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Wagner Moura e Kirsten Dunst enfrentam ‘Guerra Civil’ em novo trailer LEGENDADO; Confira!

A Diamond Films divulgou o novo trailer legendado de ‘Guerra Civil‘, sci-fi distópico estrelado por Wagner Moura (‘Narcos’) e Kirsten Dunst (‘Ataque dos Cães’).

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Guerra Civil‘ é dirigido por Alex Garland, também responsável por ‘Ex_Machina‘.

Em um futuro próximo nos EUA, a corrida à Casa Branca coloca em risco o futuro de todos.

O elenco ainda conta com Cailee Spaeny, Stephen McKinley Henderson Nick Offerman.

Capitão América vs. Hulk Vermelho no novo trailer de ‘Admirável Mundo Novo’; Confira!

A Marvel divulgou o novo trailer do aguardado ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘, estrelado por Anthony Mackie e Harrison Ford.

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Lembrando que ‘Capitão America: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

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Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.

Oficialmente,  o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Sacrifício BRUTAL em clipe inédito do remake de ‘Witchboard: Espírito Assassino’; Confira!

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, ganhou um clipe inédito.

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Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

Melissa Barrera, da franquia ‘Pânico’, estrelará novo TERROR sobrenatural

De acordo com o Variety, Melissa Barrera (‘Pânico’) será a protagonista do terror sobrenatural ‘Inhabit‘.

Na trama…

“Após um evento traumático, uma jovem se muda para um conjunto habitacional decadente em busca de um novo começo. Quando ela passa a ser aterrorizada por ocorrências bizarras — vizinhos desequilibrados, perseguidores misteriosos, violência gratuita —, ela começa a acreditar que está sendo alvo de uma força possessiva que distorce sua percepção da realidade. Uma força que só pode ser vencida ao confrontar os aspectos mais sombrios de sua própria natureza.”

O projeto está sendo descrito como um “terror psicológico implacável”, que promete uma “exploração arrepiante de trauma, da maternidade e da responsabilidade de um poder insondável”.

Adam Alleca, que escreveu o roteiro do remake ‘A Última Casa‘, será responsável pela direção e enredo.

“O verdadeiro horror significa forçar o público a confrontar um medo existencial universal sobre o qual ninguém jamais ousou contar uma história,” declarou o cineasta. “Minhas inspirações são os thrillers ousados ​​e focados nos personagens que eu adoro, como ‘O Bebê de Rosemary’, ‘O Exorcista’ e ‘Corra!’. A inovação deles é a minha bússola.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Freira’: Diretor de Spin-off de ‘Invocação do Mal 2’ compartilha fotos dos bastidores

Recentemente, o diretor do spin-off ‘The Nun‘, Corin Hardy, divulgou uma série de imagens dos bastidores das filmagens da produção.

Confira:

Day 1 of #TheNun. And. We’re off.

Uma publicação compartilhada por Corin Hardy (@corinhardy) em

Day 2 on #TheNun is done. But it began a little like…

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#TheNunMovie Day 3. Head casting session.. but who’s beneath the silicone?…

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#TheNunMovie shoot day 4. Evidence.

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#TheNunMovie Day 9. Reposting @jonasbloquet The Chairs Of Doom. #nunarmageddon

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#TheNunMovie Shoot Day 13. Unlucky for Nun.

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Day 15: A grave end to a long week shooting #TheNunMovie. My natural habitat.

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Who goes there? Spooked out end to Day 21. #TheNunMovie

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Day 27 on #thenunmovie. Birds eye BTS.

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Day 29. What an average day at the office looks like on #TheNunMovie.. Photo thanks to @sharon_gilham

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Day 31. #TheNunMovie Legends. @taissafarmiga @bonnieaarons1 @demianbichiroficial

Uma publicação compartilhada por Corin Hardy (@corinhardy) em


The Nun‘ estreia nos cinemas nacionais dia 12 de julho de 2018.

Confira a sinopse:

Quando uma jovem freira de uma ordem de clausura – reclusão total e silêncio – tira sua própria vida em um convento na Romênia, um padre com um passado atormentado e uma noviça às vésperas de professar os votos finais e tornar-se também freira são enviados pelo Vaticano para investigar o caso. Juntos, eles descobrem o profano e mundano segredo da ordem.

Colocando em risco não apenas suas próprias vidas, mas também sua fé e suas almas, os dois lutam contra uma força malévola, que toma a forma da mesma freira demoníaca que assombrou os espectadores de ‘Invocação do Mal 2‘, enquanto o convento se transforma num aterrorizante confronto entre os vivos e as almas condenadas ao inferno eterno.

The Nun‘ é estrelado por Demián Bichir (‘Uma Vida Melhor’), ator indicado ao Oscar, como o Padre Burke; Taissa Farmiga (da série ‘American Horror Story’) no papel da Irmã Irene; Jonas Bloquet (‘Elle’) como o morador da vila local, Frenchie; Charlotte Hope (da série ‘Game of Thrones’) no papel da Irmã Vitória, da abadia da Romênia; Ingrid Bisu (‘Toni Erdmann’) como a Irmã Oana; e Bonnie Aarons, voltando à personagem de ‘Invocação do Mal‘ agora no papel-título de ‘The Nun‘.

 

 

 

5 CASOS REAIS de Ed e Lorraine Warren que podem inspirar ‘Invocação do Mal 3’ 

‘Invocação do Mal 2’: Em vídeo LEGENDADO, James Wan fala sobre o caso Enfield 

Crítica | Invocação do Mal 2

The Nun‘ será o segundo spin-off da franquia, após ‘Annabelle‘.

“Invocação do Mal 3 não será focado em Amityville”, afirma James Wan 

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‘Vingadores: Guerra Infinita’: Irmãos Russo sugerem aparição de elenco de ‘Arrested Development’

Talvez essa seja a aparição mais inesperada em ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, mas já estamos querendo! O irmãos Joe e Anthony Russo sugeriram uma possível participação do elenco da sérieArrested Development na sequência dos heróis.

Durante uma entrevista ao Andy McCarroll Movies, a dupla comentou que os fãs da produção narrada pelo cineasta Ron Howard serão surpreendidos.

Disse:

“Existem algumas surpresas vindo e eu poderia dizer que os fãs de ‘Arrested Development’ devem ficar de olhos bem abertos para testemunhar o que virá”.

 

A produção foi classificada como PG-13 (para maiores de 13 anos) por “sequências intensas de violência e ação de ficção científica, linguagem e algumas referências grosseiras”.

Antes mesmo de estrear, o novo filme da Marvel Studios já está quebrando alguns recordes. Só nos EUA, a pré-venda de ingressos no site Fandango já é maior do que a observada nos últimos sete lançamentos da Marvel combinados. De acordo com o The Wrap, em comparação com Pantera Negra, a nova produção do estúdio já vendeu mais do que o dobro de ingressos.

Ansiosos? O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

 

‘Vingadores: Ultimato’ ganha coleção de moletons inspirados no uniforme dos heróis

Os fãs animados com a chegada de ‘Vingadores: Ultimato‘ vão poder sair pelas ruas trajando o novo uniforme do time de heróis, com a coleção oficial de moletons desenvolvida pela Marvel.

As peças já estão em pré-venda por US$ 64,99 e trazem detalhes do novo visual que veremos em breve nos cinemas. Além do moletom, um boné com as mesmas cores do uniforme pode ser adquirido, pelo montante de US$ 27,99.

Com o lançamento agendado para o mês de maio, os casacos virão em tamanhos masculinos e femininos. Infelizmente, o site responsável pela venda do material oficial não faz entregas para o Brasil.

Confira as imagens:

 

Vingadores: Ultimato’ estreia no dia 25 de abril de 2019.

‘Vingadores: Ultimato’: Thanos estilhaça escudo do Capitão América em arte conceitual

‘Vingadores: Ultimato’ foi um dos principais sucessos de 2019, encerrando a Fase 3 do MCU de forma gloriosa.

E uma nova arte conceitual da produção foi divulgada e traz o registro de uma forte cena que ficara de fora do corte final do longa.

No material em questão, o vilão Thanos estilhaça o escudo do Capitão América com força, em meio a um confronto.

Confira:

Assista à nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Crítica | How it Ends: Diretora do reboot de ‘Jovens Bruxas’ estrela dramédia à la pandemia

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2021

A quietude das ruas vazias e das casas fechadas prepara um cenário semelhante ao da vida real. Carros estacionados e mercados desabastecidos revelam o retrato de uma fotografia semelhante e – inevitavelmente – nos remetem aos dias mais tensos da pandemia do Coronavírus. Mas na comédia dramática How it Ends, o fim ganha um sabor agridoce diferenciado, em que a doçura dos recomeços, do perdão e da remissão se sobrepõem ao peso do fim do mundo. Aqui, um meteoro pode até estar prestes a dizimar o planeta Terra, mas nem por isso os últimos instantes precisam ser amargos.

Zoe Lister-Jones, escritora, roteirista e produtora do reboot de Jovens Bruxas, migra para um lado completamente oposto deste gênero nessa nova dramédia, que explora a realidade física de uma pandemia, para trazer uma adorável e inspiradora história sobre aceitação, reconhecimento e até mesmo responsabilidade afetiva. Se apropriando do delicado contexto mundial, ela e o seu esposo, Daryl Wein, assumem a direção e o roteiro de How it Ends com pulso firme e bom humor. Usando a oportunidade única oferecida pelo momento atual para ocupar as ruas vazias de Los Angeles, eles operam com poucos equipamentos de filmagem, mas trazem na manga muitas experiências incríveis para compartilhar.

Apresentando uma produção de caráter pré-apocalíptico, a dupla faz de How it Ends uma carta inspiradora e cômica sobre a importância do perdão. Por meio da premissa do iminente fim do mundo, o longa traz Liza (Lister-Jones), uma mulher que sai em uma jornada de arrependimento pelas ruas de LA no último dia do planeta Terra, a fim de se redimir com as pessoas do seu passado. E à medida que a protagonista encara os seus erros e os dos outros por uma ótica muito mais libertadora, mais ela também será forçada a confrontar a autodepreciação e todos os motivos que a levaram a uma epifania de autoflagelação e isolamento social.

Convidando a audiência a ir além dos efeitos socioemocionais que uma catástrofe global é capaz de proporcionar no íntimo de cada um de nós, a comédia dramática na verdade nos leva a refletir sobre como encaramos a nossa própria vida e como lidamos com os traumas e com as consequências de cada um dos nossos relacionamentos, sejam eles familiares, profissionais ou amorosos. Motivando o público com leveza, humor, mas também com uma dose reforçada de drama, How it Ends fica entre o otimismo e o medo das incertezas, sendo um reflexo simbólico e emocional do tempo de pandemia – mas transcendendo o zeitgeist por sua mensagem que, de fato, é bem atemporal e sempre bem-vinda.

Simples em sua execução técnica, mas com argumentos poderosos e essenciais, a produção é calcada em seus diálogos e nas reflexões que Liza tem com sua versão mais jovem e inocente. Divertido, mas também profundo, o filme tem seus pontos fortes no clímax, que faz um confronto sobre o peso da falta do amor próprio e como ele afeta diretamente nossa percepção sobre tudo e todos. Uma comédia dramática sobre relacionamentos, o longa é repleto de participações especiais de astro hollywoodianos, como Olivia Wilde e Helen Hunt. Acalentador, How it Ends ainda nos convida a enxergar a nossa versão mais jovem, para que talvez possamos aprender a conviver em paz com as feridas que insistimos em cultivar, mesmo depois de tantos anos.

Crítica | 3 Tonelada$: Assalto ao Banco Central: Netflix entrega uma super produção documental

Distante das tecnologias avançadas, em meados de uma década que ainda testemunharia o surgimento do primeiro smartphone, um dos roubos mais emblemáticos e estratégicos da história mundial transformou a segurança pública do Brasil. O famigerado assalto ao Banco Central de Fortaleza é o clássico caso que “parece coisa de filme”. E após uma adaptação para as telonas, o assunto volta a ser pauta cinematográfica na nova minissérie documental da Netflix, intitulada 3 Tonelada$: Assalto ao Banco Central. Traçando os passos dos criminosos mais de 15 anos depois, o documentarista Daniel Billio relembra o caso a partir de uma perspectiva que conquista até mesmo os menos afeiçoados pelo gênero.

Sob uma super produção que nada deixa a desejar em relação aos títulos norte-americanos, 3 Toneladas$ reconstrói todos os passos da trajetória criminal que culminou no suntuoso roubo de mais de R$ 164 milhões dos cofres do Banco Central. Com uma coleta riquíssima de materiais históricos e uma cronologia bem montada e visualmente atraente, a produção nos leva para um profundo túnel do tempo, onde um grupo de ardilosos e habilidosos ladrões de banco cavaram sua estreita e crucial entrada para uma mina de dinheiro.

Reunindo um grupo seleto de entrevistados que inclui membros da Polícia Civil e Federal e personalidades do setor jurídico que viveram todo o escândalo na época, a minissérie ainda traz os relatos de um dos ladrões que liderou o assalto. Com o rosto coberto, ele nos ajuda a entender em primeira pessoa a dimensão do crime. De quebra, ainda faz sua pequena reflexão sobre uma questão tão fundamental em casos como esses: O crime compensa ou não?

De forma minuciosa e bem esmiuçada, 3 Toneladas$: Assalto ao Banco Central é uma jornada instigante para a audiência. Com simulações bem dirigidas, que funcionam como um artifício artístico-visual para entreter e orientar, a minissérie conta com três episódios que exploram as profundezas do crime, abrangendo uma extensão que até então nenhuma reportagem jornalística havia trazido. Com materiais fonte exclusivos e inéditos – em meio a diversos registros investigativos -, a produção oferece ao público a mesma prazerosa experiência que tantas outras minisséries documentais amadas do streaming assim o fizeram no passado.

Uma série de grande porte, o mais novo original Netflix brasileiro é um deleite para os fãs de conteúdo investigativo – quer eles sejam ficcionais ou documentais. Revelando novos detalhes do impacto do roubo na própria trajetória criminal do país, a produção é ainda uma excelente análise reflexiva e histórica sobre a conexão entre o crime e os terríveis ataques do PCC em maio de 2006 – ano que ficaria marcado pela violência organizada. Sempre pautado por uma trilha sonora intuitiva e sorrateira e com uma narrativa muito bem elaborada, 3 Tonelada$: Assalto ao Banco Central possui alguns dos elementos que mais amamos no entretenimento, sendo ainda uma aventura chocante na dolorosa história do nosso país.

Crítica | Macabro – Filme Nacional cria suspense com caso real dos Irmãos Necrófilos

Baseado no caso real dos Irmãos Necrófilos, batizado assim pela mídia, Macabro chama atenção por desenvolver um suspense sobre um dos episódios mais bárbaros da investigação criminal brasileira. A obra de Marcos Prado (Paraísos Artificiais), no entanto, foca no policial comandante da missão e perde a mão ao problematizar o seu dilema pessoal, além de conduzir um forçado discurso sobre racismo. A tentativa soa simulada dentro de um contexto muito mais profundo sobre abandono social e político, além de uma falência do sistema penal brasileiro. 

De início, a trama expõe um outro revoltante acontecimento no Rio de Janeiro em 2010 . Quando um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) matou por engano um morador do morro numa operação, ao confundir uma furadeira com uma arma. Na trama, o sargento Teo, vivido pelo ator Renato Góes, conhecido pelas novelas Órfãos de Terra (2019) e Velho Chico (2017), encarna o militar e tem o peso de compor um personagem atormentado e justiceiro, no entanto, fica na superfície do comandante linha dura com rompantes de emoção. 

Após esse trágico episódio, Teo é enviado a um vilarejo nas montanhas dos Pinéis, em Nova Friburgo, com a missão de prender dois irmãos suspeitos de cometer brutais assassinatos e manter relações sexuais com os cadáveres. Tal como saído de um episódio de Caçador de Mentes (Mindhunter, 2017 -), o enredo de investigação é bem desenhado e instigante ao buscar razões para os acontecimentos e suas futuras consequências, para além de uma caça a criminosos no meio de uma floresta.

Deste modo, o retrato dos assassinos é feito por meio dos relatos dos moradores daquela comunidade rural, na região serrana do Rio de Janeiro. Com uma fotografia impecável de Azul Serra (da série Boca a Boca), as cenas noturnas são as mais envolventes e expressam, justamente, os momentos mais eminentes do filme. Em uma atmosfera de mistério, Macabro remonta os segredos e os abusos da vida desses dois irmãos, entretanto, se desvia de compreender o que se passa na região para focar nas emoções de Teo e os seus traumas familiares. 

Do ponto de vista do roteiro, pode ser interessante relacionar dois casos de violência policial distintos na pele de uma mesma pessoa. No entanto, esta ponte torna-se uma incongruência na trama, pois não traz redenção, reflexão ou, ao mesmo um senso de justiça para a relação engendrada. Ou seja, a história do policial apesar de torna-se o ponto principal da narrativa, não tem uma mensagem de relevância no todo da obra. 

Aliado a este erro de dosagem, Macabro tenta elaborar uma relação entre o racismo de uma comunidade descendente de imigrantes suíços e alemães à contribuição para a psicopatia de um dos irmãos. O movimento é feito de forma recorrente e estereotipada por meio de falas do cabo Everson (Guilherme Ferraz), as quais não condizem com o ambiente delimitado a sua posição de integrante do Bope. 

O caso dos irmão necrófilos já serviu de pano de fundo para outra obra nacional, Isolados (2014), com Bruno Gagliasso e Regiane Alves. Lá, a história era apenas um ponto de partida para as sensações de horror e claustrofobia arquitetadas por Tomas Portella (Operações Especiais). Já na obra de Marcos Prado, o caso é propagado como enredo principal, mas, na realidade, serve de exemplo para discussões sociais mais profundas, tais como “justiça com as próprias mãos” e “desamparo social”, os quais disputam espaço com o clima de suspense.

Esses assuntos são recorrentes na obra do diretor e produtor, vide Estamira (2004), Tropa de Elite (2007) e o seriado O Mecanismo (2018), em contrapartida, os crimes bárbaros e o seu tom de suspense policial pedem mais incisão sobre os assassinos do que sobre o policial. Afinal, o personagem Teo encontra-se anos-luz da malícia e dualidade do Capitão Nascimento (Wagner Moura), de Tropa de Elite, para tomar a frente narrativa. 

‘Jessica Jones’ faz terapia para controlar a raiva em novo teaser da 2ª temporada

A Netflix divulgou um novo teaser e um pôster da 2ª temporada de ‘Jessica Jones. Confira:

Confira também novas imagens. Uma delas mostra a heroína, vivida pela Krysten Ritter, acorrentada. Confira:

http://youtu.be/Ckzo0Jx5BFg

Assim como na primeira, e em todas da casa (com exceção de Os Defensores), a segunda temporada de Jessica Jones terá 13 episódios, todos estreando de forma simultânea em 08 de março de 2018.

Krysten Ritter retorna como a personagem título. Assim como seu arqui-inimigo Kilgrave (David Tennant).

‘Aquaman’: Jason Momoa publica vídeo anunciando o trailer para AMANHÃ; Assista!

O trailer deAquaman que será exibido amanhã na San Diego Comic-Con 2018 é mesmo um trailer completo com tudo o que tem direito. De acordo com o site Trailer Track, o trailer terá 2 minutos e 30 segundos de duração.

Além disso, o astro Jason Momoa publicou um vídeo dentro d’água anunciando o lançamento do trailer. Confira:

O filme chegará aos cinemas nacionais em 13 de dezembro, ou seja, uma semana antes da estreia americana, que acontece em 21 de dezembro.

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

O elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

 

10 curiosidades de ‘Tá Chovendo Hambúrguer’ | A animação 3D que lançou Chris Miller e Phil Lord

Famosos por animações aclamadas pela crítica e bilheteria nos últimos anos, como Uma Aventura Lego (2014) e Homem-Aranha no AranhaVerso (2018), Chris Miller e Phil Lord se estabeleceram no mercado como grandes nomes dos longas animados. Porém, seu primeiro trabalho de grande repercussão foi Tá Chovendo Hambúrguer (2009), uma animação mais voltada para o público infantil que acabou conquistando públicos de várias idades. O CinePOP então separou 10 curiosidades sobre o filme. Confira!

Variações

O nome do filme variou de acordo com pratos famosos do país em questão. Enquanto nos EUA, o nome significa algo como “Nublado com chance de almôndegas”, a versão brasileira veio como “Tá Chovendo Hambúrguer”. Na Turquia, o filme se chama “Tá Chovendo Kafta”, e a versão de Israel se chama “Tá Chovendo Falafel”.

Livro x Filme

 

 

 

 

 

 

 

Algumas pessoas não sabem, mas o filme é baseado num livro de mesmo nome. Porém, as tramas do livro e do filme são completamente diferentes. O livro, por exemplo, é narrado por um avô, que conta uma história para seus netos sobre uma cidade mágica. Na verdade, única semelhança é que a cidade em questão também tem chuva de comida.

SNL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O elenco do filme é praticamente todo saído do Saturday Night Live. Além de Bill Hader, Anna Ferris, Andy Samberg e Will Forte também vieram do programa.

Espanhol

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na versão dos países da América Latina que falam espanhol, o Flint foi chamado de Flint Loco, ou Flint Louco em português. Além de soar parecido com “Lockwood”, a escolha do sobrenome veio pra brincar com ele ser um cientista maluco.


Amendoim

 

 

 

 

 

 

 

 

No filme, a personagem Sam Sparks, que é interpretada pela Anna Ferris, diz ser alérgica a amendoim. Ela é o par romântico do não-alérgico Flint, que é vivido por Bill Hader. Porém, na vida real, é Hader quem tem alergia a amendoim.

Steve

 

 

 

 

 

 

O ator e humorista Neil Patrick Harris foi convidado para interpretar o cientista Flint Lockwood. Porém, quando ele foi conhecer o projeto, acabou se identificando mais com o macaquinho Steve. Para o papel de Flint, o também comediante Bill Hader acabou sendo escolhido.

Mr. T

O policial Earl Devereaux é interpretado pelo ator Laurence Tureaud, o icônico Mr. T. E a produção inseriu algumas piadas sobre isso na trama. A primeira delas é o cabelo do personagem, que é o completo oposto do corte do ator, que ostentava um marcante moicano. Mais tarde, ele atravessa uma tortilha gigante, deixando a marca de um T nela.

Curtinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O visual do Earl é bastante incomum. Ele é o grande policial da cidade, mas usa uns shortinhos bem curtos. Isso porque a primeira versão do roteiro traria ele como um personal trainer que divide sua rotina com o trabalho de policial. A versão final do roteiro deixou ele como policial o tempo todo, mas manteve os shortinhos de professor de academia.

Mórbido

Quando a máquina de Flint saí de controle e começa a afetar pontos turísticos pelo mundo, o Monte Rushmore é atingido por várias tortas gigantes. Todos os ex-presidentes recebem torradas na cara, menos Abraham Lincoln. Ele é atingido na nuca, assim como o presidente da vida real, que foi assassinado com um tiro na nuca.

Sequência

O filme custou US$ 100 milhões, que é um valor relativamente alto, por conta da inovadora tecnologia 3D que ganhava força no cinema na época. A bilheteria deu retorno de aproximadamente US$ 243 milhões, o que garantiu uma continuação lançada em 2013.

Tá Chovendo Hambúrguer está disponível na Netflix.

Crítica | Royalteen – Romance Teen Norueguês é um misto de ‘O Diário da Princesa’ com ‘Meninas Malvadas’

Aparentemente, no hemisfério norte é meio comum as pessoas irem para a escola ou para o trabalho e se depararem, de repente, com algum membro da realeza. Talvez porque ainda haja muitos países sob a monarquia pelas bandas de lá, e isso acaba se refletindo no audiovisual, seja em produções como ‘A Princesa e a Plebeia’, em que a gêmea da protagonista simplesmente esbarra com ela e decide trocar de lugar, ou como em ‘Tratamento de Realeza’, em que o príncipe decide cortar cabelo com uma cabeleireira comum de Nova York e se apaixona por ela. Se por séculos a realeza manteve uma fachada de pessoas distantes e inalcançáveis, hoje a ideia é justamente desconstruir isso e mostrá-los como seres comuns – e os filmes de romance têm ajudado muito nessa missão. Como a estreia ‘Royalteen’, romance adolescente norueguês que acaba de chegar na Netflix.

Lena (Ines Høysæter Asserson) é uma jovem que acaba de se mudar com sua família para Oslo, capital da Noruega. É seu primeiro dia de aula e sua mãe (Veslemøy Mørkrid) está superanimada porque a filha vai estudar na mesma sala que os príncipes herdeiros do trono. Para a surpresa de Lena o príncipe Kalle (Mathias Storhøi) não só demonstra ser simpático, mas parece interessado nela. Com o passar dos dias, Lena vai percebendo que seu coração também está balançando pelo herdeiro ao trono, mas isso passa a incomodar à princesa Margrethe (Elli Rhiannon Müller Osborne), que fará de tudo para separar dos dois e manter a segurança da coroa.

Com uma hora e quarenta, ‘Royalteen’ começa bem e se desenvolve bem, mas, no arco final da trama, a coisa toda parece rolar ladeira abaixo sem nada para se segurar. Baseado no livro de Randi Fuglehaug e de Anne Gunn Halvorsen, o roteiro de Ester Schartum-Hansen é centrado nessa protagonista que parece uma jovem com uma família comum, em uma vida comum, mas, de repente, o roteiro começa a inserir um bocado de informação e de background sinistro para uma personagem com quem o espectador deveria se conectar e por quem deveria torcer; sendo atropelados, de repente, com um tanto de ações questionáveis de Lena, começamos a duvidar se queremos mesmo que ela fique com o carismático príncipe, que é gente boa.

Parte dessa problemática deve ser atribuída também à direção de Per-Olav Sørensen e Emilie Beck, que constrói todo o enredo numa vibe romance teen para, do nada, transformar a coisa toda numa espécie de ‘Meninas Malvadas’ velada e encerrar sua trama com um final aberto, dando a entender que poderá haver continuação. Bom, o problema é que por mais de uma hora de projeção nada indica uma sequência, então, sermos surpreendidos de repente por um bocado de motivos e assuntos mal resolvidos parece uma forçada de barra para garantir mais filmes.

Apesar dessa ganância da produção, ‘Royalteen’ é um romance teen fofinho, com um príncipe adorável e que sai da mesmice das produções reais britânicas. Tal como aprendemos em Las Encinas, de ‘Élite’, misturar a plebe com a realeza desperta a inveja de muitas pessoas, mesmo na Noruega.

Crítica | Os Miseráveis – Inquietude social de Paris é retratada com força em filme pré-indicado ao Oscar

Representante da França na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional e indicado ao Globo de Ouro, Os Miseráveis não é uma adaptação direta do clássico literário escrito por Victor Hugo. Também não é uma refilmagem ou nova versão do musical inspirado no livro, que fez sucesso nos palcos da Broadway e chegou aos cinemas em 2012, com as presenças de Hugh Jackman, Anne Hathaway, Russell Crowe e companhia no elenco principal. Mas isso não significa que a escolha do nome foi por acaso. O novo filme se passa no bairro de Montfermeil, o mesmo em que acontece parte importante da trama de Hugo.

Stéphane (Damien Bonnard) é um policial que acaba de se juntar ao esquadrão anti-crimes do bairro. Ele passa a trabalhar lado a lado com Chris (Alexis Manenti) e Gwada (Djibril Zonga), e logo em seu primeiro dia se vê envolvido com um conflito envolvendo gangues locais e crianças da região.

A narrativa acontece em meados de 2018, durante a Copa do Mundo da Rússia, em que o sucesso da equipe francesa acaba apaziguando as tensões no país. Mas os problemas sociais seguem vivos, a intolerância contra imigrantes ou pessoas de outras religiões são inerentes inclusive da força policial. Neste contexto, um momento que parece ser de celebração pode logo desencadear em protestos sociais.

É interessante notar como Os Miseráveis é um filme vivo e quente. As ações do trio de policiais desencadeiam em situações emergenciais e urgentes, mas é mais que isso. Há a permanente sensação de inquietude social, de que algo pode sair do controle a qualquer momento.

A escolha de colocar um policial iniciando o serviço no local é importante para colocá-lo como representante do espectador, que sofre com as situações ao seu lado. Ao mesmo tempo, as atitudes mais radicais e destemperadas dos outros dois são contextualizadas (não justificadas) diante de um cenário de tensão que já dura anos. Em determinado momento, inclusive, somos lembrados dos protestos de 2005, que chocou a Europa, deixou muitos carros e espaços queimados, mas que pouco colaborou para a melhoria da vida daquelas pessoas.

Dirigido por Ladj Ly, Les Misérables (no original) é uma obra que comunica muito bem com o cinema e com a sociedade dos tempos atuais. Curiosamente, o longa dividiu o Prêmio do Júri do Festival de Cannes com o brasileiro Bacurau. Por sinal, as duas produções conversam muito entre si no sentido de fomentar uma resistência e se preocupar com ameaças estrangeiras.

Com a ajuda do diretor de fotografia Julien Poupard, Ly cria um sentimento de tensão fascinante. É simbólico notar como a câmera muitas vezes está parada diante dos cartões postais de Paris, como o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel – cenários das comemorações da Copa -, mas está sempre em movimento em Montfermeil. 

Vale destacar ainda o elenco jovem da produção, especialmente o jovem Issa Perica, que interpreta Issa, um garoto que se vê envolvido em um problema com a política que despertará os conflitos na área. Filho do diretor, Al-Hassan Ly também se sai bem na pele de Buzz, um jovem fascinado por drones que passa boa parte do tempo gravando o que acontece na região.

Com um terceiro ato de tirar o fôlego, Os Miseráveis opta por um final em aberto, o que faz sentido. Afinal, a vida daquelas pessoas segue sem um destino muito claro.

Filme visto durante a cobertura do Festival do Rio 2019

‘Little Monsters’: Comédia com Lupita Nyong’o ganha trailer HILÁRIO; Assista!

A comédia com zumbis ‘Little Monsters‘, estrelada por Lupita Nyong’o (‘Pantera Negra‘), ganhou mais um trailer oficial.

Confira:

Escrito e dirigido por Abe Forsythe, a premissa do longa é muito semelhante ao filme ‘Cooties: A Epidemia‘.

David (England), um músico rebelde, se oferece para acompanhar a viagem escolar de seu sobrinho, depois de se apaixonar pela professora, Caroline (Nyong’o). As intenções de Dave se complicam quando descobre que Caroline tem interesse em Teddy McGiggle (Gad). O que nenhum deles imaginava, no entanto, é um surto repentino de zumbis. Será que David conseguirá superar a situação e ter uma chance de ganhar o coração de Caroline, ou os zumbis chegarão lá primeiro?

O elenco também inclui  Josh Gad (‘A Bela e a Fera‘) e Alexander England (‘Alien: Covenant‘).

O longa será lançado nos cinemas do UK no dia 15 de novembro. No Brasil, segue sem previsão.

‘Riverdale’: [SPOILER] está de volta na promo do episódio 04×16; Confira!

The CW divulgou a promo oficial de “The Locked Room”, 16º episódio da quarta temporada de Riverdale, que vai ao ar no dia 11 de março e que marca o retorno de Jughead (Cole Sprouse) à produção depois de sua aparente morte.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada já está em exibição na CW. No Brasil, a série é transmitida pela Warner.

Assista ao trailer:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ ApaLili ReinhartCamila MendesCole SprouseMadelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘Euphoria’: Episódio especial focado em Jules ganha novo pôster BELÍSSIMO; Confira!

HBO Max divulgou um novo pôster belíssimo do segundo episódio especial de Euphoria, que será focado em Jules.

Confira:

O novo capítulo será exibido no dia 24 de janeiro de 2021.

Intitulado “F*ck Anyone Who’s Not a Sea Blob”, a narrativa será centrada em Jules (Hunter Schafer) “durante o feriado de Natal, conforme ela reflete sobre seu ano”. Schafer co-escreveu e co-produziu o episódio, fazendo sua estreia nas telinhas em ambos os papéis.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco conta com Zendaya, Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Willow’: Astro de ‘Doom: Aniquilação’ entra para a nova série do Disney+

O clássico cult Willow vai ganhar uma série no Disney+ e, dia após dia, detalhes sobre a vindoura produção vão dominando as redes sociais e os consórcios de imprensa.

Agora, de acordo com o ComicBook.com, o ator Amer Chadha-Patel foi recentemente escalado para o elenco em um papel principal. Conhecido por seus trabalhos em Doom: AniquilaçãoArmy of One, Chadha-Patel será Boorman, um ladrão e mentiroso que se junta à missão de resgatar um príncipe em cativeiro em troca de liberdade.

Ele se junta às previamente anunciadas Ruby Cruz (‘Castle Rock’), Ellie Bamber (‘Animais Noturnos’) e Erin Kellyman (‘Solo’). Warwick Davis retorna como o personagem titular.

Jonathan KasdanWendy Mericle entram como produtores executivos e co-showrunners.

O trio de mulheres protagonistas irá aparecer como membros de um grupo em uma missão para salvar um príncipe em cativeiro. Bamber dá vida a Dove, uma ajudante e cozinha que descobre ser “a escolhida”; Cruz é Kit, a irmã gêmea do príncipe capturado; e Kellyman interpreta Jade, dama de companhia e melhor amiga de Kit.

As filmagens estão programadas para começar na primavera nórdica, no País de Gales.

Jonathan Entwistle, conhecido pelo seu trabalho nas séries ‘The End of the F***ing World‘ e ‘I Am Not Okay With This‘, foi contratado para dirigir os episódios.

Lançado em 1988, o longa original girava em torno de Willow Ufgood, um anão e aprendiz de mágico que conta com a ajuda de Madmartigan, um exímio espadachim, numa guerra contra feiticeiros e monstros. Juntos eles terão de vencer todos esses seres para salvar um bebê (que mais tarde será princesa) das mãos de uma terrível rainha, Bavmorda. Bavmorda usa de magia negra para controlar o reino e teme a criança, pois uma profecia diz que será o motivo de sua derrota.

‘The Crown’ leva para casa o prêmio de Melhor Série de Drama no Emmy 2021!

A 4ª temporada do drama de época The Crown fechou com chave de ouro a premiação do Emmy 2021 e levou para casa um dos principais prêmios da noite – o de Melhor Série de Drama.

Outros prêmios notáveis foram dados a Gillian Anderson na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Drama; Tobias Menzies em Melhor Ator Coadjuvante em Drama; Olivia Colman em Melhor Atriz em Drama; e Josh O’Connor em Melhor Ator em Drama.

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Lightyear’: Nova animação da Pixar sobre o patrulheiro espacial ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Walt Disney Studios e a Pixar divulgaram hoje (08) o trailer legendado oficial de Lightyear, animação focada no icônico patrulheiro espacial Buzz Lightyear, de ‘Toy Story‘.

O filme chega aos cinemas brasileiros em 16 de junho de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.

Confira:

Em seu Instagram oficial, Chris Evans, que dubla o personagem titular, agradeceu a oportunidade de poder interpretar o herói espacial, dizendo que “é um sonho se tornando realidade”:

“Trabalhar com a Pixar é um sonho se tornando realidade. Tenho sido um grande fã dos filmes desde o início. Meu time mal conseguia esconder a animação quando me contaram que a Pixar tinha uma proposta para mim. Tudo que eles disseram foi ‘Buzz Lightyear’. Não sabia o que significa, já que Tim Allen é Buzz Lightyear, e ninguém poderia tocar em sua performance. Precisava saber como esse personagem era diferente e por que essa história valia a pena ser contada. Posso dizer duas coisas com a mais absoluta confiança:

1. Não parei de sorrir durante a reunião INTEIRA. De orelha a orelha.

2. Todos podem descansar em paz. E ficar bem animados”.

Artigo | Vecna, Eleven e o encontro de dois mundos: o final explicado da 4ª temporada de ‘Stranger Things’

Cuidado: MUITOS spoilers à frente.

Em maio de 2022, a Netflix nos presenteou com a tão aguardada quarta temporada de Stranger Things, uma das produções mais bem-sucedidas da plataforma de streaming. Divulgando os primeiros sete episódios, a narrativa nos preparou para um explosivo season finale que teria a duração de quatro horas divididas em dois longos capítulos – e os Irmãos Duffer, apesar de tropeçarem aqui e ali, conseguiram entregar exatamente o que esperaríamos de uma série como esta.

Agora, convidamos você a revisitar a conclusão do mais recente ciclo, à medida que os levamos para compreender algumas das reviravoltas que podem ter passado batido.

Para aqueles que não se recordam, a sétima iteração do primeiro volume revelou a identidade de Vecna, o antagonista mais vil e mais bem trabalhado da produção até agora. A verdade é que o vilão que vinha assassinando pessoas na pequena cidade de Hawkins era o filho de Victor Kreel (Robert Englund), Henry, e o Number One (personalidades interpretadas pelo incrível Jamie Campbell Bower), a primeira criança a ser “adotada” pelo Dr. Brenner (Matthew Modine) para o desenvolvimento de habilidades psíquicas. Entretanto, Henry, dotado de uma maligna personalidade, se transformou em um homicida sem coração que foi impedido apenas por Eleven (Millie Bobby Brown) em uma batalha intrincada que o levou para o Mundo Invertido e o transformou na criatura como a conhecemos agora.

É claro que as revelações da parte inicial da 4ª temporada foram inúmeras – o que nos levou a pensar que não iríamos mais lidar com tantos acontecimentos espetaculares nos dois episódios finais. Mas isso não aconteceu, e a backstory de Vecna com Hawkins e com todos os personagens principais da trama ainda tinha muito a ser explorado.

Como vemos em meados do nono capítulo, “The Piggyback”, Vecna e Eleven se enfrentam em um beligerante conflito que prenuncia a suposta resolução. Eleven tenta dizer que ele não precisa seguir o caminho da escuridão e que ela sabe o sofrimento pelo que passou nas mãos do Dr. Brenner – mas as coisas não saem como o esperado. Na verdade, Vecna sabe no que se transformou e que, arquitetando um plano de vingança muito bem delineado, estava reunindo forças para voltar à cidade natal e colocar seu reino de caos em prática. Afinal, quando no Mundo Invertido, ele teve contato com uma substância que fica apelidada de Sombra – e que dá vida aos monstros que assolam Hawkins. E, ao tomar controle e conhecimento dessa substância, Vecna conseguiu “criar” essas criaturas e esperou o momento em que a barreira entre as duas dimensões se abriria – cortesia, obviamente, de Eleven (que, no ápice de seus poderes, criou uma fenda que permitiu que os Demogórgons e o Devorador de Mentes causassem tantas mortes).

Mas isso não é tudo: apesar de ser derrotado por uma ação em conjunto, os trâmites do antagonista se concretizam. Seu objetivo era descerrar quatro portais através de quatro mortes (três delas realizadas nos capítulos anteriores: Chrissy, Fred e Patrick), cujas entradas iriam se convergir em uma explosão multidimensional e dar espaço para que o Mundo Invertido tomasse conta da nossa realidade. Antes de desvanecer (ou assim pensamos), Vecna conseguiu matar Max (Sadie Sink) por alguns momentos, antes que fosse salva e reanimada por Eleven em um coma profundo do qual tem pouquíssimas chances de sair. Os quatro portais, então, se materializaram em Hawkins e causaram uma histeria generalizada nos habitantes, impulsionando-os a deixar a cidade e abandonar os problemas que viriam a enfrentar.

Eleven e sua família, entretanto, não saem de lá e, retornando às raízes, reencontram e reerguem a “cabana” em que moravam tempos atrás – e que volta a se tornar palco do reencontro entre ela e Hopper (David Harbour), depois de uma trágica separação. A protagonista se sente derrotada por não ter conseguido impedir Vecna de cumprir seus sombrios desejos e pelo fato de nunca ter sido derrotada antes. “Você já perdeu”, é a frase que o vilão profere antes de dar adeus, ao menos por agora. Mas a breve tranquilidade some em um piscar de olhos – e Will (Noah Schnapp), agora de volta a Hawkins, sente a presença das criaturas do Mundo Invertido mais forte do que nunca.

Na sequência final, temos os personagens descobrindo que uma agourenta e tenebrosa nuvem mancha os céus, trazendo partícula da outra dimensão para a cidade – prenunciando, dessa forma, o embate final entre o bem e o mal que mudará a história de cada um para sempre.

‘Pinóquio’: Versão de Guillermo del Toro chega ESTE MÊS à Netflix!

Pinóquio, versão em stop-motion comandada pelo aclamado realizador Guillermo del Toro, chega este mês à Netflix.

A produção tem estreia agendada para o dia 09 de dezembro na plataforma de streaming e já foi muito elogiada pelos especialistas nacionais e internacionais, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Enquanto o longa não chega ao serviço virtual, é possível assistir à animação em cinemas selecionados.

Relembre o trailer:

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com raros 100% de aprovação, com altíssima nota 8.90/10, baseada em 22 reviews até o momento.

Confira os comentários:

“É o que é, e isso é perfeitamente imperfeito” – THR.

“Uma obra-prima em stop-motion” – TheWrap.

Pinóquio de Guillermo del Toro traz o bizarro, o obscuro e a alegria ao conto de Carlo Collodi” – Slashfilm.

“Das primeiras cenas, fica evidente que Pinóquio é uma produção de Del Toro, aproximando-se do tom de ‘O Labirinto do Fauno’, mas com o terror e o gore reescalados para as crianças” – Next Best Picture.

“Este é um raro entretenimento infantil que não tem medo de chocar as crianças e nem de encantá-las” – Variety.

O elenco conta com Gregory Mann como PinóquioEwan McGregor como o Grilo Falante; e David Bradley como Gepetto.

Tilda SwintonChristoph WaltzFinn WolfhardCate BlanchettJohn TurturroRon PerlmanTim Blake NelsonBurn Gorman completam o elenco.

Del Toro entra também como roteirista da versão em stop-motion, que é baseada no clássico de animação criado por Carlo Collodi.

A trama será ambientada na Itália, durante os anos 30, um momento histórico particularmente carregado, em uma época que o fascismo estava em ascensão e Benito Mussolini estava consolidando o controle do país.

10 trilhas sonoras INCRÍVEIS para ouvir mais de uma vez

O que seria do cinema sem a música? Basicamente nada.

Desde o surgimento dos filmes falados, trilhas sonoras nunca foram deixadas de lado e sempre contribuíram para cultivar mundos fantásticos, envolventes, narcóticos e assustadores – e, caso não tivéssemos esse importante elemento como fonte catártica, o resultado seria bastante diferente.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez trilhas sonoras icônicas do cinema para ouvir no repeat – e todas elas estão disponíveis nos aplicativos de música.

Confira abaixo nossas escolhas:

CHICAGO

Chicago é um dos melhores musicais já feito na história – e também uma das melhores adaptações das últimas décadas. Vencedor de seis estatuetas do Oscar, as atuações impecáveis de Catherine Zeta-Jones, Renée Zellweger e Richard Gere não são o único elemento que nos envolve; afinal, temos também a icônica trilha sonora infundida com instrumentais clássicos do jazz e do blues dos anos 1940 – que deram vida a canções como “Cell Block Tango” e “All That Jazz”.

NASCE UMA ESTRELA (2018)

Lady Gaga tornou-se um dos grandes ícones do pop com sua estreia em 2008, mas a lenda da música nos mostrou um lado mais pessoal e intimista ao produzir e compor a trilha sonora de Nasce Uma Estrela. O remake de levou para casa inúmeros prêmios, grande parte pelo hit “Shallow” (que ultrapassou todas as expectativas e alcançou o patamar de canção mais premiada da história), além de nos encantar com baladas (“Always Remember Us This Way” e “I’ll Never Love Again”) e certas tracks escondidas que mereciam mais atenção (“Diggin’ My Grave”, por exemplo).

MARY POPPINS

Mary Poppins carrega consigo um legado imensurável que ainda o coloca como um dos melhores longas-metragens dos estúdios Walt Disney. Baseado no romance homônimo de P.L. Travers, a história da encantada e austera babá ganhou o mundo e até hoje é redescoberto por fãs de clássicos – que não pensam duas vezes antes de arriscar a cantoria em “Supercalifragilisticexpialidocious” ou na solene “Chim Chim Cher-ee”, que ganharam inúmeras versões com o passar dos anos.

O REI LEÃO (1994)

Facilmente a animação mais adorada por muitas pessoas, O Rei Leão afastou-se da orquestra clássica de outras produções da Casa Mouse e apresentou uma relevante e necessária exploração da cultura africana com a utilização de elementos imediatamente reconhecíveis – fosse nos poderosos vocais de Lebo M. e Mbongheni Ngema (que inclusive retornaram para o remake de 2019), fosse no ressonante instrumental dos batuques e dos tambores arquitetado com tanto esmero por Hans Zimmer.

MARIA ANTONIETA

Com uma atmosfera movida a batidas eletrônicas e ao poder sonoro da guitarra, a trilha sonora de Maria Antonieta é um complemente muito bem-vindo à sua proposital e anacrônica construção narrativa. Seguindo os passos de obras anteriores de Sofia Coppola, o respaldo musical oscila do new wave até o post-punk – e não pensa duas vezes antes de banhar-se em escolhas deliciosamente bizarras, estranhas e inesperadas.

EM RITMO DE FUGA

A trilha sonora de Em Ritmo de Fuga fornece um novo significado ao conceito de mixtape: diferente de outras utilizações da música na indústria cinematográfica, o diretor Edgar Wright optou por imprimir conhecidas e memoráveis canções em um espectro diegético, ou seja, integrado à própria narrativa e transformada em um personagem invisível. Dentre os vários ícones da esfera fonográfica, temos a presença de Sky Ferreira, Queen, Golden Earring – além de fazer um aceno a James Gunn (que fez a mesma coisa com Guardiões da Galáxia.

O MÁGICO DE OZ

Judy Garland teve seu grande momento ao interpretar Dorothy na revolucionária adaptação de O Mágico de Oz; entretanto, para além de sua performance, ela foi guiada por uma trilha sonora irretocável, que começa com a melódica declamação coming-of-age “Somewhere Over the Rainbow” e que trilha um caminho borbulhante com lullabies teatrais, momentos de pura tensão e um épico e emocionante desfecho.

AVES DE RAPINA

“A proeminência de Doja Cat abre a produção com a incrível “Boss Bitch” que, mesmo seguindo uma construção já ouvida antes (ainda mais quando pensamos na transição dos anos 2000 para os 2010), transborda com um delicioso rap guiado por sintetizadores do electro e do dance-pop, entregando uma rendição frenética e inebriante ao extremo – sabendo o momento certo de recuar para um instrumental mais densa e de utilizar os familiares moduladores de voz. Pouco depois, é a vez de Charlotte Lawrence brilhar com as samples emprestadas de Nina Simone em “Joke’s On You”, ganhando um espaço mais que merecido e pavimentando uma trajetória rumo a uma discografia de bastante sucesso.”

GREASE: NOS TEMPOS DA BRILHANTINA

“Tell me more, tell me more” é um dos versos mais conhecidos do cinema e não é por menos: a cativante letra é parte de “Summer Nights”, um dos carros-chefes de ‘Greaser: Nos Tempos da Brilhantina’. O romance musical imortalizou as vozes de Olivia Newton-John e John Travolta em dançantes e enérgicas rendições que incluem também “You’re the One that I Want” e “Look at Me, I’m Sandra Dee”.

CORALINE E O MUNDO SECRETO

Os estúdios Laika são responsáveis por animações que beiram a perfeição estética e que resgatam o gostinho nostálgico dos stop-motion. É claro que Coraline e o Mundo Secreto não ficaria fora do suprassumo do gênero, tendo apavorado diversas crianças por sua visceral e fantástica narrativa e por uma trilha sonora tétrica, amargamente repetitiva, onírica e inebriante por todos os motivos certos – auxiliando a nos carregar ao longo de reviravoltas chocantes e acontecimentos arrepiantes.

‘Frasier’: Revival com Kelsey Grammer estreia na Paramount+!

O revival da aclamada sitcom Frasier, que traz Kelsey Grammer de volta como o personagem titular, já está disponível na Paramount+.

A produção estreou no último dia 13 de outubro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Bebe Neuwirth também retorna como Lilith Sternin. Esta notícia vem porque já foi confirmado que o filho de Lilith e Frasier aparecerá na nova série, interpretado por Jack Cutmore-Scott.

Os novos membros do elenco da série incluem Nicholas Lyndhurst como Alan, Toks Olagundoye como Olivia, Jess Salgueiro como Eve e Anders Keith como David. Por meio de um comunicado oficial, Grammer comemorou o retorno da produção, que contou com 11 temporadas e chegou a conquistar 39 estatuetas do Emmy Awards:

“Tendo passado mais de 20 anos de minha vida criativa no lote da Paramount, produzindo séries e atuando em várias delas, e eu gostaria de parabenizar a Paramount+  por sua entrada no mundo dos streamings. Estou ansioso para compartilhar o próximo capítulo da contínua jornada do Dr. Frasier Crane.”

Um revival de Frasier tem sido alvo de conversas e negociações há anos. Em 2019, Grammer chegou a comentar em uma entrevista que o projeto estava ganhando forma, com previsão de lançamento para 2020. No entanto, o retorno da série não fora formalizado na época, com a novidade apenas se confirmando genuinamente agora.

Frasier‘ acompanha um psiquiatra que apresenta um programa de rádio e transmite sagacidade e sabedoria aos ouvintes. No entanto, ele tem muitas dificuldades de lidar com seus próprios problemas: um irmão pretensioso, seus amigos e colegas de trabalho.

No Brasil, a série foi exibida pelo canal Sony.

‘Romeu e Julieta’: Atriz que viverá Julieta negra em peça com Tom Holland é alvo de ataques RACISTAS

Nos últimos meses, Tom Holland (‘Homem-Aranha’) revelou que estrelaria a nova versão teatral da clássica peça Romeu e Julieta, de William Shakespeare, como o protagonista titular Romeu Montéquio e dividindo os holofotes ao lado de Francesca Amewudah-Rivers como Julieta Capuleto.

Entretanto, recentes reportagens afirmaram que, pouco depois do anúncio oficial do elenco completo, Amewudah-Rivers foi alvo de “uma enxurrada de deploráveis ​​ataques racistas online” que exigiu um pronunciamento imediato por parte dos produtores da peça.

Segundo a BBC (via CBR), a declaração oficial da companhia The Jamie Lloyd diz:

“Isso precisa parar. Estamos trabalhando com um grupo memorável de artistas. Insistimos que eles são livres para criar trabalho sem enfrentar abusos online. Continuaremos a apoiar e a proteger todos na nossa companhia a qualquer custo. Qualquer abuso não será tolerado e será reportado. Bullying e abuso não têm lugar online, na nossa indústria ou nas nossas comunidades”.

Os produtores também disseram que os ensaios para a peça são “cheios de alegria, compaixão e gentileza” e que a companhia celebra o “talento extraordinário” de todos os envolvidos.

O elenco também conta com Freema Agyeman, Tomiwa Edun, Michael Balogun, Mia Jerome, Daniel Quinn-Toye, Ray Sesay, Nima Taleghani, Joshua-Alexander Williams, Callum Heinrich e Kody Mortimer.

Dirigida por Jamie Lloyd (‘The Seagull’), a peça tem estreia marcada para o dia 11 de maio em West End, um cultuado centro cultural de Londres, na Inglaterra.

A produção de Lloyd está sendo anunciada como uma “nova visão pulsante do conto imortal de Shakespeare sobre escritores de palavras, rimadores, amantes e guerreiros” e vai permanecer em cartaz durante 12 semanas.

Vale lembrar que Holland fez sua estreia nos palcos como protagonista em ‘Billy Elliot: O Musical‘, em 2009.

Além de ser mais conhecido por seu papel como Peter Parker nos novos filmes do Homem-Aranha, ele também atuou em ‘O Diabo de Cada Dia’, ‘Cherry – Inocência Perdida’, ‘Uncharted’ e na série ‘The Crowded Room‘.

VMAs 2024 | Taylor Swift conquista mais DOIS prêmios, incluindo Melhor Direção

A titânica Taylor Swift conquistou mais dois prêmios na nova edição do Video Music Awards.

Swift levou para casa a estatueta de Melhor Pop e de Melhor Direção por “Fortnight”, lead single do álbum The Tortured Poets Department performado ao lado de Post Malone. O clipe também conquistou o prêmio de Melhor Edição, enquanto Swift levou para casa as condecorações de Artista do AnoMelhor ColaboraçãoMúsica do Verão.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por Fearless, 1989FolkloreMidnights.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’‘Speak Now’ e 1989, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

BAFTA 2025 | Kieran Culkin leva o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por ‘A Verdadeira Dor’

A Verdadeira Dor (A Real Pain), comédia estrelada por Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’) e Kieran Culkin (‘Succession’), continua fazendo bonito na temporada de premiações.

Culkin conquistou o BAFTA de Melhor Ator Coadjuvante por seu aclamado trabalho.

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Crítica | A Real Pain: Jesse Eisenberg e Kieran Culkin nos embalam em catártica jornada sobre as perdas que vivemos pelo caminho

Na trama, dois primos incompatíveis, David e Benji, se reúnem para uma viagem pela Polônia para homenagear sua amada avó. A aventura sofre uma reviravolta quando as antigas tensões do estranho casal ressurgem no contexto da história de sua família.

O longa é protagonizado, roteirizado e dirigido por Jesse Eisenberg.

Kieran Culkin (‘Succession’) e Will Sharpe (‘The White Lotus’) também estrelam a produção.

‘A Namorada Ideal’: SUSPENSE do Prime Video com Robin Wright e Olivia Cooke ganha imagens inéditas; Confira!

Depois do teaser trailer, o Prime Video divulgou imagens inéditas de ‘A Namorada Ideal’ (‘The Girlfriend’), minissérie de suspense psicológico estrelada por Robin WrightOlivia Cooke.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de setembro.

Confira:

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Laurie Davidson, Waleed ZuaiterTanya MoodieShalom Brune-FranklinKaren HenthornAnna ChancellorLeo SuterFrancesca Corney integram o elenco.

Wright entra como diretora da série.

A trama acompanha Laura (Wright), uma mulher que tem uma ótima carreira, um marido amável (Zuaiter) e um filho adorável (Davidson). Entretanto, sua vida começa a ruir quando o filho traz para casa uma namorada (Cooke), que Laura acredita estar mentindo sobre quem realmente é. Querendo protegê-lo, ela fará o que for preciso para provar que ele está sendo enganado.

A série é baseada no romance homônimo de Michelle Frances.

‘The Fifth Wheel’: Nikki Glaser, Brenda Song e Fortune Feimster entram para a nova COMÉDIA da Netflix

A comédia ‘The Fifth Wheel‘, da Netflix, acaba de ganhar mais força com a escalação de três novos membros ao elenco protagonista.

Segundo o DeadlineNikki GlaserBrenda SongFortune Feimster farão parte do longa-metragem ao lado da previamente confirmada Kim Kardashian.

Eva Longoria assume a cadeira de direção a partir de um roteiro assinado por Paula PellJanine Brito.

Além de Kardashian e Pell, também produzem Jessica Elbaum e Will Ferrell pela Gloria Sanchez, e Cris Abrego e Longoria pela Hyphenate Media Group.

O filme acompanha um grupo de melhores amigos do ensino médio que tentam se reconectar durante uma viagem de fim de semana a Las Vegas. Quando uma forasteira atraente (Kardashian) aparece de surpresa, eles são forçados a confrontar suas vidas conturbadas, más decisões e amizades em crise.

O projeto se tornou prioridade para a Netflix desde que venceu um leilão competitivo em novembro de 2023, durante o feriado de Ação de Graças. Segundo o Deadline, vários estúdios manifestaram interesse pelo roteiro, que foi descrito como “um dos mais engraçados em muito tempo”.

HERE | Os dez anos do MELHOR álbum de Alicia Keys

Quando achávamos que Alicia Keys não poderia mais nos surpreender com composições originais e rearranjos de sua própria carreira, ela nos prova errado – e é basicamente essa sensação estupenda que fica com HERE, seu sexto e penúltimo álbum de estúdio (até o momento). Demorando nada menos que quatro anos para lançá-lo, a artista comentou em entrevistas promocionais que nunca havia criado músicas de uma forma tão rápida. Talvez o motivo de tamanho fluxo criativo tenha insurgido com os crescentes movimentos em defesa das vidas negras nos Estados Unidos e da luta para celebrar a importância da cultura africana. E, enquanto ela nunca experimentou algo assim, o público também não – o que explica nosso imediato envolvimento com uma jornada majestosa traduzida em dezoito faixas.

HERE inicia de uma forma familiar: Keys abre essa sinestésica aventura com um interlúdio intitulado “The Beginning”, que coloca o piano em segundo plano pela primeira vez em prol de uma declamação evocativa sobre a história, durante a qual une presente, passado e futuro, fazendo homenagens a uma “Nina Simone no parque, no Harlem, no escuro” e celebrando sua própria persona. A profunda atmosfera é uma reminiscência de seus primeiros anos na indústria, mas é pincelada com uma profundidade desencantada com o mundo e que guiaria todas as outras faixas – como a consecutiva e explosiva “The Gospel”. Aqui, a influência do R&B dá espaço para uma mistura entre rap e soul, arquitetados com a verborragia analítica de uma das muitas personagens que saíram de bairros afro-americanos (como o Bronx e o Brooklyn, por exemplo) e que compartilham de narrativas bastante similares.

A expressão da contracultura poética é arquitetada em contraponto aos clássicos orquestrais, o que explica a necessidade de uma track como essa em um período tão complexo quanto o que Alicia vivia. Através de uma pungente lírica (sua melhor até então), suas críticas à meritocracia e ao supremacismo racial são claras e bem-vindas. Tais incursões se mantém em “Pawn It All”, um dos ápices do álbum, em que a temática de reconquistar uma vida perdida é conduzida por um pop-folk e R&B que condecora, acidental ou propositalmente, as cantigas laborais inglesas do século XVII – abrindo espaço para as populares transgressões do gospel. Os resgates cinquentistas também aparecem com força, como na poderosa “Kill Your Mama”, mas não restringem o construtivo anacronismo que toma forma no synth-soul de “She Don’t Really Care_1Luv” ou na contemporaneidade de “Work On It”.

Por mais único que o estilo da cantora e compositora seja, considerando principalmente as power ballads em R&B com que nos presenteara anos atrás, ela não tem medo de ousar em consagrar todos os ídolos que já passaram por sua vida – da mesma forma que sempre fizera. A comercial parceria com A$AP Rocky, “Blended Family (What You Do For Love)”, é nada menos que uma breve e mais comedida mesura às vibrantes inflexões dos grupos En Vogue e Salt-N-Pepa – algo que já era de se esperar, considerando o respaldo militante e feminista da lead singer -, com todas as glórias dos anos 1990. As aparições póstumas de James Brown comandam os potentes vocais de “Illusion of Bliss”, cujo título fala acerca de uma pseudo-felicidade que mascara os reais problemas da sociedade. Em “Where Do We Begin Now”, as apaixonantes dissonâncias retomam a artística produção dos anos 1920 do jazz, fazendo alusão ao lendário George Gershwin e a suas rapsódias.

Diferente das breves obviedades de suas obras anteriores, Keys também desconstrói uma engessada estética para trabalhar na diegese e na extradiegese de seu trabalho. A metalinguagem fonográfica é um dos principais artifícios utilizados pela artista, transpondo-a para além dos microcosmos de cada faixa e calcando uma espécie de musical dramático – exemplificado pela fusão entre trilha sonora e diálogos cotidianos sobre os mais variados assuntos que discorre ao lado de seus colegas. De qualquer forma, ela não abandona o que outrora lhe colocou no topo do mundo, como os roucos e crus vocais de “Hallelujah”, que, apesar de perder pontos pela formulaica progressão, vale a pena pela teatral rendição.

O compilado não rendeu muitos singles promocionais – e a explicação é extremamente plausível. Alicia não desejava engendrar uma mera diligência mercadológica, e sim investir em uma tese sociológica sobre os problemas e as dificuldades enfrentadas pelos negros desde a época da escravidão até a atualidade, incluindo preconceito, falta de oportunidades e apagamento de cultura. Mais do que isso, ela fala sobre as múltiplas ramificações dos afrodescendentes de forma conspícua e celebratória, numa urgência que marcaria produções futuras de nomes como Beyoncé, Megan Thee Stallion e Cardi B.

De Elaine Brown a Shirley Chisholm, HERE é um grande aparato histórico e a magnum opus de Alicia Keys. Ela reconhece sua presença na sociedade contemporânea e, como cita categoricamente logo na primeira canção, se enxerga como a “dramática estética antes da música começar”.