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‘Duna: Parte 2’: Personagem de Florence Pugh é destaque em novo teaser; Assista!

Duna – Parte Dois‘ chega aos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro e traz Florence Pugh como a Princesa Irulan Corrino, a filha mais velha do Imperador Shaddam Corrino IV.

Na trama, ela se torna esposa, apenas em título, do Imperador Paul Atreides (Timothée Chalamet) – e é uma importante historiadora que conta os eventos da ascensão dele ao trono imperial.

E a Warner Bros divulgou um novo teaser destacando a personagem.

Confira, junto com aos teasers anteriores e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de fevereiro.

Escrito por Frank Herbert, o romance ‘Duna‘ é uma aventura tão densa que o diretor Denis Villeneuve (‘Blade Runner 2049’) decidiu dividir sua adaptação em duas partes.

A sequência vai explorar a jornada mítica de Paul Atreides, agora ao lado de Chani e dos Fremen, que pode levá-los até a uma guerra, se necessário for, para Paul se vingar dos conspiradores que destruíram sua família. Diante da difícil escolha entre o amor de sua vida e o destino do universo conhecido, ele dará tudo de si para evitar o futuro terrível que só ele pode prever.

A produção é baseada no livro de Frank Herbert.

O longa traz de volta Timothée Chalamet (‘Me Chame Pelo Seu Nome’) como Paul Atreides e apresenta Austin Butler (‘Elvis’) como seu novo adversário, o vilão Feyd-Rauth Harkonnen.

O elenco ainda conta com Zendaya (‘Euphoria’), Rebecca Ferguson (‘Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 1’), Josh Brolin (‘Vingadores: Ultimato’), Florence Pugh (‘Viúva Negra’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Christopher Walken (‘Hairspray – Em Busca da Fama’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Léa Seydoux (‘Crimes do Futuro’), Stellan Skarsgård (‘Mamma Mia!’), Charlotte Rampling (’45 Anos’) e Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Tem Vez’).

Raquel Welch, de ‘Legalmente Loira’, morre aos 83 anos

Morreu hoje (15) a atriz Raquel Welch, conhecida por seus trabalhos em ‘Legalmente Loira‘, ‘Os Três Mosqueteiros‘ e ‘A Espiã que Veio do Céu’.

Segundo os familiares, Raquel teve um mal-estar pela manhã e acabou falecendo (via Deadline).

Sua morte foi confirmada pelos seus representantes da agência Media 4 Management.

A carreira de Raquel Welch durou mais de 50 anos, com aparições em mais de 30 filmes e 50 séries. Seus primeiros trabalhos foram nos clássicos ‘Mil Séculos Antes de Cristo‘ e ‘Viagem Fantástica‘, de 1966.

Raquel teve quatro casamentos ao longo de sua vida. O primeiro foi com James Welch, e em seguida com Patrick Curtis, Andre Weinfeld e Richard Palmer. Ela deixa dois filhos, Tahnee Welch, de 61 anos, e Damon Welch, de 63.

Raquel Welch

‘Loki’: Variante de Kang terá papel IMPORTANTE na 2ª temporada da série, revela produtor

O produtor executivo de Loki’, Kevin Wright, revelou em uma entrevista recente que a variante de Kang, Victor Timely, interpretada por Jonathan Majors, continuará desempenhando um papel crucial na segunda temporada da série do Disney+.

Mesmo com os problemas judiciais enfrentados pelo ator, o personagem permanecerá como um elemento narrativo significativo na trama.

Em uma conversa com a Entertainment Weekly, Wright foi questionado sobre se a próxima temporada havia sofrido alterações devido às questões envolvendo Jonathan Majors. O produtor confirmou que o personagem Victor Timely continuará desempenhando um papel importante na série.

Wright comentou: “Victor Timely é alguém com quem estamos muito, muito entusiasmados. Quando você olha para Kang, ele tem uma história muito engraçada nos quadrinhos. Ele tem todas essas variantes. Timely foi um personagem que sempre quisemos trazer em ‘Loki’. E acho que estamos muito entusiasmados com a forma como isso se integra à temporada. É uma grande parte da série.”

Segundo o CBM, foi revelado que o episódio de estreia da nova temporada terá 45 minutos de duração – sendo que seis desses minutos serão destinados aos créditos.

Além disso, foi anunciado que o elenco da produção não participará das turnês promocionais do novo ciclo, considerando a contínua greve de atores e de roteiristas de Hollywood. Acredita-se que a divulgação dos próximos episódios será feita pelo produtor executivo Kevin Wright.

Vale lembrar que, recentemente, a EW divulgou uma imagem inédita da próxima iteração, dando destaque a Ouroboros – interpretado pelo vencedor do Oscar Ke Huy Quan.

Confira:

Em entrevista recente, Wright deu alguns detalhes sobre o personagem.

“Ele é efetivamente o coração e a alma da Agência de Variância Temporal. Seu trabalho é basicamente cuidar de cada peça de tecnologia, cada computador, tudo o que está rodando na AVT”, disse Wright. “Se ele não está projetou, ele está consertando e mantendo as coisas funcionando.”

Wright acrescentou que Kevin Feige fez questão de entrar em contato com Quan quando ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ chegou aos cinemas.

“Acho que Kevin Feige fez uma ligação para ele e disse: ‘Por favor, aceite o papel’. Mal sabíamos que Ke aparentemente já é um grande fã da Marvel e era um grande fã da primeira temporada de ‘Loki’, então foi difícil convencê-lo.”

No ano passado, Quan já havia dito ao portal o quanto admirava os projetos da Marvel Studios.

“Tenho fantasiado sobre isso há muitos, muitos anos. Desde quando o primeiro ‘Homem de Ferro’ foi lançado. Eu vi todos os filmes nos cinemas. Já vi todos os filmes. Vejo constantemente no YouTube como esses fãs são apaixonados e entusiasmados. Então, estar no MCU com Sophia [Di Martinno], Tom [Hiddleston] e Owen [Wilson]… Foi simplesmente incrível.”

Lembrando que a segunda temporada ‘Loki‘ estreia em 05 de outubro.

A 2ª temporada de ‘Loki’ começa logo após o chocante final da temporada anterior, quando Loki se encontra em uma batalha pela alma da Agência de Variância Temporal. Junto com Mobius, B-15 e uma equipe de novos e antigos personagens, ele navega em um Multiverso cada vez mais perigoso e em constante expansão em busca de Sylvie, da juíza Renslayer, da Senhorita Minutos e da verdade sobre o que significa possuir livre arbítrio e propósito glorioso.

Além do protagonista Tom Hiddleston, os novos episódios vão contar com o retorno de Owen Wilson como Mobius M. Mobius, o excêntrico funcionário da Agência de Variância Temporal que embarca na anarquia de Loki contra as forças que controlam o tempo.

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

 

‘Jurassic World 4’: Glen Powell revela por que RECUSOU papel em novo filme

O astro em ascensão Glen Powell, conhecido por seus papéis em Top Gun: Maverick e ‘Todos Menos Você’, revelou ter recusado um papel no novo filme da franquia Jurassic Park.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Powell explicou sua decisão: “Jurassic é um dos meus filmes favoritos. É uma das coisas que eu quis fazer a minha vida toda. Não estou fazendo esse filme porque li o roteiro e imediatamente percebi que minha presença neste filme não o ajuda. E o roteiro é ótimo. O filme vai ser incrível. Não é sobre isso. É sobre escolher onde você vai fazer o público feliz e onde você vai se fazer feliz”.

Lembrando que o ator britânico Jonathan Bailey, famoso por seus papéis emBridgerton e Companheiros de Viagem, finalmente confirmou sua participação como protagonista no próximo filme da franquiaJurassic World.

O novo filme será uma abordagem nova, sem expectativa de retorno dos membros do elenco de ‘Jurassic World‘.

Jurassic World 4’ tem estreia prevista para 02 de julho de 2025 e promete iniciar uma “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente.

A produção do novo filme está a cargo dos produtores Frank Marshall e Patrick Crowley, que trabalharam emJurassic World. Steven Spielberg será o produtor executivo por meio de sua produtora.

A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.

Além de Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, David Koepp também é o roteirista do filme original ‘Missão: Impossível’ (1996), do primeiro filme do ‘Homem-Aranha’ (2002), ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ (2008) e do mais recente ‘Indiana Jones e o Medalhão do Destino’ do ano passado.

O longa mais recente da franquia Jurassic World: Dominio’ já está disponível no Prime Video.

Relembre o trailer:

Jennifer Aniston SUPOSTAMENTE quer Sydney Sweeney, Zendaya e Ariana Grande no remake de ‘Como Eliminar Seu Chefe’

Como Eliminar Seu Chefe, a adaptação do clássico dos anos 80, supostamente pode contar com as estrelas Sydney Sweeney, Zendaya e Ariana Grande no elenco.

Segundo a Life & Style Magazine, Jennifer Aniston está agora totalmente focada no remake e tem como prioridade escalar as jovens estrelas mais promissoras para o projeto, com Sydney Sweeney, Zendaya e Ariana Grande figurando “no topo” de sua lista de desejos.

“Com mais uma temporada de The Morning Show concluída, Jen está concentrada em colocar o remake deComo Eliminar Seu Chefe’ nos trilhos, e está cada vez mais claro que Jen não apenas produzirá, mas também estrelará o filme”, afirmou a reportagem.

“O roteiro está ficando cada vez melhor, e Jen agora está voltando sua atenção para recrutar talentos da nova geração para o projeto. Apenas um punhado de nomes pode realmente agregar força ao projeto”, acrescentou a publicação.

A escolha dessas atrizes se deve ao fato de elas “terem provado que podem fazer comédia e trazer suas próprias bases de fãs para projetos cinematográficos”.

No entanto, a matéria também revela que “Sydney e Zendaya estão com as agendas lotadas nos próximos doze meses, e Jen quer fazer esse filme no ano que vem, se possível”.

“O remake de ‘Como Eliminar Seu Chefe’ ainda não foi oficialmente aprovado [pelos estúdios Twentieth Century Studios, que pertencem à Disney], mas conseguir um ‘sim’ de uma dessas atrizes e torná-las membros permanentes da ‘Equipe Aniston’ é o passo fundamental que Jen está dando agora”, completou.

A produção será fruto de uma parceria entre a 20th Century Studios e na Echo Films.

Por enquanto, não foi detalhada a função de Anniston, então não se sabe se ela também vai estrelar a nova versão.

Para quem não conhece, o filme original gira em torno de Judy Bernly (Fonda), Doralee Rhodes (Parton) e Violet Newstead (Tomlin), três funcionárias de Franklin Hart Jr. (Dabney Coleman), que é descrito como sexista, egoísta, mentiroso e hipócrita. Através de uma série de eventos malucos, as três mulheres encontram uma maneira de virar o jogo contra ele.

Dirigido por Colin Higgins, o longa conquistou a segunda maior bilheteria de 1980, arrecadando mais de US$ 100 milhões e transformando sua música titular, interpretada por Parton, em um grande sucesso.

O filme então se transformou em uma sitcom homônima para a TV, estrelada por Rita Moreno e Valerie Curtin ao longo de três temporadas.

Em 2009, virou um musical de palco, que apresentava novas canções originais compostas por Parton.

O retorno ao universo do filme passou a ganhar força em 2018, quando Parton e Fonda confirmaram que iriam reprisar seus papéis em uma sequência, que as levaria a orientar a próxima geração de mulheres trabalhadoras.

Rashida Jones e a co-roteirista original, Patricia Resnik, foram contratadas para escrever o roteiro, mas os planos para a sequência foram abandonados em 2019.

Como o remake está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Relembre o trailer do original:

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’: Vanessa Kirby comenta boatos sobre papel na DC

A atriz Vanessa Kirby, que faz sua estreia como heroína interpretando Sue Storm em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, revelou que, antes de assumir o papel na Marvel, seu nome circulou em rumores para viver outras heroínas da DC nos cinemas.

Segundo o ComicBook, antes de se tornar a Mulher Invisível, Kirby foi associada a diversas personagens do DCU. Contudo, ela negou ter feito testes para esses papéis.

“Não literalmente, não. Nunca fiz testes para esses papéis”, afirmou.

Embora não tenha detalhado conversas com diretores ou estúdios, Kirby mencionou imediatamente a Mulher-Gato deThe Batman.

“Mulher-Gato, meu Deus, que sonho!”, disse Kirby. “E a Zoë [Kravitz] foi simplesmente a mais incrível de todas. Ela não poderia ter sido mais perfeita”. 

Questionada se esteve em uma lista curta para o papel, Kirby confirmou com um “Sim”, mas reiterou os elogios a Kravitz: “Acho que sempre seria ela. Ela é simplesmente uma atriz incrível. A mais linda de todas”.

Outro projeto da DC que envolveu o nome de Kirby em rumores foi Aves de Rapina, mas ela esclareceu: Aves de Rapina, não, nunca tive nenhuma reunião sobre isso. Mas fiquei muito feliz de ver um filme de super-heroína, ou anti-heroína, sendo feito”.

A atriz ressaltou seu apreço pelo gênero, acreditando que ele pode representar diversidade e símbolos culturais profundos, enquanto preserva a essência dos quadrinhos.

“Sempre tive uma grande admiração [pelos super-heróis], porque entendo o quanto eles são amados globalmente. É quase como a Odisseia ou a Ilíada, sabe?”, disse Kirby. “Esses personagens são como figuras mitológicas… São símbolos. Por isso, quando esse papel [Sue Storm] apareceu, me emocionei de verdade ao ver que era uma mulher grávida, uma nova mãe, e que também tinha superpoderes”.

Sobre viver a Mulher Invisível, Kirby afirmou que o aspecto familiar do Quarteto Fantástico foi o que mais a ajudou a mergulhar na personagem.

“Isso me ajudou a ancorar a personagem em algo concreto”, disse ela. “Tentei entender como seria ter essas duas coisas acontecendo ao mesmo tempo, ser mãe e ser heroína. Foi um desafio, mas fiquei grata por isso, porque me deu algo mais íntimo, doméstico até. Uma família, uma casa… e isso tornou tudo mais fácil, acho”.

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O filme estreia hoje, 24 de julho, nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘Heated Rivalry’: Estrela afirma que série nunca seria feita nos EUA

Heated Rivalry – Rivalidade Ardente’, série canadense que se tornou um verdadeiro fenômeno, estreia em breve no Brasil. Agora, François Arnaud, uma das estrelas da produção, afirmou acreditar que a série jamais teria sido feita nos Estados Unidos.

“Eu não acho que essa série poderia ter sido feita nos Estados Unidos. Ela chegou a ser desenvolvida anteriormente em uma grande plataforma de streaming, mas havia tantas observações e tantas ideias sobre o que a série deveria ser que o Jacob decidiu sair e produzi-la no Canadá. Lá, é verdade, o orçamento era bem menor, mas ele pensou: ‘Eu posso fazer a série que eu quero fazer'”, afirmou o ator, conforme o Deadline.

“Acho que é isso que o público está respondendo. E acredito que, de certa forma, isso seja uma grande lição para o pessoal de Hollywood. É uma ‘série de nicho’, sem grandes estrelas de cinema, e ainda assim se tornou uma sensação muito maior”, acrescentou Arnaud.

Segundo o ator, executivos da antiga plataforma de streaming chegaram a sugerir que não houvesse beijos até o quinto episódio.

“E o Jacob respondeu: ‘Bom, não é isso que estamos fazendo!'”, relembrou.

Falando ao Deadline sobre o recente final da primeira temporada, Tierney elogiou a equipe do serviço canadense Crave por apoiá-lo, enquanto outros executivos queriam que ele comprometesse sua visão criativa.

“Claro, houve momentos ao longo do caminho… mas meus executivos da Crave foram simplesmente incríveis”, disse o criador. “Havia pessoas tentando interferir, mas eles não queriam que nada fosse suavizado”.

Vale lembrar que a HBO Max já divulgou o trailer legendado de Heated Rivalry, série baseada no livro homônimo que se tornou um fenômeno de público na América do Norte.

A HBO Max divulgou o trailer legendado de ‘Heated Rivalry‘, série baseada no livro homônimo que se tornou fenômeno de público no território norte-americano.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que a produção será lançada no Brasil em fevereiro.

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A série foi criada por Jacob Tierney.

Na trama…

Duas estrelas rivais do hóquei no auge de suas carreiras enfrentam o desafio inesperado de se apaixonar, o que complica suas carreiras e as expectativas do esporte.

O elenco ainda conta com François ArnaudRobbie G.K.Christina ChangDylan WalshSophie NélisseKsenia Daniela Kharlamova.

‘S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço 2’: Sequência ganha novo e belíssimo cartaz oficial; Confira!

‘S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço 2’ (Spaceballs 2), sequência estrelada por Lewis Pullman, divulgou recentemente seu primeiro cartaz oficial. A arte faz uma divertida homenagem ao clássico original, lançado em 1987.

Além do pôster, a divulgação também confirmou que o longa chegará aos cinemas em abril de 2027.

‘S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço’: Lewis Pullman celebra trabalho no remake; “Um sonho realizado”

A Amazon MGM Studios já confirmou o retorno do elenco original, incluindo Rick Moranis, Bill Pullman, Daphne Zuniga e George Wyner. Entre as novas adições ao universo criado por Mel Brooks, destacam-se Josh Gad, Keke Palmer e Anthony Carrigan.

Os detalhes da trama e o título oficial do longa ainda não foram revelados, mas as expectativas são altas, especialmente com a confirmação de que Mel Brooks também retornará como o personagem Yogurt, além de atuar como produtor.

A direção do filme ficará a cargo de Josh Greenbaum, com roteiro assinado por Josh Gad, Benji Samit e Dan Hernandez. A produção é da Imagine Entertainment, liderada por Brian Grazer, Ron Howard e Jeb Brody, em parceria com Gad, Brooks, Greenbaum e Kevin Salter.

Vale lembrar que em junho, o Deadline revelou que Josh Gad também está envolvido no desenvolvimento de uma cinebiografia do comediante Chris Farley, prevista para começar a ser filmada em 2026.

Josh Gad revela desejo de filmar cinebiografia de Chris Farley em 2026

Anteriormente, Josh Gad revelou novos detalhes sobre o novo filme: “Sem a MGM mandar me prender, eu posso revelar que o roteiro da sequência já está pronto. Todos que leram adoraram. O processo de trabalhar neste projeto e ao lado de Mel Brooks tem sido um dos maiores momentos da minha carreira. Toda essa experiência tem sido como um sonho”.

Ele completa, “É um sonho poder finalmente fazer acontecer a realidade profetizada por Yogurt no primeiro filme. Não posso dizer mais do que isso. Não posso revelar nada mais do que o processo em que estamos neste momento. A cada hora de cada dia, estamos mais perto de tornar este projeto realidade – e acredito que está muito próximo de sair do papel”.

Josh Gad revela que Olaf teria uma morte TRAUMÁTICA em ‘Frozen II’

O filme original foi lançado em 1987 e funciona como uma paródia da franquia ‘Star Wars‘ (cujo primeiro capítulo estreou uma década antes).

Trazendo referências hilárias a títulos como ‘Alien’‘O Mágico de Oz’‘Planeta dos Macacos’, o longa teve recepção mista à época de seu lançamento e não fez um barulho considerável de bilheteria, mas sagrou-se um clássico cult com o passar dos anos e é descrito como uma das melhores produções de Brooks.

John CandyRick MoranisBill PullmanDaphne ZunigaDick Van PattenGeorge WynerJoan Rivers e outros também fizeram parte do elenco.

Lembrando que o filme está disponível na plataforma do MGM+.

Crítica | O Canto Livre de Nara Leão – Detalha a importância musical e política de uma artista GENIAL

É realmente difícil achar outra cantora, ou até mesmo cantor, que tenha transitado por tantos momentos emblemáticos dentro da história da música brasileira, e, mais do que isso, tenha também se tornado um nome fundamental no meio de cada uma dessas vertentes e movimentos. Sendo, além de tudo, uma figura responsável pela luta política na retomada da democracia e do espaço e voz da mulher na sociedade. Essa é apenas uma rápida descrição da imensa potência artística chamada Nara Leão, uma cantora que possuía um encantamento e uma doçura latente que ia da voz tímida até o seu visual minimalista; mas que, ao mesmo tempo, ostentava uma presença imponente não apenas naquilo que dizia e defendia, mas também pela postura séria e equilibrada.

O papel do então documentário O Canto Livre de Nara Leão, mais uma produção exclusiva da Globoplay, com o selo Conversa.doc, é mostrar num total de cinco episódio, todas as principais etapas da vida e obra da cantora carioca que conquistou o Brasil e virou símbolo de várias frentes, seja no campo político ou social. No entanto, antes de começar a tocar nesses assuntos mais delicados, o diretor Renato Terra, que também comandou o exclusivo Narciso Em Férias, apresenta toda formação familiar e artística de Nara, que junto a sua turma de amigos tornou-se um dos maiores nomes da música brasileira em muito tempo.

Roberto Menescal, Ronaldo Bôscoli, Carlos Lyra e tantos outros compositores e músicos geniais faziam parte dessa trupe de Nara, que não demorou muito e, fazendo música, começou a andar com outros tantos artistas incríveis como Edu Lobo, Sergio Ricardo, Nelson Motta e, claro, a Santíssima Trindade, João Gilberto, Vinicius de Moares e Tom Jobim. Ou seja, era impossível andar ali com tanta gente iluminada sem que fosse mais uma daquelas luzes. Quer dizer, a timidez de Nara Leão quase fez com que ela ficasse fora dos holofotes, mas o seu talento era tão grande que foi natural ela ter virado o que virou.

É interessante perceber como o estilo particular e a voz calma e elegante de Nara Leão casou bem com o estilo da Bossa Nova. João Gilberto, o grande ídolo de Nara, tinha naturalmente essa linha vocal. Então era como se o gênero, que já tinha um rei, tivesse encontrado enfim a sua rainha. Cenas com Tom Jobim e a cantora numa conversa onde lembravam de vários clássicos e cantarolavam com genialidade, expõem bem o fato de que fazer tudo aquilo era muito simples pra ela. Ao mesmo tempo que, numa análise crítica musical, o mesmo ato é o que se pode chamar do ápice da bossa. O retrato clássico do banquinho e um vilão – algo que nos traz a imagem da Nara sentada num banquinho, com os joelhos de fora, cantando e tocando o seu violão de maneira sublime.

Sim, essa visão mais lírica, a exposição do lado artístico natural e em qual vertente estava enquadro o seu estilo vocal, acompanhado a depoimentos raros e figuras de peso, dá à O Canto Livre de Nara Leão um valor cinematográfico imenso. Contudo, também, não tem como negar que o grande trunfo da série documental está em como detalha todas as principais fases da artista. É verdade que a Nara começou e se firmou como uma cantora da Bossa Nova, mas não demorou pra que enveredasse por caminhos inusitados. Já em 1964, quando fez o disco Opinião com Zé Keti e João do Valle, Nara começou a fazer música política pra valer.

No ano em que o golpe militar se instaurou no Brasil, Nara Leão que, além de fazer teatro tendo como mote o seu disco com comentários contestadores, deu uma entrevista dizendo que o exército não valia mais nada. Ela iria ser presa, mas devido à comoção popular, aos amigos artistas e até um poema escrito pelo próprio Carlos Drummond de Andrade, chamado Apelo, que se direcionava ao general que representava o presidente naquele momento pra que ele não a prendesse, Nara não sofreu absolutamente nada. Pelo contrário, continuou fazendo música política e cada vez mais contestadora, pelo menos até a censura do AI5 chegar.

Mas se engana quem pensa que ela era o tipo comum de artista que fazia música de protesto apenas como estilo. Nara era natural, tinha um jeito próprio, resumindo, ela era o que era. E isso significava ser feminista, politizada, progressista e, principalmente, atenta aos valores artísticos.

Logo após isso, Nara Leão rumou para São Paulo e começou a trabalhar com Chico Buarque, um jovem cantor e compositor conhecido pela classe intelectual. Mais tarde ele também se tornaria um dos maiores símbolos da música contra a ditadura, mas muito do voo que alçou está ligado à sua parceria com Nara Leão, que gravou várias de suas canções e até o chamou para cantar nos seus álbuns. Por sinal, Nara ficou famosa quando gravou justamente uma canção de Chico, A Banda – do qual nunca foi fã, assim como o próprio conceito de fama.

Hora de migrar também pra outro estilo, a Tropicália, do qual sempre foi amiga de baianos e basicamente revelou Maria Bethânia para o Brasil, quando pediu que ela a substituísse no espetáculo Opinião. Ela fez parte de gravações antológica do movimento, mas não ficou presa a ele… Tanto que rapidamente começou a trabalhar com compositores nordestinos do chamado Pessoal do Ceará, como Raimundo Fagner, que migrou do Nordeste paro o Sudeste e fez muito sucesso ao lado dela.

No entanto a transição ou mudança de Nara Leão que mais causou polêmica foi quando ela resolveu gravar um disco inteiro com músicas de seu conterrâneo Roberto Carlos. Ora, como alguém que sempre foi politizada iria gravar canções escapistas de alguém tão alienado como Roberto? Ela não deu a mínima. Aliás, foi além, colocou o nome do disco de ‘E que tudo mais vá pro inferno!’ e interpretou diversos hits românticos como Cavalgada e Proposta, deixando seus amigos e parceiros anteriores chocados. Mas o disco, pra variar, acabou tendo um resultado artístico e financeiro excepcional, sendo aceito pela crítica e o público de braços abertos.

E Nara Leão era isso, uma artista que a todo momento procurava se renovar e dar ao seu público aquilo que ela mesma gostava de ouvir e consumir. Tanto que numa determinada fase da vida parou a carreira e foi cuidar da família. Algo absolutamente inusitado pra uma artista de tamanho calibre como ela. E é ótimo ver e perceber que O Canto Livre de Nara Leão consegue traduzir, com fidelidade, muito do que foi essa artista genial. Além de tudo, o documentário surge até como um resgate histórico para que novas gerações possam conhecer essa cantora magnifica que encantou o Brasil durante tantos anos.

Harrison Ford entra para o Universo Marvel com papel já conhecido; Veja detalhes!

O lendário ator Harrison Ford foi recrutado para o Universo Marvel para tentar repetir a fórmula de sucesso de grandes franquias, e inserir filmes de heróis em seu currículo extenso. A estrela por trás de obras lendárias como ‘Star Wars‘, ‘Indiana Jones‘ e ‘Blade Runner‘ entrará para o MCU no papel de Thaddeus Ross, personagem originalmente vivido por William Hurt, que morreu em março deste ano.

A notícia foi passada ao vivo no podcast The Hot Mic With John Rocha and Jeff Sneider, e confirmada nesta sexta-feira (14) pelo Slash Film. De acordo com Jeff Sneider, Harrison Ford fará sua estreia no MCU em ‘Capitão América: Nova Ordem Mundial’, que estreia em maio de 2024.

Porém, espera-se que Thaddeus Ross tenha um impacto maior no filme ‘Thunderbolts‘, reunião de vilões e anti-heróis da Marvel anunciada durante a San Diego Comic-Con 2022. Além de Thaddeus Ross, outros personagens que devem aparecer no filme incluem Yelena Belova (Florence Pugh), o Agente Americano (Wyatt Russell), o Treinador (Olga Kurylenko) e Ghost (Hannah John-Kamen), entre outros.

A troca de rosto do personagem para Harrison Ford, com o ator se unindo ao MCU pela primeira vez, é bastante significativa. O ator, que acaba de terminar as filmagens da nova sequência de ‘Indiana Jones‘, deve viver um Thaddeus Ross ocupando um papel similar ao de Amanda Waller (Viola Davis) no grupo de anti-heróis da rival DC, ‘O Esquadrão Suicida’.

X-Men: Primeira Classe

(X-Men: First Class)

Elenco: Kevin Bacon, James McAvoy, Michael Fassbender, Rose Byrne, Oliver Platt, Álex González, Jason Flemyng, Zoë Kravitz, January Jones, Edi Gathegi, Caleb Landry Jones, Nicholas Hoult, Lucas Till, Jennifer Lawrence, Laurence Belcher, Bill Milner.

Direção: Matthew Vaughn

Gênero: Ação

Duração: 132 min.

Distribuidora: Fox Film

Estreia: 03 de Junho de 2011

Sinopse:X-Men: Primeira Classe’ conta a história do épico início da saga dos X-Men e revela a história secreta de famosos eventos globais. Antes dos mutantes se revelarem ao mundo, e antes de Charles Xavier e Erik Lensherr assumirem os nomes de Professor X e Magneto, havia dois jovens descobrindo seus poderes. Nada de arqui-inimigos: naquela época, eles eram amigos íntimos e trabalhavam junto com outros mutantes (algo familiar, algo novo) para deter o Armagedom. Nesse processo, uma grave desavença aconteceu, dando origem à eterna guerra entre a Irmandade de Magneto e os X-Men do Professor X.

Curiosidades:

» Bryan Singer (diretor dos dois primeiros ‘X-Men’) foi o primeiro diretor contratado para comandar o longa, mas teve de abandonar o projeto por conflitos de agenda. Ele já havia assinado para filmar o longa ‘Jack The Giant Killer’, para a Warner Bros.

» Singer já havia deixado a Fox na mão uma vez: quando contratado para comandar ‘X-Men: O Confronto Final’, abandonou as filmagens alegando “motivos pessoais”. Boatos dizem que ele não havia gostado do controle absoluto do estúdio sobre o filme.

» O diretor Matthew Vaughn era o preferido de uma lista que contava com Timur Bekmambetov (‘O Procurado’), Louis Leterrier (‘O Incrível Hulk’), David Slade (‘Eclipse’), Daniel Espinosa (‘Snabba Cash’) e Carl Erick Rinsch.

» O roteiro de ‘X-Men: Primeira Classe‘ teve que ser reescrito após o lançamento de ‘A Origem’, novo filme de Christopher Nolan. Matthew Vaughan (Kick-Ass) revelou que doze páginas do roteiro foram jogadas fora, para evitar acusações de plágio. “Assisti A Origem e amei… Mas meu coração partiu ao meio quando vi que algumas ideias nossas já tinham sido usadas no filme. Podíamos fingir que não vimos, ou mudar tudo. Então optamos por arrancar 12 páginas de roteiro e storyboards”, conta Vaughn.

 

Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina

(Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina)

 

Elenco:

Larissa Manoela – Maria Joaquina
Jean Paulo – Cirilo
Maísa Silva – Valéria Ferreira
Rosanne – Professora Helena
Paulo Miklos – Gonzalez
Oscar Filho – Gonzalito
Miá Mello – Didi Mel
Elke Maravilha – Mãe do Gonzalez

Direção: Maurício Eça

Gênero: Aventura, Infantil

Duração: 93 min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 7 de Julho de 2016

Sinopse:

Em ‘Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina‘, as crianças da Escola Mundial vão viver mais uma grande aventura!

Os malvados vilões Gonzales e Gonzalito saíram da prisão e resolveram colocar seu plano de vingança em prática. Para isso, eles pegaram Maria Joaquina e disseram que só vão devolvê-la se as crianças conseguirem passar por diferentes e perigosas provas criadas por eles mesmos. E não vai ter moleza! Para encarar essas provas, os alunos da escola Mundial terão de se mostrar muito espertos para desvendar charadas, muito preparados fisicamente para vencer os desafios mais absurdos e muito criativos para encontrar a saída a todo tipo de enrascada. Será que eles irão conseguir vencer as provas e salvar Maria Joaquina? Mais do que isso: será que eles vão querer salvá-la?

Curiosidades:

» Com o sucesso estrondoso que ‘CarrosselO Filme‘ fez nas bilheterias, não demorou muito para a Paris Filmes confirmar a sequência e agendar a data de estreia: 7 de Julho de 2016, um ano após o lançamento do primeiro filme.

» O longa protagonizado por Larissa Manoela e Jean Paulo Campos ultrapassou marca de 1,5 milhão de espectadores em APENAS 14 dias de exibição.

» Para se ter uma ideia, a comédia ‘Meu Passado Me Condena 2‘ levou mais de 20 dias para conseguir a proeza, e tem o selo da Globo Filmes.

 

Entrevista com Maísa e João Paulo:

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

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Robert Downey Jr. explica porque Thor não foi convidado para a Guerra Civil

O figura Robert Downey Jr. foi até o seu perfil no Facebook confirmar para todos os fãs do Deus do Trovão que ele não foi convidado para a Guerra Civil.

Pode ficar certo que o Gif rendeu ótimas risadas por aqui.


Os diretores Anthony e Joe Russo confirmaram em entrevista ao Comic Book que Thor (Chris Hemsworth) estará em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ trará o fim da equipe dos primeiros filmes

A ‘Parte I‘ estreia em 4 de maio de 2018. A ‘Parte II‘ chega aos cinemas um ano depois, dia 3 de maio de 2019.

‘Supergirl’: Ian Gomez entra como o novo chefe de Kara

E o nome do papel de Ian Gomez é Snapper Carr, achou familiar?!

Pois bem, nas HQs, ele funciona como um amuleto da sorte da Liga da Justiça durante a primeira batalha do grupo, mas sua presença nunca foi sentida ao longo do Universo DC.

Com isso, a Entertainment Weekly confirma que Carr entra para ser o novo chefe de Kara, a ‘Supergirl‘.

O personagem é descrito da seguinte forma:

Um jornalista perspicaz e teimoso, contratado por Cat Grant (Calista Flockhart) para ser o editor-chefe da CatCo Magazine. O compromisso de Snapper é empurrar os repórteres para irem fundo nas suas abordagens. Ele é um homem que diz às pessoas o que pensa deles e sua entrada vai alterar a vida de Kara (Melissa Benoist) de maneira inesperada.

 

Vale lembrar que no início de julho, David Harewood, que interpreta Hank Henshaw, confirmou em seu perfil no Instagram que a 2° Temporada de ‘Supergirl‘ irá se chamar ‘As Aventuras da Supergirl‘.

Caso você não esteja familiarizado, o título faz referência a uma das primeiras HQs da DC que ganhou uma adaptação para a TV, lá nos anos 50.

Resta saber agora se a HQ será utilizada como expansão desse universo na TV, ou apenas como título de referência.

 

Let’s go. #SupergirlCW

Uma foto publicada por David Harewood (@davidharewood) em

 

 

Vídeo de ‘Capitão América – Guerra Civil’ mostra o estilo de luta do Pantera Negra

A Marvel liberou um novo vídeo de ‘Capitão América – Guerra Civil‘, que traz detalhes sobre o estilo de luta do Pantera Negra.

Assista, com os vídeos anteriores:

O filme chegou às lojas no dia 14 de setembro, em DVD, Blu-ray™ e Blu-ray 3D™. O Blu-ray™ conta com cenas estendidas, erros de gravação e bônus com os bastidores das batalhas de personagens icônicos da série.

Os bônus incluem: um panorama da evolução dos personagens principais Steve Rogers e Tony Stark, cenas estendidas, bastidores do filme e erros de gravação hilários. Além disso, o público pode conferir informações sobre a nova produção da Marvel, ‘Doutor Estranho‘, estrelado por Benedict Cumberbatch (O Jogo Da Imitação, 2015), que chega aos cinemas em 03 de novembro de 2016.

Bônus do Blu-ray™:

> Unidos Venceremos, Divididos Cairemos – Bastidores de Capitão América: Guerra Civil – A medida que a tensão aumenta, os lados são escolhidos e as linhas traçadas. Saiba mais sobre os personagens que ficaram do lado do Capitão América e do lado do Homem de Ferro. Neste completo making of, veja o marco na saga Marvel, confira suas histórias com imagens e entrevistas e descubra exatamente como foram selecionadas as equipes dos super-heróis.

> Capitão América: A Caminho da Guerra Civil – Confira a evolução fascinante de O Primeiro Vingador, de soldado leal a experiente herói, chamando atenção das autoridades.

> Homem de Ferro: A Caminho da Guerra Civil – De Gulmira para Sokovia , mergulhe no desenvolvimento e evolução de um dos personagens mais emblemáticos do Universo Cinematográfico Marvel.

> Erros de Gravação – Dê um tempo na tensão deste conflito de alto risco com algumas cenas hilárias de seus super-heróis favoritos, que não foram inseridas no filme.

> Cenas estendidas – Confira cenas que não fizeram parte do corte final de Capitão América: Guerra Civil.

> Comentário de áudio – Os diretores Anthony e Joe Russo e os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely analisam cena por cena e explicam os desafios que enfrentaram para contar as histórias do terceiro filme de Capitão América.

> Abra a sua mente: O Doutor Estranho da Marvel – Uma Apresentação Exclusiva – Veja um pouco dos bastidores da jornada de Doutor Estranho para as telonas.

6ª e última temporada de ‘Girls’ ganha nova prévia

A HBO liberou o novo teaser da sexta e última temporada de ‘Girl‘, que tem estreia marcada para 12 de fevereiro.

Lena Dunham, Allison Williams, Jemima Kirke e Zosia Mamet estrelam.

Assista, com o trailer:

Chris Evans revela quando começará a filmar ‘Vingadores – Guerra Infinita’

Lidando com mais de 64 personagens em dois filmes que serão rodados back-to-back, ou seja, quando Guerra Infinita for finalizado, aí toda a equipe começa a filmar ‘Vingadores 4‘, o cronograma de gravações da Marvel está o mais diversificado possível.

Isso porque, enquanto Tom Holland, Robert Downey Jr. e todos os membros dos ‘Guardiões da Galáxia‘ começaram a filmar a ‘Vingadores – Guerra Infinita‘ em janeiro, Elizabeth Olsen e Jeremy Renner entraram no set agora em abril.

E Chris Evans, conforme revelado em entrevista ao programa de Ellen Degeneres, revelou que só entrará no set a partir de maio.

Benedict Cumberbatch será temporariamente substituído em ‘Vingadores – Guerra Infinita’

Vingadores: Guerra Infinita‘ têm no elenco Josh Brolin (Thanos), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Chris Pratt (Starlord), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), Brie Larson (Capitã Marvel), Zoe Saldana (Gamora), Karen Gillan (Nebula), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Chris Evans (Capitão América) Tom Holland (Homem-Aranha), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Paul Rudd (Homem-Formiga), Paul Bettany (Visão), Benedict Wong (Wong), Dave Bautista (Drax), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Benicio Del Toro (Colecionador).

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

2:22 – Encontro Marcado

(2:22)

 

Elenco:

Teresa Palmer
Michiel Huisman
Remy Hii

Direção: Paul Currie

Gênero: Suspense, Ficção Científica

Duração: 90 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ 7 milhões

Estreia: 7 de Setembro de 2017

Sinopse: 

Dylan Branson (Michiel Huisman) é um homem que tem a sua vida permanentemente mudada quando uma série de eventos se repete exatamente no mesmo horário todos os dias, às 2:22 da tarde. Quando Dylan se apaixona por Sarah (Teresa Palmer), uma jovem mulher que tem sua vida ameaçada pelos eventos ocorridos, ele deve resolver o mistério que o cerca para preservar o amor que a vida lhe ofereceu como uma segunda chance.

Crítica | 2:22 – Encontro Marcado – Suspense romântico é um ótimo passatempo (Nota: 6.0)

 

Curiosidades: 

» —

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jennifer Lawrence anuncia pausa na carreira

Jennifer Lawrence confirmou que fará uma pausa em sua carreira de atriz.

Após divulgar ‘Mãe!‘ e filmar ‘X-Men: Fênix Negra‘, ela vai tirar dois anos para descansar.

“Não marquei nada para os próximos dois anos porque quero descansar. Quero ficar em casa fazendo bibelôs. Sinto que me tornei raivosa e triste, porque queria fazer o que amava e ter minha privacidade. Mas hoje seu que não vai ser assim”, afirmou.

A atriz planeja a pausa desde que encerrou sua participação na franquia ‘Jogos Vorazes‘.

Cinema de Graça! Participe da pré-estreia EXCLUSIVA do terror ‘Exorcismos e Demônios’

Ah, como é gostoso levar nossos leitores para uma sessão gratuita de cinema, com direito a PIPOCA e REFRIGERANTE de graça…

Vamos levar vários leitores do site + acompanhante para a pré-estreia do terrorExorcismos e Demônios‘ (The Crucifixion).

Os primeiros que pedirem o convite poderão conferir o filme conosco em uma sala de cinema maravilhosa… mas corra: os ingressos são limitados.

É OBRIGATÓRIO curtir a página do CinePOP no Facebook e COMPARTILHAR o post abaixo:

Confira:

Exorcismos e Demônios‘ é baseado na história real de um padre sentenciado à prisão após a morte de uma freira em que praticou um exorcismo. Uma jornalista investigativa se esforça para desvendar se de fato ele assassinou uma pessoa mentalmente doente ou se perdeu uma batalha contra uma força demoníaca.

A direção fica a cargo de Xavier Gens (‘Hitman – Assassino 47’).

 

Batwoman: Episódio piloto deve ser gravado em Abril de 2019

Já confirmada a série solo de Batwoman no CW, além da apresentação da personagem no episódio crossover do Arrowverse deste ano, muita gente se pergunta quando de fato a produção de ‘Batwoman‘ será iniciada.

Finalmente, hoje, segundo o Heroic Hollywood, a data das gravações finalmente foi divulgada: tudo começa em Abril de 2019.

Enquanto a série não chega, fique com o vídeo do crossover do Arrowverse que mostra Ruby Rose como a Batwoman em ação.

Assista:

O crossover contará com as participações de Ruby Rose (Batwoman) e Elizabeth Tulloch (Lois Lane).

Os episódios especiais irão ao ar entre os dias 9 e 11 de dezembro na CW.

 

‘Vis a Vis’: 4ª temporada ganha data de estreia na Netflix

A Netflix finalmente divulgou quando a 4ª temporada de ‘Vis a Vis‘ será lançada. O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 27 de Setembro.

Confira a sinopse e o trailer:

Um novo diretor e um carcereiro que virou prisioneiro chegam a Cruz del Norte. Zulema reencontra um familiar, enquanto Sole recebe notícias transformadoras.

10 Pontos em Comum entre ‘Vis a Vis’ e ‘La Casa de Papel’

A série foi criada por Daniel Écija, Iván Escobar, Esther Martínez Lobato e Álex Pina – sendo este último também responsável pelo sucesso ‘La Casa de Papel‘.

Crítica | Vis a Vis – Segunda Temporada Amadurece Sem Perder a Ternura 

O elenco inclui Alba Flores, Maggie Civantos, María Isabel Díaz Lago, Marta Aledo, Najwa Nimri, Berta Vázquez, Jesús Castejón e Laura Baena.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diana luta contra Mulher-Leopardo em nova imagem

Mulher-Maravilha 1984‘teve uma nova imagem oficial divulgada que mostra Diana lutando contra a vilã Mulher-Leopardo (Kristen Wiig).

Confira:

O filme vai mostrar a improvável união entre Maxwell Lord (Pedro Pascal) e a Mulher-Leopardo (Kristen Wiig) na tentativa de derrotarem Diana Prince (Gal Gadot).

Durante uma entrevista para a Total Film, a diretora Patty Jenkins foi questionada sobre os motivos de adicionar dois vilões à sequência e disse que apenas um não seria o bastante.

“No início, iríamos trazer apenas a Mulher-Leopardo, mas Maxwell Lord desempenha um papel muito importante nos quadrinhos da Mulher-Maravilha como heroína. Essa dinâmica é essencial para evolução de Diana como heroína… Ao mesmo tempo, a Dra. Minerva é a principal ameaça. Apenas um deles não seria o suficiente.”

Jenkins também comentou sobre o retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e esclareceu que os fãs vão entender porque ele precisava ter sua história expandida.

“Eu sei que muitos ficaram chateados quando anunciamos o retorno de Chris Pine porque Steve deveria estar morto, mas fiquei tão satisfeito quando pensei na história. Acredito que os fãs também vão ficar.”

Apesar da positividade, Jenkins não revelou mais detalhes sobre o enredo de Steve Trevor, mas garantiu que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ não é um reboot, e sim uma sequência do filme lançado em 2017.

“Houve um tempo em que as pessoas ficaram muito chateadas, me perguntando: ‘não é uma sequência? É um reboot completo?’. É uma sequência e, até agora, não há nada contradizendo os dois filmes. Mas é muito importante para mim que não seja apenas mais do primeiro filme. É um filme totalmente diferente. Quando você assiste ao trailer, você consegue sentir”.

De acordo com o Comic Book, a sequência recebeu a classificação indicativa PG-13 (para maiores de 13 anos) por conta de “sequências de ação e violência.”

A informação foi divulgada originalmente pelo MPAA, o órgão que administra a classificação indicativa de filmes e séries nos EUA.

Lembrando que a estreia do filme foi remarcada de 04 de junho para 13 de agosto por conta da pandemia do Coronavírus.

Além de Gal Gadot, reprisando o papel principal, o elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘As Agentes 355’: Ação com Jessica Chastain, Penélope Cruz e Lupita Nyong’o ganha trailer LEGENDADO

O thriller de espionagem ‘As Agentes 355‘ (355), estrelado por Jessica Chastain, Penélope Cruz, Lupita Nyong’o, Diane Kruger e BingBing Fan, teve seu trailer legendado divulgado.

Confira, com fotos:

Quando uma arma ultrassecreta cai nas mãos de um grupo de mercenários que ameaçam o mundo, a agente da CIA Mace Brown (Jessica Chastain) terá que unir forças para uma missão letal com a agente alemã Marie (Diane Kruger); a ex-membro do MI6, especialista em computadores, Khadijah (Lupita Nyong’o); a psicóloga Graciela (Penélope Cruz), e com Lin Mi Sheng (Bingbing Fan), uma mulher misteriosa que está rastreando todos os seus movimentos. Cheio de adrenalina, ‘As Agentes 355’ apresenta inúmeras cenas de ação ao redor do mundo, dos cafés de Paris e mercados do Marrocos à riqueza e glamour de Xangai.

Além das cinco protagonistas, o filme também é estrelado por Sebastian Stan (“Vingadores: Endgame”) e Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”).

As Agentes 355’ é dirigido por Simon Kinberg (roteirista, diretor e produtor de “X-Men: Fênix Negra”, produtor de “Deadpool” e “Perdido em Marte” e roteirista e produtor dos filmes X-Men), que também é co-roteirista e coprodutor do longa.

A produção executiva é de Richard Hewitt (“Bohemian Rhapsody”) e a distribuição é da Diamond Films.

A estreia no Brasil acontece em 2021.

‘Scooby-Doo’ vai ganhar nova sequência

O longa animado SCOOBY! O Filme vai ganhar sequência.

O diretor Tony Cervone confirmou que está trabalhando na sequência, que contará com o retorno dos cineastas originais.

“Na verdade, estamos começando a trabalhar na sequência de Scooby!”, Cervone revelou ao Comic Book Movie . “Ainda não foi anunciado, mas é algo que todos estamos entusiasmados. Toda a equipe criativa que fez o primeiro filme ainda está de volta e trabalhando em algo novo. Foi legal criar este universo cinematográfico Hanna-Barbera, e é emocionante voltar a ele.”, afirmou.

Esta não é a primeira vez que Cervone expressou interesse em desenvolver a sequência.

“Eu realmente sinto que este universo Hanna-Barbera é uma espécie de universo separado e atua como algo próprio. Então, fomos capazes de dizer, ‘Vamos criar um universo alternativo onde todas essas coisas podem acontecer.’ Isso nos deu alguma liberdade, mas tentamos muito manter as coisas que já amamos nos personagens, e então fazer mais porque você tem que fazer as duas coisas. Você tem que honrar o passado e honrar nossa memória coletiva enquanto também tem que fazer algo novo.”, disse Cervone ao Den of Geek. 

O filme conta a história inédita da origem do Scooby-Doo e o maior mistério na carreira da Mistério S/A. A exibição da produção nos cinemas oferece uma nova opção para as famílias, dentro do calendário de lançamentos da retomada do setor cinematográfico e apenas em cidades em que os protocolos de segurança autorizam a exibição.

Na dublagem nacional, o filme conta com Guilherme Briggs (Scooby), Fernando Mendonça (Salsicha), Flavia Saddy (Dafne) e Fernanda Barone (Velma), além dos três netos do ator Orlando Drummond, a voz clássica de Scooby-Doo: Alexandre Drummond, como o Jovem Scooby-Doo; Felipe Drummond, como Fred; e Dudu Drummond, como Jovem Fred.

Roland Emmerich, diretor de ‘Moonfall’ e ‘2012’, NÃO GOSTOU de ‘Não Olhe para Cima’

No próximo dia 3, chega aos cinema o aguardado Moonfall‘, novo sci-fi de catástrofe dirigido por Roland Emmerich.

Famoso por seus trabalhos em ‘O Dia Depois de Amanhã’, ‘Independence Day’, ‘Godzilla’ e ‘2012, o cineasta se tornou um sinônimo de filmes sobre desastres naturais e catástrofes.

Em entrevista ao Hollywood Reporter, o diretor comparou ‘O Dia Depois de Amanhã‘ a um filme de desastre ambiental mais recente, ‘Não Olhe para Cima‘.

“O Dia Depois de Amanhã estava à frente de seu tempo, e estou um pouco preocupado que Não Olhe para Cima não vá fazer nada. Você tem que realmente assustar as pessoas. E no final de Não Olhe para Cima eles não se levam a série. Todos sentam lá e comem, e é isso. E então, uma cena muito cômica com Meryl Streep. Eu não me importei muito com o filme, ainda mais por ter grandes astros e tudo mais. Não gostei.”, afirmou.  

Emmerich ainda explicou ao Comic Book que ele ama esse tipo de história por conta do efeito que elas podem causar na mente do público.

“Eu meio que criei um gênero de filmes, não é? O mais interessante sobre eles é que estão relacionados a teorias da conspiração. ‘Independence Day‘ é sobre invasões alienígenas, ‘O Dia Depois de Amanhã‘ foi sobre mudanças climáticas e negacionismo, ‘2012 foi sobre um deslocamento da crosta terrestre, mas havia aquela lenda do calendário Maia.”

Em relação a ‘Moonfall’, Emmerich foi questionado se acredita que Neil Armstrong pisou mesmo na Lua em 1969 ou se o marco é uma farsa do governo americano.

Em resposta, ele disse que:

“Acho que é tudo verdade. É meio bobo pensar que é mentira. Mas não deixa de ser interessante brincar com isso… Em ‘Independence Day havia a Área 51, uma nave espacial e alienígenas e todo esse tipo de coisa. ‘2012’ brincou sobre o apocalipse. Em ‘Moonfall‘, distorcemos um pouco da realidade mais uma vez.”

Ele continuou:

“Sabe, este filme foi realmente inspirado em um livro. Chama-se ‘Who Built the Moon‘. É um livro em inglês, muito obscuro. Traz um questionamento muito bom sobre a Lua não ser o que pensamos que seja. É meio que feita por aliens, ou humanos modificados ou o que quer que eles sejam e é realmente convincente. Há três teorias sobre como isso poderia ter acontecido, mas não pegamos nenhuma delas. Nós meio que criamos a nossa.”

E aí, você está curioso para o filme?

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Com orçamento de US$140 milhões, a trama é centrada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita após a colisão com um asteroide e entra em rota de imersão rumo à Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível com apenas algumas semanas para salvar a humanidade.

Halle Berry estrela como uma astronauta da NASA cujas antigas missões carregam pistas para impedir a catástrofe. Josh GadPatrick WilsonCharlie Plummer completam o elenco.

Tobey Maguire revela que TOPARIA voltar a viver o ‘Homem-Aranha’

Em entrevista publicada no livro ‘Spider-Man No Way Home: The Official Movie Special‘ da Titan Books, o astro Tobey Maguire revelou se toparia voltar a viver o Homem-Aranha no futuro da Marvel. E a resposta é animadora.

“Sim! Claro que eu voltaria. Porque por que eu não iria querer fazer isso?”, afirmou o ator.

O ator ainda contou como rolou o convite para voltar em ‘Sem Volta para Casa‘.

“Quando eles ligaram inicialmente, eu pensei: finalmente. Recebi o telefonema e fui imediatamente aberto sobre a possibilidade de voltar. Fiquei bem nervoso, mas empolgado. É divertido e empolgante… Eu amo esses filmes e amo todas as séries diferentes.”, concluiu.

Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ está disponível na HBO Max.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

Nova comédia da Netflix é CRITICADA por cenas de ‘incesto’

No início do mês, chegou ao catálogo da Netflix a comédia ‘Trocados‘, estrelada por Emma Myers, de ‘Wandinha‘, e a icônica Jennifer Garner (‘De Repente 30’).

Na trama, “os quatro membros da família Walker se veem em uma clássica e inconveniente troca de corpos à la ‘Sexta-Feira Muito Louca’, cortesia de uma visita nada interessante a um astrólogo. Para poderem voltar ao normal, pais e filhos devem aprender a realmente se conectar e compreender uns aos outros. Não é uma tarefa fácil, principalmente em um dia cheio de entrevistas com faculdades, testes de futebol e outros grandes eventos”.

No entanto, uma trama que era para ser divertida acabou chamando atenção por uma cena de incesto, ainda que não proposital, mas o bastante para incomodar os assinantes da plataforma.

Em uma cena bem desagradável, a filha CC (Myers) está no corpo da mãe enquanto amigos na casa da família se juntam a ela.

Numa tentativa de agitar a noite, um membro do grupo afirma que “os casais precisam de um mínimo de 12 beijos por dia para sustentar um relacionamento”.

Não convencidos pelas afirmações de CC de que ela e seu marido se beijam pelo menos 14 vezes por dia, seus amigos querem ver a prova do amor entre eles, sem imaginar que os filhos do casal estão presos em seus corpos.

Pressionados pela brincadeira, CC e seu irmão (Brady Noon), que troca de lugar com o pai, acabam se beijando, como se fosse um beijo natural entre o pai e a mãe deles.

E alguns assinantes da Netflix logo foram às redes sociais para expressarem suas frustrações com a cena.

Um deles escreveu: “o filme ‘Trocados’ da Netflix promove incesto.
Netflix, como isso seria bom para a trama? E por que você colocaria isso em um filme de férias destinado à toda família?”

Há diversos comentários do tipo: “aquele beijo estranho entre os irmãos em ‘Trocados’ não foi nada agradável.”

Um outro internauta disse: “Foi mal, mas esse filme ‘Trocados’ ficou bem constrangedor. Porque os irmãos nos corpos dos pais acabaram de se beijar. Uma cena de incesto foi simplesmente desnecessária.”

Não é à toa que o longa recebeu apenas 48% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes.

Confira algumas das avaliações:

“É simplesmente muito difícil sentir conexão em personagens tão monótonos e sem graça que poderiam muito bem ser bonecos de gengibre, resolvendo problemas que mal pareciam existir em primeiro lugar.” – The Hollywood Reporter

“O verdadeiro prego no caixão é a mensagem do filme sobre o poder da família, que não é nada harmônica, mas sim muito rígida e afetada quanto parece – o que não é um choque se comparado aos outros filmes de férias no catálogo da Netflix.” – New York Times

“O elenco trabalha corajosamente no material, mas é um esforço sem retorno para tentar vender artifícios piegas em um enredo tão exagerado que não há espaço para encontrar ou cultivar qualquer graça ou comédia, ou se entregar a algo mais do que clichês de personagens desgastados.” – Decider

“’Trocados‘ não é muito bom, mas é fofo demais para odiar. Terá que servir.” – Movie Nation

“‘Trocados‘ rende algumas risadas, alguns desapontamentos e bastante emoção, mesmo que não abra novos caminhos para essa premissa ridícula e tão amada sobre troca de corpos.” – Screen Rant

 

Myers e Garner co-estrelam a produção ao lado de Ed HelmsBrady Noon, dando vida a CC Walker, Jess Walker, Bill Walker e Wyatt Walker, respectivamente.

O longa é baseado no romance ‘Bedtime For Mommy’, de Amy Krouse-Rosenthal, com roteiro assinado por Victoria Strouse.

Joseph McGinty Nichol entra como diretor, enquanto Garner é uma das produtoras.

Divertido até o último suspiro, SUSPENSE com Glen Powell estreia em 3º lugar no Prime Video

Exibido no Festival de Veneza e Toronto em 2023, com sua primeira exibição em solo brasileiro no Festival do Rio, o novo trabalho do excelente cineasta Richard Linklater usa, sem abusar, de um humor ácido, inteligente, para contar a trajetória de um enigmático protagonista, um matador de mentirinha em meio período, enxergando os paralelos que se cruzam entre a psicologia e a filosofia.

Intitulado Assassino por Acaso, o filme estreou em 3º lugar entre os filmes mais vistos do Prime Video.

Confira:

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Na trama, conhecemos Gary Johnson (Glen Powell), um professor de uma universidade norte-americana, pacato e tímido, que durante a outra parte de seu dia trabalha para a polícia, se tornando um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Se fazendo de matador de mentira, com o objetivo de prender quem o procura, certa vez acaba se envolvendo com uma cliente, fato que o faz balançar na linha tênue entre a lei e a criminalidade.

Baseada parcialmente na vida de um real professor Gary Johnson, que trabalhou com a polícia por um tempo, Assassino por Acaso consegue uma sintonia empolgante com o espectador que se delicia com uma explosiva narrativa nos levando para uma jornada engraçada, beirando ao inacreditável, direto para conflitos repletos de variáveis onde as inverdades te levam ao confronto com o mundo real e as constatações da verdade. O certo e o errado, entre outros sentidos antagônicos, se tornam elementos importantes dentro das estradas seguidas por um personagem que busca acima de tudo se entender.

O raio-x do protagonista é algo detalhadamente profundo. Como se passasse uma linha no seu cotidiano, de um lado um pacato e tímido professor, do outro um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Ele parece gostar de interpretar os outros, essa fantasia repleta de disfarces completa imagens com desenhos já criados. Os três complementos da personalidade o Id, o Ego e o Superego, ou melhor dizendo a libido, o impulso e a moral se embaralham direto para um clímax pulsante.

A verdade e suas diferentes perspectivas embaladas em mentiras se tornam combustível ao lado de ótimos diálogos e atuações fantásticas. Um dos melhores filmes do ano.

Novo terror slasher estrelado por David Arquette, da franquia ‘Pânico’, ganha SINOPSE

David Arquette, conhecido por interpretar o Dewey na franquia ‘Pânico‘, foi confirmado no elenco do terror slasher ‘Kill or Be Killed‘ (Matar ou Morrer, em tradução livre).

Alisha Newton (‘O Diabo em Ohio’) também estrelará a produção.

Confira a sinopse:

“A escola acabou, e a recém-formada Dani (Newton) e suas amigas estão prontas para uma última aventura de verão. Mas quando o corpo mutilado de uma veterana é descoberto no campo de futebol americano da escola — exposto de uma forma perturbadoramente teatral — fica claro que alguém está jogando por um novo conjunto de regras.”

“Um envelope vermelho preso ao cadáver contém uma foto do anuário e uma diretiva assustadora: “Mate ou morra”. À medida que os corpos se acumulam, Dani e suas amigas são lançadas em um jogo aterrorizante, orquestrado por um assassino doentio, que transcende sua pequena cidade e logo se torna viral.”

David Straiton (‘Hemlock Grove’) será responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Nick Zigler (‘Chucky’).

“Este slasher é sobre a colisão de liberdade e medo – não há nada parecido com isso,” declarou o cineasta. “É o momento perfeito para redefinir o gênero e desafiar o público com algo realmente inesperado.”

Yaron Levy (‘Scream: A Série’) servirá como diretor de fotografia.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Crítica | A Nuvem – Netflix lança interessante terror sobre gafanhotos assassinos

Toda criatura da natureza possui a sua função biológica, por isso, baratas, aranhas e gafanhotos, por mais medonhos que sejam em seus aspectos visuais, ocupam lugar dentro dos mecanismos das cadeias que engendram a vida em nosso planeta. No caso do horror ecológico ‘A Nuvem‘, os gafanhotos representam a ameaça para os personagens que terão de lidar com a fúria destes insetos historicamente associados a voracidade, destruição, desordem e desequilíbrio, bichos biblicamente mencionados como pragas responsáveis por calamidades expressivas. Há, no entanto, ao longo do desenvolvimento da narrativa dirigida por Just Philippot, elementos mais monstruosos que os insetos de pernas posteriores longas e fortes, próprias para os seus amplos saltos: os seres humanos, figuras dotadas de muita ganância, motivação que transforma a busca pela sobrevivência dos personagens numa alegoria para a nossa relação com o mundo que habitamos, usufruímos e muito abaixo do esperado, conservamos.

Na trama escrita por Jerome Genevray e Franck Victor, Virginie (Suliane Brahim) é uma mãe que cuida sozinha dos filhos Gaston (Raphael Romand) e Laura (Marie Narbonne). Ela precisa lidar com questões econômicas tensas, dentre outros conflitos envolvendo, em especial, a rebeldia e insatisfação constante da filha mais velha. Crise com os vizinhos e estresse ao ter que pagar as principais despesas estão na lista dos problemas que encabeçam a sua listagem cotidiana de desafios. Para conseguir se manter, ela atua numa fazenda e cria gafanhotos para a produção de farinha, além de comercializá-los aos interessados em alimentação com boa dose de proteína. Os problemas começam depois que um acidente doméstico envolvendo um corte considerável em seu braço fará os insetos apresentarem um gosto peculiar por sangue.

Com isso, cada vez mais, num efeito que comparo ao proposto por Clive Baker em ‘Hellraiser‘, os bichos ficam ariscos e precisam de sangue. Tudo começa com pequenas doses e num espiral de intensidade crescente, passa a se tornar uma obrigação diária na dinâmica da procriação, afinal, quanto mais os insetos se reproduzem, satisfeitos com a fonte de alimento fornecida pela dona, maior é o fluxo de caixa. E, com isso, é possível que não haja escapatória para uma cabra de estimação, tampouco o cachorrinho da família. Bobear, será que Virginie descambará para os sacrifícios humanos, tamanho o retorno do investimento? Ao leitor, não entrego nada mais. É preciso ver para crer. Em seus 100 minutos, mais longo que o necessário para o estabelecimento e resolução dos conflitos dramáticos, a equipe de realizadores desenvolve uma narrativa dentro dos esquemas tradicionais do subgênero horror ecológico, mas diferente da maioria dos filmes deste segmento, há foco na dinâmica psicológica dos personagens e nas alegorias com o mal estar contemporâneo acerca da relação entre seres humanos, efeitos climáticos e outras celeumas da natureza que, em alguns casos, revolta-se contra as nossas ações destrutivas.

Antes de ser lançado na plataforma Netflix, ‘A Nuvem‘ correu alguns festivais e lançamentos em outros serviços de streaming e geralmente foi bem recebido pelo público e crítica. Alguns apontamentos diziam que os produtores fizeram com os gafanhotos o que Alfred Hitchcock fez com os pássaros no clássico que também integra o esquema narrativo do subgênero em questão. As impressões, coerentes e nada exageradas, expõe o que de fato há na estrutura dramática do filme, isto é, os bichos a ocupar um lugar ameaçador, mas representativo do comportamento humano, alegorizado por meio da bravura dos seres da natureza selvagem. Ademais, diferente do que geralmente se espera em produções do tipo, os insetos não escapam do viveiro e saem, como num slasher, matando as pessoas e deixando uma trilha de cadáveres e sangue. Há, sim, mortes e alguma histeria, mas a narrativa se mantém um tanto comedida e apesar de não ser sutil nos momentos de maior tensão, trafega por uma via mais psicológica e com menor nível de tensão física, algo que a torna interessante, mas um pouquinho letárgica.

Crítica | ‘Territory’ – Nova Minissérie da Netflix é um novelão Sonolento

O poder e os egos inflados em meio a uma paisagem deslumbrante. Pegando carona na fórmula de bolo certeira definida pela aclamada Yellowstone, a minissérie australiana Territory é um novelão, com alguns núcleos, que busca sua força nas intrigas, traições e desencontros que são vistos ao longo dos seis episódios.

Criado pela dupla Ben Davies e Timothy Lee, se constrói a partir de uma premissa simples: Uma dinastia indo pro precipício a largos passos e os problemas de comando para uma reviravolta. Mas a solidez no seu discurso vai de encontro a uma narrativa muitas vezes desinteressante e sonolenta, com um calcanhar de aquiles alarmante: a falta de força e carisma nos personagens. É difícil uma forte conexão.

Na trama, acompanhamos os Lawsons, uma família que domina Marianne, a maior propriedade rural (estância) de gado do mundo, situada no norte da Austrália. Assim, conhecemos o chefe da família Colin (Robert Taylor), o filho mais velho Graham (Michael Dorman) e sua esposa Emily (Anna Torv), além da filha deles Susie (Philippa Northeast) e o filho distante de Graham, Marshall (Sam Corlett). Quando o filho que tomava conta dos negócios morre de forma surpreendente, a família passará por enormes atritos para manter o controle e legado de toda região.

Os núcleos compõe as peças em ebulição. É quase um tabuleiro de War com jogadas movidas também pela oportunidade e sorte. Aqui, o contexto é amplamente revisitado, deixando a narrativa numa redundância perceptível, alguns personagens parecem que não saem do lugar. Há os ladrões de gado, os poderosos de olho em Marianne, os nativos e suas reivindicações ligados fortemente ao lado cultural da região, as questões políticas e os jogos de influência.

Decisões tomadas na emoção moldam características em subtramas afastadas e que são forçadamente colocadas em confronto. Por meio de reviravoltas e algumas surpresas que são apresentadas em momentos chave, rumamos até o sexto – e último episódio – com uma série de incertezas e pontas soltas.

É muito difícil não vir logo uma comparação com Yellowstone. Família poderosa em eterno conflito interno, um chefe de clã impiedoso, empresários cheios da grana querendo uma parte das terras, questões com os nativos da região. Mas indo a fundo, algumas questões se afastam na maneira como chegamos até essas histórias.

Com um elenco encabeçado pela atriz Anna Torv – protagonista de uma das séries mais lembradas dos anos 2000, Fringe Territory peca na construção de seus personagens. Isso é uma flecha danosa em qualquer alicerce que se baseia nas relações conflituosas que se seguem.

Com suas paisagens deslumbrantes, rodado no Território do Norte e na Austrália do Sul, incluindo o Parque Nacional Kakadu, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, Territory usa da dinastia do gado para mostrar a ganância e o ego inflado. Se você conseguir se distanciar de Yellowstone, pode ser que ache mais méritos. Mas em resumo, é uma minissérie visualmente chamativa mas com carência no desenvolvimento de seus inúmeros personagens.

Crítica | Duas Rainhas – Saoirse Ronan enfrenta Margot Robbie pelo trono da Inglaterra em drama

Guerra de Tronos

Quando soubemos lá atrás da produção de Duas Rainhas (Mary Queen of Scots), o pensamento coletivo foi só um: Oscar. Veja estes elementos e diga se não concorda. Primeiro, se trata do novo trabalho de duas jovens atrizes do momento, recém saídas de indicações ao prêmio da Academia – Saoirse Ronan, de Lady Bird, e Margot Robbie, de Eu, Tonya. Segundo, este é um drama de época sobre a corte britânica e uma clássica trama histórica, gênero adorado pela ala mais velha dos votantes. E terceiro, a direção de uma mulher – coisa que depois da indicação de Greta Gerwig, imaginava-se virar uma constante. Bem, o filme não emplacou como deveria – o que não diminui seus muitos predicados.

Indicado merecidamente nas chamativas categorias de figurino e maquiagem, Duas Rainhas se tornou um filme “quase”, daqueles que chegaram perto, geraram falatório, mas terminaram passando reto na época de premiações. Baseado no livro ‘Queen of Scots: The True Life of Mary Stuart’, de John Guy, o roteiro foi adaptado por Beau Willimon – um especialista em conspirações políticas entranhadas, tendo no currículo textos como os da série House of Cards e do filme Tudo Pelo Poder (2011).

A história fala sobre a colisão de realezas entre Mary Stuart, Rainha da Escócia, e verdadeira herdeira do trono do Reino Unido – devido à sua linhagem familiar – e a Rainha Elizabeth I, regente da Inglaterra. As tramoias de bastidores da corte vão escalando até o desfecho trágico. Elizabeth não possuía herdeiros, ou sequer era casada, e de saúde frágil começa cada vez mais a se tornar suscetível a influências externas e a ser conduzida de acordo com a maré, mesmo reconhecendo como equivocadas algumas de suas decisões. Ela sabia que Mary era a verdadeira e legítima Rainha. Por outro lado, a Rainha da Escócia, mais decidida e imponente, ditava suas regras, desafiava sua corte e inclusive colocava a prima (a Rainha da Inglaterra) contra a parede clamando o que era seu por direito – numa das cenas mais belas plasticamente, o único encontro entre as duas (que pode nunca ter acontecido de fato).

Mary tratou de casar e gerar um herdeiro, que assumiu o trono depois de Elizabeth. Todas as suas decisões eram estratégicas. O que não a tornava uma mulher fria, muito pelo contrário. Em seus retratos, as duas meninas de ouro da nova geração de Hollywood sobressaem-se. Apesar das prévias, como cartazes e trailers, não se engane, este é um filme de Saoirse Ronan. A ruiva domina grande parte da projeção, deixando Robbie como participação de luxo. Ronan é pura energia em sua atuação, desde cenas onde despeja diálogos de forma vibrante até desempenhos mais ousados. Sua Mary Stuart é brilhante e ao mesmo tempo arrogante, inteligente e firme.

Sabemos que o trabalho de maquiagem de um filme é eficiente quando se propõe e tem êxito em “enfeiar” uma beleza como a da musa Margot Robbie. Usando uma prótese no nariz, aos poucos a personagem de Robbie vai se deteriorando devido a uma doença epidêmica que adquire, custando-lhe a beleza. Com o rosto marcado e os cabelos secos e escassos, a estrela se transforma em outra pessoa diante de nossos olhos, incrédulos com tamanho perfeccionismo da equipe técnica. Esta jogada para escanteio não eclipsa a performance da atriz, que já se provou dona de grande talento e não apenas um rostinho bonito. Ainda mais quando nem o rostinho bonito temos.

Fora as atuações virtuosas e uma parte técnica pulsante, a diretora Josie Rourke conduz a narrativa de forma dinâmica e de fácil acesso a todo tipo de público. A cineasta mistura o charme clássico de obras assim com um discurso moderno, mostrando que muito ainda permanece igual. É fácil notar esta conexão entre séculos proposta pela diretora, onde percebemos a força feminina guiada por mulheres independentes e, já naquela época, empoderadas, que decidiam sobre o destino de nações. Este frescor de modelagem é um dos grandes trunfos de Duas Rainhas, um filme elegante, contundente e dono de um discurso muito atual.