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‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ passa ‘Hereditário’ como MAIOR BILHETERIA da A24

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) continua surpreendendo nas bilheterias!

Após nove semanas em cartaz o filme ultrapassou ‘Hereditário’ como maior bilheteria mundial da A24.

O filme já fez US$ 80,9 milhões, mesmo sem ter sido lançado em alguns países – como o Brasil.

Para comparação, ‘Hereditário’ fez US$ 80,2 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa conseguiu arrecadar sólidos US$ 52.2 milhões.

Com uma queda de apenas 5.5% em comparação aos números do final de semana anterior, a produção conseguiu ultrapassar as bilheterias domésticas de ‘Joias Brutas‘ (US$50M) e ‘Lady Bird: A Hora de Voar‘ (US$49M).

Vale lembrar que o filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de junho.

Assista a nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Estrelado por Michelle Yeoh (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), o longa também se tornou o filme mais bem avaliado de todos os tempos na plataforma Letterboxd.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Ke Huy Quan, Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr., James Hong e Jamie Lee Curtis.

‘Lightyear’: Chris Evans revela quais personagens de ‘Toy Story’ deveriam ganhar filmes derivados

A aguardada animação Lightyear é a primeira produção derivada de Toy Story‘ e gira em torno do patrulheiro espacial que deu origem ao famoso brinquedo do filme da Pixar em 1995.

Considerando que os outros brinquedos apresentados em ‘Toy Story‘ também fazem um enorme sucesso entre as crianças do filme, eles também podem ganhar spin-offs?

Durante uma entrevista para a Variety, Chris Evans, que dubla Buzz no novo filme, foi questionado sobre quais personagens deveriam estrelar seus próprios filmes.

Em resposta, ele foi direto ao dizer:

“Olha, eu sou um grande fã de Woody, então talvez ele seja o próximo.”

Confira:

Como os fãs se lembram, as origens de Woody já foram exploradas em Toy Story 2’, com o clássico show infantil ‘Woody’s Roundup‘ se tornando um ponto focal da trama e introduzindo outros novos brinquedos na sequência.

Mesmo assim, a Pixar tem a capacidade de criar alguma trama anterior a essa abordagem. O que você acha da ideia?

Em ‘Toy Story‘, Woody é dublado por Tom Hanks, mas quem você acha que poderia dar voz à versão humana do adorado vaqueiro?

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Lightyear‘ estreia em 16 de Junho de 2022.

Assista ao novo trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

‘Star Wars: The Acolyte’ deve contar com personagens de ‘Knights of the Old Republic’

De acordo com o The Disinsider Show, a vindoura série Star Wars: The Acolyte‘ deve contar com alguns personagens do aclamado game ‘Knights of the Old Republic‘.

Foi dito que a atração fará a estreia em live-action dos vilões Darth Revan, Darth Bane, Darth Nihilus e Darth Malak.

Para quem não sabe, The Acolyte‘ será a primeira produção live-action da saga ambientada durante Alta República, que se passa séculos antes dos eventos ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘, o ponto de partida da era dos Skywalker.

Apesar de não haver nada confirmado sobre os personagens mencionados, até o momento, a Alta República é uma era que tem sido cada vez mais explorada pela Lucasfilm através de romances, quadrinhos e jogos.

No mês passado, a showrunner de ‘The Acolyte’, Leslyle Headland (‘Boneca Russa’), já havia revelado que a série se passará cerca de 100 anos antes de ‘A Ameaça Fantasma.

“Muitos desses personagens [da era Skywalker] ainda nem nasceram”, explicou ela. “Estamos trabalhando em ambientes políticos, espirituais e pessoais que surgiram em um período de tempo sobre o qual não sabemos muito. Como chegamos a um ponto em que um Lorde Sith pode se infiltrar no Senado e nenhum dos Jedi perceber isso? Tipo, o que deu errado? Quais são os cenários que nos levaram a este momento?'”

Ela acrescentou:

“Na verdade, usamos o termo Renascença, ou Era do Iluminismo. Os uniformes Jedi são dourados e brancos, e é quase como se eles nunca ficassem sujos. Eles nunca estariam por aí vagando pelo universo. A ideia é que eles poderiam ter esses tipos de uniformes porque são vistos mais como símbolos da paz do que como os guerreiros que vimos nos filmes.”

Anteriormente, o The Illuminerdi anunciou as gravações da série serão iniciadas somente em outubro deste ano, com previsão de conclusão para maio de 2023.

A produção vai acontecer em Londres e vai utilizar a mesma tecnologia de cenários virtuais de ‘The Mandalorian‘.

Originalmente, as filmagens estavam agendadas para fevereiro, e a nova data deve configurar um enorme atraso na estreia, que ainda não foi agendada.

Além disso, o portal também divulgou que a Lucasfilm está procurando por atores para viverem personagens denominados como ‘Paul’ e ‘Miri’.

O primeiro é descrito como um homem caucasiano na casa dos 50 anos e que será um personagem regular na série, mas que estará presente apenas na 1ª temporada.

Miri é uma menina negra que possui entre 8 e 10 anos, que será uma importante estrela convidada. E, por alguma razão não mencionada, o estúdio está à procura de gêmeas idênticas para interpretá-la.

A Variety também revelou que a atriz Amandla Stenberg está em negociações para estrelar a atração.

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre sua personagem, caso ela seja confirmada como protagonista.

Por outro lado, um acólito no universo de Star Wars normalmente se refere a um usuário do Lado Negro da Força que acabou de começar seu treinamento sob a proteção de um experiente Lorde Sith.

Isso, é claro, foi antes de Darth Bane instituir a Regra de Dois, extinguindo quase todos os Sith para que existissem apenas dois: um mestre e um aprendiz.

Para quem não a conhece, Stenberg é mais conhecida por seu papel como Rue em ‘Jogos Vorazes‘ e também pelos filmes ‘O Ódio que Você Semeia’ e ‘Mentes Sombrias‘.

Embora os detalhes sobre seu papel sejam desconhecidos, sabemos que ‘The Acolyte‘ será um thriller de mistério que levará o público a uma galáxia de segredos e poderes emergentes do Lado Sombrio da Força nos dias finais da era da Alta República.

Além de Headland, o produtor Rayne Roberts será um dos co-desenvolvedores da série.

Roberts, que é o vice-presidente de Desenvolvimento de Filmes da Lucasfilm, já esteve envolvido em inúmeros projetos do universo Star Wars, como ‘Star Wars: Rebels, ‘O Despertar da Força‘, ‘Os Últimos Jedi‘, ‘Solo: Uma História Star Wars‘ e ‘A Ascensão Skywalker‘.

Confira a logo oficial de ‘The Acolyte‘:

‘The Last of Us’: Fotos e vídeos dos bastidores mostram momento comovente entre Bella Ramsey e Pedro Pascal

Uma fan page do Twitter deciada a novidades sobre a série ‘The last of Us‘ divulgou novas fotos e vídeos de Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) e Pedro Pascal (‘O Mandaloriano’).

Em uma das imagens, os intérpretes de Ellie e Joel se abraçam, comovendo os seguidores.

As outras mostram a dupla caminhando por um terreno deserto, enquanto o vídeo mostra um momento de descontração entre as tomadas.

Confira:

 

 

 

 

 

 

Em entrevista ao Holod, o diretor Kantemir Balagov, que comandou o episódio piloto da adaptação de ‘The Last of Us‘, revelou quando a produção será lançada.

Atualmente em processo de pós-produção, a série está programada para estrear “no começo do próximo ano”.

Além disso, o cineasta aproveitou a oportunidade para fazer o quanto foi importante participar desse projeto, uma vez que o jogo no qual a série é baseada “tem um lugar muito especial em seu coração”.

Apesar da data oficial não ter sido divulgada, podemos esperar que a adaptação seja lançada logo nos primeiros meses de 2023. Ansiosos?

Pedro PascalBella Ramsey estrelarão como Joel e Ellie, respectivamente.

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Opinião | Os 5 anos de ‘Witness’, controverso álbum de Katy Perry

Quando ouvi Witness, quinto álbum de estúdio da icônica Katy Perry, pela primeira vez, não consegui entender muito bem a que estava sendo apresentado. Depois de quatro álbuns extremamente coesos e dançantes – com baladas muito bem estruturadas ao longo de pop-bangers envolventes e convidativos -, sua mais nova entrada na indústria fonográfica me passou um sensação campesina e circinal demais para ser levada a sério. Ao longo de dezessete faixas (referindo-me, aqui, à versão deluxe), Perry parecia travar uma batalha consigo mesma para terminar as faixas sem cair na repetição, sem perceber que esbarrava nas ruínas do formulaico mais de uma vez e não sabia em que direção seguir.

O resultado não demorou muito para aparecer: apesar de ter estreado em primeiro lugar na parada da Billboard 200, o álbum foi recebido com pesadas críticas que detonavam as concepções do extenso time de produtores e dos variados estilos musicais que uniam-se em uma amálgama gritante e conturbada que tentava ser tudo e nada ao mesmo tempo. Perry, um ano depois da estreia do CD, havia declarado ao NY Times que havia mergulhado em uma “situação depressiva” e com o “coração partido”.

“Eu ponho muita validade na reação do público, e o público não reagiu da maneira que eu esperava”, ela comentou. Não é surpresa que ela tenha saído para uma espécie de retiro espiritual para se curar da frustração, demorando nada menos que dois anos para fazer um sólido comeback com “Never Really Over” (uma das melhores canções de 2019 que inclusive entrou para nossa lista de fim de ano). Entretanto, a carreira outrora meteórica da artista parecia injustamente estagnada em sucessos medianos, estendendo-se até o recente lançamento do sólido e pueril “Daisies”. Claro que, em comparação com nomes novos no cenário fonográficos, ela ainda apresentava-se de maneira competente e bastante nostálgica (nos relembrando das erasPrism e Teenage Dream), mas nunca chegando à aclamação comercial e crítica que recebera no início da carreira.

Cinco anos depois do début de Witness, resolvi dar mais uma chance ao álbum, tentando focar exatamente no que deu errado – e o resultado tardio é um compilado de poderosas letras e um conceito futurista e à frente de seu tempo que luta para ganhar espaço em meio a uma gestação confusa, recheada de estilos que não deveriam ter vez (pelo menos não com aquilo que Katy planejava nos entregar). Afinal, durante a construção da obra, a cantora havia declaro que seu adeus ao colaborador de longa data Dr. Luke representaria o início de uma era completamente reformulada, da qual estava muito orgulhosa – uma era de ressignificação do pop para algo mais pessoal e autocrítico quando em comparação aos mercadológicos hits que vinha entregando.

Oscilando entre dois espectros de uma mesma sonoridade, Perry havia percebido o quão libertador era resgatar controle daquilo que sempre amou fazer: música. Utilizando sua mentalidade reaberta depois de um considerável hiato, ela decidiu unir-se a um time criativo que a auxiliaria a trazer temas nunca antes vistos (ou infundidos com batidas mascaráveis), incluindo desconstruções acerca de estereótipos femininos, empoderamento, um sutil flerte com a nova onda do feminismo e até mesmo metáforas políticas inteligentes – o que nos leva ao primeiro single, intitulado “Chained to the Rhythm”. A música é um implacável híbrido disco-dancehall que puxa elementos até mesmo do noventista house-pop, guiada por letras ácidas de descontentamento com o governo de Donald Trump (recém-elegido como presidente dos Estados Unidos e principal motivo por ter transformado a performer em uma “inimiga” nacional). A ilusória sensação de liberdade, que insurgiria como temas de outras faixas adjacentes, é o mote com o qual Katy trabalha com tanta paixão.

Entretanto, é sabido o que acontece quando uma mulher ousa falar mais alto numa sociedade conservadoramente hierárquica: boicote. Não digo apenas em relação a números, mas em relação à própria recepção artística de uma imagem que não segue os padrões. Como fica provado com a futurista “Roulette” (facilmente a melhor rendição do álbum) ou com o simbolismo didático de “Swish Swish” (com uma viciante batida digna dos anos 1990), Katy encontrou a sua voz para falar o que pensa – e, da mesma forma que tantas outras artistas, foi silenciada por uma força maior. O mesmo acontecera a Dixie Chicks e sua brutal queda depois de um posicionamento político contra o presidente George Bush, ou até mesmo à Christina Aguilera e à Lady Gaga depois de discorrerem sobre tabus como sexo, drogas e irreverência artística.

Enquanto é visível uma enraizada problemática que vai além da nutrição musical, Witness está longe de ser um álbum ruim; questionavelmente controverso, diria. Afinal, em meio a tantas declamações para serem feitas, Katy acabou dando vida a algo, como citado alguns parágrafos acima, amorfo demais para alcançar o status de palpável. “Déjà Vu” mergulha de cabeça no house-club e nos conquista por sua narcótica ambiência dark, mas é sucedida por uma série de composições sem pé nem cabeça cujos conceitos (talvez à frente de seu tempo, talvez tendo dado de cara com algo que não estava programado) foram varridos para debaixo do tapete. O grande deslize, eventualmente, molda-se no desperdiçado potencial e no acatamento de um paradigma prosaico que tangencia a trivialidade – algo que não deveria ter espaço, mas esparrama desde o princípio com a oscilante faixa titular até baladas como “Save as Draft” e a incompreensível “Act My Age”.

Katy Perry, em Witness, mostrou que está disposta a correr riscos grandes para investir em sua versatilidade e, ainda que nem tudo tenha corrido como o planejado, ela entregou ao mundo um capítulo novo de sua carreira – que esperamos que tenha reconhecimento o quão antes possível.

‘Pânico 6’: Ator DEFENDE decisão de Neve Campbell após polêmica com o salário

Em entrevista ao podcast Midnite Movie Club, Matthew Lillard defendeu a decisão da Neve Campbell de não retornar em ‘Pânico 6‘, após a atriz ter recebido uma baixa oferta de salário – o que causou uma grande comoção entre os fãs da franquia.

“Será que o Tom Cruise recebeu menos dinheiro por ‘Top Gun: Maverick’? Claro que não. Então, por que uma mulher deveria receber menos? Por que eles não pagam mais a ela conforme a franquia ganha continuidade? ‘Pânico 5’ foi um sucesso ou não? Foi um grande sucesso! Eles ganharam muito dinheiro? Sim. Eles deveriam pagar a Neve Campbell pelo o que ela fez nos últimos cinco filmes? Sim, porque a Neve é a protagonista de uma das franquias de maior sucesso do gênero terror.”

Além disso, em seu canal do YouTube, o ator Jamie Kennedy, que interpretou o querido Randy nos três primeiros filmes da franquia, declarou que teve acesso ao roteiro do sexto filme e revelou que a Sidney teria um grande destaque na trama.

“Há pessoas nos bastidores que são literalmente responsáveis por não quererem pagar o rosto da franquia. É uma decisão de pessoas que sequer queriam estar envolvidas no projeto,” afirmou o ator.

Segundo rumores, Neve Campbell recebeu uma oferta da Paramount Pictures de apenas US$ 750 mil para retornar para o sexto filme, valor BEM ABAIXO do que ela recebeu para os filmes anteriores.

Para se ter uma ideia, Campbell recebeu US$ 1.500.000 pelo primeiro, US$ 3.500.000 pelo segundo e US$ 4.000.000 pelo terceiro.

Para ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico 5‘, o valor foi na faixa dos US$ 5 milhões por filme.

Isso explica a declaração da atriz, que disse que “a oferta apresentada não iguala ao valor que entregou para a franquia”

A notícia continua repercutindo e o ator David Arquette saiu novamente em defesa da atriz em um post que fez em uma rede social: “Para ser claro: eu apoio Neve Campbell e acho um GRANDE erro não ter ela no próximo filme”, afirmou David. 

E você, vai assistir ‘Pânico 6‘, mesmo sem a presença de Neve Campbell?

Confira as reações dos fãs abaixo:

Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que fizeram o quinto filme, comandarão ‘Pânico 6‘, que tem roteiro de James Vanderbilt e Guy Busick.

As filmagens devem começar este ano e ‘Pânico 6‘ tem previsão de estreia para 31 de março de 2023.

‘American Rust’ é RESGATADA do cancelamento pela Amazon Freevee

Quase cinco meses após o cancelamento de ‘American Rust‘, foi anunciado que a série foi resgatada pela Amazon Freevee, que irá produzir a 2ª temporada.

O próximo contará com o retorno de Jeff Daniels e Maura Tierney, cujas filmagens devem começar no segundo semestre de 2022.

“Sou grato pela Amazon Freevee por nos dar a chance de criar a segunda temporada de ‘American Rust’. Ambientada em uma cidade pequena na América, nossa história realista e autêntica foi construída para ser lançada por streaming,” declarou Daniels.

A trama se passa em uma cidadezinha da Pensilvânia, arruinada pela desesperança de uma crise econômica. O xerife Del Harris (Daniels) é forçado a decidir o quão longe está disposto a ir para proteger o filho da mulher que ama, recentemente acusado de assassinato.

Futterman assina a criação da série, que foi baseada no livro homônimo de Philipp Meyer, lançado em 2009.

Bill Camp, David Alvarez e Alex Neustaedter completaram o elenco.

Apple anuncia ‘Sugar’, série de Fernando Meirelles estrelada por Colin Farrell

Nesta quinta-feira (09), a Apple TV+ anunciou que vai começar a produzir ‘Sugar‘, nova série de Mark Protosevich (‘Eu Sou a Lenda’), estrelada por Colin Farrell (‘True Detective’).

Mesmo atuando como protagonista, Farrell também será produtor-executivo do projeto ao lado de Protosevich, Simon Kinberg, de ‘X-Men‘, Audrey Chon e Scott Greenberg.

O destaque é que o cineasta brasileiro Fernando Meirelles (‘Cidade de Deus’) vai comandar a série que irá acompanhar a história de um detetive particular em Los Angeles, no maior estilo neo noir.

Colin Farrell esteve recentemente no filme ‘The Batman‘, interpretando o famoso Pinguim. Depois de dirigir o filme ‘Dois Papas‘, Meirrelles esteve na produção de alguns projetos, como o recente ‘7 Prisioneiros‘, ambos da Netflix.

‘Street Fighter 6’: Veja o inédito trailer gameplay com Guile

A Capcom apresentou, durante a Summer Game Fest 2022, o primeiro trailer de gameplay de ‘Street Fighter 6‘, com o personagem Guile.

Confira abaixo o vídeo completo:

Lembrando que o game está transformando as mecânicas de luta, chegando lotado de conteúdo e visando pessoas novas para entrar na franquia, assim como os mais experientes – leia mais sobre o título aqui.

Street Fighter 6‘ estará disponível em 2023 – sem data específica – para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series e PC.

‘The Last of Us’: Pedro Pascal e Bella Ramsey aparecem em nova imagem oficial

A PlayStation Productions divulgou, durante a Summer Game Fest 2022, uma nova imagem da série ‘The Last of Us‘, em produção pela HBO. Na foto, vemos Joel (Pedro Pascal) e Ellie (Bella Ramsey) escondidos dos infectados, conhecidos como estaladores.

Confira a imagem abaixo:

O elenco ainda contará com Nick Offerman, Anna Torv, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey PierceCon O’NeillMurray Bartlett, Natasha Mumba Storm Reid.

Peter Hoar (‘Demolidor’), Kantemir Balagov (‘Uma Mulher Alta’), Ali Abbasi (‘Sheiley’), Jasmila Zbanic (‘Quo Vadis, Aida’), Craig Mazin (‘Chernobyl’), Neil Druckmann (criador do jogo), Liza Johnson (‘Barry’) e Jeremy Webb (‘The Umbrella Academy’) fazem parte do time de diretores.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

Angelina Jolie vai dirigir adaptação de ‘Without Blood’ estrelada por Salma Hayek

Angelina Jolie (‘Eternos’) deve dirigir em breve o quinto título de sua carreira como cineasta, desta vez, ela irá comandar a adaptação de ‘Without Blood‘, livro escrito pelo italiano Alessandro Baricco.

Segundo a Variety, o projeto já tem os nomes de Salma Hayek, sua companheira de ‘Eternos‘, e Demián Bichir (‘A Freira’) confirmados no elenco. As filmagens do longa já começaram, e estão acontecendo nas regiões de Puglia e Basilicata, no sul da Itália.

A trama se passa após um conflito não identificado, descrita como a “exploração de verdades universais sobre guerra, trauma, memória e cura”.

“Estou honrada por estar aqui na Itália para trazer este material muito especial para o cinema, e ter sido confiada por Alessandro Baricco com a adaptação de seu livro – com sua poesia e emoção únicas e maneira de ver a guerra, e as questões que coloca sobre o que procuramos após trauma, perda ou injustiça”, falou Angelina Jolie sobre ‘Without Blood‘, que ainda não tem data para chegar nos cinemas.

Julie Andrews fala sobre a possibilidade de fazerem ‘O Diário da Princesa 3’

Julie Andrews concedeu uma entrevista ao The Hollywood Reporter e comentou sobre a possibilidade de um terceiro filme da franquia ‘O Diário da Princesa‘. Lembrando que Andrews interpretou a Rainha Clarisse Renaldi nos dois longas da franquia ao lado de Anne Hathaway.

“Acho que seria tarde demais para fazer isso agora. Discutiu-se sobre uma sequência muitos, muitos anos atrás. Mas acho que nunca aconteceu. E Garry então nos deixou. Especialmente para mim, está muito longe agora para voltar a isso. É um pensamento adorável, mas acho que provavelmente não seria possível”, confessa a atriz.

Julie Andrews se referiu a Garry Marshall, que comandou os dois filmes da cinessérie, que faleceu em 2016. Roteirista, produtor e diretor, Marshall também trabalhou em outros filmes queridos como ‘Uma Linda Mulher‘.

Lembrando que, em 2019, Anne Hathaway revelou que existe um roteiro para uma sequência: “Eu queria fazer, Julie Andrews queria, Deborah Martin Chase, nossa produtora, queria fazer isso. Todos nós realmente queríamos que isso aconteça. Só que nós não queremos fazer isso a menos que seja perfeito porque nós amamos tanto quanto vocês amam. É tão importante para nós quanto para vocês”.

O clássico da Sessão da Tarde, ‘O Diário da Princesa‘, foi lançado há mais de 20 anos e permanece sendo idolatrado. O longa acompanha uma jovem que acaba descobrindo que sua avó é Rainha de um país chamado Genovia, e agora precisa treinar para assumir o trono.

Roteirista diz que ‘Ms Marvel’ é um aquecimento para ‘The Marvels’

A roteirista Bisha K. Ali, em uma entrevista concedida ao site ScreenRant, disse que a história que acompanharemos em ‘Ms Marvel‘, o arco da garota na série, servirá para tornar a protagonista em uma heroína já em atividade, do qual estará completamente pronta no filme ‘The Marvels‘.

“Eu não sei quais eram os planos gerais deles, porque se eles me contassem, eu contaria para absolutamente todo mundo. Mas já sabíamos quando começamos o processo criativo da série que ela estava destinada a The Marvels, falou Bisha.

Que continuou: “Eu já sabia disso quando começamos o processo, então isso afetou o arco do personagem. Começamos como uma adolescente sem poderes, e vou prepará-la para o que acontecer com esse filme. O que eu não sei, eles não vão me dizer – com razão, porque eu vou derramar o feijão”.

Lembrando que o primeiro episódio já está disponível no catálogo da plataforma de streaming.

‘Ms. Marvel é uma nova e original série que introduz Kamala Khan, uma jovem adolescente muçulmana-americana da cidade de Nova Jersey. Ávida gamer e uma voraz leitora de fan-fictions, Kamala é uma megafã de super-heróis com uma imaginação gigantesca – principalmente quando se trata da Capitã Marvel. Entretanto, Kamala sente como se não pertencesse à própria escola e, às vezes, dentro de casa – isso é, até conseguir superpoderes como os heróis que sempre admirou. A vida fica melhor com superpoderes, certo?”

Iman Vellani dá vida à protagonista titular, alter-ego de Kamala Khan, uma adolescente paquistanesa-americana nascida em Jersey City, fã de super-heróis, em especial da ‘Capitã Marvel‘.

Laurel Marsen interpreta Zoe Zimmer, personagem que apareceu ainda no começo das histórias em quadrinhos originais e foi uma das valentonas que maltrataram Kamala Khan na escola. Eventualmente, as duas se aproximam e desenvolvem respeito mútuo que beira a amizade.

Aramis KnightsSaagar ShaikhRish ShahMatt LinzZenobia Shroff, Anjali BhimaniMohan Kapur também fazem parte do elenco.

Na trama, Kamala é afetada pela névoa Terrigen, responsável pela criação dos Inumanos. Quando acorda com superpoderes, decide ser uma heroína como seu ídolo e adota o antigo codinome da Capitã, Miss Marvel.

A direção fica por conta da dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pela popular sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘. Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon também ingressam no projeto na direção de capítulos adicionais.

Obaid-Chinoy é mais conhecida por ser uma vencedora de dois Oscar pelos curtas documentários ‘Saving Face‘ (2012) e ‘Uma Garota no Rio‘ (2015). Já Menon possui em seu currículo uma série de créditos na TV, como ‘The Walking Dead‘, ‘O Justiceiro‘, além da série ‘Titãs‘, do Universo DC.

Bisha K. Ali entra como showrunner.

Crítica | Michelle Yeoh entrega a melhor performance da carreira com o impecável ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’

‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ esteve em um longo tempo em desenvolvimento – para além da pré-produção e das filmagens, envolvendo o complexo conceito explorado pelos diretores Dan Kwan e Daniel Schinert sobre o multiverso. É claro que, nos dias de hoje, esse vocábulo faz parte da cultura pop com força inimaginável, e não precisamos ir muito além das inflexões exploradas pela Marvel Studios, com ‘Doutor Estranho’ e ‘WandaVision’. Entretanto, ainda que regadas por uma ousadia considerável, a gigantesca companhia cinematográfica não conseguiu ir muito além da obviedade e das investidas em blockbuster, destinadas a encantar um público que visava ao escapismo.

Agora, depois de mais de uma década de preparação, o filme em questão nos entregou uma nova percepção do que realmente significa o multiverso e como estamos longe de entendê-lo em suas infinitas possibilidades. Kwan e Schinert encontraram uma maneira de aglutinar uma quantidade inexplicável de gêneros narrativos em uma jornada explosiva de cores, coreografias de tirar o fôlego e uma compreensão pesarosa e pungente de que nossa existência é ínfima quando comparada ao universo. E nada disso poderia ser possível sem a presença de um elenco estelar, encabeçado pela lendária atriz Michelle Yeoh em mais uma performance definitiva de sua extensa carreira.

Analisar esse longa-metragem não é uma tarefa fácil: desde os trailers promocionais até sua exibição, absorver as múltiplas camadas que se estendem pela obra é um trabalho difícil, que beira o impossível quando ousamos sair um pouco das descrições costumeiras em textos críticos. Mas é possível inclusive partir dessa constatação para tecer um diálogo entre o que o título induz – deixar a zona de conforto de lado e abraçar o caos e a anarquia – e a experiência de conferi-lo do começo ao fim. Para que possamos nos guiar, é sempre bom começar pela trama principal: Yeoh interpreta Evelyn, uma mulher infeliz com a própria vida e sem qualquer prospecto de futuro, prestes a ser auditada e a perder a lavanderia que comanda ao lado do marido, Waymond (Ke Huy Quan). As coisas mudam drasticamente quando uma das versões de Waymond provinda de outro universo de Waymond a encontra em sua realidade e revela que o destino de tudo que conhecem está nas mãos dela.

A partir de então, Evelyn é arrastada para uma jornada interminável da busca pela identidade que se desenrola da maneira mais inesperada e bizarra possível: a protagonista abandonou todos os sonhos que tinha para seguir o que seu coração quis e, ao perceber que o conto de fadas que imaginava era apenas uma ilusão, entra em contato o que poderia ter sido. À medida que se redescobre e aceita suas falhas, ela degusta de habilidade inimagináveis que a ajudam nesse processo. Não estamos lidando com uma mera ação sci-fi, e sim com uma dramédia escrachada niilista que coloca em xeque a noção da concretude cronológica e o nosso desejo de controlar a inexorabilidade do tempo e dos eventos.

Desde uma cozinheira habilidosa a uma estrela de cinema mundialmente famosa a uma cantora de ópera cega, Evelyn se descortina em si mesma, engendrando um caminho que renega a progressão linear e se apoia com força descomunal em expressões artísticas do século passado – flertando com um surrealismo imagético que enche nossos olhos e nos deixa em um transe frenético de querer decifrar o indecifrável. A aparente falta de lógica é proposital na completude do longa e apenas acrescenta mais aspectos simbólicos a uma semiótica que diz tudo e nada ao mesmo tempo (logo nos primeiros minutos, fica claro os diretores arquitetam um jogo paradoxal que se atrela com intimidade a cada um dos personagens); todavia, tais incursões oníricas são banhadas com elementos palatáveis por parte do público, como a ascensão de uma antagonista (a filha de Evelyn, Joy, interpretada pela incrível Stephanie Hsu) e o enfrentamento de obstáculos mortais, incluindo Deirdre Beaubeirdre (Jamie Lee Curtis) e Gong Gong (James Hong).

Se você está esperando ver uma produção formulaica, sugiro que procure qualquer outra que não seja esta: as investigações promovidas não têm propósito de narrar nos mínimos detalhes o que se exibe nas telas, e sim permitir que o público se engolfe em um êxtase metaficcional e metafísico que se relaciona com o mais banal dos problemas que tenhamos enfrentado na vida. Evelyn é o laço diegético que nos une e nos faz questionar as escolhas que fazemos dia após dia, lançando luz em questões que oscilam desde o conceito de maternidade ao tradicionalismo familiar – e os impulsivos laços de que nutre com Joy, uma garota que se vê sugada por um vórtice de incompletude e que faz de suas mazelas uma válvula de escape que se livra da toxicidade da mãe e do que estar ao lado dela lhe causa.

Cada reviravolta no intrincado roteiro nos deixa mais instigados para terminar a obra – e, além da sagacidade cômica, temos a presença dos classicismos da ficção científica e da envolvência do drama novelesco, impedindo que essa profusão estilística descarrilhe ou nos deixe à deriva na frustração. Pelo contrário, é possível elencar nos dedos o número de filmes que cheguem à sólida e ambiciosa estruturação deste aqui, permitindo que ele se consagre como um dos melhores das últimas décadas.

A chamada ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ já prenuncia a divertida bizarrice sem fim que veremos no cinema – mas não prevê as várias conexões que se espalham em sua composição. Como se não bastasse, Yeoh posa como o elo que segura a produção, rendendo-se ao melhor papel de sua carreira e relembrando o motivo que nos faz tão aficionados pela arte do cinema.

‘A Caçada’: A ameaça vem do céu em comercial com cenas inéditas do novo ‘O Predador’

Após ter seu primeiro trailer divulgado ontem, ‘O Predador: A Caçada’ ganhou seu primeiro comercial de TV com cenas inéditas.

Trata-se do novo e ambicioso filme da franquia Predador, que será lançado pelo serviço de streaming no Star+ no dia 05 de agosto (mesmo dia da estreia nos Estados Unidos).

Confira o comercial e o trailer dublado:

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) será responsável pela direção.

A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.

Amber Midthunder (‘Legion’) estrelará a produção. Ela irá interpretar uma mulher Comanche, que desafia as normas e tradições de sua tribo para se tornar uma guerreira.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados crossover com ‘Alien‘.

Assista ao trailer DUBLADO de ‘Adão Negro’, novo filme da DC

A aguardada adaptação de Adão Negro‘ acaba de ganhar seu espetacular primeiro trailer na versão DUBLADA.

Dwayne Johnson estrela como o personagem titular, e será dublado por Garcia Júnior.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais dia 20 de outubro, um dia antes da estreia nos EUA.

Quase 5.000 anos depois que ele foi concedido com os poderes onipotentes dos deuses egípcios – e preso com a mesma rapidez – Adão Negro (Dwayne Johnson) é libertado de sua tumba terrena, pronto para liberar sua forma única de justiça no mundo moderno.

O filme também apresentará os membros da Sociedade da Justiça:  Senhor Destino (Pierce Brosnan), Gavião Negro (Aldis Hodge), Esmaga-Átomo (Noah Centineo) e Ciclone (Quintessa Swindell).  

Dirigido por Jaume Collet-Serra (‘Águas Rasas‘), o longa se passará no mesmo universo de ‘Shazam!‘.

‘O Diário da Princesa’ completa 21 Anos! Veja curiosidades da comédia estrelada por Anne Hathaway e Julie Andrews…

Anne HathawayJulie Andrews são dois dos nomes mais lendários do cenário do entretenimento – e ambas contracenaram juntas na clássica rom-com adolescente O Diário da Princesa.

Tendo sua estreia oficial há exatos vinte anos, no El Capitan Theatre, o longa-metragem não apenas representou a estreia de Hathaway nas telonas, dando início a uma carreira recheada de aclame e de prêmios, mas também introduziu a icônica Andrews, de ‘Mary Poppins’‘A Noviça Rebelde’, a uma nova geração que cresceu tanto com as animações da Walt Disney quanto com o Disney Channel – motivos pelo qual é revisitado constantemente.

A trama gira em torno de Mia, uma garota de 15 anos que vive com sua mãe em São Francisco. De repente, ela descobre que seu pai é o Príncipe de Genóvia, um pequeno país europeu. Ela recebe a visita de sua avó recém-descoberta, que passa a lhe dar aulas de etiqueta, ensinando-a como uma princesa deve se portar. Mas quando se aproxima a data de seu aniversário, Mia precisa definir que caminho pretende tomar em sua vida: tornar-se uma princesa e se mudar para Genóvia ou permanecer morando com a mãe.

Apesar da recepção mista à época do lançamento, o filme ascendeu a um status de adoração universal, sendo redescoberto ano após ano e envelhecendo como vinho. O surpreendente sucesso financeiro rendeu inclusive uma sequência e eternizou Mia Thermopolis na cultura pop.

Para celebrar seu aniversário, separamos uma lista com várias curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

CONTRATO IMEDIATO

Durante as audições, Hathaway caiu da cadeira e imediatamente conquistou o papel de Mia na produção. Inclusive, a atriz era tão desastrada, que a cena em que ela escorrega e cai nas arquibancadas não havia sido roteirizada: o diretor Garry Marshall achou o momento tão engraçado que decidiu mantê-lo no corte final.

MARSHALLVERSE

Um dos garçons na sequência do jantar em que Mia quebra um copo de água diz: “acontece o tempo todo”. O mesmo ator interpretou um garçom em ‘Uma Linda Mulher’ e disse a mesma coisa para Vivian Ward (Julia Roberts) quando ela deixa o escargot escorregar. Ambos os filmes foram dirigidos por Marshall.

PROCESSO DETALHADO

Hathaway tinha que usar vários apliques no cabelo para dar a ele uma aparênica mais volumosa. Suas sobrancelhas levavam uma hora para serem aplicadas, visto que cada pelo era colocado individualmente.

MONEY, MONEY, MONEY

As joias e a tiara utilizada por Andrews na sequência final do filme valiam, à época, US$500 mil, ainda mais por serem feitas com diamantes verdadeiros em empréstio da empresa Harry Winston. Os adornos de Hathaway, por sua vez, foram feitos especificamente para ela e eram mais baratos: em vez de diamantes, a tiara foi feita com zircônio cúbico.

COMO UMA PRECE

Enquanto filmava a dança celebratória final, Marshall colocou a clássica canção “Like a Prayer”, de Madonna, para que os atores e atrizes agissem naturalmente. Entretanto, o diretor assistente teve de rodar a cena várias vezes, visto que o elenco ficava murmurando as palavras da música.

BFFs

Hathaway e Heather Matarazzo, intérprete de Lilly Moscovitz, se tornaram ótimas amigas durante as filmagens de O Diário da Princesa e, até hoje, mantêm contato uma com a outra.

DISPUTA ACIRRADA

O papel de Mia foi oferecido originalmente para Juliette Lewis, mas a atriz o recusou. Antes de Hathaway ser contratada, nomes como Christina ApplegateCameron DiazKate BeckinsaleReese WitherspoonJessica AlbaSarah Michelle Gellar foram consideradas para viver a protagonista.

QUÍMICA ESPONTÂNEA

O relacionamento entre a Rainha Clarisse e Joseph (Hector Elizondo) não estava no roteiro. A cena da dança e a inegável afeição que um sentia pelo outro foram improvisados pelos atores e foi mantida no corte final.

 

MUDANÇAS PROFUNDAS

O filme muda completamente o relacionamento entre a Rainha Clarisse (Andrews) e Mia quando em comparaço ao livro. No romance original, Clarisse é teimosa e quase cruel Mia, levando-a a chorar várias vezes e sendo a responsável por contar ao mundo que ela é uma princesa. Na adaptação, o turbulento primeiro encontro entre as duas logo se transforma em uma divertida amizade.

SUCESSO ESTRONDOSO

Arrecadando mais de US$165 milhões mundialmente, O Diário da Princesa desafiou as expectativas da indústria cinematográfica, que não esperava um sucesso financeiro tão grandioso – ainda mais considerando a classificação livre do longa. Não é surpresa que uma continuação tenha sido lançada três anos mais tarde, intitulada O Diário da Princesa 2: Casamento Real’.

‘Paper Girls’: Série do Prime Video sobre garotas viajantes no tempo ganha fotos e data de estreia

Prime Video divulgou recentemente as primeiras imagens da série teen Paper Girls, adaptação dos quadrinhos homônimos criados por Brian K. VaughanCliff Chiang.

O elenco conta com Sofia Rosinsky (‘Fast Layne’), Camryn Jones (‘Cherish the Day’), Fina Strazza (‘A Christmas Melody’), Riley Lai Nelet (‘Altered Carbon’) e Ali Wong (‘Meu Eterno Talvez’)

A estreia acontece dia 29 de Julho.

Confira:

Para quem não conhece, a história é ambientada no Halloween de 1988, quando quatro entregadoras de jornal se envolvem numa trama repleta de emoções ao descobrirem a existência de alienígenas e viajantes do tempo no planeta Terra.

Presas em um conflito entre facções viajantes do tempo, elas são enviadas através do tempo numa aventura para salvar o mundo. À medida que quebram as barreiras entre o passado, presente e o futuro elas encontram versões futuras de si mesmos precisam lidar com a escolha de abraçar ou rejeitar seu destino.

Além disso, a história explora os dramas da adolescência, como a importância do primeiro emprego, descoberta de novas paixões e o valor das amizades verdadeiras.

 

‘Ghostbusters’: Filme animado está em desenvolvimento!

Durante o evento Ghostbusters Day, foi anunciado que, além da nova sequência live-action, a franquia ‘Ghostbusters‘ também ganhará um filme animado.

Jennifer KluskaChris Prynoski serão responsáveis pela direção da animação, que tem o roteiro assinado por Brenda Hsueh.

A produção contará uma história independente no universo da saga, focando em novos personagens.

“Esse foi um projeto de paixão do meu pai e é muito fácil entender o motivo. O mundo do desconhecido só pode ser propriamente explorado através do alcance ilimitado da animação,” declarou o produtor Jason Reitman, que anteriormente havia dirigido ‘Ghostbusters: Mais Além‘.

Vale lembrar que um novo filme live-action também está em desenvolvimento. O novo longa será ambientado em Manhattan, e voltará a seguir a família Spenger em uma nova aventura.

Sucesso nos cinemas, ‘Ghostbusters: Mais Além‘ arrecadou US$ 197.3 milhões mundialmente.

Confira nossa crítica:

Crítica | Ghostbusters: Mais Além é a Sequência PERFEITA que a franquia merecia!

5ª temporada de ‘Stranger Things’ NÃO terá lançamentos semanais

Há muita especulação sobre uma possível mudança no formato de como a Netflix lança suas séries originais, especialmente ‘Stranger Things‘, que é uma das séries mais populares do serviço de streaming.

No entanto, em entrevista ao Variety, Peter Friedlander, presidente de séries originais da Netflix, garantiu que não planeja mudar o formato de seus lançamentos – que consiste em lançar todos os episódios de uma certa temporada no mesmo dia ao invés do tradicional lançamento semanal da televisão e/ou outros serviços de streaming.

“Esse é o formato que os fãs de ‘Stranger Things’ estão acostumados a assistirem a série. Acredito que se mudarmos [para lançamentos semanais], isso iria decepcioná-los. Seria uma mudança muito brusca para os espectadores não entregar o que eles estão esperando – que é uma experiência completa.”

Ele completa, “Nós queremos dar aos espectadores a escolha de como eles querem assistir essas produções. Dar a opção do público assistir quantos episódios quiser ainda é fundamental para o nosso serviço. A divisão da quarta temporada em duas partes foi uma tentativa de entregar o conteúdo mais rápido para nossos assinantes.”

Vale lembrar que a primeira parte da quarta da temporada já está disponível na Netflix. Os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!