Site Página 3558

Conheça os FRACASSOS nos cinemas que fizeram sucesso na Netflix…

Definitivamente, a Netflix é a locadora dos novos tempos. Quem viveu a época das lojas de alugueis de vídeos jamais esquecerá a satisfação que era perder horas com os amigos ou sozinho escolhendo filmes para ver nos fins de semana junto da família. Hoje, o processo é bem mais rápido (espera-se) e o poder de escolha está na ponta de nossos dedos, com um acervo igualmente grandioso nas mais variadas plataformas de streaming. Isso sem falar no somatório que é nunca encontrar o filme que você deseja assistir “alugado” por outro. Um movimento extremamente frustrante na época.

Mas nem tudo mudou com a modernidade. Um dos fenômenos mais interessantes e muito bem-vindos que surgiram com o advento das videolocadoras foi a segunda chance que muitas produções receberam junto ao público após sua saída das telonas. Muitos filmes e até mesmo superproduções que se mostravam fracasso de público, e inclusive de crítica, na época de sua estreia nos cinemas eram redescobertas por novos espectadores e reavaliadas gerando assim uma legião de fãs, sendo tratadas como cult. Foi assim, por exemplo, com Blade Runner, de Ridley Scott.

O mesmo fenômeno começa a ocorrer cada vez em maior escala agora na Netflix. E somos totalmente a favor, já que toda e qualquer produção cinematográfica merece segunda, terceira e até quarta chance de redescobrir seu público e se tornar sucesso. Pensando nisso, resolvi criar esta nova matéria abordando justamente o fato dos filmes que foram fracasso de público nos cinemas e massacrados pela crítica em seu lançamento nas telonas, mas que ao caírem na plataforma de streaming número 1 do mundo foram abraçadas pela chamada “geração Netflix” se tornando sucesso no serviço. Conheça abaixo e não esqueça de comentar.

47 Ronins

Superprodução problemática de US$175 milhões da Universal Pictures, o blockbuster de 2013 sofreu com diversos atrasos e refilmagens, resultando num fracasso que sequer pagou seu orçamento – também com um valor inflado destes, como poderia? Estrelado pelo muso Keanu Reeves, 47 Ronins talvez seja um dos fiascos mais monumentais de sua carreira. Porém, ao cair no acervo da Netflix, o filme fez tanto sucesso com os usuários da nova geração, que rapidamente entrou no top 10 dos mais vistos na plataforma. Tamanho sucesso começou a gerar boatos de que talvez uma continuação do filme esteja sendo planejada pela agora também produtora de filmes – algo que a Netflix já havia realizado com a sequência O Tigre e o Dragão 2 – A Espada do Destino (2016).

Versões de um Crime

Seguimos com o astro Keanu Reeves. Seja sincero, você já tinha ouvido falar deste filme? Pois é, mas o longa chegou a ser exibido brevemente nos cinemas brasileiros em março de 2017. E sim, passou totalmente em branco. Na trama, Reeves interpreta um advogado tentando provar a inocência de um adolescente num caso de assassinato. Além do astro, o elenco conta ainda com a vencedora do Oscar Renée Zellweger e Gugu Mbatha-Raw. Esse é um filme que nem mesmo os envolvidos devem lembrar de ter feito e sua bilheteria mundial não chegou sequer a US$2 milhões. Apesar disso, se tornou sucesso na plataforma da Netflix, de forma inesperada. Infelizmente, o filme não está disponível em nosso país, constando somente no serviço dos EUA.

Hacker

Além de Keanu Reeves, outro astro muito querido do público atualmente é o boa-praça Chris Hemsworth, intérprete do super-herói da Marvel, Thor. Até mesmo suas bolas fora, vide o recente Homens de Preto Internacional (2019) parecem não manchar muito sua reputação, tamanho é o nível de aceitação do “queridómetro” do ator loiro. Em sua escalada na fama, Hemsworth fez parceria com o quase sempre ótimo diretor Michael Mann (Fogo Contra Fogo e Colateral), achando que seria um passo importante em sua carreira. Mas Hacker (2015), que traz ainda Viola Davis no elenco, custou US$70 milhões e rendeu apenas US$19 milhões mundiais, no Brasil vindo parar direto no mercado de vídeo. Nada disso impediu, porém, o filme de se tornar a nova sensação assim que foi lançado na plataforma da Netflix – muito devido à fama e carisma do ator.

Férias Frustradas

Aos poucos parecemos estar voltando à era dos astros. Bem, ou quase. É inegável que com o advento das redes sociais, onde podemos acompanhar de perto como nunca antes o dia a dia das queridas celebridades, seu status junto ao público é lapidado constantemente. Junte a isso o crescimento das plataformas de streaming que formam novas gerações de aficionados por filmes diariamente e temos novos queridinhos de Hollywood nascendo a todo instante. Isso explica a nova chance que fracassos estão recebendo. Muitos fãs da nova geração sequer lembram ou de fato tiveram conhecimento que tais filmes agora exibidos na Netflix, por exemplo, foram lançados nos cinemas e passaram em branco há 5, 6 anos atrás. Afinal este é o  tempo para formar uma nova geração. É o caso com este reboot da franquia de comédia clássica iniciada em 1983, que em 2015 se tornava fracasso retumbante de crítica, mas nem tanto de bilheteria. Ao passar pela Netflix, viu surgiu uma onda de popularidade que não havia tido no passado. O filme não está mais no acervo da plataforma. Ah, e sim, conta com Chris Hemsworth no elenco.

A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell

Esse aqui deu o que falar na época! Primeiro por ser a adaptação de uma das animações japoneses mais queridas e prestigiadas de todos os tempos pelas mãos de Hollywood. Segundo por ser acusado de White washing, termo usado para quando atores caucasianos assumem papeis que deveriam pertencer a outra etnia. Aqui, a muito americana Scarlett Johansson assumia as formas de uma protagonista asiática. Uma nova polêmica para o diretor “maldito” Rupert Sanders, cujo caso extraconjugal com a atriz Kristen Stewart já havia dado o que falar no lançamento de Branca de Neve e o Caçador (2012). O filme até tenta dar uma explicação para a mudança de raça da protagonista, mas de forma geral o Ghost in the Shell de “carne e osso” terminou esnobado. Isto é, até cair na Netflix, onde foi abraçado pela nova geração se tornando um dos sucessos da casa.

mãe!

Por falar em filme polêmico, nada nem ninguém preparou o público para a mais recente insanidade do controverso Darren Aronofsky. Amado por uns, e odiado por tantos outros, o longa era anunciado como um terror conceitual com a estrela Jennifer Lawrence nos moldes de O Bebê de Rosemary, e a campanha de marketing fazia questão de enfatizar as semelhanças. Um elenco de peso contando com nomes como Javier Bardem, Michelle Pfeiffer e Ed Harris apenas injetavam mais expectativa na obra. E o que ganhamos, bem… foi um filme verdadeiramente alucinado e insano que nada mais era do que uma nova interpretação bíblica do surgimento do homem na Terra e a relação com Deus e a Mãe Natureza. Tudo disfarçado de filme de terror e suspense. Uma ideia ambiciosa e pretensiosa, que terminou não agradando e nem desagradando demais. Uma vez que entendemos a proposta, a reação geral foi de “ok, legal”. Ao cair na Netflix, o filme fez novo barulho se tornando sucesso de audiência, porém, voltou a desagradar grande parte do público que não sabia do que se tratava.

Esquadrão Trovão

Aqui temos um caso curioso. Não são apenas os fracassos do cinema e produções esquecidas que a Netflix faz “virar ouro”. A plataforma de streaming tem o poder inclusive de transformar seus próprios fiascos monumentais em sucesso. Ou quem sabe em relativo sucesso. Tudo que a Netflix lança termina gerando falatório de uma forma ou de outra. Foi o caso com este Esquadrão Trovão, cuja proposta era subverter o gênero muito popular dos filmes de super-heróis. A sacada aqui é transformar em heroínas poderosas as quarentonas acima do peso Melissa McCarthy e Octavia Spencer, duas atrizes que não pensaríamos como personagens uniformizadas combatendo o crime. Acontece que mesmo massacrado pela crítica e público, a curiosidade do espectador falou mais alto, garantindo a entrada de Esquadrão Trovão no top 10 da plataforma.

‘Kraven, o Caçador’: Aaron Taylor-Johnson como o rival do ‘Homem-Aranha’ em nova foto dos bastidores

As filmagens de ‘Kraven, o Caçador’, novo derivado de ‘Homem-Aranha’, seguem a todo vapor e, agora, uma página dedicada ao longa-metragem divulgou uma nova foto de bastidores do set.

Apesar de estar em baixa qualidade, a imagem em questão mostra Aaron Taylor-Johnson como o personagem-titular.

Confira:

Anteriormente, o mesmo perfil divulgou um vídeo em que o dublê de Taylor-Johnson é visto pendurado na lateral de um van enquanto tenta quebrar o vidro da porta.

Na cena, o personagem está descalço e usando roupas sociais em vez do icônico visual dos quadrinhos e animações.

Infelizmente, não há informações sobre o contexto da cena, mas parece que Kraven está atrás de alguma vítima que pode estar dentro do veículo.

Confira:

Lembrando que o longa tem estreia marcada para janeiro de 2023.

Há alguns dias, o Deadline divulgou que Christopher Abbott (‘Possessor’) entrou para o elenco e irá interpretar o vilão Estrangeiro, um dos maiores adversários do Homem-Aranha nos quadrinhos.

O longa ainda contará com Ariana DeBose (‘Hamilton’), Alessandro Nivola (‘Os Muitos Santos de Newark’), Russell Crowe (‘Gladiador’) e Fred Hechinger (‘A Mulher na Janela’).

Kraven, o Caçador é Sergei Kravinoff, um caçador obsessivo que foi apresentado como um vilão do Homem-Aranha em O Espetacular Homem-Aranha #15 (1964). Segundo o Fandom, Kravinoff começou sua carreira como um caçador típico, mas com o tempo desenvolveu uma preferência por abater animais de grande porte com as próprias mãos. Depois de conhecer um feiticeiro voodoo conhecido como Calypso, Kravinoff tomou uma poção de ervas que aumentou seus poderes físicos, dando-lhe força, velocidade e sentidos para combinar com um gato da selva. A poção também estendeu sua vida, mantendo sua saúde e vitalidade nos próximos anos.

J.C. Chandor (‘Operação Fronteira’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Art Marcum & Matt HollowayRichard Wenk.

Dica | Indicados ao Oscar nos Streamings – Parte 4

O especial de filmes indicados ao Oscar que estão disponíveis nos streamings chega ao fim com longas que estão exclusivamente no Apple TV, no Star+ e no Mubi. A cerimônia acontece neste domingo, 27, e terá transmissão no Globoplay.

Caso você não tenha visto as três primeiras partes do especial, você pode encontrá-las clicando nos links abaixo:

Parte 1;
Parte 2;
Parte 3;

Star+

O Beco do Pesadelo

Conquistando indicações a Melhor Filme, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Design de Produção e Melhor Figurino, esse filme do diretor Guillermo Del Toro traz a história de um pilantra que consegue um emprego no circo e decide usar suas novas descobertas para planejar um golpe elaborado e misterioso.

Free Guy: Assumindo o Controle

Essa aventura bem-humorada surpreendeu muita gente após passar por refilmagens e atrasos por conta da pandemia. Programado para chegar aos cinemas em 2019, o filme estreou apenas em 2021 com a história de um personagem de videogame que decide ignorar sua programação e acaba virando um tipo de super-herói virtual. O longa foi bem nas críticas, o público curtiu e o Oscar indicou a Melhores Efeitos Visuais.

Apple TV

A Tragédia de Macbeth

Adaptação do clássico de William Shakespeare, essa tragédia fala sobre um lorde de guerra que, na volta para casa, encontra três bruxas que garantem que ele será rei. Decididos a garantir que esse reinado aconteça, Macbeth e sua esposa conspiram para matar o atual rei da Escócia, só que as coisas dão muito errado e uma sequência de erros consagra essa como uma das maiores tragédias de todos os tempos. Indicado a Melhor Ator, Melhor Fotografia e Melhor Design de Produção, esse longa consagrou Denzel Washington como o ator negro com mais indicações ao Oscar na história.

MUBI:

Drive My Car

Praticamente com uma mão no troféu, Drive My Car é o franco-favorito a levar o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Além disso, o longa também está indicado a Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado. Nesta adaptação de um conto, o filme gira em torno de um diretor de teatro viúvo que se afasta das atividades da vida em razão do luto. Dois anos depois da perda, ele decide voltar aos teatros e passa a lidar com sua nova motorista, com quem ele desenvolve uma relação especial. Atualmente nos cinemas, o filme está previsto para entrar no catálogo do MUBI no dia 1º de abril, cinco dias depois da cerimônia.

 

Dica | Indicados ao Oscar nos Streamings – Parte 3

O Oscar já é neste domingo, 27, e dando prosseguimento aos filmes indicados que estão disponíveis nos streamings, a matéria de hoje selecionou os longas concorrentes que podem ser encontrados no Disney+. Confira!

Caso você não tenha visto as duas primeiras partes do especial, você pode encontrá-las clicando nos links abaixo:

Parte 1;
Parte 2;

Amor, Sublime Amor

Remake do clássico dos anos 60, agora dirigido por Steven Spielberg, Amor, Sublime Amor é um musical sobre o amor entre dois membros de gangues rivais de um bairro de Nova York no final da década de 1950. Em meio a esse amor proibido, o jovem casal vai tentar de tudo para terminar junto. Louvado como um dos melhores filmes da carreira de Spielberg, esse longa acumulou sete indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Fotografia, Melhor Mixagem de Som.


Encanto

O musical animado sobre uma família mágica escondida na Amazônia Colombiana fez mais sucesso nos streamings do que nos cinemas, já que foi lançado num período de alta da pandemia, mas logo conquistou fãs no mundo todo. No Oscar, o longa conseguiu nada menos que três indicações nas categorias de Melhor Animação, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Canção Original. Apesar de “We Don’t Talk About Bruno” ter viralizado e entrado no topo das paradas mundiais, a canção original indicada foi “Dos Oruguitas“.

Cruella

A história de origem da icônica vilã Cruella De Vil conquistou o coração do público numa época em que a maioria dos cinemas sequer estava funcionando. Desde que se tornou aclamado pela crítica, os figurinos exóticos e toda a contracultura da Londres dos anos 70 chamou atenção, com muitos críticos apostando em indicações a Melhor Figurino. Além dessa, na qual desponta como um dos favoritos, o filme conseguiu também uma indicação a Melhor Cabelo e Maquiagem.

Luca

Uma das animações mais comentadas de 2021, Luca apostou na simplicidade e nas artes aquarela para contar a história de Luca, um monstro marinho que conhece um amigo explorador que o leva para a superfície para conhecer as maravilhas do mundo humano. Com seu disfarce natural, ele faz novos amigos e se encanta com aquela vida, enquanto promete ajudar uma menina a vencer uma prova de triatlo. A fofura e inocência do longa conquistaram o público, a crítica e uma indicação a Melhor Animação.

Raya e o Último Dragão

Pegando muita gente de surpresa, Raya e o Último Dragão conquistou uma indicação a Melhor Animação. A história sobre um mal antigo voltando a assolar um reino místico que acaba tendo sua última esperança na princesa Raya, que parte em busca do lendário último Dragão vivo para ajudá-los, não conquistou críticas tão altas, além de não ter chamado tanto a atenção do público. Mesmo assim, o longa é impressionante e consegue divertir.

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis

Fechando a lista, o segundo maior sucesso do Marvel Studios de 2021 também pegou muita gente de surpresa com essa indicação. Apesar do filme ser muito divertido e contar com cenas de luta incríveis, a maior parte das críticas negativas que o longa recebeu foram justamente para os efeitos especiais. Mesmo assim, ele foi indicado na categoria de Melhores Efeitos Visuais. A trama gira em torno do jovem Shang-Chi (Simu Liu), filho de um criminoso chinês secular, que escapa dos treinamentos do pai e vai viver nos EUA. Anos mais tarde, o mestre do Kung Fu passa a ser caçado pelos capangas do pai. Para sobreviver, ele precisará enfrentá-lo novamente.

 

EXCLUSIVO! Vídeo mostra o Antes e Depois dos efeitos especiais de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’ já está disponível nas plataformas digitais brasileiras para aluguel e compra, e o CinePOP divulga um vídeo inédito com EXCLUSIVIDADE mostrando como foram feitos os efeitos especiais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é um dos títulos mais bem-sucedidos do Universo Cinemático Marvel e, nos últimos dias, ficou ainda mais perto de cruzar uma marca impressionante.

Três meses depois de seu lançamento nos cinemas, a terceira entrada da franquia estrelada por Tom Holland arrecadou mais US$3,2 milhões e agora reside em US$797 milhões apenas nos Estados Unidos – o que indica que, nos próximos finais de semana, entrará para o seleto grupo de filmes que ultrapassou os US$800 milhões no país.

Os outros dois títulos a alcançarem esse impressionante valor na bilheteria doméstica foram ‘Star Wars: O Despertar da Força’ (US$936 milhões) e ‘Vingadores: Ultimato’ (US$858 milhões).

Mundialmente, ‘Sem Volta para Casa’ já arrecadou mais de US$1,88 bilhão.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Nicolas Cage revela o VERDADEIRO motivo de ‘A Lenda do Tesouro Perdido 3’ nunca ter acontecido…

Tanto ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ quanto a sequência ‘O Livro dos Segredos‘ tiveram retornos financeiros significativos, arrecadando juntos US$ 804,8 milhões pelo mundo.

Mas, apesar dos pedidos dos fãs, a Disney nunca investiu na ideia de fechar a franquia com uma trilogia.

Em entrevista para a GQ, o protagonista Nicolas Cage foi questionado sobre o assunto e explicou o porquê.

“O telefone simplesmente parou de tocar quando alguns dos meus filmes não se saíram muito bem. Bem, ‘Aprendiz de Feiticeiro‘ (2010) não deu certo e ‘Motoqueiro Fantasma‘ (2007) realmente não vendia ingressos. Eu penso: Por que não? [sobre um 3º ‘A Lenda do Tesouro’], mas acho que [o pessoal da Disney] iria ficar tipo: ‘O que você quer dizer com isso? Já faz 14 anos [desde a estreia de ‘O Livro dos Segredos‘].”

Cage argumentou que não ficou totalmente desapontado devido ao fim da franquia, já que ele prefere trabalhar em projetos independentes.

“Gosto mais de fazer filmes como ‘Pig’ e ‘Despedida em Las Vegas‘ do que filmes como ‘A Lenda do Tesoro Perdido‘. Trabalhar para a Disney é como é como pilotar um rebocador, você precisa de um milhão de rebocadores para conduzir um transatlântico como a Disney.”

Apesar de tudo, vale lembrar que A Lenda do Tesouro Perdido’ vai ganhar uma série de TV da  Disney+, e as gravações finalmente começaram!

As boas novas foram confirmadas através das redes sociais de Lisette Alexis, que será a protagonista da produção.

A obra ainda não tem previsão de estreia na plataforma de streaming.

Confira:

Alexis dará vida a Jess, “uma brilhante e engenhosa jovem que embarca na aventura de uma vida para descobrir a verdade sobre o misterioso passado de sua família e salvar um tesouro pan-americano perdido”.

A vencedora do Oscar Catherine Zeta-Jones também faz parte do elenco como a antagonista Billie, descrita como “uma bilionária implacável especializada em antiquidades do mercado negro, além de uma caçadora de recompensas que vive sob as próprias regras. Ela se transformou de uma órfã miserável a uma empresária estilosa e aventureira. Billie está acostumada a conseguir o que quer – e ela quer o tesouro pan-americano. Mas não apenas pelo dinheiro, e sim por algo muito maior”.

O restante do time conta com Lyndon Smith (‘Parenthood’), Zuri Reed (‘Flatbush Misdemeanors’), Jake Austin Walker (’12 Mighty Orphans’), Antonio Cipriano (‘Jagged Little Pill’) e Jordan Rodrigues (‘Light as a Feather’).

Smith será a agente do FBI Ross, uma operante que busca por redenção depois de um grave erro quase acabar com sua carreira. Reed será Tasha, celebridade das redes sociais e gênia da tecnologia, que também é muito próxima de sua amiga, Jess. Rodrigues dará vida a Ethan, melhor amigo de Jess. Cipriano será Oren, um palhaço de sala de aula que sabe uma coisa ou duas sobre teorias da conspiração. E, por fim, Walker dará vida a Liam, um músico que vem de uma longa linhagem de caçadores de tesouros.

O episódio piloto será dirigido por Mira Nair (‘Rainha de Katwe’), a partir do roteiro de Marianne e Cormac Wibberley.

Lançado originalmente em 2004, ‘A Lenda do Tesouro Perdido‘ (‘National Treasure’) conta a história de um caçador de riquezas perdidas (Nicolas Cage) procura um tesouro que ninguém acredita existir, tendo sido acumulado durante séculos e transportado por vários continentes para evitar que fosse roubado. Suas investigações o fazem descobrir a existência de um mapa codificado escondido na declaração de independência dos EUA.

O segundo filme, ‘A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos‘ (National Treasure: Book of Secrets), foi lançado três anos mais tarde e arrecadou mais de US$ 457 milhões de bilheteria.

O NOVO CORINGA! Cena DELETADA de ‘Batman’ introduz o Palhaço do Crime… e ele é assustador!

Apesar de Matt Reeves afirmar que não há um ‘corte do diretor’ de ‘Batman‘, parece que diversas cenas do longa foram deletadas.

E a Warner Bros decidiu divulgar uma dessas cenas, que traz o encontro do herói vivido por Robert Pattinson com o misterioso ‘Prisioneiro Oculto do Arkham‘, o novo Coringa, vivido por Barry Keoghan.

Confira:

Em entrevista para o IGN, Reeves já havia explicado que o personagem de Keoghan é o Coringa.

“Houve cenas que eu realmente gostei, mas precisaram ser deletadas. Uma dessas cenas é com o ‘Prisioneiro Oculto do Arkham’, que aparece no final do filme no Asilo Arkham com o Charada. Barry [Keoghan] está nessa cena. É uma cena muito legal, e tenho certeza que lançaremos depois que o filme sair, porque é uma cena muito, muito legal.”

Ele continuou:

“É uma cena em que o Batman está tão nervoso com as cartas do Charada, que decide traçar um perfil para descobrir sua identidade. E ele fica tipo: ‘Por que esse cara está escrevendo para mim?’ E ele acha que outro assassino, com o qual ele teve uma experiência nesses dois primeiros anos, pode ‘ajudá-lo’. Esse assassino ainda não é ‘aquele’ personagem que conhecemos, certo? Ele é o cara que ainda vai se transformar em Coringa.”

Lembrando que ‘Batman‘ continua em exibição nos cinemas.

Até o momento, o longa já faturou US$ 606,5 milhões pelo mundo.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Matt Reeves (‘Deixe-me Entrar’) é responsável pela direção.

“Dois anos patrulhando as ruas como o Batman (Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levou Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Serkis) e o tenente James Gordon (Wright) – entre a rede corrupta de oficiais e figuras importantes da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre seus caros cidadãos.”

“Quando um assassino ataca a elite de Gotham com uma série de maquinações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação no submundo do crime, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Farrell), Carmine Falcone (JTurturro) e Edward Nashton/Charada (Dano). Conforme as evidências começam a se tornarem pessoais e a escala dos planos do perpetrador se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola a cidade de Gotham.”

Robert Pattinson estrela no papel principal. O elenco ainda conta com Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Andy Serkis (Alfred Pennyworth) e Colin Farrell (Pinguim).

‘Bridgerton’: Após Rege-Jean Page, atriz DEIXA o elenco da 2ª temporada da série

Rege-Jean Page não será a única baixa no elenco da 2ª temporada de ‘Bridgerton‘. De acordo com o TVLine, Ruby Stokes, que interpreta a Francesca (filha mais velha da Lady Violet), teve que deixar o elenco da produção.

Após filmar três episódios do novo ciclo, a atriz teve que se afastar da série por causa de conflitos em sua agenda com as gravações de ‘Lockwood & Co‘, outra produção original da Netflix.

Sobre o infeliz acontecimento, o showrunner Chris Van Dusen declarou: “Eu amo a Francesca, mas nós a perdemos no meio da segunda temporada. Após revisarmos todas as nossas opções, ela infelizmente teve que deixar a produção por razões além do nosso controle. Talvez ela retorne na terceira temporada.”

A personagem só ganha destaque em When He Was Wicked, sexto livro da saga de Julia Quinn.

Vale lembrar que a 2ª temporada será lançada no dia 25 de março.

No Rotten Tomatoes, a nova iteração abriu com sólidos 82% de aprovação, com nota 7.10/10 baseada em 28 reviews.

Confira os principais comentários abaixo:

“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.

“Exuberante e adoravelmente romântico” – San Francisco Chronicle.

“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.

“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.

“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.

Lembrando que os novos episódios vão acompanhar a história de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) em busca de um grande amor.

Os novos capítulos trarão cinco novos nomes ao elenco: Simone Ashley (‘Sex Education’), Charithra Chandran (‘Alex Rider’), Shelley Conn (‘Liar’), Calam Lynch (‘Beleza Negra’), Rupert Young (‘Dear Evan Hanson’).

Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.

Baseada nos romances da autora Julia Quinn, de série foi criada por Chris Van Dusen.

Adjoa AndohLorraine AshbourneJonathan BaileyRuby BarkerSabrina BartlettHarriet Cains e outros estrelam.

‘Roar’: Trailer da série estrelada por Nicole Kidman e Cynthia Erivo sobre as mulheres

A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer da série antológica ‘Roar‘, estrelada por nomes como Nicole KidmanCynthia ErivoMerritt WeverAlison Brie.

Confira:

A produção tem lançamento agendado para o dia 15 de abril.

A produção fica a encargo de Liz FlahiveCarly Mensch, como parte de um acordo com o serviço de streaming. A dupla é conhecida pela aclamada comédia GLOW.

Roar, que está em desenvolvimento desde 2018, é baseado no livro de contos assinado por Cecelia Ahern.

“Você já imaginou uma vida diferente? Já se viu diante de uma encruzilhada, indecisa? Já teve um momento em que queria rugir? Uma história para cada mulher. Uma história para cada momento. Se você quer rir, se comover, amar, se sentir menos culpada, chorar, ser confortada ou RUGIR, há uma história para você.”

A série é composta por oito episódios de meia hora, cada qual contado a partir da perspectiva de uma mulher.

Betty Gilpin, Meera Syal, Fivel Stewart, Issa RaeKara Hayward completam o elenco.

Flahive e Mensch entram como criadoras e showrunners do projeto, além de produzirem ao lado de Kidman, Per SaariBruna PapandreaSteve HutenskyAllie Goss.

 

 

‘Cavaleiro da Lua’: Oscar Isaac estava com MEDO de estrelar a série depois de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’; Entenda!

Antes de estrelar ‘Cavaleiro da Lua’, Oscar Isaac já participou de outras franquias bastante populares no cinema.

Em ‘X-Men: Apocalipse‘, ele deu vi ao vilão titular, e também atuou como o piloto Poe Dameron na atual trilogia de ‘Star Wars.

No entanto, o último filme da saga, ‘A Ascensão Skywalker‘, recebeu bastante comentários negativos da crítica e do público.

Por conta disso, o astro estava com medo de assinar outro contrato que pudesse prendê-lo a um papel por tantos anos.

Conversando com o The Hollywood Reporter, Isaac disse que até hesitou bastante antes de aceitar o papel na série da Marvel:

“Eu hesitei tanto. Tanto. Tanto. Eu estava tipo: ‘Finalmente acabei um contrato de longo prazo no universo de ‘Star Wars‘, e eu adorava fazer isso, mas definitivamente tomou muito do meu tempo.”

Ele continuou:

“Eu estava mais interessado em personagens e filmes menores. Quando fui chamado [para ‘Cavaleiro da Lua’], meu instinto dizia: ‘Provavelmente, isso não é a coisa certa a fazer.’ Mas havia algo sobre o personagem Steven que estava falando um pouco comigo, então achei que precisava me deixar levar pela ideia.”

Por falar em longo prazo, o diretor Mohamed Diab conversou com a SFX Magazine (via Gamesradar) e afirmou que o personagem vivido por Isaac pode ser essencial pelos próximos 10 anos do MCU.

“Posso dizer com toda a certeza que vamos vê-lo nos próximos 10 anos do MCU, não apenas em um próximo filme. Ele é um personagem muito interessante e provavelmente o personagem mais interessante que um ator poderia interpretar. Oscar está fazendo um ótimo trabalho. As pessoas já gostaram dele no trailer. Eu acho que a série terá uma excelente recepção do público, então eu o imagino por aí durante um bom tempo.”

Por enquanto, toda a aura por trás do personagem e sua missão ainda é um grande mistério.

Então só nos resta aguardar para saber como ‘Cavaleiro da Lua‘ irá se encaixar no MCU.

Lembrando que a série chega ao catálogo da Disney+ em 30 de março.

E aí, você está curioso?

Nos quadrinhos, o personagem tem múltiplas personalidades, sendo a do mercenário Marc Spector a principal delas.

No entanto, a sinopse aponta que Isaac vai atuar majoritariamente como Steven Grant.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

‘Pig’: Nicolas Cage fala sobre o ACLAMADO filme ter sido esnobado pelo Oscar

Nicolas Cage já ganhou um Oscar de Melhor Ator em 1996 por seu papel no drama ‘Despedida em Las Vegas’ e recebeu outra indicação ao prêmio em 2003 pela comédia dramática ‘Adaptação’.

Em 2022, muitos fãs acreditaram que ele iria receber uma indicação à estatueta por ‘Pig‘, um dos filmes mais aclamados de sua carreira, com 96% de aprovação dos críticos.

No entanto, o longa que acompanha um eremita moderno numa jornada em busca de sua porca desaparecida não chamou a atenção dos organizadores do Oscar.

Em entrevista para a IndieWire, o astro refletiu sobre o assunto e disse que nunca fez questão de receber uma indicação ao Oscar pelo filme.

“Normalmente, eu não faço coisas como promover campanhas par um filme, mas ‘Pig‘ é um dos dois filmes que fiz em 43 anos que realmente foram como relâmpagos engarrafados… Uma coisa rara. Neste filme, tivemos pessoas trabalhando de forma fluida de uma maneira que nunca vi antes. Enquanto fazíamos o filme, só queríamos que o navio zarpasse e deixamos o vento nos levar. O único outro filme que me fez sentir isso foi ‘Despedida em Las Vegas‘… E eu nunca esperei uma indicação por nem um dos dois. ‘Pig‘ conta uma história linda e esse sempre foi nosso propósito: apresentar esta história ao mundo, é por isso que estou neste ramo. Esse filme é quase como um cântico folclórico, especialmente numa época em que estávamos todos isolados e em quarentena. Para mim, o filme já cumpriu o seu objetivo.”

Ele acrescentou que:

“Quando eu assisti pela primeira vez, até pensei que seria antitético para o personagem fazer campanha para deixá-lo mais popular, mas foi uma alegria imensa trabalhar nele e o filme precisava ser visto pela maior quantidade de pessoas. O filme foi lançado em julho e não recebeu nenhum prestígio de os festivais de cinema. [O diretor de Cannes] Thierry Fremaux disse que não queria exibi-lo, então eu fiquei tipo, ‘Vamos dar a este filme um pouco de atenção para que as pessoas possam descobri-lo, porque eu acho que é digno disso.'”

Apesar de não ser reconhecido pelo Oscar, ‘Pig‘ ganhou várias indicações e vitórias de outras premiações.

O diretor Michael Sarnoski foi indicado para o prêmio de Melhor Filme Estreante do Director’s Guild of America e o longa ganhou como Melhor Roteiro Original do Independent Spirit Awards.

Além disso, vários grupos de críticos concederam a Cage o prêmio de Melhor Ator, incluindo o Austin Film Critics Association e o Georgia Film Critics Association.

Vale lembrar que o próximo trabalho de Cage é a comédia de ação metalinguística O Peso do Talento’.

Com estreia marcada para 28 de abril, o filme abriu com 100% de aprovação no RT.

Na trama, além de interpretar seu atual ‘eu’, Cage também faz Nicky, uma versão mais nova de si mesmo, apresentada como uma memória que está sempre o perturbando por suas trágicas escolhas ao longo da carreira.

Veja os principais comentários:

“‘O Peso do Talento‘ é uma viagem estridente que vai deixar você com um sorriso estampado no rosto. Cage interpretando uma versão de si mesmo é uma meta-comédia única, com muitos momentos fortes e piadas sem noção que aprofundarão a apreciação pelo trabalho dele.” Bloody Disgusting

“Um filme que poder ser considerado a melhor atuação de Nicolas Cage, porque, na verdade, é são várias das suas performances juntadas em uma única.” Dread Central

“Os realizadores utilizaram toda filmografia de Nicolas Cage para criar algo absolutamente transcendental.” RogerEbert.com

“Uma comédia que acerta zombando e ao mesmo tempo celebrando tudo que é Nicolas Cage – e, no final, se tornando um típico filme de Nicolas Cage, sendo uma coisa brega e ao mesmo tempo especial.” Variety

Criativamente desmotivado e enfrentando a ruína financeira, a versão fictícia de Nicolas Cage tem de aceitar a oferta de US$ 1 milhão para comparecer ao aniversário de um super fã perigoso, Javi (Pedro Pascal). As coisas mudam inesperadamente quando Cage é recrutado por uma agente da CIA (Tiffany Haddish) e forçado a fazer valer o seu nome, canalizando seus papéis mais icônicos das telas para salvar a si mesmo e aqueles que ama. Com a carreira construída para este exato momento, o ator premiado tem de assumir o papel de sua vida: Nicolas Cage.

O elenco conta ainda com Pedro Pascal, Sharon Horgan, Alessandra Mastronardi, Jacob Scipio, Lily Sheen, e Neil Patrick Harris.

O filme é dirigido por Tom Gormican (‘Namoro ou Liberdade‘), que também escreveu o roteiro com Kevin Etten, produtor executivo da série ‘Euphoria‘. Cage produz o projeto a partir de sua produtora Saturn Films.

Primeiras Impressões | WeCrashed: Anne Hathaway e Jared Leto estrelam série biográfica do produtor de The Office

Nos últimos tempos, Hollywood tem se fartado com histórias reais de celebridades geeks, migrando para as telas algumas das desventuras mais icônicas que transformaram tanto o Vale do Silício, bem como o mundo empresarial digital. E entre títulos como o sucesso A Rede Social, o drama quase teatral e indicado ao Oscar, Steve Jobs, e a mais recente minissérie The Dropout, nasce também WeCrashed, nova série biográfica do famigerado casal Rebekah e Adam Neumann, a dupla que fez da startup WeWork uma chacota em meio aos nerds e – principalmente – em Wall Street.

O autointitulado “empreendedor em série” Adam Neumann tinha tudo para genuinamente ser o que tanto almejava: trilionário e visionário. Mas a nova série da Apple TV+, co-criada pelo produtor de The Office, Lee Eisenberg, logo de início nos mostra como sua arrogância e presunção antecederam sua queda. E mesmo que o slogan da WeWork ainda seja “Faça o que Você Ama”, o roteiro da produção mostra para audiência que o clichê “disruptivo” nada mais é que uma frase de efeito adotada por um homem que apenas queria fama e dinheiro e que se esforçou tanto para se tornar uma lenda, que de fato até conseguiu – mas não pelos motivos que desejava.

WeCrashed apresenta ao público como um dos fundadores da startup WeWork – que trouxe um modelo inovador de espaços de coworking – fez de sua emergente empresa uma grande piada no mercado empresarial global, ao inflar sua avaliação financeira, a fim de abrir capital na bolsa de valores. Falando no bom e velho português, Neumann e seu sócio, Miguel McKelvey, tentaram vender gato por lebre ao mentir que sua empresa valia US $47 bilhões, quando mal valia US $10 milhões. Abordando a ascensão e queda do empreendedor sensação de Nova York, a série foca na relação do egocêntrico líder e de sua esposa cheia de sincretismos holísticos, Rebekah – que por sinal ainda é prima da atriz Gwyneth Paltrow.

E um dos aspectos mais cativantes de WeCrashed é justamente sua dupla de protagonistas. Os vencedores do Oscar, Anne Hathaway e Jared Leto, dão vida ao casal com duas atuações excepcionais. Despidos de uma maquiagem mais carregada, ambos concentram suas performances nos maneirismos de Rebekah e Adam, explorando seus sotaques, timbres de voz e linguagem corporal. Aqui, um dos elementos que mais nos atrai é a simplicidade e simultânea profundidade no trabalho entregue à audiência. E sob um roteiro que quebra sua linearidade com lapsos temporais, a série conquista os fãs de cinebiografia, ainda que talvez não cative uma audiência maior.

Mas WeCrashed consegue ser o tipo de série que nos atrai com facilidade. Explorando as peculiaridades de seus protagonistas, Lee Eisenberg e Drew Crevello reforçam alguns estigmas que norteiam o inusitado submundo dos empreendedores nerds da era digital, trazendo algumas caricaturas que vez outra nos remetem à excelente série original da HBO, Silicon Valley. Tentando explicar o inexplicável, a produção da Apple TV+ é uma vitrine para Hathaway e Leto mostrarem sua versatilidade em tela, conforme também supre a curiosidade do mundo ocidental a respeito de como os gênios e as fraudes são formados nessa nova era cheia de presunçosos discursos e do chato hábito de chamar tudo de “disruptivo“. E por sinal, acho que essa palavra já deu, não é?

Conheça Kaguya Sama – Love is War | O premiado anime que é o “Death Note” da Comédia Romântica

Kaguya Sama – Love is War (Amor é Guerra). Pelo subtítulo, para quem não conhece a produção, pode imaginar que o anime aborda uma história puramente de romance, com todos os clichês possíveis do gênero. Afinal, se os famosos Shounen costumam seguir sempre uma fórmula – que por sinal, costuma dar certo – as obras japonesas que abordam romance também estabelecem uma certa linha. Porém, Kaguya Sama vai além e, contando com um produção incrível, consegue dosar um ótimo tom cômico à história dos dois personagens principais. Um grande respiro no gênero.

O anime que aborda a história de Kaguya Shimomiya foi lançado no ano de 2020 e desde então conquistou muitos fãs e chamou atenção do público otaku, sendo, por exemplo, nomeado em diversas categorias do Crunchyroll Anime Awards nos dois últimos anos, inclusive conquistando o Prêmio de Melhor Comédia. Isso deixa claro que, apesar do nome, a Comédia está fortemente alinhada à obra, o que é um alívio para quem tem aversão ao Romance, que, sim, também está presente na história.

Apresentação geral feita e então entra a pergunta: Afinal, por que Kaguya Sama é tão bom? É possível citar diversos elementos, entre eles:

– A Guerra do Amor entre os personagens principais

Kaguya Shimomiya e Miyuki Shirogane são duas referências de excelência acadêmica e possuem uma paixão mútua. Porém, ambos não querem assumir esse sentimento e fazem todo o possível para que o outro confesse o amor. Essa relação é o fio condutor da história e a atitude dos personagens gera divertidas situações, com planos inteligentes (alguns nem tanto) e uma construção de relacionamento que gera um bom entretenimento ao público.

Os planos envolvem situações mundanas e do cotidiano, sendo fácil se envolver e se relacionar com eles. Este lado do anime tem força principalmente na primeira temporada e torna a obra como uma espécie de Death Note, com um tentando arrancar a confissão do outro. Claro, de uma forma muito mais leve e cômica.

– Incrível produção da série

Os planos citados no ponto anterior são muito bem executados no audiovisual porque a produção do anime dá um carinho especial à forma em que é passada ao público. O tom “sério” e “dramático” no momento de planejamento dá um tom sarcástico de muito bom gosto aos episódios.

Além disso, o anime de Kaguya Sama é visualmente muito bonito, com diversas mudanças de cores de tom de acordo com a situação. Como exemplo, o azul sendo predominante em momentos mais frios e racionais, enquanto o vermelho é mais evidente nas cenas em que o amor prevalece e as duas partes não conseguem se segurar. Isso sem falar em jogos de perspectivas criados para diversas situações.

– Propositalmente brega

Ainda no campo da produção, o anime é assumidamente brega em alguns momentos, ditando um divertido tom de deboche. A trilha sonora romântica é boa e assumidamente exagerada, trazendo uma excelente sintonia entre a Comédia e o Romance.

Com relação à breguice e o sarcasmo, a própria obra em diversos momentos finge ser as clássicas histórias de Romance e insere um tom de deboche, deixando claro que esse é um enredo diferente dos demais. Aqui a originalidade e o fora do comum prevalecem. É um anime de portas abertas para diversos tipos de público, mesmo àqueles que são mais familiarizados a Shounen como One Piece, Naruto e Dragon Ball, por exemplo.

– Mini-histórias

A excelência de Kaguya Sama também está relacionada ao fatos dos episódios serem divididos em mini-histórias. Elas não necessariamente estão interligadas, mas há um claro fio condutor do enredo numa forma geral. Esta divisão é boa também à medida que não há muita enrolação e não causa cansaço. Pelo contrário, dá um gosto de “quero mais” ao término de diversas situações.

– O Romance também é bom

Os momentos de Romance, propriamente dito, são muito eficientes e criam todo um clima de forma natural, sem a intenção de forçar muito a barra. A construção do relacionamento entre Kaguya e Shirogane é feita de modo natural e torna facilmente perceptível a evolução de ambos ao longo dos episódios. A aproximação dos dois é evidente e faz com que o anime tenha cenas bonitas e cativantes em meio ao tom bem humorado e sarcástico da série.

Kaguya-Sama: Love is War vem sendo anualmente premiado e não é à toa. É um anime que pode ser tranquilamente acompanhado até mesmo por aqueles que não assistem muito a esse tipo de obra. Até o momento, foram duas temporadas lançadas e a terceira começará a ser exibida em abril deste ano.

 

Crítica | Depois da Festa: Produtor de Homem-Aranha no Aranhaverso entrega uma das MELHORES SÉRIES de 2022

Inerente ao tempo, o gênero de mistério tem sido parte do imaginário cultural desde os tempos remotos, mas foi nas mãos de Agatha Christie que o formato se expandiu e se consagrou universalmente. E tornando a década de 20 a Era de Ouro deste estilo literário, ela foi a responsável por criar um movimento POP, ainda no passado, que na pandemia atingiria o seu inacreditável epicentro.

E a mais recente série original da Apple TV+, Depois da Festa, é fruto dessa antiga-nova sensação que o mistério se tornou ao redor do mundo. Entre amantes de documentários true crime (alô assinantes da Netflix!) e aficionados por podcasts criminais (ouvintes de Projeto Humanos: O Caso Evandro entenderão), existe uma vertente cada vez mais emergente de apaixonados por histórias dessa natureza. E Chris Miller chega aqui como uma voz criativa que traz cor aos anseios dessa audiência, entregando uma produção que não apenas é uma ode aos contos de Christie, como também já se torna uma das mais originais dos últimos anos.

Seguindo a mesma escolha criativa de Only Murders in The Building, que une o mistério à comédia, Miller faz de Depois da Festa uma experiência extremamente original e prazerosa. Não se atendo apenas a dois únicos gêneros narrativos, ele transforma a produção em um experimento cultural surpreendente, que abrange os principais formatos cinematográficos em roteiros episódicos incríveis. Com capítulos de pouco mais de 30 minutos de duração (exceto o piloto), a série explora uma after party após a festa de reencontro de uma turma do Ensino Médio. Ali, o ex-aluno mais rejeitado no passado – que agora é um astro da música -, é assassinado em sua própria casa. O assassino? Só pode ser um de seus colegas.

A caçada pelo criminoso ganha um gosto diferenciado quando a comediante Tiffany Haddish assume o papel de delegada do caso, conduzindo todos os depoimentos prestados pelos convidados principais da festa com seu perfil mais afiado e – ainda bem – distante das suas caricaturas anteriores. E aqui, a personalidade dos protagonistas, suas expectativas e suas percepções dos fatos conduzem os roteiros de cada capítulo, transformando os relatos em pequenos filmes que abrangem do gênero de ação a até mesmo a animação.

E com um elenco poderoso composto ainda por Dave Franco, Sam Richardson, Ben Schwartz, Zoe Chao, Ike Barinholtz e Ilana Glazer, Depois da Festa é um acerto em sua totalidade. Entre o dinamismo dos personagens e um mistério que nos mantém atentos a todo minuto, a série da Apple nos absorve com maestria, não nos furtando de um digno desfecho. Com ritmo acelerado e um excelente desenvolvimento dos seus protagonistas, a série envolve os fãs em suas especulações, desperta teorias e foge do óbvio, entregando originalidade a cada novo episódio. E com sua segunda temporada já confirmada, Depois da Festa caminha para ser a nova antologia favorita das telinhas, com outros contos criminais a caminho, mas sempre mantendo aquele elo de conexão que possui uma presença irremediável: Tiffany Haddish, é claro.

‘Legacies’: Charles Michael Davis e Nathaniel Buzolic irão participar da 4ª temporada

De acordo com o TVLine, Nathaniel Buzolic e Charles Michael Davis irão retornar para uma participação especial na 4ª temporada de ‘Legacies‘.

Os atores irão reprisar seus papéis como Kol Mikaelson e Marcel Gerard, respectivamente. O episódio com o retorno dos personagens irá ao ar no dia 15 de abril.

Vale lembrar que Claire Holt (Rebekah Mikaelson) e Riley Voelkel (Freya Mikaelson) também tiveram seus retornos confirmados no episódio.

Segundo a sinopse oficial do capítulo, “Hope continua em sua luta por sua humanidade, o que resulta em aparições das pessoas mais queridas por ela: Rebekah, Marcel, Kol e Freya.”

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘.

A trama se passa na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.

O elenco conta com Danielle Rose Russell, Aria Shahghasemi, Kaylee Bryant, Jenny Boyd, Quincy Fouse, Chris Lee, Ben Levin, Leo Howard, Omono Okojie e Matt Davis.

Jovens psicopatas tocam o terror no trailer de ‘Planos Diabólicos’; Assista!

O terror ‘Planos Diabólicos‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Ray Xue é responsável pela direção.

Miriam, Derek, Ian e Jenny são disciplinados alunos do ensino médio. Além de tirarem notas altas e praticarem esportes, eles planejam assassinatos brutais durante o tempo livre.

O elenco conta com Keenan Tracey, Brittany Raymond, Spencer Macpherson, Brittany Teo e Luke Goss.

No Brasil, o longa será lançado direto em VOD pela A2 Filmes.

‘Casamento às Cegas’: Reality show da Netflix é RENOVADO para mais DUAS temporadas

De acordo com o TVLine, a Netflix renovou oficialmente o reality show ‘Casamento às Cegas‘ (Love is Blind) para mais DUAS temporadas, garantindo sua continuidade até, pelo menos, o quinto ciclo.

A terceira temporada está programada para estrear ainda em 2022.

A ideia do programa é juntar 15 homens e 15 mulheres que se comunicam se ver uns aos outros, conversando através de espécies de cápsulas que se assemelham a salas. No final, os casais que tiveram uma real conexão se unem em matrimônio (e se veem pela primeira vez).

O reality queridinho do público, Casamento às Cegas, está de volta! Solteiros que querem ser amados pelo que realmente são, e não pela aparência, esperam conhecer a pessoa com quem poderão passar o resto da vida sem jamais tê-la visto antes. Sem as distrações do dia a dia, os solteiros conversam com possíveis pretendentes. Quando surge uma conexão verdadeira, o pedido de casamento acontece e, então, eles se veem primeira vez. Noivos e de volta ao mundo real, os casais começam a planejar o casamento e vão descobrindo se conseguem transformar a conexão emocional em física antes do dia da cerimônia.

Nick Lachey Vanessa Lachey apresentam o programa.

‘Crossing Swords’: 2ª temporada ganha data de estreia no Star+; Confira o cartaz!

O Star+ finalmente anunciou quando a 2ª temporada da animação adulta ‘Crossing Swords‘ será lançada em sua plataforma.

O próximo ciclo da série irá estrear no streaming no dia 6 de abril.

Confira o cartaz nacional:

A produção foi criada por John Harvatine IV e Tom Root.

A série de fantasia gira em torno de um camponês chamado Patrick, que passa a trabalhar como escudeiro em um castelo – que parecia algo maravilhoso, mas provou ser um pesadelo. Todos os governantes são corruptos e absurdamente sexuais, e Patrick deve encontrar um jeito de navegar por esse estilo de vida conturbado.

Nicholas HoultLuke Evans, Tony Hale, Wendi McClendon-Covey, Breckin Meyer, Adam Pally, Adam Ray, Yvette-Nicole Brown, Maya Erskine, Tara Strong e Alanna Ubach fazem parte do elenco.

Paranoia e obsessão no trailer do terror ‘The Yellow Wallpaper’; Assista!

O terror ‘The Yellow Wallpaper‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Kevin Pontuti, o longa é baseado no conto clássico de Charlotte Perkins Gilman.

“Jane, uma escritora e jovem mãe, recebe recebe a recomendação de descansar por seu marido médico John, que a leva para uma propriedade rural remota durante o verão. Ela fica obcecada com o peculiar papel de parede amarelo no quarto que ele escolheu para ela. Em seu isolamento, ela escreve secretamente sobre uma mulher presa no papel de parede – que ela deve libertar.”

O elenco conta com Alexandra LorethJoe Mullins, Clara HartJeanne O’Connor.

O terror será lançado em VOD no dia 29 de março.

‘O Massacre da Serra Elétrica’: Conheça as VÍTIMAS do jogo baseado no terror clássico!

A produtora Gun Interactive divulgou uma nova imagem promocional do jogo baseado na franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘, destacando as vítimas que os jogadores poderão controlar durante as partidas.

Confira:

Vale lembrar que o lendário Kane Hodder, que interpretou Jason Voorhees em SEIS filmes da franquia ‘Sexta-Feira 13‘, dará vida ao Leatherface no jogo.

Além dele, Scout Taylor-ComptonKristina KlebeSean Whalen também foram confirmados como personagens jogáveis.

Ambientado ANTES dos eventos do filme original, o jogo contará com diversos mapas diferentes, incluindo a Casa do Leatherface e o Posto de Gasolina.

Em declaração oficial, a Gun Interactive revelou novos detalhes sobre a gameplay do jogo: “Você não pode matar os assassinos nesse jogo. Durante de ‘Friday the 13th’, não haverá armas. Não haverá um grande sistema de combate onde você pode atacar o Leatherface. Esse jogo é sobre sobrevivência. Haverá pequenas formas de se defender, mas o sobrevivente não poderá pegar um bastão de baseball para atacar o Leatherface. A beleza do filme original é que, a menos que você esteja dirigindo um caminhão, você não mata nenhum dos assassinos da história.”

O jogo terá uma estrutura muito diferentes dos outros jogos de terror assimétricos, como ‘Dead by Daylight‘, ‘Friday the 13th: The Game‘ e ‘VHS‘, que só têm um assassino por partida contra um punhado de possíveis vítimas.

“‘O Massacre da Serra Elétrica’ é mais do que apenas o Leatherface, e a estrutura assimétrica irá refletir isso. Não queremos fazer o mesmo jogo duas vezes. Você precisa inovar ou imitar, e eu não preciso dizer o que torna um jogo melhor. E o que traremos de novo? Bem, esse jogo terá três assassinos versus quatro sobreviventes. Todas as mecânicas são construídas em torno dessa estrutura assimétrica. Além disso, quando você repara no filme de 1974, perceberá que há uma família inteira de canibais – não apenas Leatherface. Então, pareceu uma escolha natural ter três assassinos caçando as vítimas,” afirmou Wes Keltner, presidente da Gun Interactive.

Confira o trailer do jogo:

Infelizmente, ainda não há previsão para o lançamento.