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Nova adaptação de ‘Os Vampiros de Salem’ será ambientada nos anos 70

Segundo o Bloody Disgusting, a Warner Bros. anunciou que a nova adaptação de ‘Os Vampiros de Salem‘, baseada no romance homônimo de Stephen King, será ambientada durante os anos 70.

A nova versão se passará na mesma época do livro e da adaptação original ao invés de modernizar a trama para os dias atuais – como foi o caso da minissérie de 2004, estrelada pelo Rob Lowe.

Vale lembrar que o terror foi ADIADO em sete meses. Inicialmente previsto para setembro, o longa será lançado apenas no dia 21 de abril de 2023.

Anteriormente, o primeiro teaser da adaptação havia sido divulgado no CinemaCon. Confira a descrição completa abaixo (via SlashFilm):

“Um grupo de pessoas anda em uma área enevoada, em busca de alguma coisa – ou de alguém. ‘Você não acha que tem uma chance de ele estar por aí, em algum lugar?’, uma mulher pergunta. ‘Não se a história nos diz alguma coisa’, responde Matt Burke (Bill Camp).

Conforme o grupo percebe que a cidade se tornou alvo de mais de um desaparecimento misterioso, a câmera corta para um homem cavando uma cova no escuro. Logo depois, vemos cenas de Jerusalem’s Lot, uma cidade do Maine. Uma jovem criança com óculos anda no meio da rua, coberta em sangue. Um residente é atacado por trás por uma silhueta. E, por fim, vemos os vampiros.

Nós vemos um vampiro pegando fogo, um vampiro encarando um padre, um vampiro escondido em um espaço escuro, como um armário, vislumbres de Matt e da criança. A sequência mais indelével é a aparição assustadora de vários vampiros através de um enquadramento panorâmico. A câmera foca em um homem correndo pela rua, sozinho; logo depois, ela vai para o lado quando alguém chama seu nome. Quando volta, um enxame de vampiros aparece”.

Apesar de já ter sido adaptada duas vezes anteriormente, essa será a primeira vez que essa história de King será lançada nas telonas.

Gary Dauberman (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) será responsável pela direção e pelo roteiro. James Wan (‘Invocação do Mal’) servirá como produtor.

O elenco contará com Lewis Pullman, Makenzie Leigh, Alfre Woodard, Bill Camp, John Benjamin Hickey, Nicholas Crovetti, Jordan Preston Carter, William Sadler, Spencer Treat Clark, Cade Woodward, Debra Christofferson e Pilou Asbaek.

“Assombrado por um incidente de sua infância, o autor Ben Mears retorna à cidade natal de Jerusalem’s Lot para buscar inspiração para seu próximo livro, apenas para descobrir que a cidade está sendo presa de um vampiro sedento por sangue.”

A obra foi adaptada pela primeira vez em 1979, dirigida por Tobe Hooper (‘O Massacre da Serra Elétrica’). Décadas mais tarde, em 2004, ganhou uma nova adaptação na forma de uma minissérie feita direto para televisão.

Saiba quando o trailer de ‘Sobrenatural 5’ será lançado!

Sony Pictures finalmente confirmou quando o primeiro trailer da sequência ‘Sobrenatural 5: A Porta Vermelha‘ (Insidious: The Red Door) será lançado.

O vídeo está programado para estrear no dia 19 de abril, às 11 horas.

Ao contrário dos capítulos anteriores, ‘Sobrenatural 5‘ não será uma pré-sequência. A trama se passará 10 anos após os eventos do segundo filme, e voltará a seguir a família Lambert.

Patrick Wilson, Ty Simpkins e Rose Byrne já tiveram seus retornos confirmados.

Na trama…

“Josh Lambert (Wilson) viaja para o leste para deixar o seu filho Dalton (Simpkins) na faculdade. No entanto, o sonho de Dalton se torna um pesadelo quando os demônios reprimidos do seu passado retornam para assombrá-lo.”

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 6 de julho de 2023.

O elenco ainda conta com Sinclair DanielPeter Dager Hiam Abbass.

Wilson comanda o projeto.

“Estou honrado e emocionado por estar no comando de ‘Sobrenatural 5’, que proporcionará uma chance incrível de desvendar tudo o que os Lamberts passaram há uma década, bem como lidar com as consequências de suas escolhas,” compartilhou Wilson em uma declaração. “Dirigir o filme é tanto profissionalmente quanto pessoalmente um momento de círculo completo para mim, e sou extremamente grato por ter sido confiado em continuar a contar essa história assustadora.” 

O quarto filme da franquia foi ‘Sobrenatural: A Última Chave‘ – que arrecadou mais de US$ 167 milhões mundialmente à partir de um orçamento de US$ 10 milhões, tornando-se a maior bilheteria da franquia.

Simu Liu estrelará novo thriller tecnológico produzido por James Wan

De acordo com o Deadline, Simu Liu (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis) estrelará a nova série de suspense tecnológico produzida por James Wan (‘Invocação do Mal’), ainda sem título.

A série será lançada pelo Peacock, que já deu sinal verde para o desenvolvimento de quatro novos projetos da Universal Studio Group.

Thomas Brandon (‘Legacies’) assinará o roteiro da série, além de servir como criador e produtor executivo.

Na trama…

“Cinco minutos no futuro, Alexander Hale (Liu), analista de inteligência americano de primeira geração, percebe que seu cérebro foi hackeado, dando aos perpetradores acesso a tudo o que ele vê e ouve. Preso entre sua agência obscura e hackers desconhecidos, ele deve manter uma atuação 24 horas por dia, 7 dias por semana, para descobrir quem é o responsável e provar onde está sua lealdade.”

Michael Clear (‘M3GAN’) e Rob Hackett (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) também servirão como produtores.

Danielle Bozzone supervisionará o projeto através da Atomic Monster.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Lilo & Stitch

(Lilo & Stitch)

 

Elenco:

Maia Kealoha
Kahiau Machado
Billy Magnussen

 

Direção: Dean Fleischer Camp

Gênero: Aventura

Duração: 108 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ 150 milhões

Estreia: 22 de Maio de 2025

Sinopse: 

Em LILO & STITCH, Lilo é uma garota que adora cuidar de animais menos favorecidos. Ela tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.

Crítica | ‘Lilo & Stitch’ é um dos MELHORES remakes em live-action da Disney

Curiosidades: 

» O longa é um live-action da animação homônima de 2002;

» Chris Kekaniokalani Bright e Mike Van Waes assinam o roteiro da nova versão;

» Com 87% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a animação original arrecadou US$ 273.1 milhões nas bilheterias mundiais;

Trailer:

Cartazes: 

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lilo e stitch

 

Fotos: 

Stitch sorrindo e brincando com água.
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‘Superman’ ultrapassa US$ 550 milhões e se torna o MAIOR filme de super-herói do ano

Sucesso! ‘Superman‘ conseguiu ultrapassar US$ 550 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se o primeiro filme da DC a superar a marca em mais de três anos.

Além disso, o longa desbancou a bilheteria total de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (US$415.1M), tornando-se a maior arrecadação para um filme de super-herói do ano.

Nos EUA, a produção arrecadou US$ 316.2 milhões – ultrapassando o total doméstico de ‘O Homem de Aço‘ (US$291M) e ‘Superman: O Retorno‘ (US$200M).

Internacionalmente, acrescenta US$ 235 milhões através de 78 mercados – totalizando uma arrecadação global de US$ 551.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$28.7M), México (US$20.9M), Austrália (US$13.4M), França (US$9.6M) e Espanha (US$7.9M).

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 122 milhões nos EUA – o que representa a terceira maior abertura doméstica do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘ (US$162M) e ‘Lilo & Stitch‘ (US$146M).

Para termos de comparação, esta é a segunda maior estreia para um filme do Homem de Aço no território norte-americano, atrás apenas de ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (US$166M). Os números também representam a segunda maior estreia da carreira de James Gunn, atrás apenas de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ (US$146.5M).

Com 82% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa conquistou uma nota A- do público no CinemaScore. Enquanto esta é a mesma média alcançada por ‘O Homem de Aço‘, a aprovação dos espectadores ficou acima de ‘Superman: O Retorno‘ (B+).

Superman’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

A Fúria

(A Fúria)

 

Elenco:

Ricardo Blat
Grace Passô
Simone Spoladore

 

Direção: Ruy Guerra, Luciana Mazzotti

Gênero: Suspense

Duração: 101 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Estreia: 30 de Abril de 2026

Sinopse: 

Em A FÚRIA, traído por Salatiel e Feijó, Mário sai das profundezas da terra em busca de vingança. Acolhido pelo indígena Palavra, ele conta com a ajuda de três mulheres: Petra, uma deputada em ascensão; Monalisa, líder de uma facção paramilitar; e Laura, neta de Salatiel.

 

Curiosidades: 

» O longa é uma sequência de ‘Os Fuzis‘ e ‘A Queda‘, encerrando a Trilogia dos Fuzis;

» Além de dirigir, Ruy Guerra e Luciana Mazzotti também assinam o roteiro ao lado de Pedro Freire e Leandro Saraiva;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Shia LaBeouf interpreta tenista no trailer da cinebiografia ‘Borg Vs McEnroe’

A cinebiografia ‘Borg Vs McEnroe’, estrelada por Shia LaBeouf, ganhou um novo trailer.

Confira:

O drama tem uma narrativa semelhante ao filme ‘Rush – No Limite da Emoção’, de Ron Howard, e traz a rivalidade dos tenistas John McEnroe (Shia) e Björn ‘Ice Man’ Borg (Sverrir Gudnason) durante o famoso torneio de Wimbledon, em 1980. A trama conta também com o ator Stellan Skarsgård.

Dirigido por Janus Metz Pedersen, a produção tem estreia marcada para 22 de setembro.

‘Mentes Sombrias’: Sci-fi pós-apocalíptico ganha nova imagem

A ficção científica ‘Mentes Sombrias’ (The Darkest Mind), baseada na trilogia da escritora Alexandra Bracken, ganhou uma nova imagem.

Nela, Mandy Moore e Amandla Stenberg são os grandes destaques:

 

A trama se passa em uma América pós-apocalíptica, onde 98% das crianças foram erradicadas devido a uma terrível doença e os 2% que restaram desenvolveram poder sobre-humanos. Estas super-crianças remanescentes são colocadas em campos de internação do governo para a segurança da população e delas mesmas.

Confira:

Gwendoline Christie, de ‘Game of Thrones’, Amandla Stenberg (‘Jogos Vorazes’) e Mandy Moore (‘This Is Us’) estrelam. A direção do projeto fica a cargo de Jennifer Yuh Nelson. Este será o primeiro live action que ela dirigirá, após ter feito os dois primeiros filmes de ‘Kung Fu Panda’.

Amandla Stenberg interpretará Ruby, uma garota de 16 anos que consegue escapar do campo com um grupo de adolescentes super poderosos. Gwendoline viverá a caçadora de recompensas contratada pelo governo, que possui a missão de rastrear e encontrar os jovens fugitivos a qualquer custo.

Mentes Sombrias’ chegará aos cinemas nacionais dia 2 de Agosto de 2018.

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Assista aos primeiros nove minutos do filme!

Se você não teve a oportunidade de conferir Homem-Aranha no Aranhaverso’ nos cinemas, a Sony Pictures te dá um gostinho da animação, com a liberação dos primeiros nove minutos do filme.

Em seu canal oficial do Youtube, é possível assistir o começo do longa com qualidade HD e áudio original. Infelizmente, o vídeo não possui legendas nem em português e inglês – o que poderia facilitar para aqueles que arram um pouquinho o idioma estrangeiro, mas não o dominam.

Confira:

A animação já está disponível na versão digital e chega às lojas no formato DVD/Blu-ray em 19 de março.

 

 

San Diego Comic-Con ainda pode acontecer no primeiro semestre de 2020?

A reclusão social imposta pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em virtude da pandemia do coronavírus, tem acarretado em uma sucessão de adiamentos e cancelamentos de eventos, estreias aguardadas de filmes e de voos ao redor do mundo.

E em meio a esse inconstante e volátil quadro, será que a San Diego Comic-Con ainda pode acontecer no primeiro semestre de 2020? O evento, considerado o maior da cultura POP no mundo, está agendado para começar no dia 23 de julho, data tecnicamente ainda distante do contexto global atual.

Mas especialistas do ramo médico indicam que o impacto do coronavírus na qualidade de vida da população mundial ainda pode se estender pelos próximos três meses. Tal receio foi inclusive admitido pelo Comitê Olímpico, que em uma decisão história, decidiu cancelar a realização das Olimpíadas de 2020, anteriormente agendas para começar no dia 24 de julho, data que marcaria a cerimônia de abertura em Tóquio.

Em se tratando da Comic-Con, ainda que o cancelamento não exerça o mesmo impacto que a suspensão do Jogos Olímpicos, a não realização do evento terá – inevitavelmente – um efeito dominó na indústria do entretenimento. Sendo o palco principal dos grandes lançamentos dos próximos meses em âmbito televisivo e cinematográfico, a convenção reúne anualmente mais de 160 mil pessoas na cidade de San Diego, além de ser um dos principais impulsionadores da economia do estado da Califórnia.

Tendo apresentado mais de mil convidados especiais do ramo do entretenimento desde seu ano inaugural, em 1970, a convenção é o âmago mundial onde são projetados os próximos meses e anos do universo da cultura POP. Sendo a principal escolha dos maiores estúdios de cinema, o evento é a porta principal na introdução dos mais novos e aguardados projetos, sagas, séries de TV, filmes e demais aspectos que pautarão a indústria do consumo sociocultural no futuro a médio e longo prazo.

Seu cancelamento não afeta apenas a divulgação e distribuição de conteúdos artísticos, mas abrange um universo muito mais complexo em caráter econômico, impactando ainda a comercialização de produtos licenciados e colecionáveis, que anualmente possuem sua estreia triunfal cautelosamente planejada para o evento – gerando anualmente não apenas o instinto de urgência nos fãs, como também proporciona o sentimento de exclusividade, uma das engrenagens propulsoras que fazem da Comic-Con um dos eventos mais desejados pelos consumidores de cultura POP.

Segundo a Associação Brasileira de Licenciamento (Abral), o mercado geek movimenta cerca de R$18 bilhões e as expectativas para 2020 eram de que o cenário de filmes de heróis tivesse um faturamento em torno de U$48 bilhões ao redor do mundo. No entanto, o quadro atual desenhado pelo coronavírus redefiniu as projeções de formas inimagináveis, com a própria plataforma Box Office – que mede as bilheterias ao redor do mundo – registrando a histórica marca de zero arrecadação na América do Norte, em virtude do fechamento das redes de cinema, devido à reclusão social determinada por governantes.

Até o momento, or organizadores da San Diego Comic-Con seguem em silêncio quanto à possibilidade de um adiamento ou cancelamento, com os planos de execução do evento seguindo em conformidade – segundo pontuado pela revista EW. De acordo com a publicação, os estúdios participantes estão em espera, aguardando um posicionamento oficial do evento, para que então possam decidir qual será o próximo passo.

Vale ressaltar que o presidente Donald Trump sugeriu um afrouxamento no período de reclusão social até a Páscoa (12 de abril), contrariando a orientação dos próprios experts do ramo médico, que avaliariam que retomar o convívio social poderia acarretar em reflexos desastrosos no controle do coronavírus. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro se pronunciou na mesma direção do Chefe de Estado norte-americano, induzindo a população brasileira a retomar suas atividades publicamente. Isso tudo em um quadro que de constante aumento no número de casos de infectados.

Já para o governador da Califórnia – estado da San Diego Comic-Con, a medida é perigosa. “Eu creio que representar isso seria enganoso, pelo menos para o caso da Califórnia. O mês de abril está mais próximo do que os experts com quem conversei acreditam ser possível”, pontou o gestor Gavin Newson na última terça-feira (24). Ainda é incerto saber qual a extensão que o coronavírus terá a longo prazo. Mas reunir, em breve, quase 160 mil pessoas em um único centro de convenções para celebrar a cultura POP – em tempos de pandemia, talvez tenha o reflexo reverso. É uma escolha amarga e sem precedentes a ser feita, mas pode ser a resposta certeira para ajudar a abreviar o pandêmico filme terror que o mundo todo tem sido forçado a assistir dia após dia.

 

‘O Mandaloriano’: Funko POP da Cara Dune é CANCELADO após demissão de Gina Carano

A saída da atriz Gina Carano da série ‘O Mandaloriano‘ acarretou em grandes repercussões dentro da Lucasfilm e sua linha de colecionáveis em Funko POP será completamente cancelada.

A novidade foi compartilhada pelo portal The Direct, que teve acesso a um e-mail da loja Entertainment Earth. No documento em questão, a empresa explica a situação para os seus clientes que haviam adquirido o colecionável da Cara Dune na pré-venda.

A empresa revelou que o produto não mais será enviado aos compradores e que todos os pedidos do boneco haviam sido cancelados.

Confira parte do documento:

“Infelizmente, lamentamos informar que o fabricante nos notificou que não receberemos nenhuma remessa adicional do Star Wars: The Mandalorian Cara Dune Pop! Figura de vinil (item FU42065) que você solicitou, porque a produção deste item foi interrompida. Nenhuma informação adicional foi fornecida a nós pelo fabricante sobre o motivo disso. Infelizmente, isso significa que não poderemos enviá-lo para você e o cancelamos de seu pedido. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente que isso possa causar”.

Vale lembrar que Carano foi desligada da Luscafilm em virtude de uma recente publicação considerada ofensiva por parte da empresa.

Além de não retornar para as próximas temporadas de ‘O Mandaloriano’, ela também foi cortada do papel principal de uma vindoura série derivada.

Uma fonte ligada à Disney+ disse ao portal que os executivos do estúdio não anunciaram a referida série no Disney Investor Day por conta de outra polêmica, quando Carano negou a existência do Coronavírus e chamou as pessoas de fantoches por usarem máscaras e cumprirem o isolamento social.

A fonte também disse que os executivos do estúdio só estavam esperando um novo deslize para mandá-la embora.

“Eles estavam cogitando mandá-la embora há uns dois meses por conta da péssima imagem que ela vinha trazendo à Disney e à Lucasfilm. Acho que esperaram porque não sabiam como os fãs iriam reagir, mas parece que essa foi a gota d’água”, disse a fonte, que não quis ser identificada.

Antes da polêmica contra os judeus, ela foi irônica ao dizer que não havia campanhas de defesa a favor dos conservadores como há para negros, gays e mulheres.

Confira o anúncio de demissão:

Gina Carano não é mais empregada da Lucasfilm e não há planos para ela no futuro. Suas publicações nas redes sociais insultando as pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes, inaceitáveis e não são toleradas pela nossa equipe.”

Lembrando que Cara Dune fez sua primeira aparição no episódio ‘Sanctuary‘, na 1ª temporada, e conquistou um espaço de destaque na série, tornando-se uma das principais personagens.

A 2ª temporada da série já está em exibição na Disney+.

Assista ao trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Crítica | Dahmer: Um Canibal Americano: Ryan Murphy revisita um dos piores serial killers com brilhante e doentia minissérie da Netflix

Embora o caso do serial killer Jeffrey Dahmer tenha se tornado um dos mais chocantes dos Estados Unidos, seu nome nunca conquistou o mesmo alcance popular global que outras perversas figuras como Jack, o Stripador, o Palhaço Assassino e Charles Manson – que invariavelmente se infiltraram na cultura POP mundial de alguma forma. Ainda assim, suas digitais imundas de sangue marcaram a história americana como poucas vezes testemunhamos.

O ano era 1991 e um jovem de cabelos loiros lisos, semblante abatido e pele visivelmente pálida tinha o seu destino eternamente selado ao deixar uma de suas vítimas – um belo homem negro gray – escapar poucos instantes antes de matá-lo. E o que quase fora despercebido pela polícia de Milwaukee, rapidamente se transformou em um dos casos mais escabrosos das últimas décadas. Ryan Murphy faz um apurado resgate dessa terrível trajetória de Jeffrey Dahmer em sua nova minissérie biográfica, Dahmer: Um Canibal Americano. A produção mais pesada e difícil de digerir de toda a sua carreira, a original Netflix é o novo fruto de sua milionária parceria exclusiva com a gigante do streaming.

Trazendo o excelente Evan Peters no papel homônimo, a série remonta toda a jornada de Dahmer de forma grotesca e brutal, fazendo do grafismo sua principal característica. Aqui, nenhuma morte, nenhum abuso e nenhuma atrocidade são poupados dos olhos da audiência. Como um remédio profundamente amargo que não nos desce, a produção flerta com o formato documental para expressar a voracidade doentia de Jeffrey para muito além do que qualquer reportagem jornalística, documentário ou publicação escrita tenha feito.

Destinada aos de estômago forte e exigindo pequenas pausas – tamanha sua densidade -, a original Netflix ainda nos lembra o quanto as divisões raciais custaram ao povo preto norte-americano. Entre negligência governamental e vista grossa por parte da polícia, os 10 episódios relatam os dilemas de uma comunidade reduzida à sua cor e subjugada a um sistema que favorece o agressor, unicamente por seu tom de pele mais claro. E enquanto Murphy e Ian Brennan não poupam críticas à polícia local de Milwaukee, a trama segue fazendo uma espécie de serviço de utilidade pública, dando voz às vítimas e suas famílias, em episódios que mostram o lado da história que a imprensa pouco ou quase nada relatou.

E embora seja definitivamente uma experiência dolorosa para aqueles que ainda vivem o luto de seus filhos, sobrinhos, netos e irmãos falecidos, é inegável reconhecer que Dahmer: Um Canibal Americano cumpre seu papel como um mea culpa. Olhando para os inúmeros jovens gays (ou não) que foram dilacerados pelas mãos do serial killer, a minissérie honra suas memórias, suas histórias e a curta vida que tiveram. Levando uma parte generosa de nós a cada episódio, a produção ainda nos machuca enquanto audiência, nos embrulha o estômago e nos faz chorar diante dos dolorosos desabafos de cada familiar, feitos durante o julgamento.

Com uma fotografia sombria e uma direção mais taciturna, a série original da Netflix é tecnicamente brilhante. Trazendo uma nova e assustadora faceta do ator Evan Peters – que navega entre papéis díspares com tanta facilidade e reluz em tela -, ela nos engole para dentro dos horrores de Jeffrey Dahmer, tornando-se uma experiência conflitante e dúbia. Em meio a tanto pavor, há também uma arte tão bem executada. E com um roteiro delicado e cenas de respiro que respeitam o formato de produção que Ryan Murphy adora empregar em tudo o que faz (como nas cenas de balada – quer estética mais Murphy que isso?), Dahmer: Um Canibal Americano é de partir o coração. Com um final propositalmente vazio, que faz referência às vozes abafadas ao longo de toda a trajetória criminosa do assassino, a minissérie homenageia as vítimas, mas ainda deixa um enorme vazio que nem mesmo o mais belo tributo seria capaz de preencher.

Confira 13 Filmes Recentes e Imperdíveis na plataforma MUBI

Não só de Netflix e HBO Max vive o mercado de streaming. Você já conhece Amazon Prime Video, Disney+ e Apple TV+, no entanto, poucas pessoas estão familiarizadas com a plataforma MUBI

A razão é lógica, o MUBI não possui produções próprias. Ou seja, o seu catálogo são de filmes clássicos, premiados em festivais, produções autorais e experimentais. Se você é cinéfilo de carteirinha, isto é, não perde um lançamento de festival, sabe todos os prêmios do ano e conhece a filmografia completa do seu diretor, roteirista e atores favoritos: esta é a sua casa. 

O MUBI tem um grande trunfo no Brasil. A sua carta na manga é distribuir filmes inéditos no país e aclamado pela crítica ao redor do mundo. Se na sua cidade é difícil encontrar filmes vindos de outros países, fora os Estados Unidos, lá você pode encontrar lançamentos deste ano e ganhadores do Oscar e festivais recentes.

Venha conferir 13 dicas quentes para já começar o mês de outubro com experiências cinematográficas inéditas na sua vida.

1. Vortex, de Gaspar Noé 

Longe das polêmicas e frisson causados por seus últimos filmes, como Clímax (2018), Love (2015) e, o já clássico, Irreversível (2002), Gaspar Noé apresenta em tela bipartida a preparação para a morte. O filme conta com performances reveladoras do ícone francês Françoise Lebrun (estrela de A Mãe e a Puta [1973], clássico da Nouvelle Vague) e do maestro do horror Dario Argento (diretor de Suspiria [1977]).

Vortex é uma audaciosa proposta do diretor franco-argentino em nos colocar como espectadores da angústia, tolerância e das sombras do amor na terceira idade. O enredo nos guia por alguns dias na vida de um casal de idosos em Paris: uma psiquiatra aposentada (Lebrun) e um escritor (Argento) trabalhando em um livro sobre cinema e sonhos. Ou seja, homenagem à sétima arte e reflexão sobre nossa finitude.

2. Paris: 13º Distrito, de Jacques Audiard 

Com ares do moderno e aconchegante Frances Ha (2012), de Noah Baumbach, Jacques Audiard (Um Profeta, 2009) apresenta uma Paris longe da sua fachada histórica e romantizada em um roteiro escrito ao lado de Céline Sciamma e com sua estrela de Retrato de uma Dama em Chamas (2019), Noémie Merlant.

Ganhador da Palma de Ouro por Dheepan (2015), o diretor consagra sua filmografia em escrever personagens em dilemas desafiantes, como De tanto bater, Meu Coração Parou (2005), com Romain Duris, e Ferrugem e Osso (2012), com Marion Cotillard. Dentro dessa perspectiva, ele utiliza o preto e branco para iluminar uma Paris contemporânea de jovens de outros cantos do país e do mundo hiper-conectados, mas ainda perdidos no meio de questões de amizade, trabalho e sexo. Aprecie a capital francesa por um novo viés.

3. Drive My Car, de Ryûsuke Hamaguchi

Ganhando o Oscar, BAFTA e Globo de Ouro de Melhor Filme Internacional, a adaptação do conto de Haruki Murakami é ao mesmo tempo cativante e intimista. Após dois anos da morte de sua esposa, Yusuke Kafuku (Hidetoshi Nishijima) recebe uma oferta para dirigir uma peça em um festival de teatro em Hiroshima. Lá, ele conhece Misaki (Tôko Miura), uma jovem reservada designada para ser sua motorista.

Ao passar o tempo juntos, Kafuku e Misaki afrontam junto os mistérios de seus passados e as razões de suas solitudes. Entre lembranças e experiências, memória e imaginação e, sobretudo, de interconexões culturais, Drive My Car descortina a imensidão de cada indivíduo. Aqui, você encontra uma viagem de 3h para dentro de si.

Leia mais: Oscar 2022 | Drive My Car – Impecável Trabalho que mostra o talento de Ryûsuke Hamaguchi

4.Titane, de Julia Ducournau

Ganhador da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2021, Titane apresenta uma estética do horror peculiar, tendo como influência David Cronenberg (Crash – Estranhos Prazeres, 1996) e Ridley Scott (Alien, 1979 e Blade Runner, 1982).

A francesa Julia Ducournau não poupou esforços para trazer um visual e uma fotografia inebriantes. O enredo, no entanto, deixa a desejar em comparação à sua obra inicial Grave (2016), uma verdadeira obra-prima do terror. Vale o deleite de experimentar arrepios no pescoço durante a sessão.

Leia também: Crítica | Titane – Outra vez Julia Ducournau faz a plateia passar mal, mas não seduz

5. A Bela e os Cães, de Kaouther Ben Hania

Recentemente indicada ao Oscar por O Homem Que Vendeu sua Pele (2020), Kaouther Ben Hania, da Tunísia, saltou aos olhos da crítica a partir deste drama arrepiante baseado em eventos reais. Em uma festa, Mariam (Mariam Al Ferjani) encontra o olhar de Youssef. Algumas horas depois, ela vagueia pela rua em estado de choque. O que aconteceu?

Dividido em nove segmentos de tomada única, A Bela e os Cães é uma experiência cinematográfica singular e um olhar penetrante sobre a masculinidade moderna. Em outras palavras, se você assistir é difícil não sentir-se completamente acachapado pela obra.

6. First Cow – A Primeira Vaca da América, de Kelly Reichardt

Que tal um filme de western que moderniza o gênero sem perder a essência? Esta é a proposta da norte-americana Kelly Reichardt ao contar a chegada da primeira vaca no continente na década de 1820, a partir da relação de amizade de um solitário e habilidoso cozinheiro (John Magaro) e um imigrante japonês (Orion Lee).

Aclamado pela crítica dos quatro cantos do mundo, o longa é considerado como um raro relato de uma amizade masculina sincera através de gentileza e compaixão em um território hostil. Juntos, eles conseguem elaborar um perigoso negócio envolvendo a primeira (e única) bovina da região, encomendada por um rico proprietário de terras. O final é de marejar os olhos de qualquer espectador.

Leia também: Crítica | First Cow: A Primeira Vaca da América – Um olhar sensibilizado sobre a corrida pelo ouro nos EUA

7. Devorar, de Carlo Mirabella-Davis

Com uma performance admirável de Haley Bennett (A Garota do Trem, 2016), Devorar (Swallow) é um suspense de empoderamento feminino surreal sobre a luta pela autonomia corporal. Ao lado de  filmes aterrorizantes sobre gravidez, este longa revive o clima de tensão – e estilo – de O Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski.

Com o casamento dos sonhos e a ocupação de dona de casa, Hunter (Bennett) parece ter tudo até a descoberta da sua gravidez. O acontecimento começa a criar rachaduras na sua felicidade de fachada e descontentamento entre os sogros e o marido. Em um moinho de pressão, a jovem desenvolve um hábito alimentar perigoso, possivelmente ligado a um obscuro segredo do passado. Prepare-se para fortes emoções.

8. Lingüi: Os Laços Sagrados, de Mahamat-Saleh Haroun

Nesta suntuosa narrativa, Mahamat-Saleh Haroun (Abouna – Nosso Pai, 2002) traz vivacidade às ruas de Yamena, capital do Chade, e contesta preconceitos sociais brutais. A trama segue Amina (Achouackh Abakar), uma determinada mãe solteira, que trabalha incansavelmente para sustentar a si e sua filha de 15 anos, Maria (Rihane Khalil Alio).

Quando Amina descobre que Maria está grávida e não quer ter um filho, as duas mulheres começam a procurar um aborto, condenado tanto pela religião quanto pela lei. Esta obra é uma poderosa ode à resiliência das mulheres chadianas diante da crueldade patriarcal. Pelo viés do cineasta Haroun, o drama radical tem o calor de um abraço de mãe.

9. Crimes do Futuro, de David Cronenberg

Amparado no body horror e debates sombrios sobre tempos vindouros, David Cronenberg entrega um futurístico conto de terror e transformação corporal. Estrelado por Viggo Mortensen, Léa Seydoux e Kristen Stewart, Crimes do Futuro é excessivamente  provocativo e desperta um fascínio sensual pela mutilação.

Ao contrário de Crash – Estranhos Prazeres (1996) e A Mosca (1986), a trama do artista-celebridade Saul Tenser (Mortensen) parece monótona e recheada de humor sádico sem o delírio extasiante do cineasta. Com performance de metamorfose e ablação, o filme sugere uma  aterradora próxima fase da evolução humana. Pelo conjunto da obra de Cronenberg, o filme merece ser considerado e garante minutos de reflexão e convulsão.

Leia também: Crítica | Crimes do Futuro – Terror de Cronenberg tem cenas de embrulhar o estômago, que prejudicam a história

10. Memória, de Apichatpong Weerasethakul

Ganhador da Palma de Ouro, por Tio Boonmee, que Pode Recordar suas Vidas Passadas (2010), Apichatpong Weerasethakul se aventurou na Colômbia  para realizar seu primeiro filme longe do seu país, Tailândia. Certa manhã, Jessica Holland (Tilda Swinton), uma escocesa pesquisadora de orquídeas em visita a Bogotá, é acordada por um estrondo alto.

O som assombroso dissipa seu sono por dias e ela passa a questionar sua identidade e parte em busca da fonte do barulho por aldeias isoladas na selva. Vencedor do Prêmio do Júri em Cannes, Memoria é um deslumbrante mistério metafísico cujas veias cósmicas reverberam história, memória e conhecimento.

11. Lamb, de Valdimar Jóhannsson

Com precisão e criatividade para o desenvolvimento de mistério e suspense, o islandês Valdimar Jóhannsson recebeu o Prêmio de Originalidade em Cannes por seu primeiro trabalho na direção. Baseado no folclore nórdico, o roteiro segue o cotidiano de um solitário casal numa fazenda remota na Islândia.

Suas vidas são abaladas pela descoberta de um misterioso recém-nascido entre suas ovelhas. Estupefatos, eles decidem criar a criança como se fosse dele, contudo eles enfrentarão as consequências de desafiar as leis da natureza. Com uma atuação contundente de Noomi Rapace, a fábula desafia os filmes do gênero e propõe reflexões psicológicas sobre a maternidade.

12. Pleasure, de Ninja Thyberg

Centrado na performance da atriz revelação Sofia Kappel, Pleasure é igualmente a estreia de Ninja Thyberg atrás das câmeras de um longa-metragem. Na trama, Bella (Kappel) chega em Los Angeles de sua cidade natal na Suécia, com o sonho de se tornar a próxima grande estrela pornô.

Assim, Bella luta para conciliar seus sonhos de poder com a realidade do lado mais sombrio de sua indústria. Pleasure é um olhar crítico e feminista sobre a exploração da indústria de filmes adultos, ao mesmo tempo que busca quebrar tabus obsoletos sobre trabalho sexual. Filme necessário para todos os espectadores maiores de 16 anos.

13. Babysitter, de Monia Chokri

 

 

Vamos falar sobre misoginia, mas de maneira debochada, com tons de terror e estética poética? Esta é a ideia de Monia Chokri em seu segundo longa-metragem. Com um estilo retrô e uma atmosfera onírica, a diretora e roteirista conta as peripécias do casal Cédric (Patrick Hivon) e Nadine (Monia Chokri) com seu bebê recém-nascido.

No enredo, Cédric é suspenso do trabalho depois de se tornar viral por beijar bêbado um repórter de TV. Ao lado de uma esposa exausta e um bebê chorão, o pai de família embarca em uma jornada terapêutica para se libertar da misoginia. Ele apenas não contava com a presença da “sexy” e imprevisível babá Amy (Nadia Tereszkiewicz). Filmado em 35mm, Babysitter é uma declaração feminista, ousada e divertida da diretora quebequense e estrela dos filmes do jovem cineasta Xavier Dolan.

‘Constantine’: Diretor queria que o filme fosse Rated R com mais violência

Durante uma entrevista para promover seu novo filme, Operação Red Sparrow, o diretor Francis Lawrence comentou o que mudaria hoje em dia se tivesse uma segunda chance de fazerConstantine (2005).

“Essa é uma pergunta bem difícil. Esse foi o meu primeiro filme. Há alguns problemas com a história, faria algumas mudanças ali, com certeza. Acho que a principal coisa que mudaria é que não seguiria tanto as regras para conseguir uma classificação para menores. Acontece que, mesmo que tenhamos feito o filme pensando nas regras, eles acabaram nos dando uma classificação para maiores, então o filme se tornou algo entre essas duas coisas. Ele seria melhor se eu tivesse tido maior liberdade”

Constantine foi adaptado dos quadrinhos Hellblazer, da DCOperação Red Sparrowchega aos cinemas em 1º de março.

‘Shazam!’: Diretor revela qual é o objetivo do herói no filme

O diretor David F. Sanberg revelou ao ComicBook qual é o real objetivo de Billy Batson em Shazam!’, próximo filme da DC Comics que chega em 2019.

“Ele está tentando encontrar sua família. A mãe dele ainda está viva por aí. Mas assim que ganha esses poderes, ele tenta descobrir o que fazer com eles e como eles funcionam. Para isso, ele precisa do seu amigo Freddie, um especialista em super-heróis, que o ajuda a entender como é ter responsabilidades”

Assista ao trailer:

Dirigido por David F. Sandberg. Com Asher Angel, Zachary LeviJack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong. O roteiro fica por conta de Henry Gayden (‘Terra Para Echo’).

Todos temos um super-herói dentro de nós, só precisamos de um pouco de magia para que ele surja. No caso de Billy Batson, basta gritar SHAZAM! que este órfão de 14 anos consegue se transforma no super-herói adulto Shazam, um presente de um mago ancião. Ainda criança por dentro, Shazam faz com sua versão tudo o que um adolescente faria com poderes. Ele consegue voar? Tem visão de Raio-X? Consegue lançar raios com suas mãos? Consegue escapar da sua prova de Estudos Sociais? Shazam ainda usa suas habilidades com a imprudência de uma criança, mas precisará dominar seus poderes rapidamente para conseguir lutar contra as forças do mal controladas por Dr. Thaddeus Sivana.

Shazam!’ chega aos cinemas em 05 de Abril de 2019.

Dica | Onde assistir os filmes do ‘MonsterVerse’ nos streamings

Nos últimos anos, em meio a tantas tentativas frustradas de diversos estúdios de construir universos cinematográficos compartilhados, houve um que se estabeleceu de forma alternativa com um planejamento bastante eficaz, tanto que conseguiu produzir e lançar nos cinemas todas as produções prometidas até agora: o MonsterVerse. Iniciado em 2014, ele veio com a proposta de trazer as versões norte-americanas dos icônicos monstros gigantes da japonesa Toho, tendo como foco ninguém menos que o lendário Godzilla, que não tinha exatamente um bom retrospecto nos EUA. Só que os projetos separados foram dando certo até chegar ao ápice desse universo, quando o Rei dos Monstros foi colocado para lutar contra outro mito dos longas de criaturas gigantes, o King Kong.

Ajudando a reaquecer as bilheterias dos cinemas, já que estreou em período pandêmico, o embate desses colossos ajudou a consolidar e a subir o nível de estima do público em geral pelo MonsterVerse. Por isso, mapeamos nos streamings onde cada filme desse universo está disponível, e vamos recomendar que você assista pela ordem cronológica da trama. Confira!

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Com uma estética quase de videogame, a versão mais recente do King Kong deixou de lado a subtrama de Nova York para contar uma história ambientada exclusivamente na Ilha da Caveira, na década de 1970. Para ajudar a criar esse clima retrô, a fotografia é de um tom quase sépia. A trama acompanha uma equipe de militares e exploradores, que são enviados para a ilha na intenção de resgatar o irmão de um deles e extrair o “Soro Titã”, que poderia ser usado para combater doenças incuráveis. Só que eles acabam descobrindo que a Ilha é ainda mais hostil do que pensavam, restando a eles rezar para sobreviverem aos perigos mortais de bichos gigantes, plantas assassinas e o protetor local: o gorila Kong, que é apenas uma criança nesse filme. O elenco é o mais estrelado de toda a franquia, contando com Samuel L. Jackson, Brie Larson, John Goodman e Tom Hiddleston.

Onde assistir: HBO Max.

 

Godzilla (2014)

E se o Godzilla existisse nos dias de hoje? Foi a partir dessa pergunta simples que Gareth Edwards reformulou a franquia do monstro mais famoso dos cinemas para dar essa roupagem atual. Explorando o protagonista como um elemento de surpresa, o longa é conduzido por um jovem militar (Aaron Taylor-Johnson) que perdeu os pais em acidentes nucleares envolvendo o Godzilla e outros kaijus. Assim, ele viaja o mundo com sua equipe tentando sobreviver aos causos e acabar com toda essa destruição provocada pela briga das criaturas. No entanto, o filme deixa claro que o Godzilla é uma força da natureza, dando a ele papéis de herói e vilão simultaneamente. E esse é o grande mérito do longa, que trata o monstro praticamente como uma catástrofe natural, servindo ao propósito maior do equilíbrio ambiental. E é provavelmente uma das poucas produções que sabe explorar com maestria a escala do Godzilla. Edwards vai mostrando a criatura aos poucos, sempre criando tensão e expectativa por sua aparição, mas também dando noção do verdadeiro tamanho do monstro e do impacto que seu corpo irá inevitavelmente causar nas cidades por onde ele passar. Além de Taylor-Johnson, o filme ainda conta com Ken Watanabe, Bryan Cranston e Elizabeth Olsen no elenco.

Onde assistir: HBO Max.

 

Godzilla II: Rei dos Monstros (2019)

Chega a ser irônico que o pior filme da franquia seja justamente aquele que traz a maior quantidade de monstros desse universo. Em Godzilla II: Rei dos Monstros, vemos que a organização Monarch vinha mapeando o paradeiro e estudando os monstros gigantes há décadas, tendo como principal alvo o próprio Godzilla. Só que isso despertou interesses obscuros de muitas pessoas, com algumas chegando a formar cultos para essas criaturas. Assim, em meio a divergências e casos de corrupção, a humanidade acaba por despertar e liberar pelo mundo monstros como o Rodan e o terrível dragão alienígena de três cabeças, Ghidorah. Agora, cabe ao Godzilla e à recém-nascida Rainha Mothra se unirem para impedir que o planeta Terra vire uma bomba atômica e vá pelos ares. Nem que pra isso eles precisem pulverizar algumas cidades pelo caminho. O pior é que a parte dos monstros e seus respectivos duelos é colossal. Toda cena com um kaiju é fantástica. O problema do filme é justamente a trama dos humanos, envolvendo a personagem de Millie Bobby Brown e seus pais, vividos por Vera Farmiga e Kyle Chandler.

Onde assistir: Amazon Prime Video e HBO Max.

 

Godzilla Vs Kong (2021)

Após as polêmicas acerca das ações de Godzilla, que começou a atacar cidades aleatoriamente, o monstro vira a preocupação número um para os governos do mundo. Paralelamente a isso, uma equipe da Monarch situada na Ilha da Caveira, onde passara as últimas décadas estudando o comportamento do Kong, recebe um aviso de que vão precisar movê-lo para que ele sirva como um tipo de guia para a Terra Oca, um lugar mitológico no Centro da Terra, onde supostamente poderiam encontrar uma forma de banir esses monstros todos. Só que o Godzilla sente a presença do titã no oceano e dá início a um duelo sem precedentes, que colocará os dois maiores monstros em lados opostos para lutarem por suas vidas. Dessa vez, o equilíbrio entre as tramas humanas e dos monstros é bem melhor trabalhado e consegue unir esses dois núcleos em um final eletrizante, criando diversão e entretenimento do mais alto nível.

Onde assistir: Amazon Prime Video e HBO Max.

Crítica | Nosso Natal na Fazenda – O ‘Babe, O Porquinho Atrapalhado’ Natalino da Netflix

Qualquer pessoa que cria uma criança numa cidade grande em algum momento da vida se pergunta se seria melhor sair do centro urbano e ir morar em algum lugar mais próximo à natureza, com menos poluição, estresse, violência e todos os males das cidades grande. Claro, o interior tem muitas vantagens para a criação e o desenvolvimento das crianças, e esse mote já foi muitíssimo abordado na sétima arte – especialmente por países como Estados Unidos e Inglaterra, que parecem ter uma cultura de “ou cidade ou campo”, como se ambos os cenários não pudessem coexistir em uma mesma realidade. Trazendo uma versão natalina desse mote, chegou recentemente à Netflix o longa ‘Nosso Natal na Fazenda’, uma das apostas de fim de ano da gigante do streaming para seus assinantes.

Matt Cunningham (Scott Garnham) é viúvo e pai de cinco filhos. Todos os dias ele tenta dar conta de criá-los, mas sempre os atrasa para a escola e, por consequência, também se atrasa no trabalho, onde é gerente de projeto de marketing. Certo dia, duas coisas inacreditáveis acontecem: a primeira é que sua chefe (Ashley Jensen) encarrega a ele a principal campanha do ano, cujo contrato com o cliente garantirá o emprego de todo mundo na empresa, e Matt também recebe uma misteriosa carta, comunicando-lhe o testamento de seu desaparecido pai, que deixa a seus cuidados a Fazenda do Visco, no interior do país. Numa tentativa de conciliar todas as pendências, Matt decide levar os filhos para uma temporada na tal fazenda, imaginando que lá as crianças fossem se divertir enquanto ele cuidaria da venda do imóvel e também trabalharia na tal campanha da empresa. O que ele não esperava era encontrar resistência dos moradores da região, altamente conectados com o local, atrapalhando todos os seus planos.

Escrito e dirigido por Debbie Isitt, ‘Nosso Natal na Fazenda’ tenta trazer um clima meio ‘Babe: O Porquinho Atrapalhado’ com ‘Nanny McPhee – A Babá Encantada’ e ‘Esqueceram de Mim’, indo para todos os lados sem se preocupar com qualquer coerência. Parece que o longa foi escrito para trazer o que há de melhor nesse tipo de filme (aventura, bichinhos fofinhos, crianças brincando com bichinhos, um cara adulto agindo como se fosse criança para mostrar que o mundo mágico é melhor que a realidade, um cenário pitoresco) somado à necessidade de obedecer certas demandas atuais, mas faz tudo de maneira mal feita e estereotipada. Por vezes o filme dá atenção a assuntos sem desenvolvê-lo (a suposta problemática do menino que sofre bullying na escola por gostar de usar coisas brilhantes, mas isso não é mostrado, não tem consequência nem influencia na trama, ou seja, é apenas jogado no roteiro) e por outras simplesmente resolve de maneira bem infantil pontos que deveriam ser trabalhados com mais de cuidado, ou simplesmente excluídos do enredo, se estavam atrapalhando (como a resolução do tal projeto de Matt, tratado como um dever de casa de escola).

Numa vibe beeeem Sessão da Tarde, ‘Nosso Natal na Fazenda’ é um filminho família para deixar os vovôs e as crianças reunidas na sala, entretidos com uma historinha boba, enquanto papais e mamães cuidam dos preparativos da ceia. Misturando aventura com protagonismo infantil e muitos animaizinhos, é bem o tipo de produção pensada tão somente nos pequenos mesmo.

‘O Justiceiro’: Easter-egg da segunda temporada faz referência a ‘Batman’

Agora que a segunda temporada de O Justiceiro já estreou há uma semana, o show deu tempo de sobra para os fãs assistirem aos episódios mais de uma vez em tentativas de pegar certas referências.

E graças a um assíduo fã da série, uma pequena aparição de um dos personagens DC Comics foi descoberta para agrado dos telespectadores.

No começo da segunda temporada, Frank Castle (Joe Bernthal) está ocupado vivendo no Meio-Oeste sob o nome de Pete Castiglione. Enquanto está em um bar, ele conhece uma das garçonetes chamada Beth, com a qual vai para casa.

Pela manhã, à medida que Frank se arruma para sair, há uma cena em que podemos ver brevemente uma mochila que o filho de Beth utiliza e, acredite ou não, traz a imagem do próprio Batman. Na verdade, a mochila cinza traz o logo da icônica série de televisão da década de 1960, intitulada Batman.

Confira:

Apesar de ser uma escolha peculiar para incluir aqui, esse easter egg confirma que a DC é uma companhia que pretende expandir seu universo compartilhado aos moldes do Universo Cinemático Marvel – e já está em vias de conseguir, visto que a série Arrow já fez inúmeras referências a Homem-Aranha e Hulk.

Crítica | O Justiceiro – 2ª temporada tem muito sangue e POUCA história 

Ambas as temporadas de O Justiceiro estão disponíveis na Netflix.

‘O Justiceiro’: 2ª temporada perde 40% de audiência em relação a anterior 

‘Titãs’: Aqualad estampa nova imagem oficial; Confira!

A 2ª temporada de Titãs ganhou uma nova imagem oficial estampando o herói Aqualad (Drew Van Acker).

Confira:

Assista ao trailer do próximo ciclo:

A 2ª temporada já está disponível na DC Universe.

A trama segue jovens heróis do Universo DC enquanto eles crescem e se encontram em uma versão sombria da franquia clássica dos Jovens Titãs. Dick Grayson e Rachel Roth, uma jovem garota especial possuída por uma estranha escuridão, acabam no meio de uma conspiração que pode trazer o Inferno para a Terra. Eles se juntam à cabeça-quente Estelar e o amável Mutano. Juntos, eles se tornam uma família e uma equipe de heróis.

O projeto foi criado por Greg Berlanti, e é estrelado por Brenton Thwaites (Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Noturna) e Ryan Potter (Mutano).

O próximo ciclo irá introduzir diversos novos personagens, incluindo Superboy (Joshua Orpin), Exterminador (Esai Morales), Jericó (Chella Man), Devastadora (Chelsea Zhang), Mercy Graves (Natalie Gumede) e Aqualad (Drew Van Acker). Jason Todd (Curran Walters), Donna Troy (Connor Leslie), Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly) também irão retornar.

‘Esqueceram de Mim’: Produção do reboot é adiada devido ao Coronavírus

Segundo uma nova reportagem do The Hollywood Reporter, a produção do reboot de Esqueceram de Mim foi colocada em suspensão devido às crescentes preocupação no tocante ao Coronavírus (cujos infectados já passam dos 145 mil ao redor do mundo).

As filmagens começariam em breve.

Macauly Culkin estaria em negociações para reprisar seu papel como Kevin McCallister no projeto.

Ainda não muitos detalhes sobre o reboot, mas Kevin deve ser apenas um personagem de apoio, que ajuda o novo protagonista (Archie Yates) a se livrar de um casal de ladrões quando ele rouba acidentalmente algo que lhes pertence.

Embora originalmente pensados ​​como os pais de Yates, as fontes dizem que Ellie Kemper e Rob Delaney darão vida ao casal de bandidos.

Archie Yates, Ellie Kemper e Rob Delaney

Dan Mazer ficará a encargo da direção. Ele é conhecido por seus trabalhos em Tirando o AtrasoBorat.

Mikey DayStreeter Seidell assinaram o roteiro, cuja história é centrada em um casal que entra em guerra contra um jovem garoto que roubou alguma coisa deles – uma mudança da premissa original.

Hutch ParkerDan Wilson ficam a encargo da produção. Melissa McCarthyWill Ferrell estão em negociações para viverem os protagonistas.

O anúncio do reboot veio com uma reação negativa por parte dos fãs mais nostálgicos, que criticaram a decisão da Disney de mexer em um clássico.

Confira:

Macaulay Culkin foi a primeira criança no mundo do entretenimento a receber um salário milionário por uma única produção, cerca de US$ 8 milhões.

Relembre o trailer do longa-metragem original, dirigido por Chris Columbus:

‘Later’: Novo romance criminal de Stephen King ganha data de lançamento

Nada pode parar Stephen King, o Mestre do Terror, e, poucos meses depois de ter publicado sua coleção de contos ‘If It Bleeds’, o escritor anunciou que seu próximo romance já tem data de lançamento.

Intitulado ‘Later’, a obra faz parte da série Hard Case Crime, uma linha de histórias criminais da editora Titan Books, e chegará às livrarias de todo o mundo em março de 2021.

Segundo o editor Charles Ardai, a história é uma “linda história sobre amadurecimento e sobre enfrentar seus demônios – sejam metafóricos ou (como já sabemos quando você está em um romance de Stephen King) verdadeiros. É horripilante, cândido, emocionante e honesto e estamos animados em levá-lo aos leitores” (via EW).

Confira a sinopse oficial e a capa abaixo:

Filho de uma mãe solteira, Jamie Conklin só quer ter uma infância normal. Mas Jamie não é uma criança normal. Nascido com uma habilidade sobrenatural que sua mãe o força a manter em segredo, Jamie pode ver o que ninguém mais vê e aprender coisas que ninguém mais pode aprender. Mas o custo de usar suas habilidades pode ser maior do que imaginava – que percebe quando um detetive da polícia de Nova York o arrasta numa caçada de um assassino que ameaça voltar dos mortos e retomar seu reino de caos.

King é um dos mestres da literatura de terror e suspense, com inúmeros escritos já tendo sido adaptados para as telonas e as telinhas. Recentemente, Pennywise voltou aos cinemas com o remake de ‘It – A Coisa’, enquanto seu Cemitério Maldito também ganhou uma nova adaptação. Os próximos projetos baseados em seus romances incluem Colheita MalditaA Longa MarchaOs EstranhosA Hora do VampiroA Incendiária.

‘Bridgerton’: Nova série de época da Netflix ganha belíssimos cartazes oficiais; Confira!

Netflix divulgou recentemente os cartazes oficiais de Bridgerton, série de época baseada nos romances homônimos de Julia Quinn.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada por Chris Van Dusen.

A história acompanha as vidas dos oito irmãos da família Bridgerton, uma das mais importantes da alta-sociedade inglesa do século XIX. A adaptação é supervisionada pela icônica Shonda Rhimes, partindo do contrato que assinou com a plataforma de streaming em 2017.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

Bridgerton estreia no dia 25 de dezembro.

‘Cruella’: Jovem Cruella é destaque no novo teaser incrível do filme; Confira!

Disney+ divulgou um novo teaser oficial de Cruella, icônica vilã de 101 Dálmatas, dando destaque para a jovem personagem.

Confira:

Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.

Cruella, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.

Paul Walter Hauser, Joel FryEmily BeechamKirby Howell-Baptiste completam o elenco.

Craig Gillespie, do remake de ‘A Hora do Espanto‘, assume a direção, a partir de um roteiro assinado por Tony McNamara (‘A Favorita‘).

‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’ ganha incríveis artes de fã; Confira!

A Sony Pictures divulgou, através do Twitter, incríveis cartazes feitos por fãs do aguardadoVenom 2 – Tempo de Carnificina’.

Confira:

A sequência chega ao Brasil dia 07 de Outubro.

A sequência trará de volta Tom HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

 

‘Ron Bugado’: Animação já está disponível no Disney+!

A singela e adorável animação Ron Bugado’ finalmente chegou ao catálogo do Disney+.

O longa-metragem foi disponibilizado hoje, 16 de fevereiro, na plataforma de streaming.

A história é centrada em um garoto de 11 anos chamado Barney que se torna amigo de um robô que não funciona totalmente bem – viajando a um mundo onde robôs que falam, andam e têm crianças como melhores amigos.

Relembre o trailer abaixo:

Sarah Smith, Jean-Philippe Vine e Octavio E. Rodriguez são responsáveis pela direção.

A produção conta com as vozes de Olivia Colman, Jack Dylan Grazer, Zach Galifianakis e Ed Helms.

‘A Grande Muralha’: Ação com Matt Damon já está disponível no Prime Video!

A Grande Muralha, ação estrelada por Matt Damon, já está disponível no Prime Video.

A produção foi lançada no último dia 1º de julho na plataforma de streaming.

Na trama, “um grupo de soldados britânicos está lutando na China e se depara com o início das construções da Grande Muralha. Eles percebem que o intuito não é apenas proteger a população do inimigo mongol e que a construção esconde na verdade um grande segredo”.

Relembre o trailer:

Zhang Yimou (‘O Clã das Adagas Voadoras’) comandou a produção, enquanto Tony GilroyCarlo BernardDoug Miro assinaram o roteiro.

O longa também trouxe Willem Dafoe, Pedro Pascal, Tian Jing, Hanyu Zhang e Han Lu no elenco.

Artigo | ‘Deixe a Neve Cair’ é uma deliciosa rom-com adolescente para assistir neste Natal

O Natal está chegando e, como já é de costume, a iminência do feriado mais emocionante do ano implica uma produção constante de inúmeros filmes e séries recheados de bonança, amor e o espírito que nos comove até a chegada do Ano Novo. E, como também sabemos, é a época em que a Netflix começa a investir em peso em seu conteúdo original, lançando longas após longas que sejam, principalmente, confortáveis para todas as famílias – ainda que grande parte das produções falhe em trazer algo novo para essas saturadas narrativas.

Dessa vez, a gigante do streaming resolveu abrir a temporada com o lançamento de Deixe a Neve Cair. Baseada no romance homônimo assinado por John Green (o mesmo autor de A Culpa É das Estrelas’ e Cidades de Papel, também adaptadas para as telonas), Maureen Johnson e Lauren Myracle, a trama bebe bastante de outras clássicas comédias românticas, funcionando como uma homenagem a iterações como ‘Simplesmente Amor’ e, mais recentemente, Idas e Vindas do Amor’: dessa forma, ela mergulha com força numa roupagem antológica, imprimindo diversos arcos a princípio separados que, eventualmente, convergem para uma catártica (fofo seria uma palavra melhor utilizada, no caso) resolução. Felizmente, o resultado é aprazível o bastante para nos divertirmos com um elenco recheado de química e que oferece uma perspectiva contemporânea para histórias do gênero.

Let It Snow – Anna Akana, Liv Hewson – Photo Credit: Netflix / Steve Wilkie

Luke Snellin, conhecido por suas distinções artísticas no mundo dos videoclipes, faz sua estreia diretorial com o filme e entra com o pé direito na indústria cinematográfica: logo de cara, percebemos que o cineasta tenta se afastar do melodrama novelesco das rom-coms, buscando uma construção mais realista e menos fabulesca. É claro que, em certas sequências, Snellin opta por florear as cenas com um pouco mais de sensibilidade ou até mesmo com o conhecido drama adolescente – mas não podemos tirar mérito de suas constantes tentativas de desconstruir fórmulas engessadas. No final das contas, os visíveis erros são ofuscados pela melódica arquitetura que se preza a construir, engendrando eventos que, se não complexos, ao menos cumprem a premissa que apresentam.

Temos, por exemplo, Kiernan Shipka como Angie (apelidada de Duke) e Mitchell Hope como Tobin, compartilhando de uma das subtramas de amizade que se transforma em romance e pode colocar o laço do qual compartilham em xeque. Na verdade, Tobin é apaixonado por sua melhor amiga há vários anos, mas nunca teve coragem de lhe contar com medo de colocar tudo a perder. Não é surpresa que, no desenrolar dos eventos, ele comece a se sentir diminuído por meninos mais bonitos e que levam mais jeito de se abrir, chegando a tratá-la mal para depois reconquistá-la.

De fato, o microcosmos apresentado não é um dos mais originais, visto que já foi levado para a literatura infanto-juvenil, para os cinemas e para a televisão inúmeras vezes – e, na verdade, ele é o que menos chama a atenção, mesmo que funcione como a estrutura da produção. Em outro prospecto, temos a conturbada e imediatista relação entre Julie (Isabela Merced) e Stuart (Shameik Moore), cujos dois mundos completamente diferentes colidem em uma miraculosa e incrível compreensão empática: Julie, que nutre o sonho de sair de sua cidade, é aprovada na Universidade de Columbia mas não sabe se deve fazer a matrícula devido à condição da enferma mãe; Stuart, por sua vez, é um famoso astro do pop que não aguenta mais lidar com a carreira e deseja uma vida normal.

Joan Cusack também dá as caras no longa como a Mulher-Alumínio, uma estranha solteirona que se veste com folhas e mais folhas de papel alumínio por uma razão desconhecida e que, em dado momento, cruza caminho com a psicótica Addie (Odeya Rush), a encarnação centennial que acha que seu namorado vai terminar com ela a qualquer momento. Ambas as gerações entram em choque e servem como reflexos de uma personalidade tóxica que deve ser abandonada – e que, como podemos imaginar, acabam se tornando as protagonistas dos arcos de redenção da trama principal (mesclados, é claro, com algumas cômicas sacadas).

É inegável dizer que o filme não mantém um ritmo firme durante seus três atos, perdendo a mão no equilíbrio entre drama e comédia algumas vezes antes de se reencontrar perto da conclusão. Para além disso, certos vieses narrativos são deixados de lado e tratados com muita superficialidade – como é o caso do romance entre Dorrie (Liv Hewson) e Tegan (Anna Akana), cujo potencial é basicamente varrido para debaixo do tapete e colocado num patamar coadjuvante. Até mesmo o espectro envolvendo a festa de Keon (Jacob Batalon) perde força, ressurgindo das cinzas tardiamente para o grand finale.

Ainda que não carregue o mesmo charme de seus conterrâneos, Deixe a Neve Cair cumpre o que promete e funciona dentro de seus limites como um bom início para os feriados de fim de ano. Apesar de pecar em certos momentos, a ingênua beleza do filme e a competência de seu elenco são o bastante para que apreciemos a adorável mensagem do filme – que, sem sombra dúvida, será explorada em várias outras produções das próximas semanas.

Timothy Olyphant está de volta no teaser trailer oficial de ‘Justified: City Primeval’; Confira!

FX divulgou o teaser trailer oficial de Justified: City Primeval’revival da aclamada série Justified que traz Timothy Olyphant de volta como Raylan Givens.

Além disso, foi revelado que a produção estreia em 18 de julho nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

Confira:

Baseada no livro ‘City Primeval: High Noon in Detroit‘, de Elmore Leonard, a produção se passa dez anos após a série original.

Na trama…

Raylan ainda vive em Miami, para onde ele se mudou ao final da série original. Um encontro casual em uma estrada desolada da Flórida leva Raylan a Detroit, onde ele cruza o caminho de Clement Mansell, também conhecido como ‘O Selvagem de Oklahoma’, um violento sociopata que já escapou dos melhores de Detroit – e pretende fazê-lo novamente. A advogada de Mansell, Carolyn Wilder, tem toda a intenção de representar seu cliente, mesmo quando ela se encontra presa entre um policial e um criminoso, com seu próprio interesse em jogo.

Dave Andron e Michael Dinner, que produziram a série original, entram como showrunners, roteiristas e produtores executivos. Além de estrelar, Olyphant também tem crédito de produtor executivo ao lado do showrunner original, Graham Yost.

Aunjanue EllisBoyd HolbrookAdelaide ClemensVondie Curtis HallMarin IrelandNorbert Leo ButzVictor WilliamsVivian OlyphantRavi Patel completam o elenco.

‘One Piece’: Vídeo compila CURIOSIDADES sobre a série live-action; Confira!

A Netflix divulgou um divertido vídeo promocional de ‘One Piece‘, compilando curiosidades sobre a elogiada série live-action.

Confira:

O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

‘Velma’: 2ª temporada da polêmica animação ganha trailer LEGENDADO; Confira!

A Max Brasil divulgou o trailer legendado Velma, a animação adulta derivada de ‘Scooby-Doo’ que acompanha as desventuras da detetive mais perspicaz da Mystery Inc.!

Apesar das críticas severas à primeira temporada, os novos episódios serão lançados em 25 de abril na plataforma de streaming.

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Segundo o ComicBookMovie, Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta para Max e Adult Swim, afirmou anteriormente: “As séries que criamos no Max são baseadas em arte e voz, com personagens e comédia antes de qualquer outra coisa.”

“Estar sempre em busca de comédias ousadas com coração e originalidade, programas diversos e inclusivos com ressonância temática subjacente, e design de personagens que evidenciem a mão do artista. Estou muito animada para compartilhar essas séries incríveis com o mundo e continuar mostrando por que o Max é um ótimo lar para animações adultas”, concluiu. 

Apesar de ter estreado com baixas avaliações (39% de aprovação entre os críticos e 7% de audiência no Rotten Tomatoes), o programa inexplicavelmente quebrou vários recordes de streaming para o Max, tornando-se a estreia mais vista de uma série animada original para o Max.

Em entrevista para a Emmy Magazine, o criador, showrunner e produtor executivo Charlie Grandy rebateu as críticas ao dizer:

“Os programas originais de Hanna-Barbera ainda estão disponíveis para assistir. Não estamos apagando os originais. Só queremos ter nossa própria identidade no vasto Scooby-verso!”

Ele continuou, abordando a questão da etnia dos personagens:

“[A produtora executiva] Mindy Kaling veio até mim e disse que adoraria trabalhar em uma história com Velma… Seria engraçado tê-la no centro de um show. A partir disso, pensamos nela como uma descendente do sul da Ásia e nos perguntamos: ‘Por que parar por aí?’ Nenhum desses personagens está enraizado em etnias caucasianas. Levamos a ideia à Warner Bros. e nos disseram: ‘Façam. Façam o que quiserem. Está na hora de mudanças! Apenas certifiquem-se de que seja engraçado e bom!’ Não vemos problems nenhum nisso, o mundo está mudando.”

A série foi criada por Charlie Grandy.

A produção conta com as vozes de Mindy Kaling (Velma), Glenn Howerton (Fred), Sam Richardson (Salsicha) e Constance Wu (Daphne).

A produção conta a história de origem da Velma Dinkley, o cérebro desconhecido e pouco apreciado da turma conhecida como Mistério Sociedade Anônima.

‘Crepúsculo dos Deuses’, nova animação de Zack Snyder, ganha ELOGIOS da crítica internacional; Confira!

A animação ‘Crepúsculo dos Deuses’ (Twilight of the Gods), o mais recente projeto de Zack Snyder, já está disponível no catálogo da Netflix – e parece que o controverso realizador finalmente agradou à crítica internacional.

De acordo com os especialistas, a produção é uma das melhores de Snyder, contando com visuais belíssimos e um comprometimento com a mitologia nórdica. Entretanto, a condução da narrativa teve recepção mista pelos críticos.

Confira os comentários:

“Embora Crepúsculo dos Deuses’, de Zack Snyder, exagere na depravação e no horror de seu cenário nórdico ultraviolento, ele consegue contar uma história de vingança que vale a pena” – IGN.

‘Crepúsculo dos Deuses’ Zack Snyder finalmente tem um vencedor em mãos” – Collider.

“A recontagem animada da mitologia nórdica de Zack Snyder para a Netflix é visualmente rica, mas emocionalmente vazia” – THR.

Zack Snyder se entrega completamente com ‘Crepúsculo dos Deuses’. Um lindo épico nórdico que tece com beleza a mitologia através da brutal busca pela vingança de Sigrid” – Tyler Calvert.

“Apesar dos visuais impressionantes, ‘Crepúsculo dos Deuses’ é uma decepção. A série de Zack Snyder depende de cenas de sexo gratuitas e violência extremamente sangrenta, mas se esquece de contar uma boa história” – Thomas Storaï.

Durante uma conversa com a Collider, Snyder falou sobre a produção: “Basicamente, é assim: há um rei e sua rainha em uma pequena vila viking, e eles querem se casar. Um evento acontece com eles em seu casamento que faz com que Sigrid, que é a noiva, a criança de gigantes, embarque em uma missão louca de vingança. Ela recruta um elenco de personagens – uma vidente, um anão – e eles se unem para formar um grupo com uma missão: encontrar um deus e lutar contra ele. É uma missão, é uma história de vingança. Sigrid é esse personagem bonito, muito escandinavo, frio, mas apaixonado, com quem realmente gostei de trabalhar porque ela é simplesmente incrível. Sylvia Hoeks dá voz a ela.”

O cineasta ainda revelou que a animação terá oito episódios: “eu simplesmente acho que foi uma dessas coisas que não entendemos, primeiro de tudo, as dificuldades do que seria necessário para fazer oito episódios de animação. Se eu soubesse, não sei se teria feito.”

Entre os astros do elenco estão John Noble (‘O Senhor dos Aneis: O Retorno do Rei’), que dará voz a Odin, o Pai de Todos. Thor será dublado por Pilou Asbæk (‘Game of Thrones’), enquanto Loki terá voz de Paterson Joseph (‘Timeless’).

Os demais nomes são Sylvia Hoeks (‘Blade Runner 2049’) como Sigrid, Stuart Martin (‘Medici: Mestres de Florença’) como Leif, Rahul Kohli (‘A Maldiçao da Mansão Bly’) como Egill, Jamie Clayton (‘Sense8’) como Seid-Kona, Kristofer Hivju (‘Game of Thrones’) como Andvar, Peter Stormare (‘John Wick: Um Novo Dia para Matar’) como Ulfr, Jamie Chung (‘Dragon Ball Evolution)’ como Hela, Lauren Cohen (‘The Walking Dead’) como Inge e Corey Stoll (‘Homem-Formiga’) como Hrafnkel.

SAG Awards 2025 | Martin Short leva o prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia por ‘Only Murders in the Building’

Only Murders in the Building‘ é uma das produções mais aclamadas da atualidade – e fez bonito na cerimônia de vencedores do SAG Awards 2025.

Martin Short foi condecorado com o prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia por seu aclamado trabalho.

Lembrando que a série já foi renovada para a 5ª temporada

only murders

Na nova temporada, Charles (Steve Martin), Oliver (Martin Short) e Mabel (Selena Gomez) irão investigar um novo mistério na Califórnia.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

Prime Video divulga primeiro cartaz de ‘Helluva Boss’, série do universo de ‘Hazbin Hotel’

O Prime Video divulgou o primeiro cartaz oficial de ‘Helluva Boss’, do mundo da elogiada série animada ‘Hotel Hazbin’.

spin-off traz Vivienne Medrano de volta como produtora executiva.

Confira:

Em um acordo inédito, as duas primeiras temporadas de ‘Helluva Boss’ estrearão no Prime Video em breve, e os episódios continuarão disponíveis no YouTube. As próximas temporadas terão uma janela exclusiva no streaming.

“Sou muito grata ao Prime Video por seu apoio contínuo ao nosso trabalho em Hotel Hazbin’ e por permitir que nossa equipe na Spindlehorse expanda o Hellaverse ao abraçar Helluva Boss’, disse Medrano. “Estou muito animada com o que isso significa para o crescimento contínuo da animação independente! É um sonho que se tornou realidade poder contar essas histórias e eu realmente mal posso esperar para ver o que planejamos!”.

Ambientada no Inferno, ‘Helluva Boss’ acompanha Blitzo, líder excêntrico da P.A.I. (Profissionais de Assassinato Imediato), uma pequena e caótica empresa de assassinatos que funciona graças a um grimório mágico e a um complicado relacionamento com o príncipe demônio Stolas. Ao lado de sua equipe igualmente caótica – Moxxie, um atirador de elite; Millie, uma assassina ardente e habilidosa; e Loona, sua recepcionista sarcástica e infernal – Blitzo aceita contratos para matar alvos no mundo humano. Ao equilibrar o trabalho com a vida pessoal, a equipe se vê constantemente em situações absurdas, violentas e de humor ácido. Vivienne Medrano criou a série e atua como produtora executiva. Tom Murray também atua como produtor executivo.

A produção é estrelada por Brandon Rogers, Richard Horvitz, Vivian Williams, Erica Lindbeck e Bryce Pinkham. A série também conta com Alex Brightman, James Monroe Iglehart, Cristina Vee, Georgie Leahy, Rochelle Diamante e Morgana Ignis.

Lembrando que ‘Hotel Hazbin’ já foi oficialmente renovada até a quarta temporada.