Site Página 4067

‘O Baile das Loucas’: Thriller dramático com Mélanie Laurent já está disponível na Netflix

O thriller dramático ‘O Baile das Loucas‘, estrelado por Mélanie Laurent (‘Bastardos Inglórios’;Truque de Mestre‘) já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (24) na grade de programação.

Na trama, Eugénie tem um dom: ela ouve e vê os mortos. Quando sua família descobre este segredo, no fim do século XIX, seu pai e seu irmão a internam na clínica neurológica La Pitié Salpêtrière, sem chance de escapar. Seu destino se entrelaça com o de Geneviève, enfermeira da clínica. O encontro muda o futuro das duas, enquanto se preparam para o “Baile das Loucas”, evento anual organizado pelo Dr. Charcot.

Confira o trailer:

Mélanie Laurent também assina a direção e o roteiro da produção.

Lou de Laâge, Emmanuelle Bercot, Benjamin Voisin, Lauréna Thellier e Grégoire Bonnet completam o elenco.

Dica do fim de semana | Filmes e séries nos streamings

Com duas grandes estreias neste fim de semana, os streamings estão com muitas adições boas aos seus respectivos catálogos. Pensando nisso, o CinePOP separou cinco produções para você conferir neste fim de semana.

Caminhos da Memória (HBO Max)

Estrelado por Hugh Jackman, essa ficção científica é uma boa pedida para um dia sem compromissos. Sem fazer parte de uma franquia, o filme consegue construir bem seu próprio universo para contar a história de um veterano de guerra que tira o pão de cada dia trabalhando com uma máquina que permite aos clientes acessarem suas memórias. Depois de se apaixonar por uma cantora e ela desaparecer misteriosamente, este homem precisará entrar de cabeça numa investigação repleta de reviravoltas e conspirações se quiser voltar a ver a amada novamente.

É uma trama que se aproveita dessa temática de “viagem pelo cérebro”, que vem se tornando uma constante nas ficções recentes, para trabalhar uma história interessante que se destaca muito pela ambientação e pelo jeitão de filme policial.

 

A Família Dinossauros (Disney+)

Clássico dos anos 1990, essa série teoricamente voltada para o público infantil está disponível no catálogo do Disney+ completinha. São várias temporadas que superam um fim de semana, mas vale a pena começar a maratona, já que é uma produção muito, muito atual.

Repleta de críticas sociais implícitas ou explícitas, a produção consegue mesclar isso a um humor sarcástico maravilhoso, questionando pontos do dia a dia pela ótica de dinossauros antropomórficos. Além disso, os personagens são muito carismáticos, e quem viu na época do lançamento ainda consegue se envolver em um sentimento gostoso de nostalgia.

 

A Menina Que Matou os Pais (Amazon Prime Video)


Polêmico desde seu anúncio, esse filme nacional é baseado no caso do assassinato de um casal rico de São Paulo pela própria filha, Suzane Von Richthofen (Carla Diaz) e os Irmãos Cravinho, que chocou o Brasil no início dos anos 2000. Dividido em dois projetos, também vale a pena conferir O Menino Que Matou Meus Pais, os longas contam o caso pela ótica de Daniel Cravinho e da Suzane.

É interessante ver como a história muda bastante diante da versão que você assista, mostrando cada um sua própria versão de quem manipulou quem para cometer um dos crimes mais famosos do Brasil. E como as tramas dos longas foram baseados nos processos públicos, pode assistir sem peso na consciência, já que nenhum dos envolvidos no crime receberá um centavo sequer dos projetos.

 

A Jornada de Vivo (Netflix)

Voltado para o público infantil, esse musical animado traz a vida animada de Vivo (Lin-Manuel Miranda), um jupará que trabalha com um músico velhinho em Cuba. Porém, quando eles são convidados para uma apresentação nos EUA, o amigo bate as botas, deixando Vivo desolado. Em respeito ao idoso, o pequeno jupará decide honrar a memória dele indo até Miami entregar sua carta de amor, há muito escrita, para a amada em questão.

No caminho, o simpático mamífero se envolve nas mais estranhas confusões. Tudo isso ao som das músicas de Lin-Manuel Miranda. É uma animação visualmente linda, mas que talvez não agrade tanto aos adultos por ser mais infantil, mas é certeza que os pequenos vão amar.

 

Star Wars Visions (Disney+)

Essa série animada do universo Star Wars é diferente de tudo que já foi feito até aqui.

São nove episódios com cerca de 20 minutos de duração, nos quais a equipe criativa usa das técnicas narrativas e de animação dos mundos do anime para contar histórias paralelas ambientadas em eras do universo Star Wars.

A mistura desse mundo espacial com a cultura japonesa foi uma combinação perfeita que agrega muito a mitologia da franquia.

‘Fear the Walking Dead’: Victor Strand se gaba de seus poderes no novo teaser da 7ª temporada; Assista!

A 7ª temporada de ‘Fear The Walking Dead‘ estreia em 17 de outubro e a AMC divulgou um novo teaser da atração.

A prévia mostra Victor Strand (Colman Domingo) se gabando de sua posição privilegiada em sua torre intocada enquanto o mundo sofre com a poluição nuclear.

Enquanto isso, Morgan Jones (Lennie James)e seu grupo tentam sobreviver em um mundo onde o ar é tão mortal como os walkers que eles enfrentam.

Confira, junto com a sinopse do episódio de estreia, intitulado ‘The Beacon’:

“Enquanto boa parte dos lugares foi destruída por causa de guerrar nucleares, Strand permanece vivo em um dos poucos territórios ainda habitáveis. Sua busca por sobreviventes, entretanto, revela um estranho com conexão inesperada ao próprio passado”.

‎Teddy trouxe sua visão do Fim quando detonou ogivas nucleares pela paisagem do Texas, mas caberá àqueles que sobreviveram decidir como será o novo Começo. E eles terão que fazê-lo em um mundo desprovido de luz e esperança, onde o ar externo é tão mortal quanto os caminhantes que enfrentam. Os sobreviventes descobrirão quem realmente são, e do que são realmente feitos. Alguns se levantarão, alguns encontrarão um novo propósito, enquanto outros se redefinirão – mesmo que isso venha a um custo terrível para aqueles que antes consideravam família‎‎.

A produção foi criada por Robert KirkmanDave Erickson e funciona como spin-off de The Walking Dead.

Morgan JonesJenna ElfmanKeith CarradineColman Domingo fazem parte do elenco. Aisha Tyler foi recentemente elencada em um papel não revelado.

‘Doctor Who’: Russell T. Davies retorna como showrunner 12 anos depois de sua saída da série

Russell T. Davies, produtor que liderou o revival da série ‘Doctor Who‘ em 2005, retornará para a produção como showrunner, a partir do ano de 2023. A novidade foi confirmada pela emissora BBC.

O seu retorno coincide com o aniversário de 60 anos da série, mas a emissora já adiantou que Davies permanecerá envolvido com novas temporadas, para “além” de 2023.

E por meio de um comunicado oficial, o produtor comemorou o seu retorno à saga televisiva, elogiando o trabalho de Chris Chibnall. Na ocasião, ele ainda ponderou que até 2023 seguirá como um ávido espectador.

“Estou muito empolgado por poder retornar à minha série favorita. Mas nós viajamos no tempo rápido demais e há uma série inteira com a brilhante Doctor de Jodie Whittaker para eu curtir com meu amigo e herói Chris Chibnall no comando – Por hora, eu ainda sou um espectador”.

BBC divulgou recentemete a sinopse oficial da 13ª temporada de Doctor Who.

Confira:

Ela está de volta. A 13ª Doutora retorna para a 13ª temporada da série que terá seis episódios. Desde sua última épica batalha na Revolução dos Daleks, a Doutora (Jodie Whittaker) e Yaz (Mandip Hill) têm explorado o universo juntos – mas agora com a Doutora questionando tudo sobre seu passado, ela, sem dúvidas, irá procurar por respostas.

Lembrando que John Bishop também faz parte da nova temporada como Dan Lewis. Jacob Anderson fará sua estreia na produção como um personagem regular chamado Jacob.

Assista ao primeiro trailer abaixo:

Com estreia prevista para 2021, a nova temporada ainda não tem dia confirmado.

‘Aquaman 2: O Reino Perdido’: Randall Park tem retorno confirmado na sequência

De acordo com o The Hollywood Reporter, Randall Park (‘WandaVision’) vai reprisar seu papel como o Dr. Stephen Shin, um biólogo marinho obcecado por Atlântis.

Para quem não se lembra, ele faz uma breve aparição na cena pós-créditos do primeiro filme.

É possível que o personagem tenha um papel de destaque na trama, podendo servir como um intermediário entre a superfície e o reino perdido. No entanto, não foi revelado qual será sua importância no novo filme.

O portal também anunciou a contratação de mais três novos membros, incluindo Indya Moore (‘Pose’), Jani Zhao (‘Jogo Duplo’) e Vincent Regan (‘300’) foram adicionados ao elenco de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’.

Moore interpretará Karshon, uma vilã introduzida nos quadrinhos do ‘Lanterna Verde‘ em 1963 e que se alimenta do medo através de poderes psicocinéticos e telepáticos.

Zhao será a misteriosa Stingray, personagem criada exclusivamente para o filme.

Regan irá substituir o ator Graham McTavish como Atlan, antigo governante de Atlântis e ancestral de Arthur Curry (Jason Momoa).

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022Yahya Abdul-Mateen IIDolph Lundgreen Temuera Morrison também retornam.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Causa da morte do ator Michael K. Williams é revelada

A causa da morte do aclamado ator Michael K. Williams foi confirmada. A informação chega quase três semanas depois do seu falecimento.

O Escritório do Examinador Médico Chefe da cidade de Nova York anunciou na última sexta-feira (24) que Williams morreu de “intoxicação aguda pelos efeitos combinados de fentanil, p-fluorofentanil, heroína e cocaína”.

O ator da série ‘The Wire‘ e ‘Lovecraft Country‘ foi encontrado morto em sua cobertura no Brooklyn no dia 06 de setembro. O sobrinho de Williams encontrou o seu corpo na sala de estar.

Na época, uma série de drogas distintas foi encontrada no apartamento do ator. Uma outra fonte policial disse anteriormente à revista People que Williams teria morrido de uma suspeita de overdose e que as autoridades acreditam que ele pode ter usado heroína misturada com fentanil.

A polícia afirma que “não houve nenhum crime, entrada forçada ou arrombamento, o apartamento estava em ordem“. Williams foi achado morto por seu sobrinho na sala de estar da sua cobertura, em Kent Avenue, no luxuoso arranha-céu de Williamsburg.

Nativo de Flatbush – e recentemente indicado ao Emmy, em 2021, como melhor ator coadjuvante por ‘Lovecraft Country’, ficou famoso por seu papel como Omar Little em ‘The Wire’ e como Chalky White em ‘Boardwalk Empire’. Williams sempre foi aberto a respeito da sua luta pessoal com as drogas ao longo dos anos.

 

‘Aquaman 2’ adiciona mais três membros ao elenco; Confira!

De acordo com o The Hollywood Reporter, Indya Moore (‘Pose’), Jani Zhao (‘Jogo Duplo’) e Vincent Regan (‘300’) foram adicionados ao elenco de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’.

Moore interpretará Karshon, uma vilã introduzida nos quadrinhos do ‘Lanterna Verde‘ em 1963 e que se alimenta do medo através de poderes psicocinéticos e telepáticos.

Zhao será a misteriosa Stingray, personagem criada exclusivamente para o filme.

Regan irá substituir o ator Graham McTavish como Atlan, antigo governante de Atlântis e ancestral de Arthur Curry (Jason Momoa).

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022Yahya Abdul-Mateen IIDolph Lundgreen Temuera Morrison também retornam.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

‘Salem – A Hora do Vampiro’: Ator de ‘Operação Overlord’ entra para o elenco da adaptação do livro de Stephen King

De acordo com o THR, Pilou Asbæk (‘Operação Overlord’) entrou para o elenco da nova adaptação de ‘Salem – A Hora do Vampiro‘, baseada no clássico romance de Stephen King.

O ator irá interpretar Richard Straker, um familiar do vampiro que prepara a chegada do seu mestre à cidade e cuida do trabalho sujo.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos dia 9 de Setembro de 2022.

A história é centrada em um autor (Mears) que retorna para sua cidade natal para escrever sobre uma mansão abandonada – apenas para descobrir que ela tem um novo dono misterioso que veio da Europa. Enquanto em visita, ele percebe que os habitantes da cidade estão sendo transformados em vampiros, unindo-se com um grupo para lutar contra os sugadores de sangue.

O elenco contará com Lewis Pullman (Ben Mears), Makenzie Leigh (Susan Norton), Bill Camp (Matt Burke), Alfre Woodard (Dra. Cody) e Spencer Treat Clark (Mike Ryerson).

Gary Dauberman roteiriza e dirige. Ele assinou a história de ‘A Freira’ e de Annabelle 3: De Volta para Casa’, ambos pertencentes ao universo ‘Invocação do Mal’.

James WanRoy LeeMark Wolper entram como produtores.

O livro foi previamente adaptado para as telinhas em 1979, com direção de Tobe Hooper. Em 1987, Larry Cohen comandou a sequência. Em 2004, a TNT lançou uma minissérie dividida em duas partes, estrelada por Rob Lowe.

Crítica | ‘American Horror Story: Double Feature’ escorrega na própria ambição com um frustrante 6º episódio

Ryan Murphy nunca teve problemas em explorar cada um dos personagens que trouxe à vida em American Horror Story ao extremo – motivo pelo qual construiu personalidades tão memoráveis no cenário da televisão e do streaming e os revisitou em uma constância surpreendente, cruzando-os ao longo de temporadas e pavimentando um universo recheado de histórias aterrorizantes e acontecimentos de tirar o fôlego. Porém, o prolífico realizador sempre teve conflitos quanto a terminar as narrativas que começou, como visto nas apressadas resoluções de ‘Freak Show’ e ‘Roanoke’, ou a fria incredulidade de ‘Hotel’. E, apesar de todos os nossos mais profundos desejos de que ‘Double Feature’ não seguisse o mesmo caminho, a primeira parte da décima temporada escorregou na própria ambição desmedida.

‘Red Tide’ estava em uma maré de inspiração invejável, entregando uma das melhores estreias da série e do ano. Episódio a episódio, Murphy, Brad Falchuk e o restante de um talentoso time investiam esforços em uma análise sociológica e aterrorizante sobre o preço da fama e o que significa ter ou não talento – colocando os protagonistas à mercê de uma “pílula mágica” que aumentava o desejo criativo e permitia que seus usuários dessem origem a obras-primas do teatro, da literatura e da televisão, por exemplo. É claro que ‘AHS’ não seria o que é sem uma reviravolta logo de cara – e aqueles forçados a confrontar sua mediocridade se transformavam em carcaças movidas pela sede de sangue, condenados a vagar sem rumo pelas frias ruas de Provincetown.

Nas semanas anteriores, o público acompanhou a controversa saga dos Gardner, Harry (Finn Wittrock), Doris (Lily Rabe) e Alma (Ryan Kiera Gardner), que se mudaram para a cidadezinha litorânea para se afastarem da caótica Nova York e encontrarem paz para trabalharem em seus respectivos projetos – isso é, até cruzarem com os comprimidos em questão e caírem num ciclo vicioso e bastante discutível. Ora, Doris foi enganada pelo marido e pela filha e afastada por ser uma pária que atrasava o potencial ilimitado daqueles que outrora amava, deixando Harry e Alma para viverem seus finais felizes como pessoas de um futuro glorioso. Como se não bastasse, eles foram auxiliados pela cobiça de Ursula (Leslie Grossman na melhor performance de sua carreira) e, ao mesmo tempo, fizeram inimigos mortais nas figuras de Belle Noir (Frances Conroy) e Austin (Evan Peters).

No término dessa primeira parte, intitulado “Winter Kills”, quase nada funciona por completo. A forte identidade dos capítulos anteriores, refletida por interessantes escolhas estéticas e técnicas, deixa de lado o conhecido entusiasmo para uma amálgama monotônica sem sentido e frenética em todos os aspectos. John J. Gray, que comandara a estreia do novo ciclo e o chocante “Gaslight”, retorna para o fim de ‘Red Tide’ em uma espécie de impulso cognitivo que só quer começar logo o próximo enredo – e o brusco ritmo das sequências é apenas reafirmado com a falta de coesão do roteiro assinado por Falchuk e Manny Coto. A dupla comete os mesmos erros da quarta temporada e, sem saber o que fazer com tantos personagens apresentados, dá adeus a eles em uma série de assassinatos sem sentidos que não faz jus ao que representaram para o caminhar das tramas.

É claro que ‘Double Feature’ não se respaldou na unicidade de iterações similares, mas isso não importou – ao menos até agora: a revisitação à mitologia do vampirismo como uma metáfora metalinguística à arte de criar nos conquistou desde os primeiros minutos. Eventualmente, tantos acertos parecem não ter servido de muita coisa: Belle Noir e Austin, cujos passados foram explorados em “Blood Buffet”, foram jogados no lixo e descartados como pedaços de plástico inutilizáveis; Harry, por sua vez, é arremessado em um desenlace constrito e mandatório que desfaz um desenvolvimento sagaz e muito bem-feito. É claro que, se espremermos o capítulo em questão e drenarmos até a última gota de seu conteúdo, é possível encontrar uma simbologia superficial que retrata a efemeridade do sucesso e das realizações pessoais que conquistamos em vida – mas pensar nisso é se sujeitar a uma impaciente obrigação de passividade.

Se analisarmos a primeira metade de American Horror Story: Double Feature’, o saldo é bastante positivo e continua no mesmo patamar das entradas mais ovacionadas da série; entretanto, não podemos fazer vista grossa para a frustrante conclusão de uma das narrativas mais instigantes da televisão contemporânea – uma fusão de acontecimentos apressados, alicerçada em uma estrutura irrequieta e convulsionante que até mesmo apaga o brilho de atuações aplaudíveis.

10 Filmaços disponíveis na STARZPLAY

Um streaming que já está no Brasil mas ainda não é muito badalado é o STARZPLAY. Com algumas séries exclusivas e ainda pouco conhecidas aqui no Brasil, o streaming possui um preço bastante acessível e pode agradar muitos cinéfilos e cinéfilas que buscam sempre alguma novidade. Além de contar com um catálogo de produções do canal de televisão a cabo americano Starz, em relação à filmes, o canal não possui títulos exclusivos ainda mas já possui em sua grade (daquela maneira de entra, fica um período e saí) alguns ótimos longas-metragens atualmente.

Para ajudar você leitor ou leitora que busca nesse streaming algumas dicas, segue uma lista abaixo com 10 Filmaços disponíveis na STARZPLAY:

 

PS Eu Te amo

Se você está procurando um filme que te faça chorar e pensar sobre os relacionamentos que já teve em sua vida, não existe aposta mais certeira que esse longa-metragem Richard LaGravenese que chegou aos cinemas brasileiros no ano de 2008. Na trama, uma jovem é muito casada com o homem de sua vida, só que esse ele fica doente e acaba falecendo. Reunindo forças para passar por esse momento, ela descobre que ele deixou uma série de cartas e isso a faz redescobrir um novo sentido para sua vida. No elenco, nomes como: Gerard Butler, Hilary Swank, Jeffrey e Lisa Kudrow.

 

Paixão Inocente

As músicas mais bonitas são aquelas que chegam ao coração de alguém que nos entende. Depois de conquistar plateias no mundo todo com o tênue romance Loucamente Apaixonados, o cineasta californiano Drake Doremus dirige e assina o roteiro da interessante fita Breathe In (no original). Falando sobre a redescoberta da arte do viver em meio a um caos familiar derivado das conseqüências de atos naturais e impensáveis, o drama possui um enredo envolvente que vai conquistar o público do primeiro ao último minuto de fita.

 

Horizonte Profundo: Desastre no Golfo

A ganância insaciável é um dos tristes fenômenos que apressam a autodestruição do homem. Dirigido pelo cineasta nova iorquino Peter Berg (O Grande Herói (2013)), o ótimo filme Horizonte Profundo: Desastre no Golfo fala sobre, entre vários pontos, a ganância do ser humano. Baseado em fatos reais, o filme consegue deixar o espectador com os olhos atentos ao longo dos 107 minutos, muito porque consegue fugir de vários clichês retratando com muita verdade os acontecimentos traumáticos desse dia que foi o maior desastre em uma plataforma de petróleo da história dos Estados Unidos.

 

Capitão Phillips

Baseado no livro Dever de Capitão de Richard Phillips, o novo longa-metragem do excepcional diretor britânico Paul Greengrass (Zona Verde) é uma grande aventura de sobrevivência com tremendas críticas sociais. Com uma atuação espetacular de Tom Hanks (A Viagem) e um roteiro muito dinâmico, o espetador nem percebe que o filme tem duas horas e vinte minutos de duração. Esse trabalho é muito mais do que apenas a incrível história do primeiro navio de carga americano a ser sequestrado em duzentos anos.

 

Amnésia

Lançado em 2000, e com certeza um dos filmes mais aclamados do cineasta Christopher Nolan, Amnésia é um verdadeiro labirinto misterioso onde o espectador fica buscando pistas a todo instante sobre o que realmente é sobre aquela história. Na trama, acompanhamos um protagonista confuso em busca do paradeiro do homem que matou sua esposa, por ter problemas de memória recente, toda vez que desperta ele se baseia em tatuagens escrita por ele mesmo para saber o que fazer e seguir em frente em sua busca.

 

 

La La Land – Cantando Estações

O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos. Filme de abertura do último Festival de Veneza ano passado, La La Land – Cantando Estações é um daqueles filmes que dificilmente sairão de nossa memória.  Falando sobre a magia de Hollywood, o impactante som do Jazz e principalmente sobre as inúmeras tentativas do ser humano em alcançar os seus sonhos mais lindos, o longa-metragem é uma aula em como fazer o público se divertir através do olhar de protagonistas (interpretados magistralmente por Ryan Gosling e Emma Stone) que louvam o amor. O jovem cineasta Damien Chazelle (do impressionante Whiplash) mais uma vez brinda os cinéfilos com uma pequena obra prima.

 

 

Blade Runner 2049

Ainda dentro do universo criado pelo visionário Philip K. Dick, chegou aos cinemas anos atrás o aguardado novo filme da franquia Blade Runner. Dessa vez, dirigido pelo canadense Denis Villeneuve (de Incêndios, A Chegada e outros belos filmes), avançamos cerca de três décadas em relação a linha do tempo contínua em relação ao primeiro longa-metragem e reencontramos um grande e velho personagem que cumpre com louvor, dessa vez, seu papel de coadjuvante nos intensos 167 minutos de projeção. Um dos grandes méritos do projeto é conseguir acordar uma história emblemática de décadas atrás e trazer novos elementos que se encaixaram como uma luva no universo futurístico criado. Tudo funciona muito bem na bela condução de Villeneuve que se consagra como um dos grandes cineastas dos nossos tempos.

 

Sicario: Terra de Ninguém

Nunca houve uma guerra boa nem uma paz ruim. Nomeado para a Palma de ouro no ano de seu lançamento, na categoria melhor diretor, o longa-metragem de ação estimado em mais de 30 Milhões de Dólares, Sicario: Terra de Ninguém é adrenalina pura, do início ao fim. Pelos olhos da forte protagonista, interpretada pela bela e competente Emily Blunt, vamos sendo apresentados a um mundo violento e sanguinário dos cartéis mexicanos. Além de Blunt, Benício Del Toro e Josh Brolin, os dois muito competentes em seus respectivos papéis, ajudam a contar essa ótima história que no mínimo é impactante.

 

As Vantagens de ser invisível

A força da amizade, um mundo sem amigos em um universo muito particular. Dirigido e roteirizado por Stephen Chbosky, As Vantagens de ser Invisível tinha tudo para ser mais uma historinha sobre adolescentes e muita bobagem. Engana-se quem pensou isso. Dessa vez, os cinéfilos foram brindados com uma fita muito verdadeira sobre as experiências de jovens em busca de descobertas e realizações. Tem cenas cativantes e canções que marcaram outras gerações. É uma visão madura e divertida sobre a adolescência, seus mistérios e suas surpresas. A busca pelo infinito vai de baladas românticas até uma homenagem à The Rocky Horror Picture Show, esse último uma das grandes passagens do longa.

 

Truque de Mestre

Quem não gosta de um bom show de ilusionismo? Criss Angel, David Blaine, Harry Houdini, Mister M. são alguns dos mais famosos nomes que acompanham o imaginário de muitas pessoas ao redor do mundo com suas habilidades de mágica e ilusão. Se aproveitando dessa necessidade humana pela curiosidade, os roteiristas Boaz Yakin e Edward Ricourt criaram uma história muito inteligente onde o espectador não consegue desgrudar os olhos da telona. Truque de Mestre tem cenas de ação misturadas com diálogos interessantes, transformando a trama em um filme dinâmico e que agrada a maior parte do público.

 

 

 

Internautas elegem ‘Supernatural’ como a MELHOR série de todos os tempos do canal CW

Através do twitter, o TV Line divulgou que ‘Supernatural foi eleita pelos fãs como a melhor série de todos os tempos da emissora CW.

O resultado veio de 500.000 votos em uma pesquisa feito pelo portal no formato de duelos, com cada série disputando contra as mais votadas.

Ao final do ‘campeonato’, ‘Supernatural e ‘Smallville’ foram as finalistas, com a primeira vencendo com 77% de vantagem.

Tudo graças ao elenco da série, como Jared Padalecki, o Sam Winchester, que iniciou uma campanha nas redes sociais pedindo a colaboração do fandom.

Confira:

“Vocês conseguiram, #FamíliaSupernatural! Depois de quase 500.000 votos em nossa pesquisa, #Supernatural foi eleita pelos fãs como a melhor série de todos os tempos da CW. Veja como Sam e Dean ficaram por cima.”

Apesar deSupernatural‘ chegado ao fim no ano passado, o universo em torno da série vai continuar se expandido com ‘The Winchesters‘.

De acordo com o Deadline, Jensen Ackles e sua esposa, Danneel, estão produzindo uma série derivada focada na juventude de John e Mary Winchester, pais de Dean e Sam.

O projeto é fruto de uma parceria entre a emissora CW e a produtora do casal, a Chaos Machine Productions.

Além de produzir, Jensen vai reprisar seu papel como Dean, servindo como narrador da atração.

Infelizmente, parece que Padalecki não fará parte da produção.

O roteiro fica por conta de Robbie Thompson, ex-produtor executivo de ‘Supernatural‘.

Confira a sinopse:

“Antes de Sam e Dean, havia John e Mary. Contado da perspectiva do narrador Dean Winchester, ‘The Winchesters‘ é a história de amor épica e não contada de como John conheceu Mary e como eles colocaram tudo em risco não apenas para salvar seu amor, mas o mundo inteiro.”

Em entrevista ao portal, Ackles celebrou a novidade, dizendo:

“Depois que ‘Supernatural‘ encerrou sua 15ª temporada, sabíamos que não havia acabado. Porque, como dizemos no show, ‘nada termina realmente, não é?’. Quando Danneel e eu formamos a Chaos Machine Productions, sabíamos que a primeira história que queríamos contar era a história de John e Mary Winchester, ou melhor, a história da origem de ‘Supernatural’. Sempre achei que meu personagem, Dean, gostaria de saber mais sobre o relacionamento de seus pais e como ele surgiu. Então, adoro a ideia de tê-lo nos levando nesta jornada.”  

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama ou sobre os atores envolvidos. Sendo assim, não se sabe se Matthew Joseph Cohen e Amy Jaclyn Gumenick vão reprisar seus papéis como as versões mais jovens de John e Mary.

Originalmente, John e Mary foram interpretados por Jeffrey Dean Morgan e Samantha Smith… Mas também não foi dito se eles farão participações especiais.

Além disso, como o projeto está nos estágios iniciais, não há previsão de estreia.

Anteriormente, a CW divulgou uma emocionante cena deletada da última temporada de ‘Supernatural‘, com os protagonistas Sam e Dean falando sobre todas as pessoas que eles perderam ao longo do caminho.

Confira:

Criada por Eric Kripke, a série inicialmente foi planejada para durar 5 temporadas, mas continuou após se tornar um dos maiores sucessos do canal.

Sam (Padalecki) e Dean (Jensen Ackles) lutaram contra demônios e anjos, criaturas míticas e monstros, em uma busca aparentemente interminável para salvar o mundo. Mas na batalha final, eles enfrentam o próprio Deus (Rob Benedict), recusando-se a matar seu filho Nephilim Jack (Alexander Calvert), trazendo assim a decisão de Deus de acabar com essa realidade de uma vez por todas…

O elenco conta com Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Samantha Smith, Mark Pellegrino, Ruth Connell e Alexander Calvert.

Universal Pictures vai lançar 10 filmes em 2024

Parece que a corrida por lançamentos nos cinemas pelos próximos anos está se tornando cada vez mais acirrada entre os estúdios de Hollywood.

Depois que a Marvel Studios divulgou que vai lançar 13 filmes entre 2022 e 2024, a Universal Pictures agendou nada menos que DEZ datas somente para 2024.

De acordo com o Comic Book, o estúdio agendou as datas para diversas produções ainda sem título entre janeiro e dezembro de 2024.

As produções também incluem animações e longas em parceria com a Blumhouse Productions.

Apesar dos títulos não terem sido revelados, não é difícil imaginar que algumas das datas serão reservadas para as sequências ‘Velozes e Furiosos‘, o próximo filme de Christopher Nolan e o primeiro filme LEGO do estúdio após adquirir os direitos de imagem da empresa de brinquedos.

Confira as datas:

Longa-metragem Universal – 12 de janeiro de 2024

Animação Universal – 09 de fevereiro de 2024

Longa-metragem Universal – 14 de fevereiro de 2024

Longa-metragem Universal – 10 de maio de 2024

Longa-metragem Universal – 21 de junho de 2024

Animação da Illumination Entertainment (financiada pela Universal) – 03 de julho de 2024

Longa-metragem Blumhouse – 13 de setembro de 2024

Animação Universal – 27 de setembro de 2024

Longa-metragem Blumhouse – 18 de outubro de 2024

Longa-metragem Universal – 25 de dezembro de 2024

 

Crítica | Kristine Froseth e Diana Silvers brilham no irregular suspense dramático ‘Birds of Paradise’

Em sua mais nova investida original, a Amazon Prime Video resolveu revisitar o conturbado mundo do balé artístico com o título Birds of Paradise. Pegando elementos do aclamado thriller psicológico ‘Cisne Negro’, que rendeu à Natalie Portman um Oscar de Melhor Atriz, o longa-metragem dirigido e escrito por Sarah Adina Smith gira em torno de duas meninas que disputam pelo grande prêmio de uma prestigiada academia de dança francesa – que lhes dá a oportunidade de concorrer a um sólido contrato de apresentação solo na Ópera Nacional de Paris. Entretanto, apesar de pontos muito concisos, o resultado da obra é um tanto aquém do esperado – não pelas mensagens que passa, mas sim pela frenética condução da narrativa e por elementos previsíveis demais para mergulharmos na catarse prometida.

Smith não é nenhuma estreante no cenário televisivo e fílmico, mesmo não tendo uma carreira tão prolífica quanto imaginamos. Ela já emprestou suas habilidades para as séries ‘Room 104’ e ‘Looking for Alasca’, além de ter comandado o conhecido drama ‘Hanna’, também da Amazon. Ao longo de sua carreira, a realizadora conquistou reconhecimento significativo e, retomando parceria com a gigante do streaming, tinha todos os ingredientes de que precisava para revitalizar o apunhalado mundo jovem-adulto. A ideia de ficar responsável pelo roteiro lhe deu liberdade para fazer o que bem quisesse, mas Smith acaba esbarrando em algumas fórmulas que mancham a estrutura da produção e que, ao garantir uma trama fora do comum, caiu nas próprias falácias e tropeçou no meio do caminho.

Birds of Paradise é baseado no ovacionado romance Bright Burning Stars, de A.K. Small, e acompanha a jornada de duas garotas que se tornam melhores amigas na companhia de dança e observam, impotentes, que os laços que criaram não são tão fortes para impedir as mazelas da ambição e da fama. Aqui, Kristine Froseth interpreta Marine Elise Durand, conhecida por sua iconográfica perfeição como bailarina, que carrega traumas do suicídio do irmão gêmeo e da pressão imposta por pais tóxicos e narcisistas; em outro espectro, Diana Silvers dá vida a Kate Sanders, estudante estadunidense que ganhou uma bolsa para estudar em Paris e que enfrenta os problemas de ser a “forasteira”, chamada pejorativamente de Virginia pela austera Madame Brunelleschi (Jacqueline Bisset), dona da escola.

Enquanto esperávamos que os obstáculos se desenrolariam entre duas personagens tão diferentes, eles também aparecem na sistematização do enredo: Marine e Kate não se dão bem no princípio e ascendem a um relacionamento que não é explorado e que só deslancha depois de se tornarem confidentes uma da outra. Porém, essa delineação é jogada profusamente no primeiro ato, levando o público a ficar imaginando como elas viraram amigas – e quais seriam os corolários disso. Afinal, as duas fazem um juramento de que não aceitariam o prêmio caso ambas não fossem condecoradas, mas sabemos que as coisas não funcionam a si.

As protagonistas são movidas pela necessidade de se provarem, talvez não só a si mesmas, mas àqueles que as lembram o tempo todo de que não serão nada na vida caso não consigam a honraria. Marine é filha de um magnata da indústria e de uma embaixadora cuja ideia de sucesso é a submissão dos outros perante os desejos que têm; qual sua surpresa quando a jovem mostra um lado diferente daquele que esperaríamos, não sabendo lidar com o luto de ter perdido o irmão e desdenhando de um estrelato que nunca esteve sem seus planos. Suas inflexões cínicas são o que pincelam uma construção de ponta, auxiliadas de uma rendição memorável de Froseth (que, projeto após projeto, demonstra uma versatilidade invejável).

Kate, por sua vez, lida com a distância de seu pai e os olhares tortos que recebem dos outros alunos – como Gia (Eva Lomby), uma das melhores estudantes da academia que vê seu reino ameaçado e deve agira -, além do fato de não falar francês e de ter a anatomia corporal diferente das outras bailarinas. Assim como Froseth, Silvers mostra-se como uma tour-de-force a ser notada e se afasta de sua atuação no terror ‘Ma’ e da comédia ‘Space Force’ para uma complexa arquitetura que analisa todos os pontos da psique humana. Kate compra a ideia de ter uma melhor amiga e alguém com quem conversar – e até descobre os segredos do submundo artístico parisiense, mas logo mostra sua verdadeira faceta ao passar por cima de todos para se transformar numa pérola reluzente e mortal.

A verdade é que Smith não consegue trazer à vida uma reviravolta admirável o bastante para fisgar os espectadores por completo. A trama é apaixonada demais pelas reflexões psicológicas das quais se vale e, contraditoriamente, se esquece do lado mais humano – como se as criações fossem meros objetos de análise científica e nada além disso. Porém, na mesma medida que deixa as personas de lado, demonstra um afeto intrínseco por um espetáculo visual estonteante, que mistura cores complementares e usa um jogo de luzes narcótico e movido pelo desespero do fracasso.

Birds of Paradise encontra problemas de ritmo e de história e, por esse motivo, desliza nas irregularidades da própria ambição desmedida. Todavia, no final das contas, o longa vale a pena pelas incríveis atuações de um elenco irretocável e da gostinho de quero mais que deixa com a ambígua conclusão.

Dossiê 007 | Um Novo Dia para Morrer (2002) – Halle Berry, muito gelo e a despedida de Pierce Brosnan em 20º Filme

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada em nova data para o dia 30 de setembro de 2021 exclusivamente nos cinemas – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo para você inúmeras curiosidades e muita informação.

Muito pode ser dito da era Pierce Brosnan na franquia 007, mas o fato foi que nos anos 1990 os produtores da EON Pictures finalmente recuperavam a popularidade que James Bond merecia junto ao grande público – algo visto anteriormente apenas com Sean Connery no papel, nos anos 1960, considerada a era de ouro do personagem. Hoje olhando para trás, no entanto, apesar de terem atingido números impressionantes de bilheteria na época, junto aos fãs a era de Brosnan não é uma das mais bem posicionadas. Isso porque o único filme do ator que parece ter alguma ressonância é justamente sua estreia em Goldeneye. E aqui, em sua quarta investida no agente secreto foi onde as coisas realmente saíram dos trilhos. Se prepare pois será uma viagem turbulenta. Vamos conhecer os detalhes de produção do vigésimo filme da franquia: Um Novo Dia Para Morrer.

Leia também: Todas as Matérias Dossiê 007 – até o momento

Produção

Os produtores Barbara Broccoli e Michael G. Wilson, atuais chefes da EON Pictures, responsável pela franquia 007 no cinema, não poderiam estar mais felizes com seus últimos três filmes da franquia. Goldeneye, O Amanhã Nunca Morre e O Mundo Não é o Bastante foram verdadeiros fenômenos midiáticos, jogando a série novamente na cultura popular e permanecendo entre as maiores produções da época. É verdade que a concorrência na década de 1990 era grande, mas James Bond fazia frente de igual a igual. A cada novo exemplar um novo recorde era mantido, com O Mundo Não é o Bastante chegando para se tornar o mais rentável na franquia então.

Assim, a expectativa para o próximo exemplar não poderia ser maior. De fato, a MGM, estúdio responsável por lançar todos os filmes de 007, proporia um acordo para a EON visando o aniversário de 40 anos da franquia e o vigésimo filme da série. O estúdio estava disposto a oferecer o maior orçamento até aquele momento para comemorar as duas marcas em grande estilo. Em troca, o estúdio desejava o maior filme da franquia, um épico da ação. E para isso até tentaram conseguir grandes nomes do gênero, como Tony Scott e John Woo – ambos recusaram por achar que não teriam autonomia de comando na produção.

O que acontece é que naquela época, agora no início dos anos 2000, a concorrência havia ficado mais pesada para James Bond. E não apenas de outras superproduções, mas de outros filmes do gênero espionagem e ação no cinema. Em 2000, era lançado Missão: Impossível 2, com Tom Cruise, e havia se tornado fenômeno. Em 2002, A Identidade Bourne e Triplo X injetavam sangue novo no subgênero. De fato, a aventura com Vin Diesel até tirava sarro com 007, alfinetando o espião como algo ultrapassando e abrindo espaço para novos agentes secretos mais jovens e modernos. Assim, além de tudo o novo filme de James Bond precisava ser mais descolado e dinâmico.

Para o comando, finalmente era contratado Lee Tamahori, que vinha do sucesso de No Limite (1997). A ideia do diretor era criar o filme da franquia mais grandioso e repleto de ação. Porém, à moda da época, terminou por encher as cenas com efeitos especiais gerados por computadores – um dos aspectos mais negativos da produção.

James Bond

Pierce Brosnan retornava para seu quarto filme no papel de James Bond e comemorava o vigésimo filme em grande estilo. No entanto, o resultado de Um Novo Dia Para Morrer terminou por, entre outras coisas, eliminar as chances de retorno do ator – algo que ele visava. Segundo entrevistas recentes, Brosnan afirma que estava pronto para retornar quando o estúdio e os produtores “fecharam a porta em sua cara”. Na verdade, quando Cassino Royale, que viria a ser o próximo capítulo da franquia, foi escrito, ele havia sido pensado com Brosnan no papel. Os realizadores finalmente voltaram atrás porque o centro do filme era a relação entre James Bond e Vesper Lynd, uma mulher que realmente mexeria com o espião e o faria repensar todo o seu papel na agência. E seria estranho ver Brosnan, então um cinquentão, vivendo este tipo de trama. Assim, a opção foi por um ator mais jovem, como bem sabemos. Infelizmente, Brosnan se despediria da franquia aqui, após seu quarto filme, sem que a ideia de deixar o papel tenha sido sua. De unânime mesmo em seu currículo como o personagem, apenas Goldeneye.

Missão Secreta

O vigésimo filme de 007 já começa de forma inédita, com James Bond sendo capturado na Coréia do Norte após uma missão ter saído errado. Após passar um ano e dois meses sendo torturado e aprisionado, ele finalmente consegue a liberdade e parte para se vingar. Esse é um dos filmes que mais exibem a tensão entre o agente secreto e sua chefe na agência M (ainda interpretada por Judi Dench). Suas pistas do vilão responsável por sua tortura, o Coronel coreano Tan-Sun Moon (Will Yun Lee), o levam diretamente para o magnata britânico Gustav Graves (Toby Stephens), empresário do ramo da energia limpa e playboy aventureiro de plantão. No encalço, o espião irá descortinar segredos estarrecedores, ao mesmo tempo em que, assim como em O Amanhã Nunca Morre e O Espião que me Amava, precisa colaborar com uma agente secreta de outro país, desta vez uma americana da CIA apelidada Jinx (Azarada).

Bondgirls e Aliados

Em Um Novo Dia Para Morrer temos provavelmente a atriz mais famosa e celebrada na franquia até aqui. Halle Berry era um nome muito conhecido, havia acabado de ganhar um Oscar (por A Última Ceia) e lançado a superprodução X-Men (2000) no papel de Tempestade. Berry estava em todo lugar e sua inclusão no vigésimo filme foi muito badalada. De fato, ela até dividiu diversos cartazes do filme com o protagonista, ganhando muito destaque no papel. Era a hora, afinal hoje se discute muito uma James Bond mulher. Jinx era uma agente da CIA na cola dos mesmos vilões. Era também a primeira Bondgirl principal negra da franquia, quebrando assim mais um tabu. Berry também foi a primeira atriz negra a ganhar um Oscar de atuação principal. O sucesso foi tanto que assim como Michelle Yeoh em O Amanhã Nunca Morre, sua personagem gerou muitos falatórios de um filme solo.

Ao contrário da atriz chinesa, o filme solo da personagem de Halle Berry parecia certo e chegou até a estágios de pré-produção, com um roteiro pronto e a direção de Stephen Frears vinculada. Nos finalmentes, a MGM desistiu da ideia, enfurecendo os produtores da EON. O estúdio, porém, visava investir no reboot de 007 com Daniel Craig no papel, assim não teria espaço para a personagem ter sua própria franquia derivada em outra linha narrativa, já que seria saída da era Brosnan. Pior para Berry e os fãs de Jinx.

Mas Um Novo Dia Para Morrer ainda conta com uma segunda Bondgirl. E se tem um quesito onde o filme acerta é em suas personagens femininas. Uma Rosamund Pike ainda “menina” aos 22 aninhos estreava no cinema e logo de cara abocanhava o papel de Miranda Frost. Agente do MI6 e colega de James Bond, Frost, como diz seu nome gelado, é a Bondgirl má e se revela uma traidora mancomunada com o principal antagonista do filme. Pike ficaria marcada em tais papeis e interpreta uma mulher fria e calculista como ninguém. A atriz deslanchou para a fama justamente num papel destes, como Amy Dune em Garota Exemplar (2014), pelo qual foi indicada ao Oscar. Depois disso, lançou na Netflix o igualmente ótimo Eu Me Importo. Mas tudo começou mesmo aqui, na franquia 007 com Miranda Frost.

Vilões

Como eu já havia mencionado anteriormente na matéria passada do Dossiê 007, uma característica que marcou a era Pierce Brosnan da franquia foram as reviravoltas em relação aos vilões. Em Goldeneye, o verdadeiro antagonista era 006, o ex-parceiro de James Bond dado como morto. Em O Mundo Não é o Bastante, a vítima de sequestro e herdeira do império de petróleo Elektra King era a verdadeira vilã manipulando a trama. E em Um Novo Dia Para Morrer sabemos que o vilão é o playboy Gustav Graves, mas não sabemos exatamente quem ele é.

Isto é, até termos revelada sua verdadeira identidade. Acontece que Graves passou por uma intensa cirurgia estética e reestruturação de seu DNA. Ele é na verdade o jovem Coronel Moon, que de coreano se tornou britânico, com feições ocidentais assumindo nova identidade. Bem, o fato é criativo, mas extremamente fantasioso. O que fez muitos fãs e críticos simplesmente torcerem o nariz, considerando esta reviravolta simplesmente idiota demais. E você, o que acha?

Fora isso, o vigésimo filme ainda traz um dos capangas mais estilosos da era Brosnan. Ou talvez o mais marcante, ao menos visualmente. Trata-se de Zao, personagem de Rick Yune. Soldado coreano e braço direito de Moon, ele é ferido numa batalha com James Bond e tem seu rosto totalmente cravejado de diamantes. Sua aparência esbranquiçada, de olhos claros e a pele toda marcada de diamantes é um dos visuais chamativos que a série tanto gostou de apresentar.

Relatório

Em resumo, Um Novo Dia Para Morrer foi para a era Brosnan o que O Foguete da Morte havia sido para a era Roger Moore. Um filme tão fantasioso, surreal e nonsense que fez os produtores repensarem totalmente o caminho que deveriam seguir. James Bond indo para o espaço fez sucesso na época, mas parando para pensar, era algo “muito sem noção”. A solução foi pelo filme mais “pé no chão” da era Moore em seguida, Somente Para Seus Olhos. Infelizmente, Pierce Brosnan não teve essa oportunidade e seria eliminado da série em nome de um reboot.

Os problemas de Um Novo Dia Para Morrer são muitos. O uso excessivo de efeitos especiais em cenas de ação tirou qualquer credibilidade mínima que o filme pudesse ter. A mais lembrada e criticada é a cena em que o espião, já cinquentão, usa um paraquedas para fazer kite surfe enquanto desliza numa grande onda. O filme é cheio destas “escorregadas”, como o infame carro invisível. Tudo isso faz grande parte dos fãs e críticos considerarem Um Novo Dia Para Morrer o pior filme da franquia. O “Batman & Robin” dos filmes de 007.

Um Novo Dia Para Morrer foi um sucesso estrondoso de bilheteria. Se tornou em seu lançamento o filme mais rentável da franquia. E também a prova de que um filme bem sucedido financeiramente pode ser insatisfatório e condenado por boa parte dos fãs. Na parte da trilha sonora, outro ponto emblemático, afinal os 40 anos da série não poderia sair por menos. A Rainha do Pop Madonna canta a música principal que abre o longa, com batidas eletrônicas. Mas a Material Girl fez mais, e resolveu participar numa ponta no papel de uma instrutora de esgrima, numa das cenas mais legais do longa.

Quando uma franquia cresce tanto ao ponto do ridículo, é necessário repensar. Um Novo Dia Para Morrer fez justamente isso, achando que seria descolado e se comportando como aquele “tiozão do pavê”, e chegando a um exagero que não tinha mais para onde ir. Assim, sabiamente, era necessário reiniciar. Pena por Brosnan. Mas iríamos adentrar um novo território bem realista da franquia. Isso, é claro, é tema para um próximo Dossiê.

‘Os Cavaleiros do Zodíaco’: Mackenyu surge como Seya na 1ª imagem da adaptação live-action; Confira!

Uma fan page do Twitter dedicada a novidade do universo dos ‘Cavaleiros do Zodíaco‘ divulgou a primeira imagem dos bastidores, revelando o ator Mackenyu (‘Círculo de Fogo: A Revolta’) como intérprete de Seiya.

Infelizmente, o personagem não está caracterizado com sua icônica armadura de bronze e veste apenas uma espécie de kimono com uma faixa na cintura e botas, em meio a um cenário de destruição.

O traje remete aos primeiros episódios da clássica animação, quando Seiya ainda estava lutando para se tornar digno de receber a armadura de Pegasus.

De acordo com a publicação, a imagem havia sido compartilhada pelo diretor, Tomasz Naumiuk, em seu perfil do Instagram.

Confira:

Lembrando que as gravações já estão a todo vapor, na Hungria.

Além de Mckenyu, o elenco também conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Madison Iseman (‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’), Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’) e Diego Tinoco (‘On My Block’).

Intitulado ‘Knights of the Zodiac: Saint Seiya‘, o roteiro é assinado por Josh Campbell e Matt Stuecken.

A trama acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

Crítica | O Menino Que Matou Meus Pais – Manipulação e Obsessão dão o tom da versão de Suzane sobre o CRIME

No dia 31/10/2002, o Brasil ficou estarrecido diante da notícia de uma jovem que, junto com o namorado e o irmão dele, teria assassinado os próprios pais. Com passar do tempo e o julgamento em júri popular, esta bizarra história foi sendo desvendada. A motivação e o verdadeiro grau de envolvimento de Suzane von Richthofen chega agora ao público através da ficção, com o longa metragem ‘O Menino Que Matou Meus Pais’, que estreia exclusivamente na Amazon Prime.

Suzane von Richthofen (a ex-BBB Carla Diaz) vive em harmonia com seu irmão mais novo, Andreas (Kauan Ceglio), a mãe, Marísia (Vera Zimmermann) e o pai, Manfred (Leonardo Medeiros). Um dia ela vai com a mãe e o irmão a uma pista de aeromodelo, onde o irmão passa a ter aulas com Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt). O rapaz imediatamente se apaixona por Suzane, e, rápido demais, os dois começam a namorar sério, mesmo ela tendo cerca de 15 anos e ele ter mais de 20. A relação dos dois escalona do amor à possessão em um ritmo tão intenso que, com o passar dos anos, acaba se tornando a única razão de existir do casal – e tudo e todos que se colocam como empecilhos para a felicidade deles se torna um estorvo, incluindo os pais de Suzane. Por isso, eles decidem matá-los.

Planejado inicialmente para ser um lançamento simultaneamente nos cinemas junto com a outra versão dos fatos, intitulada ‘A Menina Que Matou Os Pais’, por conta da pandemia e dos atrasos nas estreias nas salas de cinema os filmes acabaram sendo disponibilizados diretamente na plataforma da Amazon Prime – e essa foi a decisão mais acertada dos produtores. Embora conte com a curiosidade do espectador em tentar decidir por si mesmos quem está mentindo nessa história, a verdade é que assistir a essas duas produções seguidamente nas telonas poderia se tornar algo cansativo – porém isso não acontece quando estamos no conforto de nosso lar. Recomenda-se, portanto, assistir um filme em cada dia, para fins de refletir sobre os personagens.

Mais do que inspirado em fatos, o longa é na verdade o resultado de anos de trabalho da criminóloga Ilana Casoy, que acompanhou de perto o julgamento dos acusados e toda a sua repercussão à época. Portanto, o roteiro que ela assina com Raphael Montes se baseia nos autos desse julgamento, de modo que, uma vez que foi a júri popular, os fatos, destarte, se tornaram públicos.

Com uma hora e vinte e sete minutos de duração, o suspense se divide em três momentos desse relacionamento ao longo de cinco anos, e, como dedica sua essência em demonstrar a evolução do amor dos dois, acaba ficando um pouco repetitivo. Entretanto, o olhar de Suzane sobre Daniel – apesar de sua dissimulação no tribunal – nos faz de fato acreditar que ele era um sujeito egoísta, egóico, possessivo e ciumento – características estas bem demonstradas pela interpretação de Leonardo Bittencourt.

O espectador desavisado pode achar que ‘O Menino Que Matou Meus Pais’ conta a história de Daniel Cravinhos, mas, melhor que isso, é a versão de Suzane sobre como ela foi gradativamente perdendo sua inocência por conta da má influência de Daniel e Cristian (Allan Souza Lima). Assim, para quem estiver na dúvida, a recomendação é começar por este, pois como temos a narrativa de Suzane sobre como tudo aconteceu, partimos do princípio da inocência antes de formularmos nossa própria opinião. Agora é seguir para o próximo filme e fazer o seu próprio julgamento.

Sequência do terror ‘Amizade Desfeita’ está disponível na Netflix; Assista ao trailer!

O terror ‘Amizade Desfeita 2: Dark Web’ (Unfriended: Dark Web) está disponível no catálogo da Netflix.

O primeiro ‘Amizade Desfeita‘ custou míseros US$ 1 milhão e arrecadou US$64 milhões.

Na sequência, um atendente de Cyber Café pega emprestado um notebook no achados e perdidos, apenas para descobrir que o dono anterior vai fazer de tudo para recuperá-lo.

Uma continuação apenas no nome, ‘Unfriended: Dark Web‘ empresta elementos de ‘Amizade Desfeita‘, ao mesmo tempo que conta a sua própria história sádica cheia de choques e surpresas.

Assista ao trailer:

Com 67% de aprovação no Rotten Tomatoes, o terror recebeu avaliações mistas, mas com a maioria delas elogiando a produção por trazer as profundezas da internet como temática central.

Confira:

“Parece menos com inovação do que com preguiça, mas pelo menos ‘Amizade Desfeita 2’ tem um tema potente: A internet sempre tem um ponto de vantagem e não está interessada em finais felizes”.- Eric Kohn, indieWire

“Quando os hackers invadem os computadores de todos e uma sensação de pavor toma os jovens e despercebidos personagens, ‘Amizade Desfeita 2’ consegue desenvolver um ritmo efetivo”. – David Lewis, San Francisco Chronicle

“‘Amizade Desfeita 2’ peca pela falta do vigor de seu predecessor, mas sua sombria visão da humanidade, assim como alguns visuais verdadeiramente perturbadores, ainda o destaca de outros colegas do leque de filmes de terror”. – Kimber Myers, The Playlist

“São apenas dois cliques removidos do canto especial de tortura do inferno de Eli Roth, e pode-se sentir a gordura pingando do teclado”. – David Crow, Den of Geek

“‘Amizade Desfeita 2’ não merece ser seu favorito e nem merece retweets. De fato, ele é uma sequência de terror estúpida de se arrepender, que teria sido melhor tê-la deixado na pasta de rascunhos”. – Rebecca Pahle, Film Journal International

Amizade Desfeita 2’ representa alguns dos melhores aspectos dos filmes sobre vidas vividas diante das telas, assim como representa algumas de suas maiores limitações”. – Andrew Todd, Birth.Movies.Death.

‘Sem Conexão 2’: Sequência do terror slasher da Netflix ganha data de estreia

A Netflix finalmente anunciou quando a sequência do slasher polonês ‘Sem Conexão‘ (Nobody Sleeps in the Woods Tonight) será lançada.

O novo filme irá estrear no serviço de streaming no dia 27 de outubro, como parte de sua programação de Halloween, intitulada Netflix and Chills.

O primeiro trailer deve ser lançado em breve. Fiquem ligados!

Bartosz M. Kowalski retorna à direção, além de também ser responsável pelo roteiro ao lado de Mirella Zaradkiewicz.

Na trama…

“Adaś é um jovem, solitário e infeliz policial em uma pequena vila em Podlasie. Ignorado por seus colegas de trabalho e pela linda Wanessa, o garoto tímido está buscando pelo seu lugar no mundo. Nessa sequência, nós também iremos descobrir mais sobre o destino de Zosia, que mostrará uma nova faceta completamente surpreendente.”

Julia Wieniawa retorna para a sequência. O elenco ainda conta com Mateusz Więcławek, Zofia Wichłacz, Andrzej Grabowski, Wojciech Mecwaldowski, Izabela Dąbrowska, Sebastian StankiewiczRobert Wabich star.

Duração de ‘Venom 2’ é ATUALIZADA e ele não será o filme mais CURTO da Marvel…

Venom 2‘ estreia nos cinemas norte-americanos em 1º de outubro, e o AMC e Fandango haviam divulgado que o filme teria apenas 1 hora e 30 minutos (90 minutos) de duração, o colocando como o filme mais curto da Marvel.

Agora, o Fandango atualizou a duração e o filme terá 1 hora e 37 minutos (97 minutos).

Para comparação, ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘ teve 92 minutos e é o filme mais curto da Marvel.

O ‘Venom‘ original teve 1 horas e 52 minutos.

O filme chega no Brasil dia 7 de Outubro.

Confira o trailer:

A sequência trará de volta Tom HardyMichelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.

Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.

 

‘Walker’: Jensen Ackles vai dirigir um episódio do reboot estrelado por Jared Padalecki

Apesar de Jensen Ackles e Jared Padalecki terem se despedido de ‘Supernatural‘ no ano passado, os intérpretes de Dean e Sam Winchester vão voltar a trabalhar juntos em breve.

De acordo com o Entertainment Weekly, Ackles vai dirigir um episódio de ‘Walker‘, série estrelada por Padalecki e inspirada em ‘Texas Ranger‘, que contava com Chuck Norris no papel principal.

Ackles será responsável pela direção do 7º episódio da 2ª temporada da atração, que ainda não tem previsão de estreia.

Por enquanto, ainda não há informações sobre a trama do episódio e nem quando será gravado, então só nos resta aguardar.

Para quem não sabe, esta não é a primeira vez que Ackles assume a função de diretor, pois já havia comandado o 4º episódio da 15º temporada de Supernatural‘, intitulado ‘Atomic Monters‘.

Enquanto Padalecki se aventura em sua nova série, Ackles também vai voltar às telinhas em breve, interpretando o Soldier Boy na 3ª temporada de ‘The Boys‘.

Lembrando que a 2ª temporada de ‘Walker‘ terá cinco episódios adicionais (totalizando 18 capítulos).

Criada por Anna Fricke, a série é um reboot de ‘Walker, Texas Ranger‘ (1993-2001).

A trama acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado. Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade. Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

O elenco ainda conta com Lindsey Morgan, Violet BrinsonKale CulleyJeff Pierre, Cobu Bell, Mitch Pileggi e Keegan Allen.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, é sua companheira na ficção e dá vida à Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparece em importantes flashbacks.