferro‘.

Detalhes sobre o projeto não foram revelados, mas a trama deve acompanhar o Visão enquanto ele tenta recuperar suas memórias e humanidade. Após ter sido morto pelo Thanos em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Visão retornou na série ‘WandaVision‘.

Paul Bettany reprisará o papel do herói titular.

James Spader também retornará como Ultron, enquanto Todd Stashwick foi confirmado no elenco em um papel desconhecido.

Terry Matalas, de ‘Star Trek: Picard‘, servirá como showrunner.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Sigourney Weaver indica RETORNO como Ripley na franquia ‘Alien’

Durante o painel na Comic-Con de Nova York, Sigourney Weaver voltou a comentar sobre seu retorno como a icônica Ripley na franquia ‘Alien‘.

A atriz revelou estar empolgada com um novo conceito apresentado pelo produtor Walter Hill, e confirmou que já se reuniu com o estúdio para discutir sobre seu possível retorno à saga.

“[O produtor da franquia ‘Alien’] Walter Hill é um grande amigo meu, e ele escreveu 50 páginas sobre o que a Ripley estaria fazendo atualmente, e a direção que ele seguiu é simplesmente extraordinária. Não sei se irá acontecer, mas tive uma reunião com a FOX/Disney.”

Ela completa, “Nunca senti a necessidade de reprisar o papel. Sempre disse que era melhor deixar [a Ripley] descansar. Mas o que o Walter escreveu parece tão verdadeiro para mim, pois fala muito sobre a sociedade que encarceraria alguém que tentou ajudar a humanidade. Ela é um problema para eles, então ela meio que está escondida. Acho que as primeiras 50 páginas [do roteiro] são muito fortes. Estou pensando em trabalhar ao lado do Walter para descobrir como seria o resto dessa história.”

Sucesso nos cinemas, o filme mais recente da franquia, ‘Alien: Romulus‘, arrecadou mais de US$ 350 milhões nas bilheterias mundiais, além de alcançar 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

alienromulus

Criatura aterrorizante traz DESTRUIÇÃO no trailer do thriller sci-fi ‘Hope’; Confira!

NEON divulgou o trailer completo de ‘Hope‘, novo thriller sci-fi escrito e dirigido pelo aclamado realizador sul-coreno Na Hong-jin.

Crítica | Hope – Terror sul-coreano mistura monstros, destruição e humor absurdo em Cannes 2026

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama…

Na remota vila de Hope Harbor, perto da fortemente fortificada Zona Desmilitarizada (DMZ), a comunidade mergulha no caos quando se suspeita do aparecimento de um tigre e o chefe de polícia local, Bum-seok, é alertado. Mas o que começa como uma emergência local logo se transforma em um mistério mais profundo e aterrorizante, que força os moradores da cidade a confrontar o desconhecido.

Hwang Jung-minZo In-sungJung Ho-yeonTaylor RussellCameron BrittonAlicia VikanderMichael Fassbender estrelam.

Uhm Tae-gooLee Kyu-hyung completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 9 de setembro.

Disney divulga imagens conceituais do hotel temático de ‘Star Wars’

Durante a D23 Expo, a Disney também divulgou novas imagens conceituais do seu próximo hotel temático, que trará Star Wars como o grande foco central.

Confira:

O local, que será construído nas redondezas do parque Star Wars Land, propiciará uma experiência imersiva dos hóspedes no universo da saga. Intitulado Galaxy’s Edge, o resort contará com decorações e ambientes totalmente planejados aos moldes do conceito da franquia, fazendo com que os visitantes se sintam dentro daquela galáxia muito distante.

Para que a aventura seja ainda mais inesquecível, o Galaxy’s Edge oferecerá trajes para que os hóspedes se vistam a caráter, seguindo os padrões de ‘Star Wars’.

Com lançamento previsto para 2019, os espaços que já estão em construção ofereceram aos visitantes a oportunidade singular de controlar a Millenium Falcon durante uma missão, além de presenciar uma batalha entre a Primeira Ordem e a Resistência.

Quando estiver completamente finalizada, a Star Wars Land será o maior parque temático da Disney.

Primeiro anunciado em 2015, as atrações de Star Wars serão dispersas abrangendo 14 acres, se tornando a maior expansão temática de um único universo em todos os seus parques.

Em cada local – em Anaheim, Califórnia e Orlando, Flórida – os visitantes serão transportados para um porto de comércio remoto em um planeta habitado por humanóides, aliens e dróides. Uma das atrações permitirá que os visitantes do parque assumam os controles da Millennium Falcon.

Star Wars Land está programada para chegar no mesmo ano em que ‘Star Wars: Episódio IX’ estreia nos cinemas.

‘Deadpool 2’ ganha divertidos colecionáveis pela Hot Toys

Com a iminente estreia de ‘Deadpool 2‘, a fabricante de brinquedos Hot Toys divulgou sua nova linha de colecionáveis do Mercenário bocudo.

As miniaturas trazem o herói com uma camiseta de ‘X-Men‘, usando salto alto, além de uma versão em que ele abraça um unicórnio.

Confira:

Crítica | Deadpool 2 – Maior, Melhor e Muito Mais F*dão que o original 

Deadpool 2‘ recebeu a classificação indicativa de 18 anos no Brasil, por “Drogas, Violência Extrema e Conteúdo impactante“. O primeiro filme foi lançado no Brasil com classificação indicativa de 16 anos.

‘Deadpool 2’ teve PESADA cena pós-créditos cortada por exigência da Fox; Veja a descrição!

Deadpool 2‘ terá pré-estreias nos cinemas nacionais à partir da madrugada do dia 16 de Maio.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

 

Mindy Kaling vai desenvolver série sobre sua infância para a Netflix

A comediante Mindy Kaling vai desenvolver uma nova série de para a Netflix. O anúncio foi feito pela própria gigante do streaming. A produção será inspirada em sua adolescência.

O projeto, que ainda não possui título oficial, é descrito como uma comédia do gênero coming-of-age e vai retratar a complicada vida de uma adolescente de descendência indiana/americana.

Com 10 episódios, a primeira temporada já foi toda encomendada pelo streaming e trará um retrato semi biográfico da vida da artista. Considerada uma adaptação livre, a narrativa mesclará circunstâncias reais com fictícias.

Além de ser a criadora, Kailing também assina o projeto e assume o papel de produtora executiva. Lang Fisher, que roteirizou episódios de ‘The Mindy Project‘, ‘Brooklyn Nine-Nine‘ e ‘30 Rock‘ será a showrunner e compartilha as funções de produtora executiva.

Ainda não se sabe se a comediante interpretará alguma personagem dentro da série. O projeto faz parte de um acordo prévio feito com a Universal Television e já estava em desenvolvimento antes de Mindy assinar um contrato de seis anos com a Warner Bros. TV.

 

 

‘A Lenda de Candyman’: Jordan Peele explica porque escolheu Nia DaCosta para dirigir

O reboot do clássico ‘O Mistério de Candyman‘, intitulado ‘A Lenda de Candyman‘, é uma das grandes promessas para os cinemas no segundo semestre de 2020.

Roteirizado por Jordan Peele, o terror não trará o vencedor do Oscar na direção, como inicialmente era especulado. E o cineasta justificou porque preferiu ficar de fora da respectiva função.

Em uma entrevista à revista britânica Empire, Pele admitiu que Nia DaCosta era de fato a escolha ideal para o papel de diretora, afirmando que sua visão é muito mais centrada e neutra, resultando em uma direção bela e madura.

Disse:

“Honestamente, Nia é melhor do que eu para filmar esse filme. Eu estou obsessivo demais com os contos originais na minha cabeça. Eu provavelmente não seria um bom diretor. Mas a Nia tem uma conduta estável e firme sobre si, algo que você não vê muito no meio de terror. Ela é refinada, elegante e cada tomada é linda. Esse filme é lindo, lindo mesmo. Estou tão feliz por não ter estragado isso”.

O filme agora chegará aos cinemas no dia 25 de setembro de 2020.

O filme acompanha Anthony, um artista socialmente pronunciado em Chicago que pesquisa a lenda urbana de Candyman. Depois de investigar o último paradeiro conhecido do assassino, assassinatos estranhos começam a ocorrer em torno de Anthony. O protagonista desempenhará um papel semelhante ao de Helen Lyle, a personagem principal do filme original.

Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman‘) será o vilão do novo filme. O elenco ainda conta com Nathan Stewart-Jarrett, Colman Domingo e Teyonah Parris.

Além de produzir, o vencedor do Oscar Jordan Peele (‘Corra!‘) também irá coescrever o roteiro ao lado de Win Rosenfeld.

‘Ten Minutes’: Armie Hammer pede demissão da peça da Broadway

Em meio às recentes acusações de abuso sexual e canibalismo, o astro Armie Hammer se desvinculou de mais outro grandioso projeto.

Segundo a revista EW, o ator pediu demissão da peça da Broadway, intitulada ‘Ten Minutes‘. O anúncio foi feito por meio de um comunicado oficial emitido por Hammer.

Na ocasião, ele ponderou sobre a sua decisão, que chega poucos dias depois de sua recente demissão do thriller ‘Billion Dollar Spy’:

“Eu amei cada segundo trabalhando em ‘Ten Minutes‘, com a família que fiz de Steppenwolf. Mas agora eu preciso focar em mim mesmo e na minha saúde, pelo bem da minha família. Consequentemente, eu não retornarei à Broadway com a produção”.

Em outro comunicado oficial, a equipe de produção agradeceu o ator por seu trabalho na peça, afirmando que ele permanece como um “colega valioso de todos”:

Armie permanece como um colega valioso de todos nós que trabalhamos com ele nos palcos e nos bastidores de Ten Minutes. Nós desejamos apenas o melhor para ele e respeitamos sua decisão”.

Ten Minutes‘ foi desenvolvida pelo ganhador do prêmio Pulitzer, o ator e dramaturgo Tracy Letts e atualmente está agendada para abrir na Broadway em março de 2022, após ter feito sua estreia no Teatro Steppenwolf, em Chicago, no ano de 2017.

ENTENDA O CASO

A saída de Hammer vem cercada por denúncias de canibalismo e abuso sexual e chega menos de duas semanas depois da mais recente acusação feita ao ator. Ainda segundo a EW, uma mulher teria acusado o popular astro de ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘ por “estupro e outros atos de violência” em 2017.

Durante uma coletiva de imprensa virtual, a mulher identificada como Effie alegou que o ator teria abusado dela “mental, emocional e sexualmente” durante quatro anos, em um relacionamento cheio de idas e vindas.

Em meio às acusações, o Departamento de Polícia de Los Angeles confirmou a abertura de uma investigação em fevereiro deste ano.

Lembrando que recentemente a Variety informou que o assessor pessoal de Hammer também o descartou como cliente. Hammer também deixou o elenco da série original da Paramount+, ‘The Offer‘.

Com toda a polêmica, o ator foi “forçado a renunciar” de todos os seus próximos projetos. O ator também saiu de ‘Gaslit‘, uma nova série do criador de ‘Mr. Robot‘, Sam Esmail.

Desde que essas supostas mensagens apareceram online, várias mulheres apresentaram histórias semelhantes.

Em sua primeira declaração pública após os eventos, o ator disse:

“Não irei responder sobre essas alegações idiotas, mas, em virtude de ataques espúrios e perversos online contra mim, não posso, em sã consciência, deixar meus filhos por quatro meses para rodar um filme na República Dominicana. A Lionsgate está me apoiando e estou grato por isso”, ele disse.

Um porta-voz do longa-metragem comentou que: “Dada a data de início iminente das filmagens, Armie pediu para se afastar do filme e nós o apoiamos em sua decisão.”

As mensagens sexuais do ator vazaram por uma conta anônima de mídia social sob o nome de House of Effie. As mensagens, supostamente de Hammer, detalhavam fantasias sexuais perturbadoras.

Por meio de uma conta fechada do Instagram, intitulada @houseofeffie, a suposta vítima tem compartilhado supostos prints de conversas particulares com o astro de ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘ e recentemente publicou duas imagens que visam corroborar a veracidade das alegações.

Segundo o portal Daily Mail, as conversas datam de 2016, mas ambos chegaram a trocar novas mensagens ainda em fevereiro de 2020, período em que Hammer estava casado com a atriz Elizabeth Chambers.

Nas mais recentes imagens compartilhadas, Hammer assume um suposto comportamento doentio, manipulador e possessivo, expressando claramente o seu desejo de transformar a suposta vítima em sua “escrava” e propriedade.

Nas possíveis conversas – cuja veracidade ainda não foi comprovada -, o popular astro de Hollywood pontua seu desejo de mutilar a mulher, revelando querer tirar um de seus dedos do pé para manter um pedaço seu em sua “posse”.

Em alguns dos trechos das mensagens, Hammer teria dito:

“Você só vive para obedecer. Eu vou possuir você. Essa é minha alma. Meu espírito. Meu corpo. Você virá e será minha propriedade até morrer?. Se eu quisesse cortar um de seus dedos do pé e mantê-lo comigo no bolso para que sempre tivesse um pedaço seu em minha posse?”

Confira a imagem:

Em outros trechos chocantes da conversa, Hammer – supostamente embriagado -, se intitula “mestre” da possível vítima, detalhando a forma como gostaria de se relacionar com ela, tratando-a como sua “escrava”:

“Mas eu quero conversar … Eu sinto que da mesma forma que você está de um lado do espectro escrava, eu estou do outro lado do espectro mestre e não consigo imaginar ter outra escrava”, escreveu ele. “Eu nem quero uma. Eu nunca sentiria algo tão forte. Muito bêbado e honesto. Você é minha e eu sou seu. Não importa o que aconteça. E nós testamos isso ao extremo. Seu mestre”, disse Armie.

Confira a imagem:

Ao longo das conversas apresentadas pela internauta, é possível também identificar uma relação extraconjugal entre ela e o ator, que compartilha alguns detalhes da sua rotina com sua filha Harper, que é citada diversas vezes em trechos de um bate papo privado. Frequentemente mencionando os passeios que faria com a pequena garota, teoricamente essa seria uma tática para acobertar os encontros com a suposta vítima.

Confira mais alguns fragmentos de sua fala, e as respectivas imagens:

“Eu não preciso disso agora. Eu preciso comer seu corpo inteiro. Eu preciso tocar cada parte de você por dentro e por fora. É isso aí. Os brinquedos são todos muito bons … mas eu quero consumir cada parte de você. Eu quero arrancar pedaços de você”, escreveu ele. Effie então questionou se Armie estaria bêbado e o ator confirmou que sim.

“Harper não está dormindo, então vai ser uma caminhada torturante em silêncio por um tempo haha”, escreveu o ator. “Quase lá. Estou arrepiado”. Quando questionado pela suposta vítima a qual lugar se referia, Hammer afirmou estar próximo à sua residência.

Em outro suposto print feito pela internauta, o astro comenta sobre a discrição da ex-parceria, pedindo para que ela não use elementos que pudessem gerar suspeitas a respeito do relacionamento extraconjungal:

“Você não está usando perfume ou brilho labial, está?”, questionou Hammer. A vítima respondeu que estava muito cansada para se encontrar com ele: “Então vamos esperar até amanhã. Estou tão exausta que sou assexuada agora”, afirmou ela. Rindo, Armie Hammer insistiu na conversa: “Eu quero te ver!! Mesmo que apenas por um segundo?? Se eu caminhar com ela (Harper), ligo para você… Se você estiver dormindo, durma e vejo você de manhã”.

Foto comprometedora

A suposta vítima ainda compartilhou um outro trecho de conversa, que fora acompanhado por uma comprometedora imagem do ator, que teoricamente estaria simulando um enforcamento, com uma de suas mãos em seu próprio pescoço.

No trecho da conversa em questão, Armie Hammer comenta:

“Eu literalmente mandei Harper descer sozinha, e me sentei assim que começamos a falar sobre minhas mãos em sua pequena garganta”.

Confira a imagem da conversa, seguida pela foto:

A suposta vítima também compartilhou outra foto particular enviada pelo ator, que traz o braço de Hammer envolvendo a pequena Harper, que está dormindo:

Teorias da conspiração e rede de tráfico sexual infantil; Por que ‘Sound of Freedom’ é o filme mais POLÊMICO de 2023

Silenciosamente e com o apoio de um financiamento coletivo, Sound of Freedom chegou a 2.852 salas de cinema dos Estados Unidos em meio ao quente verão do hemisfério norte. Disputando a atenção do público ao lado de blockbusters como Flash e Indiana Jones, o longa trazia à luz do projetor um dos assuntos mais controversos e evitados por Hollywood: O tráfico sexual de crianças.

Faturando mais de US$19 milhões em seu fim de semana de abertura, desbancando Indiana Jones e o Chamado do Destino da liderança no feriado de quatro de julho, o longa se tornou um sucesso instantâneo, mesmo sem qualquer investimento de marketing. Com um orçamento de US$14 milhões e pronto desde 2018, Sound of Freedom (dirigido por Alejandro Monteverde) pelejou para chegar às telonas e hoje colhe os frutos de seu trabalho, surpreendendo e encantando a muitos, enquanto indigna tantos outros.

E após décadas operando distante dos holofotes da grande mídia, o ex-agente da CIA e de Homeland, Tim Ballard, se tornou um dos assuntos mais comentados dentro e fora de seu país, com uma de suas missões de resgate sendo o foco da trama, que traz Jim Caviezel (A Paixão de Cristo) como o protagonista.

E sob o escrutínio de uma imprensa tendenciosa que tenta politizar e diminuir um trabalho fundamental que nada tem a ver com direita ou esquerda, Sound of Freedom surge como um unicórnio em uma indústria cinematográfica cansada – que salvo exceções -, tem pelejado para emplacar grandes sucessos de bilheteria, ainda que se apoie em reboots, remakes, adaptações de quadrinhos e sequências de grandes marcas.

Mas porque o filme foi engavetado?

Originalmente, a 20th Century Fox seria a responsável pela distribuição do longa, que tinha lançamento pré-agendado para 2019, mesmo ano em que a Disney Company posteriormente oficializaria a aquisição da empresa.

Com a compra do estúdio, os executivos da Casa do Mickey decidiram avaliar todos os projetos já engatilhados, finalizados e com lançamentos programados, a fim de filtrar quais produções seriam viáveis para chegar ao público. Nesse processo, Sound of Freedom e outros longas foram descartados. Especula-se que a delicada temática de tráfico de crianças tenha afugentado a Disney, que não queria ter seu nome associado ao assunto.

Sem o apoio da Disney, os produtores foram atrás de outros estúdios. Após anos de rejeição, a pequena produtora Angel Studios decide comprar os direitos de distribuição em 2023, realizando um crowdfunding para arcar com os custos de lançamento. Com a ajuda de sete mil apoiadores, a empresa conseguiu levantar US$ 5 milhões.

Mas e aí, quem é Tim Ballard?

Formado em Política Internacional e fluente em espanhol, Ballard iniciou sua carreira como agente federal na tragédia do 11 de Setembro, no Centro de Operações da CIA, período em que também estudou terrorismo e armas de destruição em massa. Ele atuou como agente especial e infiltrado no Department of Homeland Security (Departamento de Segurança Nacional) operando na fronteira, rastreando traficantes de crianças e pessoas que exploravam menores de idade através da produção de material pornográfico.

Em 2006, com algumas mudanças na lei dos Estados Unidos, os agentes foram autorizados a cruzar as fronteiras para resgatar crianças que estavam sendo vítimas de abusadores americanos, ainda que os crimes não acontecessem em território nacional. Isso permitiu que Tim realizasse operações de resgate in loco, ajudando a combater o tráfico sexual de menores em uma escala mais ampla e eficaz. Anos depois, ele deixaria o serviço secreto para expandir seu trabalho em uma escala global.

E em uma entrevista recente ao psicólogo Jordan Peterson, Ballard revelou como se deu sua saída de Homeland e o que o motivou a expandir seu trabalho contra o tráfico sexual de crianças:

“Eu estava ficando atormentado, porque se eu não conseguisse achar alguma conexão com os Estados Unidos, se o caso não envolvesse uma criança americana ou um pedófilo americano, eu teria que voltar para casa. Mas a questão é que eu já havia sido exposto àquelas crianças, já havia sido exposto ao problema e isso sempre me deixava em conflito. E então, em 2012, eu me cansei de um caso específico e acabei indo mais longe do que deveria. […] Foi aí que tive uma conversa drástica com a minha esposa e disse: ‘se eu ficar aqui e completar essa operação, com ou sem meu distintivo – isso já não importava naquele momento -, eu vou conseguir fazer o trabalho e salvar crianças. Mas eu perderei meu emprego e temos seis filhos’. Isso foi um dilema moral que jamais vivi na vida”.

Com o apoio de sua esposa, Tim deixou o Departamento de Segurança Nacional e criou a Operation Underground Railroad, que trabalha em parceria com autoridades locais e realiza operações de resgate ao redor do mundo. Desde sua fundação, mais de 4.000 missões foram realizadas, resultando em mais de 6.500 prisões e 6.000 pessoas resgatadas.

Tim conspiracionista e as teorias preguiçosas

2022-06-08 18:35:52 AMSTERDAM – Tim Ballard (Founder Operation Underground Railroad) during the press conference about the arrest of Nelson M. M. from Lelystad was a member of the banned pedophile association Martijn and was previously arrested in Mexico City. ANP ROBIN VAN LONKHUIJSEN netherlands out – belgium out (Photo by ROBIN VAN LONKHUIJSEN / ANP MAG / ANP via AFP)

Ao falar abertamente sobre a existência de uma extensa rede de tráfico sexual infantil, Tim Ballard foi rapidamente taxado como conspiracionista, sob alegações de que embora o crime exista, ele não teria uma dimensão tão grande. Sem qualquer tipo de comprovação e escorada em suposições políticas preguiçosas e porcamente checadas, as acusações não provadas tentam desmerecer o trabalho do ex-agente, à medida em que busca descredibilizar o longa. Para rebater as alegações, ele afirma que sua equipe registra todas as operações de resgate em vídeo. As missões também são abertas para jornalistas que queiram acompanhar de perto e fazer coberturas completas dos casos, segundo o próprio Ballard.

Vale lembrar que, de acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), estima-se que a exploração sexual ligada ao tráfico de pessoas movimente cerca de US$32 bilhões, sendo a terceira atividade ilícita mais rentável do mundo. A prática ainda aparece no ranking de negócios ilícitos que mais se expandiram no século 21, ficando atrás apenas do tráfico de drogas e de armas.

Mas a pergunta que não quer calar: Seria Tim um adepto da teoria extremista QAnon?

Segundo o Wikipedia, “a teoria alega haver uma cabala secreta, formada por adoradores de Satanás, pedófilos e canibais, que dirige uma rede global de tráfico sexual infantil e que esteve conspirando contra o ex-presidente Donald Trump e os seus apoiadores, durante o seu mandato. A conspiração teria sido engendrada com base num plano secreto do denominado Estado Profundo”. Supostamente, os membros da QAnon seriam adeptos ao consumo do sangue de crianças, como uma fonte da juventude.

Ao ser questionado a respeito do assunto pelo psicólogo Jordan Peterson, Ballard foi categórico ao negar qualquer envolvimento:

“Há anos nós temos condenado a maioria do que vemos ser teorias da conspiração. Eles gostam de me vincular ao movimento QAnon. Talvez haja alguma verdade lá, mas há muitas mentiras em cima disso. Então o nosso ‘perguntas frequentes’ refutam isso imediatamente, pois é uma tentativa de descreditar o movimento. Eu vou ainda mais longe e acho que algumas pessoas não querem que isso [tráfico sexual infantil] seja de conhecimento público e são responsáveis por algumas das teorias da conspiração para descreditar o movimento. E eles vão longe demais”.

Ao ser abordado sobre a famigerada teoria de que celebridades bebem sangue de crianças como fonte da juventude, Tim desmistificou o assunto e condenou a conexão ao grupo QAnon:

“Existe algo chamado adrenochrome, em que eles tomam sangue de crianças. Eu já expliquei minha experiência com isso no oeste da África e vimos isso em diversas partes do continente africano e é bem real. Nessa doutrina bruxa, eles sequestram essas crianças, tiram seus órgãos, seu sangue e o bebem. Eles tiram as genitálias das crianças e penduram no topo de seus comércios, achando que os deuses das sombras os abençoarão. Essas coisas são reais. Mas quando digo isso, eles conectam a algo que alguém do QAnon falou a respeito de alguma celebridade estar fazendo isso também, mas não há evidência para atestar isso. Eles fazem uma falsa conexão conosco”.

Sucesso de bilheteria…com números inflados?

O estrondoso sucesso de Sound of Freedom se tornou alvo das mais diversas especulações, com alegações de que os números de bilheteria seriam inflados.

Mas de acordo com o Box Office Mojo, O thriller criminal ultrapassou a marca de US$ 124 milhões apenas no mercado doméstico, em apenas 20 dias e duas semanas de exibição nos cinemas americanos. A conquista se torna ainda mais grandiosa, ao considerarmos que o filme está disponível em apenas 3.285 salas.

Um dos aspectos que, certamente, também ajudou a impulsionar a ida do público aos cinemas é a mensagem especial deixada por Jim Caviezel, como uma espécie de cena pós-créditos. No vídeo, o ator e intérprete de Tim Ballard convida a audiência a propagar o filme para mais pessoas, afirmando que as crianças da história são os verdadeiros herois e que o elenco e a equipe de apoio acreditavam tanto no filme, que eles enfrentaram diversas barreiras para chegar aos cinemas.

Ao final do vídeo, Caviezel pediu aos espectadores que pegassem seus celulares e acessassem o site na tela para comprar ingressos para outras pessoas, afirmando que as restrições financeiras não deveriam limitar as pessoas de assistirem ao filme. Essa tática de marketing altamente arriscada, em combinação com diversas aparições de Jim e Tim, fizeram efeito: depois de quase três semanas nos cinemas, Sound of Freedom se tornou o primeiro filme independente a ultrapassar a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias na era pós-pandemia, de acordo com a revista Variety.

Lembrando que Sound of Freedom ainda não possui data de estreia para o Brasil.

MyFrenchFilmFestival 2024 | Descubra o Atual Cinema Francês no festival 100% Online e Gratuito

Quantos filmes franceses atuais você viu no último ano? Desde sexta-feira, 19 de janeiro, você pode aumentar o seu conhecimento sobre o cinema francófono contemporâneo, na   14ª edição do MyFrenchFilmFestival. De forma 100% online e gratuita, o evento tem como objetivo democratizar e popularizar a atual produção francesa no exterior. 

A programação apresenta títulos inéditos e premiados da atual produção francofônica em 11 longas-metragens e 15 curtas-metragem, durante um mês, ou seja, até o dia 19 de fevereiro. Lembre-se que o filme francês ganhador da Palma de Ouro Anatomia de Uma Queda, de Justine Triet, tem dado o que falar na temporada de premiações e deve estar entre os indicados ao Oscar 2024, anunciados na próxima terça, dia 23 de janeiro. Ele estreia nos cinemas brasileiros no próximo dia 25 de janeiro. 

Para se ter uma ideia, no ano passado a consumação de filmes franceses caiu 39%, no Brasil, de acordo com pesquisa divulgada pelo Box Office França. O único título a passar a marca considerável de centenas de milhares de espectadores foi Os Três Mosqueteiros: D’artagnan, de Martin Bourboulon. Será que não é hora de darmos mais uma chance para o cinema francês? 

Conheça os títulos disponíveis direto no site MyFrenchFilmFestival (clique aqui e basta criar um login) ou nas plataformas parceiras, como a MUBI, Prime Video e Dailymotion. Neste ano, o júri internacional conta com a diretora ítalo-brasileira Lillah Halla (Levante) e, no júri da imprensa internacional, a jornalista Letícia Alassë, do site CinePOP, responsáveis por eleger o melhor longa-metragem da competição. 

Os espectadores também podem votar nos seus filmes preferidos e conceder o prêmio do público. Todos os títulos possuem legendas em português. Conheça a programação abaixo: 

Longa-Metragens em competição: 

Polaris, de Ainara Vera
Neste documentário, a capitã de navios no Ártico, Hayat navega para longe dos homens e do seu passado na França. Quando Leila, a sua jovem irmã, dá à luz a uma menina, as vidas delas serão afetadas. Guiadas pela estrela polar, elas tentarão superar o pesado destino familiar que as une.

Só ao Meu Desejo

Só ao Meu Desejo, de Lucie Borleteau
Você nunca entrou em uma boate de striptease? Mas já teve vontade… pelo menos uma vez… só não teve coragem. Este filme conta a história de quem teve. Livre e hedonista, Só ao Meu Desejo acompanha uma jovem mulher em seu despertar para seu corpo e suas emoções. Uma odisseia feminista no mundo do striptease, conduzida pelas brilhantes atrizes Zita Hanrot (da série Amor Ocasional) e Louise Chevillotte (Benedetta).

Super-Bêbados, de Bastien Milheau
Janus é um jovem estudante do ensino médio que sonha em deixar sua terra natal devastada pelo isolamento e pelo alcoolismo. Seu cotidiano muda quando ele descobre uma destilaria artesanal escondida na adega de seu avô. Se você gostou de Superbad – É hoje (2007), de Greg Mottola, esta seria sua versão do interior da França.

Super-Bêbados

Cão Danado, de Jean-Baptiste Durand
Dog e Mirales são amigos de infância. Vivem em uma pequena localidade no sul da França e passam grande parte do dia perambulando nas ruas. Para enganar o tempo, Mirales tem como hábito provocar Dog por demais. A amizade deles ficará abalada com a chegada naquele lugar da jovem Elsa com quem Dog viverá uma história de amor. Morto de inveja, Mirales precisará esquecer o passado para poder crescer e achar o seu lugar.

O Perfume Verde, de Nicolas Pariser
Em plena representação, um ator da companhia de teatro Comédie-Française é assassinado por envenenamento. Martin (Vincent Lacoste), que também faz parte do grupo teatral, é testemunha do assassinato e será considerado suspeito pela polícia e perseguido pela misteriosa organização que encomendou o assassinato. Com a ajuda de Claire (Sandrine Kiberlain), uma desenhista de quadrinhos, ele tenta esclarecer o mistério através de uma viagem bem movimentada pela Europa.

Fifi

Fifi, de Jeanne Aslan e Paul Saintillan
Em Nancy, na região leste da França, no começo do verão… Sophie, ou Fifi, de 15 anos, vive em uma modesta unidade habitacional em meio a um ambiente familiar caótico. Ao cruzar por acaso com Jade, uma velha amiga, que está saindo de férias, Fifi pega escondido as chaves da bela casa da amiga localizada em pleno centro da cidade, que se esvaziou com a chegada do verão. Ao instalar-se, ela se depara com Stéphane, o irmão mais velho de Jade, de 23 anos, que volta para casa sem avisar. Ao invés de mandá-la embora, Stéphane abre as portas da casa para Fifi e deixa que ela venha ficar lá quando quiser…

A Fera na Selva, de Patric Chiha
Livremente inspirado no conto de Henry James, A fera na selva conta a história alucinante de um homem e uma mulher que, durante 25 anos, aguardam juntos em uma grande boate um misterioso evento. De 1979 a 2004, a história da música disco à música tecno, a história de um amor e a história de uma obsessão. 

O Paraíso

O Paraíso, de Zeno Graton
Joe com 17 anos está prestes a deixar um centro de detenção de menores infratores. Se a juíza autorizar a sua liberação, ele terá autonomia. Porém, a chegada de William, um novo menor, vai levá-lo a questionar o seu desejo de liberdade. Em seu primeiro longa, Zeno Graton explora a história de amor na prisão de dois jovens. Ao estabelecer a ternura como um território de liberdade, o filme transcende a questão da representação LGBTQ+.

Proibido para cães e italianos, de Alain Ughetto Paraíso
No início do século XX, a família Ughetto sonhava com uma vida melhor no exterior. Luigi Ughetto atravessa os Alpes e começa uma nova vida na França, mudando para sempre o destino de sua amada família. Esta é uma tocante animação com o poder de misturar uma séria narrativa documental a um tom leve e cômico.

Proibido Cães e Italianos

Fora de Competição

Jane B. pela Agnès V. (1988), de Agnés Varda
Filme selecionado em homenagem ao falecimento da modelo e atriz Jane Birkin em 16 de julho de 2023. Este documentário é uma montagem de filmes que revela Jane sob todas as suas formas, em todos os seus estados, durante várias estações, na sua singularidade bem como na multiplicidade de Janes… a Joana d’Arc, a Calamity Jane, a Jane do Tarzan e a Jane do Gainsbourg. É a mulher das imagens móveis. 

Rodeio, de Joëlle Desjardins Paquette
Primeiro longa-metragem da diretora quebequense Joëlle Desjardins Paquette. Após uma violenta separação, Serge Jr. leva a filha Lily de 9 anos para fazer uma viagem de caminhão pelo Canadá. Dirigem-se à Alberta e ao tradicional Rodeio do Melhor Caminhão Mundial de Badlands, uma corrida com a qual tanto ele quanto Lily sonhavam. Um road movie amargo e poético que aprofunda o mistério das relações entre pai e filha.

Jane B. pela Agnès V.

Curta-metragens (clique e assista): 

A Luta é um Fim, de Arthur Thomas-Pavlowsky 

A Vida no Canadá, de Frédéric Rosset 

Fairplay, de Zoel Aeschbacher 

As Férias de Verão, de Valentine Cadic 

Rápido, de Paul Rigoux 

Jeanne Perua, de Pauline Ouvrard 

Carvão, de David Arslanian

O Grande Arco, de Camille Authouart 

Carinhos, de Margot Reumont 

Galinhas Atômicas, de Thibault Ermeneux, Lucie Lyfoung, Solène Polet, Capucine Prat, Morgane Siriex & Anna Uglova 

Na Dança, de Ekaterina Mikheeva 

Meninas e Cães, de Sophie Fillières 

Dois Amigos, de Natalia Chernysheva 

Entre Duas Irmãs, de Anne-Sophie Gousset & Clément Céard 

Oásis, de Justine Martin

Feiticeira Escarlate é destaque de nova arte de ‘Vingadores: Guerra Infinita’

Um fã compartilhou no Reddit uma nova arte promocional de Vingadores: Guerra Infinita, que destaca a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen). Confira:

Um fã da Marvel também criou cartazes sensacionais para ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ e publicou em seu Instagram. Confira:

Sucesso! Trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ se torna o mais assistido da história 

Vingadores: Guerra Infinita chega aos cinemas em 26 de abril.

Marvel Studios confirma SEIS novos filmes entre 2021 e 2022; Vem ver!

‘The Witcher’: Henry Cavill quer viver o protagonista da série da Netflix

A série de TV baseada no popular game, ‘The Witcher‘, está avançando a passos largos e de acordo com a showrunner da produção, Lauren Schmidt Hissrich, partes do roteiro da produção devem circular pela internet em breve, em virtude do início da escalação dos atores.

Com o início da produção, alguns nomes estão interessados em participar da série, como o astro Henry Cavill (‘Missão: Impossível 6’), que disse ao IGN ser grande fã dos games e que adoraria viver o protagonista Geralt de Rivia no projeto.

“Meu favorito é ‘The Witcher 3’. Voltei a jogá-lo até ao fim. Adoro esse jogo. Absolutamente. Sim, seria um papel espantoso”

Vocês acham que o ator ficaria bem no papel?

Por meio de sua conta oficial do Twitter, a criadora compartilhou uma página do roteiro, conferindo detalhes da escolha do elenco para os seus seguidores. Além disso, ela explicou como todo o processo de seleção será conduzido – salientando que atores estrangeiros também serão escolhidos.

Confira:

“É noite de sexta-feira em Los Angeles e tivemos uma semana seriamente ótima para The Witcher.

Então, vamos falar sobre o elenco. Sim, eu disse a palavra mágica! A escalação começará em breve e não, não posso te dizer quais são nossas principais opções, então não pergunte. Mas tem algo muito importante que você precisa saber”.

 


“Normalmente, quando você vai escolher o elenco de um programa, o diretor de escalação traz cenas específicas para o personagem, oriundas do roteiro do episódio piloto, para os testes de audição. No entanto, como estamos fazendo escolhas internacionais (o que significa muitos e-mails e fitas) e porque nós sabemos que a internet não mantém segredos…”


“…A equipe de roteiro decidiu criar cenas inteiramente novas para os nossos personagens principais. Elas foram escritas para ilustrar o tom preciso, a vibe, a profundidade e a ressonância emocional que precisamos de Geralt e seus amigos… e voila! Os roteiros são livres de spoiler para nós e vocês. O que significa…”

 


“….que se você começar a ver cenas de Witcher flutando pela internet nas próximas semanas, sim, elas provavelmente são reais! Mas não, elas não entregarão nada a respeito da história que estamos contando ou da forma como estamos fazendo isso. Você está seguro. Por hora”.
Na trama, o bruxo Geralt, um mutante caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam com frequência serem mais perversas que os demônios.

A produção executiva é de Sean Daniel (A Múmia) e Jason Brown (The Expanse), com a produtora de efeitos especiais polonesa Platige Image, comandada por Tomek Baginski, que dirigirá pelo menos um episódio de cada temporada.

The Witcher’ já virou livro e série de TV, mas só ganhou fama internacional após o lançamento do game, em 2007.

Ainda não há previsão de estreia para a série da Netflix.

Crítica | ‘Drácula: A Última Viagem do Deméter’ cansa e não inova em filme FRUSTRANTE

Considerado o vampiro mais famoso da história, o Conde Drácula, criado há 126 anos, já foi retratado, seja com fidelidade ou por meio de paródias, de todas as formas possíveis nas telonas. Despertando medo ou se vendendo como uma figura carismática, o personagem já aprontou com as mais diversas vítimas, e agora vai aterrorizar a tripulação de um navio mercante indo da Bulgária para a Inglaterra, em 1897.

A história do filme é a adaptação de um capítulo do Drácula de Bram Stoker, que conta como o vampirão saiu da Bulgária para Londres nos porões do Deméter, um navio mercante cuja tripulação achou que estava fazendo um baita negócio ao topar transportar 50 caixas de madeira para a Inglaterra. Afinal, eles estavam pagando um valor muito acima do normal para uma viagem de aproximadamente um mês, com direito a bônus se os caixotes fossem entregues no prazo.

O que eles não esperavam, porém, é que um endiabrado vampiro estaria repousando sob a terra da Transilvânia depositada no interior de uma dessas caixas. Agora, em alto-mar, Drácula desperta e vai atrás dos membros da tripulação. Um por um.

Apesar de ser contado pelo diário de bordo do falecido capitão do navio, o longa é conduzido sob a ótica de Clemens (Corey Hawkings), um médico que embarca de última hora no buffet marítimo do Conde Drácula. Ele é apresentado como um rapaz cético que, tal qual todo jovem recém-formado na faculdade, sofre para encontrar um emprego. Porém, isso só é abordado no final, quando acontece um discurso sobre o preconceito sofrido por ser um médico negro. É um ponto abordado de forma bem superficial, praticamente como todo o resto do filme. Ele tem um grande potencial para explorar personagens, cenários e criar situações para o terror, mas se prende a uma fórmula que já cansa na segunda morte.

Por meio das impressões de Clemens, que é um típico cara legal que entrou de gaiato no navio, o público conhece um pouco mais do perfil dos marinheiros do Deméter. E o que poderia ser uma ferramenta interessante para humanizar esses personagens, fazendo com que o espectador venha a sentir suas vindouras mortes, acaba sendo um tiro no pé, porque o médico os enxerga como uns mocorongos, ao melhor estilo “marinheiro estereotipado”. Eles só querem saber dos prazeres do dinheiro, para gastar tudo em barbeiros, bebidas e bordéis. E cá entre nós, depois de passar um mês em alto-mar sem tomar banho, racionando comida e matando rato pra se divertir, poder curtir um pouco da vida mundana é um desejo completamente justificável e até mesmo humano desses navegadores. Por isso que o filme se perde. As vítimas do Drácula não são carismáticas, mas também não são detestáveis. E num filme de terror, é fundamental você criar algum tipo de sentimento pelas futuras vítimas, nem que seja ódio para conseguir torcer por sua morte o quanto antes.

No filme, os únicos personagens que ganham algum tipo de desenvolvimento são o próprio Clemens, o Capitão do Navio e o pequeno Toby, que é justamente aquele que mais se aproxima e chega a desenvolver uma amizade com o protagonista. A forasteira Anna também ganha um certo destaque, mas nada que se mostre realmente interessante. É complicado porque o anúncio de um filme do Drácula atacante gente no meio do oceano deixou muitos animados, justamente pelas possibilidades de criar um terror embalsamado pela tensão e claustrofobia de não ter para onde ir, restando apenas lutar ou aceitar a morte como seu destino. Há de se convir que é uma ideia promissora, principalmente pensando na linguagem cinematográfica, mas faltou criatividade e até mesmo vontade da direção de brincar com as estruturas do navio e explorar suas possibilidades.

É completamente frustrante constatar que 80% das mortes do filme acontecem no deck do navio. E como o Drácula só se manifesta na parte da noite, a própria direção praticamente ignora os períodos diurnos, mostrando esse período quase como um fardo narrativo. Os personagens discutem sobre o monstro à noite, eles fazem seus planos à noite, eles procuram a criatura só depois que o sol se põe. Pelo amor de Deus, tudo bem que a escolaridade era baixa na época, mas até nesse contexto fica difícil de comprar a ideia de uma série de mortes misteriosas acontecerem à noite e os consagrados acharem que é coincidência. E o pior é que a direção poderia até mesmo preencher esses períodos diurnos com diálogos que realmente desenvolvessem os personagens ou criando situações que trouxessem o mínimo de empatia do público para com eles. Só que o roteiro se preocupa mesmo em se livrar ao máximo das 12h diárias de sol.

Essa falta de tato com os personagens e de criatividade em lidar com as possibilidades do terror em um ambiente fechado, sem escapatória para as vítimas, piora quando acontecem as poucas sequências realmente boas do filme, porque explicita que toda a construção do terror poderia ser boa. Faltou inspiração, mas há, sim, momentos em que o longa não se apoia apenas em cenas silenciosas seguidas de uma aparição repentina acompanhada de um barulho ou trilha no volume máximo (como acontece na maior parte do tempo). São poucos, mas estão lá.

Então fica o questionamento: Se o diretor André Øvredal sabe construir boas cenas de tensão, por que se contentou em preencher a maior parte do filme com os “sustos” mais genéricos possíveis? Poxa, é o Drácula, o vilão da ficção que, segundo o Guinness Book, é o mais vezes retratado na mídia, sabe? Se você não fizer um trabalho com personalidade, sua obra será completamente engolida pelas outras tantas que já foram feitas. E é justamente isso que acontece aqui. O filme é construído de forma completamente esquecível. Desperdiçar um personagem tão icônico quanto o Conde Drácula em uma obra que será esquecida imediatamente após as intermináveis 2h (que parecem 3h) de filme é muito complicado.

Entretanto, para não dizer que o filme é uma série de decepções, a estética suja e fria é interessante, com um trabalho bem competente de reconstrução histórica, principalmente no porto da Bulgária. Só que, ainda nessa questão estética, durante o anúncio do filme foi prometido um verdadeiro banho de sangue. Quem for nessa expectativa vai, novamente, se frustrar. As lesões causadas pelo vampiro são bem padrões e não tem um momento que realmente choque pelo grafismo.

Já o próprio Drácula, a grande estrela da produção, foi criado numa mistura de efeitos práticos com CGI. Sim, o ator Javier Botet entrou num traje de borracha e usou quilos de maquiagem para interpretar um Drácula com jeitão de Nosferatu e teve suas expressões finalizadas com a computação gráfica. O problema é que o resultado final ficou mais próximo de um bonecão de CGI do que um ator fantasiado. Complicado.

Drácula: A Última Viagem do Deméter é uma empreitada com potencial que termina como uma experiência cansativa, repetitiva e frustrante. O final dá a entender que o longa foi feito pensando em iniciar uma franquia. No entanto, no que depender desse filme, parece pouco provável que essa saga vá para frente.

Drácula: A Última Viagem do Deméter chega aos cinemas em 24 de agosto de 2023.

Crítica | A Primeira Comunhão – TERROR Espanhol Tem Boa Premissa, Mas Perde Seu Foco…

Não é de hoje que o universo da religião católica tem originado filmes do gênero do terror. Quase sempre situado em produções de exorcismo e possessão demoníaca, vez ou outra um estúdio busca dar uma variada e utilizar outros elementos dessa religião – o que, claro, pode acabar chateando os mais devotos. Para quem anda buscando alguma novidade neste universo temático, o filme ‘A Primeira Comunhão’, cujo título se auto explica, chega a partir desta semana nas salas de exibição brasileiras.

No ano de 1987 a família de Sara (Carla Campra) se mudou para o interior da Espanha, em uma cidade pequena onde todo mundo sabe e se mete na vida uns dos outros. Quando Sara e sua família estão acompanhando a primeira comunhão da caçula, Judit (Olimpia Roch), uma mulher desesperada procurando por uma criança de nome Marisol (Sara Roch) aparece, causando um climão. Nessa mesma noite Sara vai para a balada com sua amiga Rebe (Aina Quiñones), que, além de traficar drogas escondida, também é a única na cidade com intenção de sair dali. Numa tentativa de esquecer toda essa pressão de cidade pequena Sara vai nessa festa com o intuito de espairecer sua preocupação, porém, no caminho de volta, quando pegam carona com Pedro (Marc Soler) e Chivo (Carlos Oviedo) Sara acaba vendo um vulto atravessar na frente do carro, mas, ao chegar no local, apenas encontra uma boneca. Decidida a retornar a boneca à sua verdadeira dona, Sara começa investigar na cidade, sem saber que a boneca, em si, trazia uma grande maldição…

A Primeira Comunhão’ é um filme de uma hora e quarenta minutos de duração. Tendo isso em mente, é um pouco frustrante perceber que as primeiras quase meia hora de filme não fazem o enredo avançar muito na direção do terror: tirando a primeira cena, que ocorre de maneira apresentativa mas sem se aprofundar, o que acontece a seguir no roteiro de Guillem Clua, Alberto Marini e Victor Garcia é que a gente fica acompanhando o drama juvenil e os percalços da vida no interior, sem que isso necessariamente seja fundamental para a evolução da trama. Alguns elementos acabam entrando na história para ganhar muito destaque, mas no final das contas se tornam completamente irrelevantes, como a insistência do roteiro em dar foco no pai de Rebe, um alcoólatra abusivo, cuja característica não agrega em nada nem no terror nem na construção dessa personagem secundária.

Victor Garcia tem seu mérito por fazer o uso do sacramento da comunhão como mote para construção de seu filme de terror – o que, num universo de temáticas repetitivas, ganha uma estrelinha a mais. A questão é que ele pouco desenvolve com sua câmera, valendo-se dos jump scares, que nem sempre funcionam, mas nos quais o diretor confia bastante de que a posição de sua câmera irá favorecer o susto no espectador. No final das contas o filme foca no terror mas se desenvolve muito no melodrama, o que pode não agradar a todo mundo.

A Primeira Comunhão’ tem um monstrengo bem maquiado, interessante até. Um filme de terror cuja ideia original era promissora, mas cujo desenvolvimento focou no drama juvenil. Mas, pode acabar ganhando continuação…