Site Página 3932

Wicked | Conheça o romance de Gregory Maguire que será adaptado para os cinemas

Nos últimos dias, a Universal Pictures finalmente revelou que a indicada ao Oscar Cynthia Erivo e a vencedora do Grammy Ariana Grande irão estrelar a vindoura (e já problemática) adaptação de Wicked, aclamado musical da Broadway que, por sua vez, foi baseado no ilustre romance assinado por Gregory Maguire.

Mas você conhece a história do livro?

Em 1995, Maguire decidiu resgatar o conto de O Mágico de Oz’, criado por L. Frank Baum em 1900 que contava a vida e as aventuras da jovem Dorothy Gale e sua jornada inesperada à longínqua e misteriosa terra de Oz, na qual encontra diversas criaturas sedentas por cumprirem seus desejos – e outras não tão amigáveis assim. De qualquer modo, fomos apresentados a um ponto de vista e não sabemos o que estava acontecendo neste território desconhecido antes da chegada da garota; é exatamente sobre isso que Maguire discorre em Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz’. E as coisas não poderiam ser mais chocantes: pelo que tudo indica, a Bruxa Má do Oeste é revelada como uma vítima cujas ambições são suprimidas por um regime totalitário comandado pelo Mágico; a Bruxa Boa do Norte é na verdade uma patricinha fútil que não se importa com ninguém além de si mesma. E a sociedade oziana (gentílico adotado pelos habitantes de Oz, obviamente) está prestes a ruir em disparidades sociais e pobreza.

Tudo parece uma grande brincadeira de mau gosto ou uma sátira novelesca. Três anos antes da publicação de Wicked, Geoff Ryman já havia lançado sua obra, Was’, mas como forma de manter o poder da fantasia e da arte, provocando em seus leitores meditações e divagações profundas sobre estas vertentes. Mas aqui as coisas são diferentes. A premissa principal resume-se mostrar os dois lados de uma mesma moeda e dizer que as pessoas que se portam como antagonistas na verdade não são piores que o restante de nós. Não digo que o autor trate a obra original com desrespeito, mas sim como um diamante a ser lapidado: os personagens aparecem, obviamente, mas em arcos diferenciados e, por vezes, assustadores, embebidos em pretextos que culminam em atos e escolhas quase inumanas. E apesar do tom dramático e provocativo, a narrativa de desenrola de forma tão fluida que nos faz mergulhar num universo novo em questão de segundos.

Em Wicked, como já citado, Elfaba (a futura Bruxa Má do Oeste) não é a antagonista, e sim uma criação mal compreendida que foi, de certo modo, abandonada pela família por ter nascido com a pele verde e por não poder entrar em contato com a água, além de ter dentes proeminentes que assustavam a qualquer um que ousasse chegar perto dela. Em contraposição, Glinda (a futura Bruxa Boa do Norte) emerge como uma socialite hipócrita obcecada pelo dinheiro e por status e cuja futilidade é exatamente o que Elfaba condenaa. O Mágico, por sua vez, é o grande vilão, pois, ainda que Glinda não seja flor que se cheire, suas intenções não são ruins. Mas o governante na verdade é um déspota tirano que destronou a Rainha Ozma para tomar a força o poder e ameaçar exterminar aqueles que ousassem lhe impedir ou lhe contrariar.

Elfaba é o que podemos chamar de arquétipo do idealismo anárquico e da coragem dos rebeldes que deseja estampar na cara da sociedade todas as mazelas sob as quais ela vive. Logo depois de entrar na Faculdade de Shiz, nome concedido em homenagem ao centro comercial de Oz e local onde todos os seus valores são colocados em cheque ao conviver com pessoas tão supérfluas e que a maltratam, ela se envolve na luta pelos direitos dos Animais (com A maiúsculo mesmo), uma classe que se diferencia do restante dos animais por ter a capacidade de falar. Para tanto, sua vida começa a ser permeada por outros personagens de cunho moralista, como o Doutor Dillamond, um Bode que realiza experiências antropológicas, Madame Morrorosa, que trabalha secretamente para o Mágico, e Nessa – sua irmã e futura Bruxa Má do Leste – que se encanta com uma vida que nunca pôde ter por conta de seu passado.

Após encontrar as vertentes extremistas da luta social, a protagonista abandona a escola, torna-se uma anarquista e se esconde. Depois que seu amante, Fiyero, é assassinado por soldados do Mágico, ela se une a um grupo de monjas, para cuidar dos fracos e doentes. Mas, durante uma longa jornada que eventualmente a leva de volta para sua própria casa, Elfaba se torna tão desiludida e paranoica que, mais breve que o esperado, abraça seu destino como Bruxa Má do Oeste.

Elfaba é uma personagem completa: complexa e problemática como todo ser humano e, por isso mesmo, torna-se emblemática. Apesar de todos os personagens também serem assim, com ela a visão multidimensional é muito mais clara. Ela é supostamente a heroína e aquela para a qual devemos sempre torcer. Mas por mais que saibamos que ela não passa de uma vítima de uma sociedade intolerante, corrupta e preconceituosa, suas próprias ações denunciam a quebra dos paradigmas heroicos que conhecemos. Sua mente está em constante mudança e é bombardeada por excentricidades que a levam em caminhos opostos ao que deveria. Entretanto, sabe muito bem diferenciar uma escolha individualista de outra social. E obviamente não podemos esquecer sua inteligência – algo notável não só no seu modo de agir, mas também em suas reflexões sobre a vida e o mundo (seja no campo espiritual, seja no terrestre).

“Eu nunca uso as palavras humanista ou humanitário, pois me parece que ser humano significa ser capaz dos crimes mais hediondos da natureza.”

A riqueza de detalhes de Maguire para descrever Oz também merece destaque. Não espere encontrar descrições precisas de lugares, lendas e criaturas como nos livros de J.R.R. Tolkien por exemplo, pois nem mesmo os próprios ozianos parecem conhecer Oz realmente – tanto que existem inúmeras teorias sobre como o mundo foi criado, sobre Deus, sobre o surgimento dos Animais, entre outras coisas. A riqueza de detalhes que me refiro encontra-se exatamente nos elementos que acabei de citar. Tudo é extremamente mundano e ordinário; seja nas discussões e questionamentos sobre a vida (tanto no aspecto natural/terreno quanto no sobrenatural/divino), seja nos problemas das pessoas e o modo como elas reagem a eles, seja na ignorância e na falta de compreensão dessas mesmas pessoas ao não conseguir conceber o diferente e tratá-lo com hostilidade e intolerância: tudo isso faz com que você esqueça na maior parte do tempo que está lendo um livro de fantasia. E apesar de causar estranheza no início, essa abordagem inusitada te faz ficar cada vez mais fascinado com esse universo complicado e por vezes espantoso.

O maior triunfo do livro sem dúvida está em suas reflexões. Não apenas sobre natureza do bem e do mal, mas sim na abrangência dos diversos níveis da psiquê humana. Nenhum personagem é unilateral ou linear quando falamos do caráter, e isso faz com que tanto eles quanto o leitor questionem e duvidem de seus pensamentos e ações o tempo inteiro. Assim como todos nós, perguntam-se qual a escolha mais sensata a se fazer, ainda que isso contrarie os seus princípios ou os da comunidade em que vivem. Maguire tenta mostrar através da história de Elfaba que conceitos de personalidade não são definitivos, e que o certo e o errado não se resumem ao que nos ensinaram. Nós mesmos somos colocados à prova em cada parágrafo minuciosamente escrito pelo autor; depende apenas de nós englobar a sabedoria necessária para discernir e compreender tudo isso (confesso que várias vezes durante a leitura, parei e pensei: “caramba, isso faz muito sentido.”)

“Glinda usava suas contas de purpurina, e você usava sua aparência exótica e sua história, mas vocês não estavam fazendo a mesma coisa, tentando maximizar o que tinham para conseguir o que queriam? As pessoas que se dizem más normalmente não são piores do que o resto de nós. – Ele suspirou. – É com as pessoas que se dizem boas ou melhores do que o resto de nós que devemos nos preocupar.”

Wickedé o tipo de livro que deixa os leitores intrigados, incomodados, desconfortáveis e, em alguns momentos, inconformados, como toda boa obra de arte, – e isso torna sua leitura obrigatória. As recomendações em sua contracapa são verdadeiras: reserve um espaço para a obra entre “Alice no País das Maravilhas” e “O Senhor dos Anéis”. Pois uma fusão entre fantasia e realidade que consiga fazer o que este livro fez, definitivamente merece um lugar especial.

Lembrando que o longa-metragem começa a ser rodado a partir de junho de 2022, no Reino Unido, com Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’, ‘Em um Bairro de Nova York’), atado à direção.

Crítica | Alerta Vermelho – Filme mais caro da Netflix é o novo ‘Esquadrão 6’ do streaming

Duas horas de caricaturas estereotipadas e uma coletânea de frases de efeito fazem de Alerta Vermelho uma experiência formulaica, batida e repetitiva. Não trazendo nada de novo para as telas, o novo filme de Rawson Marshall Thurber é quase um Michael Bay requentado: Força suas referências da cultura POP de forma blasé, transforma seus personagens em vilões infantiloides e pesa a mão nas cenas de ação, explorando explosões exageradas e performáticas a fim de manter a atenção da audiência. É cafona? Sem sombra de dúvidas. Mas às vezes é o tipo de entretenimento que mais diverte o assinante da Netflix.

Com um orçamento milionário, Alerta Vermelho chega sob a sombra da expectativa de que muito dinheiro investido também signifique qualidade fílmica. E enquanto aclamados cineastas como Martin Scorsese sofrem para finalizar seus longas, produções pouco expressivas como essa comédia de ação secam os cofres dos estúdios em sucessivas explosões que poderiam muito bem ter sido reduzidas pela metade. Dito isso, a produção não é um total desperdício. Ainda que seja uma reprodução de Esquadrão 6 com toques de Indiana Jones, a suntuosa comédia atrai o público geral por sua intensidade, que oferece poucos respiros e muitas cenas de luta.

Trazendo um background de origem que fragilmente tenta unir dois períodos históricos distintos, o longa quer despertar o ímpeto aventureiro na audiência, mas se estende em uma narrativa prolixa, que anda em círculos – enquanto tenta surpreender o público com grandes-pequenas reviravoltas. Suas duas horas são repletas de excessos e nada é tão convincente assim a ponto de nos fazer se engajar com a trama. Mas Gal Gadot, Ryan Reynolds e Dwayne Johnson se entrelaçam bem e mesmo que a dinâmica seja piegas e pouco intuitiva, o trio de atores é capaz de segurar a atenção da audiência, à medida em que faz um malabarismo mirabolante com suas frases de efeito que são pouco originais, mas que vez outra conseguem extrair um riso frouxo.

Completamente despretensiosa, a comédia de ação pode se tornar um desperdício de tempo para cinéfilos mais criteriosos, à medida em que facilmente pode cativar aqueles que pouco esperam de um filme. Quando não levado a sério e sob uma tremenda suspensão de realidade, Alerta Vermelho pode se tornar uma experiência cinematográfica prazerosa. Você poderia assistir algo um pouco mais substancial e bem melhor? Obviamente. Mas quando um filme é tão ruim a ponto de se tornar um prazer culposo, quem somos nós para julgar?

Artigo | 16 anos depois, ‘Orgulho e Preconceito’ continua como uma das melhores adaptações de Jane Austen

Jane Austen é uma das autoras inglesas mais lembradas de todos os tempos. Seus romances tragicômicos perpassam com grande destreza por diversos temas sociais que, à prima vista, podem parecer superficiais, mas na verdade carregam consigo uma profundidade imprevisível e que dialoga tanto com a época na qual foram escritos e possuem a atemporalidade de estenderem suas críticas e metáforas para os dias de hoje. Logo, não é nenhuma surpresa que livros como Razão e Sensibilidade’ e Persuasão’ ganhem releituras para o cinema e finquem a importância da novelista no escopo literário mundial.

É claro que a popularização de sua obra-prima, Orgulho e Preconceito, chamou a atenção de diversos cineastas e, desde a década de 1940, o romance centrado em dois personagens de classes sociais diferentes e que negam qualquer sentimento próspero entre eles sofreu investidas cada vez mais endossadas para diversos meios de entretenimento. Entretanto, é a versão mais recente que faz jus ao legado de Austen, na incrédula estreia diretorial do que viria a ser um dos nomes mais conhecidos da indústria cinematográfica: Joe Wright. Através de uma habilidade muito fluida tanto com a narrativa quanto as técnicas fílmicas, o emergente cineasta conseguiu resgatar todo o escopo do material original ao mesmo tempo em que forneceu uma perspectiva única para a história de Elizabeth Bennet e o Sr. Darcy.

ULTIMATE AUSTEN

Adaptar uma obra literária nunca é um trabalho fácil, principalmente quando ela pertence a um legado tão marcante quanto a de Austen. Porém, mesmo com todo o peso que recaiu sobre Wright, o longa-metragem é sem sombra de dúvida a melhor rendição do universo inglês burguês da autora, justamente por se preocupar em absorver a sensibilidade crítica, mesclando de forma equilibrada a comédia, a tragédia e os costumes de uma sociedade pautada na regência patriarcal e no conservadorismo.

Logo de cara percebemos que Orgulho e Preconceito será um filme sensorial. Se nas páginas do livro a saturação descritiva é a sua principal característica, toda a subjetividade fornecida pela protagonista é traduzida em seu modo de olhar o mundo em que está inserida e como sua “disfuncional” família, por assim dizer, funciona como um cosmos à parte da sociedade urbana. Não é à toa que o cineasta demonstra essa contradição primeiro pelo manejo da câmera e segundo pelas escolhas visuais que compõe a caracterização dos personagens. O primeiro plano-sequência da obra preza pela fluidez onírica que acompanha os sonhos de uma jovem mulher chamada Elizabeth (Keira Knightley), a qual praticamente dança em seu caminho para casa à medida em que uma luz dourada a guia numa trajetória quase infinita. A ambientação já imponente torna-se ainda mais inalcançável e majestosa pela construção cênica que consegue ao mesmo nome entrar em contradição com a decadente posição social da família em questão, os Bennet, ao mesmo tempo em que fornece uma base para os futuros conflitos a serem desenrolados.

A apresentação dos outros personagens é feita de forma quase teatral e, como sempre, a partir da visão de Lizzie: ela observa seus pais tendo uma conversa um tanto quanto supérflua acerca dos benefícios e da necessidade do casamento para suas filhas, as quais devem ser desposadas antes que tornem-se velhas demais, por uma janela quadrada. Essa escolha a coloca não como protagonista da própria história, mas sim como uma mera espectadora que não tem controle sobre o destino e mesmo assim aceita todas as condições sob as que vive. Também não é por qualquer razão que a iluminação difusa permite-lhe se juntar à casa em que cresceu e que sempre serviu como uma bolha para o mundo lá fora até ser conquistada por um cavalheiro e ser entregue das mãos protetoras da mãe para seu marido.

Olhando por cima, a trama principal parece resgatar os ideais impossíveis dos romances românticos do século XIX, os quais basicamente eram pautados na superficialidade. Entretanto, não é até o final do primeiro ato que percebemos o jogo narrativo nos levando a um caminho completamente diferente do que esperávamos: primeiro, precisamos entender que a família principal é dotada de diversas figuras caricatas ou arquetípicas, dialogando com os inúmeros tipos sociais das peças de costumes que se tornaram populares com a virada para o século XX, funcionando inclusive como uma premeditação para o futuro da comunidade britânica. Se Lizzie representa toda a ideologia libertária, rebelde e irrefreável, suas irmãs Liddy (Jena Malone) e Kitty (Carey Mulligan) entram como a válvula de escape cômica, lutando para conseguirem um rico e benéfico marido que suprirá todas as suas necessidades.

A química entre as personagens coadjuvantes é adorável e odiável ao mesmo tempo, não de forma acidental, mas sim proposital. Elas carregam maneirismos quase insuportáveis em cena, os quais são reflexo da constante influência causada pela mãe, a Sra. Bennet (Brenda Blethyn), uma mulher que pode ser tudo, menos ingênua. Seus discursos acerca da importância da instituição matrimonial são esparsos por uma razão bem clara: criticar a supervalorização de uma vertente decadente e que só era reafirmada com uma força irrefreável para resgatar o brilho perdido da Igreja, ofuscada pelas crescentes investidas econômicas mercantis, e de valores cíclicos e que, eventualmente, se perderiam com a fragmentação do próprio ser humano. As análises que Austen promove em seu livro são, ao mesmo tempo, sutis e perceptíveis, ainda que passíveis de serem ignoradas.

Por incrível que pareça, uma das figuras mais desconstruídas dentro do longa é a do Sr. Bennet. Donald Sutherland encarna o patriarca de modo incrivelmente bem delineado: suas feições austeras na verdade são apenas uma máscara para um terno coração que definitivamente não liga para títulos sociais, mas preza pela real felicidade de suas filhas, muitas vezes abusando de sua condição como provedor daquele núcleo familiar para entrar em conflito com a mentalidade unilateral de sua esposa. E, ao mesmo tempo, esse casal torna-se mais complexo por entrarem em discordância e ainda sim de amarem incondicionalmente, ainda que esse amor tenha sido construído ao longo do tempo.

O pano de fundo é de imprescindível importância para a moção dos personagens principais, isso não se pode negar. Mas a cena é roubada tanto pela doçura de dois gumes de Knightley quanto pela chegada do amargurado e charmoso Sr. Darcy (Matthew Macfayden). Para aqueles que não conhecem a história de Orgulho e Preconceito, Lizzy e Darcy são um dos casais mais famosos justamente por não serem convencionais. O primeiro encontro entre duas personalidades tão distintas e contraditoriamente tão semelhantes ocorre durante um baile para a chegada da “realeza britânica” ao pequeno condado de Hertfordshire, incluindo o personagem em questão e seu melhor amigo, o animado e levemente confuso Sr. Bingley (Simon Woods).

Pense em todos os momentos do cinema, da televisão e da literatura em que um garoto e uma garota se apaixonavam logo que se encontravam e enterre tudo isso o mais fundo possível: o filme não é um conto de fadas, e sim um retrato real de uma burguesia decadente e que se fincava em relações amorosas lucrativas para reafirmar seu poder. Entretanto, estamos lidando com Darcy, um homem tão blasé quanto suas expressões acerca das mulheres que o cortejam, e Lizzy, que não se importa realmente com mais ninguém além dela mesma e de sua família e que utiliza de suas falas afiadas como forma de proteção e quebra de paradigmas.

Entretanto, essa nobre renegação entre os dois é o ponto de partida para o crescimento gradativo e inesperado de um romance. Eles escondem e utilizam de xingamentos dolorosos um para com o outro para afastarem-se e impedirem que uma “tragédia” aconteça. O orgulho que sentem é maior do que a relação que poderiam firmar pouco tempo depois de se conhecerem, enquanto o preconceito externo é lembrete constante para a diferença de classes sociais entre os dois: todo esse escopo, eventualmente, é o que explica o jogo de palavras que forma o título da obra, muito mais profundo do que parece.

Austen cria em seu livro um discurso indireto para a liberdade de expressão, colocando de forma satírica todos os seus pensamentos na figura de Lizzy. Para a época, esse afronte impertinente era visto com maus olhos principalmente pelas gerações anteriores, e Wright resgata isso com a construção de uma das melhores cenas do longa. Em determinado momento, a protagonista viaja com sua melhor amiga, Charlotte (Claudie Blakley) e seu esposo, Mr. Collins (Tom Hollander) para o palácio de Lady Catherine de Bourg, interpretada pela sempre incrível Judi Dench. Lady Catherine talvez seja a encarnação de todos os valores reacionários e conservadores que permeiam a cultura britânica desde os tempos medievais, utilizando de sua posição e da ideia de que as mulheres devem ser prendadas para servirem à “inegável superioridade” dos homens. Não é nenhuma surpresa que, durante um jantar-interrogatório, a protagonista utilize de seu pensamento conciso para rebater todas as insossas perguntas da nobre. Essa sequência não se mantém apenas em primeiro plano, mas estende-se para o futuro embate entre progresso e tradicionalismo.

A LUZ DOS OLHOS TEUS

Wright não apenas consegue transpassar toda o magnífico épico de Austen em diálogos muito bem pensados e estruturados, mas também cria uma concepção estética emocionante e envolvente, conseguindo envolver toda a magia das terras britânicas com uma visceralidade catártica.

Todo o niilismo da fotografia arquitetada por Roman Osin bate de frente com personagens movidos por valores milenares. A mudança das escolhas de iluminação é clara à medida em que a independência de Darcy e Lizzy dá lugar a uma angústia interior, representada pela transição gradativa das cores vivas, douradas e quentes para uma paleta mais pastel e suave, marcada pela escolha mórbida e quase monocromática do preto, do marrom e do verde, pincelados com alguns momentos de ternura com o vermelho e o laranja, principalmente em cenários mais fechados. E não é surpresa que o uso de tons mais esverdeados, normalmente conversando com a ideia de segurança, esteja presente nos momentos de maior tensão.

É engraçado colocarmos duas sequências muito bem construídas e analisarmos como elas representam causa e consequência para a vida dos personagens. Ao final do primeiro encontro entre o futuro casal, Lizzy mostra que não está interessada no rancoroso homem e se vira para ir embora, atravessando um gigantesco corredor. Sua expressão de contentamento, reafirmada pela luz dura, logo dá margem para feições de dúvida e leve arrependimento, marcados pelo escurecimento da fotografia que se mantém até a próxima vez que os dois se encontram. Com o final do segundo ato, os dois se reencontram em um gazebo logo depois que ela descobre um segredo terrível de Darcy. Após se confrontarem, temos praticamente o mesmo jogo de luzes, mas agora com o charmoso nobre, que não pode mais esconder seus sentimentos e não consegue mais manter-se indiferente quanto à jovem.

Cada uma das composições funciona como uma pintura. Resgatando elementos do barroco e do renascimento, criando assim uma amálgama atemporal para o filme, as sequências que premeditam um possível choque dialógico, por exemplo, que ocorre entre Lizzy e a prima do Sr. Bingley, a sedutora e venenosa Caroline (Kelly Reilly), a qual se importa mais com as aparências que os reais sentimentos. Em determinado momento, temos a clara distinção de classes entre a humildade mascaradas dos Bennet, cuja esperança de transcenderem para uma classe social mais abastada é transparecida pela escolha kitsch de suas vestimentas chamativas, e o hedonismo supérfluo dos Bingley, ressaltada pela sutileza e simetria de seus trajes (vide acima).

Como já é de se esperar, o final da narrativa nos fornece uma perspectiva otimista em relação ao “amor verdadeiro”. Ainda que se afaste dos convencionalismos de tramas similares, o reencontro dos protagonistas segue um padrão conhecido, acompanhado principalmente por uma fotografia que não chega a ser redundante, mas desenrola de modo dançante em tela: Lizzy está em seu momento reflexivo acerca do recente pedido de casamento feito por Bingley à sua irmã mais velha, Jane (Rosamund Pike) e ao descobrir o arco de redenção no qual Darcy se lançou. Logo depois, o homem aparece andando de forma objetiva através das campinas para finalmente falar com sua amada e firmar algo que sempre desejaram – e, assim que o duo deixa claro quais as intenções um para com o outro, a luz difusa do sol desponta no horizonte e os envolve mais uma vez na atmosfera onírica do primeiro ato.

O bucolismo próprio do cenário inglês também é de grande ajuda para a experiência sensorial. Todas essas sensações são também buscadas através pela trilha sonora pautada basicamente no piano clássico e delineada pela habilidade de Dario Marianelli, o qual se entrega para o drama histórico e permite ousar de forma a atingir todo o potencial que explora.

MRS. DARCY

A história pode ser repetitiva, mas Orgulho e Preconceito deixa que seus pouco mais de 120 minutos passem em um piscar de olhos. Não apenas pela envolvente atmosfera, mas também pela incrível química que Knightley e Macfayden trazem em seus personagens, utilizando-se de monólogos extensos e crus para permitir que a conexão entre as figuras que encarnam seja tão forte quanto aquela com o público, que não pode deixar de se emocionar com cada uma das viradas dentro do roteiro.

Além disso, o romance não ortodoxo preza por inúmeras críticas sociais que perpassam por instituições inquebráveis, como o matrimônio e as classes sociais, bem como a sutileza da diferença de estilos de época e a impossibilidade de duas pessoas com abismos econômicos tão grandes poderem ficarem juntas. Não apenas a obra literária como também o filme de Wright permitem que essas ironias mostrem uma permanência do orgulho e do preconceito que sempre serão inerentes à personalidade do ser humano.

‘Alerta Vermelho’: Novo filme de ação da Netflix está CONQUISTANDO os assinantes; Confira as reações!

Alerta Vermelho‘ recebeu uma enxurrada de críticas negativas e conquistou apenas 39% de aprovação no Rotten Tomatoes.

No entanto, o longa está fazendo a alegria dos assinantes da Netflix agora que chegou ao catálogo da plataforma.

Na trama, o investigador do FBI John Hartley (Dwayne Johnson) parte em busca da ladra de obras de arte mais procurada do mundo, vivida por Gal Gadot.

Mas para ter sucesso em sua missão, ele vai precisar da ajuda do golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds), que almeja o título de maior ladrão do planeta.

Nas redes sociais, o público está comemorando a chegada do aguardado longa e rasgando elogios à química do trio e à trama, repleta de aventura, humor e ação na medida certa.

O filme era tão aguardado que alguns até madrugaram para assistir assim que o título foi adicionado.

Confira as reações:

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

‘Prey’: Novo filme da franquia ‘Predador’ ganha logo e arte conceitual INCRÍVEIS; Confira!

O novo filme da franquia ‘Predador‘, oficialmente intitulado ‘Prey‘ (Presa, em tradução literal), ganhou nova arte conceitual e logo incríveis.

Confira:

O longa será lançado em meados de 2022, direto no serviço de streaming do Hulu. No Brasil, a produção deve chegar pelo Star+.

Amber Midthunder (‘Legion’) estrelará a produção. Ela irá interpretar uma mulher Comanche, que desafia as normas e tradições de sua tribo para se tornar uma guerreira.

Confira a sinopse completa:

“A história vai seguir Kee, uma mulher comanche que vai contra as normas e tradições de gênero para se tornar uma guerreira. Muitos anos atrás – em uma época antes de qualquer europeu invadir suas terras –, o povo Comanche tinha uma sociedade e normas de gênero bem definidas. Kee é muito próxima de seu irmão mais novo, Taabe, que está sendo preparado para ser um líder. Tão capaz quanto qualquer jovem da tribo, Kee sempre foi uma professora e fonte de inspiração para Taabe. Na tradição Comanche – ela é Patsi – a irmã mais velha que ajudou a moldá-lo. Kee é inspiradora e tem insights que os outros não têm. Jovem, ela quer provar a si mesma no mundo masculino do seu povo. Quando uma ameaça desconhecida coloca todos em perigo, Kee terá que mostrar que é tão capaz quanto qualquer outro guerreiro.”

Dan Trachtenberg (‘Rua Cloverfield, 10’) será responsável pela direção.

O longa-metragem está sendo desenvolvido sob a marca da 20th Century Studios, que faz parte do conglomerado da Walt Disney.

Patrick Aison (‘Jack Ryan’ e ‘Treadstone’) assina o roteiro.

A próxima sequência será o quinto capítulo da saga, que foi lançada oficialmente em 1987 e que também contou com dois derivados crossover com ‘Alien‘.

Roteiristas de ‘Eternos’ falam sobre possível introdução do Galactus ao MCU

Eternos‘ é o primeiro filme do MCU a explorar a fundo o lado cósmico por trás dos heróis da Marvel, abrindo a possibilidade para a chegada de aclamados personagens, como o Galactus, o devorador de mundos.

Durante uma entrevista para o The Direct, os roteiristas Ryan e Kaz Firpo foram questionados se há espaço para o vilão no futuro do MCU.

Em resposta, Ryan argumentou que essa é uma ideia bastante promissora.

“Galactus é um personagem muito, muito incrível. Obviamente, nós estamos preparando o palco para confrontos intergalácticos, cósmicos, e de proporções inimagináveis, principalmente quando você mata um deus do espaço – e então um deus do espaço vem e sequestra você e planeja julgar a Terra, eu acho que a porta está escancarada para vilões devoradores de mundos…”

Ele continuou, apoiando a expectativa dos fãs sobre verem uma adaptação fiel do vilão.

“Galactus é uma dessas figuras icônicas do Universo Marvel que estamos empolgados para ver tanto quanto os fãs. Às vezes, você deixa a porta aberta e ninguém sabe quem vai passar por ela. Bom, as cenas pós-créditos abrem caminho para várias possibilidades. Quem sabe o que vai acontecer no segundo filme?”

De qualquer forma, ele admitiu que ainda não há nada planejado oficialmente para a sequência.

Para ele, novas ideias podem surgir, enquanto outras podem ser descartadas.

“A verdade é que ainda não sabemos para onde vamos no segundo, mas se o público quer ver isso, estamos empolgados para explorar essa ideia se houver espaço. Você sabe, ideias vêm e vão até encontrarmos o ponto certo.”

Agora que o filme do ‘Quarteto Fantástico‘ já é uma realidade para o futuro, pode ser que o Galactus finalmente ganhe o destaque merecido daqui a alguns anos. E aí, você está animado para vê-lo no MCU?

Confira a nossa crítica de ‘Eternos‘:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Lembrando que o longa-metragem já está em exibição nos cinemas nacionais.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Filme com Gal Gadot e Armie Hammer pode ter estreia CANCELADA após polêmica de canibalismo e estupro

Após diversas polêmicas envolvendo Armie Hammer, a Disney adiou para 2022 a estreia de ‘Morte no Nilo‘, adaptação do livro de Agatha Christie que dará sequência ao filme ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘.

Porém, o filme pode ter seu lançamento cancelado nos cinemas.

Em entrevista a Variety, o diretor Kenneth Branagh revelou que o lançamento é incerto devido as polêmicas acusações contra Hammer.

“O que está acontecendo é um assunto pessoal e privado do qual não tenho conhecimento e que acho que está passando por um processo que deve ser respeitado. Essas questões muito sérias estão sendo tratadas com seriedade. É um filme muito divertido, com muito trabalho de pessoas envolvidas nele. Muitos fãs de Agatha Christie querem vê-lo. Muitos fãs de Hercule Poirot querem vê-lo. Espero que chegue o dia que ele será lançado”, disse.

Hammer estrela a produção ao lado de Gal Gadot.

O ator sofreu recentemente acusações de canibalismo e está sendo investigado por estupro. A denúncia mais recente  foi feita por uma jovem chamada Effie, que alegou que o ator a estuprou por mais de quatro horas.

Além disso, Hammer foi abandonado pela sua agência WME e foi “forçado a renunciar” todos os seus próximos projetos.

Assista ao trailer:

Kenneth Branagh retorna no papel do detetive Hercule Poirot, e Tom Bateman também volta como Bouc.

Durante suas férias no Egito, Hercule Poirot precisa investigar o assassinato de uma jovem herdeira, um crime que aconteceu a bordo de uma embarcação no Nilo. Um crime, muitos suspeitos. Um visual deslumbrante, luxuoso e com muito mistério que desperta a curiosidade. Você nunca viu um crime assim.

Annette BeningRussell BrandAli FazalDawn French, Rose LeslieEmma MackeySophie OkonedoJennifer SaundersLetitia Wright completam o elenco. 

Michael Green, que ficou responsável pela adaptação de ‘Expresso no Oriente’, retorna como roteirista.

Morte no Nilo’ foi publicado em 1937, apenas três anos depois de ‘Assassinato no Expresso Oriente’.  

A obra de Agatha Christie chegou a ser adaptada para os cinemas em 1978, mas fracassou nas bilheterias, faturando meros US$ 14 milhões. A adaptação, no entanto, conquistou um Oscar de Melhor Figurino.

‘Extraordinário 2’: ELOGIADO drama com Jacob Tremblay vai ganhar sequência

De acordo com o Deadline, uma sequência para a aclamada adaptação de ‘Extraordinário‘, intitulada ‘White Bird: A Wonder Story‘, está em desenvolvimento.

O novo filme será baseado na graphic novel homônima de R.J. Palacio.

A produção, ambientada no mesmo universo de ‘Extraordinário‘, seguirá uma jovem judia escondida por um garoto e sua mãe em uma França ocupada por nazistas durante a 2ª Guerra Mundial.

A narrativa será contada por uma avó ao seu neto, Julian, um personagem que já conhecemos do filme original. A história sobre a infância de sua avó – sua vida antes da guerra, como tudo mudou quando os nazistas ocuparam a França – provocará uma transformação em Julian. É a sua evolução, com a ajuda da história de sua avó, que mostrará o poder que a gentileza tem em mudar corações, construir laços e até mesmo salvar vidas.

James Myers irá supervisionar o projeto, que está sendo desenvolvido pela Lionsgate.

O autor R.J. Palacio servirá como produtor do novo filme ao lado de David Hoberman e Todd Lieberman, produtores do longa original.

Lançado em 2017, ‘Extraordinário‘ se tornou um sucesso de público e crítica, arrecadando mais de US$ 305 milhões mundialmente e conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Crítica | Extraordinário é um daqueles raros filmes que nos fazem chorar 

 

 

Bruce Willis é o novo Nicolas Cage? Conheça as PRODUÇÕES B lançadas pelo astro só em 2021

Más escolhas, a idade, ser uma pessoa difícil de se trabalhar? Sim, todos esses elementos podem fazer a carreira de um astro perder seu brilho e prestígio em Hollywood. Outra que pode entrar em jogo são as dívidas financeiras que levam atores a aceitar qualquer tipo de trabalho para saná-las. Esse é o caso com Nicolas Cage, segundo muitos afirmam. Vencedor do Oscar de melhor ator em 1996, por Despedida em Las Vegas, e dono de uma segunda indicação (Adaptação, 2002), Cage já foi o maior astro de Hollywood, ainda no fim da década de 1990. Hoje, o ator faz filmes a torto e a direito, a maioria chegando direto no mercado de vídeo, ao menos por aqui no Brasil.

Agora, no mesmo barco do sobrinho de Francis Ford Coppola se encontrao veterano Bruce Willis. Quem cresceu na década de 1980, sem dúvida lembra do programa A Gata e o Rato (Moonlighting), que foi ao ar de 1985 a 1989 e trazia Willis ao lado de Cybill Shepherd como uma dupla bem disfuncional de detetives particulares. Foi graças a essa série que as portas de Hollywood se abriram para o ator e enquanto o seriado ainda estava no ar, Willis faria o seu grande salto da carreira: Duro de Matar (1988). Vindo de um programa cômico, muitos estranharam ver o ator como herói em um filme de ação. Mas deu muito certo como sabemos, e o resto é história. Desde essa época no entanto, era reportado que o relacionamento de Willis e Shepherd nos bastidores não era dos melhores. Segundo relatado a atriz não gostava do protagonista. As más línguas falavam sobre ciúmes por motivo da carreira do ator estar decolando. Mas já poderiam ser indícios de um comportamento difícil de Willis.

Bruce Willis nunca foi indicado ao Oscar, mas já teve papeis marcantes e que demonstravam seu alcance dramático, como em Pulp Ficition (1994), de Quentin Tarantino, e O Sexto Sentido (1999), de M. Night Shyamalan. Fora isso, é claro, viveu para se tornar um dos maiores astros de Hollywood na década de 1990, em especial no terreno da ação, ao lado de lendas como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone. Nos últimos tempos, porém, relatos sobre Willis não ser um sujeito tão bacana assim nos bastidores constantemente vinham à tona. Para retornar no terceiro Os Mercenários, Willis exigiu uma quantia astronômica para poucos dias de trabalho, o que levou o criador da marca e então amigo Stallone a demonstrar publicamente nas redes sociais sua insatisfação com tal comportamento. Isso foi em 2014. Dois anos depois, em 2016, Willis estava contratado e começava a filmar Café Society, de Woody Allen, mas sabe-se lá por qual motivo foi substituído as pressas por Steve Carell. Voltando um pouco mais no passado, Willis veio a público revelar sua péssima experiência ao filmar Armageddon (1998) com Michael Bay, dizendo nunca mais querer trabalhar com o cineasta.

Tudo isso pode ter contribuído para que Bruce Willis tenha visto as portas de Hollywood se fecharem para ele; há quase dez anos sem lançar produções badaladas nos cinemas – com a exceção de duas: o remake de Desejo de Matar em 2018, e Vidro em 2019. Em geral, desde 2014, a maioria dos filmes protagonizados por Bruce Willis são obras de gênero do cinema B, cujo lançamento segue direto para o mercado de vídeo, hoje o VOD.

Como forma de homenagem a este astro no qual ainda levamos muita fé, iremos comentar cinco de seus filmes lançados somente em 2021, desta sua fase, digamos, ligado no automático – que já se estende desde 2011 (num total de mais de 20 filmes). Somente este ano, Willis já lançou cinco longas e tem mais quatro engatilhados para esses dois últimos meses de 2021. Confira abaixo e diga se você assistiu algum.

Invasão Cósmica

Lançado em março nos EUA, basta uma olhada no trailer desta aventura de ficção científica para notarmos a atuação canastrona e desinteressada de Bruce Willis no filme – como se não quisesse estar ali, pensando unicamente em seu volumoso contracheque no fim do expediente. Com jeitão de Star Trek, a ficção se passa no ano de 2524 e traz Willis na pele de um General aposentado, curtindo seu descanso em bares, quando é recrutado para voltar ao serviço. Acontece que só ele pode ajudar no combate a uma raça alienígena que começa a se mostrar uma grande ameaça aos humanos. Em parceria com Willis, ganhando inclusive os créditos principais acima do veterano, está o astro atual dos filmes B de ação, Frank Grillo. O título original é Cosmic Sin, ou “pecado cósmico” e por si só já traz uma piada pronta com o filme.

Meia Noite no Switchgrass

Agora temos um suspense na lista. Quem protagoniza aqui é a estrela quente de outrora Megan Fox e talvez tenha sido este filme que a arrumou a vaga no quarto Os Mercenários, filme que grava atualmente. Lançado em junho deste ano, o thriller traz Fox e Bruce Willis como parceiros do FBI investigando sequestros de jovens mulheres, ao que tudo indica realizados por um caminhoneiro. A história seria baseada em crimes reais conhecidos como “Stop Truck Killer”, ou “o assassino da parada dos caminhões”. Willis ao que tudo indica tem um papel apenas coadjuvante no longa e para a surpresa de zero pessoas gravou todas as suas cenas em apenas um dia. Basta uma olhada no trailer para perceber que todos os diálogos do veterano no filme são formados por frases de efeitos clichês.

Out of Death

Lançado no mês seguinte do item acima, este longa de ação e suspense sequer tem título ainda em português, mas a tradução literal seria algo nonsense do tipo “acabou a morte”. Quem protagoniza verdadeiramente é a loirinha Jamie King, colega de Bruce Willis nos filmes Sin City, de Robert Rodriguez. Na trama, King é uma jovem que vira testemunha de violência policial, quando uma agente atira e mata um traficante com quem tinha acordos. A testemunha não se contenta em ter presenciado o crime, como também tira fotos se tornando alvo deste departamento corrupto num distrito rural. Willis, que vive um policial aposentado relaxando na casa do lago de sua sobrinha, termina sendo a única chance de sobrevivência da protagonista. E mais uma vez, Bruce Willis gravou toda a sua participação neste longa num único dia.

Sobreviva ao Jogo

A preguiça de Willis é tanta que usaram basicamente a mesma foto dele de Switchgrass neste poster também.

Mais um thriller de ação extremamente genérico e que poderia ser estrelado por Nicolas Cage, ou ainda pior, por Van Damme, Dolph Lundgren ou Steven Seagal. Escrito pelo Youtuber americano Ross Peacock, o filme traz Bruce Willis apenas para dar chamariz ao cartaz e trazer público ao filme. Os verdadeiros protagonistas são Chad Michael Murray (da série teen One Three Hill e do terror A Casa de Cera) e o australiano desconhecido Swen Temmel. Na trama, Willis e Temmel são policiais parceiros visando prender uma quadrilha de mafiosos. Willis é ferido, e passa o filme inteiro sequestrado pelos criminosos, enquanto Temmel busca abrigo numa fazenda nas redondezas. O local é de propriedade de Murray, que vive um veterano de guerra traumatizado. Agora, no clima de Assalto à 13ª DP, ou quem sabe Esqueceram de Mim, a dupla precisa se proteger no local do ataque da mesma gangue que visa matá-los.

Apex

Finalizando nossa matéria com as produções duvidosas lançadas por Bruce Willis em 2021, temos ainda mais uma ficção científica, essa cuja estreia será neste fim de semana nos EUA. Como podemos perceber, nesta fase de sua carreira, Bruce Willis tem apostado em “trabalhos fáceis” que talvez estejam aquém do talento que já demonstrou um dia. Em sua base, a maior parte destes filmes contam com um roteiro, digamos, recauchutado, que “pega emprestado” de diversas outras obras mais conhecidas. Aqui, temos a velha história “A Most Dangerous Game”, conto de Richard Connell, publicada ainda em 1924, e reimaginada diversas vezes na cultura pop. No cinema, remetendo ao clássico de 1932, Zaroff – O Caçador de Vidas, e seguindo até as décadas de 1980 e 1990, com longas de ação como O Sobrevivente e O Alvo. Você já pode imaginar, Willis interpreta um sujeito participando de um jogo muito perigoso, onde ele é a caça humana de sádicos. A “sacada” aqui é que o filme se passa desta vez no futuro.

‘Tara Maldita’: Mckenna Grace irá estrelar e roteirizar sequência do remake

De acordo com o Deadline, Mckenna Grace (‘Ghostbusters: Mais Além’) irá estrelar a sequência do remake ‘Tara Maldita‘ (The Bad Seed), que está sendo desenvolvido pelo canal Lifetime.

Além de protagonizar o longa, a jovem atriz também será responsável pelo roteiro ao lado de seu pai Ross Burge e Barbara Marshall.

Na trama…

Emma, de 15 anos, parece uma adolescente comum, mas isso está longe de ser verdade. Vários anos após os eventos assassinos do primeiro filme, que deixaram seu pai morto, Emma agora está morando com sua tia Angela e cursando o ensino médio. O marido de Angela começa a suspeitar que Emma pode não ser tão inocente quanto parece e sugere mandá-la para um colégio interno. Enquanto isso, uma nova garota na escola parece saber os segredos de Emma, deixando-a sem escolha a não ser voltar aos velhos hábitos e cuidar de seus inimigos através de qualquer meio necessário.

Louise Archambault será responsável pela direção.

Com estreia prevista para 2022, novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Era do Gelo 6’: Fãs COMEMORAM anúncio do novo filme produzido pela Disney; Confira as reações!

Através do Twitter, a Disney+ anunciou que vai assumir a franquia ‘A Era do Gelo‘ com o lançamento de mais um filme, com o subtítulo ‘As Aventuras de Buck Wild’.

Para quem não sabe, os filmes anteriores da animação eram produzidos pelo extinto Blue Sky Studios, que encerrou suas atividades no filme ‘Um Espião Animal‘ (‘Spies in Disguise’), lançado em 2019.

Com estreia marcada para janeiro de 2022, a trama vai acompanhar segue os irmãos gambás malucos Crash e Eddie (dublados por Seann William Scott e Josh Peck, respectivamente) enquanto eles retornam à caverna subterrânea repleta de dinossauros, onde vive uma doninha aventureira chamada Buck (Simon Pegg).

Nas redes sociais, os fãs foram pegos de surpresa e não conseguiram conter a emoção por conta da novidade.

Confira as reações:

Assista ao trailer:

 

A franquia estreou em 2002 e estendeu-se durante cinco capítulos até 2016, com o lançamento de A Era do Gelo: O Big Bang’. No total, os filmes arrecadaram mais de 3,2 bilhões de dólares nas bilheterias mundiais e tornaram-se a 19ª saga mais lucrativa da história do cinema, atrás de A Saga Crepúsculo, e a terceira mais lucrativa dentro das animações, atrás de ShrekMeu Malvado Favorito.

O longa de estreia também ganhou aceitação generalizada da crítica, conquistando 77% de aprovação no Rotten Tomatoes. Entretanto, sua qualidade foi caindo consideravelmente, estacionando em míseros 17% de aprovação com o lançamento da última iteração. 

‘Cena do Crime’: Documentário criminal é renovado para mais TRÊS temporadas pela Netflix

A Netflix renovou oficialmente a série documental ‘Cena do Crime‘ para mais TRÊS temporadas.

“Nós sempre vimos o potencial de ‘Cena do Crime’ se tornar uma série criminal antológica sobre certas locações onde crimes foram cometidos,” afirmou o serviço de streaming em declaração oficial. “Agora, estamos animados em anunciar mais três temporadas para essa produção – cada uma focando em uma nova locação com um passado sombrio.”

A primeira temporada, intitulada ‘Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil‘, que focou na misteriosa morte da estudante canadense Elisa Lam, fez um grande sucesso no serviço de streaming – sendo assistida por mais de 45 milhões de assinantes durante as quatro primeiras semanas.

A 2ª temporada, intitulada ‘Cena do Crime: O Assassino da Time Square‘, será lançada na plataforma no dia 29 de dezembro.

O próximo ciclo irá examinar como o perigo e a depravação da cidade de Nova York nos anos 70-80 tornaram possível que um homem cometesse – e quase saísse impune – atos inimagináveis em uma área quase sem lei, cercada com drogas e prostituição. Os episódios irão focar nas forças sociais e no sistema que permitiram que esses crimes terríveis não fossem notados por um longo tempo.

Diretor de ‘Alerta Vermelho’ quer adaptar ‘Hulk vs Wolverine’ para o cinema

O Hulk e o Wolverine já tiveram algumas batalhas bem intensas nos quadrinhos e animações da Marvel, e muitos fãs sonham em ver essa briga nas telonas.

E parece que o diretor de Alerta Vermelho‘, Rawson Marshall Thurber, também está nesse time.

Durante uma entrevista para o The Playlist, o cineasta expressou seu desejo de adaptar essa história para o cinema.

“Eu amo os filmes de heróis do Universo Cinematográfico da Marvel e da DC. Como muitos caras da minha idade, cresci lendo histórias em quadrinhos… Há uma história específica no universo Marvel que eu ficaria incrivelmente animado para experimentar. Quem sabe se isso vai acontecer, mas vamos ver… “

Ele continuou:

“Eu adoraria adaptar ‘Hulk vs. Wolverine‘. Eu adoro o Damon Lindelof fez em ‘Ultimate Wolverine vs. Hulk‘, sabe? Todo mundo sabe que o Wolverine foi introduzido numa história do Hulk, então eles estão diretamente ligados. Eles são Yin e Yang. Tanto Logan quanto Banner estão amaldiçoados como a imortalidade e lidam com isso de maneiras diferentes. Acho que seria muito interessante explorar esse lado mais conceitual, além da fisicalidade entre eles.”

Enquanto essa ideia não sai do papel, vale lembrar que ‘Alerta Vermelho‘ já está disponível no catálogo da Netflix.

Assista ao trailer:

No Rotten Tomatoes, a produção recebeu apenas 42% de aprovação, com nota 4.9/10 baseada em 71 reviews até o momento.

Segundo o consenso geral, “O grande orçamento e o elenco estelar somam-se a uma comédia de ação com ingredientes espalhafatosos, que só tornam os resultados medianos mais decepcionantes”.

Separamos as principais críticas:

“Eu dei ao filme toda a minha atenção, e tudo o que me devolveu foi uma dor de cabeça. No que me diz respeito, isso diz tudo.”, Sara Michelle Fetters, MovieFreak.com

“A produção original mais cara da Netflix teria se beneficiado se parte de seu orçamento de US$ 250 milhões tivesse sido gasto no desembaraço do roteiro.”, Wendy Ide – Observer

“Os três megastars carregam o filme inteiro nos ombros e acabam enterrados vivos sob o peso de tudo isso.”, Valerie Complex – Deadline Hollywood Daily

Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds mal estão atuando neste filme de ação”, Richard Roeper – Chicago Sun-Times

“Desfrute do do filme como puro entretenimento para os olhos, mas não espere mais do que isso.”, Trevor Johnston – Radio Times.

“O filme é um pastiche sem vida de vários filmes de ação blockbuster das últimas quatro décadas” – Slant Magazine.

“O produto final não faz jus ao poderoso trio protagonista” – Digital Spy.

“O filme é bastante divertido graças à ação e à atmosfera de comédia” – Mama’s Geeky.

Alerta Vermelho é um aventura mundial que se assemelha a ‘Missão Impossível’, a James Bond e a Indiana Jones” – Solzy at the Movies

O longa é escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (‘Arranha-Céu’).

Na trama, quando a Interpol emite o alerta vermelho – um pedido global de busca e apreensão dos criminosos mais procurados do mundo – é hora de o melhor investigador do FBI, John Hartley (Dwayne Johnson) entrar em cena. A caçada vai colocá-lo no meio de um ousado plano de assalto, forçando-o a se unir ao golpista Nolan Booth (Ryan Reynolds) para capturar a ladra de obras de arte mais procurada do mundo, ‘O Bispo’ (Gal Gadot). Esta grande aventura vai levar o trio ao redor do globo, passando por pistas de dança, uma prisão isolada, pela selva e, o pior de tudo, constantemente um na companhia do outro. O elenco estelar conta ainda com Ritu Arya e Chris Diamantopoulos. Dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber (Central de Inteligência, Arranha-Céu: Coragem sem Limite) e produzido por Hiram Garcia, Dwayne Johnson e Dany Garcia, da Seven Bucks Productions, por Beau Flynn, da Flynn Picture Co., e pela Thurber’s Bad Version, Inc., Alerta Vermelho é um elegante jogo de gato e rato ao redor do globo. 

‘X-Men’: Série animada dos anos 90 ganhará revival no Disney+

De acordo com o The Wrap, a clássica série animada ‘X-Men: The Animated Series‘ ganhará um revival no serviço de streaming do Disney+, que será intitulado ‘X-Men ’97‘.

A nova série começará exatamente de onde a produção original parou.

A produção contará com o retorno das vozes de Cal Dodd, Lenore Zann, George Buza, Adrian Hough, Christopher Britton, Catherine Disher, Chris Potter, Alison Sealy-Smith e Alyson Court, além de introduzir Jennifer Hale, Anniwaa Buachie, Ray Chase, Matthew Waterson, JP Karliak, Holly Chou, Jeff Bennett e AJ LoCascio.

Beau DeMayo será responsável pelo roteiro, além de servir como produtor executivo.

A expectativa é que a produção seja lançada em 2023.

X-Men: The Animated Series‘ foi lançada em 1992, na Fox Kids Network, onde durou por cinco temporadas.

‘Homem-Aranha 3’: Andrew Garfield diz que está tão curioso quanto os fãs sobre as surpresas da sequência

Apesar dos vazamentos sobre a participação de Andrew Garfield em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, o astro continua negando que estará na sequência.

Desta vez, ele conversou com o Extra e disse que está tão curioso quanto os fãs para saber quais surpresas serão reveladas no próximo filme do Cabeça de Teia.

“Desta vez eu estou fazendo meu papel como fã e realmente amo o que toda a equipe fez com o personagem. Amo a visão de Jon Watts sobre a franquia, Tom [Holland] é sensacional, e Amy Pascal e Kevin Feige transformaram o personagem em um reflexo dos quadrinhos, ele tem alma e coração, é divertido, brincalhão, como um garoto deve ser… E isso é tão fiel ao personagem.”

Ele continuou:

“A única coisa que poso garantir da minha parte é que estou tão curiosos quanto o resto dos fãs, sabe? Estou muito animado para ver esse terceiro filme.”

Vale lembrar que vazaram supostas imagens do longa, mostrando Tobey Maguire e Garfield caracterizados como versões alternativas do herói vivido por Holland.

Além disso, outra imagem traz Charlie Cox, intérprete de Matt Murdock em ‘Demolidor‘, sentado à mesa junto com Holland, Jon Favreau e Marisa Tomei.

Caso sejam reais, as imagens comprovam rumores que vêm circulando há meses sobre a introdução de Murdock ao MCU e a existência do tão sonhado Aranhaverso.

E parece que alguns detalhes podem comprovar a veracidade das imagens.

Como foi explicado por um usuário do Twitter, a imagem que traz Cox sentado à mesa mostra Holland usando o mesmo tênis que ele usa no trailer da sequência.

Além disso, a imagem com os três Aranhas juntos tem um cenário idêntico àquelas imagens vazadas em agosto, em que Tobey e Garfield aparecem numa estrutura metálica parecida com um andaime.

Confira a publicação:

https://twitter.com/geekflixx/status/1457893046062886914?s=21

Foram postadas no Twitter imagens dos uniformes que devem ser usados no filme, e parecem ser reais. A Sony não comentou.

Confira:

Com estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais, a sequência terá 159 minutos de duração (ou 2 horas e 39 minutos).

Sendo assim, o filme será o segundo mais longo do MCU, na frente de ‘Eternos‘ (156 minutos, ou 2 horas e 36 minutos) e atrás de ‘Vingadores: Ultimato‘, que tem 3 horas e dois minutos.

Assista ao trailer:

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Queen of the Universe’: Drag Queens soltam a voz no trailer do novo reality musical da Paramount+; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro trailer do reality musical ‘Queen of the Universe’.

Confira:

O reality irá estrear no serviço de streaming no dia 2 de dezembro.

A produção acompanhará drag queens de todo o mundo para se enfrentarem em uma competição musical épica. As Queens irão dominar os palcos para cantar ao vivo e descobrir quem irá reinar suprema.

Leona Lewis, Michelle Visage, Trixie Mattel e Vanessa Williams serão os jurados do programa, que contará com Graham Norton como apresentador.

‘Os Tênis Encantados’: Filme inspirado em ‘Cinderela’ ganha trailer LEGENDADO; Confira!

Disney+ divulgou o trailer legendado de ‘Os Tênis Encantados‘ (Sneakerella), filme original inspirado no clássico ‘Cinderela‘.

Confira:

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 18 de fevereiro.

A narrativa gira em torno de El (Chosen Jacobs), um aspirante à designer de tênis do Queens que trabalha como estoquista em uma loja anteriormente pertencente à falecida mãe. El esconde seus talentos artísticos de seu conturbado padrasto e dos dois meios-irmãs que constantemente destroem seus sonhos. Quando El conhece Kira King (Lexi Underwood), a filha independente e feroz de uma lendária estrela do basquete (interpretada por John Salley), os dois criam laços fortes por sua afinidade com tênis. Com a ajuda de seu melhor amigo e um pouco de magia de seu “fado-padrinho”, El encontra a coragem necessária para conquistar a indústria do design.

Como o nome e a história sugerem, a obra será uma adaptação contemporânea do clássico Cinderela, criada por Charles Perrault em 1657 e adaptada pela própria Casa Mouse em 1950 e em 2015.

Devyn NekodaJuan ChioranRobyn AlomarBryan Terrell ClarkKolton StewartHayward Leach completam o elenco.

Elizabeth Allen Rosenbaum entra como co-produtora executiva e diretora.

Tamara ChestnaGeorge Gore IIMindy Stern assinam o roteiro.

O Senhor dos Anéis | 5 personagens conhecidos que DEVEM Aparecer na Série do Amazon Prime

Prequel produzida pela Amazon Prime Vídeo irá abordar eventos anteriores à Guerra do Anel

A trilogia do O Senhor dos Anéis é uma das, senão a mais importante, das obras de fantasia da história. Escrita por J.R.R. Tolkien a jornada inicialmente da sociedade do anel, porém, eventualmente da dupla de hobbits Frodo e Sam, é uma épica história sobre amizade, heroísmo, compaixão e os perigos do poder. Com tamanha importância, não demorou até que a Terra Média ganhasse adaptações fora dos livros.

A mais conhecida, evidentemente, é a trilogia de filmes dirigidos por Peter Jackson no início dos anos 2000. O conjunto de produções se tornou inesquecível não só pela adoração popular, como também pelos avanços apresentados na área de efeitos especiais e pelo desempenho do terceiro capítulo (O Retorno do Rei) na cerimônia do Oscar de 2004 em que o filme levou 11 estatuetas para casa.

É inspirada por esse sucesso que a Amazon deu início à produção de uma série ambientada no universo de Tolkien, porém ela servirá como uma prequel para os eventos vistos na famosa trilogia. Isso porque toda a história envolvendo Frodo e a sociedade se passa ao final da chamada Terceira Era da Terra Média; já a futura produção vai ser ambientada na Segunda Era, ou seja, milhares de anos antes. Ainda assim, determinados personagens conhecidos devem dar as caras e outros são muito aguardados.

Confira:

5) Gil-Galad

Esse é um caso de personagem que mesmo não aparecendo fisicamente na trilogia do anel, teve muita importância sobre os eventos que levaram àquele cenário. Gil-Galad foi, na Segunda Era, um dos elfos mais sábios e adorados que existiram. Governou o reino élfico de Lindon, onde foi responsável pela instrução de um ainda jovem Elrond.

Gil-Galad (sem elmo à direita) teve papel fundamental na primeira derrota de Sauron.

No entanto, sua maior importância entra em cena quando Sauron começa a maquinar o plano da forjadura dos anéis de poder, utilizando outro nome ele tenta enganar e corromper os elfos da região. Gil-Galad mesmo não sabendo que o visitante autointitulado Annatar era Sauron, não confiou no mesmo e mandou-o embora. Apesar de seus avisos, o Senhor do Escuro encontrou refúgio no reino élfico de Eregion (comandado por Galadriel e seu marido Celeborn) onde criou os anéis.

Quando Sauron iniciou sua escalada para tomar a Terra Média percebeu-se que suas forças eram vastas demais para serem enfrentadas sem uma união dos povos. Então, Gil-Galad e o Rei Elendil, de Gondor, formaram a assim chamada Última Aliança (uma coalizão dos exércitos dos homens e elfos) e marcharam até a Terra de Mordor; lá Sauron foi derrotado pelo filho de Elendil, Isildur, mas o Um Anel não foi destruído pelo mesmo, desencadeando os eventos que levaram até Frodo.

4) Isildur

O herdeiro do trono de Gondor foi mencionado anteriormente, mas mesmo assim seu peso para os acontecimentos da Terra Média são gigantes. Nascido já na parte final da Segunda Era ele é um personagem diretamente ligado à ilha de Númenor (um equivalente criado por Tolkien à lenda de Atlantis) que, antes de ser destruída pela fúria divina, era considerada o maior reino dos homens.

Mesmo tendo derrotado o Senhor do Escuro, a fraqueza de Isildur manteve o Um Anel vivo.

Ao longo da Trilogia do Anel a memória de Isildur é revivida com certa frequência, não só pela fraqueza demonstrada na hora de destruir Sauron para sempre como também com temor, por parte de Aragorn, sobre uma fraqueza natural presente em seu sangue que ele possa ter herdado de Isildur e como isso pode ser perigoso para os esforços de todos para derrotar o Senhor do Escuro. 

Apesar das chances do personagem aparecer no seriado serem pequenas, já que ele só entra em cena de fato no final da Segunda Era, ainda assim seria interessante ver mais de um personagem tão essencial para todos os acontecimentos que viriam a se desenrolar.

3) Alatar e Pallando

Aqui o terreno da especulação se aprofunda um pouco mais, indo quase às raias da teoria da conspiração. Em certos momentos durante a Sociedade do Anel tanto Saruman quanto Gandalf mencionam a existência de outros magos que são membros de sua ordem; um deles, Radagast, O Castanho, teve certa participação na trilogia do Hobbit. Entretanto, existem pelo menos outros dois membros dessa ordem que nunca deram as caras.

Muito pouco se sabe sobre os magos azuis da ordem de Gandalf e Radagast (na imagem).

Pouco se sabe sobre o paradeiro dos magos azuis Alatar e Pallando; dentre as informações apresentadas por Tolkien a dupla, assim como os outros magos (cuja origem é uma raça angelical chamada Ainur), foram enviados à Terra-Média para conter o avanço do mal e dessa maneira cada um seguiu um caminho no mundo utilizando uma forma e nome mortal.

A dupla de magos azuis, portanto, teria seguido tanto para leste quanto oeste e fundado suas respectivas religiões no período que sucedeu à queda final de Sauron. Apesar de não terem uma participação ativa, conhecida pelo menos, nos acontecimentos da Segunda Era, seria interessantes ver uma possível aparição especial de um deles em certo ponto.

2) Melkor

Ok, muito provavelmente o primeiro Senhor do Escuro no universo de Tolkien não vai aparecer de outra forma que não seja em flashback mas mesmo assim vale a teoria. Melkor foi o equivalente a Lúcifer, segundo a visão do autor, sendo a maior das criações de Eru Ilúvatar e eventualmente se voltando contra seu criador assumiu o nome de Morgoth. Ele também teve participação na criação da Terra-Média e aproveitou essa situação para também criar muitas das forças antagônicas do mundo, como uma forma de se sobrepor a seu pai.

Em seu tempo, Melkor foi uma ameaça ainda maior que Sauron.

Durante a Primeira Era ele iniciou uma campanha de tomada da Terra Média, capturando alguns elfos e, ao tortura-los, criou os primeiros orcs. Tamanho era seu poder que ele, sozinho, inicialmente conseguiu conter as tentativas dos Valar (as primeiras criaturas criadas por Ilúvatar) de derruba-lo. Seu exército eventualmente se constituiu de dragões (da mesma raça que Smaug visto no Hobbit) e os Balrogs (a gigantesca criatura que Gandalf enfrenta).

Após sua derrota, Melkor ainda tentou uma última artimanha e implorou pelo perdão. Os Valar, no entanto, não hesitaram em literalmente expulsa-lo do universo para todo o sempre. Isso acarretou não só o fim da Primeira Era, como também a ascensão de seu fiel tenente Sauron.

1) Sauron

O Senhor de Mordor e grande antagonista da Trilogia do Anel, Sauron tem uma história que vai muito além de sua participação como o grande olho flamejante de Mordor. Originalmente ele foi um Ainur (mesma espécie de Gandalf) que, corrompido pelas ofertas de poder apresentadas por Melkor, virou as costas para Ilúvatar e suas criações, tornando-se o braço direito do Senhor do Escuro.

Apesar de ter tido grande protagonismo na parte inicial da Terceira Era, com a mencionada Guerra envolvendo suas forças e a aliança entre homens e elfos, sua presença já era sentida no início da Segunda Era, logo após o banimento de seu mestre. É bem provável que ele possa fazer uma aparição em algum momento da série, principalmente se a forjadura dos anéis for retratada em algum momento.

 

De quase Professora de Inglês até o Oscar! Grandes filmes de Anne Hathaway

Uma das artistas mais rentáveis do planeta cinema, seus filmes renderam mais de 6,4 bilhões de dólares em todo o mundo, Anne Hathaway é uma das mais queridas atrizes de Hollywood. Nascida no Brooklyn (Nova Iorque) filha de um advogado e uma ex-atriz, ela sempre quis seguir carreira como artista mas isso só veio concretamente após estudar na Academia Americana de Artes Dramáticas, no início da década de 90, onde se tornou a primeira adolescente admitida no programa de atuação da Barrow Group Theatre Company. Estudou paralelamente inglês (ela tinha o objetivo de ser professora de Inglês) e ciência política na Universidade de Nova York.

Mas a atuação sempre esteve em seus objetivos, fazendo parte do elenco de muitas peças de teatro pelos Estados Unidos até sua chegada ao cinemas em 2001 no grande sucesso O Diário da Princesa. A partir desse filme, do qual foi a protagonista, nunca mais parou de trabalhar como atriz em cinema, largando os estudos na faculdade para se dedicar ao seu sonho.

Hoje, no aniversário de Anne, vamos lembrar abaixo de alguns ótimos filmes de sua carreira:

 

Uma Canção

A letra da canção é o que pensamos entender, mas o que faz com que acreditemos, ou não, é a melodia, do dia a dia. Após uma série de curtas, a jovem cineasta Kate Barker-Froyland dirige e assina o roteiro de uma história protagonizada por uma das grandes revelações do cinema da última década, que fala sobre amor, música e a intensa vontade de buscar fazer o bem a alguém. Song One, no original, tenta fugir dos clichês de forma admirável, principalmente com seu desfecho aberto que deixará o público imaginando mil e uma opções de final.

 

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

Dirigido por um dos melhores diretores que o mercado cinematográfico possui, Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge é contemplado com um roteiro e uma direção praticamente impecáveis. O público é jogado pra dentro de Gotham City e nessa viagem muitas surpresas irão ocorrer, isso fica iminente já no começo do longa. A questão é, mesmo sabendo disso somos surpreendidos, entendem? Anne Hathaway interpreta a Mulher-gato.

 

Um Dia

Numa história recheada de emoções, baseada no livro de David Nicholls, os atores dominam os personagens com competência tornando essa trama um drama consistente. A ótima direção da dinamarquesa Lone Scherfig vale a pena ser mencionada, essa mesma artista foi a responsável pelo excelente longa Educação (que revelou Carey Mulligan). Na trama, um homem e uma mulher se conhecem nos tempos da escola e vamos acompanhando a história desses dois corações sempre no mesmo dia, 15 de julho, só que em anos diferentes. Com o passar do tempo, muitas coisas acontecem mas o grande sentimento, confuso para ambos, sempre esteve presente ali.  O desenrolar desse destino romântico iminente é intenso, às vezes injusto e recheado de surpresas que deixam o público de lenço na mão.

 

Interestelar

Não consuma a ternura com apenas uma boa noite, sonhe, imagine e principalmente acredite, é real! Para alegria dos cinéfilos de todo o planeta, o cineasta norte-americano Christopher Nolan chegou anos atrás com mais um daqueles trabalhos impactantes que, dessa vez, deixa até o Stephen Hawking de cabelos em pé. Interestelar é um drama que mostra a saga da humanidade rumo ao desconhecido mundo das galáxias e da relatividade do tempo no espaço. Orçado em 150 Milhões de dólares e com câmeras Imax sendo utilizadas em grande parte das filmagens, o trabalho do espetacular diretor da lendária trilogia do homem morcego é mais um daqueles filmes eletrizantes que valem a pena serem conferidos numa sala de cinema.

 

O Segredo de Brokeback Mountain

Lançado nos cinemas de todo o mundo no ano de 2005, um dos maiores sucessos do cineasta chinês Ang Lee (que inclusive levou pra casa sua primeira estatueta do Oscar de Melhor direção), O Segredo de Brokeback Mountain conta com duas atuações magistrais de Heath Ledger e Jake Gyllenhaal.

 

Os Miseráveis

Poderoso musical que teve todo tipo de recepção no ano de seu lançamento, 2013, no projeto dirigido por Tom Hooper voltamos para a França no século XIX para conhecer a saga de Jean Valjean (Hugh Jackman). No elenco, nomes como: Anne Hathaway, Russel Crowe, Eddie Redmayne, Amanda Seyfried, Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter. Com quase três horas de duração, o filme é uma adaptação da famosa obra homônima de Victor Hugo.

 

Diário de uma Princesa

O primeiro filme da carreira de Anne Hathaway foi logo um estrondoso sucesso e volta e meia vemos reprises pela televisão. Dirigido por Garry Marshall, o filme que teve uma bilheteria de mais de 160 milhões de dólares em todo o mundo, conta a história de uma jovem que descobre que seu pai é o Príncipe de Genóvia, um pequeno país europeu, fato que muda sua vida para sempre.

 

Amor e Outras Drogas

Estrelado por Anne Hathaway e Jake Gyllenhaal, dirigido por Edward Zwick, baseado no livro The Evolution of a Viagra Salesman de Jamie Reidy, Amor e Outras Drogas conta a inusitada história de uma mulher independente que acaba se relacionando com um sedutor vendedor de produtos farmacêuticos, assim vamos vendo todos os obstáculos e reflexões sobre o amor entre os dois.

 

O Diabo Veste Prada

Um dos grandes sucessos de sua carreira, atuando ao lado de sua grande referência no mundo do cinema (Meryl Streep), Anne Hathaway interpreta Andy, uma moça sonhadora que vai trabalhar nem uma conceituada revista de moda e lá terá que enfrentar as loucuras da chefona do lugar, Miranda Priestly. Esse filme está disponível na STAR+ .

 

 

‘Pantera Negra 2’: Fãs fazem apelo para a demissão de Letitia Wright e pedem reescalação de T’Challa

A produção da aguardada sequência ‘Pantera Negra 2 – Wakanda Forever‘ está passando por alguns contratempos e a possibilidade de novos atrasos nas filmagens, em virtude do posicionamento antivacina da atriz Letitia Wright, já está repercutindo negativamente entre os fãs.

No Twitter, alguns usuários compartilharam o seu descontentamento com o fato da atriz ainda não ter se vacinado contra a Covid-19, o que impediria a sua entrada em solo norte-americano – afetando diretamente no cronograma de produção do longa.

Na rede social, os internautas fizeram um apelo à Marvel Studios, pedindo a demissão da atriz, bem como a reescalação do herói T’Challa.

Confira algumas das reações:

“Reescalem ela e T’Challa e sigam em frente”. 

“Nesse ponto, engavetem o filme temporariamente. Use o multiverso para apresentar uma ‘nova’ Shuri e possivelmente um novo T’Chall ou algo do tipo”. 

“O irmão do Chadwick literalmente deu às pessoas sua benção para reescalar T’Challa. A Marvel está fazendo toda essa bobagem por medo de perder dinheiro. Eles já vão perder dinheiro de qualquer jeito! Pantera Negra não tem futuro sempre o Pantera Negra”. 

“Sim. Eu sei que não era uma opinião popular naquela época e isso tudo ainda é um assunto muito sensível emocionalmente para todos – família, fãs, elenco e equipe técnica. Mas eu ainda acho que em algum momento nós veremos outro ator assumindo o papel de T’Challa”. 

Lembrando que as filmagens da sequência devem ser retomadas no início de 2022.

Wright sofreu uma lesão no set em Boston no início deste ano, durante uma cena envolvendo um equipamento. Coogler e sua equipe passaram os últimos dois meses filmando basicamente todas as cenas do filme que não exigem a presença dela. A morte repentina de Chadwick Boseman no ano passado elevou a posição de Wright na franquia, e ela será a protagonista.

O lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Confira a lista com as próximas estreias do estúdio:

  • Doutor Estranho no Multiverso da Loucura: de 25 de março de 2022 a 06 de maio de 2022.
  • Thor: Amor e Trovão: de 06 de maio de 2022 a 08 de julho de 2022.
  • Pantera Negra: Wakanda Forever: de 08 de julho de 2022 a 11 de novembro de 2022.
  • As Marvels: de 11 de novembro de 2022 a 17 de fevereiro de 2023.
  • Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania: de 17 de fevereiro de 2023 a 28 de julho de 2023.
  • FILME SEM TÍTULO: removido do cronograma
  • FILME SEM TÍTULO: removido do cronograma
  • FILME SEM TÍTULO: de 10 de novembro de 2023 a 03 de novembro de 2023.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Lembremos que o ator mexicano Tenoch Huerta será o Namor.

O filme tem estreia marcada no Brasil para o dia 07 de julho de 2022.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.