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‘Van Helsing’: Última temporada ganha trailer e data de estreia

O canal SyFy divulgou o primeiro trailer da 5ª (e última) temporada de ‘Van Helsing‘.

Confira:

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 16 de abril.

Jonathan Walker é o novo showrunner da série.

A história gira em torno de Vanessa Van Helsing, filha de Abraham Van Helsing, caçador de vampiros. Ao acordar cinco anos no futuro, ela descobre que os vampiros tomaram conta do mundo. Cabe a ela, com seus poderes, liderar uma ofensiva para recuperar o controle do que sobrou do planeta. No caminho, ela e seu grupo encontram humanos e vampiros, alguns amigáveis, outros inimigos que farão qualquer coisa para destruí-los.

O elenco inclui Kelly Overton, Jonathan Scarfe, Vincent Gale, Rukiya Bernard, Tricia Helfer e Aleks Paunovic.

‘Homem-Aranha’: Tom Holland fala pela primeira vez sobre sua participação em ‘Venom 2’

Em entrevista ao The Direct, Tom Holland (‘O Diabo de Cada Dia’) foi perguntado sobre um possível crossover entre o ‘Homem-Aranha‘ e o ‘Venom‘.

“Eu sinceramente não sei. Foi muito emocionante fazer parte desse filme. Obviamente, Tom Hardy é um dos melhores atores do mundo. Ele é um cara adorável, mas nunca pensei muito sobre isso.”

Anteriormente, Tom Hardy já havia comentado sobre a possibilidade de um crossover entre os dois personagens: “Você não pode fazer uma história do Venom sem o Homem-Aranha no meio. Ele está em algum lugar. Nós apenas temos que esperar todas as estrelas se alinharem, mas até lá estamos focados em ‘Venom 2’. Porém, essa possibilidade está sempre em nossas mentes, sabe? ‘Quando poderemos devorar o Homem-Aranha’?”

Com estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ terá 159 minutos de duração (ou 2 horas e 39 minutos).

Sendo assim, o filme será o segundo mais longo do MCU, na frente de ‘Eternos‘ (156 minutos, ou 2 horas e 36 minutos) e atrás de ‘Vingadores: Ultimato‘, que tem 3 horas e dois minutos.

Enquanto a Sony continua tentando desmistificar que os Homens-Aranhas de Maguire e Garfield estarão no filme, novos supostos vazamentos parecem corroborar essa teoria.

Foram postadas no Twitter imagens dos uniformes que devem ser usados no filme, e parecem ser reais. A Sony não comentou.

Confira:

E aí, você também está na torcida para rever os astros?

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Breeders’: Série com Martin Freeman é RENOVADA para a 4ª temporada

O canal FX renovou oficialmente a série ‘Breeders‘ para a 4ª temporada.

“‘Breeders’ nos deu a oportunidade especial de assistir a família ‘Worsley’ crescer a cada temporada, e o FX está animado em encomendar a quarta temporada que trará o próximo capítulo dessa série hilária e brutalmente honesta,” declarou Nick Grad, presidente de programação original do canal. “Agradecemos aos criadores Simon Blackwell, Chris Addison e Martin Freeman, toda a equipe criativa e o elenco. O esforço deles é o sustenta essa série e nós estamos felizes em fazer parte dessa família estendida.”

A série foi criada por Chris Addison, Simon Blackwell e Martin Freeman.

A produção explora um olhar cômico sobre as provações e tribulações da paternidade.

Além de Freeman, o elenco ainda conta com Daisy Haggard, Alun Armstrong, Joanna Bacon, Alex Eastwood e Eve Prenelle.

‘Demônio dos Mares’ afunda com apenas 17% de aprovação dos críticos no RT; Confira as reações!

As primeiras críticas de ‘Demônio dos Mares‘ (The Black Demon) já saíram, e as reações não foram nada positivas. Com 6 reviews publicadas até o momento, o longa amargou apenas 17% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral detonou a produção pela falta de carnificina e cenas com o tubarão assassino, criticando o foco em personagens completamente desinteressantes.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Demônio dos Mares’ apenas explora sua trama de forma vaga, usando-a como um conto preventivo do desastre ecológico causado pelo homem. Infelizmente, o roteiro nunca desenvolve suas ideias rasas, resultando em um esforço confuso que é afundado pelo foco em seus personagens desinteressantes.” (Bloody Disgusting)

“Esse novo filme de tubarão assassino mata completamente o seu próprio potencial.” (Blu-ray.com)

“Esse é um filme de tubarão assassino que perde seu ritmo por conta da longa duração, de uma reviravolta questionável e pela falta de emoções genuínas.” (Lyles Movies Files)

“O melodrama dos personagens humanos e a metáfora ecológica não são fortes ou interessantes o suficiente para superar as cenas escassas do tubarão em ação. É curto o suficiente para ser assistível, mas nós merecíamos mais carnificina.” (Feelin’ Film Podcast)

“Eis uma regra básica: se você não consegue fazer um tubarão parecer realista, não se dê ao trabalho de fazer um filme de tubarão assassino.” (Aisle Seat)

“O filme é um pouco familiar demais. Apesar de não ser muito profundo, o roteiro consegue trazer uma inesperada sensação de catarses.” (AIPT)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 8 de junho, pela Diamond Films.

Confira o trailer legendado:

Adrian Grunberg (‘Rambo: Até o Fim’) é responsável pela direção.

“O petroleiro Paul Sturges leva sua família de férias para a Bahia Azul. Lá, ele percebe que a cidade costeira desmoronou misteriosamente. Paul começa o dia com uma visita de rotina, com sua família, para inspecionar uma plataforma de petróleo nas proximidades. A situação se torna um pesadelo quando, das profundezas do oceano, um tubarão gigante surge: o demônio negro. Sob a ameaça constante do tubarão primitivo, Paul terá que encontrar um jeito de levar sua família de volta para a costa de forma segura.”

Josh Lucas (‘Uma Noite de Crime: A Fronteira’), Fernanda Urrejola (‘Cry Macho: O Caminho para Redenção’) e Julio Cesar Cedillo (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrelam a produção.

Após ‘Todos Menos Você’, Glen Powell estrelará nova série de comédia do Hulu

De acordo com o TVLine, Glen Powell (‘Todos Menos Você’) será o protagonista da série de comédia ‘Chad Powers‘, que está sendo desenvolvida pelo Hulu.

A produção é inspirada em uma paródia do ESPN+ com o quarterback Eli Manning.

Na trama…

“Após acabar com sua carreira esportiva na primeira divisão por causa de mau comportamento, Chad Powers se disfarça e entra para um time de futebol em dificuldades em busca de uma segunda chance.”

Além de estrelar e produzir, Powell também assina o roteiro ao lado de Michael Waldron (‘Loki’).

“Nós dois somos fãs de futebol. Quando vimos o Eli caracterizado como o Chad Powers, sabíamos que esse poderia ser apenas o começo de uma história maior sobre este universo. Estamos ansiosos para fazer parte desta equipe, e mal podemos esperar começar,” declarou a dupla em comunicado oficial.

Vale lembrar que ‘Todos Menos Você‘ (Anyone but You), comédia que Powell estrela ao lado de Sydney Sweeney (‘Euphoria’), se tornou um enorme sucesso nas bilheterias, arrecadando quase US$ 200 milhões mundialmente.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Confira nossa crítica:

George R.R. Martin indica novo projeto de ‘Game of Thrones’ com o retorno de Maisie Williams

Através do seu blog, George R.R. Martin confirmou ter se encontrado recentemente com a Maisie Williams, que interpretou a Arya Stark na série ‘Game of Thrones‘.

Apesar de não revelar muitos detalhes, o autor indicou que está trabalhando em um novo projeto ao lado da atriz – possivelmente no universo da série da HBO.

“Nós nos reunimos com a Maisie Williams para pizza e macarrão. Nós conversamos sobre… bem, melhor não falar sobre isso. Não quero estragar nada. Mas pode ser muito divertido.”

Vocês gostariam de um spin-off focado na personagem?

Vale lembrar que, após ‘A Casa do Dragão‘, o próximo projeto no universo de ‘Game of Thrones‘ será ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos‘.

Confira o teaser com as primeiras cenas do seriado:

Empolgando os fãs do universo de ‘Game of Thrones’, George R.R. Martin compartilhou atualizações positivas sobre ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’.

Em seu site, o autor da obra de fantasia revelou fotos de sua visita ao set de filmagem da nova série prequel da HBO.

Enquanto tem alguns problemas com ‘A Casa do Dragão’, tendo criticado a série recentemente, George R.R. Martin parece ter uma opinião oposta sobre ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’.

George elogiou o trabalho do showrunner da série e destacou a fidelidade dos personagens em relação ao que foi descrito em seu livro.

“Visitei o set na Irlanda do Norte em julho e adorei o que vi. Elenco incrível. [Os personagens principais] Dunk e Egg parecem ter saído das páginas do meu livro. Meus leitores vão adorá-los. Eu certamente adoro. [O showrunner Ira Parker] está fazendo um ótimo trabalho” escreveu Martin.

Além disso, o escritor revelou que a nova produção será diferente das outras ambientadas em Westeros, oferecendo uma aventura mais pessoal e de menor escala em comparação com ‘Game of Thrones’ e ‘A Casa do Dragão’.

“Você pode achar o tom bastante diferente do de ‘Game of Thrones’ ou ‘A Casa do Dragão’; menor em escala, mais pessoal, com mais humor, mais foco nos personagens… mas também há perigo e morte. Tem lordes, damas e príncipes, mas eles dividem o palco com mais gente comum desta vez.”

Dessa forma, os fãs devem esperar por uma série mais curta e com foco em alguns personagens específicos, em contraste com uma trama geral mais ampla. No entanto, como é marca registrada do autor, ninguém estará seguro na nova produção.

Vale lembrar que recentemente o prequel ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’, derivado que adapta “As Aventuras de Dunk e Egg”, concluiu suas filmagens.

De acordo com o ComicBook, as gravações começaram em junho e a maior parte da produção ocorreu no norte de Belfast, na Irlanda. Ainda serão necessários alguns meses para refilmagens, ajustes e a pós-produção (efeitos visuais, edição).

A série está prevista para estrear em 2025, preenchendo a lacuna até a 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão’, que deve voltar em 2026.

Confira o primeiro teaser e siga o CinePOP no Youtube:

“Um século antes dos eventos de Game of Thrones, dois heróis improváveis percorreram Westeros… um jovem, ingênuo mas corajoso cavaleiro, Ser Duncan, o Alto, e seu diminuto escudeiro, Egg. Ambientado numa época em que a linhagem Targaryen ainda detém o Trono de Ferro, e a memória do último dragão ainda não passou da memória viva, grandes destinos, poderosos inimigos e perigosas aventuras aguardam esses amigos improváveis e incomparáveis.”

Segundo a VarietyEdward Ashley (Ser Steffon Fossoway), Henry Ashton (Daeron Targaryen), Youssef Kerkour (Steely Pate), Daniel Monks (Ser Manfred Dondarrion), Shaun Thomas (Raymun Fossoway), Tom Vaughan-Lawlor (Plummer) e Danny Webb (Ser Arlan de Pennytree) farão parte da série pré-sequência.

Peter ClaffeyDexter Sol AnsellFinn BennettBertie CarvelTanzyn CrawfordDaniel IngsSam Spruell também fazem parte do elenco.

Sarah Adina SmithOwen Harris dirigem os seis episódios da atração.

a knight of the seven kingdoms
a knight of the seven kingdoms

Angelina Jolie estrelará novo SUSPENSE de espionagem do diretor de ‘Sr. & Sra. Smith’

De acordo com o Variety, Angelina Jolie (‘Malévola’) será a protagonista de ‘The Initiative‘, novo suspense de espionagem do diretor Doug Liman (‘No Limite do Amanhã’).

A produção marcará a reunião entre a atriz e o cineasta após sua bem-sucedida colaboração no clássico ‘Sr. & Sra. Smith‘.

F. Scott Frazier será responsável pelo roteiro.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

A Universal Pictures está em negociações para assumir a distribuição do projeto. Caso o acordo seja fechado, Jay Polidoro e Tony Ducret irão supervisionar a produção para o estúdio.

Jeff Kirschenbaum servirá como produtor através da Roth/Kirschenbaum Films.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Maldição da Múmia’ já arrecadou quase QUATRO vezes o valor do seu orçamento

Sucesso! O terror ‘Maldição da Múmia‘ já arrecadou sólidos US$ 86.1 milhões nas bilheterias mundiais.

A quantia representa quase quatro vezes o valor de seu orçamento, que girou em torno de US$ 22 milhões.

Nos EUA, o longa soma US$ 28.7 milhões. Internacionalmente, foram US$ 57.4 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$5.1M), Índia (US$3.4M), Espanha (US$3.1M), Reino Unido/Irlanda (US$2.9M) e Malásia (US$2.5M).

Vale lembrar que o longa dirigido por Lee Cronin (‘Maldição da Múmia’) abriu com US$ 13.5 milhões no território norte-americano.

Para termos de comparação, o valor supera o lançamento de ‘Lobisomem‘ (US$10.8M) e de outros títulos recentes do gênero, como ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ (US$12.5M), ‘Primata‘ (US$11.1M), ‘Casamento Sangrento 2‘ (US$9M), ‘A Noiva!‘ (US$7M) e ‘Eles Vão te Matar‘ (US$4.9M).

Com 46% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota C+ do público no CinemaScore. A média de aprovação supera a de ‘Lobisomem‘ (C-), mas fica abaixo de ‘O Homem Invisível‘ (B+).

Vale lembrar que ‘Maldição da Múmia‘ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | Lee Cronin joga no seguro com o mediano terror ‘Maldição da Múmia’

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na história, a jovem filha de um jornalista desaparece misteriosamente no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a família, ainda devastada, é surpreendida com seu retorno. O que deveria ser um reencontro emocionante, no entanto, rapidamente se transforma em um verdadeiro pesadelo.

‘Mulher-Maravilha’ tem segunda maior bilheteria mundial da DC

Mulher-Maravilha’ atingiu mais uma marca emblemática. A primeira adaptação solo da amazona agora é a segunda maior bilheteria global da DC.

Faturando US$ 745.8 milhões no total, a produção conseguiu alavancar sua arrecadação faturando recentemente US$ 10.1 milhões só nos Estados Unidos e mais US$ 6.8 milhões ao redor do mundo. As informações foram divulgadas pelo Box Office Mojo.

Mulher-Maravilha’ só ficou atrás de ‘Batman V. Superman’, que conquistou o montante total equivalente a US$ 873.3 milhões.

Atrás do filme da heroína está ‘Esquadrão Suicida’, que faturou US$ 745,6 milhões ao redor do mundo.

Fãs de ‘Mulher-Maravilha’ recriam cena da “espada no vestido” 

Crítica | Mulher-Maravilha – A Salvação da DC no Cinema

Novas críticas de ‘Mulher-Maravilha’ são EXTREMAMENTE positivas; Confira!

Assista nossa crítica:

 

 

 

Comcast, dona da Universal, deve fazer uma nova oferta para comprar a Fox

O conglomerado Comcast parece não ter desistido de tentar comprar a 20th Century Fox. Pelo menos é o que o portal CNBC afirmou.

Segundo a publicação, a empresa estaria se preparando para fazer um novo lance à Fox, com algumas mudanças. Para isso, a Comcast se reunirá com banqueiros para potencialmente conseguir um amparo financeiro, que permita uma oferta toda feita em dinheiro vivo para o estúdio.

O site ainda afirma que o conglomerado midiático busca adquirir a participação majoritária da divisão Sky, um grupo de TV internacional cuja Fox possui 39%. A Comcast também deseja financiar US$ 60 bilhões para fazer um lance ao estúdio.

Na lista de aquisições da Comcast, encontra-se a empresa NBC Universal, a produtora de animações DreamWorks e várias outras empresas.

Embora a proposta da Comcast seja visivelmente maior e melhor, é possível que a escolha pela Disney tenha em partes a influência de produtos culturais de grande porte, como as produções do Marvel Cinematic Universe (além de, claro, alguns termos burocráticos). Vale ressaltar que parte dos personagens da marca de quadrinhos pertencem a Fox e a que a fusão das empresas permitiria que quase todo o hall de heróis estivessem sob o domínio de apenas um estúdio.

 

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‘Dumbo’: Primeiras Impressões são BASTANTE positivas; Vem ver!

O live-action ‘Dumbo‘ chega aos cinemas no final de março, mas a crítica especializada norte-americana já teve a oportunidade de conferir a produção e as primeiras impressões estão entre nós.

Recebendo muitos elogios, a produção recebeu aplausos por seus efeitos especiais – considerados espetaculares – e por sua mensagem, que – segundo os jornalistas – tem uma pegada pró direitos dos animais.

Algumas impressões ainda foram mais além, considerando ‘Dumbo‘ com um dos melhores filmes live-action feitos por Tim Burton nos últimos anos.

E para aguçar suas expectativas, separamos as principais impressões que já estão no ar.

Confira:

“Eu curti Dumbo. Fantástico design de produção/arte, uma mensagem surpreendente/necessária sobre os direitos pró-animais. Um dos melhores filmes live action dirigido por Burton em anos. Ao contrário da maioria das adaptações da Disney, este está na posição única de ser 35% uma adaptação e 65% uma sequência, o que é legal”.

 

“Eu não tinha certeza do que esperar, mas posso dizer que Dumbo é genuinamente de aquecer corações, um filme envolvente que é, definitivamente, digno de seu tempo. O elenco é agradável, mas os efeitos visuais de Dumbo são tão expressivos que ele rouba a cena todas as vezes que aparece em tela”.

 

“Eu realmente curti Dumbo. É um filme belo e caprichoso, estrelando um elefante em CGI com tanto coração. É também um conto um tanto simples, então não espere toneladas de profundidade nos personagens. Mas ainda sim eu me diverti muito com a viagem que ele me levou e é o melhor filme de Burton em anos”.

 

“O personagem Dumbo é bem bonito. Mas, infelizmente, embora tenha um ótimo visual, o filme falta com a sinceridade e o coração que tornaram o original um clássico. Muito fabricado e seu elenco super talentoso é um pouco desperdiçado em personagens e relacionamentos finos como papel”.

 

“A reimaginação de Dumbo no live-action léxico da Disney voa mais alto do que as audiências vão esperar, com sua narrativa universal, tema relevante e o elefante adoravelmente renderizado em CGI, que vai aquecer até o mais gelado dos corações mortos-vivos”.

 

“Assisti Dumbo semana passada. Apesar de ótimos efeitos visuais, uma performance engraçada do Michael Keaton e um adorável bebê paquiderme, o filme nunca realmente te faz se importar tanto com o que está acontecendo, como o original. As histórias humanas parecem mal cozidas e realmente chove no desfile”.

 

Dirigido por Tim Burton, analistas indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 45 a 65 milhões nas bilheterias norte-americanas em seu primeiro fim de semana.

Na trama, Holt Farrier é uma ex-estrela de circo que retorna da guerra e encontra seu mundo virado de cabeça para baixo. O circo em que trabalhava está passando por grandes dificuldades, e ele fica encarregado de cuidar de um elefante recém-nascido, cujas orelhas gigantes fazem dele motivo de piada. No entanto, os filhos de Holt descobrem que o pequeno elefante é capaz de uma façanha enorme.

O elenco inclui Colin FarrellDanny DeVitoEva GreenMichael Keaton, Alan Arkin e Joseph Gatt.

O longa estreia nos cinemas nacionais no dia 28 de Março.

 

‘Free Guy’: Após adiamento, Ryan Reynolds divulga cena do filme; Assista!

Após ter sua estreia adiada para 11 de dezembro deste ano, a comédia ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘, teve uma de suas cenas divulgadas pelo ator Ryan Reynolds.

A fim de animar os fãs, Reynolds compartilhou um material ainda bruto, que ainda trazia a logo da Fox, além de marcas d’água na filmagem.

A cena em questão, considerada “estranhamente apropriada” não está totalmente finalizada e traz seu personagem sentado em casa, diante da TV, conferindo as notícias de como será o dia.

Assista:

“Free Guy foi transferido para 11 de dezembro. Aqui vai uma cena que é estranhamente apropriada e não está finalizada. Nós a cortamos há um tempo atrás (enquanto ainda tinha ‘Fox’ antes de 20th Century). Ignore as marcas d’água. E muito obrigado ao Aspect, por ter cortado a cena”.

Em ‘Free Guy‘, vindoura comédia dirigida por Shawn Levy (‘Uma Noite no Museu’, ‘Stranger Things’), Ryan Reynolds descobre que é um personagem dentro do perigoso universo dos video games e terá que se virar para tentar sobreviver.

Durante sua participação na CCXP, o astro falou um pouco sobre as influências usadas na criação do longa e disse que “a trama é como um ‘De Volta para o Futuro‘ para a nova geração.”

Shawn e eu queríamos trabalhar juntos há anos, e quando descobrimos esse roteiro, pensamos que estava na hora disso acontecer… Quando eu li a história, pensei em fazermos uma versão atualizada de ‘De Volta para o Futuro‘ para esta geração.”, disse ele ao Comic Book. “Pegamos certas influências desse filme e incorporamos na trama! Hoje em dia, não há muitos filmes que não sejam baseados em outros… Mesmo assim, ‘Free Guy‘ consegue ser tão original e atraente. Eu adorei participar nesse projeto.”

Escrito por escrito por Matt Lieberman (‘Crônicas de Natal‘) e Zak Penn (‘O Incrível Hulk’, Jogador Nº 1‘), ‘Free Guy‘ tem estreia prevista para 09 de julho de 2020 nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O elenco de ‘Free Guy‘ também conta com Jodie Comer (‘Killing Eve‘), Joe Keery (‘Stranger Things‘) e Taika Waititi (‘Jojo Rabbit’).

 

‘Chapelwaite: Série com Adrien Brody baseada na obra de Stephen King ganha cartaz oficial

A série ‘Chapelwaite‘, estrelada por Adrien Brody e baseada no conto ‘Jerusalem’s Lot‘ de Stephen King, ganhou o seu primeiro cartaz oficial.

Confira:

Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) também estrela a produção.

‘Chapelwaite’ se passa na década de 1850 e segue o capitão Charles Boone (Brody), que muda com seus três filhos para a casa dos seus ancestrais, na pequena e aparentemente sonolenta cidade de Preacher’s Corners, Maine, depois que sua esposa morre no mar. No entanto, Charles logo terá que confrontar os segredos da história sórdida de sua família e lutar para acabar com a escuridão que tem atormentado os Boones por gerações.

O conto ‘Jerusalem’s Lot‘ foi publicado pela primeira vez em 1978, em uma coleção intitulada ‘O Turno da Noite‘, que reúne 20 histórias distintas. Anos depois, ele voltou a ser lançado como parte de uma edição ilustrada de ‘A Hora do Vampiro‘, sendo considerado uma espécie de prequel da clássica obra vampiresca.

A trama é contada a partir de uma série de cartas e partes de um diário, sendo a maioria do capitão Charles Boone.

Chapelwaite‘ contará com 10 episódios em sua primeira temporada, trazendo Jason e Peter Filardi como produtores executivos e showrunners. Donald De Line também assume a mesma função como produtor. Ele é conhecido por seu trabalho na série ‘Wayward Pines‘.

Em um comunicado oficial, o presidente da Epix, Michael Wright, comentou sobre a nova série e a escolha de Brody para o papel:

“A série é uma reimaginação intensa e absolutamente aterrorizante de um clássico de terror gótico. Mal podemos esperar para poder trabalhar com o time excepcional de Donald De Line e Jason e Peter Filardi, ao lado do nosso fenomenal protagonista, Adrien Brody. E claro, quando se trata de terror, nada fica melhor e mais grandioso do que Stephen King. Estamos empolgados por sermos a casa dessa incrível série”.

Crítica | Fancy Dance é um sensível drama sobre o epidêmico desaparecimento de mulheres indígenas americanas

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Fancy Dance chega lentamente, de forma silenciosa e acuada. Cruzando a história e as raízes indígenas com o misterioso desaparecimento de uma jovem mãe solteira, o drama de Erica Tremblay nos conquista aos poucos, em doses pequenas e serenas, até que nos inunda com sua poderosa mensagem sobre família, ancestralidade e luto.

Na trama, Jax (Lily Gladstone) tem problemas com a lei e vive a vida seguindo seus próprios trambiques. Diante do sumiço de sua irmã, uma stripper com conexões questionáveis, ela se vê na responsabilidade de criar sua sobrinha, sequestrando-na de seus avós caucasianos, na tentativa de preservar o pouco das tradições nativas e das raízes familiares que lhe restam. E assim, ela percorre o país como um fugitiva, que mais uma vez tenta fazer a coisa certa, da forma mais absurdamente equivocada.

Em seus primeiros minutos, Fancy Dance aparenta ser um drama familiar com um subplot que flerta com uma forçada crítica social ao colonialismo. Com o idioma principal sendo a língua indígena materna, o filme poderia muito bem ser um agenda particular mal desenvolvida, que reduz questões tão profundas e densas a argumentos rasos e aleatórios. Mas este não é esse tipo de filme. Aqui, a cineasta Erica Tremblay se apega à beleza da manifestação artística indígena para abordar o epidêmico desaparecimento de mulheres indígenas, além de outras questões como identidade e pertencimento. Nos apresentando ao Pow-wow, descobrimos uma pequena fatia de uma riqueza histórica que celebra a ancestralidade, o passado e o presente de seu povo.

E de forma doce e suave, Tremblay e a co-roteirista Miciana Alise retratam a disfuncional dinâmica familiar entre uma jovem tia e sua sobrinha adolescente, desenvolvendo um drama conflitante sobre princípios e intenções, em uma América muitas vezes negligente com os seus. Na trama, embora a personagem Jax anseie por preservar o pouco que resta da cultura indígena em sua família, suas boas motivações se perdem em seu comportamento corrupto e desleal. Caminhando pela vida entre pequenos furtos, roubos de carros e até mesmo de combustível, ela é uma contradição ambulante, que será forçada a se confrontar pelas péssimas decisões que comprometeram até mesmo a segurança de sua sobrinha.

E nessa combinação de gêneros tão diversos, o drama de Tremblay usa o background de suspense criminal para ir mais além em outros assuntos, como a marginalização dos povos nativos, a desestruturação de uma família e o amadurecimento de uma adolescente no meio do caos. Com Lily Gladstone em uma excepcional performance, Fancy Dance é também uma celebração muito intimista do povo Seneca-Cayuga, sob uma direção simples, mas precisa e tecnicamente bem executada. Com um final sensível, que coroa a narrativa de Jax e Roki de maneira emocionante e inspiradora, o drama é ainda uma belíssima reflexão sobre os ciclos da vida e a importância de fazer do passado uma memória viva para aqueles que estão no presente.

Crítica | Firebrand – Karim Aïnouz faz estreia internacional com retrato de uma rainha em chamas [Cannes 2023]

Filme assistido no Festival de Cinema de Cannes 2023

Ver um cineasta brasileiro no estrangeiro é sempre gratificante pelo reconhecimento do seu percurso nacional até chegar a uma produção com maior orçamento. Concorrente à Palma de Ouro, Firebrand (ainda sem título oficial em português) é o pontapé inicial da carreira internacional do cearense Karim Aïnouz. O resultado, no entanto, sofre com a escolha da protagonista Catherine Parr, vivida por Alicia Vikander

Com a ideia de mostrar a sexta e última esposa do rei inglês Henrique VIII como uma mulher empoderada e em busca de revolução, o filme não consegue acompanhar o seu ideal. Com uma direção artística estonteante, Firebrand propõe uma imersão nos conflitos e últimos dias do rei mais transgressor da monarquia britânica, vivido por Jude Law.

Com um passado de ex-esposas aprisionadas ou executadas, Catherine Parr precisa ser 100% atenciosa e cuidadosa em relação ao seu marido. Por outro lado, ela arrisca-se para visitar uma amiga de infância (Erin Doherty) insurgente sobre o direito das pessoas lerem as palavras de Deus na sua lingua, ao invés de apenas em latim. O simples desejo é visto como grande insulto à Igreja Católica. 

Esperançosa do seu papel na corte como rainha regente, Catherine tenta salvar sua amiga da fogueira reservada aos hereges aos olhos da entidade religiosa, no entanto, coloca a sua própria vida em rota de risco. Com a narração da princesa Elizabeth (Junia Rees), Firebrand segue o caminho da advertência: fazer inimigos na corte é um erro fatal. 

Solitária em uma encruzilhada, Catherine sente-se arrasada pela morte da sua amiga, teme seu próprio destino e espera ansiosa engravidar de um herdeiro do reino para apaziguar suas angústias. Com esta finalidade, ela suporta noites sobre o peso de Henrique VIII e suas pernas ulceradas, além do desrespeito evidente do rei em relação a outras mulheres. 

Quando é sussurrado ao monarca uma possível traição da rainha, tudo corrobora para uma iminente execução de vingança. Assim como em todas histórias de cortes imperiais, Firebrand apresenta um chamariz visual dos adereços e vestimentas, além de muita conspiração e intrigas. O ponto chave narrativo, no entanto, nunca atinge o seu ápice, ou seja, Catherine jamais deixa seus verdadeiros sentimentos chegarem à superfície. 

Em uma atuação insípida, Alicia Vikander parece em dúvida do seu próprio papel na trama. O espírito combativo — o tal “firebrand” do título — não aparece em cena, a espera de uma possível execução é aguardada com incompreensível passividade. O seu “ímpeto” é esperar a morte do rei antes de ser lançada às labaredas do fogo eclesiástico.

Com muito menos destaque, a estreante atriz Junia Rees apresenta mais emoções apenas através do seu olhar atento. Ela estuda o comportamento tempestuoso do pai a fim de sobreviver. Desse modo, a adolescente Elizabeth se impõe com uma velada rebeldia, enquanto Catherine Parr padece de inanição diante dos nossos olhos, apenas nos minutos finais suas mãos agem em busca de liberdade.

Longe das personagens vívidas, Eurícides em A Vida Invisível de Eurídice Gusmão e Suely em O Céu de Suely, Karim Aïnouz tenta arrancar complexidade de uma personagem histórica, mas encontra apenas um rosto insosso de Alicia Vikander a espera do momento oportuno de esboçar um pequeno sorriso de Monalisa. Sua paixão por liberdade religiosa, entretanto, parece apenas um pretexto para o enredo, nunca é posta como seu desejo ardente ou utópico. 

Após personagens complexos como Donato (Wagner Moura) em a Praia do Futuro (2014) e o narrador anônimo (Irandhir Santos), de Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo (2009), Karim Aïnouz ganhou uma imensa produção, mas perdeu o mão ao concordar em ter Vikander como uma protagonista. A personagem está perdida em emoções nunca postas em evidência. Se Michelle Williams tivesse aceitado o papel, como desejado pelo diretor a princípio, Firebrand poderia alcançar sua marca em brasa na memória dos espectadores. 

Disney anuncia o primeiro filme original de seu serviço de streaming

A Disney anunciou à Entertainment Weekly o primeiro filme original de seu serviço de streaming que será lançado em 2019: uma comédia natalina estrelada por Anna Kendrick.

O longa estava em desenvolvimento há alguns meses, mas pegou todos de surpresa ao ser revelado que será lançado diretor em streaming.

Na trama da comédia, a filha do Papai Noel (Kendrick) assume o “negócio da família” após seu irmão renunciar ao cargo.

Marc Lawrence (‘Miss Simpatia’) é o responsável pelo roteiro e pela direção. Bill Hader (‘Divertidamente’) completa o elenco.

O longa está previsto para lançar em 2019, porém como a temática é natalina, pode ser antecipada para dezembro.

‘Halloween’ é classificado para maiores por conter ‘imagens sanguinárias’

Se alguém estava se perguntando se o reboot de ‘Halloween’ seria para maiores, a MPAA, orgão de classificação indicativa americano, classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

A ansiedade já aumenta. Confira o novo trailer:

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em ‘Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

Dica | Produções para entrar no clima da final da Champions League

Para os fãs de futebol, hoje é um dia muito especial por conta da tão esperada final da Champions League, o principal torneio de futebol da Europa, que reúne os melhores times da elite do Velho Continente em jogos históricos até o dia da grande final. Neste ano, a finalíssima terá direito a uma cobertura gigantesca por meio do HBO Max e trará um show de abertura da brasileira Anitta. E como sabemos como o dia pode demorar a passar enquanto não chega a hora do jogo, separamos algumas produções que você pode assistir para ajudar a fazer o relógio se mover mais rápido. Confira!

All or Nothing: Manchester City

A série All or Nothing se consagrou no meio do futebol por trazer um nível de produção altíssimo, com imagens espetaculares de campanhas marcantes e bastidores de momentos cruciais, como conversas e discursos de vestiários, que o torcedor comum geralmente não veria. Nesse ponto, o título repete seu padrão de excelência para contar a história da campanha mágica do Manchester City na Premier League da temporada 2017/18, em que eles conquistaram impressionantes 100 pontos na liga mais difícil do mundo, levaram o título e ainda comemoraram o vice-campeonato do maior rival. Ao longo de 8 episódios de aproximadamente 50 minutos, cada, vemos os métodos de trabalho do técnico Pep Guardiola e os causos do elenco. Um prato cheio para os torcedores do City e fãs de futebol em geral.

Onde assistir: Amazon Prime Video

Ted Lasso

Nos últimos anos, praticamente todo fã de futebol e cultura pop ouviu falar de Ted Lasso, uma série lançada na pandemia que trouxe uma dramédia cheia de coração para o mundo do futebol inglês. A trama gira em torno de Ted Lasso (Jason Sudeikis), um treinador de futebol americano universitário que é convidado pela nova proprietária do AFC Richmond, um time modesto da Premier League, para comandar o elenco no campeonato mais disputado do mundo. Agora, vivendo em um novo país e lidando com um esporte do qual ele não entende nada, Ted vai tentar se adaptar, enquanto recebe críticas de todos os lados. O mais interessante da série é que ela tem os times do campeonato inglês licenciados, então o Richmond não enfrente times genéricos e sim adversários conhecidos, como o Manchester City, o Chelsea e o Liverpool. E como na vida real, o grande bicho papão da vez é o Manchester City de Pep Guardiola. Será que Ted tem um chance contra eles?

Onde assistir: Apple TV+

Campanha da Champions

E para quem não quiser acompanhar documentários ou produções fictícias, o HBO Max preparou uma programação especial feita em parceria com o TNT Sports para relembrar as campanhas dos finalistas. Então, além das mais de 30 horas de conteúdo ao vivo sobre a finalíssima, há materiais especiais relembrando as campanhas de City e Inter de Milão, melhores momentos, finais históricas da Champions, golaços lendários, perfis dos principais jogadores que vão figurar na decisão e afins. São materiais espetaculares para os fãs de esporte apaixonados pela Liga dos Campeões da Europa.

Onde assistir: HBO Max
Manchester City e Inter de Milão duelam pela tão sonhada ‘Orelhuda’

A grande final da Champions League 2023, entre Manchester City e Inter de Milão, acontece neste sábado (10) às 16h. O jogo será disputado no Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul, na Turquia. No entanto, quem quiser assistir à apresentação da Anitta, que se tornará a primeira sul-americana a cantar na final da Champios, precisará ligar a TV um pouco mais cedo, já que o show está previsto para começar às 15h40, no horário de Brasília. Ela dividirá o palco com o nigeriano Burna Boy e prometeu levar um pouco da cultura brasileira para o cenário europeu. À UEFA, Anitta se disse muito orgulhosa.

“Estou muito feliz por me apresentar no show de abertura da final da Champions League da UEFA pela Pepsi e mal posso esperar para ser a atração principal ao lado de Burna Boy. Vamos trazer um show imperdível para os fãs no estádio e ao redor do mundo”, disse a cantora brasileira.

Divulgação

Em entrevista, Anitta revelou que não abandonará as origens e levará o Funk para a Europa junto com seu ritmo latino.

“Óbvio que vai ter um momento de funk, e dessa vez os meus fãs vão ficar passados com a surpresa, não estão esperando. Terá também aquele momento de hits, como Envolver. Será divertido”, concluiu.

O jogo terá transmissão na TV aberta pelo SBT; Na TV fechada, ele será transmitido pelo TNT Sports; Já no streaming, você poderá assistir pelo HBO Max. E quem quiser assistir o jogo nos cinemas, as redes Cinemark e UCI anunciaram sessões especiais que exibirão a finalíssima ao vivo em suas salas.

Crítica | Alguém Que Eu Costumava Conhecer – RomCom da Prime Video Lembra Famosa Canção-Chiclete, sem o Mesmo Grude

Você lembra dessa música. Ela estourou nas rádios do mundo todo em 2011, cantada pelo pálido Gotye com participação da neozelandesa Kimbra. No clipe, os dois apareciam quase translúcidos em um fundo branco, ela de frente para ele, ele de frente para a câmera, de olhos fechados, e um cantava para o outro “No, you didn’t have to stoop so low / Have your friends collect your records and then change your number / I guess that I don’t need that though / Now you’re just somebody that I used to know”. Esta música grudou nas nossas cabeças durante um par de anos, e, toda vez que alguém resgata o refrão, ela fica mais um tempo rondando nossa cabeça. De fato, o título é maravilhoso, porque qualquer pessoa pode se relacionar com seu significado: ‘Somebody That I Used To Know‘, ou ‘Alguém Que Eu Costumava Conhecer’. Com o mesmo título e levemente inspirado no tema da canção, estreia esse final de semana a romcom homônima, na Prime Video.

Ally (Alison Brie) é uma comunicadora de sucesso em Los Angeles, à frente de um dos maiores reality shows de culinária da atualidade. Apesar disso, o programa é cancelado após a última temporada. Sem rumo, Ally vai visitar sua mãe numa pequena cidade do interior, onde crescera. De volta ao local, ela reencontra Sean (Jay Ellis), o grande amor de sua vida e a quem deixara para poder seguir seus sonhos em LA. Porém, o reencontro é forte e reacende uma chama adormecida em seu peito. Decidida a levar essa história até o fim, Ally passará seu tempo na cidade tentando descobrir o que sente por Sean e o que o rapaz sente por ela, mesmo que, no meio do caminho, ela descubra que o homem está com casamento marcado para aquele final de semana com a musicista Cassidy (Kiersey Clemons).

Casado com a estrela do seu filme, Dave Franco retorna aos holofotes – após o aplaudido ‘O Artista do Desastre’ – com um projeto bom, mas salpicado de esquisitices. Fica bem evidente, desde o início, que não só Ally é a protagonista da história, mas também é o sol do enredo: todos os personagens circulam ao seu redor para que ela brilhe. Isso é legal pois Alison Brie encarna sua personagem muito bem, e, com seu belo sorriso e olhos brilhantes, consegue encantar em todas as suas cenas. Mas isso também faz com que todos os outros personagens fiquem bem abaixo dela, criando um abismo com o tal ex-namorado que ela quer reconquistar. Soma-se a isso a atual noiva de Sean, que, perto de Ally, fica completamente apagada e sem sal, tornando ainda mais difícil torcer por ela quando claramente é ela quem está sobrando nessa constelação.

Dave Franco e Alison Brie escrevem um roteiro sem riscos, e, para quem conhece a música, poderá reparar em pequenas inspirações, como quando Sean muda de número de telefone. Mas o roteiro também insere cenas completamente aleatórias, como o banho de vômito com cocô logo no início, que em nada acrescenta no enredo, e nos deixa perguntando qual teria sido o propósito de tamanha aleatoriedade na trama.

Seguindo os passos de ‘O Casamento do Meu Melhor Amigo’ (que, aliás, é até mencionado no filme), ‘Alguém Que Eu Costumava Conhecer’ é uma comédia romântica que não foca nem na comédia nem no romance, mas sim na reflexão, no amadurecimento e na responsabilidade emocional.

‘Vingadores: Ultimato’: Joia do Infinito e Xandar podem ser a chave para derrotar Thanos

Dentre as seis Joias do Infinito, apenas uma Thanos adquiriu fora das telas. Antes dos eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o personagem devastou o planeta alienígena de Xandar para capturar a Joia do Poder.

Partindo dessa ideia, um dos fãs da franquia acredita não apenas que essa cena irá aparecer em ‘Ultimato’, como também será de suma importância para os heróis derrotarem o Titã de uma vez por todas.

Originalmente compartilhado pelo usuário w2amit, a teoria acredita que os estúdios Marvel resolveram mudar a cor de seu logo original ao buscar referências da própria Joia do Poder. E com a teoria significando que essa pedra será a ruína de Thanos, é possível que os Vingadores remanescentes tenham que voltar no passado para reaver o objeto.

A Joia em questão apareceu pela primeira vez em ‘Guardiões da Galáxia’, e então foi transferido para as mãos da Nova Corps em Xandar, no final do longa. E pensando na cronologia do cânone Marvel, o primeiro filme da franquia se passou mais ou menos em 2014. Sabemos que Thanos aguardou até a morte de Odin (Anthony Hopkins) para começar a coletar as Joias do Infinito – e então chegamos em 2017.

Isso dá aos Vingadores uma janela considerável para voltar no tempo, ao momento em que sabem que a pedra foi roubada. Claro, depois de chegarem a Xandar, a história não passa de novas especulações. E já que não sabemos absolutamente nada de certeiro sobre o plot, qualquer coisa é possível.

Dirigido por JoeAnthony Russo, o longa trará Robert Downey Jr.Chris HemsworthMark RuffaloChris EvansScarlett JohanssonDon CheadleTom HollandChadwick Boseman e inúmeros outros nomes familiares de volta às telonas, além de introduzir Brie LarsonPaul Rudd como Capitã Marvel e Homem-Formiga, respectivamente, na equipe.

Vingadores: Ultimato estreia no dia 25 de abril de 2019.

Crítica | American Horror Story – 09×02: Mr. Jingles

Na semana passada, ‘American Horror Story’ voltou para sua nona e promissora temporada, prometendo resgatar os bizarros e propositalmente chocantes elementos que transformaram a antologia em um clássico instantâneo. E, ainda que o primeiro episódio tenha se discorrido entre altos e baixos, conseguiu refletir o comprometimento de Ryan Murphy e Brad Falchuk em recuperar um brilho narrativo outrora perdido – eventualmente satisfazendo aquilo pelo que todos clamavam há alguns anos. Agora, com a exibição do segundo capítulo, percebemos que a subtitulada ‘1984’ tem um imenso potencial se transformar em uma das melhores (senão a melhor) das iterações dessa série, mesmo que os conhecidos nomes desse panteão sobrenatural não tenham marcado presença.

Se ‘Camp Redwood’ serviu como um interessante, porém comedido prólogo para essa sinistra aventura, ‘Mr. Jingles’ mergulha num frenético ritmo que não se acua em nenhum momento – transformando os pouco mais de 40 minutos em um show de horrores drenado diretamente de qualquer filme slasher que você consiga pensar. Como se não bastasse, o diretor John J. Gray imprime uma identidade ao mesmo tempo familiar e inédita para as obrigatórias afetações cênicas tão característica da sombria mente de Murphy, contribuindo para que nenhuma das cenas represente um excesso estético ou perturbador, mas contribua para que compreendamos o tenso pano de fundo que fica mais crível e mais mortal.

Seguindo os passos da iteração predecessora, o novo episódio também se inicia com um prólogo, desta vez delineando a primeira vítima do serial killer que empresta seu nome ao título (interpretado pelo irreconhecível John Carroll Lynch em mais um de seus icônicos papéis). Já por aqui, temos noção de sua perturbada mentalidade e da perturbada personalidade que o fez cometer crimes hediondos, como realizar um massacre no acampamento Redwood antes de ser internado num manicômio; agora, ele está solto e retorna para o suposto porto-seguro em busca de vingança, provavelmente para terminar o trabalho não finalizado com a calculista e religiosa Margaret Booth (Leslie Grossman).

Entretanto, não é o conhecido caminho sanguinolento trilhado pelo antagonista que nos chama a atenção, e sim que ele tem completa ciência do que faz e do porquê faz. Diferente de Michael Myers ou Jason Vorhees, Mr. Jingles, cujo inocente e quase cômico apelido serve apenas para reafirmar sua cruel existência no mundo, transcende nossas expectativas com diálogos irônicos que não só tangenciam, mas invade o escopo de um sarcasmo psicótico que não vai parar por nada. E, conforme a trama se torna mais intrincada, percebemos que ele pode ter uma backstory mais complicada do que imaginaríamos.

Porém, o grupo de jovens que ofereceu seus serviços como monitores daquele verão não tem apenas ele com quem se preocupar: um outro “incompreendido” assassino está à solta, dessa vez atendendo pelo nome de Richard Ramirez (Zach Villa), que consegue de alguma forma inexplicável rastrear sua vítima Brooke (Emma Roberts) e fazê-la reviver seu pesadelo mais uma vez. Todavia – e aqui jaz a primeira virada do roteiro -, Richard cruza caminho com Margaret e demonstra um lado vulnerável, enquanto a supervisora do acampamento delineia uma gritante e problemática índole que deve ser principal tema das semanas seguintes.

Murphy e Falchuk cedem o lugar de roteiristas para o conhecido colaborador Tim Minear, que também não pensa duas vezes antes de nos engolfar em um constante bombardeio de reviravoltas. Em uma análise individual – ou seja, nos contentando com a análise do episódio em si -, Minear brinca de forma sagaz com o que lhe é entregue e também com toda sua bagagem das famosas produções de época que até hoje servem de referência para artistas contemporâneos. De modo convincente, ele adiciona uma camada literalmente fantasmagórica ao permitir que as vítimas de Jingles voltassem à vida em busca de fechar suas pendências; afinal, se pensarmos de uma perspectiva espiritualista, seu tempo no mundo terreno chegou ao fim de forma abrupta e os deixou vagando sem rumo por aí, presos em um eterno presente (como os personagens de ‘Hotel’).

Para além disso, o roteiro também aproveita certas nuances para premeditar outros twists – ainda não confirmados, é claro, mas tomados por um foreshadowing chocante. Ao que tudo indica, Margaret, além de ter sido a única sobrevivente das ações condenáveis do serial killer, pode estar escondendo segredos que revelem suas reais intenções em reabrir Redwood – e que podem estar mascaradas por sua performance como a perfeita católica.

Se Grossman rouba a atenção, ela não está sozinha: Billie Lourd aparenta ter se livrado completamente de suas amarras anteriores, que a restringiam a atuações blasé e sem qualquer desenvolvimento catártico, para se render à tragicômica Montana Duke. Roberts, apesar de ofuscada em seu crescente vitimismo que de certa forma nos relembra Sarah Paulson em ‘Cult’, aproveita o espaço para oferecer relances explicativos sobre seu arco traumático e obscuro, por assim dizer.

‘American Horror Story: 1984’ voltou a nos conquistar mais uma vez em uma deliciosa e inteligente narrativa que, assim como sua temporada de estreia, se vale de saudosismos clássicos sem se respaldar por completo na nostalgia pura. É certo dizer que talvez Minear tenha abusado demais de um ritmo incontrolável, roubando dinamismo dos próximos capítulos; mas teremos que esperar para ver – e o futuro do show parece mais radiante do que nunca.

‘La Casa de Papel’: 4ª temporada ganha cartaz oficial; Confira!

Netflix divulgou um novo cartaz oficial da 4ª temporada de ‘La Casa de Papel’.

Confira:

A próxima temporada será lançada na plataforma no dia 03 de abril de 2020.

Assista:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3020709707960392/?vh=e&d=n

 

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O professor e sua gangue precisarão fazer um assalto impossível: invadir o Banco da Espanha, localizado na praça de Cibeles, em Madrid. O banco tem um sistema de segurança impecável: é localizado a 50 metros abaixo da superfície, abaixo da água e contando apenas com três portas blindadas em sua entrada.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Club Future Nostalgia’: Álbum remix de Dua Lipa será lançado no final de agosto

Depois de anunciar que “Levitating” ganharia um remix ao lado das lendárias cantoras e compositoras MadonnaMissy ElliottDua Lipa revelou que seu aclamado álbum de ‘Future Nostalgia’ seria relançado com diversas colaborações.

Intitulado ‘Club Future Nostalgia’, a reedição já tem colaborações confirmadas de Gwen StefaniMark Ronson. Com estreia marcada para o dia 21 de agosto, boatos indicam que nomes como Kylie MinogueZara Larsson, Ed Sheeran e Charli XCX também participarão do projeto.

Além disso, rumores afirmam que o novo álbum terá quatro novas faixas: “Never Ending”“Love Me Better”“Disco Goes On”“If It Ain’t Me”.

O álbum original, foi lançado em 27 de março, tornou-se um dos mais bem recebidos do ano, conquistando a pontuação 88/100 no agregador de reviews Metacritic.

‘Future Nostalgia’ é composto por 11 faixas e também inclui as músicas promocionais “Physical”“Don’t Start Now”.

Crítica | ‘Future Nostalgia’ é um álbum impecável e viciante do começo ao fim

Dua Lipa ganhou fama em 2017 com o lançamento de seu CD homônimo – que rendeu-lhe o Grammy de Artista Revelação dois anos mais tarde.

‘Snowfall’: 4ª temporada ganha data de estreia!

FX divulgou hoje (17) que a 4ª temporada de ‘Snowfall’ já tem data de estreia: 24 de fevereiro de 2021.

Confira o primeiro teaser:

 

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

A história gira em torno da epidemia de cocaína que ganhou os holofotes em Los Angeles nos anos 1980.

O elenco conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus HendersonDamson IdrisCarter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.

‘O Legado de Júpiter’: Nova série da Netflix é MASSACRADA pela crítica internacional; Confira!

A vindoura série ‘O Legado de Júpiter‘ estreou ontem (07) no catálogo da Netflix e, ao que tudo indica, falhou em todos os aspectos e não cumpriu com as expectativas prometidas.

No Rotten Tomatoes, a primeira temporada amargou apenas 20% de aprovação, com nota 4.6/10 baseada em 5 reviews (até o momento).

Confira as principais críticas abaixo:

‘O Legado de Júpiter’ é diferente o bastante das produções mainstream de super-heróis da Disney e da Warner Bros. – mas o motivo é uma escolha tonal que é arrastada para três direções distintas” – ComicBook.com.

“Procurando por dinâmicas familiares disfuncionais? ‘The Umbrella Academy’ é mais divertido. Gosta de flashbacks que exploram traumas geracionais? ‘Watchmen’ é muito mais inteligente” – Digital Spy.

“No mínimo, ‘O Legado de Júpiter’ tem atuações admiráveis e figurinos excepcionais. A primeira temporada tem duas histórias e apenas finaliza uma delas. Ao menos uma delas vale muito a pena assistir” – WhatToWatch.

“Com uma narrativa clichê que já vimos inúmeras vezes, [a série] parece ter sido lançada alguns anos tarde demais” – We Have a Hulk.

“O primeiro volume de ‘O Legado de Júpiter’ parece um prólogo de uma série muito melhor” – ComicBookMovie.com.

A série é dirigida por Steven S. DeKnight (‘Demolidor’) e Brian e Mark Gunn.

“Depois de quase um século mantendo a humanidade segura, a primeira geração de super-heróis do mundo deve confiar nos seus filhos para continuar o legado. Mas as tensões aumentam à medida que os jovens super-heróis, famintos por provar seu valor, lutam para viver de acordo com a lendária reputação pública de seus pais – e exigentes padrões pessoais.”

A trama será estrelada por Josh Duhamel (Sheldon Sampson), Ben Daniels (Walter Sampson); Leslie Bibb (Grace Sampson), Elena Kampouris (Chloe Sampson), Andrew Horton (Brandon Sampson), Mike Wade (Fitz Small) e Matt Lanter (George Hutchence).

Crítica | Lady Gaga e Tony Bennett criam uma obra-prima com o evocativo ‘Love for Sale’

Lady Gaga e Tony Bennett colaboraram pela primeira vez ainda em 2011, quando a lenda do jazz convidou a Mother Monster para uma aclamada rendição de “The Lady is a Tramp”. Não demorou muito até que os artistas unissem forças para um álbum completo; intitulado ‘Cheek to Cheek’ e lançado em 2014, o disco serviu como divisor de águas para a carreira de Gaga, que se afastou do pop e do electro-rock e provou sua versatilidade, além de ter servido como uma elogiada adição ao prolífico percurso trilhado por Bennett. Não é surpresa que os dois tenham conquistado o Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional e o topo das paradas da Billboard, quebrando inúmeros recordes e conquistando ouvintes das mais diversas gerações.

Sete anos mais tarde, os icônicos performers resolveram se juntar mais uma vez com um segundo álbum colaborativo, intitulado ‘Love for Sale’. Após as belíssimas homenagens feitas a nomes como George Gershwin, Cole Porter, Jerome Kern e Irving Berlin, Gaga e Bennett resolveram continuar o projeto de apresentar a universalidade do jazz ao público mais jovem com um tributo especial a Porter, separando doze faixas (na versão deluxe, vale lembrar) pinceladas com uma química apaixonantes e com um sabor agridoce que acompanha a despedida de Tony do cenário fonográfico após ser diagnosticado em 2016 com Alzheimer. Por essa razão e por tudo o que o cantor e compositor representa para a história, não podemos deixar de nos emocionar track a track, ainda que a construção e a progressão sejam divertidas e dançantes.

A produção pode não ser a primeira opção dos apaixonados pela carreira mainstream de Gaga ou daqueles que não tem um apreço significativo pelo jazz e pelo blues. Entretanto, principalmente a seus fãs mais antigos, é necessário apreciar as várias formas com que ela se entrega de corpo e alma – e ‘Love for Sale’ não seria diferente. Gaga sempre se mostrou fã do gênero e comentou em inúmeras entrevistas que Bennett havia salvado sua vida (afinal, não podemos nos esquecer da injusta represália que ela sofreu pouco depois do lançamento de ‘ARTPOP’). Tony ajudou-a a reencontrar o gosto pela música e pelo canto e permitiu que ela ousasse sair dos rótulos a que se restringia. Enquanto ‘Cheek to Cheek’ de fato teve alguns problemas estruturais, essa nova e antecipada colaboração acertou em cheio no que se propôs a entregar e arrancou uma química invejável de duas das vozes mais potentes de suas respectivas gerações.

O álbum se inicia da maneira mais inteligente e instigante possível, com  uma interpretação irretocável de “It’s De-Lovely”. A canção original foi lançada em 1936 e tornou-se uma das assinaturas de Porter; acompanhada do classicismo do pré-guerra, a iteração é considerada um dos maiores sucessos do compositor e foi adotada com respeito aplaudível por Gaga e Bennett. A versão é marcada pelo impacto de vocais tão diferentes entre si e que, contrariando todas as expectativas, se complementam em uma deliciosa explosão sensorial. É notável como a dupla demonstra estar se divertindo, quebrando as barreiras engessadas da música e conversando um com o outro em meio aos neologismos “de-lightful, de-licious, de-lirious, de-lovely” e ao nostálgico som do trompete e do baixo.

Felizmente, a atemporal jornada a que eles nos convidam não se dispôs sem um breve material promocional que incluiu a música titular e o lead single “I Get A Kick Out Of You”. Esta aposta em uma reclusão intimista e romântica que enlaça gerações tão diferentes e mostra que, mesmo aos 95 anos de idade e sofrendo de um mal irrefreável e irrecuperável, Bennett ainda tem paixão pelo que faz e emociona a cada sílaba proferida; aquela, por sua vez, carrega as memórias de Kathryn Crawford no musical ‘The New Yorkers’ e deixa que o cantor carregue a primeira metade e prepare o terreno para a fluidez da mezzo-soprano. O resultado é inenarrável e transcende os meros comentários técnicos, como o pungente solo do saxofone, pavimentando uma mandatória experiência pessoalista que nos arranca da cruel realidade e nos leva numa viagem onírica e muito especial.

Bem como ‘Cheek to Cheek’, Gaga toma as rédeas de uma performance solo de tirar o fôlego e, aqui, mergulha nas profundezas de “Do I Love You”. A cantora estende suas incursões para Barbra Streisand numa teatralidade surpreendente e que há muito não era vista no escopo fonográfico, declamando seu amor por Bennett e agradecendo por todos os momentos que ele lhe proporcionou – como se estivesse se despedindo (por ora, e não para sempre). Bennett também demonstra sua força com a fabulesca e surpreendente atmosfera de “So in Love”, uma das melhores tracks do álbum, e em “Just One of Those Things”. E, depois de se renderem à bossa-nova de “I Concentrate on You”, retornam no prenúncio conclusivo de “Dream Dancing” antes de encerrarem a candura e a elegância dessa aventura com a animada “You’re the Top”.

‘Love for Sale’ é uma colaboração que deve e que merece ficar marcada para a história, reunindo dois nomes incríveis e necessários em uma obra-prima do começo ao fim. Mais do que isso, o álbum funciona como um plástico escape cuja importância vai para muito além do lugar-comum e desconstrói as formulaicas ideias do que significa fazer arte.

Nota por faixa (versão deluxe):

1. It’s De-Lovely – 5/5
2. Night And Day – 4,5/5
3. Love For Sale – 5/5
4. Do I Love You – 5/5
5. I’ve Got You Under My Skin – 3,5/5
6. I Concentrate On You – 4/5
7. I Get A Kick Out of You – 4,5/5
8. So In Love – 5/5
9. Let’s Do It – 5/5
10. Dream Dancing – 4/5
11. Just One of Those Things – 5/5
12. You’re The Top – 5/5

Rihanna – 34 Anos | As 10 Melhores Músicas de um dos Maiores Ícones da Cultura Pop

Rihanna é um nome automaticamente reconhecível por, bem, qualquer pessoa que já tenha aberto uma playlist do Spotify ou do YouTube.

Nascina Robyn Rihanna Fenty, a performer fez sua estreia no mundo da música em 2005 com ‘Music of the Sun’ e, desde então, trilhou uma carreira de extremo sucesso que lhe rendeu algumas das canções mais icônicas de todos os tempos – afinal, como se esquecer de “Umbrella” ou de “Don’t Stop the Music”? Mas sua maior conquista foi ter se mantido viva na memória da cultura pop por tantos anos (e mesmo depois de tantos anos sem ao menor ter entrado em um estúdio ao que tudo indica).

Com mais de 250 milhões vendidos ao redor do mundo, 14 faixas em #1 da Billboardnove prêmios do Grammy, Rihanna se consagra, ano após ano, como um dos maiores ícones do cenário fonográfico e da indústria empresarial, visto que é a cantora mais rica da atualidade com uma rede financeira de mais de US$1,7 bilhão. Como se não bastasse, ela também se envolveu com causas humanitárias, a moda e o cinema, e foi declarada como Heroína Nacional de Barbados, seu país de origem.

No dia de hoje, 20 de fevereiro, a artista completa 34 anos e nada melhor que celebrar seu aniversário com uma singela matéria especial com suas dez melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

10. UMBRELLA, feat. Jay-Z

Álbum: Good Girl Gone Bad

Poucas músicas têm o impacto que “Umbrella” teve na cultura pop contemporânea. Misturando elementos do pop e do R&B, a faixa foi um dos singles mais bem-sucedidos de ‘Good Girl Gone Bad’, alcançando primeiro lugar da Billboard Hot 100 e colocando Rihanna no centro dos holofotes ao ajudá-la a ganhar reconhecimento internacional – além de ter levado para casa um Grammy Award de Melhor Colaboração Rap/Sung.

9. REHAB, feat. Justin Timberlake

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Rehab” se consagra como uma das semi-baladas mais potentes e honestas da carreira de Rihanna e a une em uma química inexplicavelmente envolvente com Justin Timberlake. Aqui, temos a proeminência do R&B através de uma narrativa que gira em torno de memórias dolorosas de um ex-amante retratado como doença – e, dessa forma, levando a cantora a precisar de reabilitação.

8. NEEDED ME

Álbum: ANTI

Em seu 8º álbum de estúdio, ‘ANTI’, Rihanna resolveu retornar para o passado com maestria invejável – e “Needed Me” é um dos vários ápices da produção. Com versos escritos com exímia paixão pela arte musical, a faixa é uma ode ao electro-R&B e mergulha em um experimentalismo que a acompanharia ao longo da obra. Além disso, temos elementos de um modernizado dubstep que enfeitam a produção de DJ Mustard.

7. MAN DOWN

Álbum: Loud

Rihanna se tornou uma criminosa com a canção “Man Down”, que alcançou status atemporal em pouquíssimo tempo e foi redescoberta anos depois como uma de suas assinaturas. Na trama, ela discorre de forma fria e calculista como assassinou um homem (fator que explica o título da faixa), através de versos bastante explícitos como “não queria machucá-lo, poderia ser o filho de alguém” e uma predisposição apaixonante pelo reggae e pela eletrônica.

6. HATE THAT I LOVE YOU, feat. Ne-Yo

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Hate That I Love You” pode não vir à mente quando pensamos nas melhores de Rihanna, mas certamente merece um lugar em nossa lista – ainda mais por representar o suprassumo das baladas R&B dos anos 2000. Colaborando com Ne-Yo, um dos nomes de maior reconhecimento da época, em uma desconstruída declaração de amor entre duas pessoas (marcada por vocais impecáveis e uma confiança performática de tirar o fôlego).

5. SHUT UP AND DRIVE

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Shut Up and Drive” é uma das músicas mais subestimadas da artista e merece o quinto lugar de nosso ranking por representar uma grande transição de Rihanna do R&B para um apelo mais mercadológico e funcional: aqui, ela não pretende revolucionar a indústria ou sequer se apoiar em incursões mais conceituais – pelo contrário, é notável como a cantora se diverte como nunca antes em um estilo grunge electro-pop-rock regado a new wave, expressando seus desejos de forma despojada e dançante.

4. TAKE A BOW

Álbum: Good Girl Gone Bad

“Take a Bow” pode não ter uma produção original, por assim dizer, visto que leva em conta algo que nomes como Alicia KeysMariah Carey já haviam feito alguns anos antes. O que nos chama a atenção, de fato, são os versos assinados por Mikkel S. EriksenTor Erik HermansenShaffer Smith e a rendição um tanto quanto sarcástica da performer. O sucesso de público foi imediato e garantiu a Rihanna mais um #1 na Hot 100.

3. HIGHER

Álbum: ANTI

Se você nunca ouviu “Higher”, não tem ideia do que está perdendo. O único defeito de uma das músicas mais ovacionadas da carreira de Rihanna, presente no álbum ‘ANTI’, é sua curta duração: a amálgama artística na canção beira o divino, seja pelos explosivos e dramáticos vocais da cantora, seja pela propositalmente anacrônica produção que une bluesjazzR&B e um pouco de electro-trap, canalizadas para uma potente e espetacular balada.

2. WORK, feat. Drake

Álbum: ANTI

Talvez como nunca, o lead single de ‘ANTI’ seja a declaração política e cultural de Rihanna de que devemos exaltar os gêneros que vieram da América Latina e da comunidade negra – visto que, muitas vezes, são incorporados por artistas brancos sem o devido crédito. Em “Work”, Rihanna e Drake são vida a uma celebração dancehallreggae-popR&B que foge do exagero e aposta no minimalismo sinestésico.

1. LOVE ON THE BRAIN

Álbum: ANTI

Nenhuma outra faixa poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de “Love on the Brain”. Apesar de não ter vindo acompanhado de um videoclipe oficial, a canção representa o auge das pulsões criativas de Rihanna – já com dominação total de sua imagética sonora e do que gostaria de trazer a seus fãs (algo interessante, considerando que seu ápice veio com o último álbum que lançou).

Essa é uma das músicas que, independente de ter feito sucesso comercial ou não, merece nossa atenção – o que não é o caso, visto que atingiu o 5º lugar da Hot 100. Nostálgica, retumbante e narcótica em todos os seus aspectos, a iteração permite que Rihanna entregue uma performance memorável que faz alusão aos anos 1950 e 1960, rendendo-se às baladas souldoo-wop.

Curiosidades | Relembrando ‘A Órfã’, terror estrelado por Isabelle Fuhrman e Vera Farmiga

Quando pensamos em filmes subestimados, certamente um deles é o terror psicológico ‘A Órfã’.

Estrelado por Isabelle FuhrmanVera FarmigaPeter Sarsgaard, e dirigido por Jaume Collet-Serra, o filme teve uma recepção mista à época de seu lançamento, apesar do considerável barulho que fez na bilheteria (arrecadando US$78 milhões mundialmente). Entretanto, com o passar dos anos, o longa conquistou uma legião de fãs que recordam da produção como um dos clássicos dos anos 2000.

Na trama, Kate (Farmiga) e John Coleman (Sarsgaard) ficam arrasados devido a um trágico aborto. Apesar de já ter dois filhos, Daniel (Jimmy Bennett) e a surda muda Maxime (Aryana Engineer), o casal decide adotar uma criança. Durante uma visita a um orfanato, os dois se encantam pela pequena Esther (Fuhrman) de nove anos e optam rapidamente por sua adoção. O que eles não sabiam é que estranhos acontecimentos fazem parte do histórico da menina que passa a se tornar, dia após dia, mais misteriosa. Intrigada, Kate desconfia que Esther não é quem aparenta ser, mas devido ao seu passado de alcoolismo tem dificuldades de provar sua teoria.

Para celebrar o lançamento do primeiro trailer da sequência, ‘Órfã 2 – A Origem’, resolvemos relembrar o filme original e elencar algumas curiosidades de bastidores.

Confira:

  • Fuhrman fez audição para o papel de Esther enquanto usava um vestido velho e fitas amarradas em seus pulsos e em seu pescoço.
  • No roteiro, Esther era descrita como tendo uma pele lisa, características delicadas e cabelo longo e platinado. Apesar de Fuhrman não ter essas características, os produtores ficaram tão impressionados com sua audição que a escalaram de qualquer forma.

  • Collet-Serra permitiu que Fuhrman fizesse a cena do xingamento (em que Esther diz a Kate que ela sabe que os adultos transam) em um ou dois takes, para que não precisasse xingar repetidamente.
  • O desconforto que sentimos ao olhar o pôster oficial do longa-metragem é por causa do rosto de Esther, que está perfeitamente simétrico. Metade de seu rosto foi espelhado para formar um rosto completo.

  • Warner Bros. editou o trailer do filme para remover a fala “deve ser difícil amar uma criança adotada mais do que sua própria”, dita por Esther, depois de receber diversas reclamações de pais adotivos e organizações de acolhimento. Entretanto, a fala permanece no filme.
  • Fuhrman desenvolveu um grande interesse em tricô ao ver Farmiga passar seu tempo em projetos similares durante as pausas das gravações.
  • Nos rascunhos iniciais do roteiro, a canção que Esther cantarola é “Que Sera, Sera (Whatever Will Be, Will Be)”, de Doris Day. No filme, porém, a música usada foi “The Glory of Love”.

  • Quando os Coleman levam Esther para casa e a Irmã Abigail está dizendo adeus a ela na porta do orfanato, é possível vê-la cruzando os dedos atrás das costas.
  • Em uma entrevista ao FEARnet, Fuhrman estudou as performances de Glenn Close em ‘Ligações Perigosas’Anthony Hopkins em ‘O Silêncio dos Inocentes’ para se preparar para o papel de Esther.
  • Nos rascunhos iniciais, Esther conseguia, de fato, matar Daniel no hospital.

HBO Max cancela QUATRO séries de uma vez e assinantes estão REVOLTADOS

HBO Max passou a faca em seu catálogo nos últimos dias e cancelou nada menos que quatro séries de uma só vez.

As produções que não terão mais episódios são: a comédia ‘Minx’ (que inclusiva estava renovada para a 2ª temporada, mas tal decisão foi revertida), a fantasia de época ‘The Nevers’, a antologia ‘Love Life’ e o reality de competição ‘Legendary’.

É claro que a notícia não agradou aos fãs das produções e, nas redes sociais, os internautas expressaram seu descontentamento.

Confira:

Dica de Série | ‘Patrulha do Destino’: uma ótima produção que merecia mais reconhecimento

No começo de 2019, Titãs’ chegava à Netflix pouco tempo depois do primeiro season finale nos Estados Unidos e causou um positivo e otimista alvoroço entre o crescente público da plataforma e os fãs da DC – criando um prospecto interessante para os estúdios e para as múltiplas adaptações em live-action de seus próprios quadrinhos. E seguindo os mesmos passos que essa série, Patrulha do Destino’ chegaria pouco tempo depois às telinhas, explorando ainda mais o universo e marcando uma convergência entre dois times que, apesar de serem vistos com repúdio por uma sociedade conservadora e retrógrada, não fazem nada além de proteger os fracos e inocentes – como é de praxe para qualquer narrativa super-heroica. 

É claro que não sabíamos o que esperar sobre esse spin-off, mas felizmente o resultado foi bastante agradável e cultivou possibilidades infinitas que continuam sendo exploradas mesmo depois de quatro anos. Mas o que mais consegue cativar o público, seja ele o mais cético imaginável, é a forma como as múltiplas tramas convergem em um sutil melodrama carregado com expectativas e frustrações, desmistificando a construção epopeica dos heróis e deixando-os humanizados além do esperado, ou seja, com desejos, falhas e ambições. 

‘Patrulha do Destino’ retoma o classicismo cênico ao introduzir um narrador onisciente para nos apresentar os personagens. Entretanto, diferente das inúmeras fórmulas convencionais, a presença dessa força desconhecida contribui para aumentar a identidade da série: uma ótima mistura entre bizarrice e estranheza – que se reafirmam conforme a narrativa se desenrola. A priori, tudo parece confuso, mas logo abre espaço para nos introduzir a personagens deliciosamente bem arquitetados: porém, é com Cliff Steele (Brendan Fraser) que temos o primeiro baque. 

O ex-piloto de corridas vê sua vida se despedaçar quando sofre um acidente em uma de suas competições, acordando anos depois dentro do corpo metálico do Homem-Robô. Ao que tudo indica, a única parte que o misteriosamente zeloso Dr. Niles Caulder (Timothy Dalton), também conhecido como Chefe, conseguiu salvar foi seu cérebro, transplantando-o para uma máquina que criou e mantendo seu espírito vivo, ainda que estivesse encarcerando-o em uma outra prisão. Porém, a série criada por Jeremy Carver nunca nos entrega de bandeja o que precisamos entender, e é brincando com a cronologia e com a mutável sensação do tempo que percebemos que, na verdade, a tragédia que acometeu Cliff é muito pior do que imaginávamos. 

É logo aqui que os espectadores começam a criar laços com as múltiplas personalidades que habitam a Mansão Dayton, exilada de qualquer outro contato humano: um ex-piloto de avião que foi exposto a uma espécie de energia negativa e agora utiliza bandagens para impedir que a radiação emita de seu corpo, também conhecido como Homem-Negativo (Matt Bomer); Rita Farr (April Bowlby), uma atriz da Era de Ouro do cinema norte-americano que se esconde após ter contato com um gás tóxico e transformar-se na Mulher Elástica; e Crazy Jane (Diane Guerrero), uma jovem garota que desenvolveu 64 personalidades diferentes, cada qual com um poder específico. 

A priori, a série deixa bem claro que a história não é centrada nos clássicos super-heróis, mas sim nos tristes “zeros à esquerda” que observaram impotentes suas vidas virarem de cabeça para baixo e agora são obrigados a passar seus dias se escondendo. Ainda que a tensa e obscura atmosfera mova os primeiros atos do episódio, é o equilíbrio entre tragédia e comédia que cria essa irretocável envolvência, preparando-nos para o que está por vir. A rebeldia narrativa e a irreverência cênica, que oscilam entre passado e presente várias vezes sem nos cansar, impede que o show seja apenas um rip-off de outras produções e ganha uma roupagem única, além de contribuir para um aprazível dinamismo. 

Por vezes, a série opta por apressar demais as conclusões de cada arco, pegando um pequeno espaço para mostrar (ou nos relembrar) as peculiaridades de cada membro da Patrulha. De qualquer forma, essa multiplicidade de perspectiva não é totalmente jogada ao acaso, ajudando a compreender que nenhum deles, por mais desesperados que estejam para ajudar as pessoas que não os querem por perto, está pronto para lutar ou para enfrentar os reais perigos que habitam o mundo lá fora. Mas se eles dessem ouvido à costumeira voz de sabedoria, não haveria história para ser contada. 

‘Patrulha do Destino’ é uma produção recheada de personagens memoráveis e incumbido com um potencial que nos encantou durante breves quatro temporadas. E, dentre os vários pontos altos, o que mais nos chama a atenção é sua singularidade – e uma celebração necessária e bastante bem-vinda do que nos torna únicos. 

‘Doctor Who’: Disney+ divulga trailer DUBLADO do especial de 60 anos da série; Confira!

A Disney+ Brasil divulgou um trailer dublado para promover a estreia do especial de ‘Doctor Who‘, que comemora os 60 anos da aclamada série sci-fi britânica.

A prévia confirma que o primeiro dos três episódios, intitulado ‘The Star Beast‘, estará disponível no catálogo em 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder’ e ‘The Giggle’, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

Confira:

Anteriormente, foi divulgado um vídeo que traz David Tennant de volta como o 14º Doutor.

O material revela como o astro fez seu retorno como o icônico personagem para o evento televisivo.

Confira:

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do Décimo Quarto Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

‘Cobra Kai’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha previsão de estreia na Netflix!

A série ‘Cobra Kai’, derivada da icônica franquia ‘Karate Kid’, está se encaminhando para sua conclusão na aguardada 6ª temporada e, agora, a Netflix revelou que o ciclo de encerramento já tem previsão de chegada a seu catálogo.

Os novos episódios têm lançamento agendado para o final de 2024 na plataforma de streaming, almejando a uma estreia entre setembro e dezembro (via ComicBook.com).

Nenhuma outra informação foi revelada.

Em relação ao desfecho da série, os produtores compartilharam suas reflexões: “Reintroduzir o mundo ao universo de Karatê Kid tem sido uma honra para nós. Produzir Cobra Kai nos proporcionou a oportunidade de adentrar o mesmo dojo sagrado que antes abrigava nomes como Robert Mark Kamen, John Avildsen, Jerry Weintraub e todos os incríveis membros do elenco original. Além disso, nos permitiu assumir o papel de sensei, expandindo as histórias originais e gerando novas gerações de lutadores. Jamais subestimamos essa oportunidade. Desde o primeiro dia com Cobra Kai, nosso objetivo foi encerrar a série em nossos próprios termos, deixando o Vale no tempo e lugar que sempre imaginamos. Portanto, é com imenso orgulho e gratidão que anunciados esta conquista.”

A sexta e derradeira temporada de ‘Cobra Kai’ está agendada para ser lançada na Netflix ainda este ano, complementando as cinco primeiras temporadas já disponíveis na plataforma de streaming.

Relembre o anúncio!

‘Ninguém Quer’: COMÉDIA com Kristen Bell e Adam Brody chega ao streaming; Saiba onde assistir!

‘Ninguém Quer’ (‘Nobody Wants This’), série de comédia estrelada por Kristen Bell (‘The Good Place’) e Adam Brody (‘Ficção Americana’), já chegou ao catálogo da Netflix.

A produção foi lançada na plataforma de streaming hoje, 26 de setembro.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Erin Foster.

Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida. Além disso, o amor hoje em dia é muito difícil, e as famílias dos dois, incluindo a irmã dela, Morgan (Justine Lupe), e o irmão dele, Sasha (Timothy Simons), não colaboram.

Jackie TohnMichael HitchcockPaul Ben-VictorSherry ColaShiloh BearmanStephanie FaracyEmily ArlookTovah Faldshuh completam o elenco.

A primeira temporada conta com dez episódios.

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