A pré-produção de ‘Superman: O Legado’ já começou nos estúdios DC, com James Gunn supervisionando o projeto e assinando o roteiro.
No último sábado (06), Gunn foi questionado se algum membro da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, que comandou para a Marvel Studios, irá aparecer no longa-metragem.
É claro que, considerando que a produção está em estágios iniciais, ainda não sabemos quem da trilogia do MCU irá migrar para a DC.
E você? Tem algum palpite?
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, David Zaslav, o CEO da Warner Bros. Discovery, revelou estar muito positivo em relação ao futuro da DC nos cinemas.
O executivo revelou que o roteiro de ‘Superman: O Legado‘ já está pronto – afirmando que Gunn está determinado a mostrar a força desses personagens nas telonas.
“Nós temos o James Gunn e o Peter Safran trabalhando duro na DC, o que fará a empresa crescer ainda mais. Eles estão muito ocupados com a DC. O primeiro rascunho do roteiro de ‘Superman: O Legado’ já está pronto. Gunn está em uma missão de Deus.”
Ele completa, “Esse é um ótimo momento para mostrar quão forte será a DC, e quão sustentável será o seu crescimento global nos próximos anos.”
Anteriormente, Gunn havia revelado o que ele espera do próximo intérprete do Homem de Aço: “É difícil, mas estamos procurando a pessoa certa. E, para ser sincero, temos algumas ótimas opções, o que me deixa animado. Mas tem que ser alguém que tenha toda a humanidade que o Super-Homem tem, mas ele também é um alienígena. Tem que ser alguém que tenha a bondade e a compaixão que o Superman tem. E tem que ser alguém em quem você queira dar um abraço.”
Lembrando que Gunn anunciou que a pré-produção do novo filme já foi iniciada.
Em seu perfil do Twitter, ele compartilhou a imagem da capa do roteiro e escreveu:
“Me sinto honrado por fazer parte deste legado. E que dia melhor do que o aniversário do Superman para mergulhar totalmente na pré-produção de ‘Superman – O Legado’? Figurinos, design de produção e muito mais, agora em desenvolvimento.”
Gunn também já havia dado detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:
“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.
Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.
Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.
E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?
‘Doctor Who’ não se tornou uma das séries mais icônicas e conhecidas de todos os tempos por qualquer motivo – e a música-tema é um dos elementos mais adorados por parte dos fãs.
Agora, foi divulgada a nova versão do tema clássico da série, assinada por Murray Gold, que já trabalhou com o showrunnerRussell T Davies no show.
Lembrando que o especial da série, que conta com o retorno de David Tennant como o 14º Doutor, estreia na BBC e na plataforma do Disney+ em novembro de 2023, ainda sem dia confirmado.
Vale lembrar que, recentemente, foram divulgadas imagens inéditas do especial de 60 anos da série ‘Doctor Who‘, destacando o Décimo Quarto Doutor (David Tennant) e o misterioso vilão vivido por Neil Patrick Harris.
O especial será dividido em três episódios e também vai contar com o retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do Décimo Quarto Doutor, Donna Noble.
Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.
Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.
Anteriormente, a emissora divulgou os títulos dos três episódios que vão compor o especial.
A produção será exibida em novembro deste ano, ainda sem dias confirmados, através dos capítulos ‘The Star Beast’, ‘Wild Blue Yonder’ e ‘The Giggle’.
A Walt Disney Studios anunciou a data de estreia oficial de ‘Tron: Ares’, terceiro capítulo da icônica franquia sci-fi.
Segundo o ComicBook.com, o longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 10 de outubro de 2025 – e o primeiro material promocional será revelado na próxima edição do CinemaCon, evento do qual o CinePOP participará in loco.
Na trama, Jared Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.
Através de seu perfil do Twitter, o astro compartilhou a primeira imagem oficial da sequência, que destaca um personagem vestido com os característicos trajes high-tech daquele universo.
O elenco ainda contará com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’) e Cameron Monaghan(‘Gotham’).
Lembrando que, em 2022, o diretor Joseph Kosinski explicou à Vultureque o terceiro título da franquia não iria acontecer por conta das aquisições da Marvel e deStar Wars pela Disney.
“Em 2015, a Disney já era diferente. Quando eu fiz Tron: O Legado, eles não tinham comprado a Marvel. Não tinham comprado Star Wars. Tron era a melhor jogada de fantasia e sci-fi que eles tinham”, falou o cineasta.
Kosinki contou que o filme mostraria uma inversão da premissa dos anteriores – ao invés de humanos entrarem no videogame, seria o videogame que começaria a “vazar” para o mundo real.
Remakes hollywoodianos costumam ser uma faca de dois gumes: de um lado, permitem que filmes que se restringem a um circuito bastante fechado ganhem uma roupagem mainstream e que atinjam um público maior; por outro, falham em quase todos os aspectos ao ser apenas uma cópia em língua inglesa de algo que, sob uma ótica fora do domínio estadunidense ou britânico, tinham um brilho próprio. Qual foi nosso medo quando a Blumhouse resolveu encabeçar uma releitura do aclamado suspense psicológico dinamarquês ‘Speak No Evil’, que chegou aos cinemas em 2022 e se tornou um dos melhores títulos do ano por sua competente narrativa e sua atmosfera extremamente angustiante.
Para o projeto, James Watkins, conhecido por seu trabalho em ‘A Mulher de Preto’, foi escalado como diretor e roteirista de uma versão mais comercial do longa-metragem original: na trama, uma família dos Estados Unidos está passando as férias na Itália e cruza caminho com uma outra família, criando laços de amizade que se estendem até mesmo depois que todos voltam às suas vidas. Não demora muito até que Louise (Mackenzie Davis) e Ben Dalton (Scoot McNairy), acompanhados da filha Agnes (Alix West Lefler), sejam convidados para visitar os excêntricos e divertidos Paddy (James McAvoy), Ciara (Aisling Franciosi) e Ant (Dan Hough) em sua idílica fazenda no interior da Inglaterra, para que conheçam um lado menos caótico do cenário inglês e aproveitem o ar fresco do campo. Porém, o que deveria ser um fim de semana sem preocupações logo se transforma em um pesadelo interminável e inescapável que coloca os Dalton em perigo constante.
Em se tratando de um suspense, a simples premissa parece não fugir muito das obviedades e, para aqueles que assistiram ao filme dinamarquês, é notável como lidamos com uma tradução quase literal do que já conhecemos. Porém, Watkins, aliado a um time criativo e técnico de habilidosas mãos, transforma esse remake em um dos melhores títulos do ano ao não se deixar levar pela ambição desmedida, prestando homenagens à obra de Christian Tafdrup em uma carta de amor ao terror psicológico e garantindo que cada uma das intrincadas engrenagens faça sentido dentro do epopeico espectro que se apodera das telonas. E, por essa razão, posso dizer com a mente limpa que a nova versão, intitulada ‘Não Fale o Mal’ no português, iguala-se à obra de 2022 em uma jornada aflitiva e torturante de duas horas de duração que nos deixa à beira de um ataque de nervos do começo ao fim.
É notável como Watkins aposta fichas nessa ambientação desde as primeiras cenas na paradisíaca costa italiana, estendendo seu comprometimento com o gênero em questão até os créditos finais. Todavia, ele não está sozinho nessa empreitada: de um lado, temos a tétrica trilha sonora assinada pela dupla Danny Bensi e Saunder Jurriaans, que sabe como arranjar os apoteóticos instrumentos orquestrais sem tangenciar o melodrama e sem forçar que o público sinta determinada emoção – visto que essa ambiguidade não é necessária e a música serve como elemento personificado dentro de uma gloriosa e sólida estrutura fílmica; de outro, a montagem de Jon Harris dá algumas pistas dos eventos que irão se desenrolar na trama, mas sem entregar o ouro e permitindo que o embate entre a fachada de uma pseudo-realidade em ruínas e o que realmente se esconde por trás de máscaras psicóticas.
Se a parte artística acerta em cheio, o elenco emerge como a cereja do bolo através de atuações aplaudíveis e que explodem em uma química inebriante. McAvoy volta ao mundo do suspense após uma investida gloriosa em ‘Fragmentado’, entregando uma de suas melhores performances como o odioso e controverso Paddy. Porém, ele não é o único a roubar a cena, visto que Davis rende-se à persona de Louise em um trabalho magnífico, demonstrando não ter medo de arriscar ao criar a personalidade da protagonista e ao colocá-la não apenas em um arco de sobrevivência compulsória, mas de um necessário amadurecimento como mulher, mãe e esposa; e Hough fornece um espetáculo por conta própria ao encarnar Ant, um jovem menino que não consegue se comunicar e que canaliza cada uma de suas expressões para um olhar gélido e perdido que vê nos Dalton a esperança de escapar de uma prisão sem grades – e que domina os momentos finais com força inigualável.
É certo dizer que o filme não está livre de falhas. Porém, os deslizes concentram-se apenas em determinadas cenas no final do terceiro ato, em que certas informações são jogadas apenas para dar continuidade ao ritmo; em outras palavras, percebemos que esses breves equívocos são ínfimos perto da grandiosa beleza do que veio antes e de uma conclusão certeira que finaliza, sem se arrastar, cada uma das subtramas que são apresentadas desde o princípio.
‘Não Fale o Mal’ é uma grata surpresa da Blumhouse e, de longe, um dos melhores filmes da produtora em anos – o que é dizer muito, considerando fracassos retumbantes como ‘Mergulho Noturno’ e ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’. Mais do que isso, a esforçada composição de uma equipe talentosa e de um elenco de ponta garantem que esse remake tenha algo para dizer além de uma mera cópia – motivo pelo qual se sagra um dos melhores filmes de suspense do ano.
Agora, foi divulgada uma prévia inédita do próximo ciclo, dando destaque ao antagonista Paulie, interpretado pelo gigantesco ator holandês Olivier Richters – que, com seus 2,18m de altura, faz com que Ritchson pareça bem diminuto.
Confira:
A nova iteração será lançada no dia 20 de fevereiro na plataforma de streaming.
Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.
Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.
A trama acompanha Laura (Wright), uma mulher que tem uma ótima carreira, um marido amável (Zuaiter) e um filho adorável (Davidson). Entretanto, sua vida começa a ruir quando o filho traz para casa uma namorada (Cooke), que Laura acredita estar mentindo sobre quem realmente é. Querendo protegê-lo, ela fará o que for preciso para provar que ele está sendo enganado.
Segundo o Deadline, a Netflix contratou três novos membros ao elenco da 2ª temporada de ‘The Hunting Wives’, série de drama baseada no romance homônimo de May Cobb.
As informações indicam que John Stamos (‘Palm Royale’), Dale Dickey (‘Fallout’) e Cam Gigandet (‘Burlesque’) foram escalados para os novos episódios.
Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.
O próximo ciclo contará com oito episódios, e ainda não tem data de estreia definida.
Na trama dos novos episódios, segredos antigos vêm à tona e inimigos forçam as protagonistas Sophie (Snow) e Margo (Åkerman) a se unirem mais uma vez. À medida que se envolvem com um perigoso jogo, dúvidas começam a surgir. Elas são caçadoras ou são a caça?
‘The Hunting Wives’ é um drama picante que acompanha a novata Sophie O’Neil (Brittany Snow) enquanto ela se encanta por Margo Banks (Malin Åkerman), uma socialite sedutora, e seu círculo exclusivo de amigas ricas, conhecidas como as Hunting Wives, em uma pequena cidade do leste do Texas. Por trás do charme sulista, esconde-se um mundo de tentações e relacionamentos perigosos. O charme magnético de Margo e o fascínio inebriante do grupo despertam as paixões adormecidas de Sophie, levando-a por um caminho traiçoeiro, repleto de ciúmes, suspeitas mortais e assassinato.
Os estúdios Pixar não se tornaram um dos pilares do cinema animado por qualquer motivo. Afinal, ao longo de uma história consideravelmente breve, a companhia entregou alguns clássicos instantâneos do gênero, além de apresentarem inovações tecnológicas e uma excelência criativa que tomou forma com títulos como ‘Ratatouille’, ‘WALL-E’, ‘Os Incríveis’, ‘Procurando Nemo’ e tantos outros que continuam a inspirar artistas e cineastas. Porém, nada disso seria possível sem uma “pequena” joia fílmica que ficou conhecida como ‘Toy Story’.
O projeto, que marcou o primeiro longa-metragem da companhia, foi lançado em 1995 e se sagrou um sucesso imediato de crítica e de bilheteria, tornando-se a segunda maior bilheteria do ano e um marco da sétima arte. Considerada uma das melhores de todos os tempos, a animação foi concebida pouco depois do curta-metragem ‘Tin Toy’, o primeiro feito em computação gráfica a conquistar o Oscar, que impulsionou John Lasseter, Andrew Stantone Pete Docter a escrever vários tratamentos fracassados e rejeitados pela Walt Disney Studios, que desejava um tom mais ousado para a história. Após desastrosas apresentações, o roteiro foi totalmente reescrito, optando por explorar os anseios, os medos e as ações de brinquedos cujo maior desejo é pertencer a uma criança.
E foi assim que ‘Toy Story’ surgiu: a trama nos apresenta a Woody (Tom Hanks), um boneco de caubói que é o brinquedo preferido do jovem Andy – e que vive no quarto do garoto ao lado de outros brinquedos, incluindo o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney), Rex (Wallace Shawn) e Porquinho (John Ratzenberger). Porém, o que parecia ser uma vida perfeita logo se transforma no maior pesadelo de Woody: quando Andy completa seis anos, ele recebe de presente um brinquedo novo, uma action figure de Buzz Lightyear (Tim Allen), que não tem qualquer consciência do que realmente é e acredita ser um patrulheiro espacial determinado a acabar com as forças malignas do universo.
A partir daí, Woody vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando Buzz ganha popularidade entre seus amigos e, eventualmente, torna-se o brinquedo favorito de Andy, causando uma grande comoção ciumenta no caubói. Em uma determinada noite, irritado por não ter sido escolhido por Andy para um passeio em família à pizzaria, ele acidentalmente empurra Buzz pela janela – e a conturbada relação entre os dois escala a um ponto sem retorno em que Woody precisa provar que pode melhorar e Buzz mergulha em uma crise existencial ao finalmente se dar conta de que é um brinquedo.
A concepção de ‘Toy Story’ é própria para o público mais jovem, seja na vibrante paleta de cores que adorna cada um dos personagens, seja no teor aventuresco que Woody e Buzz são engolfados – culminando em uma mensagem de amizade que é resumida pela clássica e premiada canção “You’ve Got a Friend in Me”, de Randy Newman. Todavia, o filme serve de estandarte para uma universalização temática que o transforma em veículo dialógico com qualquer tipo de público, seja jovem ou adulto, garantindo que a narrativa ecoe das mais diferentes maneiras. Não é surpresa que a já mencionada crise de identidade de Buzz ressoe com força com os espectadores mais adultos, enquanto o destrutivo ciúme de Woody também encontre uma camada extra de profundidade.
A beleza do projeto não se resume apenas aos temas explorados, mas ao modo como cada personagem tem o seu momento de brilhar e cria uma narrativa propositalmente anacrônica que os torna universais e particulares, ao mesmo tempo. Em outras palavras, é incrível imaginar como Lasseter, Stanton e todos os envolvidos decidiram personificar objetos inanimados como ponto de partida para um estúdio que entregaria, por um bom tempo, uma obra-prima atrás da outra: o cristalino roteiro, que transmuta os tropos clássicos da Jornada do Herói através da complexa e um tanto quanto ambígua personalidade de Woody, coloca os brinquedos como metáfora para os anseios e as melancolias que nós mesmos passamos quando tentamos encontrar nosso lugar do mundo – e o que acontece quando esse mundo se desmantela de uma hora para outra.
O impacto de ‘Toy Story’ não se restringiu apenas ao sucesso de bilheteria e de crítica, mas às já mencionadas inovações tecnológicas. Ao empregar uma tecnologia inovadora para produção de animações computadorizadas, o time criativo lançou uma tendência que compeliu outros estúdios a realizarem o mesmo – além de fabricantes de chips gráficos e até mesmo desenvolvedores de games. Como se não bastasse, o filme seria apenas o primeiro capítulo de um universo multimidiático que ganhou sua primeira sequência quatro anos mais tarde e que, agora, caminha para um quinto capítulo que chegará em breve aos cinemas mundiais.
Após o teaser dos novos episódios de ‘Westworld’, é claro que os fãs estão esperando por novos detalhes, e numa entrevista para a Entertainment Weekly, o produtor da série, Jonathan Nolan, comentou sobre o que esperar do personagem de Paul.
“Caleb, o personagem de Aaron, irá desafiar as noções de Dolores (Evan Rachel Wood) sobre a natureza da humanidade. Ele é o tipo de pessoa que não consegue ir para o ‘Westworld‘.”
Apesar de breve, a reposta de Nolan deixa claro que o encontro entre Caleb e Dolores deve trazer mudanças significativas para o enredo e atribuir novos aspectos aos personagens.
Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
Lançado em 2017, ‘Atômica‘ arrecadou apenas US$ 95 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 30 Milhões, o que diminuiu as chances de uma sequência.
Apesar da modesta bilheteria, o Discussing Film divulgou que a Netflix abraçou o projeto e já está desenvolvendo a continuação, que tratá o retorno de Charlize Theron como a agente Lorraine Broughton.
A ideia é fruto de uma parceria entre a gigante de streaming e a Denver & Delilah Productions, responsável pelo primeiro filme.
Embora seja uma novidade animadora, maiores detalhes não foram revelados e ainda não há previsão para o início das filmagens por conta das paralisações causadas pelo Coronavírus.
Após a estreia do original, o diretor David Leitch já havia adiantado que a sequência seria desenvolvida por um serviço de streaming, mas ele não tinha revelado qual.
“Eu acho que ainda há [conversa sobre uma continuação]. Um serviço de streaming está trabalhando no projeto. Eu não conheço todos os detalhes. Fui contratado para trabalhar nesse filme, mas no final das contas, Kelly McCormick – minha parceira de produção e minha esposa – ela estará envolvida como produtora. Foi assim que consegui a direção em primeiro lugar. Veremos.”, afirmou.
Através da parceira com a Netflix, a produtora também vai desenvolver uma adaptação dos quadrinhos ‘The Old Guard‘, na qual Theron será uma mercenária imortal.
A trama acompanha um grupo de seres imortais que têm sua identidade revelada quando um de seus membros é capturado misteriosamente, agora eles precisam lutar para voltar ao anonimato.
Em ‘Atômica‘, Theron interpreta a inteligente e habilidosa agente Lorraine Broughton, que é convocada para ação quando um espião secreto da MI6 é morto pouco antes da queda do Muro de Berlim. Ela terá que rastrear uma lista que que estava sendo contrabandeada por ele para o oeste, a fim de evitar que ela e seus colegas sejam colocados em perigo pela revelação das informações presentes no documentos. Sua missão desencadeia uma jogo mortal de agentes duplos e agendas globais.
Uma dupla de fãs do Homem-Aranha teve a brilhante ideia de recriar em live action uma épica cena da animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
Com muita criatividade, os fãs reproduzem quadro a quadro a cena em que Miles Morales faz um grafite numa parede momentos antes de ser picado por um aranha radioativa.
Idealizado, por Jenoah Bush, o vídeo foi publicado iriginalmente no Tik Tok e chamou atenção do próprio Peter Ramsey, diretor da animação vencedora do Oscar.
Falando nisso, a produção da sequência de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ está ganhando forma e o compositor Daniel Pemberton confirmou seu retorno. A informação foi divulgada por ele mesmo, através do Twitter.
Por meio de uma thread, ele relembrou algumas das melhores memórias ligadas ao lançamento da produção e aproveitou para compartilhar o seu entusiasmo em poder voltar com uma nova sequência da animação, em 2022.
Confira a publicação com o seu anúncio:
“Aqui estão os três gênios da direção de Aranhaverso, Peter, Rodney e Bob em Paris e uma rara selfie minha em frente a um enorme ônibus, parecendo bem estranho…
Vejo vocês em 2022 para a nova aventura”.
..here’s the three #SpiderVerse directing geniuses Peter, Rodney and Bob in Paris and a rare self post of me in front of a massive bus looking a bit awkward..
‘Homem-Aranha no Aranhaverso 2‘ estava originalmente programado para chegar às telonas no dia 08 abril de 2022, mas agora será lançado em 07 de outubro do mesmo ano.
A decisão foi anunciada por conta da pandemia do Coronavírus, já que a agenda prevista para o processo de dublagem será afetada para evitar a propagação da doença.
Lançado em 2019, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ tornou-se um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 375 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 90 milhões.
Quando as primeiras imagens do traje preto e dourado do Homem-Aranha surgiram online, havia detalhes vermelhos que iam do cotovelo aos dedos das luvas.
No entanto, parece que o Cabeça de Teia terá uma espécie de bracelete místico no antebraço e os detalhes vermelhos não são mais visíveis.
Em vez disso, há o que parecem ser runas nos antebraços do personagem.
Esses novos detalhes foram revelados pela Hot Toys, que disponibilizou um lote de novas imagens de um colecionável inspirado em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.
Confira a primeira imagem e compare com as atualizações:
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
No entanto, o astro de 55 anos acalmou os ânimos ao revelar que foi um leve acidente quando um celular acertou seu rosto enquanto ele estava na cama.
Assim que a entrevista começou, Sandler apontou para o olho e brincou:
“Isso aqui é algo que eu tenho que explica, né? Eu estava na cama, no meio da noite. Você sabe como eles prendem seus lençóis, alguém enfiou demais os meus lençóis. Meu celular estava no meio da cama, então mexi os pés para cima, para soltar o lençol, sabe? O celular simplesmente voou e me atingiu na cabeça. Eu me recuso a entender o que aconteceu. Eu senti o sangue e pensei: Tá, tem algo acontecendo, mas eu preciso dormir’. Bom, eu continuei dormindo e quando acordei, estava assim.”
Em seguida, o apresentador George Stephanopoulos brincou:
“Essa é a história de olho roxo mais elaborada que já ouvi.”
Enquanto todos riam, Sandler rebateu:
“É, não tem nada de engraçado nisso. Eu vejo as pessoas me olhando na rua e elas dizem: ‘Aquele cara gosta lutar’. E eu tenho que dizer: ‘Foi só um acidente’.”
Na trama, “um olheiro de time de basquete que está em baixa na carreira (Sandler) descobre um jogador excepcional no exterior e leva o fenômeno para os EUA sem a aprovação do seu time. Agora, a dupla tem apenas uma chance de brigar por um espaço na NBA”.
No Rotten Tomatoes, o longa-metragem abriu com surpreendentes 85% de aprovação, com nota 6.90/10 baseada em 47 reviews até o momento. No Metacritic, outro agregador de críticas, a produção abriu com pontuação 66/100, indicando “recepção geralmente favorável”.
Apesar de mencionarem os clichês na narrativa, os especialistas fizeram elogios à interpretação de Sandler e à despreocupação da história, caracterizando-a até mesmo como uma espécie de “prazer culposo”.
Confira os principais comentários abaixo:
“Um drama esportivo e um prazer culposo” – Times (UK).
“Se ele continuar trabalhando duro, o mesmo homem que outrora simbolizou o comprometimento da Netflix à mediocridade poderia, eventualmente, se transformar em sua melhor escolha” – IndieWire.
“Há lugares em que ‘Arremessando Alto’ esbarra no clichê… Mas há uma profundidade de sentimento e uma sinceridade desarmante ao filme que mantêm você assistindo” – THR.
“É bom ver Sandler fazendo algo que ele ama em um ambiente em que está confortável, e em fazê-lo com tanta sinceridade” – Consequence.
Foi dito que o estúdio assinou um contrato de vários anos com a Middle-earth Enterprises, detentora dos direitos autorais das obras deJ.R.R. Tolkien, autor da saga.
Por enquanto, ainda não há informações adicionais sobre esses próximos filmes – incluindo detalhes do enredo, equipes criativas ou janelas de lançamento.
No entanto, a novidade não foi bem recebida por boa parte dos fãs, que estão extremamente preocupados com o futuro da franquia.
Isso porque grande parte dos fãs detestou ‘O Hobbit‘ e a série derivada produzida pela Amazon Prime.
Confira as reações:
Warner, por favor não manchem a melhor adaptação cinematográfica de fantasia com um reboot para ganhar dinheiro. É melhor que seja algo do Silmarillion, ou Contos Inacabados, ou Queda de Númenor, ou qualquer coisa no universo de Tolkien que não seja O Senhor dos Anéispic.twitter.com/47q58u6MVa
Que maluquice é essa da Warner querer fazer novos filmes de O Senhor dos Anéis? Restore the Jacksonverse! Deixem minha trilogia em paz que ela é perfeita assim.
Essa notícia de novos filmes de O Senhor dos anéis não me dá um bom pressentimento, pq do jeito que eles foram de uma das melhores trilogias pra adaptação duvidosa de O Hobbit, mdssss
Disney está revivendo franquias como Frozen, Toy Story e espaçando seus lançamentos. A Warner está fazendo o mesmo com Harry Potter e O Senhor dos Anéis, além de reestruturar a DC. Estamos fadados a blockbusters de heróis e aos 3 R’s (revival, reboot, resequel)? pic.twitter.com/jP6iFvvPpA
“Após nossa recente aquisição da Middle-earth Enterprises, estamos entusiasmados em embarcar nesta nova jornada colaborativa com a New Line Cinema e a Warner Bros. Pictures, trazendo o incomparável mundo de JRR Tolkien de volta à tela grande de maneiras novas e emocionantes. Entendemos o quanto essas obras são apreciadas e, trabalhando em conjunto com nossos parceiros da New Line Cinema e da Warner Bros. Pictures, planejamos honrar o passado, olhar para o futuro e aderir ao mais alto nível de qualidade e valores de produção.”
Vale lembrar que animação ‘A Guerra dos Rohirrim‘, que serve como uma pré-sequência ambientada 183 anos antes de ‘O Senhor dos Anéis‘, está em desenvolvimento na New Line Cinema e na Warner Bros. Animation.
O filme – que conta com dublagem de Brian Cox e da estrela original Miranda Otto – está programado para estrear nos cinemas em 12 de abril de 2024.
‘Barbie‘ se tornou um enorme fenômeno cultural, quebrando recordes de bilheteria ao levar o público ao divertido e colorido mundo da adaptação estrelada por Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) e Ryan Gosling (‘Agente Oculto’).
Por falar nisso, a performance de Gosling foi um dos destaques da trama, principalmente quando ele canta “I’m Just Ken“, música escrita pelo próprio ator, o que fez muitos fãs pedirem por um derivado focado no personagem.
Em entrevista para o 60 Minutes, os co-roteiristas Greta Gerwig eNoah Baumbach foam questionado sobre a possibilidade, mas foram bem evasivos em sua resposta.
“Não podemos comentar sobre isso”, revelou Baumbach, antes de Gerwig acrescentar: “É verdade, não posso comentar sobre isso. Quero dizer, a verdade é… Acho que veremos.”
Lançado nos cinemas no dia 20 de Julho, ‘Barbie‘ finalmente ganhou data de estreia no streaming.
O filme será lançado na HBO Max no dia 15 de Dezembro.
Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.
A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.
“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”
Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”
Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.
Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
Adaptação americana do livro de Stieg Larsson mantém a denúncia implícita na história
* Texto pode conter gatilhos emocionais relacionados a violência contra mulher
A trilogia Millennium foi escrita pelo autor sueco Stieg Larsson e publicada por volta do ano de 2005. Os livros têm um forte tom neo-noir e policial, tendo como foco as desventuras da hacker Lisbeth Salander que, ao mesmo tempo em que é uma pessoa quebrada por traumas do passado, precisa lidar com inimigos violentos. Cada livro possui um enredo não necessariamente ligado aos outros, mas o elo entre o segundo e terceiro livro (protagonizados por Lisbeth) é maior do que o do primeiro livro (protagonizado pelo jornalista Mikael Blomkvist) com o resto da trilogia.
A trama do primeiro livro, intitulado Os Homens que não Amavam as Mulheres, é bem direta: após ser arruinado por um processo de calúnia, o jornalista Mikael Blomkvist recebe uma proposta inusitada de um dos mais antigos e respeitados industrialistas da Suécia: descobrir quem assassinou sua sobrinha décadas antes. Essa premissa de mistério, não muito diferente do usual na literatura policial, funciona apenas como um pano de fundo para muito mais que se esconde abaixo da superfície.
O livro teve duas adaptações para o cinema. A primeira veio em 2009 e foi um produção sueca dirigida por Niels Arden Oplev; também foi o filme que lançou a carreira da atriz Noomi Rapaceà patamares mais conhecidos. Já em 2011 veio a segunda adaptação, dessa vez uma produção norte-americana, dirigida pelo cineasta David Finchere estrelando Daniel Craige Rooney Mara. Este segundo se encontra atualmente no acervo da Netflix, e caso você seja um dos poucos no mundo que ainda não assistiu, faça este favor a si mesmo.
Toda a trilogia Millennium tem como ambientação a Suécia atual, mas sem descartar as cicatrizes deixadas pelo passado do país, principalmente no período da ascensão nazi-facista na Europa. Por consequência, as obras (e mais precisamente a primeira) apresentam temas como violência contra a mulher como uma mancha que cada geração leva para a seguinte, uma herança pustulenta.
A questão é que isso está longe de ser apenas ficção; o autor Stieg Larsson não é famoso apenas pelos seus livros mas também por ter sido um grande jornalista sueco. Dessa forma, ele carregou para seus romances a necessidade de se denunciar esses tipos de crimes utilizando o verniz da ficção.
A Suécia é um integrante constante nas melhores avaliações dos rankings de igualdade de gênero. Na versão de 2020, o país figurou em quarto lugar dentre os melhores colocados e ainda assim, no mesmo ano, ele apresentou dados alarmantes. A violência doméstica é a mais comum de acontecer e com o desencadeamento da pandemia e a necessidade de se executar lockdowns a quantidade de ocorrências inevitavelmente cresceu.
As boas avaliações de países europeus como a Suécia escondem verdades trágicas
A pesquisadora do Instituto de Economias de Transição em Estocolmo, Maria Perrotta Berlin, apresentou dados que mostram o aumento de casos no país em 2020. “Durante a primeira metade de 2020 o número total de crimes aumentou em 1% comparado ao mesmo período de 2019. Crimes reportados contra pessoas aumentaram todos em quantidades similares. Ataques violentos contra mulheres +4%…”
O fato de que, como mencionado, o país se encontra entre os melhores colocados em termos de igualdade de gênero e ainda assim mostrar números contínuos de violência de parceiros íntimos às mulheres (em inglês identificado pela sigla IPVAW) levou a elaboração da teoria do “paradoxo nórdico” pelos pesquisadores Enrique Garcia e Juan Melo. Na pesquisa, Prevalence of intimate partner violence against woman in Sweden and Spain: A psychometric study of the “nordic paradox” é indicado o quão contrária é a realidade dos países bem colocados.
“A alta prevalência de IPVAW em países com alto grau de igualdade de gênero foi definida por Garcia e Melo como ‘Paradoxo Nórdico’. Países nórdicos são, de acordo com diferentes indicadores internacionais, os mais igualitários em gêneros do mundo. Porém, apesar desses altos níveis de igualdade de gênero, países nórdicos têm altos índices de prevalência de IPVAW”.
Mapa de 2016, do portal U.S.News, ilustrando locais com maior denúncia de crimes sexuais contra mulheres. Países nórdicos estão com destaque
Ele continua abordando que as incidências de episódios violentos estão presentes também em relatórios oficiais e estatísticas. “O período de tempo em que se perpetua violência física e/ou sexual por parceiros íntimos nos 28 estados da União Europeia foi de 23%, com uma variação entre 13% e 32%. Porém, países nórdicos da União Europeia estavam entre os países com maior prevalência de IPVAW, com taxas de 32% (Dinamarca), 30% (Finlândia) e 28% (Suécia)”.
Apesar da discrepância entre o alto nível de desenvolvimento de países nórdicos e alta na porcentagem de casos de violência ocorridos neles, ainda não há uma explicação formal, especulando-se unicamente que quanto mais desenvolvido é o país, maior será a estatística de agressões. O artigo assume então que não há no momento base para chegar a uma conclusão definitiva e que o tema necessita de maiores estudos. O ato de violência também não está concentrado em uma única faixa etária, mas sim em uma variante.
Em 2014, a Agência da União Europeia pelos Direitos Fundamentais encomendou um relatório analítico sobre a disseminação de índices de ataques pelo continente. Um dos trechos analisa a incidência de episódios de violência física ou sexual sofridos por mulheres a partir dos 15 anos; novamente, países nórdicos ganham destaque com a Dinamarca indicando o maior índice de agressão nessa categoria perpetrado por um parceiro e\ou não parceiro: 52%, em seguida vem a Finlândia (47%) e Suécia (46%).
União Europeia tem monitorado os casos de violência em países membros
As mulheres também foram entrevistadas para fins de delimitar melhor o perfil dos ataques. O relatório então estima que 13 milhões de mulheres na União Europeia foram vitimas de violência física no curso de 12 meses, enquanto que outra estimativa aponta para 3,7 milhões sofreram violência sexual no curso de também 12 meses.
Um fato curioso, porém, é que bem mais recentemente, por volta de dezembro de 2019 mais precisamente, a empresa alemã Statista, que é especializada em elaborar dados estatísticos, realizou um levantamento com base em um certo número de cidadãos de países selecionados do continente sobre se eles acreditavam que abuso doméstico era um dos três problemas principais enfrentados pelas mulheres em seus respectivos países.
A Sérvia ficou em primeiro, com 41%. O que mais chama a atenção, porém, é que a Suécia, única representante dos países nórdicos, ficou dentre os que achavam que abuso doméstico não era um dos principais problemas enfrentados pelas mulheres; marcando um total de 17%. Outro relatório de 2019 vem do grupo Women Against Violence Europe que especificou internamente a estrutura disponível para auxílio a mulheres em países europeus.
No caso da Suécia, em específico, ele indica a existência de linhas de emergência disponíveis, centros de acolhimento e serviços de assistência a vítimas de ataques sexuais. O mesmo relatório, porém, infere que não existem dados acurados de quantos abrigos para acolhimento de mulheres existem no país, nem muito menos o número de camas disponíveis.
Apesar de que até 2019, segundo o briefing Violence Against Women in the EU publicado pelo Parlamento Europeu, mesmo a escala do problema não sendo completamente compreendida ainda é indicado também que o bloco está focado em expandir o acervo de dados sobre ocorrências de violência contra mulheres a serem consultados por diversas forças policiais no continente. A notificação de diversos crimes do tipo em diversos países europeus também incentivou os governos da Espanha e Reino Unido a criarem tribunais especializados nesse tipo de delito.
Por fim, Os Homens que não Amavam as Mulheres é uma ficção mas do tipo que carrega contornos reais. O drama das mulheres na Europa contradiz o nível de desenvolvimento alcançado pelo continente nas últimas décadas. A raiz disso tudo ainda é motivo de debate; interpretações de leitores sobre a bibliografia do Stieg Larsson indicam que o autor considerava que a razão desse tipo de violência estava ligada à cultura misógina, ainda presente em muitos locais da Europa.
Já um posicionamento oficial presente no briefing de 2019 do Parlamento Europeu é que o problema pode ser vinculado a desigualdades sociais entre homens e mulheres, além de “valores religiosos tradicionais que algumas vezes são usados como justificativa. Fatores incluem que a falta de independência econômica das mulheres aumenta a vulnerabilidade”.
Apesar de estar ocupada com sua bem-sucedida turnê The Eras Tour, que tem dominado estádios nos Estados Unidos neste verão, Taylor Swift tem outro projeto importante em sua agenda: sua estreia como diretora de cinema.
A artista, reconhecida pelo seus inúmeros recordes no mundo da música, teve a oportunidade de trabalhar com o renomado cinematógrafo indicado ao Oscar, Rodrigo Prieto, que recentemente contribuiu para filmes como ‘Barbie‘ e ‘Assassinos da Lua das Flores‘.
Prieto, que colaborou com Swift em videoclipes como “The Man”, “Willow” e “Cardigan”, revelou em entrevista ao TheWrap que esteve em contato com a estrela vencedora do Grammy para discutir seu envolvimento em seu projeto de direção.
Embora ele não tenha confirmado seu papel como cinematógrafo no projeto, ele deixou claro que tem grande admiração pelas habilidades de direção de Swift.
“Eu sei sobre esse projeto”, compartilhou Prieto. “Não tenho certeza sobre o status atual, pois estive ocupado com meu próprio filme, mas tivemos conversas sobre isso. Não sei se acabarei fazendo parte ou se outra pessoa [assumirá], mas acredito que ela é incrível.”
Prieto, cujo currículo inclui colaborações com diretores renomados como Martin Scorsese, Ang Lee e Alejandro González Iñárritu, elogiou a capacidade de Swift de se destacar por trás das câmeras.
“É evidente que ela é uma artista talentosa, mas também é uma diretora extraordinária. Preciso dizer que nossa colaboração nos videoclipes foi excepcional”, elogiou Prieto. “É notável ver alguém que não cresceu como diretora – ela é uma musicista e cantora talentosa – demonstrar um entendimento profundo do cinema e da narrativa. Ela sabe como contar uma história por meio da câmera e também possui habilidades técnicas impressionantes. Ela é uma pessoa que admiro muito e ficaria emocionado se tivesse a oportunidade de trabalhar com ela.”
O próximo trabalho de Pietro como diretor de fotografia é em ‘Assassinos da Lua das Flores’, do renomado diretor Martin Scorsese.
Confira o trailer:
O longa-metragem abriu com nada menos que 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 8.50/10 baseada em 27 reviews até o momento.
Confira as principais avaliações:
“Com quase 3 horas e meia de duração, ‘Assassinos da Lua das Flores’ está em uma alta classificação no cânone de Scorsese do século 21, mas pede aos espectadores paciência substancial” – Irish Times.
“[O filme] é um soco no estômago rápido, feroz e sem remorso” – Slashfilm.
“Esse é um filme de decadência e violência desapaixonada, uma extensa rede de complacência e podridão com um elenco rotativo de personagens coadjuvantes e algumas participações especiais surpreendentes ao longo do caminho” – iNews.co.uk.
“Talvez um filme muito bom e desigual, em vez de um inequivocamente ótimo” – Little White Lies.
Com 3 horas e 54 minutos de duração, esse é o filme mais longo da carreira de Scorsese.
Escrito por Eric Roth (‘Duna’), o filme será lançado em circuito limitado nos EUA no dia 6 de outubro, com sua estreia principal marcada para o dia 20 do mesmo mês. Após uma janela de aproximadamente 30 dias, o longa será lançado na Apple TV+. No Brasil, não há data de estreia confirmada.
Baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann, o longa acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração.
A trama também gira em torno de Ernest Burkhart (Leonardo DiCaprio), um americano apaixonado por uma indígena (Lily Gladstone) que se associa a empresas para tomar terras nativas e explorar o petróleo.
Preparem seus corações, fãs de ‘Chicago Fire: Heróis contra o Fogo’, a 12ª temporada da série vai receber um novo bombeiro charmoso: Jack Damon, interpretado por Michael Bradway (‘Marked Men’).
Segundo o Deadline, Bradway fará sua estreia na televisão no episódio 10, e se tudo der certo, pode até se tornar um membro regular do elenco na próxima temporada.
Sua entrada vem em um momento de mudanças no elenco, com atores saindo e novos chegando. Recentemente, a série também anunciou a adição de Jocelyn Hudon como nova paramédica.
As novas contratações são necessárias para preencher as lacunas deixadas pelas saídas de Alberto Rosende (Blake Gallo), Kara Killmer (Sylvie Brett), e Rome Flynn (Derrick Gibson), após seis episódios.
‘Chicago Fire: Heróis Contra o Fogo’ está disponível no Globo Play e no Prime Video.
Criada por Michael Brandt eDerek Haas, a série foi início a um universo compartilhado que conta com as produções ‘Chicago P.D.’ e ‘Chicago Med‘.
A trama conta a história dos bombeiros, do esquadrão de resgate e das paramédicas do Batalhão 51 do Corpo de Bombeiros de Chicago, que arriscam suas vidas semana a semana para salvar e proteger os cidadãos de sua incrível cidade. São como uma extensão de suas famílias e ninguém dentro do Batalhão 51 conhece outra maneira senão a de apoiarem uns aos outros, independente da situação, confiando suas vidas nas mais diferentes situações de risco.
‘Kraven, o Caçador’ chega em breve aos cinemas, mas, apesar do grande esforço de marketing, o filme dirigido por J.C. Chandor já sente o impacto dos recentes fracassos das produções do universo do Homem-Aranha da Sony.
Segundo o site Box Office Theory, o novo longa, baseado em um vilão do Homem-Aranha, abrirá sua carreira nos cinemas dos EUA com 1.000 salas a menos do que ‘Morbius’ e ‘Madame Teia’.
De acordo com o relatório, ‘Kraven, o Caçador’ estreará em aproximadamente 3.000 salas de cinema nos EUA, número inferior às 4.000 salas de ‘Morbius’ e ‘Madame Teia’.
Previsões recentes indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 16 milhões e US$ 24 milhões durante seu primeiro fim de semana.
Para efeito de comparação, ‘Madame Teia’ abriu com US$ 15,3 milhões, enquanto ‘Morbius’ arrecadou US$ 39 milhões e ‘Venom: A Última Dança’ faturou US$ 51 milhões em seus respectivos lançamentos.
Com esses números em mente, as previsões indicam que ‘Kraven’ corre o risco de se tornar um fracasso, com grande chance de não ultrapassar os ‘US$ 100 milhões’ em sua bilheteira.
Lembrando que, com poucos dias restantes para o lançamento do filme, a Sony Picturesdivulgou os oito primeiros minutos de ‘Kraven, o Caçador’.
Confira:
‘Kraven, o Caçador’ estreia nos cinemas em 13 de dezembro de 2024.
Julie Plec, ex-showrunner da aclamada série ‘Diários de um Vampiro’, revelou recentemente que ainda tem muitas ideias para expandir a amada franquia. Vale lembrar que o último derivado da série, ‘Legados’, terminou em 2022.
“Tenho ideias para novas histórias de ‘The Vampire Diaries’ desde que estávamos fazendo a última. Tudo o que alguém precisa fazer é me chamar, e eu estarei lá”, disse ela ao TVLine.
A esperança de uma continuação não é nova para Plec. Há três anos, ela já havia comentado: “Definitivamente há esperança para o futuro. Brett [Matthews], Kevin [Williamson] e eu temos uma ideia fermentando em nossas cabeças, mas ainda não tivemos tempo de colocá-la no papel. Mas com certeza queremos explorar mais um ramo dessa árvore. Só não sabemos quando ainda”.
Baseada nos livros de L. J. Smith, ‘Diários de um Vampiro’ foi exibida por oito temporadas (2009–2017) na The CW.
A série contava a história dos irmãos vampiros Stefan (Paul Wesley) e Damon Salvatore (Ian Somerhalder), cujas vidas foram marcadas pela obsessão compartilhada por Katherine, uma vampira, e sua sósia humana, Elena (ambas interpretadas por Nina Dobrev).
O ator Nicholas Galitzine, escalado para dar vida ao icônico Príncipe Adam/He-Man no live-action de ‘Mestres do Universo’, desabafou sobre os enormes desafios e o intenso processo de transformação física necessários para o papel.
Para encarnar o herói musculoso dos quadrinhos e desenhos animados, Galitzine precisou iniciar um rigoroso ganho de massa muscular muito antes do início das filmagens.
Em entrevista à People, Galitzine revelou que sua preparação começou enquanto ele ainda estava gravando o romance fantástico ‘100 Nights of Hero’.
“Foi a coisa mais difícil que já fiz; era um desafio diário”, afirmou sobre o longo e exaustivo processo. “Mas há algo incrivelmente fortalecedor em se comprometer tão intensamente com algo. Nunca tinha enfrentado um desafio assim, em que todos os dias você acorda e consegue enxergar vagamente o topo da montanha, especialmente quando está em fase de ganho de massa. Seria desonesto da minha parte dizer que foi fácil”.
O ator britânico admitiu ter experimentado dismorfia corporal durante a transformação radical: “Você não se reconhece, não cabe mais em nenhuma das suas roupas”.
Seu crescimento físico foi tão significativo que, segundo ele, chegou a deixar uma “marca bem visível” no lado da cama onde dormia devido ao aumento de volume muscular.
Apesar da dificuldade, ele expressou gratidão pela experiência: “Mas, sinceramente, fico muito grato por ter vivido essa experiência e por tentar me encaixar nesse personagem tão maior que a vida”.
No entanto, o ator fez questão de ressaltar que a rotina não é sustentável a longo prazo: “Não é algo que eu teria vontade de fazer ou manter durante o ano inteiro”.
O elenco ainda conta com Alison Brie como Evil-Lyn,Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.
Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.
A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.
O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).
A atriz Jennifer Esposito comentou recentemente sobre sua passagem por ‘The Boys’, sucesso do Prime Video onde interpretou Susan Raynor, a diretora-adjunta da CIA. Conforme o ComicBookMovie, a atriz revelou que gostou de trabalhar na série, apesar de ter tido problemas de convivência com um integrante da produção.
“Eu gostei de praticamente todo mundo… Gostei de todos, exceto talvez de uma pessoa, mas, sabe, acontece”, afirmou a atriz, sem citar nomes.
A declaração enigmática foi o suficiente para que os fãs começassem a especular. Nas redes sociais, muitos internautas apontaramAntony Starr, o intérprete do Capitão Pátria, como o possível alvo do comentário.
A suspeita do público baseia-se em boatos antigos que circularam na internet há alguns anos, acusando o ator de intimidar a atriz Dominique McElligott (a Rainha Maeve), que também trabalhou com ele na série ‘Banshee’. Na época, as acusações foram amplamente vistas como uma tentativa de difamação, e nem Starr nem McElligott se pronunciaram publicamente sobre o assunto.
Apesar dos rumores criados pelos fãs, é importante destacar que nenhum membro do elenco jamais reclamou publicamente do comportamento de Antony Starr.
Além disso, os personagens de Starr e Esposito sequer dividiram cenas em ‘The Boys’, o que aumenta as chances de a atriz estar se referindo a outra pessoa do elenco ou da equipe técnica. Até o momento, a identidade mencionada por ela permanece em segredo.
A personagem de Jennifer Esposito teve uma trajetória marcante, embora curta, na produção. Após descobrir informações cruciais sobre um “golpe vindo de dentro” da Vought, Susan Raynor foi assassinada pela misteriosa explosora de cabeças, que mais tarde foi revelada como sendo a congressista Victoria Neuman.
No ciclo final de ‘The Boys‘, o mundo fica à mercê dos caprichos erráticos e egocêntricos do Capitão Pátria, enquanto figuras centrais como Hughie, Mother’s Milk e Frenchie encontram-se presos em um “Campo da Liberdade”.
Em meio ao caos, Annie tenta organizar uma resistência contra a força esmagadora dos Supers, ao mesmo tempo em que lida com o desaparecimento de Kimiko. O ressurgimento de Billy Bruto, decidido a utilizar um vírus capaz de eliminar todos os Supers da Terra, promete desencadear uma série de eventos irreversíveis.
Sebastian Stan, intérprete do Soldado Invernal no UCM, tem uma forte ligação com os títulos ligados ao Capitão América.
Seu personagem era o melhor amigo de Steve Rogers e também se aproximou muito de Sam Wilson (Anthony Mackie), o novo Capitão América, com ambos estrelando uma série no Disney+.
Questionado sobre uma possível aparição em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, Sebastian Stan respondeu em tom bom-humorado, sem confirmar ou descartar uma participação no filme.
“[Filmando] ‘Thunderbolts*’, deixe-me dizer, foi um ano muito mais tranquilo para mim porque não viAnthony Mackie. Então, eu vou dizer isso: embora eu sinta falta deAnthony Mackie diariamente, e é algo que não gosto de admitir”, disse Stan.
Sebastian Stan on if he’ll be appearing in ‘CAPTAIN AMERICA: BRAVE NEW WORLD’:
“[Filming] ‘Thunderbolts*’, let me tell you, it was a much quieter year for me because I didn’t see Anthony Mackie. So, I’ll say that. Although I miss Anthony Mackie like daily, and it’s something I… pic.twitter.com/c487KwelXq
Com o lançamento de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ se aproximando, uma nova HQ da Marvel celebra o longa do UCM.
‘Sam Wilson: Captain America #2’ será lançada nas bancas dos Estados Unidos em fevereiro, com uma capa que destaca os detalhes do uniforme do herói.
Na arte, Anthony Mackie, intérprete de Sam Wilson, aparece com seu traje e escudo, permitindo aos fãs uma boa visão do visual que será visto no filme.
Confira:
De acordo com o Deadline, ‘Capitão América 4′, que já entrou no serviço de monitoramento Quorum, deve arrecadar entre US$ 86 milhões e US$ 95 milhões durante o fim de semana prolongado do Dia dos Namorados e do feriado de Presidents Day, que começa em 14 de fevereiro.
Essas estimativas levam em conta a mudança no elenco e o reinício da franquia. Este novo capítulo terá uma abordagem mais “pé no chão”, semelhante a ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, de 2014, que arrecadou US$ 95 milhões nos primeiros três dias, de 4 a 6 de abril.
No Quorum, ‘Capitão América 4′ é o filme mais aguardado do próximo mês, com 58% de reconhecimento, superando longas como Lobisomem.
O marketing do longa continua a todo vapor, enquanto os fãs recebem novas imagens e cenas conforme o lançamento oficial se aproxima.
Agora, uma imagem divulgada pelo USA Today mostra Sam Wilson, o novo Capitão América do UCM, em uma cela repleta de luzes vermelhas.
Lembrando que ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
É um tanto curioso e até controverso pôr o nome do maior genocida da Marvel em seu próprio filho, no entanto muitos pais americanos estão registrando seus bebês com o nome de Thanos, sem fazer a menor cerimônia.
De acordo com o levantamento da organização Organic Baby Formula, o antagonista alienígena roxo da Marvel teve um aumento de 2982 posições no ranking geral de nomes mais populares dos últimos meses.
Como podemos ver abaixo, ele se tornou o 9º colocado no ranking dos nomes registrados inspirados em personagens da Disney. Curiosamente, o primeiro colocado é o Peter Quill, de ‘Guardiões da Galáxia‘, combatente do vilão.
Só vamos esperar que essas crianças quando crescerem não decidam seguir os planos de Thanos, e fique mesmo só com a referência dos seus pais malucos fãs da Marvel.
Estreia: Direto no streaming com data a ser anunciada
Sinopse:
Snake Eyes (Henry Golding) é um obstinado nômade que é bem-vindo a um antigo clã japonês chamado Arashikage, depois de salvar a vida de seu herdeiro aparente. Ao chegar ao Japão, o clã Arashikage ensina a Snake Eyes os caminhos para se tornar um guerreiro ninja, ao mesmo tempo que fornece algo que ele sempre desejou: um lar.
Mas, quando os segredos de seu passado forem revelados, a honra e a lealdade de Snake Eyes serão testadas – mesmo que isso signifique perder a confiança das pessoas mais próximas a ele.
Entrevistas:
Curiosidades:
» Ray Park, que interpretou o personagem em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ e ‘G.I. Joe: Retaliação‘, não retornará. Em seu lugar, Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrelará a produção;
» O roteiro foi escrito por Evan Spiliotopoulos, de ‘A Bela e a Fera‘;
» Snake Eyes apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano‘;
» Anteriormente, Jeff Sneider havia sido confirmado como diretor do spin-off, mas acabou se afastando do projeto por razões desconhecidas;
Trailer:
Cartazes:
Fotos:
Henry Golding plays Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.Henry Golding on the set of Snake Eyes in Snake Eyes: G.I. Joe Origins from Paramount Pictures, Metro-Goldwyn-Mayer Pictures and Skydance.
‘Nocaute‘ narra uma história trágica de perda, de dor e de redenção, vivida por Billy “The Great” Hope, um dos campeões da categoria Peso Médio Junior do país, graças a seu estilo pouco ortodoxo e a seu possante e brutal golpe de esquerda. No auge da carreira e da vida pessoal, bem casado com Maureen e pai de uma menina, Billy está com tudo, até que em um terrível golpe do destino ele perde a esposa, sua filha é levada pelo Serviço Social, não tem mais casa – só lhe restam a bebida e as drogas. Mas um ex-lutador de boxe, Tick se propõe a ajudá-lo a ter outro estilo de luta e de vida.
Curiosidades:
» Billy “The Great” Hope é interpretado porJake Gyllenhaal, em mais uma atuação incomparável e impressionante. Duas vezes indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator, pelo drama ‘O Abutre‘ e pela comédia ‘Amor e Outras Drogas‘, e também indicado ao Oscar de Ator Coadjuvante por ‘O Segredo de Brokeback Mountain‘, Gyllenhaal, com sua elogiada performance como o truculento e amoroso lutador de Nocaute, está entre os favoritos para uma indicação ao Oscar de Melhor Ator em 2016.
» Novo filme de Antoine Fuqua, diretor de ‘O Protetor’ e ‘Dia de Treinamento’.
» Para viver o boxeador, Jake Gyllenhaal teve que pegar pesado na academia e ficar musculoso.
Depois de ranquear os filmes do Batmane também aproveitando a recente estreia do aguardado ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça’, estava faltando fazer a mesma coisa com os filmes do Homem de Aço. Irei considerar os filmes de 1978 a 2016 e apenas as versões “live action” para montar essa lista que, para a surpresa de muitos, terá oito filmes.
Como disse na matéria dos filmes do Batman, ele e Superman são os dois super-heróis mais conhecidos no mundo e, entre eles, não há dúvidas que o mais famoso é o alienígena de Krypton. Criado em 1938 por Jerry Siegel e Joe Shuster, ele não só foi um dos primeiros heróis a ter superpoderes, mas também foi um dos grandes responsáveis pelo sucesso da indústria de quadrinhos durante a época hoje conhecida como “era de ouro”.
Porém, ao contrário do homem-morcego, a trajetória do Superman nos cinemas foi bem mais problemática. Apesar de ter várias séries de TV de épocas distintas e alguns filmes nas décadas de 40 e 50, foi apenas em 1978 que o diretor Richard Donner conseguiu nos dar uma versão do homem de aço digna de seu fantástico legado. Mas, depois disso, o super herói passou por péssimos momentos, mesmo com o ator considerado por muitos “o Superman”, Christopher Reeve, e sendo depois interpretado por outros dois atores com resultados questionáveis.
O fato é que Superman ainda é um dos heróis mais queridos atualmente e um dos ícones de nossa cultura pop, independentemente de seu sucesso no cinema. Sem mais delongas, vamos ao ranking de seus filmes e não se esqueça de registrar a sua própria lista na seção de comentários:
Depois do sucesso estrondoso do filme de 1978 e de duas continuações mal recebidas pela crítica, a única justificativa para um quarto filme com Christopher Reeve seria a ganância em extrair todos os dólares possíveis de sua imagem como Superman. Mas nem ele poderia salvar um filme que, apesar de uma premissa interessante de vermos o herói tentando impedir uma guerra nuclear, foi executado de forma quase amadora e com uma história que gira em torno de um vilão genérico e acéfalo criado a partir de uma “coxinha de frango” feita de um fio de cabelo de Superman e enviada para o Sol por um plano deLex Luthor. Uma melancólica e injusta despedida do papel para o ator que, para muitos, sempre será a perfeita personificação do Superman.
Com um tom claramente mais leve e caricato, exemplificado pelo papel de destaque do comediante Richard Pryor, este filme foi o “início do fim” da série de filmes com Christopher Reeve no papel do homem de aço. Apesar disso, temos alguns pontos positivos como a parte em que Superman é “dividido em dois” e vemos a luta de sua versão boa contra a sua versão má. Mas faltou um roteiro melhor e que fizesse justiça ao talentoso protagonista e à importância do personagem.
Poucos sabem dos problemas que fizeram com que Richard Donner fosse afastado da continuação do ótimo Superman de 1978, mas o fato é que esse evento foi um marco negativo que culminou com a espiral descendente que afundou a franquia por quase duas décadas. Depois de demitir o diretor, o estúdio fez cortes no orçamento e acabaram removendo todas as partes de Marlon Brando e contrataram um outro diretor para costurar os retalhos e finalizar a continuação da forma “mais família” que os executivos da Warner queriam. O resultado foi um filme que, em sua versão lançada nos cinemas, apesar de ter uma ótima ideia central com General Zod como vilão (justamente a parte que Donner planejou), teve uma abordagem mais leve de Superman, o que acabou esvaziando o personagem.
O efeito negativo do filme de 1987 deixou os fãs de Superman órfãos de uma aparição na telona por quase 20 anos, mas quandoBryan Singer foi escalado e disse que iria fazer uma continuação a partir deSuperman II e usar a clássica trilha sonora deJohn Williams, parecia bom demais para ser verdade. E era. Apesar de escalarKevin Spacey como o que considero ser o melhor Lex Luthor já visto no cinema e continuar com a visão de um Superman esperançoso e “escoteiro” que acredito combinar melhor com o personagem, o ator protagonista não tinha o carisma suficiente para “vestir a capa” e o roteiro se perdeu com furos e planos mirabolantes demais. Uma pena, pois se o resultado tivesse sido outro provavelmente o homem de aço estaria em um lugar diferente hoje nos cinemas.
Chegamos ao filme mais recente no qual Superman divide a tela com o homem morcego. Porém, para tristeza dos fãs do homem de aço, quem rouba a cena é o Batman deBen Affleck e temos pouco tempo de Superman na tela apesar do tamanho exagerado do filme. Além disso, o filme sofre com o fato de ter que montar de forma apressada o universo DC nos cinemas para fazer frente à máquina de imprimir dinheiro da concorrente Marvel. Para finalizar, encontramos Superman em um lugar muito mais sombrio do que no seu filme de 2013 e bem distante daquele símbolo de esperança e bondade que ficou tão associado com o herói.
Infelizmente para alguns e para a alegria de outros, ficou a cargo de Zack Snyder a tarefa de reiniciar a franquia do homem de aço no cinema após o fracasso do filme de 2006. Depois do sucesso da trilogia do Batman de Nolan e do seu envolvimento como produtor neste reboot, já estava bem claro que haveria uma “nolanrização” deSuperman para retratá-lo de uma forma mais sombria. O problema é que esse tom não combina muito com a figura de “escoteiro” associada a Superman e isso ainda é uma das grandes críticas recebidas por esta nova versão para o personagem que foge da abordagem eternizada por Christopher Reeve e que, ao meu ver, reflete melhor o perfil do herói. Ainda assim, o filme tem seus pontos positivos por explorar justamente o melhor arco de Superman (contra Zod) e por lidar com questões filosóficas interessantes. Além disso, apesar de não ser um bom Clark Kent, Henry Cavill é um ótimo ator e um excelente Superman. Destaque também para a roupa do herói que conseguiu finalmente se livrar da “sunga por cima da calça” de uma forma satisfatória.
Esta presença na lista vai causar grande surpresa e polêmica, mas quandoRichard Donner aceitou montar a sua versão de Superman II que foi lançada apenas em Blu-ray e DVD em 2006, o resultado é um filme bem diferente do lançado nos cinemas em 1987. Antes de Richard Donner ser demitido, ele havia finalizado várias cenas da continuação, pois na verdade seria um filme só dividido em duas partes. Claro que este corte lançado em 2006 não é exatamente a versão que ele faria na época e, apesar de ter conseguido restaurar muitas das cenas que havia filmado e que foram descartadas, o diretor precisou ainda usar muitas cenas do seu substituto, principalmente para fechar o filme. Mesmo assim, ainda considerando os efeitos “inacabados” e a falta de uma trilha original, o fato é que a volta das partes de Marlon Brando e as outras cenas novas nos dão a amostra de como teríamos um filme bem mais interessante com menos “cenas alegóricas” e maior foco no conflito de Clark entre seu desejo de ser humano e sua necessidade de ser Superman. Se Richard Donner tivesse finalizado este filme do jeito que pretendia, não tenho dúvidas que ele estaria em primeiro nesta lista. Portanto, antes de criticar a minha decisão, assista a esta versão de Superman II.
Não vejo outra forma de finalizar esse ranking e tenho certeza de que qualquer pessoa com mais de 30 anos ou que não acha que os efeitos especiais são o ponto alto de um filme irá concordar comigo. Também é preciso levar em consideração o que eram os filmes de super-heróis no final da década de 70, um cenário completamente diferente do que temos hoje. Este clássico de Richard Donner mostrou que um filme desse gênero poderia entreter jovens e adultos, mesmo os que não liam os quadrinhos. Claro que ele tem seus problemas e seus efeitos especiais já estão bem datados, mas eu desafio qualquer pessoa a assistir este filme hoje e não se arrepiar com a trilha deJohn Williams ou com a narração deMarlon Brando. Mais do que isso, através de ótimos atores e com o protagonismo e entrega total de Christopher Reeve, aquele que melhor representou as duas faces de Superman, este filme nos fez acreditar que o homem poderia voar. Quem nunca usou uma toalha como capa e tentou imitar as poses de Reeve que atire a primeira pedra.
Tudo bem que a ideia, por enquanto, está só nos Estados Unidos, mas vai que a Fox Brasil decide se inspirar…
A AMC confirmou a imprensa americana que no fim de semana do 4 de julho (Dia da Independência nos Estados Unidos) exibirá a primeira temporada de ‘The Walking Dead‘ totalmente em preto e branco.
A ideia é fazer uma maratona, mas sem ser uma simples maratona.
Vale lembrar que o episódio de estreia da sexta temporada teve momentos em preto e branco e que, de fato, eles ajudaram a criar uma nova observação de todas as situações enfrentadas por Rick e seu esquadrão naquele início.
A próxima temporada trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg Nicotero e Tom Luse.
“Estamos tão orgulhosos em compartilhar essa série com os fãs que têm sido tão apaixonados, comunicativos e engajados. Somos gratos por continuar a nos impressionar com o talento, esforço e excelência em exposição contínua de Robert Kirkman, Scott Gimple, Chris Hardwick e as muitas pessoas com quem temos parcerias para fazer de The Walking Dead uma das séries mais inovadoras da TV. O resultado? Mais mortos-vivos!”, afirmou Charlie Collier, presidente da AMC, SundanceTV e AMC Studios.
O ator Robert Downey Jr. aterrizou em Atlanta neste fim de semana para o início das filmagens de suas cenas em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (Spider-Man: Homecoming), e já divulgou a primeira imagem dos bastidores.
Ele aparece do lado do atorTom Holland, que vive o Homem-Aranha, e de Jon Fraveu, que vai reprisar o papel de Happy Hogan, segurança e amigo de Tony Stark.
O chefão da Sony Pictures, Tom Rothman, deu detalhes sobre a participação de Robert Downey Jr. como Homem de Ferro.
O acordo para o personagem aparecer no filme é bom para a Sony comercialmente, e ele terá uma parte crucial no filme, uma vez que sua história se baseia na amizade crescente entre o Homem-Aranha e Homem de Ferro.
Segundo ele, o ator Michael Keaton ainda não começou a filmar seu papel misterioso (que especula-se ser o Abutre), e que atualmente Tom Holland filma suas cenas do ensino médio até o fim de setembro. Uma dessas cenas é o baile de boas-vindas (o Homecoming do título).
O elenco conta com Donald Glover, Marisa Tomei no papel da Tia May, Zendaya (‘Shake It Up’), Laura Harrier (‘Os Últimos 5 Anos’) e Tony Revolori (‘O Grande Hotel Budapeste’). Robert Downey Jr. está confirmado como Tony Stark, também conhecido como Homem de Ferro.
‘Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.
Na trama escrita por Jon Spaihts (‘Doutor Estranho’, ‘Prometheus’), uma nave espacial transporta milhares de pessoas para um planeta colônia, que tem uma avaria em uma de suas câmaras de sono. Como resultado, um único passageiro é despertado 90 anos antes de qualquer outra pessoa. Diante da perspectiva de envelhecer e morrer sozinho, ele finalmente decide acordar um segundo passageiro, marcando o início do que se torna uma história de amor única.
Lawrence receberá nada menos que US$ 20 milhões para estrelar o drama. O valor representa um quarto do orçamento previsto para o filme.
Com os US$ 10 milhões de cachê de Pratt e mais US$ 3 milhões pagos ao diretor Morten Tyldum (indicado ao Oscar por ‘O Jogo da Imitação’), o longa já gastou cerca de US$ 40 milhões sem sequer ter uma cena filmada, o que já ascendeu o sinal vermelho na Sony.
O canal CW liberou dois clipes com o duplo episódio crossover entre ‘The Flash‘ e ‘Supergirl‘.
Confira, com fotos e previews do episódio:
Lembrando que, Darren Criss, também de ‘Glee‘, interpretará o vilão, Music Meister.
A exibição dos episódios acontecerá, respectivamente, nos dias 21 e 22 de março, uma segunda-feira e uma terça-feira.
Benj Pasek e Justin Paul, ambos de ‘La La Land – Cantando Estações‘, compuseram uma canção para os episódios.
Já Rachel Bloom, de ‘Crazy Ex-Girlfriend’, escreveu a segunda música.
Intitulados Duet, os episódios contarão com o elenco principal formado por: Grant Gustin, Melissa Benoist, Jesse L. Martin, Victor Garber, Carlos Valdés, Jeremy Jordan e John Barrowman.
Com relação à direção, Dermott Downs, que já comandou vários episódios das duas séries, será o responsável pela tarefa.
Com o mega crossover das quatro séries de super-herói a audiência das duas séries aumentou. ‘Supergirl’ chegou a incríveis 3 milhões de espectadores (sua média era de 1 milhão e 200 mil por episódio) e ‘The Flash‘ aumentou cerca de 39% em comparação com os outros episódios da temporada (totalizando 4.09 milhões de expectadores).
A pedido da Marvel TV, o fotógrafo Kremer Johnson fez um ensaio bem legal com todo o elenco de ‘Os Defensores’ e com alguns dos integrantes de ‘Agents of SHIELD’.
A Marvel ainda não revelou a causa do ensaio, principalmente, partindo da ideia que em 2017 não tem alguma grande data comemorativa para a divisão de TV do estúdio, exceto se for pelo lançamento de ‘Os Defensores’.
Confira:
Lembrando que ‘Os Defensores‘ tem estreia marcada na plataforma para 18 de agosto.
Quando um padre é sentenciado à prisão após a morte de uma freira em que praticou um exorcismo, uma jornalista investigativa se esforça para desvendar de fato se ele assassinou uma pessoa mentalmente doente ou se apenas perdeu uma batalha contra uma presença demoníaca.
A direção fica a cargo de Xavier Gens (‘Hitman – Assassino 47’).
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