O novo filme da Marvel, ‘Morbius‘ (2022), chegou aos cinemas recentemente, mas o diretor Daniel Espinosa já adiantou algumas informações a respeito do futuro do protagonista. De acordo com o cineasta, o anti-herói deJared Leto seguirá um caminho emocionante.
Espinosa revelou que não está autorizado a falar muitos detalhes sobre o futuro da franquia e do personagem, mas se mostrou esperançoso: “Acho que o futuro é muito empolgante, e acho que os planos que a Sony tem em salas muito fechadas, que não tenho permissão para participar, ou os pequenos trechos que ouvi, me enchem de alegria. Se eu dissesse qualquer coisa, eles atirariam em mim na hora”.
Ele complementou dizendo que: “Eu me lembro quando eu tinha 12 anos, li uma história em quadrinhos chamada Guerras Secretas, e foi quando eles levaram todos os super-heróis para um planeta e todos os super-vilões para um planeta, e eles tiveram que lutar entre si. Na Marvel, sempre existiu, esse grande fascínio de criar grupos, e novas amizades que podem se opor a outras amizades. E acho que todos nós, fãs da Marvel, morreríamos para ver as pessoas do universo da Sony juntas”.
Na trama, Jared Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?
Sim, como sabemos, Brie Larson é a escolha perfeita para interpretar aCapitã Marvel do MCU. Por mais que poucos fãs tentem criar polêmicas com a atriz, ela promete ser um dos principais rostos dessa nova geração de heróis. Porém, ‘Doutor Estranho 2‘ vai trazer uma visão diferente dessa situação.
Sabemos o quanto o filme realmente fará valer do nome de ‘Doutor Estranho noMultiverso da Loucura’, mostrando diversas realidades diferentes do MCU, com personagens muito diferente de como estamos acostumados. Segundo rumores, o filme apresentará uma nova Capitã Marvel.
Tivemos durante meses vários vazamentos de que a equipe dos Illuminati teria a sua própria Capitã Marvel. Mas nessa realidade, seria Monica Rambeau assumindo o título da heroína, em vez de Carol Danvers, de ‘Wanda Vision‘.
Lembrando que nas histórias em quadrinhos, Monica Rambeau foi a primeira mulher a usar o título de Capitã Marvel. Porém, não será dessa vez em que veremos a atriz Teyonah Parris, a Monica de WandaVision, assumir esse papel. Isso porque a Capitã Marvel dessa realidade será a Maria Rambeau. Portanto, é muito provável que no próximo mês nós vejamos a atriz Lashana Lynch com todos os poderes e traje da Capitã Marvel.
Como já comentamos em posts anteriores, a franquia do Sonic cresce mais do que nunca; o segundo filme está conquistando o mundo inteiro, e agora uma das estrelas do longa, Colleen O’Shaughnessey, confirmou que a produção do terceiro já está em andamento.
“Eles não me disseram muita coisa, mas eu já sei que está sendo desenvolvido nesse momento, então, vamos ver!”
A atriz que dubla o Tails comentou sobre a adaptação em uma entrevista ao Collider, ela falou saber que a raposa iria ingressar na franquia desde o início e comentou sobre o processo de gravação, revelando que passou algum tempo gravando com Ben Schwartz – uma oportunidade incomum, já que os atores geralmente gravam dublagem solo.
“Eu trabalhei com Ben algumas vezes, o que foi maravilhoso. É sempre ótimo poder trabalhar com seus colegas. Havia muito que fazer sozinho, mas estou acostumada a isso. Eu faço isso o tempo todo, mas adorei aqueles momentos em que pude trabalhar com o Ben. Foi fantástico. Ele tem uma vasta experiência em improvisação, o que sempre ajuda na narração”, declarou Colleen.
‘Sonic 2: O Filme‘ tem a classificação positiva de 67% no Rotten Tomatoes. O filme anterior está com 63%. Outro spinoff está em desenvolvimento em torno de Knuckles, interpretado por Idris Elba, na verdade se trata de uma série.
Depois de se estabelecer em Green Hills, Sonic está pronto para mais liberdade, e Tom (James Marsden) e Maddie (Tika Sumpter) concordam em deixá-lo em casa enquanto eles saem de férias. Mas, assim que eles partem, o Dr. Robotnik (Jim Carrey) retorna, desta vez com um novo parceiro: Knuckles. A dupla busca uma esmeralda que tem o poder de construir e destruir civilizações. Sonic se junta a seu próprio companheiro, Tails, e juntos eles embarcam em uma jornada para encontrar a esmeralda antes que ela caia nas mãos erradas.”
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
Ao longo de sua carreira, Lady Gagajá é considerada por inúmeros especialistas e historiadores como uma das maiores e mais vibrantes da história, Gaga nos entregou algumas das músicas que definiram o século, como “Bad Romance”, “Born This Way” e “Poker Face”, bem como incursões que foram redescobertas anos depois como gemas perdidas em meio a tantos sucessos.
Seja por descaso crítico, seja pela falta de apoio dos fãs, certas canções de sua discografia passaram longe do radar mainstream e, de fato, não tiveram o reconhecimento que mereciam – o que é compreensível, considerando a gritante versatilidade de Gaga em migrar entre gêneros, desde o electro-pop ao jazz, do French-house ao glam-rock.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista com suas dez músicas mais subestimadas, considerando todos os álbuns, inclusive os colaborativos e a trilha sonora de ‘Nasce Uma Estrela’, para compor as escolhas.
Quando Gaga foi anunciada como a protagonista do remake de ‘Nasce Uma Estrela’, boa parte do mundo duvidou de sua capacidade de atuação – mas ela não apenas foi aclamada por sua interpretação como Ally Maine, como levou diversos prêmios para casa. E, como se não bastasse, Gaga também assinou a impecável trilha sonora, cuja gema escondida reside em “Look What I Found”, que traz o blues rock à tona em meio às pesadas notas do piano e a uma rendição vocal espetacular.
Revivendo o electro-pop e o synth-pop com força descomunal, “I Like It Rough” pode ser uma escolha inusitada para a lista, mas certamente é uma das músicas que melhor representa o álbum. Falando sobre vícios e, em particular, sobre um relacionamento masoquista, a canção é uma das melhores entradas da discografia de Gaga por sua indesculpável explicitação.
Ao contrário do que muitos gostam de dizer, Gaga sempre teve pleno controle de sua mente artística e do que gostaria de fazer dentro da música. Foi partindo desse princípio que ela deu vida ao revolucionário EP‘The Fame Monster’, cultivando narrativas sobre medo e superação. Dentro desse microcosmos que inspirou vários artistas com o passar dos anos, temos “So Happy I Could Die”, uma canção inspirada no que Gaga caracterizou como o Monstro do Álcool – um escape que estende suas metáforas para temas sexuais, liberalismo e as nuances do que os narcóticos nos causam.
Inspirada pela brutal morte de Trayvon Martin, “Angel Down” é a música que mais abrange a dualidade entre caos e ordem, esperança e desconsolação na subestimada produção intitulada ‘Joanne’: mudando bruscamente para o profundo ímpeto do piano clássico, com alguns toques folk (principalmente no tocante aos vocais), Gaga fala sobre a guerra. Não necessariamente referindo-se às grandes batalhas bélicas, mas também abraçando as crises interiores que todos nós temos ou um dia teremos, e como nos sentimos ao perceber que teremos que lidar e enfrentar isso mais cedo ou mais tarde.
Mesmo aclamada pela crítica e se consagrando como uma das favoritas do público, a trilha sonora de ‘Nasce Uma Estrela’ tem algumas das músicas mais subestimadas de Gaga, incluindo a ótima “Diggin’ My Grave”. A cantora até tentou submetê-la ao Grammy de Melhor Colaboração Duo/Grupo depois de ter conseguido a estatueta por “Shallow”, mas não obteve sucesso – o que é bastante infeliz, considerando a explosiva química country e minimalista que ela e Bradley Cooper trazem à tona, em uma narrativa cinematográfica instrumental de tirar o fôlego.
Quando Gaga começou a criar o ambicioso projeto ‘ARTPOP’, partiu de uma complexa premissa que misturaria synth-pop, electro-pop e house em uma explosiva jornada anti-warholiana de desconstrução da arte – por essa razão, não sendo feito para a época em que foi lançado. Precursor, ao lado de outras produções, do que viríamos a conhecer como hyperpop, o quarto álbum de Gaga merece ser reouvido em todas as suas minúcias avassaladoras, incluindo a sinestésica, futurista e metalinguística faixa “Mary Jane Holland” (que fala exatamente sobre o que você está pensando).
Guiada pelo icônico alemão-falso que introduz a ode ao electro-pop de ‘Born This Way’, “Scheiße” pode até ser conhecida pela fanbase de Gaga, mas deveria ter um status maior do que realmente tem no mainstream. A vibrante produção é cortesia de RedOne, um dos frequentes colaboradores, enquanto os versos pungentes variam desde uma antêmica construção feminista até uma afeição pela libertação da sexualidade e pelo empoderamento feminino.
“Hair” perdeu a chance de se tornar um grande single da era ‘Born This Way’, mas, certamente, não ficou de fora nem da nossa lista, nem dos ouvidos dos little monsters. Acompanhando a estética de empoderamento do álbum (considerado o melhor e mais importante de sua carreira), a canção uma história de amor-próprio envolvente, principalmente por sua arquitetura baseada em suaves notas de piano e saxofone clássicos que se mantém até o beat da segunda estrofe, retornando gradativamente para o forte techno-pop e alcançando seu ápice num incrível refrão.
“I want your whisky mouth all over my blonde south” certamente é uma das maneiras mais inesperadas de começar uma música – e essa total despreocupação e uma afeição gigantesca pela indesculpável sexualidade que tornam “Heavy Metal Lover” uma das faixas mais intrigantes de ‘Born This Way’ (e que mais ressignificam o próprio título do álbum). A track reverbera electro-rock, servindo como contraponto a “Bad Kids”, e aproveita para se infundir no futurismo do synth-pop que Gaga já vinha explorando desde ‘The Fame’.
Gaga já falou em diversas entrevistas que a canção que mais gosta é “Bloody Mary” – motivo pelo qual não poderíamos deixá-la de fora do topo da nossa lista. De fato, ela resume (até então) a carreira que teve desde a estupenda estreia em 2008. Mais uma vez abrindo portas para metáforas religiosas, dessa vez em relação ao momento da crucificação de Jesus Cristo na mitologia católica, ela se respalda com força no synth-pop e no electro-rock com irreverência envolvente (e com bizarros versos que se refletem em sua personalidade indestrutível).
O retro-country-funk“Dancin’ In Circles” tinha potencial de sobra para se tornar uma das músicas promocionais de ‘Joanne’, mas ficou à sombra de outras escolhas da produtora. De qualquer forma, a faixa caiu no gosto popular pela sensual rendição de Gaga e por uma lírica pungente – do jeito que os fãs adoram -, além de ter chamado atenção por seu caráter diabolicamente explícito.
O ano de 2022 definitivamente é um marco importante para a trajetória do que é considerado por muitos o maior herói criado em histórias em quadrinhos: O Homem-Morcego, Batman. Em primeiro lugar, obviamente, temos um novo exemplar na forma de uma superprodução do personagem nas telonas, The Batman. O filme vem arrancando todos os elogios possíveis da imprensa especializada e batendo recordes de bilheteria nestes tempos pandêmicos. Dirigido por Matt Reeves e estrelado por Robert Pattinson e Zoë Kravitz, o novo Batman visa estabelecer uma nova franquia do herói na Warner.
Mas as comemorações para o Morcego não terminam por aí. O ano de 2022 também é o aniversário de 30 anos de lançamento de Batman – O Retorno, ainda considerado por muitos o filme preferido do herói as telonas. Para quem viveu a época, definitivamente é um dos mais marcantes, em especial por ter continuado o primeiro longa do herói nas telonas, novamente dirigido por Tim Burton. Terminando as festividades, outra produção muito querida do personagem completa 10 anos de sua estreia em 2022. Trata-se de O Cavaleiro das Trevas Ressurge, encerramento de uma das trilogias mais adoradas não apenas do gênero de super-heróis, como também do cinema de forma geral – dirigida por Christopher Nolan.
É claro que não irão faltar homenagens para o Batmanno CinePOP, e aqui eu continuo com a série de matérias sobre as atrizes que quase interpretaram uma personagem importantíssima na mitologia do protagonista, a Mulher-Gato. Desta vez, vamos dar uma olhada em quem chegou muito perto de viver a vilã em O Cavaleiro das Trevas Ressurge – e confira abaixo as outras matérias da série: sobre Batman – O Retorno e The Batman.
Já imaginaram essa imagem? A cantora Lady Gaga é uma figura excêntrica por si só, e talvez caísse como uma luva para a personagem. Muitos fãs no início de carreira traçavam um paralelo entre Gaga e Madonna, talvez pela ousadia e forma despudorada que ambas as intérpretes criavam suas personas. É curioso notar assim como ambas visavam outra coisa em comum: o papel da Mulher-Gato em um determinado filme do Batman. Madonna é mais velha e foi uma das finalistas para a personagem em Batman – O Retorno (1992). Gaga surgiu para o mundo do entretenimento em 2008, e em 2012 já era uma estrela da música pop, mas nunca havia participado de um filme (a não ser uma pontinha em Homens de Preto 3). Gaga não ficaria com o papel no fim das contas, e faria sua estreia nas telonas no fracasso Machete Mata em 2013. Em 2018, ela atingiria o auge de sua carreira como atriz com a indicação ao Oscar pela nova versão de Nasce uma Estrela.
A jovem Jessica Biel começou a carreira ainda na adolescência no seriado Sétimo Céu. Sua transição para papeis mais maduros ocorreu no remake do clássico terror O Massacre da Serra Elétrica em 2003 – uma das refilmagens mais elogiadas não apenas do gênero. Após o filme foi quando a carreira de Biel ascendeu, com superproduções como Ameaça Invisível(2005) e O Ilusionista (2006). Nesta fase, a atriz teve a chance de participar de um filme de quadrinhos, no papel de uma heroína durona, a caçadora de vampiros Abigail Whistler, de Blade Trinity(2004). O papel foi o que fez os produtores garantirem lugar para ela dentre as finalistas para a Mulher-Gato no filme de Christopher Nolan. A atriz chegou inclusive a fazer um teste em vídeo, após ter passado na primeira fase da audição. No fim das contas, Biel não ficou com o papel e seguiu para participar de longas igualmente famosos como o remake de O Vingador do Futuro e Hitchcock, lançados também há dez anos.
É sempre duro ter um companheiro ou parente que desempenha a mesma profissão que você, isso porque as comparações serão sempre inevitáveis. E invariavelmente, um sempre terminará à sombra do outro. Não tem jeito. É o caso com a jovem Kate Mara, que embora até tenha começado na carreira de atriz há mais tempo, viu o surgimento meteórico de sua irmã mais nova, Rooney Mara – hoje dona de mais prestígio, fama e uma carreira, digamos, mais significativa. Kate começou como adolescente em filmes infantis, já Rooney chegava chutando a porta com o impactante Os Homens que Não Amavam as Mulheres(2011), de quebra descolando uma indicação de atriz no Oscar. Rooney já tem duas nomeações, mas foi Kate a pré-selecionada para viver a Mulher-Gato. Assim como Jessica Biel, Kate Mara foi uma das finalistas, gravando até mesmo um teste em vídeo. No fim das contas, como sabemos, ela não ficou com o papel, mas seguiria para estrelar a série política House of Cards na mesma época.
Outra atriz bastante renomada que fez teste para o papel foi a duas vezes indicada ao Oscar Keira Knightley – que àquela altura tinha apenas uma indicação. Por outro lado, a jovem estrela britânica já tinha no currículo blockbusters como a trilogia Piratas do Caribe e os Oscarizados dramas de época Orgulho & Preconceito (2005) e Desejo e Reparação(2007). Ou seja, a aquisição de Knightley para o elenco seria muito bem-vindo. A inglesinha, no entanto, foi outra que ficou pelo caminho, abrindo espaço para Anne Hathaway, e seguiu para protagonizar mais um épico clássico, a nova roupagem do russo Anna Karenina, lançado no mesmo ano.
Por falar em prestígio, nenhuma outra atriz que testou para viver a Mulher-Gato na conclusão da trilogia O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan, tinha mais moral do que Natalie Portman. Isso porque ela havia acabado de vencer a estatueta da Academia por Cisne Negro em 2011. Ou seja, seria uma estrela extremamente badalada no elenco. Talvez o que tenha pesado um pouco na contratação da jovem estrela seja o fato de que Portman estava também no elenco de Thor, da rival Marvel, lançado no início de 2011. Ou seja, talvez seu contrato para a sequência do Deus do Trovão tenha sido uma barreira na hora de viver a Mulher-Gato. Mesmo assim, Portman também testou para o papel.
Outra atriz que não é estranha a superproduções de heróis de quadrinhos, a loiríssima Blake Lively foi a protagonista feminina de Lanterna Verde(2011), outro personagem da DC Comics. O fato de já estar incluída no elenco de tal filme, e com a possibilidade de continuações (que como sabemos, nunca vieram), podem ter afetado a decisão dos realizadores de O Cavaleiro das Trevas Ressurge na hora da contratação de fato. Lively viveu a piloto Carol Ferris no filme flopado – cuja experiência trouxe ao menos uma coisa boa para a atriz, o casamento com seu parceiro de cena Ryan Reynolds na vida real. No mesmo ano do filme de Nolan, ela estrelou Selvagens, thriller dramático de Oliver Stone.
Mais uma britânica entre as atrizes que fizeram teste para a Mulher-Gato de Nolan, a ruivinha Gemma Arterton talvez seja um dos nomes menos conhecidos da lista que chegaram perto de serem escalados para o papel. O fato de a atriz ser inglesa e não americana poderia ser contornado, é claro. Seja por uma mudança na forma como a personagem era descrita, ou através de treinadores de diálogos, que muitas vezes conseguem eliminar por completo o sotaque de um ator. No início dos anos 2010, Arterton até tinha mais fama, participando de superproduções como Fúria de Titãs e O Príncipe da Pérsia. O que aconteceu foi que estes filmes, que seriam a porta de entrada para o estrelato da atriz, terminaram se tornando fracassos ou não rendendo o esperado. Seja como for, no mesmo ano do terceiro Batman de Christopher Nolan, a atriz protagonizou o filme de vampiro de Neil Jordan (o mesmo de Entrevista com o Vampiro), Byzantium.
Uma última curiosidade da lista é Zoë Kravitz, atriz que como sabemos está em cartaz nos cinemas atualmente interpretando a Mulher-Gato no recente The Batman. Em 2015, Kravitz deu uma entrevista onde afirmou que fez teste para o elenco de O Cavaleiro das Trevas Ressurge, mas não para o papel da vilã mencionada, e sim uma personagem secundária. Kravitz, que na época tinha 24 aninhos, disse ter ouvido de um dos membros da equipe do filme, que a testou para o papel, o seguinte: que “não estavam procurando um estilo urbano” para aquele determinado personagem. Kravitz não citou o nome do profissional, mas a jovem estrela acredita ter sido vítima de racismo na época. Dez anos depois, ela daria a volta por cima e fisgaria o papel da protagonista feminino em um filme do herói em The Batman, dirigido por Matt Reeves.
Com filmes explorando novas nuances do gênero é importante lembrar que as HQ tiveram seu período áureo no estilo
Nem sempre a indústria das histórias em quadrinhos foi populada por super-heróis e, para todos os efeitos, dividida entre duas marcas que se elevam sobre as demais. O fenômeno dos super-heróis ocorreu relativamente mais tarde e se consolidou sob circunstâncias muito específicas, entretanto até mesmo sua origem nunca foi considerada para ser o que eles se tornaram.
A fonte de inspiração para Batman, primeira aparição sendo na Detective Comics #27 de 1939, foi pretendida para ser mais uma história pulp, tendo na figura do novo personagem uma continuação do arquétipo do detetive antissocial inserido em uma cidade violenta misturada à extravagância estética do clássico Zorro.
Superman, em 1938, funcionava como uma metáfora de como o cidadão comum via seu país (ainda se recuperando da grande depressão) e, principalmente, quem ele considerava culpado ou tendo grande participação em sua tragédia: os políticos e personalidades corruptas. Tudo isso envolto por uma vestimenta inspirada nos performistas de circos, cujo auge terminou nos anos 20 e a queda veio nos anos 30 com o aumento do custo para se manter o espetáculo.
A questão é que em sua fase embrionária os super-heróis vieram como uma representação de seu tempo e não uma realidade fictícia, concebida completamente à parte da realidade e alheia ao que ocorria; o mesmo pode ser dito das histórias de terror.
Ainda em suas primeiras histórias o herói carregava muito das revistas pulp
Sua origem, como muitas outras histórias, pode ser traçada até o fenómeno das pulp magazines do início do século XX, este sendo um gênero que fomentava um exercício constante dos autores e ilustradores de utilizar-se de visuais mais gráficos e um texto maduro demais para as crianças, vulgo público-alvo.
A primeira série do tipo é creditada à linha Dime Mystery Magazine, lançada pela Popular Publications, para competir diretamente no gênero pulp. A própria editora era uma presença constante nesse segmento, variando sua área de atuação desde histórias de detetive até westerns. No entanto, a proposta original da revista era ser um complemento às tramas de mistério apresentadas em Dime Detective, justamente por esse ser o gênero mais procurado pelo público.
Os números de venda não vingaram devido ao alto nível da concorrência (com eles tendo o escritor Edgar Wallace em sua equipe) e uma nova estratégia precisou ser pensada, a revista então se afastou mais do lado investigativo para abraçar o horror. No que foi sua duração entre os anos 30 e os anos 50, Dime Mystery Magazine estabeleceu um dos primeiros subgêneros do terror: o Weird Manace (uma ameaça que se apresenta como sobrenatural porém se revela como sendo apenas humana).
Ainda assim, o modelo apresentado pela Popular Publications era muito mais próximo do estilo das antigas penny dreadful do que dos quadrinhos tradicionais. O texto era escrito em parágrafos e dividido por capítulos, com poucas gravuras apresentadas no seu decorrer, tendo assim um cunho literário puxado para o textual do que para o visual (com exceção das capas, que mantinham a tradição de serem bastante chamativas).
As acessíveis histórias britânicas foram as precursoras das tramas de detetive nos quadrinhos norte-americanos
Ao final de 1947, uma troca de comando ocorreu em outra editora, dessa vez sendo a EC Comics. A empresa que começou como um veículo para a publicação de histórias infantis de cunho bíblico mudou de posicionamento após William Gaines, filho de seu fundador, perceber que havia um mercado consumidor adulto para aquele tipo de mídia; muitos deles sendo veteranos da Segunda Guerra que recebiam exemplares avulsos para ler entre os combates.
No artigo This is Why WWII Troops Are to Thank for the Rise of Comics é apontado que o aumento da venda de quadrinhos veio de um público distante do esperado. “Vendas subiram para milhões, mas não por causa de crianças com centavos sobrando. A audiência que comprou em massa foi, surpreendentemente, a faixa demográfica que queria socar Hitler por si próprio: os rapazes de 24 anos que estavam embarcando para a guerra”.
Por volta de 1948 as vendas de quadrinhos apresentavam um saldo positivo, com vendas que ultrapassaram 80 a 100 milhões de cópias mensais e gerando um retorno total de US$ 72 milhões. Tais números atraíram a atenção da EC Comics para o terreno das tramas adultas.
A partir da década seguinte a editora se solidificou no campo do horror ao estabelecer séries de sucesso tais como The Vault of Horror, Weird Fantasy e seu grande sucesso Tales from the Crypt; esta última definindo indiretamente como as histórias de terror nos quadrinhos deveriam ser conduzidas e escritas, principalmente oferecendo a icônica presença do constante Guardião da Cripta, um narrador que tece comentários de humor negro para suavizar as narrativas e que se tornou marca da série.
“Contos da Cripta” foi um divisor no gênero terror
Por meio do artigo científico Sometimes the Darkness Can Show you the Light: Horror Comics and their Contributions to the Genre, o autor Taylor Bielecki disseca a importância técnica do personagem: “O Guardião da Cripta, apesar de não ser alinhado com os protagonistas ou antagonistas de um conto padrão de horror, é uma parte essencial desses quadrinhos. Como narrador, ele executa uma parte integral na moderação de emoções do leitor e expectativas com o quadrinho.”
Muito do que formou o sucesso das histórias de terror no período eram o equilíbrio de alguns fatores, sendo eles as ilustrações explicitas, o humor negro para quebrar a tensão contínua e o forte senso de pertencimento à época que eles foram escritos. Tal como mencionado anteriormente, sobre Superman e Batman em seus períodos iniciais, os quadrinhos de terror sobre tudo tinham plena noção dos temas que perturbavam seus leitores adultos.
Tal como exposto no vídeo The Golden Age of Horror Comics Part 1, do canal in Praise of Shadows, não era raro essas histórias exporem ansiedades de acometiam a parcela masculina e caucasiana dos leitores, ainda mais nos anos 50.
O medo de seu papel predominante no núcleo familiar ser subvertido (uma vez que no período da Segunda Guerra a força de trabalho braçal se tornou majoritariamente feminina para compensar a convocação dos homens para o conflito) abria margem para o surgimento de antagonistas femininas representando forças malignas no terror ou incorporando as femme fatales das histórias de detetive. A noção racista sobre povos estrangeiros por muitas vezes abria caminhos para a publicação de obras envolvendo a ameaça canibal de alguma tribo africana.
Não à toa um dos maiores símbolos de tais situações pontuais é Hate, lançada em 1952 na Shock SuspenStories #5, publicada pela EC Comics. Na trama, uma família judia se muda para um novo lar localizado no subúrbio; sua vinda não é bem aceita por um dos vizinhos que logo começa a instigar outros a ameaçarem a família de maneira gradual até que eles vão embora. Quando os recém-chegados permanecem, o vizinho eleva o nível da situação para o ponto em que uma tragédia ocorre.
A linha de histórias da EC Comics se utilizava de temas reais para fomentar o terror
Apesar do tema pesado, essa foi uma história que não tratou de maneira branda o preconceito existente nos subúrbios, pelo contrário, os autores tratam o terror presente aqui como algo real e, consequentemente, mais chocante do que um zumbi canibal que se levanta do túmulo.
Até o seu momento crepuscular, que basicamente ocorreu quando o controle de conteúdo de quadrinhos foi imposto pela própria indústria na mesma época, as HQs de terror muitas vezes serviam de espelho para muitos tabus do período que, em outras situações, não seriam discutidos abertamente em um material acessível para crianças.
De um ponto de vista geral, essas histórias tinham pouco menos a perder do que as de super-heróis das grandes editoras e, portanto, muito mais liberdade para discutir a sociedade sob uma ótica tragicômica ou violenta, em certos casos. No que tange um público atual elas podem ser tanto um material interessante para se entender como temas sérios eram abordados no passado, como um entretenimento ainda muito efetivo e fora do padrão atual.
Tal como funciona para o terror no cinema, este que não raramente se utiliza do absurdo para discutir algum tema relevante, com os quadrinhos não foi diferente. Ainda que o gênero não tenha a mesma relevância de outrora eles permanecem como um laboratório abandonado, que potencialmente pertenceu a um cientista louco, apenas à espera de novas mentes trabalharem as velhas problemáticas sociais.
A atriz respondeu se tem algum arrependimento sobre o show: “Não, e digo isso da maneira mais respeitosa, gentil, realista… nós realmente, realmente extraímos tudo o que era possível daqueli. Eu amo aprender e atuar, mas também, comecei a trabalhar com outras coisas, e agora tive a chance de dirigir um filme. Estou explorando esse meu lado criativo que nunca tive tempo. Eu amei atuar a vida toda, mas quero crescer.”
Cassidy complementou dizendo que: “Não é que eu não teria adorado que a série fosse ao ar, porque eu amava trabalhar, mas vamos fazer algo diferente agora! Vamos agitar um pouco as coisas! [risos]”
A trama de ‘Green Arrow and the Canaries‘ se passaria em 2040 em Star City. Mia Queen tem tudo aquilo que sempre quis. No entanto, quando Laurel e Dinah aparecem em sua vida novamente, as coisas tomam um rumo inesperado, e esse mundo perfeito fica ameaçado. Lauren e Dinah estão procurando uma vítima de sequestro com ligações diretas a Mia. Ciente de que tudo irá mudar, Mia não tem escolha a não ser colocar seu uniforme e se tornar uma heroína. Ao lado de Laurel e Dinah, ela precisará salvar sua cidade mais uma vez.
Não atenda o telefone. Não grite. Tente não entrar em pânico. Foi assim que o clássico modernoPânico, escrito por Kevin Williamson e dirigido por Wes Craven foi divulgado em sua época de lançamento no Brasil. Na trama, uma figura misteriosa, Ghostface, assassina violentamente os jovens de Woodsboro, cidade fictícia com passado recente sombrio, cheio de histórias envolvendo falsas aparências e traições. Com elementos metalinguísticos, o assassino, ou os assassinos, como bem sabemos no desfecho, investem em diálogos sobre filmes de terror que tornam a narrativa auto referencial. São debates sobre Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, A Morte Convida Para Dançar, Halloween – A Noite do Terror, dentre outros slashers marcantes. No desenvolvimento de Pânico, os realizadores abraçam todos os clichês que tanto amamos nestes filmes, ao mesmo tempo que os critica. É uma saga deliciosamente tensa e inteligente, responsável por colocar o terror num patamar mais elevado, numa demonstração da possibilidade de ser sagaz e arrojado, algo não esperado num filme do gênero, geralmente tratado com descaso pela crítica especializada, injusta e míope em sua capacidade de refletir detidamente sobre narrativas, sem ficar apenas dentro de padrões de análise.
Vamos nessa?
A clássica cena de abertura. Drew Barrymore interpreta Casey Becker, a personagem que dialoga com Ghostface sobre filmes de terror, antes de ser brutalmente assassinada. Observe que os realizadores dividem a imagem da atriz com uma pipoca em preparação, metalinguagem para o entretenimento e o estabelecimento de uma narrativa fílmica que vai além das referências aos tantos filmes citados. Há até auto referencia, com a personagem dizendo que o primeiro A Hora do Pesadelo é legal, mas que os demais são umas boas porcarias. Wes Craven conta que aqui, temos uma situação tributária ao que ocorreu com Psicose, isto é, a suposta protagonista da narrativa morre logo na cena de abertura, numa curva sinuosa da narrativa para outros núcleos dramáticos. Ao puxar a faca da bancada nesta passagem, Drew Barrymore já dá pistas do seu destino mais adiante: a morte pelas mãos de Ghostface.
Outra referência nesta passagem de abertura é o clássico Quando Um Estranho Chama, filme sobre uma jovem aterrorizada por um psicopata que a ameaça por telefone, alguém que supostamente está dentro da própria casa onde a garota se situa como babá. O design de produção e a direção de fotografia atuam em conjunto aqui, tendo como foco, explorar ao máximo os espaços e transmitir para os espectadores o clima de perigo vivido pela personagem deDrew Barrymore. Observe que as janelas e portas de vidro são elegantes, mas deflagram que há falta de segurança ao colocar a moça numa situação longe da proteção imaginada. Na voz, a equipe conseguiu escalar Roger Jackson como o responsável por Ghostface ao telefone. Com experiência em rádio, o intérprete vocal ajudou no estabelecimento da atmosfera de opressão das passagens do filme.
Mais uma passagem que revela a falta de segurança da casa, face ao ataque de Ghostface. As janelas e portas envidraçadas deixam a personagem mais vulnerável. E mais: para o diretor, a popularização gradual dos celulares permitiu que a angústia fosse ainda maior, pois o assassino em seu privilégio de mobilidade poderia estar em qualquer lugar. Wes Craven contou que para ampliar a sensação de horror da atriz Drew Barrymore nesta famosa cena, contou-lhe uma história sobre a morte de um cão, acontecimento que deixava a moça triste toda vez e a permitia chorar mais copiosamente nas passagens que pediam a sua representação de desespero.
O fundo azul na tela da TV indica, de maneira metalinguística, que uma sessão fílmica vai começar. Na outra passagem, Sidney olha para a cadeira onde sua colega de sala costumava se sentar, agora não mais, haja vista a morte brutal pelas mãos de Ghostface.
A arquitetura das casas em vidro deflagra a vulnerabilidade das personagens. Sidney, personagem que saberemos ser a final girl da narrativa, quebradora de protocolos no slasher metalinguístico de Pânico, vive num lar que, no que tange aos elementos de segurança, não ajudam a personagem, pois o perigo ao seu redor é constante. Abaixo, o filme faz a primeira apresentação de Maureen Prescott, personagem que terá importância nos pontos nevrálgicos dos três primeiros filmes da franquia, agendada inicialmente para ser uma trilogia, mas que ganhou o excelente quarto filme em 2011.
Nesta cena, Sidney confronta o psicopata por telefone, inicialmente achando ser Randy, o abobalhado amigo que é obcecado por filmes de terror. Ela discute com ele sobre a previsibilidade do slasher, apontando falhas neste tipo de filme ao dizer que são insultantes para a inteligência até mesmo do espectador comum. Na cena seguinte, Dewey é apresentado em sua estação de trabalho, definido pela direção de arte com objetos que o tornam um cara bobo, sem a seriedade esperada de um agente da lei mais firme e másculo, dentro dos padrões.
Gale Weathers, personagem de Courteney Cox, demonstra que não está para brincadeira em Woodsboro e resolve tentar tirar algumas perguntas inconvenientes de Sidney Prescott. Abaixo, mais metalinguagem, agora numa breve participação de Linda Blair (de O Exorcista) como uma das repórteres da mídia que tenta extrair depoimentos para as suas matérias sensacionalistas sobre os crimes que estão abalando a cidade.
Gale Weathers e Sidney Prescott se encontra num breve diálogo esclarecedor. A repórter sente que a jovem não tem mais tanta certeza sobre a terrível história em torno do assassinato de sua mãe. Ao sacar esse fraquejar da garota, a esperta e inescrupulosa jornalista percebe o potencial sensacionalista que pode ser extraído desta história e se anima com a possibilidade de lucrar em torno dos acontecimentos que vão reverberar nos próximos filmes da franquia.
Duas passagens com referência ao legado de Wes Craven. A primeira é o próprio diretor em cena, como auxiliar de limpeza da escola, trajado com uma roupa que nos remete ao monstro de A Hora do Pesadelo, o famoso Freddy Krueger. Depois, Sidney e Tatum conversam na casa da jovem e no diálogo, a amiga da final girl diz que os acontecimentos não seguirão como o imaginado, pois elas não estão num filme de Wes Carpenter, referência também ao diretor de Halloween, criador de Michael Myers, quintessência do slasher referenciado em outros trechos do filme, quando os personagens discutem as regras de sobrevivência num slasher.
O ambiente máximo da cinefilia na época. As videolocadoras, território dos sonhos para os personagens. Na cena, Randy e Stu conversam sobre os suspeitos e o primeiro, um dos mais cinéfilos de todos, aponta que a polícia deveria assistir aos filmes de terror para compreender melhor porque determinadas coisas acontecem. Se todos vissem A Morte Convida Para Dançar, resolver crimes seria muito mais fácil, afirma o jovem.
Enquanto se divertem na festa localizada numa zona distante, os jovens aprendem com Randy as regras básicas de sobrevivência em um filme slasher. Não fazer sexo, tampouco dizer “eu volto já”. Eis algumas das medidas básicas. Para explanar sobre o assunto, ele utiliza o trecho final de Halloween – A Noite do Terror, de 1978, para melhor explicar as tais regras. A metalinguagem, nestes trechos, alcança vários níveis diferentes e demonstram como Pânico é consciente ao flertar com os clichês que critica, abraçando-os sem deixar o senso crítico de lado.
Aqui, a final girl Sidney Prescott quebra os protocolos e se entrega ao namorado. Ao perder a virgindade, ela poderá ser candidata ao posto de sobrevivente? É o que saberemos mais adiante, nas reviravoltas da narrativa. Randy, na passagem seguinte, não imagina a sequência de horrores que ainda está prestes a se estabelecer. Na cena, Jamie Lee Curtis aparece de fundo, num dos trechos mais emblemáticos de Halloween – A Noite do Terror.
No desfecho, descobrimos que Billy e Stu são os assassinos. Sidney os enfrenta, consegue descobrir a localização do pai, desaparecido, além de batalhar pela vida ao lado de Randy e Gale, sobreviventes do massacre. Sucesso de bilheteria e crítica, Pânico revitalizou o gênero e se tornou uma franquia bem-sucedida, com ressonâncias na febre de slashers que surgiram após o seu lançamento. Podemos compreender, de fato, os motivos do sucesso. Inteligente, sagaz e divertido, o filme demonstra como o terror é um campo profícuo para mescla de entretenimento e críticas sociais. Com personagens mais desenvolvidos que o habitual neste subgênero, a saga de Ghostface continuou em mais três filmes.
Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o segundo capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?
O mês de abril trouxe adições de PESO para o catálogo doAmazon Prime Video. Repleta de indicados e vencedores dos principais prêmios do cinema mundial, e de sucessos no meio Indie, a plataforma está dando um verdadeiro show de conteúdo para todos os gostos e idades.
Por outro lado, com tanta coisa boa para ver, fica difícil escolher o que assistir. Por isso, o CinePOP selecionou cinco filmes FANTÁSTICOS para você conferir neste fim de semana.
Indicado para o Oscar de Melhor Roteiro Original e vencedor do prêmio de Melhores Efeitos Visuais da edição de 2016, Ex_Machina é uma das melhores ficções científicas dos últimos anos. Estrelado por Alicia Vikander, Domhnall Gleeson e Oscar Isaac, o longa conta a história de um jovem e solitário programador que vence um concurso de seu trabalho para conhecer e trabalhar diretamente com o dono da empresa, um bilionário recluso que desenvolve projetos tecnológicos secretos em sua ilha particular. Ao chegar lá, o garoto descobre que o trabalho secreto era conviver e testar uma robô chamada Ava, que seria a primeira inteligência artificial do mundo. Porém, em meio a toda essa solidão, será que as coisas vão sair conforme o esperado?
Esse filme foi uma grata surpresa por usar a clássica mistura da ficção com o suspense para testar a confiança e moralidade dos personagens. Além disso, o cenário recluso e claustrofóbico da casa, e a pouca quantidade de personagens no filme, intensificam a sensação de desgaste que a trama quer passar. É um filmaço.
Sucesso absoluto em 2016, Capitão Fantástico conta a história de Ben (Viggo Mortensen), um homem que cria seus seis filhos longe da “civilização”, mantendo-os distantes de coisas como o capitalismo e o consumismo. Nesta vida mais simples, as crianças brincam, correm, escalam, leem clássicos da literatura mundial e estudam buscando sempre a autossuficiência. Porém, após uma tragédia abalar a família, eles vão precisar deixar seu isolamento para ter contato com outros parentes e com a sociedade em geral. Para o horror de Ben, as crianças se encantam com coisas simples da cidade, fazendo com que antigos conflitos sobre seu estilo de vida voltem à tona.
Sensação do Festival de Sundance2015, A Bruxa foi vendido como o filme que fez Stephen King ter pesadelos. No entanto, a forma como o terror é trabalhado aqui é mais voltada para criar um clima constante de tensão do que efetivamente dar sustos a todo momento. Assim, não vá esperando ver um monte de jumpscares, porque pode acabar se decepcionando. O filme se passa na Inglaterra do século XVII, quando um puritano é excomungado por uma suposta heresia. Por conta disso, ele precisa se mudar com a família para outro terreno bem longe.
Depois de se estabelecer em uma região de floresta, a família começa a viver situações de muito azar, como a seca, acidentes na caça e o sequestro do bebê recém-nascido, que foi levado por uma bruxa para fazer manteiga. Depois disso, uma tristeza enorme toma a família, que segue vivendo uma série de infortúnios. Logo, eles acusam a filha mais velha (Anya Taylor‑Joy) de ser também uma bruxa. E aí entra o grande mérito do filme: o roteiro. Seria ela uma bruxa ou apenas uma jovem mulher esperta em tempos de ignorância e machismo?
Uma das animações mais belas e sensíveis já produzidas pela Dreamworks Animation, esse filme de 2014 dá prosseguimento à história do jovem Soluço e seu parceiro de aventuras, Banguela, o último dragão de sua espécie. Juntos, eles voam por áreas desconhecidas, enfrentando vikings rivais e trazendo paz e união para humanos e dragões. Porém, quando um antigo inimigo de sua ilha, Drago Sangue Bravo, ressurge das cinzas, não apenas o Banguela, mas todos os dragões de Berk passam a correr risco.
Para enfrentá-lo, Soluço contará com a ajuda de sua mãe desaparecida, que virou uma mestre de dragões e viveu os últimos anos escondida em um ninho deles, aprendendo tudo que há para saber sobre essas criaturas incríveis.
Indicado a Melhor Filme no Oscar de 2016 e vencedor do Oscar de Melhor Atriz pela atuação de Brie Larson, O Quarto de Jack é uma adaptação de um livro considerado “inadaptável”. No entanto, com a ajuda da autora, o filme virou realidade ao contar a história de Joy (Brie), uma jovem que foi sequestrada aos 17 anos de idade que vive em cativeiro com seu filho Jack (Jacob Tremblay), um menino de apenas cinco anos que jamais deixou o cativeiro. O único acesso deles ao mundo exterior é uma janela trancada, que permite a entrada de luz, e os produtos que o sequestrador leva para mantê-los vivos.
Esse drama é repleto de tensão porque mostra o plano de Joy e Jack para tentarem escapar do quarto e as implicações que isso pode trazer para suas vidas. E a parte que deixa essa experiência ainda mais dramática é que o filme conta essa história pela perspectiva de Jack, a criança nascida em cativeiro, cujas noções de mundo se resumem ao quarto em que sempre viveu. Sem contar as atuações magistrais de Brie e Jacob.
Hope Van Dyne só chegou ao MCU em 2015, com o lançamento de ‘Homem-Formiga‘, no qual foi interpretada por Evangeline Lilly.
Lilly reprisou o papel em ‘Homem-Formiga e a Vespa’ (2018) e ‘Os Vingadores: Ultimato‘ (2019).
No entanto, a personagem seria introduzida originalmente em ‘Os Vingadores’ (2012) e o roteirista e diretor Joss Whedon queria Zooey Deschanel (‘500 Dias com Ela’) como intérprete da heroína.
A informação é revelada no livro ‘The Story of Marvel Studios: The Making of the Marvel Cinematic Universe‘, escrito por Tara Bennett e Paul Terry.
Na seção que explora os bastidores do primeiro filme da equipe, é dito que o foco da trama seria a Vespa e o principal vilão seria Zeke Stane, filho de Obidiah (Jeff Bridges), como o principal vilão.
“Era tudo sobre a Vespa”, confirma o produtor Jeremy Latcham (via Comic Book). “Joss queria escalar Zooey Deschanel como Hope e ela seria a personagem mais engraçada e destacada no filme. Era a que teria o arco mais explorado.”
Na época, Scarlett Johansson não sabia se faria o filme por conta de sua agenda, então Whedon traria Deschanel para ocupar seu lugar.
“Essa ideia da Vespa surgiu porque não sabíamos se Scarlett estaria disponível, então eu estava em pânico”, diz Whedon. “Eu pensei: ‘Espere aí, nós poderíamos trazer a Vespa’, então me apaixonei pela ideia. Mas Scarlett conseguiu um espaço na agenda e percebi que tinha escrito um filme inteiro sobre a Vespa. Eu tive que recomeçar quase que do zero.”
Infelizmente, não há muitos detalhes sobre a questão do vilão, mas é possível que novas informações sejam divulgadas em breve agora que o livro foi publicado.
E aí, você acha que Deschanel se sairia melhor do que Lilly no papel?
Lembrando que ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ chegará aos cinemas em 28 de julho de 2023.
Além de Lilly, o elenco conta comPaul Rudd (Scott Lang) eJonathan Majors(Kang, o Conquistador), Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, Michael Douglas como Hank Pym eKathryn Newton como Cassie Lang.
A sequência traz o retorno dePeyton Reed como diretor, com roteiro escrito por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘).
Juntos, os dois primeiros filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão àMarvel Studios.
Recentemente foi divulgado que o clássico cult dos anos 80,Christine – O Carro Assassino, ganhará novo fôlego numa versão produzida pela Blumhouse, produtora responsável por sucessos de terror como Fragmentado (2017), Corra! (2017), Nós (2019) e Halloween (2018). Para irmos aquecendo os motores (com o perdão do trocadilho sem-vergonha), vamos relembrar ou quem sabe conhecer (para os mais novos) essa produção querida para a geração 80’s e da época das vídeo locadoras que tem dois dos maiores nomes do terror envolvidos em sua confecção.
A história tenra de um adolescente tímido e seu primeiro carro se transforma num pesadelo diabólico quando os mestres do terror John Carpenter e Stephen King resolvem narrar esta trama. Tudo começou, é claro, na forma de um livro do muito badalado autor citado. Em sua essência, Christine tem muito de Carrie – A Estranha, primeiro livro de King e a primeira adaptação de uma obra sua ao audiovisual (pelas mãos de outro mestre, Brian De Palma). Ambos Carrie e Christine falam sobre bullying, sobre como a constante hostilização e as torturas tanto mentais quanto físicas podem causar danos muitas vezes irreversíveis e fazer até mesmo o ser humano mais doce se transformar em algoz. Foi assim como Carrie White e aqui acontece o mesmo com o jovem Arnie Cunningham.
A ideia para a história de Stephen King em partes surgiu enquanto o autor trabalhava em Creepshow: Arrepio do Medo (1982) lado a lado com outro mestre do gênero e colega pessoal, o saudoso George Romero. A relação profissional ainda incluía a então esposa do cineasta, Christine Romero, e a amizade do trio foi o que King almejou homenagear ao bolar seu próximo conto o batizando com o nome da atriz e produtora. Com título pronto, King tinha a ideia de sua nova história assustadora, usando como mote para o terror um clássico automóvel americano que, segundo o escritor, se encontrava esquecido: um Plymouth Fury 1958 vermelho!
Muito mais do que uma obra sobre um carro demoníaco, que serve apenas de metáfora no conto, Christine, como dito, fala sobre o abuso constante a que os adolescentes muitas vezes são submetidos, numa época em que não se falava muito sobre isso e que o bullying não possuía a repercussão de hoje. Obras como o texto de King anteviram os famosos e trágicos massacres em escolas dos EUA (e agora do mundo) motivados pelo sofrimento causado a jovens tímidos e pouco populares. O protagonista aqui, Arnie Cunningham, se encaixa justamente em tal perfil. O personagem, sem muitos atrativos, “se apaixona” à primeira vista quando bate os olhos em Christine, um carrão clássico vermelho à venda no jardim de uma casa. Bem, ou quase um carro, já que o automóvel se encontra tão velho e danificado pelo tempo que só tem a oferecer basicamente a carcaça. Mas isso não é empecilho para a atração de Arnie e este amor é o que move a trama da história.
Arnie gasta seu tempo livre se tornando um mecânico expert e aos poucos, de todas formas que pode, vai montando Christine de volta ao que era, a seus tempos áureos. Christine é o nome dado ao veículo por seu antigo dono, mantido de muito bom grado pelo novo proprietário. O paralelo aqui é muito interessante, pois a cada nova peça colocada, a cada novo passo que Arnie dá em revigorar seu automóvel, ele vai igualmente se tornando novo, se remodelando. A restauração serve de via de mão dupla e ao final do conserto de Christine, Arnie também é um novo homem, mais atraente, firme e decidido. Mais forte e potente. Começa a usar novas roupas e se torna dono de um novo estilo. Assim conquista uma “outra garota” além de Christine, a estudante transferida para seu colégio, Leigh. O que cria uma espécie de triângulo amoroso com a máquina.
Porém, essa não é uma história bonitinha ou um romance. É uma trágica história de obsessão, mortes e horror. Christine é um objeto amaldiçoado pela cobiça, pela compulsão, por atos irracionais e pela possessão. É uma máquina que desperta o pior que temos dentro de nós, fazendo aflorar nosso lado mais sombrio. Aqui é onde divergem livro e filme. E só podemos esperar para ver qual abordagem será tomada na nova produção da Blumhouse. Enquanto no texto de King foi o primeiro dono do carro, Roland LeBay, o responsável por depositar o “espírito ruim” no carro, devido a seus próprios sentimentos negativos que negligenciavam a esposa e filha em função da máquina; no longa de 1983, a opção foi por descrever Christine como uma entidade consciente logo na sua fabricação, onde após ser montada já demonstra sua ferocidade.
Relação sufocante. Leigh (Alexandra Paul) sente o quão competitiva Christine é por seu dono Arnie.
A atmosfera sutil e mística, que fala muito mais de sentimentos de forma quase abstrata planejada por King dá lugar para matança explícita e sobrenaturalidade na hora de vender o filme. De fato, é o espírito do antigo dono que está por trás do feito do carro, e inclusive chega a possuir Arnie no desfecho da história. Esses elementos igualmente foram deixados de lado na hora de levar a trama para as telonas.
O nome de Stephen King já era tão forte na época, que Columbia Pictures (hoje Sony), um dos maiores estúdios de Hollywood, deu sinal verde para a produção antes mesmo do autor lançar o livro. O filme começava a ser produzido com os manuscritos ainda não finalizados de King. Para os realizadores, foram oferecidos dois manuscritos do escritor para ganharem forma do próximo longa do estúdio: Christine e Cujo – este segundo viria a se tornar um lançamento nos cinemas no mesmo ano de 1983.
Amor à primeira vista. O adolescente Arnie (Keith Gordon) se apaixona pelo Plymouth Fury 58 totalmente ferrado.
Na direção, outro verdadeiro mestre do gênero entrava em cena. John Carpenter se tornou um nome a ser lembrado na indústria após entregar o que foi para a época (e guardou o recorde por muitos anos) o filme independente mais rentável do cinema: Halloween – A Noite do Terror (1978). A altura de Christine, Carpenter tinha no currículo produções cult que geravam muito burburinho e angariavam uma legião de fãs, vide Fog – A Bruma Assassina (1980), Fuga de Nova York (1981) e O Enigma de Outro Mundo(1982). Curiosamente, antes de ser contratado para a direção de Christine, o cineasta visava levar às telas outro texto de Stephen King: Chamas da Vingança (Firestarter), sobre experiências científicas gerando uma menininha com dons pirocinéticos. A obra ganharia filme no ano seguinte, em 1984, tendo uma então pequenina Drew Barrymore como protagonista. Coincidentemente, Chamas da Vingança igualmente ganhará nova versão pelas mãos da mesma Blumhouse.
Para o papel principal foram testados alguns jovens atores muito promissores da época, entre eles Kevin Bacon, John Cusack e Scott Baio, mas o personagem terminou nas mãos de Keith Gordon, figura conhecida do período por ter estrelado obras famosas como Tubarão 2 (1978), All That Jazz (1979), Vestida para Matar (1980), A Lenda de Billie Jean (1985) e De Volta às Aulas(1986). Atualmente, Gordon dedica-se à função de diretor e assinou episódios de séries famosos como Dexter, Fargo, Legião e Homeland.
Keith Gordon ficou com o papel complexo e trágico de Arnie, derrotando atores como John Cusack e Kevin Bacon.
Para o papel da protagonista feminina Leigh, foi testada a estrela Brooke Shields, saída do sucesso A Lagoa Azul (1980). Mas quem acabou abocanhando o papel foi Alexandra Paul, que anos mais tarde ficaria conhecida como Stephanie Holden no seriado S.O.S. Malibu(Baywatch, 1992-1997). Paul possui uma irmã gêmea, Caroline, e durante as gravações pregou uma peça em seus companheiros de cena e até mesmo no diretor John Carpenter. Preparada com o figurino, a maquiagem e o penteado da personagem, Caroline, a irmã, realizou uma das cenas do clímax do longa, somente para Alexandra revelar a armação depois, sem que ninguém percebesse que não era ela.
É reportado ainda que um então desconhecido Nicolas Cage teria testado para o papel de Buddy Repperton, o principal antagonista de Arnie, líder da gangue de valentões que atormenta o protagonista.
Temperatura máxima. Nada pode separar Arnie e Christine em sua relação obsessiva.
Completando o elenco principal os veteranos Harry Dean Stanton e Robert Prosky, e os então novatos John Stockwell (que também viria a tornar-se um diretor conhecido), Stu Charno (Sexta-Feira 13 – Parte 2) e a saudosa Kelly Preston (uma das musas dos anos 80).
Apesar da aura cult que carrega hoje e de ser guardado com carinho por todas “as crias” da época, Christine – O Carro Assassino foi recebido com indiferença do grande público da época e após críticas no mínimo desanimadoras, se mostrou um relativo fracasso de bilheteira. Com os talentos envolvidos esperava-se bem mais e o resultado foi considerado no máximo medíocre. Mesmo os fãs de Stephen King e os de John Carpenter consideraram o resultado abaixo da expectativa. Torçamos para que a empreitada da Blumhouse tenha melhor sorte com o material suculento do autor.
Guerra entre facções da casa Targaryen causou cicatrizes que jamais se recuperaram em Westeros
A HBO finalmente anunciou quando ‘House of the Dragon‘, série derivada de ‘Game of Thones‘, será lançada: domingo, dia 21 de agosto.
Aos poucos a série foi revelando seu elenco principal; este formado por membros da casa real Targaryen principalmente. Dessa forma, apenas a confirmação de tais nomes é o suficiente para apontar o que deve ser o enredo. Para tanto, nenhum nome é mais importante do que a personagem de Emma D’Arcy: a Princesa Rhaenyra Targaryen.
No mundo de As Crônicas de Gelo e Fogo, nome da saga literária base de Game of Thrones, muito da história e personagens principais tem como palco principal o reino de Westeros. É lá que vivem não só indivíduos como Jon Snow, Cersei Lannister e Ned Stark como também é onde muitas das intrigas políticas entre as grandes casas e a ameaça dos Outros ao norte ajudam a empurrar a história para frente.
Ao início do primeiro livro é apresentado que o Rei atual é o velho amigo de Ned Stark, Robert Baratheon; este que conquistou o Trono de Ferro após liderar uma rebelião bem sucedida contra o então monarca Aerys “o Rei louco” Targaryen décadas antes. Com isso a vitória de Robert pôs fim a uma dinastia que remonta a trezentos anos antes do primeiro livro e que fora responsável pela unificação de Westeros em um único reino com uma única coroa.
O Trono de Ferro possui uma história encharcada de sangue
Por séculos os Targaryen mantiveram a continuidade de seu domínio realizando o casamento entre parentes, de modo que a “pureza” de seu sangue se mantivesse intacta. Assim, dificilmente o poder sairia do âmbito familiar. No entanto, nenhuma ferramenta foi mais essencial para eles do que os dragões; sendo os Targaryen os únicos detentores dessas que são, para todos os efeitos, os seres mais poderosos do mundo; nenhuma casa nobre, grande ou pequena, ousou se levantar contra eles.
Os dragões simbolizam em Westeros o conceito do Hard Power que, no âmbito das Relações Internacionais, é o emprego ou coerção de uma superioridade militar ou econômica de um Estado sobre outro (nesse caso de uma casa sobre todas as outras). Ainda assim, a família real não passou longe de problemas; pelo contrário, muitas das maiores dores de cabeça que eles iriam vir a ter se originaria no próprio âmago interno.
Tudo começou quando o reinado do Rei Jaehaerys I e da Rainha Alysanne chegou ao fim após cinquenta e cinco anos, deixando uma Westeros no auge como nunca. Pela primeira vez havia mais ouro em caixa do que em dívida, a comida era abundante para ricos e plebeus, havia uma estabilidade política entre as grandes casas que conteve quaisquer conflitos e nunca antes haviam nascido tantos dragões e membros da casa Targaryen em Westeros. Após morrer com o título de Rei que mais tempo governou, seu neto Viserys I foi então coroado.
O reinado de Jaehaerys e Alysanne trouxe um auge nunca repetido para Westeros
A estabilidade, a princípio, foi mantida pelo novo Rei bem como a continuidade da linhagem. O reinado de Viserys teve como maior contratempo a postura do irmão do rei, Daemon Targaryen (que na vindoura série será interpretado por Matt Smith); este sendo um indivíduo de temperamento imprevisível cujo pequeno grupo de espadas leais reunidas por ele causava imenso desconforto nos grandes senhores de Westeros, o suficiente para que a paz criada por Jaehaerys quase fosse desfeita.
Eventualmente foi confiado a Daemon a segurança da capital do reino, Porto Real. Dessa forma ele criou os assim chamados mantos dourados como uma força policial que teve rápido efeito na diminuição da criminalidade mesmo que para isso tenham apelado para ações violentas. Já no palácio o Rei Viserys enfrentava um problema; dos três filhos que tivera com sua esposa, Aemma, apenas uma havia chegado à idade adulta, sendo esta Rhaenyra. Como única herdeira ela foi treinada por seu pai nos caminhos da política, sendo incluída nas reuniões do conselho e, em determinado momento, tendo voz ativa para opinar.
Não tardou para que seu pai oficializasse Rhaenyra como a herdeira da coroa, principalmente após a morte da Rainha Aemma. O problema é que, por lei, mulheres não tinham direito à hereditariedade do trono, sendo este um direito apenas dos filhos homens. Ao mesmo tempo, o Rei Viserys havia se casado novamente, dessa vez com Alicent Hightower (a ser interpretada por Olivia Cooke). A jovem não era estranha aos Targaryen, não só por ser membro de uma grande casa como também por ter sido a leal cuidadora do antigo Rei Jaehaerys nos momentos finais da sua vida.
Rhaenyra será peça central no massacre da Dança dos Dragões
Dessa nova união nasceram quatro herdeiros sendo o Príncipe Aegon o mais velho deles; não tardou para que a relação entre Rhaenyra e sua madrasta rapidamente se degradasse, com uma tentando se sobrepor a outra aos olhos do Rei. À essa altura a Princesa estava casada com Laenor Velaryon e tinha dado a luz a três filhos homens; eventualmente seu marido acabou assassinado por um de seus amigos, o que abriu caminho para que a agora viúva Rhaenyra contraísse matrimônio com seu tio Daemon (mantendo a continuidade da pureza do sangue real).
Os sintomas de instabilidade (as divergências entre a Princesa e a nova Rainha, a má fama de Daemon e a inimizade declarada entre o conselheiro real, Otto Hightower, e Daemon Targaryen) tiveram suas explosões após a morte do Rei Viserys I. Não tardou após a despedida para que a Rainha Alicent convocasse o conselho real para definir o novo soberano. Rhaenyra tinha sido escolhida pelo pai anos antes, mas não possuía respaldo legal para assumir nem apoio da Rainha viúva.
A segunda, por sua vez, advogou a favor de seu filho mais velho como sendo o verdadeiro herdeiro, bem como apelou para os conselheiros sobre o perigo que ela e os filhos correriam caso Rhaenyra, e por tabela Daemon, fossem coroados. A noção de que um conflito em larga escala fosse bem possível não passou despercebida, visto que ambos os ramos da família real tinham dragões à sua disposição. Imediatamente após a reunião corvos foram enviados por toda a Westeros anunciando Aegon II, primogênito de Viserys e Alicent, como novo Rei ao mesmo tempo que partidários de Rhaenyra eram presos ou mortos na capital.
O relacionamento entre Rhaenyra (à esquerda) e Alicent já havia se deteriorado antes da morte do rei
Nesse meio tempo, a Princesa estava alheia às decisões feitas em Porto Real e até mesmo à morte de seu pai. Ao ser informada é apontado que a mesma irrompeu em fúria e jurou vingança contra aqueles que usurparam seu direito. Enquanto seu meio-irmão era coroado Rei na capital, Rhaenyra era coroada Rainha em Pedra do Dragão (a ilha pertencente a sua família há gerações) bem como nomeando seu filho mais velho, Jacaerys, o herdeiro do trono.
De Pedra do Dragão também voaram corvos anunciando-a como a nova soberana e declarando tanto Alicent quanto seu pai, o conselheiro Otto Hightower, como sendo traidores. Como resposta o recém coroado Aegon II classificou sua meia irmã como sendo uma traidora também. A questão é que essa coroação dupla foi o ponto de partida para o conflito que viria a ser chamado “Dança dos Dragões”, quando essas duas facções da família real inevitavelmente arrastaram o reino para uma guerra em larga escala.
Ao longo dos livros é perceptível que esse confronto ganhou uma aura agourenta que, surpreendentemente, não está ligada a um elevado número de soldados e civis mortos ou as lutas no ar protagonizadas pelos dragões, bem como a vasta destruição em terra que essas armas causavam. O que torna esse episódio tão pesado para aquele mundo fictício é sobre como parentes se mataram sem pensar duas vezes e como a sanidade dos que sobreviveram foi se tornando cada vez mais desgastada. A religião oficial de Westeros, O Deus de Muitas Faces, é especialmente severa com assassinato de familiares.
Politicamente, essa Guerra Civil também foi determinante para rachar profundamente o domínio da casa Targaryen pela primeira vez. Isso porque, ao final dela, a maior parte dos dragões havia morrido em combate junto com muitos dos membros do clã; inevitavelmente o resultado gerou um enfraquecimento do Hard Power, mencionado previamente, exercido por eles desde o início da dinastia.
A Dança dos Dragões, dessa maneira, moldou o futuro dos Targaryen que desaguaria na queda de Aerys por Robert, muito depois e nos eventos vistos em Game of Thrones. Uma tragédia familiar quase que Shakespeariana que começou com intrigas políticas e terminou com fogo e sangue. Ainda que House of the Dragon venha a fazer adaptações necessárias na transição de narrativa é bem provável que o tom trágico desse episódio seja mantido e até potencializado.
Recentemente, sete novos membros foram confirmados no elenco: Graham McTavish (‘O Hobbit’, ‘Aquaman’), Gavin Spokes (‘Brexit’), Matthew Needham (‘Chernobyl’), Bill Paterson (‘Fleabag’), Ryan Corr (‘Holding the Man’), Jefferson Hall (‘Devs’) e David Horovitch (‘A Freira’).
O elenco também conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
O fim de um relacionamento nunca é fácil. E cada pessoa reage de forma diferente. Tem gente que fica na fossa, tem gente que leva de boa, mas precisa de um tempo, e tem gente que logo parte pra outra relação. De qualquer forma, o cinema é sempre um bom amigo para quem está precisando daquele apoio após o término de um namoro.
O CinePOP separou dez filmes perfeitos para quem está saindo de um relacionamento. É claro que tem gente que pode preferir afogar as mágoas num dramão ou assistir à uma ação sem cérebro, mas optamos por focar a atenção (com exceções) em obras leves, divertidas e que passam uma mensagem otimista sobre relacionamentos. Os longas, inclusive, quebram a ideia do que seria um final feliz. O que vale mesmo é a jornada dos personagens.
Confira nossa lista abaixo! E não deixe de dizer nos comentários quais seus filmes favoritos para lidar com o fim de uma relação.
(500) Dias com Ela
(500) Dias com Ela parece aquela comédia romântica tradicional, mas é mais que isso. É um filme que mostra o perigo de se idealizar uma relação e de achar que você pode mudar o outro. Também é um longa sobre a importância de ser honesto com suas intenções logo de cara. Joseph Gordon-Levitt vive um sujeito que aposta todas suas fichas em uma relação com Zooey Deschanel, que desde o início deixa claro que não está em busca do amor de sua vida. Ao final, mesmo diante de uma separação dolorosa, vemos que o importante é seguir em frente. Após o verão, há sempre o outono.
O romance está longe de ser o mais importante em O Diabo Veste Prada, embora a mensagem de evitar o boy que não te apoia esteja mais que presente. Mas a jornada de Andrea (Anne Hathaway) é perfeita para motivar quem está na fossa. É um filme sobre auto descoberta e reafirmação, coisas que muita gente precisa lidar após o fim de um relacionamento. Aqui, a protagonista rompe um ciclo de dependência e abuso profissional, algo facilmente transferível para um namoro. Às vezes, é melhor ficar sozinho(a) e o filme deixa isso bem claro.
Clássico das comédias românticas dos anos 90, O Casamento do Meu Melhor Amigo é mais um filme a falar sobre o perigo de se idealizar uma relação e sobre tratar uma pessoa como posse. Após idas e vindas, acaba sendo um longa sobre como, muitas vezes, é melhor acabar dançando com um amigo em uma festa. A personagem de Julia Roberts acaba construindo, em sua cabeça, uma relação que não existe, apenas pelo medo de ficar sozinha ou de não encontrar um outro alguém. O filme, no entanto, deixa claro que este não é o caminho. E que é melhor ficar sozinha.
O cinema, na maioria das vezes, trata a solidão como algo alienígena, como um problema que o/a protagonista tem que resolver. Mas, como na vida real, nem sempre é ruim ficar sozinho. Então, ao invés de embarcar numa história clichê em que uma mulher só se completa ao encontrar o príncipe encantado, nada melhor que assistir à O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. O drama francês mostra que é possível encontrar a felicidade nas pequenas coisas, sem depender do outro. Uma atuação delicada e emocionante de Audrey Tautou.
Legalmente Loira apresenta o sonho de vingança de toda garota maltratada ou desvalorizada pelo boy lixo. Reese Witherspoon vive Elle Woods, uma jovem que entra para o curso de direito de Harvard para tentar reconquistar o ex-namorado, que a deixou por não ser “séria demais”. A comédia romântica tradicional talvez acabasse com Elle reconquistando o sujeito, mas aqui a personagem passa por uma jornada de redescoberta. E de desenvolvimento de uma autoestima. Algumas vezes, tudo o que você precisa é confiar mais em você. Se a pessoa ao teu lado te deixa pra baixo, melhor seguir em frente.
Ressaca de Amor… Está aí um título que pode servir para descrever muitos finais de relacionamento. E o filme também pode ajudar aquele coração mais desamparado. A comédia romântica estrelada por Jason Segel, Kristen Bell e Mila Kunis conta a história de um cara que é deixado pela namorada de vários anos. Para superar a separação, ele viaja para o Havaí. Lá, acaba encontrando a ex já com um novo parceiro. Em meio a crise, ele conhece uma nova mulher, mas mais que isso: ele descobre sua autoestima. E ainda passa a ser capaz de uma autocrítica, assumindo parte da responsabilidade pelo fim da primeira relação. Por trás da história está a mensagem que não adianta você amar uma pessoa e se esquecer de cuidar de você.
Sob o Sol da Toscana
Tudo bem que nem todo mundo pode lidar com o fim de uma relação comprando uma chácara na Itália (quem me dera!), mas esta não é a mensagem de Sob o Sol da Toscana. Na trama, Diane Lane vive uma escritora que entra em crise após descobrir a infidelidade do marido. Motivada pelas amigas, acaba aceitando uma viagem para a Itália. Lá, de forma impulsiva, acaba comprando uma propriedade, que terá que reformar com as próprias mãos. É uma jornada de redescoberta e, acima de tudo, uma vitória contra a visão de que é tarde demais para se viver. É belo, divertido e ainda com suas pitadas de romance. Ideal para quem procura seguir em frente.
Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original, Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças é uma obra muito inteligente e madura sobre relacionamento. Fala sobre a possibilidade de se apagar pessoas de sua memória, algo com que muita gente recém-separada consegue se relacionar. Mas, ao final, mostra que por mais dolorosa que seja a separação e a falta daquela companhia, ainda é melhor ter vivido aquilo. O filme também aborda vários elementos de relacionamentos, como a noção de que um deve completar o outro ou mesmo a dependência que se forma em uma relação. O elenco conta com as ótimas participações de Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst e Mark Ruffalo.
O belo musical estrelado por Ryan Gosling e Emma Stone parece a história de amor perfeita. Mas também é um tiro de “nem todo conto de fadas tem o final feliz”. Mas tudo bem! O filme, de certa forma, é uma adaptação da clássica frase “que seja eterno enquanto dure”. La La Landapresenta um romance de cinema, mas com uma conclusão de vida real. Nem sempre os casais terminam juntos, e isso não apaga a bela jornada que viveram. Para os recém-saídos de uma relação, talvez seja duro embarcar em uma história tão romântica, mas também mostra o valor que uma pessoa pode ter na vida da outra, mesmo que não acabem lado a lado.
Fugindo bastante do perfil dos filmes anteriores, nos resta indicar Garota Exemplar para completar a lista. Este vai para aqueles que não querem saber de comédias ou romances. Então, nada melhor que esse belo thriller dirigido por David Fincher. Está aqui uma história que prova que é melhor estar solteiro(a) do que num relacionamento tóxico. Pensa só, você poderia estar com um sujeito que te trai. Ou com uma psicopata que forja a própria morte e coloca a culpa em você. Não há dúvida que, nos dois casos, a solteirice é o melhor caminho a se seguir. Não precisa ficar na bad.
Foi-se o tempo em que animação era coisa de criança. Nos últimos 20 anos, com a popularização do cinema e das televisões pelo mundo, os estúdios entenderam que a melhor forma de conquistar o público era fazendo animações que divertissem os pequenos, mas que também cativassem o público. E foi assim que surgiu uma leva de verdadeiras obras de arte que permearam as TVs globais nos últimos anos.
Neste fim de semana, o CinePOP selecionou cinco séries animados que se destacam das demais e que estão completinhas no HBO Max. Confira!
Lançada no Brasil sem muito alarde lá em 2015,O Segredo Além do Jardim é uma minissérie animada com dez episódios de aproximadamente 11 minutos, cada. A produção acompanha as desventuras de dois irmãos que estão perdidos nO Desconhecido, uma floresta misteriosa com jeitão de filme de época. Eles querem voltar para casa, mas não fazem a menor ideia de como vão fazer isso. Então, a dupla encontra o Senhor da Floresta, que passa instruções do que eles devem fazer se não quiserem ficar presos por lá. No caminho, eles ganham a companhia da passarinha Beatrice, que esconde um segredo curioso. Cheia de metáforas e questões filosóficas escondidas, a série é fantástica e na versão original conta com as vozes de Elijah Wood e Christopher Lloyd.
Abraçando o estilo da paródia, essa animação começa na Terra dos anos 3000, quando a humanidade está prestes a ser conquistada por uma raça de alienígenas com cara de polvo. Então, a resistência cria o Megas, um robô de tecnologia avançada que deveria ser mandado para dois anos no passado, quando seria fundamental para a vitória humana na guerra. O problema é que eles sofrem um ataque imprevisto e o robô, sem a cabeça, acaba indo parar na Terra da década de 1930. Os anos se passam e o Megas acaba ficam soterrado por tralha em um ferro-velho. Aí, nos anos 2000, ele é encontrado pelo Cara, um rapaz gorducho que é viciado em videogame, comida gordurosa e carros tunados. Em posse de seu novo robô, o Cara faz modificações na máquina, que agora é controlada por um joystick em seu carro. Reativado, o Megas acaba sendo localizado por Kiva, uma agente do futuro que vai voltar no tempo para tentar recuperar a última esperança da humanidade. Só que as coisas não saem como o esperado e ela vai acabar ficando com o Cara e o Jaime enquanto os aliens do mal decidem também voltar no tempo para tentar adiantar a conquista da Terra.
Antes dos bonequinhos engraçadinhos falando besteira, os Jovens Titãs tiveram uma série cultuada no Cartoon Network que tinha uma pegada mais séria. Baseada nas histórias em quadrinhos da DC e sob influência das animações japonesas, a série acompanhava um grupo de super-heróis adolescentes liderado pelo Robin. Conforme novas ameaças surgiam, a equipe precisava lidar com criaturas superpoderosas e com problemas típicos da idade deles, como as mudanças corporais, os relacionamentos e os conflitos de ego. Além dos personagens carismáticos e das tramas bem desenvolvidas, outra coisa que marcou época foi a música de abertura, cantada pela dupla japonesa Puffy AmiYumi, que tinha uma série animada própria que também passava na programação da época.
Série mais recente dessa lista, Apenas Um Show é comédia purinha. Exibida entre 2010 e 2017, a produção acompanha o dia a dia de um pássaro azul cansado e um guaxinim empolgado que trabalham como faz-tudo de um parque. Conforme os dias passam, eles buscam formas de resolver um problema aleatório e tentar não trabalhar. No entanto, a dupla sempre acaba entrando em confusões indescritíveis, que costumam ser resolvidas com partidas de videogame, duelos de bandas e uma série infindável de referências à Cultura Pop americana dos anos 80. É simplesmente impossível assistir a um episódio sem soltar pelo menos uma gargalhada diante de tanta coisa sem noção deliciosamente amarrada e carregada de nostalgia e diversão.
Obra máxima do gênio Genndy Tartakovsky, essa animação tem uma pegada mais séria para contar a história de Jack, um samurai do Japão feudal que deveria usar sua Katana mágica para derrotar o demônio Abu. Porém, quando estava prestes a perder, Abu abriu um portal no tempo e enviou o Samurai Jack para um futuro cyberpunk no qual o demônio tomou conta de tudo. Agora, nessa Terra distante, ele precisará colocar suas habilidades à prova se quiser sobreviver para tentar voltar no tempo e impedir o reinado sombrio de Abu.
As sanções contra o tapa de Will Smith no Oscar 2022 foram bastante abrangentes, e o ator teve vários filmes que estavam em produção engavetados.
Até o momento, o único projeto futuro de Smith que ainda não foi cancelado é a sequência de ‘Eu Sou a Lenda‘, que ele deve estrelar com Michael B. Jordan.
Ontem, Academia de Hollywood determinou queWill Smith está proibido de ir a todos os eventos organizados pelo grupo, incluindo o Oscar, por 10 anos. A decisão foi tomada pelos diretores da instituição.
A repercussão do tapa prejudicou vários projetos de Smith que estavam em pré-produção, gerando um efeito dominó.
Com um lucro de US$ 426,5 milhões pelo mundo e 76% de aprovação dos críticos, ‘Bad Boys para Sempre‘ marcou o retorno de Will Smithe Martin Lawrence como os adorados policiais Mike Lowrey e Marcus Burnett.
Após o sucesso do longa, a Columbia Pictures e a Sony anunciaram que um 4º filme seria lançado com o retorno dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah.
Os planos foram atrapalhados depois que Smith estapeou o comediante Chris Rock e uma das consequências da agressão foi a suspensão de ‘Bad Boys 4‘.
Uma nota do portal escrita pelos jornalistas Aaron Couch e Borys Kit afirma que:
“Um boato que ouvimos esta semana é que ‘Bad Boys 4‘ já estava em desenvolvimento ativo, e Smith recebeu 40 páginas do roteiro antes do incidente do Oscar, segundo nossas fontes. Agora haverá uma… suspensão… no projeto enquanto os responsáveis decidem o que vai acontecer daqui para frente.”
A Netflix congelou a produção do filme ‘Fast and Loose‘. O longa conta a história de um chefe do crime que perde a memória após um ataque, para então descobrir que vivia uma vida dupla como um milionário rei do crime e um agente da CIA falido. No entanto o filme vem tendo vários problemas durante o processo de produção, com a polêmica do Oscar tendo engavetado tudo de vez, pelo menos por agora.
‘Fast and Loose‘ perdeu, dias antes do Oscar, o seu diretor David Leitch (‘John Wick’), devido a sua migração para a série de filmes ‘Fall Guy‘, com Ryan Gosling. A Netflix ainda considerava continuar com o projeto, porém após a confusão deWill Smith com Chris Rock, o estúdio resolveu deixar a produção em stand-by.
Cinebiografia
De acordo com informações divulgadas pelo The Sun, os estúdios cancelaram as ofertas para a cinebiografia do ator que seria comprada e adaptada em Hollywood.
Os rumores dizem que tanto a Netflix quanto a Apple retiraram suas ofertas do projeto por conta do tapa de Smith em Rock: “Netflix e Apple+ retiraram discretamente suas propostas para uma cinebiografia de Will Smith e, em vez disso, realocarão os fundos e focarão em ideias originais com novos atores negros”, diz o site.
“Trabalhar com Will se tornou um negócio arriscado. Eles agora planejam desenvolver ideias com estrelas mais jovens, a exemplo de Mike Epps e Michael B. Jordan”, complementou.
Segundo a Rolling Stone, as atitudes de Smith foram apenas um agravante para nem sequer voltar a investir esforços no filme-solo. Afinal, o projeto já fora deixado de lado antes mesmo do confronto entre Smith e Rock.
O site aponta que o altíssimo cachê de US$ 20 milhões exigido por Smith foi a razão principal do longa-metragem ter ficado em suspensão, com a decisão sendo feita muito antes das controvérsias.
Em suma, o status do projeto é o mesmo há alguns anos e, ao que tudo indica, não há previsão de mudança.
Este projeto do ator ainda segue em pé, por enquanto. Ao que parece, os fãs de ‘Eu Sou a Lenda‘ (I Am Legend) têm que agradecer Michael B. Jordan pela sequência do filme.
Smith, que interpretou o cientista Robert Neville no filme original, revelou ao ET que foi convencido por B. Jordan a voltar.
“A ideia surgiu e veio por parte do Michael B Jordan. Ainda não posso falar sobre isso. Mas é uma ideia muito, muito legal e ele fez parte da criação desse conceito. Era um daqueles filme que eu ia deixar em paz, e então ouvi a ideia e topei na hora.”, afirmou.
A sequência marcará a primeira vez que Jordan, 35, e Smith, 53, trabalham juntos em um projeto.
O anúncio deixou os fãs confusos, já que seu personagem Neville morre no final original. O filme tem um final alternativo em que o personagem sobrevive, mas o primeiro filme optou pelo final mais trágico que ele se mata. Então como vão trazê-lo de volta para a sequência?
Você achou injusta a decisão da Academia de banir o ator do Oscar por 10 anos?
O canal Lifetime divulgou o primeiro trailer de ‘O Jardim dos Esquecidos: A Origem‘ (Flowers in the Attic: The Origin), pré-sequência do longa de 2014.
Confira:
A produção irá estrear oficialmente no dia 9 de julho.
A trama segue Olivia Winfield (Jemima Rooper), uma mulher teimosa e determinada que é inesperadamente cortejada por Malcolm Foxworth (Max Irons), um dos solteiros mais desejados da nação. Após um romance relâmpago, ela logo descobre que a vida de conto de fadas que ela esperava rapidamente se tornou um pesadelo. Malcolm esconde um lado sombrio, que ameaça a felicidade de Olivia e seus filhos. Para proteger sua família, Olivia terá que se tornar a pior versão de si mesma, resultando na sua inevitável e notória decisão de trancar seus netos no porão.
A ABC divulgou o trailer do próximo episódio da 4ª temporada de ‘The Rookie‘, série estrelada por Nathan Fillion (‘Castle’), que irá introduzir os personagens do spin-off no universo da produção.
O episódio, dividido em duas partes, irá ao ar no dia 24 de abril.
Na trama, John Nolan (Fillion) investiga um caso com a Simone Clark (Niecy Nash), agente novata do FBI (e protagonista da série derivada), quando um dos seus antigos estudantes é acusado de terrorismo após uma explosão em uma rede elétrica.
Confira o trailer:
Vale lembrar que a série já está renovada para a 5ª temporada!
A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).
Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.
A atriz interpretará a vizinha do Jimmy (Jason Segel), que se tornou uma figura materna para sua filha.
A produção será estrelada por Segel (‘How I Met Your Mother’) e Harrison Ford (‘Indiana Jones’). Ford interpretará Dr. Phil Rhodes, um bem-sucedido psiquiatra recentemente diagnosticado com Parkinson, o que o força a sair de sua zona de conforto enquanto luta com amigos intrusivos, sua família distante e seu legado.
A produção irá seguir Jimmy (Segel), um terapeuta de luto que começa a quebrar as regras e dizer aos seus clientes exatamente o que ele pensa. Ignorando seu treinamento e ética, ele se vê fazendo grandes e tumultuosas mudanças na vida das pessoas… incluindo a sua própria.
A CBS renovou oficialmente a série ‘S.W.A.T.‘ para a 6ª temporada.
A quinta temporada tem registrado uma média de 0.8 na demo, e um total de 6.6 milhões de espectadores. Dentre as 14 séries de drama da emissora, a produção alcança a nona posição no índice demográfico e a décima segunda em audiência total.
A trama segue um tenente da SWAT que está dividido entre a lealdade às ruas e o dever com seus colegas quando lhe é dada a oportunidade de liderar uma unidade altamente qualificada para resolver crimes em Los Angeles.
Foi visto que a figurinista Stacy Caballero atualizou seu site e listou que ela é a figurinista assistente de Daniel Kaluuya em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘. A lista então confirma que Kaluuya retornará como W’Kabi da Tribo da Fronteira na próxima sequência do Pantera.
No primeiro filme, era muito próximo de T’Challa, no entanto, o traiu se aliando ao Killmonger, embora eles tenham se reconciliado ao final do filme. O futuro do personagem no MCU deverá ser marcado com o personagem querendo honrar o legado de seu amigo, homenageando o falecido Rei de Wakanda.
O longa marcará o legado de Chadwick Boseman, com o filme abordado quem assumirá o manto de Pantera Negra daqui em diante. Muitos personagens, anteriormente secundários, agora devem ganhar maior destaque.
O primeiro ‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.