O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 1º de outubro.
Desta vez, os melhores amigos partem para uma nova aventura quando um visitante do futuro os avisa que apenas suas músicas podem salvar o mundo como o conhecemos. Ao longo da jornada, eles serão ajudados por suas filhas, por um novo lote de figuras históricas e algumas lendas da música – tudo em busca da música que definirá seu mundo e trará harmonia ao universo.
Após a saída de Jesse Williams, mais um ator está deixando o elenco regular de ‘Grey’s Anatomy‘.
De acordo com o Deadline, Greg Germann, que tem interpretado o Dr. Tom Koracick por quatro temporadas – tendo sido promovido ao elenco fixo nos últimos dois ciclos – deixará a produção e não retornará para o 18ª temporada.
A última aparição do ator será durante o último episódio do ciclo atual, que irá ao ar no dia 3 de junho. Apesar disso, o site destaca que há possibilidades dele retornar como convidado especial no futuro.
Vale lembrar que ‘Grey’s Anatomy‘ já foi oficialmente renovada para a 18ª temporada.
Criada pela Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Krista Vernoff.
A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.
A CBS renovou oficialmente a comédia ‘Ghosts‘, série estrelada pela Rose McIver (‘iZombie’), para a 2ª temporada.
A primeira temporada registrou uma média de 0.9 na demo, e um total de 8.1 milhões de espectadores – tornando-se a nova comédia de maior audiência da televisão americana. Dentre todas as estreantes do canal, ‘Ghosts‘ empata com ‘NCIS: Hawaii‘ em audiência total.
This may be no surprise to anyone who watches and loves #GhostsCBS, but we still found a way to surprise the cast with this good news— Ghosts is officially renewed for Season 2! pic.twitter.com/8enZVIcp8I
Criada por Joe PorteJoe Wiseman, a série é baseada na comédia homônima lançada originalmente no Reino Unido.
A trama segue um casal, Samantha (McIver) e Ryan, cujos sonhos se tornam reais quando eles herdam uma linda casa no campo, apenas para descobrirem que o lugar está caindo aos pedaços e é habitado pelos vários residentes que morreram anteriormente.
Sucesso! De acordo com o dados do Nielsen Ratings, ‘Thor: Amor e Trovão‘ registrou 1.5 bilhão de minutos assistidos durante os quatro primeiros dias desde o seu lançamento na plataforma norte-americana do Disney+.
Para termos de comparação, o resultado representa mais do que o TRIPLO de visualizações registradas pela cinebiografia ‘Elvis‘, que registrou 482 milhões de minutos assistidos na HBO Max durante o mesmo período de tempo.
Vale lembrar que, apesar de ter dividido os críticos, ‘Amor e Trovão‘ foi um grande sucesso nos cinemas, arrecadando US$ 760.5 milhões mundialmente – o que representa a sexta maior bilheteria do ano.
O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).
Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.
Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.
O suspense de ficção científica ‘Paraíso‘ estreou na Netflix e está fazendo um grande sucesso em sua plataforma – conquistando o TOP 1 dos longas mais assistidos do serviço de streaming.
Na trama, um homem vê o lado sombrio da empresa de doação do tempo em que trabalha quando sua esposa precisa abrir mão de 40 anos da própria vida para quitar uma dívida.
Nas redes sociais, os assinantes estão comparando o filme com a série ‘Black Mirror‘. E realmente lembra bastante.
Confira as reações, o trailer e a crítica:
Terminei de assistir ‘paraíso’ na Netflix e o filme está muito bom, uma bela opção pro fds suspense top no estilo black mirros
A Netflix renovou oficialmente a série ‘Heartbreak High: Onde Tudo Acontece‘ para a 3ª temporada, que também será a última da produção.
Após o lançamento do segundo ciclo, a série se tornou uma das produções de maior sucesso na Austrália e ao redor do mundo. O seriado estreou no topo das produções mais assistidas do streaming no país de origem, e permaneceu no TOP 10 global por três semanas consecutivas.
Além disso, a série também alcançou mais de 2 bilhões de visualizações no Tiktok.
A trama gira em torno de uma jovem que decide revelar os segredos sexuais e românticos de todos os colegas de classe criando um mapa sobre quem ficou com quem. A princípio, as pessoas levam a situação na brincadeira, mas rapidamente as coisas fogem do controle quando segredos pessoais são expostos.
De acordo com o Deadline, a vencedora do Oscar Melissa Leo (‘O Vencedor’) será a protagonista do novo terror do diretor André Øvredal (‘A Autópsia’), que está sendo desenvolvido pela Paramount Pictures.
Jacob Scipio (‘Bad Boys para Sempre’) e Lou Llobell (‘Fundação’) também foram confirmados no elenco.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.
Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.
Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) servirá como produtor.
O longa será produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.
Seus outros projetos com o estúdio também incluem ‘Primate‘ e ‘Familiar‘.
O canal Starz cancelou oficialmente a série ‘BMF‘ depois de apenas quatro temporadas.
Infelizmente, a produção terminou sem uma conclusão apropriada – com Big Meech (Demetrius Flenory Jr) sendo preso pelo detetive Von Bryant (Steve Harris).
De acordo com o Deadline, a produção passou por problemas nos bastidores após uma briga entre o produtor executivo Curtis “50 Cent” Jackson e o verdadeiro Demetrius Flenory, cuja história de vida deu origem ao projeto.
O site ainda afirma que, apesar do cancelamento, o universo da produção pode ser expandido através de possíveis derivados – como aconteceu com a franquia ‘Power‘.
A ABC finalmente anunciou quando a 23ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ será lançada.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 15 de outubro.
O drama médico irá ao ar após ‘9-1-1‘ e ‘9-1-1: Nashville‘, que serão lançados no mesmo dia.
Vale lembrar que a nova temporada retornará sem dois atores veteranos: Kevin McKidd (Dr. Owen Hunt) e Kim Raver (Dra. Teddy Altman). Apesar da partida, a atual showrunner, Meg Marinis, deixou as portas abertas para futuras participações, afirmando que, no universo de Grey’s, “isso nunca é realmente um adeus”.
‘Grey’s Anatomy’ está disponível no catálogo do Disney+.
O cineasta KevinSmith publicou duas fotos nos bastidores das gravações de seu mais novo episódio para a terceira temporada da série ‘Supergirl‘.
Na ocasião, o diretor também publicou um vídeo em seu InstaStory para os seus seguidores, que mostra um pouquinho do trabalho que está desenvolvendo à frente do capítulo.
Segundo a Variety, Kirby será uma agente do MI-5, que também é a irmã de Deckard Shaw, papel vivido por Jason Statham.
Kirby é mais conhecida por ter protagonizado a aclamada série da Netflix, ‘The Crown‘, interpretando a irmã da Rainha Elizabeth.
O diretor David Leitch, o responsável por ‘Deadpool 2’ e ‘Atômica’, vai comandar o spin-off de ‘Velozes e Furiosos‘. O filme começa a ser filmado em 4 de setembro desse ano.
A trama vai acompanhar Luke Hobbs e Deckard Shaw, que unem forças para uma missão secreta. De acordo com fontes não reveladas, inicialmente o roteiro traria a dupla atrás da personagem Cypher, interpretada por Charlize Theron em ‘Velozes e Furiosos 8‘. No entanto, a participação da atriz não era dita como certa.
A terceira temporada da aclamada série original da Netflix, ‘Glow’, ganhou suas primeiras imagens, que vieram acompanhadas do anúncio da data de estreia do novo ciclo.
Para o deleite dos fãs, a produção retorna para a plataforma de streaming com novos episódios no dia 09 de agosto.
Confira as imagens:
De acordo com os dados do Nielsen Numbers, a 2ª temporada de ‘Glow‘ registrou a terceira maior audiência da Netflix nos EUA, ficando atrás apenas de ‘The Crown‘ e ‘House of Cards‘.
Vale lembrar que esses dados são referentes apenas aos EUA, e só leva em consideração as pessoas que assistem a Netflix pela televisão. Ainda assim, foi uma enorme surpresa que ‘Glow‘ encontra-se entre os programas mais assistidos do serviço de streaming, o que deve sinalizar que uma renovação não deve estar muito distante.
Baseada na adorada série dos anos 80, ‘GLOW‘ conta a história fictícia de Ruth Wilder (Alison Brie). Ruth é uma atriz desempregada e batalhadora em Los Angeles nos anos 80, que encontra sua última chance de virar estrela ao entrar de cabeça no mundo do glitter e dos colãs da luta livre de mulheres.
A cinebiografia ‘Wasp Network’, estrelada por Wagner Moura e Ana de Armas, já está disponível na Netflix. A produção, lançada no Festival de Toronto 2019, teve sua estreia na plataforma de streamimg nesta sexta-feira (19).
A trama é baseada no livro ‘Os Últimos Soldados da Guerra Fria’, do brasileiro Fernando Morais, e acompanha a história de espiões cubanos que foram infiltrados nos Estados Unidos nas décadas de 80 e 90 para investigar as organizações que queriam o fim do governo de Fidel Castro. O livro acompanha 14 espiões que foram desmascarados pelos norte-americanos, sendo que cinco foram condenados por espionagem e assassinato.
No Rotten Tomatoes, o drama de espionagem abriu com apenas 41% de aprovação, com nota 4.83/10 baseada em 27 reviews.
Confira as críticas:
“Em quem você pode realmente confiar em um mundo cheio de traidores? ‘Wasp Network’ faz a pergunta, mas está muito ocupado para descobrir” – IndieWire.
“O filme é reluzente e frequentemente emocionante. O problema é a falta de carga emocional e uma textura lapidada” – Guardian.
“Não é nem para nós, nem para o outro lado da divisão cubano-americana, mas de outra perspectiva completamente diferente” – Remezcla.
“Os produtores poderiam ter colocado qualquer nome nos créditos, e ainda sim não seria bom” – Slashfilm.
“No momento em que todas as identidades são reveladas, elas são inconsequentes, transformando ‘Wasp Network’ tão impalpável quando os evento reais, e tão emocionante como ler a enciclopédia” – RogerEbert.com.
As gravações do romance LGBTQ+, ‘My Policeman‘ já foram oficialmente encerradas e para comemorar o fim dos trabalhos, a atriz Emma Corrin compartilhou algumas imagens dos bastidores da produção.
Em uma das fotos em questão, é possível ver o astro Harry Styles sem camisa, com todas as suas tatuagens cobertas.
A produção acompanha um complexo e tumultuado trio amoroso, no auge da década de 50. As filmagens da produção aconteceram na cidade de Londres.
Confira a publicação, com outras as imagens das gravações:
Assinado por Bethan Roberts, a história é ambientada nos anos 1950 na cidade de Brighton, Inglaterra, onde a professora Marion (Corrin) se apaixona pelo charmoso policial Tom (Styles). Então, Tom conhece Patrick, o curador de um museu que abre seus olhos para um mundo glamuroso e sofisticado – e, apesar de estar encantado por Patrick, Tom sabe que é mais seguro se casar com Marion. Agora, os dois amantes devem “compartilhá-lo”, até que um deles desista de tudo e a vida de todos mude para sempre.
A série ‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place’, sequência da clássica produção do Disney Channel, foi renovada para sua 2ª temporada. A novidade foi confirmada pelo ator e produtor executivo, David Henrie.
O anúncio chega apenas um mês depois do lançamento do último episódio do ciclo inaugural. A série retorna para a produção em abril, em Los Angeles.
Por meio de um comunicado oficial, Henrie comemorou a renovação da série e já adiantou que novas surpresas estão a caminho:
“Estou impressionado com todo o amor pela série e estou pronto para continuar servindo esta nova geração de fãs dos Feiticeiros com mais magia Russo, enquanto continuo a dar um grande abraço caloroso aos fãs originais. Muitas surpresas estão reservadas para esta segunda temporada. Vai ser grande, então fique ligado”.
A trama da nova série começa após um misterioso incidente na Feitiço Tec, onde Justin Russo (David Henrie), agora adulto, escolheu deixar os seus poderes para trás para viver uma vida humana e normal com a sua esposa e dois filhos.
Selena Gomez também reprisou seu papel como Alex Russo e deve retornar para pequenas participações na 2ª temporada.
‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place’ teve sua estreia em 20 de dezembro de 2024 noDisney+ e logo conquistou o apreço da crítica especializada e do público, com 100% de aprovação da imprensa e 83% de validação do público, dentro do Rotten Tomatoes.
Os críticos elogiaram a produção, afirmando que ela é divertida e agradará tanto os novos espectadores quanto os fãs da série original.
“Uma continuação digna de seu original lendário, que sem dúvida encantará tanto os novatos quanto os fãs de longa data”, disse Aramide Tinubu do Variety.
“Para aqueles que sentem falta desse tipo específico de entretenimento, Wizards Beyond Waverly Place é uma recepção perfeita para casa”, disse Abigail Stevens do Screen Rant.
“Os Feiticeiros Além de Waverly Place não recria exatamente o que tornava a série original tão especial, mas lança uma magia única e reconfortante por si mesma”, disse Beatrine Shahzad do Discussing Film.
“A chave para grande parte da nova diversão está na precisão com que Alkaio Thiele consegue representar o jovem Henrie”, disse Bruce R. Miller do Sioux City Journal.
“‘Os Feiticeiros Além de Waverly Place’ proporcionará aos adultos que eram fãs da série original a dose certa de nostalgia, mas também tem risadas suficientes para as crianças que estão entrando nesse universo pela primeira vez”, disse Joel Keller do Decider.
“Os personagens pré-adolescentes estão lidando com as dificuldades reais do crescimento, e as lições transmitidas conferem ao programa um forte coração e uma mensagem profunda”, disse Ashley Moulton do Common Sense Media.
“Henrie é o mesmo irmão mais velho bobo, desajeitado e adorável que lembramos de Os Feiticeiros Além de Waverly Place”, disse Allison Rose do FlickDirect.
Relembre o trailer:
O elenco também conta com composto por Max Matenko(‘Platonic’), que interpretará o filho mais novo de Justin, Milo; Mimi Gianopulos(‘O Que Esperar Quando Você Está Esperando’) será a esposa de Justin, Giada; Janice LeAnn Brown(‘Euphoria’) assumirá o papel da protagonista Billie, enquantoAlkaio Thiele(‘Call Me Kat’) será o filho mais velho de Justin, Roman.
Do elenco original, também retornam David DeLuise (Jerry Russo) e Maria Canals-Barrera (Theresa Russo).
Conforme a sinopse, a série seguirá Justin Russo que “optou por levar uma vida normal e mortal com sua família, Giada, Roman e Milo. Quando a irmã de Justin, Alex, traz Billie para sua casa em busca de ajuda, Justin percebe que deve resgatar suas habilidades mágicas para orientar a feiticeira em treinamento, enquanto também equilibra suas responsabilidades cotidianas – e protege o futuro do Mundo dos Feiticeiros”.
Além de atuar, Gomez e Henrie são produtores executivos ao lado de Jed Elinoff e Scott Thomas (‘Casa da Raven’), que assim os roteiros.
Os filmes da DC nos cinemas sempre passaram por muitas dificuldades e, pelo visto, não é só os fãs que acham isso, mas também Henry Cavill, o Superman, em entrevista, o ator diz que a visão do estúdio para os filmes não deu certo e comenta a rivalidade com a Marvel.
“Mesmo se a Marvel não existisse, nós teríamos dificuldades. Existia um estilo que eles estavam planejando, uma tentativa de ser diferente e olhar para as coisas por uma perspectiva diferente, o que não funcionou. Sim, fez dinheiro, mas não foi um sucesso de críticas; não deu às pessoas aquela sensação que super-heróis deveriam dar para o espectador.”
“Acho que é um ótimo momento para ser uma heroína. Tem a posição perfeita nas políticas sociais atuais, nós precisamos disso, nós queremos essa perspectiva, e a Mulher-Maravilha chegou no momento ideal e se tornou um sucesso fenomenal, o que é fantástico. Qualquer sucesso dentro do universo de super-heróis, especialmente dentro da DC, é ótimo, porque eu quero continuar contando histórias do Superman; de forma egoísta, que funcione para mim.”
Para encerrar, ele explica que ‘Mulher-Maravilha’ foi o primeiro grande passo da DC em uma nova direção.
“Eu sinto agora que os erros certos foram cometidos e eles ainda não são definitivos, e nós podemos começar a contar histórias da forma que elas precisam ser contadas. É ainda melhor voltar de um erro para o caminho certo, porque isso vai nos fazer mais fortes. Mulher-Maravilha foi o primeiro passo na direção certa.”
Durante a turnê de divulgação de ‘Liga da Justiça‘ na China, o astro Henry Cavill falou pela primeira vez sobre a importância de Superman dentro da narrativa do grupo de heróis.
Segundo ele, o herói tem uma sensibilidade crucial para a dinâmica entre todos os membros:
“Para a Liga, Superman é aquele que possui uma sensibilidade em relação que está fazendo falta. Foi ele quem mudou a perspectiva do Batman em se tratando desses personagens e de suas habilidades especiais”.
Confira também a canção-tema composta por Danny Elfmanpara a trilha sonora do filme.
Lembrando que Elfman confirmou que a música composta por ele para ‘Batman: O Retorno’, de Tim Burton, também estará presente no filme da Liga.
Um novo pôster internacional de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ foi fotografado em uma rede de cinemas, nele podemos ver detalhes o novo traje do Homem-Aranha (Tom Holland), completo com os braços mecânicos. Confira:
Enquanto isso, aMarvel também divulgou três novas imagens de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrando os heróis divididos em seus núcleos. Confira:
A Marvel Brasil também confirmou que o ator Chris Pratt, o Senhor das Estrelas de ‘Guardiões da Galáxia’, virá ao Brasil (São Paulo) para promover o aguardado ‘Vingadores: Guerra Infinita’ por aqui.
O ator estará no país na primeira semana de abril para participar de um evento exclusivo para fãs e convidados. Novas informações sobre devem sair em breve. O filme tem estreia marcada para 26 de abril.
‘Vingadores: Guerra Infinita’ já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, ‘Star Wars: O Despertar da Força’, em 2015.
Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para ‘Vingadores: Guerra Infinita’, o filme já quase triplicou a marca de ‘Pantera Negra’, antigo recordista dos filmes de super-heróis.
O reboot ‘O Predador‘ ganhou seu último trailer, reafirmando o tom de suspense e recheado de novas cenas de ação.
Confira:
O longa ganhou uma alta classificação etária, para maiores de 18 anos, por causa de “violência gráfica, imagens sangrentas, linguagem e referências sexuais”.
Ano passado, o diretor Shane Black disse: “Classificação baixa é para medrosos. Espinhas sangram… muito.”
O filme será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.
Continuando com a terceira temporada de ‘What If…?’, a Marvel lançou um episódio focado em Agatha Harkness. Ambientado na Hollywood da década de 1930/ 1940, o capítulo do dia 23 aborda uma linha do tempo em que Howard Stark decidiu investir sua fortuna no cinema, deixando o armamentismo como segunda linha de trabalho. Nessa realidade, a bruxa Agatha se tornou uma estrela em ascensão do cinema musical.
Dá para ter uma noção da época em que se passa esse episódio, porque é possível ver o letreiro de Hollywoodland, que foi alterado para ‘Hollywood’ em 1949. Pois bem, nesta linha do tempo, Harkness decidiu estudar os Eternos e focar na absorção de seus poderes em vez da magia de outras feiticeiras. E isso a levou aos Celestiais.
Logo de cara, é possível reparar que Agatha Harkness sempre foi ambiciosa, independentemente da realidade em que se encontra. Ela sempre mira em criaturas muito poderosas, seja a feiticeira escarlate ou um celestial. Nesta trama, ela justifica a ambição com os suposto desejo de salvar a Terra. Para quem não viu Eternos (2021), os celestiais colocaram um “bebê“ no centro da Terra para que ele se desenvolvesse e destruísse o planeta quando chegasse a maturidade. Porém, as reais motivações da bruxa eram, obviamente, escusas. Ela queria poder. Então, para testar se ela seria capaz de absorver tanto poder, ela foi atrás de cada membro dos eternos para absorver suas habilidades especiais. Mais ou menos como o Campeonato Carioca, em que os times enfrentam equipe de menor poder aquisitivo nas fases iniciais, e se conseguirem passar por eles, enfrentam times mais fortes na fase mata-mata.
Isso leva a bruxa de encontro a Kingo, que construiu sua carreira como um grande astro no cinema internacional. Nos fim das contas, por mais boba que possa aparecer a ideia deste episódio, ela é interessante. O núcleo dos eternos não é muito bem explorado no Universo Marvel, então é legal ver um pouco mais dessa franquia. No entanto, a primeira parte deste episódio é muito cansativa, e isso passa muito pela arte enfadonha da animação. A sequência de dança, que homenageia Bollywood, poderia funcionar muito bem em um live action, mas fica esquisitíssima nesse formato de animação da série. Mais do que isso, é uma sequência muito longa e cansativa, tirando um pouco da empolgação do capítulo. Além disso, a presença de Howard Stark é bastante irritante, já que ele passa 90 por cento do episódio agindo como um grande iludido. Sem contar que ele estaria apenas na função de alívio cômico, mas não tem a menor graça.
Já o clímax do episódio é outra história. Ver Agatha assumir o formato celestial para enfrentar e absorver o poder de outro celestial ele eleva os níveis de poder do Universo Marvel a uma nova escala.
Se um celestial já é considerado uma das criaturas mais poderosas do universo, imagine o indivíduo que detém o poder e energia de dois celestiais? Qual o limite de poder desse universo? Não sabemos, então é possível que voltemos a vê-la no episódio final para enfrentar uma ameaça ainda mais poderosa, se a série seguir o mesmo formato das duas temporadas anteriores, é claro. Então, o que poderia ser mais poderoso do que dois celestiais em uma criatura só? Bem, pelo que indica o final do episódio, podem ser três celestiais.
Enfim, o segundo episódio surpreendentemente consegue superar a mediocridade do primeiro, apesar de ter uma trama teoricamente mais boba. Então, é aguardar para ver se o nível dos próximos capítulos aumentará e torcer para que melhore. Apesar de ser melhor que o anterior, esse episódio ainda não chega a ser marcante. Seu final é melodramático demais, e algumas opções tomadas pela equipe criativa, como não mostrar a Agatha tomando os poderes dos outros eternos para dar lugar a uma sequência musical esquisita e sem graça, São bastante questionáveis.
É como se a série soubesse que tem algo muito legal em mãos, mas preferisse focar em outras coisas. É meio decepcionante.
Os episódios da última temporada de What If…? estão sendo lançados diariamente no Disney+.
Quando a Disney observou o sucesso do primeiro filme da franquia ‘Descendentes’, ela levantou o alerta (para si mesma e para outras produtoras) de que os espectadores estavam interessados em conhecer a história de vida pessoal de personagens e histórias clássicas do universo pop. Ou seja, havia um universo imensurável a ser explorado se se desenvolvesse histórias dos personagens secundários, dos vilões e de personagens marcantes que de alguma forma marcaram a jornada do herói. De lá para cá, a Disney já lançou inúmeros projetos nessa vertente, como ‘Cruella’, ‘Malévola’, e agora, nessas férias de fim de ano, a sua mais nova aposta, ‘Mufasa: O Rei Leão’, que conta a história do pai de Simba.
O pequeno Mufasa (na voz original de Braelyn Rankins, e dublado por Lorenzo Tarantelli) está atravessando a savana africana com seus pais, Obasi (Lennie James/Wellington Lima) e Eshe (Thandiwe Newton/Letícia Soares) atrás de Melele, um paraíso no meio de tanta seca, onde eles e outros animais poderão descansar num ambiente tranquilo, com água e comida. Porém, no caminho para Melele infelizmente Mufasa acaba se perdendo de sua família, ficando sozinho e perdido até ser encontrado pelo pequeno Taka (Theo Somolu/Cauê Enzo) e ser adotado pela mãe deste, embora o pai de Taka não goste nem um pouco da situação por considerar Mufasa um desgarrado. Tem assim uma linda amizade entre Mufasa e Taka, porém, quando uma nova ameaça começa a rondar a alcateia de leões, Mufasa (Aaron Pierre/Pedro Caetano) e Taka (Kelvin Harrison Jr./Hipólyto) deverão seguir o próprio caminho sozinhos.
Em ‘Mufasa: O Rei Leão’ temos as mesmas técnicas de animação em live-action utilizadas no seu predecessor, ‘O Rei Leão’, então, não vamos nos ater a esse ponto que gerou tanto debate da última vez. Vamos, sim, focar no que importa: a história.
O roteiro de Jeff Nathason, Linda Woolverton e Irene Mecchi analisou todos os pontos cruciais de ‘O Rei Leão’ considerando o motivo pelos quais eles se tornam tão importantes na jornada de Simba e, a partir daí, buscou significados, motivos e justificativas para que tais acontecimentos tivessem sucedido tal qual ocorreram na animação. Este é o ponto principal do roteiro, e é também onde está o seu coração: todas as referências encontradas ganham uma justificativa plausível e fortes, de modo que o espectador entenderá perfeitamente o desencadear de eventos que levaram à tragédia de Mufasa anos depois.
Com duas horas de duração, o filme de Barry Jenkins é, também, um musical, é esse é o ponto de quebra. Primeiramente, é esquisito ver animais que se parecem mesmo com leões de verdade cantando musiquinhas; por mais que saibamos se tratar de um filme, o cérebro questiona isso a todo momento. O segundo ponto é que a trilha sonora original ficou a cargo de Lin-Manuel Miranda, que é um ótimo compositor e musicista, mas, aqui, as músicas dão a sensação de interromper a aventura, em vez de embalá-la. Lin não trouxe originalidade às suas canções neste projeto, ao contrário, para quem acompanha o trabalho do artista consegue claramente perceber acordes e trechos já utilizados em outros projetos dele, como em ‘Encanto’ e ‘Hamilton’. No fim, ‘Mufasa: O Rei Leão’ não tem nenhuma canção forte que fique no coração do espectador.
Conduzido como uma história de ninar, ‘Mufasa: O Rei Leão’ é um filme que encorpa o universo de ‘O Rei Leão’ com uma história linda, profunda e que faz total sentido para o que vem depois. Recheada de exemplos, valores e frases de efeito, é um belo filme que faz jus à jornada do grande rei Mufasa e seu legado.
Rob Corddry (‘Childrens Hospital’) e Michaela Watkins (‘Casual’) irão estrelar a nova produção de Walton Goggins para a CBS, a comédia ‘The Unicorn’. John Hamburg (‘I Love You, Man’) foi cotado para dirigir o episódio piloto.
A emissora recentemente deu sinal verde ao novo projeto, que foi escrito por Bill Martin e Mike Schiff e foi inspirado em uma história real. A série gira em torno de Wade (Goggins), recente viúvo que está desesperado para seguir em frente e deixar para trás um dos piores anos de sua vida, até perceber que não está preparado para cuidar de suas duas filhas por conta própria e para procurar outro relacionamento.
Corddry será Forrest, um dos grandes amigos de Wade casado com a afrontosa Delia (Watkins). Forrest encoraja Wade a começar a sair com outras pessoas de novo e jura para si mesmo que irá ajudar o amigo a encontrar a felicidade de novo.
Em entrevista ao site Variety, o ator Mark Ruffalo comentou um pouco sobre seu mais novo thriller, ‘Dark Waters’, que chega aos cinemas norte-americanos em 22 de novembro deste ano.
Falando acerca da narrativa, que gira em torno de estranhas mortes que começaram a acontecer devido à contaminação da água por parte de uma gigantesca corporação, o ator disse que seu objetivo principal era transformar sua arte em algo humano, ao invés de político.
“Eu queria pegar o filme e contar todas essas histórias de pessoas reais, que lutaram na linha de frente por suas vidas todos os dias e das quais nunca ouvimos falar. E essa foi a forma que encontrei de pegar minha arte e transformá-la em algo não político, mas humano”.
Confira o trailer:
O filme ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
A produção é estrelada por Ruffalo como Rob Bilott, um advogado que descobre um segredo obscuro envolvendo o crescente e inexplicável número de mortes e uma das companhias mais poderosas do mundo. Nessa complicada jornada, ele arrisca tudo para expor a verdade – incluindo seu futuro, sua família e sua própria vida.
Recentemente, um grupo de cientistas fã da icônica saga ‘Harry Potter’, batizou uma belíssima serpente recém-descoberta de Trimeresurus salazar, ou “víbora de Salazar”, em homenagem a Salazar Sonserina.
Para aqueles que não se recordam, Salazar Sonserina é um dos fundadores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts ao lado de Gódrico Grifinória, Helga Lufa-Lufa e Ravena Corvinal. Mais do que isso, o símbolo de sua casa é nada menos que uma serpente, o que explica a escolha dele para homenagear a nova espécie.
A notícia foi publicada na revista Zoosystematics and Evolution e, assim como outros membros do gênero Trimeresurus, as víboras de Salazar são venenosas e encontradas no Leste e Sudoeste da Ásia.
Enquanto isso, a franquia do bruxinho mais famoso de todos ganhou um novo fansite incrível que permite que as pessoas tenham ainda mais entretenimento enquanto isoladas socialmente devido à pandemia do novo coronavírus.
Intitulada ‘Hogwarts is Here’, a plataforma permite aos usuários que criem um personagem e mergulhem no mágico mundo de Hogwarts, podendo participar das múltiplas aulas que a escola oferece, ganhar pontos para suas casas, conhecer amigos e muito mais.
Dentre os “cursos” oferecidos, temos classes como a de Feitiços, Transfiguração, Defesa Contra as Artes das Trevas, Estudos dos Trouxas e muito mais. Vale lembrar que o site não é apoiado direta ou indiretamente pela Warner Bros., por J.K. Rowling, pelo Pottermore ou outras marcas oficiais da franquia.
Rowling, por sua vez, criou outra plataforma chamada ‘Harry Potter em Casa’, na qual professores podem se inscrever para gravarem a si mesmos lendo os romances e compartilhar essa experiência com seus alunos. Mais do que isso, a autora também divulgou o audiobook de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’ no site Audible.
Além disso, a página oficial traz pequenos textos que apresentam o mundo da leitura, as “regras” para transformar esse hábito em algo prazeroso – e escritos sobre os personagens principais da saga, a história e o panteão bruxo.
A mensagem principal diz:
“Bem-vindo ao Harry Potter em Casa, onde você pode encontrar as mais novas especiarias mágicas para te manter ocupado – incluindo contribuições especiais da Bloomsbury e da Scholastic, vídeos mágicos (ensine seus amigos a desenhar um Pelúcio!), artigos divertidos, quizzes, jogos e muito mais para os aventureiros de primeira viagem, bem como para aqueles familiares com o mundo mágico. Estamos lançando um Feitiço de Banimento no tédio!”.
David Arquette irá retornar como Dewey Riley para a vindoura sequência da franquia ‘Pânico’ – e, em entrevista ao Hollywood Life, o ator revelou que espera que tanto seu personagem quanto Gale Weathers (Courteney Cox) e Sidney Prescott (Neve Campbell), que fazem parte do elenco protagonista desde a primeira iteração, permaneçam vivos.
“Você nunca sabe! Todos devem estar preocupados sempre! É um filme de terror realmente assustador. Quem sabe o que pode acontecer? Mas eu também gostaria que todos sobrevivessem. Eu amei o fato de que sobreviveram até agora”.
Apesar de Campbell não ter sido confirmada ainda, Courteney e Arquette são acompanhados dos já confirmados Jenna Ortega, Melissa Barrera e Jack Quaid.
Rumores apontam que a Selena Gomez pode participar da sequência.
Os detalhes dos personagens, neste momento, estão em segredo.
Confira o primeiro cartaz:
‘Pânico 5’ foi agendado para 14 de janeiro de 2022.
O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.
Juntas, as quatro iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A The CW divulgou a promo oficial de “Goodbye Sure Do Suck”, segundo episódio da 3ª temporada de ‘Legacies’.
No capítulo, “o super esquadrão puxa os freios quando descobrem notícias devastadoras envolvendo um de seus membros. Alaric busca ajuda da Xerife Mac para sanar algumas pendências”.
Dirigido por Eric Dean Seaton e escrito por Bengamin Raab e Deric A. Hughes, o episódio será exibido no dia 28 de janeiro.
Confira:
Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série gira em torno de uma nova geração de seres sobrenaturais dentro do mesmo universo ficcional que ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘. Se passará na Escola Salvatore para jovens dotados, quando a filha de Klaus Mikaelson, as gêmeas de Alaric e vários outros jovens amadurecem de forma não convencional, tentando se tornar suas melhores versões… ou sucumbindo aos seus piores impulsos. Mas, conforme a série se desenvolve, bruxas, vampiros e lobisomens terão que decidir se irão se tornar os heróis que querem ser – ou os vilões que estão destinados a se tornar.
A jovem popstarOlivia Rodrigo divulgou recentemente o vídeo de bastidores de “good 4 u”, um dos singles oficiais do aclamado álbum ‘Sour’.
Confira:
A canção é precedida pelos aclamados “drivers license” e “deja vu”. O álbum, por sua vez, já está disponível em todas as plataformas digitais.
Confira a tracklist oficial abaixo:
brutal
traitor
drivers License
1 step forward, 3 steps back
deja vu
good 4 u
enough for you
happier
jealousy, jealousy
favorite crime
hope ur ok
Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.
No começo desse ano, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100.
A inseminação artificial, também conhecida como inseminação intrauterina, é um procedimento que algumas pessoas optam por diversos motivos e consiste do médico, especialista em fertilização, executar a ação do sêmen ser introduzido diretamente no útero reduzindo distâncias entre gametas. Esse procedimento, anualmente, em todos os lugares do mundo, dá a oportunidade de muitas famílias terem filhos.
O mundo do cinema algumas vezes nos mostrou recortes dentro desse tema, seja em histórias sobre pessoas onde um dos parceiros não pode ter filhos, ou mesmo por meio de uma escolha de uma mulher em ser mãe independente, entre outros casos. Para indicar alguns filmes sobre o tema, segue abaixo 5 Filmes que refletem sobre Inseminação Artificial:
No Afeganistão, após o marido ficar durante anos em estado vegetativo após ser ferido em um conflito, Janan (Martine Malalai Zikria) embarca em uma jornada para ser mãe utilizando a técnica de inseminação artificial. Para isso, ela resolve ir até o Reino Unido para iniciar o procedimento em uma clínica que lhe fora indicada. Chegando lá seu destino se cruza com William (Andrew Shaver) um estudante de sociologia médica, egocêntrico, que trabalha nessa clínica. Esse último faz uma troca do sêmen que iria ser doado por um doador anônimo pelo dele. Paralelo a essa história, conhecemos um ex-professor alcoólatra que é preso por uma briga de bar e terá seu destino convergindo com Janan em um momento muito delicado dela. Tem na Looke.
Pai Nosso?
Os horrores de um médico que nunca deveria exercer a medicina. Um verdadeiro filme de terror. Assim podemos definir o documentário Pai Nosso?, dirigido pela cineasta Lucie Jourdan. Com uma história que gira em torno de um renomado médico de especializado em fertilização que rompe completamente as barreiras da ética, conhecemos a macabra história de um raio de cidades de Indiana onde uma surpreendente revelação chega com um enorme impacto para inúmeras famílias.
Na trama, conhecemos Amira (Tara Abboud), uma jovem adolescente palestina que vive com sua mãe Warda (Saba Mubarak) e outra parte de sua grande família em um apartamento simples mas onde nada falta. Seu pai Nuwar (Ali Suliman), é considerado um herói local e atualmente está preso em uma prisão israelense. Com o desejo desse último de ter mais um filho, ele resolve enviar seu esperma por meio clandestino (da prisão até o médico) para inseminar a esposa. A questão é que nos exames feitos antes da inseminação, apontam que Nuwar é estéril. Fato que causa muita estranheza já que Amira nasceu exatamente do mesmo processo, só que em uma época onde não tinha exame de DNA. Será que a esposa traiu o marido? Senão, de quem é o esperma que foi usado na inseminação? Uma erupção na família é vista, uma situação que leva a todos ao limite emocional muitos por se sentirem perdidos em como lidar com a situação.
Lançado em 2010, a comédia romântica Coincidências do Amor aborda de maneira super humorada a questão da inseminação artificial. Na trama, conhecemos uma mulher que resolve ser mãe sozinha e iniciar o procedimento de inseminação artificial. Seu melhor amigo busca compreender a decisão e eles acabam se afastando durante anos, até voltarem a se encontrar onde muitas surpresas virão desse encontro.
Indicado para quatro categorias do Oscar de 2011, o longa-metragem dirigido pela cineasta californiana Lisa Cholodenko conta a história de duas mulheres casadas faz anos que tiveram dois filhos por meio de inseminação artificial. Quando as crianças resolvem ir procurar seu pai biológico, ele acaba, de alguma forma, fazendo parte dessa família.
Chegou ao fim o quarto ano de um dos festivais que vem se consolidando como uma importante vitrine do cinema sul-americano, o Bonito CineSur. Em sua edição de 2026, que aconteceu de 24 de julho a 01 de agosto, conferimos bem de perto obras impactantes que retrataram diferentes realidades do cotidiano em nosso continente.
Um dos méritos das curadorias, das três mostras competitivas, foi conseguir fugir de obras convencionais convencendo o público a embarcar em importantes reflexões através de narrativas instigantes. Entre os filmes exibidos, destacamos esses títulos abaixo:
Durante uma linha temporal que se divide num vai e vem entre décadas, vamos sendo testemunhas do caótico cotidiano de uma família marcada pela violência de um Rio de Janeiro sem cura. O foco se estabelece, principalmente, na relação entre pai e filha, que convivem com os obstáculos e as escolhas que aparecem nos seus caminhos, levando a obra para um amplo recorte nu e cru sobre um estado e uma família em um labirinto de violência.
Por meio de uma narrativa eficiente, que causa impacto com uma espécie de poesia sombria, marcada pela violência e pela falta de compaixão, este projeto peruano alcança as dores de uma jovem menina resiliente de um povoado andino conquistando o público pela delicadeza de encontrar na desesperança as asas para um sonhar.
Invadindo o fabuloso universo do processo criativo através de pessoas conhecendo a arte teatral enquanto ensaiam para uma futura peça, o curta-metragem argentino Escena Final, dirigido por Diego Kompel, usa de forma sublime o contraponto entre a realidade e o jogo de cena, nos guiando por uma trama criativa que expõe na tela um emaranhado de conflitos emocionais, iniciado pela rejeição, e que diz muito sobre a psique humana.
A argentina e descendente de sul-coreanos Lila (Anita B Queen) vive seu momento atual em busca de algumas respostas, buscando compreender as diferentes formas que podem moldar uma trajetória. Ela representa o presente buscando o futuro, precisando resgatar memórias do passado. Antonio, seu pai, é um imigrante que está há décadas na Argentina, e, ao longo do tempo, passou por muitas escolhas, por vezes, nômade da própria sorte. Ele representa o passado, mas também o presente.
Após o pai morrer, Bruno e Valentino vivem um momento de estagnação sobre o futuro, ainda presos à dor e tentando entender as lições que ficaram dessa referência familiar que se foi. Em uma casa humilde, ao longo de alguns dias, resolvem montar um bem-te-vi com peças que ainda estão soltas, ação que começara tempos atrás ao lado do pai. Ao longo desse período, entre o dito e o não dito se intercalando, atravessam o processo da perda e o real significado do que é a ausência.
Acompanhamos a disputa política de 2022 sob duas perspectivas: a de Almir, líder indígena, e a de sua filha, a ativista Txai. A partir de seus olhares, o filme constrói um poderoso recorte de nosso país.
Um filme exibido no quarto dia de exibições das mostras competitivas do Bonito Cine Sur 2026 nos leva a uma curiosa investigação sobre a primeira beata do Ceará. Benigna Cardoso, uma jovem de 13 anos, vítima de feminicídio na década de 1940, é o epicentro do estudo de caso do curta-metragem Vermelho de Bolinhas. A obra conduz o público para uma teia de informações, do concreto ao imaginado, percorrendo de forma envolvente a relação de fiéis em torno da devoção de uma imagem e investigando sua origem.
Logo na abertura da mostra competitiva de longas-metragens sul-mato-grossense do Bonito CineSur 2026, foi exibido um filme que chamou bastante a atenção. Percorrendo os retalhos de fotos marcantes de um experiente fotojornalista e os recortes de uma vida rica em histórias, o documentário Higa Ke – Olho por Olho encontra, em um composto artístico de sensações, informações e movimentos, o elo para firmar uma corrente poética que tem como norte o objeto de um ofício.
Em Mapago, conhecemos Serena, uma jovem moradora da periferia e indígena Guató, um povo legítimo do Pantanal, que busca realizar seus sonhos, na atualidade, seguindo a carreira de cantora de funk. Sua mãe, Fagunda, evangélica, está em um momento complicado: recém-demitida, precisa sobreviver da maneira que consegue. Ao longo dessa história, vamos caminhando em uma trama que entrelaça o presente e passado, deixando lacunas para se refletir sobre o futuro.
A violência no continente sul-americano é o assunto principal de um curta-metragem que mistura o sensorial, que impulsiona as mensagens, com as dúvidas de uma criança e os fortes desabafos de um pai em plena aflição diante de um passado recente, em uma ficção interpretada por atores que sofreram a mesma violência. Sukua, trabalho de Omar E. Ospina coloca em destaque o medo e a desesperança de territórios invadidos pelo uso da força, uma realidade que transforma vidas e muda trajetórias.
Honestino, novo trabalho do cineasta amazonense Aurélio Michiles, mistura documentário e ficção em uma obra visceral que escancara verdades de quem sempre esteve do lado certo da história.
No terceiro dia de exibições do Bonito CineSur 2026, chegamos até À Margem do Fim, filme selecionado para a Mostra Competitiva de Curta-metragem Documental, que explora as enchentes que atingiram em cheio o Rio Grande do Sul. A obra, dirigida por Felipe Beltrame, percorre, com um afiado senso crítico, e com fortes denúncias, diferentes cenários em relação as realidades sociais durante e após a tragédia do sul do país.
Tem alguns filmes cuja a assimilação é rápida pois vão direto ao ponto na conversa sobre muitas realidades. Esse é o caso do curta-metragem A Vida de Jerônimo dentro e fora da Casca, exibido no terceiro dia de Bonito CineSur 2026. Um projeto que é fácil se identificar, pois circula assuntos importantes de nossa sociedade, como as duras batalhas pelo ganha-pão de cada dia, as dificuldades financeiras e a violência, um triângulo de questões que mostram a necessidade de ser resiliente em um mundo que não alivia.
Trazendo as reflexões sobre formas de organizações comunitárias, resistência cultural e gritos de identidade em uma aldeia urbana indígena no Mato Grosso do Sul, o curta-metragem Vípuxovuko – Aldeia parte para a ficção com muitas bases na realidade. O projeto surgiu de uma conversa do diretor filme, Dannon Lacerda, com a porteira do seu prédio, cujo sobrinho viria a se tornar inspiração para a obra.
Na trama, somos convidados a acompanhar recortes do cotidiano de uma jovem chamada Emilia (Constanza Rojas), que está à beira de concluir seu curso universitário. Nesse momento decisivo de afirmação profissional, ela se vê diante de uma situação que para muitas pessoas é um verdadeiro vendaval, tirar a carteira de motorista. Essa tentativa, de agradar seu próprio planejamento, acaba sendo um divisor de águas na busca pela tão sonhada independência.
Há cinco anos, subverter o clássico malditoO Nascimento de uma Nação (1915), de D.W. Griffith, abordando o ponto de vista dos escravos, parecia ser uma excelente ideia à prova de erros. E aí a vida mostrou que continua a interferir, e muito, na arte. Vamos por partes (muitas) e comecemos (bem) do início. Você certamente já ouviu falar no termo revisionismo histórico. É um movimento que se mostra cada vez mais em voga nestes tempos de muito engajamento político, de representatividade racial e empoderamento feminino. Ele diz respeito sobre olharmos para o passado com os olhos de hoje. E embora os mais radicais sejam adeptos da eliminação por completo de qualquer rastro que tenha causado dor no passado, muitos acreditam que a característica mais notável do revisionismo seja o aprendizado, o estudo; perceber o quanto evoluímos como sociedade e o quanto éramos primitivos – identificar o erro, frisá-lo, mas jamais apaga-lo. Até porque a história jamais deixará de ter existido, não importa quantos livros e filmes sejam banidos, ou quantas estátuas sejam derrubadas.
E sim, este é o movimento que derruba estátuas de figuras “heroicas” para uma época arcaica que não se encaixa mais em nossos tempos igualitários. Muitos desses “heróis” eram, por exemplo, defensores da escravidão humana. Por outro lado, filmes como E o Vento Levou (1939) vêm sendo constantemente boicotados. Neste caso, por trazer como “protagonistas sofredores” ricos donos de plantação no Sul dos EUA em meio ao “drama” da Guerra da Secessão, que devastou o país. Sim, a guerra é horrível, mas basta dizer que nossos “heróis” aqui, representados pelo filme, estavam do lado errado da causa, lutando para manter escravos. Ou seja…
Tecnicamente, E o Vento Levou é uma obra impecável e quebrou muitas barreiras para o cinema, se tornando revolucionário para o período. Este foi um dos primeiros filmes a verdadeiramente carregar o título de épico do cinema, com suas imponentes 4 horas de exibição E o Vento Levou é sinônimo de sofisticação. A forma é ótima, mas e a mensagem, o conteúdo? A solução encontrada pela HBO Max, que o carrega em seu acervo, foi incluir uma mensagem antes do filme começar adereçando sua desconexão com o tempo presente, sendo retrato de uma época específica. O mesmo ocorre com inúmeras produções da querida Disney, algumas inclusive animações para as crianças, hoje consideradas racistas (o caso mais notório sendo um filme chamado A Canção do Sul, 1946, onde pouco se salva). É neste “pacote” que se enquadra outro verdadeiro clássico da sétima arte, este remetendo diretamente à criação do cinema: O Nascimento de uma Nação, de 1915.
Tendo em vista que o cinema nasceu em 1895, pouco tempo depois termos uma produção do nível técnico de O Nascimento de uma Nação impressiona. Tanto que o filme e seu criador (roteirista e diretor) D.W. Griffith são material de estudo obrigatório em universidades de cinema e cursos pelo mundo. E isso jamais será apagado. Griffith é definitivamente um dos grandes nomes da sétima arte, importante para tudo o que temos hoje em matéria de audiovisual e entretenimento. O problema? O mais alarmante é a carta de amor à organização conhecida como KKK (Ku Klux Klan), formada por supremacistas brancos. O filme de Griffith os enaltece como salvadores valentes do Sul pós-guerra, responsáveis pela reestruturação daquela parte do país, lutando contra os “selvagens e imorais” nortistas e escravos libertos. Deu para sentir o drama, né? Já na época sendo considerado um filme racista, Griffith tratou de lançar seu trabalho seguinte, o filme Intolerância(1916), onde decidia se defender mostrando o outro lado da moeda, o sofrimento imposto pelo preconceito.
Corta para 2016. Mais de 100 anos depois. Outro mundo, outra mentalidade. Uma melhor. Evoluímos muito. No cinema, tivemos então a recente vitória no Oscar do visceral 12 Anos de Escravidão(2014), do diretor Steve McQueen, que mostra sem papas na língua o horror da escravidão e o que a população afrodescendente passou em termos de abuso físico e psicológico. Fortíssimo e com cenas duras de assistir, o filme se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público. Dois anos depois, um filme de temática similar, também baseado em uma história real, prometia fazer ainda mais barulho, contendo ainda mais fervor em sua narrativa. Se por um lado 12 Anos de Escravidão focava no sofrimento passivo de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), homem livre sequestrado e escravizado, este novo projeto sobre a escravidão teria uma abordagem mais incisiva sobre Nat Turner, escravo que lideraria uma rebelião contra os brancos opressores e escravistas, combatendo o mal com atitude e força.
A cereja no topo do bolo de tal projeto, escrito, dirigido, produzido (bancado do próprio bolso) e protagonizado pelo então promissor jovem artista negroNate Parker, então com 36 anos, foi intitular seu filme como O Nascimento de uma Nação. A proposta aqui se tornava maior do que ser um filme sobre a revolução de um escravo contra seus opressores, maior do que ser o retrato de uma parcela da história manchada de sangue dos EUA, tornava-se metalinguisticamente importante para a sétima arte por “reescrever” o clássico racista de Griffith sob a visão do empoderamento racial. Isso sem ser necessariamente uma refilmagem.
A ideia de ouro de Parker realizou uma das melhores estreias de todos os tempos do Festival de Sundance, em janeiro de 2016, sendo imediatamente aclamado e reverenciado pela imprensa, gerando falatórios instantâneos de Oscar. Isso, impulsionado pelo movimento OscarSoWhite, onde no mesmo ano a escolha dos indicados ao Oscar deixava muito a desejar em questão de diversidade racial (com os indicados nas principais categorias sendo todos brancos). O fato levou diversos artistas negros, como Will Smith, a boicotarem a premiação daquele ano. Neste contexto, O Nascimento de uma Nação (2016) surgia como um farol de esperança representativo. O hype em relação ao longa era tanto que a Fox Searchlight (braço do cinema de arte da agora extinta 20th Century Fox) comprou os direitos de distribuição mundial da obra pelo valor de US$17.5 milhões – um recorde no mercado de vendas do Festival de Sundance.
Tudo parecia certo para O Nascimento de uma Nação se tornar um dos filmes mais prestigiados dos últimos anos. Mas a esta altura você deve estar se perguntando por que nunca ouviu falar do filme. Ou o motivo de seu sumiço, tendo vindo e ido de forma apressada. É aqui que voltaremos ao início do texto, e sobre a vida atropelar a arte. Existem aqueles que defendem a separação da arte e do artista. Porém, é sempre necessário avaliar cada caso separadamente. Acontece que em relação ao homem por trás do novo O Nascimento de uma Nação, Nate Parker, após todos os holofotes terem se voltado para ele, uma mancha gravíssima de seu passado ressurgiu à tona. Na década de 1990, enquanto era um estudante na Universidade Penn State, na Pennsylvania, Nate Parker e o amigo Jean McGianni Celestin (que divide o crédito como roteirista de O Nascimento de uma Nação) foram presos pelo estupro de uma jovem colega universitária de 18 anos.
O caso foi a julgamento no início da década de 2000, e em corte, Parker, que saía com a jovem na época, foi inocentado das acusações. Celestin foi condenado, mas pegou uma pena leve de seis meses. Após comoção e novas apelações, a corte aumentou a pena para dois a quatro anos. Enquanto servia, no entanto, uma nova apelação garantiu a anulação da condenação. Relatos da vítima na época afirmavam que Parker e Celestin aliciaram amigos para a perseguirem e assediarem. Por serem da equipe de luta da tradicional instituição, os amigos contavam com muitos apoiadores e foram “acobertados” pela reitoria. Entre outras coisas, Parker e Celestin se resguardaram sob acusações de racismo. Ambos são negros e a vítima era branca.
Hoje, o filme guarda ainda mais polêmica. Armie Hammer (à direita) é acusado de abuso e até canibalismo.
A vítima, devido a constantes hostilizações, como ter sua foto publicada por todo o campus da universidade por “defensores” de Parker e Celestin, largou os ensinos na instituição e após todo esse embrolho que viria a se arrastar por mais de uma década, terminou por tirar a própria vida em 2012 – após tentativas prévias de suicídio e um longo abalo psicológico que a veria internada numa instituição psiquiátrica. Prontamente, os amigos e familiares da vítima cuidaram para que o caso ressurgisse na mídia quando o nome de Parker, quatro anos depois, decolava para o topo do mundo. A irmã da vítima, Sharon Loeffer, chegou a escrever um artigo importante para a Variety em setembro de 2016, chamado Nate Parker’s ‘Birth of a Nation’ Exploits My Sister All Over Again – ou ‘O Nascimento de uma Nação’ de Nate Parker Explora a Minha Irmã Tudo de Novo.
Como colunista convidada, Loeffer cita que Parker e Celestin usam um estupro como ponto de partida para a narrativa de O Nascimento de uma Nação. Na trama, Esther (Gabrielle Union) é estuprada, e se torna o motivo do início da rebelião de Nat Turner, a figura história vivida por Parker no filme. Loeffer afirma que não existe registro histórico desta motivação ou sequer da existência da companheira de Turner, sendo o ímpeto retratado no longa meramente ficcional e romanceado. Loeffer chama atenção para o fato de Parker e Celestin terem friamente incluído um estupro como ponto de partida e colocarem Turner (e por consequência Parker) como o companheiro da vítima atrás de justiça. Loeffer escreveu: “… eles inventaram a cena do estupro. Isso é ficção. Eu acho arrepiante e perverso que Parker e Celestin tenham colocado um estupro fictício como centro de seu filme, e que Parker se retrate como herói se vingando deste estupro”.
Cartazes modificados com os dizeres “estuprador?” foram espalhados por Los Angeles na época.
A atriz Gabrielle Union, que no filme interpreta a esposa estuprada de Turner, também lançou uma nota pública de repúdio ao comportamento de seus realizadores. Union foi vítima de estupro na vida real aos 19 anos, antes de se tornar atriz. Segundo ela, os fatos vieram ao seu conhecimento após ter participado do filme. Union disse abertamente que, embora a história de Turner seja importantíssima, entendia perfeitamente o boicote de quem assim o quisesse por motivo do envolvimento de Parker e Celestin na produção.
Enquanto divulgavaO Nascimento de uma Nação, Nate Parker continuou pregando sua inocência no caso e se recusando a pedir desculpas publicamente pelo ocorrido. Ele reconhecia muitas vezes o erro, mas frisava sua inocência perante julgamento. Além disso, declarava O Nascimento de uma Nação como uma obra coletiva, adereçando os demais envolvidos. Porém, como produtor, roteirista, diretor e protagonista, fica difícil desassociar a figura deNate Parker de O Nascimento de uma Nação (2016).
A atriz Gabrielle Union foi vítima de estupro na vida real e disse entender o boicote ao filme.
Apesar de inicialmente demonstrar imenso potencial de sucesso, o boicote ao longa surtiu efeito. O Nascimento de uma Nação se tornou um fracasso comercial, ao estrear debaixo de toda a polêmica envolvendo seus realizadores. O fracasso do filme em circuito pelos EUA causou a Fox cancelar sua estreia em países como o Japão, Suíça, Noruega, Finlândia, Dinamarca, Áustria e alguns países da América Latina (no Brasil recebeu um lançamento restrito e passou batido).
No mesmo ano de 2016, Parker se envolveria em novas polêmicas com declarações homofóbicas dizendo que jamais interpretaria um gay no cinema, entre outra coisas. Há cinco anos, ainda não existia a cultura do cancelamento que temos hoje, mesmo assim Nate Parker foi colocado “na geladeira” por três anos até lançar de forma muito tímida o filme independente American Skin (2019), sem qualquer ressonância. De promissor figura representativa, Nate Parker se tornou uma persona non grata. Mas aos poucos o diretor vem ensaiando um retorno, e já tem quatro projetos engatilhados, incluindo a série Baselines (esperando a estreia) e o longa Solitary (em fase de pós-produção). Estariam Hollywood e os EUA prontos para recebe-lo de volta?
Alec Baldwin está oficialmente fora da produção do filme ‘Coringa‘, que terá Joaquin Phoenix no papel do vilão. O ator iria interpretar o pai do Batman, Thomas Wayne.
Em entrevista ao USA Today, Baldwin falou sobre sua saída:
“Eu não vou mais fazer esse filme. Tenho certeza que há outros 25 atores que podem interpretar aquele papel.”
A trama deve explorar a cultura noturna da cidade de Nova York, dando destaque inclusive a clubes de strip-tease. Ou seja, é muito provável que o filme seja para maiores de idade.
O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de ‘Liga da Justiça’ nas bilheterias.
O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.
A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento do cineasta Martin Scorsese.
“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.
Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.
Através do seu Instagram, o diretor do remake de ‘Brinquedo Assassino‘, Lars Klevberg, revelou novos detalhes sobre a produção e prometeu que 80% do Chucky foi criado através de animatronics, ao invés de CGI.
“Durante as filmagens, Chucky era controlado e dublado por um marionetista para que o Gabriel [Bateman], que interpreta o Andy, pudesse interagir com o boneco e também improvisar durante as cenas. Grande parte do comportamento do Chucky veio ao pesquisarmos o que crianças pequenas faziam para resolver os seus problemas. 80% do Chucky no filme foi feito com animatronics.”
Ele completa, “Mark Hamill assistiu todos os filmes do Chucky quando decidiu se juntar ao elenco.”
Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.
No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.
A sequência ‘Frozen 2‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.1 bilhão mundialmente, tornando-se a quarta MAIOR arrecadação para uma animação da história nas bilheterias.
O longa conseguiu superar as bilheterias de ‘Meu Malvado Favorito 3‘ (US$ 1.035b), ‘Toy Story 3‘ (US$ 1.067b) e ‘Toy Story 4‘ (US$ 1.074b).
Nos EUA, o longa acumula US$ 386.5 milhões. No mercado internacional, são US$ 717.2 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 1,103.7 bilhão mundialmente.
‘Frozen 2‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de janeiro de 2020.
A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.
Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.
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